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<rss version="2.0"><channel><title>InforMS</title><description>INFORMATIVO DE NOT&amp;#205;CIAS MERCO SHIPPING</description><link>http://www.mercoshipping.com.br/feed.xml</link><language>pt-br</language><lastBuildDate>Fri, 3 Feb 2012 12:42:54 -0200</lastBuildDate><managingEditor>reginaldo@mercoshipping.com.br</managingEditor><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:41:54 -0200</pubDate><generator>FeedForAll v1.0 (1.0.2.0)</generator><image><url>http://www.feedforall.com/ffalogo48x48.gif</url><title>FeedForAll Sample Feed</title><link>http://www.feedforall.com/industry-solutions.htm</link><description>FeedForAll Sample Feed</description><width>48</width><height>48</height></image><item><title>OGX ENCONTRA PR&amp;#201;-SAL EM &amp;#193;GUAS RASAS DE SANTOS      </title><description>S&amp;#227;o Paulo - A OGX, bra&amp;#231;o de explora&amp;#231;&amp;#227;o e produ&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s natural do Grupo EBX, do empres&amp;#225;rio Eike Batista, anunciou que foi confirmada a exist&amp;#234;ncia de reservat&amp;#243;rios microbiais no pr&amp;#233;-sal com hidrocarbonetos em &amp;#225;guas rasas da Bacia de Santos. Segundo o comunicado da empresa, Conforme anunciado anteriormente, &quot;o po&amp;#231;o pioneiro 1-OGX-63-SPS, no bloco BM-S-57, identificou hidrocarbonetos em reservat&amp;#243;rios na se&amp;#231;&amp;#227;o aptiana, al&amp;#233;m de reservat&amp;#243;rios com hidrocarbonetos na se&amp;#231;&amp;#227;o albiana. A OGX det&amp;#233;m 100% de participa&amp;#231;&amp;#227;o no bloco&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na avalia&amp;#231;&amp;#227;o de Batista, a confirma&amp;#231;&amp;#227;o destes reservat&amp;#243;rios de pr&amp;#233;-sal em &amp;#225;guas rasas representa um marco para a ind&amp;#250;stria e refor&amp;#231;a o enorme potencial das bacias sedimentares brasileiras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A descoberta ocorreu a cerca de 1 mil metros de profundidade. A an&amp;#225;lise dos fragmentos de rocha permitiu a constata&amp;#231;&amp;#227;o de reservat&amp;#243;rio microbial de idade aptiana, ou seja, o mesmo tipo de rocha-reservat&amp;#243;rio encontrada no pr&amp;#233;-sal de &amp;#225;guas profundas e ultraprofundas das Bacias de Santos e Campos. O po&amp;#231;o foi perfurado at&amp;#233; a profundidade de 6,135 mil metros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Em virtude das altas press&amp;#245;es encontradas, a perfura&amp;#231;&amp;#227;o foi temporariamente interrompida de modo que possamos substituir a sonda Ocean Quest pela Ocean Star, da atual frota da OGX, que possui configura&amp;#231;&amp;#227;o apropriada para a continuidade das opera&amp;#231;&amp;#245;es&quot;, informou a OGX que mant&amp;#233;m estimativa de 1,8 bilh&amp;#227;o de barris de &amp;#243;leo equivalente para a Bacia de Santos. &lt;br&gt;
Fonte: DCI - Di&amp;#225;rio Com&amp;#233;rcio e Industria&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:41:54 -0200</pubDate></item><item><title>LIMITES PARA MEGANAVIOS NA CHINA AFETAM SOMENTE VALE      </title><description>HONG KONG/CINGAPURA - O embargo da China a grandes navios est&amp;#225; limitado aos megacargueiros de min&amp;#233;rio de ferro da Vale, disseram fontes do setor de navega&amp;#231;&amp;#227;o nesta quinta-feira, esclarecendo uma confus&amp;#227;o gerada na comunidade mar&amp;#237;tima sobre se as novas regula&amp;#231;&amp;#245;es governamentais cobririam embarca&amp;#231;&amp;#245;es menores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Associa&amp;#231;&amp;#227;o dos Armadores da China deu mais detalhes sobre as regras anunciadas esta semana para barrar grandes navios cargueiros e petroleiros que excederem as capacidades aprovadas pelos portos, uma medida de Pequim para proteger a ind&amp;#250;stria naval dom&amp;#233;stica, embora boa parte das embarca&amp;#231;&amp;#245;es da Vale tenha sido encomendada a estaleiros chineses.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, nenhum porto chin&amp;#234;s tem regulamenta&amp;#231;&amp;#227;o aprovada para receber navios de mais de 300 mil toneladas, levantando temores de que dezenas de navios j&amp;#225; negociados com a China poderiam ser embargados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O grupo industrial, no entanto, disse que as regras cobrem apenas navios cargueiros com capacidade acima de 350 mil toneladas. H&amp;#225; poucos navios deste porte, e todos s&amp;#227;o usados para transportar min&amp;#233;rio de ferro pela Vale, a maior produtora do insumo essencial &amp;#224; ind&amp;#250;stria sider&amp;#250;rgica, disse a fonte da ind&amp;#250;stria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Todos sabem que a China pode mudar de ideia rapidamente. &amp;#201; um jogo de xadrez entre a China e a Vale&quot;, disse Hans Navik, analista do setor mar&amp;#237;timo do grupo noruegu&amp;#234;s de pesquisa Nena.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Navios petroleiros com capacidade de mais de 450 mil toneladas tamb&amp;#233;m precisar&amp;#227;o de aprova&amp;#231;&amp;#227;o estatal antes de chegarem &amp;#224; China, maior consumidor mundial de min&amp;#233;rio de ferro e segundo maior de petr&amp;#243;leo, informou o grupo da ind&amp;#250;stria naval. Contudo, eles ressaltaram que n&amp;#227;o h&amp;#225; petroleiros deste porte operando atualmente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;No futuro, esta regra pode ser revisada ou alterada... isso provavelmente n&amp;#227;o deve ocorrer em curto per&amp;#237;odo de tempo.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Traders disseram acreditar que Pequim gradualmente ir&amp;#225; levantar o embargo a grandes navios, uma vez que isso permitiria &amp;#224; Vale entregar o min&amp;#233;rio de ferro a pre&amp;#231;os mais baixos e dar &amp;#224;s sider&amp;#250;rgicas chinesas espa&amp;#231;o para negociar pre&amp;#231;os mais baixos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Se os pre&amp;#231;os do a&amp;#231;o permanecerem baixos neste ano, no final eles ter&amp;#227;o de olhar para min&amp;#233;rio mais barato, o qual a Vale ser&amp;#225; capaz de fornecer&quot;, disse um operador de Cingapura que opera no mercado f&amp;#237;sico de min&amp;#233;rio de ferro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O embargo chin&amp;#234;s &amp;#233; visto por analistas como uma forma de proteger sua ind&amp;#250;stria naval, que tem sido afetada pelo cen&amp;#225;rio econ&amp;#244;mico adverso e pela queda das taxas de frete. A taxa de refer&amp;#234;ncia para os valores de frete caiu na quarta-feira para seu n&amp;#237;vel mais baixo em mais de 25 anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A poderosa associa&amp;#231;&amp;#227;o de armadores da China foi fortemente contra a entrada dos gigantes navios da Vale no ano passado, os maiores do mundo com mais de 380 mil toneladas. O grupo teme que as embarca&amp;#231;&amp;#245;es da Vale possam monopolizar o lucrativo com&amp;#233;rcio de min&amp;#233;rio entre China e Brasil.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Vale disse na &amp;#250;ltima quarta-feira que continuar&amp;#225; com os planos para a constru&amp;#231;&amp;#227;o de sua frota de 35 meganavios, das quais seis j&amp;#225; est&amp;#227;o operando, apesar do embargo chin&amp;#234;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O cronograma de entrega dos 29 navios ainda em constru&amp;#231;&amp;#227;o encomendados direta ou indiretamente pela Vale, dos quais 17 em estaleiros chineses, segue inalterado&quot;, destacou a Vale em nota.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A mineradora tamb&amp;#233;m ressaltou na quarta-feira que seus supercargueiros somente se encaminhar&amp;#227;o para portos chineses se estiverem &quot;em total conformidade com a legisla&amp;#231;&amp;#227;o do pa&amp;#237;s&quot;.&lt;br&gt;
Fonte: Reuters Brasil (Manolo Serapio Jr, em Cingapura, e Jim Bai, em Pequim)&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:41:40 -0200</pubDate></item><item><title>MANCHAS DE PETR&amp;#211;LEO SE DISPERSAM NA BACIA DE SANTOS      </title><description>T&amp;#233;cnicos sobrevoaram a regi&amp;#227;o a bordo de um helic&amp;#243;ptero embarcado na Fragata Niter&amp;#243;i e registraram a cena em fotografias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A mancha de petr&amp;#243;leo do vazamento do navio-plataforma FPWSO Dynamic Producer, da Petrobras, na Bacia de Santos, est&amp;#225; se dispersando. A constata&amp;#231;&amp;#227;o foi feita por integrantes do Grupo de Acompanhamento e Avalia&amp;#231;&amp;#227;o (GAA), ap&amp;#243;s sobrevoo da &amp;#225;rea, a cerca de 300 quil&amp;#244;metros da costa do estado de S&amp;#227;o Paulo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O GAA &amp;#233; formado por representantes da Marinha, da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Petr&amp;#243;leo, G&amp;#225;s Natural e Biocombust&amp;#237;veis (ANP) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&amp;#225;veis (Ibama).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os t&amp;#233;cnicos sobrevoaram a regi&amp;#227;o a bordo de um helic&amp;#243;ptero embarcado na Fragata Niter&amp;#243;i e registraram a cena em fotografias. Segundo nota conjunta divulgada no in&amp;#237;cio da noite de ontem (2), &quot;foram avistadas manchas dispersas, bastante reduzidas em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao dia de ontem, deslocando-se para sudoeste, afastando a possibilidade de o &amp;#243;leo alcan&amp;#231;ar o litoral&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fiscais da ANP e t&amp;#233;cnicos do Ibama estiveram a bordo do navio. Seis embarca&amp;#231;&amp;#245;es da Petrobras est&amp;#227;o fazendo a dispers&amp;#227;o mec&amp;#226;nica, com jatos de &amp;#225;gua. A Marinha permanece na &amp;#225;rea com um navio e um helic&amp;#243;ptero.&lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Brasil&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:41:16 -0200</pubDate></item><item><title>LUCRO L&amp;#205;QUIDO DA SANTOS BRASIL SOBE 120% EM 2011, PARA R$ 246 MILH&amp;#213;ES      </title><description>SANTOS - A Santos Brasil teve lucro l&amp;#237;quido de R$ 246,6 milh&amp;#245;es no ano passado, um aumento de 120,2% sobre 2010. A companhia, que opera terminais de cont&amp;#234;ineres, de ve&amp;#237;culos e armaz&amp;#233;ns log&amp;#237;sticos, atribui o desempenho principalmente ao forte crescimento da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres. A atividade responde por quase 80% da receita do grupo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2011, os tr&amp;#234;s terminais (Tecon Santos, Tecon Imbituba e Tecon Vila do Conde) escoaram 1,52 milh&amp;#227;o de TEUs (cont&amp;#234;iner de 20 p&amp;#233;s), um crescimento de 6,7% sobre 2010. Neste ano, a proje&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; fechar com at&amp;#233; 1,73 milh&amp;#227;o de TEUs. A holding projeta investimentos de R$ 80 milh&amp;#245;es para ampliar as opera&amp;#231;&amp;#245;es neste ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a empresa, a melhora da produtividade e da efici&amp;#234;ncia na opera&amp;#231;&amp;#227;o fez com que a companhia avan&amp;#231;asse na participa&amp;#231;&amp;#227;o de mercado no porto de Santos. A empresa encerrou 2011 com 53% dos cont&amp;#234;ineres cheios escoados no cais santista, conforme dados da Companhia das Docas de S&amp;#227;o Paulo (Codesp). O Tecon Santos &amp;#233; o maior terminal de cont&amp;#234;ineres do grupo, respondendo por mais de 90% da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o f&amp;#237;sica.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O volume operado pelos terminais portu&amp;#225;rios da Santos Brasil no quarto trimestre, por&amp;#233;m, caiu  2,3% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao mesmo intervalo de 2010, para 267.957 cont&amp;#234;ineres. O desempenho foi influenciado pela redu&amp;#231;&amp;#227;o das cargas de exporta&amp;#231;&amp;#227;o de a&amp;#231;&amp;#250;car, com pico sazonal em outubro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No acumulado de 2011, a empresa registrou crescimento de 29,9% da receita l&amp;#237;quida, encerrando o ano com R$ 1,124 bilh&amp;#227;o. O Ebitda (sigla em ingl&amp;#234;s para lucro operacional antes de juros, impostos, deprecia&amp;#231;&amp;#227;o e amortiza&amp;#231;&amp;#227;o) foi de R$ 456,9 milh&amp;#245;es, um aumento de 47,3% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010. A margem Ebitda foi de 40,6%. A perspectiva para este ano &amp;#233; de  Ebtida entre R$ 500 milh&amp;#245;es e R$ 550 milh&amp;#245;es e margem Ebitda entre 41% e 43%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um dos destaques financeiros foi o crescimento de 112,7% da receita bruta obtida com os servi&amp;#231;os prestados pelo terminal de ve&amp;#237;culos, que fica no porto de Santos. O resultado saiu de R$ 30,6 milh&amp;#245;es em 2010 para R$ 65,1 milh&amp;#245;es em 2011 e respondeu por 5% do total do grupo, que foi de R$ 1,278 bilh&amp;#227;o.  A receita com opera&amp;#231;&amp;#245;es de log&amp;#237;stica (R$ 216,1 milh&amp;#245;es) avan&amp;#231;ou 30,6% na compara&amp;#231;&amp;#227;o com 2010.  O resultado reflete o aumento do volume de cargas armazenadas nos Centro Log&amp;#237;stico e Industrial Aduaneiro (Clias) e no porto de Santos.&lt;br&gt;
Fonte: Valor / Fernanda Pires&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:41:00 -0200</pubDate></item><item><title>MARINHA DIZ QUE MANCHA DE &amp;#211;LEO EST&amp;#193; REDUZIDA      </title><description>A Marinha informou ontem &amp;#224; noite (2) que a mancha formada pelo &amp;#243;leo que h&amp;#225; tr&amp;#234;s dias vazou de um navio-plataforma no campo Carioca Nordeste (Bacia de Santos, litoral de S&amp;#227;o Paulo) est&amp;#225; &quot;bastante reduzida&quot; em rela&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#224;s dimens&amp;#245;es de quarta-feira, de 70 quil&amp;#244;metros quadrados. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
T&amp;#233;cnicos da Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo, G&amp;#225;s Natural e Biocombust&amp;#237;veis (ANP) recolheram ontem (2) documentos no navio-plataforma Dynamic Producer, a fim de apurar as causas do acidente. A ANP dever&amp;#225; autuar a Petrobras pelo derramamento de &amp;#243;leo no mar, tamb&amp;#233;m motivo da multa de R$ 50 milh&amp;#245;es que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&amp;#225;veis (IBama)pretende aplicar na petroleira. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com a Petrobras, operadora do po&amp;#231;o de onde vazaram 25,2 mil litros, n&amp;#227;o h&amp;#225; risco de o petr&amp;#243;leo chegar ao litoral paulista. O local do vazamento fica a cerca de 250 quil&amp;#244;metros do munic&amp;#237;pio de Ilha bela. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Marinha pretende manter uma fragata ancorada na regi&amp;#227;o do vazamento at&amp;#233; o fim dos trabalhos de conten&amp;#231;&amp;#227;o e dispers&amp;#227;o da mancha. A Petrobras n&amp;#227;o informou hoje sobre a evolu&amp;#231;&amp;#227;o dos trabalhos desenvolvidos no local. Ontem, a companhia mantinha cinco embarca&amp;#231;&amp;#245;es no servi&amp;#231;o de retirada do &amp;#243;leo do oceano e de dispers&amp;#227;o por jatos de &amp;#225;gua.&lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:40:48 -0200</pubDate></item><item><title>PETROBRAS ESCOLHE NOMES PARA AS &amp;#193;REAS DE E&amp;P E G&amp;#193;S      </title><description>RIO DE JANEIRO - A Petrobras escolheu ontem (2), em reuni&amp;#227;o interna, os indicados para assumir as diretorias de G&amp;#225;s e Energia e de Explora&amp;#231;&amp;#227;o e Produ&amp;#231;&amp;#227;o (E&amp;P) da estatal. Os nomes ser&amp;#227;o encaminhados &amp;#224; presidente Dilma Rousseff. A decis&amp;#227;o final &amp;#233; de Bras&amp;#237;lia e o an&amp;#250;ncio pode acontecer na pr&amp;#243;xima semana.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As diretorias de G&amp;#225;s e E&amp;P s&amp;#227;o as &amp;#250;nicas que devem ter comando alterado neste m&amp;#234;s junto com a entrada de Gra&amp;#231;a Foster, atual diretora de G&amp;#225;s, na presid&amp;#234;ncia da Petrobras, em substitui&amp;#231;&amp;#227;o a Jos&amp;#233; Sergio Gabrielli. A indica&amp;#231;&amp;#227;o de Gra&amp;#231;a ao conselho de administra&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; marcada para o pr&amp;#243;ximo dia 9.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Est&amp;#227;o cotados para a lista de indicados o gerente-executivo do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), Carlos Tadeu da Costa Fraga; o gerente-executivo de E&amp;P da Petrobras, Jos&amp;#233; Formigli; e o presidente da BR Distribuidora, Jos&amp;#233; Lima de Andrade Neto. Para G&amp;#225;s, eram aventados os nomes do diretor da Petroquisa e funcion&amp;#225;rio de carreira da Petrobras Djalma Santos, e da diretora da Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo (ANP) e ex-funcion&amp;#225;ria da Petrobras Magda Chambriard.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Magda, se n&amp;#227;o for para uma diretoria da Petrobras, deve ter seu nome indicado pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lob&amp;#227;o, para assumir a diretoria geral da ANP. O cargo na ANP est&amp;#225; vago desde dezembro, ap&amp;#243;s a sa&amp;#237;da de Haroldo Lima.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O diretor de Explora&amp;#231;&amp;#227;o e Produ&amp;#231;&amp;#227;o da Petrobras, Guilherme Estrella, j&amp;#225; manifestou desejo de se aposentar definitivamente. Na semana passada, Lob&amp;#227;o afirmou publicamente que mudan&amp;#231;as na diretoria s&amp;#243; ir&amp;#227;o ocorrer por vontade dos pr&amp;#243;prios diretores. O diretor financeiro, Almir Barbassa, que chegou a ter sua sa&amp;#237;da cogitada nas &amp;#250;ltimas semanas, permanece no cargo por enquanto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A reuni&amp;#227;o de ontem foi para sugerir os indicados oficiais da diretoria &amp;#224;s vagas, mas a decis&amp;#227;o &amp;#233; de Bras&amp;#237;lia, podendo em tese ser escolhidos nomes diferentes do apresentado pela Petrobras. A tend&amp;#234;ncia, no entanto, &amp;#233; de que sejam apresentadas solu&amp;#231;&amp;#245;es internas com escolha de funcion&amp;#225;rios de carreira.&lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:40:33 -0200</pubDate></item><item><title>ACIDENTE DA PETROBRAS &amp;#201; 2&amp;#186; DA MESMA EMBARCA&amp;#199;&amp;#195;O      </title><description>O acidente que ocasionou o vazamento de petr&amp;#243;leo durante o Teste de Longa Dura&amp;#231;&amp;#227;o (TLD) da Petrobras na &amp;#225;rea de Carioca Nordeste, no pr&amp;#233;-sal da bacia de Santos, repetiu um problema ocorrido com o mesmo navio, ano passado, quando era feito o teste na &amp;#225;rea de Guar&amp;#225;, tamb&amp;#233;m na bacia de Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo especialistas, o problema ocorrido nada tem a ver com a explora&amp;#231;&amp;#227;o estar no pr&amp;#233;-sal, j&amp;#225; que foi erro de engenharia, n&amp;#227;o problema nos reservat&amp;#243;rios da nova fronteira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O problema foi o navio que faz o teste [TLD], n&amp;#227;o a perfura&amp;#231;&amp;#227;o. N&amp;#227;o foi a geologia que deu problema, e n&amp;#227;o foi a primeira vez&quot;, diz o presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o dos Engenheiros da Petrobras, Fernando Siqueira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tanto em Carioca Nordeste como em Guar&amp;#225;, o navio utilizado foi o FPWSO Dynamic Producer, da Petroserv.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No primeiro incidente em Guar&amp;#225; n&amp;#227;o houve vazamento porque o po&amp;#231;o ligado &amp;#224; tubula&amp;#231;&amp;#227;o que se rompeu estava fechado para an&amp;#225;lise e testes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;As causas ainda n&amp;#227;o foram apuradas, mas n&amp;#227;o foi um problema do navio, foi problema na tubula&amp;#231;&amp;#227;o de produ&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, disse ontem um assessor da Petrobras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na ter&amp;#231;a-feira, a estatal informou que 160 barris de petr&amp;#243;leo tinham vazado durante o TLD de Carioca Nordeste, ap&amp;#243;s um rompimento na coluna de produ&amp;#231;&amp;#227;o. Em raz&amp;#227;o do vazamento, formou-se uma mancha de 70 km&amp;#178;, mas de pouca densidade, segundo a Marinha.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, a estatal informou que j&amp;#225; recolheu todo o &amp;#243;leo que foi derramado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
TECNOLOGIA&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O vazamento a 2.140 metros de profundidade levantou novamente a discuss&amp;#227;o sobre a busca de novas tecnologias para enfrentar o desafio da explora&amp;#231;&amp;#227;o em grandes profundidades.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o diretor de Tecnologia e Inova&amp;#231;&amp;#227;o da Coppe/UFRJ, Segen Estefen, o pa&amp;#237;s precisa reduzir o risco de vazamento. &quot;Falta ao Brasil foco na prote&amp;#231;&amp;#227;o ambiental.&quot; Para ele, h&amp;#225; centros de pesquisa capazes de buscar solu&amp;#231;&amp;#245;es que reduzam o risco. &lt;br&gt;
Fonte: Folha (Denise Luna e Pedro Soares)&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:40:19 -0200</pubDate></item><item><title>LICITA&amp;#199;&amp;#195;O SER&amp;#193; FEITA POR VALOR DE OUTORGA  </title><description>As ofertas ser&amp;#227;o apresentadas simultaneamente para os tr&amp;#234;s aeroportos, com o objetivo de combinar as propostas que resultarem em uma maior arrecada&amp;#231;&amp;#227;o ao governo e cada empresa poder&amp;#225; levar apenas um contrato &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Diferentemente de outros leil&amp;#245;es j&amp;#225; realizados pelo governo federal, em que o vencedor era escolhido pela oferta da menor tarifa, para a concess&amp;#227;o dos aeroportos federais de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Bras&amp;#237;lia (DF), no dia 6 de fevereiro na BM&amp;F Bovespa, vai valer a maior outorga, ou seja, pagamento ao governo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As ofertas ser&amp;#227;o apresentadas simultaneamente para os tr&amp;#234;s aeroportos, com o objetivo de combinar as propostas que resultarem em uma maior arrecada&amp;#231;&amp;#227;o ao governo e cada empresa poder&amp;#225; levar apenas um contrato. Os valores m&amp;#237;nimos para a outorga de cada projeto s&amp;#227;o de R$ 3,4 bilh&amp;#245;es para Guarulhos, de R$ 1,47 bilh&amp;#227;o para Campinas, e de R$ 582 milh&amp;#245;es para Bras&amp;#237;lia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O leil&amp;#227;o come&amp;#231;ar&amp;#225; &amp;#224;s 10h e poder&amp;#225; durar cinco horas ou mais, dependendo da disposi&amp;#231;&amp;#227;o dos cons&amp;#243;rcios de apresentar novos lances. Primeiro haver&amp;#225; a abertura das propostas econ&amp;#244;micas e a classifica&amp;#231;&amp;#227;o das empresas, e em seguida o leil&amp;#227;o ser&amp;#225; iniciado. Ser&amp;#227;o classificadas as tr&amp;#234;s melhores ofertas para cada aeroporto ou todas que forem no m&amp;#237;nimo 90% da oferta de quem estiver ganhando. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como &amp;#233; a combina&amp;#231;&amp;#227;o de resultados que determinar&amp;#225; os vencedores &amp;#233; poss&amp;#237;vel que mesmo que uma companhia tenha a proposta com valor de outorga mais alto para um dos aeroportos ela n&amp;#227;o ganhe. Isso porque a combina&amp;#231;&amp;#227;o sempre considerar&amp;#225; apenas uma proposta de cada cons&amp;#243;rcio. Os lances s&amp;#243; ser&amp;#227;o aceitos se mudarem a posi&amp;#231;&amp;#227;o da empresa na classifica&amp;#231;&amp;#227;o geral.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 03/02/2012  &lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:40:07 -0200</pubDate></item><item><title>GOVERNO V&amp;#202; 3 FAVORITOS EM LEIL&amp;#195;O DE AEROPORTOS  </title><description>O governo manteve sigilo absoluto sobre as propostas dos cons&amp;#243;rcios, ontem, na BM&amp;FBovespa &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os cons&amp;#243;rcios liderados por Odebrecht, Queiroz Galv&amp;#227;o e CCR s&amp;#227;o considerados pelo governo os principais favoritos para arrematar as concess&amp;#245;es dos aeroportos de Viracopos e de Guarulhos. A Odebrecht disputa o leil&amp;#227;o com a Changi, operadora do aeroporto de Cingapura; a Queiroz Galv&amp;#227;o se aliou ao BTG Pactual e &amp;#224; Ferrovial, controladora da BAA, que administra Heathrow e outros terminais em Londres; a CCR est&amp;#225; com a su&amp;#237;&amp;#231;a Flughafen Z&amp;#252;rich. Para o aeroporto de Bras&amp;#237;lia, a aposta oficial &amp;#233; em um grupo de m&amp;#233;dio porte. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo manteve sigilo absoluto sobre as propostas dos cons&amp;#243;rcios, ontem, na BM&amp;FBovespa. Fontes oficiais que acompanham o processo das concess&amp;#245;es, no entanto, revelaram que Viracopos &amp;#233; o aeroporto que mais tem despertado interesse da iniciativa privada. Em conversas reservadas, autoridades do setor disseram ter ficado impressionadas com a profundidade dos estudos feitos pela Odebrecht sobre Viracopos, bem como seu grau de interesse. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O aeroporto de Campinas &amp;#233; o que exige maior volume de investimentos. Por isso, a dura&amp;#231;&amp;#227;o do contrato &amp;#233; a mais longa, chegando a 30 anos. As tr&amp;#234;s concess&amp;#245;es t&amp;#234;m taxa de retorno estimada em 6,46% ao ano e condi&amp;#231;&amp;#245;es id&amp;#234;nticas de financiamento. A avalia&amp;#231;&amp;#227;o do governo &amp;#233; que o futuro concession&amp;#225;rio de Viracopos ter&amp;#225; mais espa&amp;#231;o para maximizar sua rentabilidade, com a gest&amp;#227;o da carga a&amp;#233;rea e com suas perspectivas de crescimento - dever&amp;#225; ultrapassar a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de Guarulhos por volta de 2023. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O aeroporto de Guarulhos &amp;#233; visto como fonte segura de receita, com aumento garantido de demanda, at&amp;#233; esgotar sua capacidade. O problema &amp;#233; justamente esse: considera-se que o aeroporto tem um limite curto - entre 12 e 15 anos - para crescer. Mas o valor m&amp;#237;nimo de outorga, estipulado em R$ 3,424 bilh&amp;#245;es ap&amp;#243;s revis&amp;#227;o do Tribunal de Contas da Uni&amp;#227;o (TCU), deve restringir sua disputa a grupos mais capitalizados e com relativa &quot;folga&quot; financeira. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A maior inc&amp;#243;gnita, segundo fontes do governo, &amp;#233; o destino do aeroporto de Bras&amp;#237;lia. Ele precisa de menos investimentos e tem perspectivas de aumento das receitas em ritmo superior ao de Guarulhos. Mas tem v&amp;#225;rios pontos considerados menos positivos na compara&amp;#231;&amp;#227;o com os outros dois: foi o que teve maior alta do valor m&amp;#237;nimo de outorga - subiu de R$ 75 milh&amp;#245;es para R$ 582 milh&amp;#245;es ap&amp;#243;s an&amp;#225;lise do TCU -, sua demanda por carga ainda &amp;#233; relativamente baixa e o potencial de atrair mais voos internacionais com a amplia&amp;#231;&amp;#227;o de Guarulhos e o fortalecimento de Viracopos &amp;#233; duvidoso. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por isso, avalia-se que o apetite pode ser maior entre grupos m&amp;#233;dios, menos dispostos a entrar numa disputa acirrada - e possivelmente com &amp;#225;gios elevados - em Guarulhos e Viracopos. No entanto, segundo avalia&amp;#231;&amp;#227;o que circula no governo, o interesse por Bras&amp;#237;lia pode aumentar se o aeroporto se transformar na &amp;#250;nica possibilidade de vit&amp;#243;ria para grandes grupos que fiquem para tr&amp;#225;s na disputa pelos outros terminais. Classificam-se, para os lances em viva-voz, s&amp;#243; as tr&amp;#234;s melhores propostas em cada um.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para evitar o risco de adiamento do leil&amp;#227;o, a Advocacia-Geral da Uni&amp;#227;o (AGU) montou uma for&amp;#231;a-tarefa, com o objetivo de derrubar pedidos de liminares.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 03/02/2012  &lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:39:53 -0200</pubDate></item><item><title>MINC: CAIS DO PORTO TEM &apos;100% DE EXPLOSIVIDADE&apos; </title><description>Cais do Porto tem &quot;100% de explosividade&quot;  &lt;br&gt;
  &lt;br&gt;
Para Minc, rede de galerias subterr&amp;#226;neas dos armaz&amp;#233;ns parece um campo minado&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio estadual do Ambiente, Carlos Minc, afirmou ontem que ainda h&amp;#225; &quot;100% de explosividade&quot; no Cais do Porto. O an&amp;#250;ncio foi feito quatro dias depois de uma explos&amp;#227;o em uma galeria de &amp;#225;guas pluviais do Armaz&amp;#233;m 30 matar um oper&amp;#225;rio da empresa Triunfo Log&amp;#237;stica deixar outros dois feridos. Minc e a presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, acompanharam ontem uma vistoria que detectou dois pontos com risco iminente de explodir. Por quest&amp;#245;es de seguran&amp;#231;a, parte do armaz&amp;#233;m foi interditada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Primeiro, vamos evitar que aconte&amp;#231;a nova explos&amp;#227;o. Depois, precisamos saber de onde veio o &amp;#243;leo. A rede subterr&amp;#226;nea aqui parece um terreno minado. Solicitamos as plantas para ver o que h&amp;#225; no subsolo - disse o secretario.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a Companhia Docas do Rio, as plantas j&amp;#225; foram providenciadas e ser&amp;#227;o encaminhadas ao Inea. Para evitar novos acidentes, est&amp;#227;o sendo tomadas medidas preventivas como a coloca&amp;#231;&amp;#227;o de barreiras absorventes para reter o &amp;#243;leo encontrado nas galerias e a hiperventila&amp;#231;&amp;#227;o das galerias para evitar a concentra&amp;#231;&amp;#227;o de gases.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ap&amp;#243;s o acidente, o Inea emitiu um auto de constata&amp;#231;&amp;#227;o para a Triunfo Log&amp;#237;stica, pela quantidade elevada de &amp;#243;leo combust&amp;#237;vel encontrada nas galerias. As empresas Ipiranga, Chevron, Tecmar e Refinaria Manguinhos tamb&amp;#233;m foram notificadas e ter&amp;#227;o de fazer um teste para saber se h&amp;#225; vazamento de &amp;#243;leo em seus dutos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio disse ainda que a Refinaria de Manguinhos pode ser considerada uma das principais suspeitas, pois realizou opera&amp;#231;&amp;#245;es um dia antes do acidente. A empresa afirmou, no entanto, que at&amp;#233; o momento n&amp;#227;o h&amp;#225; qualquer ind&amp;#237;cio que relacione a explos&amp;#227;o a vazamentos origin&amp;#225;rios da sua refinaria. A Chevron informou que n&amp;#227;o opera ali com &amp;#243;leo inflam&amp;#225;veis.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo &lt;br&gt;
Data : 03/02/2012 &lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:39:40 -0200</pubDate></item><item><title>PETROBRAS ENCERRA COLETA DE &amp;#211;LEO DO PR&amp;#201;-SAL </title><description>Segundo a estatal, produ&amp;#231;&amp;#227;o do navio-plataforma s&amp;#243; ser&amp;#225; retomada ap&amp;#243;s a identifica&amp;#231;&amp;#227;o das causas do vazamento&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Petrobras informou ontem que concluiu o trabalho de coleta do &amp;#243;leo derramado no &amp;#250;ltimo dia 31 por causa do rompimento de um duto do navio-sonda que realizava um Teste de Longa Dura&amp;#231;&amp;#227;o (TLD) em um po&amp;#231;o no campo Carioca Nordeste, no pr&amp;#233;-sal da Bacia de Santos. A companhia estimou que foram derramados cerca de 160 barris, ou 25 mil litros, de &amp;#243;leo e que s&amp;#243; vai retomar a produ&amp;#231;&amp;#227;o na plataforma ap&amp;#243;s identificar as causas do vazamento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A estatal explicou que manter&amp;#225; cinco embarca&amp;#231;&amp;#245;es no local do vazamento de prontid&amp;#227;o. Esse trabalho de acompanhamento est&amp;#225; sendo feito, tamb&amp;#233;m, com sobrevoos no local. Al&amp;#233;m disso, a empresa deu in&amp;#237;cio ao Plano de Monitoramento Ambiental na &amp;#225;rea, para avaliar poss&amp;#237;veis impactos ambientais do acidente, conforme procedimentos estabelecidos pelo Ibama.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m dos barcos da Petrobras, a Marinha informou que permanecer&amp;#225; com um navio e uma aeronave na &amp;#225;rea durante 24 horas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
T&amp;#233;cnicos da Marinha e do Ibama fizeram dois sobrevoos ontem pela manh&amp;#227; no local e constataram que a mancha j&amp;#225; havia diminu&amp;#237;do.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Marinha, ANP e Ibama analisam a&amp;#231;&amp;#245;es tomadas&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo nota conjunta da Marinha, da Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo (ANP) e do Ibama, a equipe avistou manchas dispersas, bastante reduzidas em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s do dia anterior. O &amp;#243;leo est&amp;#225; se deslocando devido aos fortes ventos e ondas altas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; o Grupo de Acompanhamento e Avalia&amp;#231;&amp;#227;o (GAA) formado por representantes de Marinha, ANP e Ibama se reuniu ontem para analisar as a&amp;#231;&amp;#245;es tomadas at&amp;#233; agora.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fiscais da ANP estiveram a bordo da plataforma e recolheram dados e informa&amp;#231;&amp;#245;es para ajudar na investiga&amp;#231;&amp;#227;o das causas do vazamento. A partir dessa avalia&amp;#231;&amp;#227;o, ser&amp;#225; estudada a possibilidade de aplica&amp;#231;&amp;#227;o de san&amp;#231;&amp;#245;es administrativas. E peritos da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro coletaram dados no navio-plataforma para serem usados no inqu&amp;#233;rito instaurado para apurar o primeiro vazamento no pr&amp;#233;-sal.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo &lt;br&gt;
Data : 03/02/2012 &lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:39:27 -0200</pubDate></item><item><title>PELO MENOS 11 GRUPOS IR&amp;#195;O A LEIL&amp;#195;O DE AEROPORTOS </title><description>Comiss&amp;#227;o impede hoje participa&amp;#231;&amp;#227;o de quem n&amp;#227;o apresentou documentos ou garantias para licita&amp;#231;&amp;#227;o de Guarulhos, Viracopos e Bras&amp;#237;lia&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
S&amp;#195;O PAULO e RIO. Onze grupos, pelo menos, entregaram ontem suas propostas na BM&amp;F Bovespa para o leil&amp;#227;o dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Bras&amp;#237;lia, que acontece na segunda-feira. N&amp;#227;o houve confirma&amp;#231;&amp;#227;o oficial do n&amp;#250;mero de competidores, que s&amp;#243; ser&amp;#225; conhecido no dia do leil&amp;#227;o. Al&amp;#233;m disso, hoje a comiss&amp;#227;o de licita&amp;#231;&amp;#227;o barrar&amp;#225; os que n&amp;#227;o apresentaram a documenta&amp;#231;&amp;#227;o ou as garantias exigidas pelo edital. Entre os que confirmaram ter apresentado propostas est&amp;#227;o grandes conglomerados, como Odebrecht, Ecovias, CCR, Queiroz Galv&amp;#227;o, OHL e Invepar, que competir&amp;#227;o com grupos de m&amp;#233;dio porte como Triunfo, Engevix e a construtora Fidens.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os tr&amp;#234;s aeroportos que ser&amp;#227;o privatizados no dia 6 respondem por 30% da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de passageiros e por 57% da carga a&amp;#233;rea transportada no pa&amp;#237;s. Vencer&amp;#225; a disputa, que ser&amp;#225; simult&amp;#226;nea para os tr&amp;#234;s terminais, quem apresentar o maior valor de outorga. Os lances m&amp;#237;nimos s&amp;#227;o: R$ 3,4 bilh&amp;#245;es para Guarulhos, R$ 1,5 bilh&amp;#227;o para Viracopos e R$ 582 milh&amp;#245;es para Bras&amp;#237;lia. O que significa que, com os tr&amp;#234;s terminais, o governo embolsar&amp;#225;, pelo menos, R$ 5,4 bilh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A expectativa entre os especialistas &amp;#233; de &amp;#225;gios elevados para as concess&amp;#245;es de Guarulhos e Bras&amp;#237;lia. Eduardo Padilha, da Planos, empresa de estudos de engenharia e projetos, diz que, por j&amp;#225; serem fortes geradores de caixa, esses dois aeroportos permitem ao vencedor fazer frente a um valor de outorga mais elevado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Como a outorga ser&amp;#225; paga ao longo do prazo das concess&amp;#245;es (de 20 anos para Guarulhos e 25 para Bras&amp;#237;lia), o valor anual n&amp;#227;o &amp;#233; t&amp;#227;o alto e pode ser dilu&amp;#237;do, o que permite um &amp;#225;gio maior - diz Padilha.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Retorno de Viracopos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
deve ser o mais lento&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Viracopos, em Campinas, al&amp;#233;m de exigir o maior volume de investimentos - de R$ 8,7 bilh&amp;#245;es em 30 anos - &amp;#233; onde o retorno ser&amp;#225; lento. Mas, lembra ele, Viracopos deve ser um aeroporto maior que Guarulhos no fim da concess&amp;#227;o. Com capacidade para quatro pistas, o terminal poder&amp;#225; atender 80 milh&amp;#245;es de passageiros por ano, enquanto Guarulhos, com duas pistas, ficaria saturado com 50 milh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Viracopos tende a ser mais disputado por grupos com forte atua&amp;#231;&amp;#227;o log&amp;#237;stica, como CCR, OHL, Ecovias e Triunfo, afirma Marlon Marlon Shigueru Ieiri, do FHCunha Advogados. Pelo elevado valor do lance m&amp;#237;nimo, Guarulhos deve ser alvo de disputa dos grandes grupos. J&amp;#225; a disputa em torno de Bras&amp;#237;lia, que tem o menor lance m&amp;#237;nimo mas &amp;#233; muito rent&amp;#225;vel, deve atrair tanto os grandes como os grupos de m&amp;#233;dio porte.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo &lt;br&gt;
Data : 03/02/2012 &lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:39:13 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO CORRE RISCO DE NOVA EXPLOS&amp;#195;O</title><description>Subsolo do Cais &amp;#233; &apos;campo minado&apos;, diz secret&amp;#225;rio estadual do Ambiente, Carlos Min&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O armaz&amp;#233;m 30, do Cais do Porto, corre s&amp;#233;rios riscos de sofrer novas explos&amp;#245;es. A afirma&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; do secret&amp;#225;rio estadual do Ambiente, Carlos Minc, ap&amp;#243;s mais uma vistoria realizada ontem, por t&amp;#233;cnicos da pasta e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Na segunda-feira, a explos&amp;#227;o de um bueiro de &amp;#225;guas pluviais deixou um morto e dois feridos. &quot;O local tem quase 100% de explosividade&quot;, segundo Minc. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na boca da rede pluvial, as medi&amp;#231;&amp;#245;es mostraram 100% de risco de explos&amp;#227;o nos dois bueiros. Hoje (ontem), as avalia&amp;#231;&amp;#245;es mostraram entre 91 e 100% de risco. Para se ter uma id&amp;#233;ia, acima de 20% a chance de explos&amp;#227;o j&amp;#225; &amp;#233; alta. Ou seja, ainda h&amp;#225; risco eminente de explos&amp;#227;o&quot;, explicou Minc. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por conta dos riscos, parte do armaz&amp;#233;m 30 foi interditada. Essa foi a quarta vistoria desde o acidente, que aconteceu quando tr&amp;#234;s funcion&amp;#225;rios faziam a soldagem de uma placa de a&amp;#231;o pr&amp;#243;ximo &amp;#224; uma galeria de &amp;#225;gua. Segundo as investiga&amp;#231;&amp;#245;es, a explos&amp;#227;o ocorreu por causa de gases emitidos por &amp;#243;leo combust&amp;#237;vel que estava acumulado na galeria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O problema, agora, &amp;#233; descobrir de onde veio o &amp;#243;leo. A empresa respons&amp;#225;vel pelo acidente ainda n&amp;#227;o foi identificada. Por enquanto, h&amp;#225; suspeitos: Chevron, Ipiranga, Tecmar e Manguinhos. Ontem, o Inea notificou as quatro pelo vazamento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A desconfian&amp;#231;a maior, no entanto, recai sobre a Manguinhos, porque ela tem um duto que passa exatamente entre os dois bueiros que explodiram.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;No domingo a empresa operou at&amp;#233; as 20h. Eles t&amp;#234;m que esperar o navio sair para deixar a &amp;#225;gua entrar no duto e levar o &amp;#243;leo restante de volta para a empresa, que faz a decanta&amp;#231;&amp;#227;o, separa o &amp;#243;leo da &amp;#225;gua. A Tecmar foi notificada por precau&amp;#231;&amp;#227;o, mas ela fica em uma &amp;#225;rea mais afastada&quot;, disse Minc. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A responsabilidade da empresa Triunfo Log&amp;#237;stica, que opera na &amp;#225;rea do acidente, j&amp;#225; foi afastada porque ela n&amp;#227;o utiliza &amp;#243;leo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os t&amp;#233;cnicos continuam vistoriando a &amp;#225;rea para saber de onde veio o &amp;#243;leo. Um trabalho de conten&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; sendo feito do armaz&amp;#233;m 24 a 30 do Cais do Porto com ecobarreiras, caminh&amp;#245;es coletores e ventila&amp;#231;&amp;#227;o nos dutos para limpeza de todas as galerias que foram contaminadas pelo &amp;#243;leo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Plantas defasadas &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio reclamou da falta de plantas atualizadas das redes subterr&amp;#226;neas do Porto. A Docas foi notificada para entregar o mapeamento, mas este estava defasado. Tamb&amp;#233;m entregaram as plantas a Rio-&amp;#193;guas e a concession&amp;#225;ria Porto Novo. Esta tinha o material mais atualizado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A rede subterr&amp;#226;nea aqui &amp;#233; um enigma, um labirinto. Estamos fazendo um jogo de gato e rato, para conseguir um tipo de informa&amp;#231;&amp;#227;o que ter&amp;#237;amos que ter previamente. Em portugu&amp;#234;s, isso aqui &amp;#233; um campo minado&quot;, reclamou Minc.&lt;br&gt;
Fonte : Jornal Metro RJ&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:38:58 -0200</pubDate></item><item><title>TURISMO BRASILEIRO: A CAMINHO DA MATURIDADE </title><description>O Turismo brasileiro produziu not&amp;#237;cias boas e ruins em 2011, mas, de alguma maneira, elas podem ser consideradas auspiciosas. Em verdade soa estranho que m&amp;#225;s not&amp;#237;cias venham a se tornar fontes de esperan&amp;#231;a, mas em nosso caso, isso tem sua l&amp;#243;gica. Sen&amp;#227;o vejamos. Para a compreens&amp;#227;o deste racioc&amp;#237;nio, come&amp;#231;amos pelas boas not&amp;#237;cias: n&amp;#250;meros do Minist&amp;#233;rio do Turismo apontam que os aeroportos brasileiros registraram a maior movimenta&amp;#231;&amp;#227;o dos &amp;#250;ltimos 13 anos, nos desembarques dom&amp;#233;sticos - projetando crescimento de 15,8% - e internacionais - aumento de 13,95%, sobre 2010.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Certamente isso ajudou a acentuar os desconfortos e contratempos com os gargalos do setor, mas denota o imenso potencial do mercado do Turismo em solo brasileiro, o primeiro ponto positivo a ser destacado aqui. Outra grande not&amp;#237;cia que ajuda a sinalizar para um futuro promissor no segmento foi a parceria in&amp;#233;dita selada recentemente entre o F&amp;#243;rum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) e a Abremar (Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira de Cruzeiros Mar&amp;#237;timos). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A associa&amp;#231;&amp;#227;o a ser feita aqui &amp;#233; a da converg&amp;#234;ncia positiva que observamos hoje entre dois mercados que t&amp;#234;m muito a crescer e a maturidade das organiza&amp;#231;&amp;#245;es empresariais do setor, as quais perceberam que n&amp;#227;o adianta mais ficar no jogo de soma zero. Ou seja, os ganhos de cada um podem resultar em ganhos para todos, em uma somat&amp;#243;ria que potencializa os resultados, desde que nossas estrat&amp;#233;gias estejam articuladas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em tempo: a partir da parceria da FOHB com a Abremar, iniciaremos em 2012 os projetos de cursos de Capacita&amp;#231;&amp;#227;o e Qualifica&amp;#231;&amp;#227;o da m&amp;#227;o de obra, em coopera&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;cnica e profissional; programas conjuntos de Comercializa&amp;#231;&amp;#227;o e Promo&amp;#231;&amp;#227;o de Destinos; e a&amp;#231;&amp;#245;es comuns junto ao Poder P&amp;#250;blico, com vistas a mudar o atual regime de tributa&amp;#231;&amp;#227;o, que sobrep&amp;#245;e taxas e impostos e onera tanto operadores quanto usu&amp;#225;rios. Pretendemos ainda avan&amp;#231;ar em novas parcerias com os diferentes nichos relacionados ao segmento, colocando a cadeia produtiva do Turismo na rota do crescimento e desenvolvimento sustent&amp;#225;vel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
* Julio Serson &amp;#233; Presidente do Grupo Serson, vice-presidente de Rela&amp;#231;&amp;#245;es Institucionais do F&amp;#243;rum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) e ex-presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira da Ind&amp;#250;stria de Hot&amp;#233;is de S&amp;#227;o Paulo (ABIH-SP)&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:38:44 -0200</pubDate></item><item><title>FURTO - TR&amp;#202;S S&amp;#195;O PRESOS AP&amp;#211;S DESVIO DE CARGA QUE VINHA PARA O PORTO</title><description>Tr&amp;#234;s pessoas foram presas nesta quinta-feira ap&amp;#243;s desviarem um caminh&amp;#227;o carregado com 40 toneladas de a&amp;#231;&amp;#250;car em Dumont, no interior de S&amp;#227;o Paulo. O ve&amp;#237;culo tinha como destino o Porto de Santos, mas o motorista resolveu revender a carga. Ele, o comprador e o intermediador da negocia&amp;#231;&amp;#227;o foram presos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As 40 toneladas eram descarregadas em uma fazenda quando dois policiais militares desconfiaram da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o e chamaram refor&amp;#231;o. Sete pessoas foram detidas no local - os tr&amp;#234;s que permaneceram presos e quatro ajudantes contratados para descarregar o caminh&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O destino do a&amp;#231;&amp;#250;car era o Porto de Santos, mas o motorista desviou a carga, que seria vendida na regi&amp;#227;o de Ribeir&amp;#227;o Preto&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O destino do a&amp;#231;&amp;#250;car era o Porto de Santos, mas o motorista desviou a carga, que seria vendida na regi&amp;#227;o de Ribeir&amp;#227;o Preto. O delegado de Dumont passou o dia ouvindo os envolvidos. Depois dos depoimentos, os quatro ajudantes foram liberados&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os tr&amp;#234;s homens que ficaram presos v&amp;#227;o responder pelos crimes de furto e recepta&amp;#231;&amp;#227;o. Um deles reclamou ao delegado que um dos policiais militares roubou parte do dinheiro dele. &quot;At&amp;#233; agora n&amp;#243;s n&amp;#227;o achamos nenhum indicio que realmente esse dinheiro exista. Isso vai ser apurado &amp;#224; parte, mas parece que n&amp;#227;o tem muito fundamento&quot;,afirmou o delegado George Teodoro Ary.&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:38:29 -0200</pubDate></item><item><title>MANCHA DE &amp;#211;LEO QUE VAZOU NA BACIA DE SANTOS EST&amp;#193; &apos;REDUZIDA&apos;, DIZ MARINHA</title><description>As manchas de &amp;#243;leo que vazaram de um duto da Petrobras na &amp;#225;rea da Bacia de Santos est&amp;#227;o &quot;dispersas, bastante reduzidas&quot; em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; v&amp;#233;spera, e &quot;deslocando-se para sudoeste, afastando a possibilidade de o &amp;#243;leo alcan&amp;#231;ar o litoral&quot;, segundo o Grupo de Acompanhamento e Avalia&amp;#231;&amp;#227;o (GAA) formando por representantes da Marinha do Brasil, da Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo, G&amp;#225;s Natural e Biocombust&amp;#237;veis (ANP) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&amp;#225;veis (IBAMA). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo nota divulgada na noite desta quinta-feira (2), &quot;as condi&amp;#231;&amp;#245;es do mar na &amp;#225;rea, com ondas de 2,5 a 3 metros e ventos de 17 a 27 n&amp;#243;s, tem contribu&amp;#237;do para a dispers&amp;#227;o das manchas&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O comunicado informa que fiscais da ANP recolheram informa&amp;#231;&amp;#245;es que servir&amp;#227;o de subs&amp;#237;dios para a apura&amp;#231;&amp;#227;o das causas do incidente e que o Ibama tamb&amp;#233;m esteve a bordo e analisar&amp;#225; a atua&amp;#231;&amp;#227;o da Petrobras na resposta ao vazamento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A partir dessa avalia&amp;#231;&amp;#227;o, ser&amp;#225; estudada a possibilidade de aplica&amp;#231;&amp;#227;o de san&amp;#231;&amp;#245;es administrativas&quot;, destaca o comunicado do Grupo de Acompanhamento e Avalia&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Peritos da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro j&amp;#225; efetuaram a coleta de dados no Navio-Plataforma, que instruir&amp;#225; o Inqu&amp;#233;rito instaurado para apurar o incidente. (...) A Marinha do Brasil permanece com um navio e uma aeronave 24 horas na &amp;#225;rea.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A nota diz que embarca&amp;#231;&amp;#245;es da Petrobras continuam realizando a&amp;#231;&amp;#245;es de resposta, por meio de dispers&amp;#227;o mec&amp;#226;nica com jatos d&apos;&amp;#225;gua.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Grupo de Acompanhamento e Avalia&amp;#231;&amp;#227;o trabalha na regi&amp;#227;o em que &amp;#243;leo vazou de duto da Petrobras na Bacia de Santos, na regi&amp;#227;o do pr&amp;#233;-sal&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Petrobras &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em nota divulgada na noite desta quinta-feira, a Petrobras disse que o trabalho de coleta do &amp;#243;leo derramado j&amp;#225; foi conclu&amp;#237;do e afirmou que deu in&amp;#237;cio &amp;#224; implanta&amp;#231;&amp;#227;o do Plano de Monitoramento Ambiental. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Esse plano, que tem por objetivo avaliar poss&amp;#237;veis impactos ambientais da ocorr&amp;#234;ncia, tem procedimentos estabelecidos pelo Ibama&quot;, diz a estatal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Petrobras refor&amp;#231;a que o trabalho de dispers&amp;#227;o mec&amp;#226;nica dos vest&amp;#237;gios de &amp;#243;leo no mar est&amp;#225; sendo apoiado por sobrevoos de helic&amp;#243;ptero. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A Petrobras informa, por fim, que s&amp;#243; solicitar&amp;#225; autoriza&amp;#231;&amp;#227;o para retomar o Teste de Longa Dura&amp;#231;&amp;#227;o de Carioca Nordeste ap&amp;#243;s a conclus&amp;#227;o das investiga&amp;#231;&amp;#245;es sobre as causas da ocorr&amp;#234;ncia.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O rompimento se deu no duto que liga o po&amp;#231;o &amp;#224; plataforma. &quot;N&amp;#227;o houve vazamento do po&amp;#231;o, que foi fechado automaticamente ap&amp;#243;s a ruptura do duto.&quot; &lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:38:12 -0200</pubDate></item><item><title>PLANO DE EXPANS&amp;#195;O DO P&amp;#205;ER DA ALEMOA SAI EM AGOSTO</title><description>A Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira de Terminais de L&amp;#237;quidos (ABTL) entregar&amp;#225;, at&amp;#233; agosto, &amp;#224; Codesp, a administradora do Porto de Santos, o projeto-executivo para constru&amp;#231;&amp;#227;o de um novo p&amp;#237;er na Alemoa. Este trabalho, o licenciamento ambiental do empreendimento e seu estudo de viabilidade t&amp;#233;cnica e econ&amp;#244;mica custar&amp;#227;o cerca de R$ 4 milh&amp;#245;es, pagos com recursos das operadoras portu&amp;#225;rias Stolt, Ultracargo, Vopak e Granel Qu&amp;#237;mica, e ser&amp;#227;o doados &amp;#224; Docas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O novo p&amp;#237;er aumentar&amp;#225; em 50% a capacidade dos terminais da Alemoa para receber navios. Atualmente, h&amp;#225; quatro ber&amp;#231;os. Com o novo p&amp;#237;er, passar&amp;#227;o a ser seis.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A medida tem por objetivo agilizar a constru&amp;#231;&amp;#227;o do equipamento. Ao contr&amp;#225;rio do Poder P&amp;#250;blico, a iniciativa privada n&amp;#227;o precisa realizar licita&amp;#231;&amp;#245;es para tocar obras ou elaborar estudos ambientais. Conv&amp;#233;m lembrar que, no Brasil, licita&amp;#231;&amp;#245;es demoram de seis meses a um ano - isto quando n&amp;#227;o h&amp;#225; interfer&amp;#234;ncias de a&amp;#231;&amp;#245;es na Justi&amp;#231;a.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:37:53 -0200</pubDate></item><item><title>LOG&amp;#205;STICA - TECONDI VAI OFERECER NOVO SERVI&amp;#199;O DE TRANSPORTE A CLIENTES</title><description>O ano de 2012 ser&amp;#225; marcado por uma mudan&amp;#231;a significativa nas opera&amp;#231;&amp;#245;es do Terminal para Cont&amp;#234;ineres da Margem Direita (Tecondi). Estimulada pelo interesse de clientes, a empresa come&amp;#231;ar&amp;#225; a oferecer um novo servi&amp;#231;o: o transporte de mercadorias door-to-door (at&amp;#233; o destino final).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O projeto est&amp;#225; sendo elaborado por t&amp;#233;cnicos da empresa, municiados pela diretoria. Ainda n&amp;#227;o h&amp;#225; um entendimento sobre quando o servi&amp;#231;o come&amp;#231;ar&amp;#225; a ser oferecido, nem detalhes operacionais, tais como o n&amp;#250;mero de caminh&amp;#245;es a serem adquiridos, ou seus tamanhos. O certo &amp;#233; que ideia sai do papel ainda este ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Por enquanto falamos em distribui&amp;#231;&amp;#227;o de cargas a partir de Santos, a partir do Porto. E estamos conduzindo estudos para atender o Interior do Estado&quot;, declarou o diretor comercial doTecondi, Luiz Ara&amp;#250;jo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Localizado no Cais do Sabo&amp;#243;, Tecondi investir&amp;#225; em equipamentos&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:37:41 -0200</pubDate></item><item><title>BRASIL TERMINAL PORTU&amp;#193;RIO DECIDE SER PONTO PARA TRANSBORDO DE </title><description>A Brasil Terminal Portu&amp;#225;rio (BTP) optou por ser um ponto de transbordo (transhipment) de mercadorias na costa brasileira. A empresa entende que, desta forma, trabalhar&amp;#225; com maior efici&amp;#234;ncia na instala&amp;#231;&amp;#227;o que est&amp;#225; sendo erguida na Alemoa, em Santos. O terminal multiuso, para cont&amp;#234;ineres e gran&amp;#233;is l&amp;#237;quidos, come&amp;#231;ar&amp;#225; a operar no primeiro trimestre de 2013.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A informa&amp;#231;&amp;#227;o foi revelada pelo presidente da empresa, Henry James Robinson, em entrevista exclusiva para A Tribuna.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Robinson explicou que a escolha &amp;#233; comercial e baseia-se na competitividade proporcionada por este nicho de mercado. A c&amp;#250;pula da BTP entende que o terminal ser&amp;#225; mais &amp;#225;gil se conseguir se preparar para este tipo de atividade. E com mais agilidade, subentende-se que os lucros tamb&amp;#233;m ser&amp;#227;o maiores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A BTP claramente est&amp;#225; se preparando para ser um ponto de transhipment, que &amp;#233; um tipo de opera&amp;#231;&amp;#227;o muito eficiente. Os portos com maior produtividade no mundo n&amp;#227;o s&amp;#227;o portos com cargas de importa&amp;#231;&amp;#227;o e exporta&amp;#231;&amp;#227;o, mas de cargas 100% transhipment&quot;, declarou Robinson.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:37:28 -0200</pubDate></item><item><title>NOVIDADE - PORTO DE SANTOS TER&amp;#193; 1&amp;#170; BASE DO PR&amp;#201;-SAL EM JULHO</title><description>A primeira base paulista de apoio log&amp;#237;stico &amp;#224; explora&amp;#231;&amp;#227;o da camada pr&amp;#233;-sal da Bacia de Santos iniciar&amp;#225; as atividades em julho pr&amp;#243;ximo. O an&amp;#250;ncio foi feito pela companhia italiana Saipem, respons&amp;#225;vel pelo empreendimento, ontem, durante solenidade de assinatura de um protocolo de inten&amp;#231;&amp;#245;es com a Secretaria de Energia do Estado de S&amp;#227;o Paulo, na sede da pasta, na Capital. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A unidade ser&amp;#225; erguida no antigo terreno da mineradora Nobara, no Centro Industrial e Naval de Guaruj&amp;#225; (Cing), pr&amp;#243;ximo &amp;#224; entrada do Porto de Santos, em frente &amp;#224; Ponta da Praia. E em uma primeira fase, ir&amp;#225; armazenar e embarcar dutos submarinos para abastecer plataformas e sondas na costa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O protocolo prev&amp;#234; a coopera&amp;#231;&amp;#227;o da pasta para a implanta&amp;#231;&amp;#227;o da base em Guaruj&amp;#225;. &amp;#201; o primeiro resultado concreto do esfor&amp;#231;o empreendido pelo Governo de S&amp;#227;o Paulo para vencer a concorr&amp;#234;ncia de outros estados e atrair empreendimentos da cadeia de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nesta primeira etapa, a Saipem investir&amp;#225; R$ 17 milh&amp;#245;es para ocupar 92 mil metros quadrados da &amp;#225;rea. Tamb&amp;#233;m ser&amp;#227;o contratados 50 profissionais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A instala&amp;#231;&amp;#227;o da unidade custar&amp;#225;, no total, cerca de US$ 300 milh&amp;#245;es (valor que inclui o pre&amp;#231;o pago na compra do terreno de 354 mil metros quadrados), liberados &amp;#224; medida que cada fase der resultados financeiros. Quando totalmente implantada, a base ir&amp;#225; gerar 1.000 empregos.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O projeto tornou-se p&amp;#250;blico em 10 de outubro passado, com a publica&amp;#231;&amp;#227;o de um comunicado ao mercado (fato relevante) pela Saipem. &lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
&amp;#193;rea que pertencia &amp;#224; mineradora Nobara receber&amp;#225; a base de apoio e o centro de tecnologia da Saipem&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:37:14 -0200</pubDate></item><item><title>FATTO BRAZIL ABRE INSCRI&amp;#199;&amp;#213;ES PARA O CURSO DE BARTENDER</title><description>Jovens que j&amp;#225; t&amp;#234;m alguma experi&amp;#234;ncia como bartender, mas desejam aprimorar o conhecimento, podem se inscrever no curso Embarque J&amp;#225; - Bartender, da Fatto Brazil (Centro de Treinamento e Qualifica&amp;#231;&amp;#227;o para Hot&amp;#233;is e Tripulantes de Navios). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nas aulas, que come&amp;#231;am na pr&amp;#243;xima segunda-feira, os alunos aprender&amp;#227;o a aplicar os conhecimentos na atua&amp;#231;&amp;#227;o em eventos e a bordo de navios de cruzeiros. O conte&amp;#250;do inclui a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o de utens&amp;#237;lios de bartender, a postura que o profissional deve ter durante o trabalho, prepara&amp;#231;&amp;#227;o e decora&amp;#231;&amp;#227;o de drinks, al&amp;#233;m das t&amp;#233;cnicas de vendas.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O curso tem dura&amp;#231;&amp;#227;o de 20 horas, sendo duas horas destinadas &amp;#224;s aulas de ingl&amp;#234;s espec&amp;#237;fico, com dicas especiais para o desenvolvimento da l&amp;#237;ngua nesta fun&amp;#231;&amp;#227;o.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, das 19 &amp;#224;s 23 horas e s&amp;#227;o para pessoas acima de 18 anos. A Fatto Brazil fica na Rua Euclides da Cunha, 105, Gonzaga, em Santos. Outras informa&amp;#231;&amp;#245;es pelo telefone 3288-2258 ou no site da empresa.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:36:55 -0200</pubDate></item><item><title>EMBRAPORT TEM 40% DAS OBRAS CONCLU&amp;#205;DAS  </title><description>Em 2012, a &amp;#225;rea come&amp;#231;ar&amp;#225; a ganhar cara de terminal. A parte de terraplanagem j&amp;#225; foi conclu&amp;#237;da &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Odebrecht Infraestrutura concluiu 40% das obras civis do Terminal Embraport, na Margem Esquerda do Porto de Santos. A empresa estima que, ainda no primeiro semestre, atingir&amp;#225; o pico do trabalho, momento em que todos os servi&amp;#231;os ir&amp;#227;o se sobrepor. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2012, a &amp;#225;rea come&amp;#231;ar&amp;#225; a ganhar cara de terminal. A parte de terraplanagem j&amp;#225; foi conclu&amp;#237;da. At&amp;#233; a metade do ano, a firma seguir&amp;#225; com o servi&amp;#231;o de crava&amp;#231;&amp;#227;o de estacas, instala&amp;#231;&amp;#227;o de pr&amp;#233;-moldados e concretagem. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tamb&amp;#233;m ser&amp;#227;o erguidas edifica&amp;#231;&amp;#245;es (como as que abrigar&amp;#227;o os futuros escrit&amp;#243;rios administrativos) e as redes de &amp;#225;gua, esgoto, drenagem, el&amp;#233;trica, dados e automa&amp;#231;&amp;#227;o. A perspectiva &amp;#233; que, no final deste ano, 70% dos trabalhos estejam conclu&amp;#237;dos, a tempo de iniciar a opera&amp;#231;&amp;#227;o em um trecho de cais de 350 metros de extens&amp;#227;o, que dever&amp;#225; estar pronto.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:36:43 -0200</pubDate></item><item><title>LIBRA TERMINAIS ESPERA CRESCER JUNTO COM O PORTO DE SANTOS      </title><description>Passaram-se mais de 16 anos desde que a Libra Terminais ganhou em licita&amp;#231;&amp;#227;o o direito de explorar o Terminal 37, no Porto de Santos. O arrendamento era um marco para o complexo e para o Pa&amp;#237;s. Foi o primeiro contrato firmado entre a Uni&amp;#227;o e uma empresa privada para explora&amp;#231;&amp;#227;o de um terminal pela iniciativa privada desde a Lei 8.630, em 1993.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os desafios para 2012 est&amp;#227;o alinhados com a necessidade de movimentar cargas com o m&amp;#225;ximo de efici&amp;#234;ncia poss&amp;#237;vel. Tanto que, em 2011, a empresa escolheu manter os mesmos n&amp;#237;veis do exerc&amp;#237;cio anterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;N&amp;#243;s adotamos a estrat&amp;#233;gia de n&amp;#227;o aumentar nossa movimenta&amp;#231;&amp;#227;o para melhorar nossos servi&amp;#231;os. Temos restri&amp;#231;&amp;#227;o de espa&amp;#231;o&quot;, explicou o presidente da Libra Terminais, Wagner Biasoli.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A restri&amp;#231;&amp;#227;o de espa&amp;#231;o &amp;#233; atribu&amp;#237;da, grosso modo, &amp;#224; separa&amp;#231;&amp;#227;o f&amp;#237;sica dos terminais administrados pela empresa. Em setembro de 2009, a Libra anunciou o plano de unifica&amp;#231;&amp;#227;o dos terminais 33, 35 e 37 na Ponta da Praia, em Santos. At&amp;#233; hoje, o in&amp;#237;cio da obra n&amp;#227;o foi aprovado. A discuss&amp;#227;o, dizem, tem a ver com a d&amp;#237;vida da empresa, que sua dire&amp;#231;&amp;#227;o prefere chamar de &quot;pend&amp;#234;ncia financeira&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A operadora evita criticar a administra&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Santos e os &amp;#243;rg&amp;#227;os reguladores, respons&amp;#225;veis pelo aval. Seus diretores acreditam que a decis&amp;#227;o de unificar os terminais &amp;#233; estrat&amp;#233;gica para o futuro da companhia e do pr&amp;#243;prio Porto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A integra&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; importante para o Porto, porque vai criar um terminal mais eficiente&quot;, argumentou Biasoli.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/02/2012&lt;br&gt;
</description><link></link><pubDate>Fri, 3 Feb 2012 12:36:31 -0200</pubDate></item><item><title>OSX ANUNCIA AVAN&amp;#199;OS DO ESTALEIRO NO RJ</title><description>A OSX, do empres&amp;#225;rio Eike Batista, deu in&amp;#237;cio &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o do primeiro &amp;#243;leo de seu cliente &amp;#226;ncora, OGX, com a plataforma OSX-1. Essa unidade &amp;#233; respons&amp;#225;vel pela realiza&amp;#231;&amp;#227;o do Teste de Longa Dura&amp;#231;&amp;#227;o (TLD) na Bacia de Campos (RJ), localizado a 80 km da costa e a 130 metros de l&amp;#226;mina d&apos;&amp;#225;gua.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Essa &amp;#233; a primeira conquista da companhia nesse ano. &quot;&amp;#201; um marco inaugural expressivo na hist&amp;#243;ria do Grupo EBX&quot;, afirmou Luiz Eduardo Guimar&amp;#227;es Carneiro, Diretor Presidente da OSX. Al&amp;#233;m desse equipamento, a OSX j&amp;#225; conta com outras encomendas firmes da OGX: s&amp;#227;o cinco unidades do tipo FPSO e duas WHPs, num total de US$ 4,8 bilh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para 2012, a OSX anuncia que prev&amp;#234; no &amp;#250;ltimo trimestre a conclus&amp;#227;o da &amp;#225;rea de montagem de jaquetas em seu estaleiro que ser&amp;#225; o maior das Am&amp;#233;ricas (situado no estado do RJ). Nesse empreendimento a empresa j&amp;#225; iniciar&amp;#225; corte de chapas em 2013, quando estar&amp;#227;o prontas quatro &amp;#225;reas para integra&amp;#231;&amp;#227;o de FPSOs. Em 2014, o estaleiro j&amp;#225; estar&amp;#225; totalmente conclu&amp;#237;do. O investimento da OSX na constru&amp;#231;&amp;#227;o do estaleiro &amp;#233; de US$ 1,7 bilh&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte: Isto &amp;#233; Dinheiro/Por Guilherme Barros&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:42:38 -0200</pubDate></item><item><title>DIRETOR-GERAL DA ANTAQ RE&amp;#218;NE-SE COM PRESIDENTE DA CIA. DOCAS DO CEAR&amp;#193;</title><description>O diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, recebeu ontem (1&amp;#186;), em seu gabinete, em Bras&amp;#237;lia, o presidente da Companhia Docas do Cear&amp;#225;, Paulo Andr&amp;#233; de Castro Holanda. Na Ag&amp;#234;ncia, o presidente da CDC falou sobre os projetos de investimentos nos portos cearenses.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Paulo Holanda tamb&amp;#233;m falou sobre as medidas que est&amp;#227;o sendo tomadas para promover melhorias operacionais e ampliar a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas dos portos do estado. Ele informou ainda que a CDC j&amp;#225; concluiu a licita&amp;#231;&amp;#227;o do terminal de passageiros do Porto de Mucuripe, em Fortaleza.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O porto cearense &amp;#233; um dos sete portos contemplados com recursos do PAC com vistas &amp;#224; implanta&amp;#231;&amp;#227;o de um terminal de passageiros para atender &amp;#224; demanda de turistas durante a Copa do Mundo do Brasil, em 2014.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os recursos viabilizar&amp;#227;o a constru&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;rea de recep&amp;#231;&amp;#227;o de turistas e de um cais para alocar um ber&amp;#231;o multiuso; a pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o e urbaniza&amp;#231;&amp;#227;o de via de acesso; e a constru&amp;#231;&amp;#227;o de estacionamento.&lt;br&gt;
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Data : 02/02/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:42:25 -0200</pubDate></item><item><title>PAIVA DESTACA IMPORT&amp;#194;NCIA DO PROGRAMA DE DRAGAGEM DOS PORTOS NO EVENTO INFRABRASIL 2012</title><description>O superintendente de Portos da ANTAQ, Giovanni Paiva, destacou que o Programa Nacional de Dragagem (PND), que contempla 18 portos, contribui para aumentar a efici&amp;#234;ncia e a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o do sistema portu&amp;#225;rio brasileiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo ele, a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o das instala&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias brasileiras ficou perto de 890 milh&amp;#245;es de toneladas em 2011, e s&amp;#243; n&amp;#227;o atingiu 900 milh&amp;#245;es de toneladas, conforme estimativa inicial da Ag&amp;#234;ncia, por causa do aprofundamento da crise econ&amp;#244;mica na Europa. Paiva participou no &amp;#250;ltima ter&amp;#231;a-feira(31), em S&amp;#227;o Paulo (SP), do painel sobre o Programa Nacional de Dragagem, do encontro InfraBrasil.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o superintendente de Portos da ANTAQ, a cria&amp;#231;&amp;#227;o da Secretaria de Portos, em 2007, representou um divisor de &amp;#225;guas para realiza&amp;#231;&amp;#227;o das obras de dragagem. &quot;Estou ligado ao setor desde 1994, e nunca havia visto um programa de dragagem de aprofundamento antes&quot;, observou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O superintendente explicou que a implanta&amp;#231;&amp;#227;o do PND vem atender ao aumento da demanda por servi&amp;#231;os portu&amp;#225;rios, impulsionados nos &amp;#250;ltimos anos pelo crescimento da economia e da corrente de com&amp;#233;rcio do pa&amp;#237;s, bem como pelo tamanho dos navios, cada vez maiores, que visitam nossa costa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Paiva, a execu&amp;#231;&amp;#227;o do Programa traz reflexos &amp;#224; regula&amp;#231;&amp;#227;o do setor, tendo em vista a necessidade de readequa&amp;#231;&amp;#227;o da ocupa&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria, implicando ainda maior controle da seguran&amp;#231;a nos portos, devido ao aumento da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas e embarca&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
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Data : 02/02/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:42:12 -0200</pubDate></item><item><title>CNT HOMENAGEIA FERNANDO FIALHO PELO T&amp;#201;RMINO DO MANDATO</title><description>A Confedera&amp;#231;&amp;#227;o Nacional do Transporte (CNT) homenageou o diretor-geral da Antaq, Fernando Fialho, em raz&amp;#227;o do t&amp;#233;rmino do seu mandato &amp;#224; frente da Ag&amp;#234;ncia. A solenidade aconteceu na sede da entidade, em Bras&amp;#237;lia, e contou com a presen&amp;#231;a do ministro da Secretaria de Portos, Le&amp;#244;nidas Cristino, e do ministro dos Transportes, Paulo S&amp;#233;rgio Passos. Os diretores da Antaq, Pedro Brito e Tiago Lima, tamb&amp;#233;m participaram da homenagem. Fialho deixa o cargo em 17 de fevereiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ministro dos Portos destacou que o diretor-geral da Antaq contribuiu, de forma decisiva, para os avan&amp;#231;os no setor portu&amp;#225;rio. J&amp;#225; o ministro dos Transportes ressaltou a serenidade de Fernando Fialho ao dirigir a Ag&amp;#234;ncia. &quot;Fialho &amp;#233; um brasileiro com comprometimento p&amp;#250;blico, dever e responsabilidade. A sua passagem &amp;#224; frente da ANTAQ deixa um legado de trabalho, de comando e de di&amp;#225;logo. Um profissional nobre&quot;, ressaltou Passos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O vice-presidente da CNT, Meton Soares, afirmou que &quot;Fernando Fialho soube abrir caminhos, ultrapassar limites e ser um vencedor &amp;#224; frente da Antaq.&quot; Al&amp;#233;m disso, Soares apontou que o diretor-geral da Ag&amp;#234;ncia demonstrou esfor&amp;#231;o, verdade e perseveran&amp;#231;a ao comandar a Antaq.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O diretor-geral da Antaq ressaltou que, ao longo desses seis anos, sempre esteve aberto ao di&amp;#225;logo. Fialho lembrou que &quot;o setor aquavi&amp;#225;rio superou diversos desafios, mas outros vir&amp;#227;o.&quot; Fialho destacou a import&amp;#226;ncia dos investimentos privados para o setor, a crescente corrente de com&amp;#233;rcio exterior do Brasil, a navega&amp;#231;&amp;#227;o interior, que &amp;#233; uma ferramenta social e ambiental para o pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No fim da solenidade, a CNT presenteou o diretor-geral da Antaq com uma placa em agradecimento pelos servi&amp;#231;os prestados por Fernando Fialho.&lt;br&gt;
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Data : 02/02/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:41:59 -0200</pubDate></item><item><title>MANCHAS NA &amp;#193;REA DO PR&amp;#201;-SAL SOMAM 70 KM&amp;#178;</title><description>Nos primeiros dias do vazamento de petr&amp;#243;leo da Chevron, em novembro do ano passado, total chegou a 163 km&amp;#178; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cetesb rejeitou em 2011 plano de emerg&amp;#234;ncia apresentado pela Petrobras; estatal n&amp;#227;o comenta a an&amp;#225;lise &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
T&amp;#233;cnicos da Marinha avistaram, em sobrevoo ontem, &quot;manchas dispersas&quot; na regi&amp;#227;o do vazamento do po&amp;#231;o da Petrobras no pr&amp;#233;-sal da bacia de Santos. Formadas por fina de camada de &amp;#243;leo, ocupavam, juntas, 70 km&amp;#178;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Petrobras disse que foram identificados &quot;vest&amp;#237;gios dispersos de &amp;#243;leo&quot;, sem determinar a extens&amp;#227;o da &amp;#225;rea, no campo de Carioca Nordeste. Segundo a empresa, o vazamento foi de 160 barris. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A estatal fazia um teste de produ&amp;#231;&amp;#227;o quando detectou o derramamento a cerca de 300 km do litoral de S&amp;#227;o Paulo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em seus primeiros dias, a mancha de &amp;#243;leo do vazamento da Chevron, em novembro passado, chegou a 163 km&amp;#178;, mas depois se dissipou. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a Marinha e a ANP (Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo), as manchas na bacia de Santos se deslocam na dire&amp;#231;&amp;#227;o sudeste e &amp;#233; pequena a &quot;possibilidade de o &amp;#243;leo alcan&amp;#231;ar o continente&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tr&amp;#234;s navios da Petrobras fazem a conten&amp;#231;&amp;#227;o e a dispers&amp;#227;o das manchas, com o lan&amp;#231;amento de jatos d&apos;&amp;#225;gua. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, a Capitania dos Portos do Rio instaurou inqu&amp;#233;rito administrativo e a ANP, processo administrativo. O Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico Federal em S&amp;#227;o Jos&amp;#233; dos Campos abriu inqu&amp;#233;rito. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Parecer - A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de S&amp;#227;o Paulo) rejeitou, em agosto, o plano de emerg&amp;#234;ncia apresentado pela Petrobras no processo de licenciamento do sistema de produ&amp;#231;&amp;#227;o do polo pr&amp;#233;-sal na bacia de Santos. A companhia disse que o licenciamento coube ao Ibama, por ser uma &amp;#225;rea da Uni&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O parecer tinha como objetivo subsidiar o &amp;#243;rg&amp;#227;o federal. Para a Cetesb, &quot;v&amp;#225;rios itens de seguran&amp;#231;a&quot; foram &quot;atendidos apenas parcialmente&quot;. Citou &quot;procedimentos para comunica&amp;#231;&amp;#227;o, controle, conten&amp;#231;&amp;#227;o, recolhimento do &amp;#243;leo derramado, monitoramento e dispers&amp;#227;o das manchas, limpeza de &amp;#225;reas atingidas, coleta e disposi&amp;#231;&amp;#227;o dos res&amp;#237;duos&quot;, al&amp;#233;m de medidas para proteger &quot;&amp;#225;reas sens&amp;#237;veis&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Petrobras n&amp;#227;o comentou ontem o parecer da Cetesb. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Segen Estefen, diretor da Coppe/UFRJ, o pa&amp;#237;s precisa de um &quot;centro independente&quot; para monitorar acidentes. Hoje, disse, o trabalho est&amp;#225; a cargo s&amp;#243; das empresas.&lt;br&gt;
Fonte : Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:41:45 -0200</pubDate></item><item><title>PETROBRAS FAZ CAPTA&amp;#199;&amp;#195;O RECORDE NO BRASIL</title><description>A estatal brasileira levantou US$ 7 bilh&amp;#245;es (R$ 12,1 bilh&amp;#245;es) com a emiss&amp;#227;o de t&amp;#237;tulos de d&amp;#237;vida de prazos que v&amp;#227;o de 3 a 30 anos &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Petrobras concluiu ontem a maior capta&amp;#231;&amp;#227;o de recursos no exterior j&amp;#225; feita por uma empresa brasileira, aproveitando a boa receptividade do mercado global para a d&amp;#237;vida do pa&amp;#237;s. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A estatal brasileira levantou US$ 7 bilh&amp;#245;es (R$ 12,1 bilh&amp;#245;es) com a emiss&amp;#227;o de t&amp;#237;tulos de d&amp;#237;vida de prazos que v&amp;#227;o de 3 a 30 anos. At&amp;#233; ent&amp;#227;o, a maior opera&amp;#231;&amp;#227;o no pa&amp;#237;s havia sido de US$ 6 bilh&amp;#245;es, da pr&amp;#243;pria Petrobras, em 2011. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os recursos ajudar&amp;#227;o a estatal a financiar o seu ambicioso programa de investimentos, incluindo a explora&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s no pr&amp;#233;-sal, que deve consumir US$ 225 bilh&amp;#245;es at&amp;#233; 2015. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na opera&amp;#231;&amp;#227;o, os investidores aceitaram pagar juros que come&amp;#231;am na casa de 3,051% ao ano para a d&amp;#237;vida mais curta, de tr&amp;#234;s anos. A taxa &amp;#233; a mais baixa j&amp;#225; paga por uma empresa brasileira. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;&amp;#201; uma opera&amp;#231;&amp;#227;o hist&amp;#243;rica para o Brasil e os emergentes. Reflete o bom momento do pa&amp;#237;s e o reconhecimento do potencial da Petrobras&quot;, disse Cristina Schuman, respons&amp;#225;vel pela &amp;#225;rea de capta&amp;#231;&amp;#227;o externa do Santander. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Petrobras emitiu US$ 3 bilh&amp;#245;es em pap&amp;#233;is novos -US$ 1,25 bilh&amp;#227;o em d&amp;#237;vida de tr&amp;#234;s anos e US$ 1,75 bilh&amp;#227;o de cinco anos- e &quot;reabriu&quot; capta&amp;#231;&amp;#227;o feita em 2011 com t&amp;#237;tulos de dez anos (levantou US$ 2,75 bilh&amp;#245;es) e de 30 anos (US$ 1,25 bilh&amp;#227;o). A taxa m&amp;#225;xima foi de 5,935% para os t&amp;#237;tulos de 30 anos.&lt;br&gt;
Fonte : Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:41:32 -0200</pubDate></item><item><title>NOVO TERMINAL DE CUMBICA ABRE NO DIA 8</title><description>Webjet vai operar no terminal 4 do aeroporto, que tem capacidade para receber 5,5 milh&amp;#245;es de passageiros por ano &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Inaugura&amp;#231;&amp;#227;o atrasou ap&amp;#243;s o desabamento de parte da estrutura met&amp;#225;lica do terminal, ocorrido em dezembro &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo federal inaugura no dia 8 de fevereiro o novo terminal de passageiros do aeroporto de internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande SP), o mais movimentado do pa&amp;#237;s. A Webjet vai operar no terminal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O terminal est&amp;#225; pronto desde o dia 24, mas n&amp;#227;o havia ainda a defini&amp;#231;&amp;#227;o de qual empresa iria utiliz&amp;#225;-lo. Agora, a companhia a&amp;#233;rea vai instalar seus equipamentos no local. A data e a empresa foram definidas ontem &amp;#224; noite. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No dia 2 de dezembro, parte da estrutura met&amp;#225;lica do futuro terminal desabou - dois funcion&amp;#225;rios ficaram com ferimentos leves. O acidente atrasou a entrega, prevista para 20 de dezembro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A nova ala fica na antiga &amp;#225;rea de cargas do aeroporto. O acesso entre os terminais ser&amp;#225; feito por &amp;#244;nibus que a Infraero colocar&amp;#225; &amp;#224; disposi&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O terminal 4 tem capacidade para 5,5 milh&amp;#245;es de passageiros anuais. O espa&amp;#231;o tem 12,2 mil m&amp;#178;, destinados &amp;#224; opera&amp;#231;&amp;#227;o dom&amp;#233;stica. At&amp;#233; a defini&amp;#231;&amp;#227;o da Webjet, a mais cotada para operar no terminal era a Gol. A Infraero investiu cerca de R$ 86 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m do novo terminal, Cumbica ganhar&amp;#225; at&amp;#233; o final do semestre um equipamento antineblina para permitir o pouso de avi&amp;#245;es em condi&amp;#231;&amp;#245;es clim&amp;#225;ticas adversas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Chamado de &quot;ILS Cat-III&quot;, o dispositivo permite pousar sem nenhuma visibilidade vertical -e com visibilidade horizontal de 225 metros. A &amp;#250;ltima etapa para implanta&amp;#231;&amp;#227;o ir&amp;#225; ocorrer de 6 a 8 de fevereiro. Uma das duas pistas de Cumbica ficar&amp;#225; fechada por tr&amp;#234;s horas, &amp;#224; tarde. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a Infraero, o passo seguinte &amp;#233; a aprova&amp;#231;&amp;#227;o do equipamento pela Anac (ag&amp;#234;ncia reguladora), o que &amp;#233; estimado para junho. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A instala&amp;#231;&amp;#227;o do equipamento n&amp;#227;o significa que todos os avi&amp;#245;es que operam ali poder&amp;#227;o us&amp;#225;-lo para aterrissagens, j&amp;#225; que a tripula&amp;#231;&amp;#227;o precisa estar treinada. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Aeroportos ter&amp;#227;o lanchonete com pre&amp;#231;o popular - O governo federal planeja implantar lanchonetes com produtos a pre&amp;#231;os populares em alguns dos principais aeroportos do pa&amp;#237;s. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A coxinha custar&amp;#225; R$ 3,20, o misto quente R$ 3,30 e o caf&amp;#233; simples, R$ 1,60, menos da metade do pre&amp;#231;o praticado hoje nesses locais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao todo, 15 produtos ser&amp;#227;o tabelados; o restante ficar&amp;#225; a cargo de quem explorar o servi&amp;#231;o nos aeroportos. O edital de licita&amp;#231;&amp;#227;o saiu ontem. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A experi&amp;#234;ncia come&amp;#231;ar&amp;#225; em S&amp;#227;o Jos&amp;#233; dos Pinhais, na regi&amp;#227;o metropolitana de Curitiba. A Infraero estima que at&amp;#233; maio a lanchonete no aeroporto seja aberta. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Depois disso, vir&amp;#227;o dez aeroportos que ser&amp;#227;o utilizados na Copa de 2014 e, do meio para o final do ano, Congonhas, em S&amp;#227;o Paulo, de acordo com a estatal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Haver&amp;#225; uma unidade de lanchonete popular em cada um desses aeroportos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cumbica, Campinas e Bras&amp;#237;lia, que ser&amp;#227;o privatizados, est&amp;#227;o fora da lista. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ideia, segundo a Infraero, &amp;#233; baratear os pre&amp;#231;os dos produtos nos aeroportos e for&amp;#231;ar os demais concorrentes a fazer o mesmo.&lt;br&gt;
Fonte : Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:41:20 -0200</pubDate></item><item><title>EXPLORA&amp;#199;&amp;#195;O DO PR&amp;#201;-SAL PODE TER SUPORTE DE ROB&amp;#212; CEARENSE</title><description>A presen&amp;#231;a de petr&amp;#243;leo no pr&amp;#233;-sal do litoral do Estado ainda n&amp;#227;o &amp;#233; certa, j&amp;#225; que a &amp;#225;rea nunca foi levantada, entretanto, os cearenses est&amp;#227;o trabalhando para fazer parte da explora&amp;#231;&amp;#227;o da camada, realizada por empresas como a Petrobras. A Universidade de Fortaleza (Unifor) vai participar como co-executora de um projeto para a constru&amp;#231;&amp;#227;o de um rob&amp;#244; submarino do tipo ROV (operado remotamente), o qual ir&amp;#225; auxiliar na preven&amp;#231;&amp;#227;o e conten&amp;#231;&amp;#227;o de impacto ambiental, opera&amp;#231;&amp;#227;o, manuten&amp;#231;&amp;#227;o e apoio na explora&amp;#231;&amp;#227;o do pr&amp;#233;-sal. A iniciativa &amp;#233; pioneira no Brasil.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ele vai estar nessa profundidade, de mais de 2.000 metros abaixo da l&amp;#226;mina d&amp;#180;&amp;#225;gua, fazendo o papel que o homem n&amp;#227;o tem como executar. Ser&amp;#225; os olhos e os bra&amp;#231;os do ser humano l&amp;#225; embaixo. Nos procedimentos de prospec&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo da camada pr&amp;#233;-sal, por exemplo, ele vai fazer um monitoramento dessas atividades do fundo do mar, atrav&amp;#233;s de c&amp;#226;meras de v&amp;#237;deos&quot;, explica o coordenador do projeto Drag&amp;#227;o do Mar pela Unifor, professor Ricardo Colares.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conv&amp;#234;nio de R$ 7 mi&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O equipamento, que ir&amp;#225; atuar a uma profundidade entre dois e tr&amp;#234;s mil metros, ter&amp;#225; financiamento de R$ 7 milh&amp;#245;es e foi aprovado no &amp;#250;ltimo m&amp;#234;s de dezembro pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Minist&amp;#233;rio da Ci&amp;#234;ncia e Tecnologia. Os envolvidos no projeto esperam a assinatura do conv&amp;#234;nio e a libera&amp;#231;&amp;#227;o do primeiro aporte, de cerca de R$ 1,75 milh&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Oito institui&amp;#231;&amp;#245;es e empresas est&amp;#227;o participando da constru&amp;#231;&amp;#227;o do prot&amp;#243;tipo. Al&amp;#233;m da Unifor, integram o projeto a Institui&amp;#231;&amp;#227;o de Tecnologia da Informa&amp;#231;&amp;#227;o e Comunica&amp;#231;&amp;#227;o do Cear&amp;#225; (ITIC), o Centro de Tecnologia da Informa&amp;#231;&amp;#227;o Renato Archer Campus Nordeste (CTI-NE), a Universidade Federal do Cear&amp;#225; (UFC), o Centro de Tecnologia da Informa&amp;#231;&amp;#227;o Renato Archer (CTI), a Universidade Federal Vale do S&amp;#227;o Francisco (Univasf), a Armtec Tecnologia em Rob&amp;#243;tica e a BWV Consultoria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Constru&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O rob&amp;#244; ser&amp;#225; constru&amp;#237;do em fases, mas a maior parte dele ser&amp;#225; produzida nos laborat&amp;#243;rios da pr&amp;#243;pria Universidade de Fortaleza. Participar&amp;#227;o do projeto alunos na &amp;#225;rea de Computa&amp;#231;&amp;#227;o, para o desenvolvimento de software; Engenharia Mec&amp;#226;nica; Engenharia de Controle e Automa&amp;#231;&amp;#227;o e Engenharia El&amp;#233;trica. &quot;A gente tem uma experi&amp;#234;ncia no desenvolvimento de rob&amp;#244; submarino. Fizemos o Samba, para profundidades menores e, a partir desse trabalho, criamos algumas compet&amp;#234;ncias e fomos procurados para compor uma equipe de v&amp;#225;rias institui&amp;#231;&amp;#245;es visando &amp;#224; constru&amp;#231;&amp;#227;o do Drag&amp;#227;o do Mar&quot;, afirma Ricardo Colares.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conclus&amp;#227;o em 3 anos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
T&amp;#227;o logo o primeiro aporte seja repassado ao projeto, os trabalhos de constru&amp;#231;&amp;#227;o do rob&amp;#244; ser&amp;#227;o iniciados. A previs&amp;#227;o &amp;#233; de que o prot&amp;#243;tipo seja finalizado em at&amp;#233; tr&amp;#234;s anos. A partir disso, e com o dom&amp;#237;nio da tecnologia, ser&amp;#225; poss&amp;#237;vel fabric&amp;#225;-lo em escala comercial a fim de dar suporte a demanda das petrol&amp;#237;feras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estatal j&amp;#225; faz uso&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Petrobras j&amp;#225; utiliza rob&amp;#244;s semelhantes para dar suporte &amp;#224; explora&amp;#231;&amp;#227;o da camada pr&amp;#233;-sal, mas s&amp;#227;o importados e t&amp;#234;m o custo de R$ 50 milh&amp;#245;es a cada dois anos. Com uma produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional desse dispositivo, esse valor poderia ser bem menor, j&amp;#225; que s&amp;#243; para a constru&amp;#231;&amp;#227;o do prot&amp;#243;tipo ser&amp;#227;o empreendidos R$ 7 milh&amp;#245;es. Comercialmente, ele sairia a um valor bem menor, que seria somado ao suporte t&amp;#233;cnico do equipamento. &quot;A Petrobras &amp;#233; a maior interessada no desenvolvimento desse projeto. O pr&amp;#233;-sal &amp;#233; nosso, e &amp;#233; ela quem est&amp;#225; prospectando esse petr&amp;#243;leo, e dever&amp;#225; ser o primeiro cliente, j&amp;#225; que importa rob&amp;#244;s desse tipo&quot;, destaca.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Ricardo Colares, esta ser&amp;#225; uma grande oportunidade de contribuir com o desenvolvimento do Pa&amp;#237;s. &quot;&amp;#201; uma chance para por em pr&amp;#225;tica os conhecimentos e o envolvimento dos alunos e no desenvolvimento de uma tecnologia nacional que vai contribuir com o Pa&amp;#237;s&quot;, finaliza o professor.&lt;br&gt;
Fonte: Di&amp;#225;rio do Nordeste (CE)/DIEGO BORGES&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:40:54 -0200</pubDate></item><item><title>MARINHA INVESTIGA VAZAMENTO</title><description>Bras&amp;#237;lia. A Marinha informou que a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro instaurou inqu&amp;#233;rito administrativo para apurar o vazamento de &amp;#243;leo na regi&amp;#227;o da Bacia de Santos. A conclus&amp;#227;o do inqu&amp;#233;rito deve ser divulgada em at&amp;#233; 90 dias. De acordo com a Marinha, foi enviada ao local a fragata Niter&amp;#243;i, com um helic&amp;#243;ptero a bordo, para verificar as a&amp;#231;&amp;#245;es executadas na &amp;#225;rea.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ideia, segundo a Marinha, &amp;#233; observar a extens&amp;#227;o da mancha de &amp;#243;leo, fazendo registros em filmadora e m&amp;#225;quina fotogr&amp;#225;fica. Um grupo monitora as opera&amp;#231;&amp;#245;es e avalia as a&amp;#231;&amp;#245;es da Petrobras. De acordo com a Marinha, a Petrobras informou sobre o incidente na coluna de produ&amp;#231;&amp;#227;o do navio-plataforma FPWSO Dynamic Producer, localizado na Bacia de Santos a cerca de 300 quil&amp;#244;metros da costa do estado de S&amp;#227;o Paulo, na ter&amp;#231;a-feira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m disso, t&amp;#233;cnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&amp;#225;veis (Ibama) sobrevoaram a regi&amp;#227;o para verificar a dimens&amp;#227;o do vazamento de petr&amp;#243;leo cru na &amp;#225;rea. Especialistas do Ibama foram enviados para acompanhar as opera&amp;#231;&amp;#245;es de urg&amp;#234;ncia feitas pela Petrobras em Maca&amp;#233;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dados preliminares indicam que houve uma ruptura do equipamento chamado riser, que conecta a plataforma ao po&amp;#231;o no fundo do mar, liberando 33 metros c&amp;#250;bicos de petr&amp;#243;leo cru. Essa &amp;#233; a primeira an&amp;#225;lise feita pelos peritos. Um plano de emerg&amp;#234;ncia da Petrobras, foi acionado para conter o vazamento. As atividades no local est&amp;#227;o suspensas. A empresa estima que o &amp;#243;leo n&amp;#227;o alcan&amp;#231;ar&amp;#225; a costa.&lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste (CE)&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:40:41 -0200</pubDate></item><item><title>PROGEN COMPRA 50% DE COMPANHIA ESPANHOLA</title><description>Em sua estrat&amp;#233;gia de diversifica&amp;#231;&amp;#227;o das atividades, a Progen, empresa nacional de engenharia consultiva, gerenciamento e implanta&amp;#231;&amp;#227;o de projetos, acaba de firmar uma joint venture com a espanhola AudingIntraesa no mercado brasileiro. O alvo da parceria &amp;#233; o setor de infraestrutura, no qual busca ter maior presen&amp;#231;a nos neg&amp;#243;cios do pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Eduardo Barella, presidente da Progen, n&amp;#227;o revelou o valor do aporte que sua empresa far&amp;#225; na espanhola para ficar com 50% de participa&amp;#231;&amp;#227;o no capital da subsidi&amp;#225;ria brasileira da AudingIntraesa. Segundo informou, a empresa espanhola &amp;#233; uma das principais desse setor em seu pa&amp;#237;s e possui 30 anos de experi&amp;#234;ncia em engenharia e consultoria nas &amp;#225;reas de transporte p&amp;#250;blico, saneamento e meio ambiente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Nosso objetivo, com essa parceria, &amp;#233; ganhar contratos em projetos de monotrilhos, VLTs, metr&amp;#244;s, aeroportos e at&amp;#233; trens de alta velocidade, os TAV&quot;, afirmou Barella. O empres&amp;#225;rio disse esperar que a uni&amp;#227;o eleve o faturamento anual da empresa espanhola no Brasil de R$ 3,5 milh&amp;#245;es para R$ 50 milh&amp;#245;es em tr&amp;#234;s anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, o foco de atua&amp;#231;&amp;#227;o da Progen, sediada em S&amp;#227;o Paulo, est&amp;#225; concentrado em projetos de minera&amp;#231;&amp;#227;o, metalurgia e fertilizantes. A empresa quer ganhar mais presen&amp;#231;a nos setores de &amp;#243;leo e g&amp;#225;s e de infraestrutura.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No ano passado, a Progen adquiriu, por R$ 7,5 milh&amp;#245;es, 80% do capital da R. Peotta, uma empresa especializada em engenharia e projetos no setor portu&amp;#225;rio localizada no Rio. &quot;Com a incorpora&amp;#231;&amp;#227;o da R. Peotta, quase dobramos o faturamento nessa atividade. Fechamos o ano passado com R$ 30 milh&amp;#245;es, bem acima do que projetamos&quot;, afirmou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O alvo da parceria com a empresa espanhola, destacou Barella, &amp;#233; o mercado brasileiro de transporte de passageiros, podendo fazer atua&amp;#231;&amp;#245;es pontuais no exterior. O espanhol Eduardo Borrell Arqu&amp;#233;, executivo na AudingIntraesa na Espanha, assume como presidente da subsidi&amp;#225;ria no Brasil. &quot;Queremos ser o competidor mais importante do mercado brasileiro&quot;, declarou Arqu&amp;#233;, em comunicado, sobre a sociedade com a Progen.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Barella, &quot;o cen&amp;#225;rio de infraestrutura no Brasil &amp;#233; extremamente positivo dadas as realiza&amp;#231;&amp;#245;es pr&amp;#243;ximas da Copa do Mundo, em 2014, e dos Jogos Ol&amp;#237;mpicos, em 2016, al&amp;#233;m do crescimento econ&amp;#244;mico do pa&amp;#237;s&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No ano passado, o faturamento da Progen alcan&amp;#231;ou R$ 401 milh&amp;#245;es, ante estimativa de R$ 350 milh&amp;#245;es, crescendo mais de 50% sobre o resultado de 2010, que foi de R$ 260 milh&amp;#245;es, informou o empres&amp;#225;rio, que assumiu o comando da empresa, no lugar do pai em 2008. A &amp;#225;rea de minera&amp;#231;&amp;#227;o responde por metade do faturamento da empresa, que tem contratos de exclusividade nesse setor em v&amp;#225;rios projetos, no pa&amp;#237;s e exterior, com a Vale. &quot;Para este ano, projetamos alcan&amp;#231;ar R$ 500 milh&amp;#245;es&quot;, afirmou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com 24 anos de atividades no ramos de engenharia consultiva, gerenciamento e implanta&amp;#231;&amp;#227;o de projetos industriais, a empresa fechou 2011 com 2.467 funcion&amp;#225;rios - boa parte de n&amp;#237;vel superior, como engenheiros e ge&amp;#243;logos -, 37% a mais do que no fim do ano anterior. A Progen tem escrit&amp;#243;rios no Brasil e na Argentina, onde atua no projeto de minera&amp;#231;&amp;#227;o de pot&amp;#225;ssio Rio Colorado, da Vale.Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Por Ivo Ribeiro | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:40:27 -0200</pubDate></item><item><title>NOVE CONS&amp;#211;RCIOS DEVEM PARTICIPAR DE LEIL&amp;#195;O</title><description>Um dos grupos, antes visto como confirmado na concorr&amp;#234;ncia, desistiu nesta semana &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pelo menos nove cons&amp;#243;rcios devem entregar hoje na BM&amp;FBovespa propostas para a concess&amp;#227;o dos aeroportos de Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Bras&amp;#237;lia (DF). Os principais representantes do setor brasileiro de infraestrutura, como CCR e EcoRodovias, est&amp;#227;o confirmados. O mercado chegou a contar a participa&amp;#231;&amp;#227;o de at&amp;#233; 22 grupos na disputa, mas a exig&amp;#234;ncia de um grande operador nas sociedades diminuiu as previs&amp;#245;es sobre o n&amp;#250;mero de participantes. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um dos grupos, antes visto como confirmado na concorr&amp;#234;ncia, desistiu nesta semana. Composto pelas brasileiras CVS, Encalso e ATP, o cons&amp;#243;rcio que contava com a participa&amp;#231;&amp;#227;o da operadora ANA Aeroportos de Portugal n&amp;#227;o teve tempo suficiente para discutir todas as tratativas entre os participantes. O grupo protocolou pedido de impugna&amp;#231;&amp;#227;o do edital &amp;#224; Ag&amp;#234;ncia Nacional de Avia&amp;#231;&amp;#227;o civil (Anac), mas a solicita&amp;#231;&amp;#227;o foi negada. &quot;N&amp;#227;o conseguimos, houve pouco tempo para negociar todos os detalhes. Talvez na pr&amp;#243;xima participemos&quot;, diz Luciano Amadio, presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Paulista de Empres&amp;#225;rios de Obras P&amp;#250;blicas (Apeop) e representante da CVS. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o Valor apurou, o grupo fluminense MPE chegou a negociar com diferentes operadores estrangeiros, mas tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o deve ter tempo h&amp;#225;bil para elaborar suas propostas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre as confirmadas, a Triunfo Participa&amp;#231;&amp;#245;es e Investimentos foi uma das &amp;#250;ltimas a fazer um posicionamento oficial sobre as parcerias. Por meio de fato relevante enviado &amp;#224; Comiss&amp;#227;o de Valores Mobili&amp;#225;rios (CVM), o grupo divulgou que firmou termo de compromisso com a Egis Airport Operation (operadora francesa que tem concess&amp;#227;o de 11 aeroportos com 13 milh&amp;#245;es de passageiros/ano no total) e a UTC Participa&amp;#231;&amp;#245;es (holding controladora da TEC Incorpora&amp;#231;&amp;#245;es e Empreendimentos Imobii&amp;#225;rios e UTC Engenharia). As tr&amp;#234;s participar&amp;#227;o do leil&amp;#227;o em conjunto. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, o diretor de rela&amp;#231;&amp;#245;es com o investidor da CCR (grupo controlado por Andrade Gutierrez e Camargo Corr&amp;#234;a), Arthur Piotto, confirmou que a companhia ir&amp;#225; apresentar propostas. Perguntado se o grupo concentraria aten&amp;#231;&amp;#245;es em um ou outro empreendimento (pelas regras do edital, s&amp;#243; &amp;#233; poss&amp;#237;vel ganhar um dos aeroportos), Piotto disse que &quot;a ideia&quot; &amp;#233; fazer ofertas para os tr&amp;#234;s. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A CCR disputar&amp;#225; os aeroportos com a su&amp;#237;&amp;#231;a Flughafen Zurich AG, operadora do aeroporto de Zurique, na Su&amp;#237;&amp;#231;a. Piotto n&amp;#227;o informou, no entanto, detalhes sobre a composi&amp;#231;&amp;#227;o do cons&amp;#243;rcio. &amp;#201; poss&amp;#237;vel, por exemplo, que a sociedade seja integrada tamb&amp;#233;m por um fundo de investimentos - segundo informou Leonardo Vianna, diretor de novos neg&amp;#243;cios do grupo, em meados de janeiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fontes confirmam a entrega de propostas da EcoRodovias. O grupo, contudo, assim como a maioria dos outros participantes, n&amp;#227;o d&amp;#225; detalhes sobre a eventual prefer&amp;#234;ncia por um ou outro terminal. Felix von Berg, diretor de projetos da alem&amp;#227; Fraport, disse ao Valor no ano passado que a prefer&amp;#234;ncia natural da sociedade seria por Guarulhos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Analistas ouvidos pela reportagem, no entanto, dizem que Campinas tamb&amp;#233;m faz sentido na estrat&amp;#233;gia da sociedade, pelo fato de o aeroporto ter forte movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas. O grupo EcoRodovias tem atua&amp;#231;&amp;#227;o em log&amp;#237;stica por meio da Elog e possui um grande terminal de cargas perto de Campinas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por mais que haja o leil&amp;#227;o a viva-voz na segunda-feira (dia 6), a entrega de propostas &amp;#233; importante porque, caso um aeroporto s&amp;#243; receba uma proposta v&amp;#225;lida, o grupo que fez a oferta automaticamente leva a concess&amp;#227;o e suas propostas para os outros empreendimentos s&amp;#227;o descartadas. Isso porque o edital pro&amp;#237;be um mesmo grupo levar duas concess&amp;#245;es - resultado do desejo do governo federal por ter concorr&amp;#234;ncia entre os terminais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Especialistas n&amp;#227;o arriscam dar palpites sobre o favoritismo de um ou outro grupo, ou sobre se um aeroporto ser&amp;#225; mais concorrido que outro. &quot;Cada terminal combina com a estrat&amp;#233;gia de uma companhia&quot;, diz um analista que prefere n&amp;#227;o se identificar. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com isso, s&amp;#227;o pelo menos nove sociedades confirmadas: EcoRodovias e Fraport, CCR e Zurich, OHL Brasil e Aena, Odebrecht e Zurich, Engevix e Corporaci&amp;#243;n Am&amp;#233;rica, Galv&amp;#227;o e Flughafen M&amp;#252;nchen, Fidens e ADC&amp;HAS, Queiroz Galv&amp;#227;o e BAA, e Triunfo e Egis.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 02/02/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:40:12 -0200</pubDate></item><item><title>ATLANTIA INVESTE NO BRASIL DE OLHO NOS AEROPORTOS</title><description>A join venture com o grupo Bertin pode se estender tamb&amp;#233;m a concess&amp;#245;es de aeroportos &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Anunciada no come&amp;#231;o da semana, a joint venture entre os grupos Bertin e Atlantia para administrar concess&amp;#245;es de rodovias pode se estender tamb&amp;#233;m a concess&amp;#245;es de aeroportos, a exemplo dos planos de outras companhias do setor - como CCR, OHL Brasil e EcoRodovias. O presidente global da Atlantia, Giovanni Castelucci, confirmou ao Valor o interesse, mas disse que as aten&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o voltadas &amp;#224; segunda rodada de concess&amp;#245;es de aeroportos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Desde a metade do ano passado, representantes do governo j&amp;#225; anunciaram que, depois do leil&amp;#227;o de segunda-feira, novos terminais passariam por concess&amp;#227;o - como &amp;#233; o caso de Gale&amp;#227;o (na cidade do Rio de Janeiro) e Confins (em Belo Horizonte). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Castelucci, a participa&amp;#231;&amp;#227;o nos leil&amp;#245;es da segunda rodada de concess&amp;#245;es ser&amp;#225; feita, &quot;provavelmente&quot;, por meio da sociedade feita com o grupo Bertin. Pelo fato de a sociedade ser recente, n&amp;#227;o h&amp;#225; - segundo ele - tempo h&amp;#225;bil para que a joint venture entre os dois grupos participe j&amp;#225; da primeira rodada de leil&amp;#227;o de aeroportos. A entrega de propostas dos grupos interessados ser&amp;#225; feita hoje, em S&amp;#227;o Paulo, na sede da BM&amp;FBovespa. &quot;Fizemos a parceria nesta semana para a administra&amp;#231;&amp;#227;o de rodovias. Nosso foco s&amp;#227;o os pr&amp;#243;ximos (aeroportos) a serem leiloados&quot;, diz ele. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Questionado sobre o endividamento do grupo Bertin, Castelucci diz que conhece os problemas enfrentados pelo grupo. &quot;Sabemos dos problemas dos nossos s&amp;#243;cios. N&amp;#227;o assusta. Esperamos que eles os resolvam o quanto antes&quot;, diz. Coincid&amp;#234;ncia ou n&amp;#227;o, Castelucci descarta qualquer tipo de envolvimento da sociedade Atlantia-Bertin em energia. O foco no grupo, diz, &amp;#233; mesmo o setor de transportes. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conforme publicou o Valor, o grupo Bertin havia cogitado entrar na disputa pela concess&amp;#227;o dos aeroportos de Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Bras&amp;#237;lia. Mas a entrega de propostas j&amp;#225; foi praticamente descartada pela companhia. &quot;O grupo tem atua&amp;#231;&amp;#227;o em diferentes setores e &amp;#233; bastante ativo. Neste momento, no entanto, concentramos as aten&amp;#231;&amp;#245;es nesse acordo com o grupo Atlantia&quot;, disse Alexandre Tujisoki, diretor financeiro do Bertin. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O grupo Atlantia j&amp;#225; tinha participa&amp;#231;&amp;#227;o, desde 2009, na concession&amp;#225;ria Tri&amp;#226;ngulo do Sol, quando adquiriu uma participa&amp;#231;&amp;#227;o. Com isso, ele j&amp;#225; administrava 400 quil&amp;#244;metros de rodovias no Brasil. Ap&amp;#243;s o acordo com o Bertin, passa a administrar quatro vezes mais: cerca de 1,6 mil quil&amp;#244;metros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Est&amp;#227;o envolvidas na opera&amp;#231;&amp;#227;o quatro concession&amp;#225;rias, sendo tr&amp;#234;s do Bertin (Nascentes das Gerais, Rodovias das Colinas e Rodovias do Tiet&amp;#234;) e uma da Atlantia (Tri&amp;#226;ngulo do Sol). Como o valor total de ativos cedido pelo grupo brasileiro &amp;#233; superior aos da Atlantia, ser&amp;#227;o realizados aportes que somam R$ 300 milh&amp;#245;es pelo grupo italiano na joint venture. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em tr&amp;#234;s anos, o investimento por parte da sociedade aplicado nas quatro concession&amp;#225;rias est&amp;#225; previsto em R$ 800 milh&amp;#245;es, aproximadamente. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que a sociedade tenha um endividamento l&amp;#237;quido, ao final de 2012, de R$ 1,62 bilh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 02/02/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:37:54 -0200</pubDate></item><item><title>ELRING INICIA PLANO DE EXPANS&amp;#195;O NO PA&amp;#205;S</title><description>At&amp;#233; 2016, a expectativa &amp;#233; mais do que dobrar - de 1 milh&amp;#227;o para 2,3 milh&amp;#245;es de unidades - a capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o de tampas para comando de v&amp;#225;lvulas &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A fabricante de autope&amp;#231;as ElringKlinger, financiada por sua matriz na Alemanha, vai investir R$ 100 milh&amp;#245;es para ampliar a capacidade de sua f&amp;#225;brica em Piracicaba, interior de S&amp;#227;o Paulo, at&amp;#233; 2016. O foco do programa s&amp;#227;o as linhas de tampas pl&amp;#225;sticas para v&amp;#225;lvulas de motor, al&amp;#233;m das chapas defletoras de calor. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; 2016, a expectativa &amp;#233; mais do que dobrar - de 1 milh&amp;#227;o para 2,3 milh&amp;#245;es de unidades - a capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o de tampas para comando de v&amp;#225;lvulas. &quot;O crescimento futuro da empresa est&amp;#225; ligado ao desenvolvimento da produ&amp;#231;&amp;#227;o de tampas de pl&amp;#225;stico&quot;, explica Hans Eckert, presidente da companhia, citando que as montadoras v&amp;#227;o buscar cada vez mais produtos de pl&amp;#225;stico para diminuir o peso dos ve&amp;#237;culos. &quot;&amp;#201; o mercado que est&amp;#225; solicitando isso.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O executivo conta que a empresa j&amp;#225; come&amp;#231;ou a receber as primeiras m&amp;#225;quinas injetoras para produ&amp;#231;&amp;#227;o de pe&amp;#231;as pl&amp;#225;sticas, assim como outros componentes da linha de montagem. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os investimentos tamb&amp;#233;m ser&amp;#227;o direcionados para a compra de maquin&amp;#225;rio para ampliar em 62,5% a produ&amp;#231;&amp;#227;o de chapas defletoras, que alcan&amp;#231;ar&amp;#227;o 13 milh&amp;#245;es de unidades. J&amp;#225; na linha de juntas de cabe&amp;#231;ote - onde a empresa tem a lideran&amp;#231;a de mercado com uma participa&amp;#231;&amp;#227;o de 55% -, a expans&amp;#227;o ser&amp;#225; mais t&amp;#237;mida, da ordem de 12,5% em cinco anos, para 18 milh&amp;#245;es de pe&amp;#231;as. &quot;Esse &amp;#233; um mercado onde j&amp;#225; estamos mais consolidados e temos menos espa&amp;#231;o para aumentar a participa&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, diz Eckert. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o presidente da empresa, o plano de crescimento vinha sendo estudado desde setembro, mas n&amp;#227;o tem rela&amp;#231;&amp;#227;o com o an&amp;#250;ncio do novo regime automotivo, que for&amp;#231;a as montadoras a utilizar maior conte&amp;#250;do de pe&amp;#231;as nacionais na fabrica&amp;#231;&amp;#227;o de carros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O est&amp;#237;mulo ao investimento, diz Eckert, est&amp;#225; mais ligado &amp;#224; expectativa de crescimento sustent&amp;#225;vel da ind&amp;#250;stria, que, segundo as proje&amp;#231;&amp;#245;es das montadoras, deve voltar a bater recorde de vendas e produ&amp;#231;&amp;#227;o neste ano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A meta da ElringKlinger &amp;#233; aumentar em 60% o faturamento nos pr&amp;#243;ximos cinco anos. Em 2011, a companhia registrou um aumento de 15,5% nas vendas para as montadoras, incluindo as quatro maiores: Fiat, Volkswagen, General Motors e Ford, respons&amp;#225;veis por 70% das vendas totais de carros no Brasil. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No mercado de pe&amp;#231;as de reposi&amp;#231;&amp;#227;o, a fabricante de componentes reporta um crescimento de 30% no ano passado. Para 2012, a meta &amp;#233; expandir em 10% as vendas para as montadoras, onde j&amp;#225; conta com encomendas para os pr&amp;#243;ximos quatro anos, e 25% no setor de reposi&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Tenho grande expectativa que o Brasil vai resistir &amp;#224; crise na Europa e mostrar novamente recorde nas vendas de ve&amp;#237;culos&quot;, aposta Eckert. A depender das condi&amp;#231;&amp;#245;es do mercado, a ideia da empresa &amp;#233; investir a um ritmo anual de R$ 20 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O dinheiro ser&amp;#225; emprestado pela matriz na Alemanha, a juros abaixo da m&amp;#233;dia praticada pelo mercado. &quot;Tomar recursos no Brasil est&amp;#225; muito caro&quot;, diz Eckert.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 02/02/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:37:39 -0200</pubDate></item><item><title>AURORA INVESTIR&amp;#193; R$ 40 MILH&amp;#213;ES PARA EXPORTAR PARA A CHINA</title><description>S&amp;#233;tima maior agroind&amp;#250;stria do Sul do pa&amp;#237;s, a Aurora come&amp;#231;a 2012 anunciando investimentos e desbravando o maior mercado de carne su&amp;#237;na do mundo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O primeiro embarque para a China, de 120 toneladas armazenadas em quatro cont&amp;#234;ineres, ocorrer&amp;#225; na pr&amp;#243;xima semana.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- No futuro, os chineses se tornar&amp;#227;o o maior consumidor per capita de carne su&amp;#237;na - ressaltou o presidente da Aurora, M&amp;#225;rio Lanznaster, ontem, durante a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o dos resultados da cooperativa em 2011.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O embarque tamb&amp;#233;m &amp;#233; importante porque abre caminho para os mercados mais cobi&amp;#231;ados da &amp;#193;sia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- A China ainda n&amp;#227;o &amp;#233; o melhor mercado para n&amp;#243;s, porque vai comprar carne de segunda linha, como mi&amp;#250;dos e gordura, que valem menos. No primeiro semestre, devemos come&amp;#231;ar a exportar para Jap&amp;#227;o e Coreia do Sul, que compram carnes nobres, de valor agregado, e pagam bem. A import&amp;#226;ncia da China, neste contexto, &amp;#233; receber a carne excedente - avalia Enori Barbieri, presidente da Cidasc.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A carne de porco representa mais de 70% do faturamento bruto da Aurora, que chegou a R$ 3,8 bilh&amp;#245;es em 2011. Para se manter crescendo, a cooperativa planeja dois grandes investimentos para 2012, no valor total de R$ 89 milh&amp;#245;es. O primeiro na unidade de S&amp;#227;o Gabriel do Oeste (MS) e o segundo na planta de Joa&amp;#231;aba.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fechado em 2009, o frigor&amp;#237;fico catarinense voltar&amp;#225; a funcionar em 2014 para atender a demanda do mercado internacional. Para tanto, a capacidade de abate dobrar&amp;#225; para 2,2 mil su&amp;#237;nos/dia e ser&amp;#225; instalada uma sala de cortes para exporta&amp;#231;&amp;#227;o. Os investimentos s&amp;#227;o de R$ 40 milh&amp;#245;es e o n&amp;#250;mero de postos de trabalho passar&amp;#225; de 218 empregos para 600.&lt;br&gt;
Fonte: Diario Catarinense/Sirli Freitas/Colaborou Juliano Zanotelli&lt;br&gt;
Data : 02/02/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:36:40 -0200</pubDate></item><item><title>BOLSAS SOBEM COM SINAL DE AL&amp;#205;VIO NA ECONOMIA</title><description>Bovespa avan&amp;#231;a 2,3% com dados industriais positivos em EUA e China. Saldo em janeiro &amp;#233; de R$ 6,7 bi. D&amp;#243;lar cai&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
RIO, BRAS&amp;#205;LIA, LONDRES, PARIS, BERLIM, NOVA YORK e PEQUIM. Em dia de forte otimismo nos mercados mundiais, causado por indicadores divulgados em diferentes pa&amp;#237;ses, o principal &amp;#237;ndice da Bolsa de Valores de S&amp;#227;o Paulo, o Ibovespa, subiu ontem 2,37%, a 64.567 pontos, maior patamar desde 31 de maio. No ano, o Ibovespa acumula alta de 13,77%. J&amp;#225; o d&amp;#243;lar comercial recuou 0,74%, a R$ 1,734, menor cota&amp;#231;&amp;#227;o desde 31 de outubro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mais uma vez, o apetite dos investidores internacionais fez a diferen&amp;#231;a na Bolsa. At&amp;#233; o dia 30 de janeiro, o saldo entre compra e venda dos estrangeiros na Bolsa estava positivo em R$ 6,725 bilh&amp;#245;es. No preg&amp;#227;o de ontem, foram negociados R$ 9,860 bilh&amp;#245;es na Bovespa, acima da m&amp;#233;dia de R$ 6,5 bilh&amp;#245;es do ano passado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o Banco Central (BC), na semana passada, a entrada de d&amp;#243;lares pelo mercado financeiro n&amp;#227;o foi t&amp;#227;o forte quanto na semana anterior, mas continuou acima da m&amp;#233;dia dos &amp;#250;ltimos meses: US$ 1,2 bilh&amp;#227;o. Ao todo, no m&amp;#234;s cheio de capta&amp;#231;&amp;#245;es externas de empresas, o ingresso de d&amp;#243;lares pelo mercado financeiro est&amp;#225; em US$ 6,3 bilh&amp;#245;es, j&amp;#225; descontadas as retiradas. Com isso, nos 27 primeiros dias de janeiro, o pa&amp;#237;s registrou uma entrada l&amp;#237;quida geral de US$ 6,5 bilh&amp;#245;es, j&amp;#225; descontados os pagamentos de importa&amp;#231;&amp;#245;es e sa&amp;#237;das de investidores no mercado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O economista da NGO, Sidney Nehme, ressaltou o comportamento atual do BC: com grande oferta de d&amp;#243;lares, n&amp;#227;o se mexeu mesmo com o enorme fluxo cambial de empr&amp;#233;stimos capta&amp;#231;&amp;#245;es e recursos direcionados &amp;#224; Bovespa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na Europa, subiram as bolsas de Londres (1,92%), Paris (2,09%) e Frankfurt (2,44%). Nos EUA, o &amp;#205;ndice Dow Jones avan&amp;#231;ou 0,66%, o S&amp;P 500, 0,89% e o Nasdaq, 1,22%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O indicador econ&amp;#244;mico mais importante de ontem tamb&amp;#233;m foi o primeiro a ser divulgado: na China, o &amp;#237;ndice de atividade das f&amp;#225;bricas aumentou para 50,5 em janeiro, segundo o levantamento oficial, superando a expectativa de analistas. Em dezembro, o &amp;#237;ndice ficou em 50,3.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Os dados da China influenciaram muito as bolsas l&amp;#225; fora e t&amp;#234;m forte impacto no Brasil por causa de nossa rela&amp;#231;&amp;#227;o comercial com os chineses - diz Mauricio Nakahodo, economista s&amp;#234;nior da corretora CM Capital Markets.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com a perspectiva de atividade acelerada na China, as cota&amp;#231;&amp;#245;es internacionais das mat&amp;#233;rias-primas avan&amp;#231;aram, beneficiando as a&amp;#231;&amp;#245;es de empresas produtoras desses insumos - que t&amp;#234;m grande peso no Ibovespa e puxaram o &amp;#237;ndice para cima. &amp;#201; caso da mineradora Vale, com alta de 2,01% no papel preferencial (PN, sem voto), a R$ 43,55.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos Estados Unidos, o segmento industrial cresceu para seu maior patamar desde junho, puxado por novas encomendas &amp;#224;s f&amp;#225;bricas americanas, revelou ontem o Instituto de Gest&amp;#227;o do Fornecimento (ISM, na sigla em ingl&amp;#234;s). No c&amp;#244;mputo geral, o ISM apresentou 54,1 pontos em janeiro, ap&amp;#243;s uma leitura revisada para 53,1 pontos em dezembro. Os analistas, no entanto, esperavam que o indicador alcan&amp;#231;asse 54,5 pontos. O componente de novas encomendas avan&amp;#231;ou a 57,6, contra 54,8. Mas, o ritmo de gera&amp;#231;&amp;#227;o de empregos nos EUA pelo setor privado como um todo desacelerou em janeiro, ap&amp;#243;s forte contra&amp;#231;&amp;#227;o no m&amp;#234;s anterior. Segundo o Relat&amp;#243;rio Nacional de Emprego ADP, foram abertas 170 mil vagas em janeiro, frente a uma previs&amp;#227;o 185 mil empregos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um cen&amp;#225;rio menos preocupante na Europa tamb&amp;#233;m garantiu o otimismo ontem, com boa demanda em leil&amp;#227;o de t&amp;#237;tulos soberanos de Portugal e a perspectiva de um acordo nas negocia&amp;#231;&amp;#245;es sobre a d&amp;#237;vida da Gr&amp;#233;cia. Mas o desempenho do setor industrial na zona do euro continuou refletindo os efeitos da crise. Com exce&amp;#231;&amp;#227;o da Alemanha, que apresentou uma leve recupera&amp;#231;&amp;#227;o, a atividade manufatureira da regi&amp;#227;o recuou pelo sexto m&amp;#234;s seguido em janeiro. A produ&amp;#231;&amp;#227;o da zona do euro cresceu pela primeira vez desde julho de 2011, mas o volume de novas encomendas voltou a cair, sugerindo que o setor ainda n&amp;#227;o tem f&amp;#244;lego para apresentar uma retomada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O &amp;#237;ndice Markit para gerentes de compras da zona do euro (PMI, na sigla em ingl&amp;#234;s), que mede o n&amp;#237;vel da atividade manufatureira da regi&amp;#227;o, subiu em janeiro para 48,8 pontos, ante uma leitura de 46,9 em dezembro. O &amp;#237;ndice de janeiro foi revisado para cima, ante leitura preliminar de 48,7, mas marcou o sexto m&amp;#234;s consecutivo abaixo da marca de 50 pontos, o que indica contra&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na Fran&amp;#231;a, segunda maior economia do euro, o setor manufatureiro tamb&amp;#233;m encolheu pelo sexto m&amp;#234;s seguido em janeiro, sinalizando que o pa&amp;#237;s est&amp;#225; &amp;#224; beira da recess&amp;#227;o. Segundo o Markit, o &amp;#237;ndice industrial franc&amp;#234;s recuou levemente de 48,9 pontos em dezembro para 48,5 pontos em janeiro, permanecendo abaixo dos 50 pontos que separam contra&amp;#231;&amp;#227;o e expans&amp;#227;o. Na Alemanha, o setor manufatureiro interrompeu uma sequ&amp;#234;ncia de quatro meses de queda e cresceu em janeiro para 51 pontos em janeiro, frente aos 48,4 pontos de dezembro e 0,1 ponto acima da leitura preliminar. Fora da zona do euro, o Reino Unido surpreendeu e avan&amp;#231;ou de 49,7 pontos para 52,1 entre dezembro e janeiro. Foi a primeira leitura acima de 50 pontos desde setembro, e surpreendeu os analistas.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo - Autor(es): ag&amp;#234;ncia o globo:Vinicius Neder &lt;br&gt;
Data : 02/02/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:36:23 -0200</pubDate></item><item><title>ESTATAL CAPTA US$ 7 BI NO EXTERIOR</title><description>Emiss&amp;#227;o de t&amp;#237;tulos &amp;#233; a maior j&amp;#225; feita por uma brasileira no mercado internacional&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Petrobras captou ontem US$ 7 bilh&amp;#245;es no exterior, na maior emiss&amp;#227;o de t&amp;#237;tulos j&amp;#225; feita por uma empresa brasileira. A opera&amp;#231;&amp;#227;o mais do que dobra o total levantado pelas companhias com o al&amp;#237;vio nos mercados globais neste in&amp;#237;cio de ano. At&amp;#233; anteontem, o montante era de US$ 5,3 bilh&amp;#245;es, segundo a ag&amp;#234;ncia Bloomberg News. O caminho foi aberto pela capta&amp;#231;&amp;#227;o de US$ 750 milh&amp;#245;es do Tesouro Nacional, em 3 de janeiro. Vale, Bradesco, Banco do Brasil e Ita&amp;#250; est&amp;#227;o entre as empresas que j&amp;#225; captaram neste ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na opera&amp;#231;&amp;#227;o de ontem, a estatal lan&amp;#231;ou b&amp;#244;nus com diferentes vencimentos: US$ 1,25 bilh&amp;#227;o com vencimento em tr&amp;#234;s anos, com taxa de 3,051%, e US$ 1,75 bilh&amp;#227;o em cinco anos (3,628% de taxa), segundo a ag&amp;#234;ncia Reuters. A emiss&amp;#227;o incluiu tamb&amp;#233;m US$ 2,75 bilh&amp;#245;es em pap&amp;#233;is para 2021 (taxa de 4,796%) e US$ 1,25 bilh&amp;#227;o para 2041 (taxa de 5,935%). BB Securities, Citigroup, Ita&amp;#250; BBA, JPMorgan Chase, Morgan Stanley e Santander foram os coordenadores, segundo a Bloomberg News. (Com ag&amp;#234;ncias internacionais)&lt;br&gt;
Fonte : O Globo - Autor(es): ag&amp;#234;ncia o globo:Vinicius Neder &lt;br&gt;
Data : 02/02/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:36:08 -0200</pubDate></item><item><title>EIKE DESCOBRE PETR&amp;#211;LEO NO PR&amp;#201;-SAL EM &amp;#193;GUAS RASAS</title><description>Achado da OGX na Bacia de Santos &amp;#233; in&amp;#233;dito no pa&amp;#237;s. Com novas reservas e produ&amp;#231;&amp;#227;o em Campos, a&amp;#231;&amp;#227;o sobe 5,6%&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A OGX, empresa de petr&amp;#243;leo do grupo EBX, do empres&amp;#225;rio Eike Batista, anunciou ontem ter descoberto petr&amp;#243;leo no pr&amp;#233;-sal em &amp;#225;guas rasas na Bacia de Santos. Esse tipo de descoberta &amp;#233; in&amp;#233;dito no Brasil. Em fato relevante divulgado ao mercado, a companhia explicou que, durante a perfura&amp;#231;&amp;#227;o de um po&amp;#231;o no bloco BM-S-57, a sonda encontrou petr&amp;#243;leo abaixo da camada de sal em reservat&amp;#243;rio com as mesmas caracter&amp;#237;sticas dos campos do pr&amp;#233;-sal da Petrobras em &amp;#225;guas ultraprofundas, tamb&amp;#233;m na Bacia de Santos. A descoberta de ind&amp;#237;cios de &amp;#243;leo no p&amp;#243;s-sal j&amp;#225; tinha sido anunciada pela companhia no &amp;#250;ltimo dia 16.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A OGX informou que somente com a realiza&amp;#231;&amp;#227;o de testes de perfilagem no po&amp;#231;o, que ser&amp;#227;o realizados nos pr&amp;#243;ximos dias, &amp;#233; que ser&amp;#225; poss&amp;#237;vel avaliar o potencial das reservas. Os cinco blocos da OGX na Bacia de Santos t&amp;#234;m reservas estimadas em 1,8 bilh&amp;#227;o de barris. A empresa afirma que, com a realiza&amp;#231;&amp;#227;o dos testes na nova descoberta, as reservas poder&amp;#227;o ser maiores. O colunista Ancelmo Gois informou ontem que as reservas variam de 3 bilh&amp;#245;es a 4 bilh&amp;#245;es de barris.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O bloco BM-S-57 est&amp;#225; apenas a 102 quil&amp;#244;metros da costa, na altura de Ilhabela, pr&amp;#243;ximo &amp;#224; divisa entre S&amp;#227;o Paulo e Rio, e em &amp;#225;guas rasas de apenas 155 metros de dist&amp;#226;ncia do n&amp;#237;vel do mar ao solo marinho. O po&amp;#231;o perfurado tem 6.135 metros ao todo de extens&amp;#227;o. Os campos do pr&amp;#233;-sal da Petrobras est&amp;#227;o a 300 quil&amp;#244;metros da costa e a profundidades al&amp;#233;m de dois mil metros (&amp;#225;guas ultraprofundas).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As a&amp;#231;&amp;#245;es ordin&amp;#225;rias (ON, com direito a voto) da OGX foram destaque na Bolsa de Valores de S&amp;#227;o Paulo (Bovespa) ontem, avan&amp;#231;ando 5,68%, a R$ 17,49. Quarta maior alta do Ibovespa, os pap&amp;#233;is foram tamb&amp;#233;m o segundo ativo mais negociado, girando R$ 724,8 milh&amp;#245;es, atr&amp;#225;s apenas das preferenciais (PNA, sem voto) da Vale (R$ 968,2 milh&amp;#245;es). Al&amp;#233;m da descoberta no pr&amp;#233;-sal, o in&amp;#237;cio de produ&amp;#231;&amp;#227;o da OGX na Bacia de Campos teve impacto positivo no mercado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- A informa&amp;#231;&amp;#227;o (in&amp;#237;cio de produ&amp;#231;&amp;#227;o) &amp;#233; muito importante, pois sinaliza que a empresa vai come&amp;#231;ar a gerar caixa - afirma Luiz Ot&amp;#225;vio Broad, analista da corretora &amp;#193;gora.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo - Autor(es): Ramona Ordo&amp;#241;ez &lt;br&gt;
Data : 02/02/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:34:54 -0200</pubDate></item><item><title>PORTU&amp;#193;RIOS DA CODEBA PARAM DIA 8</title><description>Os associados trabalhadores vinculados &amp;#224; Cia. das Docas do Estado da Bahia (Codeba) acordaram uma paralisa&amp;#231;&amp;#227;o no pr&amp;#243;ximo dia 8. As a&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o sendo organizadas de forma nacional, com o intuito de chamar &amp;#224; aten&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o s&amp;#243; da categoria e das Cias. Docas, mas da sociedade como um todo. Caso n&amp;#227;o seja tomada nenhuma medida para as reivindica&amp;#231;&amp;#245;es dos trabalhadores, ser&amp;#225; decretada greve por tempo indeterminado no dia 23 de fevereiro. A decis&amp;#227;o foi un&amp;#226;nime pelos votantes e a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; prevista para acontecer em frente a Sede da CODEBA, a partir das 7h.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dentre as reivindica&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o a data-base 1&amp;#186; de junho de 2011, os efeitos do descumprimento por parte da diretoria da empresa, no que diz respeito ao preenchimento dos cargos de confian&amp;#231;a, a situa&amp;#231;&amp;#227;o do PORTUS, onde espera-se que o Governo Federal quite a d&amp;#237;vida com o Instituto da categoria, junto com as patrocinadoras, que s&amp;#227;o as Cias. Docas de todo o pa&amp;#237;s, para que ele n&amp;#227;o se extinga, entre outros temas.&lt;br&gt;
Fonte: Tribuna da Bahia&lt;br&gt;
Data : 02/02/2011&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:34:34 -0200</pubDate></item><item><title>ESTALEIRO ANUNCIA INVESTIMENTO DE R$ 35 MILH&amp;#213;ES EM PELOTAS</title><description>O grupo carioca Oxcorp, que atua na &amp;#225;rea naval, anunciou na &amp;#250;ltima ter&amp;#231;a-feira a instala&amp;#231;&amp;#227;o do estaleiro Oxnaval, em Pelotas, zona Sul do Estado. De acordo com o prefeito da cidade sulina, Adolfo Fetter J&amp;#250;nior (PP), a empresa  deve investir R$ 35 milh&amp;#245;es no munic&amp;#237;pio. O trabalho ser&amp;#225; de manuten&amp;#231;&amp;#227;o para embarca&amp;#231;&amp;#245;es pesqueiras e de m&amp;#233;dio porte.O prefeito relata que a empresa deve gerar, inicialmente, 250 empregos, podendo chegar a 1,2 mil. A Ag&amp;#234;ncia de Desenvolvimento da Lagoa Mirim, em conjunto com a Oxcorp, est&amp;#225; desenvolvendo cursos para soldadores e eletricistas. O estaleiro deve ser constru&amp;#237;do em uma &amp;#225;rea de aproximadamente cinco hectares. O projeto prev&amp;#234; dois cais e ter&amp;#225;  capacidade para atender at&amp;#233; dez embarca&amp;#231;&amp;#245;es. A empresa pretende atender navios de m&amp;#233;dio porte, com at&amp;#233; 3,5 mil toneladas. Os trabalhos devem come&amp;#231;ar no m&amp;#234;s de junho.Navios da Coreia, China, Jap&amp;#227;o, Tail&amp;#226;ndia, entre outros, que atuam nas Ilhas Malvinas, somam uma demanda de cerca de tr&amp;#234;s mil barcos para consertos. Segundo a empresa, j&amp;#225; existe um contrato para atender essas embarca&amp;#231;&amp;#245;es. Cada uma delas deve permanecer por 20 dias no cais.&lt;br&gt;
Fonte: Correio do Povo&lt;br&gt;
Data : 02/02/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:34:20 -0200</pubDate></item><item><title>MINISTRO DOS TRANSPORTES PARTICIPA DE HOMENAGEM A DIRETOR-GERAL DA ANTAQ</title><description>Bras&amp;#237;lia, 1&amp;#186; de fevereiro de 2012 - O ministro dos Transportes, Paulo S&amp;#233;rgio Passos, participou nesta quarta-feira (1) de homenagem feita ao diretor-geral da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq), Fernando Fialho. O evento, ocorrido na sede da Confedera&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Transportes (CNT), celebrou os cinco anos de mandato de Fialho frente &amp;#224; ag&amp;#234;ncia, os quais se encerram em meados de fevereiro.&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Passos enalteceu a atua&amp;#231;&amp;#227;o de Fialho no &amp;#243;rg&amp;#227;o. &quot;Ele re&amp;#250;ne qualidades muito importantes, como uma absoluta serenidade para tratar dos assuntos, comprometimento p&amp;#250;blico e responsabilidade com o pa&amp;#237;s&quot;, exemplificou. O ministro ainda ressaltou que a chegada de Fialho &amp;#224; Antaq, em 2006, coincidiu com um momento de transi&amp;#231;&amp;#227;o da economia brasileira. &quot;Hoje o Brasil tem baixas taxas de desemprego e uma classe m&amp;#233;dia maior. O pa&amp;#237;s desperta interesse de investimentos internacionais diretos&quot;, disse.&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Passos acrescentou que Fialho deixou um legado para o sistema de transportes brasileiro e que isso gera mais desafios. &quot;Teremos que fazer mais esfor&amp;#231;os para qualificar a infraestrutura do pa&amp;#237;s&quot;, finalizou.&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Fialho disse se orgulhar de fazer parte da diretoria que resgatou a navega&amp;#231;&amp;#227;o interior no Brasil. &quot;Reinserimos o tema na pauta de discuss&amp;#245;es com uma abordagem social e ambiental&quot;, disse. Por fim, agradeceu a participa&amp;#231;&amp;#227;o do ministro dos Transportes no comando da pasta. &quot;O ministro Paulo S&amp;#233;rgio Passos sempre apoiou a Antaq em tudo que a ag&amp;#234;ncia precisou&quot;, finalizou.&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Curr&amp;#237;culo&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Fernando Antonio Brito Fialho nasceu em Fortaleza e formou-se na Universidade Estadual do Maranh&amp;#227;o. &amp;#201; engenheiro Civil com especializa&amp;#231;&amp;#227;o em Gest&amp;#227;o Empresarial. Atuou no setor de constru&amp;#231;&amp;#227;o civil desde 1982. Administrou o Porto de Itaqui de 2003 a 2005. Em julho de 2006, assumiu a Diretoria-Geral da Antaq.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 02/02/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:34:06 -0200</pubDate></item><item><title>MINISTRO DOS PORTOS RECEBE L&amp;#205;DER SINDICAL</title><description>Bras&amp;#237;lia, 1&amp;#186; de fevereiro de 2012 - Para dar continuidade as demandas e os pleitos dos trabalhadores portu&amp;#225;rios, o Ministro dos Portos, Le&amp;#244;nidas Cristino, recebeu mais uma vez, em Bras&amp;#237;lia, na manh&amp;#227; desta quarta-feira (01/02), o Presidente da Federa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Portu&amp;#225;rios, Eduardo Guterra. Depois de tratar os assuntos que estavam em pauta, Guterra elogiou a Secretaria de Portos (SEP) na condu&amp;#231;&amp;#227;o da atual interven&amp;#231;&amp;#227;o no Fundo de Pens&amp;#227;o Portu&amp;#225;ria (Portus). Segundo ele, a SEP est&amp;#225; atuando com efici&amp;#234;ncia juntamente com os demais &amp;#243;rg&amp;#227;os envolvidos. _ Assessoria de Imprensa.&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Interessado em avan&amp;#231;ar quest&amp;#245;es como o Plano de Cargos e Sal&amp;#225;rios, acordo coletivo e demais reivindica&amp;#231;&amp;#245;es, o representante dos trabalhadores v&amp;#234; na Secretaria a interlocu&amp;#231;&amp;#227;o direta entre os trabalhadores e o Governo Federal, por isso, reafirma a cada encontro que defende a manuten&amp;#231;&amp;#227;o e o fortalecimento da pasta.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cristino garante que todas as solicita&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o sendo devidamente cuidadas, e com total prioridade, e reconhece que o crescimento do setor &amp;#233; resultado de todo o conjunto, sobretudo o trabalhador portu&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 02/02/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:33:54 -0200</pubDate></item><item><title>EMPRES&amp;#193;RIOS BRASILEIROS PLANEJAM ELEVAR OS INVESTIMENTOS EM 2012</title><description>Novos resultados da pesquisa International Business Report (IBR) 2012 da Grant Thornton International mostram que 68% dos empres&amp;#225;rios brasileiros esperam aumentar os investimentos em m&amp;#225;quinas e instala&amp;#231;&amp;#245;es, 22 pontos porcentuais a mais que o registrado no terceiro trimestre. Essa foi a vari&amp;#225;vel econ&amp;#244;mica com maior eleva&amp;#231;&amp;#227;o entre as abordadas no estudo e o Brasil apresenta o maior percentual ao n&amp;#237;vel mundial de empres&amp;#225;rios que esperam eleva&amp;#231;&amp;#227;o nesse quesito. O percentual est&amp;#225; bem acima da m&amp;#233;dia global de 35%. A pesquisa &amp;#233; feita com 11.500 empresas privadas em 40 economias. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na mesma linha, os empres&amp;#225;rios da Ge&amp;#243;rgia (64%), Peru (59%) e Turquia (58%) s&amp;#227;o os que mais esperam aumentar esses investimentos. &quot;Muitos investimentos da ind&amp;#250;stria em 2011 ficaram contidos devido ao desaquecimento no in&amp;#237;cio do ano e agora devem ser retomados diante das sinaliza&amp;#231;&amp;#245;es positivas do governo com rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; economia.&quot;, diz Javier Martinez, respons&amp;#225;vel pelo IBR na Am&amp;#233;rica Latina. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No Brasil, al&amp;#233;m disso, 78% dos empres&amp;#225;rios esperam aumentar a receita nos pr&amp;#243;ximos 12 meses, 60% acreditam na melhora da lucratividade e 44% no investimento em novas instala&amp;#231;&amp;#245;es, um aumento de 16 pontos percentuais em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao &amp;#250;ltimo trimestre. &quot;As expectativas econ&amp;#244;micas dos empres&amp;#225;rios brasileiros s&amp;#227;o bem positivas o mostram o compromisso para apoiar o desempenho da economia brasileira&quot;, completa Martinez. As expectativas com rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s exporta&amp;#231;&amp;#245;es tamb&amp;#233;m aumentaram. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os empres&amp;#225;rios da Ge&amp;#243;rgia (84%) e Indianos (82%) tamb&amp;#233;m esperam melhorar o desempenho das receitas em 2012. &quot;A Ge&amp;#243;rgia &amp;#233; um dos pa&amp;#237;ses que fazia parte da Uni&amp;#227;o Sovi&amp;#233;tica. Quando proclamou a independ&amp;#234;ncia o pa&amp;#237;s teve alguns atritos na regi&amp;#227;o. Por&amp;#233;m nesse momento tudo est&amp;#225; calmo e o pa&amp;#237;s est&amp;#225; pronto para um bom desenvolvimento da economia. A situa&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#244;mica, desde 1995, melhorou muito com a ajuda do FMI e do World Bank. Atualmente a Ge&amp;#243;rgia tem um dos melhores crescimentos de PIB na Europa&quot;, complementa Javier. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Regionalmente, os pa&amp;#237;ses da Am&amp;#233;rica Latina s&amp;#227;o os que est&amp;#227;o mais otimistas em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao aumento dos investimentos (55%) e das receitas (76%), seguidos pelos pa&amp;#237;ses do BRIC (Brasil, R&amp;#250;ssia, &amp;#205;ndia e China) com 47% e 72%, respectivamente.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 02/02/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:33:41 -0200</pubDate></item><item><title>MAIS UM MINISTRO COM AS MALAS PRONTAS</title><description>O Governo Dilma se prepara para trocar mais um ministro. M&amp;#225;rio Negromente, das Cidades, se re&amp;#250;ne logo cedo, nesta quinta-feira (2), com a presidenta Dilma, no Pal&amp;#225;cio do Planalto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ainda ministro &amp;#233; do PP, mas nem no pr&amp;#243;prio partido ele consegue apoio. O Minist&amp;#233;rio das Cidades &amp;#233; de suma import&amp;#226;ncia no momento em que o Brasil vive uma profus&amp;#227;o de obras de infraestrutura, principalmente aquelas que dizem respeito &amp;#224; mobilidade urbana. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mais do que uma pasta que serve de barganha pol&amp;#237;tica entre os partidos da base de sustenta&amp;#231;&amp;#227;o do governo, o Minist&amp;#233;rio das Cidades merece ter &amp;#224; sua frente um nome preparado e t&amp;#233;cnico para atuar com efici&amp;#234;ncia e efic&amp;#225;cia. O Brasil e os brasileiros agradecem.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 02/02/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:33:16 -0200</pubDate></item><item><title>ATRACA&amp;#199;&amp;#195;O DE NAVIOS SEGUIR&amp;#193; LEI, DIZ VALE</title><description>A Vale informou, ontem, que os super cargueiros da mineradora, navios do tipo Very Large Ore Carrier (VLOC), apenas atracar&amp;#227;o nos portos chineses &quot;em total conformidade com a legisla&amp;#231;&amp;#227;o daquele pa&amp;#237;s&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A adapta&amp;#231;&amp;#227;o dos portos para receber esses supercargueiros &amp;#233; uma quest&amp;#227;o eminentemente t&amp;#233;cnica, tratada em conformidade com a legisla&amp;#231;&amp;#227;o mar&amp;#237;tima local e internacional, que requer estudos de engenharia detalhados e muitas vezes investimentos adicionais em treinamento dos operadores, refor&amp;#231;o dos ber&amp;#231;os de atraca&amp;#231;&amp;#227;o e dragagem&quot;, disse a mineradora em comunicado enviado &amp;#224; imprensa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nesta semana, o Minist&amp;#233;rio dos Transportes da China anunciou que os portos do pa&amp;#237;s n&amp;#227;o poder&amp;#227;o receber as embarca&amp;#231;&amp;#245;es contratadas pela mineradora brasileira, j&amp;#225; que elas passam da capacidade m&amp;#225;xima aprovada de 300 mil toneladas. O supercargueiros da Vale t&amp;#234;m capacidade para 400 mil toneladas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a Vale, os supercargueiros podem aportar na sua capacidade m&amp;#225;xima nos portos de Ponta da Madeira, em S&amp;#227;o Lu&amp;#237;s; Sohar, em Om&amp;#227;; Taranto, na It&amp;#225;lia; e Roterd&amp;#227;, na Holanda, ainda de acordo com nota da mineradora brasileira.&lt;br&gt;
Fonte : Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:33:01 -0200</pubDate></item><item><title>MAR AGITADO EVENTOS SUSPENDEM TRABALHOS NO `COSTA CONCORDIA&apos;</title><description>O mar agitado de ontem arrancou uma s&amp;#233;rie de janelas dos destro&amp;#231;os do navio de cruzeiro Costa Concordia. E for&amp;#231;ou a suspens&amp;#227;o de todas as atividades ao redor da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, encalhada na ilha italiana de Giglio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As balsas entre Porto Santo Stefano e a Ilha de Giglio tamb&amp;#233;m foram suspensas por causa dos ventos fortes na &amp;#225;rea, um dia depois de trabalhadores de emerg&amp;#234;ncia anunciarem que estavam abandonando a busca por corpos devido &amp;#224;s condi&amp;#231;&amp;#245;es arriscadas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O clima adiou ainda mais os preparativos para o bombeamento de 2.380 toneladas de combust&amp;#237;vel pesado dos tanques do Concordia, que os ambientalistas alertaram que podem vazar e arruinar a primitiva reserva natural. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O vento tamb&amp;#233;m espalhou a barragem antivazamento localizada ao redor dos destro&amp;#231;os. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Acredita-se que 32 pessoas morreram na trag&amp;#233;dia do dia 13 de janeiro, quando o Costa Concordia se chocou contra as pedras da Ilha de Giglio e tombou, com mais de 4.200 pessoas a bordo, levando a uma evacua&amp;#231;&amp;#227;o tumultuada naquela noite. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Equipes de resgate encontraram 17 corpos e mais 15 pessoas est&amp;#227;o oficialmente desaparecidas. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital  (FrancePresse) &lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:32:25 -0200</pubDate></item><item><title>LEITURA R&amp;#193;PIDA</title><description>Patrim&amp;#244;nio &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em comemora&amp;#231;&amp;#227;o aos 120 anos do Porto de Santos, a Codesp apresenta hoje, &amp;#224;s 10 horas, o Programa de Gest&amp;#227;o do Patrim&amp;#244;nio Arqueol&amp;#243;gico, Hist&amp;#243;rico e Cultural do Sistema Vi&amp;#225;rio da Margem Direita do Porto de Santos. Na solenidade, na sede da companhia, haver&amp;#225; o lan&amp;#231;amento do Museu Virtual do Porto e de uma cartilha voltada &amp;#224; rede municipal de ensino. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cruzeiros &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Santos receber&amp;#225; amanh&amp;#227; os navios Vision of the Seas, Costa Victoria e Grand Mistral. Hoje, n&amp;#227;o h&amp;#225; escalas de navios de cruzeiros. Ontem, esteve no complexo o Zenith. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:31:58 -0200</pubDate></item><item><title>POSTO DA ANVISA EM SANTOS TEM NOVA CHEFIA</title><description>Mudan&amp;#231;as na Ag&amp;#234;ncia Nacional de Vigil&amp;#226;ncia Sanit&amp;#225;ria (Anvisa). Ap&amp;#243;s 38 anos de servi&amp;#231;o p&amp;#250;blico, o m&amp;#233;dico Luiz Wagner Ventura, chefe do Posto Portu&amp;#225;rio de Santos (antiga Sa&amp;#250;de dos Portos) nos &amp;#250;ltimos dois anos, se aposentou. Ele era funcion&amp;#225;rio de carreira da reguladora, que herdou os profissionais do extinto Servi&amp;#231;o Nacional de Vigil&amp;#226;ncia Sanit&amp;#225;ria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ventura entregou o cargo na &amp;#250;ltima ter&amp;#231;a-feira. Em seu lugar, assume o m&amp;#233;dico Acary de Oliveira, com a m&amp;#233;dica veterin&amp;#225;ria Patr&amp;#237;cia de Freitas como substituta. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ap&amp;#243;s um per&amp;#237;odo de descanso, Ventura, que tem 65 anos deidade, planeja voltar asuas atividades como pediatra e m&amp;#233;dico do trabalho em seu consult&amp;#243;rio particular. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:31:36 -0200</pubDate></item><item><title>P&amp;#218;BLICO DESCOBRE O PORTO EM PASSEIOS</title><description>Viagens de escuna pelo estu&amp;#225;rio atra&amp;#237;ram cerca de 1.200 pessoas &lt;br&gt;
LYNE SANTOS - DA REDA&amp;#199;&amp;#195;O &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Santos completa 120 anos hoje. Mas ontem, muitos santistas e turistas come&amp;#231;aram a desbrav&amp;#225;-lo. E o ponto de partida para essa descoberta foi a Ponte Edgard Perdig&amp;#227;o, na Ponta da Praia, onde 1.200 pessoas embarcaram em escunas para realizar passeios pelo estu&amp;#225;rio e conhecer, do lado de mar, o maior complexo mar&amp;#237;timo da Am&amp;#233;rica Latina. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A viagem foi um presente da Prefeitura de Santos, em comemora&amp;#231;&amp;#227;o ao anivers&amp;#225;rio do complexo santista. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Alguns passeios foram realizados a bordo da escuna Lady Linda, com capacidade para 120 passageiros e tr&amp;#234;s tripulantes. A primeira sa&amp;#237;da aconteceu &amp;#224;s 9h45, com a embarca&amp;#231;&amp;#227;o lotada de interessados em apreciaras peculiaridades do Porto. Durante todo o trajeto, percorrido em uma hora e meia, crian&amp;#231;as, adultos e idosos acompanharam atentos a todos os detalhes da paisagem, enquanto tiravam suas d&amp;#250;vidas com uma guia da Secretaria de Turismo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para a maioria, navegar pelo canal do Porto foi uma oportunidade &amp;#250;nica para ingressar na hist&amp;#243;ria do cais santista. Com a m&amp;#225;quina fotogr&amp;#225;fica nas m&amp;#227;os, os passageiros registraram navios, instala&amp;#231;&amp;#245;es e cada surpresa que observavam pela frente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao passarem pelos terminais do Grupo Libra, na Ponta da Praia, por exemplo, os port&amp;#234;ineres (equipamentos que transportam os cont&amp;#234;ineres entre os navios e o p&amp;#225;tio da empresa) chamaram a aten&amp;#231;&amp;#227;o. O Terminal de Cont&amp;#234;ineres (Tecon), da Santos Brasil, na Margem Esquerda (Guaruj&amp;#225;), tamb&amp;#233;m encheu os olhos do p&amp;#250;blico, que estava encantado com tanta grandiosidade. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um dos passageiros era Irene Ferreira do Prado, que estreava no Porto. At&amp;#233; ent&amp;#227;o, a aposentada conhecia o complexo apenas por terra. &quot;Por fora, &amp;#233; de um jeito. E quando conhecemos por dentro, &amp;#233; totalmente diferente. Estou achando espetacular. A paisagem &amp;#233; linda&quot;, afirmou a integrante do Centro de Conviv&amp;#234;ncia Vida Nova, da Prefeitura. Ela estava acompanhada por um grupo de mais de dez idosas. Atenta &amp;#224; toda a estrutura do complexo, Irene olhava surpresa para os navios. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Olha quanta ferramenta esse navio carrega&quot;, comentou comum colega durante o trajeto. &quot;Antes tudo era mais dif&amp;#237;cil, hoje &amp;#233; tudo autom&amp;#225;tico e eu estou adorando. N&amp;#227;o imaginava. &amp;#201; como dar uma volta no desconhecido&quot;, disse Irene. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apesar de participar do passeio pela segunda vez (as viagens s&amp;#227;o organizadas pela Prefeitura h&amp;#225; v&amp;#225;rios anos, sempre no anivers&amp;#225;rio do Porto), o aposentado Luiz Antonio de Oliveira garantiu que, a cada viagem, &amp;#233; poss&amp;#237;vel fazer uma nova descoberta. &quot;Gosto do cais&quot;, afirmou, destacando a necessidade de se dar andamento ao projeto de revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o dos armaz&amp;#233;ns 1 ao 8, na regi&amp;#227;o do Valongo. Na &amp;#225;rea ser&amp;#225; constru&amp;#237;do um centro de lazer, cultura e turismo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Est&amp;#225; muito abandonado. &amp;#201; um desperd&amp;#237;cio de espa&amp;#231;o. H&amp;#225; muito tempo falam do projeto, mas nunca colocam em pr&amp;#225;tica&quot;, destacou Luiz, que estava acompanhado da neta de apenas cinco anos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Filha de estivador, a pequena J&amp;#250;lia Oliveira Mineiro tamb&amp;#233;m estava concentrada e n&amp;#227;o parava de acenar para os navios, na expectativa de que o pai pudesse estar em uma das embarca&amp;#231;&amp;#245;es. &quot;Quero voltar de novo. Adorei&quot;, disse, animada. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De Hortol&amp;#226;ndia, Interior do Estado, Priscila Melo aproveitou a estadia de quatro dias em Santos para conhecer o Porto. Ap&amp;#243;s saber do passeio pelo jornal, ela n&amp;#227;o hesitou em embarcar na escuna e navegar pelo complexo. &quot;O mais interessantes &amp;#233; ver esses grandes navios com caixas (cont&amp;#234;ineres) enormes, com produtos do mundo inteiro&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A &amp;#250;ltima sa&amp;#237;da das escunas aconteceu &amp;#224;s 18h45, encerrando o segundo dia de atividades em comemora&amp;#231;&amp;#227;o aos 120 anos do Porto. A programa&amp;#231;&amp;#227;o teve in&amp;#237;cio na noite da &amp;#250;ltima segunda-feira e seguir&amp;#225; at&amp;#233; 29 de abril. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Com o passeio de escuna, as pessoas tomam consci&amp;#234;ncia de que o Porto &amp;#233; nosso. &amp;#201; uma forma que temos de aproxim&amp;#225;-lo da comunidade. De todas as atividades que promovemos, essa &amp;#233;aque faz mais sucesso&quot;, observou o secret&amp;#225;rio municipal de Assuntos Portu&amp;#225;rios e Mar&amp;#237;timo de Santos, S&amp;#233;rgio Aquino, que recepcionou os passageiros do primeiro passeio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
MAIS INFORMA&amp;#199;&amp;#213;ES NO CADERNO PORTO &amp; MAR ESPECIAL - 120 ANOS DO PORTO DE SANTOS. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:31:18 -0200</pubDate></item><item><title>ESTRAT&amp;#201;GIA COMERCIAL - CODESP TEM COMO NOVAS METAS IR ATR&amp;#193;S DAS CARGAS E BUSCAR POR MAIOR EFICI&amp;#202;NCIA</title><description>O Porto de Santos chega aos 120 anos, comemorados hoje, com investimentos para melhorar sua infraestrutura e a qualidade das opera&amp;#231;&amp;#245;es. S&amp;#227;o novos terminais, a moderniza&amp;#231;&amp;#227;o do sistema vi&amp;#225;rio, a oferta de servi&amp;#231;os in&amp;#233;ditos (h&amp;#225; planos para a constru&amp;#231;&amp;#227;o de estaleiros e bases de apoio log&amp;#237;stico &amp;#224;s plataformas de petr&amp;#243;leo), o aumento da profundidade do canal de navega&amp;#231;&amp;#227;o e o monitoramento dos navios que escalam na regi&amp;#227;o,apenas para citar alguns.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas, para a Companhia Docas do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Codesp), a Autoridade Portu&amp;#225;ria de Santos, isso n&amp;#227;o &amp;#233; suficiente. Aprimorar a infraestrutura &amp;#233; e ser&amp;#225; uma preocupa&amp;#231;&amp;#227;o. Mas est&amp;#225; na hora de cuidar mais da parte comercial e ir atr&amp;#225;s de cargas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m disso, a estatal come&amp;#231;ar&amp;#225; a cobrar uma maior efici&amp;#234;ncia dos servi&amp;#231;os prestados no complexo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os novos planos do Porto de Santos foram revelados pelo presidente da Codesp, Jos&amp;#233; Roberto Correia Serra, em entrevista exclusiva a A Tribuna. Segundo ele, &quot;cada terminal tem feito sua pr&amp;#243;pria pol&amp;#237;tica (de atra&amp;#231;&amp;#227;o de cargas), mas n&amp;#227;o h&amp;#225; a pol&amp;#237;tica do Porto de Santos. Temos tido tanta preocupa&amp;#231;&amp;#227;o com a infraestrutura, e precisamos ter, que deixamos de lado a parte do marketing, da capta&amp;#231;&amp;#227;o das cargas&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Uma pol&amp;#237;tica comercial mais agressiva &amp;#233; o que promete Serra. E ela n&amp;#227;o se limitar&amp;#225; a participa&amp;#231;&amp;#245;es em feiras e semin&amp;#225;rios. Vamos entrar no mercado como Autoridade Portu&amp;#225;ria. Vamos at&amp;#233; o produtor (das cargas escoadas pelo Porto) e conhec&amp;#234;-lo, saber de suas necessidades e mostrar que ele pode contar com o Porto de Santos&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Vamos entrar no mercado como Autoridade Portu&amp;#225;ria&quot;, afirma pesidente da Codesp, Jos&amp;#233; Roberto Serra&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:31:03 -0200</pubDate></item><item><title>OPERADORA DE TERMINAIS SANTOS BRASIL J&amp;#193; PREV&amp;#202; EXPANS&amp;#195;O ACIMA DO PIB</title><description>A movimenta&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria est&amp;#225; diretamente ligada &amp;#224; economia de um pa&amp;#237;s. Se o pa&amp;#237;s vai bem, o porto segue a mesma linha. Se o porto vai mal, &amp;#233; sinal de que a economia tem problemas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para este ano, o Governo Federal estima que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) fique entre 4% e 5%, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega. As consultorias financeiras, no entanto, s&amp;#227;o mais modestas: estimam que o Brasil crescer&amp;#225; 3,5% em 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com base nestas expectativas, as empresas portu&amp;#225;rias montam suas estrat&amp;#233;gias para o futuro. A Santos Brasil, operadora do Terminal de Cont&amp;#234;ineres do Porto de Santos (Tecon) e do Terminal de Exporta&amp;#231;&amp;#227;o de Ve&amp;#237;culos (TEV), ambos em Guaruj&amp;#225;, faz uma leitura otimista do mercado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres na nossa regi&amp;#227;o (Santos) tende a variar acima do crescimento do PIB. Isto porque cada vez mais cargas s&amp;#227;o conteinerizadas&quot;, avalia o diretor comercial da Santos Brasil, Mauro Salgado. &quot;As consultorias dizem que o Brasil crescer&amp;#225; 3,5% em 2012. Esperamos algo pouco superior a isto&quot;, completou. Segundo ele, isto ocorre devido ao direcionamento de cargas agr&amp;#237;colas e outras commodities para os cont&amp;#234;ineres.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Santos Brasil ainda n&amp;#227;o fechou seu balan&amp;#231;o de 2011, mas estima ter movimentado 1,51 milh&amp;#227;o de TEUs (unidade equivalente a um cont&amp;#234;iner de 20 p&amp;#233;s) no ano passado. Se considerado um incremento ligeiramente acima do crescimento do PIB, na casa dos 4%, o que se tem &amp;#233; uma previs&amp;#227;o de 1,57 milh&amp;#227;o de TEUs para 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Santos Brasil estima ter movimentado 1,51 milh&amp;#227;o de TEUs (unidade equivalente a um cont&amp;#234;iner de 20 p&amp;#233;s) no ano passado&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Salgado acredita que a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#243; n&amp;#227;o foi maior por causa da desorganiza&amp;#231;&amp;#227;o dos importadores de mercadorias. &quot;H&amp;#225; cont&amp;#234;ineres que ficam at&amp;#233; 50 dias dentro do Porto por causa do importador, que n&amp;#227;o sabe onde colocar a carga&quot;. O tempo m&amp;#233;dio, segundo ele, est&amp;#225; em 15 dias, quando o ideal &amp;#233; dez. Todos estes cont&amp;#234;ineres ocupam espa&amp;#231;o no p&amp;#225;tio e impedem uma melhor organiza&amp;#231;&amp;#227;o da log&amp;#237;stica do terminal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O executivo explicou que esta situa&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o se repete nas cargas exportadas. Nestes casos, segundo ele, o tempo para retirada da carga no terminal, ap&amp;#243;s a libera&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#233; de cinco a sete dias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Equipamentos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Santos Brasil n&amp;#227;o dever&amp;#225; adquirir equipamentos neste ano. O objetivo da empresa &amp;#233; utilizar aqueles que j&amp;#225; est&amp;#227;o &amp;#224; sua disposi&amp;#231;&amp;#227;o. &quot;N&amp;#227;o h&amp;#225; previs&amp;#227;o de compra de equipamentos para este ano. Os &amp;#250;ltimos foram alguns terminal trucks&quot;, lembrou Salgado, citando os ve&amp;#237;culos adquiridos recentemente para transportar cont&amp;#234;ineres dentro da instala&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Preterir novas compras em 2012 tem um motivo: ainda havia, at&amp;#233; o ano passado, inseguran&amp;#231;a quanto &amp;#224; renova&amp;#231;&amp;#227;o do Reporto (Regime Tribut&amp;#225;rio para Incentivo &amp;#224; Moderniza&amp;#231;&amp;#227;o e &amp;#224; Amplia&amp;#231;&amp;#227;o da Estrutura Portu&amp;#225;ria). O regime foi prorrogado em 26 de dezembro &amp;#250;ltimo, por meio de Medida Provis&amp;#243;ria (MP) sancionada pela Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Temos ainda um &amp;#250;ltimo lote de seis RTGs (gruas sobre pneus) para receber e ficaremos com esses equipamentos). O objetivo &amp;#233; tirar o m&amp;#225;ximo deles&quot;. Segundo Salgado, a empresa precisa ainda desenvolver melhor o uso dos terminais trucks adquiridos para aproveitar ao m&amp;#225;ximo a tecnologia double-hoist de seus port&amp;#234;ineres (com potencial para movimentar at&amp;#233; quatro cont&amp;#234;ineres de 20 p&amp;#233;s simultaneamente). &quot;Ainda estamos engatinhando&quot;.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:30:45 -0200</pubDate></item><item><title>H&amp;#193; 120 ANOS, UMA MUDAN&amp;#199;A RADICAL NA OPERA&amp;#199;&amp;#195;O DO PORTO DE SANTOS</title><description>Em 12 de janeiro de 1889, o hoje esquecido trenzinho do Jabaquara come&amp;#231;ou a circular em Santos, cortando as atuais avenidas Ana Costa e Conselheiro N&amp;#233;bias, na altura de onde hoje est&amp;#227;o as instala&amp;#231;&amp;#245;es do campus da Universidade Cat&amp;#243;lica de Santos (UniSantos) e do Senac, at&amp;#233; chegar &amp;#224; zona portu&amp;#225;ria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com poucos vest&amp;#237;gios atualmente, essa linha, implantada pela Companhia Docas de Santos, transportava pedras extra&amp;#237;das do Morro do Jabaquara. Esses blocos formaram os primeiros 260 metros de cais do Porto - inaugurados em 2 de fevereiro de 1892, com a atraca&amp;#231;&amp;#227;o do navio a vapor ingl&amp;#234;s Nasmyth. A data marca a funda&amp;#231;&amp;#227;o formal do Porto de Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A historiadora e professor adoutora do Mestrado em Educa&amp;#231;&amp;#227;o da UniSantos, Maria Apparecida Franco Pereira, conta que a Docas criou uma f&amp;#225;brica de blocos s&amp;#243; para a instala&amp;#231;&amp;#227;o do cais. A linha f&amp;#233;rrea perdeu sua utilidade, mas foi desativada s&amp;#243; em 1961, segundo o site Novo Mil&amp;#234;nio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A inaugura&amp;#231;&amp;#227;o do cais marcou o fim da era de um porto que se desenvolveu de forma praticamente improvisada, mas corajosa frente aos desafios geogr&amp;#225;ficos e sociais enfrentados desde 1502.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O cais simboliza uma mudan&amp;#231;a radical. A historiadora afirma que, na segunda metade do s&amp;#233;culo 19, todo o embarque e o desembarque eram feitos junto &amp;#224;s pontes que avan&amp;#231;avam de dez a 20 metros pelo estu&amp;#225;rio, concentradas nos bairros do Valongo, do Centro e do Paquet&amp;#225;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Confira a mat&amp;#233;ria completa na edi&amp;#231;&amp;#227;o desta quinta-feira de A Tribuna.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/02/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 15:30:30 -0200</pubDate></item><item><title>GOVERNO ELABORA PROPOSTA PARA TENTAR IMPEDIR VOTA&amp;#199;&amp;#195;O DE ROYALTIES</title><description>Comiss&amp;#227;o de dez a 15 membros ir&amp;#225; a Bras&amp;#237;lia para participar de negocia&amp;#231;&amp;#245;es &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Esp&amp;#237;rito Santo poder&amp;#225; perder mais da metade do que recebe de royalties j&amp;#225; na pr&amp;#243;xima semana. Com a amea&amp;#231;a de pedido de urg&amp;#234;ncia urgent&amp;#237;ssima para a tramita&amp;#231;&amp;#227;o do projeto de autoria de Vital do R&amp;#234;go, a tramita&amp;#231;&amp;#227;o poder&amp;#225; atropelar at&amp;#233; a comiss&amp;#227;o especial que ainda nem foi constitu&amp;#237;da pela dire&amp;#231;&amp;#227;o da Casa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para ganhar tempo e evitar um verdadeiro desastre, nas palavras do governador Renato Casagrande, ser&amp;#225; elaborada uma proposta que contenha alternativas para a quest&amp;#227;o dos royalties, do ICMS sobre importa&amp;#231;&amp;#245;es (que pode acabar com o Fundap) e dos novos crit&amp;#233;rios para distribui&amp;#231;&amp;#227;o do Fundo de Participa&amp;#231;&amp;#227;o dos Estados (FPE). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A decis&amp;#227;o foi tomada depois de duas horas de reuni&amp;#227;o do Comit&amp;#234; em Defesa do Esp&amp;#237;rito Santo com o governador Casagrande. Al&amp;#233;m de uma proposta que conter&amp;#225; as tr&amp;#234;s quest&amp;#245;es, o governador disse que uma comiss&amp;#227;o de dez ou 15 membros do comit&amp;#234; ir&amp;#225; a Bras&amp;#237;lia para participar das negocia&amp;#231;&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo informa&amp;#231;&amp;#227;o da deputada Rose de Freitas (PMDB), que &amp;#233; tamb&amp;#233;m vice-presidente da C&amp;#226;mara, o requerimento para a tramita&amp;#231;&amp;#227;o em regime de urg&amp;#234;ncia urgent&amp;#237;ssima j&amp;#225; est&amp;#225; pronto e dever&amp;#225; ser entregue assim que o Congresso voltar do recesso, a partir de amanh&amp;#227;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Se o projeto for aprovado pelos deputados federais, sem modifica&amp;#231;&amp;#227;o em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao texto aprovado no Senado, ir&amp;#225; direto para a san&amp;#231;&amp;#227;o da presidente Dilma Rousseff. Se fizerem modifica&amp;#231;&amp;#245;es, volta para o Senado, antes de ir para san&amp;#231;&amp;#227;o presidencial. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O substitutivo de Vital do R&amp;#234;go prev&amp;#234; a distribui&amp;#231;&amp;#227;o dos royalties de forma igualit&amp;#225;ria com base nos crit&amp;#233;rio do FPE. Com isso, Rio de Janeiro e Esp&amp;#237;rito Santo, os dois maiores produtores de petr&amp;#243;leo hoje, perderiam grande parte dos royalties. Em 2011, o Estado recebeu R$ 1,54 bilh&amp;#227;o como compensa&amp;#231;&amp;#227;o pela produ&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fundap - J&amp;#225; no Senado, a previs&amp;#227;o &amp;#233; de que o governo federal pe&amp;#231;a urg&amp;#234;ncia na tramita&amp;#231;&amp;#227;o do projeto que prev&amp;#234; que a al&amp;#237;quota de ICMS seja zerada para as tramita&amp;#231;&amp;#227;o dos produtos importados. Com isso, o Fundap praticamente deixa de existir o que poder&amp;#225; trazer grandes preju&amp;#237;zos para o Estados e os munic&amp;#237;pios. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Casagrande explicou que os capixabas podem absorver esta decis&amp;#227;o, mas querem um longo per&amp;#237;odo de transi&amp;#231;&amp;#227;o para que a receita atual n&amp;#227;o seja tirada de uma vez s&amp;#243; pelo governo federal. &quot;Vamos negociar em todas as frentes poss&amp;#237;veis, avisou Casagrande.&lt;br&gt;
Fonte : A Gazeta - ES&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:54:52 -0200</pubDate></item><item><title>DILMA J&amp;#193; PROCURA SUBSTITUTO PARA MINISTRO DAS CIDADES</title><description>MINISTRO NA CORDA BAMBA  &lt;br&gt;
  &lt;br&gt;
Alvo de den&amp;#250;ncias, Negromonte j&amp;#225; pediu para sair, e Dilma procura substituto&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ministro das Cidades, M&amp;#225;rio Negromonte, p&amp;#244;s seu cargo &amp;#224; disposi&amp;#231;&amp;#227;o em conversa ontem com a presidente Dilma Rousseff, que cumpriu agenda em Salvador. Segundo relatos de pol&amp;#237;ticos presentes nos eventos do governo na Bahia, Dilma teria sido surpreendida pela iniciativa de Negromonte e n&amp;#227;o deu uma posi&amp;#231;&amp;#227;o definitiva a ele sobre o seu futuro. Mas, segundo auxiliares do Pal&amp;#225;cio do Planalto, Dilma j&amp;#225; est&amp;#225; avaliando nomes do PP, partido do ministro, para substitu&amp;#237;-lo e vai efetivar a sa&amp;#237;da de Negromonte quando voltar da viagem a Cuba e Haiti, iniciada ontem &amp;#224; noite.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A aliados, Negromonte explicou que tomou a iniciativa de abordar o assunto com a presidente para evitar mais constrangimentos, diante do notici&amp;#225;rio de que o Pal&amp;#225;cio do Planalto trabalha a sua substitui&amp;#231;&amp;#227;o dentro da reforma ministerial em curso. Na conversa de ontem, Negromonte disse a Dilma que n&amp;#227;o &amp;#233; apegado a cargos. E relatou para seus aliados que foi uma conversa &quot;extremamente elegante&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, Dilma tentou manter o clima de normalidade no encontro entre ela e Negromonte, em Cama&amp;#231;ari, na Regi&amp;#227;o Metropolitana de Salvador. Na cerim&amp;#244;nia de assinatura da ordem de servi&amp;#231;o para obras de urbaniza&amp;#231;&amp;#227;o do Rio Cama&amp;#231;ari, custeada com recursos da segunda etapa do Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC 2) e ligada &amp;#224; pasta das Cidades, Dilma citou o ministro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Quero cumprimentar os ministros de Estado que me acompanham, come&amp;#231;ando pelo ministro Negromonte, que no meu governo tem sido respons&amp;#225;vel pela pol&amp;#237;tica de urbaniza&amp;#231;&amp;#227;o das favelas, saneamento e conten&amp;#231;&amp;#227;o de encostas - disse Dilma, acompanhada de outros seis ministros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Pal&amp;#225;cio do Planalto j&amp;#225; vinha montando nos &amp;#250;ltimos dias uma sa&amp;#237;da honrosa para Negromonte, principalmente para n&amp;#227;o ter problemas com o PP, um dos aliados mais fi&amp;#233;is do governo no Congresso. A avalia&amp;#231;&amp;#227;o feita h&amp;#225; algum tempo no n&amp;#250;cleo do governo &amp;#233; que a perman&amp;#234;ncia de Negromonte no governo j&amp;#225; n&amp;#227;o era poss&amp;#237;vel depois que ele perdeu a sustenta&amp;#231;&amp;#227;o pol&amp;#237;tica dentro da pr&amp;#243;pria bancada do PP.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dornelles: &quot;N&amp;#227;o discuto sucess&amp;#227;o&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um dos nomes cotados para substituir Negromonte &amp;#233; o do l&amp;#237;der da bancada, deputado Aguinaldo Ribeiro (PB). Nos &amp;#250;ltimos meses, ele passou a ter boa interlocu&amp;#231;&amp;#227;o com os ministros palacianos e &amp;#233; visto como um nome confi&amp;#225;vel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Aguinaldo j&amp;#225; foi avisado de que Dilma gostaria de conhec&amp;#234;-lo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Aguinaldo Ribeiro responde a duas a&amp;#231;&amp;#245;es no Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto desrespeito &amp;#224; Lei de Licita&amp;#231;&amp;#245;es enquanto era secret&amp;#225;rio de Agricultura da Para&amp;#237;ba. Para parlamentares de seu grupo pol&amp;#237;tico, o l&amp;#237;der da bancada do PP assegurou, mais de uma vez, que as a&amp;#231;&amp;#245;es foram originadas por quest&amp;#245;es administrativas e que n&amp;#227;o causariam constrangimento para a ocupa&amp;#231;&amp;#227;o de fun&amp;#231;&amp;#245;es de destaque, como a de ministro de Estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, o presidente do PP, senador Francisco Dornelles (RJ), foi cauteloso em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; sucess&amp;#227;o no Minist&amp;#233;rio das Cidades. Disse que ainda n&amp;#227;o foi chamado por Dilma para conversar sobre o assunto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O M&amp;#225;rio Negromonte tem o apoio do presidente do PP. Enquanto ele estiver no minist&amp;#233;rio, eu n&amp;#227;o discuto sucess&amp;#227;o - disse.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A conversa entre Dilma e Negromonte foi articulada pelo governador da Bahia, Jaques Wagner. H&amp;#225; um m&amp;#234;s, quando estava hospedada na Base Naval de Aratu, de f&amp;#233;rias, Dilma j&amp;#225; sinalizara, em encontro com o governador, que desejava substituir Negromonte. Diante disso, Jaques Wagner criou condi&amp;#231;&amp;#245;es para que o conterr&amp;#226;neo colocasse o cargo &amp;#224; disposi&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dilma tamb&amp;#233;m j&amp;#225; manisfestara ao governador sua inten&amp;#231;&amp;#227;o de tirar Jos&amp;#233; S&amp;#233;rgio Gabrielli da presid&amp;#234;ncia da Petrobras, e demonstrou insatisfa&amp;#231;&amp;#227;o com a gest&amp;#227;o da ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Pol&amp;#237;ticas de Promo&amp;#231;&amp;#227;o da Igualdade Racial. Os tr&amp;#234;s nomes s&amp;#227;o baianos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O evento de ontem na Bahia foi visto por aliados do governador como uma forma de Dilma prestigiar politicamente Wagner, diante da substitui&amp;#231;&amp;#227;o de nomes baianos do primeiro escal&amp;#227;o do governo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos &amp;#250;ltimos dias, o pr&amp;#243;prio Wagner declarou que n&amp;#227;o era respons&amp;#225;vel pela indica&amp;#231;&amp;#227;o do ministro baiano, mas, sim, o PP. At&amp;#233; ent&amp;#227;o, a estrat&amp;#233;gia de Negromonte era resistir no cargo. Recentemente, chegou a afirmar ao GLOBO que estava &quot;mais firme do que as pir&amp;#226;mides do Egito&quot;. Mas j&amp;#225; admitia a possibilidade de deixar o governo: &quot;Se estou numa festa, e est&amp;#225; todo mundo de cara feia para mim, vou embora&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, outro indicativo de que Negromonte est&amp;#225; prestes a deixar o governo foi a exonera&amp;#231;&amp;#227;o de mais um auxiliar seu, o chefe da Assessoria Parlamentar do Minist&amp;#233;rio das Cidades, Jo&amp;#227;o Ubaldo Coelho Dantas. Apesar das suspeitas de uso pol&amp;#237;tico do minist&amp;#233;rio para manter o controle da bancada, a argumenta&amp;#231;&amp;#227;o interna &amp;#233; que Dantas saiu do governo para disputar uma vaga de vice-prefeito nas elei&amp;#231;&amp;#245;es deste ano. A demiss&amp;#227;o foi divulgada ontem, no Di&amp;#225;rio Oficial, e &amp;#233; assinada pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Semana passada, foi demitido o chefe de gabinete de Negromonte, C&amp;#225;ssio Peixoto. Procurado pelo GLOBO, o ministro n&amp;#227;o retornou.&lt;br&gt;
Fonte :  Globo &lt;br&gt;
Data : 31/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:54:18 -0200</pubDate></item><item><title>PRIVATIZA&amp;#199;&amp;#195;O DE AEROPORTOS TEM SEMANA DECISIVA</title><description>Apetite estrangeiro  &lt;br&gt;
  &lt;br&gt;
Dez grupos de fora confirmam que v&amp;#227;o disputar aeroportos. Mas TCU ainda n&amp;#227;o deu aval para leil&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ogoverno est&amp;#225; otimista e pelo menos dez grupos j&amp;#225; fecharam acordos com operadores internacionais para participar, no pr&amp;#243;ximo dia 6, do leil&amp;#227;o dos aeroportos de Cumbica (Guarulhos), Viracopos (Campinas) e Juscelino Kubitschek (Bras&amp;#237;lia) - apesar dos cinco pedidos de impugna&amp;#231;&amp;#227;o do edital encaminhados &amp;#224; Ag&amp;#234;ncia Nacional de Avia&amp;#231;&amp;#227;o Civil (Anac) e da indefini&amp;#231;&amp;#227;o do Tribunal de Contas da Uni&amp;#227;o (TCU), que ainda n&amp;#227;o deu sinal verde ao processo. Grandes operadores de aeroportos de pa&amp;#237;ses como Estados Unidos, Fran&amp;#231;a, Alemanha, Su&amp;#237;&amp;#231;a, Espanha e Portugal j&amp;#225; fecharam sociedades com construtoras brasileiras, enquanto outros, como a indiana GMR e a turca TUV, ainda negociam parcerias. As propostas financeiras e as garantias dos grupos que participar&amp;#227;o do leil&amp;#227;o devem ser entregues &amp;#224; Anac na quinta-feira. At&amp;#233; l&amp;#225;, por&amp;#233;m, o governo ter&amp;#225; de vencer alguns obst&amp;#225;culos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hoje, at&amp;#233; o fim do dia, a Anac divulgar&amp;#225; no site oficial um comunicado com o resultado do julgamento de cinco atos de impugna&amp;#231;&amp;#227;o ao edital - apresentados por empresas que n&amp;#227;o concordaram com as explica&amp;#231;&amp;#245;es aos questionamentos que fizeram &amp;#224; Anac e querem mais tempo para atender &amp;#224;s exig&amp;#234;ncias do edital e entrar na disputa. A expectativa entre executivos e advogados que acompanham o processo &amp;#233; que a Comiss&amp;#227;o de Licita&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o acate os pedidos. Eles est&amp;#227;o certos tamb&amp;#233;m de que o governo est&amp;#225; preparado para enfrentar uma guerra de liminares caso algum grupo tente barrar a realiza&amp;#231;&amp;#227;o do leil&amp;#227;o nos tribunais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo fontes, as respostas da comiss&amp;#227;o de licita&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s contesta&amp;#231;&amp;#245;es n&amp;#227;o dever&amp;#227;o implicar altera&amp;#231;&amp;#245;es no texto do edital.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O edital foi bem maturado e n&amp;#227;o vai ter muita brecha (jur&amp;#237;dica) para contesta&amp;#231;&amp;#245;es - opina o advogado Rodrigo Pinto de Campos, do escrit&amp;#243;rio Aidar SBZ.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Anac recebeu 1.381 questionamentos do setor privado sobre o edital. A ata com as respostas foi publicada no in&amp;#237;cio da semana passada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas, se houver contesta&amp;#231;&amp;#227;o judicial, h&amp;#225; quem diga que a disputa pode ser prorrogada por um prazo de 30 dias. Um adiamento, agora, observam os analistas, for&amp;#231;aria o governo a postergar a privatiza&amp;#231;&amp;#227;o dos terminais do Gale&amp;#227;o (Rio), Confins (Belo Horizonte) e Recife/Manaus, cujo processo ter&amp;#225; in&amp;#237;cio em mar&amp;#231;o, para que o leil&amp;#227;o possa ser realizado ainda este ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
TCU fez ressalvas em dezembro&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas o passo mais delicado para o governo assegurar o leil&amp;#227;o do dia 6 ser&amp;#225; dado amanh&amp;#227;, quando os ministros do TCU se re&amp;#250;nem em plen&amp;#225;rio para analisar as modifica&amp;#231;&amp;#245;es nos termos econ&amp;#244;micos e financeiros do edital, pedidas &amp;#224; Anac em dezembro, e dar seu parecer sobre os aspectos jur&amp;#237;dicos e contratuais definidos para o leil&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O TCU dar&amp;#225; a palavra final sobre o edital, dir&amp;#225; se a licita&amp;#231;&amp;#227;o na forma como foi proposta tem condi&amp;#231;&amp;#245;es de prosseguir ou n&amp;#227;o - diz a advogada Cristiane Cordeiro von Ellenrieder, s&amp;#243;cia do escrit&amp;#243;rio FHCunha, que assessora um grupo que ir&amp;#225; ao leil&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cristiane lembra que o TCU teve pouco tempo para aprovar o edital, da mesma forma que o governo tamb&amp;#233;m teve de public&amp;#225;-lo imediatamente, e nem todas as modifica&amp;#231;&amp;#245;es solicitadas pelo tribunal foram atendidas integralmente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- A reuni&amp;#227;o de amanh&amp;#227; &amp;#233; um marco importante, porque em dezembro o TCU j&amp;#225; havia aprovado o processo com ressalvas - completa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apesar dos percal&amp;#231;os, o governo est&amp;#225; otimista e aposta que o plen&amp;#225;rio do TCU aprove o edital definitivo. Segundo interlocutores, poder&amp;#225; at&amp;#233; haver alguma determina&amp;#231;&amp;#227;o para que a Anac fa&amp;#231;a pequenas altera&amp;#231;&amp;#245;es no texto. Mas apenas retifica&amp;#231;&amp;#245;es que n&amp;#227;o exijam a prorroga&amp;#231;&amp;#227;o do leil&amp;#227;o, marcado para ocorrer em S&amp;#227;o Paulo. Sem o aval do &amp;#243;rg&amp;#227;o, o Executivo n&amp;#227;o pode prosseguir com a privatiza&amp;#231;&amp;#227;o dos terminais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O TCU teria apontado uma s&amp;#233;rie de inconsist&amp;#234;ncias no edital, mas a Casa Civil foi encarregada de discutir com a &amp;#225;rea t&amp;#233;cnica do Tribunal as quest&amp;#245;es apontadas, na tentativa de evitar altera&amp;#231;&amp;#245;es no cronograma. Mudan&amp;#231;as poderiam comprometer as obras da Copa, at&amp;#233; 2014.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre o grupos estrangeiros que correm para se habilitar ao leil&amp;#227;o, o indiano GMR avaliou a possibilidade de entrar sozinho na disputa. Operador de quatro aeroportos na &amp;#205;ndia, o GMR, agora, estaria pr&amp;#243;ximo de se associar &amp;#224; Invepar, empresa de investimentos em infraestrutura que tem a construtora baiana OAS e fundos de pens&amp;#227;o de estatais (Funcef, Petros e Previ) como s&amp;#243;cios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Empregados da Infraero questionam&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre as empresas nacionais, a novidade &amp;#233; a associa&amp;#231;&amp;#227;o das construtora Constran com o grupo Triunfo Participa&amp;#231;&amp;#245;es. Eles v&amp;#227;o formar um cons&amp;#243;rcio que ainda contar&amp;#225; com a Aeroservice (empresa de projetos para aeroportos) e a Egisavia, uma operadora francesa de aeroportos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- As cinco grandes (CCR, Odebrecht, Queiroz Galv&amp;#227;o, Ecorodovias e Invepar) gostariam que n&amp;#227;o houvesse outros concorrentes no leil&amp;#227;o. Mas hoje h&amp;#225; 13 grupos interessados e, na pior das hip&amp;#243;teses, esse n&amp;#250;mero vai baixar para dez ou 11 cons&amp;#243;rcios - diz o executivo de uma empresa envolvida na disputa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outra poss&amp;#237;vel fonte de problemas para os planos do governo de realizar de qualquer maneira o leil&amp;#227;o no dia 6 s&amp;#227;o os funcion&amp;#225;rios da Infraero. Na semana passada, empregados da estatal entraram com uma a&amp;#231;&amp;#227;o popular na 8&amp;#170; Vara de Justi&amp;#231;a Federal, em Campinas. Pelo edital, a Infraero ser&amp;#225; s&amp;#243;cia minorit&amp;#225;ria (com 49% do capital) das concession&amp;#225;rias privadas que vencerem os leil&amp;#245;es, e existe a possibilidade de seus funcion&amp;#225;rios terem uma fatia da sociedade. Mas quem decidir&amp;#225; se os empregados continuar&amp;#227;o trabalhando nos aeroportos privatizados ser&amp;#227;o os concession&amp;#225;rios. Caso sejam dispensados, os funcion&amp;#225;rios da Infraero ser&amp;#227;o transferidos para outro aeroporto mantido pela estatal.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo - Autor(es): ag&amp;#234;ncia o globo:Ronaldo D&quot;Ercole Geralda Doca &lt;br&gt;
Data :  31/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:53:58 -0200</pubDate></item><item><title>MINISTRO DOS PORTOS ESTAR&amp;#193; EM RIO GRANDE HOJE</title><description>Hoje, ter&amp;#231;a-feira, o ministro da Secretaria de Portos da Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica, Le&amp;#244;nidas Cristino, estar&amp;#225; em Rio Grande. A chegada no aeroporto do Munic&amp;#237;pio est&amp;#225; prevista para as 10h40min. &amp;#192;s 11h, ele ir&amp;#225; &amp;#224; Prefeitura, onde conversar&amp;#225; com o prefeito F&amp;#225;bio Branco. Ap&amp;#243;s, visitar&amp;#225; o porto rio-grandino, onde ir&amp;#225; conhecer a amplia&amp;#231;&amp;#227;o dos Molhes da Barra e conferir as &amp;#225;reas portu&amp;#225;rias que ser&amp;#227;o contempladas com outros projetos, como a moderniza&amp;#231;&amp;#227;o de 1.125 metros de cais do Porto Novo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A chegada do ministro ao porto rio-grandino est&amp;#225; prevista para as 11h40min. Le&amp;#244;nidas Cristino ser&amp;#225; recepcionado pela diretoria da Superintend&amp;#234;ncia do Porto do Rio Grande (SUPRG) com um almo&amp;#231;o. &amp;#192;s 14h10min, far&amp;#225; uma visita, por terra, ao cais do Porto Novo, acompanhado de representantes da comunidade portu&amp;#225;ria. O ministro ainda conhecer&amp;#225; a estrutura dos terminais, atrav&amp;#233;s de um passeio de lancha, e, depois, far&amp;#225; um sobrevoo para averiguar toda a infraestrutura do complexo portu&amp;#225;rio. &amp;#192;s 17h, dever&amp;#225; retornar a Bras&amp;#237;lia.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal Agora (RS)/Carmem Ziebell&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:53:46 -0200</pubDate></item><item><title>IN&amp;#205;CIO DA PRODU&amp;#199;&amp;#195;O DA OGX ATRASA DE NOVO</title><description>A previs&amp;#227;o &amp;#233; que, depois de estabilizada, a produ&amp;#231;&amp;#227;o seja de at&amp;#233; 20 mil barris di&amp;#225;rios &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O primeiro &amp;#243;leo da OGX, empresa de petr&amp;#243;leo do empres&amp;#225;rio Eike Batista, foi novamente adiado. O processo de produ&amp;#231;&amp;#227;o foi iniciado no s&amp;#225;bado, com a inje&amp;#231;&amp;#227;o de sequestrantes de oxig&amp;#234;nio (produtos qu&amp;#237;micos), e previa para ontem a sa&amp;#237;da de petr&amp;#243;leo do po&amp;#231;o Waimea, localizado no bloco BM-C-41, na bacia de Campos. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que, depois de estabilizada, a produ&amp;#231;&amp;#227;o seja de at&amp;#233; 20 mil barris di&amp;#225;rios. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O diretor-geral da OGX, Paulo Mendon&amp;#231;a, disse que os problemas foram resolvidos. &quot;Eu nem chamaria isso de atraso, ningu&amp;#233;m fez isso t&amp;#227;o r&amp;#225;pido como a gente.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mesmo sem cumprir o prazo previsto -primeiro, agosto de 2011, depois outubro e novembro- o tempo entre a aquisi&amp;#231;&amp;#227;o do bloco BM-C-41 e a produ&amp;#231;&amp;#227;o do primeiro &amp;#243;leo ser&amp;#225; recorde no Brasil. Outras empresas, inclusive a Petrobras, levaram pelo menos tr&amp;#234;s anos para iniciar a produ&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A OGX vai estrear no sexto lugar entre as 25 maiores produtoras de petr&amp;#243;leo no Brasil, abaixo de Petrobras, Chevron, Shell, Statoil e BP. &lt;br&gt;
Fonte : Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:53:30 -0200</pubDate></item><item><title>HRT INICIA PERFURA&amp;#199;&amp;#195;O DE PO&amp;#199;O NA BACIA DO SOLIM&amp;#213;ES</title><description>RIO - A HRT deu in&amp;#237;cio, em 29 de janeiro, &amp;#224; perfura&amp;#231;&amp;#227;o do po&amp;#231;o 4-HRT-7D-AM, no prospecto Igarap&amp;#233; Maria, Bloco SOL-T-194, no munic&amp;#237;pio de Coari (AM), localizado na bacia do Solim&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A loca&amp;#231;&amp;#227;o visa testar uma posi&amp;#231;&amp;#227;o estrutural mais elevada em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao po&amp;#231;o 1-HRT-4-AM, descobridor de g&amp;#225;s e condensado, atrav&amp;#233;s de um po&amp;#231;o direcional&quot;, diz a nota divulgada pela empresa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O po&amp;#231;o est&amp;#225; sendo perfurado pela sonda Tuscany-116, com previs&amp;#227;o de atingir a profundidade final em torno de 3.150 metros com afastamento horizontal de 1.200 metros, em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao po&amp;#231;o 1-HRT-4-AM. Os objetivos principais desta perfura&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#227;o os reservat&amp;#243;rios da Forma&amp;#231;&amp;#227;o Juru&amp;#225;.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:53:17 -0200</pubDate></item><item><title>EMPREITEIRA BRASILEIRA CONSTR&amp;#211;I NOVO PORTO EM CUBA E GERA 8 MIL EMPREGOS</title><description>A presidente Dilma Rousseff &amp;#233; recebida pelo ministro das Rela&amp;#231;&amp;#245;es Exteriores de Cuba, Bruno Rodrigues Parillas, ao desembarcar no aeroporto de Havana&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Num pa&amp;#237;s em que o Estado &amp;#233; o principal empregador, a constru&amp;#231;&amp;#227;o do porto de Mariel por uma construtora brasileira deve gerar aproximadamente 8.000 empregos diretos e indiretos em Cuba. A presidente Dilma Rousseff visitar&amp;#225; hoje &amp;#224; tarde o canteiro de obras da construtora Norberto Odebrecht, distante cerca de 50 quil&amp;#244;metros da capital cubana.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dilma chegou a Havana ontem no fim da tarde. Ao desembarcar, vestia um terninho preto e aparentava bom humor. Foi recebida pelo chanceler cubano Bruno Rodrigues Parillas e seguiu direto para o hotel, onde fica hospedada at&amp;#233; amanh&amp;#227;, quando segue para o Haiti. N&amp;#227;o havia compromisso oficial marcado para a noite. A agenda oficial come&amp;#231;a hoje, mas h&amp;#225; expectativa de um encontro, a qualquer momento, com Fidel Castro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, a Odebrecht j&amp;#225; emprega 2.700 cubanos. At&amp;#233; 2014, prazo estipulado para a conclus&amp;#227;o das obras do porto, deve chegar a 8.000 postos de trabalhos criados - 3.000 diretos e 5.000 indiretos. &amp;#201; uma ajuda importante no processo de abertura da economia cubana, onde o Estado era at&amp;#233; bem pouco tempo o &amp;#250;nico empregador.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; os taxis que circulam por Havana s&amp;#227;o de propriedade do Estado. Os motoristas recebem mensalmente 20 pesos convers&amp;#237;veis (cada peso convers&amp;#237;vel vale US$ 0,82). Ao fim de cada jornada de trabalho, entregam 78 pesos convers&amp;#237;veis para o Estado, mas ficam com o que faturarem a mais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Recentemente foi permitida a circula&amp;#231;&amp;#227;o de t&amp;#225;xis particulares, os cocot&amp;#225;xis (motocicleta com formato de um coco) e bicit&amp;#225;xis (como o nome diz, bicicletas adaptadas para transportar dois passageiros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O porto de Mariel, importante para o futuro da economia cubana, ser&amp;#225; um terminal internacional de cont&amp;#234;ineres e ser&amp;#227;o investidos, em quatro anos, aproximadamente US$ 957 milh&amp;#245;es - US$ 682 milh&amp;#245;es financiados pelo governo brasileiro e o restante pelo governo cubano. As obras foram iniciadas no primeiro trimestre de 2010.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O projeto prev&amp;#234; a constru&amp;#231;&amp;#227;o de 18 km de rodovias e quase 13 km de vias ferrovi&amp;#225;rias. Ser&amp;#225; realizada tamb&amp;#233;m a reabilita&amp;#231;&amp;#227;o de mais de 30 km de estradas, al&amp;#233;m da dragagem do canal de entrada e da bacia de manobras do futuro terminal. Tamb&amp;#233;m ser&amp;#227;o constru&amp;#237;dos 700 metros de cais para o terminal de cont&amp;#234;ineres, um centro de carga e p&amp;#225;tios, redes de abastecimento de &amp;#225;gua e tratamento de res&amp;#237;duos, al&amp;#233;m de toda infraestrutura para o fornecimento de energia el&amp;#233;trica.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:53:02 -0200</pubDate></item><item><title>CANAL DO PANAM&amp;#193; IGNORA CRISE E CRESCE 17,5%</title><description>Obras de amplia&amp;#231;&amp;#227;o, previstas para terminar em 2014, devem dobrar a capacidade do Canal do Panam&amp;#225;. Previs&amp;#227;o &amp;#233; chegar a faturar US$ 6 bilh&amp;#245;es em 2025&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mesmo num per&amp;#237;odo de turbul&amp;#234;ncias no mercado internacional, como foi 2011, o tr&amp;#226;nsito no Canal do Panam&amp;#225; cresceu e o faturamento avan&amp;#231;ou 17,5% no ano fiscal terminado em setembro, em rela&amp;#231;&amp;#227;o aos doze meses anteriores. A receita, de US$ 2,3 bilh&amp;#245;es, foi a maior j&amp;#225; registrada at&amp;#233; hoje pelo canal que liga os oceanos Atl&amp;#226;ntico e Pac&amp;#237;fico. Com o novo patamar, no entanto, a proje&amp;#231;&amp;#227;o para 2012 &amp;#233; aumentar em apenas 3% a carga transportada e faturar US$ 2,4 bilh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o diretor financeiro da Administra&amp;#231;&amp;#227;o do Canal do Panam&amp;#225; (ACP), Francisco Miguez, o neg&amp;#243;cio n&amp;#227;o foi significativamente afetado pela crise financeira porque mudan&amp;#231;as no padr&amp;#227;o de com&amp;#233;rcio compensaram as perdas. &quot;Quando um mercado vai mal, outros tendem a subir&quot;, diz Miguez. Como o canal opera 144 rotas, sua fonte de receita &amp;#233; diversificada. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ACP observa com aten&amp;#231;&amp;#227;o a recupera&amp;#231;&amp;#227;o da economia americana. Os Estados Unidos s&amp;#227;o respons&amp;#225;veis por 60% dos neg&amp;#243;cios do canal. A recess&amp;#227;o levou &amp;#224; diminui&amp;#231;&amp;#227;o do n&amp;#237;vel de consumo no pa&amp;#237;s, e o fluxo de carga atrav&amp;#233;s do canal e com destino ao territ&amp;#243;rio americano diminuiu 6,4% no &amp;#250;ltimo ano fiscal. Por outro lado, aumentou o tr&amp;#226;nsito de uma costa &amp;#224; outra dos EUA e em dire&amp;#231;&amp;#227;o a outros mercados, como a &amp;#193;sia, resultando num saldo positivo de 6,9%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A carga que veio ou foi para a China - segundo mercado para o canal - avan&amp;#231;ou 21,8%. Enquanto isso, o fluxo com origem e destino no Brasil deu um salto de 37%, elevando o pa&amp;#237;s da 14&amp;#170; para a 13&amp;#170; posi&amp;#231;&amp;#227;o no ranking. Para Miguez, &quot;o Brasil tem potencial para ser um s&amp;#243;cio mais importante. A rela&amp;#231;&amp;#227;o geogr&amp;#225;fica ainda n&amp;#227;o est&amp;#225; sendo explorada como deve ser&quot;. De acordo com o executivo, &quot;se o Panam&amp;#225; for visto como muito mais do que um canal, abre-se para o Brasil a possibilidade de converter o Panam&amp;#225; em seu centro principal de distribui&amp;#231;&amp;#227;o, pela posi&amp;#231;&amp;#227;o geogr&amp;#225;fica do pa&amp;#237;s&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Canal do Panam&amp;#225; &amp;#233; formado por duas vias de 80 quil&amp;#244;metros de extens&amp;#227;o, com tr&amp;#234;s jogos de eclusas cada uma. As eclusas funcionam como elevadores de &amp;#225;gua para subir as embarca&amp;#231;&amp;#245;es ao n&amp;#237;vel do lago Gat&amp;#250;n, a 26 metros sobre o mar, e depois baix&amp;#225;-las ao n&amp;#237;vel do mar. Com previs&amp;#227;o para terminar em 2014, a obra de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do canal, que est&amp;#225; em curso, vai adicionar uma terceira pista de eclusas de maior tamanho para aumentar o tr&amp;#226;nsito de embarca&amp;#231;&amp;#245;es e permitir a passagem de navios maiores do que as vias suportam hoje. O valor das obras &amp;#233; de US$ 5,2 bilh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; agora, 30% do projeto foi conclu&amp;#237;do. A nova estrutura deve dobrar a capacidade de carga que transita pelo canal. Hoje, os navios que passam pelo local levam at&amp;#233; 4,6 mil cont&amp;#234;ineres e, ao t&amp;#233;rmino da obra, poder&amp;#227;o transportar at&amp;#233; 12 mil. Segundo Miguez, o canal pode faturar acima de US$ 6 bilh&amp;#245;es em 2025, &quot;dependendo do crescimento do mercado&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O canal n&amp;#227;o cobra por embarca&amp;#231;&amp;#227;o, e sim pela capacidade do navio e a carga que ele transporta. Todo dia, cerca de 40 barcos passam pelo canal. A m&amp;#233;dia de faturamento por passagem &amp;#233; de US$ 100 mil, e o maior valor pago at&amp;#233; hoje foi US$ 400 mil. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hoje, o Canal do Panam&amp;#225; representa cerca de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) do pa&amp;#237;s. No passado, j&amp;#225; foi respons&amp;#225;vel por 60% da economia, que se diversificou com o crescimento de outros setores, como o turismo, a ind&amp;#250;stria banc&amp;#225;ria, a constru&amp;#231;&amp;#227;o civil, a avia&amp;#231;&amp;#227;o e a Zona Livre de Col&amp;#243;n, a segunda maior do mundo, depois de Hong Kong.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:52:39 -0200</pubDate></item><item><title>LEIL&amp;#195;O RE&amp;#218;NE GRUPOS DE QUATRO CONTINENTES</title><description>Um dos aeroportos que ser&amp;#227;o privatizados, o de Guarulhos (na regi&amp;#227;o metropolitana de S&amp;#227;o Paulo) movimenta, sozinho, 26,8 milh&amp;#245;es de passageiros ao ano &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos &amp;#250;ltimos anos, poucos pa&amp;#237;ses tiveram um crescimento t&amp;#227;o acentuado no setor da avia&amp;#231;&amp;#227;o civil quanto o Brasil. Somada &amp;#224; urg&amp;#234;ncia dos eventos esportivos de 2014 e 2016, a forte demanda levou o governo a realizar as concess&amp;#245;es de aeroportos e, assim, despertou em peso o interesse da iniciativa privada a um mercado com receita l&amp;#237;quida de R$ 2,6 bilh&amp;#245;es anualmente e ritmo de expans&amp;#227;o tr&amp;#234;s vezes superior ao da m&amp;#233;dia mundial. Daqui a dois dias, grupos empresariais de quatro continentes entregam suas ofertas ao governo na tentativa de abocanhar parte dessas oportunidades. O resultado s&amp;#243; sai depois, no dia 6 de fevereiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um dos aeroportos que ser&amp;#227;o privatizados, o de Guarulhos (na regi&amp;#227;o metropolitana de S&amp;#227;o Paulo) movimenta, sozinho, 26,8 milh&amp;#245;es de passageiros ao ano - quase o mesmo que os sete aeroportos administrados por uma das interessadas em sua concess&amp;#227;o, a ANA Aeroportos de Portugal. Tamb&amp;#233;m movimenta mais que o aeroporto de Zurique, administrado pela Flughafen Zurich AG - outra concorrente. Em 2010, o crescimento, o crescimento da avia&amp;#231;&amp;#227;o civil no Brasil foi de 21,3% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano anterior, muito acima do 6,6% de crescimento mundial. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os n&amp;#250;meros brasileiros chamaram a aten&amp;#231;&amp;#227;o das empresas estrangeiras antes mesmo de o governo federal exigir a participa&amp;#231;&amp;#227;o delas nos cons&amp;#243;rcios participantes (o edital obriga as sociedades a terem pelo menos 10% das a&amp;#231;&amp;#245;es sob propriedade de um operador de aeroporto com movimenta&amp;#231;&amp;#227;o superior a cinco milh&amp;#245;es de passageiros por ano em pelo menos um dos &amp;#250;ltimos 10 anos, e essa experi&amp;#234;ncia s&amp;#243; existe entre as empresas de fora). Entre as nove sociedades j&amp;#225; confirmadas, segundo apurou o Valor, pelo menos quatro tinham firmado memorandos de entendimento com companhias de fora para estudar os editais antes da exig&amp;#234;ncia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Embora haja grande interesse, algumas empresas brasileiras reivindicam mais tempo para fechar as sociedades. &quot;Ser&amp;#227;o s&amp;#243; 45 dias entre a divulga&amp;#231;&amp;#227;o do edital e a entrega de propostas. Essas negocia&amp;#231;&amp;#245;es demoram, trata-se de um casamento, e com comunh&amp;#227;o de bens&quot;, diz Claudia Bonelli, advogada do escrit&amp;#243;rio TozziniFreire. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hoje, os interessados nos terminais brasileiros podem ser divididos em cinco grupos - representantes europeus (como Reino Unido, Alemanha, Su&amp;#237;&amp;#231;a, Portugal e Espanha), asi&amp;#225;ticos (Cingapura), pelo menos uma americana e representantes de regi&amp;#245;es em desenvolvimento (da &amp;#193;frica do Sul e da Argentina). A maioria evita dar detalhes da composi&amp;#231;&amp;#227;o dos cons&amp;#243;rcios, do apetite e at&amp;#233; mesmo da efetiva participa&amp;#231;&amp;#227;o no leil&amp;#227;o - embora admitam estudar os projetos brasileiros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um dos primeiros a anunciar parceria local foi o grupo alem&amp;#227;o Fraport, que participa direta ou indiretamente da gest&amp;#227;o de 13 aeroportos pelo mundo. H&amp;#225; quatro meses, fechou parceria com o grupo especializado em concess&amp;#245;es de estradas EcoRodovias. Por contar com um dos mais lucrativos operadores internacionais (&amp;#128; 271 milh&amp;#245;es anuais), e ainda ter como parceiro um grupo brasileiro com baixo endividamento e caixa forte (R$ 750 milh&amp;#245;es dispon&amp;#237;veis), a sociedade composta por 50% de a&amp;#231;&amp;#245;es de cada grupo &amp;#233; considerada hoje uma das mais fortes para o leil&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Caso abocanhe a concess&amp;#227;o, Guarulhos seria o terceiro aeroporto mais movimentado no portf&amp;#243;lio da Fraport, depois de Frankfurt, na Alemanha; e de Nova D&amp;#233;li, na &amp;#205;ndia. Felix von Berg, diretor de projetos da Fraport, diz que a presen&amp;#231;a da Infraero na sociedade que ir&amp;#225; gerir os aeroportos n&amp;#227;o chega a ser uma novidade nas opera&amp;#231;&amp;#245;es do grupo. &quot;Na &amp;#205;ndia, nossa sociedade que administra o aeroporto tem 23% de participa&amp;#231;&amp;#227;o de um agente governamental. Funciona&quot;, diz. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre os europeus, tamb&amp;#233;m promete entrar com apetite na disputa a BAA - descendente da extinta British Airports Authority, empresa privatizada em 1987 pelo governo brit&amp;#226;nico. Com lucro l&amp;#237;quido de mais de US$ 800 milh&amp;#245;es anualmente, firmou sociedade com o banco BTG Pactual e com o grupo brasileiro Queiroz Galv&amp;#227;o. Desde 2006, a empresa &amp;#233; controlada pela espanhola especializada em infraestrutura Ferrovial - que a comprou por US$ 19 bilh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tamb&amp;#233;m j&amp;#225; est&amp;#225; confirmada a presen&amp;#231;a da CCR (dos grupos Andrade Gutierrez e Camargo Corr&amp;#234;a) com a parceira de longa data Flughafen Zurich AG, operadora do aeroporto de Zurique, na Su&amp;#237;&amp;#231;a. &quot;A empresa [CCR] est&amp;#225; plenamente preparada para apresentar suas propostas&quot;, informou o grupo por meio de nota. A Zurich assessora os acionistas Camargo e Andrade no projeto de um terceiro aeroporto em S&amp;#227;o Paulo. Fontes do setor acreditam que a A&amp;#233;roports de Paris (ADP) tamb&amp;#233;m vai participar do processo, em parceria com a Carioca Engenharia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Oriundos de regi&amp;#245;es hoje turbulentas da Europa tamb&amp;#233;m podem marcar presen&amp;#231;a na disputa. Particularmente curioso &amp;#233; o interesse da espanhola Aena e da portuguesa ANA Aeroportos de Portugal no Brasil, visto que as duas tiveram suas privatiza&amp;#231;&amp;#245;es cogitadas pelos governos de cada pa&amp;#237;s. Empresas brasileiras, inclusive (como a CCR), t&amp;#234;m interesse nas europeias. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo espanhol pretendia fazer a venda de 49% da estatal espanhola, que geraria &amp;#128; 8 milh&amp;#245;es para os cofres p&amp;#250;blicos. A privatiza&amp;#231;&amp;#227;o, no entanto, foi suspensa por conta da crise na Europa e da consequente subvaloriza&amp;#231;&amp;#227;o dos ativos. Com resultado l&amp;#237;quido negativo, a Aena estuda os editais brasileiros em parceria com a OHL Brasil. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; a privatiza&amp;#231;&amp;#227;o da portuguesa ANA avan&amp;#231;a. Representantes do governo disseram neste m&amp;#234;s que as regras para a disputa ser&amp;#227;o lan&amp;#231;adas ainda no primeiro semestre. A companhia ib&amp;#233;rica administra 27,6 milh&amp;#245;es passageiros anualmente e pretende disputar os terminais brasileiros em parceria com as brasileiras ATP, CVS e Encalso e as argentinas Cartellone e CCI. &quot;A parceria est&amp;#225; confirmada, embora possam entrar mais parceiros. Estamos estudando&quot;, diz Luciano Amadio Filho, presidente da CVS. Mas os resultados n&amp;#227;o t&amp;#227;o expressivos da empresa portuguesa podem enfraquecer o cons&amp;#243;rcio na disputa. Seu resultado l&amp;#237;quido, &amp;#128; 55 milh&amp;#245;es, &amp;#233; praticamente um quinto do da Fraport. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A disputa contar&amp;#225; com operadores internacionais de primeiro n&amp;#237;vel. A Changi, de Cingapura, administra o melhor aeroporto do mundo segundo a organiza&amp;#231;&amp;#227;o independente Skytrax. As propostas para os terminais brasileiros est&amp;#227;o sendo estudadas em sociedade com a Odebrecht Transport. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A brasileira Fidens Engenharia firmou parceria com a operadora americana ADC &amp; HAS, s&amp;#243;cia da Andrade Gutierrez em outros projetos e que chegou a covnersar com a Odebrecht. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
N&amp;#227;o s&amp;#243; europeus e americanos est&amp;#227;o na disputa. Representantes de pa&amp;#237;ses em desenvolvimento tamb&amp;#233;m prometem marcar presen&amp;#231;a no leil&amp;#227;o. Executivos do grupo indiano especializado em infraestrutura GMR (sigla para Grandhi Mallikarjuna Rao, fundador) levantavam, at&amp;#233; h&amp;#225; poucos dias, poss&amp;#237;veis sociedades com empresas brasileiras. &quot;Estamos em conversas. N&amp;#227;o fechamos parcerias, mas isso pode acontecer at&amp;#233; a v&amp;#233;spera da entrega das propostas&quot;, diz Kamesh Rao, diretor operacional da GMR. Algumas empresas enviaram questionamentos &amp;#224; Anac, como a Airports Company South Africa (ACSA), e tamb&amp;#233;m s&amp;#227;o vistas como interessadas. Causa suspense no mercado o apetite do argentino Corporaci&amp;#243;n Am&amp;#233;rica. Concession&amp;#225;rio de 33 aeroportos na Argentina, estuda os projetos brasileiros em parceria com o brasileiro Engevix. A sociedade foi vencedora do leil&amp;#227;o do Aeroporto de S&amp;#227;o Gon&amp;#231;alo do Amarante (no RN) - no ano passado, com &amp;#225;gio de 228,8% sobre o pre&amp;#231;o m&amp;#237;nimo.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:52:19 -0200</pubDate></item><item><title>GRUPO LAN&amp;#199;A TERMINAL PORTU&amp;#193;RIO NO ESP&amp;#205;RITO SANTO</title><description>O terminal ficar&amp;#225; a 130 km da Grande Vit&amp;#243;ria e a 250 km da regi&amp;#227;o de Maca&amp;#233;, no Estado do Rio, o maior polo do setor no pa&amp;#237;s &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um grupo de investidores ligados aos ramos de engenharia e log&amp;#237;stica est&amp;#225; desenvolvendo um projeto que prev&amp;#234; a constru&amp;#231;&amp;#227;o no sul do Esp&amp;#237;rito Santo de um terminal mar&amp;#237;timo de apoio a atividades de explora&amp;#231;&amp;#227;o e produ&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; apresentado ao governo capixaba e com o processo de licenciamento ambiental em curso, o empreendimento ser&amp;#225; um ponto de conex&amp;#227;o da cadeia de fornecedores de materiais e prestadores de servi&amp;#231;os com as opera&amp;#231;&amp;#245;es offshore nas bacias de Campos e do Esp&amp;#237;rito Santo - as mais pr&amp;#243;ximas do terminal, a ser instalado no munic&amp;#237;pio de Itapemirim. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O terminal ficar&amp;#225; a 130 km da Grande Vit&amp;#243;ria e a 250 km da regi&amp;#227;o de Maca&amp;#233;, no Estado do Rio, o maior polo do setor no pa&amp;#237;s. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O in&amp;#237;cio das obras est&amp;#225; previsto para julho de 2013. Ap&amp;#243;s isso, ser&amp;#227;o de 18 a 24 meses para o in&amp;#237;cio das opera&amp;#231;&amp;#245;es e um aporte de recursos de aproximadamente R$ 450 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para a opera&amp;#231;&amp;#227;o do terminal, foi constitu&amp;#237;da uma sociedade de prop&amp;#243;sito espec&amp;#237;fico, a Itaoca Offshore, que abriga investidores financeiros, al&amp;#233;m de empresas de constru&amp;#231;&amp;#227;o e opera&amp;#231;&amp;#227;o log&amp;#237;stica. A dire&amp;#231;&amp;#227;o da Itaoca n&amp;#227;o divulga os nomes dos s&amp;#243;cios, mas adianta que a construtora mineira Diedro lidera a ala dos investidores ligados &amp;#224; &amp;#225;rea de engenharia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m de 12 ber&amp;#231;os de atraca&amp;#231;&amp;#227;o, o terminal ter&amp;#225; inicialmente pelo menos 300 mil metros quadrados de &amp;#225;rea para armazenagem de materiais, insumos e equipamentos. Isso inclui a capacidade para estocar mais de 3 milh&amp;#245;es de litros de diesel usado por frotas de navios, sondas e plataformas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fora o aporte dos atuais investidores e, possivelmente, futuros s&amp;#243;cios, a empresa vai buscar, entre as alternativas de financiamento, recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico e Social (BNDES) ou de ag&amp;#234;ncias internacionais de fomento &amp;#224; infraestrutura. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;As fontes de financiamento j&amp;#225; foram identificadas e o projeto est&amp;#225; sendo apresentado a elas&quot;, afirma Leonardo Horta, diretor da Itaoca e conselheiro da Diedro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As proje&amp;#231;&amp;#245;es da companhia apontam para um faturamento bruto de R$ 250 milh&amp;#245;es, a partir de 2017, com os servi&amp;#231;os que ser&amp;#227;o prestados no terminal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m da demanda adicional gerada pela explora&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo na camada do pr&amp;#233;-sal, estimula o investimento a insufici&amp;#234;ncia de terminais para atender &amp;#224;s necessidades por servi&amp;#231;os log&amp;#237;sticos da ind&amp;#250;stria petroleira. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a Itaoca, o n&amp;#250;mero de ber&amp;#231;os de atraca&amp;#231;&amp;#227;o dispon&amp;#237;veis para as bacias de Campos e do Esp&amp;#237;rito Santo - atualmente s&amp;#227;o 20 - n&amp;#227;o dar&amp;#225; conta para uma demanda que dever&amp;#225; dobrar at&amp;#233; 2020. &quot;Existe uma demanda reprimida quase que &amp;#243;bvia&quot;, avalia Horta. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fora isso, a empresa ainda aposta que a localiza&amp;#231;&amp;#227;o estrat&amp;#233;gica permitir&amp;#225; vantagens competitivas ao terminal. A Itaoca diz que est&amp;#225; geograficamente melhor posicionada do que a concorr&amp;#234;ncia para atender 75% dos blocos licitados nas duas bacias. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A prolifera&amp;#231;&amp;#227;o de campanhas explorat&amp;#243;rias - seja em &amp;#225;guas rasas, seja no pr&amp;#233;-sal - fomenta novos investimentos de operadores log&amp;#237;sticos na regi&amp;#227;o. Al&amp;#233;m da Itaoca, a americana Edison Chouest Offshore j&amp;#225; anunciou o plano de instalar em Itapemirim um terminal para as opera&amp;#231;&amp;#245;es petroleiras offshore. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com a dire&amp;#231;&amp;#227;o da Itaoca, empresas da Noruega e da Holanda j&amp;#225; demonstraram interesse em entrar na sociedade. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Horta diz que o empreendimento nasce sem qualquer incentivo fiscal, mas o governo capixaba manifestou o compromisso de investir na infraestrutura de apoio - como melhora de acessos - ao redor do terminal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O empreendimento prev&amp;#234; a cria&amp;#231;&amp;#227;o de mil postos de trabalho durante a fase de implanta&amp;#231;&amp;#227;o. A partir de 2014, ser&amp;#227;o 500 empregados diretos na opera&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:52:03 -0200</pubDate></item><item><title>ALL INVESTIR&amp;#193; AT&amp;#201; R$ 30 MI NA MALHA FERROVI&amp;#193;RIA DA REGI&amp;#195;O DE ARARAQUARA</title><description>S&amp;#227;o Paulo - A Am&amp;#233;rica Latina Log&amp;#237;stica (ALL), companhia do setor ferrovi&amp;#225;rio que opera no Estado de S&amp;#227;o Paulo, anunciou que far&amp;#225; um aporte de R$ 30 milh&amp;#245;es em 2012 para a revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o de linhas, m&amp;#225;quinas e equipamentos na regi&amp;#227;o paulista de Araraquara, devido ao potencial log&amp;#237;stico do munic&amp;#237;pio. -&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Rafael Kottel, gerente da unidade local da empresa, e Evandro Abreu de Souza, respons&amp;#225;vel pela seguran&amp;#231;a e meio ambiente da mesma, hoje a ALL responde por 300 empregos diretos na cidade e promete gerar ainda mais em 2012. &quot;N&amp;#227;o sabemos quantos postos surgir&amp;#227;o, mas projetamos um crescimento de 12% a 20% neste ano. Na primeira quinzena de janeiro, 56 pessoas j&amp;#225; foram contratadas&quot;, disse Kottel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os representantes da ALL apostam que, para o Brasil tornar-se o maior exportador mundial de gr&amp;#227;os, a produ&amp;#231;&amp;#227;o precisa ser escoada, em especial via ferrovias. Araraquara ter&amp;#225; um papel cada vez mais fundamental neste processo, em raz&amp;#227;o de sua localiza&amp;#231;&amp;#227;o privilegiada. &quot;Hoje, toda a produ&amp;#231;&amp;#227;o de a&amp;#231;&amp;#250;car de S&amp;#227;o Paulo, por exemplo, depende da linha f&amp;#233;rrea de Araraquara para chegar ao porto de Santos&quot;, observam os executivos. O secret&amp;#225;rio de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico de Araraquara, Jos&amp;#233; Roberto Cardozo, diz que o potencial log&amp;#237;stico da cidade tem sido o principal motor de sua expans&amp;#227;o: &quot;Nossa localiza&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; excelente, bem no meio do Estado&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Palestras&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por falar na Am&amp;#233;rica Latina Log&amp;#237;stica, o presidente da Brado Log&amp;#237;stica (empresa de cont&amp;#234;ineres criada pela ALL), Jos&amp;#233; Luis Demeterco, e o diretor financeiro da organiza&amp;#231;&amp;#227;o, Alan Fuchs, estar&amp;#227;o no encontro InfraBrasil Expo&amp;Summit 2012, que come&amp;#231;ou ontem e vai at&amp;#233; amanh&amp;#227; no WTC Convention Center, em S&amp;#227;o Paulo. Demeterco estar&amp;#225; hoje no evento, para apresentar a palestra &quot;O Futuro das Ferrovias: O Potencial do Mercado de Cont&amp;#234;ineres no Brasil&quot;, na qual abordar&amp;#225; a competitividade e o potencial do mercado de cargas por ferrovias. Amanh&amp;#227;, Fuchs vai expor o estudo de caso &quot;O Novo Vag&amp;#227;o Ferrovi&amp;#225;rio da Brado Log&amp;#237;stica: O AmaxLong e a Otimiza&amp;#231;&amp;#227;o no Transporte de Cont&amp;#234;ineres&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Brado atua no mercado de cont&amp;#234;ineres brasileiro e no Mercosul, oferecendo opera&amp;#231;&amp;#245;es de transporte intermodal rodoferrovi&amp;#225;rio, armazenagem de cargas reefer e dry, distribui&amp;#231;&amp;#227;o, frota pr&amp;#243;pria, terminais de cont&amp;#234;ineres, redex, vigiagro e habilita&amp;#231;&amp;#245;es para os mercados internacionais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Brado opera em vinte terminais intermodais rodoferrovi&amp;#225;rios, cinco armaz&amp;#233;ns frigorificados e quatro secos, localizados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paran&amp;#225;, S&amp;#227;o Paulo, Mato Grosso e Mercosul (nas cidades argentinas de Z&amp;#225;rate, Palmira e na capital, Buenos Aires), al&amp;#233;m de possuir uma esta&amp;#231;&amp;#227;o aduaneira interior (Eadi) em Bauru (SP).&lt;br&gt;
Fonte: DCI/Alex Ricciardi&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:51:47 -0200</pubDate></item><item><title>EIKE N&amp;#195;O FEZ SEU IMP&amp;#201;RIO COM DIVIDENDOS: UM CHOQUE DE TESES  FONTE: VALOR ECON&amp;#212;MICO</title><description>Nos extremos, temos duas teses de investimento. De um lado, companhias pr&amp;#233;-operacionais com gera&amp;#231;&amp;#227;o de caixa incipiente e, por isso, com baixa distribui&amp;#231;&amp;#227;o de dividendos. Os empreendimentos de Eike Batista s&amp;#227;o o melhor exemplo. De outro, companhias maduras com investimentos moderados e generosa gera&amp;#231;&amp;#227;o de caixa. Qual tese escolher &amp;#233; uma decis&amp;#227;o individual. Mas ser&amp;#225; que a virtude n&amp;#227;o est&amp;#225; no meio?&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A&amp;#231;&amp;#245;es de empresas pr&amp;#233;-operacionais apresentam maior risco e, em tese, possibilidade de maior retorno. A gera&amp;#231;&amp;#227;o de caixa ainda est&amp;#225; distante, o que reduz a confiabilidade das estimativas. Comentei esses aspectos no post &quot;A an&amp;#225;lise das empresas de Eike pelo fluxo de caixa descontado&quot;, de 20 de janeiro. S&amp;#227;o op&amp;#231;&amp;#245;es de investimento para acionistas mais agressivos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por outro lado, noto uma prefer&amp;#234;ncia dos investidores individuais pelas companhias boas pagadoras de dividendos. Embora o hist&amp;#243;rico de dividendos distribu&amp;#237;dos deva ser monitorado, esse n&amp;#227;o pode ser o &amp;#250;nico aspecto observado. Alguns pontos v&amp;#234;m sendo negligenciados:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
1) Custo de oportunidade &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na reportagem, &quot;Fundos jogam na &apos;retranca&apos; e superam retorno do CDI&quot;, do Valor de 27 de janeiro, a rep&amp;#243;rter Natalia Viri mostra que, dos cerca de 400 fundos de a&amp;#231;&amp;#245;es analisados, apenas dez superaram o CDI em 2011. A maior parte desses fundos s&amp;#227;o carteiras de dividendos ou focados no setor de energia el&amp;#233;trica e tiveram rentabilidade variando entre 12,4% a 19,8%, com mediana de 13,0%. Foram bons investimentos? Se compararmos com t&amp;#237;tulos p&amp;#250;blicos, n&amp;#227;o. Em 2011, o &amp;#237;ndice IRF-M, que calcula a rentabilidade de uma carteira de t&amp;#237;tulos p&amp;#250;blicos prefixados, teve retorno de 14,6%; o IMA-B, com um portf&amp;#243;lio de t&amp;#237;tulos indexados ao desempenho do IPCA, registrou 15,3%; e o IMA-S, carteira de t&amp;#237;tulos p&amp;#250;blicos atrelados &amp;#224; taxa Selic, marcou 11,7%;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
2) Pr&amp;#234;mio de risco para as a&amp;#231;&amp;#245;es &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A rentabilidade com a&amp;#231;&amp;#245;es deve apresentar um pr&amp;#234;mio sobre o desempenho dos t&amp;#237;tulos p&amp;#250;blicos. N&amp;#227;o basta que os ativos apresentem a mesma rentabilidade. O ganho obtido com a&amp;#231;&amp;#245;es deve apresentar um adicional sobre a rentabilidade dos t&amp;#237;tulos p&amp;#250;blicos, chamado de &quot;equity-risk premium&quot;, pois o mercado acion&amp;#225;rio &amp;#233; mais arriscado. Os pap&amp;#233;is p&amp;#250;blicos s&amp;#227;o considerados como &quot;livres de risco&quot;, embora tamb&amp;#233;m tenham um risco associado. Sob um ponto de vista de risco-retorno, at&amp;#233; mesmo o &amp;#237;ndice IMA-S foi um melhor investimento do que a carteira de a&amp;#231;&amp;#245;es;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
3) O conceito de beta &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A&amp;#231;&amp;#245;es defensivas tendem a apresentar maior retorno do que o &amp;#237;ndice de refer&amp;#234;ncia (no caso brasileiro, o Ibovespa) no caso da bolsa em baixa, mas, por outro lado, podem apresentar pior performance em mercados altistas. Veja o conceito de beta no post &quot;As a&amp;#231;&amp;#245;es defensivas do Ibovespa&quot;, de 09 de agosto. Em uma recupera&amp;#231;&amp;#227;o do mercado, a carteira de dividendos deve apresentar pior desempenho do que o &amp;#237;ndice de mercado;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
4) Acompanhe o pre&amp;#231;o da a&amp;#231;&amp;#227;o &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O retorno de uma a&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; composto por dois itens: os dividendos e o ganho ou perda de capital (pre&amp;#231;o de venda da a&amp;#231;&amp;#227;o - pre&amp;#231;o de aquisi&amp;#231;&amp;#227;o). Cuidado, pois a queda da a&amp;#231;&amp;#227;o pode &quot;roubar&quot; boa parte do ganho advindo dos dividendos. &amp;#201; importante sempre atualizar a carteira para ter exata no&amp;#231;&amp;#227;o do seu desempenho;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
5) Olho no crescimento dos lucros &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O pre&amp;#231;o da a&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; positivamente afetado pelos dividendos, mas tamb&amp;#233;m pelo crescimento dos lucros. Companhias que postergam investimentos produtivos para pagar dividendos podem estar abortando o crescimento, o que afetar&amp;#225; negativamente o pre&amp;#231;o da a&amp;#231;&amp;#227;o no futuro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os gestores oferecem fundos de dividendos mais por uma demanda dos investidores do que por convic&amp;#231;&amp;#227;o pessoal. Carteiras de dividendos apresentam menor volatilidade, mas, por outro lado, tendem a apresentar menor retorno. N&amp;#227;o vejo vantagens em qualquer cen&amp;#225;rio: ficam para tr&amp;#225;s em momentos de alta (observe o que est&amp;#225; ocorrendo em janeiro) e n&amp;#227;o s&amp;#227;o competitivas perante t&amp;#237;tulos p&amp;#250;blicos na queda do mercado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m disso, o universo n&amp;#227;o se restringe a empresas pr&amp;#233;-operacionais e &amp;#224;s de dividendos. H&amp;#225; tamb&amp;#233;m aquelas j&amp;#225; operacionais com gera&amp;#231;&amp;#227;o de caixa, dividendos decentes e perspectivas de crescimento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o investidor m&amp;#233;dio - nem agressivo nem conservador - a virtude est&amp;#225; no meio. O ideal &amp;#233; ter uma carteira balanceada, incluindo a&amp;#231;&amp;#245;es defensivas e de crescimento. Essas tendem a apresentar melhor desempenho na recupera&amp;#231;&amp;#227;o dos mercados enquanto as geradoras de caixa reduzem a volatilidade do portf&amp;#243;lio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Andr&amp;#233; Rocha &amp;#233; analista certificado pela Apimec e atua h&amp;#225; 20 anos como especialista na avalia&amp;#231;&amp;#227;o de companhias listadas na bolsa&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:51:33 -0200</pubDate></item><item><title>AEROPORTO DE SALVADOR RECEBER&amp;#193; NOVO SISTEMA DE LUZES DE APROXIMA&amp;#199;&amp;#195;O</title><description>A Infraero realizou nesta segunda-feira (30/1) licita&amp;#231;&amp;#227;o para contrata&amp;#231;&amp;#227;o de empresa para execu&amp;#231;&amp;#227;o das obras e servi&amp;#231;os de engenharia, fornecimento e instala&amp;#231;&amp;#227;o do Sistema de Luzes de Aproxima&amp;#231;&amp;#227;o, categoria I com flashes (ALSF), no Aeroporto Internacional de Salvador/Deputado Lu&amp;#237;s Eduardo Magalh&amp;#227;es (BA). O sistema ser&amp;#225; instalado na cabeceira 10 da pista, permitindo que as opera&amp;#231;&amp;#245;es de pouso sejam realizadas com mais seguran&amp;#231;a, mesmo &amp;#224; noite ou em condi&amp;#231;&amp;#245;es clim&amp;#225;ticas adversas. O investimento ser&amp;#225; de R$ 3,671 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Duas empresas apresentaram propostas. O pr&amp;#243;ximo passo &amp;#233; a an&amp;#225;lise dos documentos de habilita&amp;#231;&amp;#227;o pela Comiss&amp;#227;o de Licita&amp;#231;&amp;#227;o. S&amp;#243; depois da publica&amp;#231;&amp;#227;o do resultado no Di&amp;#225;rio Oficial da Uni&amp;#227;o &amp;#233; que &amp;#233; feita a abertura dos envelopes contendo as propostas de pre&amp;#231;o. Todo o processo segue os prazos determinados em lei. &lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Segundo o superintendente do Aeroporto de Salvador, Manoel Henrique Bandeira, as obras contribuir&amp;#227;o para um melhor desempenho do aeroporto. &quot;A instala&amp;#231;&amp;#227;o do ALSF garantir&amp;#225; melhor operacionalidade e seguran&amp;#231;a&quot;, afirmou. &lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
O ALSF &amp;#233; uma deriva&amp;#231;&amp;#227;o do ALS, que permite orienta&amp;#231;&amp;#227;o visual ao pouso das aeronaves por meio da emiss&amp;#227;o de luzes brilhantes numa dire&amp;#231;&amp;#227;o padronizada, na qual o piloto alinha a aeronave com o eixo da pista na sua aproxima&amp;#231;&amp;#227;o final para o pouso. Quando o ALS utiliza luzes sequenciadas (flasher), o equipamento torna-se um ALSF. &lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:51:19 -0200</pubDate></item><item><title>PORTU&amp;#193;RIOS DE SANTOS RECLAMAM DESPREZO DO MINISTRO DOS PORTOS</title><description>Mesmo com um movimento grevista marcado para o dia 8 de fevereiro pr&amp;#243;ximo, o ministro dos Portos, Le&amp;#244;nidas Cristino, n&amp;#227;o recebeu os sindicatos que representam categorias profissionais do Porto de Santos (S&amp;#227;o Paulo). O ministro veio ao porto santista nesta segunda-feira (30), acompanhado dos ministros do Esporte e Turismo, respectivamente, Aldo Rebelo e Gast&amp;#227;o Vieira, para uma pauta sobre a revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o de alguns armaz&amp;#233;ns do complexo portu&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
* Portu&amp;#225;rios de Santos fora da agenda do ministro&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Le&amp;#244;nidas Cristino ficou irredut&amp;#237;vel mesmo com a amea&amp;#231;a de manifesta&amp;#231;&amp;#227;o dos sindicatos na sua visita. Como era esperado, sindicalistas portu&amp;#225;rios se disseram decepcionados com o ministro que at&amp;#233; hoje n&amp;#227;o aceitou, em suas visitas ao Porto de Santos, receber os portu&amp;#225;rios santistas. E comparam que o ex-ministro Pedro Brito era diferente, n&amp;#227;o s&amp;#243; recebendo os trabalhadores, mas como indo nas sedes dos sindicatos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Texto publicado em 30/01/2012 - 06:28 Cabotagem &amp;#233; vi&amp;#225;vel (7) por Carlos Pimentel Mendes *  Al&amp;#233;m dos aux&amp;#237;lios no &amp;#226;mbito da Comunidade Europ&amp;#233;ia &amp;#224; Marinha Mercante, descritos na coluna anterior, o comandante Murillo de Moraes Rego Corr&amp;#234;a Barbosa, em sua palestra em Santos listou v&amp;#225;rios outros, constantes nas Diretrizes da Comunidade sobre Aux&amp;#237;lios Estatais ao Transporte Mar&amp;#237;timo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por exemplo, em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao tratamento fiscal, Murillo destacou o regime de tributa&amp;#231;&amp;#227;o sobre a arquea&amp;#231;&amp;#227;o (tonnage tax), em que o armador paga um montante de impostos diretamente ligado &amp;#224; tonelagem operada, independente de lucros ou perdas reais da empresa, como ocorre na Dinamarca, Alemanha, Espanha, It&amp;#225;lia, Fran&amp;#231;a, Reino Unido, Gr&amp;#233;cia. Holanda, Su&amp;#233;cia e tamb&amp;#233;m na &amp;#205;ndia. Para obter o benef&amp;#237;cio, o armador faz um contrato com o governo do estado-membro, sendo presumido determinado lucro tribut&amp;#225;vel com base no n&amp;#250;mero e tamanho das embarca&amp;#231;&amp;#245;es operadas pela empresa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Fran&amp;#231;a tamb&amp;#233;m permite a deprecia&amp;#231;&amp;#227;o acelerada sobre investimentos em navios, existindo tamb&amp;#233;m o direito &amp;#224; reserva de lucros obtidos na venda de navios por um n&amp;#250;mero de anos, em uma base livre de impostos, desde que esses lucros sejam reinvestidos em navios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Explicou o comandante que os aux&amp;#237;lios estatais aprovados s&amp;#227;o aplicados pelos membros da Comunidade Europ&amp;#233;ia no &amp;#226;mbito dos Registros Especiais ou Segundos Registros de navios. Assim, o Registro Internacional Dinamarqu&amp;#234;s de Transporte Mar&amp;#237;timo (DIS, desde 1987) tem como incentivos a tonnage tax, a isen&amp;#231;&amp;#227;o de impostos sobre os sal&amp;#225;rios dos mar&amp;#237;timos e a redu&amp;#231;&amp;#227;o de custos do armador com sal&amp;#225;rios nas fases de forma&amp;#231;&amp;#227;o. J&amp;#225; o Registro Especial Espanhol nas Ilhas Can&amp;#225;rias (REC, de 1992), al&amp;#233;m da tonnage tax, concede bonifica&amp;#231;&amp;#227;o de 90% da cota patronal sobre a seguridade social dos tripulantes e dedu&amp;#231;&amp;#227;o de 50% na base de c&amp;#225;lculo do Imposto de Renda-Pessoa F&amp;#237;sica dos tripulantes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Lembrando que esses benef&amp;#237;cios valem tanto para cabotagem como para navega&amp;#231;&amp;#227;o de longo curso, veremos na pr&amp;#243;xima coluna como isso &amp;#233; feito no Brasil.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:51:03 -0200</pubDate></item><item><title>VOLUME DE &amp;#211;LEO DERRAMADO NO MAR DO RS PODE TER SIDO SUBESTIMADO</title><description>&lt;br&gt;
 Ol&amp;#233;o chegou &amp;#224; areia da praia&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O volume de petr&amp;#243;leo que vazou no mar de Tramanda&amp;#237;, no litoral norte do Rio Grande do Sul, pode ter sido bem maior do que o divulgado pela Transpetro. A suspeita partiu do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&amp;#225;veis (Ibama). Nesta segunda-feira, o &amp;#243;rg&amp;#227;o come&amp;#231;ou a elaborar o laudo que definir&amp;#225; o valor da multa &amp;#224; empresa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em nota &amp;#224; imprensa, a Transpetro afirmou que foram derramados no mar cerca de 1,2 metro c&amp;#250;bico (1,2 mil litros) de &amp;#243;leo. Mas de acordo com o superintendente do Ibama no Rio Grande do Sul, Jo&amp;#227;o Pessoa Moreira J&amp;#250;nior, esse n&amp;#250;mero pode n&amp;#227;o ser real. &quot;Em an&amp;#225;lises preliminares, os t&amp;#233;cnicos acharam que esse valor &amp;#233; subestimado&quot;, disse Jo&amp;#227;o Pessoa ao G1. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para a Pol&amp;#237;cia Federal (PF), o volume de petr&amp;#243;leo despejado no mar pode chegar a 20 metros c&amp;#250;bicos (20 mil litros), de acordo com as estimativas feitas pelas equipes da PF que inspecionaram os equipamentos que teriam apresentado falha durante a opera&amp;#231;&amp;#227;o de descarregamento do petr&amp;#243;leo de um navio para a monoboia, localizada a cerca de seis quil&amp;#244;metros de costa de Tramanda&amp;#237;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A PF abriu inqu&amp;#233;rito para apurar a autoria e a materialidade de crime ambiental. De acordo com a delegada chefe da Delegacia de Meio Ambiente e Patrim&amp;#244;nio Hist&amp;#243;rico (Delemaph), Aletea Vega Marona Kunde, nos pr&amp;#243;ximos dias ser&amp;#227;o tomados os depoimentos dos funcion&amp;#225;rios da Transpetro que estavam trabalhando no momento do vazamento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o Ibama, a Transpetro n&amp;#227;o notificou oficialmente o volume de &amp;#243;leo despejado no mar ao &amp;#243;rg&amp;#227;o. A empresa tem prazo de 30 dias, a contar da sexta-feira (27), data de notifica&amp;#231;&amp;#227;o do acidente, para apresentar o relat&amp;#243;rio final ao Ibama, com informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre as causas do vazamento e tamb&amp;#233;m o volume de petr&amp;#243;leo que vazou  At&amp;#233; l&amp;#225;, ter&amp;#225; que apresentar relat&amp;#243;rios di&amp;#225;rios de monitoramento das condi&amp;#231;&amp;#245;es ambientais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A quantidade de &amp;#243;leo que contaminou o oceano, no entanto, n&amp;#227;o tem influ&amp;#234;ncia no valor da multa que ser&amp;#225; aplicada &amp;#224; companhia. &quot;O auto de infra&amp;#231;&amp;#227;o vai ocorrer porque houve dano ambiental&quot;, diz Jo&amp;#227;o Pessoa. O fato de a empresa ter acionado as autoridades e executado o plano de emerg&amp;#234;ncia rapidamente deve livr&amp;#225;-la de outra autua&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O laudo t&amp;#233;cnico sobre o dano ambiental na causado na regi&amp;#227;o atingida ser&amp;#225; elaborado em conjunto pelo Ibama, pela Funda&amp;#231;&amp;#227;o Estadual de Prote&amp;#231;&amp;#227;o Ambiental (Fepam) e pela Marinha do Brasil. Segundo Jo&amp;#227;o Pessoa, os trabalhos n&amp;#227;o tem previs&amp;#227;o de conclus&amp;#227;o. Com base nesse documento, as autoridades v&amp;#227;o fixar o valor da multa &amp;#224; companhia, que pode variar de R$ 5 mil &amp;#224; R$ 50 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:50:47 -0200</pubDate></item><item><title>ESTALEIRO SER&amp;#193; INSTALADO NA ZONA PORTU&amp;#193;RIA DE PELOTAS</title><description>A bolsa Continental de Mercadorias e a Ag&amp;#234;ncia de Desenvolvimento Lagoa Mirim, vinculada &amp;#224; Universidade Federal de Pelotas, apresentar&amp;#227;o nesta ter&amp;#231;a-feira o projeto de constru&amp;#231;&amp;#227;o de um estaleiro na zona portu&amp;#225;ria de Pelotas, o maior munic&amp;#237;pio do sul do Rio Grande do Sul. O lan&amp;#231;amento est&amp;#225; previsto para as 10 horas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa carioca Oxcorp deve investir R$ 35 milh&amp;#245;es na constru&amp;#231;&amp;#227;o do estaleiro que far&amp;#225; pequenas e m&amp;#233;dias embarca&amp;#231;&amp;#245;es, principalmente barcos de pesca coreanos. Cerca de 3 mil j&amp;#225; atuam na &amp;#225;rea das Ilhas Malvinas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O estaleiro ser&amp;#225; constru&amp;#237;do numa &amp;#225;rea junto ao antigo Engenho Pedro Os&amp;#243;rio, &amp;#224;s margens do Canal S&amp;#227;o Gon&amp;#231;alo, que liga Laguna dos Patos &amp;#224; Lagoa Mirim, pr&amp;#243;ximo ao porto de Pelotas. A capacidade de constru&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; de 10 navios de pequeno porte a cada 20 dias. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Iniciativa muda vida de microempres&amp;#225;rio  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Vitor S&amp;#233;rgio Lopes foi o respons&amp;#225;vel por retomar os trabalhos de um pequeno estaleiro que se encarregou de reformar o barco Rio Piratini, depois de 10 anos sem atividades nessa &amp;#225;rea no Canal S&amp;#227;o Gon&amp;#231;alo. Como n&amp;#227;o tinha capacidade de dar conta da demanda, V&amp;#237;tor procurou a Ag&amp;#234;ncia Lagoa Mirim, com quem j&amp;#225; possuia contato. A Ag&amp;#234;ncia entrou em contato com a empresa carioca, que se interessou pelo investimento. A iniciativa do empres&amp;#225;rio pelotense rendeu a ele a sociedade na rec&amp;#233;m fundada empresa local Oxnaval, bra&amp;#231;o da carioca Oxcorp. &lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:50:33 -0200</pubDate></item><item><title>BOMBEIROS CONFIRMAM UM MORTO E DOIS FERIDOS EM EXPLOS&amp;#195;O NO RIO</title><description>A assessoria do Corpo de Bombeiros confirmou que um homem morreu e outros dois ficaram feridos em uma explos&amp;#227;o na Avenida Rio de Janeiro, na Zona Portu&amp;#225;ria do Rio, na manh&amp;#227; desta segunda-feira (30). Informa&amp;#231;&amp;#245;es iniciais dos bombeiros eram apenas de que um bueiro havia explodido.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Posteriormente, a assessoria da Companhia Docas, respons&amp;#225;vel pelo local, informou que a explos&amp;#227;o foi em um bueiro de &amp;#225;guas pluviais na altura do Armaz&amp;#233;m 30, na &amp;#225;rea de opera&amp;#231;&amp;#227;o da empresa Triunfo Log&amp;#237;stica. Ainda n&amp;#227;o se sabe o motivo da explos&amp;#227;o. A Companhia Docas informou ainda que as &amp;#225;reas no porto s&amp;#227;o arrendadas por empresas, que ficam respons&amp;#225;veis pelo espa&amp;#231;o. Confira no final desta reportagem a &amp;#237;ntegra da nota enviada pela Companhia Docas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o gerente de terminal da empresa Triunfo Log&amp;#237;stica, Lafeyette Pereira, ainda n&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel informar as causas do acidente. Segundo ele, a empresa est&amp;#225; fazendo um levantamento cuidadoso para identificar o que pode ter causado a explos&amp;#227;o. Ainda segundo o gerente, n&amp;#227;o havia material inflam&amp;#225;vel no local.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em entrevista ao RJTV, o presidente da Companhia Docas, Joge Mello, informou que os funcion&amp;#225;rios faziam um servi&amp;#231;o de manuten&amp;#231;&amp;#227;o quando houve a explos&amp;#227;o. Ainda segundo Mello, havia um forte cheiro de derivado de petr&amp;#243;leo na galeria no momento do acidente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Companhia Distribuidora de G&amp;#225;s do Rio de Janeirox (CEG), informou em nota que chegou a ser acionada, mas foi liberada pelo Corpo de Bombeiros no local, pelo fato de o acidente, segundo a empresa, n&amp;#227;o estar relacionado ao g&amp;#225;s natural. Confira no final desta reportagem a &amp;#237;ntegra da nota enviada pela CEG.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A assessoria da Secretaria municipal de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o e Servi&amp;#231;os P&amp;#250;blicos explicou que o local da explos&amp;#227;o n&amp;#227;o fica numa via p&amp;#250;blica e por isso n&amp;#227;o seria de responsabilidade da prefeitura.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
V&amp;#237;timas&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo bombeiros, os dois homens feridos foram levados para o Hospital Souza Aguiar, no Centro da cidade, pela ambul&amp;#226;ncia do Cais do Porto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Procurada pelo G1, a Secretaria municipal de Sa&amp;#250;de informou que paulo Bento Pereira, de 52 anos, teve fratura exposta no bra&amp;#231;o direito e queimadura superficial no rosto. J&amp;#225; Carlos Ribeiro, de 59 anos, chegou &amp;#224; unidade com o bra&amp;#231;o imobilizado e foi encaminhado para o raio-x.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Veja a &amp;#237;ntegra da nota da Companhia Docas: &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A explos&amp;#227;o na manh&amp;#227; desta segunda-feira no Porto do Rio aconteceu em um bueiro de &amp;#225;guas pluviais, localizado no armaz&amp;#233;m 30, &amp;#225;rea de opera&amp;#231;&amp;#227;o da Triunfo Log&amp;#237;stica. Um trabalhador da Triunfo morreu e outros dois ficaram feridos e foram encaminhados pela ambul&amp;#226;ncia do OGMO (&amp;#243;rg&amp;#227;o Gestor de M&amp;#227;o de Obra) para o Hospital Souza Aguiar. Ainda s&amp;#227;o desconhecidas as causas da explos&amp;#227;o.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Veja a &amp;#237;ntegra da nota da CEG:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A Companhia Distribuidora de G&amp;#225;s do Rio de Janeiro - CEG esclarece que o acidente ocorrido esta manh&amp;#227; no armaz&amp;#233;m 24, na Zona Portu&amp;#225;ria do Rio, n&amp;#227;o est&amp;#225; relacionado ao g&amp;#225;s natural. O Centro de Controle da CEG chegou a ser acionado, mas a equipe da Companhia foi liberada pelo Corpo de Bombeiros assim que chegou no local, tendo em vista que o acidente &amp;#233; de outra natureza.&quot;&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:50:18 -0200</pubDate></item><item><title>PLANOS E DECIS&amp;#213;ES</title><description>Presid&amp;#234;ncia do CAP&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
15 dias. &amp;#201; o tempo de que o ministro dos Portos, Jos&amp;#233; Le&amp;#244;nidas Cristino, precisa para decidir o nome do novo presidente do Conselho de Autoridade Portu&amp;#225;ria (CAP) de Santos. S&amp;#233;rgio Aquino, o atual titular, deixar&amp;#225; o cargo para se dedicar a sua campanha para a Prefeitura de Santos. Cristino n&amp;#227;o quis adiantar osnomes dos presidenci&amp;#225;veis, mas disse que far&amp;#225; sua escolha ap&amp;#243;s conversar com o prefeito de Santos, Jo&amp;#227;o Paulo Papa, e com o presidente da Codesp, Jos&amp;#233; Roberto Serra &amp;#173; o que aumenta muito aschances de o indicado ser da regi&amp;#227;o. Por outro lado, quando questionado se o eleito pode ser algu&amp;#233;m de Bras&amp;#237;lia, ele n&amp;#227;o negou. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fim da SEP &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sobre a poss&amp;#237;vel extin&amp;#231;&amp;#227;o da pasta que dirige, ventilada nos &amp;#250;ltimos meses, Cristino disse que est&amp;#225; &quot;a servi&amp;#231;o da presidente Dilma enquanto ela quiser&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
VTMIS &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Aimplanta&amp;#231;&amp;#227;o do sistema de monitoramento de navios (VTMIS) no Porto de Santos sair&amp;#225; do papel, mesmo sem ter sido inclu&amp;#237;do no programa de isen&amp;#231;&amp;#227;o tribut&amp;#225;ria Reporto. Segundo Cristino, se precisar, a SEP disponibilizar&amp;#225; a verba necess&amp;#225;ria. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Greve &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cristino disse que se empenhar&amp;#225; para evitar a greve de portu&amp;#225;rios em Santos, marcada para o dia 8. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:50:04 -0200</pubDate></item><item><title>CRISTINO CONFIRMA LICITA&amp;#199;&amp;#195;O DE TERMINAIS</title><description>O ministro dos Portos, Jos&amp;#233; Le&amp;#244;nidas Cristino, confirmou que o Governo Federal ir&amp;#225; licitar terminais concedidos &amp;#224; iniciativa privada antes da Lei 8.630(1993), quando seus contratos  vencerem. Calcula-se que, at&amp;#233; 2013, 77 instala&amp;#231;&amp;#245;es estar&amp;#227;o nesta situa&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Uni&amp;#227;o tomou esta decis&amp;#227;o ap&amp;#243;s reuni&amp;#227;o interministerial da qual a pr&amp;#243;pria Secretaria de Portos (SEP) participou, acatando parecer da Advocacia Geral da Uni&amp;#227;o (AGU). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No entender da SEP, h&amp;#225; maistr&amp;#234;s anos, pelo menos, para que se fa&amp;#231;a a licita&amp;#231;&amp;#227;o destes contratos, que n&amp;#227;o poder&amp;#227;o mais ser prorrogados. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;N&amp;#243;s vamos analisar caso por caso&quot;, declarou Cristino, ontem, em passagem pela Cidade. &quot;Tem alguns que est&amp;#227;o vencendo. Venceram em 2010, 2011 ou ainda v&amp;#227;o vencer. O que estamos fazendo &amp;#233; analisar quais s&amp;#227;o os que precisam ter uma velocidade maior no processo licitat&amp;#243;rio. A tend&amp;#234;ncia &amp;#233; avan&amp;#231;ar bem para que todos tenham tranquilidade de fazer seus investimentos e os portos melhorem sua movimenta&amp;#231;&amp;#227;o decargas&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
MAIS INFORMA&amp;#199;&amp;#213;ES NA A-3 E NA B-1 &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:49:52 -0200</pubDate></item><item><title>ENTREVISTA - ALDO REBELO, MINISTRO DOS ESPORTES</title><description>&quot;N&amp;#227;o sei se &amp;#233; necess&amp;#225;rio entrar no PAC Copa&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O prefeito de Santos, Jo&amp;#227;o Paulo Papa, pleiteou a inclus&amp;#227;o do projeto Porto Valongo Santos no Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC) Copa, que re&amp;#250;ne as obras necess&amp;#225;rias para preparar o Brasil para a Copa do Mundo de 2014. Um projeto, para integrar o programa, deve ser apreciado p&amp;#243;r uma comiss&amp;#227;o formada por representantes de  cinco &amp;#243;rg&amp;#227;os federais  a Advocacia-Geral da Uni&amp;#227;o (AGU) e quatro minist&amp;#233;rios, entre eles, o de Esportes e o de Turismo. Ontem, em Santos, o ministro do Turismo, Gast&amp;#227;o Vieira, defendeu a ideia de Papa. J&amp;#225; o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, pensa que tal medida n&amp;#227;o &amp;#233; necess&amp;#225;ria. Em entrevista exclusiva a A Tribuna, ele destacou que o Governo Federal considera o plano importante, mas j&amp;#225; est&amp;#225; &quot;tudo praticamente resolvido&quot;. Confira o que disse o ministro:&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Qual a possibilidade de este projeto (Porto Valongo Santos) entrar no PAC Copa? &lt;br&gt;
N&amp;#227;o sei se &amp;#233; necess&amp;#225;rio entrar no PAC Copa. O necess&amp;#225;rio &amp;#233; ter um projeto de revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o e isso a&amp;#237;, os tr&amp;#234;s ministros aqui ( Esportes, Portos e Turismo) v&amp;#227;o cuidar com a Prefeitura. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
N&amp;#227;o &amp;#233; necess&amp;#225;rio porque a iniciativa privada vai participar? &lt;br&gt;
N&amp;#227;o, porque j&amp;#225; est&amp;#225; tudo praticamente resolvido. J&amp;#225; h&amp;#225; local dispon&amp;#237;vel. Est&amp;#225; faltando apenas o projeto e a responsabilidade, com quem vai ficar. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ou seja, a coisa est&amp;#225; encaminhada. N&amp;#227;o precisa de verba do PAC Copa? &lt;br&gt;
N&amp;#227;o. Vontade para fazer, todo mundo tem. A Prefeitura (de Santos) tem, o Governo Federal  tem, o ministro dos Portos tem, o do Turismo tem, eu tenho. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas a Prefeitura pediu isso (a inclus&amp;#227;o do projeto no PAC Copa), n&amp;#227;o? &lt;br&gt;
N&amp;#227;o, formalmente n&amp;#227;o. Considerou apenas como hip&amp;#243;tese. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O que foi pedido ao sr., ent&amp;#227;o, foi s&amp;#243; um apoio pol&amp;#237;tico? &lt;br&gt;
Isso. O apoio do Governo Federal. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:49:39 -0200</pubDate></item><item><title>POSSIBILIDADE - UNI&amp;#195;O ESTUDA ENTREGAR PARTE DE TERMINAL AT&amp;#201; COPA DE 2014</title><description>Grupo de trabalho avalia concluir apenas dois ber&amp;#231;os para cruzeiros nos pr&amp;#243;ximos dois anos &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Governo Federal estuda construir apenas uma parte do novo terminal de passageiros do Porto de Santos, no Valongo, como forma de torn&amp;#225;-lo apto a receber navios durante a Copa do Mundo de 2014. A solu&amp;#231;&amp;#227;o prec&amp;#225;ria tem por objetivo criar mais duas vagas para navios de cruzeiros na Cidade e aumentar o n&amp;#250;mero de leitos &amp;#224; disposi&amp;#231;&amp;#227;o dos turistas durante a competi&amp;#231;&amp;#227;o no Pa&amp;#237;s. Se a ideia vingar, Santos ter&amp;#225; oito ber&amp;#231;os exclusivos para navios de passageiros at&amp;#233; o in&amp;#237;cio da competi&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esta possibilidade foi levantada por uma fonte do Governo ouvida por A Tribuna, que pediu anonimato. Ela foi confirmada pelo ministro dos Portos, Jos&amp;#233; Le&amp;#244;nidas Cristino, ontem, em passagem por Santos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em Guaruj&amp;#225;, o secret&amp;#225;rio estadual de Turismo, M&amp;#225;rcio Fran&amp;#231;a, a prefeita de Guaruj&amp;#225;, Maria Antonieta, e Cristino&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ideia de construir uma instala&amp;#231;&amp;#227;o de cruzeiros no Valongo at&amp;#233; o in&amp;#237;cio da Copa &amp;#233; antiga e foi defendida tanto pela Prefeitura quanto pela Secretaria de Portos (SEP) da Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica. Este novo terminal, a exemplo do que j&amp;#225; est&amp;#225; em opera&amp;#231;&amp;#227;o, receber&amp;#225; os navios que v&amp;#227;o fornecer leitos aos estrangeiros em visita ao Brasil para acompanhar os jogos. Como S&amp;#227;o Paulo ter&amp;#225; algumas partidas, entre elas a de abertura, Santos tem tudo para ser destino de navios fretados. O M&amp;#233;xico, por exemplo, tem praticamente fechados acordos para lotar duas embarca&amp;#231;&amp;#245;es somente com seus torcedores. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O que preocupa os respons&amp;#225;veis por estudar o Porto Valongo &amp;#233; o pouco tempo dispon&amp;#237;vel para construir o terminal na concep&amp;#231;&amp;#227;o original. A dois anos e meio do in&amp;#237;cio do evento, ainda falta terminar o projeto-executivo (uma empresa contratada pela Prefeitura deve conclu&amp;#237;-lo nos pr&amp;#243;ximos meses). Depois, haver&amp;#225; licita&amp;#231;&amp;#227;o, conduzida pela Codesp, para escolha da firma que ir&amp;#225; construir e operar a instala&amp;#231;&amp;#227;o - etapa burocr&amp;#225;tica que, no Brasil, n&amp;#227;o demora menos que um ano. Por &amp;#250;ltimo, uma vez definido o vencedor, ser&amp;#227;o necess&amp;#225;rios mais 18 meses de obras civis. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A conta n&amp;#227;o fecha. O grupo t&amp;#233;cnico que estuda o projeto percebeu isso e quer adotar um plano B para reduzir o tempo necess&amp;#225;rio para as obras civis. &quot;A ideia &amp;#233; construir em m&amp;#243;dulos. Assim, ter&amp;#237;amos pelo menos dois ber&amp;#231;os no Valongo at&amp;#233; 2014&quot;, disse uma fonte. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Questionado sobre esta possibilidade, Le&amp;#244;nidas Cristino confirmou que ela existe e est&amp;#225; sendo estudada. &quot;Sim, &amp;#233; poss&amp;#237;vel. Este grupo t&amp;#233;cnico, formado por Prefeitura, Codesp e SEP &amp;#233; que chegar&amp;#225; a um denominador comum, algo bom para todos&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por&amp;#233;m, j&amp;#225; prevendo que o plano pode n&amp;#227;o se concretizar, ele preferiu aliviar a culpa da Uni&amp;#227;o. Ressaltou que o plano original do Governo Federal, de alinhar o cais de Outeirinhos e criar seis vagas exclusivas no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, ser&amp;#225; cumprido at&amp;#233; 2013, a tempo do in&amp;#237;cio da competi&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, em sua visita a Santos, o ministro inspecionou as obras da Avenida Perimetral da Margem Esquerda, em Guaruj&amp;#225;, e conheceu as instala&amp;#231;&amp;#245;es da Brasil Terminal Portu&amp;#225;rio (BTP), em Santos. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 31/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:49:21 -0200</pubDate></item><item><title>ANTAQ CRIA SUPERINTEND&amp;#202;NCIA DE FISCALIZA&amp;#199;&amp;#195;O</title><description>A ANTAQ alterou o regimento interno para criar a Superintend&amp;#234;ncia de Fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o e Coordena&amp;#231;&amp;#227;o das Unidades Administrativas Regionais. A altera&amp;#231;&amp;#227;o foi publicada, na &amp;#250;ltima sexta-feira (27), no Di&amp;#225;rio Oficial da Uni&amp;#227;o, na se&amp;#231;&amp;#227;o 1, p&amp;#225;gina 68. A nova superintendente ser&amp;#225; Gertrudes Coelho, que, at&amp;#233; ent&amp;#227;o, era chefe da Unidade Administrativa Regional do Recife.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A nova superintend&amp;#234;ncia ter&amp;#225; duas ger&amp;#234;ncias: Fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o Portu&amp;#225;ria e Fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o da Navega&amp;#231;&amp;#227;o. &amp;#192; frente da primeira, ficar&amp;#225; Jair Galv&amp;#227;o. Luiz Eduardo Alves ser&amp;#225; o gerente de Fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o da Navega&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre as compet&amp;#234;ncias da Superintend&amp;#234;ncia de Fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#227;o propor a aplica&amp;#231;&amp;#227;o de penalidades e aplic&amp;#225;-las; consolidar o Plano Anual de Fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o; e propor &amp;#224; diretoria da Ag&amp;#234;ncia a instaura&amp;#231;&amp;#227;o de processo administrativo contencioso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Agora, a ANTAQ conta com cinco superintend&amp;#234;ncias: Fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o e Coordena&amp;#231;&amp;#227;o das Unidades Administrativas Regionais; Portos; Navega&amp;#231;&amp;#227;o Mar&amp;#237;tima e de Apoio; Navega&amp;#231;&amp;#227;o Interior; e Administra&amp;#231;&amp;#227;o e Finan&amp;#231;as. &lt;br&gt;
Assessoria de Comunica&amp;#231;&amp;#227;o Social/ANTAQ&lt;br&gt;
Fone: (61) 3447-2737&lt;br&gt;
FAX: (61) 3347-1040&lt;br&gt;
E-mail: assc@antaq.gov.br&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:42:43 -0200</pubDate></item><item><title>ESP&amp;#205;RITO SANTO RE&amp;#218;NE COMIT&amp;#202; PARA DEFENDER QUEST&amp;#195;O DA DISTRIBUI&amp;#199;&amp;#195;O DOS ROYALTIES</title><description>O Comit&amp;#234; em Defesa do Esp&amp;#237;rito Santo volta a se reunir hoje, segunda-feira, &amp;#224;s 16 horas, no Pal&amp;#225;cio Anchieta, para discutir as estrat&amp;#233;gias que ser&amp;#227;o adotadas a partir de fevereiro, para defender os interesses do Esp&amp;#237;rito Santo na quest&amp;#227;o da distribui&amp;#231;&amp;#227;o dos royalties.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Deputados estaduais, federais, senadores, mais representantes da sociedade civil, dos sindicatos, OAB-ES, Justi&amp;#231;a e Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico t&amp;#234;m encontro marcado com o governador Renato Casagrande. A inten&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; discutir qual ser&amp;#225; o posicionamento do Esp&amp;#237;rito Santo frente &amp;#224; inten&amp;#231;&amp;#227;o dos Estados n&amp;#227;o produtores que querem que os royalties sejam distribu&amp;#237;dos de forma igualit&amp;#225;ria entre todos as Unidades da Federa&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O projeto de lei, com o substitutivo do senador Vital do R&amp;#234;go (PMDB-PB), que tramita na C&amp;#226;mara, dever&amp;#225; ser analisado por uma comiss&amp;#227;o especial criada para esse fim. Os 30 parlamentares do grupo poder&amp;#227;o sugerir ou modificar o projeto aprovado no Senado e que prev&amp;#234; a divis&amp;#227;o igualit&amp;#225;ria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, o vice-governador Givaldo Vieira se reuniu em Bras&amp;#237;lia com as ministras do Planejamento, Miriam Belchior, e da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Nas duas audi&amp;#234;ncias, o assunto foram as perdas que o Estado ter&amp;#225;, caso haja aprova&amp;#231;&amp;#227;o do projeto dos royalties que est&amp;#225; na C&amp;#226;mara, e da reforma tribut&amp;#225;ria, que tamb&amp;#233;m est&amp;#225; discuss&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Novamente estamos fazendo o trabalho de sensibiliza&amp;#231;&amp;#227;o do governo federal para essas duas quest&amp;#245;es muito importantes para os capixabas&quot;, explicou Givaldo Vieira, que esta semana, assumiu o governo interinamente devido &amp;#224;s f&amp;#233;rias do governador Renato Casagrande - a volta do titular ao comando do Executivo ser&amp;#225; na segunda-feira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Givaldo afirmou que o Estado n&amp;#227;o &amp;#233; contra a reforma tribut&amp;#225;ria, mas quer tratamento diferenciado. &quot;A proposta do governo federal &amp;#233; zerar a al&amp;#237;quota do ICMS cobrado sobre a venda interestadual. Isso inviabilizar&amp;#225; o Fundap. Por isso, queremos uma compensa&amp;#231;&amp;#227;o, caso seja aprovado este projeto&quot;, disse.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em novembro passado, o governo do Esp&amp;#237;rito Santo organizou uma grande manifesta&amp;#231;&amp;#227;o em Vit&amp;#243;ria para marcar a posi&amp;#231;&amp;#227;o dos capixabas contra as mudan&amp;#231;as nos royalties.&lt;br&gt;
Fonte: A Gazeta/Denise Zandonadi&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:42:30 -0200</pubDate></item><item><title>NAVIOS DA MARINHA ATRAEM MAIS DE DEZ MIL PESSOAS AO PORTO DE PARANAGU&amp;#193;</title><description>A possibilidade de visitar navios de guerra da Marinha do Brasil atraiu milhares de pessoas ao porto de Paranagu&amp;#225; neste final de semana. Cerca de dez mil pessoas visitaram o porto entre s&amp;#225;bado e domingo, aproveitando o bom tempo para conhecer as embarca&amp;#231;&amp;#245;es e o Porto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Foi o caso da fam&amp;#237;lia Ara&amp;#250;jo, que saiu de Curitiba especialmente para visitar os navios da Marinha. O estudante Rodrigo Aparecido Ara&amp;#250;jo escutou no notici&amp;#225;rio de televis&amp;#227;o que os navios estariam abertos &amp;#224; visita&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica no final de semana e convenceu a fam&amp;#237;lia toda a fazer o passeio. &quot;Eu e a minha m&amp;#227;e est&amp;#225;vamos mais empolgados. Mas quando chegamos aqui, todo mundo gostou muito&quot;, disse Rodrigo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As fragatas &quot;Niter&amp;#243;i&quot; e &quot;Liberal&quot;, o Navio Tanque &quot;Almirante Gast&amp;#227;o Motta&quot; e a Corveta &quot;Frontin&quot;, atracaram pela primeira vez ao mesmo tempo em Paranagu&amp;#225;, trazendo, al&amp;#233;m das tripula&amp;#231;&amp;#245;es, os aspirantes da Escola Naval. Os navios integram a Opera&amp;#231;&amp;#227;o Aspirantex-12, que tem o prop&amp;#243;sito de realizar exerc&amp;#237;cios no mar de car&amp;#225;ter militar, com a finalidade de aprimorar o treinamento e orienta&amp;#231;&amp;#227;o dos aspirantes, bem como familiariz&amp;#225;-los com a vida no mar. As embarca&amp;#231;&amp;#245;es ficaram abertas ao p&amp;#250;blico apenas neste s&amp;#225;bado e domingo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O gerente industrial Fabr&amp;#237;cio Wilbert, que vive com a fam&amp;#237;lia no Rio Grande do Sul, mas est&amp;#225; passando f&amp;#233;rias em Curitiba, na casa de parentes, aproveitou para levar o filho de 5 anos para conhecer os navios de guerra. &quot;Ficamos impressionados. Viemos atender um desejo de crian&amp;#231;a e a fam&amp;#237;lia toda gostou muito do passeio&quot;, disse ele.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
VISITAS - O Porto de Paranagu&amp;#225; &amp;#233; aberto &amp;#224; visita&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica nos finais de semana. Quem vem ao terminal pode conhecer a faixa de cais em um &amp;#244;nibus especial, acompanhado por monitores. Somente quando h&amp;#225; navios da Marinha atracados no cais, s&amp;#227;o permitidas visitas &amp;#224; bordo. Em 2011, o Porto de Paranagu&amp;#225; recebeu 26 mil visitantes.&lt;br&gt;
Fonte:Ag&amp;#234;ncia Estadual de Not&amp;#237;cias do Paran&amp;#225;&lt;br&gt;
Data : 30/01/21012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:42:17 -0200</pubDate></item><item><title>SUDAM VAI PRIORIZAR PROJETO DE INTEGRA&amp;#199;&amp;#195;O DA AMAZ&amp;#212;NIA EM 2012</title><description>Definir uma Pol&amp;#237;tica de Desenvolvimento da Amaz&amp;#244;nia e ter um Plano de Integra&amp;#231;&amp;#227;o Intra-Regional da Amaz&amp;#244;nia (PIIR) no aspecto log&amp;#237;stico e econ&amp;#244;mico s&amp;#227;o os dois principais projetos que a Superintend&amp;#234;ncia de Desenvolvimento da Amaz&amp;#244;nia (Sudam) vai trabalhar neste ano. O an&amp;#250;ncio foi feito na &amp;#250;ltima  sexta-feira (27) pelo superintende do &amp;#243;rg&amp;#227;o, Djalma Melo, ap&amp;#243;s entrega de 54 Laudos Constitutivos emitidos para 22 empresas instaladas no Amazonas beneficiadas com incentivos fiscais de redu&amp;#231;&amp;#227;o de 75% Imposto de Renda de Pessoa Jur&amp;#237;dica (IRPJ).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Pol&amp;#237;tica de Desenvolvimento Industrial da Amaz&amp;#244;nia estar&amp;#225; alinhada com o Plano Brasil Maior, a nova pol&amp;#237;tica industrial, tecnol&amp;#243;gica, de servi&amp;#231;os e de com&amp;#233;rcio exterior do Pa&amp;#237;s que tem como trip&amp;#233;: est&amp;#237;mulos ao investimento e &amp;#224; inova&amp;#231;&amp;#227;o; desonera&amp;#231;&amp;#227;o das exporta&amp;#231;&amp;#245;es; e defesa da ind&amp;#250;stria e do mercado interno. Ela ser&amp;#225; feita em conjunto com a Suframa, a Ag&amp;#234;ncia Brasileira de Desenvolvimento Industrial &amp;#243;rg&amp;#227;o do Mdic (ABDI) e com as secretarias estaduais voltadas para o desenvolvimento industrial dos estados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ter uma defini&amp;#231;&amp;#227;o da nossa pol&amp;#237;tica industrial, servir&amp;#225;, entre outras coisas, para orientar os &amp;#243;rg&amp;#227;os de desenvolvimento para incentivar os setores industriais mais importantes para os estados e para a Amaz&amp;#244;nia&quot;, disse Melo. Ontem, ele teve se reuniu com o governador Omar Aziz, que pediu apoio da Sudam na implanta&amp;#231;&amp;#227;o do Polo Naval, no Puraquequara. O projeto de estudo viabilidade do polo &amp;#233; capitaneado pela Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan). &quot;Ent&amp;#227;o esse polo certamente vai entrar nessa pol&amp;#237;tica industrial&quot;, revelou Melo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Integra&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O outro programa &amp;#233; um Plano de Integra&amp;#231;&amp;#227;o Intra-Regional, visando aumentar as rela&amp;#231;&amp;#245;es econ&amp;#244;micas e os fluxos (transporte, pessoas, capital, informa&amp;#231;&amp;#227;o) entre os estados. &quot;Verificamos que os estados da Amaz&amp;#244;nia est&amp;#227;o de costas um para o outro&quot;, disse Melo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para isso, est&amp;#225; em curso um projeto das Federa&amp;#231;&amp;#245;es da Ind&amp;#250;stria da Amaz&amp;#244;nia (Pro-Amaz&amp;#244;nia), em parceria com Sudam, um estudo sobre a log&amp;#237;stica de transporte intra-amaz&amp;#244;nia, que investiga a necessidade de rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, transporte a&amp;#233;reo. Encomendado a uma grande empresa do Pa&amp;#237;s, o estudo iniciado h&amp;#225; mais de um ano est&amp;#225; em conclus&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outro problema verificado na falta de integra&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#244;mica &amp;#233; que os estados desconhecem o que o vizinho produz. Para isso, o &amp;#243;rg&amp;#227;o desenvolver dois projetos: cria&amp;#231;&amp;#227;o de um site de produtos da Amaz&amp;#244;nia no portal da Sudam, que vai dar uma lista com todas as informa&amp;#231;&amp;#245;es de produ&amp;#231;&amp;#227;o, sobretudo produtos regionais, e o interessado poder&amp;#225; fazer compras atrav&amp;#233;s do site.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Durante o ano, 151 projetos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os 54 laudos constitutivos de 22 empresas entregues ontem fazem parte dos 151 projetos projetos aprovados ao longo de 2011. Destaque para o projeto da Crusier Marine Ind&amp;#250;stria N&amp;#225;utica, um dos 25 projetos de implanta&amp;#231;&amp;#227;o incentivados com redu&amp;#231;&amp;#227;o de 75% do IR. O benef&amp;#237;cio &amp;#233; v&amp;#225;lido por dez anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A empresa produz embarca&amp;#231;&amp;#227;o de fibra de vidro e a produ&amp;#231;&amp;#227;o ter&amp;#225; capacidade para 30 unidades por ano&quot;, contou o coordenador geral de incentivos fiscais da Sudam, Indal&amp;#233;cio Pacheco.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Juntos, os projetos favorecidos por Laudos Constitutivos somam R$ 1,8 bilh&amp;#227;o de incentivos fiscais (IR e Reinvestimento) concedidos a 89 empresas em 2011, no Amazonas, um aumento de 28,5% comparado a 2010 (R$ 1,4 bi). Na Amaz&amp;#244;nia Legal foi de R$ 3,2 bi em 2011, ante R$ 2,9 bi em 2010.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal A Cr&amp;#237;tica/CIMONE BARROS&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:41:51 -0200</pubDate></item><item><title>JUIZ SUSPENDE PROCESSO LICITAT&amp;#211;RIO DA CODERN</title><description>A constru&amp;#231;&amp;#227;o do Terminal Mar&amp;#237;timo de Passageiros do Porto de Natal voltou a ser questionada, desta vez pela Justi&amp;#231;a Federal do Rio Grande do Norte. O Juiz Federal Vin&amp;#237;cius Costa Vidor, da 5&amp;#170; Vara Federal, determinou ontem a suspens&amp;#227;o do processo licitat&amp;#243;rio n&amp;#186; 041-2011 da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), aberto no &amp;#250;ltimo dia 19, que trata da contrata&amp;#231;&amp;#227;o para constru&amp;#231;&amp;#227;o do terminal. Diverg&amp;#234;ncia no valor total da obra; exig&amp;#234;ncia, em car&amp;#225;ter exclusivo, de v&amp;#237;nculo societ&amp;#225;rio ou empregat&amp;#237;cio para fins de comprova&amp;#231;&amp;#227;o de qualifica&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;cnica; e exig&amp;#234;ncia de um &amp;#250;nico atestado para cada item de servi&amp;#231;o mesmo em caso de cons&amp;#243;rcio, s&amp;#227;o os pontos pass&amp;#237;veis de explica&amp;#231;&amp;#227;o por parte da Codern. A suspens&amp;#227;o seguir&amp;#225; at&amp;#233; a Codern sanar as irregularidades apontadas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#250;nior SantosProjeto inclui amplia&amp;#231;&amp;#227;o do cais e readequa&amp;#231;&amp;#227;o de uma &amp;#225;rea do Porto de Natal para receber navios de passageiros na alta esta&amp;#231;&amp;#227;oProjeto inclui amplia&amp;#231;&amp;#227;o do cais e readequa&amp;#231;&amp;#227;o de uma &amp;#225;rea do Porto de Natal para receber navios de passageiros na alta esta&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A decis&amp;#227;o atende ao pedido feito pelo Sindicato da Ind&amp;#250;stria da Constru&amp;#231;&amp;#227;o Civil do Rio Grande do Norte (Sinduscon), que foi acolhido de modo parcial pelo magistrado. O prazo para impugna&amp;#231;&amp;#245;es e contesta&amp;#231;&amp;#227;o da licita&amp;#231;&amp;#227;o, de acordo com o edital, se encerrou ontem. Quatro empresas - a Queiroz Galv&amp;#227;o; Cejem (do Paran&amp;#225;); Constremac (de S&amp;#227;o Paulo) e cons&amp;#243;rcio Equipav/&amp;#212;nix, (de S&amp;#227;o Paulo) - concorrem ao certame. Os casos entregue por estas, de acordo com a Comiss&amp;#227;o Permanente de Licita&amp;#231;&amp;#245;es da Codern, seriam avaliados e julgados ao longo da semana. O Sinduscon n&amp;#227;o est&amp;#225; entre os licitantes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A obra, cuja licita&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; suspensa, engloba &quot;o Terminal Mar&amp;#237;timo de Passageiros compreendendo a execu&amp;#231;&amp;#227;o das obras de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do cais e retro&amp;#225;rea, constru&amp;#231;&amp;#227;o de dolfim de amarra&amp;#231;&amp;#227;o, reforma do paramento do cais existente e constru&amp;#231;&amp;#227;o das edifica&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias do Terminal do Porto de Natal&quot;. De acordo com o projeto, a edifica&amp;#231;&amp;#227;o do terminal de passageiros compreende a revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o do armaz&amp;#233;m desativado - o antigo frigor&amp;#237;fico - onde ser&amp;#225; constru&amp;#237;da uma estrutura com dois pavimentos e um novo acesso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na decis&amp;#227;o, o juiz Vin&amp;#237;cius Vidor observou que em dois itens distintos do edital foram descritos valores diferentes para a mesma obra. No item 1.4.1. h&amp;#225; o valor como sendo de R$ 51.015.936,26. J&amp;#225; no item 5.1.7. o valor apontado &amp;#233; R$ 50.490.231,27.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Nesse contexto, sabe-se que a Administra&amp;#231;&amp;#227;o P&amp;#250;blica, nos processos de licita&amp;#231;&amp;#227;o, deve-se pautar em estrita conformidade com princ&amp;#237;pios b&amp;#225;sicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vincula&amp;#231;&amp;#227;o ao instrumento convocat&amp;#243;rio e do julgamento objetivo&quot;, escreveu o magistrado na decis&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O juiz considerou &quot;excessiva&quot; a exig&amp;#234;ncia feita no edital da Codern para que um engenheiro, reconhecido no CREA, seja vinculado &amp;#224; licitante. &quot;Afigura-se excessiva a exig&amp;#234;ncia de que esse profissional, quando n&amp;#227;o for s&amp;#243;cio da empresa, dever&amp;#225; comprovar seu v&amp;#237;nculo mediante apresenta&amp;#231;&amp;#227;o de c&amp;#243;pia autenticada da Carteira de Trabalho e Previd&amp;#234;ncia Social (CTPS). Isso porque os v&amp;#237;nculos societ&amp;#225;rio e de emprego n&amp;#227;o s&amp;#227;o os &amp;#250;nicos poss&amp;#237;veis para fins de contrata&amp;#231;&amp;#227;o de profissional qualificado em car&amp;#225;ter est&amp;#225;vel, principalmente em raz&amp;#227;o das novas fei&amp;#231;&amp;#245;es do mercado profissional (contrato de presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os sem v&amp;#237;nculo trabalhista, por exemplo)&quot;, ressaltou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao todo, 38 empresas retiraram o edital de licita&amp;#231;&amp;#227;o para constru&amp;#231;&amp;#227;o do Terminal de Passageiros de Natal. Cinco pagaram R$ 510 mil para participar do processo (valor &amp;#233; referente a cal&amp;#231;&amp;#227;o) e quatro entregaram os documentos de habilita&amp;#231;&amp;#227;o e propostas de pre&amp;#231;o e  permanecem na disputa. Vencer&amp;#225; quem cumprir todos os pr&amp;#233;-requisitos previstos em edital e oferecer o menor pre&amp;#231;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tribunal de Contas da Uni&amp;#227;o aprova projeto&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Embora ainda n&amp;#227;o notificado, o presidente da comiss&amp;#227;o permanente de licita&amp;#231;&amp;#227;o da Codern Manoel Alves Neto afirmou que todos os itens apontados j&amp;#225; foram &quot;exaustivamente discutidos, ajustados e auditados&quot;, pelo Tribunal de Contas da Uni&amp;#227;o. Alguns deles, como a diverg&amp;#234;ncia dos valores, j&amp;#225; foram corrigidos, prevalecendo o valor que consta na planilha final do vigente processo,  R$ 51 milh&amp;#245;es. A Codern dever&amp;#225; apresentar a defesa na pr&amp;#243;xima semana.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O somat&amp;#243;rio de atestados, segue uma determina&amp;#231;&amp;#227;o do Tribunal de Contas da Uni&amp;#227;o, no sentido de garantir que a vencedora da licita&amp;#231;&amp;#227;o tenha acervo t&amp;#233;cnico compat&amp;#237;vel com a execu&amp;#231;&amp;#227;o da obra para que foi contratada, evitando assim futuros aditivos, paralisa&amp;#231;&amp;#245;es e aumento nos custos. &quot;Esta n&amp;#227;o &amp;#233; uma obra qualquer. &amp;#201; preciso que tenhamos garantias pr&amp;#233;vias, para evitar o ocorrido com outras obras, que foram paradas devido a incompatibilidade t&amp;#233;cnica&quot;, afirma Manoel Alves Neto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Quanto ao v&amp;#237;nculo do profissional com a empresa licitante, Manoel Alves Neto explicou que a liga&amp;#231;&amp;#227;o visa assegurar o comprometimento do profissional com obra. E que n&amp;#227;o &amp;#233; preciso ser empregado, mas deve ter um v&amp;#237;nculo com a empresa, seja por contrato, e ainda disponibilizar o acervo t&amp;#233;cnico. &quot;O TCU entendeu importante para comprovar seu comprometimento. J&amp;#225; hav&amp;#237;amos respondido esse questionamento ao Sinduscon&quot;, disse o presidente da comiss&amp;#227;o de Licita&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por telefone, o diretor t&amp;#233;cnico da Codern Hanna Safieh cogitou a possibilidade de &quot;equ&amp;#237;voco&quot; em rela&amp;#231;&amp;#227;o as tr&amp;#234;s publica&amp;#231;&amp;#245;es do edital. &quot;O nosso edital est&amp;#225; aprovado por ac&amp;#243;rd&amp;#227;o do Tribunal de Contas da Uni&amp;#227;o (TCU), n&amp;#227;o tem como haver informa&amp;#231;&amp;#245;es desencontradas&quot;, afirma Safieh.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Emerson Fernandes, ex-presidente da Codern, disse ter absoluta convic&amp;#231;&amp;#227;o sobre a lisura do processo licitat&amp;#243;rio em curso, que &quot;est&amp;#225; inteiramente dentro dos patamares legais, n&amp;#227;o vejo em que ponto pode ser questionado. Todos os ajustes j&amp;#225; foram feitos&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por recomenda&amp;#231;&amp;#227;o do Tribunal de Contas da Uni&amp;#227;o, em dezembro passado, o custo final da constru&amp;#231;&amp;#227;o foi reduzido em R$ 2,5 milh&amp;#245;es. O Tribunal falava em sobrepre&amp;#231;o. A Codern, por sua vez, esclareceu &amp;#224; &amp;#233;poca que a redu&amp;#231;&amp;#227;o do  BDI (Bonifica&amp;#231;&amp;#227;o de Despesa Indireta), mistura entre lucro e despesas da empresa a ser contratada,  em 3,2%, e a troca de um guindaste por um menor, reduziu o custo final da obra.&lt;br&gt;
Fonte : Tribuna do Norte (RN) Natal/Sara Vasconcelos&lt;br&gt;
Data : 30;01;2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:41:29 -0200</pubDate></item><item><title>OGX, DE EIKE, INICIA PRODU&amp;#199;&amp;#195;O DE &amp;#211;LEO NO MAR DA BACIA DE CAMPOS</title><description>Rio de Janeiro - O empres&amp;#225;rio Eike Batista j&amp;#225; &amp;#233; tamb&amp;#233;m produtor de petr&amp;#243;leo. A OGX, empresa petroleira do homem mais rico do pa&amp;#237;s e oitavo do mundo segundo a revista &quot;Forbes&quot;, informou ontem ter iniciado, exatamente &amp;#224;s 19h48m40s de s&amp;#225;bado, os procedimentos para extrair seus primeiros barris de &amp;#243;leo no campo de Waimea, na Bacia de Campos. A &amp;#225;rea fica a aproximadamente 80 quil&amp;#244;metros da costa, em frente a Arraial do Cabo, na Regi&amp;#227;o dos Lagos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o comunicado, foram injetados produtos qu&amp;#237;micos no po&amp;#231;o localizado em &amp;#225;guas rasas para o tratamento preliminar do petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s que ser&amp;#227;o processados na plataforma. Eike n&amp;#227;o acompanhou no local o in&amp;#237;cio dos trabalhos de explora&amp;#231;&amp;#227;o no s&amp;#225;bado. De acordo com a assessoria da empresa, o empres&amp;#225;rio dever&amp;#225; participar esta semana de um evento para marcar a estreia da petroleira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A OGX &amp;#233; a primeira companhia privada brasileira a produzir petr&amp;#243;leo no mar. A reserva de &amp;#243;leo, batizada de Waimea, foi descoberta h&amp;#225; dois anos, e a extra&amp;#231;&amp;#227;o come&amp;#231;a em fase de teste de longa dura&amp;#231;&amp;#227;o, cuja finalidade &amp;#233; confirmar a produtividade. O in&amp;#237;cio da produ&amp;#231;&amp;#227;o ocorreu com tr&amp;#234;s meses $atraso em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao cronograma previsto. A companhia, por&amp;#233;m, considera o prazo um recorde, uma vez que o campo foi descoberto em 2009. A produ&amp;#231;&amp;#227;o comercial, contudo, s&amp;#243; ter&amp;#225; in&amp;#237;cio ap&amp;#243;s a declara&amp;#231;&amp;#227;o de comercialidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Quando a plataforma OSX-1 alcan&amp;#231;ar a capacidade m&amp;#225;xima de produ&amp;#231;&amp;#227;o - de 60 mil barris di&amp;#225;rios - o que deve ocorrer no segundo semestre de 2013, a OGX se tornar&amp;#225; a quarta maior produtora do Brasil, ficando atr&amp;#225;s apenas da Petrobras, da Chevron e da Shell. A produ&amp;#231;&amp;#227;o inicial, com a opera&amp;#231;&amp;#227;o do primeiro po&amp;#231;o, dever&amp;#225; ficar entre 15 mil e 20 mil barris di&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Ser&amp;#225; a Embraer dos mares - afirmou Eike no seu twitter.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O fluxo de petr&amp;#243;leo ser&amp;#225; incrementado gradualmente, conforme as boas pr&amp;#225;ticas da ind&amp;#250;stria para melhor gest&amp;#227;o do reservat&amp;#243;rio&quot;, diz o comunicado divulgado ontem pela empresa. A OGX foi criada por Eike Batista em julho de 2007 e, desde ent&amp;#227;o, vem desenvolvendo campanhas explorat&amp;#243;rias. A previs&amp;#227;o da empresa &amp;#233; que at&amp;#233; o fim deste ano mais dois po&amp;#231;os sejam postos em opera&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte: portal@d24am.com&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:41:13 -0200</pubDate></item><item><title>OGX COME&amp;#199;A A EXPLORAR PETR&amp;#211;LEO</title><description>O processo prev&amp;#234; a inje&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#233;via de produtos qu&amp;#237;micos no po&amp;#231;o, localizado em &amp;#225;guas rasas da Bacia de Campos &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O empres&amp;#225;rio Eike Batista tornou-se produtor de petr&amp;#243;leo. A OGX, empresa petroleira do homem mais rico do pa&amp;#237;s e oitavo do mundo, informou que deu in&amp;#237;cio aos procedimentos para extrair seus primeiros barris de petr&amp;#243;leo. O processo prev&amp;#234; a inje&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#233;via de produtos qu&amp;#237;micos no po&amp;#231;o, localizado em &amp;#225;guas rasas da Bacia de Campos, para o tratamento preliminar do petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s que ser&amp;#225; processado na plataforma. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A acumula&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#243;leo, batizada de Waimea, foi descoberta h&amp;#225; dois anos e a extra&amp;#231;&amp;#227;o come&amp;#231;a em fase de teste de longa dura&amp;#231;&amp;#227;o, para confirmar a produtividade. A produ&amp;#231;&amp;#227;o, comercial s&amp;#243; come&amp;#231;ar&amp;#225; ap&amp;#243;s a declara&amp;#231;&amp;#227;o de comercialidade.&lt;br&gt;
Fonte : O Tempo - MG &lt;br&gt;
Data : 30/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:41:02 -0200</pubDate></item><item><title>COM OLHOS NA ARGENTINA</title><description>&amp;#201; palp&amp;#225;vel a falta de paci&amp;#234;ncia de Dilma com Cristina Kirchner &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A presidente Dilma Rousseff viaja a Cuba nesta semana, incomodada porque, no Brasil, parece haver mais preocupa&amp;#231;&amp;#227;o com a quest&amp;#227;o dos direitos humanos na ilha que com o poss&amp;#237;vel papel do Brasil nas transforma&amp;#231;&amp;#245;es liberalizantes do modelo econ&amp;#244;mico dirigido por Ra&amp;#250;l Castro. Mas &amp;#233; ao Sul, e n&amp;#227;o no Caribe, que est&amp;#225; o maior inc&amp;#244;modo sentido no Pal&amp;#225;cio do Planalto. H&amp;#225; m&amp;#225;s not&amp;#237;cias vindas da Argentina, e elas podem ficar piores. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No governo e na Federa&amp;#231;&amp;#227;o das Ind&amp;#250;strias do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Fiesp), sabe-se que os argentinos atravessar&amp;#227;o dificuldades para fechar suas contas externas neste ano, de queda de pre&amp;#231;os nas commodities de exporta&amp;#231;&amp;#227;o, quebra de safras com a seca e retra&amp;#231;&amp;#227;o de mercados mundiais. Nos &amp;#250;ltimos dias, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, pediu audi&amp;#234;ncia &amp;#224; presidente argentina, Cristina Kirchner, e tem defendido a busca de alternativas para melhorar as contas de com&amp;#233;rcio na Argentina. Um estudo, realizado ainda no governo Luiz In&amp;#225;cio Lula da Silva, orienta as sugest&amp;#245;es do executivo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No governo Lula, a Ag&amp;#234;ncia Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), chegou a fazer um levantamento sobre a competitividade argentina, na busca da desejada e ainda frustrada integra&amp;#231;&amp;#227;o produtiva com o vizinho. At&amp;#233; hoje, apenas a ind&amp;#250;stria automotiva conseguiu &amp;#234;xito na integra&amp;#231;&amp;#227;o dos parques produtivos de Brasil e Argentina, e mesmo essa enfrenta agora problemas nas linhas de montagem com os atrasos de entrega de pe&amp;#231;as provocado pelo protecionismo argentino. A ABDI chamou aten&amp;#231;&amp;#227;o para a competitiva ind&amp;#250;stria de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s e para a incipiente e promissora ind&amp;#250;stria naval no pa&amp;#237;s vizinho. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
N&amp;#227;o &amp;#233; por outra raz&amp;#227;o que esses dois exemplos t&amp;#234;m sido citados por Skaf. Mas o estudo da ABDI mostrou obst&amp;#225;culos aos argentinos para se associar ao parque produtivo brasileiro de g&amp;#225;s e petr&amp;#243;leo ou fornecer embarca&amp;#231;&amp;#245;es: falta padr&amp;#227;o comum de certifica&amp;#231;&amp;#227;o, h&amp;#225; requisitos t&amp;#233;cnicos divergentes e a legisla&amp;#231;&amp;#227;o que privilegia fornecedores nacionais no Brasil teria de ser alterada para incluir empresas do pa&amp;#237;s vizinho. A novidade &amp;#233; a postura da Fiesp, em busca de acordo com a Argentina - negligenciada pela ind&amp;#250;stria brasileira em favor de mercados mais promissores, segundo admitiram empres&amp;#225;rios paulistas reunidos h&amp;#225; duas semanas na sede da federa&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Duas vozes foram importantes para garantir o tom conciliat&amp;#243;rio na Fiesp: o diretor de Rela&amp;#231;&amp;#245;es Internacionais e Com&amp;#233;rcio Exterior, Roberto Giannetti, e o consultor e ex-secret&amp;#225;rio de Com&amp;#233;rcio Exterior no governo Lula Welber Barral. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A boa vontade n&amp;#227;o &amp;#233; consensual, por&amp;#233;m. Executivos do setor de cal&amp;#231;ados, furiosos com as constantes reten&amp;#231;&amp;#245;es indevidas de mercadorias nas alf&amp;#226;ndegas, acusam a Argentina de n&amp;#227;o cumprir acordos, como o firmado pelo setor para uma cota informal de exporta&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#224;quele mercado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os conflitos comerciais apartam os parques produtivos e desencorajam empres&amp;#225;rios que poderiam sentir atra&amp;#231;&amp;#227;o pela soma dos dois mercados. Como o estudo da ABDI, h&amp;#225; outras iniciativas ensaiadas no governo Lula - como um projeto para financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico e Social (BNDES) para empresas argentinas - que acabaram paralisadas com a falta de sintonia entre os dois governos. N&amp;#227;o bastassem as diverg&amp;#234;ncias entre as equipes econ&amp;#244;micas, &amp;#233; palp&amp;#225;vel a falta de paci&amp;#234;ncia de Dilma Rousseff com Cristina Kirchner. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Analistas argentinos reparam que as medidas protecionistas no Brasil, ao contr&amp;#225;rio das adotadas pelo governo Kirchner, n&amp;#227;o criaram incertezas nem interromperam as cadeias de fornecimento nacionais, e cuidaram de preservar os s&amp;#243;cios do Mercosul. A Argentina n&amp;#227;o cogita isentar o Brasil das restri&amp;#231;&amp;#245;es de entrada de mercadorias; est&amp;#225; premida pela car&amp;#234;ncia de divisas para cumprir suas obriga&amp;#231;&amp;#245;es internacionais. Como avaliou uma consultoria argentina, para a Fiesp, um super&amp;#225;vit comercial inferior a US$ 5 bilh&amp;#245;es levaria o pa&amp;#237;s &amp;#224; bancarrota. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os problemas argentinos, como os dan&amp;#231;arinos, no tango, v&amp;#234;m em dupla: a encrenca econ&amp;#244;mica anda abra&amp;#231;ada &amp;#224; pol&amp;#237;tica, que complica a interlocu&amp;#231;&amp;#227;o com o pa&amp;#237;s vizinho. Dif&amp;#237;cil saber com quem afinar os passos: o encarregado do mais recente controle sobre importa&amp;#231;&amp;#245;es, Ricardo Echegarray, presidente da Anfip (a Receita Federal argentina) recebeu caneladas do poderoso secret&amp;#225;rio de Com&amp;#233;rcio Interior, Guillermo Moreno, que andou se estranhando com o vice-presidente Amado Boudou e disputa influ&amp;#234;ncia no governo com o outrora influente ministro de Planejamento e Investimento P&amp;#250;blico J&amp;#250;lio de Vido. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Echegarray divulgou as normas para a declara&amp;#231;&amp;#227;o antecipada que, a partir de 1&amp;#186; de fevereiro, todos importadores ter&amp;#227;o de entregar &amp;#224; Anfip para ter liberada a entrada das mercadorias no pa&amp;#237;s em um prazo que prometeu n&amp;#227;o ser superior a dez dias corridos. Moreno telefonou a dirigentes de associa&amp;#231;&amp;#245;es empresariais exigindo que os importadores lhe mandem por e-mail um formul&amp;#225;rio diferente do da Anfip com dados pormenorizados sobre o que querem importar; e informou que deve levar at&amp;#233; quinze dias &amp;#250;teis para analisar os dados, at&amp;#233; porque tem s&amp;#243; oito funcion&amp;#225;rios para a tarefa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Boudou entrou em cena, em entrevista para uma r&amp;#225;dio local, para dizer que ningu&amp;#233;m precisa mandar nenhum e-mail a Moreno, pois a Anfip ser&amp;#225; a &quot;janela &amp;#250;nica&quot; para informar ao governo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Boudou tamb&amp;#233;m andou eri&amp;#231;ando sensibilidades com declara&amp;#231;&amp;#245;es sobre um poss&amp;#237;vel terceiro mandato para Cristina - o que alguns interpretaram como uma tentativa de abafar a disputa j&amp;#225; existente entre peronistas, para saber quem suceder&amp;#225; a presidente. &amp;#201; nesse ambiente movedi&amp;#231;o que o Brasil quer evitar novas barreiras ao com&amp;#233;rcio bilateral. Cada passo exigir&amp;#225; muito ensaio, e os calos s&amp;#227;o muitos; ser&amp;#225; quase imposs&amp;#237;vel n&amp;#227;o pisar em algum. Sergio Leo, rep&amp;#243;rter especial&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 30/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:40:43 -0200</pubDate></item><item><title>INFRAESTRUTURA PUXA VENDAS DE CABOS EL&amp;#201;TRICOS</title><description>Ao mesmo tempo que o setor de setor de constru&amp;#231;&amp;#227;o civil vive uma fase de acomoda&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#225;reas ligadas &amp;#224; infraestrutura, como petr&amp;#243;leo, telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es e energia ganharam import&amp;#226;ncia nos neg&amp;#243;cios da ind&amp;#250;stria de fios e cabos el&amp;#233;tricos no Brasil, impulsionando os resultados das empresas em 2011. Essa tend&amp;#234;ncia deve continuar e, para este ano, as companhias do setor apostam ainda nos segmentos de transportes e energias renov&amp;#225;veis.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com faturamento estimado em R$ 6,5 bilh&amp;#245;es, o setor de fios e cabos cresceu cerca de 20% no ano passado. Segundo proje&amp;#231;&amp;#245;es do Sindicato da Ind&amp;#250;stria de Condutores El&amp;#233;tricos, Trefila&amp;#231;&amp;#227;o e Lamina&amp;#231;&amp;#227;o de Metais N&amp;#227;o Ferrosos do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Sindicel), o segmento de fios e cabos em cobre avan&amp;#231;ou 6% em 2011, enquanto o dos materiais em alum&amp;#237;nio cresceu 35%, estimulado principalmente pelos projetos de linhas de transmiss&amp;#227;o das regi&amp;#245;es centro e norte.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O ano passado foi de recupera&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, afirmou o presidente da Wirex, Rudney Cesar Amirati. &quot;Neste ano, queremos come&amp;#231;ar um investimento para novas linhas de produtos espec&amp;#237;ficos voltadas aos setores nos quais verificamos maior potencial&quot;, completou o executivo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Est&amp;#227;o sendo aprovados na empresa investimentos de R$ 10 milh&amp;#245;es a R$ 16 milh&amp;#245;es para o per&amp;#237;odo de julho de 2012 a julho de 2013, recursos a serem destinados ao aumento de capacidade. A companhia - a &amp;#250;nica nacional dentre as grandes de fios e cabos el&amp;#233;tricos - tem como principal neg&amp;#243;cio o segmento de cabos especiais, que atendem &amp;#225;reas industriais como minera&amp;#231;&amp;#227;o e siderurgia. Esse segmento representa cerca de 65% do resultados da fabricante. O restante s&amp;#227;o os cabos padronizados (voltados para o mercado de constru&amp;#231;&amp;#227;o civil), cabos de alum&amp;#237;nio, para transmiss&amp;#227;o de energia, e cabos de bateria para o setor automotivo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em julho de 2011 a Wirex j&amp;#225; tinha iniciado o aporte de R$ 10 milh&amp;#245;es na moderniza&amp;#231;&amp;#227;o de capital fixo e na compra de novas m&amp;#225;quinas, para ampliar a capacidade produtiva em 20%. Hoje a empresa consegue processar 12 mil toneladas por ano de cabos de cobre e 5 mil toneladas anuais de cabos de alum&amp;#237;nio. O seu faturamento cresceu cerca de 15% em 2011, para R$ 350 milh&amp;#245;es. Segundo o executivo, o ano representou um novo f&amp;#244;lego para os resultados do setor, que sofreu com altos estoques em 2010 e 2009, resultados da crise financeira internacional.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Prysmian, outra fabricante de fios e cabos el&amp;#233;tricos de grande atua&amp;#231;&amp;#227;o no pa&amp;#237;s, tamb&amp;#233;m cresceu bem, cerca de 20% em 2011, frente a 2010, quando faturou R$ 1,3 bilh&amp;#227;o no Brasil. &quot;Na &amp;#225;rea de telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es o ano passado talvez tenha sido o melhor da hist&amp;#243;ria, em termos de encomendas&quot;, afirmou o presidente da empresa para Am&amp;#233;rica do Sul, Armando Comparato J&amp;#250;nior. Segundo o executivo, os lucros subsidi&amp;#225;ria da multinacional italiana avan&amp;#231;aram 6%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa teve em 2010 a maior parte dos resultados vindos da ind&amp;#250;stria e da constru&amp;#231;&amp;#227;o civil. Mas, com o impulso dos investimentos em banda larga, o setor de telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es passou a ser o mais importante, representando 20% dos resultados da companhia em 2011. Segundo J&amp;#250;nior, o setor de petr&amp;#243;leo tamb&amp;#233;m cresceu, enquanto, a ind&amp;#250;stria automobil&amp;#237;stica e da constru&amp;#231;&amp;#227;o civil decepcionaram.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com sete f&amp;#225;bricas no pa&amp;#237;s - em S&amp;#227;o Paulo, Santa Catarina e Esp&amp;#237;rito Santo - a Prysmian j&amp;#225; informou que planeja novas unidades para aumentar a capacidade de linhas de cabos para infraestrutura. &quot;Os cabos de alta tens&amp;#227;o v&amp;#227;o bem em todo o mundo. Para o ano que vem, esperamos que a &amp;#225;rea de cabos especiais tamb&amp;#233;m tenha bom potencial&quot;, explicou o executivo. As proje&amp;#231;&amp;#245;es dele para 2012 apontam para crescimento de 15% no faturamento da companhia. Com subsidi&amp;#225;rias em 39 pa&amp;#237;ses, os resultados globais da Prysmian somaram &amp;#128; 4,5 bilh&amp;#245;es em 2010.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na mesma linha, a Wirex prev&amp;#234; um avan&amp;#231;o de 12% a 15% no faturamento em 2012. &quot;Esperamos que as energias renov&amp;#225;veis, como a e&amp;#243;lica, demandem mais o uso de cabos. Acreditamos que o setor metrovi&amp;#225;rio tamb&amp;#233;m tende a crescer&quot;, explicou Amirati. A companhia tem uma f&amp;#225;brica em Santa Branca (SP), uma unidade operacional em Quatis (RJ).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As previs&amp;#245;es do Sindicel apontam para um avan&amp;#231;o menor do setor neste ano. Para a entidade, a ind&amp;#250;stria de fios e cabos el&amp;#233;tricos deve crescer no intervalo de 5% a 7%. &quot;Os investimentos direcionados a infraestrutura continuar&amp;#227;o impulsionando a ind&amp;#250;stria de fios e cabos. Os setores automotivo, naval, &amp;#243;leo e g&amp;#225;s e a constru&amp;#231;&amp;#227;o civil - j&amp;#225; com foco na Copa, em 2014 - tamb&amp;#233;m devem contribuir&quot;, explicou S&amp;#233;rgio Aredes, presidente do Sindicel.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico/Vanessa Dezem | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:39:48 -0200</pubDate></item><item><title>MAERSK DEMONSTRA INTERESSE NOS ATIVOS DA ANADARKO NO BRASIL</title><description>O mercado do petr&amp;#243;leo tem sido agitado nas &amp;#250;ltimas semanas por rumores de que tr&amp;#234;s grandes companhias petroleiras europeias preparam-se para comprar os ativos da americana Anadarko Petroleum no Brasil, num negocio estimado em mais de US$ 3 bilh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Jakob Thomasen, presidente da dinamarquesa Maersk Oil, uma das tr&amp;#234;s companhias que estariam interessadas, evitou em entrevista ao Valor, em Davos, confirmar o neg&amp;#243;cio alegando que n&amp;#227;o comenta &quot;rumores&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas o executivo imediatamente explicitou dois pontos: primeiro, Maersk Oil quer se expandir no Brasil e n&amp;#227;o exclui aquisi&amp;#231;&amp;#245;es. E segundo, &quot;gosta&quot; dos ativos que a americana Anadarko quer vender no pr&amp;#233;-sal. &quot;Os ativos que a Anadarko est&amp;#225; vendendo s&amp;#227;o bons, est&amp;#227;o pr&amp;#243;ximos de alguns dos nossos blocos, e gostamos daqueles blocos&quot;, afirmou o executivo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As informa&amp;#231;&amp;#245;es publicadas na Europa s&amp;#227;o de que a Maersk, a francesa Total e a norueguesa Statoil fariam juntos uma oferta para aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de blocos da Anadarko at&amp;#233; amanh&amp;#227;. A companhia americana contratou em setembro o Citigroup, Morgan Stanley e Scotia Waterous para coordenar a venda de seus blocos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Maersk tem seis blocos na bacia de Campos. A expectativa &amp;#233; de explorar mais onze po&amp;#231;os este ano. Os investimentos previstos para o Brasil ficam por volta de US$ 200 milhoes em 2012 - sem eventual negocio envolvendo a Anadarko.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como outras empresas, a dinamarquesa constata que o mercado aquecido no Brasil aumentou o custo de investimentos. Outra preocupa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; com a exig&amp;#234;ncia de conte&amp;#250;do local nos equipamentos para explora&amp;#231;&amp;#227;o, inclusive, para o pr&amp;#233;-sal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A ideia do conte&amp;#250;do local &amp;#233; interessante, mas acho que todas as companhias no Brasil v&amp;#227;o enfrentar o desafio de como executar os projetos&quot;, afirmou, em refer&amp;#234;ncia as dificuldades dos fornecedores na entrega de equipamentos necess&amp;#225;rios a explora&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m do Brasil, a Maersk Oil produz petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s na Dinamarca, Noruega, Catar, Angola, Gr&amp;#227;-Bretanha, Golfo do M&amp;#233;xico e Cazaquist&amp;#227;o. &quot;O que fazemos &amp;#233; projeto robusto comercialmente, sem estar focados na volatilidade do pre&amp;#231;o do petr&amp;#243;leo&quot;, afirmou Thomasen.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Por Assis Moreira | De Davos&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:39:29 -0200</pubDate></item><item><title>DEPOIS DE VETO DE LULA, AEROPORTO PRIVADO VIRA REALIDADE COM DILMA</title><description>Em 2009, o governo trabalhou firmemente no projeto de concess&amp;#227;o do Gale&amp;#227;o e de Viracopos, mas Lula vetou de novo a continuidade das discuss&amp;#245;es &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ex-presidente Luiz In&amp;#225;cio Lula da Silva abortou pessoalmente dois planos desenhados por seus auxiliares para abrir os aeroportos para a iniciativa privada. Em 2008, vetou estudos do BNDES para uma eventual privatiza&amp;#231;&amp;#227;o da Infraero, sugerida por empres&amp;#225;rios &amp;#224; ent&amp;#227;o ministra Dilma Rousseff. Em 2009, o governo trabalhou firmemente no projeto de concess&amp;#227;o do Gale&amp;#227;o e de Viracopos, mas Lula vetou de novo a continuidade das discuss&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ele garantiu que honraria o compromisso de n&amp;#227;o fazer privatiza&amp;#231;&amp;#245;es&quot;, recorda um ex-assessor que convivia com o petista no Pal&amp;#225;cio do Planalto, relativizando a magnitude dos leil&amp;#245;es de rodovias federais realizados em sua gest&amp;#227;o. Lula n&amp;#227;o queria perder o eixo do discurso explorado com insist&amp;#234;ncia pelo PT nas &amp;#250;ltimas campanhas presidenciais: o &quot;sucesso&quot; das interven&amp;#231;&amp;#245;es estatais contra o &quot;liberalismo&quot; tucano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos primeiros meses de seu mandato, sob o fantasma de um vexame na Copa do Mundo de 2014 e buscando destravar investimentos necess&amp;#225;rios para atender a um crescimento da avia&amp;#231;&amp;#227;o comercial, que atingiu estratosf&amp;#233;ricos 118% nos &amp;#250;ltimos oito anos, Dilma decidiu romper um paradigma no PT e comprar a briga com os sindicatos. O resultado ser&amp;#225; transferir para a gest&amp;#227;o privada dois dos aeroportos mais lucrativos do pa&amp;#237;s - Guarulhos e Campinas -, al&amp;#233;m de Bras&amp;#237;lia, em leil&amp;#227;o marcado para o pr&amp;#243;ximo dia 6. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o governo, a escolha desses terminais para a concess&amp;#227;o ocorreu por concentrarem a maior necessidade de investimentos para os pr&amp;#243;ximos 30 anos para acompanhar a demanda. Hoje, os tr&amp;#234;s aeroportos juntos movimentam 30% dos passageiros, 57% das cargas e 19% das aeronaves do sistema brasileiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ao fim desse processo, teremos quatro grandes operadoras aeroportu&amp;#225;rias concorrendo entre si&quot;, explica Marcelo Guaranys, presidente da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Avia&amp;#231;&amp;#227;o Civil (Anac) - incluindo na conta a Infraero e ressaltando a regra que permite ao mesmo grupo privado arrematar somente uma concess&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Influi, nos n&amp;#250;meros, o peso gigantesco do aeroporto de Guarulhos, o mais lucrativo de todos. Ele integra o conjunto de apenas sete terminais lucrativos, de um total de 66 controlados pela Infraero. Considerando custos com deprecia&amp;#231;&amp;#227;o, Guarulhos est&amp;#225; no topo do ranking, com resultado l&amp;#237;quido aproximado de R$ 190 milh&amp;#245;es por ano. Campinas est&amp;#225; em quarto lugar - depois de Congonhas e de Curitiba -, com R$ 17,9 milh&amp;#245;es. Entre os 59 que d&amp;#227;o resultado negativo, est&amp;#225; o de Bras&amp;#237;lia - preju&amp;#237;zo anual de R$ 4,5 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por isso, a Anac chegou a conceber um modelo em que aeroportos poderiam ser concedidos em bloco, reunindo lucrativos e deficit&amp;#225;rios em um mesmo grupo. Avaliava-se que alguns terminais menores, que hoje operam no vermelho, como Florian&amp;#243;polis, poderiam ser rent&amp;#225;veis com um &quot;choque de gest&amp;#227;o&quot; da iniciativa privada. No fim, prevaleceu um formato pelo qual operadores privados assumir&amp;#227;o os aeroportos mais estrat&amp;#233;gicos do pa&amp;#237;s. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Guarulhos, o mais superlotado de toda a rede da Infraero, &amp;#233; a principal porta de entrada e sa&amp;#237;da do pa&amp;#237;s e tenta h&amp;#225; quase dez anos tirar do papel seu terceiro terminal de passageiros. Bras&amp;#237;lia, que tamb&amp;#233;m opera acima de sua capacidade, tornou-se um dos maiores centros de distribui&amp;#231;&amp;#227;o de voos dom&amp;#233;sticos. Viracopos, aposta do governo para o futuro da avia&amp;#231;&amp;#227;o brasileira, se transformar&amp;#225; no maior aeroporto da Am&amp;#233;rica Latina em 2023. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os vencedores do leil&amp;#227;o precisar&amp;#227;o entregar as obras da primeira fase dos contratos de concess&amp;#227;o em 18 meses, o que inclui novos terminais de passageiros e p&amp;#225;tios de aeronaves. &quot;&amp;#201; um cronograma arriscado. Certamente precisaremos executar as obras em tr&amp;#234;s turnos&quot;, afirma um alto executivo de uma construtora que participar&amp;#225; do leil&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O dilema das grandes empresas pode ser resumido da seguinte forma: as equipes de engenharia temem enfrentar problemas que ameacem o calend&amp;#225;rio - e gerem multas de R$ 150 milh&amp;#245;es -, enquanto as &amp;#225;reas de novos neg&amp;#243;cios das empreiteiras veem boas perspectivas de retorno, se o desafio das primeiras obras for superado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dilma cercou-se de cuidados, pol&amp;#237;ticos e t&amp;#233;cnicos, para levar adiante as concess&amp;#245;es. Juntou uma equipe de tecnocratas conhecidos no governo pela obsess&amp;#227;o por detalhes para tocar o plano. Nenhum deles tem carreira pol&amp;#237;tica. O time &amp;#233; encabe&amp;#231;ado por um ex-diretor de infraestrutura do BNDES (o ministro Wagner Bittencourt), um ex-diretor do Banco Central (Gustavo do Vale, presidente da Infraero) e um economista de 34 anos, tido por colegas do Planalto como &quot;jovem brilhante&quot; (Guaranys). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Politicamente, o governo tomou o cuidado de banir o termo privatiza&amp;#231;&amp;#227;o de declara&amp;#231;&amp;#245;es p&amp;#250;blicas ou mesmo de conversas entre assessores. A ideia &amp;#233; enfatizar a diferen&amp;#231;a com as concess&amp;#245;es feitas no governo Fernando Henrique Cardoso, como as de telefonia e as de ferrovias, frisando a participa&amp;#231;&amp;#227;o de 49% da Infraero nas futuras opera&amp;#231;&amp;#245;es de Guarulhos, Campinas e Bras&amp;#237;lia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outra precau&amp;#231;&amp;#227;o foi conceder uma s&amp;#233;rie de benef&amp;#237;cios aos empregados da Infraero. Quem migrar para as concession&amp;#225;rias privadas ter&amp;#225; cinco anos de estabilidade e indeniza&amp;#231;&amp;#227;o de 1,2 sal&amp;#225;rio por ano trabalhado na estatal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; o fim de mar&amp;#231;o, o governo pretende concluir um plano de outorgas, que definir&amp;#225; quais aeroportos ser&amp;#227;o mantidos pela Infraero e aqueles que ser&amp;#227;o repassados a governos estaduais ou ao setor privado. &amp;#201; prov&amp;#225;vel que o Gale&amp;#227;o (RJ) e Confins (MG) estejam na segunda rodada de concess&amp;#245;es, que dificilmente sair&amp;#225; em 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Alexandre de Barros, um ex-diretor da Anac que agora d&amp;#225; aulas de engenharia de transportes na Universidade de Calgary (Canad&amp;#225;), v&amp;#234; um cen&amp;#225;rio de intensa competi&amp;#231;&amp;#227;o, no m&amp;#233;dio prazo, entre cinco potenciais aeroportos privados. Bras&amp;#237;lia e Confins dever&amp;#227;o concorrer como &quot;hubs&quot; de voos dom&amp;#233;sticos. Al&amp;#233;m de disputar os passageiros nacionais, os aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Gale&amp;#227;o v&amp;#227;o competir fortemente tamb&amp;#233;m pelos voos internacionais, acredita Barros.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 30/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:39:10 -0200</pubDate></item><item><title>PRESIDENTE DA EMBRAER ALERTA PARA RISCOS DO PA&amp;#205;S</title><description>Investimentos da empresa, que ser&amp;#227;o anunciados dentro de alguns dias, devem superar os US$ 500 milh&amp;#245;es, comparados aos US$ 450 milh&amp;#245;es no ano passado &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente da Embraer, Frederico Curado, saiu preocupado com as incertezas sobre a atividade global, repetidas a exaust&amp;#227;o no F&amp;#243;rum Mundial de Economia. Sobre o Brasil, v&amp;#234; boas perspectivas, mas reclama do custo da mao de obra, que considera &quot;uma amea&amp;#231;a&quot; para as empresas, e sugeriu uma efetiva desindexa&amp;#231;&amp;#227;o da economia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Depois de ouvir as avalia&amp;#231;&amp;#245;es de que o crescimento dos EUA ser&amp;#225; insuficiente para reduzir a taxa recorde de desemprego, de que a Uni&amp;#227;o Europeia continuar&amp;#225; apontando para a recess&amp;#227;o, e salvam-se &amp;#193;sia e Am&amp;#233;rica Latina, Curado disse que a receita para a Embraer n&amp;#227;o tem m&amp;#225;gica: &quot;Vamos continuar investindo porque, se em dois ou cinco anos, o mundo voltar a um ciclo de crescimento, a Embraer precisa estar preparada para isso.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os investimentos este ano, que ser&amp;#227;o anunciados dentro de alguns dias, devem superar os US$ 500 milh&amp;#245;es, comparados aos US$ 450 milh&amp;#245;es no ano passado. Mas o executivo estima que est&amp;#225; cada vez mais caro produzir no Brasil. Para ele, com a solida situa&amp;#231;&amp;#227;o macroecon&amp;#244;mica do pais &quot;a qualidade de vida e poder de compra melhoraram, mas t&amp;#234;m ocorrido de maneira t&amp;#227;o r&amp;#225;pida e talvez um pouco desequilibrada. Uma melhora gradual seria ideal, n&amp;#227;o com grande salto imediato&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O executivo reclama que &quot;agora as press&amp;#245;es no custo da mao de obra s&amp;#227;o gigantescas. No nosso caso, de mao de obra de engenharia, estamos caminhando para um aumento de custo intr&amp;#237;nseco que, se pelo lado social &amp;#233; importante, pelo lado da economia &amp;#225; uma amea&amp;#231;a.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Curado, em dez anos, o custo nominal da hora na produ&amp;#231;&amp;#227;o da Embraer subiu 75% em d&amp;#243;lar, por conta de c&amp;#226;mbio e aumentos salariais. A empresa conseguiu ganho em produtividade, mas que n&amp;#227;o compensa o c&amp;#226;mbio desfavor&amp;#225;vel. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele alerta para o pa&amp;#237;s &quot;ter o cuidado de n&amp;#227;o cair de um extremo para outro, achar que estamos maravilhosamente bem e que n&amp;#227;o temos problema nenhum, e que nada pode dar errado, porque pode dar sim&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O que fazer? Sua proposta &amp;#233; desindexar a economia, que admite ser f&amp;#225;cil de falar e dif&amp;#237;cil de fazer. &quot;A indexa&amp;#231;&amp;#227;o existe. Infla&amp;#231;&amp;#227;o zero no Brasil &amp;#233; 4% a 5%, temos essa in&amp;#233;rcia inflacion&amp;#225;ria&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Curado lamenta que o Brasil tenha perdido peso industrial, &quot;algo ineg&amp;#225;vel e que n&amp;#227;o pode ser escondido&quot; e nota que est&amp;#225; cada vez mais caro fabricar no pa&amp;#237;s. &quot;E com a guerra tarif&amp;#225;ria entre os Estados, o que &amp;#233; um incentivo para as importa&amp;#231;&amp;#245;es, vemos como a situa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; absurda.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente da Embraer, que prefere sempre &quot;ver a metade do copo cheio&quot;, acha que o governo de Dilma Rousseff tem demonstrado uma preocupa&amp;#231;&amp;#227;o com a ind&amp;#250;stria brasileira que ele n&amp;#227;o via h&amp;#225; muito tempo. Nota que o programa Brasil Maior n&amp;#227;o chega a ser uma pol&amp;#237;tica industrial estruturada, mas &amp;#233; um bom primeiro passo para ajudar na competitividade das empresas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas sua preocupa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; tamb&amp;#233;m com o impacto de uma guerra de subs&amp;#237;dios deflagrada pela China, R&amp;#250;ssia e Jap&amp;#227;o, novos concorrentes no mercado de jatos regionais. &quot;A China apoia sua ind&amp;#250;stria maci&amp;#231;amente, sem transpar&amp;#234;ncia. Na R&amp;#250;ssia tamb&amp;#233;m. Mas menos no Jap&amp;#227;o, que assinou acordos na Organiza&amp;#231;&amp;#227;o de Coopera&amp;#231;&amp;#227;o e Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para a Embraer, resta nesse cen&amp;#225;rio buscar equidade de condi&amp;#231;&amp;#245;es atrav&amp;#233;s de a&amp;#231;&amp;#227;o diplom&amp;#225;tica, e do lado empresarial melhorar a inova&amp;#231;&amp;#227;o, investir e tentar aumentar a dist&amp;#226;ncia em rela&amp;#231;&amp;#227;o aos concorrentes &quot;porque eles chegam devagarzinho&quot;.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 30/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:38:48 -0200</pubDate></item><item><title>DOCUMENTA&amp;#199;&amp;#195;O PROVA QUE H&amp;#193; R$ 200 MI NO PPA DA UNI&amp;#195;O PARA O PORTO DE CABEDELO</title><description>&quot;N&amp;#227;o foi vetada qualquer iniciativa proposta pela bancada da Para&amp;#237;ba no Congresso Nacional em benef&amp;#237;cio do Porto de Cabedelo&quot;, afirmou a deputada federal Nilda Gondim (PMDB-PB) em entrevistas a programas de r&amp;#225;dio gerados por emissoras da Capital paraibana. Munida de documento encaminhado pela Assessoria T&amp;#233;cnica da Comiss&amp;#227;o Mista de Planos, Or&amp;#231;amentos P&amp;#250;blicos e Fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o do Congresso Nacional, ela desmentiu boatos disseminados na m&amp;#237;dia estadual de que n&amp;#227;o haveria recursos previstos no Plano Plurianual da Uni&amp;#227;o para o per&amp;#237;odo de 2012 a 2015.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Essa informa&amp;#231;&amp;#227;o veiculada no Estado de que n&amp;#227;o h&amp;#225; emenda em benef&amp;#237;cio de Cabedelo &amp;#233; absolutamente equivocada e maldosa, uma vez que, por meio de combina&amp;#231;&amp;#227;o de iniciativas individuais (emendas) do senador Vital do R&amp;#234;go Filho e dos deputados federais Manoel J&amp;#250;nior e Wilson Filho, ambos da bancada do PMDB, ficou garantido no PPA-2012/2015 o aditamento de R$ 200 milh&amp;#245;es na rubrica relacionada a projetos de Adequa&amp;#231;&amp;#227;o de Estruturas de Acostagens e de Opera&amp;#231;&amp;#245;es de Cargas em Portos Organizados Mar&amp;#237;timos, especificamente para beneficiar o porto paraibano&quot;, ressaltou a deputada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Em que pese n&amp;#227;o ter sa&amp;#237;do na primeira vers&amp;#227;o do Relat&amp;#243;rio emitido pelo senador Walter Pinheiro, o referido atendimento foi contemplado logo no Adendo 1, apreciado na Comiss&amp;#227;o Mista de Or&amp;#231;amento, conforme consta, para consulta p&amp;#250;blica, no endere&amp;#231;o http://www.camara.gov.br/internet/comissao/index/mista/orca/ppa/PPA_2012_2015/Rel_final/15_adendo1.pdf&quot;, ressaltou. Continuando, a deputada Nilda Gondim informou que na p&amp;#225;gina 2 do referido documento consta refer&amp;#234;ncia expressa &amp;#224;s emendas 23670003, 28960002 e 27160001, de autoria de Vitalzinho, Manoel J&amp;#250;nior e Wilson Filho.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Conforme se pode atestar em consulta p&amp;#250;blica ao site da Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica (http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12593.htm), tal iniciativa n&amp;#227;o foi objeto de veto, como tentou-se afirmar atrav&amp;#233;s de boatos equivocados verbalizados atrav&amp;#233;s de alguns ve&amp;#237;culos de comunica&amp;#231;&amp;#227;o do Estado&quot;, enfatizou. E acrescentou: &quot;A Para&amp;#237;ba n&amp;#227;o conquistou uma, mas duas iniciativas no Plano Plurianual da Uni&amp;#227;o em benef&amp;#237;cio do Porto de Cabedelo, uma espec&amp;#237;fica e outra de car&amp;#225;ter geral, gra&amp;#231;as &amp;#224; articula&amp;#231;&amp;#227;o da bancada e &amp;#224; medida de seguran&amp;#231;a adotada pelos tr&amp;#234;s parlamentares do PMDB paraibano&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
*Sobre o PPA -* Institu&amp;#237;do pela Lei n&amp;#176; 12.593, de 18 de janeiro de 2012, o PPA 2012/2015 &amp;#233; o instrumento de planejamento governamental que define diretrizes, objetivos e metas com o prop&amp;#243;sito de viabilizar a implementa&amp;#231;&amp;#227;o e a gest&amp;#227;o das pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas, orientar a defini&amp;#231;&amp;#227;o de prioridades e auxiliar na promo&amp;#231;&amp;#227;o do desenvolvimento sustent&amp;#225;vel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
*Audi&amp;#234;ncia com Dilma Rousseff -* A deputada federal Nilda Gondim participou, na manh&amp;#227; da &amp;#250;ltima quarta-feira (25), na Assembleia Legislativa do Estado, de Sess&amp;#227;o Especial realizada com o objetivo de promover a uni&amp;#227;o de toda a classe pol&amp;#237;tica paraibana na defesa da ado&amp;#231;&amp;#227;o de medidas que viabilizem o aumento imediato da capacidade de operacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Cabedelo, que hoje depende, dentre outros projetos complementares, da conclus&amp;#227;o do projeto de dragagem do seu Canal de Acesso para poder receber navios de grande porte e assim incrementar as atividades econ&amp;#244;micas na zona portu&amp;#225;ria do Estado, inclusive com a gera&amp;#231;&amp;#227;o de in&amp;#250;meros novos empregos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Falando em seu nome e em nome do seu filho e senador da Rep&amp;#250;blica, Vital do R&amp;#234;go Filho (PMDB-PB), Nilda Gondim garantiu total apoio &amp;#224; causa do Porto e ficou encarregada, por sugest&amp;#227;o da Mesa Diretora da Assembleia, acatada por ela e por todos os participantes da sess&amp;#227;o, de dar seguimento &amp;#224;s delibera&amp;#231;&amp;#245;es do encontro, incluindo provid&amp;#234;ncias no sentido de marcar uma audi&amp;#234;ncia da bancada federal e do Comit&amp;#234; de Defesa do Porto de Cabedelo com a presidente da Rep&amp;#250;blica, Dilma Rousseff.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
*Apoio de Vitalzinho -* Cumprindo agenda em Bras&amp;#237;lia, mesmo com o Congresso Nacional em recesso, o senador Vital do R&amp;#234;go Filho n&amp;#227;o pode participar da sess&amp;#227;o, mas se comprometeu em ajudar a deputada Nilda Gondim a levar &amp;#224; presidente Dilma Rousseff os encaminhamentos das quest&amp;#245;es debatidas no Plen&amp;#225;rio da Assembleia Legislativa paraibana. &quot;A deputada Nilda Gondim me representou muito bem se comprometendo em levar toda a pauta para ser debatida em Bras&amp;#237;lia com a bancada paraibana e com a presidente Dilma Rousseff&quot;, comentou o senador.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
*Confiante -* Falando sobre sua expectativa em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; audi&amp;#234;ncia com a presidente da Rep&amp;#250;blica, a deputada Nilda Gondim disse n&amp;#227;o ter d&amp;#250;vida de que Dilma Rousseff ir&amp;#225; acolher o pleito dos paraibanos e garantir os recursos necess&amp;#225;rios para a continuidade da dragagem do Porto de Cabedelo. &quot;A presidente &amp;#233; sens&amp;#237;vel a projetos dessa natureza e nos atender&amp;#225;. Ela &amp;#233; uma mulher s&amp;#233;ria que tem compromisso com o social. Por isso eu acredito que a Sess&amp;#227;o Especial promovida pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Para&amp;#237;ba vai surtir efeitos positivos&quot;, comentou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
*Refer&amp;#234;ncia -* Nilda Gondim tamb&amp;#233;m destacou a import&amp;#226;ncia do Porto de Cabedelo para o desenvolvimento econ&amp;#244;mico da Para&amp;#237;ba, e lembrou que nos anos 1960 o porto era refer&amp;#234;ncia no Nordeste. &quot;A Para&amp;#237;ba n&amp;#227;o pode continuar dependendo do porto pernambucano de Suape para operacionalizar o transporte da grande maioria dos produtos que importa e exporta. Temos que investir no Porto de Cabedelo, que j&amp;#225; teve grande import&amp;#226;ncia, por exemplo, no escoamento da produ&amp;#231;&amp;#227;o agr&amp;#237;cola do Nordeste e que hoje depende, dentre outros projetos complementares, da conclus&amp;#227;o do projeto de dragagem do seu Canal de Acesso para poder receber navios de grande porte e assim incrementar as atividades econ&amp;#244;micas na zona portu&amp;#225;ria do Estado com a gera&amp;#231;&amp;#227;o de in&amp;#250;meros novos empregos&quot; ressaltou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
*Sobre o Porto de Cabedelo -* Administrado pela Companhia Docas da Para&amp;#237;ba, o Porto de Cabedelo, segundo o diretor presidente da empresa, Wilbur J&amp;#225;come, conta hoje com um calado de 9.14 metros e tem capacidade para receber navios de porte m&amp;#233;dio que transportam at&amp;#233; 35 mil toneladas de produtos por viagem. Com a conclus&amp;#227;o do projeto de dragagem do Canal de Acesso, que elevar&amp;#225; a profundidade das &amp;#225;guas para 11 metros, navios de grande porte, com capacidade para transportar at&amp;#233; 45 a 50 mil toneladas, poder&amp;#227;o ser utilizados, tanto nos processos de importa&amp;#231;&amp;#227;o quanto de exporta&amp;#231;&amp;#227;o de insumos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dessa forma, a comunidade portu&amp;#225;ria paraibana ser&amp;#225; beneficiada de diversas formas, especialmente com a possibilidade de barateamento dos custos dos insumos, por meio do transporte de quantidades maiores de produtos por cada viagem.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m disso, em raz&amp;#227;o da necessidade de um volume maior de m&amp;#227;o-de-obra, haver&amp;#225; tamb&amp;#233;m a consequente gera&amp;#231;&amp;#227;o de mais empregos, em fun&amp;#231;&amp;#227;o do aumento na quantidade de insumos importados e exportados. &quot;Quando se aumenta o tamanho da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, pode-se trazer mais insumos de uma s&amp;#243; vez, possibilitando o barateamento dos produtos a partir dos gastos relacionados &amp;#224;s opera&amp;#231;&amp;#245;es de transporte&quot;, explica o presidente da Companhia Docas.&lt;br&gt;
Fonte: PB Agora&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:38:27 -0200</pubDate></item><item><title>O PRIMEIRO &amp;#211;LEO DE EIKE</title><description>Petroleira inicia produ&amp;#231;&amp;#227;o no Rio. &quot;Ser&amp;#225; a Embraer dos mares&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O empres&amp;#225;rio Eike Batista j&amp;#225; &amp;#233; tamb&amp;#233;m produtor de petr&amp;#243;leo. A OGX, empresa petroleira do homem mais rico do pa&amp;#237;s e oitavo do mundo, segundo a revista &quot;Forbes&quot;, informou ontem ter iniciado, exatamente &amp;#224;s 19h48m40s de s&amp;#225;bado, os procedimentos para extrair seus primeiros barris de &amp;#243;leo no campo de Waimea, na Bacia de Campos. A &amp;#225;rea fica a aproximadamente 80 quil&amp;#244;metros da costa, em frente a Arraial do Cabo, na Regi&amp;#227;o dos Lagos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o comunicado, foram injetados produtos qu&amp;#237;micos no po&amp;#231;o localizado em &amp;#225;guas rasas para o tratamento preliminar do petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s que ser&amp;#227;o processados na plataforma. Eike n&amp;#227;o acompanhou no local o in&amp;#237;cio dos trabalhos de explora&amp;#231;&amp;#227;o no s&amp;#225;bado. De acordo com a assessoria da empresa, o empres&amp;#225;rio dever&amp;#225; participar esta semana de um evento para marcar a estreia da petroleira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A OGX &amp;#233; a primeira companhia privada brasileira a produzir petr&amp;#243;leo no mar. A reserva de &amp;#243;leo, batizada de Waimea, foi descoberta h&amp;#225; dois anos, e a extra&amp;#231;&amp;#227;o come&amp;#231;a em fase de teste de longa dura&amp;#231;&amp;#227;o, cuja finalidade &amp;#233; confirmar a produtividade. O in&amp;#237;cio da produ&amp;#231;&amp;#227;o ocorreu com tr&amp;#234;s meses de atraso em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao cronograma previsto. A companhia, por&amp;#233;m, considera o prazo um recorde, uma vez que o campo foi descoberto em 2009. A produ&amp;#231;&amp;#227;o comercial, contudo, s&amp;#243; ter&amp;#225; in&amp;#237;cio ap&amp;#243;s a declara&amp;#231;&amp;#227;o de comercialidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Quando a plataforma OSX-1 alcan&amp;#231;ar a capacidade m&amp;#225;xima de produ&amp;#231;&amp;#227;o - de 60 mil barris di&amp;#225;rios -, o que deve ocorrer no segundo semestre de 2013, a OGX se tornar&amp;#225; a quarta maior produtora do Brasil, ficando atr&amp;#225;s apenas da Petrobras, da Chevron e da Shell. A produ&amp;#231;&amp;#227;o inicial, com a opera&amp;#231;&amp;#227;o do primeiro po&amp;#231;o, dever&amp;#225; ficar entre 15 mil e 20 mil barris di&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ser&amp;#225; a Embraer dos mares&quot;, afirmou ontem Eike no seu Twitter.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O fluxo de petr&amp;#243;leo ser&amp;#225; incrementado gradualmente, conforme as boas pr&amp;#225;ticas da ind&amp;#250;stria para melhor gest&amp;#227;o do reservat&amp;#243;rio&quot;, diz o comunicado divulgado ontem pela empresa. A OGX foi criada por Eike Batista em julho de 2007 e, desde ent&amp;#227;o, vem desenvolvendo campanhas explorat&amp;#243;rias. A previs&amp;#227;o da empresa &amp;#233; que at&amp;#233; o fim deste ano mais dois po&amp;#231;os sejam postos em opera&amp;#231;&amp;#227;o. (Luiza Xavier)&lt;br&gt;
Fonte : O Globo&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:38:12 -0200</pubDate></item><item><title>FUNDOS DE A&amp;#199;&amp;#213;ES DA PETROBRAS SOBEM AT&amp;#201; 18%</title><description>Retorno de investidores estrangeiros &amp;#224; Bolsa e troca de comando na estatal quebram inferno astral de dois anos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O retorno dos investidores estrangeiros ao mercado brasileiro neste come&amp;#231;o de ano provocou o que poucos profissionais da Bolsa imaginavam ser poss&amp;#237;vel: uma escalada de 18% nos pre&amp;#231;os das a&amp;#231;&amp;#245;es da Petrobras, ap&amp;#243;s um inferno astral de quase dois anos. E com a valoriza&amp;#231;&amp;#227;o, os cotistas de fundos de investimento dedicados aos pap&amp;#233;is da estatal recuperaram em tr&amp;#234;s semanas boa parte das perdas de 2011. Para analistas, o f&amp;#244;lego da Petrobras ainda n&amp;#227;o teria terminado na Bolsa de Valores de S&amp;#227;o Paulo (Bovespa), mas alertam que nada garante novas altas com as incertezas da crise europeia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os fundos de investimentos em Petrobras - n&amp;#227;o confundir com fundos FGTS/Petrobras, atualmente fechados para novos investidores - s&amp;#227;o oferecidos pelos principais bancos. S&amp;#227;o fundos que mant&amp;#234;m cerca de 90% do patrim&amp;#244;nio em a&amp;#231;&amp;#245;es da empresa. Por isso, acompanham de perto o desempenho do papel na Bolsa. E com a alta, o retorno foi grande em janeiro em fundos oferecidos por Banco do Brasil (18,28%), Bradesco (16,76%), Caixa (18,82%), Ita&amp;#250; Unibanco (18,78%), HSBC (16,80%) e Santander (18,25%).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Valor de mercado tem 2&amp;#170; maior alta global: US$38 bi&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m das pesadas compras de a&amp;#231;&amp;#245;es por investidores estrangeiros, que somam R$5,4 bilh&amp;#245;es na Bolsa em 2012, a troca de comando da Petrobras contribuiu para a alta. O presidente da companhia, Jos&amp;#233; Sergio Gabrielli, vai deixar o posto e dar lugar a Maria das Gra&amp;#231;as Foster, atual diretora de G&amp;#225;s e Energia. Segundo analistas, o perfil mais t&amp;#233;cnico de Gra&amp;#231;a trouxe mais confian&amp;#231;a para o futuro da empresa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Executivos com perfil t&amp;#233;cnico e aumento de produ&amp;#231;&amp;#227;o (de petr&amp;#243;leo) conversam bem, s&amp;#227;o termos a fim - avalia Rogerio Zarpao, analista s&amp;#234;nior de commodities da J. Safra Corretora, que tem recomenda&amp;#231;&amp;#227;o de compra de Petrobras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com a not&amp;#237;cia, o valor de mercado da Petrobras avan&amp;#231;ou US$38 bilh&amp;#245;es no m&amp;#234;s at&amp;#233; agora. &amp;#201; a segunda maior alta do mundo, atr&amp;#225;s apenas da Apple, que subiu US$39 bilh&amp;#245;es. O resultado recupera parte das perdas de US$72 bilh&amp;#245;es do papel no ano passado, que foi a segunda maior do mundo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As equipes de an&amp;#225;lise das corretoras apostam que o papel pode chegar a R$30 nos pr&amp;#243;ximos 12 meses, o que significa espa&amp;#231;o para avan&amp;#231;o de 20%. E os fundos de a&amp;#231;&amp;#245;es devem acompanhar isso. Essa valoriza&amp;#231;&amp;#227;o, no entanto, vai depender de uma s&amp;#233;rie de fatores, como a evolu&amp;#231;&amp;#227;o da crise europeia e os pr&amp;#243;prios resultados da Petrobras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- N&amp;#243;s achamos que pode ter algum movimento de venda de a&amp;#231;&amp;#245;es da Petrobras nas pr&amp;#243;ximas semanas, com investidores embolsando ganhos - explica Rafael Andreata, analista de investimentos da corretora Planner. - Mas mantemos nossa recomenda&amp;#231;&amp;#227;o de compra porque acreditamos que o pre&amp;#231;o do barril de petr&amp;#243;leo vai continuar em patamares elevados, na m&amp;#233;dia de US$80 nos pr&amp;#243;ximos sete anos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Investir via fundos pode ser mais atraente at&amp;#233; R$5 mil&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Ricardo Correa, analista da Ativa Corretora, a Petrobras &amp;#233; uma porta de entrada de investidores na Bolsa brasileira, inclusive para estrangeiros. E com o deslocamento de recursos de pa&amp;#237;ses europeus para emergentes, como o Brasil, pode haver espa&amp;#231;o para mais valoriza&amp;#231;&amp;#227;o da estatal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O investidor Alan da Silva Soares tem cotas de um fundo de a&amp;#231;&amp;#245;es da Petrobras, adquiridas originalmente por seu pai em 2004. Segundo ele, o fundo mant&amp;#233;m 95% do patrim&amp;#244;nio aplicado nas a&amp;#231;&amp;#245;es da companhia e outros 5% em t&amp;#237;tulos p&amp;#250;blicos federais, para facilitar os eventuais resgates de cotas dos investidores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Como temos o fundo h&amp;#225; muito tempo, o balan&amp;#231;o segue bastante favor&amp;#225;vel. Mas o dinheiro novo para aplica&amp;#231;&amp;#245;es n&amp;#227;o &amp;#233; destinado a esse fundo por causa da taxa de administra&amp;#231;&amp;#227;o e do come-cotas, que fica com parte do retorno. S&amp;#243; n&amp;#227;o vendo as cotas para comprar a&amp;#231;&amp;#245;es diretamente na Bolsa por causa do custo dessa troca - avalia Soares.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo c&amp;#225;lculos de Flavio Lemos, diretor da Trader Brasil Escola de Investidores, as aplica&amp;#231;&amp;#245;es na Petrobras via fundos podem ser mais vantajosas at&amp;#233; R$5 mil. Considerando uma alta de 20% no pre&amp;#231;o das a&amp;#231;&amp;#245;es, quem aplicou R$1 mil nas a&amp;#231;&amp;#245;es via fundos de investimento registrou um ganho l&amp;#237;quido de R$167, valor que j&amp;#225; desconta a taxa de administra&amp;#231;&amp;#227;o. Com os mesmos R$1 mil, via uma corretora, o ganho teria sido de R$60, considerando corretagem, emolumentos e cust&amp;#243;dia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- S&amp;#243; &amp;#233; preciso tomar cuidado porque os fundos tamb&amp;#233;m pagam essas taxas quando compram as a&amp;#231;&amp;#245;es, o que pode refletir indiretamente na rentabilidade. &amp;#201; preciso procurar, portanto, fundos com taxa de administra&amp;#231;&amp;#227;o bem atraentes - explica Lemos.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:37:54 -0200</pubDate></item><item><title>SUDAM VAI PRIORIZAR PROJETO DE INTEGRA&amp;#199;&amp;#195;O DA AMAZ&amp;#212;NIA EM 2012</title><description>Definir uma Pol&amp;#237;tica de Desenvolvimento da Amaz&amp;#244;nia e ter um Plano de Integra&amp;#231;&amp;#227;o Intra-Regional da Amaz&amp;#244;nia (PIIR) no aspecto log&amp;#237;stico e econ&amp;#244;mico s&amp;#227;o os dois principais projetos que a Superintend&amp;#234;ncia de Desenvolvimento da Amaz&amp;#244;nia (Sudam) vai trabalhar neste ano. O an&amp;#250;ncio foi feito na &amp;#250;ltima  sexta-feira (27) pelo superintende do &amp;#243;rg&amp;#227;o, Djalma Melo, ap&amp;#243;s entrega de 54 Laudos Constitutivos emitidos para 22 empresas instaladas no Amazonas beneficiadas com incentivos fiscais de redu&amp;#231;&amp;#227;o de 75% Imposto de Renda de Pessoa Jur&amp;#237;dica (IRPJ).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Pol&amp;#237;tica de Desenvolvimento Industrial da Amaz&amp;#244;nia estar&amp;#225; alinhada com o Plano Brasil Maior, a nova pol&amp;#237;tica industrial, tecnol&amp;#243;gica, de servi&amp;#231;os e de com&amp;#233;rcio exterior do Pa&amp;#237;s que tem como trip&amp;#233;: est&amp;#237;mulos ao investimento e &amp;#224; inova&amp;#231;&amp;#227;o; desonera&amp;#231;&amp;#227;o das exporta&amp;#231;&amp;#245;es; e defesa da ind&amp;#250;stria e do mercado interno. Ela ser&amp;#225; feita em conjunto com a Suframa, a Ag&amp;#234;ncia Brasileira de Desenvolvimento Industrial &amp;#243;rg&amp;#227;o do Mdic (ABDI) e com as secretarias estaduais voltadas para o desenvolvimento industrial dos estados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ter uma defini&amp;#231;&amp;#227;o da nossa pol&amp;#237;tica industrial, servir&amp;#225;, entre outras coisas, para orientar os &amp;#243;rg&amp;#227;os de desenvolvimento para incentivar os setores industriais mais importantes para os estados e para a Amaz&amp;#244;nia&quot;, disse Melo. Ontem, ele teve se reuniu com o governador Omar Aziz, que pediu apoio da Sudam na implanta&amp;#231;&amp;#227;o do Polo Naval, no Puraquequara. O projeto de estudo viabilidade do polo &amp;#233; capitaneado pela Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan). &quot;Ent&amp;#227;o esse polo certamente vai entrar nessa pol&amp;#237;tica industrial&quot;, revelou Melo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Integra&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O outro programa &amp;#233; um Plano de Integra&amp;#231;&amp;#227;o Intra-Regional, visando aumentar as rela&amp;#231;&amp;#245;es econ&amp;#244;micas e os fluxos (transporte, pessoas, capital, informa&amp;#231;&amp;#227;o) entre os estados. &quot;Verificamos que os estados da Amaz&amp;#244;nia est&amp;#227;o de costas um para o outro&quot;, disse Melo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para isso, est&amp;#225; em curso um projeto das Federa&amp;#231;&amp;#245;es da Ind&amp;#250;stria da Amaz&amp;#244;nia (Pro-Amaz&amp;#244;nia), em parceria com Sudam, um estudo sobre a log&amp;#237;stica de transporte intra-amaz&amp;#244;nia, que investiga a necessidade de rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, transporte a&amp;#233;reo. Encomendado a uma grande empresa do Pa&amp;#237;s, o estudo iniciado h&amp;#225; mais de um ano est&amp;#225; em conclus&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outro problema verificado na falta de integra&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#244;mica &amp;#233; que os estados desconhecem o que o vizinho produz. Para isso, o &amp;#243;rg&amp;#227;o desenvolver dois projetos: cria&amp;#231;&amp;#227;o de um site de produtos da Amaz&amp;#244;nia no portal da Sudam, que vai dar uma lista com todas as informa&amp;#231;&amp;#245;es de produ&amp;#231;&amp;#227;o, sobretudo produtos regionais, e o interessado poder&amp;#225; fazer compras atrav&amp;#233;s do site.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Durante o ano, 151 projetos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os 54 laudos constitutivos de 22 empresas entregues ontem fazem parte dos 151 projetos projetos aprovados ao longo de 2011. Destaque para o projeto da Crusier Marine Ind&amp;#250;stria N&amp;#225;utica, um dos 25 projetos de implanta&amp;#231;&amp;#227;o incentivados com redu&amp;#231;&amp;#227;o de 75% do IR. O benef&amp;#237;cio &amp;#233; v&amp;#225;lido por dez anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A empresa produz embarca&amp;#231;&amp;#227;o de fibra de vidro e a produ&amp;#231;&amp;#227;o ter&amp;#225; capacidade para 30 unidades por ano&quot;, contou o coordenador geral de incentivos fiscais da Sudam, Indal&amp;#233;cio Pacheco.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Juntos, os projetos favorecidos por Laudos Constitutivos somam R$ 1,8 bilh&amp;#227;o de incentivos fiscais (IR e Reinvestimento) concedidos a 89 empresas em 2011, no Amazonas, um aumento de 28,5% comparado a 2010 (R$ 1,4 bi). Na Amaz&amp;#244;nia Legal foi de R$ 3,2 bi em 2011, ante R$ 2,9 bi em 2010.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal A Cr&amp;#237;tica/CIMONE BARROS&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:37:37 -0200</pubDate></item><item><title>CNA NA ERA DA ESCRAVID&amp;#195;O</title><description>Para continuar lucrando com pr&amp;#225;ticas ilegais, a Confedera&amp;#231;&amp;#227;o Nacional da Agricultura e Pecu&amp;#225;ria (CNA) n&amp;#227;o mede esfor&amp;#231;os. N&amp;#227;o satisfeita em fechar o cerco no lobby contra a ci&amp;#234;ncia no debate do C&amp;#243;digo Florestal no Congresso, a entidade agora quer derrubar a a&amp;#231;&amp;#227;o transparente do Minist&amp;#233;rio do Trabalho, que publica anualmente a lista suja do trabalho escravo. Nela, figuram os mesmos nomes de propriet&amp;#225;rios do agroneg&amp;#243;cio envolvidos com desmatamento, invas&amp;#227;o de &amp;#225;reas protegidas e produ&amp;#231;&amp;#227;o ilegal de gado e soja. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No fim de novembro, o relator da a&amp;#231;&amp;#227;o da CNA no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, liberou o caso para julgamento. Na volta do recesso, em in&amp;#237;cio de fevereiro, ela poder&amp;#225; ser julgada a qualquer momento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O cadastro de empregadores flagrados explorando m&amp;#227;o de obra de forma an&amp;#225;loga &amp;#224; escravid&amp;#227;o foi criado em 2004 pelo Minist&amp;#233;rio. Na &amp;#250;ltima edi&amp;#231;&amp;#227;o da lista figura um n&amp;#250;mero recorde de 294 empresas e pessoas f&amp;#237;sicas. Entre os infratores est&amp;#227;o madeireiras, construtoras e empres&amp;#225;rios. Inserido no cadastro, o infrator fica impedido de obter empr&amp;#233;stimos em bancos p&amp;#250;blicos e passa a sofrer restri&amp;#231;&amp;#245;es comerciais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um dos argumentos da CNA &amp;#233; o de que a inclus&amp;#227;o de nomes de pessoas sem que haja um processo judicial pr&amp;#233;vio violaria a presun&amp;#231;&amp;#227;o da inoc&amp;#234;ncia. A Advocacia-Geral da Uni&amp;#227;o (AGU) defende a lista. Ela argumenta que a portaria simplesmente regulamenta quest&amp;#245;es definidas em lei, e n&amp;#227;o cria direitos nem obriga&amp;#231;&amp;#245;es - teria car&amp;#225;ter meramente informativo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apesar de ocupar uma cadeira legislativa no Congresso, a senadora K&amp;#225;tia Abreu (PSD-TO), presidente da CNA, j&amp;#225; demonstrou n&amp;#227;o se importar muito em defender o cumprimento das leis. Ela &amp;#233; uma das principais incentivadoras da proposta que altera a legisla&amp;#231;&amp;#227;o brasileira e permite novos crimes ambientais.&lt;br&gt;
Fonte : O Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:37:23 -0200</pubDate></item><item><title>SEP PARABENIZA PORTU&amp;#193;RIO PELO SEU DIA</title><description>Bras&amp;#237;lia, 28 de janeiro de 2012 - Em comemora&amp;#231;&amp;#227;o ao dia 28 de janeiro, Dia do Portu&amp;#225;rio, parabenizamos a cada um dos mais de 30 mil trabalhadores que fazem parte do dia-a-dia dos portos brasileiros. Temos orgulho em consolidar, a cada ano, o crescimento do setor. Reconhecemos, portanto, a import&amp;#226;ncia dessa categoria para o desenvolvimento econ&amp;#244;mico e social do pa&amp;#237;s. Parab&amp;#233;ns Portu&amp;#225;rio!&lt;br&gt;
Fonte : O Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:37:11 -0200</pubDate></item><item><title>ITAQUI AMPLIAR&amp;#193; POSTOS DE TRABALHO</title><description>Entre 2012 e 2016, a estimativa de investimentos j&amp;#225; definidos para o Porto do Itaqui, no Maranh&amp;#227;o, &amp;#233; de aproximadamente R$ 1 bilh&amp;#227;o. Ser&amp;#227;o R$ 250 milh&amp;#245;es com recursos pr&amp;#243;prios da Empresa Maranhense de Administra&amp;#231;&amp;#227;o Portu&amp;#225;ria (Emap) que ser&amp;#227;o somados aos R$ 540 milh&amp;#245;es da iniciativa privada e aos R$ 150 milh&amp;#245;es do Governo Federal. A expectativa &amp;#233; que nos pr&amp;#243;ximos 20 anos a EMAP fa&amp;#231;a investimentos globais da ordem de R$ 6 bilh&amp;#245;es distribu&amp;#237;dos em 90 novos projetos e que com isso sejam criados 6.500 empregos diretos e 32 mil indiretos. Postos de trabalho na &amp;#225;rea portu&amp;#225;ria sejam ampliados com projetos de expans&amp;#227;o do porto como o Terminal de Gr&amp;#227;os do Maranh&amp;#227;o (Tegram) e o crescimento em 40% da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de gran&amp;#233;is l&amp;#237;quidos com a constru&amp;#231;&amp;#227;o do ber&amp;#231;o 108, ambos contam com recursos privados e devem entrar em opera&amp;#231;&amp;#227;o ao final de 2013. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Foi-se a &amp;#233;poca na qual os trabalhadores portu&amp;#225;rios se destacavam pela for&amp;#231;a f&amp;#237;sica. Com a moderniza&amp;#231;&amp;#227;o dos portos e a instala&amp;#231;&amp;#227;o de equipamentos de &amp;#250;ltima gera&amp;#231;&amp;#227;o, a qualifica&amp;#231;&amp;#227;o do profissional passou a ser diferencial. Atualmente, 90% da m&amp;#227;o de obra credenciada no &amp;#211;rg&amp;#227;o Gestor da M&amp;#227;o de Obra Portu&amp;#225;ria (Ogmo), respons&amp;#225;vel pela escala&amp;#231;&amp;#227;o dos chamados Trabalhadores Portu&amp;#225;rios Avulsos (TPAs) tem, no m&amp;#237;nimo, o ensino m&amp;#233;dio completo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A cria&amp;#231;&amp;#227;o do Ogmo, por meio da Lei dos Portos de 8.630/93, &amp;#233; outra conquista dos TPAs. Por meio desta institui&amp;#231;&amp;#227;o, os profissionais portu&amp;#225;rios asseguraram direitos, deveres e maior seguran&amp;#231;a no trabalho. Cerca de 250 profissionais s&amp;#227;o registrados no Ogmo. Entre as mais diversas atividades portu&amp;#225;rias desenvolvidas por eles est&amp;#227;o; conferentes, estivadores, atracadores, enlonadores, empilhadores, carregador de navio, entre outros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A contribui&amp;#231;&amp;#227;o dos TPA&amp;#180;s &amp;#233; importante para uma expans&amp;#227;o portu&amp;#225;ria sustent&amp;#225;vel. Atualmente, tais profissionais participam das reuni&amp;#245;es do planejamento operacional. De acordo com o Diretor de Opera&amp;#231;&amp;#245;es da EMAP, Gustavo Lago, a colabora&amp;#231;&amp;#227;o desses trabalhadores &amp;#233; determinante para que a opera&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria seja eficiente, &amp;#225;gil e segura. Percebe-se um profissional focado no crescimento e na qualifica&amp;#231;&amp;#227;o e interessado em acompanhar a expans&amp;#227;o do Itaqui, ressaltou. &lt;br&gt;
Website: www.emap.ma.gov.br&lt;br&gt;
Fonte : O Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:36:54 -0200</pubDate></item><item><title>CNA DEBATE AGRICULTURA DE BAIXO CARBONO E REDU&amp;#199;&amp;#195;O DE EMISS&amp;#213;ES DE GASES POR DA REPORTAGEM *</title><description>A Confedera&amp;#231;&amp;#227;o da Agricultura e Pecu&amp;#225;ria do Brasil (CNA) debate nesta ter&amp;#231;a-feira (31), na sede da entidade, em Bras&amp;#237;lia, os caminhos da agricultura de baixo carbono, pr&amp;#225;tica que permitir&amp;#225; &amp;#224; agropecu&amp;#225;ria brasileira se consolidar como a maior e mais sustent&amp;#225;vel do planeta. O tema ser&amp;#225; discutido durante o semin&amp;#225;rio de lan&amp;#231;amento do Guia da Agricultura de Baixo Carbono, primeiro de uma s&amp;#233;rie de quatro encontros regionais organizados pela CNA em parceria com a Embaixada Brit&amp;#226;nica, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&amp;#225;ria (Embrapa), Banco do Brasil e Minist&amp;#233;rio da Agricultura, Pecu&amp;#225;ria e Abastecimento (Mapa).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A presidente da CNA, senadora K&amp;#225;tia Abreu, far&amp;#225; a abertura do evento, que contar&amp;#225; tamb&amp;#233;m com a presen&amp;#231;a do secret&amp;#225;rio-executivo do Mapa, Jos&amp;#233; Carlos Vaz, e da conselheira da Embaixada Brit&amp;#226;nica, Stephanie Al-Qaq, al&amp;#233;m de especialistas e de produtores que tiveram experi&amp;#234;ncias bem sucedidas com a ado&amp;#231;&amp;#227;o de pr&amp;#225;ticas sustent&amp;#225;veis em suas propriedades, como o ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli. Os semin&amp;#225;rios tamb&amp;#233;m servir&amp;#227;o para esclarecer produtores, t&amp;#233;cnicos dos bancos e extensionistas sobre a obten&amp;#231;&amp;#227;o das linhas oficiais de financiamento, que somam R$ 3,5 bilh&amp;#245;es nesta safra, para a ado&amp;#231;&amp;#227;o de pr&amp;#225;ticas que contribuam para a redu&amp;#231;&amp;#227;o da emiss&amp;#227;o de Gases de Efeito Estufa (GEEs) na atividade rural.  &lt;br&gt;
Fonte : O Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:36:40 -0200</pubDate></item><item><title>EDITAL PARA MODERNIZA&amp;#199;&amp;#195;O DO CAIS DO PORTO DO RIO GRANDE DEVE SAIR EM FEVEREIRO</title><description>Ao divulgar os n&amp;#250;meros da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o do porto em 2011, na &amp;#250;ltima quinta-feira, 26, o superintendente do Porto do Rio Grande, Dirceu Lopes, tamb&amp;#233;m falou de outros projetos para a &amp;#225;rea portu&amp;#225;ria. E informou que deve ser publicado no final de fevereiro o edital de moderniza&amp;#231;&amp;#227;o de 1.125 metros do cais p&amp;#250;blico. Conforme ele, a previs&amp;#227;o &amp;#233; que o in&amp;#237;cio da obra ocorra em junho ou julho deste ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Lopes relatou ainda que est&amp;#225; em conclus&amp;#227;o o projeto executivo para pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o asf&amp;#225;ltica da &amp;#225;rea do Porto Novo e que o projeto de expans&amp;#227;o do porto para a Ilha do Terrapleno est&amp;#225; or&amp;#231;ado em R$ 4 bilh&amp;#245;es. &quot;Rio Grande &amp;#233; o &amp;#250;nico complexo portu&amp;#225;rio que pode construir um novo porto dentro dele&quot;, salientou. Mas ainda n&amp;#227;o h&amp;#225; data prevista para execu&amp;#231;&amp;#227;o desta proposta.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal Agora(RS)/Carmem Ziebell&lt;br&gt;
Data : 30/01/21012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:36:24 -0200</pubDate></item><item><title>MOVIMENTA&amp;#199;&amp;#195;O DO PORTO RIO-GRANDINO CRESCE 9,99% EM 2011</title><description>O superintendente do Porto do Rio Grande, Dirceu Lopes, apresentou, na &amp;#250;ltima quinta-feira, os n&amp;#250;meros da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o do porto rio-grandino em 2011. Segundo ele, o volume de cargas movimentadas no ano passado que foi de 30.483.228 toneladas, resultando em um crescimento de 9,99% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano de 2010, quando a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o total chegou a 27.715.203 toneladas. Pelo tipo de navega&amp;#231;&amp;#227;o de mercadoria, foram registradas 2.169.090 toneladas por cabotagem, 23.824.934 toneladas por longo curso, 4.469.790 toneladas por navega&amp;#231;&amp;#227;o interior e 19.414 por tr&amp;#226;nsito.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O segmento de carga geral apresentou redu&amp;#231;&amp;#227;o de 7.577.191 toneladas (2010) para 7.111.980 (2011). O maior crescimento foi registrado no segmento de gran&amp;#233;is s&amp;#243;lidos, que somou 19.652.579 toneladas em 2011 enquanto no ano anterior chegou a 16.463.557. No de gran&amp;#233;is l&amp;#237;quidos tamb&amp;#233;m houve aumento, ainda que menor: de 3.674.458 toneladas em 2010 passou para 3.718.669 no ano passado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As principais mercadorias exportadas pelo porto ga&amp;#250;cho em 2011 foram soja em gr&amp;#227;o (5.979.193 toneladas), farelo de soja Lowpro (2.089.818), trigo (1.641.656) e arroz (1.039.262). Os principais pa&amp;#237;ses de destino das cargas exportadas foram China, Espanha, Holanda, Jap&amp;#227;o, Fran&amp;#231;a, Tail&amp;#226;ndia, Estados Unidos, Arg&amp;#233;lia, B&amp;#233;lgica e Vietn&amp;#227;. O principal produto exportado foi soja em gr&amp;#227;o, sendo que a maior parte foi para a China - 4.554.499 toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; nas importa&amp;#231;&amp;#245;es, as principais mercadorias foram ur&amp;#233;ia (792.140 toneladas), cloreto de pot&amp;#225;ssio granulado (722.871), Fosfato c&amp;#225;lcio natural (504.785) e &amp;#225;cido sulf&amp;#250;rico (344.587). As importa&amp;#231;&amp;#245;es tiveram como principais pa&amp;#237;ses de origem Argentina, Marrocos, Litu&amp;#226;nia, China, Estados Unidos, Egito, Chile, Uruguai, Alemanha e Canad&amp;#225;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dirceu Lopes disse que a expectativa para 2012, mesmo com a poss&amp;#237;vel crise na Europa, &amp;#233; de continuidade do crescimento da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o com rela&amp;#231;&amp;#227;o a este ano, considerando o trabalho para atra&amp;#231;&amp;#227;o de cargas do Uruguai e da Argentina e as cargas de projetos (de parques e&amp;#243;licos e offshore) que o porto continuar&amp;#225; recebendo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A estiagem pode provocar um decr&amp;#233;scimo nas exporta&amp;#231;&amp;#245;es, pelos reflexos na safra agr&amp;#237;cola, mas n&amp;#227;o dever&amp;#225; significar menor movimenta&amp;#231;&amp;#227;o em geral porque as cargas de projetos compensar&amp;#227;o esse decr&amp;#233;scimo, segundo ele.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ministro&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na pr&amp;#243;xima ter&amp;#231;a-feira, o ministro dos Portos, Jos&amp;#233; Le&amp;#244;nidas Cristino, estar&amp;#225; em Rio Grande. Segundo Dirceu Lopes, ele far&amp;#225; uma visita t&amp;#233;cnica ao porto rio-grandino.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal Agora (RS)/Carmem Ziebell&lt;br&gt;
Data : 30/01/21012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:36:10 -0200</pubDate></item><item><title>CERCA DE 10 MIL PESSOAS VISITARAM OS NAVIOS</title><description>Os quatro navios de guerras que estavam atracados no Porto de Paranagu&amp;#225;, no litoral do estado, receberam neste fim de semana cerca de 10 mil visitantes, de acordo com a Administra&amp;#231;&amp;#227;o dos Portos de Paranagu&amp;#225; e Antonina (Appa). As fragatas Niter&amp;#243;i e Liberal, o navio tanque Almirante Gast&amp;#227;o Motta e a corveta Frontin atracaram pela primeira vez ao mesmo tempo em Paranagu&amp;#225; trazendo, al&amp;#233;m das tripula&amp;#231;&amp;#245;es, os aspirantes da Escola Naval. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os navios integram a Opera&amp;#231;&amp;#227;o Aspirantex-12, que tem o prop&amp;#243;sito de realizar exerc&amp;#237;cios no mar de car&amp;#225;ter militar, com a finalidade de aprimorar o treinamento e orienta&amp;#231;&amp;#227;o dos aspirantes, bem como familiariz&amp;#225;-los com a vida no mar. As embarca&amp;#231;&amp;#245;es ficaram abertas ao p&amp;#250;blico apenas neste s&amp;#225;bado e domingo. &lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
O Porto de Paranagu&amp;#225; pode ser uma boa op&amp;#231;&amp;#227;o de lazer para quem passa as f&amp;#233;rias no litoral do estado. O porto fica aberto &amp;#224; visita&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica aos s&amp;#225;bados e domingos. Quem vem ao terminal pode conhecer a faixa de cais em um &amp;#244;nibus especial, acompanhado por monitores. Somente quando h&amp;#225; navios da Marinha atracados no cais, s&amp;#227;o permitidas visitas &amp;#224; bordo. Em 2011, o Porto de Paranagu&amp;#225; recebeu 26 mil visitantes. &lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:35:57 -0200</pubDate></item><item><title>IT&amp;#193;LIA - COSTA CONCORDIA DEVE FICAR NO LOCAL DE SETE A 10 MESES</title><description>O navio Costa Concordia, que tombou na costa da ilha de Giglio, na It&amp;#225;lia, dever&amp;#225; permanecer no local de sete a dez meses antes de ser rebocado, segundo o chefe da Defesa Civil italiana, Franco Gabrielli, neste domingo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Gabrielli, ser&amp;#227;o necess&amp;#225;rios dois meses somente para saber o que fazer com a embarca&amp;#231;&amp;#227;o, antes de come&amp;#231;ar a desmont&amp;#225;-la ou reboc&amp;#225;-la por inteiro. Ap&amp;#243;s essa an&amp;#225;lise, podem ser necess&amp;#225;rios at&amp;#233; dez meses para a retirada completa do cruzeiro. A popula&amp;#231;&amp;#227;o local afirma que, caso o combust&amp;#237;vel seja removido, &amp;#233; poss&amp;#237;vel aguentar as opera&amp;#231;&amp;#245;es na costa durante mais nove meses.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Movimenta&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a imprensa italiana, as condi&amp;#231;&amp;#245;es do mar est&amp;#227;o fazendo o cruzeiro se movimentar com maior intensidade que nos &amp;#250;ltimos dias. Os t&amp;#233;cnicos calcularam que nas &amp;#250;ltimas seis horas o casco se movimentou 3,5 cent&amp;#237;metros, enquanto nos &amp;#250;ltimos dias ele deslizava dois ou tr&amp;#234;s mil&amp;#237;metros por hora.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas para as autoridades locais, o risco do navio deslizar a ponto de naufragar completamente &amp;#233; pequeno, j&amp;#225; que a embarca&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; est&amp;#225;vel com um dos lados repousados a 20 metros de profundidade. A previs&amp;#227;o meteorol&amp;#243;gica aponta que o tempo continuar&amp;#225; a piorar nos pr&amp;#243;ximos dias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O mau tempo e o mar agitado for&amp;#231;aram a suspens&amp;#227;o dos trabalhos de resgate neste final de semane em Giglio. A retirada dos 2,3 mil toneladas de combust&amp;#237;vel do cruzeiro, que pode ser nocivo &amp;#224;s esp&amp;#233;cies marinhas locais, tamb&amp;#233;m est&amp;#225; parada e pode levar de 3 semanas a at&amp;#233; um m&amp;#234;s, segundo a companhia holandesa Smit, respons&amp;#225;vel pela opera&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hist&amp;#243;rico&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Costa Concordia tombou para o lado no dia 13 de janeiro, ap&amp;#243;s um desvio de rota e uma colis&amp;#227;o com rochedos. O capit&amp;#227;o da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, Francesco Schettino, foi preso pelas autoridades italianas por m&amp;#250;ltiplas acusa&amp;#231;&amp;#245;es, entre elas a de ter abandonado o navio antes da retirada completa das 4,2 mil pessoas a bordo, entre passageiros e tripula&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No s&amp;#225;bado, foi identificado o corpo da 17&amp;#170; v&amp;#237;tima do naufr&amp;#225;gio: Erika Fani Soria Molina, uma peruana que trabalhava no cruzeiro. Quinze pessoas ainda seguem desaparecidas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As condi&amp;#231;&amp;#245;es do mar est&amp;#227;o fazendo o cruzeiro se movimentar com maior intensidade que nos &amp;#250;ltimos dias&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Paran&amp;#225; - Navios de guerra atraem cerca de 10 mil visitantes a Paranagu&amp;#225;&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:35:42 -0200</pubDate></item><item><title>MINISTRO DOS PORTOS VISITA OBRAS EM SANTOS NESTA SEGUNDA-FEIRA</title><description>Os ministros Jos&amp;#233; Le&amp;#244;nidas Cristino (Portos), Aldo Rebelo (Esportes) e Gast&amp;#227;o Vieira (Turismo) vir&amp;#227;o a Santos, na segunda-feira, para visitar a &amp;#225;rea portu&amp;#225;ria do Valongo. A regi&amp;#227;o &amp;#233; alvo de um projeto de revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o em desenvolvimento pela Codesp e pela Prefeitura de Santos. Os tr&amp;#234;s foram convidados para conhecer os antigos armaz&amp;#233;ns do cais e o plano de transform&amp;#225;-los em um complexo de turismo e lazer, pelo prefeito de Santos, Jo&amp;#227;o Paulo Papa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O programa de revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o acaba envolvendo as tr&amp;#234;s pastas federais. A iniciativa prev&amp;#234; a recupera&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;rea portu&amp;#225;ria, setor administrado por Cristino. No local,como partedo complexo de lazer, ser&amp;#225; erguido um terminal para navios de cruzeiros (o segundo do Porto), o quejustifica a presen&amp;#231;a de Vieira. E essa instala&amp;#231;&amp;#227;o interessa a Rebelo. O Governo deseja usar embarca&amp;#231;&amp;#245;es desse tipo durante a Copa 2014, para complementar a infraestrutura hoteleira do Pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O prefeito de Santos defende que as obras de revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o sejam agilizadas, especialmente a implanta&amp;#231;&amp;#227;o do terminal de cruzeiros,e passem a integrar o Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento-Copa (PACCopa), que prev&amp;#234; investimentos&lt;br&gt;
nos portos a fim de prepar&amp;#225;-los para o evento esportivo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a Secretaria de Portos, a visita ao Valongo ocorrer&amp;#225; &amp;#224;s 15 horas. Mas a agenda do ministro dos Portos na regi&amp;#227;o come&amp;#231;ar&amp;#225; pela manh&amp;#227;. &amp;#192;s 10 horas, acompanhado de autoridades federais e municipais, al&amp;#233;m de diretores da Codesp, ele visitar&amp;#225; as obras da Avenida Perimetral de Guaruj&amp;#225;, na Margem Esquerda do Porto. &amp;#192;s 12 horas, conhecer&amp;#225; a instala&amp;#231;&amp;#227;o da Brasil Terminal Portu&amp;#225;rio (BTP), em constru&amp;#231;&amp;#227;o na regi&amp;#227;o do Sabo&amp;#243;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Logo depois, &amp;#224;s 12h45, Le&amp;#244;nidas Cristino seguir&amp;#225; para Prefeitura de Santos, onde participar&amp;#225; de um almo&amp;#231;o, a convite da administra&amp;#231;&amp;#227;o municipal, juntamente com os ministros do Esporte edoTurismo. No Valongo, al&amp;#233;m de conhecerem os antigos armaz&amp;#233;ns, as autoridades v&amp;#227;o passar pela Esta&amp;#231;&amp;#227;o do Valongo e visitar as obras do Museu Pel&amp;#233;.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:35:29 -0200</pubDate></item><item><title>MEM&amp;#211;RIA - NO MUSEU DO PORTO, UMA VIAGEM PELA HIST&amp;#211;RIA DO CAIS</title><description>O Porto de Santos completar&amp;#225; 120 anos na pr&amp;#243;xima quinta-feira. Mas, at&amp;#233; hoje, s&amp;#227;o poucos os que sabem a hist&amp;#243;ria do maior complexo portu&amp;#225;rio da Am&amp;#233;rica Latina. Fatos importantes dessas 12 d&amp;#233;cadas podem ser conhecidos em uma visita a uma casa antiga de tr&amp;#234;s andares, no bairro do Macuco, onde est&amp;#225; o Museu do Porto.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Criada em 1&amp;#186; de setembro de 1989, como parte do Programa de Preserva&amp;#231;&amp;#227;o do Patrim&amp;#244;nio Hist&amp;#243;rico, do Minist&amp;#233;rio dos Transportes (que, na &amp;#233;poca, administrava os portos), a instala&amp;#231;&amp;#227;o fica ao lado da sede da Codesp, a Autoridade Portu&amp;#225;ria de Santos, na Avenida Rodrigues Alves. No local, est&amp;#227;o em exposi&amp;#231;&amp;#227;o cerca de 8 mil pe&amp;#231;as.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A aula de hist&amp;#243;ria come&amp;#231;a com a observa&amp;#231;&amp;#227;o das instala&amp;#231;&amp;#245;es do Museu. Os im&amp;#243;veis que abrigam o complexo cultural do Porto - o museu, a videoteca, a biblioteca e a hemeroteca - eram as resid&amp;#234;ncias dos engenheiros da Companhia Docas de Santos (CDS) respons&amp;#225;veis pela constru&amp;#231;&amp;#227;o do cais santista, no final do s&amp;#233;culo 19. Um deles era Guilherme Benjamin Weinschenk, que se dedicou ao desenvolvimento do projeto de log&amp;#237;stica do cais santista. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A CDS foi a empresa privada respons&amp;#225;vel pela constru&amp;#231;&amp;#227;o e explora&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de 1888 (ano em que os acionistas da empresa receberam a concess&amp;#227;o e iniciaram a constru&amp;#231;&amp;#227;o do cais) a 1980, quando a validade de sua concess&amp;#227;o terminou e a fun&amp;#231;&amp;#227;o acabou repassada &amp;#224; Codesp. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As habita&amp;#231;&amp;#245;es de seus engenheiros acabaram revolucionando a forma de moradia da elite santista na &amp;#233;poca, contou o gerente do Complexo Cultural do Porto, Antonio Carlos da Mata Barreto.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;As casas (de Santos) chegavam &amp;#224; rua. A pessoa sa&amp;#237;a da cal&amp;#231;ada e j&amp;#225; entrava na resid&amp;#234;ncia. Aqui n&amp;#227;o. Foi criada toda uma estrutura de jardinagem e recuo. As casas da Cidade eram cobertas com telha de cana. J&amp;#225; para a constru&amp;#231;&amp;#227;o dessas casas (do Porto), foram importadas telhas do tipo plana. Elas foram denominadas telhas francesas porque vieram de Marselha&quot;, explicou Barreto, lembrando que mais tarde, o local abrigou a Guarda Portu&amp;#225;ria, antes de ser revitalizado para receber o Museu. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, o im&amp;#243;vel tem seus c&amp;#244;modos ocupados com pe&amp;#231;as hist&amp;#243;ricas, que v&amp;#227;o desde o primeiro computador do Pa&amp;#237;s at&amp;#233; uma c&amp;#243;pia do decreto de 1890 que ampliou, para 90 anos, a concess&amp;#227;o do Porto &amp;#224; CDS. Inicialmente, a autoriza&amp;#231;&amp;#227;o valia por apenas 39 anos.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em um dos c&amp;#244;modos, foi remontado um dos antigos escrit&amp;#243;rios dos administradores da Docas de Santos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pe&amp;#231;as &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Antes mesmo de entrar no museu, &amp;#233; poss&amp;#237;vel encontrar no jardim rel&amp;#237;quias que remetem a cap&amp;#237;tulos marcantes da hist&amp;#243;ria do complexo. Um dos destaques &amp;#233; o bico de proa do navio Ais Giorgis, que naufragou no estu&amp;#225;rio de Santos, em 1974, depois de pegar fogo. A pe&amp;#231;a foi retirada do fundo do estu&amp;#225;rio h&amp;#225; cerca de 30 anos.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A primeira locomotiva do Porto, que leva o nome de Lavoura, tamb&amp;#233;m est&amp;#225; em exposi&amp;#231;&amp;#227;o. O ve&amp;#237;culo era utilizado no transporte de blocos de pedra para a constru&amp;#231;&amp;#227;o do cais, da Pedreira do Jabaquara at&amp;#233; o complexo. A lancha Igara, que durante anos foi respons&amp;#225;vel pelo transporte de autoridades que vinham visitar o Porto, tamb&amp;#233;m pode ser vista. &quot;Reis, presidentes e governadores passearam na embarca&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, ressaltou Barreto.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Uma catraca, que ficava no antigo armaz&amp;#233;m de passageiros (o 15), tamb&amp;#233;m comp&amp;#245;e a &amp;#225;rea externa. &quot;A imigra&amp;#231;&amp;#227;o do Pa&amp;#237;s passou por essa catraca&quot;, apontou o gerente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No interior da casa, podem ser vistos objetos e fotos que marcaram &amp;#233;poca. Uma maquete com a estrutura do Porto, no in&amp;#237;cio da sua implanta&amp;#231;&amp;#227;o, encanta os visitantes no primeiro andar a ser visitado. Mais adentro, as pe&amp;#231;as est&amp;#227;o expostas por setores.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No andar de cima, outras pe&amp;#231;as surpreendem. Mas uma delas se destaca. &amp;#201; um arquivo de madeira com 20 minigavetas, a princ&amp;#237;pio impercept&amp;#237;vel. Nelas, est&amp;#227;o as identifica&amp;#231;&amp;#245;es de todos os funcion&amp;#225;rios da CDS, desde o n&amp;#250;mero 1. &quot;Temos desde o primeiro empregado at&amp;#233; o &amp;#250;ltimo. J&amp;#225; vi muitas pessoas chorarem e depois trazerem a fam&amp;#237;lia para ver&quot;, afirmou Barreto. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Museu do Porto fica na Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, esquina com a Conselheiro Jo&amp;#227;o Alfredo, no Macuco. Ele funciona todos os dias, das 8 &amp;#224;s 12 horas e das 14 &amp;#224;s 18 horas. A entrada &amp;#233; gratuita. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:35:13 -0200</pubDate></item><item><title>TR&amp;#193;FEGO SEGUE NORMAL NAS VIAS INTERNAS DO PORTO DE SANTOS</title><description>O tr&amp;#225;fego de ve&amp;#237;culos segue normal nos arredores do Terminal Mar&amp;#237;timo de Passageiros Giusfredo Santini - Concais, e nas demais vias internas do Porto de Santos. Segundo a Guarda Portu&amp;#225;ria, n&amp;#227;o foram registradas ocorr&amp;#234;ncias.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A pista norte da Anchieta tem o sentido invertido. No momento, o tr&amp;#225;fego permanece tranquilo e com boa visibilidade em todos as rodovias do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), que opera 2x8, com a subida da serra sendo feita pelas duas pistas da Imigrantes e pela norte da Anchieta. Para a descida da serra, o motorista utiliza apenas a pista sul da Anchieta.  &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 30/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:35:02 -0200</pubDate></item><item><title>DIRETOR-GERAL DA ANTAQ E DIRETOR DO MRE DISCUTEM APOIO &amp;#192;S ATIVIDADES DO BRASIL NA HIDROVIA PARAGUAI-PARAN&amp;#193;</title><description>O diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, recebeu hoje (25) em seu gabinete, em Bras&amp;#237;lia, o diretor do Departamento de Am&amp;#233;rica do Sul I do Minist&amp;#233;rio das Rela&amp;#231;&amp;#245;es Exteriores (MRE), ministro Jo&amp;#227;o Luiz Pereira Pinto. Fialho e Pereira Pinto conversaram sobre a participa&amp;#231;&amp;#227;o dos &amp;#243;rg&amp;#227;os t&amp;#233;cnicos brasileiros, como a Ag&amp;#234;ncia, nas reuni&amp;#245;es do Comit&amp;#234; Intergovernamental da Hidrovia Paraguai-Paran&amp;#225; e da Lagoa Mirim, que &amp;#233; integrado pelo Brasil, Argentina, Bol&amp;#237;via, Paraguai e Uruguai.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O diretor do MRE ressaltou a import&amp;#226;ncia estrat&amp;#233;gica da hidrovia, salientando seu papel no crescimento da corrente de com&amp;#233;rcio brasileira no continente. Pereira Pinto informou que, no in&amp;#237;cio de fevereiro, um subgrupo de trabalho do Comit&amp;#234; ir&amp;#225; discutir, em La Paz, na Bol&amp;#237;via, a forma&amp;#231;&amp;#227;o e a capacita&amp;#231;&amp;#227;o de fluvi&amp;#225;rios. A ANTAQ ser&amp;#225; representada pelo gerente de Outorga e Afretamento da Superintend&amp;#234;ncia de Navega&amp;#231;&amp;#227;o Interior, Walneon de Oliveira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, reafirmou o alinhamento da Ag&amp;#234;ncia &amp;#224;s atividades da diplomacia brasileira na &amp;#225;rea do transporte aquavi&amp;#225;rio. &quot;Em v&amp;#225;rias oportunidades fomos testemunhas do trabalho s&amp;#233;rio e competente do Itamaraty para o aperfei&amp;#231;oamento das rela&amp;#231;&amp;#245;es diplom&amp;#225;ticas e o crescimento da corrente de com&amp;#233;rcio do pa&amp;#237;s. Nossa Ag&amp;#234;ncia est&amp;#225; &amp;#224; disposi&amp;#231;&amp;#227;o para colaborar no que for poss&amp;#237;vel dentro da nossa &amp;#225;rea de compet&amp;#234;ncia com o Minist&amp;#233;rio&quot;, manifestou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fialho lembrou que, mesmo internamente, o pa&amp;#237;s ainda est&amp;#225; aqu&amp;#233;m do ideal na utiliza&amp;#231;&amp;#227;o das suas hidrovias. Apesar disso, afirmou que o setor vem crescendo nos &amp;#250;ltimos anos. &quot;O mais dif&amp;#237;cil foi superar o preconceito, sobretudo o ambiental. Hoje, a sociedade est&amp;#225; mais consciente de que as hidrovias s&amp;#227;o aliadas do meio ambiente, pois elas n&amp;#227;o existem sem rios sadios, sem a preserva&amp;#231;&amp;#227;o das nascentes e das matas ciliares&quot;, destacou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o diretor-geral da ANTAQ, o rio brasileiro que apresenta o maior potencial comercial &amp;#233; o Tocantins. &quot;O rio Tocantins &amp;#233; um Mississippi brasileiro. Sua transforma&amp;#231;&amp;#227;o em hidrovia ampliaria significativamente a competitividade do pa&amp;#237;s, pois ele corta o cora&amp;#231;&amp;#227;o do Brasil, abrangendo uma grande regi&amp;#227;o produtora de gr&amp;#227;os&quot;, defendeu.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A reuni&amp;#227;o na Ag&amp;#234;ncia tamb&amp;#233;m contou com a participa&amp;#231;&amp;#227;o do conselheiro do Itamaraty, Edelcio Ansarah, do superintendente de Navega&amp;#231;&amp;#227;o Interior da ANTAQ, Adalberto Tokarski, do gerente de Outorga e Afretamento da autarquia, Walneon de Oliveira, e do chefe da Assessoria Internacional, Pablo Santiago.&lt;br&gt;
Assessoria de Comunica&amp;#231;&amp;#227;o Social/ANTAQ&lt;br&gt;
Fone: (61) 3447-2737&lt;br&gt;
FAX: (61) 3347-1040&lt;br&gt;
E-mail: assc@antaq.gov.br&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:03:23 -0200</pubDate></item><item><title>L&amp;#205;DER DO PMDB NO SENADO, RENAN CALHEIROS, QUER MANTER INDICADO NA TRANSPETRO</title><description>Bras&amp;#237;lia (AE) - Nervoso com a sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o de que seu afilhado na presid&amp;#234;ncia da Transpetro, S&amp;#233;rgio Machado, est&amp;#225; na lista dos demiss&amp;#237;veis da Petrobras, o l&amp;#237;der do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), interrompeu as f&amp;#233;rias do ministro de Minas e Energia, Edison Lob&amp;#227;o, para criar uma frente pelo apadrinhado e apresentar seu arsenal de retalia&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Lob&amp;#227;o, que est&amp;#225; nos Estados Unidos, informou que nem a presidenta Dilma Rousseff nem qualquer outro integrante do governo o procurara para falar de Transpetro. Da mesma forma, o vice-presidente Michel Temer tamb&amp;#233;m garantiu ao l&amp;#237;der que a Transpetro est&amp;#225; fora do radar das &quot;mexidas&quot; do Planalto. Ainda assim, o clima &amp;#233; de desconfian&amp;#231;a e a &amp;#250;nica certeza &amp;#233; de que a eventual demiss&amp;#227;o de Machado abalaria a governabilidade no Senado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Diferentemente da C&amp;#226;mara, onde o governo tem aliados e votos de sobra para aprovar seus interesses e barrar os problemas criados pela minguada oposi&amp;#231;&amp;#227;o, a maioria governista entre os senadores &amp;#233; estreita. Ningu&amp;#233;m tem d&amp;#250;vidas de que, sem o apoio do PMDB liderado por Calheiros, o governo n&amp;#227;o ter&amp;#225; sossego no Senado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A avalia&amp;#231;&amp;#227;o predominante no partido &amp;#233; de que, para tirar Machado da cadeira, s&amp;#243; se houvesse a comprova&amp;#231;&amp;#227;o de um ato que o desabonasse como presidente da Transpetro. Mas um dirigente do PMDB diz que &amp;#233; preciso ficar alerta, &quot;porque onde tem fuma&amp;#231;a, h&amp;#225; fogo&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m de Machado, tamb&amp;#233;m figura na lista dos demiss&amp;#237;veis do PMDB o superintendente da Sudene, Guilherme Rebou&amp;#231;as, afilhado do ex-ministro da Integra&amp;#231;&amp;#227;o nacional e atual vice-presidente de Pessoa Jur&amp;#237;dica da Caixa Econ&amp;#244;mica Federal, Geddel Vieira Lima.&lt;br&gt;
Fonte: Tribuna do Norte (RN)&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:03:06 -0200</pubDate></item><item><title>ANP AUTORIZA EMPRESA DE EIKE BATISTA A EXPORTAR PETR&amp;#211;LEO</title><description>A Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo, G&amp;#225;s Natural e Biocombust&amp;#237;veis (ANP) autorizou a OGX Petr&amp;#243;leo e G&amp;#225;s, empresa do conglomerado de energia de Eike Batista, a fazer exporta&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo. A decis&amp;#227;o foi publicada ontem, quinta-feira (26) no Di&amp;#225;rio Oficial da Uni&amp;#227;o. OGX estima que as importa&amp;#231;&amp;#245;es poder&amp;#227;o chegar a US$ 40 bilh&amp;#245;es em 2015, podendo chegar a US$ 60 bilh&amp;#245;es at&amp;#233; 2020.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Neste m&amp;#234;s, a MPX, que centraliza as empresas de energia do grupo empresarial de Eike Batista, firmou compromisso com a alem&amp;#227; E.ON para constitui&amp;#231;&amp;#227;o de uma joint venture, que dar&amp;#225; origem &amp;#224; maior companhia privada de energia do Brasil. A MPX e E.ON ter&amp;#227;o, cada uma, 50% de participa&amp;#231;&amp;#227;o na joint venture. A MPX levantar&amp;#225; ainda R$ 1 bilh&amp;#227;o, por meio de um aumento de capital em que a E.ON participar&amp;#225; com investimento de R$ 850 milh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
Fonte: Economia SC&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:02:56 -0200</pubDate></item><item><title>TERMINAL PORTU&amp;#193;RIO DE NAVEGANTES REGISTRA AUMENTO DE IMPORTA&amp;#199;&amp;#213;ES EM 2011</title><description>Seguindo o crescimento de 24% das importa&amp;#231;&amp;#245;es catarinenses, o Terminal Portu&amp;#225;rio de Navegantes, Portonave registrou aumento na entrada de produtos pelo terminal, alcan&amp;#231;ando 99.164 cont&amp;#234;ineres movimentados no ano, um aumento de 11% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O porto tamb&amp;#233;m registrou no ano de 2011, um total de 545.192 TEUs (unidade de medida que corresponde a um cont&amp;#234;ineres de 20 p&amp;#233;s) movimentados entre importa&amp;#231;&amp;#245;es e exporta&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O n&amp;#250;mero coloca o terminal de Navegantes como o maior movimentador de cont&amp;#234;ineres de Santa Catarina e, integrado com o Complexo Portu&amp;#225;rio do Itaja&amp;#237;, o segundo maior movimentador do Brasil e o &amp;#250;nico complexo al&amp;#233;m de Santos, a figurar entre os 120 maiores movimentadores de cont&amp;#234;ineres do mundo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Iceport&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Terminal Frigor&amp;#237;fico de Navegantes S/A (Iceport) acumulou desdeo in&amp;#237;cio das opera&amp;#231;&amp;#245;es, durante a metade de fevereiro de 2011, cerca de 123 mil toneladas. A c&amp;#226;mara permite armazenagem de cargas frias anexa ao terminal. A movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de carga por meio da Trading Company registrou um aumento de 144,3% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano passado.&lt;br&gt;
Fonte: Economia SC&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:02:25 -0200</pubDate></item><item><title>PETR&amp;#211;LEO VAZA DE NAVIO DA PETROBRAS E ATINGE A PRAIA</title><description>O vazamento ocorreu na monoboia localizada a seis quil&amp;#244;metros da praia do Litoral Norte do Rio Grande do Sul &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A manobra de descarregamento de um navio no Terminal Os&amp;#243;rio, em Tramanda&amp;#237;, pertencente &amp;#224; Transpetro, bra&amp;#231;o da Petrobras, resultou no vazamento de &amp;#243;leo no mar na manh&amp;#227; desta quinta-feira. O vazamento ocorreu na monoboia localizada a seis quil&amp;#244;metros da praia do Litoral Norte do Rio Grande do Sul, a mais distante do terminal. Por volta das 18h, o &amp;#243;leo atingiu as areias. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conforme a Transpetro, imediatamente ap&amp;#243;s o ocorrido, equipes de conting&amp;#234;ncia foram acionadas para iniciar os trabalhos de conten&amp;#231;&amp;#227;o e remo&amp;#231;&amp;#227;o. Ainda conforme a empresa, os &amp;#243;rg&amp;#227;os ambientais, a Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo (ANP) e a Capitania dos Portos tamb&amp;#233;m foram comunicados. &quot;As causas est&amp;#227;o sendo investigadas pela companhia. Ainda n&amp;#227;o foi poss&amp;#237;vel quantificar o volume de &amp;#243;leo derramado&quot;, disse a empresa em comunicado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o comandante do 1&amp;#186; Batalh&amp;#227;o Ambiental da Brigada Militar, que fez um sobrevoo no local do acidente na tarde desta quinta, informou &amp;#224;s 16h ao Jornal do Com&amp;#233;rcio que era uma quest&amp;#227;o de tempo para o material chegar ao Litoral. Menos de duas horas depois, as areias da praia j&amp;#225; estavam tomadas pela mancha escura. &quot;N&amp;#227;o temos uma no&amp;#231;&amp;#227;o exata, mas a mancha deve ter uns 800 metros de per&amp;#237;metro&quot;, afirmou o major. Informa&amp;#231;&amp;#245;es posteriores davam conta de que a mancha teria de dois a quatro quil&amp;#244;metros de extens&amp;#227;o. Na areia, o &amp;#243;leo tomou uma &amp;#225;rea de cerca de 3,5km. A Petrobras mobilizou em torno de 100 homens no trabalho de conten&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#192; tarde, a secretaria do Meio Ambiente de Tramanda&amp;#237; n&amp;#227;o tinha informa&amp;#231;&amp;#245;es detalhadas sobre o vazamento. De acordo com soldados da Brigada em Tramanda&amp;#237;, o cheiro do &amp;#243;leo j&amp;#225; podia ser sentido na cidade. A patrulha ambiental pedia aos veranistas que n&amp;#227;o entrassem no mar, pelo menos enquanto n&amp;#227;o se tinha informa&amp;#231;&amp;#245;es concretas sobre o dano. Salva-vidas foram orientados a retirar os banhistas que estivesse no mar. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) comunicou a Superintend&amp;#234;ncia do Minist&amp;#233;rio da Pesca e Aquicultura (MPA), em Porto Alegre, sobre o ocorrido. De acordo com o diretor de Pesca e Aquicultura da SDR, Ederson Silva, al&amp;#233;m da explora&amp;#231;&amp;#227;o do turismo na regi&amp;#227;o, existem mais de 3,5 mil pescadores no Litoral Norte, sendo que mil dependem da pesca na orla mar&amp;#237;tima.  &lt;br&gt;
Fonte : Jornal do Com&amp;#233;rcio/RS&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:02:10 -0200</pubDate></item><item><title>PORTA-CONT&amp;#202;INERES FICAM OCIOSOS</title><description>A redu&amp;#231;&amp;#227;o do com&amp;#233;rcio internacional faz com que as empresas de navega&amp;#231;&amp;#227;o especializadas no transporte de cont&amp;#234;ineres enfrentem excesso de capacidade em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; demanda. Essa realidade deixou ancorados nos portos, no in&amp;#237;cio de janeiro, 246 navios ao redor do mundo, o equivalente a 595 mil TEUs (medida equivalente a um cont&amp;#234;iner de 20 p&amp;#233;s), ou 3,9% da capacidade de carga da frota mundial. Em abril, o percentual da frota ociosa pode chegar a 5,5%.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Francisco G&amp;#243;es e Fernanda Pires | Do Rio e de Santos&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:01:59 -0200</pubDate></item><item><title>ARMADORES T&amp;#202;M 246 PORTA-CONT&amp;#202;INERES PARADOS NOS PORTOS</title><description>As condi&amp;#231;&amp;#245;es de mercado lembram um mar agitado, com ondas encrespadas &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As condi&amp;#231;&amp;#245;es de mercado lembram um mar agitado, com ondas encrespadas. E a atual situa&amp;#231;&amp;#227;o de turbul&amp;#234;ncia pode se agravar ainda mais, dependendo da evolu&amp;#231;&amp;#227;o do cen&amp;#225;rio econ&amp;#244;mico, para um conjunto de grandes empresas de navega&amp;#231;&amp;#227;o especializadas no transporte de cont&amp;#234;ineres, cujo neg&amp;#243;cio depende dos humores do com&amp;#233;rcio internacional. As companhias do setor enfrentam excesso de capacidade em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; demanda. Esta realidade deixou ancorados nos portos, no in&amp;#237;cio de janeiro, 246 navios ao redor do mundo, o equivalente a 595 mil TEUs (cont&amp;#234;iner equivalente a 20 p&amp;#233;s), ou 3,9% da capacidade de carga da frota mundial, estimada em 15,4 milh&amp;#245;es de TEUs. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em abril, o percentual de frota ociosa pode subir para 5,5%, segundo proje&amp;#231;&amp;#227;o da alem&amp;#227; Hamburg S&amp;#252;d, maior armador de cont&amp;#234;ineres na Costa Leste da Am&amp;#233;rica do Sul. E n&amp;#227;o est&amp;#225; descartado que a frota de porta-cont&amp;#234;ineres parada possa chegar a um n&amp;#237;vel semelhante ao registrado no fim de 2009, quando o mundo ainda sentia os efeitos da crise financeira do ano anterior. Entre outubro e novembro de 2009, 572 navios, ou 11,7% da frota, permaneceram fundeados em portos de diferentes pa&amp;#237;ses. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O cen&amp;#225;rio agora tamb&amp;#233;m &amp;#233; preocupante e exige a&amp;#231;&amp;#245;es dos armadores at&amp;#233; porque os custos, sobretudo o combust&amp;#237;vel de navega&amp;#231;&amp;#227;o (bunker), item que pesa muito nas despesas do setor, continua a pressionar o caixa e afeta a rentabilidade das empresas. At&amp;#233; o dia 10 de janeiro o pre&amp;#231;o m&amp;#233;dio do bunker posto em Rotterd&amp;#227;, na Holanda, foi de US$ 674 por tonelada, 91% acima da m&amp;#233;dia de 2009, de US$ 352 por tonelada. Para uma empresa como a Hamburg S&amp;#252;d, que utiliza dois milh&amp;#245;es de toneladas de bunker por ano, esta alta representa acr&amp;#233;scimo de custos com o combust&amp;#237;vel de US$ 644 milh&amp;#245;es por ano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com a sobreoferta de espa&amp;#231;o nos navios, os fretes ca&amp;#237;ram. Dados de mercado apontam que h&amp;#225; cerca de tr&amp;#234;s anos o frete de um cont&amp;#234;iner de 40 p&amp;#233;s com frango exportado do Brasil para a Europa estava cotado entre US$ 2,6 mil e US$ 2,7 mil. Hoje, com sorte, o armador consegue fechar o frete por US$ 2 mil. No caso do mesmo cont&amp;#234;iner embarcado para a &amp;#193;sia, a cota&amp;#231;&amp;#227;o caiu de aproximados US$ 4 mil para algo em torno de US$ 2,7 mil. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Julian Thomas, presidente do Centro Nacional de Navega&amp;#231;&amp;#227;o (Centronave), associa&amp;#231;&amp;#227;o que re&amp;#250;ne os armadores, acredita que poder&amp;#225; haver um reequil&amp;#237;brio entre oferta e demanda, com recupera&amp;#231;&amp;#227;o nos valores dos fretes a partir de meados do segundo trimestre. &quot;&amp;#201; uma opini&amp;#227;o pessoal&quot;, disse Thomas, que tamb&amp;#233;m &amp;#233; o principal executivo da Hamburg S&amp;#252;d para o Brasil e Costa Leste da Am&amp;#233;rica do Sul. &quot;&amp;#201; preciso reconhecer que a ind&amp;#250;stria de navega&amp;#231;&amp;#227;o tem responsabilidade na situa&amp;#231;&amp;#227;o atual [de sobrecapacidade de oferta] uma vez que todo mundo foi construindo navios cada vez maiores&quot;, afirmou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Frente a esse contexto, ganha for&amp;#231;a, desde o fim de 2011, a tend&amp;#234;ncia de consolida&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os mar&amp;#237;timos. S&amp;#227;o acordos operacionais em que os armadores racionalizam a frota e dividem entre si a capacidade de carga dos navios. Segundo Thomas, h&amp;#225; espa&amp;#231;o para esta consolida&amp;#231;&amp;#227;o tamb&amp;#233;m no mercado brasileiro. No fim de dezembro, a Hamburg S&amp;#252;d anunciou que, a partir de meados de janeiro, a empresa passa a fundir com a MSC dois servi&amp;#231;os entre o Mediterr&amp;#226;neo e a Costa Leste da Am&amp;#233;rica do Sul que at&amp;#233; ent&amp;#227;o operavam separados e agora passar&amp;#227;o a funcionar como um servi&amp;#231;o comum.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tamb&amp;#233;m em dezembro, a francesa CMA CGM, terceiro maior armador do mundo, fechou um acordo de coopera&amp;#231;&amp;#227;o com a concorrente MSC, segunda do ranking, que inclui rotas da Am&amp;#233;rica do Sul, da &amp;#193;sia com o norte da Europa e da &amp;#193;sia com o sul da &amp;#193;frica. &quot;Estamos em um processo de reorganiza&amp;#231;&amp;#227;o, de racionaliza&amp;#231;&amp;#227;o com a MSC. N&amp;#227;o sabemos quantas rotas ser&amp;#227;o englobadas&quot;, disse Marc Bourdon, diretor-geral da CMA CGM no Brasil. A medida integra estrat&amp;#233;gia da CMA CGM para reduzir custos globais por conta dos resultados negativos ainda derivados da crise de 2008. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;N&amp;#227;o temos planos de fechar as linhas com o Brasil&quot;, disse o executivo. Segundo ele, a CMA CGM estuda inclusive aumentar o servi&amp;#231;o com os Estados Unidos. &quot;N&amp;#227;o vamos colocar mais capacidade, mas vamos abrir novos destinos&quot;, afirmou Bourdon. Em setembro, antes de anunciar a parceira com a MSC, o armador franc&amp;#234;s havia anunciado plano para reduzir os custos anuais em US$ 400 milh&amp;#245;es, com resultados esperados j&amp;#225; em 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O plano da CMA CGM inclui racionaliza&amp;#231;&amp;#227;o das linhas e da capacidade, renegocia&amp;#231;&amp;#227;o de taxas de aluguel de navios e medidas para melhorar a efici&amp;#234;ncia das embarca&amp;#231;&amp;#245;es no consumo de combust&amp;#237;vel. Ao anunciar a parceira com a MSC, a CMA CGM disse esperar uma recupera&amp;#231;&amp;#227;o na demanda em 2012 liderada pelo persistente crescimento da ind&amp;#250;stria de navega&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres. Esse crescimento, por&amp;#233;m, vem desacelerando. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A &quot;Alphaliner&quot;, uma das principais publica&amp;#231;&amp;#245;es especializadas no setor, indicou, na primeira edi&amp;#231;&amp;#227;o de janeiro, que a frota de 246 navios parados no in&amp;#237;cio deste m&amp;#234;s retirou do mercado capacidade maior do que no mesmo per&amp;#237;odo do ano passado. Agora foram cortados 595 mil TEUs em capacidade, quase 85% a mais do que os 322 mil TEUs que ficaram ociosos no come&amp;#231;o de 2011, como resultado da fraca demanda na Europa e nos Estados Unidos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O corte reduziu a capacidade total da frota ativa, que hoje situa-se pr&amp;#243;xima aos 15 milh&amp;#245;es de TEUs. A Alphaliner estima que o crescimento da frota ativa, na compara&amp;#231;&amp;#227;o anual, situe-se em 6,2%, a menor taxa de crescimento anual desde fevereiro de 2010. Dados da Hamburg S&amp;#252;d indicam que no fim de 2012 a capacidade da frota pode chegar a 16,7 milh&amp;#245;es de TEUs. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A dinamarquesa Maersk, l&amp;#237;der no transporte de cont&amp;#234;ineres, tamb&amp;#233;m est&amp;#225; promovendo a&amp;#231;&amp;#245;es. Lan&amp;#231;ou, em 2011, um novo conceito de servi&amp;#231;o di&amp;#225;rio para atender o com&amp;#233;rcio entre a &amp;#193;sia e o norte da Europa, chamado &quot;Daily Maersk&quot;, que oferece partidas di&amp;#225;rias e tempo de transporte fixo. A iniciativa &amp;#233; um esfor&amp;#231;o para racionalizar e tirar o m&amp;#225;ximo proveito no tr&amp;#225;fego entre &amp;#193;sia e Europa. No terceiro trimestre do ano passado, a Maerk registrou preju&amp;#237;zo de US$ 297 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os resultados negativos n&amp;#227;o foram exclusividade da Maersk. De julho a setembro do ano passado, diversas grandes empresas internacionais de navega&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres registraram preju&amp;#237;zo operacional antes de juros e impostos, o chamado EBIT. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Maersk disse, via assessoria, que &amp;#233; importante que todos os armadores consigam manter alta utiliza&amp;#231;&amp;#227;o da capacidade para reduzir perdas. No Brasil, h&amp;#225; mudan&amp;#231;as nos servi&amp;#231;os com Europa e &amp;#193;sia, que tiveram redu&amp;#231;&amp;#227;o da capacidade de cerca de 10%, estimou a empresa. &quot;Por isso, esperamos recuperar os fretes em breve, em especial com o cont&amp;#237;nuo crescimento das importa&amp;#231;&amp;#245;es. Isso &amp;#233; chave para garantir menores perdas e manter as op&amp;#231;&amp;#245;es de servi&amp;#231;os no mercado&quot;, disse a empresa via email. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outro exemplo de consolida&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os, anunciado em dezembro, foi a parceria entre seis grandes empresas que concordaram em criar uma das maiores redes de tr&amp;#225;fego para cont&amp;#234;ineres entre a &amp;#193;sia e a Europa. Fazem parte da rede, chamada de G6 Alliance, a Nippon Yusen Kaisha, Hapag-Lloyd AG, Orient Overseas Container Line, APL, Hyundai Merchant Marine e Mitsui O.S.K. Lines. A parceria vai contar com mais de 90 navios em nove servi&amp;#231;os que atender&amp;#227;o mais de 40 portos na &amp;#193;sia, Europa e Mediterr&amp;#226;neo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O principal neste momento &amp;#233; reduzir os custos de opera&amp;#231;&amp;#227;o. V&amp;#225;rias iniciativas t&amp;#234;m sido percebidas principalmente por conta dos altos pre&amp;#231;os do bunker no mercado internacional&quot;, afirmou Arthur Bezerra, diretor comercial da japonesa NYK. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Muitos armadores adotaram o chamado &quot;slow steaming&quot;, estrat&amp;#233;gia de reduzir a velocidade das embarca&amp;#231;&amp;#245;es para consumir menos combust&amp;#237;vel. Al&amp;#233;m disso, disse Bezerra, &amp;#233; preciso olhar mais criticamente a racionaliza&amp;#231;&amp;#227;o das escalas dos navios nos portos e reduzir custos portu&amp;#225;rios. Ele afirmou que uma das sa&amp;#237;das &amp;#233; tentar uma abordagem mais forte e estreita com os terminais portu&amp;#225;rios para rever as tarifas. &quot;Nesse aspecto a pr&amp;#243;pria situa&amp;#231;&amp;#227;o dos portos n&amp;#227;o ajuda, porque os terminais t&amp;#234;m dificuldades na quest&amp;#227;o de acessos. Mas &amp;#233; um exerc&amp;#237;cio que tem sido feito.&quot;  &lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 27/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:01:40 -0200</pubDate></item><item><title>GABRIELLI DIZ QUE GRA&amp;#199;A EST&amp;#193; APTA A DIRIGIR A PETROBRAS</title><description>&quot;A Gra&amp;#231;a vai tocar isso de ouvido&quot;, afirmou Sergio Gabrielli sobre os desafios que aguardam sua sucessora na presid&amp;#234;ncia da Petrobras, ao mesmo tempo em que falava que vai &quot;partir para outro estilo de vida&quot;, ontem em entrevista no Forum Mundial de Economia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Gabrielli, o grande desafio da Petrobras &quot;&amp;#233; levar a cadeia de fornecedores a investir para atender aos projetos da maior companhia da America Latina&quot;. &quot;Tem de estimular o fornecedor do fornecedor do fornecedor&quot;, afirmou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele recusa a ideia de relaxamento nas exig&amp;#234;ncias de conte&amp;#250;do nacional para a produ&amp;#231;&amp;#227;o de equipamentos afim de atender a Petrobras. Diz que os problemas de atraso na entrega de sondas e outros equipamentos s&amp;#227;o todos internacionais, origin&amp;#225;rios por companhias abaladas pela crise financeira. &quot;A crise de 2008 e do euro afetou a Petrobras por ai, mas n&amp;#227;o a exig&amp;#234;ncia do conte&amp;#250;do local, que vai melhorar a situa&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, afirmou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o executivo, a Petrobras precisar&amp;#225; consolidar tambem as 50 redes tem&amp;#225;ticas nas universidades brasileiras para desenvolver pesquisas e atender a demandas tecnol&amp;#243;gicas dos fornecedores, por exemplo. Outro desafio ser&amp;#225; fazer a transfer&amp;#234;ncia de conhecimento e reten&amp;#231;&amp;#227;o de pessoal, quando se sabe que 52% dos funcion&amp;#225;rios da Petrobras tem menos de dez anos na empresa e que o mercado est&amp;#225; aquecido e a busca por m&amp;#227;o de obra qualificada &amp;#233; grande.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com rela&amp;#231;&amp;#227;o ao plano de investimentos at&amp;#233; 2014, de US$ 225 bilh&amp;#245;es, Gabrielli admite que a gera&amp;#231;&amp;#227;o de caixa est&amp;#225; pouco abaixo da prevista, por causa do c&amp;#226;mbio e do aumento de custo inesperado. Por exemplo, se o pre&amp;#231;o do barril de petr&amp;#243;leo estivesse em US$ 95, estaria gerando fluxo de caixa de US$ 140 bilh&amp;#245;es mas, como todas as empresas de petr&amp;#243;leo est&amp;#227;o investindo e aqueceram o mercado, os custos tanto operacional como de investimento aumentaram.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tamb&amp;#233;m acha que a Petrobras precisar&amp;#225; de uma opera&amp;#231;&amp;#227;o de financiamento um pouco diferenciada. Ter&amp;#225; de buscar mais bancos n&amp;#227;o europeus para emiss&amp;#245;es de t&amp;#237;tulos de d&amp;#237;vida, porque a capta&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; menor no velho continente. Outro caminho ser&amp;#225; buscar financiamento junto a bancos de desenvolvimento, desde o BNDES ao banco chin&amp;#234;s e ag&amp;#234;ncias de cr&amp;#233;dito a exporta&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos pr&amp;#243;ximos dois anos, a nova presidente vai comandar um plano de venda de ativos de US$ 14 bilhoes no mundo todo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Indagado sobre a rea&amp;#231;&amp;#227;o do mercado financeiro, que fez a a&amp;#231;&amp;#227;o da Petrobras valorizar 10% ap&amp;#243;s o an&amp;#250;ncio de sua substitui&amp;#231;&amp;#227;o, o executivo disse que n&amp;#227;o foi nenhuma surpresa. Ele defende que investidores de curt&amp;#237;ssimo prazo aproveitaram para ganhar dinheiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gabrielli considera, em todo caso, que no curto prazo tudo o que a empresa tiver em caixa vai para investimentos, e n&amp;#227;o ser&amp;#225; geradora de dividendos. &quot;Investir na Petrobras &amp;#233; investir no longo prazo.&quot; E nota que o pre&amp;#231;o da a&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; barato. Estima que em quatro anos a Petrobras ter&amp;#225; o equivalente a 30 bilhoes de barris de reservas. Como o valor de mercado da empresa hoje est&amp;#225; em torno de US$ 169 bilhoes, isso significa US$ 5,3 por barril de reservada comprovada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gabrielli participou pela nona vez do F&amp;#243;rum Mundial de Economia. Ele esteve no encontro da &quot;Comunidade de &amp;#243;leo e g&amp;#225;s&quot;, fora do f&amp;#243;rum, reunindo os dirigentes das empresas de petr&amp;#243;leo. &quot;Quem sabe venho ano que vem para atrair investidor para a Bahia&quot;, brincou.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Por Assis Moreira | De Davos&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:01:21 -0200</pubDate></item><item><title>DILMA PREGA &apos;RENOVA&amp;#199;&amp;#195;O DE IDEIAS&apos; CONTRA CRISE</title><description>Presidente critica &quot;receitas fracassadas&quot; que levaram &amp;#224; recess&amp;#227;o; e chama de barb&amp;#225;rie a&amp;#231;&amp;#227;o da PM em Pinheirinho&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
PORTO ALEGRE. Ao discursar ontem no F&amp;#243;rum Social Tem&amp;#225;tico, em Porto Alegre, a presidente Dilma Rousseff criticou o neoliberalismo e afirmou que os pa&amp;#237;ses da Am&amp;#233;rica Latina foram v&amp;#237;timas de &quot;receitas fracassadas&quot;, nos anos 80 e 90 do s&amp;#233;culo passado, que os levaram &amp;#224; recess&amp;#227;o. Ela tamb&amp;#233;m defendeu a cria&amp;#231;&amp;#227;o do estado da Palestina, o qual disse esperar que &quot;possa constituirse brevemente&quot;, e saudou as rela&amp;#231;&amp;#245;es do Brasil com os pa&amp;#237;ses vizinhos, com a &amp;#193;frica e o mundo &amp;#225;rabe.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Confesso que n&amp;#227;o fiquei satisfeita com os resultados (da reuni&amp;#227;o do G-20 em Cannes).&lt;br&gt;
N&amp;#227;o &amp;#233; f&amp;#225;cil produzir novas ideias e alternativas quando estamos dominados por preconceitos pol&amp;#237;ticos e ideol&amp;#243;gicos - afirmou a presidente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dilma continuou seu discurso, sob aplausos, afirmando que a Am&amp;#233;rica Latina j&amp;#225; viveu momento semelhante ao vivido na Europa: - Conhecemos bem esta hist&amp;#243;ria: nos anos 80 e 90, confrontados com profundos desequil&amp;#237;brios macroecon&amp;#244;micos, preconceitos pol&amp;#237;ticos, preconceitos ideol&amp;#243;gicos que impingiram aos pa&amp;#237;ses da Am&amp;#233;rica Latina o modelo conservador que levou nosso pa&amp;#237;s &amp;#224; estagna&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#224; perda de espa&amp;#231;o democr&amp;#225;tico, soberano, aprofundando a pobreza, o desemprego e a exclus&amp;#227;o social. Hoje, essas receitas fracassadas est&amp;#227;o sendo propostas novamente na Europa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para a presidente Dilma, &amp;#233; preciso &quot;desencadear um movimento de renova&amp;#231;&amp;#227;o de ideias&quot; para &quot;enfrentar os dias dif&amp;#237;ceis&quot; vividos por grande parte da humanidade. Ela defendeu a import&amp;#226;ncia dos movimentos que t&amp;#234;m ido &amp;#224;s ruas para protestar no mundo todo, considerando-os um &quot;sintoma importante&quot;: - O mundo do p&amp;#243;s-neoliberalismo n&amp;#227;o pode ser o do p&amp;#243;s-democracia - disse ela, que finalizou lembrando da Rio + 20: - Eu tenho certeza: um outro mundo &amp;#233; poss&amp;#237;vel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; o Rio de Janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mais cedo, em reuni&amp;#227;o com os coordenadores do F&amp;#243;rum Social Mundial, Dilma criticou a a&amp;#231;&amp;#227;o da Pol&amp;#237;cia Militar de S&amp;#227;o Paulo na desocupa&amp;#231;&amp;#227;o da comunidade de Pinheirinho, que chamou de barb&amp;#225;rie.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo &lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:01:08 -0200</pubDate></item><item><title>PRESIDENTE DA TRANSPETRO TAMB&amp;#201;M VAI SER TROCADO</title><description>Dilma ainda planeja tirar mais cargos do pol&amp;#234;mico PMDB e situa&amp;#231;&amp;#227;o com o maior partido da base aliada fica tensa&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
l BRAS&amp;#205;LIA. A presidente Dilma Rousseff est&amp;#225; disposta a comprar outras brigas com o PMDB, mesmo depois da insatisfa&amp;#231;&amp;#227;o do seu principal aliado com as mudan&amp;#231;as promovidas pelo governo no Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) e na Funda&amp;#231;&amp;#227;o Nacional da Sa&amp;#250;de (Funasa). O Pal&amp;#225;cio do Planalto j&amp;#225; comunicou &amp;#224; c&amp;#250;pula do PMDB a decis&amp;#227;o de substituir o presidente da Transpetro, o peemedebista cearense Sergio Machado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele est&amp;#225; no cargo h&amp;#225; nove anos. A alega&amp;#231;&amp;#227;o formal feita por Dilma &amp;#233; de que &amp;#233; preciso oxigenar a subsidi&amp;#225;ria da Petrobras controlada pelo partido.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Est&amp;#227;o ainda na mira do Pal&amp;#225;cio do Planalto outros cargos de segundo escal&amp;#227;o ocupados por indica&amp;#231;&amp;#227;o do PMDB na Petrobras e em outras estatais do setor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um que j&amp;#225; tem sua sa&amp;#237;da dada como certa &amp;#233; o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que tem uma rela&amp;#231;&amp;#227;o dif&amp;#237;cil com a nova presidente da estatal, Maria das Gra&amp;#231;as Foster, que ser&amp;#225; empossada dia 13.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- A troca no comando da Petrobras dever&amp;#225; desencadear outras mudan&amp;#231;as fortes na estatal, por isso o PMDB deveria ficar mais atento a grandes movimentos do que a quest&amp;#245;es menores - disse um interlocutor da presidente Dilma.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esse recado fora dado aos dirigentes do PMDB no meio da semana, quando o l&amp;#237;der do partido na C&amp;#226;mara, Henrique Eduardo Alves, vociferava contra a demiss&amp;#227;o anunciada de Elias Fernandes Neto do Dnocs: o partido n&amp;#227;o deveria gastar tanta energia brigando por &quot;coisas pequenas&quot;, pois aconteceriam outras trocas em cargos mais importantes ocupados por peemedebistas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
E a rea&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o poderia mais subir de tom.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O l&amp;#237;der do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), chegou a negar ontem rumores de que S&amp;#233;rgio Machado estaria deixando o comando da Transpetro. Disse que ele tem seu desempenho elogiado e continua com o apoio do partido para permanecer no cargo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A aliados reclamou, no entanto, que alguns setores do governo estariam jogando para aumentar o clima de confronto dentro da base, com uma rearruma&amp;#231;&amp;#227;o nos cargos de segundo e terceiro escal&amp;#245;es, j&amp;#225; que a presidente n&amp;#227;o conseguiu promover uma reforma ministerial t&amp;#227;o ampla como desejava.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As mudan&amp;#231;as na Funasa continuam rendendo alfinetadas. Pelo Twitter, o senador Delc&amp;#237;dio Amaral (PT-MS) reagiu de forma indireta &amp;#224;s reclama&amp;#231;&amp;#245;es de setores do PMDB, ap&amp;#243;s ter conseguido emplacar um aliado seu para a superintend&amp;#234;ncia da Funasa no Mato Grosso do Sul, depois de desalojar um indicado do PMDB.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Tem partido, na base do governo, que me faz lembrar o filme &quot;Dormindo com o Inimigo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com todo o respeito!&quot;&quot;, postou o parlamentar petista no microblog, referindo- se &amp;#224; disputa que resultou na indica&amp;#231;&amp;#227;o de Pedro Luiz Teruel para o comando da funda&amp;#231;&amp;#227;o no estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; Funasa, o acordo foi feito com o PMDB que apoiou a presidente Dilma, n&amp;#227;o com o PMDB que apoiou Serra - acrescentou Delc&amp;#237;dio em entrevista, lembrando que os peemedebistas no Mato Grosso do Sul apoiaram a candidatura do tucano na disputa presidencial de 2010.&lt;br&gt;
Aos auxiliares mais pr&amp;#243;ximos, o ministro da Sa&amp;#250;de, Alexandre Padilha, disse que, por ora, n&amp;#227;o h&amp;#225; movimento para retirar do PMDB outras superintend&amp;#234;ncias da Funasa. Hoje, de 11 superintend&amp;#234;ncias da Funasa, seis est&amp;#227;o com o PMDB; cinco alojaram indica&amp;#231;&amp;#245;es petistas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Enquanto setores do PMDB lutam para manter espa&amp;#231;os, os petistas aplaudem os recentes ajustes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O PT respalda as mudan&amp;#231;as promovidas por Dilma em sua equipe.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo &lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:00:52 -0200</pubDate></item><item><title>CODESP RESGATA HIST&amp;#211;RIA DO PORTO DE SANTOS</title><description>Bras&amp;#237;lia, 26 de janeiro de 2012 - A Companhia Docas do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Codesp), promover&amp;#225; no dia 2 de fevereiro, anivers&amp;#225;rio de 120 anos do Porto de Santos a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o do Programa de Gest&amp;#227;o do Patrim&amp;#244;nio Arqueol&amp;#243;gico, Hist&amp;#243;rico e Cultural do Sistema Vi&amp;#225;rio da Margem Direita do Porto. O trabalho desenvolvido abrange a hist&amp;#243;ria documentada do porto e sua regi&amp;#227;o e a coletada atrav&amp;#233;s de depoimentos de trabalhadores portu&amp;#225;rios e cidad&amp;#227;os das regi&amp;#245;es no entorno da Avenida Perimetral de Santos, editada no livro &quot;Paisagens Culturais da Baia de Santos&quot;. O evento marcar&amp;#225; ainda a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o do Museu Virtual do Porto de Santos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na ocasi&amp;#227;o, ocorrer&amp;#225;, tamb&amp;#233;m, a entrega ao prefeito e secret&amp;#225;rio municipal de educa&amp;#231;&amp;#227;o  de um kit contendo o livro, uma cartilha e a plataforma multim&amp;#237;dia para acesso e interatividade atrav&amp;#233;s de m&amp;#237;dias sociais  para consulta, comunica&amp;#231;&amp;#227;o e coopera&amp;#231;&amp;#227;o. A cartilha bem como aulas digitais foram preparadas para professores e alunos e destinam-se a multiplica&amp;#231;&amp;#227;o e distribui&amp;#231;&amp;#227;o nas escolas p&amp;#250;blicas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A solenidade est&amp;#225; marcada para as 10 horas, do dia 02 de fevereiro, no audit&amp;#243;rio da Presid&amp;#234;ncia da CODESP, na avenida Conselheiro Rodrigues Alves, sem n&amp;#250;mero, no bairro do Macuco em Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
120 ANOS DO PORTO&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A data de 2 de fevereiro de 1892 marca a entrega do primeiro trecho de 260 metros de cais constru&amp;#237;do, inaugurado com a atraca&amp;#231;&amp;#227;o do cargueiro Nasmith, navio a vapor da armadora inglesa Lamport &amp; Holt. At&amp;#233; ent&amp;#227;o, o porto era constitu&amp;#237;do de trapiches de madeira erguidos em diversos pontos ao longo da bacia do estu&amp;#225;rio e &amp;#224;s margens da antiga cidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dentre esses  trapiches, o da Estrada de Ferro, situado no chamado Porto do Bispo, na regi&amp;#227;o do Valongo, era um dos principais ancoradouros , o mais pr&amp;#243;ximo &amp;#224; esta&amp;#231;&amp;#227;o da S&amp;#227;o Paulo Railway, e tornou-se o primeiro trecho de cais constru&amp;#237;do.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A obra representou a supera&amp;#231;&amp;#227;o de grandes dificuldades t&amp;#233;cnicas, que durante muitos anos desafiaram a capacidade de realiza&amp;#231;&amp;#227;o dos brasileiros e levaram ao insucesso diversas tentativas anteriores de constru&amp;#231;&amp;#227;o do porto, tanto de particulares como da ent&amp;#227;o Prov&amp;#237;ncia de S&amp;#227;o Paulo, que havia obtido, desde 1870, autoriza&amp;#231;&amp;#227;o para execu&amp;#231;&amp;#227;o das obras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Somente em 1886, um grupo liderado pelos brasileiros C&amp;#226;ndido Gafr&amp;#233;e e Eduardo Palassin Guinle obteve a concess&amp;#227;o para constru&amp;#231;&amp;#227;o explora&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O empreendimento, sob a dire&amp;#231;&amp;#227;o do engenheiro Benjamin Weinschenck, alcan&amp;#231;ou sucesso. O prazo de concess&amp;#227;o foi, ent&amp;#227;o, ampliado para 90 anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Santos, que teve sua origem vinculada ao com&amp;#233;rcio do caf&amp;#233;, contribuiu para a melhoria das condi&amp;#231;&amp;#245;es sanit&amp;#225;rias da regi&amp;#227;o, desempenhou papel preponderante no desenvolvimento industrial do estado de S&amp;#227;o Paulo e do Brasil e continua participando, expressivamente, nas transa&amp;#231;&amp;#245;es comerciais efetuadas com o mercado externo - cerca de 26% da balan&amp;#231;a comercial do pa&amp;#237;s &amp;#233; movimentada por Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m de toda import&amp;#226;ncia para o desenvolvimento econ&amp;#244;mico, viabilizando o com&amp;#233;rcio mar&amp;#237;timo a partir de Santos e do marco que se tornou para a engenharia portu&amp;#225;ria, a constru&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Santos representou, ainda, a solu&amp;#231;&amp;#227;o para o grande  problema &lt;br&gt;
de epidemias que assolavam a regi&amp;#227;o devido, principalmente, &amp;#224; insalubridade que a &amp;#225;rea estuarina representava no final do s&amp;#233;culo passado, juntamente com a enorme regi&amp;#227;o de v&amp;#225;rzea na cidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Santos sempre representou o papel do grande agente propulsor do desenvolvimento, influindo diretamente tamb&amp;#233;m  na expans&amp;#227;o econ&amp;#244;mica de todo planalto paulista, compondo, junto com a ferrovia, a primeira grande cadeia log&amp;#237;stica que viabilizou o com&amp;#233;rcio mar&amp;#237;timo do caf&amp;#233; e permitiu a implanta&amp;#231;&amp;#227;o e o desenvolvimento industrial e agr&amp;#237;cola da principal regi&amp;#227;o econ&amp;#244;mica do Brasil. Hoje, Santos, com cerca de 14 quil&amp;#244;metros de cais, concentra em sua &amp;#225;rea de influ&amp;#234;ncia cerca de 70 milh&amp;#245;es de habitantes, 67% do PIB do pa&amp;#237;s e 70% da balan&amp;#231;a comercial.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:00:38 -0200</pubDate></item><item><title>DE NAPOLE&amp;#195;O &amp;#192; LEI 8.630 E OS PORTU&amp;#193;RIOS BRASILEIROS</title><description>Por Federa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Portu&amp;#225;rios&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No s&amp;#233;culo XIX, Napole&amp;#227;o Bonaparte, imperador da Fran&amp;#231;a, exercia seu dom&amp;#237;nio militar sobre toda a Europa. A &amp;#250;nica pot&amp;#234;ncia que ainda fazia frente ao seu poderio era a Inglaterra. Donos de uma poderosa frota naval, os ingleses o derrotaram na Batalha de Trafalgar, em 1805.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para enfrentar a Inglaterra, Napole&amp;#227;o decretou o Bloqueio Continental, que consistia em mant&amp;#234;-la isolada em sua ilha, sem contato comercial com outras na&amp;#231;&amp;#245;es. Nenhum pa&amp;#237;s poderia comercializar com a Inglaterra, sob a amea&amp;#231;a de repres&amp;#225;lia militar francesa. Como Portugal sempre foi um dos principais parceiros comerciais da Inglaterra, n&amp;#227;o desejava respeitar o bloqueio. Assim, aconselhada pelos ingleses, a fam&amp;#237;lia real portuguesa mudou-se com toda a corte para o Brasil. Em 1807, logo ap&amp;#243;s a partida da fam&amp;#237;lia real, Napole&amp;#227;o invadiu Portugal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Portugal n&amp;#227;o tinha como se defender dos franceses; precisava da prote&amp;#231;&amp;#227;o dos ingleses. Por isso, a Inglaterra solicitou a abertura dos portos brasileiros como condi&amp;#231;&amp;#227;o para apoiar a fuga da fam&amp;#237;lia real. Portugal teve, ent&amp;#227;o, de assinar um tratado que taxava em 15% as mercadorias dos navios ingleses.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Imposto aplicado aos ingleses era menor que aquele aplicado &amp;#224;s outras na&amp;#231;&amp;#245;es, incluindo Portugal. Assim, o com&amp;#233;rcio brasileiro ficou entregue aos ingleses durante muito tempo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 1808, por meio de decreto real, os portos brasileiros foram abertos a todas as na&amp;#231;&amp;#245;es amigas que quisessem comercializar com a Col&amp;#244;nia, fato que foi considerado o primeiro grande passo para a independ&amp;#234;ncia pol&amp;#237;tica e econ&amp;#244;mica do Brasil, apesar do dom&amp;#237;nio ingl&amp;#234;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esta &amp;#233; a hist&amp;#243;ria antiga e oficial, de l&amp;#225; para c&amp;#225; as coisas mudaram e muito. Todo o sistema portu&amp;#225;rio nacional mudou com a Lei 8.630, de 1993. S&amp;#227;o dezenove anos de muita luta e persist&amp;#234;ncia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tivemos que enfrentar mudan&amp;#231;as profundas nas rela&amp;#231;&amp;#245;es de trabalho com o advento da conteineriza&amp;#231;&amp;#227;o das cargas, com a aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de equipamentos modernos, com a privatiza&amp;#231;&amp;#227;o das opera&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias, com a figura do Operador passando a ser titular das opera&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias, podendo inclusive definir o modelo de contrata&amp;#231;&amp;#227;o dos trabalhadores e sendo respons&amp;#225;veis pela Gest&amp;#227;o de M&amp;#227;o de Obra Avulsa com a cria&amp;#231;&amp;#227;o dos Ogmos, e com as Administra&amp;#231;&amp;#245;es Portu&amp;#225;rias passando a contar com os Conselhos de Autoridade Portu&amp;#225;ria (CAP).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
N&amp;#243;s somos aqueles profissionais que trabalham nos portos como avulsos e empregados, usando luvas e capacetes, carregando e descarregando mercadorias, dirigindo guindastes e empilhadeiras, conferindo e pesando cargas, movimentando cont&amp;#234;ineres dentro e fora dos navios, fiscalizando entrada e sa&amp;#237;da de mercadorias e passageiros, tamb&amp;#233;m cuidamos da manuten&amp;#231;&amp;#227;o dos equipamentos, da seguran&amp;#231;a patrimonial do trabalho e do meio ambiente, da atraca&amp;#231;&amp;#227;o dos navios, no controle alfandeg&amp;#225;rio, na gest&amp;#227;o portu&amp;#225;ria elaborando projetos de constru&amp;#231;&amp;#227;o e no melhoramento da infraestrutura, e at&amp;#233; mesmo, quando aposentados, continuamos vigilantes, ali nas cercanias dos portos brasileiros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esse trabalho &amp;#233; muito importante, pois &amp;#233; por meio do porto que se faz o exerc&amp;#237;cio do com&amp;#233;rcio interno e externo, que redunda em divisas para o pa&amp;#237;s e melhoria das condi&amp;#231;&amp;#245;es de vida do povo gerando empregos e renda. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Alguns ficaram pelo caminho nesta batalha, mas a maioria continua na luta, tendo a certeza do seu papel para o crescimento da economia e consequentemente o crescimento do nosso pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:00:23 -0200</pubDate></item><item><title>IMBITUBA COMEMORA DIA DO PORTU&amp;#193;RIO</title><description>O Dia do Portu&amp;#225;rio, comemorado em 28 de janeiro, &amp;#233; uma data especial para o Porto de Imbituba, principalmente no come&amp;#231;o do ano de 2012 em que o crescimento est&amp;#225; mostrando resultados. Com um crescimento de aproximadamente 21% sobre 2011, batendo recorde de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o dos &amp;#250;ltimos 23 anos a Companhia Docas de Imbituba sente-se honrada em homenagear todos os trabalhadores portu&amp;#225;rios que s&amp;#227;o parte do conjunto que &amp;#233; respons&amp;#225;vel por este sucesso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os portu&amp;#225;rios s&amp;#227;o lembrados neste dia porque, em 28 de janeiro 1808, Dom Jo&amp;#227;o VI abriu os portos brasileiros &amp;#224;s Na&amp;#231;&amp;#245;es Amigas possibilitando o com&amp;#233;rcio exterior, o que desencadeou a quebra do pacto colonial, de modo que o com&amp;#233;rcio n&amp;#227;o ficou mais restrito entre Brasil e Portugal. Hoje os trabalhadores dos portos de todo o pa&amp;#237;s s&amp;#227;o regidos pela Consolida&amp;#231;&amp;#227;o das Leis do Trabalho, de maneira que as condi&amp;#231;&amp;#245;es de trabalho melhoraram, a partir da Lei de Moderniza&amp;#231;&amp;#227;o do Portos (Lei 8.630/93).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Jeziel Pamato, Administrador do Porto de Imbituba, que &amp;#233; filho e neto de portu&amp;#225;rios, acredita que a data &amp;#233; mais do que especial. &quot;Em 2012 o Dia do Portu&amp;#225;rio acontece em um per&amp;#237;odo em que temos apenas boas not&amp;#237;cias sobre movimenta&amp;#231;&amp;#227;o, linhas novas e investimentos em dragagem. Tudo isso vai trazer mais trabalho para Imbituba e &amp;#233; mais um motivo para comemorar. Cada portu&amp;#225;rio que atua no Porto &amp;#233; respons&amp;#225;vel pelo nosso crescimento. Cada pessoa, independente da fun&amp;#231;&amp;#227;o que exer&amp;#231;a, &amp;#233; um agente de desenvolvimento&quot;, afirma.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Presidente do Conselho de Autoridade Portu&amp;#225;ria, Gilberto Barreto, defende o trabalho qualificado e um ambiente de trabalho seguro. &quot;&amp;#201; responsabilidade das Autoridades Portu&amp;#225;rias e dos Operadores proporcionar a capacita&amp;#231;&amp;#227;o dos trabalhadores e dar-lhes oportunidade de acesso aos quadros permanentes das empresas. O Dia do Portu&amp;#225;rio &amp;#233; sempre um momento de reflex&amp;#227;o para consci&amp;#234;ncia da import&amp;#226;ncia do com&amp;#233;rcio exterior e dos portos para a soberania de uma na&amp;#231;&amp;#227;o. E portu&amp;#225;rios somos todos n&amp;#243;s que, em qualquer atividade, contribu&amp;#237;mos para o desenvolvimento do porto&quot;, avalia.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:00:10 -0200</pubDate></item><item><title>APROVADOS 238,7 MILH&amp;#213;ES DE REAIS PARA EST&amp;#194;NCIAS TUR&amp;#205;STICAS DE S&amp;#195;O PAULO POR DA REPORTAGEM</title><description>*  O Conselho de Orienta&amp;#231;&amp;#227;o e Controle do Fundo de Melhoria das Est&amp;#226;ncias (COC)  aprovou projetos de 64 das 67 est&amp;#226;ncias, que utilizar&amp;#227;o os recursos do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Est&amp;#226;ncias (Dade) para o ano de 2012. Os projetos somam 238,7 milh&amp;#245;es dos 246,6 milh&amp;#245;es de reais referentes ao or&amp;#231;amento deste ano, que o departamento deve disponibilizar para os munic&amp;#237;pios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O COC, que tem a fun&amp;#231;&amp;#227;o de planejar, supervisionar e controlar a distribui&amp;#231;&amp;#227;o de recursos financeiros do Dade, analisou e aprovou ainda em sua primeira reuni&amp;#227;o, os projetos que utilizar&amp;#227;o 96,5% dos recursos para 2012. As est&amp;#226;ncias que tiveram seus objetos aprovados, agora dever&amp;#227;o entregar ao departamento, projeto detalhado das obras, inclusive contemplando descritivo da utiliza&amp;#231;&amp;#227;o dos recursos. Ap&amp;#243;s an&amp;#225;lise do Dade, as cidades dever&amp;#227;o receber o dinheiro em at&amp;#233; tr&amp;#234;s parcelas, dependendo da dimens&amp;#227;o e do valor obra.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o Secret&amp;#225;rio de Turismo do Estado de S&amp;#227;o Paulo, M&amp;#225;rcio Fran&amp;#231;a, a verba destinada &amp;#224;s obras tur&amp;#237;sticas permite que cada prefeitura realize as melhorias necess&amp;#225;rias para que se estimule o fluxo de turistas, &quot;Investir nesse tipo de melhoria agrega valor ao potencial tur&amp;#237;stico das cidades, al&amp;#233;m de promover ganhos econ&amp;#244;micos e sociais&quot;, diz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A reuni&amp;#227;o do conselho, contou com as presen&amp;#231;as dos membros T&amp;#233;rcio Garcia, prefeito de S&amp;#227;o Vicente, Marisa de Souza, Prefeita de Socorro, Ana Lucia Bilard, Prefeita de S&amp;#227;o Luiz do Paraitinga, Elizabeth Correia, representante da Secretaria Estadual de Turismo, Rubens Emil Cury, representante da Casa Civil e Antonio Vaz Sern&amp;#225;lha, representante da Secretaria da Fazenda.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Projetos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre os montantes aprovados, destaca-se o da cidade de Santos com 27,8 milh&amp;#245;es de reais, destinados entre outras obras, para a revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o do Jardim Bot&amp;#226;nico. O munic&amp;#237;pio do Guaruj&amp;#225; teve aprovados 17,6 milh&amp;#245;es de reais para melhorias na infraestrutura de vias tur&amp;#237;sticas nos bairros de Pernambuco, Perequ&amp;#234;, Boa Esperan&amp;#231;a, Vila Aurea, Itapema, Jardins Santo Ant&amp;#244;nio e Primavera. Confira a lista aqui completa dos projetos aprovados pelo COC&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:59:56 -0200</pubDate></item><item><title>COSTA CONCORDIA - EMPRESA ANUNCIA INDENIZA&amp;#199;&amp;#195;O DE 11 MIL EUROS A PASSAGEIROS</title><description>Acidente na costa da It&amp;#225;lia deixou 16 mortos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os sobreviventes do cruzeiro Costa Conc&amp;#243;rdia, que naufragou em 13 de janeiro passado pr&amp;#243;ximo &amp;#224; Ilha de Giglio, receber&amp;#227;o cada um uma indeniza&amp;#231;&amp;#227;o de 11 mil euros (cerca de R$ 25,2 mil) mais os gastos, informou nesta sexta-feira (27) uma associa&amp;#231;&amp;#227;o italiana de consumidores. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O acordo diz respeito a 3.000 passageiros de 60 pa&amp;#237;ses, entre eles 900 italianos. Estimamos que 85% deles v&amp;#227;o aderir ao acordo&quot;, afirmou um comunicado da ADOC, uma organiza&amp;#231;&amp;#227;o italiana de consumidores que integra o &quot;Comit&amp;#234; de N&amp;#225;ufragos do Conc&amp;#243;rdia&quot;, negociador do acordo com a empresa Costa Crociere. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m da indeniza&amp;#231;&amp;#227;o de 11 mil euros por passageiros, incluindo as crian&amp;#231;as que viajavam de gra&amp;#231;a, o acordo prev&amp;#234; o reembolso de 3.000 euros (cerca de R$ 6,9 mil) por pessoa para cobrir o pre&amp;#231;o da passagem do cruzeiro e os eventuais gastos de transporte ou m&amp;#233;dicos. &lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Os n&amp;#225;ufragos que ficaram feridos e as fam&amp;#237;lias dos passageiros que morreram n&amp;#227;o far&amp;#227;o parte deste acordo, disse a associa&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O acidente deixou pelo menos 16 mortos.&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:59:43 -0200</pubDate></item><item><title>RIO GRANDE DO SUL - IBAMA AVALIA DANOS CAUSADOS PELO VAZAMENTO DE &amp;#211;LEO</title><description>Vazamento de &amp;#243;leo ocorreu a cerca de seis quil&amp;#244;metros da costa&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda n&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel determinar o tamanho do estrago causado pelo vazamento de petr&amp;#243;leo no mar de Tramanda&amp;#237;, no litoral norte do Rio Grande do Sul. Mas &amp;#233; praticamente certo que haver&amp;#225; impacto ambiental, de acordo com o bi&amp;#243;logo Kuriakin Humberto Toscan, da Superintend&amp;#234;ncia do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) em Porto Alegre. Um levantamento completo ser&amp;#225; divulgado nos pr&amp;#243;ximos dias. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Por enquanto, estamos preocupados em minimizar o impacto para depois fazer uma avalia&amp;#231;&amp;#227;o mais precisa. N&amp;#227;o foi um vazamento de grandes propor&amp;#231;&amp;#245;es, mas foi significativo. H&amp;#225;, sim, dano ambiental, isso n&amp;#227;o tem como negar&quot;, analisa Kuriakin, em entrevista ao G1. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Desde o in&amp;#237;cio da noite, 150 funcion&amp;#225;rios da Transpetro, empresa respons&amp;#225;vel pela monoboia onde ocorreu o vazamento, trabalham manualmente na remo&amp;#231;&amp;#227;o do petr&amp;#243;leo que chegou at&amp;#233; &amp;#224; beira da praia de Tramanda&amp;#237;, sob supervis&amp;#227;o do Ibama, da Funda&amp;#231;&amp;#227;o Estadual de Prote&amp;#231;&amp;#227;o Ambiental (Fepam), do Comando Ambiental da Brigada Militar e da Defesa Civil. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Kuriakin estima que o &amp;#243;leo tenha atingido um trecho de aproximadamente cinco quil&amp;#244;metros de extens&amp;#227;o da orla mar&amp;#237;tima, que vai da plataforma de pesca de Tramanda&amp;#237; at&amp;#233; a Barra, na divisa com o munic&amp;#237;pio de Imb&amp;#233;. Por enquanto, o &amp;#243;leo n&amp;#227;o atingiu o balne&amp;#225;rio vizinho. &quot;Acredito que praticamente todo o &amp;#243;leo tenha chegado &amp;#224; areia. Se ainda tem &amp;#243;leo no mar, &amp;#233; em pequena quantidade&quot;, diz o bi&amp;#243;logo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; as 23h desta quinta-feira (26) n&amp;#227;o havia registros de mortes ou contamina&amp;#231;&amp;#227;o de animais marinhos ou de aves causadas pelo &amp;#243;leo, mas essa possibilidade n&amp;#227;o est&amp;#225; descartada. Nesta sexta (27), o Ibama ter&amp;#225; mais informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre os poss&amp;#237;veis preju&amp;#237;zos na fauna. Outra preocupa&amp;#231;&amp;#227;o do &amp;#243;rg&amp;#227;o &amp;#233; com o Rio Tramanda&amp;#237;. &quot;O rio est&amp;#225; no vazante, mas com o enchimento da mar&amp;#233;, tamb&amp;#233;m pode ser atingido&quot;, projeta Kuriakin. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Assim que o petr&amp;#243;leo come&amp;#231;ou a chegar at&amp;#233; a praia, a Patrulha Ambiental orientou os veranistas a se retirarem da areia e isolou parcialmente a &amp;#225;rea para o trabalho de remo&amp;#231;&amp;#227;o. O comandante do pelot&amp;#227;o de Tramanda&amp;#237;, tenente Reinaldo Ara&amp;#250;jo, pede aos veranistas que evitem entrar na &amp;#225;gua at&amp;#233; os analistas terem mais informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre o vazamento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O acidente ocorreu por volta das 12h, durante opera&amp;#231;&amp;#227;o de descarregamento de um navio a cerca de seis quil&amp;#244;metros de dist&amp;#226;ncia da costa. Segundo a Transpetro, assim que o vazamento foi constatado, equipes de conting&amp;#234;ncia iniciaram os trabalhos de conten&amp;#231;&amp;#227;o. Avi&amp;#245;es derramaram no mar produtos qu&amp;#237;micos para tentar conter o &amp;#243;leo. Segundo nota oficial da companhia, ainda n&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel determinar o volume de &amp;#243;leo derramado nem as causas do acidente. &lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:59:28 -0200</pubDate></item><item><title>REFOR&amp;#199;O - MARINHA VAI INTENSIFICAR FISCALIZA&amp;#199;&amp;#195;O DE NAVIOS E PATRULHAMENTO NA COSTA</title><description>A Marinha do Brasil ir&amp;#225; refor&amp;#231;ar o patrulhamento da costa, especialmente no litoral de S&amp;#227;o Paulo, e a fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o dos navios que escalam nos portos nacionais, revelou o comandante da Marinha, almirante-de-esquadra J&amp;#250;lio Soares de Moura Neto, em entrevista exclusiva a A Tribuna. Essas medidas devem ser implantadas j&amp;#225; nos pr&amp;#243;ximos meses. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o comandante, que esteve em Santos para participar das solenidades dos 466 anos da Cidade, &quot;o aumento da presen&amp;#231;a da Marinha nos mares brasileiros&quot; &amp;#233; uma necessidade diante do crescimento do tr&amp;#225;fego mar&amp;#237;timo (devido &amp;#224; amplia&amp;#231;&amp;#227;o do com&amp;#233;rcio exterior do Pa&amp;#237;s), em especial na costa paulista, onde est&amp;#225; o Porto de Santos, o principal da Na&amp;#231;&amp;#227;o. Outro fator levado em conta &amp;#233; o incremento nas atividades do pr&amp;#233;-sal na Bacia de Santos, no litoral da Regi&amp;#227;o Sudeste.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O movimento mar&amp;#237;timo de Santos vai aumentar e a Marinha est&amp;#225; atenta para se fazer presente em nossos mares&quot;, declarou o comandante.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para intensificar a fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o nas embarca&amp;#231;&amp;#245;es, nos pr&amp;#243;ximos meses, a Marinha contratar&amp;#225; cerca de 30 inspetores navais. Atualmente, h&amp;#225; 113 peritos em inspe&amp;#231;&amp;#227;o e vistoria de navios trabalhando nas unidades da Armada. Haver&amp;#225; refor&amp;#231;o na equipe que atua no cais santista. &quot;Eu n&amp;#227;o sei o n&amp;#250;mero exato de quantos (inspetores) Santos vai receber, mas vai receber, pela sua pr&amp;#243;pria import&amp;#226;ncia&quot;  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para refor&amp;#231;ar a seguran&amp;#231;a na costa, a Marinha planeja ampliar sua frota de navios de patrulha oce&amp;#226;nica, explicou o almirante-de-esquadra. Recentemente, duas embarca&amp;#231;&amp;#245;es desse tipo, constru&amp;#237;das em estaleiros brasileiros, ficaram prontas e outras cinco est&amp;#227;o sendo fabricadas, tamb&amp;#233;m por empresas nacionais. E a Armada j&amp;#225; estuda a encomenda de mais 20 unidades. Todas essas, com capacidade para deslocar 500 toneladas (peso total da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, incluindo sua carga). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O comandante tamb&amp;#233;m citou a compra de tr&amp;#234;s navios de patrulha oce&amp;#226;nica em estaleiros ingleses, cada um com capacidade para 1.800 toneladas, mais de tr&amp;#234;s vezes a do modelo nacional. O primeiro deles ser&amp;#225; entregue at&amp;#233; junho. O segundo ficar&amp;#225; pronto no final do ano e o terceiro, entre abril e maio de 2013. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:59:12 -0200</pubDate></item><item><title>FUNCION&amp;#193;RIOS DO PORTO DE SANTOS IR&amp;#195;O PARAR ATIVIDADES EM 8 DE FEVEREIRO</title><description>Os trabalhadores do Porto de Santos decidiram, em assembleia realizada na &amp;#250;ltima ter&amp;#231;a-feira, que ir&amp;#227;o paralisar suas atividades por 24 horas em uma tentativa de pressionar o governo a negociar as reivindica&amp;#231;&amp;#245;es do setor. A paralisa&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; marcada para o dia 8 de fevereiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o vice-presidente do Sindicato da Administra&amp;#231;&amp;#227;o Portu&amp;#225;ria, Jo&amp;#227;o de Andrade, a decis&amp;#227;o foi tomada em conjunto com sindicatos de outros portos administrados pela Companhia Docas, que cuida dos portos de Rio de Janeiro (RJ), S&amp;#227;o Sebasti&amp;#227;o (SP), Paranagu&amp;#225; (PR), Natal (RN) e Vit&amp;#243;ria (ES), entre outros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Andrade afirma que o sindicato ir&amp;#225; enviar um documento com as reivindica&amp;#231;&amp;#245;es para as autoridades nos pr&amp;#243;ximos dias. Se o governo n&amp;#227;o aceitar as propostas, os trabalhadores dever&amp;#227;o entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 23 de fevereiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o vice-presidente, a pauta de reivindica&amp;#231;&amp;#245;es inclui o pedido para que o governo regularize a previd&amp;#234;ncia social dos trabalhadores portu&amp;#225;rios, a profissionaliza&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;cnica da Companhia Docas e a assinatura dos acordos coletivos dos portu&amp;#225;rios que encontram-se em aberto desde 2011.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:58:54 -0200</pubDate></item><item><title>TEMPORADA 2011/2012 - VISION OF THE SEAS CHEGA AO PORTO DE SANTOS E DESEMBARCA 1.953 PESSOAS</title><description>O navio Vision of the Seas, da Royal Caribbean, atracou no Porto de Santos na manh&amp;#227; desta sexta-feira, e desembarcou 1.953 passageiros no Terminal Mar&amp;#237;timo de Passageiros Giusfredo Santini - Concais. A embarca&amp;#231;&amp;#227;o possui 289 passageiros em tr&amp;#226;nsito e deve embarcar mais 1.950 pessoas. O navio deixa o cais santista &amp;#224;s 17 horas.  &lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
O Vision of the Seas far&amp;#225; um cruzeiro de sete noites, com paradas em B&amp;#250;zios (RJ), Salvador (BA) e Ilha Bela (SP). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Vison of the Seas segue para um cruzeiro de sete noites com paradas nos Estados do Rio de Janeiro e Bahia.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 27/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:58:11 -0200</pubDate></item><item><title>RICARDO VAI PEDIR AUDI&amp;#202;NCIA COM DILMA PARA FALAR SOBRE O PORTO DE CABEDELO</title><description>O presidente da Assembl&amp;#233;ia Legislativa da Para&amp;#237;ba, deputado Ricardo Marcelo (PSDB), anunciou na manh&amp;#227; desta ter&amp;#231;a-feira (25), que vai lutar para tentar marcar uma audi&amp;#234;ncia com a presidente Dilma Rousseff para poder discutir os problemas que pairam sobre o Porto de Cabedelo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o parlamentar, a audi&amp;#234;ncia &amp;#233; em car&amp;#225;ter urgente, visto que o Porto est&amp;#225; estagnado desde a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;&amp;#201; inaceit&amp;#225;vel que o Porto de Cabedelo continue nessa situa&amp;#231;&amp;#227;o, ou seja, da mesma maneira que foi inaugurado, sem nenhum melhoramento, e isso &amp;#233; algo que n&amp;#227;o podemos aceitar, estamos travando essa luta hoje para trazer os benef&amp;#237;cios que o porto precisa para alavancar a economia do Estado&quot;, destacou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Marcelo destacou que o Porto &amp;#233; o principal respons&amp;#225;vel pela exporta&amp;#231;&amp;#227;o de manufaturados e tamb&amp;#233;m pela exporta&amp;#231;&amp;#227;o da Para&amp;#237;ba, inclusive no setor agropecu&amp;#225;ro e na qualidade de legislador, presidente da ALPB, vai lutar, ao lado do Governo do Estado para transformar em realidade os avan&amp;#231;os no setor portu&amp;#225;rio da Para&amp;#237;ba.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O governo do Estado &amp;#233; o principal interlocutor desse assunto e n&amp;#243;s, da Assembl&amp;#233;ia, como legislativos, iremos cobrar a&amp;#231;&amp;#245;es e mobilizar a parte pol&amp;#237;tica&quot;, assegurou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda na reuni&amp;#227;o desta ter&amp;#231;a-feira, diversas lideran&amp;#231;as pol&amp;#237;ticas da Para&amp;#237;ba estiveram presentes para assegurar a uni&amp;#227;o em torno dos avan&amp;#231;os de Cabedelo, a exemplo da deputada federal Nilda Gondim (PMDB), do senador C&amp;#237;cero Lucena (PSDB), do presidente da Companhia Docas, da Capitania dos Portos e al&amp;#233;m de diversos setores representativos da sociedade civil e organizada da Para&amp;#237;ba.  &lt;br&gt;
Fonte: PB Agora/Henrique Lima&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:35:04 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO SECO DE CAXIAS RECEBE EQUIPAMENTOS DE MOVIMENTA&amp;#199;&amp;#195;O DE CARGAS DA HOLANDA</title><description>Com a expectativa de ampliar em 15% as demandas de com&amp;#233;rcio internacional em 2012, o Porto Seco de Caxias acaba de colocar em opera&amp;#231;&amp;#227;o os novos equipamentos que agilizar&amp;#227;o os servi&amp;#231;os de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas e cont&amp;#234;ineres.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
S&amp;#227;o duas empilhadeiras, uma (reach stacker) para uso de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres de exporta&amp;#231;&amp;#227;o e importa&amp;#231;&amp;#227;o, com capacidade para 45 toneladas, e outra para deslocamento de cargas, com capacidade para 16 toneladas. As novas m&amp;#225;quinas chegaram no final de dezembro da Holanda e exigiram investimento de R$ 1,3 milh&amp;#227;o, parte deles financiados. Elas refor&amp;#231;am a estrutura da tamb&amp;#233;m chamada Esta&amp;#231;&amp;#227;o Aduaneira de Interior, que em 2011 movimentou 5,9 mil cont&amp;#234;ineres em mercadorias. Com os equipamentos, o Porto Seco amplia em 40% sua capacidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tend&amp;#234;ncia tamb&amp;#233;m no pa&amp;#237;s, as importa&amp;#231;&amp;#245;es superam as exporta&amp;#231;&amp;#245;es. Entre os principais produtos exportados pelo Porto Seco est&amp;#227;o &amp;#244;nibus desmontados, chassis para &amp;#244;nibus e ve&amp;#237;culos. J&amp;#225; as importa&amp;#231;&amp;#245;es envolvem autope&amp;#231;as, mat&amp;#233;rias-primas para a ind&amp;#250;stria metal-mec&amp;#226;nica, automotiva, moveleira e ainda m&amp;#225;quinas e equipamentos para os setores metal-mec&amp;#226;nico, t&amp;#234;xtil, moveleiro e vin&amp;#237;cola.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto Seco movimenta em torno de 500 cont&amp;#234;ineres ao m&amp;#234;s. &amp;#193;frica do Sul, Argentina, Col&amp;#244;mbia e M&amp;#233;xico est&amp;#227;o entre os principais destinos de exporta&amp;#231;&amp;#227;o da Serra. Lideram a origem das importa&amp;#231;&amp;#245;es China, Alemanha, Estados Unidos, Fran&amp;#231;a, It&amp;#225;lia e Taiwan.&lt;br&gt;
Fonte:Zero Hora&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:34:46 -0200</pubDate></item><item><title>NOVOS EQUIPAMENTOS MODERNIZAM A OPERA&amp;#199;&amp;#195; NOS PORTOS DE PARANAGU&amp;#193; E ANTONINA</title><description>Nos pr&amp;#243;ximos dois meses, quatro operadores portu&amp;#225;rios dos portos de Paranagu&amp;#225; e Antonina ir&amp;#227;o investir aproximadamente R$ 45 milh&amp;#245;es na aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de novos guindastes para descarga de gran&amp;#233;is s&amp;#243;lidos e manuten&amp;#231;&amp;#227;o dos demais equipamentos existentes. Ao todo, ser&amp;#227;o adquiridos quatro novos guindastes, sendo tr&amp;#234;s para serem instalados em Paranagu&amp;#225; e um em Antonina. Ser&amp;#227;o investidos cerca de R$ 45 milh&amp;#245;es na compra de guindastes que ir&amp;#227;o duplicar a capacidade de descarga de gran&amp;#233;is s&amp;#243;lidos em Antonina e modernizar as opera&amp;#231;&amp;#245;es no Porto de Paranagu&amp;#225;. _ Assessoria de Imprensa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os novos equipamentos ir&amp;#227;o modernizar a opera&amp;#231;&amp;#227;o no Porto de Paranagu&amp;#225; e duplicar&amp;#227;o a capacidade de desembarque de gran&amp;#233;is s&amp;#243;lidos do Porto de Antonina.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Com a instala&amp;#231;&amp;#227;o de mais um guindaste em Antonina, poderemos movimentar at&amp;#233; 2,5 milh&amp;#245;es de toneladas de fertilizantes por l&amp;#225;, aumentando a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o na cidade, o que vai gerar mais renda e desenvolvimento ao munic&amp;#237;pio&quot;, afirmou o superintendente dos portos, Airton Vidal Maron.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2011, foram 1,54 milh&amp;#227;o de toneladas de produtos movimentados pelo Porto de Antonina, registrando um aumento de 400% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano anterior. Os portos paranaenses fecharam 2011 mais uma vez na lideran&amp;#231;a nacional na importa&amp;#231;&amp;#227;o de fertilizantes, sendo respons&amp;#225;veis por 50% do adubo que chega ao pa&amp;#237;s. No ano passado, foram 8,5 milh&amp;#245;es de toneladas de fertilizantes importados pelos portos de Paranagu&amp;#225; e Antonina.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cont&amp;#234;ineres - At&amp;#233; o final de fevereiro, entram em opera&amp;#231;&amp;#227;o no Terminal de Cont&amp;#234;ineres de Paranagu&amp;#225; (TCP), oito novos equipamentos de grande porte.  Eles integram o projeto de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do terminal. Ao todo, est&amp;#227;o sendo investidos R$ 185 milh&amp;#245;es para ampliar a capacidade de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m dos equipamentos, o terminal de cont&amp;#234;ineres ser&amp;#225; expandido em 315 metros, para abrigar o terceiro ber&amp;#231;o dedicado a opera&amp;#231;&amp;#245;es deste tipo. Com isso, ser&amp;#225; poss&amp;#237;vel aumentar a capacidade operacional de cont&amp;#234;ineres em at&amp;#233; 50%, passando dos atuais 800 mil TEUs/ano para 1,2 milh&amp;#227;o de TEUs/ano.&lt;br&gt;
Fonte: Portal Portos e Navios - Ascom Codesp&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:34:34 -0200</pubDate></item><item><title>CODESP RESGATA HIST&amp;#211;RIA DO PORTO</title><description>A Companhia Docas do Estado de S&amp;#227;o Paulo (CODESP), promover&amp;#225; no dia 02 de fevereiro, anivers&amp;#225;rio de 120 anos do Porto de Santos a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o do Programa de Gest&amp;#227;o do Patrim&amp;#244;nio Arqueol&amp;#243;gico, Hist&amp;#243;rico e Cultural do Sistema Vi&amp;#225;rio da Margem Direita do Porto. O trabalho desenvolvido abrange a hist&amp;#243;ria documentada do porto e sua regi&amp;#227;o e a coletada atrav&amp;#233;s de depoimentos de trabalhadores portu&amp;#225;rios e cidad&amp;#227;os das regi&amp;#245;es no entorno da Avenida Perimetral de Santos, editada no livro &quot;Paisagens Culturais da Baia de Santos&quot;. O evento marcar&amp;#225; ainda a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o do Museu Virtual do Porto de Santos. _ Assessoria de Imprensa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na ocasi&amp;#227;o, ocorrer&amp;#225;, tamb&amp;#233;m, a entrega ao prefeito e secret&amp;#225;rio municipal de educa&amp;#231;&amp;#227;o  de um kit contendo o livro, uma cartilha e a plataforma multim&amp;#237;dia para acesso e interatividade atrav&amp;#233;s de m&amp;#237;dias sociais  para consulta, comunica&amp;#231;&amp;#227;o e coopera&amp;#231;&amp;#227;o. A cartilha bem como aulas digitais foram preparadas para professores e alunos e destinam-se a multiplica&amp;#231;&amp;#227;o e distribui&amp;#231;&amp;#227;o nas escolas p&amp;#250;blicas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A solenidade est&amp;#225; marcada para as 10 horas, do dia 02 de fevereiro, no audit&amp;#243;rio da Presid&amp;#234;ncia da CODESP, na avenida Conselheiro Rodrigues Alves, sem n&amp;#250;mero, no bairro do Macuco em Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
120 ANOS DO PORTO&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A data de 2 de fevereiro de 1892 marca a entrega do primeiro trecho de 260 metros de cais constru&amp;#237;do, inaugurado com a atraca&amp;#231;&amp;#227;o do cargueiro Nasmith, navio a vapor da armadora inglesa Lamport &amp; Holt. At&amp;#233; ent&amp;#227;o, o porto era constitu&amp;#237;do de trapiches de madeira erguidos em diversos pontos ao longo da bacia do estu&amp;#225;rio e &amp;#224;s margens da antiga cidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dentre esses  trapiches, o da Estrada de Ferro, situado no chamado Porto do Bispo, na regi&amp;#227;o do Valongo, era um dos principais ancoradouros , o mais pr&amp;#243;ximo &amp;#224; esta&amp;#231;&amp;#227;o da S&amp;#227;o Paulo Railway, e tornou-se o primeiro trecho de cais constru&amp;#237;do.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A obra representou a supera&amp;#231;&amp;#227;o de grandes dificuldades t&amp;#233;cnicas, que durante muitos anos desafiaram a capacidade de realiza&amp;#231;&amp;#227;o dos brasileiros e levaram ao insucesso diversas tentativas anteriores de constru&amp;#231;&amp;#227;o do porto, tanto de particulares como da ent&amp;#227;o Prov&amp;#237;ncia de S&amp;#227;o Paulo, que havia obtido, desde 1870, autoriza&amp;#231;&amp;#227;o para execu&amp;#231;&amp;#227;o das obras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Somente em 1886, um grupo liderado pelos brasileiros C&amp;#226;ndido Gafr&amp;#233;e e Eduardo Palassin Guinle obteve a concess&amp;#227;o para constru&amp;#231;&amp;#227;o explora&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O empreendimento, sob a dire&amp;#231;&amp;#227;o do engenheiro Benjamin Weinschenck, alcan&amp;#231;ou sucesso. O prazo de concess&amp;#227;o foi, ent&amp;#227;o, ampliado para 90 anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Santos, que teve sua origem vinculada ao com&amp;#233;rcio do caf&amp;#233;, contribuiu para a melhoria das condi&amp;#231;&amp;#245;es sanit&amp;#225;rias da regi&amp;#227;o, desempenhou papel preponderante no desenvolvimento industrial do estado de S&amp;#227;o Paulo e do Brasil e continua participando, expressivamente, nas transa&amp;#231;&amp;#245;es comerciais efetuadas com o mercado externo - cerca de 26% da balan&amp;#231;a comercial do pa&amp;#237;s &amp;#233; movimentada por Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m de toda import&amp;#226;ncia para o desenvolvimento econ&amp;#244;mico, viabilizando o com&amp;#233;rcio mar&amp;#237;timo a partir de Santos e do marco que se tornou para a engenharia portu&amp;#225;ria, a constru&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Santos representou, ainda, a solu&amp;#231;&amp;#227;o para o grande  problema&lt;br&gt;
de epidemias que assolavam a regi&amp;#227;o devido, principalmente, &amp;#224; insalubridade que a &amp;#225;rea estuarina representava no final do s&amp;#233;culo passado, juntamente com a enorme regi&amp;#227;o de v&amp;#225;rzea na cidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Santos sempre representou o papel do grande agente propulsor do desenvolvimento, influindo diretamente tamb&amp;#233;m  na expans&amp;#227;o econ&amp;#244;mica de todo planalto paulista, compondo, junto com a ferrovia, a primeira grande cadeia log&amp;#237;stica que viabilizou o com&amp;#233;rcio mar&amp;#237;timo do caf&amp;#233; e permitiu a implanta&amp;#231;&amp;#227;o e o desenvolvimento industrial e agr&amp;#237;cola da principal regi&amp;#227;o econ&amp;#244;mica do Brasil. Hoje, Santos, com cerca de 14 quil&amp;#244;metros de cais, concentra em sua &amp;#225;rea de influ&amp;#234;ncia cerca de 70 milh&amp;#245;es de habitantes, 67% do PIB do pa&amp;#237;s e 70% da balan&amp;#231;a comercial.&lt;br&gt;
Fonte: Portal Portos e Navios - Ascom Codesp&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:34:14 -0200</pubDate></item><item><title>ANGOLANA ANUNCIA DESCOBERTA NO PR&amp;#201;-SAL DA BACIA DE CAMPOS</title><description>DO RIO - A Sonangol Starfish, resultado da compra da brasileira Starfish pela angolana Sonangol, descobriu ind&amp;#237;cios de petr&amp;#243;leo no pr&amp;#233;-sal da bacia de Campos, no bloco C-M-622. Outro po&amp;#231;o j&amp;#225; havia sido perfurado anteriormente no mesmo bloco, em profundidade maior, mas sem sucesso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa informou &amp;#224; ANP (Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo) que encontrou ind&amp;#237;cios de petr&amp;#243;leo em dois reservat&amp;#243;rios com a perfura&amp;#231;&amp;#227;o de apenas um po&amp;#231;o, o 6STAR24PRJS, nas profundidades de 4.700 metros e 5.200 metros, segundo informa&amp;#231;&amp;#245;es da companhia. O po&amp;#231;o foi denominado Gaivota.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Sonangol Starfish &amp;#233; a sexta produtora de petr&amp;#243;leo no Brasil, de acordo com ranking da ANP, com produ&amp;#231;&amp;#227;o de 832 barris di&amp;#225;rios e 1,6 milh&amp;#227;o de metros c&amp;#250;bicos de g&amp;#225;s natural.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Starfish originalmente era composta por ex-funcion&amp;#225;rios da Petrobras e produzia petr&amp;#243;leo em blocos terrestres.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa foi adquirida pela petrol&amp;#237;fera angolana em 2010 por US$ 200 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
Fonte: Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:33:33 -0200</pubDate></item><item><title>CONTRA IMPORTA&amp;#199;&amp;#213;ES, CENTRAIS E FIESP ORGANIZAM PARALISA&amp;#199;&amp;#195;O</title><description>Parte dos trabalhadores da ind&amp;#250;stria paulistana podem cruzar os bra&amp;#231;os por um dia logo ap&amp;#243;s o Carnaval, na &amp;#250;ltima semana de fevereiro, em protesto contra a forte entrada de produtos manufaturados importados. Os industriais liderados pela Federa&amp;#231;&amp;#227;o das Ind&amp;#250;strias do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Fiesp) n&amp;#227;o devem se incomodar - pelo contr&amp;#225;rio, a greve geral deve contar com a boa vontade dos empres&amp;#225;rios. O com&amp;#233;rcio varejista pode acompanhar. O arranjo dessa manifesta&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; fechado hoje, em S&amp;#227;o Paulo, em duas reuni&amp;#245;es entre empres&amp;#225;rios e sindicalistas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na primeira reuni&amp;#227;o, de manh&amp;#227;, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, discute os planos da greve geral na capital paulista com os presidentes de cinco centrais sindicais, capitaneadas pela For&amp;#231;a Sindical, e pelo maior sindicato da capital, o Sindicato dos Metal&amp;#250;rgicos de S&amp;#227;o Paulo. Em seguida, os sindicalistas, desta vez liderados pelo Sindicato dos Comerci&amp;#225;rios de S&amp;#227;o Paulo, filiado &amp;#224; Uni&amp;#227;o Geral dos Trabalhadores (UGT), ser&amp;#227;o recebidos pelo empres&amp;#225;rio Abram Szajman, presidente da Federa&amp;#231;&amp;#227;o do Com&amp;#233;rcio de Bens, Servi&amp;#231;os e Turismo do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Fecomercio).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os encontros v&amp;#227;o envolver empres&amp;#225;rios e os l&amp;#237;deres das centrais For&amp;#231;a Sindical, UGT, CTB, NCST e CGTB. Os sindicalistas representam na capital 420 mil metal&amp;#250;rgicos, 480 mil comerci&amp;#225;rios, 35 mil prestadores de servi&amp;#231;os em software e processamento de dados, 80 mil motoristas de &amp;#244;nibus, al&amp;#233;m dos trabalhadores nas ind&amp;#250;strias t&amp;#234;xtil e de confec&amp;#231;&amp;#245;es, entre outros. Os industriais est&amp;#227;o &quot;inclinados&quot; a apoiar a greve geral dos sindicalistas, segundo uma fonte ligada &amp;#224; Fiesp. O apoio, se confirmado, pode caracterizar um locaute. &quot;Os importados est&amp;#227;o reduzindo nosso &amp;#237;mpeto de contrata&amp;#231;&amp;#245;es e mesmo reduzindo produ&amp;#231;&amp;#227;o e, portanto, tamb&amp;#233;m resultando em demiss&amp;#245;es&quot;, diz o industrial.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O protesto ser&amp;#225; concentrado na avenida Paulista, onde os sindicalistas esperam concentrar os trabalhadores com cartazes anti-importa&amp;#231;&amp;#245;es. &quot;O sal&amp;#225;rio m&amp;#237;nimo sobe forte e impulsiona os sal&amp;#225;rios no mercado de trabalho como um todo, mas esse g&amp;#225;s no consumo tem sido crescentemente convertido no consumo de importados&quot;, afirma Miguel Torres, o presidente do Sindicato dos Metal&amp;#250;rgicos de S&amp;#227;o Paulo e Mogi das Cruzes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em novembro, o IBGE registrou queda de 0,1% sobre o m&amp;#234;s anterior no emprego industrial. O pior resultado foi apurado em S&amp;#227;o Paulo, que registrou forte queda de 3,7% entre outubro e novembro - 15 dos 18 setores pesquisados pelo IBGE registraram corte de pessoal. De janeiro a novembro, a ind&amp;#250;stria aumentou a produ&amp;#231;&amp;#227;o em apenas 0,4%, de acordo com o IBGE.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Por Jo&amp;#227;o Villaverde | De Bras&amp;#237;lia&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:33:13 -0200</pubDate></item><item><title>GOVERNO SEMPRE MANDOU, DIZ GABRIELLI</title><description>Jos&amp;#233; Sergio Gabrielli afasta com um argumento burocr&amp;#225;tico a interpreta&amp;#231;&amp;#227;o de que saiu da presid&amp;#234;ncia da Petrobras para que a presidente Dilma Rousseff tivesse maior controle sobre a companhia, por meio da indica&amp;#231;&amp;#227;o de uma amiga pessoal, Gra&amp;#231;a Foster.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O governo sempre teve e sempre ter&amp;#225; o controle sobre a Petrobras, porque &amp;#233; majorit&amp;#225;rio no Conselho que decide as pol&amp;#237;ticas da companhia&quot;, afirmou Gabrielli ontem em Davos, cidade su&amp;#237;&amp;#231;a em que &amp;#233; uma das raras autoridades brasileiras presente ao encontro anual do F&amp;#243;rum Econ&amp;#244;mico Mundial.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele refor&amp;#231;ou o argumento lembrando que os projetos da empresa j&amp;#225; est&amp;#227;o aprovados at&amp;#233; 2014, o que significa que a nova presidente s&amp;#243; executar&amp;#225; uma programa&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; decidida -e aprovada, obviamente, pelo governo Dilma.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
CAPITALISMO DE ESTADO&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A tese de Gabrielli, exposta a jornalistas brasileiros, acabou encontrando eco pouco depois na voz de Lorenzo Mendoza, executivo-chefe do grupo Polar, um dos principais da Venezuela e que se encontra em permanente confronto com o governo Hugo Ch&amp;#225;vez.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mendoza aproveitou discuss&amp;#227;o sobre a emerg&amp;#234;ncia do chamado capitalismo de Estado para apontar os riscos do modelo, pensando em seu pr&amp;#243;prio pa&amp;#237;s, em que h&amp;#225; mais Estado que capitalismo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Depois de ouvir a Petrobras ser citada como bom exemplo de capitalismo de Estado, Lorenzo Mendoza afirmou: &quot;Ningu&amp;#233;m tem a menor d&amp;#250;vida de que o governo do Brasil tem a &amp;#250;ltima palavra sobre a companhia&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gabrielli contou que sua sa&amp;#237;da da Petrobras j&amp;#225; havia sido definida h&amp;#225; um ano e meio, ainda no governo Lula, portanto, para que voltasse &amp;#224; Bahia. Mas o que, exatamente, vai fazer no governo baiano ainda n&amp;#227;o est&amp;#225; definido, segundo ele pr&amp;#243;prio. Como &amp;#233; natural, Gabrielli nega que ser&amp;#225; candidato ao governo em 2014, outra eventual explica&amp;#231;&amp;#227;o para a troca de comando na Petrobras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como 2014 est&amp;#225; muito longe, a Folha disse a Gabrielli que as explica&amp;#231;&amp;#245;es que estava dando para a sa&amp;#237;da n&amp;#227;o colavam. Ele adicionou ent&amp;#227;o mais um argumento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Sou o presidente mais longevo da Petrobras&quot;, afirmou, lembrando que faz seis anos e nove meses que comanda a principal empresa brasileira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Era tempo, portanto, conforme contou depois em um debate sobre a Am&amp;#233;rica Latina, de trocar a atividade empresarial pela pol&amp;#237;tica. &lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/CL&amp;#211;VIS ROSSI/ENVIADO ESPECIAL A DAVOS&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:32:56 -0200</pubDate></item><item><title>IND&amp;#218;STRIAS FINANCIAR&amp;#195;O PROJETOS SUSTENT&amp;#193;VEIS</title><description>As federa&amp;#231;&amp;#245;es de ind&amp;#250;strias do Rio de Janeiro e de S&amp;#227;o Paulo, mais a iniciativa privada, v&amp;#227;o financiar um projeto para promover iniciativas sustent&amp;#225;veis em cidades do mundo todo durante a Rio+20, a Confer&amp;#234;ncia das Na&amp;#231;&amp;#245;es Unidas para o Desenvolvimento Sustent&amp;#225;vel, que acontece em junho na capital fluminense.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ideia &amp;#233; que representantes municipais do planeta apresentem inova&amp;#231;&amp;#245;es tecnol&amp;#243;gicas e troquem experi&amp;#234;ncias para alavancar um desenvolvimento que respeite o ambiente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A reuni&amp;#227;o para tratar dos &amp;#250;ltimos detalhes da iniciativa, fechada para a imprensa, ocorreu no Pal&amp;#225;cio do Itamaraty, no centro do Rio, na presen&amp;#231;a do ministro das Rela&amp;#231;&amp;#245;es Exteriores, Antonio Patriota; representantes da Prefeitura do Rio; Funda&amp;#231;&amp;#227;o Roberto Marinho; Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federa&amp;#231;&amp;#227;o das Ind&amp;#250;strias do Estado de S&amp;#227;o Paulo), e Eduardo Eugenio Gouv&amp;#234;a Vieira, presidente da Firjan (Federa&amp;#231;&amp;#227;o das Ind&amp;#250;strias do Estado do Rio de Janeiro).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com Patriota, o local servir&amp;#225; de converg&amp;#234;ncia para os diferentes setores da sociedade debaterem formas de conciliar o desenvolvimento social com o econ&amp;#244;mico e o ambiental.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Nosso lema &amp;#233; desenvolver, incluir e conservar, e o Brasil tem muito a oferecer nessas tr&amp;#234;s &amp;#225;reas. E esse espa&amp;#231;o pode ser um local privilegiado para ilustrarmos o que est&amp;#225; sendo feito, levantarmos quest&amp;#245;es para o futuro, al&amp;#233;m de ser uma constru&amp;#231;&amp;#227;o provis&amp;#243;ria que coloca em evid&amp;#234;ncia a beleza do Rio de Janeiro&quot;, declarou o ministro.&lt;br&gt;
Fonte: Di&amp;#225;rio de Cuiab&amp;#225;/Da Ag&amp;#234;ncia Brasil - Bras&amp;#237;lia&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:32:42 -0200</pubDate></item><item><title>MINIST&amp;#201;RIO DA PESCA EXPLICA REPASSE DE VERBA</title><description>O Minist&amp;#233;rio da Pesca e Aquicultura reafirmou, ontem, que a conclus&amp;#227;o do Terminal Pesqueiro P&amp;#250;blico de Natal, considerado um dos maiores do Nordeste, &amp;#233; uma prioridade do governo Dilma. O Minist&amp;#233;rio, segundo assessoria de comunica&amp;#231;&amp;#227;o, s&amp;#243; n&amp;#227;o liberou o restante da verba, porque o governo do estado est&amp;#225; inscrito no Cadastro &amp;#218;nico de Conv&amp;#234;nio (Cauc) devido a inadimpl&amp;#234;ncias financeiras ou de procedimentos.  Ontem, havia cinco pend&amp;#234;ncias relacionadas ao Rio Grande do Norte. A transfer&amp;#234;ncia de recursos &amp;#233; vetada quando estados e munic&amp;#237;pios se encontram nesta situa&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O RN est&amp;#225; apto a receber a segunda parcela (do conv&amp;#234;nio assinado em julho de 2010 com vig&amp;#234;ncia at&amp;#233; maio de 2012). Ocorre que o governo do estado est&amp;#225; no Cauc por pend&amp;#234;ncias na aplica&amp;#231;&amp;#227;o constitucional das verbas para Educa&amp;#231;&amp;#227;o e pend&amp;#234;ncias na regulariza&amp;#231;&amp;#227;o de presta&amp;#231;&amp;#227;o de contas de outro conv&amp;#234;nio, o que impossibilita o repasse imediato dos recursos&quot;, informou o Minist&amp;#233;rio, atrav&amp;#233;s de sua assessoria. O MPA emitiu posicionamento ap&amp;#243;s a Tribuna do Norte publicar mat&amp;#233;ria sobre a paralisa&amp;#231;&amp;#227;o das obras do Terminal Pesqueiro na edi&amp;#231;&amp;#227;o de ontem, quarta-feira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As obras est&amp;#227;o paradas h&amp;#225; um ano. A Constremac Constru&amp;#231;&amp;#245;es, empreiteira paulista que venceu a licita&amp;#231;&amp;#227;o para construir o terminal, n&amp;#227;o recebe desde janeiro de 2011. A d&amp;#237;vida com o governo do Estado j&amp;#225; chega a R$ 6 milh&amp;#245;es. Edno Lima, diretor de Desenvolvimento de Novos Neg&amp;#243;cios da empresa, diz n&amp;#227;o ter recebido nenhuma proposta de pagamento nos &amp;#250;ltimos meses. A empreiteira precisa desocupar o terreno cedido pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) at&amp;#233; o dia 31 e j&amp;#225; derruba o canteiro de obras. O complexo, que deveria ter sido entregue em 2010, beneficiaria 200 mil pessoas, segundo o ent&amp;#227;o governador Iber&amp;#234; Ferreira de Sousa, que inaugurou a obra inacabada. Prevista para 2010, a conclus&amp;#227;o j&amp;#225; foi adiada v&amp;#225;rias vezes. A Secretaria Estadual de Infraestrutura, respons&amp;#225;vel pelo projeto, diz aguardar an&amp;#225;lise da presta&amp;#231;&amp;#227;o de contas do conv&amp;#234;nio e preferiu n&amp;#227;o fixar novos prazos. Mas segundo o MPA, &quot;a presta&amp;#231;&amp;#227;o de contas est&amp;#225; analisada desde o final de 2011&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o Minist&amp;#233;rio, o valor total do conv&amp;#234;nio &amp;#233; de R$ 14,3 milh&amp;#245;es. Deste total, o MPA liberaria R$ 12,8 milh&amp;#245;es. O restante seria a contrapartida do governo do estado. O primeiro repasse, de R$ 8.522.831,91, foi efetuado ainda em julho de 2010. Ainda restam tr&amp;#234;s repasses. Segundo informou, atrav&amp;#233;s de sua assessoria, &quot;o MPA estar&amp;#225; pronto para reiniciar os repasses t&amp;#227;o logo o Governo do estado regularize sua situa&amp;#231;&amp;#227;o&quot;. Os recursos j&amp;#225; est&amp;#227;o assegurados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A equipe de reportagem tentou entrar em contato com Obery Rodrigues, secret&amp;#225;rio de Planejamento, e Miguel Josino, procurador geral do estado, que tenta solucionar os problemas de pela via judicial, para que detalhassem as pend&amp;#234;ncias e informassem quando seriam sanadas, mas n&amp;#227;o obteve &amp;#234;xito. Eles n&amp;#227;o atenderam as liga&amp;#231;&amp;#245;es. Benito Gama, secret&amp;#225;rio estadual de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico (Sedec), afirmou, num primeiro momento, que problema n&amp;#227;o seria o Cauc. Depois de alguns minutos de entrevista, voltou atr&amp;#225;s: &quot;pode at&amp;#233; ser que seja...&quot;.&lt;br&gt;
Fonte: Tribuna do Norte (RN) Natal&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:32:27 -0200</pubDate></item><item><title>GOVERNADOR DO AM NEGA EXIST&amp;#202;NCIA DE &apos;PORTOS FANTASMAS&apos;</title><description>O governador do Amazonas Omar Aziz (PSD) negou na manh&amp;#227; de ontem, quarta-feira (25), que existam obras fantasmas entre os 15 projetos de portos no Amazonas. A informa&amp;#231;&amp;#227;o que foi repassada pelo superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Amazonas (Dnit-AM), Afonso Lins Jr , a reportagem do jornal Acr&amp;#237;tica desta quarta, foi remetida pelo governador a falta de acompanhamento do Departamento junto aos projetos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Aziz explicou durante entrevista coletiva no estaleiro Erin, na zona Oeste de Manaus, que as obras est&amp;#227;o com atrasos, mas que os considera normal para projetos de &quot;grande porte&quot;. Irritado o governador avisou que pretende impetrar &quot;medidas cab&amp;#237;veis&quot; contra Afonso Lins, &quot;se comprovar de fato as afirma&amp;#231;&amp;#245;es irrespons&amp;#225;veis&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ele me encaminhou uma nota afirmando que n&amp;#227;o falou em obras fantasmas. Se de fato o superintendente do Dnit, afirmou &amp;#224; exist&amp;#234;ncia de obras fantasmas ele ter&amp;#225; que provar judicialmente&quot;, declarou Aziz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governador explicou que o contrato firmado pelo Governo do Amazonas com o Governo Federal prev&amp;#234; a constru&amp;#231;&amp;#227;o de portos nos munic&amp;#237;pios de Codaj&amp;#225;s, Canutama, Beruri, Tapau&amp;#225;, Iranduba, Barreirinha, Novo Air&amp;#227;o, Itapiranga, Careiro da V&amp;#225;rzea, Carauari, Itamaraty, Eirunep&amp;#233;, Guajar&amp;#225;, Ipixuna e S&amp;#227;o Gabriel da Cachoeira, e que do valor R$ 253.569.526,72 do contrato R$ 168.842.309,78, foram repassados para as empresas respons&amp;#225;veis pelas obras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele explicou que encontra dificuldades em entregar os portos por conta dos problemas relacionados ao clima e a log&amp;#237;stica do Estado. Mas, disse que ate o fim de 2012 os terminais estar&amp;#227;o entregues. Aziz ressaltou ainda, que tem evitado aceitar aditivos nas obras or&amp;#231;adas em R$ 261,6 milh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Esses s&amp;#227;o projetos caros, e n&amp;#227;o &amp;#233; f&amp;#225;cil lidar com tantas cifras. Temos tentado ao m&amp;#225;ximo acr&amp;#233;scimo financeiro aos projetos. S&amp;#243; no porto apontado como fantasma est&amp;#227;o comprometido R$ 18,5 milh&amp;#245;es dos quais j&amp;#225; efetuamos o pagamento de ao menos R$ 11 milh&amp;#245;es&quot;, disse, enfatizando que o Dnit n&amp;#227;o &amp;#233; o departamento mais indicado para cobrar efetividade na conclus&amp;#227;o de promessas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Eles n&amp;#227;o conseguem administrar o porto da Ceasa, os outros sob a responsabilidade deles tamb&amp;#233;m vivem dando problemas, a exemplo do porto de Parintins que afundou, meses depois de inaugurado&quot;, disse, alfinetando &quot;Por sinal estamos esperando muitas coisas desse &amp;#243;rg&amp;#227;o. Cad&amp;#234; a BR 319?&quot;.&lt;br&gt;
Fonte: A Cr&amp;#237;tica (Manaus)/JOELMA MUNIZ&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:32:10 -0200</pubDate></item><item><title>NOVOS EQUIPAMENTOS MODERNIZAM OPERA&amp;#199;&amp;#195;O NOS PORTOS DE PARANAGU&amp;#193; E ANTONINA</title><description>Bras&amp;#237;lia, 25 de janeiro de 2012 - Nos pr&amp;#243;ximos dois meses, quatro operadores portu&amp;#225;rios dos portos de Paranagu&amp;#225; e Antonina ir&amp;#227;o investir aproximadamente R$ 45 milh&amp;#245;es na aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de novos guindastes para descarga de gran&amp;#233;is s&amp;#243;lidos e manuten&amp;#231;&amp;#227;o dos demais equipamentos existentes. Ao todo, ser&amp;#227;o adquiridos quatro novos guindastes, sendo tr&amp;#234;s para serem instalados em Paranagu&amp;#225; e um em Antonina. Ser&amp;#227;o investidos cerca de R$ 45 milh&amp;#245;es na compra de guindastes que ir&amp;#227;o duplicar a capacidade de descarga de gran&amp;#233;is s&amp;#243;lidos em Antonina e modernizar as opera&amp;#231;&amp;#245;es no Porto de Paranagu&amp;#225;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os novos equipamentos ir&amp;#227;o modernizar a opera&amp;#231;&amp;#227;o no Porto de Paranagu&amp;#225; e duplicar&amp;#227;o a capacidade de desembarque de gran&amp;#233;is s&amp;#243;lidos do Porto de Antonina.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Com a instala&amp;#231;&amp;#227;o de mais um guindaste em Antonina, poderemos movimentar at&amp;#233; 2,5 milh&amp;#245;es de toneladas de fertilizantes por l&amp;#225;, aumentando a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o na cidade, o que vai gerar mais renda e desenvolvimento ao munic&amp;#237;pio&quot;, afirmou o superintendente dos portos, Airton Vidal Maron.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2011, foram 1,54 milh&amp;#227;o de toneladas de produtos movimentados pelo Porto de Antonina, registrando um aumento de 400% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano anterior. Os portos paranaenses fecharam 2011 mais uma vez na lideran&amp;#231;a nacional na importa&amp;#231;&amp;#227;o de fertilizantes, sendo respons&amp;#225;veis por 50% do adubo que chega ao pa&amp;#237;s. No ano passado, foram 8,5 milh&amp;#245;es de toneladas de fertilizantes importados pelos portos de Paranagu&amp;#225; e Antonina.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cont&amp;#234;ineres - At&amp;#233; o final de fevereiro, entram em opera&amp;#231;&amp;#227;o no Terminal de Cont&amp;#234;ineres de Paranagu&amp;#225; (TCP), oito novos equipamentos de grande porte.  Eles integram o projeto de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do terminal. Ao todo, est&amp;#227;o sendo investidos R$ 185 milh&amp;#245;es para ampliar a capacidade de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m dos equipamentos, o terminal de cont&amp;#234;ineres ser&amp;#225; expandido em 315 metros, para abrigar o terceiro ber&amp;#231;o dedicado a opera&amp;#231;&amp;#245;es deste tipo. Com isso, ser&amp;#225; poss&amp;#237;vel aumentar a capacidade operacional de cont&amp;#234;ineres em at&amp;#233; 50%, passando dos atuais 800 mil TEUs/ano para 1,2 milh&amp;#227;o de TEUs/ano.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:31:51 -0200</pubDate></item><item><title>PARA&amp;#205;BA N&amp;#195;O QUER DEPENDER DO PORTO DE SUAPE</title><description>O senador Vital do R&amp;#234;go e a deputada licenciada Nilda Gondim, ambos do PMDB da Para&amp;#237;ba, prometem cerrar fileiras em defesa da continuidade das obras de moderniza&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Cabedelo. Eles prometem levar o pleito para a presidenta Dilma Rousseff nos pr&amp;#243;ximos dias. A Para&amp;#237;ba n&amp;#227;o pode continuar a depender do porto pernambucano de Suape, afirmam.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De mulher para mulher&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gondim est&amp;#225; confiante no acolhimento das reivindica&amp;#231;&amp;#245;es paraibanas pela presidenta, a continuidade da dragagem de aprofundamento &amp;#233; uma delas. &quot;Com absoluta certeza, ela &amp;#233; sens&amp;#237;vel a projetos dessa natureza e nos atender&amp;#225;. A presidenta &amp;#233; uma mulher s&amp;#233;ria que tem compromisso com o social e que tem conduzido com pulso os destinos de nosso pa&amp;#237;s&quot;, observa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Parou porque?&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A parlamentar destacou ainda a import&amp;#226;ncia do Porto de Cabedelo para o desenvolvimento econ&amp;#244;mico da Para&amp;#237;ba. Ela lembra que nos anos 1960 o Porto era refer&amp;#234;ncia no Nordeste e que para voltar a receber navios de grandes portes a dragagem precisa ser finalizada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Autonomia&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para&amp;#237;ba quer deixar de depender do porto pernambucano de Suape para operacionalizar o transporte da grande maioria dos produtos que importa e exporta. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Coro paraibano&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado da Para&amp;#237;ba, deputado Ricardo Marcelo, tamb&amp;#233;m reafirma que o Porto de Cabedelo moderno &amp;#233; essencial para incrementar o desenvolvimento econ&amp;#244;mico do Estado.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 26/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:28:32 -0200</pubDate></item><item><title>EMBARCA&amp;#199;&amp;#195;O &amp;#201; APREENDIDA EM A&amp;#199;&amp;#195;O CONTRA PESCA ILEGAL, DIZ CORONEL</title><description>Uma embarca&amp;#231;&amp;#227;o foi apreendida, na manh&amp;#227; desta quarta-feira (25), na opera&amp;#231;&amp;#227;o realizada pela Coordenadoria de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), da Secretaria estadual do Ambiente, contra a pesca ilegal na Ba&amp;#237;a de Guanabara, no Rio. De acordo com o coronel Jos&amp;#233; Padrone, o condutor do barco n&amp;#227;o tinha licen&amp;#231;a para navegar.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao todo, agentes da Cicca, do Batalh&amp;#227;o Florestal da Pol&amp;#237;cia Militar, do Instituto Nacional do Ambiente (Inea) e da Secretaria estadual do Ambiente fiscalizaram 12 embarca&amp;#231;&amp;#245;es. Mas apenas uma apresentava irregularidades.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A opera&amp;#231;&amp;#227;o foi um sucesso. Nossa inten&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o &amp;#233; apreender ou multar, &amp;#233; prevenir&quot;, disse o coronel. Ele explicou que a a&amp;#231;&amp;#227;o foi desencadeada para combater a pesca ilegal de sardinha durante o per&amp;#237;odo de defeso (reprodu&amp;#231;&amp;#227;o), que vai de 1&amp;#186; de novembro e 15 de fevereiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Padrone, o helic&amp;#243;ptero que dava apoio &amp;#224; fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o realizava um sobrevoo pela regi&amp;#227;o de Jurujuba, em Niter&amp;#243;i, na Regi&amp;#227;o Metropolitana, quando avistou uma traineira pr&amp;#243;xima &amp;#224; costa. A Capitania dos Portos foi acionada e homens em uma das tr&amp;#234;s lanchas usadas na a&amp;#231;&amp;#227;o fizeram a abordagem.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda de acordo com o coronel, os agentes da Capitania dos Portos tamb&amp;#233;m verificaram que a embarca&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o tinha os equipamentos obrigat&amp;#243;rios e apresentava m&amp;#225; conserva&amp;#231;&amp;#227;o. No barco, foram encontrados 8 kg de peixes do tipo curvina e tainha.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;[Os peixes] foram descartados. Se fosse uma quantidade de peixe maior, doar&amp;#237;amos para comunidades carentes&quot;, afirmou Padrone.&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 26/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:28:19 -0200</pubDate></item><item><title>MUDAN&amp;#199;AS &amp;#192; VISTA TAMB&amp;#201;M NA TRANSPETRO</title><description>Nova presidente da Petrobras deve nomear t&amp;#233;cnico para substituir S&amp;#233;rgio Machado&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ap&amp;#243;s assumir a presid&amp;#234;ncia da Petrobras no pr&amp;#243;ximo dia 13, Maria das Gra&amp;#231;as Foster dever&amp;#225; promover mudan&amp;#231;as n&amp;#227;o apenas na diretoria da companhia, mas nas subsidi&amp;#225;riais. Dentre as prov&amp;#225;veis mudan&amp;#231;as, circulavam ontem rumores sobre a sa&amp;#237;da de S&amp;#233;rgio Machado da presid&amp;#234;ncia da Transpetro. Para seu lugar estaria cotado Richard Ohm, um dos gerentes-executivos de Gra&amp;#231;a Foster na diretoria de G&amp;#225;s e Energia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Machado, ex-l&amp;#237;der do PSDB no Senado, est&amp;#225; no cargo desde junho de 2003, no primeiro mandato de Luiz In&amp;#225;cio Lula da Silva. Gra&amp;#231;a Foster, que hoje ocupa interinamente a presid&amp;#234;ncia da Petrobras - Jos&amp;#233; Sergio Gabrielli foi para o F&amp;#243;rum Econ&amp;#244;mico Mundial, em Davos -, dever&amp;#225; ter sua nomea&amp;#231;&amp;#227;o aprovada pelo Conselho de Administra&amp;#231;&amp;#227;o da estatal no pr&amp;#243;ximo dia 9. Segundo fontes, ela j&amp;#225; viajaria com Gabrielli no dia 14 para ser apresentada aos mercados de Nova York e Londres. Assessores pr&amp;#243;ximos a Gra&amp;#231;a Foster disseram que, nos &amp;#250;ltimos dias, ela trabalhou intensamente, como sempre faz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A dan&amp;#231;a das cadeiras atingir&amp;#225; outras diretorias&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem ainda circulavam rumores na estatal dando como certa a nomea&amp;#231;&amp;#227;o de Irani Varella, atual presidente da Petrobras no Uruguai, para a diretoria de G&amp;#225;s e Energia, em substitui&amp;#231;&amp;#227;o a Gra&amp;#231;a Foster. Eram tamb&amp;#233;m fortes os rumores de que ela poder&amp;#225; trocar ainda o atual diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, funcion&amp;#225;rio de carreira da estatal, indicado pelo pr&amp;#243;prio Gabrielli.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Jos&amp;#233; Lima, atual presidente da Petrobras Distribuidora (BR), continuava ontem cotado para assumir a diretoria de Explora&amp;#231;&amp;#227;o e Produ&amp;#231;&amp;#227;o, no lugar de Guilherme Estrella.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:28:06 -0200</pubDate></item><item><title>ANIVERS&amp;#193;RIO DO PORTO DE SANTOS TER&amp;#193; LAN&amp;#199;AMENTO DE MATERIAL HIST&amp;#211;RICO</title><description>No pr&amp;#243;ximo dia 2 de fevereiro, data em que o Porto de Santos completa 120 anos, a Companhia Docas do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Codesp) apresentar&amp;#225; o museu virtual do Porto de Santos e o livro Paisagens Culturais da Ba&amp;#237;a de Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O lan&amp;#231;amento faz parte do &quot;Programa de Gest&amp;#227;o do Patrim&amp;#244;nio Arqueol&amp;#243;gico, Hist&amp;#243;rico e Cultural do Sistema Vi&amp;#225;rio da Margem Direita do Porto de Santos&quot;. O material resgata a hist&amp;#243;ria do porto por meio de depoimentos de trabalhadores portu&amp;#225;rios e cidad&amp;#227;os no entorno da avenida Perimetral de Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tamb&amp;#233;m ser&amp;#225; lan&amp;#231;ado um kit educativo, contendo o livro, uma cartilha e a plataforma multim&amp;#237;dia, para distribui&amp;#231;&amp;#227;o em escolas da rede municipal. De acordo com a Companhia, o prefeito de Santos, Jo&amp;#227;o Paulo Tavares Papa, e a secret&amp;#225;ria municipal de Educa&amp;#231;&amp;#227;o, Suely Maia, devem participar da entrega do material.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O encontro acontece &amp;#224;s 10 horas, no audit&amp;#243;rio da presid&amp;#234;ncia da Codesp, que fica na avenida Conselheiro Rodrigues Alves, sem n&amp;#250;mero, no Macuco, em Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
120 Anos do Porto de Santos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A data de 2 de fevereiro de 1892 marca a entrega do primeiro trecho de 260 metros de cais constru&amp;#237;do, inaugurado com a atraca&amp;#231;&amp;#227;o do cargueiro Nasmith, navio a vapor da armadora inglesa Lamport &amp; Holt. At&amp;#233; ent&amp;#227;o, o porto era constitu&amp;#237;do de trapiches de madeira erguidos em diversos pontos ao longo da bacia do estu&amp;#225;rio e &amp;#224;s margens da antiga cidade.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 25/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:27:53 -0200</pubDate></item><item><title>NO DIA EM QUE COMPLETA 466 ANOS, SANTOS RECEBE DOIS NAVIOS DE PASSAGEIROS</title><description>Os navios Costa Victoria, da Costa Cruzeiros, e Grand Mistral, da Ibero Cruzeiros, chegam ao Porto de Santos nesta quinta-feira, data do anivers&amp;#225;rio de 466 anos da Cidade. A atraca&amp;#231;&amp;#227;o de ambas embarca&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#225; prevista para as 8 da manh&amp;#227;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O italiano Costa Victoria far&amp;#225; um cruzeiro de oito noites, com paradas no Rio de Janeiro (RJ), Buenos Aires, na Argentina, Montevid&amp;#233;u, no Uruguai, e Porto Belo (SC).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com escalas previstas em Buenos Aires, Punta Del Este, no Uruguai, e Porto Belo, o Grand Mistral tamb&amp;#233;m far&amp;#225; um cruzeiro de oito noites.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Grand Mistral, da Ibero Cruzeiros, far&amp;#225; cruzeiro de oito noites&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 26/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:27:39 -0200</pubDate></item><item><title>GREVE - FUNCION&amp;#193;RIOS DO PORTO DE SANTOS IR&amp;#195;O PARAR ATIVIDADES EM 8 DE FEVEREIRO</title><description>Os trabalhadores do Porto de Santos decidiram, em assembleia realizada na &amp;#250;ltima ter&amp;#231;a-feira, que ir&amp;#227;o paralisar suas atividades por 24 horas em uma tentativa de pressionar o governo a negociar as reivindica&amp;#231;&amp;#245;es do setor. A paralisa&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; marcada para o dia 8 de fevereiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o vice-presidente do Sindicato da Administra&amp;#231;&amp;#227;o Portu&amp;#225;ria, Jo&amp;#227;o de Andrade, a decis&amp;#227;o foi tomada em conjunto com sindicatos de outros portos administrados pela Companhia Docas, que cuida dos portos de Rio de Janeiro (RJ), S&amp;#227;o Sebasti&amp;#227;o (SP), Paranagu&amp;#225; (PR), Natal (RN) e Vit&amp;#243;ria (ES), entre outros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Andrade afirma que o sindicato ir&amp;#225; enviar um documento com as reivindica&amp;#231;&amp;#245;es para as autoridades nos pr&amp;#243;ximos dias. Se o governo n&amp;#227;o aceitar as propostas, os trabalhadores dever&amp;#227;o entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 23 de fevereiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o vice-presidente, a pauta de reivindica&amp;#231;&amp;#245;es inclui o pedido para que o governo regularize a previd&amp;#234;ncia social dos trabalhadores portu&amp;#225;rios, a profissionaliza&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;cnica da Companhia Docas e a assinatura dos acordos coletivos dos portu&amp;#225;rios que encontram-se em aberto desde 2011.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 26/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:27:24 -0200</pubDate></item><item><title>TERMINAIS DA ALL EM MT E MS RECEBER&amp;#195;O INVESTIMENTOS DE R$ 3 MI PARA A SAFRA 2012</title><description>A safra 2011/2012 mal iniciou e a Am&amp;#233;rica Latina Log&amp;#237;stica (ALL) j&amp;#225; come&amp;#231;a a se planejar visando &amp;#224; recep&amp;#231;&amp;#227;o e o embarque de gr&amp;#227;os. A companhia far&amp;#225; investimentos nas esta&amp;#231;&amp;#245;es ferrovi&amp;#225;rias instaladas em Alto Araguaia e Alto Taquari, ambas em Mato Grosso, e no munic&amp;#237;pio de Chapad&amp;#227;o do Sul (MS). A expectativa &amp;#233; de que sejam aplicados R$ 3 milh&amp;#245;es em obras de pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o que v&amp;#227;o melhorar a infraestrutura de acesso aos terminais, bem como na manuten&amp;#231;&amp;#227;o de equipamentos e rede el&amp;#233;trica.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Terminal Ferrovi&amp;#225;rio de Alto Araguaia, respons&amp;#225;vel pela maior recep&amp;#231;&amp;#227;o no volume em descarga e embarque de produtos como soja, milho e farelo, receber&amp;#225; pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o de vias de acesso ao terminal e obras nos p&amp;#225;tios de espera de descarga e classifica&amp;#231;&amp;#227;o, bem como manuten&amp;#231;&amp;#227;o rotineira de equipamentos. As m&amp;#225;quinas j&amp;#225; trabalham em Alto Araguaia para execu&amp;#231;&amp;#227;o das obras. J&amp;#225; em Alto Taquari ser&amp;#227;o feitos investimentos na vias internas, manuten&amp;#231;&amp;#227;o de equipamentos e da rede el&amp;#233;trica. No Terminal de Chapad&amp;#227;o do Sul est&amp;#227;o previstas manuten&amp;#231;&amp;#227;o da rede el&amp;#233;trica e nos equipamentos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O gerente de terminais de Mato Grosso, Ivandro Paim, disse que os investimentos s&amp;#227;o para deixar os terminais da ALL preparados para a nova safra de gr&amp;#227;os que est&amp;#225; prestes a se iniciar no Estado. &quot;Estamos conduzindo nosso plano de alta, que fazemos todos os anos. Para a safra 2012 foi estipulado um valor de R$ 3 milh&amp;#245;es a serem investidos na parte de infraestrutura e manuten&amp;#231;&amp;#227;o pesada de equipamentos&quot;, explicou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com os investimentos, a companhia pretende melhorar ainda mais seu rendimento na safra. Paim acredita que a ALL tem tudo para estabelecer novos recordes no que diz respeito &amp;#224; descarga de caminh&amp;#245;es e embarque de vag&amp;#245;es. &quot;Nossa busca &amp;#233; constante pelo crescimento nos patamares de produtividade e o desafio para 2012 durante a safra &amp;#233; descarregar 900 caminh&amp;#245;es/dia. &amp;#201; nosso desafio e vamos entregar 900 caminh&amp;#245;es/dia na safra&quot;, acredita o gerente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2011, por exemplo, o Terminal Ferrovi&amp;#225;rio de Alto Araguaia bateu, por quatro dias consecutivos, seu pr&amp;#243;prio recorde de descarga, atingindo 832 caminh&amp;#245;es descarregados em um &amp;#250;nico dia. O novo recorde foi estabelecido no segundo trimestre de 2011, no m&amp;#234;s de abril, e corresponde &amp;#224; descarga de soja, milho e farelo da safra 2010/2011. O recorde anterior envolvia 761 caminh&amp;#245;es, descarregados no dia 09 de abril. &lt;br&gt;
Fonte: Portal Porto e Navio - O Documento&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:19:48 -0200</pubDate></item><item><title>LICEN&amp;#199;A PARA ESTALEIRO EISA S&amp;#211; DEPENDE DO IBAMA</title><description>O licenciamento ambiental para o Estaleiro Eisa foi um dos temas da agenda que o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) come&amp;#231;ou a cumprir em Bras&amp;#237;lia, ontem. A sequ&amp;#234;ncia de reuni&amp;#245;es de trabalho continua hoje, quando Vilela tem audi&amp;#234;ncia marcada com o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, e com o presidente do Ipea (Instituto de Pesquisas Aplicadas), M&amp;#225;rcio Pochmann, sobre os indicadores de Alagoas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No fim da tarde de ontem, durante audi&amp;#234;ncia com o presidente do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renov&amp;#225;veis), Curt Trennepoh, Vilela apresentou projetos do IMA de Alagoas e discutiu a libera&amp;#231;&amp;#227;o da licen&amp;#231;a ambiental para a constru&amp;#231;&amp;#227;o do Estaleiro Eisa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Uma nova reuni&amp;#227;o est&amp;#225; programada para hoje com a chefia do Ibama, para apresenta&amp;#231;&amp;#227;o do relat&amp;#243;rio que antecede a libera&amp;#231;&amp;#227;o da licen&amp;#231;a ambiental.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda ontem, o governador tamb&amp;#233;m recebeu a garantia do governo federal de que Alagoas far&amp;#225; parte do primeiro grupo de Estados que receber&amp;#225; investimentos do Programa Antidrogas.&lt;br&gt;
Fonte: Gazeta de Alagoas/FELIPE FARIAS&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:19:36 -0200</pubDate></item><item><title>AL REALIZA SESS&amp;#195;O PARA DISCUTIR REVITALIZA&amp;#199;&amp;#195;O DO PORTO DE CABEDELO</title><description>A Assembleia Legislativa realiza, hoje, quarta-feira (25), uma sess&amp;#227;o especial em defesa do Porto da Para&amp;#237;ba, que fica no munic&amp;#237;pio de Cabedelo. Um movimento suprapartid&amp;#225;rio em defesa do Porto, com &amp;#234;nfase na conclus&amp;#227;o da dragagem, foi definido no gabinete do presidente da ALPB, Ricardo Marcelo (PSDB), nesta quarta (18). A sess&amp;#227;o integra as atividades da Comiss&amp;#227;o Representativa e representa a primeira a&amp;#231;&amp;#227;o da Agenda Positiva da ALPB este ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ricardo Marcelo anunciou a convoca&amp;#231;&amp;#227;o dos deputados estaduais, deputados federais, senadores, classe empresarial, representantes de &amp;#243;rg&amp;#227;os governamentais, n&amp;#227;o governamentais e entidades sindicais para participarem da sess&amp;#227;o especial, que ocorrer&amp;#225; no pr&amp;#243;ximo dia 25, a partir das 9h30.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Participaram do encontro, entre outros, o presidente e o vice-presidente da Companhia Docas da Para&amp;#237;ba, Wilbur Holmes J&amp;#225;come e Ant&amp;#244;nio Ricardo Andrade; o presidente do Comit&amp;#234; em Defesa do Porto, M&amp;#225;cio Albuquerquer Madruga; os deputados estaduais Caio Roberto (PR), Francisco de Assis Quintans (DEM) e Tr&amp;#243;colli J&amp;#250;nior (PSD), autor da proposta para a forma&amp;#231;&amp;#227;o de uma comiss&amp;#227;o suprapartid&amp;#225;ria em prol do desenvolvimento do Porto da Para&amp;#237;ba.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o presidente da Companhia Docas da Para&amp;#237;ba, Wilbur J&amp;#225;come, o Porto &quot;&amp;#233; uma ferramenta mestra&quot; para o desenvolvimento econ&amp;#244;mico de qualquer Estado, atrav&amp;#233;s do escoamento da produ&amp;#231;&amp;#227;o por meio de importa&amp;#231;&amp;#227;o e exporta&amp;#231;&amp;#227;o. &quot;Hoje existe uma sinergia muito positiva entre os Poderes, seja em n&amp;#237;vel municipal, estadual e federal. E &amp;#233; esse clima de que a Para&amp;#237;ba precisa, com uni&amp;#227;o e foco nos projetos que ter&amp;#227;o continuidade&quot;, destacou Wilbur.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para ele, o Porto pode alcan&amp;#231;ar R$ 1 bilh&amp;#227;o em ICMS com a nova estrutura de profundidade, refor&amp;#231;o do cais envolvente e de um Terminal de M&amp;#250;ltiplo Uso. Essas mudan&amp;#231;as necessitariam em torno de R$ 500 milh&amp;#245;es em investimentos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A deputada federal Nilda Gondim (PMDB), que esteve no gabinete do presidente da ALPB e se encontrou com os representantes do Comit&amp;#234; em Defesa do Porto, assegurou que participar&amp;#225; dos debates e far&amp;#225; os encaminhamentos necess&amp;#225;rios junto ao Governo Federal para desenvolv&amp;#234;-lo. Ela lembrou que o seu filho, senador Vital do R&amp;#234;go (PMDB), tamb&amp;#233;m j&amp;#225; se comprometeu com a causa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ricardo Marcelo disse que a Assembleia Legislativa buscar&amp;#225; o engajamento de todos os setores produtivos e de representantes dos trabalhadores, direta e indiretamente envolvidos com o desenvolvimento do Porto da Para&amp;#237;ba. O deputado estadual Tr&amp;#243;colli J&amp;#250;nior enfatizou que, nesse primeiro momento, esse movimento suprapartid&amp;#225;rio vai priorizar a conclus&amp;#227;o da dragagem do Porto, o que possibilitar&amp;#225; o aumento do calado, que tem 9,14 metros, para cerca de 11 metros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;J&amp;#225; que o interesse maior de todos &amp;#233; viabilizar o Porto e trazer os navios que d&amp;#234;em a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o da estrutura portu&amp;#225;ria, &amp;#233; preciso a uni&amp;#227;o de toda a classe pol&amp;#237;tica da Para&amp;#237;ba e de representantes de todos os setores produtivos e da imprensa, para conseguirmos a conclus&amp;#227;o da dragagem. Tenho certeza que esse ser&amp;#225; apenas o primeiro passo do movimento&quot;, afirmou o presidente da Assembleia.&lt;br&gt;
Fonte: PBAgora/Assessoria&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:19:21 -0200</pubDate></item><item><title>APROSOJA AVALIA SITUA&amp;#199;&amp;#195;O PORTU&amp;#193;RIA DO NORTE DO PA&amp;#205;S</title><description>Uma equipe da Aprosoja percorre esta semana as cidades de Bel&amp;#233;m, no Par&amp;#225;, e Macap&amp;#225;, no Amap&amp;#225;, para avaliar a situa&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria da regi&amp;#227;o norte do pa&amp;#237;s. At&amp;#233; quinta-feira (26) ser&amp;#225; cumprida uma extensa agenda de reuni&amp;#245;es e visitas aos portos dos dois Estados. Participam da viagem o presidente da Aprosoja e tamb&amp;#233;m do Movimento Pr&amp;#243;-Log&amp;#237;stica, Carlos F&amp;#225;varo, os diretores Roger Augusto e Jos&amp;#233; Rezende, o conselheiro fiscal da Aprosoja e coordenador de log&amp;#237;stica do Sistema Federa&amp;#231;&amp;#227;o da Agricultura e Pecu&amp;#225;ria de Mato Grosso (Famato), Marcos da Rosa, e o coordenador executivo do Movimento Pr&amp;#243;-Log&amp;#237;stica, Edeon Vaz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hoje, eles se re&amp;#250;nem com a diretoria da Companhia de Docas do Par&amp;#225; (CDP) para avaliar o andamento dos projetos de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do porto de Santar&amp;#233;m e Vila do Conde, ambos no Par&amp;#225;. A Aprosoja tamb&amp;#233;m ir&amp;#225; verificar como anda o projeto de instala&amp;#231;&amp;#227;o do porto de Itaituba/Miritituba. Est&amp;#225; programada ainda uma visita ao terminal portu&amp;#225;rio de Outeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o presidente da associa&amp;#231;&amp;#227;o, Carlos F&amp;#225;varo, com a conclus&amp;#227;o da pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o da rodovia Cuiab&amp;#225;-Santar&amp;#233;m, a BR 163, a liga&amp;#231;&amp;#227;o entre o Norte e a regi&amp;#227;o central do pa&amp;#237;s trar&amp;#225; significativas vantagens ao escoamento da produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional de gr&amp;#227;os. &quot;Com a conclus&amp;#227;o da 163 a tend&amp;#234;ncia &amp;#233; que os gr&amp;#227;os produzidos nos munic&amp;#237;pios ao longo da rodovia tenham como destino os portos do norte do pa&amp;#237;s e todas as alternativas portu&amp;#225;rias situadas nesta regi&amp;#227;o precisam ser consideradas, da&amp;#237; nossa preocupa&amp;#231;&amp;#227;o com a necessidade de um aparelhamento urgente nas atuais estruturas de recebimento e exporta&amp;#231;&amp;#227;o de gr&amp;#227;os&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em Macap&amp;#225;, a equipe da Aprosoja re&amp;#250;ne-se com o presidente da Companhia de Docas de Macap&amp;#225; e discute a log&amp;#237;stica de transporte pelo porto de Santana. &quot;A alternativa de usar o porto de Santana, antigo porto de Macap&amp;#225;, como sa&amp;#237;da de gr&amp;#227;os do Centro Oeste &amp;#233; perfeitamente vi&amp;#225;vel e iremos saber como anda o projeto de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do porto&quot;, afirmou F&amp;#225;varo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O coordenador executivo do Pr&amp;#243;-Log&amp;#237;stica, Edeon Vaz, explica que o porto de Santana atualmente &amp;#233; utilizado para a exporta&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rios e pela localiza&amp;#231;&amp;#227;o estrat&amp;#233;gica e liga&amp;#231;&amp;#227;o com os principais mercados da Europa, representa uma alternativa na exporta&amp;#231;&amp;#227;o de gr&amp;#227;os e outros produtos, com redu&amp;#231;&amp;#227;o significativa no custo do frete para os produtores mato-grossenses, que passariam a contar com mais uma op&amp;#231;&amp;#227;o para o escoamento da produ&amp;#231;&amp;#227;o, aumento a competitividade da produ&amp;#231;&amp;#227;o agr&amp;#237;cola do Mato Grosso.&lt;br&gt;
Fonte: S&amp;#243; Not&amp;#237;cias&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:19:01 -0200</pubDate></item><item><title>IMPORTA&amp;#199;&amp;#213;ES FEITAS PELO PORTO SECO EM CUIAB&amp;#193; RECUAM</title><description>Pela 1&amp;#170; vez desde que foi criado, o Porto Seco de Cuiab&amp;#225; registrou retra&amp;#231;&amp;#227;o nas importa&amp;#231;&amp;#245;es. Em 2011, as aquisi&amp;#231;&amp;#245;es de produtos do mercado internacional movimentaram US$ 220,306 milh&amp;#245;es, volume 6,13% menor que em 2010, quando somou US$ 234,695 milh&amp;#245;es. Impacto negativo &amp;#233; explicado pelo diretor da esta&amp;#231;&amp;#227;o aduaneira, Francisco Almeida, pela valoriza&amp;#231;&amp;#227;o da moeda americana e arrefecimento nos investimentos empresariais em Mato Grosso, principalmente no setor de gera&amp;#231;&amp;#227;o de energia el&amp;#233;trica, por causa das dificuldades na obten&amp;#231;&amp;#227;o dos licenciamentos ambientais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Crise econ&amp;#244;mica internacional &amp;#233; mencionada pelo economista V&amp;#237;tor Galesso como um dos principais inibidores aos investimentos externos no Estado, que nos &amp;#250;ltimos anos mantiveram crescimento. Para este ano, a expectativa &amp;#233; que o quadro seja revertido. Para isso, diz Almeida, a atual pol&amp;#237;tica estadual de arrecada&amp;#231;&amp;#227;o tribut&amp;#225;ria precisa ser revista, de modo a n&amp;#227;o afugentar novos investimentos. &quot;Estados como Paran&amp;#225;, Santa Catarina e Goi&amp;#225;s t&amp;#234;m feito uma campanha muito agressiva de benef&amp;#237;cio fiscal para os investidores e t&amp;#234;m conseguido atrair as empresas que poderiam se instalar aqui&quot;. Galesso concorda e acrescenta que a curto prazo a suspens&amp;#227;o de subs&amp;#237;dios e incentivos fiscais pode resultar em um aumento da arrecada&amp;#231;&amp;#227;o fiscal, mas que a m&amp;#233;dio e longo prazos o resultado &amp;#233; inverso, por inibir investimentos e afetar o fortalecimento econ&amp;#244;mico.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre 2007 e 2009, a expans&amp;#227;o do setor industrial favoreceu a entrada de mercadorias no Estado, pela terminal alfandeg&amp;#225;rio de Cuiab&amp;#225;. No per&amp;#237;odo foram gerados US$ 475,84 milh&amp;#245;es. Em 2008, o incremento chegou a 34,70%, com US$ 159,99 milh&amp;#245;es gerados sobre o montante de 2007, quando totalizou US$ 118,77 milh&amp;#245;es. Em 2009, os &amp;#237;ndices continuaram crescentes, com mais 23,17% sobre os valores de 2008, chegando a US$ 197,07 milh&amp;#245;es. Em 2010, a curva ascendente se manteve, com alta de 19,07% sobre o ano anterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Maioria dos artigos comercializados pelo Porto Seco s&amp;#227;o as mat&amp;#233;rias-primas para a ind&amp;#250;stria, como resinas de polietileno, materiais pl&amp;#225;sticos, fios t&amp;#234;xteis, bobinas de a&amp;#231;o, ferro, pneus e m&amp;#225;quinas para a constru&amp;#231;&amp;#227;o civil, oriundas da China e Estados Unidos, principalmente. Em 2011, o total das importa&amp;#231;&amp;#245;es realizadas por Mato Grosso cresceu 60%, subindo de US$ 989 milh&amp;#245;es em 2010 para US$ 1,57 bilh&amp;#227;o no ano passado, conforme dados do Minist&amp;#233;rio de Desenvolvimento, Ind&amp;#250;stria e Com&amp;#233;rcio Exterior (Mdic).&lt;br&gt;
Fonte: S&amp;#243; Not&amp;#237;cias&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:18:47 -0200</pubDate></item><item><title>TERMINAL PESQUEIRO DO RN EST&amp;#193; PARADO H&amp;#193; UM ANO</title><description>A paralisa&amp;#231;&amp;#227;o das obras do Terminal Pesqueiro P&amp;#250;blico de Natal, que seria o maior do Nordeste, segundo o ent&amp;#227;o ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolim, completa um ano este m&amp;#234;s. A Constremac Constru&amp;#231;&amp;#245;es, empreiteira paulista que venceu a licita&amp;#231;&amp;#227;o para realizar a obra, n&amp;#227;o recebe desde janeiro de 2011. A d&amp;#237;vida com o governo do Estado j&amp;#225; chega a R$ 6 milh&amp;#245;es. Edno Lima, diretor de Desenvolvimento de Novos Neg&amp;#243;cios da empresa, diz n&amp;#227;o ter recebido nenhuma proposta de pagamento nos &amp;#250;ltimos meses. A empreiteira precisa desocupar o terreno cedido pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) at&amp;#233; o dia 31 e j&amp;#225; derruba o canteiro de obras. O complexo, que deveria ter sido entregue em 2010, beneficiaria 200 mil pessoas, segundo o ent&amp;#227;o governador Iber&amp;#234; Ferreira de Sousa, que inaugurou a obra inacabada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Secretaria Estadual de Infraestrutura, respons&amp;#225;vel pelo projeto, n&amp;#227;o fixou prazo para conclus&amp;#227;o da obra. Diz apenas aguardar aprova&amp;#231;&amp;#227;o da presta&amp;#231;&amp;#227;o de contas do conv&amp;#234;nio firmado com o Minist&amp;#233;rio da Pesca. O Minist&amp;#233;rio repassaria mais R$ 4 milh&amp;#245;es para concluir o terminal. Segundo a secretaria, resta instalar  a rede de esgoto, &amp;#225;gua e energia, al&amp;#233;m da f&amp;#225;brica de gelo. Boa parte dos equipamentos j&amp;#225; chegou. Tamb&amp;#233;m seria necess&amp;#225;rio construir um viaduto para escoar a produ&amp;#231;&amp;#227;o. O terminal, assim como o novo porto na margem esquerda do rio Potengi (retirado do PAC pela presidenta Dilma Roussef na &amp;#250;ltima semana),  poderia alavancar as exporta&amp;#231;&amp;#245;es no estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Jorge Bastos, presidente do sindicato da Ind&amp;#250;stria da Pesca do Rio Grande do Norte, afirma, por&amp;#233;m, que s&amp;#243; concluir o terminal n&amp;#227;o basta. &amp;#201; preciso criar toda uma pol&amp;#237;tica de incentivos. &quot;Se associado a um conjunto de pol&amp;#237;ticas, o terminal daria uma virada na pesca potiguar&quot;. Jorge n&amp;#227;o apresenta n&amp;#250;meros, mas afirma que o setor enfrenta dificuldades. Os n&amp;#250;meros oficiais mostram uma realidade diferente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo dados do Minist&amp;#233;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;#250;stria e Com&amp;#233;rcio Exterior, o valor  exportado em pescado pelo RN subiu 10,8% em 2011, em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010. Bastos lembra que desempenho foi puxado pela exporta&amp;#231;&amp;#227;o de atum, com a parceria firmada entre a Japan Tuna e a Atl&amp;#226;ntico Tuna e o arrendamento dos atuneiros japoneses. O valor (em d&amp;#243;lar) exportado em albacoras/atuns subiu 162,3 vezes em 2011.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Empresa tem interesse no terminal de passageiros&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O atraso no pagamento e o impasse envolvendo a conclus&amp;#227;o do terminal pesqueiro n&amp;#227;o diminu&amp;#237;ram o interesse da Constremac em executar novos projetos no estado. A empresa &amp;#233; uma das quatro que disputam a licita&amp;#231;&amp;#227;o do Terminal Mar&amp;#237;timo de Passageiros de Natal - de responsabilidade da Companhia Docas do RN.  &quot;O projeto do terminal de passageiros foi inclu&amp;#237;do no Pac (Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento) e ser&amp;#225; constru&amp;#237;do com verba federal. &amp;#201; diferente do terminal pesqueiro&quot;, compara Edno Lima, diretor da empresa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Criada em 2000, a partir da compra da Copabo Constru&amp;#231;&amp;#245;es, a empreiteira atua em todas as etapas do projeto nos setores de engenharia industrial, portu&amp;#225;ria, mar&amp;#237;tima e obras especiais, incluindo constru&amp;#231;&amp;#227;o civil, montagem estrutural e eletromec&amp;#226;nica. Tamb&amp;#233;m realiza servi&amp;#231;os de manuten&amp;#231;&amp;#227;o preventiva e corretiva, subaqu&amp;#225;tica e apoio as opera&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias, al&amp;#233;m de parcerias e cons&amp;#243;rcios com as mais conceituadas empresas especializadas em obras pesadas do pa&amp;#237;s. Entre os clientes est&amp;#227;o empresas e estatais como Petrobras, CPTM e Camargo Correia, al&amp;#233;m de v&amp;#225;rios portos, entre eles Suape, Pec&amp;#233;m e Santos. A empreiteira tamb&amp;#233;m &amp;#233; uma das tr&amp;#234;s que integram o cons&amp;#243;rcio Areia Branca, respons&amp;#225;vel pela reforma do Porto Ilha.&lt;br&gt;
Fonte: Tribuna do Norte (RN) Natal/Andrielle Mendes&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:18:32 -0200</pubDate></item><item><title>EXCLUS&amp;#195;O DO PROJETO DE UM NOVO PORTO J&amp;#193; ERA ESPERADA</title><description>A exclus&amp;#227;o do projeto de um novo porto na margem esquerda do Rio Potengi do plano plurianual 2012/2015 n&amp;#227;o surpreendeu a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern). Para Hanna Safieh, diretor t&amp;#233;cnico da companhia, respons&amp;#225;vel pelos portos de Natal e Areia Branca, a decis&amp;#227;o j&amp;#225; era esperada. &quot;Antes de aprovar qualquer projeto, o governo federal exige uma s&amp;#233;rie de estudos para atestar a viabilidade da obra. Concordamos com as exig&amp;#234;ncias. N&amp;#227;o temos os estudos. O projeto tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o est&amp;#225; pronto&quot;, afirmou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#250;nior SantosSafieh est&amp;#225; convicto de que a obra ter&amp;#225; financiamento federalSafieh est&amp;#225; convicto de que a obra ter&amp;#225; financiamento federal&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A companhia pretende apresentar o projeto oficialmente dentro de, no m&amp;#225;ximo, dois anos. A expectativa &amp;#233; que a obra fique pronta at&amp;#233; 2015. O projeto, que prev&amp;#234; dragagem, constru&amp;#231;&amp;#227;o de um cais com mil m&amp;#178; e de uma retro-&amp;#225;rea com 1 km&amp;#178;, custaria cerca de R$ 1 bilh&amp;#227;o, &quot;estimando por alto&quot;, afirma Safieh. Tamb&amp;#233;m seria necess&amp;#225;rio construir uma ferrovia, ligando os centros de produ&amp;#231;&amp;#227;o aos centros de escoamento e consumo. O projeto seria de car&amp;#225;ter complementar e n&amp;#227;o ficaria a cargo da Codern.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O novo porto seria constru&amp;#237;do na margem esquerda do rio e n&amp;#227;o fora da capital, como reivindicam os setores produtivos. &quot;A margem esquerda do Potengi &amp;#233; a possibilidade mais vi&amp;#225;vel, mais econ&amp;#244;mica e mais bem localizada. N&amp;#243;s sabemos disso. Mas entre saber e provar h&amp;#225; uma diferen&amp;#231;a enorme. Por isso, vamos fazer um estudo de localiza&amp;#231;&amp;#227;o&quot;. Diretores da Codern j&amp;#225; se reuniram com o Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico para saber que estudos seriam necess&amp;#225;rios, e entraram em contato com o Instituto Nacional de Pesquisas Hidrogr&amp;#225;ficas (INPH), vinculado a Secretaria dos Portos, que deve conduzir os estudos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Safieh diz n&amp;#227;o ter d&amp;#250;vida quanto a aprova&amp;#231;&amp;#227;o do novo projeto. Para ele, apesar de excluir a obra do plano plurianual, o governo federal financiar&amp;#225; a constru&amp;#231;&amp;#227;o. &quot;N&amp;#227;o tenho d&amp;#250;vidas de que o projeto ser&amp;#225; aprovado quando estivermos com o projeto t&amp;#233;cnico e os estudos exigidos em m&amp;#227;os. Quando a obra tem viabilidade e o projeto &amp;#233; s&amp;#243;lido, o governo federal aprova os recursos e os aplica diretamente sem a ajuda de emendas de parlamentares&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Jean Paul Prates, ex-secret&amp;#225;rio de Energia e presidente do Centro de Estudo em Energias Renov&amp;#225;veis (Cerne), a exclus&amp;#227;o do projeto pela presidenta Dilma jogou uma &apos;p&amp;#225; de cal&apos; nos planos do Estado. A sa&amp;#237;da, segundo ele, seria construir um terminal oce&amp;#226;nico de gran&amp;#233;is e grandes cargas, fora da capital, atrav&amp;#233;s de uma parceria p&amp;#250;blico-privada (com dinheiro p&amp;#250;blico e privado). Segundo Prates, o porto de Natal receberia cargas perec&amp;#237;veis e de alto valor agregado. J&amp;#225; o terminal oce&amp;#226;nico receberia cargas de setores como minera&amp;#231;&amp;#227;o, e&amp;#243;lica, petr&amp;#243;leo e agroexportador. A falta de uma solu&amp;#231;&amp;#227;o oce&amp;#226;nica, segundo ele, inviabiliza a atra&amp;#231;&amp;#227;o de f&amp;#225;bricas de equipamentos pesados, entre elas, as de aerogeradores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Codern n&amp;#227;o enfrentou tantos problemas para viabilizar a constru&amp;#231;&amp;#227;o do Terminal de Passageiros de Natal. Ao todo, 38 empresas retiraram o edital de licita&amp;#231;&amp;#227;o. Cinco pagaram R$ 510 mil para participar do processo (valor &amp;#233; referente a cal&amp;#231;&amp;#227;o) e quatro entregaram os documentos de habilita&amp;#231;&amp;#227;o e propostas de pre&amp;#231;o na &amp;#250;ltima quinta-feira. Queiroz Galv&amp;#227;o; Cejem (do Paran&amp;#225;); Constremac (de S&amp;#227;o Paulo) e cons&amp;#243;rcio Equipav/&amp;#212;nix, (de S&amp;#227;o Paulo) permanecem na disputa. Vencer&amp;#225; quem cumprir todos os pr&amp;#233;-requisitos previstos em edital e oferecer o menor pre&amp;#231;o. O projeto est&amp;#225; or&amp;#231;ado em cerca de R$ 51 milh&amp;#245;es. As propostas n&amp;#227;o podem ultrapassar este valor. &quot;Se n&amp;#227;o houver impugna&amp;#231;&amp;#245;es ou contesta&amp;#231;&amp;#245;es, fecharemos o processo at&amp;#233; fevereiro&quot;, afirmou Manoel Alves Neto, presidente da comiss&amp;#227;o permanente de licita&amp;#231;&amp;#227;o da Codern.&lt;br&gt;
Fonte: Tribuna do Norte (RN) Natal&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:17:46 -0200</pubDate></item><item><title>SETOR QU&amp;#205;MICO TEM D&amp;#201;FICIT RECORDE DE US$ 26,5 BILH&amp;#213;ES</title><description>O d&amp;#233;ficit comercial da ind&amp;#250;stria qu&amp;#237;mica brasileira alcan&amp;#231;ou US$ 26,5 bilh&amp;#245;es em 2011, o maior patamar da hist&amp;#243;ria. O valor &amp;#233; 28,3% superior ao registrado no ano anterior e 14,2% maior do que o antigo recorde, de 2008, de US$ 23,2 bilh&amp;#245;es, segundo dados da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira da Ind&amp;#250;stria Qu&amp;#237;mica (Abiquim), divulgados hoje.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O resultado tamb&amp;#233;m supera a proje&amp;#231;&amp;#227;o apresentada pela pr&amp;#243;pria Abiquim, em dezembro passado, quando estimava um d&amp;#233;ficit de US$ 25,9 bilh&amp;#245;es no acumulado do ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O salto do d&amp;#233;ficit &amp;#233; explicado pela alta de 25,5% das importa&amp;#231;&amp;#245;es em 2011 em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010, em um total de US$ 42,3 bilh&amp;#245;es no ano passado. As exporta&amp;#231;&amp;#245;es cresceram 21% em igual compara&amp;#231;&amp;#227;o, para US$ 15,8 bilh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em dezembro, a Abiquim estimou que as importa&amp;#231;&amp;#245;es no ano fossem alcan&amp;#231;ar US$ 41,6 bilh&amp;#245;es e as exporta&amp;#231;&amp;#245;es, US$ 15,7 bilh&amp;#245;es, o que confirma uma tend&amp;#234;ncia de fluxo comercial mais acentuado do que o previsto inicialmente para o m&amp;#234;s de dezembro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em nota, o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, destacou que o avan&amp;#231;o acentuado do d&amp;#233;ficit do setor nos &amp;#250;ltimos anos &amp;#233; explicado, em parte, pelo fato de o aumento da demanda interna por produtos qu&amp;#237;micos &quot;ser cada vez mais atendido por importa&amp;#231;&amp;#245;es&quot;.  &lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:17:28 -0200</pubDate></item><item><title>GRA&amp;#199;A FOSTER VAI TER MAIS DE R$ 220 BILH&amp;#213;ES PARA INVESTIR</title><description>A futura presidenta da Petrobras, atual diretora de G&amp;#225;s e Energia da estatal, Maria das Gra&amp;#231;as Foster, vai administrar um or&amp;#231;amento de US$ 224,7 bilh&amp;#245;es previsto no Plano de Neg&amp;#243;cios da companhia para o per&amp;#237;odo de 2011 a 2015. O nome dela deve ser ratificado pelo Conselho de Administra&amp;#231;&amp;#227;o da Petrobras na reuni&amp;#227;o do dia 9 de fevereiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os investimentos da estatal s&amp;#227;o basicamente voltados para o segmento de explora&amp;#231;&amp;#227;o e produ&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s. O presidente da Petrobras, Jos&amp;#233; Sergio Gabrielli, lembrou que a estrat&amp;#233;gia foi definida desde que assumiu o cargo, em 2003, e que serviu para viabilizar a descoberta de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s no pr&amp;#233;-sal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Temos reservat&amp;#243;rios de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s em desenvolvimento, tanto no pr&amp;#233;-sal como no p&amp;#243;s-sal e, com isso, vamos aumentar a oferta de g&amp;#225;s nacional ao mercado sem, entretanto, descartar o g&amp;#225;s [importado] da Bol&amp;#237;via, cujo contrato vai at&amp;#233; 2019 e &amp;#233; complementar &amp;#224; oferta dom&amp;#233;stica. Com rela&amp;#231;&amp;#227;o ao etanol, estamos aumentando - e vamos continuar a aumentar - a nossa participa&amp;#231;&amp;#227;o na produ&amp;#231;&amp;#227;o, atrav&amp;#233;s de parcerias com grandes grupos nacionais do setor&quot;, informou Gabrielli.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda sobre o pr&amp;#233;-sal, Gabrielli disse que a import&amp;#226;ncia da descoberta de petr&amp;#243;leo em &amp;#225;guas superprofundas pode ser medida pela previs&amp;#227;o da companhia de produzir quase 2 milh&amp;#245;es de barris em 2020, apenas com as descobertas j&amp;#225; confirmadas. Isso representaria dobrar a produ&amp;#231;&amp;#227;o atual.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente da Petrobras, que est&amp;#225; em Davos, na Su&amp;#237;&amp;#231;a, participando do F&amp;#243;rum Econ&amp;#244;mico Mundial, aproveitou para fazer um balan&amp;#231;o da atua&amp;#231;&amp;#227;o dele no cargo. Nestes quase sete anos &amp;#224; frente da estatal, Gabrielli destacou quatro momentos importantes: &quot;o primeiro foi o fortalecimento do Sistema Petrobras, ao reverter o processo de pulveriza&amp;#231;&amp;#227;o e segmenta&amp;#231;&amp;#227;o que vinha sendo implantado pela administra&amp;#231;&amp;#227;o anterior; o segundo, foi a mudan&amp;#231;a no processo de gest&amp;#227;o, com mais &amp;#234;nfase em processos e n&amp;#227;o apenas em resultados; o terceiro foi a renova&amp;#231;&amp;#227;o da for&amp;#231;a de trabalho - hoje, mais de 50% do nosso pessoal tem menos de 10 anos na empresa -; e o quarto &amp;#233; orelacionamento com a cadeia de fornecedores, identificando gargalos e ampliando a facilita&amp;#231;&amp;#227;o de financiamentos&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gabrielli confirmou que, ao deixar a presid&amp;#234;ncia da Petrobras e cumprir o per&amp;#237;odo de quarentena [fora de cargos p&amp;#250;blicos], vai assumir um posto no governo da Bahia, cujo convite foi feito pelo governador Jacques Wagner.&lt;br&gt;
Fonte: Di&amp;#225;rio de Natal(RN)&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:16:53 -0200</pubDate></item><item><title>BIRA ROCHA CONDENA PROJETOS PARA PORTO EM NATAL E APOSTA NA INICIATIVA PRIVADA</title><description>Basta dar uma olhada na vizinhan&amp;#231;a para perceber uma tend&amp;#234;ncia natural quando o assunto &amp;#233; infraestrutura portu&amp;#225;ria: os portos est&amp;#227;o fora das capitais. Baseado nos exemplos de cidades como Pec&amp;#233;m, no Cear&amp;#225;, e Suape, em Pernambuco, que abrigam n&amp;#227;o s&amp;#243; terminais portu&amp;#225;rios, mas polos industriais, o ex-presidente da Federa&amp;#231;&amp;#227;o das Ind&amp;#250;strias do RN (Fiern), Bira Rocha, acredita que o projeto de um novo porto em Natal, cortado do or&amp;#231;amento federal pela presidente Dilma Rousseff, j&amp;#225; come&amp;#231;a errando na localiza&amp;#231;&amp;#227;o. &quot;Perdemos o carro da hist&amp;#243;ria no que se refere a porto&quot;, afirma o empres&amp;#225;rio, que avalia como acertada a decis&amp;#227;o da presid&amp;#234;ncia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Or&amp;#231;ado em R$ 2 bilh&amp;#245;es, o projeto, no entendimento de Bira Rocha, foi enviado ao or&amp;#231;amento na base do &quot;se colar, colou&quot;. De acordo com o empres&amp;#225;rio &amp;#233; indiscut&amp;#237;vel a necessidade de um novo terminal portu&amp;#225;rio, principalmente com a forte retomada que o setor mineral vem apresentando no estado, por&amp;#233;m a forma como a proposta foi apresentada e o pr&amp;#243;prio comportamento do governo perante oveto presidencial demonstram um projeto sem viabilidade comprovada. &quot;Foi uma devolu&amp;#231;&amp;#227;o dizendo: falta estudo t&amp;#233;cnico, embasamento t&amp;#233;cnico, ou qualquer coisa. Picaretagem aqui n&amp;#227;o&quot;, opina o ex-presidente da Fiern.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sobre a proposta tratar de um porto dentro da capital, Bira Rocha coloca o estado na contram&amp;#227;o. &quot;O RN insiste em fazer na cidade, aonde a log&amp;#237;stica de recep&amp;#231;&amp;#227;o da mercadoria e escoamento &amp;#233; um transtorno&quot;, critica. Aliado a isso, o empres&amp;#225;rio refor&amp;#231;a a limita&amp;#231;&amp;#227;o espacial do Rio Potengi. Mesmo sem querer arriscar o lugar ideal para o porto, ele exalta que &amp;#233; essencial a estrutura ser montada em um posi&amp;#231;&amp;#227;o mais pr&amp;#243;xima poss&amp;#237;vel do min&amp;#233;rio. &quot;O governo tem de pegar uma empresa s&amp;#233;ria para fazer o estudo de viabilidade&quot;, observa o ex-presidente da Fiern, que lembra uma possibilidade cogitada de montar um terminal no munic&amp;#237;pio de Porto do Mangue.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A terceira onda&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como no t&amp;#237;tulo do livro do autor Alvin Toffler, o empres&amp;#225;rio Bira Rocha conta que o RN vive &quot;A Terceira Onda&quot; quando o assunto &amp;#233; o transporte de mercadoria em grandes propor&amp;#231;&amp;#245;es. &quot;O primeiro porto feito por necessidade foi um porto ilha [Areia Branca] para escoamento do sal. A segunda grande necessidade foi quando a Petrobras come&amp;#231;ou a trabalhar com petr&amp;#243;leo e precisava escoar&quot;, recorda o ex-presidente da Fiern, que caracteriza a &apos;terceira onda&apos; com a fruticultura, que p&amp;#244;de ser atendida devido ao transporte em navios de pequeno porte, e agora a minera&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Administrado pela Codern desde que foi constru&amp;#237;do, em 1970, o porto para transportar o sal foi um problema resolvido em casa, enquanto a Petrobras arcou com a estrutura para o escoamento do petr&amp;#243;leo. &quot;Agora precisamos de um porto de granel, principalmente para o min&amp;#233;rio de ferro, calc&amp;#225;rio, cimento, feldspato, e os minerais em geral. E com certeza esse porto n&amp;#227;o &amp;#233; dentro da cidade de Natal&quot; retoma. Rocha n&amp;#227;o descarta um projeto tocado pela iniciativa privada, algo que segundo ele depende do governo comprovar a viabilidade t&amp;#233;cnica do empreendimento. &lt;br&gt;
Fonte: Di&amp;#225;rio de Natal/Felipe Gibson&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:16:27 -0200</pubDate></item><item><title>DILMA VAI DEFINIR MAIS CARGOS NA PETROBRAS</title><description>Diretora de G&amp;#225;s e Energia da Petrobras, Gra&amp;#231;a Foster n&amp;#227;o precisou esperar at&amp;#233; fevereiro para experimentar como ser&amp;#225; seu futuro na presid&amp;#234;ncia da estatal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como j&amp;#225; ocorreu outras vezes, obedecendo a um rod&amp;#237;zio entre diretores, Foster assumiu ontem o lugar de Jos&amp;#233; Sergio Gabrielli, que viajou para Davos, Su&amp;#237;&amp;#231;a. Na quinta-feira ela comandar&amp;#225; a reuni&amp;#227;o semanal da diretoria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na sexta-feira passada, antes de seu nome ser oficialmente indicado ao cargo, Gra&amp;#231;a esteve em Bras&amp;#237;lia com a presidente Dilma Rousseff.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dilma, respons&amp;#225;vel pela escolha de Gra&amp;#231;a, influenciar&amp;#225; na defini&amp;#231;&amp;#227;o de alguns postos-chave da Petrobras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; est&amp;#225; decidido que haver&amp;#225; mudan&amp;#231;a na principal &amp;#225;rea da empresa, a diretoria de Explora&amp;#231;&amp;#227;o e Produ&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a Folha apurou, Gra&amp;#231;a e Dilma decidir&amp;#227;o juntas o nome do substituto de Guilherme Estrella, atual respons&amp;#225;vel pelo cargo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dois nomes s&amp;#227;o cotados: Solange Guedes, gerente-executiva de Engenharia de Produ&amp;#231;&amp;#227;o, tem perfil parecido com o de Gra&amp;#231;a e &amp;#233; uma das auxiliares mais pr&amp;#243;ximas de Estrella; Magda Chambriard, diretora da ANP (Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo), &amp;#233; funcion&amp;#225;ria aposentada da estatal, mas pesa contra ela o fato de ter ainda mandato na ag&amp;#234;ncia at&amp;#233; o fim deste ano. Mesmo que antecipe sua sa&amp;#237;da, ter&amp;#225; de cumprir um per&amp;#237;odo de quarentena antes de voltar para a Petrobras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A principal miss&amp;#227;o de Foster &amp;#233; garantir aumento da produ&amp;#231;&amp;#227;o, que n&amp;#227;o tem crescido nos &amp;#250;ltimos anos. A diretoria de Explora&amp;#231;&amp;#227;o e Produ&amp;#231;&amp;#227;o responde por 57% dos investimentos da empresa. O governo quer mais recursos para a &amp;#225;rea e melhorar a qualidade desses gastos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
DESAFIOS&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coppe/UFRJ, aumentar a produ&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; uma tarefa dif&amp;#237;cil, porque os obst&amp;#225;culos continuam os mesmos da &amp;#233;poca de Gabrielli.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A exig&amp;#234;ncia de conte&amp;#250;do nacional m&amp;#237;nimo, estipulado pelo governo para equipamentos usados na ind&amp;#250;stria de petr&amp;#243;leo, n&amp;#227;o foi alterada, e a velocidade da ind&amp;#250;stria local tem sido insuficiente para acompanhar a expectativa de crescimento da empresa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Jean-Paul Prates, diretor-geral do Centro de Estrat&amp;#233;gias em Recursos Naturais e Energia, conta com a proximidade de Gra&amp;#231;a com Dilma para atuar contra o impasse da exig&amp;#234;ncia de conte&amp;#250;do nacional.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ela pode fazer ajustes cir&amp;#250;rgicos em casos pontuais, alterar alguns projetos visando uma performance melhor da Petrobras&quot;, disse. &lt;br&gt;
Fonte: Folha de S&amp;#227;o Paulo/DENISE LUNA/DO RIO/NATUZA NERY/DE BRAS&amp;#205;LIA&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:16:06 -0200</pubDate></item><item><title>ESTOQUE E DEMANDA COMPLICAM IN&amp;#205;CIO DE 2012</title><description>Produ&amp;#231;&amp;#227;o fraca, ampla capacidade ociosa, estoques elevados e falta de demanda ganhando terreno como um problema grave para um n&amp;#250;mero expressivo de empresas. Nada animador, esse &amp;#233; retrato da Sondagem Industrial de dezembro de 2011 da Confedera&amp;#231;&amp;#227;o Nacional da Ind&amp;#250;stria (CNI). A pesquisa evidencia que o setor terminou o ano passado numa situa&amp;#231;&amp;#227;o dif&amp;#237;cil, apontando um come&amp;#231;o de 2012 tamb&amp;#233;m complicado. A combina&amp;#231;&amp;#227;o de estoques altos e demanda fraca &amp;#233; um mau press&amp;#225;gio para a produ&amp;#231;&amp;#227;o no in&amp;#237;cio deste ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a sondagem, a ind&amp;#250;stria terminou 2011 com um recuo na produ&amp;#231;&amp;#227;o &quot;mais intenso que o normal&quot;. O indicador recuou de 50,1 pontos em novembro para 42,1 pontos em dezembro. Ele varia de zero a cem, com valores abaixo de 50 pontos representando queda da produ&amp;#231;&amp;#227;o em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao m&amp;#234;s anterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um ponto preocupante &amp;#233; a ascens&amp;#227;o da falta de demanda como um dos principais problemas enfrentados pelas empresas consultadas pela CNI. No quarto trimestre de 2010, ela apareceu como o terceiro maior problema, atr&amp;#225;s apenas da carga tribut&amp;#225;ria elevada e da competi&amp;#231;&amp;#227;o acirrada - no mesmo per&amp;#237;odo de 2010, era apenas o sexto mais grave. &quot;Nas grandes empresas, esse problema passou de 12% das respostas no quarto trimestre de 2010 para 28,5% no mesmo trimestre de 2011. Nas m&amp;#233;dias, o percentual passou de 17,2% para 30,9% e nas pequenas foi de 19,0% para 26,3%&quot;, ressalta o relat&amp;#243;rio da CNI.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A utiliza&amp;#231;&amp;#227;o de capacidade instalada efetiva em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao usual tamb&amp;#233;m decepcionou, ficando no menor n&amp;#237;vel desde junho de 2009. O indicador caiu de 45,2 pontos em novembro para 42,6 pontos em dezembro. Abaixo de 50, mostra uso da capacidade abaixo do usual para o m&amp;#234;s. Em m&amp;#233;dia, a ind&amp;#250;stria operou com 71% de sua capacidade em dezembro, quatro pontos percentuais abaixo do registrado no m&amp;#234;s anterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para completar, a maior parte dos setores da ind&amp;#250;stria de transforma&amp;#231;&amp;#227;o terminou 2012 com estoques acima do desejado. De 26 segmentos pesquisados pela CNI, 18 registaram em dezembro estoques efetivos superiores ao planejado. &quot;Mesmo reduzindo a produ&amp;#231;&amp;#227;o, o setor n&amp;#227;o conseguiu se livrar do excedente de estoques&quot;, destaca o gerente da pesquisa da CNI, Renato da Fonseca. Em todo o ano passado, a ind&amp;#250;stria registrou invent&amp;#225;rios excessivos, sobretudo a partir de junho. Em dezembro, o indicador de estoques da CNI para a ind&amp;#250;stria geral ficou em 53 pontos, acima dos 52,8 pontos de novembro. N&amp;#250;meros acima de 50 indicam invent&amp;#225;rios efetivos acima do planejado. A situa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; mais complicada no segmentos de cal&amp;#231;ados, t&amp;#234;xteis, pl&amp;#225;stico, metalurgia b&amp;#225;sica, m&amp;#225;quinas e materiais el&amp;#233;tricos, outros equipamentos de transporte e m&amp;#243;veis.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o economista Alexandre Andrade, da Votorantim Corretora, a dificuldade em ajustar estoques aponta para um cen&amp;#225;rio fraco para a produ&amp;#231;&amp;#227;o industrial no primeiro trimestre. Uma retomada mais consistente tenderia a come&amp;#231;ar no segundo trimestre, ganhando mais for&amp;#231;a apenas na segunda metade do ano, acredita ele, que projeta um crescimento da ind&amp;#250;stria de 2%. &quot;Mas essa estimativa tem um vi&amp;#233;s de baixa&quot;, afirma Andrade, que trabalha com uma expans&amp;#227;o de apenas 0,5% para 2011 - o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;#237;stica (IBGE) ainda n&amp;#227;o divulgou o dado de dezembro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O cen&amp;#225;rio tra&amp;#231;ado pela pesquisa da CNI para estoques &amp;#233; um pouco pior do que o da sondagem da ind&amp;#250;stria de transforma&amp;#231;&amp;#227;o da Funda&amp;#231;&amp;#227;o Getulio Vargas (FGV). No levantamento da FGV, a situa&amp;#231;&amp;#227;o em termos de invent&amp;#225;rios parecia um pouco mais equilibrada, embora setores importantes ainda mostrassem estoques ainda excessivos, caso do qu&amp;#237;mico, o t&amp;#234;xtil, o de m&amp;#243;veis e o de celulose e papel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Uma demanda inferior &amp;#224; estimada &amp;#233; um dos fatores que explicam a forma&amp;#231;&amp;#227;o de estoques indesejados, acredita o economista Rafael Bacciotti, da Tend&amp;#234;ncias Consultoria. Al&amp;#233;m disso, o fato de uma parcela mais expressiva da demanda ser atendida por produtos importados tamb&amp;#233;m explica o fen&amp;#244;meno, diz ele, lembrando ainda que o fraco desempenho das exporta&amp;#231;&amp;#245;es tamb&amp;#233;m atrapalha parte da ind&amp;#250;stria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como Andrade, Bacciotti estima um avan&amp;#231;o de apenas 2% da produ&amp;#231;&amp;#227;o industrial em 2012. Por enquanto, ele se diz confort&amp;#225;vel com o n&amp;#250;mero, mas ressalta que a &quot;ind&amp;#250;stria vive um momento de grande incerteza&quot;. O cen&amp;#225;rio externo, por exemplo, pode prejudicar ainda mais o desempenho do setor, ressalta Bacciotti.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A pesquisa da CNI tamb&amp;#233;m aponta que o empresariado industrial est&amp;#225; insatisfeito com a margem de lucro operacional. O &amp;#237;ndice ficou em 46,4 pontos, abaixo da linha divis&amp;#243;ria de 50 pontos. O mesmo foi registrado na avalia&amp;#231;&amp;#227;o de acesso ao cr&amp;#233;dito, situada em 44,6 pontos. &quot;Mesmo as grandes empresas est&amp;#227;o tendo dificuldade de acesso ao cr&amp;#233;dito&quot;, relata Fonseca.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico/Sergio Lamucci e Thiago Resende | De S&amp;#227;o Paulo e de Bras&amp;#237;lia&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:15:49 -0200</pubDate></item><item><title>RIO+20 DISCUTE CRIAR META AMBIENTAL PARA EMPRESAS</title><description>As empresas podem ter algum tipo de meta ambiental para o futuro - este talvez seja um dos resultados mais concretos da Rio+20, a Confer&amp;#234;ncia das Na&amp;#231;&amp;#245;es Unidas sobre Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em junho. Seria, como o nome diz, uma esp&amp;#233;cie de &quot;cadastro volunt&amp;#225;rio de compromissos&quot;, p&amp;#250;blico e transparente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Este registro de promessas sustent&amp;#225;veis do mundo dos neg&amp;#243;cios poderia ficar no site das Na&amp;#231;&amp;#245;es Unidas, por exemplo. Ali, setores empresariais e grandes companhias registrariam, por exemplo, seu compromisso de deixar de usar determinado item em sua linha de produ&amp;#231;&amp;#227;o, em certo prazo, porque ele seria fonte importante de emiss&amp;#227;o de gases-estufa. Outro setor poderia estabelecer uma promessa com seus consumidores de garantir uma cadeia de produ&amp;#231;&amp;#227;o onde n&amp;#227;o se desmatam florestas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esta iniciativa est&amp;#225; no &amp;#250;ltimo par&amp;#225;grafo do texto &quot;O Futuro que Queremos&quot;, o principal documento da Rio+20. O texto, de 19 p&amp;#225;ginas, &amp;#233; atualmente um rascunho do que vir&amp;#225; a ser o documento final da c&amp;#250;pula. V&amp;#225;rias rodadas de negocia&amp;#231;&amp;#245;es com delegados de 193 pa&amp;#237;ses definir&amp;#227;o o texto final, que ser&amp;#225; aprovado pelos chefes de Estado e de governo no encontro, de 20 a 22 de junho. A primeira dessas reuni&amp;#245;es come&amp;#231;a hoje, em Nova York.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O compromisso destas empresas tem um impacto importante e, sendo p&amp;#250;blico, a sociedade pode cobrar&quot;, explica o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, subsecret&amp;#225;rio-geral de Meio Ambiente, Energia, Ci&amp;#234;ncia e Tecnologia do Minist&amp;#233;rio das Rela&amp;#231;&amp;#245;es Exteriores e &amp;#224; frente das negocia&amp;#231;&amp;#245;es para a Rio+20. &quot;&amp;#201; transparente e tem valor moral. Nenhuma empresa vai querer divulgar um compromisso e depois n&amp;#227;o cumprir&quot;, continua.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Figueiredo viaja hoje a Porto Alegre, para participar de debates sobre a confer&amp;#234;ncia com a sociedade civil no F&amp;#243;rum Social Mundial. De l&amp;#225; vai a Davos, na Su&amp;#237;&amp;#231;a, para o F&amp;#243;rum Econ&amp;#244;mico Mundial, que tamb&amp;#233;m incluiu na agenda v&amp;#225;rios encontros sobre economia verde, um dos temas mais importantes da Rio+20. O diplomata quer fazer contatos com executivos e avan&amp;#231;ar no engajamento empresarial.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O texto em discuss&amp;#227;o esta semana, em Nova York, &quot;&amp;#233; uma base m&amp;#237;nima para se trabalhar&quot;, avalia o diplomata. &quot;Mas &amp;#233; uma boa base m&amp;#237;nima, n&amp;#227;o &amp;#233; ruim&quot;, diz. At&amp;#233; sexta, delegados discutem o &quot;draft zero&quot; e indicam onde h&amp;#225; consenso ou conflito. O governo brasileiro quer conseguir um conte&amp;#250;do forte para fazer com que o maior n&amp;#250;mero de chefes de Estado e de governo participem do evento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O que &amp;#233; fundamental &amp;#233; que a Rio+20 tenha uma reflex&amp;#227;o sobre o modelo de desenvolvimento que se pretende no futuro. Alguns modelos de hoje mostram que est&amp;#227;o esgotando sua capacidade de responder aos problemas ou criam crises, como a do clima. A Rio+20 &amp;#233; a ocasi&amp;#227;o para que se pense em um modelo que, ao mesmo tempo alie desenvolvimento econ&amp;#244;mico, social e ambiental&quot;, afirmou Figueiredo. &quot;Queremos ter isso claramente nesse texto.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As organiza&amp;#231;&amp;#245;es ambientalistas reagiram ao teor gen&amp;#233;rico da primeira vers&amp;#227;o do documento. &quot;Est&amp;#225; no rumo certo, mas com a magnitude errada&quot;, diz um release da rede WWF. &quot;O Cadastro de Compromissos Volunt&amp;#225;rios proposto simplesmente n&amp;#227;o ir&amp;#225; colocar o planeta onde ele precisa estar&quot;, disse Lasse Gustavsson, diretor executivo de conserva&amp;#231;&amp;#227;o do WWF internacional. A ONG Vitae Civilis, no Brasil, enviou ao Itamaraty a ideia de que a Rio+20 &lt;br&gt;
lance o processo de uma Conven&amp;#231;&amp;#227;o da ONU sobre informa&amp;#231;&amp;#245;es empresariais sustent&amp;#225;veis.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico/Por Daniela Chiaretti | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:15:20 -0200</pubDate></item><item><title>APROSOJA AVALIA SITUA&amp;#199;&amp;#195;O PORTU&amp;#193;RIA DO NORTE DO PA&amp;#205;S</title><description>Uma equipe da Aprosoja percorre esta semana as cidades de Bel&amp;#233;m, no estado do Par&amp;#225;, e Macap&amp;#225;, no Amap&amp;#225;, para avaliar a situa&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria da regi&amp;#227;o norte do Pa&amp;#237;s. Entre os dias 24 e 26 ser&amp;#225; cumprida uma extensa agenda de reuni&amp;#245;es e visitas aos portos dos dois estados. Participam da viagem o presidente da Aprosoja e tamb&amp;#233;m do Movimento Pr&amp;#243;-Log&amp;#237;stica, Carlos F&amp;#225;varo, os diretores Roger Augusto e Jos&amp;#233; Rezende, o conselheiro fiscal da Aprosoja e coordenador de log&amp;#237;stica do Sistema Federa&amp;#231;&amp;#227;o da Agricultura e Pecu&amp;#225;ria de Mato Grosso (Famato), Marcos da Rosa, e o coordenador executivo do Movimento Pr&amp;#243;-Log&amp;#237;stica, Edeon Vaz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o presidente da Aprosoja, Carlos F&amp;#225;varo, com a conclus&amp;#227;o da pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o da rodovia Cuiab&amp;#225;-Santar&amp;#233;m, a BR 163, a liga&amp;#231;&amp;#227;o entre o Norte e a regi&amp;#227;o central do pa&amp;#237;s trar&amp;#225; significativas vantagens ao escoamento da produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional de gr&amp;#227;os. &quot;Com a conclus&amp;#227;o da 163 a tend&amp;#234;ncia &amp;#233; que os gr&amp;#227;os produzidos nos munic&amp;#237;pios ao longo da rodovia tenham como destino os portos do norte do pa&amp;#237;s e todas as alternativas portu&amp;#225;rias situadas nesta regi&amp;#227;o precisam ser consideradas, da&amp;#237; nossa preocupa&amp;#231;&amp;#227;o com a necessidade de um aparelhamento urgente nas atuais estruturas de recebimento e exporta&amp;#231;&amp;#227;o de gr&amp;#227;os&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em Macap&amp;#225;, a equipe da Aprosoja re&amp;#250;ne-se com o presidente da Companhia de Docas de Macap&amp;#225; e discute a log&amp;#237;stica de transporte pelo porto de Santana. &quot;A alternativa de usar o porto de Santana, antigo porto de Macap&amp;#225;, como sa&amp;#237;da de gr&amp;#227;os do Centro Oeste &amp;#233; perfeitamente vi&amp;#225;vel e iremos saber como anda o projeto de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do porto&quot;, afirmou F&amp;#225;varo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O coordenador executivo do Pr&amp;#243;-Log&amp;#237;stica, Edeon Vaz, explica que o porto de Santana atualmente &amp;#233; utilizado para a exporta&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rios e pela localiza&amp;#231;&amp;#227;o estrat&amp;#233;gica e liga&amp;#231;&amp;#227;o com os principais mercados da Europa, representa uma alternativa na exporta&amp;#231;&amp;#227;o de gr&amp;#227;os e outros produtos, com redu&amp;#231;&amp;#227;o significativa no custo do frete para os produtores mato-grossenses, que passariam a contar com mais uma op&amp;#231;&amp;#227;o para o escoamento da produ&amp;#231;&amp;#227;o, aumento a competitividade da produ&amp;#231;&amp;#227;o agr&amp;#237;cola do Mato Grosso.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:12:47 -0200</pubDate></item><item><title>PORTOS DO ESP&amp;#205;RITO SANTO BATEM RECORDE DE MOVIMENTA&amp;#199;&amp;#195;O FINANCEIRA</title><description>O complexo portu&amp;#225;rio do Esp&amp;#237;rito Santo atingiu a maior movimenta&amp;#231;&amp;#227;o financeira dos &amp;#250;ltimos cinco anos. Foram movimentados US$ 43,4 bilh&amp;#245;es em 2011, o que corresponde a 11% de todo o com&amp;#233;rcio dos portos do Brasil, que alcan&amp;#231;aram US$ 387 bilh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; o com&amp;#233;rcio de mercadorias no ano passado chegou a 163,3 milh&amp;#245;es de toneladas, alcan&amp;#231;ando 24,9% do fluxo comercial mar&amp;#237;timo nacional, que atingiu 653,5 milh&amp;#245;es de toneladas em 2011.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No per&amp;#237;odo de janeiro a dezembro, os portos capixabas exportaram US$ 30,9 bilh&amp;#245;es e importaram US$ 12,4 bilh&amp;#245;es, representando 14,3% e 7,2%, respectivamente, da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o financeira dos portos do pa&amp;#237;s. Comparado com o mesmo per&amp;#237;odo de 2010, o crescimento foi de mais de mais de US$ 10 bilh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; em mercadorias, o com&amp;#233;rcio mar&amp;#237;timo capixaba exportou 147,7 milh&amp;#245;es de toneladas e importou 15,5 milh&amp;#245;es. Isso representa &amp;#188; de toda a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas do Brasil, com 24,9% das mercadorias comerciadas no pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os dados s&amp;#227;o do Sistema Alice do Minist&amp;#233;rio de Desenvolvimento, Ind&amp;#250;stria e Com&amp;#233;rcio Exterior (MDIC).&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:12:33 -0200</pubDate></item><item><title>O IMBR&amp;#211;GLIO PETROBRAS, PR&amp;#201;-SAL E NOVOS TERMINAIS</title><description>A Petrobras n&amp;#227;o fala nem decide. Quem fala e decide por ela s&amp;#227;o seus gestores. Os conflitos que t&amp;#234;m acontecido em locais onde est&amp;#227;o sendo montadas estruturas de apoio ao pr&amp;#233;-sal s&amp;#227;o ind&amp;#237;cios que algu&amp;#233;m esta falando, decidindo e olhando para o pr&amp;#243;prio umbigo e n&amp;#227;o para encontrar a solu&amp;#231;&amp;#227;o mais adequada sob os pontos de vista social, ambiental e econ&amp;#244;mico que interessam ao Pa&amp;#237;s.  O pr&amp;#233;-sal &amp;#233; um produto sob o total controle da Petrobras e altamente cobi&amp;#231;ado como oportunidade de neg&amp;#243;cio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Algu&amp;#233;m duvida que o Terminal de Ponta Negra (TPN), no munic&amp;#237;pio de Maric&amp;#225; (Rio de Janeiro), &amp;#233; uma semeadura de canibalismo geogr&amp;#225;fico, como tem demonstrado para quem tem olhos e ouvidos sobre as movimenta&amp;#231;&amp;#245;es e os discursos de acabar com os terminais de Angra dos Reis e de Itabora&amp;#237;?  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#201; inevit&amp;#225;vel a pergunta: o TPN &amp;#233; o caminho mais curto para se encontrar a solu&amp;#231;&amp;#227;o para ampliar o fluxo de petr&amp;#243;leo e de dar apoio &amp;#224; navega&amp;#231;&amp;#227;o offshore do pr&amp;#233;-sal? Com certeza o entusiasmo que acometeu o secret&amp;#225;rio de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico do Rio de Janeiro, Julio Bueno, e do prefeito de Maric&amp;#225;, Washington Quaqu&amp;#225;, com vistas aos alardeados investimentos de R$ 5,4 bi deve ter atingido gente da maior estatal brasileira e faz com que a racionalidade seja levada pela emo&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Minimamente, o fato da DTA, empresa respons&amp;#225;vel pelo empreendimento do TPN na praia de Jacon&amp;#233;, estar prometendo desenvolver tecnologia de barragem flutuante para conter &amp;#243;leo derramado &amp;#233; uma declara&amp;#231;&amp;#227;o, mais clara imposs&amp;#237;vel, de que haver&amp;#225; muito e, n&amp;#227;o pouco, impacto naquela &amp;#225;rea de potencial ecol&amp;#243;gico.   &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Provavelmente, uma decis&amp;#227;o calcada em meios mais razo&amp;#225;veis, e mais baratas do que R$ 5,4 bi, para se chegar &amp;#224; solu&amp;#231;&amp;#227;o mais elegante da log&amp;#237;stica do pr&amp;#233;-sal vai decidir por melhorar o que j&amp;#225; existe e ampliar tecnol&amp;#243;gica e suficientemente a sua capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o sem causar o impacto que promete o projeto da praia de Jacon&amp;#233;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
S&amp;#233;rgio Gabrielli, presidente da Petrobras que entrega o cargo no dia 12 de fevereiro, est&amp;#225; apressado para se tornar pol&amp;#237;tico e n&amp;#227;o consegue ter mais tempo para tocar o barco da petrol&amp;#237;fera. &amp;#201; bom que Maria das Gra&amp;#231;as Foster assuma o mais breve poss&amp;#237;vel e acabe com esse desvario focado nos valores financeiros sem dar a menor import&amp;#226;ncia &amp;#224;s estrat&amp;#233;gias da empresa, e que prejudica a qualidade de vida na Terra. Todo mundo sabe que o foco desses empreendimentos &amp;#233; o dinheiro gerado pelo pr&amp;#233;-sal. &amp;#201; o caso do Terminal de Ponta Negra.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:12:17 -0200</pubDate></item><item><title>COSTA CONCORDIA - BUSCAS NO CRUZEIRO NAUFRAGADO S&amp;#195;O SUSPENSAS DE NOVO NA COSTA DA IT&amp;#193;LIA</title><description>As opera&amp;#231;&amp;#245;es de busca no cruzeiro Costa Conc&amp;#243;rdia, que naufragou em 13 de janeiro na ilha italiana de Giglio, no Mar Tirreno, foram suspensas novamente em fun&amp;#231;&amp;#227;o do mau tempo, assim como os preparativos para tentar bombear combust&amp;#237;vel do barco adernado e parcialmente submerso. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na v&amp;#233;spera, foram iniciadas as opera&amp;#231;&amp;#245;es preliminares para bombear o combust&amp;#237;vel que amea&amp;#231;a contaminar a ilha italiana de Giglio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A equipe t&amp;#233;cnica da empresa holandesa Smit Salvage, encarregada do bombeamento do combust&amp;#237;vel, quer estudar todas as possibilidades para extrair de maneira segura as 2.400 toneladas de combust&amp;#237;vel de dentro dos 23 tanques do navio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na segunda-feira &amp;#224; tarde, uma mancha de &amp;#243;leo de cerca de 200 metros por 300 surgiu n&amp;#227;o muito longe do navio e os especialistas em meio ambiente acreditam que tenha emergido ap&amp;#243;s o naufr&amp;#225;gio, trazida pelas correntes mar&amp;#237;timas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na ter&amp;#231;a, um barco especial do Minist&amp;#233;rio do Meio Ambiente lan&amp;#231;ou boias absorventes em torno da mancha, composta por detergentes e &amp;#243;leo de cozinha e de motor. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mergulhadores militares abriram um novo buraco no casco do barco, a cerca de 20 metros de profundidade&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nesse meio tempo, os mergulhadores militares abriram um novo buraco no casco do barco, a cerca de 20 metros de profundidade, e localizaram o 16&amp;#186; corpo na ponte n&amp;#250;mero 3, onde ficava grande parte dos botes salva-vidas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No total 16 pessoas permanecem desaparecidas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O promotor geral da regi&amp;#227;o considerou nesta ter&amp;#231;a que a Justi&amp;#231;a n&amp;#227;o deve limitar a sua investiga&amp;#231;&amp;#227;o ao capit&amp;#227;o Francesco Schettino, e sim se concentrar tamb&amp;#233;m nas eventuais responsabilidades da empresa propriet&amp;#225;ria do transatl&amp;#226;ntico, a Costa Cruzeiros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Schettino e seu imediato a bordo, Ciro Ambrosio, s&amp;#227;o por enquanto as &amp;#250;nicas pessoas acusadas do naufr&amp;#225;gio. Foram acusados por homic&amp;#237;dios m&amp;#250;ltiplos, naufr&amp;#225;gio e abandono de navio, mas n&amp;#227;o foram indiciados formalmente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O comandante do navio &amp;#233; mantido em pris&amp;#227;o domiciliar no sul da It&amp;#225;lia. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:12:03 -0200</pubDate></item><item><title>NAVIO-VELEIRO - VISITA AO CISNE BRANCO PODE SER UMA OP&amp;#199;&amp;#195;O DE LAZER NESTE FERIADO</title><description>Moradores de Santos e turistas poder&amp;#227;o conferir, a partir desta quinta-feira, toda a beleza do navio-veleiro Cisne Branco. A embarca&amp;#231;&amp;#227;o, que tamb&amp;#233;m &amp;#233; conhecida pelo papel que desempenha, como principal representante da Marinha do Brasil no exterior, estar&amp;#225; aberta &amp;#224; visita&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica at&amp;#233; domingo.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No primeiro dia, devido ao feriado municipal, ele poder&amp;#225; ser visitado das 10 &amp;#224;s 18 horas. De sexta-feira em diante, ser&amp;#225; das 14 &amp;#224;s 18 horas. A entrada &amp;#233; gratuita.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio est&amp;#225; atracado no Cais da Marinha, onde fica a sede da Capitania dos Portos de S&amp;#227;o Paulo, entre os armaz&amp;#233;ns 27 e 29 da Margem Direita (pr&amp;#243;ximo &amp;#224; Bacia do Macuco).  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com caracter&amp;#237;sticas &amp;#250;nicas, o Cisne Branco deve chamar a aten&amp;#231;&amp;#227;o dos visitantes, que poder&amp;#227;o conhecer o conv&amp;#233;s do navio, suas velas (com um total de 2.195 metros quadrados) e o conjunto de cordas que as movimenta. Alguns dos intrumentos de orienta&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; navega&amp;#231;&amp;#227;o tamb&amp;#233;m poder&amp;#227;o ser apreciados. Oficiais e marinheiros estar&amp;#227;o a disposi&amp;#231;&amp;#227;o para explicar opera&amp;#231;&amp;#245;es como o i&amp;#231;amento das velas - que envolve praticamente todos os 52 tripulantes. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Cisne Branco foi constru&amp;#237;do na Holanda para participar da travessia comemorativa dos 500 anos de Descobrimento do Brasil. Sua viagem inaugural come&amp;#231;ou em 9 de mar&amp;#231;o de 2000, em Lisboa, Portugal, e terminou em 22 de abril no litoral da Bahia, em Porto Seguro. O trajeto foi o mesmo feito pelo navegador Pedro &amp;#193;lvares Cabral em 1500. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O veleiro veio &amp;#224; regi&amp;#227;o para as festividades dos 466 anos da funda&amp;#231;&amp;#227;o de Santos, celebrados oficialmente nesta quinta-feira. Ele chegou na &amp;#250;ltima sexta-feira. No s&amp;#225;bado, participou da Regata Anivers&amp;#225;rio da Cidade na Ba&amp;#237;a de Santos.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A embarca&amp;#231;&amp;#227;o deixar&amp;#225; Santos na segunda-feira.&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Oficiais e marinheiros estar&amp;#227;o a disposi&amp;#231;&amp;#227;o para explicar opera&amp;#231;&amp;#245;es como o i&amp;#231;amento das velas&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Caracter&amp;#237;sticas &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com 32 velas, o Cisne Branco foi constru&amp;#237;do com base nos projetos dos &amp;#250;ltimos clippers, navios longos e estreitos fabricados no s&amp;#233;culo passado, com a miss&amp;#227;o de superar a lentid&amp;#227;o das antigas embarca&amp;#231;&amp;#245;es com propuls&amp;#227;o &amp;#224; vela. Os clippers foram planejados para carregar pequenas cargas ou volumes, al&amp;#233;m de passageiros.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com 76 metros de comprimento, o Cisne Branco viaja, na maior parte do tempo, gra&amp;#231;as &amp;#224; for&amp;#231;a do vento. O motor &amp;#233; utilizado apenas quando as condi&amp;#231;&amp;#245;es clim&amp;#225;ticas s&amp;#227;o desfavor&amp;#225;veis ou em situa&amp;#231;&amp;#245;es espec&amp;#237;ficas, como na entrada e na sa&amp;#237;da dos portos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Cisne Branco n&amp;#227;o &amp;#233; todo de madeira: o casco e o mastro s&amp;#227;o de a&amp;#231;o. Apenas o conv&amp;#233;s &amp;#233; em madeira.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Curiosidades  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio-veleiro &amp;#233; utilizado na forma&amp;#231;&amp;#227;o de oficiais e pra&amp;#231;as e mant&amp;#233;m tradi&amp;#231;&amp;#245;es navais antigas e curiosas. Uma delas se refere a uma moeda de 100 r&amp;#233;is, de 1936, com o busto de Almirante Tamandar&amp;#233; (patrono da Marinha), que foi doada pelo almirante-de-Esquadra Arlindo Vianna Filho (chefe do Estado-Maior da Armada em 2000, quando o Cisne Branco foi incorporado &amp;#224; Marinha). Ela est&amp;#225; cravada sob o p&amp;#233; do mastro principal. Uma r&amp;#233;plica est&amp;#225; fixada na &amp;#225;rea interna do veleiro.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A moeda faz refer&amp;#234;ncia a uma lenda grega, em que uma moeda era utilizada como pagamento a figura mitol&amp;#243;gica, que fazia o transporte das almas dos tripulantes ao para&amp;#237;so.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O veleiro navega com uma imagem de Nossa Senhora da Boa Esperan&amp;#231;a, semelhante &amp;#224; que o navegador portugu&amp;#234;s Pedro &amp;#193;lvares Cabral trouxe em suas caravelas na viagem de Descobrimento do Brasil, em 1500. A r&amp;#233;plica foi doada ao navio por portugueses.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:11:46 -0200</pubDate></item><item><title>PERNAMBUCO  - OPERA&amp;#199;&amp;#195;O MANDA TR&amp;#202;S MIL TONELADAS DE LIXO DE NORONHA PARA O CONTINENTE</title><description>Uma verdadeira montanha de lixo est&amp;#225; sendo removida do arquip&amp;#233;lago&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Uma verdadeira montanha de lixo est&amp;#225; sendo removida do arquip&amp;#233;lago de Fernando de Noronha, em Pernambuco. A Administra&amp;#231;&amp;#227;o da Ilha montou uma megaopera&amp;#231;&amp;#227;o para retirada de tr&amp;#234;s mil toneladas - cerca de tr&amp;#234;s milh&amp;#245;es de quilos - de pl&amp;#225;stico, latas, madeira e at&amp;#233; lixo org&amp;#226;nico (restos de comida), que est&amp;#227;o acumulados em Noronha. No trabalho est&amp;#227;o sendo usados sete caminh&amp;#245;es, tr&amp;#234;s guinchos, um rebocador e uma balsa. As embarca&amp;#231;&amp;#245;es foram alugadas no Rio de Janeiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao todo, 34 homens trabalham nesta opera&amp;#231;&amp;#227;o, que envolve a remo&amp;#231;&amp;#227;o dos sacos com lixo prensado (chamados big bags) com quinhentos quilos cada um, da usina de res&amp;#237;duos at&amp;#233; o Porto de Santo Ant&amp;#244;nio para o embarque. O servi&amp;#231;o est&amp;#225; sendo realizado em dois turnos at&amp;#233; a meia noite. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que a primeira balsa zarpe de Fernando de Noronha nesta quarta-feira (25) rumo ao Porto de Suape, na Regi&amp;#227;o Metropolitana do Recife. Nesta etapa, devem ser transportadas mil toneladas de lixo. Estima-se que sejam gastos nesta opera&amp;#231;&amp;#227;o cerca de R$ 1,6 milh&amp;#227;o, verba do Governo do Estado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O coordenador de infraestrutura da Administra&amp;#231;&amp;#227;o do Distrito, Paulo Coelho, informou que o lixo come&amp;#231;ou a ser acumulado em Noronha em 2009, quando a empresa que realizava o transporte para o continente deixou de realizar o trabalho , rompendo um contrato firmado. Foram cinco meses sem a retirada dos res&amp;#237;duos. Ap&amp;#243;s a contrata&amp;#231;&amp;#227;o de uma nova empresa, uma determina&amp;#231;&amp;#227;o da Capitania dos Portos obrigou que todas as embarca&amp;#231;&amp;#245;es fossem reformadas, o que gerou mais dois meses de paralisa&amp;#231;&amp;#227;o. Seguindo Paulo Coelho, desde ent&amp;#227;o o governo tenta resolver o problema do lixo acumulado, o que est&amp;#225; sendo executado agora. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Isa&amp;#237;as Pedro da Silva, respons&amp;#225;vel pelas atividades de remo&amp;#231;&amp;#227;o por parte da Universo, empresa que faz a limpeza urbana em Noronha, acredita no arquip&amp;#233;lago &amp;#233; de cerca de 120 toneladas por m&amp;#234;s, e o navio que faz retirada deste lixo tem transportado cerca de 80 toneladas/m&amp;#234;s. O coordenador de Infraestrutura do Distrito discorda desta opini&amp;#227;o. Ele acredita que a partir de agora os problemas de ac&amp;#250;mulo ser&amp;#227;o solucionados, at&amp;#233; porque o governo est&amp;#225; com processo aberto para troca da empresa que faz a limpeza urbana da ilha. &quot;A licita&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; foi realizada e o processo est&amp;#225; sendo analisado pelo Tribunal de Contas do Estado&quot;, afirma Coelho. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A maioria do lixo que &amp;#233; enviado para o continente poderia ser reciclado e transformado em novos produtos. Paulo Coelho avalia que a reciclagem n&amp;#227;o &amp;#233; feita em Noronha porque a ilha n&amp;#227;o tem demanda para consumir tudo que fosse produzido. &quot;A produ&amp;#231;&amp;#227;o seria muito maior que a capacidade de consumo, n&amp;#227;o &amp;#233; vi&amp;#225;vel&quot;, sentencia o coordenador. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 25/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:11:10 -0200</pubDate></item><item><title>MMX NEGA INTERESSE EM VENDA DE CONTROLE PARA FERROUS</title><description>A MMX, mineradora controlada pelo Grupo EBX, do empres&amp;#225;rio Eike Batista, negou interesse em uma poss&amp;#237;vel venda do controle da companhia para a Ferrous Resources.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A MMX n&amp;#227;o tem qualquer interesse no projetado neg&amp;#243;cio&quot;, diz a &amp;#237;ntegra do comunicado enviado pela MMX ao Valor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com not&amp;#237;cias veiculadas pela Bloomberg, a Ferrous, que tem como s&amp;#243;cios fundos de investimentos estrangeiros e investidores brasileiros, teria feito uma proposta de US$ 2,3 bilh&amp;#245;es pela MMX Minera&amp;#231;&amp;#227;o e Met&amp;#225;licos no m&amp;#234;s passado. Pela proposta, a Ferrous ficaria com 53% da nova companhia, enquanto os atuais acionistas da MMX ficariam com os 47% restanets.&lt;br&gt;
Fonte: Valor / Por Rafael Rosas&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:51:23 -0200</pubDate></item><item><title>THYSSENKRUPP ESTUDA VENDER USINA NO RIO, DIZ REVISTA</title><description>Empresa culpou altos custos da f&amp;#225;brica no Brasil pelos preju&amp;#237;zos registrados no ano fiscal de 2010/2011&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ThyssenKrupp est&amp;#225; considerando a venda das usinas da empresa no Rio de Janeiro e no Estado norte-americano do Alabama, publicou nesta quinta-feira a revista alem&amp;#227; Manager, citando fontes na companhia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Vale, que j&amp;#225; tem participa&amp;#231;&amp;#227;o de cerca de 25% na Companhia Sider&amp;#250;rgica do Atl&amp;#226;ntico (CSA), pode ser uma poss&amp;#237;vel compradora, publicou a revista em sua edi&amp;#231;&amp;#227;o online. Procurados, representantes da ThyssenKrupp na Alemanha e da Vale no Brasil se recusaram a comentar o assunto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A not&amp;#237;cia foi publicada um dia antes do encontro anual da ThyssenKrupp, no qual a maior produtora de a&amp;#231;o da Alemanha deve enfrentar questionamentos de acionistas sobre a CSA e a usina no Alabama.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ThyssenKrupp teve preju&amp;#237;zo l&amp;#237;quido de 1,8 bilh&amp;#227;o de euros (US$ 2,4 bilh&amp;#245;es) no ano fiscal de 2010/2011 e culpou o resultado aos altos custos da f&amp;#225;brica no Brasil, operada por sua unidade Steel Americas, e o fortalecimento da moeda brasileira e os fracos mercados de a&amp;#231;o nos Estados Unidos e na Europa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As usinas da ThyssenKrupp no Brasil e no Alabama s&amp;#227;o interligadas, com a CSA produzindo placas de a&amp;#231;o para serem acabadas nos EUA. A usina no Rio de Janeiro, que tem capacidade para 5 milh&amp;#245;es de toneladas de placas por ano, come&amp;#231;ou a operar em setembro de 2010, ap&amp;#243;s investimento de 5 bilh&amp;#245;es de euros e cinco anos de constru&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A CSA -projetada em 2005, quando o mercado de a&amp;#231;o mundial n&amp;#227;o atravessava uma crise de sobreoferta e forte alta nos custos de insumos como carv&amp;#227;o e min&amp;#233;rio de ferro- sofreu uma s&amp;#233;rie de problemas ambientais que atrasaram seu cronograma.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em setembro passado, o vice-presidente financeiro da CSA, Rodrigo Tostes, afirmou que a empresa alcan&amp;#231;aria pico de produ&amp;#231;&amp;#227;o em meados deste ano.&lt;br&gt;
Fonte: Reuters Brasil&lt;br&gt;
Data : 22/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:51:09 -0200</pubDate></item><item><title>BAHIA INVESTE NA QUALIDADE DA HIDROVIA</title><description>Tr&amp;#234;s comboios fluviais com capacidade de transportar 3,5 mil toneladas de carga cada um trafegam atualmente no Rio S&amp;#227;o Francisco. Elas s&amp;#227;o da Icofort, que beneficia caro&amp;#231;o de algod&amp;#227;o em Juazeiro e operam no &amp;#250;nico trecho comercialmente naveg&amp;#225;vel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com extens&amp;#227;o de 610 km, entre Ibotirama e Juazeiro, esse trecho, do total de 1.371 km da hidrovia do S&amp;#227;o Francisco, &quot;sinaliza para a viabilidade econ&amp;#244;mica da navega&amp;#231;&amp;#227;o fluvial no rio,&quot; aponta o secret&amp;#225;rio do Planejamento da Bahia, Zez&amp;#233;u Ribeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele destaca a interven&amp;#231;&amp;#227;o do Governo do Estado, por meio de um decreto que deu condi&amp;#231;&amp;#245;es para a dragagem de 50,8 mil metros c&amp;#250;bicos de areia em tr&amp;#234;s passagens cr&amp;#237;ticas que dificultavam a navega&amp;#231;&amp;#227;o dos comboios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Esse trabalho garantiu a continuidade da navega&amp;#231;&amp;#227;o dos comboios, que estava em vias de ser paralisada&quot;. O documento declarava &quot;situa&amp;#231;&amp;#227;o de emerg&amp;#234;ncia&quot; em Limoeiro, Meleiro, Torrinha, Amarra Couro, Ilha do Mendon&amp;#231;a e Fazenda Carrapicho.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Nestes trechos, que integram a parte naveg&amp;#225;vel do rio, haviam se formado bancos de areia que inviabilizavam o tr&amp;#225;fego aquavi&amp;#225;rio e ofereciam um risco crescente para a seguran&amp;#231;a da navega&amp;#231;&amp;#227;o. Por isso, era imperiosa a execu&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os emergenciais&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A hidrovia &amp;#233; um modal vantajoso, tanto do ponto de vista econ&amp;#244;mico quanto do ambiental. Um comboio, ao fazer um carregamento de 3,5 mil toneladas, retira das estradas cerca de 80 carretas com 45 toneladas cada, colaborando para a seguran&amp;#231;a.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os bancos de areia que amea&amp;#231;avam interromper o fluxo de mercadorias regularmente transportadas pela hidrovia se formaram com a estiagem ocorrida entre os meses de agosto e novembro, acentuando o rebaixamento do n&amp;#237;vel do Rio S&amp;#227;o Francisco.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O rio &amp;#233; utilizado principalmente para o escoamento da safra de gr&amp;#227;os, o que ocorre entre os meses de maio e mar&amp;#231;o do ano seguinte, per&amp;#237;odo durante o qual a navega&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o pode ser interrompida, pois provocaria grandes preju&amp;#237;zos para a economia baiana.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A dragagem dos mais de 50 mil metros c&amp;#250;bicos ocorreu entre 22 de setembro e 29 de dezembro do ano passado. Os trechos beneficiados foram a Ilha do Mendon&amp;#231;a, Amarra Couro e a Fazenda Carrapicho. &lt;br&gt;
Fonte:A Regi&amp;#227;o&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:50:55 -0200</pubDate></item><item><title>FIAT VAI IMPORTAR CARROS POR SUAPE</title><description>Atualmente, os ve&amp;#237;culos vindos do M&amp;#233;xico s&amp;#227;o desembarcados no Porto do Rio de Janeiro, o que retarda uma opera&amp;#231;&amp;#227;o mais eficiente de distribui&amp;#231;&amp;#227;o desses modelos no Nordeste&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Fiat iniciou as negocia&amp;#231;&amp;#245;es com o governo do Estado para instalar uma central de distribui&amp;#231;&amp;#227;o de ve&amp;#237;culos no Complexo Portu&amp;#225;rio de Suape. A inten&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; atender o mercado do Nordeste, melhorando a sua opera&amp;#231;&amp;#227;o de importa&amp;#231;&amp;#227;o de modelos fabricados no M&amp;#233;xico, de onde saem os ve&amp;#237;culos Freemont (uma SUV lan&amp;#231;ada no meio do ano passado) e o compacto retr&amp;#244; Fiat 500 (fala-se como em italiano, cinquecento). A opera&amp;#231;&amp;#227;o aconteceria antes mesmo da conclus&amp;#227;o de sua f&amp;#225;brica no munic&amp;#237;pio de Goiana, segundo o Blog de Jamildo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, os ve&amp;#237;culos vindos do M&amp;#233;xico s&amp;#227;o desembarcados no Porto do Rio de Janeiro, o que retarda uma opera&amp;#231;&amp;#227;o mais eficiente de distribui&amp;#231;&amp;#227;o desses modelos no Nordeste. Apesar de ser menos conhecido no mercado local, o Freemont &amp;#233; um carro que tem fila de espera nas concession&amp;#225;rias da montadora nos munic&amp;#237;pios do Nordeste. Segundo a assessoria de imprensa da Fiat, a log&amp;#237;stica de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de um modelo importado envolve estocagem e distribui&amp;#231;&amp;#227;o, elementos essenciais para o sucesso de vendas, que se inicia com o pedido. A empresa n&amp;#227;o informa n&amp;#250;meros nem d&amp;#225; prazo para o in&amp;#237;cio da opera&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O vice-presidente de Suape, Frederico Am&amp;#226;ncio, diz que as negocia&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o dentro do planejamento de estrutura&amp;#231;&amp;#227;o da Fiat no Estado e que j&amp;#225; estava prevista a possibilidade de importa&amp;#231;&amp;#227;o de ve&amp;#237;culos por meio do porto. &quot;N&amp;#227;o h&amp;#225; nada fechado. Iniciamos a conversa com a montadora dentro do pr&amp;#243;prio processo de instala&amp;#231;&amp;#227;o de opera&amp;#231;&amp;#245;es log&amp;#237;sticas que ser&amp;#227;o feitas por Suape&quot;, diz.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal do Commercio (PE)&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:50:26 -0200</pubDate></item><item><title>TERMINAL E PORTO SECO DE CAMPO GRANDE N&amp;#195;O OPERAM ESTE ANO</title><description>Com investimento de R$ 22 milh&amp;#245;es, o Terminal Intermodal de Cargas e o Porto Seco de Campo Grande n&amp;#227;o devem come&amp;#231;ar a funcionar este ano. Problemas burocr&amp;#225;ticos emperram o processo licitat&amp;#243;rio, que vai definir as empresas que administrar&amp;#227;o os locais. Enquanto isso, partes da obra levantada j&amp;#225; sofrem com a falta de uso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O projeto se divide basicamente em duas estruturas: o Porto Seco propriamente dito seria uma aduana, com funcion&amp;#225;rios da Receita Federal respons&amp;#225;veis por lidar principalmente com documentos referentes &amp;#224; importa&amp;#231;&amp;#227;o e exporta&amp;#231;&amp;#227;o. MS &amp;#233; o &amp;#250;nico estado do Centro-Oeste que n&amp;#227;o possui um Porto Seco. J&amp;#225; o Terminal Intermodal de Cargas ser&amp;#225; composto por diversos servi&amp;#231;os, desde posto de combust&amp;#237;vel at&amp;#233; acomoda&amp;#231;&amp;#245;es para caminhoneiros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A estrutura &amp;#233; completa por uma unidade do Governo estadual, localizada ao lado, que resolveria pend&amp;#234;ncia com documentos e tributos regionais, e pela unidade da ALL, empresa respons&amp;#225;vel pelas linhas f&amp;#233;rreas do Estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Projeto antigo, estudado desde 1999, o Porto Seco come&amp;#231;ou a sair do papel apenas em 2008, com o in&amp;#237;cio das obras na sa&amp;#237;da para Sidrol&amp;#226;ndia, realizadas pela Prefeitura municipal com verbas federais. No caso da aduana, o maior problema &amp;#233; a falta de autoriza&amp;#231;&amp;#227;o por parte da Receita Federal. &quot;Todos os pedidos j&amp;#225; foram feitos oficialmente, estamos no aguardo. A expectativa &amp;#233; boa, acreditamos que uma resposta de Bras&amp;#237;lia chegue ainda no primeiro semestre&quot;, opinou Leonardo Barbirato Junior, assessor executivo da Prefeitura.&lt;br&gt;
Fonte: Correio do Estado/VIN&amp;#205;CIUS SQUINELLO&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:50:10 -0200</pubDate></item><item><title>VALE INVESTE EM MEGACENTRO DE DISTRIBUI&amp;#199;&amp;#195;O</title><description>Para encurtar a dist&amp;#226;ncia at&amp;#233; a China, competir com as mineradoras australianas (mais pr&amp;#243;ximas desse principal mercado) e reduzir a volatilidade dos pre&amp;#231;os, a Vale vai construir megacentros de distribui&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rio de ferro no exterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A maior aposta &amp;#233; num complexo que inclui terminal portu&amp;#225;rio e p&amp;#225;tio de estocagem situado na Mal&amp;#225;sia, cujo investimento &amp;#233; de US$ 1,4 bilh&amp;#227;o (R$ 2,5 bilh&amp;#245;es).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
L&amp;#225;, a Vale poder&amp;#225; manter, a partir de 2014, at&amp;#233; 30 milh&amp;#245;es de toneladas de min&amp;#233;rio de ferro -- cerca de 10% de sua produ&amp;#231;&amp;#227;o anual.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com esse estoque estrat&amp;#233;gico, a Vale atender&amp;#225; mais rapidamente os clientes chineses. A partir dos terminais brasileiros, um navio da Vale leva 45 dias para chegar &amp;#224; China, enquanto suas concorrentes australianas BHP e Rio Tinto n&amp;#227;o demoram mais do que 12 dias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sozinho, o pa&amp;#237;s asi&amp;#225;tico absorve 45% das vendas da Vale e poder&amp;#225; ser atendido em menos de dez dias a partir da Mal&amp;#225;sia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O objetivo &amp;#233;, primeiro, reduzir o custo de chegar &amp;#224; &amp;#193;sia. Segundo, possibilitar a blendagem [mistura] de diferentes min&amp;#233;rios para melhorar a qualidade. E, terceiro, atender os clientes em tempo igual ou inferior ao dos concorrentes mais pr&amp;#243;ximos (australianos, indianos e sul-africanos)&quot;, disse &amp;#224; Folha Jos&amp;#233; Carlos Martins, diretor-executivo de Ferrosos e Estrat&amp;#233;gia da Vale.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Motivo n&amp;#227;o menos importante, afirma, &amp;#233; diminuir a volatilidade do frete e do pre&amp;#231;o do min&amp;#233;rio -gra&amp;#231;as ao elevado estoque. &quot;A volatilidade &amp;#233; ruim para produtores e consumidores e s&amp;#243; favorece especuladores e intermedi&amp;#225;rios&quot;, diz Martins.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Victor Pena, analista do Banco do Brasil, a Vale poder&amp;#225; aproveitar mais rapidamente momentos de pre&amp;#231;o em alta para atender em prazo mais curto os clientes chineses -a maioria sem contratos longos e com pre&amp;#231;os fixados no curto prazo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com o crescimento da produ&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#243;pria de min&amp;#233;rio de ferro das sider&amp;#250;rgicas brasileiras, diz, a Vale ter&amp;#225; excedente ainda maior para exporta&amp;#231;&amp;#227;o e se prepara para colocar o produto no exterior a um custo menor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa j&amp;#225; instalou outro centro de distribui&amp;#231;&amp;#227;o em Om&amp;#227; para atender &amp;#193;frica, Oriente M&amp;#233;dio e &amp;#205;ndia. Investiu US$ 300 milh&amp;#245;es (R$ 530 milh&amp;#245;es). No local, j&amp;#225; havia um porto adaptado &amp;#224;s necessidades da Vale -por isso, a aloca&amp;#231;&amp;#227;o de recursos foi menor do que na Mal&amp;#225;sia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No terminal portu&amp;#225;rio da Mal&amp;#225;sia, poder&amp;#227;o atracar os megacargueiros Valemax -- navios do mesmo tipo do que sofreu rachaduras e passa por reparos na costa do Maranh&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Desse modo, a mineradora equaciona outro problema: nenhum desses navios teve ainda autoriza&amp;#231;&amp;#227;o para parar nos portos chineses.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para proteger as mineradoras locais, a China barrou os supercargueiros alegando falta de dados sobre os riscos ambientais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Martins diz que a estrat&amp;#233;gia de contratar esses supernavios -- verdadeiros estoques flutuantes -- &amp;#233; integrada &amp;#224; dos centros de distribui&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte: FOLHA.COM&lt;br&gt;
Data : 22/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:49:54 -0200</pubDate></item><item><title>BARCARENA RECEBE MAIS UM EMPREENDIMENTO MILION&amp;#193;RIO</title><description>Empresas de todo o mundo apontam a Regi&amp;#227;o Norte como a que mais se desenvolve no Brasil. Foi com esta certeza que a Tecop inaugurou na manh&amp;#227; da &amp;#250;ltima sexta-feira, 20, o terminal de combust&amp;#237;veis s&amp;#243;lidos em Barcarena, no Par&amp;#225;. Munic&amp;#237;pio detentor de um importante polo industrial no Norte do pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Localizado ao lado do porto de Vila do Conde, o terminal j&amp;#225; possui capacidade para importar e beneficiar cerca de 400 mil toneladas por ano. O potencial da regi&amp;#227;o &amp;#233; de no m&amp;#237;nimo 500 mil toneladas de coque de petr&amp;#243;leo e 500 mil toneladas de coque metal&amp;#250;rgico por ano, que subsidiar&amp;#227;o o estado do Par&amp;#225; por meio das ind&amp;#250;strias de cimento, celulose, alum&amp;#237;nio e cer&amp;#226;mica, e as grandes siderurgias localizadas nos munic&amp;#237;pios de Marab&amp;#225; e A&amp;#231;ail&amp;#226;ndia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico e Incentivo &amp;#224; Produ&amp;#231;&amp;#227;o do Estado, Sidney Rosa, esteve na inaugura&amp;#231;&amp;#227;o do novo empreendimento e representando o Governador do Estado, Sim&amp;#227;o Jatene, falou da import&amp;#226;ncia da Tecop para a regi&amp;#227;o. &quot;Esta empresa vem para integrar exatamente o que n&amp;#243;s estamos construindo no setor industrial do Par&amp;#225;. N&amp;#243;s precisamos agregar valor as nossas mat&amp;#233;rias primas, e somente poderemos faz&amp;#234;-lo se existirem meios que garantam a transforma&amp;#231;&amp;#227;o industrial&quot;, afirmou o secret&amp;#225;rio. Ainda de acordo com ele, o &quot;maior objetivo &amp;#233; incentivar cada vez mais empresas como esta e aumentar a gera&amp;#231;&amp;#227;o de emprego e renda no Estado do Par&amp;#225;&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente da Tecop, Jan Ruijsenaars, ressaltou a import&amp;#226;ncia de escolher o Estado para receber as instala&amp;#231;&amp;#245;es do terminal da empresa. &quot;A escolha se deu em fun&amp;#231;&amp;#227;o da boa estrutura portu&amp;#225;ria da localidade, da disponibilidade de uma &amp;#225;rea pr&amp;#243;xima ao porto - que foi adquirida em 2008 -, e ainda, pelo potencial de desenvolvimento de produtos de biomassa que a Regi&amp;#227;o Norte do pa&amp;#237;s disponibiliza&quot;, frisou o empres&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda de acordo com Jan, depois do sucesso de Cabedelo, no Estado da Para&amp;#237;ba, onde a empresa instalou seu primeiro terminal, o pr&amp;#243;ximo passo foi buscar outra regi&amp;#227;o onde pudesse &apos;repetir o sucesso&apos;. &quot;Ao dividir o pa&amp;#237;s em regi&amp;#245;es, identificamos um ponto de distribui&amp;#231;&amp;#227;o que atinge uma grande &amp;#225;rea. Chegamos a analisar a regi&amp;#227;o sudeste, lugar de muitas possibilidades, por&amp;#233;m seria f&amp;#225;cil sermos copiados pela concorr&amp;#234;ncia, ao passo que na Regi&amp;#227;o Norte apontamos Barcarena como um lugar detentor de um porto muito bem posicionado, o com uma boa infraestrutura para importa&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, avaliou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O canadense Brian Acton - representante da Oxbow, maior produtora mundial de coque de petr&amp;#243;leo calcinado -, esteve em Barcarena e acompanhou a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o da Tecop, da qual &amp;#233; s&amp;#243;cio majorit&amp;#225;rio. Cheio de expectativas positivas diante da grande pot&amp;#234;ncia econ&amp;#244;mica do Estado, ele falou que &quot;o porto de Vila do Conde &amp;#233; estrategicamente bem localizado, ao passo que no Brasil a log&amp;#237;stica de escoamento ainda &amp;#233; deficit&amp;#225;ria&quot;. Ainda assim o empres&amp;#225;rio, que investe em mais de 40 pa&amp;#237;ses, falou de sua satisfa&amp;#231;&amp;#227;o em investir no Brasil e no Par&amp;#225;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Meio Ambiente&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Coque - obtido atrav&amp;#233;s de res&amp;#237;duos do processamento produtivo das refinarias de petr&amp;#243;leo -, &amp;#233; um produto inerte, portanto, sem riscos de causar doen&amp;#231;as. Ainda assim, a empresa far&amp;#225; a aspers&amp;#227;o do Petcoke, ou seja, vai molhar o produto para evitar a emiss&amp;#227;o de part&amp;#237;culas de poeira e realizar&amp;#225; o lonamento dos caminh&amp;#245;es evitando que parte do produto seja derramado durante o transporte.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outra medida a ser tomada pela Tecop ser&amp;#225; a de promover varredeira para evitar a dispers&amp;#227;o da poeira, al&amp;#233;m da lavagem dos pneus na entrada e na sa&amp;#237;da dos caminh&amp;#245;es que transportam o produto do porto &amp;#224; instala&amp;#231;&amp;#227;o de armazenagem.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Promovido pela empresa de eventos Ciamaz&amp;#244;nica, o encontro entre empres&amp;#225;rios, funcion&amp;#225;rios e autoridades terminou com a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o do Bal&amp;#233; Folcl&amp;#243;rico da Amaz&amp;#244;nia, que mostrou todo o ritmo e gingado do carimb&amp;#243;. E estendeu a programa&amp;#231;&amp;#227;o de inaugura&amp;#231;&amp;#227;o em um passeio que os levou das margens do rio Tocantins &amp;#224;s margens do rio Guam&amp;#225;.&lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Par&amp;#225; de Not&amp;#237;cias/Cora Coralina - Secom&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:49:38 -0200</pubDate></item><item><title>EQUIPAMENTO IN&amp;#201;DITO VAI MONITORAR O RIO NEGRO PARA APOIAR SEGURAN&amp;#199;A DE EMBARCA&amp;#199;&amp;#213;ES</title><description>O Estado do Amazonas vai ser contemplado com uma in&amp;#233;dita ferramenta para a seguran&amp;#231;a da navega&amp;#231;&amp;#227;o fluvial: o ond&amp;#243;grafo. Mais comum no monitoramento das ondas do mar, o ond&amp;#243;grafo ser&amp;#225; instalado em uma &amp;#225;rea do rio Negro, pr&amp;#243;ximo ao Porto de Manaus, e ter&amp;#225; o objetivo de registrar intensidade e altura dos banzeiros e medir dire&amp;#231;&amp;#227;o e intensidade do vento. A instala&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; prevista para ocorrer no pr&amp;#243;ximo m&amp;#234;s de abril.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A aquisi&amp;#231;&amp;#227;o do ond&amp;#243;grafo &amp;#233; resultado de um projeto desenvolvimento pelo Servi&amp;#231;o Geol&amp;#243;gico do Brasil (CPRM), Sistema de Prote&amp;#231;&amp;#227;o da Amaz&amp;#244;nia (Sipam) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os recursos no valor de R$1,1 milh&amp;#227;o para a aquisi&amp;#231;&amp;#227;o do ond&amp;#243;grafo de uma empresa norte-americana bem como outros equipamentos, como duas esta&amp;#231;&amp;#245;es climatol&amp;#243;gicas, vieram por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa p&amp;#250;blica vinculada ao Minist&amp;#233;rio de Ci&amp;#234;ncia e Tecnologia (MCTI).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outros R$400 mil ser&amp;#227;o destinados a investimentos em pesquisas, incluindo contrata&amp;#231;&amp;#227;o de bolsistas. O projeto todo &amp;#233; intitulado Rede de Monitoramento Ambiental 2 (Reman).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Orienta&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O superintendente do CPRM no Amazonas, Marco Ant&amp;#244;nio Oliveira, um dos idealizadores do projeto, disse ao portal acritica.com que as variabilidades monitoradas e observadas por meio do equipamento ser&amp;#227;o repassadas para as institui&amp;#231;&amp;#245;es de seguran&amp;#231;a da navega&amp;#231;&amp;#227;o e de clima, como Capitania dos Portos e Defesa Civil.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A abrang&amp;#234;ncia do ond&amp;#243;grafo (que tem forma de b&amp;#243;ia) ser&amp;#225; desde o Porto de Manaus e vai at&amp;#233; a regi&amp;#227;o da Vila de Paricatuba, no munic&amp;#237;pio de Iranduba.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O ond&amp;#243;grafo vai intensificar as orienta&amp;#231;&amp;#245;es. Ele ficar&amp;#225; fundiado no rio e transmitir&amp;#225; as varia&amp;#231;&amp;#245;es da amplitude das ondas&quot;, explica o superintendente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O projeto tamb&amp;#233;m prev&amp;#234; a instala&amp;#231;&amp;#227;o de um hidroclima, que entre outras fun&amp;#231;&amp;#245;es vai registrar o n&amp;#237;vel dos rios de forma autom&amp;#225;tica. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ventania&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O interesse em adquirir um equipamento e adapt&amp;#225;-lo para as condi&amp;#231;&amp;#245;es caracter&amp;#237;sticas dos rios teve como insight um fato ocorrido h&amp;#225; sete anos, quando uma s&amp;#233;rie de embarca&amp;#231;&amp;#245;es veio &amp;#224; pique devido a uma ventania acima da m&amp;#233;dia e uma forte tempestade registrada na regi&amp;#227;o metropolitana de Manaus.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conforme Oliveira, aquela tempestade que virou as embarca&amp;#231;&amp;#245;es veio do oeste, ao contr&amp;#225;rio das normais, que v&amp;#234;m de nordeste.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Por isso vamos colocar as esta&amp;#231;&amp;#245;es hidroclimatol&amp;#243;gicas a montante (oeste) e a jusante (leste) do ond&amp;#243;grafo, para pegar as duas dire&amp;#231;&amp;#245;es dos ventos&quot;, explicou o superintendente da CPRM.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Modelo&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A meteorologista Jaci Oliveira, que integra o grupo do Reman, informa que o Sipam ser&amp;#225; respons&amp;#225;vel pela medi&amp;#231;&amp;#227;o da atmosfera. O CPRM vai estudar as varia&amp;#231;&amp;#245;es das ondas e o n&amp;#237;vel do rio e a Ufam analisar os impactos destas condi&amp;#231;&amp;#245;es nos navios e nas popula&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O modelo conceitual vai estudar qual o vento que gera o banzeiro e qual o banzeiro que gera efeito perigoso para as embarca&amp;#231;&amp;#245;es&quot;, destaca.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Jaci conta que embora a instala&amp;#231;&amp;#227;o seja restrita a uma espec&amp;#237;fica, o equipamento ter&amp;#225; um modelo que acabar&amp;#225; servindo para o restante de toda a calha do rio Negro, no Amazonas.&lt;br&gt;
Fonte: A Cr&amp;#237;tica/ELA&amp;#205;ZE FARIAS&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:49:20 -0200</pubDate></item><item><title>TCU FAR&amp;#193; PENTE-FINO NA PETROBRAS</title><description>Rio - O Tribunal de Contas da Uni&amp;#227;o (TCU) vai promover este ano uma varredura nos contratos assinados pela Petrobras e por empresas em que a estatal tenha o controle societ&amp;#225;rio, no Brasil e no exterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o Tribunal, a empresa tem desrespeitado regras de contrata&amp;#231;&amp;#227;o. Maior estatal brasileira, a Petrobras assinou no ano passado contratos que somam R$ 16,3 bilh&amp;#245;es sem qualquer tipo de concorr&amp;#234;ncia ou tomada de pre&amp;#231;os com fornecedores, o que representou quase um ter&amp;#231;o da contrata&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os da companhia (R$ 52 bilh&amp;#245;es). O valor equivale ainda a 19% dos R$ 84,7 bilh&amp;#245;es em investimentos previstos pela empresa em 2011.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Se levarmos em conta os &amp;#250;ltimos tr&amp;#234;s anos, as contrata&amp;#231;&amp;#245;es sem concorr&amp;#234;ncia engordaram as contas banc&amp;#225;rias de prestadores de servi&amp;#231;os em&lt;br&gt;
R$ 49,8 bilh&amp;#245;es. Os dados foram compilados com base em cerca de 20 mil contratos de servi&amp;#231;os ? constru&amp;#231;&amp;#227;o, projetos, instala&amp;#231;&amp;#245;es de equipamentos e manuten&amp;#231;&amp;#227;o, por exemplo ? dispon&amp;#237;veis no site da estatal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A compra sem concorr&amp;#234;ncia &amp;#233; prevista pela pr&amp;#243;pria Lei das Licita&amp;#231;&amp;#245;es (n&amp;#250;mero 8.666) e pelo decreto que simplificou as contrata&amp;#231;&amp;#245;es da estatal em 1998, que permitem classificar os contratos como &quot;dispensa&quot;, &quot;inexigibilidade&quot;, &quot;inaplicabilidade&quot; ou &quot;conv&amp;#234;nios&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o Tribunal, que se posiciona contr&amp;#225;rio &amp;#224; flexibiliza&amp;#231;&amp;#227;o das regras de compras da empresa, seu t&amp;#233;cnicos come&amp;#231;am a observar desrespeito &amp;#224;s regras, mesmo pelos crit&amp;#233;rios previstos no decreto de 1998.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Muitas vezes, o Tribunal verifica que a Petrobras tem descumprido at&amp;#233; as regras do decreto. A estatal &amp;#233; muito grande, dentro do Brasil e no exterior. Estamos agora tentando varrer todas as atividades societ&amp;#225;rias da Petrobras. A Petrobras Am&amp;#233;rica, que tem escrit&amp;#243;rios no Golfo do M&amp;#233;xico e em Nova York, pode ser auditada a qualquer momento. No ano passado, fizemos isso na Petrobras Netherlands, que contrata plataformas, e impedimos o pagamento referente ao reequil&amp;#237;brio financeiro de um contrato&quot;, disse Carlos Eduardo de Queiroz Pereira, titular da 9&amp;#170; Secretaria de Controle Externo do TCU.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os contratos sem licita&amp;#231;&amp;#227;o da Petrobras geram pol&amp;#234;mica desde que o governo Fernando Henrique Cardoso baixou o decreto em 1998 flexibilizando as regras de contrata&amp;#231;&amp;#227;o da companhia.&lt;br&gt;
Fonte: A Gazeta - ES&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:48:38 -0200</pubDate></item><item><title>MEGAEMPRES&amp;#193;RIO EIKE BATISTA CORRE ATR&amp;#193;S DE ESPA&amp;#199;O PARA SUPERPORTO</title><description>Na tentativa de acelerar a desapropria&amp;#231;&amp;#227;o das terras do futuro Superporto do A&amp;#231;u, em S&amp;#227;o Jo&amp;#227;o da Barra (cidade litor&amp;#226;nea no norte fluminense), a LLX, empresa de log&amp;#237;stica do megaempres&amp;#225;rio Eike Batista, decidiu comprar todos os terrenos poss&amp;#237;veis numa &amp;#225;rea de 70 quil&amp;#244;metros quadrados destinada ao parque industrial do empreendimento. At&amp;#233; mesmo as terras cujos supostos propriet&amp;#225;rios n&amp;#227;o conseguem comprovar a posse por meio de documentos est&amp;#227;o na mira de Eike, incomodado com o impasse criado na regi&amp;#227;o a partir do momento em que anunciou, h&amp;#225; quase seis anos, a inten&amp;#231;&amp;#227;o de construir o porto e um estaleiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O bilion&amp;#225;rio comprou, inicialmente, 100 quil&amp;#244;metros quadrados em um trecho ermo do A&amp;#231;u, no litoral de S&amp;#227;o Jo&amp;#227;o da Barra. Ao requerer do governo do Estado do Rio o licenciamento ambiental, teve de aceitar a contrapartida de manter preservada metade da &amp;#225;rea, coberta por vegeta&amp;#231;&amp;#227;o de restinga. Assim, passou a ter apenas 50% do espa&amp;#231;o inicialmente planejado. O resto das terras que adquiriu virou &amp;#225;rea de preserva&amp;#231;&amp;#227;o, intoc&amp;#225;vel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m do porto projetado para exporta&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rio de ferro e apoio &amp;#224; atividade petrol&amp;#237;fera na vizinha Bacia de Campos, em desenvolvimento nos pr&amp;#243;ximas d&amp;#233;cadas por causa de descoberta do pr&amp;#233;-sal, Eike vislumbrava para a regi&amp;#227;o um complexo industrial de porte in&amp;#233;dito no Brasil.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
S&amp;#243; que, com a restri&amp;#231;&amp;#227;o ambiental, o megaempres&amp;#225;rio argumentou com o governador S&amp;#233;rgio Cabral (PMDB) que n&amp;#227;o teria como concretizar o que planejara. O governador decidiu ent&amp;#227;o desapropriar, numa primeira fase, uma &amp;#225;rea de 23 quil&amp;#244;metros quadrados, vizinha &amp;#224;s terras de Eike. Numa etapa posterior, mais 47 quil&amp;#244;metros quadrados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Foi quando os problemas surgiram. Nas terras da fase 1, a Companhia de Desenvolvimento do Estado do Rio (Codin) mapeou 151 propriedades rurais. Dessas, s&amp;#243; 16 eram habitadas permanentemente; 60 desenvolviam algum tipo de lavoura; as outras 91 eram pastagens naturais, em terreno arenoso e de capim de baixa qualidade. Os 16 propriet&amp;#225;rios residentes foram indenizados e reassentados na Vila da Terra, constru&amp;#237;da pela LLX em &amp;#225;rea vizinha ao futuro complexo industrial. A empresa de Eike j&amp;#225; adquiriu 67 das 151 propriedades, nenhuma delas com a posse comprovada por documentos oficiais.&lt;br&gt;
Fonte: A Gazeta (Vit&amp;#243;ria)ES&lt;br&gt;
Data : 22/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:48:23 -0200</pubDate></item><item><title>IMPLANTA&amp;#199;&amp;#195;O DO POLO NAVAL DE JACON&amp;#201; PODE COME&amp;#199;AR ESTE ANO</title><description>Rio de Janeiro - Com a previs&amp;#227;o de gerar 9 mil empregos diretos e indiretos na fase de constru&amp;#231;&amp;#227;o, elevando esse n&amp;#250;mero para at&amp;#233; 12 mil ap&amp;#243;s a entrada em opera&amp;#231;&amp;#227;o, o projeto de  implanta&amp;#231;&amp;#227;o de um polo naval em Jacon&amp;#233;, distrito de Maric&amp;#225; (RJ), poder&amp;#225; come&amp;#231;ar a sair do papel at&amp;#233; o fim deste ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Estamos trabalhando para ter o licenciamento ainda no segundo semestre&quot;, disse o prefeito de Maric&amp;#225;, Washington Quaqu&amp;#225;. O projeto prev&amp;#234; investimento de R$ 5,4 bilh&amp;#245;es e visa a preencher o d&amp;#233;ficit em log&amp;#237;stica, previsto com a explora&amp;#231;&amp;#227;o do petr&amp;#243;leo na &amp;#225;rea do pr&amp;#233;-sal, informou. &quot;A &amp;#225;rea de Jacon&amp;#233; &amp;#233; prop&amp;#237;cia a isso&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Amanh&amp;#227; (24), a constru&amp;#231;&amp;#227;o do polo naval ser&amp;#225; discutida durante reuni&amp;#227;o entre o prefeito de Maric&amp;#225; e o governador do Rio, Sergio Cabral Filho. O projeto tamb&amp;#233;m &amp;#233; estrat&amp;#233;gico para o estado em termos de escoamento da produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional, ressaltou Washington Quaqu&amp;#225;.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo ele, o munic&amp;#237;pio vem perseguindo h&amp;#225; tr&amp;#234;s anos o projeto de transformar Jacon&amp;#233; em &amp;#225;rea industrial para servir ao pr&amp;#233;-sal. O prefeito explicou que a cidade de Maric&amp;#225; e a regi&amp;#227;o de Jacon&amp;#233; t&amp;#234;m voca&amp;#231;&amp;#227;o tur&amp;#237;stica, mas admitiu que &quot;o turismo, sozinho, n&amp;#227;o sustenta a economia local. Esse porto &amp;#233; fundamental para dar uma base industrial &amp;#224; cidade, para gerar emprego, gerar recursos, para que o munic&amp;#237;pio possa investir na atividade do turismo&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo fluminense apoia o projeto. O secret&amp;#225;rio estadual de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico, Julio Bueno, ressaltou que a &amp;#225;rea tem voca&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o s&amp;#243; para escoar a produ&amp;#231;&amp;#227;o do Complexo Petroqu&amp;#237;mico do Rio de Janeiro (Comperj), localizado em Itabora&amp;#237;, como para receber estaleiro para a manuten&amp;#231;&amp;#227;o de plataformas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Jacon&amp;#233; ter&amp;#225; capacidade para receber 850 mil barris/dia de petr&amp;#243;leo, o que corresponde a 40% da produ&amp;#231;&amp;#227;o atual do pa&amp;#237;s. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que a obra seja conclu&amp;#237;da em 2015, coincidindo com a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o do Comperj.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O projeto &amp;#233; desenvolvido pela DTA Engenharia, respons&amp;#225;vel pelo planejamento de mais de 30 portos no Brasil e no exterior, informou a secretaria. A empresa j&amp;#225; est&amp;#225;  elaborando o pedido de licenciamento ambiental. Segundo o prefeito de Maric&amp;#225;,  n&amp;#227;o existe nenhuma unidade de conserva&amp;#231;&amp;#227;o ambiental naquela regi&amp;#227;o. &quot;N&amp;#227;o vemos problemas e acreditamos que a licen&amp;#231;a n&amp;#227;o vai tardar a sair&quot;, refor&amp;#231;ou o secret&amp;#225;rio Julio  Bueno.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Procurada pela Ag&amp;#234;ncia Brasil, a organiza&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o governamental internacional de defesa do meio ambiente Greenpeace alegou que n&amp;#227;o est&amp;#225; &quot;acompanhando de perto o caso do polo naval&quot; e, por isso, n&amp;#227;o dispunha de  fonte para comentar o projeto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Washington Quaqu&amp;#225; avaliou que a principal vantagem do Porto de Jacon&amp;#233; &amp;#233; a proximidade. Ele ficar&amp;#225; a 26 quil&amp;#244;metros do Comperj. A alternativa mais pr&amp;#243;xima, o Porto de A&amp;#231;u, situa-se a 250 quil&amp;#244;metros, acrescentou. Outro atrativo &amp;#233; a profundidade. &quot;Ele vai ser o porto mais profundo do Brasil e um dos mais profundos da Am&amp;#233;rica Latina. N&amp;#243;s vamos ter de 20 metros a 30 metros de profundidade&quot;. Isso permitir&amp;#225;  a atraca&amp;#231;&amp;#227;o de navios de alta capacidade, com at&amp;#233; 400 mil toneladas, disse o prefeito.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele considerou natural que em ano eleitoral ocorram manifesta&amp;#231;&amp;#245;es pol&amp;#237;ticas contr&amp;#225;rias ao projeto. Revelou, por&amp;#233;m, que pesquisa feita pela prefeitura apurou que 85% da popula&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#227;o favor&amp;#225;veis &amp;#224; constru&amp;#231;&amp;#227;o do porto. &quot;H&amp;#225;  uma ampla maioria da popula&amp;#231;&amp;#227;o de Maric&amp;#225; favor&amp;#225;vel ao empreendimento&quot;.&lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Brasil/Alana Gandra&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:48:07 -0200</pubDate></item><item><title>DILMA DECIDE: NATAL N&amp;#195;O TER&amp;#193; NOVO PORTO</title><description>Ao sancionar esta semana o Plano Plurianual (PPA) 2012/2015, cortando R$ 35,7 bilh&amp;#245;es em programa&amp;#231;&amp;#245;es de obras de infraestrutura que foram aprovadas pelo Congresso, a presidenta Dilma Rousseff tamb&amp;#233;m cortou as esperan&amp;#231;as do Rio Grande do Norte de ter um novo porto, um investimento estimado em R$ 2 bilh&amp;#245;es, fruto de emendas da bancada parlamentar do RN.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sonho acalentado h&amp;#225; muito anos, o novo porto de Natal, que seria constru&amp;#237;do na margem esquerda do Potengi, foi sepultado de vez por Dilma, que cortou o investimento . Foto: F&amp;#225;bio Cortez/DN/D.A Press&lt;br&gt;
Na rela&amp;#231;&amp;#227;o das obras barradas est&amp;#227;o, al&amp;#233;m do novo porto de Natal, o ramal Para&amp;#237;ba da ferrovia Nova Transnordestina e a constru&amp;#231;&amp;#227;o de uma ponte para interligar a BR-319 &amp;#224; rodovia AM-070, no estado do Amazonas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo justificou os cortes: &quot;Trata-se de empreendimentos de grande porte, que n&amp;#227;o possuem estudos pr&amp;#233;vios de viabilidade t&amp;#233;cnica, econ&amp;#244;mica, ambiental e social necess&amp;#225;rios &amp;#224; sua implementa&amp;#231;&amp;#227;o. O in&amp;#237;cio de obras nessas condi&amp;#231;&amp;#245;es aumentaria significativamente o risco de pulveriza&amp;#231;&amp;#227;o de recursos, de dilata&amp;#231;&amp;#227;o de prazos, de execu&amp;#231;&amp;#227;o e de paralisa&amp;#231;&amp;#227;o de obras&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em expans&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em mat&amp;#233;ria publicada pelo Di&amp;#225;rio de Natal/O Poti, no dia 9 de outubro de 2011,tinha-se uma no&amp;#231;&amp;#227;o exata do que representaria a expans&amp;#227;o do porto para a economia do Rio Grande do Norte.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com o p&amp;#225;tio lotado de mercadorias, o Porto de Natal localizado na margem direita do Rio Potengi, sinalizava para a urg&amp;#234;ncia em investimentos na amplia&amp;#231;&amp;#227;o e moderniza&amp;#231;&amp;#227;o de sua estrutura.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tr&amp;#234;s projetos foram inseridos nas duas edi&amp;#231;&amp;#245;es do Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento(PAC), do governo federal. O mais ousado deles era exatamente o que pretendia criar um novo cais na margem esquerda do rio Potengi, na Zona Norte. Atualmente, o porto ocupa uma &amp;#225;rea de 5,3 quil&amp;#244;metros quadrados e 540 metros de cais, e se situa entre os bairros da Ribeira e das Rocas, Zona Leste de Natal. A nova &amp;#225;rea na margem esquerda acrescentaria 8,7 quil&amp;#244;metros quadrados ao porto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A margem esquerda do rio tem caracter&amp;#237;sticas que facilitam o escoamento da produ&amp;#231;&amp;#227;o do estado.N&amp;#227;o est&amp;#225; encravada na &amp;#225;rea urbanizada, como a margem direita, e &amp;#233; mais desafogada do tr&amp;#226;nsito. O acesso aos modais rodovi&amp;#225;rio e ferrovi&amp;#225;rio tamb&amp;#233;m seria facilitado e a Zona Norte &amp;#233; mais pr&amp;#243;xima ao futuro Aeroporto de S&amp;#227;o Gon&amp;#231;alo do Amarante, que funcionar&amp;#225; como terminal de passageiros e de cargas&quot;, explicou, &amp;#224; &amp;#233;poca, Emerson Fernandes, diretor presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte at&amp;#233; a &amp;#250;ltima sexta-feira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com o projeto, a margem esquerda do rio Potengi seria utilizada para carga e descarga de min&amp;#233;rios de ferro e cont&amp;#234;ineres, enquanto a margem direita ficaria destinada para cargas soltas, como o trigo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A expans&amp;#227;o do Porto de Natal vinha ocorrendo paralelamente aos projetos estruturantes que viabilizam a cabotagem (transporte mar&amp;#237;timo de mercadorias entre portos de um mesmo pa&amp;#237;s), visto como uma op&amp;#231;&amp;#227;o ao sistema rodovi&amp;#225;rio, barateando os custos de escoamento. Recentemente foi conclu&amp;#237;da a dragagem da margem direitado rio Potengi, que aumentou o calado de 10 metros para 12,5metros de profundidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A largura das bacias, onde os navios fazem as manobras, passou de 250 para 300 metros. Com essas obras, o porto passou a receber navios com capacidade para at&amp;#233; 60 toneladas. &quot;Al&amp;#233;m de recebermos navios maiores, tamb&amp;#233;m podemos receber cont&amp;#234;ineres com at&amp;#233; cinco metros de altura, quando antes s&amp;#243; pod&amp;#237;amos receber os que tinham at&amp;#233; dois metros de altura&quot;, explicou Emerson Fernandes, ent&amp;#227;o diretor presidente da Docas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O primeiro projeto inclu&amp;#237;do no Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento(PAC) foi a amplia&amp;#231;&amp;#227;o do terceiro ber&amp;#231;o de atraca&amp;#231;&amp;#227;o, de 220 metros para 365 metros. O valor necess&amp;#225;rio &amp;#224; conclus&amp;#227;o da obra foi or&amp;#231;ado em R$ 108 milh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
Fonte:Di&amp;#225;rio de Natal&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:47:51 -0200</pubDate></item><item><title>CE: CHINESES MINAM 12% DAS VENDAS DA IND&amp;#218;STRIA T&amp;#202;XTIL</title><description>As exporta&amp;#231;&amp;#245;es de produtos t&amp;#234;xteis cearenses alcan&amp;#231;aram US$ 86,9 milh&amp;#245;es &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A penetra&amp;#231;&amp;#227;o de produtos t&amp;#234;xteis e de confec&amp;#231;&amp;#245;es acabadas importados no Cear&amp;#225; e as f&amp;#225;bricas de &quot;fundo de quintal&quot;, que atuam na informalidade, minaram em 12% as vendas e em 16% a produ&amp;#231;&amp;#227;o da ind&amp;#250;stria de confec&amp;#231;&amp;#227;o local, em 2011, enquanto a produ&amp;#231;&amp;#227;o f&amp;#237;sica da ind&amp;#250;stria t&amp;#234;xtil cearense registrava queda de 24,7%. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; as exporta&amp;#231;&amp;#245;es de produtos t&amp;#234;xteis cearenses alcan&amp;#231;aram US$ 86,9 milh&amp;#245;es, registrando eleva&amp;#231;&amp;#227;o de 23%, em compara&amp;#231;&amp;#227;o aos US$ 70,7 milh&amp;#245;es, em 2010. Em compensa&amp;#231;&amp;#227;o as importa&amp;#231;&amp;#245;es avan&amp;#231;aram em ritmo superior, com aumento de 60,3%, saltando de US$ 167,2 milh&amp;#245;es em 2010 para US$ para US$ 268,1 milh&amp;#245;es, no ano passado. No Brasil, dados do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi) revelam que a participa&amp;#231;&amp;#227;o de manufaturas t&amp;#234;xteis (fios, tecidos, malhas e outras mat&amp;#233;rias-primas) importados, sobretudo da China, &amp;#205;ndia e Vietn&amp;#227;, j&amp;#225; representaram nada menos que 31,6% da produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional e que os artigos de vestu&amp;#225;rio asi&amp;#225;ticos j&amp;#225; dominam 10% de todo o varejo brasileiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cotas&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Diante do avan&amp;#231;o dos produtos t&amp;#234;xteis e de confec&amp;#231;&amp;#227;o no Pa&amp;#237;s, a Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira da Ind&amp;#250;stria t&amp;#234;xtil (Abit) est&amp;#225; elaborando um pedido de salvaguardas para o setor, a ser apresentado ao Minist&amp;#233;rio da Ind&amp;#250;stria e Com&amp;#233;rcio (Mdic). Segundo o presidente do Sindicato das Ind&amp;#250;strias T&amp;#234;xteis do Cear&amp;#225;, Germano Maia, &quot;o documento fica pronto em mar&amp;#231;o pr&amp;#243;ximo. O objetivo da medida &amp;#233; &quot;proteger a ind&amp;#250;stria nacional da concorr&amp;#234;ncia desleal dos produtos chineses&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conforme disse, a ideia &amp;#233; a de que o governo brasileiro estabele&amp;#231;a cotas, em quantidade, de produtos t&amp;#234;xteis e de vestu&amp;#225;rio a serem importados, principalmente dos pa&amp;#237;ses asi&amp;#225;ticos. &quot;As salvaguardas ser&amp;#227;o essenciais para o setor&quot;, defende Maia, como forma de conter o avan&amp;#231;os dos importados chineses no mercado nacional, em 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Subs&amp;#237;dio chin&amp;#234;s&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com ele, h&amp;#225; quatro anos, a participa&amp;#231;&amp;#227;o dos produtos t&amp;#234;xteis asi&amp;#225;ticos no Pa&amp;#237;s era de 2,5%, e hoje, j&amp;#225; soma 10%, tr&amp;#234;s vezes mais. Para ele, a perda de competitividade do setor n&amp;#227;o ocorre por falta de qualidade nos produtos cearenses, &quot;mas devido &amp;#224; concorr&amp;#234;ncia desleal&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Da porta da f&amp;#225;brica para dentro est&amp;#225; tudo bem, temos qualidade, qualifica&amp;#231;&amp;#227;o e tecnologia. O problema est&amp;#225; do lado de fora&quot;, declara Maia, numa refer&amp;#234;ncia a elevada carga tribut&amp;#225;ria e aos juros altos no Brasil. Segundo ele, que esteve visitando f&amp;#225;bricas t&amp;#234;xteis na China, em novembro &amp;#250;ltimo, &amp;#233; dif&amp;#237;cil competir com os chineses, &quot;que gozam de subs&amp;#237;dios de 75% no pre&amp;#231;o do algod&amp;#227;o, recebem terrenos para constru&amp;#231;&amp;#227;o de ind&amp;#250;strias e uma s&amp;#233;rie de isen&amp;#231;&amp;#245;es fiscais&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Al&amp;#233;m de todos esses benef&amp;#237;cios (concedidos aos chineses), ainda sofremos com a informalidade&quot;, acrescenta o presidente do Sindicato das Ind&amp;#250;strias de Confec&amp;#231;&amp;#245;es do Cear&amp;#225; (Sindiconfec&amp;#231;&amp;#245;es), Marcos Vin&amp;#237;cius. Para ele, &quot;n&amp;#227;o &amp;#233; o produto chin&amp;#234;s que &amp;#233; barato, mas o brasileiro que &amp;#233; caro&quot;, ou encarecido com o excesso de encargos e impostos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Na China, a ind&amp;#250;stria de confec&amp;#231;&amp;#227;o paga 5% de imposto sobre o valor agregado, aqui, s&amp;#243; de ICMS, PIS e Confins, pagamos 23%&quot;, protesta Vin&amp;#237;cius. Com isso, acrescenta o empres&amp;#225;rio, os produtos chineses est&amp;#227;o invadindo os grandes magazines, principal consumidores da ind&amp;#250;stria de confec&amp;#231;&amp;#227;o local. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mercado interno&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas, para a Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira do Varejo T&amp;#234;xtil (Abvtex), entidade que re&amp;#250;ne as principais redes de varejo de vestu&amp;#225;rio do Pa&amp;#237;s, a participa&amp;#231;&amp;#227;o de 10% de itens importados de vestu&amp;#225;rio no mercado nacional n&amp;#227;o representa uma invas&amp;#227;o de pe&amp;#231;as asi&amp;#225;ticas no Pa&amp;#237;s ou que haja um descontrole na importa&amp;#231;&amp;#227;o, como alega setores da ind&amp;#250;stria. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com a Abvtex, esse percentual mostra que a ind&amp;#250;stria brasileira &amp;#233; tratada com prioridade pelos varejistas, cujo segmento deve fechar 2011 com alta de 12,4% no faturamento e a ind&amp;#250;stria com crescimento de 5% de faturamento. A entidade defende que as importa&amp;#231;&amp;#245;es se tornaram necess&amp;#225;rias para suprir uma pequena parte da demanda interna. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cotas&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;As salvaguardas ser&amp;#227;o essenciais para o setor. O objetivo &amp;#233; proteger a ind&amp;#250;stria nacional da concorr&amp;#234;ncia desleal dos produtos chineses&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Germano Maia&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Presidente do Sindit&amp;#234;xtil-CE  &lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste/CE&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:47:37 -0200</pubDate></item><item><title>ZPE DO PEC&amp;#201;M RECEBE INVESTIMENTOS E COME&amp;#199;A A VIRAR REALIDADE</title><description>A Zona de Processamento de Exporta&amp;#231;&amp;#227;o (ZPE) do Pec&amp;#233;m, na Regi&amp;#227;o Metropolitana de Fortaleza, est&amp;#225; come&amp;#231;ando a sair do papel e virar realidade para a economia cearense. Criada no ano passado, aprovada pelo Minist&amp;#233;rio do Desenvolvimento (MDIC), a zona deve fomentar a instala&amp;#231;&amp;#227;o de ind&amp;#250;strias no Complexo Industrial e Portu&amp;#225;rio do Pec&amp;#233;m (CIPP) - elevando assim a gera&amp;#231;&amp;#227;o de empregos e renda no Estado, crescendo tamb&amp;#233;m a arrecada&amp;#231;&amp;#227;o do tesouro local.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Duas licita&amp;#231;&amp;#245;es foram abertas na Procuradoria Geral do Estado (PGE) a fim de atender &amp;#224;s necessidades da ZPE. Devem ser investidos, somente nesta fase, cerca de R$ 7,8 milh&amp;#245;es. De acordo com o Governo do Estado, os processos est&amp;#227;o sendo feitos para os servi&amp;#231;os de terraplanagem, pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o e drenagem da primeira etapa da ZPE. Tamb&amp;#233;m devem ser feitas as obras de constru&amp;#231;&amp;#227;o da va principal de acesso &amp;#224; zona.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Somente os servi&amp;#231;os de terraplanagem, pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o e drenagem devem consumir recursos na ordem de R$ 5,4 milh&amp;#245;es. J&amp;#225; a constru&amp;#231;&amp;#227;o da via principal est&amp;#225; or&amp;#231;ada em R$ 2,36 milh&amp;#245;es. O Complexo Industrial e Portu&amp;#225;rio do Pec&amp;#233;m &amp;#233; localizado em Caucaia e S&amp;#227;o Gon&amp;#231;alo do Amarante, no Pec&amp;#233;m. Entre os projetos em fase de instala&amp;#231;&amp;#227;o ou cria&amp;#231;&amp;#227;o no Pec&amp;#233;m est&amp;#227;o a Companhia Sider&amp;#250;rgica do Pec&amp;#233;m (CSP) e a refinaria Premium II, da Petrobras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao se instalar em uma ZPE, conforme as legisla&amp;#231;&amp;#245;es espec&amp;#237;ficas, as empresas t&amp;#234;m uma s&amp;#233;rie de incentivos para funcionar, de modo a operacionalizar de maneira mais vi&amp;#225;vel a pol&amp;#237;tica de exporta&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A pr&amp;#243;pria Sider&amp;#250;rgica deve estar na lista. No Cear&amp;#225; a ZPE &amp;#233; gerida pela Empresa Administradora da Zona de Processamento de Exporta&amp;#231;&amp;#227;o do Pec&amp;#233;m (Emazp). As licita&amp;#231;&amp;#245;es devem ter in&amp;#237;cio em 23 de fevereiro. &lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste/CE&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:47:25 -0200</pubDate></item><item><title>HABILITA&amp;#199;&amp;#195;O PARA TERRAPLANAGEM DA ZPE EM 30 DIAS</title><description>Zona de Processamento de Exporta&amp;#231;&amp;#245;es (ZPE) do Pec&amp;#233;m, em S&amp;#227;o Gon&amp;#231;alo do Amarante, come&amp;#231;a a ganhar corpo e estrutura  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Aos poucos, a Zona de Processamento de Exporta&amp;#231;&amp;#245;es (ZPE) do Pec&amp;#233;m, em S&amp;#227;o Gon&amp;#231;alo do Amarante, come&amp;#231;a a ganhar corpo e estrutura definidos para que tenha o que oferecer &amp;#224;s empresas interessadas em se instalarem na &amp;#225;rea de 4.271 hectares. Desse total, cerca de 25%, ou aproximadamente mil hectares j&amp;#225; est&amp;#227;o reservados e sendo preparados &amp;#224; instala&amp;#231;&amp;#227;o da Companhia Sider&amp;#250;rgica do Pec&amp;#233;m (CSP). De hoje a 30 dias, em 23 de fevereiro pr&amp;#243;ximo, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) iniciar&amp;#225; a fase de habilita&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s empresas interessadas em participar de dois processos licitat&amp;#243;rios para realiza&amp;#231;&amp;#227;o dos servi&amp;#231;os de terraplanagem, pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o e drenagem da primeira etapa da ZPE e das obras de constru&amp;#231;&amp;#227;o da via principal de acesso &amp;#224; zona. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Juntas, as duas licita&amp;#231;&amp;#245;es ir&amp;#227;o envolver montante de R$ 8,02 milh&amp;#245;es, de recursos pr&amp;#243;prios da Empresa Administradora da ZPE do Pec&amp;#233;m (Emazp). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Licita&amp;#231;&amp;#245;es &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O primeiro edital contempla as obras de pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o de 2,4 hectares, 2,17 hectares de piso pr&amp;#233;-moldado, al&amp;#233;m da terraplanagem e drenagem de cerca de 38,6 hectares, que foram desmatados para receber a estrutura inicial, ou seja o pr&amp;#233;dio sede da ZPE. &amp;#192; estrutura&amp;#231;&amp;#227;o dessa primeira etapa, foram desapropriados pelo governo do Estado, 77,59 hectares. A segunda licita&amp;#231;&amp;#227;o prev&amp;#234; investimentos de R$ 2,35 milh&amp;#245;es, que ser&amp;#227;o aplicados na constru&amp;#231;&amp;#227;o de 2,08 quil&amp;#244;metros de via de acesso ao empreendimento. O edital, j&amp;#225; dispon&amp;#237;vel no site da PGE, inclui pista pavimentada, parte em concreto betuminoso e outra em asfalto. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As informa&amp;#231;&amp;#245;es foram confirmadas ontem, pelo diretor t&amp;#233;cnico da Emazp, o engenheiro Marcelo Costa Caldas. Segundo ele, a previs&amp;#227;o &amp;#233; de que as obras estejam conclu&amp;#237;das at&amp;#233; o fim do ano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele informou, ainda, que at&amp;#233; junho pr&amp;#243;ximo, ser&amp;#225; lan&amp;#231;ado o edital para constru&amp;#231;&amp;#227;o do pr&amp;#233;dio sede da ZPE, no Pec&amp;#233;m. &quot;Um edital para elabora&amp;#231;&amp;#227;o do projeto est&amp;#225; sendo realizado pela Seinfra&quot;, antecipou Caldas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Paquera&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Enquanto aguarda o in&amp;#237;cio das obras, a presidente da Emazp, Cristiane Peres, segue em campo, em busca que empresas para se instalar na ZPE. Segundo ela, nessa primeira etapa, dos 77 hectares, 50% ou cerca de 35 hectares ser&amp;#227;o destinados &amp;#224;s empresas interessadas. &quot;Estamos buscamos, inicialmente, empresas brasileiras, j&amp;#225; consolidadas no mercado interno e que tenham interesse em exportar&quot;, sinalizou Cristiane. Ela reconhece que, nesse momento de economia forte porque passa o Brasil, com mercado interno pujante, atrair empresas para operar preferencialmente com exporta&amp;#231;&amp;#245;es n&amp;#227;o tem sido f&amp;#225;cil. &quot;A paquera continua&quot;, diz, apontando o mercado africano como a grande oportunidade atualmente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
N&amp;#218;MERO &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
8 mi de reais &amp;#233; quanto ir&amp;#227;o envolver as licita&amp;#231;&amp;#245;es para terraplanagem, pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o e drenagem da 1&amp;#170; etapa da ZPE e das obras de constru&amp;#231;&amp;#227;o da via de acesso  &lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste/CE&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:47:01 -0200</pubDate></item><item><title>CUBA SONHA COM O PR&amp;#211;PRIO PETR&amp;#211;LEO</title><description>Uma enorme plataforma de perfura&amp;#231;&amp;#227;o chegou quinta-feira &amp;#224;s &amp;#225;guas quentes do golfo ao norte de Havana, onde abrir&amp;#225; um po&amp;#231;o explorat&amp;#243;rio profundo no mar, inaugurando o sonho cubano de enriquecimento com seu petr&amp;#243;leo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A plataforma Scarabeo-9 era vis&amp;#237;vel do pared&amp;#227;o de conten&amp;#231;&amp;#227;o do mar, em Havana, distante, no horizonte enevoado, avan&amp;#231;ando para oeste em dire&amp;#231;&amp;#227;o a seu s&amp;#237;tio de perfura&amp;#231;&amp;#227;o final, cerca de 50 km ao norte de Havana e 90 km ao sul de Key West (Fl&amp;#243;rida). A petrol&amp;#237;fera espanhola Repsol RPF, que alugou a plataforma da Siapem, subsidi&amp;#225;ria da Eni, por cerca de meio milh&amp;#227;o de d&amp;#243;lares por dia, disse que espera iniciar a perfura&amp;#231;&amp;#227;o dentro de alguns dias para saber se as reservas s&amp;#227;o t&amp;#227;o ricas como previsto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Os ge&amp;#243;logos fizeram seu trabalho. Se o fizeram bem, ent&amp;#227;o teremos uma boa chance de sucesso&quot;, disse Kristian Rix, porta-voz da Repsol. &quot;Foi um longo processo, mas agora estamos no ponto em que descobriremos se nossos ge&amp;#243;logos acertaram. &amp;#201; um dia feliz&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao sonhar com o petr&amp;#243;leo em sua costa, os cubanos despertaram controv&amp;#233;rsia nos EUA, criando mais uma causa para atritos entre as autoridades americanas e o pa&amp;#237;s caribenho. A proximidade da plataforma tamb&amp;#233;m despertou temores de que um enorme vazamento como o desastre ocorrido em 2010 na plataforma Macondo-Deepwater Horizon poderia poluir n&amp;#227;o apenas os recifes cubanos e suas reluzente praias de areia branca, mas tamb&amp;#233;m o litoral da Fl&amp;#243;rida e, potencialmente, a costa atl&amp;#226;ntica at&amp;#233; a Carolina do Norte.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Embora inspetores americanos tenham aprovado os sistemas de seguran&amp;#231;a da Scarabeo-9, os pr&amp;#243;prios cubanos teriam dificuldades para conter um vazamento de grandes propor&amp;#231;&amp;#245;es, e obter ajuda n&amp;#227;o &amp;#233; t&amp;#227;o simples como dar um telefonema para Washington.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos termos do embargo dos EUA, qualquer contrata&amp;#231;&amp;#227;o de empresas, pessoal e equipamentos americanos por Cuba deve ser aprovada pelo governo americano. Mas, at&amp;#233; agora, foram emitidos poucos desses certificados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;De todos os recursos que foram necess&amp;#225;rios para deter o vazamento no po&amp;#231;o de Macondo, menos de 5% deles foram licenciadas pelo governo dos EUA&quot;, disse Lee Hunt, da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Internacional de Empreiteiros de Perfura&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estudos estimam que Cuba pode ter entre 5 milh&amp;#245;es e 9 milh&amp;#245;es de barris de petr&amp;#243;leo no mar, embora a escala das reservas ainda n&amp;#227;o tenha sido quantificada, e ser&amp;#227;o necess&amp;#225;rios anos at&amp;#233; a introdu&amp;#231;&amp;#227;o de um regime de produ&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Pedro Orsi | Associated Press, de Havana&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:46:47 -0200</pubDate></item><item><title>ROLLS-ROYCE INVESTE PARA ATENDER PETROBRAS</title><description>Os investimentos da brit&amp;#226;nica Rolls-Royce em projetos ligados ao pr&amp;#233;-sal, no Brasil, podem chegar a US$ 200 milh&amp;#245;es nos pr&amp;#243;ximos dois anos. O planejamento da companhia aposta na vit&amp;#243;ria em novas licita&amp;#231;&amp;#245;es da Petrobras, a instala&amp;#231;&amp;#227;o de um centro de treinamento, o quinto no mundo, e a constru&amp;#231;&amp;#227;o da f&amp;#225;brica de turbogeradores de energia para plataformas de petr&amp;#243;leo. A nova unidade, come&amp;#231;a a ser constru&amp;#237;da em fevereiro, em Santa Cruz, zona oeste do Rio. O cronograma para a unidade fabril prev&amp;#234; investimentos de US$ 100 milh&amp;#245;es. A outra metade dos recursos previstos para serem destinados ao Brasil ainda depende de serem alcan&amp;#231;adas metas previstas para os pr&amp;#243;ximos meses al&amp;#233;m de aprova&amp;#231;&amp;#227;o da diretoria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente da Rolls-Royce para a Am&amp;#233;rica do Sul, Francisco Itzaina, afirmou que o Rio &amp;#233; um dos focos da companhia no pa&amp;#237;s, devido a import&amp;#226;ncia do setor de &amp;#243;leo e g&amp;#225;s. Mas o Valor apurou que a vontade da Rolls-Royce Brasil &amp;#233; de instalar um centro de treinamento tamb&amp;#233;m em Santa Cruz, pr&amp;#243;ximo da f&amp;#225;brica. Caso aprovado, a constru&amp;#231;&amp;#227;o poder&amp;#225; ser anunciada e iniciada nos pr&amp;#243;ximos meses. A expectativa &amp;#233; o treinamento de cerca de 4 mil pessoas por ano, entre funcion&amp;#225;rios e clientes. A iniciativa faz parte dos planos de driblar a falta de m&amp;#227;o de obra especializada. O presidente afirmou que outro objetivo &amp;#233; aumentar o &amp;#237;ndice de conte&amp;#250;do local. O compromisso &amp;#233; um dos fatores decisivos para fechar contratos com a Petrobras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Rolls-Royce faturou 10,8 bilh&amp;#245;es de libras (US$ 16,7 bilh&amp;#245;es) em 2010. Na Am&amp;#233;rica do Sul, a receita gira em torno de US$ 700 milh&amp;#245;es e a brit&amp;#226;nica planeja atingir US$ 1,5 bilh&amp;#227;o, em 2020, com forte ajuda do Brasil. A maior parte do crescimento no pa&amp;#237;s resultar&amp;#225; da explora&amp;#231;&amp;#227;o offshore de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s e de novas aeronaves na avia&amp;#231;&amp;#227;o civil, para renova&amp;#231;&amp;#227;o das frotas de avi&amp;#245;es wide body (de fuselagem larga) das companhias sul-americanas, incluindo mais de 200 motores para a TAM, LAN e Avianca.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos pr&amp;#243;ximos dez anos, a previs&amp;#227;o da participa&amp;#231;&amp;#227;o percentual de cada segmento de atua&amp;#231;&amp;#227;o da Rolls-Royce no Brasil ser&amp;#225; de 50% no setor aeroespacial civil, 30% em energia, 15% no setor mar&amp;#237;timo e 5% no aeroespacial militar. A companhia emprega atualmente no pa&amp;#237;s cerca de 530 pessoas em opera&amp;#231;&amp;#245;es em S&amp;#227;o Bernardo do Campo, Rio de Janeiro, Niter&amp;#243;i e Maca&amp;#233;.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Marta Nogueira | Do Rio&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:46:31 -0200</pubDate></item><item><title>GABRIELLI DEVE DEIXAR PETROBRAS PARA DISPUTAR GOVERNO DA BAHIA EM 2014</title><description>O presidente da Petrobras, Jos&amp;#233; S&amp;#233;rgio Gabrielli, deve deixar o cargo no pr&amp;#243;ximo dia 12 e, no in&amp;#237;cio de mar&amp;#231;o, assumir uma secretaria no Governo do Estado da Bahia. Gabrielli dever&amp;#225; ser substitu&amp;#237;do no comando da estatal por Maria das Gra&amp;#231;as Foster, atual diretora da &amp;#193;rea de Neg&amp;#243;cios de G&amp;#225;s e Energia da Petrobras, que esteve na sexta-feira &amp;#224; noite no Pal&amp;#225;cio do Planalto, onde se reuniu com a presidente Dilma Rousseff.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As mudan&amp;#231;as na Petrobras foram decididas pela presidente e acertadas, h&amp;#225; duas semanas, com o governador da Bahia, Jacques Wagner (PT). A substitui&amp;#231;&amp;#227;o visa abrir caminho para Gabrielli &quot;se aproximar&quot; do Estado da Bahia, onde deve se candidatar para suceder Wagner em 2014. Procurada, a assessoria da Petrobras negou, no s&amp;#225;bado, que Gabrielli esteja deixando o comando da estatal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo apurou o Valor, a pr&amp;#243;xima reuni&amp;#227;o do Conselho de Administra&amp;#231;&amp;#227;o da Petrobras, marcada para 13 de fevereiro, ter&amp;#225; um dia a mais. No dia 12, um domingo, o conselho deve se reunir para referendar a decis&amp;#227;o pol&amp;#237;tica. O encontro do dia 13, portanto, j&amp;#225; seria realizado com Maria das Gra&amp;#231;as Foster &amp;#224; frente da companhia. A atual diretora de Neg&amp;#243;cios de G&amp;#225;s e Energia da Petrobras &amp;#233; pr&amp;#243;xima de Dilma (leia mat&amp;#233;ria abaixo).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com as mudan&amp;#231;as, o governador Wagner ter&amp;#225; em sua equipe os dois principais pr&amp;#233;-candidatos petistas &amp;#224; sua sucess&amp;#227;o: al&amp;#233;m de Gabrielli, o atual secret&amp;#225;rio da Casa Civil, Rui Costa, &amp;#233; nome forte no PT da Bahia, um &quot;petista querido por Wagner&quot;, como definiu uma fonte do PT nacional.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ele [Gabrielli] precisa deixar de ser um nome nacional, que vive no Rio de Janeiro [sede da Petrobras] e em Bras&amp;#237;lia, para viver e trabalhar na Bahia&quot;, disse Wagner a aliados petistas. O candidato petista para as elei&amp;#231;&amp;#245;es na capital do Estado, Salvador, neste ano, &amp;#233; Nelson Pellegrino, tamb&amp;#233;m aliado do trio Wagner, Gabrielli e Costa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A sa&amp;#237;da de Gabrielli em 2012 o afastaria, tamb&amp;#233;m, de temas considerados &quot;espinhosos&quot; pela c&amp;#250;pula do PT, como a defini&amp;#231;&amp;#227;o das novas regras de reparti&amp;#231;&amp;#227;o dos royalties e das participa&amp;#231;&amp;#245;es especiais do petr&amp;#243;leo. Al&amp;#233;m disso, os neg&amp;#243;cios envolvendo o petr&amp;#243;leo do pr&amp;#233;-sal, foco principal da &amp;#225;rea dirigida por Maria das Gra&amp;#231;as Foster na estatal, passar&amp;#227;o a ser cada vez mais centrais nos planos da empresa. Pr&amp;#233;-candidato ao governo baiano, Gabrielli poderia entrar na mira da oposi&amp;#231;&amp;#227;o caso continuasse no cargo por muito mais tempo. O PT quer que sua gest&amp;#227;o de 79 meses &amp;#224; frente da Petrobras seja analisada como &quot;100% t&amp;#233;cnica&quot;, disse uma fonte ao Valor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mestre em economia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde &amp;#233; professor licenciado, e doutor pela Universidade de Boston, Gabrielli iniciou sua atua&amp;#231;&amp;#227;o na Petrobras em fevereiro de 2003, como diretor financeiro. Indicado pelo PT baiano, e fortemente apoiado por Jacques Wagner, nome forte do governo Luiz In&amp;#225;cio Lula da Silva, Gabrielli desempenhou a fun&amp;#231;&amp;#227;o at&amp;#233; julho de 2005, quando foi al&amp;#231;ado &amp;#224; presid&amp;#234;ncia da estatal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Naquele momento, auge da crise do &quot;mensal&amp;#227;o&quot;, Wagner passou a ocupar a linha de frente do governo Lula, e Gabrielli passou a ter o papel de &quot;mensageiro das boas not&amp;#237;cias&quot;, lembra um petista. &quot;A Petrobras passou a ser a menina dos olhos do governo, servindo aos planos do PAC (Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento), do super&amp;#225;vit prim&amp;#225;rio [capitaliza&amp;#231;&amp;#227;o da estatal em 2010 ajudou o governo a cumprir a meta fiscal] e culminando com o pr&amp;#233;-sal&quot;, afirma um graduado petista.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gabrielli fez uma gest&amp;#227;o na Petrobras em que procurou atender &amp;#224;s diretrizes do governo, quase nunca favor&amp;#225;veis aos acionistas minorit&amp;#225;rios da empresa. Protagonizou discuss&amp;#245;es &amp;#225;speras com a presidente Dilma quando ela comandou as pastas das Minas e Energia e da Casa Civil no governo anterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Desde o in&amp;#237;cio de sua gest&amp;#227;o, Gabrielli negou ter politizado a estatal. Em entrevistas, alegou que manteve nomes indicados pelo PSDB e que s&amp;#243; colocou sindicalistas na &amp;#225;rea de comunica&amp;#231;&amp;#227;o. Quando da elabora&amp;#231;&amp;#227;o do novo marco regulat&amp;#243;rio do pr&amp;#233;-sal, Gabrielli defendeu o monop&amp;#243;lio das reservas pertencentes &amp;#224; Uni&amp;#227;o e sua explora&amp;#231;&amp;#227;o pela Petrobras.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Jo&amp;#227;o Villaverde e Fernando Exman | De Bras&amp;#237;liaColaborou Paola de Moura, do Rio&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:46:09 -0200</pubDate></item><item><title>G&amp;#193;S NATURAL PRODUZIDO NO PA&amp;#205;S PODE FICAR AT&amp;#201; 29% MAIS CARO EM FEVEREIRO</title><description>Isso elevaria o pre&amp;#231;o do metro c&amp;#250;bico vendido &amp;#224;s distribuidoras para R$ 0,8821  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O g&amp;#225;s natural de produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional, usado na gera&amp;#231;&amp;#227;o de energia t&amp;#233;rmica e pelas ind&amp;#250;strias, pode ficar at&amp;#233; 29,2% mais caro a partir de fevereiro. Isso elevaria o pre&amp;#231;o do metro c&amp;#250;bico vendido &amp;#224;s distribuidoras para R$ 0,8821 - o equivalente a US$ 12,87 por milh&amp;#227;o de BTU -, descontando impostos. A estimativa &amp;#233; da Abrace, associa&amp;#231;&amp;#227;o dos grandes consumidores industriais e livres de energia, com base nas condi&amp;#231;&amp;#245;es estabelecidas nos contratos entre Petrobras e distribuidoras. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O c&amp;#225;lculo da Abrace leva em conta o custo do insumo, caso a Petrobras retome a aplica&amp;#231;&amp;#227;o integral, aos pre&amp;#231;os do g&amp;#225;s, da varia&amp;#231;&amp;#227;o da cesta de &amp;#243;leos e do real em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao d&amp;#243;lar. O comportamento dessas vari&amp;#225;veis no trimestre passado teria um impacto de 5,2% sobre os pre&amp;#231;os do g&amp;#225;s. O restante do aumento &amp;#233; relativo aos reajustes que deixaram de ser aplicados nos trimestres anteriores, quando a Petrobras optou pelo congelamento de pre&amp;#231;os. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Com isso, a pr&amp;#243;pria Petrobras tem demonstrado que entende como inadequada a atual pol&amp;#237;tica de indexa&amp;#231;&amp;#227;o direta do custo do combust&amp;#237;vel ao de energ&amp;#233;ticos concorrentes&quot;, avalia o presidente da Abrace, Paulo Pedrosa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A expectativa da entidade &amp;#233; que a Petrobras mantenha o procedimento de n&amp;#227;o aplicar o reajuste e, no &quot;m&amp;#233;dio prazo&quot;, seja definida uma nova pol&amp;#237;tica tarif&amp;#225;ria. Pedrosa acredita que o aumento das reservas e da produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional de g&amp;#225;s, al&amp;#233;m do impacto de reajustes na competitividade das ind&amp;#250;strias, deve criar &quot;um campo favor&amp;#225;vel para a revers&amp;#227;o das distor&amp;#231;&amp;#245;es e para ajustes no custo final do g&amp;#225;s&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Se a Petrobras n&amp;#227;o tivesse, na pr&amp;#225;tica, congelado os pre&amp;#231;os, a aplica&amp;#231;&amp;#227;o da f&amp;#243;rmula em vigor teria levado a aumentos, respectivamente, de 10,7% em maio, de 6,4% em agosto e de 3,8% em novembro de 2011. A estatal deve divulgar, ainda nesta semana, o pre&amp;#231;o v&amp;#225;lido para o trimestre que vai de fevereiro a abril de 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; o g&amp;#225;s boliviano, incluindo o transporte pelo gasoduto Brasil-Bol&amp;#237;via (Gasbol), dever&amp;#225; ser reajustado em 1,59% em janeiro, segundo a Abrace. Com isso, passaria a US$ 10,69 por milh&amp;#227;o de BTU, inferior ao g&amp;#225;s nacional. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O reajuste do g&amp;#225;s natural boliviano tamb&amp;#233;m &amp;#233; feito trimestralmente e leva em considera&amp;#231;&amp;#227;o uma cesta de &amp;#243;leos, cujo pre&amp;#231;o apresentou ligeira queda recentemente. No entanto, essa varia&amp;#231;&amp;#227;o negativa n&amp;#227;o foi forte o suficiente para reduzir o pre&amp;#231;o, uma vez que sua forma&amp;#231;&amp;#227;o tamb&amp;#233;m considera a cota&amp;#231;&amp;#227;o da cesta de &amp;#243;leos ao longo de todo o ano.  &lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:45:50 -0200</pubDate></item><item><title>TRIBUNAL JULGA INCONSTITUCIONAL LEI DE ENTREGA DO RIO DE JANEIRO</title><description>A lei determina o agendamento da entrega, que pode ser feita em tr&amp;#234;s per&amp;#237;odos  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O &amp;#211;rg&amp;#227;o Especial do Tribunal de Justi&amp;#231;a do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) declarou inconstitucional a Lei de Entrega da capital fluminense. A Lei n&amp;#186; 5.287, de 2011, estabelece per&amp;#237;odos fixos - manh&amp;#227;, tarde ou noite - para a entrega de produtos a consumidores. Ela entrou em vigor no dia 28 de junho do ano passado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A lei determina o agendamento da entrega, que pode ser feita em tr&amp;#234;s per&amp;#237;odos - das 7h &amp;#224;s 12h, 12h &amp;#224;s 18h e 18h &amp;#224;s 22h. A multa por descumprimento &amp;#233; de R$ 500. Em caso de reincid&amp;#234;ncia, esse valor subiria para R$ 1 mil e o infrator teria o alvar&amp;#225; de funcionamento suspenso se descumprisse a lei pela terceira vez. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por unanimidade, os 22 desembargadores do TJ-RJ derrubaram a norma. Para o desembargador Ot&amp;#225;vio Rodrigues, relator do caso, a lei ofende o artigo 24 da Constitui&amp;#231;&amp;#227;o Federal. &quot;O direito consumerista &amp;#233; compet&amp;#234;ncia privativa da Uni&amp;#227;o e dos Estados&quot;, disse. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A a&amp;#231;&amp;#227;o direta de inconstitucionalidade (Adin) contra a Lei de Entrega foi proposta pelo prefeito do munic&amp;#237;pio do Rio, Eduardo Paes. Na a&amp;#231;&amp;#227;o, ele argumentou que a lei &amp;#233; inconstitucional porque disciplina mat&amp;#233;ria de defesa do consumidor, que n&amp;#227;o &amp;#233; de compet&amp;#234;ncia municipal. Procurada pelo Valor, a C&amp;#226;mara de Vereadores do Rio, autora da legisla&amp;#231;&amp;#227;o, n&amp;#227;o comentou a decis&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A lei da capital fluminense e outras similares, editadas por Estados (S&amp;#227;o Paulo e Mato Grosso do Sul, por exemplo) e munic&amp;#237;pios (Belo Horizonte), s&amp;#227;o questionadas na Justi&amp;#231;a por grandes varejistas. Eles alegam inconstitucionalidade com base no argumento aceito pelo TJ-RJ, al&amp;#233;m de ofensa aos princ&amp;#237;pios da livre iniciativa e da livre concorr&amp;#234;ncia.  &lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 23/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:45:37 -0200</pubDate></item><item><title>PETROBRAS: M&amp;#195;O DE FERRO COM NOVA PRESIDENTE</title><description>M&amp;#227;o de ferro no petr&amp;#243;leo &lt;br&gt;
  &lt;br&gt;
Nova presidente da Petrobras, que tomar&amp;#225; posse dia 13, deve reestruturar diretoria da estatal e atuar mais alinhada ao governo&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Maria das Gra&amp;#231;as Foster, que toma posse na presid&amp;#234;ncia da Petrobras no pr&amp;#243;ximo dia 13, dever&amp;#225; dirigir a estatal com m&amp;#227;o de ferro e vai promover uma arruma&amp;#231;&amp;#227;o geral, na opini&amp;#227;o de executivos do setor ouvidos pelo GLOBO. Atual diretora de G&amp;#225;s e Energia da companhia e um nome de absoluta confian&amp;#231;a da presidente Dilma Rousseff, Gra&amp;#231;a - como &amp;#233; conhecida - assumir&amp;#225; o lugar de Jos&amp;#233; Sergio Gabrielli, h&amp;#225; quase sete anos no cargo, em mudan&amp;#231;a que ser&amp;#225; anunciada na reuni&amp;#227;o do Conselho de Administra&amp;#231;&amp;#227;o da Petrobras, prevista para o dia 9 de fevereiro. Segundo uma fonte do setor, uma das primeiras a&amp;#231;&amp;#245;es de Gra&amp;#231;a ser&amp;#225; alinhar a atua&amp;#231;&amp;#227;o das diretorias, que atualmente trabalham de forma independente. Com seu estilo duro e exigente, que cobra resultados de seus subordinados, Gra&amp;#231;a dever&amp;#225; ter uma posi&amp;#231;&amp;#227;o mais afinada com o governo federal, principalmente em rela&amp;#231;&amp;#227;o aos pre&amp;#231;os dos combust&amp;#237;veis, que v&amp;#234;m sendo usados na estrat&amp;#233;gia de controle da infla&amp;#231;&amp;#227;o. Gabrielli sempre teve s&amp;#233;rios atritos com Dilma ao ter seus pedidos de reajustes sistematicamente negados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Hoje, cada diretoria &amp;#233; um verdadeiro feudo, cada uma vai para um lado, conforme o partido pol&amp;#237;tico que tem apoio. Acredito que com Gra&amp;#231;a as diretorias v&amp;#227;o voltar a trabalhar juntas, mais alinhadas - disse um executivo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gabrielli, por sua vez, deve assumir uma secretaria no governo de Jaques Wagner (PT-BA), seu padrinho pol&amp;#237;tico, depois de passar por uma quarentena. Ontem, Gabrielli disse apenas que cabe ao Conselho nomear a diretoria, assim como cabe ao governador nomear seu secretariado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- A pauta da pr&amp;#243;xima reuni&amp;#227;o do conselho ainda n&amp;#227;o est&amp;#225; definida. N&amp;#227;o tenho nada a comentar - afirmou Gabrielli ao GLOBO, por telefone.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gabrielli acirra disputa na Bahia&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos bastidores, Dilma j&amp;#225; tinha manifestado o desejo de fazer essa mudan&amp;#231;a desde a transi&amp;#231;&amp;#227;o de governo, no fim de 2010. Mas recuou na ocasi&amp;#227;o, depois de uma pedido do ex-presidente Luiz In&amp;#225;cio Lula da Silva. A presidente s&amp;#243; bateu o martelo depois de consultar Wagner. Os dois se encontraram no in&amp;#237;cio deste ano na Base Naval de Aratu, na Bahia, onde ela passou o feriado de Ano Novo. O governador baiano tamb&amp;#233;m esteve em Bras&amp;#237;lia recentemente. Wagner j&amp;#225; vinha defendendo que Gabrielli deveria se incorporar ao seu governo para ter uma presen&amp;#231;a mais constante na pol&amp;#237;tica baiana - para tentar consolidar uma candidatura ao Pal&amp;#225;cio de Ondina, sede do governo estadual, em 2014. A gest&amp;#227;o de Gabrielli &amp;#233; bem avaliada no setor sob o ponto de vista de rela&amp;#231;&amp;#245;es p&amp;#250;blicas, tanto no pa&amp;#237;s quanto na &amp;#225;rea internacional, mas foi muito criticada pelo mercado por promover a bilion&amp;#225;ria capitaliza&amp;#231;&amp;#227;o em 2010, para investir na explora&amp;#231;&amp;#227;o do pr&amp;#233;-sal. Isso porque o governo ampliou significativamente sua participa&amp;#231;&amp;#227;o na companhia, diluindo a dos minorit&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o lugar de Gra&amp;#231;a est&amp;#225; sendo esperado um nome interno, entre os gerentes da &amp;#225;rea. Tamb&amp;#233;m &amp;#233; analisada a possibilidade de mudan&amp;#231;a em mais alguma diretoria da Petrobras. S&amp;#227;o seis ao todo, Explora&amp;#231;&amp;#227;o &amp; Produ&amp;#231;&amp;#227;o, G&amp;#225;s e Energia, Engenharia, Abastecimento, Financeira, e Internacional, que t&amp;#234;m as for&amp;#231;as pol&amp;#237;ticas divididas entre as v&amp;#225;rias alas do PT e do PMDB. Entre as substitui&amp;#231;&amp;#245;es cogitadas, est&amp;#225; a de Guilherme Estrela, que ocupa a de Explora&amp;#231;&amp;#227;o. Outra troca seria na Internacional, hoje ocupada por Jorge Zelada, que tem o apoio do PMDB.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, um interlocutor da presidente Dilma lembrava que a rela&amp;#231;&amp;#227;o entre ela e Gra&amp;#231;a &amp;#233; muito antiga, e anterior ao governo Lula. As duas se conheceram quando Dilma era secret&amp;#225;ria de Energia do Rio Grande do Sul, no governo Ol&amp;#237;vio Dutra (PT). Na ocasi&amp;#227;o, Gra&amp;#231;a, engenheira qu&amp;#237;mica de forma&amp;#231;&amp;#227;o, era gerente da &amp;#225;rea de G&amp;#225;s e as duas desenvolveram parcerias administrativas. Quando assumiu o Minist&amp;#233;rio de Minas e Energia no governo Lula, Dilma chamou Gra&amp;#231;a para ser a Secret&amp;#225;ria de Petr&amp;#243;leo e G&amp;#225;s da pasta. Quando virou chefe da Casa Civil, Gra&amp;#231;a ocupou novos cargos na Petrobras: primeiro assumiu a presid&amp;#234;ncia da Petroquisa, depois o comando da BR Distribuidora, e, em 2007, passou a ser a poderosa diretora de G&amp;#225;s e Energia da Petrobras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A sa&amp;#237;da de Gabrielli antecipa uma disputa interna no PT da Bahia pela sucess&amp;#227;o de Wagner. Gabrielli dever&amp;#225; ganhar uma secretaria de visibilidade no governo baiano, j&amp;#225; que pelo menos tr&amp;#234;s outros pr&amp;#233;-candidatos j&amp;#225; est&amp;#227;o em campo. Pode at&amp;#233; ser criada uma secretaria espec&amp;#237;fica de Minas e Energia. Mas, internamente, existe uma avalia&amp;#231;&amp;#227;o de que este n&amp;#227;o era o melhor momento para ele se afastar da companhia. O ideal, do ponto de vista de alguns petistas, teria sido ele deixar a empresa somente em 2013, mais perto das elei&amp;#231;&amp;#245;es. No comando da Petrobras, avaliam seus companheiros de partido, ele teria mais visibilidade e for&amp;#231;a, e um caixa de bilh&amp;#245;es para fazer investimentos, inclusive na Bahia. Era essa a estrat&amp;#233;gia pol&amp;#237;tica de Wagner e de setores do PT. Mas n&amp;#227;o combinava com a decis&amp;#227;o da presidente Dilma.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:45:22 -0200</pubDate></item><item><title>SIMULADOR MOSTRA O QUE PODE TER OCORRIDO EM NAUFR&amp;#193;GIO DE CRUZEIRO</title><description>Um dos simuladores mais modernos da Europa, que ensina candidatos a comandar grandes embarca&amp;#231;&amp;#245;es, ajuda a tentar entender o que aconteceu no Costa Concordia, que encalhou e afundou perto da ilha Giglio, na Toscana. O navio transportava 4.200 passageiros e 13 pessoas morreram.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sven Dreessen, capit&amp;#227;o e diretor da escola, diz que na hora do impacto o capit&amp;#227;o n&amp;#227;o sabia o que tinha acontecido, o tamanho dos danos, quanta &amp;#225;gua estava entrando a bordo e quantos compartimentos foram afetados. &quot;Ele precisa logo falar com outras pessoas da tripula&amp;#231;&amp;#227;o para ter a no&amp;#231;&amp;#227;o exata do problema&quot;, explica.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda sem as informa&amp;#231;&amp;#245;es precisas, ele deve acionar o alarme para que os tripulantes possam se dirigir aos seus postos caso seja necess&amp;#225;rio abandonar o navio, afirma o diretor da escola. &quot;Tudo isso n&amp;#227;o deve demorar mais do que cinco ou dez minutos&quot;, conta.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conduzindo uma simula&amp;#231;&amp;#227;o, o capit&amp;#227;o Dreessen diz que, quando o barco est&amp;#225; muito pr&amp;#243;ximo da ilha, n&amp;#227;o se usa o piloto autom&amp;#225;tico. Segundo ele, o leme e o volante podem ajudar o capit&amp;#227;o na hora de um acidente. Al&amp;#233;m disso, telas de um radar e de uma carta n&amp;#225;utica (um mapa) mostram se ele atingiu outra embarca&amp;#231;&amp;#227;o ou se foi uma pedra submersa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dreessen conta que um rombo de mais 50 metros permite que a &amp;#225;gua entre em velocidades de at&amp;#233; 10 mil litros c&amp;#250;bidos por segundo e, a cada minuto, a situa&amp;#231;&amp;#227;o fica cada vez pior. O navio atesta a gravidade da situa&amp;#231;&amp;#227;o ao ficar sem luz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um casal paulista estava com o filho de 11 anos na embarca&amp;#231;&amp;#227;o relata o que passou durante a colis&amp;#227;o. A fam&amp;#237;lia estava jantando e diz que &quot;foi como se o capit&amp;#227;o tivesse passando numa lombada e depois deu uma parada brusca&quot;. Depois disso, pratos, copos e garrafas foram ao ch&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O garoto lembra que sentiu o movimento do navio no caminho at&amp;#233; o banheiro. &quot;Eu sai correndo, tropecei no meu pr&amp;#243;prio t&amp;#234;nis e cai no ch&amp;#227;o. Quando eu cheguei na mesa, tudo virou. Pensei que era um tsumani&quot;, diz o menino.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De dentro da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, os passageiros ouviam mensagens de que se tratava apenas de um problema el&amp;#233;trico, que estava sendo resolvido. Mas o navio come&amp;#231;ou a se inclinar e o medo tomou conta do navio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O capit&amp;#227;o Dreessen explica que, com a sala de m&amp;#225;quinas j&amp;#225; alagada, o capit&amp;#227;o s&amp;#243; tinha mais um recurso: soltar uma das &amp;#226;ncoras e for&amp;#231;ar uma parada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Quase 70 minutos depois da colis&amp;#227;o, finalmente o alarme para abandonar o navio soava.&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Poral de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 22/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:45:09 -0200</pubDate></item><item><title>CAPIT&amp;#195;O CULPA EMPRESA DONA DO NAVIO POR APROXIMA&amp;#199;&amp;#195;O &amp;#192; COSTA</title><description>A vida ainda n&amp;#227;o voltou &amp;#224; normalidade na pequena vila de Giglio. O navio afundado &amp;#233; uma imagem que amedronta e incomoda. Durante o inverno, menos de mil habitantes vivem na Ilha do Giglio. Depois do acidente, o prefeito convocou mais de 500 pessoas para voltar e receber as equipes de resgate. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Justamente na Ilha do Giglio ouvem-se os depoimentos mais solid&amp;#225;rios ao capit&amp;#227;o Francesco Schettino. O velho marinheiro reconhece que o comandante errou, mas diz que com sua manobra salvou a maioria dos passageiros, trazendo o navio pr&amp;#243;ximo &amp;#224; ilha. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Silio Matera, que passou a vida viajando com os petroleiros, admitiu que os navios de passageiros passavam sempre muito perto da Ilha do Giglio, mas nunca como desta vez. Para quem procura um irm&amp;#227;o desaparecido, como o indiano Kevin Rebelo, &amp;#233; dif&amp;#237;cil aceitar a defini&amp;#231;&amp;#227;o de erro humano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;&amp;#201; um comandante playboy, que s&amp;#243; quer se divertir. Ele abusou do poder. Com seu pequeno erro, p&amp;#244;s em perigo a vida de tantas pessoas. E agora ele est&amp;#225; em casa, tranquilo. Ele devia estar na cadeia&quot;, protestou o indiano Kevin Rebelo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Quanto foi interrogado, Francesco Schettino disse que enquanto o navio afundava, ele pedia para o administrador da Costa Cruzeiro que mandasse um rebocador e telefonasse para a capitania dos portos. Schettino disse tamb&amp;#233;m que era a pr&amp;#243;pria operadora do navio que pedia aos comandantes que se aproximassem das ilhas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Treze corpos j&amp;#225; foram resgatados&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para muitos, o capit&amp;#227;o Francesco Schettino tornou-se o s&amp;#237;mbolo de uma It&amp;#225;lia que os italianos querem esquecer. O capit&amp;#227;o, de 52 anos, antes era considerado um &quot;bravo&quot; comandante. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em imagens exclusivas, Francesco Schettino aparece sorridente no pr&amp;#243;prio Costa Concordia, em uma viagem em setembro de 2011. Ele apresenta sua tripula&amp;#231;&amp;#227;o aos passageiros em v&amp;#225;rios idiomas. Em outro v&amp;#237;deo, ele celebra uma renova&amp;#231;&amp;#227;o de votos de casamento de v&amp;#225;rios casais a bordo do transatl&amp;#226;ntico. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O marinheiro que fez carreira na empresa tem sangue azul. A m&amp;#227;e pertence a uma fam&amp;#237;lia nobre de Sorrento, Cafiero. Ele &amp;#233; casado e tem uma filha de 15 anos. Na sua cidade, Metta di Sorrento, os vizinhos chegaram a se manifestar para apoi&amp;#225;-lo. A faixa pedia: &quot;Comandante, n&amp;#227;o desista&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A investiga&amp;#231;&amp;#227;o depende agora da localiza&amp;#231;&amp;#227;o da caixa preta com os dados de navega&amp;#231;&amp;#227;o. A pol&amp;#237;cia procura tamb&amp;#233;m uma mulher a quem o capit&amp;#227;o teria entregado o laptop dele ao abandonar o navio. Os promotores acreditam que o computador pode conter informa&amp;#231;&amp;#245;es essenciais para o inqu&amp;#233;rito. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A imagem da trag&amp;#233;dia ali t&amp;#227;o pr&amp;#243;xima do litoral acabou virando atra&amp;#231;&amp;#227;o tur&amp;#237;stica. Moradores das ilhas vizinhas lotam barcos para a Ilha de Giglio. A placa avisa que j&amp;#225; n&amp;#227;o tem mais lugar para passageiro nem pra carro. Mesmo assim, eles enfrentam fila no porto. Tiram fotos e mal acreditam que o naufr&amp;#225;gio aconteceu t&amp;#227;o perto de casa. &lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Poral de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 23/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:44:53 -0200</pubDate></item><item><title>GOVERNO SANCIONA OR&amp;#199;AMENTO E VETA NOVOS PORTOS PREVISTOS NO PPA</title><description>*  O Di&amp;#225;rio Oficial da Uni&amp;#227;o publicou, na &amp;#250;ltima semana, as novas edi&amp;#231;&amp;#245;es de duas das tr&amp;#234;s leis or&amp;#231;ament&amp;#225;rias exigidas pela Constitui&amp;#231;&amp;#227;o Federal. Nesta sexta-feira (20), foi publicado o Or&amp;#231;amento de 2012 (LOA - 12.595/12). Na v&amp;#233;spera (19), o di&amp;#225;rio divulgou o texto do Plano Plurianual 2012-2015 (PPA - Lei 12.593/12). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Plano Plurianual define as prioridades de a&amp;#231;&amp;#227;o do Pa&amp;#237;s para cada per&amp;#237;odo de quatro anos. As duas leis foram aprovadas pelo Congresso no final de dezembro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao contr&amp;#225;rio do Or&amp;#231;amento, que foi sancionado integralmente, o PPA recebeu 17 vetos do Pal&amp;#225;cio do Planalto. Dez dos vetos anunciados se referem a obras que, segundo o Poder Executivo, n&amp;#227;o possuem estudos pr&amp;#233;vios de viabilidade t&amp;#233;cnica, econ&amp;#244;mica, ambiental e social. Entre essas obras, est&amp;#225; a constru&amp;#231;&amp;#227;o de dois portos, um na Para&amp;#237;ba e outro no Rio Grande do Norte.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os vetos inclu&amp;#237;ram tamb&amp;#233;m dispositivo que estabelecia um aumento anual de receitas para a assist&amp;#234;ncia de pessoas com defici&amp;#234;ncia. De acordo com o Executivo, o PPA n&amp;#227;o deve tratar de vincula&amp;#231;&amp;#227;o de despesas. Ao todo o PPA prev&amp;#234; R$ 5,4 trilh&amp;#245;es em despesas at&amp;#233; 2015.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 23/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:44:35 -0200</pubDate></item><item><title>TRAG&amp;#201;DIA - MAIOR NAUFR&amp;#193;GIO DA HIST&amp;#211;RIA DO BRASIL ACONTECEU COM NAVIO ESPANHOL A CAMINHO DE SANTOS</title><description>Na &amp;#250;ltima semana, o mundo acompanhou os desdobramentos do naufr&amp;#225;gio do navio de passageiros Costa Concordia, na It&amp;#225;lia, que surpreendeu principalmente pelo comportamento de seu comandante - o capit&amp;#227;o Francesco Schettino chegou a deixar a embarca&amp;#231;&amp;#227;o antes de socorrer tripulantes e passageiros. Foram 12 pessoas mortas e cerca de 20 ainda est&amp;#227;o desaparecidas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pr&amp;#237;ncipe de Ast&amp;#250;ria: constru&amp;#237;do dois anos antes do naufr&amp;#225;gio, em 1914, no estaleiroescoc&amp;#234;s Glasgow&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
H&amp;#225; quase 96 anos, em 5 de mar&amp;#231;o de 1916, o Brasil tamb&amp;#233;m acompanhou uma trag&amp;#233;dia mar&amp;#237;tima, mas em sua pr&amp;#243;pria costa. Foi o naufr&amp;#225;gio do Princ&amp;#237;pe de Ast&amp;#250;rias, at&amp;#233; hoje o maior da hist&amp;#243;ria do Pa&amp;#237;s. Segundo dados oficiais, 445 pessoas morreram quando o navio afundou ap&amp;#243;s se chocar com rochas em Ilhabela, no Litoral Norte de S&amp;#227;o Paulo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os relatos mostram que os piores acidentes em alto-mar costumam ocorrer &amp;#224; noite. No Concordia, era pouco mais de 21 horas quando a embarca&amp;#231;&amp;#227;o se chocou com rochas da Ilha de Giglio e o p&amp;#226;nico tomou conta da hora do jantar. No Pr&amp;#237;ncipe de Ast&amp;#250;rias, os h&amp;#243;spedes tiveram seu sono interrompido &amp;#224;s 3h45. Das 558 pessoas a bordo - 365 passageiros e 193 tripulantes -, sobraram poucas para narrar as &amp;#250;ltimas horas do navio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O n&amp;#250;mero de passageiros foi registrado quando a embarca&amp;#231;&amp;#227;o saiu de Las Palmas, nas Ilhas Can&amp;#225;rias (Espanha), antes da travessia do Oceano Atl&amp;#226;ntico em dire&amp;#231;&amp;#227;o ao Brasil. N&amp;#227;o h&amp;#225; informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre a quantidade de pessoas no dia do acidente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao contr&amp;#225;rio do Concordia, que at&amp;#233; ontem estava parcialmente submerso, o Pr&amp;#237;ncipe de Ast&amp;#250;rias afundou e r&amp;#225;pido, em cerca de cinco minutos. O naufr&amp;#225;gio do navio - de 140 metros de comprimento e 17,7 metros de largura - ocorreu em um domingo de Carnaval, em meio &amp;#224; Primeira Guerra Mundial. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A embarca&amp;#231;&amp;#227;o saiu de Barcelona, na Espanha, no dia 17 de fevereiro e deveria passar por cinco portos antes de chegar a Santos. Mas isso n&amp;#227;o ocorreu. Em Ilhabela, a proa (frente) do navio colidiu contra pedras da laje da Ponta da Pirabura, no extremo leste da ilha. A &amp;#225;rea j&amp;#225; era conhecida como uma das mais perigosas para a navega&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um rasgo de aproximadamente 20 metros no lado boreste (direito) da embarca&amp;#231;&amp;#227;o permitiu que a &amp;#225;gua do mar invadisse o navio. E impediu que os passageiros tivessem tempo h&amp;#225;bil para fugir. O choque da &amp;#225;gua fria com as caldeiras provocou uma explos&amp;#227;o que praticamente partiu o navio ao meio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sem os livros de bordo e com a morte dos oficiais, o acidente acabou rodeado de mist&amp;#233;rios. In&amp;#250;meras perguntas ficaram sem respostas. Um dos segredos, inclusive, se refere &amp;#224; presen&amp;#231;a de aproximadamente 10 mil toneladas de ouro a bordo, que seriam descarregadas clandestinamente pelo comandante. &lt;br&gt;
Mau tempo prejudicou viagem pela costa de Ilhabela&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Causas&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o escritor, especialista em naufr&amp;#225;gios e jornalista santista Jos&amp;#233; Carlos Silvares, o acidente foi atribu&amp;#237;do a falhas ocasionadas pelas condi&amp;#231;&amp;#245;es clim&amp;#225;ticas. A forte cerra&amp;#231;&amp;#227;o, a chuva e problemas nos equipamentos de navega&amp;#231;&amp;#227;o acabaram levando &amp;#224; mudan&amp;#231;a brusca na rota. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Houve ainda falta de visibilidade do &amp;#250;nico farol da regi&amp;#227;o, na Ponta do Boi. Essa somat&amp;#243;ria de fatos levou o primeiro piloto, que estava na casa de comando, a conduzir o navio na dire&amp;#231;&amp;#227;o das rochas escarpadas que avan&amp;#231;avam mar adentro&quot;, detalhou Silvares, que pesquisou o assunto por 25 anos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Seu trabalho originou o livro Pr&amp;#237;ncipe de Ast&amp;#250;rias - O Mist&amp;#233;rio nas Profundezas, publicado em 2006. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o presidente da Praticagem de Santos, F&amp;#225;bio Fontes, a falta de certezas na navega&amp;#231;&amp;#227;o e a aus&amp;#234;ncia de equipamentos precisos colaboravam para acidentes como o do Pr&amp;#237;ncipe de Ast&amp;#250;rias. &quot;Era um acidente t&amp;#237;pico para a &amp;#233;poca, quando os navios s&amp;#243; tinham duas b&amp;#250;ssolas magn&amp;#233;ticas e um tim&amp;#227;o manual. A travessia do Atl&amp;#226;ntico era feita manualmente. Hoje n&amp;#227;o, &amp;#233; tudo autom&amp;#225;tico&quot;, explicou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo com Fontes, existiam apenas dois tipos de navega&amp;#231;&amp;#227;o em 1916.Uma delas era a astron&amp;#244;mica, na qual o sol, a lua e at&amp;#233; as estrelas determinavam, com bastante precis&amp;#227;o, a posi&amp;#231;&amp;#227;o exata do navio. A outra era a dedutiva, utilizada quando o tempo ficava nublado e o comandante tinha de advinhar o local da embarca&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digitral&lt;br&gt;
Data : 22/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:44:16 -0200</pubDate></item><item><title>CONSELHO APURA DEN&amp;#218;NCIAS NO SUPERPORTO DO A&amp;#199;U</title><description>S&amp;#195;O JO&amp;#195;O DA BARRA - O Conselho Estadual de Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro se reunir&amp;#225;, nesta quinta-feira, para avaliar o desdobramento da investiga&amp;#231;&amp;#227;o que vem realizando, ap&amp;#243;s receber den&amp;#250;ncias de coa&amp;#231;&amp;#227;o e desrespeito aos moradores de S&amp;#227;o Jo&amp;#227;o da Barra que est&amp;#227;o tendo suas terras desapropriadas pela Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin). A desapropria&amp;#231;&amp;#227;o faz parte da iniciativa de instala&amp;#231;&amp;#227;o do Superporto do A&amp;#231;u - terminal mar&amp;#237;timo e complexo industrial que est&amp;#225; sendo constru&amp;#237;do no Norte Fluminense pela LLX, empresa do grupo EBX, de Eike Batista.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O conselho, formado por &amp;#243;rg&amp;#227;os governamentais e da sociedade civil, iniciou a apura&amp;#231;&amp;#227;o de supostas irregularidades na &amp;#225;rea, ap&amp;#243;s receber den&amp;#250;ncias, que s&amp;#227;o negadas pelos empreendedores e pelo governo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- H&amp;#225; falhas no processo e o progresso tem que trazer benef&amp;#237;cios para todos - afirmou Andrea Sep&amp;#250;lveda, presidente do conselho.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Indeniza&amp;#231;&amp;#245;es chegam a R$ 100 mil por alqueire&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo ela, o &amp;#243;rg&amp;#227;o recebeu den&amp;#250;ncias de press&amp;#227;o e coa&amp;#231;&amp;#227;o para que os propriet&amp;#225;rios cedam suas &amp;#225;reas ao empreendimento, inclusive com a participa&amp;#231;&amp;#227;o de policiais militares. No fim de dezembro, o Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico Federal ajuizou uma a&amp;#231;&amp;#227;o sobre o problema, alegando que as desapropria&amp;#231;&amp;#245;es eram truculentas e lembravam atos de mil&amp;#237;cia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Uma falha que percebo &amp;#233; que o processo n&amp;#227;o foi debatido com a sociedade como era necess&amp;#225;rio - afirmou a presidente do conselho.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Andrea lembrou que h&amp;#225; muita diverg&amp;#234;ncia sobre o n&amp;#250;mero de pessoas que perderam moradias: enquanto alguns l&amp;#237;deres locais falam que at&amp;#233; 300 fam&amp;#237;lias foram afetadas no primeiro momento, o governo considera que apenas 16 pessoas deixaram suas casas e j&amp;#225; foram reassentadas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No entanto, segundo Concei&amp;#231;&amp;#227;o Ribeiro, presidente da Codin - &amp;#243;rg&amp;#227;o ligado &amp;#224; Secretaria de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico do Estado - foi feito um estudo criterioso e se descobriu que, na primeira fase de desapropria&amp;#231;&amp;#227;o, de 151 propriedades, havia apenas 16 fam&amp;#237;lias morando efetivamente no local. Todas elas foram indenizadas a um valor de R$ 100 mil o alqueire (48.400 metros quadrados) e receberam casas novas na Vila da Terra, reassentamento organizado pela Codin:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Eles falam que s&amp;#227;o muito mais pessoas, mas onde est&amp;#227;o os nomes? - questionou, acrescentando que o governo est&amp;#225; dando todo o apoio &amp;#224;s fam&amp;#237;lias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#250;lio Bueno, secret&amp;#225;rio do Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico, disse que, em sua opini&amp;#227;o, a resist&amp;#234;ncia tem motiva&amp;#231;&amp;#245;es eleitorais, ideol&amp;#243;gicas, de movimentos sociais, cobi&amp;#231;a dos propriet&amp;#225;rios, que s&amp;#227;o ampliadas pelo inc&amp;#244;modo natural das desapropria&amp;#231;&amp;#245;es e pelo &quot;brilho&quot; do empreendedor, o grupo de Eike Batista.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Dizer que s&amp;#227;o 800 pessoas afetadas &amp;#233; piada. E o Conselho dos Direitos Humanos pesquisar isso sem me procurar &amp;#233; marola. Estou aberto a debater, tenho a consci&amp;#234;ncia tranquila de que este projeto &amp;#233; bom - afirmou o secret&amp;#225;rio, acrescentando que o valor das indeniza&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#233; justo e que o alqueire, que era negociado a R$ 14 mil em 2005 e R$ 50 mil em 2008, j&amp;#225; est&amp;#225; valendo R$ 100 mil.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Adriana Cristino de Almeida Rodrigues, de 40 anos, nascida e criada na regi&amp;#227;o, vive hoje acampada no terreno de seu pai, de 90 anos, para evitar o avan&amp;#231;o das obras. Ela diz que, para os seis alqueires de sua fam&amp;#237;lia, a Codin est&amp;#225; oferecendo R$ 352 mil, o que para ela &amp;#233; muito pouco&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Precisamos resistir, n&amp;#227;o temos solu&amp;#231;&amp;#227;o - afirma Adriana.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; Maura Xavier Ribeiro, de 48 anos, h&amp;#225; um m&amp;#234;s passou a morar em sua terra onde est&amp;#225; sendo preparado o terreno para a constru&amp;#231;&amp;#227;o da OSX, o estaleiro do Grupo EBX que funcionar&amp;#225; no complexo do A&amp;#231;u:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Essa propriedade sempre foi da minha fam&amp;#237;lia. Plantamos aqui, mor&amp;#225;vamos em outra casa, mas sempre v&amp;#237;nhamos para c&amp;#225; para passar temporadas. Voltei para esta casa para evitar que ela fosse demolida.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas nem tudo s&amp;#227;o cr&amp;#237;ticas. Jos&amp;#233; Francisco de Almeida, de 72 anos, e sua mulher, Ala&amp;#237;de Souza Almeida, de 69, gostaram da troca. Ao serem desapropriados, receberam R$ 191 mil por pouco mais de um e meio alqueire e se mudaram para uma ampla casa, com m&amp;#243;veis e eletrodom&amp;#233;sticos novos. Enquanto n&amp;#227;o produzem, recebem uma aux&amp;#237;lio-produ&amp;#231;&amp;#227;o de um sal&amp;#225;rio m&amp;#237;nimo. Seus filhos tamb&amp;#233;m ganharam casas pr&amp;#243;prias na Vila da Terra:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- E essa terra aqui &amp;#233; muito boa - disse Jos&amp;#233; Francisco.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Portos e Navios - Da Reda&amp;#231;&amp;#227;o - Correa Neto/Gisela Barbieri - Ascom&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:03:31 -0200</pubDate></item><item><title>COMPANHIA DOCAS SE RE&amp;#218;NE COM COMIT&amp;#202; NA ALPB EM DEFESA DA DRAGAGEM DO PORTO DE CABEDELO</title><description>Representantes da Companhia Docas da Para&amp;#237;ba e integrantes do Comit&amp;#234; em Defesa do Porto de Cabedelo se reuniram, ontem, quarta-feira (18), com o presidente da Assembleia Legislativa da Para&amp;#237;ba (ALPB), deputado Ricardo Marcelo. O encontro ocorreu no gabinete do presidente da Assembleia e teve como objetivo formalizar um movimento suprapartid&amp;#225;rio em favor da conclus&amp;#227;o da dragagem do porto, pois o aumento da sua capacidade de operacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o possibilitar&amp;#225; alavancar o desenvolvimento do Estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Cabedelo conta hoje com um calado de pouco mais de 9 metros, com capacidade para receber navios de porte m&amp;#233;dio que transportam at&amp;#233; 35 mil toneladas de produtos por viagem. Com a conclus&amp;#227;o do projeto de dragagem do canal de acesso, que elevar&amp;#225; a profundidade das &amp;#225;guas para 11 metros, navios de grande porte, com capacidade para transportar at&amp;#233; 45 a 50 mil toneladas, poder&amp;#227;o ser utilizados, tanto nos processos de importa&amp;#231;&amp;#227;o quanto de exporta&amp;#231;&amp;#227;o de insumos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Barateamento de insumos e gera&amp;#231;&amp;#227;o de empregos - Dessa forma, conforme observou o diretor presidente da Companhia Docas da Para&amp;#237;ba, Wilbur J&amp;#225;come, a comunidade portu&amp;#225;ria ser&amp;#225; beneficiada de diversas formas, especialmente com a possibilidade de barateamento dos custos dos insumos, por meio do transporte de quantidades maiores de produtos por cada viagem.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em raz&amp;#227;o da necessidade de um volume maior de m&amp;#227;o-de-obra, haver&amp;#225;, tamb&amp;#233;m, a gera&amp;#231;&amp;#227;o de mais empregos, em fun&amp;#231;&amp;#227;o do aumento na quantidade de insumos importados e exportados. &quot;Quando se aumenta o tamanho da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, pode-se trazer mais insumos de uma s&amp;#243; vez, possibilitando o barateamento dos produtos a partir dos gastos relacionados &amp;#224;s opera&amp;#231;&amp;#245;es de transporte&quot;, explicou Wilbur.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com ele, &quot;a causa do Porto de Cabedelo, que vem de longo tempo, representa o interesse de todos os paraibanos&quot;. Ele entende que a participa&amp;#231;&amp;#227;o da Assembleia Legislativa e de outros segmentos da classe pol&amp;#237;tica do Estado &amp;#233; importante para fazer com que o governo federal viabilize a libera&amp;#231;&amp;#227;o imediata dos recursos necess&amp;#225;rios &amp;#224; conclus&amp;#227;o do projeto de dragagem do canal de acesso do porto. &quot;Temos essa sinergia entre todos os Poderes, e a Para&amp;#237;ba precisa dessa uni&amp;#227;o, com foco em projetos, para que eles tenham continuidade pelos anos seguintes&quot;, enfatizou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sobre a conclus&amp;#227;o da dragagem, Wilbur lembra que o ministro-chefe da Secretaria dos Portos da Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica, Jos&amp;#233; Le&amp;#244;nidas Cristino, e a pr&amp;#243;pria presidente da Rep&amp;#250;blica, Dilma Rousseff, j&amp;#225; se prontificaram a viabilizar a libera&amp;#231;&amp;#227;o dos recursos para a conclus&amp;#227;o do projeto, cuja execu&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; ultrapassou 90%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente do Sindicato das Ag&amp;#234;ncias de Navega&amp;#231;&amp;#227;o Mar&amp;#237;tima do Estado, M&amp;#225;rcio Madruga, tamb&amp;#233;m presente na discuss&amp;#227;o, clamou a mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o de todos os segmentos organizados da sociedade, haja vista que a dragagem do Porto &amp;#233; uma obra fundamental para a Para&amp;#237;ba.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Portos e Navios - Da Reda&amp;#231;&amp;#227;o - Correa Neto/Gisela Barbieri - Ascom&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:03:10 -0200</pubDate></item><item><title>ODEBRECHT RECEBE SELO ISO POR OBRAS EM SANTOS</title><description>A Odebrecht Infraestrutura conquistou, em dezembro, o selo ISO 9001:2008 pela obra do terminal privado multiuso, localizado na margem esquerda do porto de Santos. Os certificadores da Bureau Veritas consideraram as melhorias cont&amp;#237;nuas geradas nos 12 meses de constru&amp;#231;&amp;#227;o. De acordo com a empresa, a obra do terminal foi o primeiro projeto da construtora Norberto Odebrecht a receber um selo no escopo de obras portu&amp;#225;rias onshore e dragagem no &amp;#226;mbito nacional e internacional.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre os princ&amp;#237;pios do sistema de gest&amp;#227;o da qualidade da ISO est&amp;#227;o: enfoque no cliente, envolvimento das pessoas, abordagem sist&amp;#234;mica &amp;#224; gest&amp;#227;o e rela&amp;#231;&amp;#227;o ben&amp;#233;fica com os fornecedores. Para o respons&amp;#225;vel por Administra&amp;#231;&amp;#227;o e Finan&amp;#231;as da Odebrecht, Reynaldo Pincette Filho, essas medidas auxiliam na melhoria dos processos internos. &quot;Esses princ&amp;#237;pios geram a&amp;#231;&amp;#245;es de monitoramento no ambiente de trabalho, maior capacita&amp;#231;&amp;#227;o dos colaboradores e, com isso, resultados mais satisfat&amp;#243;rios para os clientes&quot;, comentou Pincette Filho.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Portos e Navios - Da Reda&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:02:57 -0200</pubDate></item><item><title>A&amp;#199;&amp;#218;CAR: FILA NOS PORTOS CAI DE 30 PARA 28 NAVIOS</title><description>A maior parte do volume a ser exportado &amp;#233; da variedade VHP&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O n&amp;#250;mero de navios que esperam para embarcar a&amp;#231;&amp;#250;car nos portos brasileiros caiu de 30 para 28 na semana encerrada no dia 18 de janeiro de 2012, de acordo com relat&amp;#243;rio da ag&amp;#234;ncia mar&amp;#237;tima Williams Brazil. O relat&amp;#243;rio considera embarca&amp;#231;&amp;#245;es j&amp;#225; ancoradas, aquelas que est&amp;#227;o ao largo esperando atraca&amp;#231;&amp;#227;o e tamb&amp;#233;m as embarca&amp;#231;&amp;#245;es com previs&amp;#227;o de chegada at&amp;#233; dia 4 de fevereiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Foi agendado o carregamento de 847,9 milh&amp;#245;es de toneladas de a&amp;#231;&amp;#250;car. A maior quantidade ser&amp;#225; embarcada no porto de Santos, de onde sair&amp;#227;o 324,95 mil toneladas, ou 38% do total. Paranagu&amp;#225; responder&amp;#225; por 29% do embarque, ou 245,85 mil toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No Porto de Santos, o terminal da Cosan deve embarcar 136,7 mil toneladas no per&amp;#237;odo analisado. No terminal da Copersucar, os embarques devem somar 188,25 mil toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A maior parte do volume a ser exportado &amp;#233; da variedade VHP - a&amp;#231;&amp;#250;car bruto de alta polariza&amp;#231;&amp;#227;o -, com 790,83 mil toneladas. O a&amp;#231;&amp;#250;car VHP &amp;#233; embarcado &amp;#224; granel. Do total de VHP a ser exportado, 40% ser&amp;#225; pelo porto de Santos e 30% por Paranagu&amp;#225;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os registros do tipo cristal B-150 devem somar 27,58 mil toneladas. O a&amp;#231;&amp;#250;car refinado A45 totaliza 29,5 mil toneladas. O a&amp;#231;&amp;#250;car cristal e o A45 s&amp;#227;o embarcados ensacados. Do total de a&amp;#231;&amp;#250;car ensacado a ser embarcado, 41% sair&amp;#225; pelo Porto de Recife, e 23% por Santos.&lt;br&gt;
Fonte: Midia News&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:02:42 -0200</pubDate></item><item><title>RICARDO MARCELO SE RE&amp;#218;NE COM ENTIDADES PARA DISCUTIR PORTO DE CABEDELO</title><description>O presidente da Assembleia Legislativa da Para&amp;#237;ba (ALPB), Ricardo Marcelo (PSDB) se reuniu hoje, quarta-feira (18), &amp;#224;s 10h30, no gabinete do presidente da Assembleia, com o presidente do Comit&amp;#234; em Defesa do Porto de Cabedelo e do Sindicato das Ag&amp;#234;ncias de Navega&amp;#231;&amp;#227;o Mar&amp;#237;tima do Estado da Para&amp;#237;ba, M&amp;#225;rcio Madruga, a administra&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Cabedelo e governo do Estado e para criar um movimento suprapartid&amp;#225;rio em prol da conclus&amp;#227;o da dragagem do Porto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O objetivo &amp;#233; aumentar a capacidade de operacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o do porto e assim, assegurar a retomada do desenvolvimento do Estado.&lt;br&gt;
Fonte: PB Hoje&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:02:30 -0200</pubDate></item><item><title>SEM NAVEGA&amp;#199;&amp;#195;O COMERCIAL AVAN&amp;#199;A ESTOQUE DE MIN&amp;#201;RIO</title><description>A paralisa&amp;#231;&amp;#227;o da navega&amp;#231;&amp;#227;o comercial no Rio Paraguai desde novembro de 2011, devido a longa seca depois de uma das maiores cheias dos &amp;#250;ltimos 15 anos, n&amp;#227;o est&amp;#225; acarretando apenas preju&amp;#237;zos financeiros &amp;#224;s mineradoras e operadoras da hidrovia. Os efeitos operacionais j&amp;#225; come&amp;#231;am a surgir por falta de estrutura portu&amp;#225;ria para estocar a produ&amp;#231;&amp;#227;o que segue em grande escala.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como as minas se mantiveram em opera&amp;#231;&amp;#227;o, a Vale, que extrai o maior volume de min&amp;#233;rio de ferro e mangan&amp;#234;s das reservas de Urucum, j&amp;#225; n&amp;#227;o tem mais espa&amp;#231;os f&amp;#237;sicos para estocar material. A empresa n&amp;#227;o se pronuncia sobre estas dificuldades, mas a reportagem apurou que o Porto Greg&amp;#243;rio Curvo, no distrito de Porto Esperan&amp;#231;a, atingiu sua capacidade m&amp;#225;xima (cerca de 600 mil toneladas).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Devido &amp;#224; suspens&amp;#227;o, em dezembro, do transporte (por ferrovia, da esta&amp;#231;&amp;#227;o de Maria Coelho) de min&amp;#233;rio para o Greg&amp;#243;rio Curvo, de onde a Vale exporta grande parte de sua produ&amp;#231;&amp;#227;o para mercados latinos, europeus e asi&amp;#225;ticos, a empresa amplia seu p&amp;#225;tio no Porto Sobramil, entre Corumb&amp;#225; e Lad&amp;#225;rio. Para esse porto, o transporte do min&amp;#233;rio &amp;#233; rodovi&amp;#225;rio e o movimento de caminh&amp;#245;es &amp;#233; ininterrupto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A segunda maior mineradora, a MMX, retornou as opera&amp;#231;&amp;#245;es na mina 63 na semana passada, depois de conceder f&amp;#233;rias coletivas aos setores de opera&amp;#231;&amp;#227;o e administrativo, desde 6 de dezembro, por conta da suspens&amp;#227;o do transporte fluvial. A empresa j&amp;#225; enfrenta limita&amp;#231;&amp;#245;es de estocagem desde o ano passado, por problemas log&amp;#237;sticos, mas acaba de contratar uma operadora ga&amp;#250;cha.    &lt;br&gt;
Fonte: Correio do Estado/S&amp;#237;LVIO ANDRADE/CORUMB&amp;#225;&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:02:18 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO DO A&amp;#199;U VAI ABRIR 10 MIL VAGAS DE EMPREGOS AT&amp;#201; 2013</title><description>Rio - A primeira fase do Complexo Industrial Superporto do A&amp;#231;u, empreendimento do empres&amp;#225;rio Eike Batista em S&amp;#227;o Jo&amp;#227;o da Barra, no Norte Fluminense, come&amp;#231;a a operar em meados de 2013. Quando os terminais de min&amp;#233;rio de ferro, para exporta&amp;#231;&amp;#227;o do produto e de petr&amp;#243;leo, e o espa&amp;#231;o para cargas entrarem em atividade ser&amp;#227;o abertos 10 mil postos de trabalho na &amp;#225;rea da constru&amp;#231;&amp;#227;o civil e de opera&amp;#231;&amp;#227;o de empresas instaladas. At&amp;#233; l&amp;#225;, ser&amp;#227;o investidos pela LLX, empresa de log&amp;#237;stica do grupo EBX, R$ 3,8 bilh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m dos terminais, at&amp;#233; 2013 est&amp;#227;o previstas a instala&amp;#231;&amp;#227;o de um estaleiro para a constru&amp;#231;&amp;#227;o de superpetroleiros, parceria da OSX com a Hyundai, e de tr&amp;#234;s f&amp;#225;bricas de equipamentos para a ind&amp;#250;stria do petr&amp;#243;leo: NKTF, Technip e Intermoor. Em 2014, deve entrar em opera&amp;#231;&amp;#227;o a sider&amp;#250;rgica Ternium, que vai gerar mais cinco mil empregos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A regi&amp;#227;o crescer&amp;#225; mais nos pr&amp;#243;ximos anos. Al&amp;#233;m de todo o Complexo do A&amp;#231;u, o setor de servi&amp;#231;os ir&amp;#225; se expandir por S&amp;#227;o Jo&amp;#227;o da Barra e Campos&quot;, afirmou o diretor de Implanta&amp;#231;&amp;#227;o da LLX, Luis Baroni.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo ele, h&amp;#225; 4.500 trabalhadores nas obras civis do empreendimento, sendo 52% moradores da regi&amp;#227;o. Para este ano, a LLX prev&amp;#234; abrir 3.100 vagas em cursos de qualifica&amp;#231;&amp;#227;o profissional, em parceria com o Sistema &apos;S&apos;. Para instalar as demais empresas, a Companhia de Desenvolvimento Industrial est&amp;#225; implantando o distrito industrial de S&amp;#227;o Jo&amp;#227;o da Barra, em &amp;#225;rea de 70 quil&amp;#244;metros quadrados. L&amp;#225;, a Codin identificou e desapropriou cerca de 400 propriedades rurais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conselho apresenta hoje relat&amp;#243;rio sobre irregularidades&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos apresentar&amp;#225; hoje relat&amp;#243;rio da visita que fez nos dois &amp;#250;ltimos dias ao munic&amp;#237;pio para verificar se h&amp;#225; irregularidades nas desapropria&amp;#231;&amp;#245;es. Segundo a conselheira Andrea Sep&amp;#250;lveda, muitos agricultores se dizem amea&amp;#231;ados a negociar rapidamente a sa&amp;#237;da da terra. &quot;Acredito que o processo deveria ser melhor debatido. H&amp;#225; diverg&amp;#234;ncias nos n&amp;#250;meros de residentes e muitos n&amp;#227;o querem sair&quot;, afirmou. Conforme Andrea, cerca de 150 pessoas resistem sair do local, apesar da desapropria&amp;#231;&amp;#227;o judicial. O secret&amp;#225;rio de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico, Julio Bueno, discordou que haja 850 fam&amp;#237;lias na regi&amp;#227;o. Ele afirmou que continuando aguardando a lista com os problemas apontados pelos produtores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em Maric&amp;#225; s&amp;#227;o 12 mil oportunidades&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em Maric&amp;#225;, um outro grande empreendimento tamb&amp;#233;m abrir&amp;#225; vagas de empregos. Com a implanta&amp;#231;&amp;#227;o do complexo portu&amp;#225;rio dos Terminais Ponta Negra (TPN), para escoar a produ&amp;#231;&amp;#227;o do Complexo Petroqu&amp;#237;mico do Rio de Janeiro (Comperj) em Itabora&amp;#237;, 9 mil empregos diretos e indiretos durante a constru&amp;#231;&amp;#227;o, passando a 12 mil ap&amp;#243;s a conclus&amp;#227;o das obras, em 2015, dever&amp;#227;o ser gerados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Prefeitura de Maric&amp;#225; tamb&amp;#233;m planeja a&amp;#231;&amp;#245;es para refor&amp;#231;ar a qualifica&amp;#231;&amp;#227;o de m&amp;#227;o de obra local para trabalhar no setor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A C&amp;#226;mara Municipal aprovou em dezembro altera&amp;#231;&amp;#227;o no zoneamento urbano, permitindo a cria&amp;#231;&amp;#227;o de uma &amp;#225;rea industrial no plano destinado &amp;#225; regi&amp;#227;o da praia de Jacon&amp;#233;. Assim, a DTA Engenharia pode come&amp;#231;ar a trabalhar no desenvolvimento do complexo.&lt;br&gt;
Fonte: O Dia/POR AUR&amp;#201;LIO GIMENEZ&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:02:04 -0200</pubDate></item><item><title>BRASIL BUSCAR&amp;#193; MIN&amp;#201;RIO NO FUNDO DO MAR</title><description>O Brasil se prepara para explorar min&amp;#233;rios no fundo do oceano Atl&amp;#226;ntico, em &amp;#225;guas internacionais. O feito &amp;#233; in&amp;#233;dito em dois aspectos. Nunca o pa&amp;#237;s se aventurou a explorar riquezas minerais (exceto petr&amp;#243;leo) em solo t&amp;#227;o profundo, a at&amp;#233; 6.000 metros abaixo do n&amp;#237;vel do mar.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O pa&amp;#237;s tamb&amp;#233;m nunca reivindicou &amp;#224; comunidade internacional direitos em &amp;#225;rea t&amp;#227;o afastada da plataforma continental brasileira, que tem largura m&amp;#233;dia de 320 quil&amp;#244;metros a partir da costa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) enviou quatro expedi&amp;#231;&amp;#245;es para o Alto do Rio Grande, cordilheira a mais de mil quil&amp;#244;metros da costa de Santa Catarina. A quarta embarca&amp;#231;&amp;#227;o enviada a essa cadeia de montanhas no Atl&amp;#226;ntico voltou ao Rio ontem.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estudos mostram que a regi&amp;#227;o tem cobalto, n&amp;#237;quel, mangan&amp;#234;s, fosfato, g&amp;#225;s metano e at&amp;#233; min&amp;#233;rios mais raros, como o l&amp;#237;tio, usado na ind&amp;#250;stria de alta tecnologia. O governo trabalha com a hip&amp;#243;tese de desenvolver atividades comerciais daqui a dez anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O pr&amp;#243;ximo passo &amp;#233; pedir &amp;#224; Isba (International Seabed Authority), ligada &amp;#224; ONU, o direito exclusivo para pesquisa de viabilidade econ&amp;#244;mica.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A CPRM apronta seus relat&amp;#243;rios para iniciar esse processo em um ano, motivada pelo potencial econ&amp;#244;mico e tamb&amp;#233;m por uma quest&amp;#227;o geopol&amp;#237;tica. H&amp;#225; ind&amp;#237;cios de que embarca&amp;#231;&amp;#245;es alem&amp;#227;s e russas tenham sondado o local.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Roberto Ventura, diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, o projeto &amp;#233; fundamental para o Brasil desenvolver tecnologia pr&amp;#243;pria de explora&amp;#231;&amp;#227;o em alto-mar e avaliar como reduzir impactos ambientais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Est&amp;#227;o sendo estudadas as formas de vida do lugar&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
-bact&amp;#233;rias e demais micro-organismos- e como dispersar os rejeitos de uma explora&amp;#231;&amp;#227;o mineral em alto-mar.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O Brasil agora est&amp;#225; com condi&amp;#231;&amp;#245;es financeiras&quot; e pode fazer essas pesquisas, diz Ventura sobre o relativo atraso ante pa&amp;#237;ses como China, Jap&amp;#227;o, R&amp;#250;ssia e Alemanha.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No entanto, n&amp;#227;o h&amp;#225; navio brasileiro apropriado para as expedi&amp;#231;&amp;#245;es. As quatro j&amp;#225; feitas ocorreram com uma embarca&amp;#231;&amp;#227;o holandesa. Em agosto, haver&amp;#225; nova miss&amp;#227;o, e o navio ser&amp;#225; japon&amp;#234;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hoje o pa&amp;#237;s faz pouca explora&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rios em solo mar&amp;#237;timo. H&amp;#225; autoriza&amp;#231;&amp;#227;o de pesquisa na plataforma continental do Maranh&amp;#227;o e do Esp&amp;#237;rito Santo, para coleta de material composto por farelos de conchas e corais. &lt;br&gt;
Fonte: Folha de S&amp;#227;o Paulo/SOFIA FERNANDES/VALDO CRUZ/DE BRAS&amp;#205;LIA&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:01:51 -0200</pubDate></item><item><title>DEMORA EM LIBERA&amp;#199;&amp;#195;O DE &amp;#193;REA AFETA IDA DE SIDER&amp;#218;RGICA PARA O RJ</title><description>A resist&amp;#234;ncia &amp;#224; implanta&amp;#231;&amp;#227;o de um distrito industrial ao redor do Porto do A&amp;#231;u, em S&amp;#227;o Jo&amp;#227;o da Barra, no norte fluminense, pode comprometer a instala&amp;#231;&amp;#227;o da sider&amp;#250;rgica &amp;#237;talo-argentina Ternium no local.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A constru&amp;#231;&amp;#227;o da sider&amp;#250;rgica na regi&amp;#227;o j&amp;#225; era dada como certa, mas, de acordo com Concei&amp;#231;&amp;#227;o Ribeiro, presidente da Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio), as dificuldades para retirar moradores das &amp;#225;reas desapropriadas podem fazer com que o grupo desista do projeto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O distrito industrial est&amp;#225; sendo constru&amp;#237;do ao redor do porto do A&amp;#231;u e bancado pelo empres&amp;#225;rio Eike Batista em terreno de sua propriedade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O n&amp;#250;cleo dever&amp;#225; ocupar uma &amp;#225;rea de 70 milh&amp;#245;es de metros quadrados. At&amp;#233; agora foram desapropriados 23 milh&amp;#245;es de metros quadrados, em meio a den&amp;#250;ncias de irregularidades no processo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A previs&amp;#227;o &amp;#233; que at&amp;#233; 2025 o complexo industrial receba US$ 40 bilh&amp;#245;es em investimentos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os protestos se agravaram ap&amp;#243;s den&amp;#250;ncias do uso de mil&amp;#237;cias para retirar os moradores da regi&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;H&amp;#225; ind&amp;#237;cios de uso de seguran&amp;#231;a privada &amp;#224; paisana e isso tem que ser autorizado pela PF&quot;, disse o procurador federal Eduardo Santos de Oliveira, que investiga o caso. Ele solicitou informa&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#224; Pol&amp;#237;cia Federal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com Rodrigo Santos, vice-presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o dos Produtores Rurais e Im&amp;#243;veis da regi&amp;#227;o, as pessoas que tiveram propriedades desapropriadas preferem uma indeniza&amp;#231;&amp;#227;o a ir para a Vila da Terra, conjunto de casas que est&amp;#225; sendo constru&amp;#237;do pela LLX, uma das empresas de Eike. &lt;br&gt;
Fonte: Folha de S&amp;#227;o Paulo/DENISE LUNA/ENVIADA ESPECIAL A S&amp;#195;O JO&amp;#195;O DA BARRA (RJ)&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:01:37 -0200</pubDate></item><item><title>MPX RECEBE NO PORTO DE ITAQUI PRIMEIRA TURBINA PARA UTE PARNA&amp;#205;BA</title><description>A MPX, empresa de energia do Grupo EBX, de Eike Batista, recebeu, no porto do Itaqui, no Maranh&amp;#227;o, a primeira turbina da UTE Parna&amp;#237;ba, principal complexo termel&amp;#233;trico em implanta&amp;#231;&amp;#227;o no Brasil&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O equipamento, fabricado pela GE nos Estados Unidos, pesa 178 toneladas, tem 5 metros de altura, e chegar&amp;#225; em fevereiro ao canteiro de obras, localizado no munic&amp;#237;pio de Santo Ant&amp;#244;nio dos Lopes, a 250 quil&amp;#244;metros de S&amp;#227;o Luis.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esta turbina faz parte de um acordo superior a US$ 1,2 bilh&amp;#227;o com a multinacional GE para aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de 19 turbinas Frame 7FA de 183 MW, cada uma, e um contrato de manuten&amp;#231;&amp;#227;o e assist&amp;#234;ncia t&amp;#233;cnica por 20 anos. A parceria permitir&amp;#225; a implanta&amp;#231;&amp;#227;o de forma eficiente do complexo de gera&amp;#231;&amp;#227;o a g&amp;#225;s natural da UTE Parna&amp;#237;ba, que j&amp;#225; tem licen&amp;#231;a para construir 3.722 MW.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A UTE Parna&amp;#237;ba ter&amp;#225; unidades de gera&amp;#231;&amp;#227;o de energia que somam 1.531 MW de capacidade instalada. O fornecimento da energia, negociado em leil&amp;#245;es p&amp;#250;blicos e com grandes consumidores livres, garantir&amp;#225; uma receita anual de R$ 714 milh&amp;#245;es por at&amp;#233; 20 anos. O investimento previsto chega a R$ 3 bilh&amp;#245;es, gerando mais de 1.500 empregos diretos. A empresa possui ainda licen&amp;#231;a de instala&amp;#231;&amp;#227;o para cerca de 2.200 MW.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A parceria entre a GE e a MPX mostra a import&amp;#226;ncia do empreendimento UTE Parna&amp;#237;ba para o crescimento da empresa. Teremos um importante polo de gera&amp;#231;&amp;#227;o de energia el&amp;#233;trica integrado &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o de g&amp;#225;s natural local&quot;, afirma o Presidente da MPX, Eduardo Karrer.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A companhia tem participa&amp;#231;&amp;#227;o acion&amp;#225;ria em oito blocos terrestres de g&amp;#225;s natural na Bacia do Parna&amp;#237;ba, em parceria com a OGX, que j&amp;#225; garantiu a entrega de 6 milh&amp;#245;es de metros c&amp;#250;bicos do combust&amp;#237;vel por dia em 2013. O trabalho de explora&amp;#231;&amp;#227;o e produ&amp;#231;&amp;#227;o segue em ritmo acelerado para confirmar mais g&amp;#225;s para a expans&amp;#227;o da usina, com o in&amp;#237;cio da explora&amp;#231;&amp;#227;o previsto para o segundo semestre. &quot;O trabalho desenvolvido pela OGX Maranh&amp;#227;o (empresa constitu&amp;#237;da pela MPX e a OGX para produ&amp;#231;&amp;#227;o de g&amp;#225;s na Bacia do Parna&amp;#237;ba) &amp;#233; espetacular. Em 2009, os blocos foram adquiridos. No ano seguinte a perfura&amp;#231;&amp;#227;o dos po&amp;#231;os foi iniciada e, em 2011, foi declarada a comercialidade do g&amp;#225;s, um feito excepcional e em tempo recorde&quot;, ressalta Marcus Temke, Diretor de Implanta&amp;#231;&amp;#227;o e Opera&amp;#231;&amp;#227;o da MPX.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O projeto da UTE Parna&amp;#237;ba em conjunto com a MPX baseia-se no renome que a GE desenvolveu no Brasil como maior fornecedor de tecnologia confi&amp;#225;vel, eficiente e econ&amp;#244;mica de gera&amp;#231;&amp;#227;o de energia,&quot; afirmou Marcelo Soares, Executivo Regional da GE Energy para a Am&amp;#233;rica Latina. &quot;Al&amp;#233;m de fornecer equipamentos de n&amp;#237;vel internacional, fornecemos tamb&amp;#233;m aos nossos clientes a maior abrang&amp;#234;ncia de servi&amp;#231;os em toda a Am&amp;#233;rica Latina e no setor energ&amp;#233;tico global, para que eles possam manter a disponibilidade, confiabilidade e efici&amp;#234;ncia de suas usinas&quot;, completa Soares. O continuo investimento e desenvolvimento da tecnologia de modernas turbinas a g&amp;#225;s oferecidas pela GE tem colocado a turbina a g&amp;#225;s Frame 7FA como a turbina com a mais avan&amp;#231;ada tecnologia a g&amp;#225;s e a mais amplamente utilizada no mundo. Ela faz parte de uma frota instalada da GE de mais de 1.000 m&amp;#225;quinas com tecnologia F, respons&amp;#225;veis por um total de mais de 30 milh&amp;#245;es de horas de opera&amp;#231;&amp;#227;o no mundo todo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sobre a MPX&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A MPX, parte do Grupo EBX, &amp;#233; uma empresa diversificada de energia com neg&amp;#243;cios complementares em gera&amp;#231;&amp;#227;o el&amp;#233;trica, minera&amp;#231;&amp;#227;o de carv&amp;#227;o e explora&amp;#231;&amp;#227;o e produ&amp;#231;&amp;#227;o de g&amp;#225;s natural na Am&amp;#233;rica do Sul. A Companhia tem um amplo portf&amp;#243;lio de empreendimentos de gera&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;rmica, que excede 14 GW de capacidade e a posiciona estrategicamente para se tornar uma geradora privada l&amp;#237;der. A MPX possui tamb&amp;#233;m ativos de classe mundial de carv&amp;#227;o de baixo n&amp;#237;vel de emiss&amp;#245;es, com recursos potenciais para suportar uma produ&amp;#231;&amp;#227;o de 35 milh&amp;#245;es de toneladas por ano, e com infraestrutura integrada, que inclui uma ferrovia de 150 km das minas &amp;#224; costa e um porto de &amp;#225;guas profundas. O carv&amp;#227;o produzido na Col&amp;#244;mbia ser&amp;#225; comercializado no mercado internacional, al&amp;#233;m de suprir as plantas da MPX no Brasil e no Chile. As usinas de gera&amp;#231;&amp;#227;o da MPX ser&amp;#227;o tamb&amp;#233;m as principais consumidoras do g&amp;#225;s natural produzido nos blocos terrestres da Companhia, que tem recursos riscados estimados superiores a 11 Tcf.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sobre a GE&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A GE (Bolsa de Nova York: GE) &amp;#233; uma empresa de tecnologia avan&amp;#231;ada, servi&amp;#231;os e finan&amp;#231;as, que lida com os maiores desafios do mundo. Dedica-se &amp;#224; inova&amp;#231;&amp;#227;o na &amp;#225;rea da energia, sa&amp;#250;de, transportes e infraestrutura. A GE opera em mais de 100 pa&amp;#237;ses e emprega cerca de 300.000 pessoas no mundo todo. Para maiores informa&amp;#231;&amp;#245;es, visite o website da empresa em www.ge.com.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A GE atende o setor energ&amp;#233;tico, desenvolvendo e implementando uma tecnologia que permite o uso eficiente dos recursos naturais. Com mais de 90.000 funcion&amp;#225;rios no mundo todo e receitas em 2010 de US$38 bilh&amp;#245;es, a GE Energy www.ge.com/energy &amp;#233; um dos maiores fornecedores mundiais de tecnologias de gera&amp;#231;&amp;#227;o e distribui&amp;#231;&amp;#227;o de energia. As unidades que comp&amp;#245;em a GE Energy-GE Power &amp; Water, GE Energy Services e GE Oil &amp; Gas - trabalham em conjunto para fornecer produtos integrados e solu&amp;#231;&amp;#245;es de servi&amp;#231;os em todas as &amp;#225;reas do setor de energia, inclusive carv&amp;#227;o, petr&amp;#243;leo, g&amp;#225;s natural e energia nuclear, recursos renov&amp;#225;veis tais como &amp;#225;gua, energia solar e e&amp;#243;lica e biog&amp;#225;s, bem como outros combust&amp;#237;veis alternativos&lt;br&gt;
Fonte : O Imparcial&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:01:19 -0200</pubDate></item><item><title>BNDES FINANCIOU R$ 139,7 BILH&amp;#213;ES EM 2011</title><description>Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico e Social (Bndes) no ano passado alcan&amp;#231;aram R$ 139,7 bilh&amp;#245;es, segundo informa&amp;#231;&amp;#227;o divulgada ontem pelo presidente da institui&amp;#231;&amp;#227;o, Luciano Coutinho.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo ele, as libera&amp;#231;&amp;#245;es mostram estabilidade dentro &quot;da pol&amp;#237;tica deliberada de modera&amp;#231;&amp;#227;o&quot; do banco de fomento. Coutinho disse que essa pol&amp;#237;tica de modera&amp;#231;&amp;#227;o foi alcan&amp;#231;ada por causa da maior participa&amp;#231;&amp;#227;o do mercado de capitais no financiamento ao setor produtivo nacional, em 2011. &quot;N&amp;#243;s cumprimos a nossa pr&amp;#243;pria expectativa. Mas fizemos melhor, porque tivemos mais desembolsos para a pequena empresa, para inova&amp;#231;&amp;#227;o, para a chamada economia verde, com aumento da fatia das energias renov&amp;#225;veis. Acredito que logramos os nossos objetivos. O balan&amp;#231;o &amp;#233; positivo.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em compara&amp;#231;&amp;#227;o a 2010, quando os desembolsos somaram R$ 143,7 bilh&amp;#245;es, excluindo a opera&amp;#231;&amp;#227;o de empr&amp;#233;stimo de R$ 25 bilh&amp;#245;es para a Petrobras, houve redu&amp;#231;&amp;#227;o de 17%. Coutinho ressaltou, por&amp;#233;m, que, quando se retira do desempenho de 2010 linhas para capital de giro criadas &amp;#224;quela &amp;#233;poca, houve crescimento em 2011 da ordem de 6% em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s libera&amp;#231;&amp;#245;es do ano anterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente avaliou que a queda de 19% nos desembolsos para a ind&amp;#250;stria (de R$ 54 bilh&amp;#245;es, em 2010, para R$ 43,8 bilh&amp;#245;es, em 2011) se explica pela migra&amp;#231;&amp;#227;o de parte das grandes empresas para o mercado de capitais, na busca de financiamento para os investimentos. Coutinho salientou a participa&amp;#231;&amp;#227;o das micro, pequenas e m&amp;#233;dias empresas no desempenho do Bndes no ano passado. Enquanto essas empresas apresentaram crescimento de 9% nos desembolsos, as grandes empresas recuaram 27%. A participa&amp;#231;&amp;#227;o das MPEs nos empr&amp;#233;stimos evoluiu de 24,8%, em 2007, para 35,9%, em 2011. O n&amp;#250;mero dessas empresas apoiadas pelo banco cresceu 34% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010, totalizando 235,9 mil no ano passado, ante 176,6 mil no ano anterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em termos de transa&amp;#231;&amp;#245;es, o Bndes registrou no ano passado o maior n&amp;#250;mero de opera&amp;#231;&amp;#245;es de sua hist&amp;#243;ria. Foram 896 mil financiamentos, com alta de 47% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010, o que permitiu ampliar o acesso ao cr&amp;#233;dito da institui&amp;#231;&amp;#227;o, em especial MPEs. O balan&amp;#231;o apresentado pelo presidente do Bndes mostra aumento de 7% nos recursos liberados para a &amp;#225;rea de infraestrutura no ano passado, que subiram de R$ 52,4 bilh&amp;#245;es para R$ 56,1 bilh&amp;#245;es. Esse valor corresponde a 40% dos desembolsos totais do banco no exerc&amp;#237;cio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Coutinho atribuiu boa parte dessa expans&amp;#227;o &amp;#224; utiliza&amp;#231;&amp;#227;o do Cart&amp;#227;o Bndes, que contabilizou mais de 472 mil pl&amp;#225;sticos emitidos para compra de m&amp;#225;quinas e equipamentos pelas micro, pequenas e m&amp;#233;dias empresas no portal eletr&amp;#244;nico do banco, at&amp;#233; dezembro de 2011. &quot;O cart&amp;#227;o foi um fator grande de expans&amp;#227;o das pequenas e m&amp;#233;dias empresas nas regi&amp;#245;es menos desenvolvidas.&quot; Os desembolsos por meio do cart&amp;#227;o atingiram R$ 7,6 bilh&amp;#245;es no ano passado, com aumento de 76% em compara&amp;#231;&amp;#227;o a 2010.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Neste ano, o Bndes pode receber novo aporte de recursos do Tesouro Nacional e assim ampliar a disponibilidade de recursos para as opera&amp;#231;&amp;#245;es de cr&amp;#233;dito. A opera&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; sendo negociada por agentes do banco de fomento com as autoridades econ&amp;#244;micas do Pa&amp;#237;s, lideradas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. &quot;&amp;#201; prematuro falar a respeito de valores&quot;, disse Coutinho. O presidente informou que o banco n&amp;#227;o tem um quadro definido em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s necessidades de empr&amp;#233;stimo para 2012.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal do Commercio (RS)&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:01:05 -0200</pubDate></item><item><title>TRANSPORTE DE VALORES GANHA MAIS SEGURAN&amp;#199;A</title><description>Companhia desenvolveu uma solu&amp;#231;&amp;#227;o tecnol&amp;#243;gica que envolve comunica&amp;#231;&amp;#227;o de dados, armazenamento e otimiza&amp;#231;&amp;#227;o das decis&amp;#245;es &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O emprego da tecnologia como uma ferramenta para aumentar a seguran&amp;#231;a no transporte de valores est&amp;#225; difundindo-se cada vez mais no Brasil. O uso de softwares e equipamentos, como cofres e maletas inteligentes, ganha espa&amp;#231;o nessa &amp;#225;rea. Uma empresa que est&amp;#225; acreditando nesse segmento &amp;#233; a eWave do Brasil. A companhia desenvolveu uma solu&amp;#231;&amp;#227;o tecnol&amp;#243;gica que envolve comunica&amp;#231;&amp;#227;o de dados, armazenamento e otimiza&amp;#231;&amp;#227;o das decis&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O gerente de produto da eWave do Brasil, Giovane Cesar, explica que um banco precisa fazer a gest&amp;#227;o do volume de dinheiro em esp&amp;#233;cie que se encontra em suas ag&amp;#234;ncias. A institui&amp;#231;&amp;#227;o precisa dispor de uma quantia consider&amp;#225;vel para atender &amp;#224;s necessidades dos seus clientes, por&amp;#233;m, n&amp;#227;o pode ser dep&amp;#243;sito de um montante exagerado capaz de causar um grande preju&amp;#237;zo no caso de ser v&amp;#237;tima de um eventual assalto. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Focando essa caracter&amp;#237;stica, a ferramenta elaborada tem o objetivo de melhorar a comunica&amp;#231;&amp;#227;o da administra&amp;#231;&amp;#227;o central do banco com a ag&amp;#234;ncia. Para isso, s&amp;#227;o utilizados protocolos de comunica&amp;#231;&amp;#227;o criptografados e armazenamento de dados, entre outras a&amp;#231;&amp;#245;es.  &lt;br&gt;
Com a base tecnol&amp;#243;gica implementada, o segundo passo &amp;#233; proceder a uma an&amp;#225;lise do hist&amp;#243;rico da institu&amp;#231;&amp;#227;o e tentar estabelecer uma previs&amp;#227;o estat&amp;#237;stica da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de valores futura. Ap&amp;#243;s, &amp;#233; montado um modelo matem&amp;#225;tico que vai determinar em que dias e quais valores devem ser encaminhados para as ag&amp;#234;ncias para suprir a demanda e minimizar os custos log&amp;#237;sticos envolvidos. O recurso considera tamb&amp;#233;m as situa&amp;#231;&amp;#245;es n&amp;#227;o esperadas e faz configura&amp;#231;&amp;#245;es de cen&amp;#225;rios (limites de seguran&amp;#231;a, simula&amp;#231;&amp;#227;o de quebra de caixas eletr&amp;#244;nicos etc). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O CEO da eWave do Brasil, Nimrod Riftin, ressalta que o investimento no sistema &amp;#233; recuperado com a otimiza&amp;#231;&amp;#227;o dos processos. Ele comenta que um banco j&amp;#225; est&amp;#225; implementando a solu&amp;#231;&amp;#227;o e a expans&amp;#227;o do produto se dar&amp;#225; em 2012. &quot;Vimos uma necessidade real do mercado por esse servi&amp;#231;o&quot;, afirma Riftin. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa, que desenvolve ainda outras solu&amp;#231;&amp;#245;es para o setor de transporte e log&amp;#237;stica, possui f&amp;#225;brica de software em Curitiba e matriz comercial em S&amp;#227;o Paulo, al&amp;#233;m de escrit&amp;#243;rios comerciais no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Bras&amp;#237;lia. No primeiro semestre de 2012, a eWave abrir&amp;#225; mais tr&amp;#234;s escrit&amp;#243;rios, em Recife, em Manaus e em Porto Alegre. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outra companhia que trabalha com solu&amp;#231;&amp;#245;es tecnol&amp;#243;gicas para a &amp;#225;rea de transporte de valores &amp;#233; a ApoioWare Technology. Representante oficial da su&amp;#237;&amp;#231;a Villiger no Brasil, a empresa comercializa no Pa&amp;#237;s, entre outros produtos, a maleta inteligente utilizada para o deslocamento de dinheiro. O mecanismo funciona com programa&amp;#231;&amp;#227;o de tempos e com sensores de contato fixados na al&amp;#231;a. &quot;Ela consegue perceber quando est&amp;#225; sendo roubada&quot;, esclarece o diretor de opera&amp;#231;&amp;#245;es da ApoioWare, Fernando Fernandes do Nascimento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Se a maleta n&amp;#227;o chegar ao destino correto no prazo estipulado, sofrer trepida&amp;#231;&amp;#245;es ou calor excessivo, ela reage emitindo um som estridente, fuma&amp;#231;a e mancha o dinheiro com tinta. O executivo salienta que o uso do equipamento &amp;#233; amplamente difundido na Europa. No Brasil, o custo de uma maleta inteligente &amp;#233; de cerca de R$ 3 mil. Nascimento acrescenta que o Banco Central aceita reemitir os n&amp;#250;meros de s&amp;#233;rie das notas que sejam manchadas em decorr&amp;#234;ncia de um roubo. Nesse caso, a companhia de seguro, que garante a transportadora, pode encaminhar o pedido de reemiss&amp;#227;o das notas e o Banco Central cobra somente pela impress&amp;#227;o delas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Roubos a carros-fortes v&amp;#234;m caindo no Estado gra&amp;#231;as ao aumento de cuidados - Conforme um levantamento feito pela secretaria estadual de Seguran&amp;#231;a P&amp;#250;blica, o n&amp;#250;mero de roubos de carros-fortes no Rio Grande do Sul vem diminuindo nos &amp;#250;ltimos anos. De janeiro at&amp;#233; 12 de dezembro de 2011, n&amp;#227;o havia sido constatada qualquer ocorr&amp;#234;ncia nesse segmento no Estado, contra apenas duas registradas durante o ano anterior. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre os anos de 2000 e 2011, a secretaria havia apurado 39 roubos dessa natureza. O per&amp;#237;odo em que foi verificado o maior n&amp;#250;mero de incidentes foi 2002, com sete ocorr&amp;#234;ncias. Al&amp;#233;m da tecnologia, a especializa&amp;#231;&amp;#227;o dos profissionais que realizam o transporte de valores foi fundamental para inibir os assaltos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente do Sindi-Vigilantes do Sul, Evandro Vargas dos Santos, destaca que a atividade precisa ser exercida por pessoas habilitadas para essa esp&amp;#233;cie de servi&amp;#231;o. Os vigilantes s&amp;#227;o treinados para empregar armas como pistolas, rev&amp;#243;lveres calibre 38 e espingardas calibre 12. Os cursos s&amp;#227;o ministrados por escolas credenciadas pela Pol&amp;#237;cia Federal. &quot;H&amp;#225; todo um preparo para isso&quot;, enfatiza Santos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O l&amp;#237;der sindical relata que a rea&amp;#231;&amp;#227;o em uma situa&amp;#231;&amp;#227;o de assalto depende de cada caso. Se a atitude do vigilante pode p&amp;#244;r em risco a vida de terceiros, a orienta&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; n&amp;#227;o reagir. A comunica&amp;#231;&amp;#227;o entre o contratante e a prestadora do servi&amp;#231;o tamb&amp;#233;m &amp;#233; muito importante. &quot;Na implanta&amp;#231;&amp;#227;o do trabalho, conversamos com os clientes a respeito de alguns cuidados que eles precisam ter na hora do recolhimento de valores&quot;, conta o supervisor operacional da STV, Jorge Barbosa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O primeiro deles &amp;#233; quanto ao posicionamento do ve&amp;#237;culo pr&amp;#243;ximo ao estabelecimento. Geralmente, ele &amp;#233; colocado de forma que, se houver uma tentativa de roubo, possa ser deslocado rapidamente. S&amp;#227;o avaliados ainda os lugares em que se fixar&amp;#227;o os seguran&amp;#231;as, os pontos vulner&amp;#225;veis do estabelecimento, e repassados aconselhamentos quanto a procedimentos para o momento do recolhimento do dinheiro. Em algumas ocasi&amp;#245;es, &amp;#233; recomendado restringir o acesso de funcion&amp;#225;rios e clientes durante a a&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Barbosa revela que, devido &amp;#224;s normas das seguradoras, os carros-fortes podem circular no m&amp;#225;ximo at&amp;#233; &amp;#224;s 20h, mesmo n&amp;#227;o havendo uma restri&amp;#231;&amp;#227;o legal quanto a isso. Depois desse hor&amp;#225;rio, n&amp;#227;o h&amp;#225; cobertura securit&amp;#225;ria. &quot;As seguradoras acreditam que ap&amp;#243;s esse per&amp;#237;odo aumenta a vulnerabilidade&quot;, diz Barbosa. A STV, usualmente, come&amp;#231;a a coleta pelas 8h. O supervisor prefere n&amp;#227;o revelar todas as provid&amp;#234;ncias tomadas pela empresa para inibir os atos criminosos, contudo, adianta que uma das apostas da STV &amp;#233; na tecnologia. Os carros-fortes do grupo s&amp;#227;o monitorados via sat&amp;#233;lite, sendo poss&amp;#237;vel acompanhar os trajetos deles pelo computador e realizar interven&amp;#231;&amp;#245;es remotas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O valor a ser movimentado &amp;#233; outro fator que define como ser&amp;#225; a opera&amp;#231;&amp;#227;o. At&amp;#233; R$ 20 mil, pode ser utilizado um carro leve. Para montantes superiores s&amp;#227;o empregados os carros-fortes e quatro agentes: o motorista, o chefe da equipe e dois seguran&amp;#231;as. O custo do servi&amp;#231;o depende de quest&amp;#245;es como a regi&amp;#227;o em que ser&amp;#225; feito o trabalho, a dist&amp;#226;ncia a ser percorrida, entre outras. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Inseguran&amp;#231;a aumenta a blindagem de carros no Pa&amp;#237;s - O medo e a crescente viol&amp;#234;ncia urbana foram os grandes respons&amp;#225;veis por manter o segmento de blindagem automotiva em alta no Pa&amp;#237;s no primeiro semestre de 2011. De acordo com a Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira de Blindagem (Abrablin), 3,72 mil ve&amp;#237;culos receberam esse tipo de prote&amp;#231;&amp;#227;o nos primeiros seis meses do ano, um aumento de 8,39% na compara&amp;#231;&amp;#227;o com o mesmo per&amp;#237;odo de 2010, quando 3.432 carros foram blindados. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A blindagem mais praticada no mercado &amp;#233; a de n&amp;#237;vel III-A, que suporta at&amp;#233; tiros de pistolas 9mm e rev&amp;#243;lveres .44 Magnum. &quot;Esse n&amp;#237;vel de prote&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; o mais adequado &amp;#224; atual realidade enfrentada nos grandes centros, pois garante prote&amp;#231;&amp;#227;o contra as maiores amea&amp;#231;as de armas curtas de fogo (rev&amp;#243;lveres, pistolas e submetralhadoras) em m&amp;#227;os da criminalidade&quot;, afirma o presidente da Abrablin, Christian Conde. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No ranking dos estados, S&amp;#227;o Paulo concentra 80% dos carros blindados. O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com 10%, seguido por Pernambuco e Paran&amp;#225;, com 2% cada. Os outros 6% desse universo blindado est&amp;#227;o distribu&amp;#237;dos entre os estados da Bahia, Cear&amp;#225;, Goi&amp;#225;s, Minas Gerais, Par&amp;#225;, Piau&amp;#237;, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. &quot;O setor tem passado por uma descentraliza&amp;#231;&amp;#227;o. Estados do Nordeste, por exemplo, que antes n&amp;#227;o constavam nas estat&amp;#237;sticas da entidade, passaram a ter participa&amp;#231;&amp;#227;o, assim como os estados que comp&amp;#245;em a regi&amp;#227;o Sul do Pa&amp;#237;s&quot;, relata Conde. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Legisla&amp;#231;&amp;#227;o define normas r&amp;#237;gidas - Por obriga&amp;#231;&amp;#227;o legal, o transporte de grandes valores precisa ser feito por uma empresa especializada ou pelo estabelecimento financeiro, desde que organizado e preparado para tal fim, com pessoal pr&amp;#243;prio, aprovado em curso de forma&amp;#231;&amp;#227;o de vigilante autorizado pelo Minist&amp;#233;rio da Justi&amp;#231;a. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O advogado Edgar Yuji Ieiri, membro do escrit&amp;#243;rio Ortega e Ieiri Sociedade de Advogados, admite que &amp;#233; comum perceber banc&amp;#225;rios que transportam valores, cheques e documentos em pastas, utilizando ve&amp;#237;culo pr&amp;#243;prio, t&amp;#225;xi ou transporte p&amp;#250;blico. &quot;Inclusive, n&amp;#227;o &amp;#233; dif&amp;#237;cil encontrar postos de atendimento banc&amp;#225;rio (pequenas ag&amp;#234;ncias) sem a seguran&amp;#231;a adequada&quot;, aponta ele. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O descumprimento das normas pode gerar advert&amp;#234;ncia, multa e, por fim, interdi&amp;#231;&amp;#227;o do estabelecimento. Um caso dessa natureza aconteceu com um grande banco brasileiro, que foi condenado a pagar R$ 150 mil por danos morais a um banc&amp;#225;rio da cidade de Ju&amp;#237;na (MT) que era obrigado a fazer o transporte de dinheiro de forma irregular. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A decis&amp;#227;o foi da ju&amp;#237;za Dayna Lannes Rizental, em atua&amp;#231;&amp;#227;o na Vara do Trabalho de Ju&amp;#237;na, em uma a&amp;#231;&amp;#227;o na qual o ex-empregado buscou receber tamb&amp;#233;m outros direitos trabalhistas. Contou o trabalhador, na peti&amp;#231;&amp;#227;o inicial, que fazia diariamente o transporte de dinheiro entre o banco e a ag&amp;#234;ncia dos Correios e todas as semanas para o posto banc&amp;#225;rio nos Correios da cidade de Castanheira. O banc&amp;#225;rio disse que, para levar os valores at&amp;#233; a ag&amp;#234;ncia dos Correios, todos os dias contava o dinheiro e o dividia entre seus bolsos, colocava dentro das cal&amp;#231;as, nas meias e guardava at&amp;#233; na cueca, por temor de ser assaltado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ieiri informa que as normas de seguran&amp;#231;a para institui&amp;#231;&amp;#245;es financeiras e o funcionamento de empresas de seguran&amp;#231;a privada e transporte de valores s&amp;#227;o especificadas na Lei 7102/83. A norma aplica-se aos estabelecimentos financeiros como bancos p&amp;#250;blicos ou privados, caixas econ&amp;#244;micas, sociedades de cr&amp;#233;dito, suas ag&amp;#234;ncias, postos de atendimento, subag&amp;#234;ncias e se&amp;#231;&amp;#245;es, assim como as cooperativas singulares de cr&amp;#233;dito e suas respectivas depend&amp;#234;ncias. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conforme a legisla&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#233; vedado o funcionamento de qualquer estabelecimento financeiro no qual haja guarda de valores ou movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de numer&amp;#225;rio que n&amp;#227;o possua sistema de seguran&amp;#231;a. O que inclui pessoas adequadamente preparadas (vigilantes treinados); alarme capaz de permitir a comunica&amp;#231;&amp;#227;o entre o estabelecimento financeiro e outro da mesma institui&amp;#231;&amp;#227;o, empresa de vigil&amp;#226;ncia ou &amp;#243;rg&amp;#227;o policial mais pr&amp;#243;ximo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m disso, o estabelecimento precisa ser equipado com pelo menos mais um dos seguintes dispositivos: equipamentos el&amp;#233;tricos, eletr&amp;#244;nicos e de filmagens que possibilitem a identifica&amp;#231;&amp;#227;o dos assaltantes; artefatos que retardem a a&amp;#231;&amp;#227;o dos criminosos, permitindo sua persegui&amp;#231;&amp;#227;o, identifica&amp;#231;&amp;#227;o ou captura; e cabina blindada com perman&amp;#234;ncia ininterrupta de vigilante durante o expediente para o p&amp;#250;blico e enquanto houver movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de numer&amp;#225;rio no interior do estabelecimento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O advogado aconselha que, no momento de contratar uma transportadora de valores, seja observado se a empresa possui autoriza&amp;#231;&amp;#227;o do Minist&amp;#233;rio da Justi&amp;#231;a, se fornece treinamento quanto ao uso de armas de fogo e cursos de reciclagem profissional, assim como equipamentos de prote&amp;#231;&amp;#227;o, como coletes e uniformes. O advogado detalha que, geralmente, casos de incidentes durante o transporte de valores, como um assalto em que um transeunte &amp;#233; ferido, se tratam de uma quest&amp;#227;o de responsabilidade civil, dependendo da situa&amp;#231;&amp;#227;o. Se ficar caracterizada a culpa do banco ou da empresa de seguran&amp;#231;a privada, poder&amp;#227;o responder a uma a&amp;#231;&amp;#227;o de repara&amp;#231;&amp;#227;o de danos. &quot;Havendo o descumprimento da Lei 7.102/83, a meu ver, haver&amp;#225; culpa da institui&amp;#231;&amp;#227;o financeira e da companhia de seguran&amp;#231;a privada&quot;, adverte. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tr&amp;#226;nsito mais intenso exige maior defini&amp;#231;&amp;#227;o das rotas e dos hor&amp;#225;rios - O aumento do tr&amp;#226;nsito nas grandes cidades tem influenciado no transporte de valores. &quot;O reflexo dessa intensifica&amp;#231;&amp;#227;o implica cuidado maior na defini&amp;#231;&amp;#227;o das rotas e hor&amp;#225;rios acordados com os clientes, bem como na realiza&amp;#231;&amp;#227;o de um esfor&amp;#231;o extra para que os compromissos sejam honrados e os trabalhos realizados de modo satisfat&amp;#243;rio&quot;, comenta o diretor de Administra&amp;#231;&amp;#227;o, Finan&amp;#231;as e Recursos Humanos do Grupo Protege, Jo&amp;#227;o Cappi. O dirigente ressalta que o Grupo Protege vem investindo em tecnologia, principalmente para a melhoria da comunica&amp;#231;&amp;#227;o, rastreabilidade de seus ve&amp;#237;culos e melhor defini&amp;#231;&amp;#227;o de trajetos. Ele destaca que no momento de realizar o transporte de valores os cuidados incluem a aten&amp;#231;&amp;#227;o constante, comunica&amp;#231;&amp;#227;o, conhecimento e obedi&amp;#234;ncia aos procedimentos de seguran&amp;#231;a e manter a discri&amp;#231;&amp;#227;o e o sigilo em todos os aspectos que envolvem tanto as atividades quanto as informa&amp;#231;&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com Cappi, os roteiros s&amp;#227;o elaborados com base no planejamento das opera&amp;#231;&amp;#245;es, atrav&amp;#233;s de sistemas espec&amp;#237;ficos em log&amp;#237;stica e profissionais especializados. O Protege possui cerca de 3,5 mil clientes ativos em v&amp;#225;rios segmentos, em todo o Pa&amp;#237;s. Entre os seus contratantes est&amp;#227;o bancos, supermercados, lot&amp;#233;ricas, automa&amp;#231;&amp;#227;o banc&amp;#225;ria, farm&amp;#225;cias e drogarias, postos de combust&amp;#237;veis, atacadistas, redes varejistas, entre outros. A companhia realiza aproximadamente 300 mil opera&amp;#231;&amp;#245;es por m&amp;#234;s.&lt;br&gt;
Fonte : Jornal do Com&amp;#233;rcio - RS&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:51:43 -0200</pubDate></item><item><title>FMI QUER US$ 500 BI A MAIS PARA EMPR&amp;#201;STIMOS</title><description>O Fundo Monet&amp;#225;rio Internacional (FMI) pretende levantar at&amp;#233; US$ 500 bilh&amp;#245;es em recursos adicionais para empr&amp;#233;stimos. A cifra &amp;#233; baseada em sua estimativa de que nos pr&amp;#243;ximos anos as necessidades globais de financiamento chegar&amp;#227;o a cerca de US$ 1 trilh&amp;#227;o, informou nesta quarta-feira um porta-voz do organismo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Esse total (de US$ 500 bilh&amp;#245;es) inclui o recente compromisso europeu de cerca de US$ 200 bilh&amp;#245;es em recursos ampliados para o Fundo. Neste est&amp;#225;gio preliminar, n&amp;#243;s estamos explorando op&amp;#231;&amp;#245;es para levantar recursos e n&amp;#227;o teremos coment&amp;#225;rios adicionais at&amp;#233; que as consultas necess&amp;#225;rias com os membros do Fundo sejam conclu&amp;#237;das&quot;, acrescentou o porta-voz em nota divulgada pelo FMI.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em novembro, os pa&amp;#237;ses do G-20 discutiram um acordo para aumentar os recursos dispon&amp;#237;veis do FMI em US$ 300 bilh&amp;#245;es, por meio de novas contribui&amp;#231;&amp;#245;es, o que elevaria a US$ 700 bilh&amp;#245;es a capacidade de empr&amp;#233;stimo do fundo para servir de prote&amp;#231;&amp;#227;o contra o cont&amp;#225;gio da crise na zona do euro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A capacidade total de resposta &amp;#224; crise poderia chegar a US$ 1 trilh&amp;#227;o, se houvesse acordo tamb&amp;#233;m para o FMI fazer nova aloca&amp;#231;&amp;#227;o de US$ 250 bilh&amp;#245;es em Direitos Especiais de Saque (DES), sua moeda virtual, para refor&amp;#231;ar a liquidez global. Essas cifras estavam colocadas entre colchetes em documento ao qual o Valor teve acesso na &amp;#233;poca, mas n&amp;#227;o houve acerto para o aumento dos recursos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio de Assuntos Internacionais do Minist&amp;#233;rio da Fazenda, Carlos M&amp;#225;rcio Cozendey, que est&amp;#225; no M&amp;#233;xico para a reuni&amp;#227;o de vice-ministros de Finan&amp;#231;as e diretores de bancos centrais do G-20, afirmou ao Valor que esse ser&amp;#225; um dos temas discutidos nesta semana, &quot;mas provavelmente s&amp;#243; haver&amp;#225; decis&amp;#227;o na reuni&amp;#227;o dos ministros no fim de fevereiro&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Nessa oportunidade pode ser que o FMI d&amp;#234; uma estimativa de suas necessidades. Pelas conversas pr&amp;#233;vias, o quadro n&amp;#227;o &amp;#233; muito diferente do que prevalecia em Cannes, com v&amp;#225;rios pa&amp;#237;ses cobrando dos europeus medidas mais fortes e claras quanto ao &apos;firewall&apos;, o que no momento se traduz principalmente em recursos para o fundo de estabiliza&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, acrescentou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O Brasil continua com enfoque positivo no sentido de garantir que o fundo tenha os recursos necess&amp;#225;rios e entendemos que o formato discutido em Cannes deve permanecer como a op&amp;#231;&amp;#227;o b&amp;#225;sica: acordos bilaterais pelos quais os pa&amp;#237;ses colocam &amp;#224; disposi&amp;#231;&amp;#227;o do fundo linhas de cr&amp;#233;dito para utiliza&amp;#231;&amp;#227;o por qualquer pa&amp;#237;s que precisar, de forma tempor&amp;#225;ria.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo ele, n&amp;#227;o haveria vincula&amp;#231;&amp;#227;o direta com o tamanho das cotas porque est&amp;#225; sendo implementada a &amp;#250;ltima reforma &quot;e n&amp;#227;o daria para fazer nova reforma agora&quot;. &quot;Mas esse esquema s&amp;#243; valeria at&amp;#233; a pr&amp;#243;xima reforma de cotas, prevista para 2013/2014, conforme o comunicado de Seul do G-20. N&amp;#243;s apoiamos tamb&amp;#233;m uma nova emiss&amp;#227;o de SDRs (Direitos Especiais de Saque, na sigla em ingl&amp;#234;s)&quot;, disse.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:51:28 -0200</pubDate></item><item><title>GOVERNO PODE LICITAR 77 TERMINAIS PORTU&amp;#193;RIOS AT&amp;#201; 2013</title><description>A defini&amp;#231;&amp;#227;o do governo contraria posi&amp;#231;&amp;#227;o da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq), que quer a renova&amp;#231;&amp;#227;o das concess&amp;#245;es &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo decidiu que 77 terminais portu&amp;#225;rios hoje operados pelo setor privado - e cuja concess&amp;#227;o &amp;#233; anterior a 1993 - devem ser licitados. A decis&amp;#227;o imp&amp;#245;e a ado&amp;#231;&amp;#227;o de um ritmo acelerado para garantir as novas concess&amp;#245;es, pois elas vencem at&amp;#233; 2013 e representam quase um quarto das 326 instala&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias arrendadas no pa&amp;#237;s. A defini&amp;#231;&amp;#227;o do governo - adotada em reuni&amp;#227;o da Casa Civil, minist&amp;#233;rios dos Transportes, da Fazenda e do Planejamento, e Secretaria dos Portos - contraria posi&amp;#231;&amp;#227;o da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq), que quer a renova&amp;#231;&amp;#227;o das concess&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Parecer da Advocacia-Geral da Uni&amp;#227;o de julho de 2011 admite que os contratos celebrados antes da Lei dos Portos (8.630/93) sejam prorrogados pelo prazo m&amp;#225;ximo igual ao originalmente pactuado, como forma de adequ&amp;#225;-los &amp;#224; lei e mitigar as diferen&amp;#231;as em rela&amp;#231;&amp;#227;o aos firmados depois dela. A possibilidade do aditivo s&amp;#243; vale para as concess&amp;#245;es ainda vigentes e cujos contratos tenham cl&amp;#225;usula permitindo a renova&amp;#231;&amp;#227;o. Com base no parecer da AGU, a Antaq chegou a elaborar uma minuta de resolu&amp;#231;&amp;#227;o para regular as prorroga&amp;#231;&amp;#245;es, mas no fim de 2011 o texto da ag&amp;#234;ncia, ao qual o Valor teve acesso, esbarrou na Casa Civil, que determinou a realiza&amp;#231;&amp;#227;o de novos leil&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo ter&amp;#225; de agir contra o rel&amp;#243;gio para leiloar as 77 instala&amp;#231;&amp;#245;es que vencem no espa&amp;#231;o de um ano. Nos &amp;#250;ltimos 11 anos, apenas cinco terminais foram licitados, segundo levantamento da Antaq. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A decis&amp;#227;o por novas licita&amp;#231;&amp;#245;es contraria o interesse dos atuais administradores desses terminais. &quot;Se n&amp;#227;o sair uma regula&amp;#231;&amp;#227;o da Antaq, podemos nos valer do parecer da AGU para buscar solu&amp;#231;&amp;#245;es. O problema &amp;#233; que n&amp;#227;o queremos levar a quest&amp;#227;o para a justi&amp;#231;a, como tem ocorrido no setor portu&amp;#225;rio&quot;, afirma o presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira de Terminais Portu&amp;#225;rios (ABTP), Wilen Manteli. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com ele, a licita&amp;#231;&amp;#227;o levaria no m&amp;#237;nimo cinco anos. &quot;Se isso prevalecer, haver&amp;#225; um sucateamento dos terminais porque ningu&amp;#233;m vai investir sem a previs&amp;#227;o de que os contratos ser&amp;#227;o renovados&quot;, diz Manteli. De acordo com a ABTP, os terminais das empresas associadas a ela e cuja concess&amp;#227;o vence em 2013 t&amp;#234;m planos de investimento que somam R$ 3 bilh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Publicada em 1993, a Lei dos Portos instituiu a necessidade de licita&amp;#231;&amp;#227;o para a opera&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria e limitou o tempo de concess&amp;#227;o em at&amp;#233; 50 anos (25 mais 25). At&amp;#233; ent&amp;#227;o, os arrendamentos portu&amp;#225;rios eram feitos sem concorr&amp;#234;ncia p&amp;#250;blica e podiam ser sucessivamente renovados. A nova regra introduziu uma s&amp;#233;rie de crit&amp;#233;rios, como a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#237;nima de carga e indicadores de servi&amp;#231;o, e determinou que os contratos antigos fossem adaptados a ela no prazo de 180 dias, por meio da incorpora&amp;#231;&amp;#227;o das novas cl&amp;#225;usulas. Entre essas, estava a possibilidade de prorroga&amp;#231;&amp;#227;o por uma &amp;#250;nica vez, por prazo m&amp;#225;ximo igual ao originalmente contratado. O governo, contudo, n&amp;#227;o conseguiu adaptar todos os contratos no per&amp;#237;odo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apesar de afirmar que a licita&amp;#231;&amp;#227;o &quot;&amp;#233; pedra de toque para a Administra&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, o parecer da AGU pondera que existem &quot;hip&amp;#243;teses carregadas pelo signo da excepcionalidade&quot;, o que justificaria a renova&amp;#231;&amp;#227;o sem nova concorr&amp;#234;ncia p&amp;#250;blica. Diz o texto: &quot;N&amp;#227;o se est&amp;#225; tratando de mera outorga de novo servi&amp;#231;o p&amp;#250;blico sem o concurso licitat&amp;#243;rio, mas de readequa&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#224; luz de quadros constitucional e legal supervenientes, das explora&amp;#231;&amp;#245;es de instala&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias que se encontravam v&amp;#225;lidas sob o regime anterior&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Mauro Salgado, diretor comercial da Santos Brasil, principal operadora de terminais de cont&amp;#234;ineres e log&amp;#237;stica do pa&amp;#237;s, a adequa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; leg&amp;#237;tima. &quot;O parecer da AGU d&amp;#225; respaldo para que a Antaq publique a resolu&amp;#231;&amp;#227;o. Nossa posi&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; que de fato essa adequa&amp;#231;&amp;#227;o tem de ser feita, porque investimento em instala&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria &amp;#233; de longo prazo&quot;. A empresa tem uma instala&amp;#231;&amp;#227;o de armazenagem de cont&amp;#234;ineres nessa situa&amp;#231;&amp;#227;o, em Santos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Procurada, a Antaq disse que est&amp;#225; revendo o assunto em &amp;#226;mbito de diretoria. A Casa Civil afirmou que no encontro do final de 2011 a AGU posicionou-se a favor de realizar licita&amp;#231;&amp;#245;es, no que foi acompanhada pelos demais participantes. A Secretaria de Portos (SEP), por sua vez, informou por meio de sua assessoria que uma resolu&amp;#231;&amp;#227;o da Antaq de 2005 autoriza a prorroga&amp;#231;&amp;#227;o emergencial dos contratos de arrendamentos firmados antes da Lei de 1993 pelo prazo m&amp;#225;ximo de tr&amp;#234;s anos, enquanto se conclui a licita&amp;#231;&amp;#227;o. Com isso, o prazo de 2013 poderia ser estendido, no entender da SEP, mas n&amp;#227;o pelo mesmo per&amp;#237;odo do contrato original, como queria a Antaq.&lt;br&gt;
Fonte :  Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:51:13 -0200</pubDate></item><item><title>CAPIT&amp;#195;O &amp;#201; TRATADO COMO HER&amp;#211;I DEPOIS DO NAUFR&amp;#193;GIO DO COSTA CONDORDIA</title><description>&lt;br&gt;
O her&amp;#243;i dessa trag&amp;#233;dia tem nome: Greg&amp;#243;rio de Falco&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na It&amp;#225;lia, virou her&amp;#243;i o oficial da capitania dos portos que repreendeu o capit&amp;#227;o do Costa Concordia, o navio que naufragou na &amp;#250;ltima sexta-feira (13). Nesta quinta (19), os mergulhadores retomaram os trabalhos de resgate. Pela primeira vez foram divulgadas imagens que mostram detalhes do navio: as cabines, uma das quatro piscinas e at&amp;#233; a pedra no casco do navio Costa Concordia, que na &amp;#250;ltima sexta-feira (13) tombou na Ilha do Giggio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O procurador Francesco Verusio n&amp;#227;o concorda com a decis&amp;#227;o do juiz do Tribunal de Grosseto de manter Francesco Schetino em pris&amp;#227;o domiciliar e pretende entrar com um recurso para lev&amp;#225;-lo de volta &amp;#224; cadeia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O comandante foi considerado imprudente e incapaz, de conduta gravemente culposa, mas o c&amp;#225;rcere &amp;#233; excessivo&quot;, concluiu o juiz, que acredita que Francesco Schettino n&amp;#227;o v&amp;#225; fugir. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O her&amp;#243;i dessa trag&amp;#233;dia tem nome: Greg&amp;#243;rio de Falco. O capit&amp;#227;o que fez com que os italianos recuperarem a autoestima depois do acidente e do abandono do navio pelo comandante. Francesco Schetino teria levado uma mulher a bordo - &amp;#233; o que comentam os jornais italianos. Ela poderia ter causado a distra&amp;#231;&amp;#227;o do comandante. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A preocupa&amp;#231;&amp;#227;o das autoridades agora &amp;#233; com a remo&amp;#231;&amp;#227;o do transatl&amp;#226;ntico. Antes ser&amp;#225; necess&amp;#225;rio retirar dos tanques do navio 2,4 mil toneladas de combust&amp;#237;vel. &amp;#201; uma opera&amp;#231;&amp;#227;o que pode durar algumas semanas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A operadora j&amp;#225; apresentou o plano para esvaziar os reservat&amp;#243;rios. O &amp;#243;leo diesel, que est&amp;#225; em mais de 15 cisternas, dever&amp;#225; ser aquecido, porque &amp;#233; muito denso - e a &amp;#225;gua fria do mar tende a solidific&amp;#225;-lo. Trata-se de um plano complexo, mas necess&amp;#225;rio, para salvar a vida marinha no Mar Tirreno. &lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias do Globo&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:51:00 -0200</pubDate></item><item><title>COSTA CONC&amp;#211;RDIA - EQUIPES RECOME&amp;#199;AM TRABALHOS DE RESGATE NO BARCO NAUFRAGADO</title><description>As equipes de resgate recome&amp;#231;aram nesta quinta-feira (19) as buscas por sobreviventes a bordo do navio Costa Concordia, que naufragou na sexta passada na costa da Toscana. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
T&amp;#233;cnicos tentavam come&amp;#231;ar a bombear o combust&amp;#237;vel que est&amp;#225; no navio, parcialmente submerso, para evitar uma cat&amp;#225;strofe ambiental no Mar Tirreno. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A opera&amp;#231;&amp;#227;o de resgate havia sido interrompida na v&amp;#233;spera, depois que o barco se moveu, com os socorristas dentro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Teme-se que ele afunde completamente nas profundezas do mar. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O acidente, ocorrido pr&amp;#243;ximo &amp;#224; ilha de Giglio, a 40 quil&amp;#244;metros da costa, matou at&amp;#233; agora 11 pessoas, das quais seis foram identificadas: dois turistas franceses, um italiano, um espanhol, e dois tripulantes, um peruano e um h&amp;#250;ngaro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O h&amp;#250;ngaro era violinista a bordo do cruzeiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Seguem desaparecidas 21 pessoas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Paralelamente, poderia come&amp;#231;ar nesta quinta o bombeamento das 2,38 mil toneladas de combust&amp;#237;vel no navio, para evitar uma &quot;mar&amp;#233; negra&quot; na ilha e um desastre ecol&amp;#243;gico na regi&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A opera&amp;#231;&amp;#227;o pode demorar semanas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Equipes de resgate continuam as buscas por sobreviventes&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias do Globo&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:50:45 -0200</pubDate></item><item><title>MINISTRO GARANTE APOIO AO PORTO DE SANTANA</title><description>Bras&amp;#237;lia, 18 de janeiro de 2012 - O Ministro dos Portos, Le&amp;#244;nidas Cristino, recebeu nesta quarta-feira (18), o Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e o Administrador do Porto de Santana, Riano Valente, para buscar alternativas de viabiliza&amp;#231;&amp;#227;o da estrutura portu&amp;#225;ria de Santana. Segundo o Administrador, a demanda j&amp;#225; existe e o complexo precisar ser urgentemente ampliado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, Santana opera 450 mil toneladas de combust&amp;#237;vel, 900 mil toneladas de cavaco de madeira e biomassa e 700 cont&amp;#234;ineres ano, al&amp;#233;m de 45 mil toneladas de min&amp;#233;rio de ferro por m&amp;#234;s. De acordo com Riano, todos estes dados poder&amp;#227;o quadruplicar diante de uma amplia&amp;#231;&amp;#227;o. Eles informaram ainda ao Ministro a proposta da cria&amp;#231;&amp;#227;o de uma ind&amp;#250;stria de cimento no Munic&amp;#237;pio de Santana, cuja produ&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; tr&amp;#234;s milh&amp;#245;es de toneladas ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para a realiza&amp;#231;&amp;#227;o das obras, o Porto dever&amp;#225; receber o valor de R$ 180 milh&amp;#245;es, por meio do Plano Plurianual (PPA) e emendas parlamentares que j&amp;#225; foram apresentadas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Durante a reuni&amp;#227;o, os representantes demonstraram para o Ministro a necessidade da constru&amp;#231;&amp;#227;o de um terminal de passageiros - para atender a navega&amp;#231;&amp;#227;o de interior e de transatl&amp;#226;nticos -, da amplia&amp;#231;&amp;#227;o dos dois cais j&amp;#225; existentes, da constru&amp;#231;&amp;#227;o de um terminal espec&amp;#237;fico para min&amp;#233;rio de ferro, al&amp;#233;m da dragagem de aprofundamento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o Ministro, para a realiza&amp;#231;&amp;#227;o da dragagem &amp;#233; preciso fazer alguns levantamentos e sondagens que o Instituto Nacional de Pesquisas Hidrovi&amp;#225;rias (INPH) dever&amp;#225; auxiliar. &quot;Esta dragagem para -15 metros, ir&amp;#225; beneficiar sete portos da regi&amp;#227;o, al&amp;#233;m da rota Amap&amp;#225;, Par&amp;#225; e Amazonas&quot;, disse Riano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cristino solicitou o levantamento dos estudos o mais breve poss&amp;#237;vel e afirmou que viabilizar o Porto de Santana &amp;#233; imprescind&amp;#237;vel para a Regi&amp;#227;o Norte.&lt;br&gt;
Fonte : SEP - Secretaria Especial de Portos&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:50:31 -0200</pubDate></item><item><title>COSTA CRUZEIROS PAGAR&amp;#193; PASSAGEM E DANOS A PASSAGEIROS DE NAVIO</title><description>A Costa Cruzeiros, propriet&amp;#225;ria do Costa Concordia, o navio que naufragou na &amp;#250;ltima sexta-feira em frente &amp;#224; ilha italiana de Giglio, anunciou nesta quinta-feira que est&amp;#225; entrando em contato com passageiros e associa&amp;#231;&amp;#245;es de consumidores para &apos;reembolsar a passagem e as demais despesas materiais&apos;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente e executivo-chefe da Costa Cruzeiros, Pier Luigi Foschi, enviou uma carta a todos os passageiros para defender a atua&amp;#231;&amp;#227;o da companhia e de sua tripula&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na nota da empresa italiana &amp;#233; informado que est&amp;#225; contatando todos os passageiros para se certificar de que conseguiram retornar a suas casas, saber de seu estado de sa&amp;#250;de e confirmar que abonar&amp;#225; o custo do bilhete de embarque e as outras despesas materiais que tiveram devido ao acidente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m disso, a Costa Cruzeiros expressa seu p&amp;#234;sames pelas v&amp;#237;timas e sua solidariedade aos familiares dos at&amp;#233; agora 11 mortos e acrescenta que &apos;reafirmar&amp;#225; seu empenho e dedica&amp;#231;&amp;#227;o constante &amp;#224; seguran&amp;#231;a e &amp;#224; rela&amp;#231;&amp;#227;o com seus passageiros, que representam seu patrim&amp;#244;nio mais importante em seus mais de 60 anos de trabalho&apos;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&apos;Aproximadamente 1,1 mil pessoas da Costa Cruzeiros no mundo todo est&amp;#227;o trabalhando sem descanso desde a noite da sexta-feira na gest&amp;#227;o deste terr&amp;#237;vel acidente, a fim de oferecer assist&amp;#234;ncia aos passageiros e tripulantes para que possam se reunir com suas fam&amp;#237;lias em seus locais de resid&amp;#234;ncia&apos; indica Foschi. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na carta, o presidente da companhia n&amp;#227;o cita em nenhum momento o capit&amp;#227;o do Costa Concordia, Francesco Schettino, mas lembra que &apos;houve atos de hero&amp;#237;smo por parte de membros da tripula&amp;#231;&amp;#227;o, que antepuseram a salva&amp;#231;&amp;#227;o dos demais &amp;#224; pr&amp;#243;pria&apos;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Diante das cr&amp;#237;ticas de alguns passageiros pela aus&amp;#234;ncia de ajuda por parte da tripula&amp;#231;&amp;#227;o, Foschi indica que os funcion&amp;#225;rios &apos;se comportaram de maneira admir&amp;#225;vel em uma situa&amp;#231;&amp;#227;o de dificuldade extrema, conseguindo, nas terr&amp;#237;veis condi&amp;#231;&amp;#245;es em que se encontravam, evacuar mais de 4 mil pessoas no menor tempo poss&amp;#237;vel&apos;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Foschi afirma ainda que todos os membros da tripula&amp;#231;&amp;#227;o realizam um treinamento espec&amp;#237;fico para lidar com as emerg&amp;#234;ncias e para dar assist&amp;#234;ncia aos h&amp;#243;spedes em caso de abandono do navio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Muitos dos passageiros do Costa Concordia denunciaram que n&amp;#227;o havia membros da tripula&amp;#231;&amp;#227;o indicando o que fazer ou descendo os botes de salvamento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&apos;A prepara&amp;#231;&amp;#227;o da tripula&amp;#231;&amp;#227;o da Costa Cruzeiros &amp;#233; examinada periodicamente pela Guarda Litor&amp;#226;nea e por organismos independentes, respeitando os requisitos especificados no sistema SMS (Safety Management System - sistema de gest&amp;#227;o de salvamento)&apos;, acrescenta Foschi.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Acidente matou at&amp;#233; agora 11 pessoas. 21 seguem desaparecidas&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:50:18 -0200</pubDate></item><item><title>CONPORTOS FAR&amp;#193; INSPEN&amp;#199;&amp;#195;O EM TERMINAIS DO PORTO DE SANTOS</title><description>Sete terminais do Porto de Santos v&amp;#227;o passar por uma auditoria da Comiss&amp;#227;o Nacional de Seguran&amp;#231;a P&amp;#250;blica nos Portos, Terminais e Vias Naveg&amp;#225;veis (Conportos), &amp;#243;rg&amp;#227;o da Uni&amp;#227;o, entre os pr&amp;#243;ximos dias 9 e 20 de abril. Ser&amp;#227;o inspecionadas as empresas que receberam, no final de 2010, a Declara&amp;#231;&amp;#227;o de Cumprimento das normas de seguran&amp;#231;a do ISPS Code, o c&amp;#243;digo internacional de prote&amp;#231;&amp;#227;o de navios e instala&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As auditorias estavam previstas quando as companhias foram certificadas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A data das inspe&amp;#231;&amp;#245;es foi publicada no Di&amp;#225;rio Oficial da Uni&amp;#227;o (DOU) da &amp;#250;ltima ter&amp;#231;a-feira. A informa&amp;#231;&amp;#227;o integra a resolu&amp;#231;&amp;#227;o da Conportos que estabelece crit&amp;#233;rios e disposi&amp;#231;&amp;#245;es para as auditorias nas instala&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias, seus procedimentos e a avalia&amp;#231;&amp;#227;o dos controles de acesso de pessoas, cargas e ve&amp;#237;culos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m do cais santista, outros 18 complexos do Pa&amp;#237;s ser&amp;#227;o verificados neste primeiro semestre.O &amp;#250;ltimo ser&amp;#225; o de Salvador (BA), em junho. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em Santos, haver&amp;#225; auditorias nos terminais 35 e 37, do Grupo Libra; nas unidades da Rhamo Ind&amp;#250;stria, Com&amp;#233;rcio e Servi&amp;#231;os Ltda.; da Ultraf&amp;#233;rtil; da Citrosuco Servi&amp;#231;os Portu&amp;#225;rios; nos terminais mar&amp;#237;timo e de gr&amp;#227;os da Cargill Agr&amp;#237;cola; no Terminal de Exporta&amp;#231;&amp;#227;o de A&amp;#231;&amp;#250;car do Guaruj&amp;#225; (Teag); e nas instala&amp;#231;&amp;#245;es da Bunge Alimentos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As auditorias v&amp;#227;o verificar a adequa&amp;#231;&amp;#227;o da avalia&amp;#231;&amp;#227;o de risco e do plano de seguran&amp;#231;a ao ISPS Code e a algumas resolu&amp;#231;&amp;#245;es da Conportos. A a&amp;#231;&amp;#227;o buscar&amp;#225; ainda observar a conformidade comas especifica&amp;#231;&amp;#245;es, os requisitos t&amp;#233;cnicos, as normas de seguran&amp;#231;a e a documenta&amp;#231;&amp;#227;o exigidos pelo ISPS Code, assim como a aferi&amp;#231;&amp;#227;o da efic&amp;#225;cia dos controles do sistema de prote&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O trabalho ser&amp;#225; feito por t&amp;#233;cnicos das comiss&amp;#245;es estaduais de Seguran&amp;#231;a P&amp;#250;blica nos Portos,Terminais e Vias Naveg&amp;#225;veis (Cesportos), em parceria com membros da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As inspe&amp;#231;&amp;#245;es devem acontecer a cada tr&amp;#234;s anos. Quaisquer antecipa&amp;#231;&amp;#227;o ou adiantamento do prazo t&amp;#234;m de ser solicitados &amp;#224; Conportos, desde que seja respeitado o per&amp;#237;odo m&amp;#225;ximo de cinco anos entre as auditorias. O cronograma de inspe&amp;#231;&amp;#245;es ser&amp;#225; publicado sempre com 60 dias de anteced&amp;#234;ncia, em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao semestre seguinte. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Durante a verifica&amp;#231;&amp;#227;o da instala&amp;#231;&amp;#227;o, o representante da Cesportos ou da Conportos poder&amp;#225; estabelecer crit&amp;#233;rios ou requisitos adicionais para o fiel cumprimento do ISPS Code. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Caso seja constatada alguma irregularidade, a instala&amp;#231;&amp;#227;o ter&amp;#225; o prazo de 60 dias para sanar as n&amp;#227;o-conformidades. Ap&amp;#243;s esse prazo, uma equipe t&amp;#233;cnica retornar&amp;#225; ao local para constatar se foram feitas as corre&amp;#231;&amp;#245;es determinadas. O n&amp;#227;o cumprimento das regras acarretar&amp;#225; em um auto de infra&amp;#231;&amp;#227;o, lavrado pela Antaq ou uma nova possibilidade de corre&amp;#231;&amp;#227;o, dessa vez por meio de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC). &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 19/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 20 Jan 2012 14:49:25 -0200</pubDate></item><item><title>CASCO DA P-55 ATRACA COM SUCESSO EM RIO GRANDE</title><description>Ocasco da plataforma P-55 j&amp;#225; se encontra atracado em Rio Grande. O processo de entrada no porto ga&amp;#250;cho se iniciou &amp;#224;s 6h25min de ontem e a estrutura atracou no cais Sul do dique seco por volta das 14h. Inicialmente, o ingresso do casco estava previsto para domingo, mas houve um pequeno atraso e, como o procedimento precisa ser realizado com a luz do dia por motivos de seguran&amp;#231;a de navega&amp;#231;&amp;#227;o, a opera&amp;#231;&amp;#227;o acabou sendo realizada na segunda-feira. A estrutura saiu do complexo industrial portu&amp;#225;rio de Suape, em Pernambuco, com o Rio Grande do Sul como destino no dia 22 de dezembro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Muitas pessoas foram at&amp;#233; os molhes que d&amp;#227;o acesso ao porto para observar o ingresso do enorme complexo que possui um casco quadrado com 94,32 metros de lado e que ser&amp;#225; a maior plataforma semissubmers&amp;#237;vel brasileira. No cais Sul ser&amp;#227;o realizados alguns preparativos para que em meados de fevereiro o casco siga para o dique seco. Em Rio Grande, as obras da plataforma encomendada pela Petrobras ser&amp;#227;o desenvolvidas pela companhia Quip. Entre as a&amp;#231;&amp;#245;es que ser&amp;#227;o realizadas est&amp;#227;o o acoplamento do deckbox (conv&amp;#233;s), as montagens de m&amp;#243;dulos, dos sistemas de gera&amp;#231;&amp;#227;o, de processamento e exporta&amp;#231;&amp;#227;o do &amp;#243;leo e g&amp;#225;s, integra&amp;#231;&amp;#227;o f&amp;#237;sica dos sistemas e comissionamento final.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A partir de agora, os desafios da Quip s&amp;#227;o ainda maiores&quot;, afirma o diretor-geral da companhia, Miguelangelo Thom&amp;#233;. Ele lembra que essa ser&amp;#225; a primeira plataforma semissubmers&amp;#237;vel realizada no Rio Grande do Sul e tamb&amp;#233;m pela primeira vez o dique seco de Rio Grande ser&amp;#225; utilizado em uma gigantesca opera&amp;#231;&amp;#227;o de mating (uni&amp;#227;o do casco com o deckbox). Ser&amp;#225; uma a&amp;#231;&amp;#227;o in&amp;#233;dita no Pa&amp;#237;s e recordista mundial em eleva&amp;#231;&amp;#227;o de peso (cerca de 17 mil toneladas, a mais de 40 metros) na ind&amp;#250;stria naval.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A P-55 ter&amp;#225; capacidade di&amp;#225;ria para processar 180 mil barris de petr&amp;#243;leo e comprimir 6 milh&amp;#245;es de metros c&amp;#250;bicos de g&amp;#225;s. Pertencente ao M&amp;#243;dulo 3 do Campo de Roncador, localizado na Bacia de Campos, a unidade ficar&amp;#225; ancorada em profundidade de 1,8 mil metros e ter&amp;#225;, no total, 18 po&amp;#231;os a ela ligados, sendo 11 produtores e sete injetores de &amp;#225;gua. A exporta&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#243;leo e g&amp;#225;s natural da plataforma ser&amp;#225; realizada por dutos submarinos acoplados &amp;#224; unidade. O investimento previsto na concretiza&amp;#231;&amp;#227;o da plataforma &amp;#233; de cerca de US$ 1,65 bilh&amp;#227;o e a expectativa &amp;#233; de que seja conclu&amp;#237;da ainda neste ano.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal Agora (RS)&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:03:11 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO DE SANTOS: UM ANO DE SOLU&amp;#199;&amp;#213;ES</title><description>Mesmo com a crise mundial, em 2012 o governo n&amp;#227;o ter&amp;#225; outra sa&amp;#237;da que n&amp;#227;o seja continuar investindo no Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC). &amp;#201; prov&amp;#225;vel que especialistas do governo argumentem que, com o mercado desaquecido, as obras de infraestrutura se tornaram menos urgentes, mas n&amp;#227;o se pode esquecer que o Brasil carrega um passivo na estrutura de transporte que n&amp;#227;o permite qualquer arrefecimento.  &amp;#201; de ressaltar que o Pa&amp;#237;s tem um preju&amp;#237;zo anual de R$ 40 bilh&amp;#245;es em raz&amp;#227;o da inefici&amp;#234;ncia do transporte. E que o investimento em infraestrutura aumenta a produtividade do Pa&amp;#237;s, o que a especula&amp;#231;&amp;#227;o financeira, por exemplo, n&amp;#227;o faz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Portanto, os portos precisam continuar investindo na amplia&amp;#231;&amp;#227;o e moderniza&amp;#231;&amp;#227;o de terminais tanto p&amp;#250;blicos como privados e em obras de acesso. No Porto de Santos, por exemplo, do lado do governo, algumas obras est&amp;#227;o em fase de execu&amp;#231;&amp;#227;o, como a dragagem para o aprofundamento do canal de navega&amp;#231;&amp;#227;o, as avenidas perimetrais (nas duas margens) e o projeto do Mergulh&amp;#227;o, que permitir&amp;#225; o cruzamento, em desn&amp;#237;vel, do tr&amp;#225;fego rodovi&amp;#225;rio com o ferrovi&amp;#225;rio na margem direita.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para ampliar a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o da ferrovia na movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas, o governo e as concession&amp;#225;rias precisam construir tamb&amp;#233;m o Ferroanel, que ir&amp;#225; retirar o tr&amp;#225;fego ferrovi&amp;#225;rio de carga do centro da cidade de S&amp;#227;o Paulo, al&amp;#233;m de refor&amp;#231;ar pontes e ampliar t&amp;#250;neis para que seja poss&amp;#237;vel a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o do sistema double-deck, que permite transportar dois cont&amp;#234;ineres empilhados, de forma a dobrar a capacidade de cada composi&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao mesmo tempo, a Codesp vem investindo no refor&amp;#231;o do cais nos trechos operados pela Copersucar e pela Cosan, para permitir que navios de a&amp;#231;&amp;#250;car recebam sua carga m&amp;#225;xima. E mais importante: com cobertura para evitar as costumeiras paralisa&amp;#231;&amp;#245;es em raz&amp;#227;o das chuvas, que acabam provocando filas de navios na barra.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Do lado da iniciativa privada, 2012 ser&amp;#225; tamb&amp;#233;m um ano decisivo para a conclus&amp;#227;o das obras de um novo terminal para cont&amp;#234;ineres e etanol, no antigo dep&amp;#243;sito de res&amp;#237;duos portu&amp;#225;rios, o Lix&amp;#227;o da Alemoa, a ser administrado pela Brasil Terminal Portu&amp;#225;rio (BTP). Com previs&amp;#227;o de in&amp;#237;cio de opera&amp;#231;&amp;#245;es em 2013, o terminal da BTP poder&amp;#225; movimentar por ano 1,2 milh&amp;#227;o de TEUs (unidade equivalente a um cont&amp;#234;iner de 20 p&amp;#233;s) e 1,4 milh&amp;#227;o de toneladas anuais de gran&amp;#233;is l&amp;#237;quidos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ano ser&amp;#225; decisivo tamb&amp;#233;m para a constru&amp;#231;&amp;#227;o do terminal da Embraport, o maior projeto do Porto hoje, localizado na margem esquerda. Quando conclu&amp;#237;do, o terminal poder&amp;#225; movimentar 2 milh&amp;#245;es de TEUs e 2 bilh&amp;#245;es de litros de etanol por ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tudo isso faz prever que, ao final de 2013, o Porto ter&amp;#225; a sua capacidade de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o, hoje estimada em 3,2 milh&amp;#245;es de TEUs, ampliada para 8 milh&amp;#245;es de TEUs por ano, o que ser&amp;#225; equivalente &amp;#224; capacidade de todos os demais portos nacionais reunidos. Diante disso, a preocupa&amp;#231;&amp;#227;o que fica &amp;#233; quanto aos acessos rodovi&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A sa&amp;#237;da, al&amp;#233;m de estimular o uso da ferrovia - respons&amp;#225;vel hoje por apenas 1% da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres e 10% da dos gran&amp;#233;is -, ser&amp;#225; a explora&amp;#231;&amp;#227;o dos rios da Baixada Santista para o transporte de cargas em barca&amp;#231;as. Ser&amp;#225; imprescind&amp;#237;vel tamb&amp;#233;m a cria&amp;#231;&amp;#227;o de p&amp;#225;tios reguladores de cont&amp;#234;ineres, a exemplo daqueles espec&amp;#237;ficos para caminh&amp;#245;es que transportam gran&amp;#233;is que j&amp;#225; est&amp;#227;o em funcionamento e tiram o peso do segmento sobre o Porto. Por tudo isso, o que se prev&amp;#234; para 2012 &amp;#233; que ser&amp;#225; um ano de muito trabalho e muitas solu&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
Fonte: Portal Portos e Navios - Conf.: Pravda.ru/Mauro Louren&amp;#231;o Dias&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:02:55 -0200</pubDate></item><item><title>IBAMA VAI RECEBER ESTUDO SOBRE O ESTALEIRO EISA</title><description>A expectativa do secret&amp;#225;rio de Planejamento e Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico de Alagoas, Luiz Otavio Gomes, &amp;#233; que no dia 2 de fevereiro - Dia de Iemanj&amp;#225; - o projeto do estaleiro no munic&amp;#237;pio de Coruripe d&amp;#234; mais um passo e avance para a fase da constru&amp;#231;&amp;#227;o. Nesta data, segundo ele, est&amp;#225; marcada uma reuni&amp;#227;o entre o governo do Estado e o empres&amp;#225;rio German Efromovich, com a diretoria do Ibama, em Bras&amp;#237;lia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na oportunidade, ser&amp;#225; entregue &amp;#224; institui&amp;#231;&amp;#227;o o Estudo de Impacto Ambiental, pr&amp;#233;-requisito para a concess&amp;#227;o da licen&amp;#231;a pr&amp;#233;via, que autoriza o in&amp;#237;cio dos trabalhos na &amp;#225;rea.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Como, nos &amp;#250;ltimos nove meses, estamos mantendo contato direto com o Ibama, acredito que a institui&amp;#231;&amp;#227;o emitir&amp;#225; parecer r&amp;#225;pido, no m&amp;#225;ximo, dentro de 90 dias&quot;, afirmou Luiz Otavio Gomes ontem, quando deixava o hotel Radisson, onde ocorreu um caf&amp;#233; da manh&amp;#227; em comemora&amp;#231;&amp;#227;o aos 100 anos da Imprensa Oficial em Alagoas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O estudo de impacto ambiental est&amp;#225; absolutamente pronto. Ontem [segunda-feira], falei com o German Efromovich e ele me confirmou. O estudo s&amp;#243; n&amp;#227;o ser&amp;#225; entregue antes porque falta um documento&quot;, informou o secret&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
Fonte: Gazeta de Alagoas/Por: CARLA SERQUEIRA&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:02:39 -0200</pubDate></item><item><title>SUBMARINOS NUCLEARES, URG&amp;#202;NCIA E EMERG&amp;#202;NCIA</title><description>No final do ano passado, o almirante Luis Humberto de Mendon&amp;#231;a, chefe do estado-maior da Armada, em audi&amp;#234;ncia p&amp;#250;blica na Comiss&amp;#227;o de Defesa e Rela&amp;#231;&amp;#245;es Exteriores do Senado, vaticinou um prazo a perder de vista para a Marinha do Brasil se capacitar a garantir as formid&amp;#225;veis reservas de petr&amp;#243;leo do pr&amp;#233;-sal, a bacia do rio Amazonas e os 7.941 km do litoral brasileiro. &amp;#201; por demais preocupante! Sem falar nos paliativos, mas enfatizando apenas aquilo que pode fazer a diferen&amp;#231;a, seriam necess&amp;#225;rios seis submarinos nucleares para se pensar em cumprir aquela miss&amp;#227;o, belonaves que s&amp;#243; estariam em condi&amp;#231;&amp;#245;es de emprego em 2030. Que grande piada! E se os grandes predadores militares resolverem, de repente, mostrar as unhas no entorno dos len&amp;#231;&amp;#243;is pr&amp;#233;-s&amp;#225;licos brasileiros? O Pa&amp;#237;s tem que se capacitar o quanto antes para enfrentar este tipo de amea&amp;#231;a. Se pensarmos em gastos, vamos ver que temos dinheiro sobrando para, sem abrirmos m&amp;#227;o da constru&amp;#231;&amp;#227;o de um prot&amp;#243;tipo com transfer&amp;#234;ncia de tecnologia em parceria com a Fran&amp;#231;a, adquirirmos no mais curto prazo naquele pa&amp;#237;s cinco submerg&amp;#237;veis at&amp;#244;micos da classe &quot;suffren&quot; pela bagatela de R$ 32,5 bilh&amp;#245;es, nada mais nada menos do que R$ 6,5 bilh&amp;#245;es por unidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os governantes ser&amp;#227;o os primeiros a entoar aquela toada cretina de que n&amp;#227;o h&amp;#225; dinheiro. Acontece que temos muito e de sobra: s&amp;#243; o &quot;Impost&amp;#244;metro&quot;, aquele painel que alerta o cidad&amp;#227;o do quanto est&amp;#227;o desvalorizando o seu sal&amp;#225;rio mensal, acusa total que j&amp;#225; ultrapassa a casa dos R$ 4 trilh&amp;#245;es. E reservas de US$ 352,012 bilh&amp;#245;es. J&amp;#225; os &quot;especialistas de sapato alto metidos a donos da verdade&quot; v&amp;#227;o dizer: &quot;armamento/equipamento nuclear n&amp;#227;o se vende&quot;. Acontece que isto n&amp;#227;o &amp;#233; bem assim, existem precedentes. Al&amp;#233;m disso, se o pre&amp;#231;o da unidade foi especificado &amp;#233; por alguma raz&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal do Commercio (RS)/Paulo Ricardo da Rocha Paiva/Coronel de Infantaria e Estado-Maior&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:02:26 -0200</pubDate></item><item><title>NIDERA VAI INVESTIR R$ 100 MILH&amp;#213;ES EM CANOAS</title><description>A empresa Nidera Sementes planeja instalar um terminal portu&amp;#225;rio em Canoas, &amp;#224;s margens do rio dos Sinos. O investimento inicial oscila entre R$ 40 milh&amp;#245;es e R$ 45 milh&amp;#245;es, abrangendo a compra de &amp;#225;rea e a constru&amp;#231;&amp;#227;o de silos. Futuramente, o objetivo &amp;#233; implementar tamb&amp;#233;m uma unidade de esmagamento de soja no local, o que faria o aporte chegar a cerca de R$ 100 milh&amp;#245;es at&amp;#233; 2016.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O complexo ser&amp;#225; utilizado para escoar produtos como soja, milho e trigo. A planta de esmagamento de soja, em um primeiro momento, ser&amp;#225; voltada apenas para a produ&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#243;leo, por&amp;#233;m, posteriormente, poder&amp;#225; ser aproveitada para a fabrica&amp;#231;&amp;#227;o de biodiesel. O gerente regional da Nidera Sementes, Leonardo Say&amp;#227;o, revela que um empecilho que precisa ser resolvido para a companhia comprar o terreno desejado &amp;#233; que ele est&amp;#225; classificado como zoneamento tur&amp;#237;stico e a empresa almeja um zoneamento industrial. &quot;Estamos aguardando essa mudan&amp;#231;a por parte da prefeitura para adquirir a &amp;#225;rea&quot;, afirma o dirigente. A quest&amp;#227;o sendo solucionada, a meta &amp;#233; come&amp;#231;ar a constru&amp;#231;&amp;#227;o do terminal neste ano, para operar a partir de 2013.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio do Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico de Canoas, Eltamar Salvadori, diz que n&amp;#227;o se pronunciar&amp;#225; sobre o tema, pois o assunto ainda est&amp;#225; sendo discutido entre as partes. A quest&amp;#227;o sendo solucionada, a meta &amp;#233; come&amp;#231;ar a constru&amp;#231;&amp;#227;o do terminal neste ano, para operar a partir de 2013.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conforme o gerente regional, a produ&amp;#231;&amp;#227;o da Nidera, a partir do terminal, ser&amp;#225; deslocada at&amp;#233; o porto de Rio Grande e depois seguir&amp;#225; para a exporta&amp;#231;&amp;#227;o, principalmente para a &amp;#193;sia. A estrutura de Canoas facilitar&amp;#225; ainda a importa&amp;#231;&amp;#227;o de trigo argentino por parte da companhia. O terminal ter&amp;#225; uma capacidade est&amp;#225;tica inicial de aproximadamente 105 mil toneladas e a perspectiva &amp;#233; movimentar de 700 mil toneladas at&amp;#233; 1 milh&amp;#227;o de toneladas por ano. O complexo tamb&amp;#233;m poder&amp;#225; prestar servi&amp;#231;os para terceiros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Devido &amp;#224; import&amp;#226;ncia da hidrovia para a proposta da Nidera Sementes, a ideia foi apresentada ontem ao titular da Superintend&amp;#234;ncia de Portos e Hidrovias (SPH), Vanderlan Vasconselos. Say&amp;#227;o lembra que cerca de 70% do transporte da produ&amp;#231;&amp;#227;o norte-americana &amp;#233; feito atrav&amp;#233;s do meio fluvial. &quot;&amp;#201; a forma mais barata que temos para escoar produtos&quot;, defende o dirigente. Ele lamenta que o Rio Grande do Sul conte com a disponibilidade de uma hidrovia e ela &amp;#233; subutilizada, recebendo poucos investimentos. Evandro Morais, tamb&amp;#233;m diretor da empresa, explicou que &quot;a meta &amp;#233; promover a integra&amp;#231;&amp;#227;o com o modal ferrovi&amp;#225;rio, como forma de desafogar o transporte de mat&amp;#233;ria-prima, e de barateamento do custo de produ&amp;#231;&amp;#227;o&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Nidera Sementes &amp;#233; uma companhia internacional de trading e agroneg&amp;#243;cios estabelecida nos Pa&amp;#237;ses Baixos, com subsidi&amp;#225;rias em 16 pa&amp;#237;ses. No Brasil, o grupo tem sede em S&amp;#227;o Paulo, com filiais no Rio Grande do Sul, Paran&amp;#225; e Mato Grosso.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal do Commercio (RS)/Jefferson Klein&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:02:13 -0200</pubDate></item><item><title>POL&amp;#205;TICOS SE UNEM EM UM MOVIMENTO SUPRAPARTID&amp;#193;RIO EM PROL DA DRAGAGEM DO PORTO DE CABEDELO</title><description>O presidente da Assembleia Legislativa da Para&amp;#237;ba (ALPB), Ricardo Marcelo (PSDB) se reuniram ontem, quarta-feira (18), &amp;#224;s 10h30, no gabinete do presidente da Assembleia, com o presidente do Comit&amp;#234; em Defesa do Porto de Cabedelo e do Sindicato das Ag&amp;#234;ncias de Navega&amp;#231;&amp;#227;o Mar&amp;#237;tima do Estado da Para&amp;#237;ba, M&amp;#225;rcio Madruga, a administra&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Cabedelo e governo do Estado e para criar um movimento suprapartid&amp;#225;rio em prol da conclus&amp;#227;o da dragagem do Porto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O objetivo &amp;#233; aumentar a capacidade de operacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o do porto e assim, assegurar a retomada do desenvolvimento do Estado. O deputado estadual Tr&amp;#243;colli J&amp;#250;nior j&amp;#225; abra&amp;#231;ou a causa e espera que este movimento ganhe for&amp;#231;a pela import&amp;#226;ncia que &amp;#233; a conclus&amp;#227;o desta obra. &quot;Esperamos a colabora&amp;#231;&amp;#227;o dos 36 deputados estaduais, 12 federais e dos tr&amp;#234;s senadores. Essa luta n&amp;#227;o &amp;#233; de nenhum partido e sim de uma classe pol&amp;#237;tica que luta pelo desenvolvimento do Estado&quot;, argumentou Tr&amp;#243;colli.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Todos n&amp;#243;s gostar&amp;#237;amos de ser o protagonista desta obra, mas o mais importante &amp;#233; uni&amp;#227;o de todos em concluir a dragagem do Porto de Cabedelo, por isso estou nele&quot;, argumentou o deputado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O deputado Tr&amp;#243;colli afirmou que o Porto de Cabedelo hoje ocupa importante papel na economia do Estado, pois movimenta v&amp;#225;rios setores, e por isso, precisa ser modernizado. &quot;A chave do desenvolvimento da Para&amp;#237;ba est&amp;#225; em Cabedelo&quot;, salientou Tr&amp;#243;colli. A obra est&amp;#225; 92% conclu&amp;#237;da, restando apenas 8%. No m&amp;#234;s de agosto h&amp;#225; cinco meses, o deputado estadual Tr&amp;#243;colli J&amp;#250;nior esteve junto como senador Vital do R&amp;#234;go Filho (PMDB) em Bras&amp;#237;lia para uma reuni&amp;#227;o com o Ministro Le&amp;#244;nidas Cristino, da Secretaria Especial de Porto para agilizar a dragagem.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o presidente do Sindicato das Ag&amp;#234;ncias de Navega&amp;#231;&amp;#227;o Mar&amp;#237;tima do Estado, M&amp;#225;rcio Madruga, h&amp;#225; mais de 30 anos o porto n&amp;#227;o tem dragagem. &quot;Cabedelo h&amp;#225; 25 anos n&amp;#227;o tem dragagem. Com a conclus&amp;#227;o podemos transportar cerca de 20 mil toneladas a mais no mesmo navio. A dragagem do Porto &amp;#233; uma obra fundamental para a Para&amp;#237;ba&quot;, enfatizou M&amp;#225;rcio Madruga.&lt;br&gt;
Fonte: PBAgora&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:02:00 -0200</pubDate></item><item><title>IMPORT&amp;#212;METRO MEDE IMPORTA&amp;#199;&amp;#195;O</title><description>O objetivo da entidade &amp;#233; chamar a aten&amp;#231;&amp;#227;o do governo para o dano causado &amp;#224; ind&amp;#250;stria nacional pela invas&amp;#227;o de importados &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira da Ind&amp;#250;stria T&amp;#234;xtil e de Confec&amp;#231;&amp;#227;o (Abit) lan&amp;#231;ou ontem, na sede da entidade, em S&amp;#227;o Paulo, o &quot;Import&amp;#244;metro&quot;, sistema que estima, em tempo real, quantos d&amp;#243;lares o Pa&amp;#237;s gasta com a importa&amp;#231;&amp;#227;o de produtos t&amp;#234;xteis e quantos empregos deixam de ser criados no mercado dom&amp;#233;stico por conta da importa&amp;#231;&amp;#227;o. O objetivo da entidade &amp;#233; chamar a aten&amp;#231;&amp;#227;o do governo para o dano causado &amp;#224; ind&amp;#250;stria nacional pela invas&amp;#227;o de importados. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre os oito maiores exportadores para o Brasil no setor, seis s&amp;#227;o asi&amp;#225;ticos: China (1&amp;#186;), &amp;#205;ndia (2&amp;#186;), Indon&amp;#233;sia (3&amp;#186;), Taiwan (6&amp;#186;), Coreia do Sul (7&amp;#186;) e Bangladesh (8&amp;#186;). Estados Unidos, em quarto lugar, e Argentina, em quinto, completam a lista. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Com o &amp;#180;Import&amp;#244;metro&amp;#180;, vamos levar para o governo o problema das importa&amp;#231;&amp;#245;es&quot;, afirmou o presidente da Abit, Aguinaldo Diniz Filho. &quot;O volume de importa&amp;#231;&amp;#245;es aumentou 17 vezes desde 2003.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Campanha - O sistema faz parte de uma campanha lan&amp;#231;ada tamb&amp;#233;m ontem pela associa&amp;#231;&amp;#227;o para reunir um milh&amp;#227;o de assinaturas em apoio a um projeto que busca mudar o regime de tributa&amp;#231;&amp;#227;o da ind&amp;#250;stria nacional do setor. O &quot;Import&amp;#244;metro&quot; foi inspirado no &quot;Impost&amp;#244;metro&quot;, sistema da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Comercial de S&amp;#227;o Paulo que mede o tamanho da carga tribut&amp;#225;ria brasileira. O mecanismo da Abit j&amp;#225; vem medindo as importa&amp;#231;&amp;#245;es desde 1&amp;#186; de janeiro.&lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste - CE&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:01:49 -0200</pubDate></item><item><title>FATIA DAS EXPORTA&amp;#199;&amp;#213;ES NO ESTADO RETROCEDE</title><description>Apenas o 14&amp;#186; do Pa&amp;#237;s e terceiro do Nordeste, setor exportador do Cear&amp;#225; cresceu abaixo da m&amp;#233;dia nacional &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mesmo tendo apresentado bom desempenho no ano passado, atingindo o recorde de US$ 1,4 bilh&amp;#227;o em produtos vendidos para o exterior, o setor exportador cearense teve queda na participa&amp;#231;&amp;#227;o nacional, que j&amp;#225; era inexpressiva. De 2010 para 2011, a fatia do Estado retrocedeu de 0,6% para 0,5%. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O motivo dessa redu&amp;#231;&amp;#227;o, apesar do avan&amp;#231;o das exporta&amp;#231;&amp;#245;es, &amp;#233; o fato de que o restante do Brasil teve uma ascens&amp;#227;o m&amp;#233;dia superior &amp;#224; registrada no Cear&amp;#225;: 26,8% contra 10,5%. Dessa forma, alguns estados abocanharam parcelas maiores do segmento, diminuindo ainda mais a participa&amp;#231;&amp;#227;o cearense. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Estado &amp;#233; o 14&amp;#186; colocado no ranking de exporta&amp;#231;&amp;#245;es. Para se ter uma ideia, dos 15 primeiros, apenas o Maranh&amp;#227;o, com alta de 4,3%, teve uma eleva&amp;#231;&amp;#227;o menor do que a assinalada pelo Cear&amp;#225;. Os maiores destaques foram o Rio de Janeiro (alta de 47%) e Par&amp;#225; (42%). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As informa&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o presentes no levantamento &quot;Cear&amp;#225; em Comex&quot;, elaborado pelo Centro Internacional de Neg&amp;#243;cios (CIN), ligado &amp;#224; Fiec. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na regi&amp;#227;o - No Nordeste, as vendas cearenses destinadas ao mercado internacional representam 7,5% do total assinalado pela regi&amp;#227;o. Em 2010, eram 8%. A Bahia &amp;#233; l&amp;#237;der absoluta, contabilizando US$ 11 bilh&amp;#245;es e 58,5% de tudo que foi exportado no Nordeste, segundo o estudo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Produtos - Itens mais tradicionais na pauta do Cear&amp;#225;, os cal&amp;#231;ados continuam no topo dos produtos que mais deixam as terras alencarinas rumo a outros pa&amp;#237;ses. No ano passado, foram US$ 365 milh&amp;#245;es, o que equivale a 26,1% do total de US$ 1,4 bilh&amp;#227;o. Apesar de ainda figurar no auge, os cal&amp;#231;ados amargaram decl&amp;#237;nio de 9,3% nas exporta&amp;#231;&amp;#245;es e consequente perda de 4 pontos percentuais na fatia estadual, que, em 2010, era de 31,8%. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em segundo lugar, ficou a castanha de caju, com participa&amp;#231;&amp;#227;o de 13,6% e cifra negociada de US$ 190,5 milh&amp;#245;es. Couros (US$ 184 milh&amp;#245;es), Fruticultura (US$ 102,5 milh&amp;#245;es) e t&amp;#234;xteis (US$ 87 milh&amp;#245;es) aparecem em seguida no ranking. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A quantidade de artigos cearenses exportados diminuiu 13,5% em 2011, ante o ano imediatamente anterior. Foram 263 tipos de produtos comprados por consumidores internacionais, contra 304 em 2010. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pa&amp;#237;ses - Os Estados Unidos continuam sendo o principal comprador das mercadorias vindas do Cear&amp;#225;, adquirindo cerca de 28% dos produtos que s&amp;#227;o destinados ao exterior. Os norte-americanos levaram US$ 393 milh&amp;#245;es em itens do Estado. A Argentina, com 10,3% de participa&amp;#231;&amp;#227;o, comprou US$ 144 milh&amp;#245;es e a Holanda, US$ 90 milh&amp;#245;es. A quantidade de na&amp;#231;&amp;#245;es para as quais s&amp;#227;o levados esses produtos se manteve a mesma de 2010:91.&lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste - CE&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:01:34 -0200</pubDate></item><item><title>5,64 MILH&amp;#213;ES DE PASSAGEIROS PASSARAM PELO PINTO MARTINS</title><description>Com esse fluxo de passageiros, o aeroporto j&amp;#225; superou em 50% a capacidade de atendimento &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Enquanto aguarda as obras de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do terminal, prometidas pela Infraero h&amp;#225; mais de um ano, o Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, segue expandindo a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de passageiros, mas em ritmo bem menor do que o registrado em anos anteriores. Em 2011, o terminal computou movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de 5.649.604 passageiros, n&amp;#250;mero 11,37% superior ao anotado em 2010; quando passaram por Fortaleza 5.072.785 de usu&amp;#225;rios. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O incremento vem impulsionado pelas rotas dom&amp;#233;sticas, que cresceram 11,84%, em 2011, com movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de 4.843.311 passageiros, o que reflete a pol&amp;#237;tica tur&amp;#237;stica adotada nos &amp;#250;ltimos anos pela Secretaria Estadual do Turismo (Setur) e pelo pr&amp;#243;prio Minist&amp;#233;rio do Turismo. No novo modelo, que privilegia o mercado interno desde de 2008 - ano da crise financeira global - os voos internacionais foram respons&amp;#225;veis pelo aumento de 1,34% no n&amp;#250;mero de passageiros embarcando e desembarcando na Capital cearense. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No ano passado, a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de passageiros internacionais somou 232.550 pessoas, ante 229.474, em 2010. A m&amp;#233;dia de viajantes por m&amp;#234;s em 2011 girou em torno de 470.800. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Perseguindo os per&amp;#237;odos de alta esta&amp;#231;&amp;#227;o de f&amp;#233;rias, os meses mais movimentados do ano passado foram janeiro, com 568.427 passageiros, seguido de julho, com 565.922; e dezembro com 510.468 viajantes. J&amp;#225; a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de aeronaves cresceu 5,25%, registrando 65.853 pousos e decolagens no aeroporto de Fortaleza. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Voo rasante&quot; - Os dados divulgados ontem, pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportu&amp;#225;ria (Infraero) mostram um crescimento &quot;rasante&quot; na movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de passageiros no Pinto Martins em 2011, sobre o ano anterior, se comparado com o incremento anotado em 2010 sobre 2009. Nesse per&amp;#237;odo, a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de passageiros dom&amp;#233;sticos e internacionais no aeroporto de Fortaleza saltou de 3.987.752 em 2009, para 4.843.311 no ano seguinte, registrando uma alta de 20,44%, quase o dobro dos 11,37% computados em 2011. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mercado interno - Estat&amp;#237;sticas reveladas pela Infraero confirmam a pol&amp;#237;tica de incentivo aos voos dom&amp;#233;sticos, ante os internacionais. No Cear&amp;#225;, de 2008 para 2011, a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de passageiros dom&amp;#233;sticos no Aeroporto Pinto Martins aumentou 68%, passando de 3.222.883 pessoas em 2008, para 5.417.054, no ano passado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No mesmo per&amp;#237;odo, o tr&amp;#226;nsito de passageiros internacionais recuou, em vez de crescer. Em 2011, circularam no Pinto Martins 232.550 viajantes internacionais, n&amp;#250;mero 4,26% menor do que os 242.908 anotados em 2008, h&amp;#225; quatro anos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Da mesma forma, o n&amp;#250;mero de aeronaves de companhias estrangeiras aterrissando no Cear&amp;#225; tamb&amp;#233;m vem diminuindo ano a ano. No ano passado, taxiaram 1.831 avi&amp;#245;es internacionais no Pinto Martins, fluxo 2,24% inferior aos 1.873 verificados em 2010 e 41% menor do que as 3.103 aeronaves que transitaram pelas pistas do aeroporto de Fortaleza, em 2008. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A queda no n&amp;#250;mero de voos charters (fretados) &amp;#233; um indicador desse arrefecimento nos aeroportos do Estado. Neste m&amp;#234;s, est&amp;#227;o sendo esperados pousos de 156 voos charters na Capital cearense, o que representa um &quot;mergulho&quot; de 26%, ante os 211 deste tipo registrados em igual intervalo de 2011. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio do Turismo do Cear&amp;#225;, Bismarck Maia, confirma essa tend&amp;#234;ncia de redu&amp;#231;&amp;#227;o nos charters. Segundo ele, a frequ&amp;#234;ncia desse tipo de voo deve cair ainda mais, tendo em vista o elevado custo para as operadoras de turismo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conforme disse, as grandes operadoras, a exemplo da CVC, estariam adotando como estrat&amp;#233;gia para redu&amp;#231;&amp;#227;o de despesas a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o de assentos em avi&amp;#245;es de carreira, em vez dos voos fretados. De acordo com ele, voos regulares trazem turistas de maior n&amp;#237;vel, do que os charters. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Compensa&amp;#231;&amp;#227;o - Em compensa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; queda no fluxo de avi&amp;#245;es estrangeiros no Estado, o n&amp;#250;mero de aeronaves dom&amp;#233;sticas cresceu 5,47% no ano passado, subindo de 60.697, em 2010 para 64.022, n&amp;#250;mero 41% maior do que os 44.600 avi&amp;#245;es de bandeiras estrangeiras que taxiaram em Fortaleza, em 2008. No Brasil, est&amp;#227;o sendo esperadas 70 milh&amp;#245;es de viagens dom&amp;#233;sticas, nestes meses de dezembro, janeiro e fevereiro de 2012.&lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste - CE&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:01:15 -0200</pubDate></item><item><title>SHELL CORRIGE NOME DE PO&amp;#199;O DESCOBERTO NA BACIA DE SANTOS</title><description>DO RIO - A Shell informou que o nome correto do po&amp;#231;o onde a empresa encontrou ind&amp;#237;cios de petr&amp;#243;leo, no pr&amp;#233;-sal da bacia de Santos, &amp;#233; Epitonium.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na segunda, a empresa informara &amp;#224; Folha que o po&amp;#231;o, situado no bloco BN-S-54, fora batizado de Gato do Mato.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O po&amp;#231;o, localizado em uma l&amp;#226;mina d&apos;&amp;#225;gua de 1.950 metros, fica a 200 quil&amp;#244;metros da costa do Rio. &lt;br&gt;
Fonte : Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:00:43 -0200</pubDate></item><item><title>CRESCIMENTO DO MERCADO DE COMBUST&amp;#205;VEIS DE ORIGEM F&amp;#211;SSIL TRAZ PREJU&amp;#205;ZOS &amp;#192; PETROBRAS</title><description>Com redu&amp;#231;&amp;#227;o da oferta de etanol, houve revers&amp;#227;o da tend&amp;#234;ncia de amplia&amp;#231;&amp;#227;o da fatia dos biocombust&amp;#237;veis &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2012, segundo estimativas da Tend&amp;#234;ncias, as vendas totais de combust&amp;#237;veis derivados de petr&amp;#243;leo devem aumentar 6,5%, acima das vendas totais (+4,9%), que incluem os biocombust&amp;#237;veis. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tal resultado &amp;#233; ainda mais expressivo se considerarmos que, em 2010, as vendas de combust&amp;#237;veis de origem f&amp;#243;ssil cresceram 10,6% e resultados preliminares apontam para alta de 6,3% em 2011. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos &amp;#250;ltimos anos, as vendas de combust&amp;#237;veis derivados de petr&amp;#243;leo v&amp;#234;m sendo favorecidas pela expans&amp;#227;o da economia brasileira, estimulada pela melhoria das condi&amp;#231;&amp;#245;es de renda e cr&amp;#233;dito, com reflexos sobre a amplia&amp;#231;&amp;#227;o do contingente de consumidores e diversifica&amp;#231;&amp;#227;o dos h&amp;#225;bitos de consumo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nesse contexto, merecem destaque as amplia&amp;#231;&amp;#245;es das vendas de ve&amp;#237;culos e da demanda por passagens a&amp;#233;reas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mais recentemente, os problemas relacionados &amp;#224; expans&amp;#227;o da oferta de etanol desde 2010 -com queda esperada de 18,7% na produ&amp;#231;&amp;#227;o em 2011- deram novo impulso &amp;#224; comercializa&amp;#231;&amp;#227;o de combust&amp;#237;veis derivados de petr&amp;#243;leo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A participa&amp;#231;&amp;#227;o dos combust&amp;#237;veis f&amp;#243;sseis recuou seguidamente entre 2003 e 2009, ano no qual atingiu o percentual de 77,6%, refletindo: 1) o boom de comercializa&amp;#231;&amp;#227;o dos ve&amp;#237;culos flex; 2) a amplia&amp;#231;&amp;#227;o da oferta dom&amp;#233;stica de etanol; 3) o advento do programa de est&amp;#237;mulo &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o de biodiesel; e 4) o aumento dos pre&amp;#231;os internacionais do petr&amp;#243;leo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com a redu&amp;#231;&amp;#227;o da oferta de etanol, houve revers&amp;#227;o da tend&amp;#234;ncia de amplia&amp;#231;&amp;#227;o da fatia dos biocombust&amp;#237;veis, com aumento da participa&amp;#231;&amp;#227;o dos combust&amp;#237;veis f&amp;#243;sseis de 79,2% em 2010 para 82,1% em 2011. Para este ano, a expectativa &amp;#233; de 83,3%. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tal estimativa tem por hip&amp;#243;tese a manuten&amp;#231;&amp;#227;o, ao longo de 2012, dos percentuais de mistura de 20% de etanol &amp;#224; gasolina C e de 5% de biodiesel ao diesel. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O aumento da participa&amp;#231;&amp;#227;o dos combust&amp;#237;veis derivados de petr&amp;#243;leo no mercado nacional deveria ser uma boa not&amp;#237;cia para os acionistas da Petrobras. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa &amp;#233; uma das maiores petrol&amp;#237;feras globais, responde por quase 100% do refino de petr&amp;#243;leo no pa&amp;#237;s e &amp;#233; a maior distribuidora de combust&amp;#237;veis atuante no mercado nacional, com aproximadamente metade do mercado de distribui&amp;#231;&amp;#227;o, segundo dados do Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combust&amp;#237;veis e Lubrificantes). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Paradoxalmente, contudo, a amplia&amp;#231;&amp;#227;o das vendas de combust&amp;#237;veis derivados de petr&amp;#243;leo vem se constituindo em fonte de preju&amp;#237;zos para a Petrobras -que, para fazer frente &amp;#224; demanda dom&amp;#233;stica, se v&amp;#234; obrigada a importar gasolina e &amp;#243;leo diesel a pre&amp;#231;os maiores que os cobrados pela empresa no Brasil. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esse aspecto ajuda a explicar a queda de 33% do valor m&amp;#233;dio das a&amp;#231;&amp;#245;es da Petrobras entre 2009 a 2011, per&amp;#237;odo em que o &amp;#205;ndice Bovespa valorizou-se em 11%. Walter de Vitto, mestre em economia pela FEA-USP, &amp;#233; analista da Tend&amp;#234;ncias Consultoria&lt;br&gt;
Fonte : Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:59:57 -0200</pubDate></item><item><title>ACRE INAUGURA ZPE PARA ELEVAR A EXPORTA&amp;#199;&amp;#195;O DE MANUFATURADOS</title><description>Na segunda-feira, ela receber&amp;#225; a certifica&amp;#231;&amp;#227;o final da Receita Federal para o &amp;#250;ltimo passo exigido pelos fiscais &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo decidiu apostar, de fato, nas Zonas de Processamento de Exporta&amp;#231;&amp;#245;es (ZPE) para estimular as vendas de manufaturados: em cinco dias, a ZPE do Acre dever&amp;#225; estar pronta para iniciar os trabalhos. A infraestrutura j&amp;#225; est&amp;#225; conclu&amp;#237;da, numa &amp;#225;rea de 100 hectares na pequena cidade de Senador Guiomard (AC), a 22 km de Rio Branco, capital do Estado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na segunda-feira, ela receber&amp;#225; a certifica&amp;#231;&amp;#227;o final da Receita Federal para o &amp;#250;ltimo passo exigido pelos fiscais: a instala&amp;#231;&amp;#227;o de monitoramento em v&amp;#237;deo. Ontem, uma das maiores companhias privadas do Peru, o Grupo Gl&amp;#243;ria, de latic&amp;#237;nios, fertilizantes e cimento, fechou seu projeto produtivo b&amp;#225;sico (PPB) para operar na ZPE do Acre. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A evolu&amp;#231;&amp;#227;o das obras e negocia&amp;#231;&amp;#245;es em torno da ZPE no Acre surpreendeu os t&amp;#233;cnicos do Minist&amp;#233;rio do Desenvolvimento. Fontes no Pal&amp;#225;cio do Planalto afirmaram ao Valor que a presidente est&amp;#225; entusiasmada com a ZPE e espera ver resultados j&amp;#225; neste ano. Para isso, a instala&amp;#231;&amp;#227;o das f&amp;#225;bricas deve come&amp;#231;ar em fevereiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As empresas que se instalarem na ZPE dever&amp;#227;o exportar no m&amp;#237;nimo 80% da produ&amp;#231;&amp;#227;o. Em troca, as f&amp;#225;bricas n&amp;#227;o v&amp;#227;o recolher o IPI, a Cofins e o PIS/Pasep sobre os insumos adquiridos do mercado interno, e tamb&amp;#233;m as partes e pe&amp;#231;as importadas est&amp;#227;o isentas do Imposto de Importa&amp;#231;&amp;#227;o (II) e do Adicional de Frete para Renova&amp;#231;&amp;#227;o da Marinha Mercante. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A ZPE vai funcionar como polo de atra&amp;#231;&amp;#227;o de investimentos no setor manufatureiro, justamente num momento em que a ind&amp;#250;stria sofre com a rigorosa competi&amp;#231;&amp;#227;o com os importados no Brasil e tamb&amp;#233;m na conquista de mercados&quot;, diz Gustavo Saboia Fontenele, secret&amp;#225;rio-executivo do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exporta&amp;#231;&amp;#227;o, formado pelos minist&amp;#233;rios do Desenvolvimento, Fazenda, Integra&amp;#231;&amp;#227;o Nacional, Planejamento e Casa Civil. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ZPE j&amp;#225; conta com licenciamento ambiental e libera&amp;#231;&amp;#227;o alfandeg&amp;#225;ria. No local, &amp;#243;rg&amp;#227;os p&amp;#250;blicos, como Correios, Anvisa, Caixa Econ&amp;#244;mica Federal e Minist&amp;#233;rio da Agricultura, est&amp;#227;o em opera&amp;#231;&amp;#227;o. &quot;J&amp;#225; est&amp;#225; pronto&quot;, disse Fontenele, &quot;s&amp;#243; falta as empresas come&amp;#231;arem a montar suas f&amp;#225;bricas&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo acreano negocia com 13 companhias a instala&amp;#231;&amp;#227;o de f&amp;#225;bricas na ZPE, nas &amp;#225;reas de madeira, alimentos processados, carne, t&amp;#234;xtil e frutas. Uma companhia italiana de joias j&amp;#225; apresentou um projeto para produ&amp;#231;&amp;#227;o de &quot;biojoias&quot;, aproveitando insumos naturais do Estado, inserido na floresta amaz&amp;#244;nica. O governo planeja plantar 3.000 mil hectares de seringueiras, que devem servir de insumo para as companhias que se instalarem na ZPE. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m disso, a Natex, empresa p&amp;#250;blica de preservativos masculinos feitos com borracha natural, localizada em Xapuri (AC), pode abrir uma segunda unidade, para produ&amp;#231;&amp;#227;o de luvas para cirurgias hospitalares. A f&amp;#225;brica j&amp;#225; opera com capacidade m&amp;#225;xima, diz a diretora-executiva da Natex, Dirlei Bersch, em tr&amp;#234;s turnos, de domingo a domingo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Caso concreto &amp;#233; o do Grupo Gl&amp;#243;ria, do Peru. Empres&amp;#225;rios da companhia fizeram a &amp;#250;ltima visita t&amp;#233;cnica &amp;#224;s instala&amp;#231;&amp;#245;es em Senador Guiomard para fechar os termos do processo produtivo b&amp;#225;sico a ser entregue aos t&amp;#233;cnicos do governo do Estado. A companhia, que tamb&amp;#233;m tem unidades na Argentina, Col&amp;#244;mbia, Bol&amp;#237;via e Equador, vai desenvolver linhas produtivas de leite e cimento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um fator que acelerou as negocia&amp;#231;&amp;#245;es com o Grupo Gl&amp;#243;ria, e que serve de grande atrativo &amp;#224;s demais empresas em negocia&amp;#231;&amp;#227;o com o governo do Estado, &amp;#233; a rodovia Transoce&amp;#226;nica, inaugurada em outubro do ano passado, que servir&amp;#225; para escoar a produ&amp;#231;&amp;#227;o da ZPE para tr&amp;#234;s portos no Peru, a 1,6 mil km de dist&amp;#226;ncia. A viagem por rodovia &amp;#233; 14 dias mais curta que o trajeto mar&amp;#237;timo, por meio do Canal do Panam&amp;#225;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A ZPE segue exatamente o que deseja a presidente Dilma Rousseff&quot;, disse o governador do Acre, Ti&amp;#227;o Viana (PT). &quot;Vamos ajudar as exporta&amp;#231;&amp;#245;es da ind&amp;#250;stria e incentivar investimentos em inova&amp;#231;&amp;#227;o, que &amp;#233; o foco do programa Brasil Maior.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os t&amp;#233;cnicos da ZPE do Acre negociam tamb&amp;#233;m com a multinacional americana Johnson &amp; Johnson, que j&amp;#225; demonstrou interesse em a fabrica instalada na Venezuela, devido ao desgaste pol&amp;#237;tico com o governo do presidente Hugo Ch&amp;#225;vez. Mas os executivos da empresa querem do governo do Estado uma &quot;flexibiliza&amp;#231;&amp;#227;o&quot; das regras das ZPEs. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Johnson &amp; Johnson quer, segundo o governo do Estado do Acre, que at&amp;#233; 40% da produ&amp;#231;&amp;#227;o seja escoada para o mercado interno, e n&amp;#227;o apenas 20%, como prev&amp;#234; a Lei 11.508 (07/2007), que criou o marco regulat&amp;#243;rio das ZPEs. No ano passado, o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, chegou a declarar em audi&amp;#234;ncias p&amp;#250;blicas ser favor&amp;#225;vel &amp;#224; eleva&amp;#231;&amp;#227;o do teto de 20% para 40%. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As negocia&amp;#231;&amp;#245;es ainda n&amp;#227;o terminaram, porque, em contrapartida, o Acre quer convencer os executivos a montar duas f&amp;#225;bricas: uma na ZPE, seguindo as regras da zona, e outra fora, que receberia incentivos tribut&amp;#225;rios para a parcela vendida internamente. Procurada pelo Valor, a empresa negou, por meio de sua assessoria, que esteja negociando.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:59:42 -0200</pubDate></item><item><title>NOVO TERMINAL DO AEROPORTO DE GUARULHOS DEVE FICAR PRONTO S&amp;#193;BADO</title><description>A entrega das obras do Terminal 4 - embora s&amp;#243; existam at&amp;#233; hoje os terminais 1 e 2 - coloca fim a um contrato conturbado &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com cerca de mil funcion&amp;#225;rios divididos em tr&amp;#234;s turnos de trabalho, a Delta Constru&amp;#231;&amp;#227;o garantiu &amp;#224; Infraero que vai entregar neste s&amp;#225;bado, dia 21, o novo terminal do aeroporto internacional de Guarulhos, em S&amp;#227;o Paulo. Essa &amp;#233; a data limite para que a construtora cumpra o contrato firmado com a estatal. Se n&amp;#227;o cumprir, ser&amp;#225; multada. Ap&amp;#243;s dez dias para ajustes operacionais, a Infraero promete que no in&amp;#237;cio de fevereiro Cumbica ter&amp;#225; um novo terminal em opera&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A entrega das obras do Terminal 4 - embora s&amp;#243; existam at&amp;#233; hoje os terminais 1 e 2 - coloca fim a um contrato conturbado. Em julho do ano passado, o projeto foi contratado em regime de urg&amp;#234;ncia pela Infraero, portanto, sem licita&amp;#231;&amp;#227;o. O argumento usado para justificar o acordo foi a demanda projetada para as festas de fim de ano, as quais, segundo a Infraero, poderiam causar um caos em Cumbica se o novo terminal n&amp;#227;o entrasse em opera&amp;#231;&amp;#227;o. O fato &amp;#233; que o projeto n&amp;#227;o foi entregue para o fim do ano e a Infraero teve de &quot;se virar no bra&amp;#231;o&quot;, como definiu o presidente da estatal, Gustavo Vale. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O contrato firmado com a Delta &amp;#233; de R$ 85,75 milh&amp;#245;es. Segundo a Infraero, o atraso na obra foi resultado de um incidente ocorrido em dezembro, quando parte da cobertura do terminal caiu e a empresa foi obrigada a trocar toda a estrutura. &quot;As obras passaram por um acidente de percurso, mas no fim tudo deu certo. No in&amp;#237;cio de fevereiro o aeroporto j&amp;#225; ter&amp;#225; esse novo terminal em pleno funcionamento&quot;, diz Jo&amp;#227;o M&amp;#225;rcio Jord&amp;#227;o, diretor de aeroportos da Infraero. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O novo terminal, diferentemente dos chamados &quot;puxadinhos&quot;, tem uma estrutura definitiva. Segundo a Delta Constru&amp;#231;&amp;#245;es, na &amp;#225;rea de embarque foram instalados 34 balc&amp;#245;es de check in, dez port&amp;#245;es de embarque e seis port&amp;#245;es de checagem de seguran&amp;#231;a com equipamentos de raio X, al&amp;#233;m de esteiras de bagagem. A &amp;#225;rea de desembarque tem tr&amp;#234;s posi&amp;#231;&amp;#245;es para entrega de bagagens. O terminal foi equipado com cinco elevadores e dois estacionamentos, com capacidade para 600 ve&amp;#237;culos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A estrutura foi erguida no antigo terminal de cargas da Vasp, que era ocupado para guardar cargas detidas ou abandonadas. Para aproveitar a estrutura do local, a Infraero decidiu que far&amp;#225; o mesmo tipo de interven&amp;#231;&amp;#227;o no hangar da Transbrasil, que fica ao lado da estrutura da Vasp. Dessa vez, no entanto, a inten&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; passar o projeto para o concession&amp;#225;rio que vencer o leil&amp;#227;o de Cumbica, programado para 6 de fevereiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A decis&amp;#227;o da Infraero de contratar uma empreiteira sem realiza&amp;#231;&amp;#227;o licita&amp;#231;&amp;#227;o causou pol&amp;#234;mica. Auditores do Tribunal de Contas da Uni&amp;#227;o (TCU) questionaram a escolha da Delta Constru&amp;#231;&amp;#245;es para tocar as obras, j&amp;#225; que a empresa n&amp;#227;o acumulava experi&amp;#234;ncia nesse tipo de projeto. A empresa n&amp;#227;o comenta o assunto. Em setembro do ano passado, a Justi&amp;#231;a Federal em S&amp;#227;o Paulo chegou a determinar a paralisa&amp;#231;&amp;#227;o da obra. A Infraero, no entanto, conseguiu reverter a decis&amp;#227;o e as obras foram retomadas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A concess&amp;#227;o do aeroporto de Guarulhos prev&amp;#234; a constru&amp;#231;&amp;#227;o de seu terceiro terminal. A previs&amp;#227;o da Infraero &amp;#233; de que a estrutura esteja em opera&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; em 2014, com capacidade inicial de receber 7,5 milh&amp;#245;es de passageiros por ano. Quando for conclu&amp;#237;do, sua capacidade saltar&amp;#225; para at&amp;#233; 18,8 milh&amp;#245;es de pessoas, anualmente. Em 2010, o aeroporto teve crescimento de 23% no volume de passageiros sobre o ano anterior, recebendo 26,8 milh&amp;#245;es de pessoas. No ano passado o volume chegou a 31,5 milh&amp;#245;es de passageiros.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:59:31 -0200</pubDate></item><item><title>EXPORTA&amp;#199;&amp;#195;O DAS COOPERATIVAS &amp;#201; RECORDE</title><description>Os dados s&amp;#227;o do Minist&amp;#233;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;#250;stria e Com&amp;#233;rcio Exterior (MDIC) &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As exporta&amp;#231;&amp;#245;es das cooperativas brasileiras renderam US$ 6,1 bilh&amp;#245;es em 2011, valor que representou um novo recorde hist&amp;#243;rico para o segmento, com crescimento de 39,8% sobre as vendas externas de 2010 (US$ 4,4 bilh&amp;#245;es). Est&amp;#227;o na lista dos principais produtos comercializados a&amp;#231;&amp;#250;car refinado, caf&amp;#233; em gr&amp;#227;os, soja em gr&amp;#227;os, a&amp;#231;&amp;#250;car em bruto, peda&amp;#231;os e miudezas comest&amp;#237;veis de frango, etanol, farelo de soja e trigo. Os dados s&amp;#227;o do Minist&amp;#233;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;#250;stria e Com&amp;#233;rcio Exterior (MDIC). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O desempenho do ano passado superou as expectativas. Ao fim do primeiro semestre a Organiza&amp;#231;&amp;#227;o das Cooperativas Brasileiras (OCB) estimava vendas totais de at&amp;#233; US$ 5 bilh&amp;#245;es para o ano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A importa&amp;#231;&amp;#245;es desse segmento somaram US$ 355 milh&amp;#245;es, maior valor desde 2008, quando foram comprados no mercado internacional o equivalente a US$ 558 milh&amp;#245;es. O aumento sobre 2010 foi de quase 30%. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com isso, o super&amp;#225;vit da balan&amp;#231;a comercial das cooperativas foi de US$ 5,8 bilh&amp;#245;es, alta de 40% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano anterior. Um total de 133 cooperativas fizeram opera&amp;#231;&amp;#245;es de com&amp;#233;rcio exterior, para 188 pa&amp;#237;ses. Em 2010, 150 sociedades venderam para 138 na&amp;#231;&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na rela&amp;#231;&amp;#227;o dos principais compradores dos produtos das cooperativas, os Estados Unidos ficaram em primeiro lugar, com US$ 739,2 milh&amp;#245;es, representando 12% do total exportado no ano. A China ocupou a segunda coloca&amp;#231;&amp;#227;o, quase empatada com os EUA, com US$ 736,1 milh&amp;#245;es, 11,9% do total exportado. Em terceiro lugar ficaram os Emirados &amp;#193;rabes Unidos, com US$ 526,3 milh&amp;#245;es; e em quarto lugar veio a Alemanha, com US$ 441,5 milh&amp;#245;es. At&amp;#233; o primeiro semestre de 2011, a China liderava as compras, seguida de Alemanha, Emirados &amp;#193;rabes Unidos e Estados Unidos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A diversifica&amp;#231;&amp;#227;o de produtos exportados para um n&amp;#250;mero cada vez maior de pa&amp;#237;ses &amp;#233;, de acordo com o presidente da OCB, M&amp;#225;rcio Lopes de Freitas, muito bem vinda. &quot;Na exporta&amp;#231;&amp;#227;o as cooperativas t&amp;#234;m espalhado suas vendas. Como as sociedades s&amp;#227;o novas nesse mercado, elas tentam evitar o erro de concentra&amp;#231;&amp;#227;o e diversificam seus mercados&quot;, disse Freitas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A tend&amp;#234;ncia de crescimento, de acordo com Freitas, dever&amp;#225; continuar. &quot; Os pre&amp;#231;os s&amp;#227;o bons, a demanda est&amp;#225; em alta e os produtos s&amp;#227;o saud&amp;#225;veis&quot;, disse.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:59:15 -0200</pubDate></item><item><title>USIMINAS EST&amp;#193; COM BASES PRONTAS PARA NOVA FASE, DIZ BRUMER</title><description>Hoje, o novo presidente da Usiminas, o argentino Juli&amp;#225;n Alberto Eguren, nomeado ontem pelo conselho de administra&amp;#231;&amp;#227;o, come&amp;#231;a uma maratona de visitas ao parque fabril da sider&amp;#250;rgica. A primeira visita ser&amp;#225; &amp;#224; usina de Ipatinga, em Minas, a principal da companhia, acompanhado de Wilson Brumer, que far&amp;#225; o processo de transi&amp;#231;&amp;#227;o de cargo e que deixa a empresa depois de dois anos na presid&amp;#234;ncia-executiva. Antes, por tr&amp;#234;s anos, foi conselheiro e presidiu o conselho.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Eguren traz uma experi&amp;#234;ncia longa na siderurgia dentro do grupo Techint, onde iniciou carreira em 1987, e mais de 15 anos de viv&amp;#234;ncia internacional para a Usiminas&quot;, afirmou Brumer. &quot;Ser&amp;#225; uma transi&amp;#231;&amp;#227;o harmoniosa e profissional, que marca mais uma virada de p&amp;#225;gina na hist&amp;#243;ria da Usiminas&quot;. Segundo ele, em poucos dias o executivo estar&amp;#225; totalmente habilitado para tocar a empresa e tra&amp;#231;ar seu plano de gest&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Depois de ter bancos, a Vale, distribuidores de a&amp;#231;o, Camargo Corr&amp;#234;a e Votorantim como acionistas - cada um com vis&amp;#245;es diferentes e sem &quot;know-how&quot; na fabrica&amp;#231;&amp;#227;o de a&amp;#231;o -, agora a empresa tem como seus controladores dois grupos sider&amp;#250;rgicos, detentores de experi&amp;#234;ncia internacional nesse neg&amp;#243;cio. &quot;A siderurgia, de alguns anos para c&amp;#225;, tem uma nova din&amp;#226;mica&quot;, diz Brumer. &quot;A competi&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o &amp;#233; mais s&amp;#243; interna. Hoje ela se d&amp;#225; em nivel global.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para ele, a Usiminas ser&amp;#225; beneficiada com dois acionistas com esse perfil, que ser&amp;#227;o s&amp;#243;cios com vis&amp;#227;o de longo prazo para a sider&amp;#250;rgica mineira, que em 2012 completa 50 anos de in&amp;#237;cio de opera&amp;#231;&amp;#227;o de seu primeiro alto-forno. &quot;Um desafio que tem pela frente &amp;#233; melhorar a produtividade e a competitividade, com redu&amp;#231;&amp;#227;o de custos, tornando-se mais preparada para competir nesse novo cen&amp;#225;rio&quot;, afirmou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As decis&amp;#245;es estrat&amp;#233;gicas tomadas ao longo dos &amp;#250;ltimos cinco a seis anos, diz, deixa a empresa com bases prontas para essa nova fase. Em 2007, foi lan&amp;#231;ado o novo plano de crescimento e em 2008 a empresa entrou no neg&amp;#243;cio de min&amp;#233;rio de ferro, dominando parte dos custo de fabrica&amp;#231;&amp;#227;o do a&amp;#231;o. &quot;Esse &amp;#233; um dos legados que considero deixar para a empresa, pois em 2010 criamos a Usiminas Minera&amp;#231;&amp;#227;o, com participa&amp;#231;&amp;#227;o da Sumitomo Corporation no seu capital. J&amp;#225; come&amp;#231;a a dar resultado no Ebitda.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A minera&amp;#231;&amp;#227;o de ferro, que tem investimentos de R$ 4,5 bilh&amp;#245;es &amp;#224; frente, planeja alcan&amp;#231;ar produ&amp;#231;&amp;#227;o de 29 milh&amp;#245;es de toneladas em 2015, sendo uma grande geradora de resultado operacional. Neste ano, ter&amp;#225; capacidade para produzir 12 milh&amp;#245;es de toneladas. O grosso dos investimentos vir&amp;#225; em 2013 e 2014.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Novos projetos foram conclu&amp;#237;dos, como a nova linha de galvaniza&amp;#231;&amp;#227;o de a&amp;#231;o (material nobre para autom&amp;#243;veis, bens eletrodom&amp;#233;sticos, constru&amp;#231;&amp;#227;o civil) no ano passado, em parceria com a Nippon Steel. Em mar&amp;#231;o, ficar&amp;#225; pronto o novo laminador a quente da usina de Cubat&amp;#227;o (antiga Cosipa), com aporte de R$ 2,5 bilh&amp;#245;es. &quot;Nos dois &amp;#250;ltimos anos, fomos uma das empresas privadas que mais investiram. Foram R$ 5,6 bilh&amp;#245;es&quot;, informou. Outra &amp;#225;rea em que dever&amp;#225; focar esfor&amp;#231;os &amp;#233; a da autossufici&amp;#234;ncia de energia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Brumer, s&amp;#227;o v&amp;#225;rios investimentos feitos que d&amp;#227;o &amp;#224; Usiminas novo patamar tecnol&amp;#243;gico, mas que, infelizmente, ainda n&amp;#227;o come&amp;#231;aram a se refletir no resultado operacional. &quot;Infelizmente, 2011 n&amp;#227;o foi um ano de resultados fant&amp;#225;sticos. Mas as sementes est&amp;#227;o plantadas&quot;, afirmou, apontando que o n&amp;#237;vel de endividamento l&amp;#237;quido, na rela&amp;#231;&amp;#227;o com o Ebitda, &amp;#233; confort&amp;#225;vel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Ternium, na vis&amp;#227;o de Brumer, poder&amp;#225; abrir oportunidades na &amp;#225;rea comercial para a Usiminas em mercados da Am&amp;#233;rica Latina. &quot;O Eguren [novo presidente] conhece bem a regi&amp;#227;o e poder&amp;#225; criar parcerias das duas empresas.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O executivo, que j&amp;#225; passou pela presid&amp;#234;ncia da Vale, antigas Acesita e CST, BHP Billiton no Brasil e foi secret&amp;#225;rio de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico de Minas, afirma que a Usiminas avan&amp;#231;ou bastante em sua governan&amp;#231;a. Foram criados um c&amp;#243;digo de &amp;#233;tica (no ano passado), que n&amp;#227;o existia, gest&amp;#227;o de recursos humanos e um plano de op&amp;#231;&amp;#245;es de a&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Brumer assumiu a presid&amp;#234;ncia em abril de 2010 com a miss&amp;#227;o de apaziguar os &amp;#226;nimos exaltados na empresa com a gest&amp;#227;o complicada de seu antecessor. &quot;Deixo uma empresa harmonizada e que passou a ter mais di&amp;#225;logo aberto e transparente com seu presidente.&quot;&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico/Por Ivo Ribeiro | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:59:00 -0200</pubDate></item><item><title>COSTA CONC&amp;#211;RDIA - NAVIO SE MOVE, E TRABALHOS DE RESGATE S&amp;#195;O INTERROMPIDOS</title><description>Mergulhadores suspenderam os trabalhos nesta quarta-feira&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os mergulhadores que buscam sobreviventes no cruzeiro naufragado Costa Concordia suspenderam os trabalhos nesta quarta-feira (18), depois que o barco moveu-se levemente no local em que est&amp;#225; preso, pr&amp;#243;ximo &amp;#224; Ilha de Giglio, na costa da It&amp;#225;lia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Luca Cari, porta-voz dos bombeiros, disse que as buscas foram suspensas &amp;#224;s 8h locais (5h de Bras&amp;#237;lia), ap&amp;#243;s uma movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de poucos cent&amp;#237;metros do casco sobre a rocha em que o cruzeiro est&amp;#225; parado, Isso poderia amea&amp;#231;ar os mergulhadores nas &amp;#225;reas submersas do navio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O acidente deixou, at&amp;#233; agora, 11 mortos, 24 desaparecidos e 60 feridos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O barco ficou parcialmente submerso e virado em um &amp;#226;ngulo superior a 80 graus.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O capit&amp;#227;o do cruzeiro, Francesco Schettino, vai ficar em pris&amp;#227;o domiciliar, disse na noite de ter&amp;#231;a seu advogado, Bruno Leporatti.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A decis&amp;#227;o foi tomada pela ju&amp;#237;za Valeria Montesarchio, do Tribunal de Grosseto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Schettino negou, diante do tribunal, ter abandonado o barco ap&amp;#243;s o naufr&amp;#225;gio do cruzeiro ocorrido na noite de sexta-feira na costa da It&amp;#225;lia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O comandante &amp;#233; acusado de ter cometido &quot;erros&quot; que teriam ocasionado o naufr&amp;#225;gio e tamb&amp;#233;m durante a evacua&amp;#231;&amp;#227;o dos passageiros. Ele &amp;#233; investigado por homic&amp;#237;dio culposo (n&amp;#227;o intencional), naufr&amp;#225;gio e abandono do navio. Ele pode pegar um m&amp;#225;ximo de 15 anos de pris&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ele declarou aos ju&amp;#237;zes que n&amp;#227;o abandonou o navio e que salvou milhares de vidas&quot;, disse Leporatti ap&amp;#243;s o depoimento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Schettino disse a um juiz de instru&amp;#231;&amp;#227;o que estava &quot;no comando do navio&quot; no momento do impacto da embarca&amp;#231;&amp;#227;o com um banco de areia pr&amp;#243;ximo &amp;#224; Ilha de Giglio, no Mar Tirreno, a cerca de 40 quil&amp;#244;metros da costa italiana. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A afirma&amp;#231;&amp;#227;o confirma os primeiros resultados da investiga&amp;#231;&amp;#227;o, segundo a qual o comandante dispunha do controle da rota planejada nas imedia&amp;#231;&amp;#245;es da ilha. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Schettino dep&amp;#244;s em uma audi&amp;#234;ncia preliminar por tr&amp;#234;s horas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A procuradoria italiana havia pedido ao Tribunal de Grosseto que mantivesse a ordem de pris&amp;#227;o contra Schettino. Ele est&amp;#225; preso desde s&amp;#225;bado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa propriet&amp;#225;ria da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, a italiana. Costa Cruzeiros, tamb&amp;#233;m o acusou de ter arriscado a vida de milhares de pessoas e um navio de meio bilh&amp;#227;o de d&amp;#243;lares em o que qualificou de uma &quot;bravata irrespons&amp;#225;vel&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Barco moveu-se levemente no local em que est&amp;#225; preso, pr&amp;#243;ximo &amp;#224; Ilha de Giglio&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Telefonema &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um tenso telefonema dele para a Capitania dos Portos, vazado nesta ter&amp;#231;a-feira pela imprensa italiana, d&amp;#225; a entender que ele havia abandonado o navio sem prestar socorro aos passageiros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gritos ouvidos ao fundo da grava&amp;#231;&amp;#227;o d&amp;#227;o ainda mais autenticidade ao &amp;#225;udio. As autoridades n&amp;#227;o confirmaram a origem da fita, mas n&amp;#227;o desmentiram. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O advogado de Schettino disse que ele n&amp;#227;o comentar&amp;#225; o assunto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ou&amp;#231;a o &amp;#225;udio (em italiano), que foi publicado na internet.&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:57:54 -0200</pubDate></item><item><title>CAPITANIA ORDENOU QUE COMANDANTE VOLTASSE A BORDO</title><description>Equipes de resgate italianas retiram o corpo de um homem de dentro do navio de passageiros &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Grava&amp;#231;&amp;#245;es telef&amp;#244;nicas entre o comandante do Costa Concordia, Francesco Schettino, e o chefe da Capitania do Porto de Livorno, Gregorio De Falco, feitas logo ap&amp;#243;s o naufr&amp;#225;gio e quando o capit&amp;#227;o j&amp;#225; estava em terra, mostraram que Schettino recebeu a ordem de voltar para o navio at&amp;#233; que todos os passageiros fossem retirados. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Agora voc&amp;#234; volta ao navio, sobe pela escada de emerg&amp;#234;ncia e coordena a retirada&quot;, diz o oficial a Schettino, de acordo com a transcri&amp;#231;&amp;#227;o da chamada telef&amp;#244;nica gravada por uma das caixas-pretas do navio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Voc&amp;#234; precisa nos dizer quantas pessoas, crian&amp;#231;as, mulheres e passageiros est&amp;#227;o l&amp;#225; e o n&amp;#250;mero exato de cada categoria&quot;, disse Falco. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O que voc&amp;#234; est&amp;#225; fazendo? Abandonando o resgate? Capit&amp;#227;o, esta &amp;#233; uma ordem, sou eu que estou no comando.  Voc&amp;#234; declarou abandono de navio&quot;, disse Falco, acrescentando: &quot;Ainda existem corpos&quot;. &quot;Quantos?&quot;, questionou Schettino, o que levou a uma resposta curta  de Falco: &quot;Isso &amp;#233; voc&amp;#234; quem vai  me dizer, o que voc&amp;#234; est&amp;#225; fazendo? Quer voltar para casa?&quot;  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, Falco lamentou que o naufr&amp;#225;gio tenha provocado mortes e disse que Schettino mentiu. &quot;N&amp;#227;o &amp;#233; a primeira vez que capit&amp;#227;es de navios em dificuldades s&amp;#227;o reticentes e, por assim dizer, ficam silenciosos&quot;, afirmou em entrevista. &quot;Infelizmente, morreram pessoas nesse naufr&amp;#225;gio&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Schettino trabalhou durante 11 anos para a Costa Crocieri (Costa Cruzeiros), subsidi&amp;#225;ria italiana da Carnival Corporation, empresa de capitais anglo-norte-americanos. Ele frequentou a Escola Naval Nino Bixio, da Marinha Mercante da It&amp;#225;lia, que fica pr&amp;#243;xima a Sorrento. &lt;br&gt;
Fonte : Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:57:36 -0200</pubDate></item><item><title>CAPIT&amp;#195;O DO `COSTA CONCORDIA&apos; &amp;#201; COLOCADO EM PRIS&amp;#195;O DOMICILIAR</title><description>A promotoria da prov&amp;#237;ncia de Grosseto, na regi&amp;#227;o da Toscana  (It&amp;#225;liacentral), determinou ontem que Francesco Schettino, de 52 anos, capit&amp;#227;o do navio Costa Concordia, que naufragou na sexta-feira passada perto da ilha de Giglio, ficar&amp;#225; em pris&amp;#227;o domiciliar em Meta di Sorrento, perto de N&amp;#225;poles (Sul do pa&amp;#237;s), enquanto avan&amp;#231;a oprocesso judici&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Schettino foi acusado de homic&amp;#237;dio culposo (quando n&amp;#227;o h&amp;#225; a inten&amp;#231;&amp;#227;o de matar), naufr&amp;#225;gio e abandono do navio que comandava. Ele se declarou inocente. Se considerado culpado, poder&amp;#225; ser sentenciado a at&amp;#233; 15 anos de pris&amp;#227;o. O naufr&amp;#225;gio do navio, que transportava 4.200 pessoas, deixou pelo menos 11 mortos e 23 pessoas est&amp;#227;o desaparecidas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ontem, a Capitania do Porto de Livorno divulgou um di&amp;#225;logo chocante entre Schettino, que abandonou o navio logo ap&amp;#243;s o naufr&amp;#225;gio, e o chefe da Capitania de Livorno, Gregorio De Falco, que insistia parao capit&amp;#227;o voltar ao navio e resgatar sobreviventes. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Schettino negou no tribunal as acusa&amp;#231;&amp;#245;es de que abandonou a embarca&amp;#231;&amp;#227;o. &quot;O capit&amp;#227;o defendeu seu papel na dire&amp;#231;&amp;#227;o do navio ap&amp;#243;s a colis&amp;#227;o, o que na vis&amp;#227;o dele salvou centenas, sen&amp;#227;o milhares de vidas&quot;, disse Bruno Leporatti, advogado de Schettino. &quot;O capit&amp;#227;o especificou que ele n&amp;#227;o abandonou o navio&quot;, acrescentou. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o promotor de Justi&amp;#231;a da prov&amp;#237;ncia de Grosseto, Francesco Verusio, &quot;no momento, as acusa&amp;#231;&amp;#245;es contra Schettino s&amp;#227;o de homic&amp;#237;dio culposo (sem a inten&amp;#231;&amp;#227;o de matar) m&amp;#250;ltiplo, naufr&amp;#225;gio e abandono de navio&quot;. Para Verusio, o capit&amp;#227;o se arrisca a uma pena m&amp;#225;xima de 15 anos de pris&amp;#227;o. Ele decretou a pris&amp;#227;o domiciliar do acusado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Francesco Verusio disse que, com os cinco corpos encontrados ontem, o que elevou a 11 o total de mortos no naufr&amp;#225;gio, podem existir ainda 23 desaparecidos. Quatro corpos encontrados s&amp;#227;o de homens e o quinto &amp;#233; de uma mulher na faixa dos 50 a 60 anos. As aut&amp;#243;psias ser&amp;#227;o feitas hoje no Hospital de Orbetello, na prov&amp;#237;ncia de Siena. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
SOBREVIVENTES &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Equipes de socorro da Guar- da Costeira trabalham com pressa e contra o tempo, porque, hoje, o clima dever&amp;#225; piorar perto da Ilha de Giglio, onde a embarca&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; encalhada. Ainda h&amp;#225; chances de sobreviventes serem encontrados, mas elas s&amp;#227;o remotas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As equipes de resgate abriram buracos no navio ontem, para conseguir acessar &amp;#225;reas que ainda n&amp;#227;o haviam sido verificadas. Antes da descoberta dos cinco corpos, 29 pessoas estavam desaparecidas. Autoridades disseram que dentre os desaparecidos, estavam 14alem&amp;#227;es, seis italianos, quatro franceses, dois norte-americanos, um h&amp;#250;ngaro,um indiano e  um peruano. &lt;br&gt;
Fonte : Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:57:23 -0200</pubDate></item><item><title>PORTU&amp;#193;RIOS AVULSOS N&amp;#195;O ACEITAM SERVI&amp;#199;OS E AMEA&amp;#199;AM GREVE</title><description>Como era esperado, a maioria dos portu&amp;#225;rios avulsos n&amp;#227;o aceitou os servi&amp;#231;os na escala&amp;#231;&amp;#227;o das 13 horas de ontem, ter&amp;#231;a-feira.  O procedimento padr&amp;#227;o pode evoluir para uma greve geral, de acordo com o presidente do Sindicato dos Estivadores, Rodnei Silva. &quot;Cerca de 30% dos navios que est&amp;#227;o atracados no Porto de Santos n&amp;#227;o tem homens para fazer opera&amp;#231;&amp;#227;o normal nesta ter&amp;#231;a.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os trabalhadores portu&amp;#225;rios protestam contra as novas medidas estabelecidas pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) do &amp;#211;rg&amp;#227;o Gestor de M&amp;#227;o de Obra (Ogmo-Santos).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para tentar acabar com o TAC, a categoria recorrer&amp;#225; ao poder judici&amp;#225;rio. &quot;Se nada mudar at&amp;#233; a escala&amp;#231;&amp;#227;o das 19 horas, os servi&amp;#231;os da noite tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o ser&amp;#227;o aceitos&quot;, afirma o presidente do Sindicato dos Estivadores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A exig&amp;#234;ncia  do intervalo de 11 horas entre duas jornadas de trabalho consecutivas para os trabalhadores portu&amp;#225;rios avulsos (TPAs) de Santos, que entrou em vigor &amp;#224;s 13 horas desta ter&amp;#231;a n&amp;#227;o agrada a categoria. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No hor&amp;#225;rio em que a medida come&amp;#231;ou a valer, o posto de escala&amp;#231;&amp;#227;o 3, no Estu&amp;#225;rio, ficou lotado, mas os trabalhadores recusaram os servi&amp;#231;os.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m desta medida, os portu&amp;#225;rios n&amp;#227;o aprovaram outros aspectos da TAC como  a implementa&amp;#231;&amp;#227;o do sistema eletr&amp;#244;nico na escala, a convoca&amp;#231;&amp;#227;o dos TPAs em sistema de rod&amp;#237;zio, a coloca&amp;#231;&amp;#227;o, no final da fila, do portu&amp;#225;rio que recusou o trabalho para o qual foi designado e a escala&amp;#231;&amp;#227;o de TPA devidamente qualificado, e com a presen&amp;#231;a dele no posto do &amp;#211;rg&amp;#227;o Gestor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Roleta Russa&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os trabalhadores do setor de capatazia, associado ao Sindicato dos Oper&amp;#225;rios Portu&amp;#225;rios (Sintraport), reclamam do sistema eletr&amp;#244;nico na escala de trabalho. De acordo com a categoria, o sistema n&amp;#227;o respeita a ordem num&amp;#233;rica e gira  como uma roleta russa, prejudicando os trabalhadores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o Ogmo, o esquema de escala&amp;#231;&amp;#227;o foi normal e a sequ&amp;#234;ncia num&amp;#233;rica foi seguida.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estrat&amp;#233;gia&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os dirigentes das categorias do Porto j&amp;#225;  tra&amp;#231;aram a estrat&amp;#233;gia para resistir ao novo processo de escala&amp;#231;&amp;#227;o dos trabalhadores&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hoje, quarta-feira, os trabalhadores far&amp;#227;o uma concentra&amp;#231;&amp;#227;o em frente ao &amp;#211;rg&amp;#227;o Gestor de M&amp;#227;o de Obra (Ogmo-Santos) e de l&amp;#225; seguem em passeata at&amp;#233; o Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho (MPT) para pedir a anula&amp;#231;&amp;#227;o do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que deu origem &amp;#224;s novas medidas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A concentra&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; em frente ao Ogmo, na Avenida conselheiro N&amp;#233;bias. De l&amp;#225; os trabalhadores seguir&amp;#227;o em passeata at&amp;#233; a sede do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho (MPT), na Rua Braz Cubas, 190.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ato, segundo o presidente do Sindicato dos Estivadores, Nei Silva, vai simbolizar o enterro do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Ainda nesta quarta-feira, os trabalhadores participam de reuni&amp;#227;o com dirigentes do Sindicato dos Operadores Portu&amp;#225;rios (Sopesp) - que requisitam o trabalho dos avulsos.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:57:09 -0200</pubDate></item><item><title>LEITURA R&amp;#193;PIDA</title><description>Ilhas Malvinas - Ingleses impedem desembarque &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As autoridades brit&amp;#226;nicas das Ilhas Malvinas (Falkland) impediram que passageiros de um navio de cruzeiro, o Star Princess,que viaja do Chile ao Brasil, desembarcassem em PortStanley. Isso levou a uma reclama&amp;#231;&amp;#227;o da empresa norte-americana Princess Cruises, dona do navio, e do governo argentino ao governo brit&amp;#226;nico. Muitos dos 3.500 passageiros e tripulantes do navio s&amp;#227;o argentinos, mas a administra&amp;#231;&amp;#227;o das ilhas afirma que impediuo desembarque porque alguns dos passageiros est&amp;#227;o com um v&amp;#237;rus estomacal e sofrem de gastroenterite. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Meio ambiente &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ministro do Meio Ambiente da It&amp;#225;lia, Corrado Clini, disse que o governo poder&amp;#225; declarar estado de emerg&amp;#234;ncia na costa da Toscana nas pr&amp;#243;ximas horas. O governo teme que 2 mil toneladas de combust&amp;#237;vel ainda armazenadas nos tanques do navio vazem e provoquem um desastre ambiental no Arquip&amp;#233;lago Toscano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conversa &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Volte a bordo, &amp;#233; uma ordem.Voc&amp;#234; n&amp;#227;o deve pensar em outra coisa. Voc&amp;#234; declarou o abandono do navio. Agora sou eu quem comanda&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gregorio De Falco, chefe da Capitania do Portode Livorno, em conversa telef&amp;#244;nica como capit&amp;#227;o do Costa Concordia, Francesco Schettino &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Brasileiros no `Concordia&apos; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os 57 brasileiros que estavam a bordo do navio  Costa Concordia t&amp;#234;m direito a  indeniza&amp;#231;&amp;#227;o por danos morais e materiais, disse ontem o advogado Leonardo Amarante, especialista em Responsabilidade Civil e Direito do Consumidor. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:56:26 -0200</pubDate></item><item><title>LICITA&amp;#199;&amp;#195;O DO PLANO DO MERGULH&amp;#195;O TEM SETE CONCORRENTES</title><description>Companhia Docas definir&amp;#225; vencedor at&amp;#233; o in&amp;#237;cio de abril &lt;br&gt;
Lyne Santos - DA REDA&amp;#199;&amp;#195;O&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mergulh&amp;#227;o ser&amp;#225; constru&amp;#237;do na &amp;#225;rea portu&amp;#225;ria do Valongo &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Codesp, Autoridade Portu&amp;#225;ria de Santos, recebeu e abriu, na manh&amp;#227; de ontem, sete propostas de empresas e cons&amp;#243;rcios interessados em participar da licita&amp;#231;&amp;#227;o para a elabora&amp;#231;&amp;#227;o do projeto executivo do Mergulh&amp;#227;o. O empreendimento &amp;#233; uma passagem subterr&amp;#226;nea,que ser&amp;#225; constru&amp;#237;da em frente aos armaz&amp;#233;ns 1 e 8, na regi&amp;#227;o do Valongo, em Santos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O projeto-executivo &amp;#233; considerado essencial para mensurar o custo da obra, suas caracter&amp;#237;sticas e prazos de execu&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A entrega dos documentos &amp;#224; Docas integra a primeira fase da concorr&amp;#234;ncia, que se refere &amp;#224; habilita&amp;#231;&amp;#227;o das firmas. Cada companhia ou grupo de empresas entregou um envelope com informa&amp;#231;&amp;#245;es jur&amp;#237;dicas e fiscais pr&amp;#243;prias. O processo de licita&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; composto de tr&amp;#234;s etapas. A pr&amp;#243;xima ser&amp;#225; a de qualifica&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;cnica. A &amp;#250;ltima &amp;#233; a de verifica&amp;#231;&amp;#227;o dos pre&amp;#231;os oferecidos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Participam da licita&amp;#231;&amp;#227;o a Maubertec Engenharia e Projetos Ltda., a Engevix Engenharia S/A, a Setepla Tecnometal Engenharia Ltda., a Empresa Brasileira de Engenharia de Infraestrutura e os cons&amp;#243;rcios Via Santos, Projetista Valongo e Projeto Valongo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A previs&amp;#227;o da Docas &amp;#233; que o primeiro material (informa&amp;#231;&amp;#245;es t&amp;#233;cnicas dos participantes) seja avaliado em cerca de 10 dias. Ap&amp;#243;s esse per&amp;#237;odo, ser&amp;#227;o publicados no Di&amp;#225;rio Oficial da Uni&amp;#227;o (DOU) os nomes das empresas que foram habilitadas ou desabilitadas. A partir da divulga&amp;#231;&amp;#227;o, os concorrentes ter&amp;#227;o cinco dias &amp;#250;teis para entrar com recursos. Depois, a Codesp tamb&amp;#233;m ter&amp;#225; o prazo de cinco dias para apresentar os contrarrecursos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ultrapassada essa fase, ser&amp;#227;o convocadas pela Docas somente as firmas que permanecerem na concorr&amp;#234;ncia, para que sejam abertos os envelopes relacionados &amp;#224; qualifica&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;cnica. Nesse material, est&amp;#225; adocumenta&amp;#231;&amp;#227;o que dever&amp;#225; provar a compet&amp;#234;ncia t&amp;#233;cnica da empresa na execu&amp;#231;&amp;#227;o do servi&amp;#231;o. A estes dados, ser&amp;#225; atribu&amp;#237;da uma nota baseada nos crit&amp;#233;rios objetivos definidos pelo edital. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ap&amp;#243;s essa abertura, s&amp;#227;o repetidos os mesmos procedimentos adotados na etapa inicial. A &amp;#250;ltima parte da licita&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; a an&amp;#225;lise de pre&amp;#231;os, quando ser&amp;#227;o aplicadas as  mesmas medidas feitas anteriormente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A princ&amp;#237;pio, o trabalho foi or&amp;#231;ado em R$ 8.591.484,60 pela Autoridade Portu&amp;#225;ria. Conforme explicou a Codesp, n&amp;#227;o vencer&amp;#225;, necessariamente, a companhia ou grupo que apresentar o menor valor. A decis&amp;#227;o vai envolver uma combina&amp;#231;&amp;#227;o entre as notas atribu&amp;#237;das &amp;#224; fase t&amp;#233;cnica e ao pre&amp;#231;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A expectativa da estatal &amp;#233; que a licita&amp;#231;&amp;#227;o seja conclu&amp;#237;da at&amp;#233; o in&amp;#237;cio de abril, quando dever&amp;#225; ser anunciada a vencedora. A escolha do ganhador ser&amp;#225; feita pela diretoria executiva da Codesp, com base nos indicadores fornecidos pela comiss&amp;#227;o de licita&amp;#231;&amp;#227;o. A decis&amp;#227;o ser&amp;#225; homologada pelo Conselho  de Administra&amp;#231;&amp;#227;o da Docas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
PROJETO &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Mergulh&amp;#227;o foi idealizado na primeira vers&amp;#227;o do projeto da Avenida Perimetral da Margem Direita do Porto de Santos. Entretanto, devido a seu alto custo e ao risco de embargos ao licenciamento ambiental, a obra foi retirada da concorr&amp;#234;ncia original do novo sistema vi&amp;#225;rio do cais santista. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com 1,5 quil&amp;#244;metro de extens&amp;#227;o, a passagem subterr&amp;#226;nea vai retirar os caminh&amp;#245;es do entorno dos armaz&amp;#233;ns 1 ao 8, dando mais seguran&amp;#231;a aos visitantes do futuro complexo de entretenimento, cultura e turismo que a Prefeitura de Santos e a Codesp pretendem implantar no local. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O espa&amp;#231;o dever&amp;#225; contar, inclusive, com um segundo terminal de passageiros, para  atender a demanda do mercado de cruzeiros na regi&amp;#227;o. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 18/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:55:21 -0200</pubDate></item><item><title>ROLLS-ROYCE FORNECE REBOCADORES MOVIDOS A GNL</title><description>A Rolls-Royce fechou um contrato para fornecer motores de alta efici&amp;#234;ncia e sistemas de propuls&amp;#227;o para rebocadores movidos a g&amp;#225;s natural liquefeito (GNL). As duas embarca&amp;#231;&amp;#245;es foram encomendadas pela companhia norueguesa Buks&amp;#233;r og Berging AS e entrar&amp;#227;o em servi&amp;#231;o no final de 2013 para a Statoil e para o Gassco - operador de rede de transporte de g&amp;#225;s na costa norueguesa. Robert Loseth, vice-presidente s&amp;#234;nior da Rolls-Royce para o setor de Marinha Mercante, Sistemas de Propuls&amp;#227;o e Motores, destaca o consumo eficiente de combust&amp;#237;vel e as baixas emiss&amp;#245;es de g&amp;#225;s metano dos equipamentos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m dos motores a g&amp;#225;s e do sistema de armazenamento GNL, a Rolls-Royce entregar&amp;#225; um sistema de propuls&amp;#227;o azimuth para cada rebocador, que promete manobras mais &amp;#225;geis. De acordo com a empresa, essas ser&amp;#227;o as primeiras embarca&amp;#231;&amp;#245;es que utilizar&amp;#227;o os rec&amp;#233;m-projetados propulsores azimuth (Rolls-Royce US35), que buscam melhorar o desempenho hidrodin&amp;#226;mico e a integra&amp;#231;&amp;#227;o do casco.  O sistema combinado de energia e propuls&amp;#227;o deve oferecer redu&amp;#231;&amp;#227;o de aproximadamente 30% nas emiss&amp;#245;es de CO2, em compara&amp;#231;&amp;#227;o com as embarca&amp;#231;&amp;#245;es convencionais, e cumprir&amp;#225; as futuras normas de emiss&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A divis&amp;#227;o mar&amp;#237;tima da Rolls-Royce emprega cerca de nove mil pessoas em 35 pa&amp;#237;ses. Os principais centros fabris est&amp;#227;o localizados no Reino Unido, nos pa&amp;#237;ses n&amp;#243;rdicos, nos Estados Unidos e na &amp;#193;sia. Em 2010, a Rolls-Royce investiu 923 milh&amp;#245;es de libras em pesquisa e desenvolvimento. Dois ter&amp;#231;os desse total t&amp;#234;m o objetivo de melhorar os aspectos ambientais de seus produtos, em particular a redu&amp;#231;&amp;#227;o de emiss&amp;#245;es.&lt;br&gt;
Fonte : Poral Portos e Navios - Da Reda&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:37:06 -0200</pubDate></item><item><title>MAERSK LINE E ERICSSON LEVAM CONECTIVIDADE M&amp;#211;VEL AOS OCEANOS</title><description>Os oceanos s&amp;#227;o a &amp;#250;ltima fronteira para o setor de comunica&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#243;vel. A maior empresa de cargas do mundo, a Maersk Line, deu &amp;#224; Ericsson (NASDAQ: ERIC) a miss&amp;#227;o de conquistar esta fronteira ao introduzir a integra&amp;#231;&amp;#227;o completa de comunica&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#243;vel e por sat&amp;#233;lite em toda a sua frota. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A frota da Maersk Line &amp;#233; composta por mais de 500 navios cont&amp;#234;iner. Ao longo dos pr&amp;#243;ximos dois anos, a Maersk Line ir&amp;#225; equipar 400 destes navios com antenas e esta&amp;#231;&amp;#245;es r&amp;#225;dio-base da Ericsson, e em seguida ser&amp;#227;o feitas atualiza&amp;#231;&amp;#245;es nos navios remanescentes. Como parte do acordo, a Ericsson oferecer&amp;#225; sete anos de suporte e servi&amp;#231;os de monitoramento e manuten&amp;#231;&amp;#227;o da rede num formato 24/7 em um grande n&amp;#250;mero de portos pelo mundo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Temos orgulho de poder conectar a frota da Maersk Line com a nossa tecnologia. Acreditamos em uma Sociedade Conectada, em que a conectividade ser&amp;#225; apenas o ponto de partida para novas maneiras de inovar, colaborar e socializar. O resultado ser&amp;#225; processos automatizados e simplificados, maior produtividade e informa&amp;#231;&amp;#227;o em tempo real que permitir&amp;#227;o a tomada de decis&amp;#227;o e resolu&amp;#231;&amp;#227;o de problemas de forma mais r&amp;#225;pida e bem-informada&quot;, disse Hans Vestberg, presidente e CEO da Ericsson.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o setor de transporte de cargas, a comunica&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#243;vel oferece a oportunidade de empregar novas e eficientes maneiras de lidar com o gerenciamento de frota e dos prazos de entrega, melhorando a intera&amp;#231;&amp;#227;o com os navios, permitindo a resolu&amp;#231;&amp;#227;o proativa de problemas e o compartilhamento imediato de informa&amp;#231;&amp;#245;es com os clientes, melhorando ainda mais a efici&amp;#234;ncia energ&amp;#233;tica. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; agora, os modernos navios cont&amp;#234;iner da Maersk Line estavam equipados com conectividade por sat&amp;#233;lite, com o principal objetivo de permitir a comunica&amp;#231;&amp;#227;o para as fun&amp;#231;&amp;#245;es vitais a bordo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Estamos muito satisfeitos por sermos os primeiros a ter uma frota conectada com tecnologia de comunica&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#243;vel. Acreditamos que s&amp;#227;o muitas as oportunidades que isso ir&amp;#225; gerar para melhorar a comunica&amp;#231;&amp;#227;o com os nossos colegas no mar, bem como o nosso atendimento aos clientes, e observaremos com muita aten&amp;#231;&amp;#227;o estas oportunidades no futuro&quot;, disse S&amp;#248;ren Toft, vice-presidente da Maersk Line Operations.&lt;br&gt;
Fonte: Portal Portos e Navios (Portal Nacional de Seguros/Mariana Laun/Info &amp; Ti)&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:36:56 -0200</pubDate></item><item><title>VENDA DE MIN&amp;#201;RIOS CRESCE NO AMAZONAS E ULTRAPASSA R$ 211 MI EM 2011</title><description>Manaus - A venda da produ&amp;#231;&amp;#227;o mineral do Amazonas expandiu 52% em 2011, comparado com o volume do ano anterior. De acordo com o Departamento Nacional de Produ&amp;#231;&amp;#227;o Mineral (DNPM), as empresas produtoras do Estado faturaram R$ 211,1 milh&amp;#245;es de janeiro a outubro de 2011 contra R$ 139,2 milh&amp;#245;es em todo o ano passado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O volume tamb&amp;#233;m est&amp;#225; 10% acima do total vendido em 2009, R$ 191,6 milh&amp;#245;es demonstrando a retomada da produ&amp;#231;&amp;#227;o. Somente a Mineradora Taboca, que explora estanho (cassiterita), columbita e tantalita na mina do Pitinga, em Presidente Figueiredo (a 117 quil&amp;#244;metros ao norte de Manaus), &amp;#233; respons&amp;#225;vel por 60% do volume total das vendas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Desde 2008, a mineradora passa por uma reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o ap&amp;#243;s a venda para o grupo peruano Minsur. A empresa investiu cerca de R$ 1,2 bilh&amp;#227;o na reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o at&amp;#233; agora. Em abril de 2009, a Minera&amp;#231;&amp;#227;o Taboca paralisou a lavra da &apos;rocha s&amp;#227;&apos; e passou a trabalhar apenas com res&amp;#237;duos minerais ou rejeitos, o que acarretou em uma queda acentuada da produ&amp;#231;&amp;#227;o mineral no Estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A mineradora anunciou que no meio do ano que vem deve retomar a produ&amp;#231;&amp;#227;o para o mesmo n&amp;#237;vel de 2008, ano recorde em arrecada&amp;#231;&amp;#227;o da Compensa&amp;#231;&amp;#227;o Financeira pela Explora&amp;#231;&amp;#227;o de Recursos Minerais (CFEM).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Amazonas e Rond&amp;#244;nia s&amp;#227;o os principais Estados produtores de estanho, com cerca de 60% e 40%, respectivamente. A demanda interna por estanho met&amp;#225;lico &amp;#233; formada por cinco segmentos mais expressivos da ind&amp;#250;stria: sider&amp;#250;rgica para fabrica&amp;#231;&amp;#227;o de folhas-de-flandres &amp;#224; ind&amp;#250;stria de embalagens de alimentos e bebidas; ind&amp;#250;stria de soldas; ind&amp;#250;stria qu&amp;#237;mica; objetos de pewter (metal de liga leve); bronze e outros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o ge&amp;#243;logo do DNPM, Gert Rodolfo Woeltje, h&amp;#225; uma grande demanda no Amazonas por mat&amp;#233;rias-primas para a constru&amp;#231;&amp;#227;o civil e &amp;#225;gua mineral, principalmente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;H&amp;#225; um mercado crescente de &amp;#225;gua mineral no Estado enquanto o mercado internacional est&amp;#225; interessado principalmente em ferro, alum&amp;#237;nio e terras raras, al&amp;#233;m do ni&amp;#243;bio, t&amp;#226;ntalo e minerais radioativos&quot;, aponta. Esses minerais servem de mat&amp;#233;ria-prima para ind&amp;#250;strias eletroeletr&amp;#244;nicas e sider&amp;#250;rgicas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para este ano, o ge&amp;#243;logo aposta em novas empresas de produ&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;gua mineral, bauxita, silvinita e caulim. &quot;Um projeto de minera&amp;#231;&amp;#227;o demanda muito tempo para come&amp;#231;ar a produzir, de tr&amp;#234;s a seis anos em ambiente amaz&amp;#244;nico. Aguardamos que em 2012 tenha um crescimento no mesmo n&amp;#237;vel do ano passado, por&amp;#233;m, com algumas novidades na produ&amp;#231;&amp;#227;o desses minerais, especialmente a &amp;#225;gua&quot;, destaca. Por isso, Woeltje alerta para o perigo da polui&amp;#231;&amp;#227;o dos rios do Estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Ser&amp;#225; necess&amp;#225;rio investimentos em esta&amp;#231;&amp;#245;es de tratamento de &amp;#225;gua nos munic&amp;#237;pios do interior para que os setores urbanos parem de despejar os dejetos nos rios e o patrim&amp;#244;nio natural fique a salvo&quot;, afirma.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Arrecada&amp;#231;&amp;#227;o de compensa&amp;#231;&amp;#227;o tem alta&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A arrecada&amp;#231;&amp;#227;o da Compensa&amp;#231;&amp;#227;o Financeira pela Explora&amp;#231;&amp;#227;o de Recursos Minerais (CFEM) tamb&amp;#233;m expandiu em 2011 e passou de R$ 2,47 milh&amp;#245;es de janeiro a outubro de 2010 para R$ 3,76 milh&amp;#245;es no mesmo per&amp;#237;odo desse ano, alta de 52%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A explora&amp;#231;&amp;#227;o de cassiterita (min&amp;#233;rio de estanho), columbita e tantalita - mat&amp;#233;rias-primas utilizadas pelas ind&amp;#250;strias de eletroeletr&amp;#244;nicos e sider&amp;#250;rgicas - pela Minera&amp;#231;&amp;#227;o Taboca responde por 63% do volume pago em compensa&amp;#231;&amp;#245;es. Enquanto a produ&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;gua mineral pelas empresas Gelocrim, J.Cruz, Minalar e Santa Claudia s&amp;#227;o respons&amp;#225;veis juntas, por 22% do volume total pago.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pequenas e m&amp;#233;dias mineradoras de areia e argila pagam menos de 1% (0,72% e 0,90% respectivamente). A empresa Itautinga, que explora argila, calc&amp;#225;rio, ferro e gipsita, em Manaus e Urucar&amp;#225;, responde por 2,7% do total. As pequenas e m&amp;#233;dias mineradoras de granito localizadas em Barcelos e Presidente Figueiredo respondem por 6% do volume pago.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O CFEM &amp;#233; um imposto calculado sobre o faturamento l&amp;#237;quido do produto mineral que for vendido, sendo que 65% desta arrecada&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; repassado ao munic&amp;#237;pio onde &amp;#233; feita a explora&amp;#231;&amp;#227;o, 23% fica com o Estado de origem e 12% para a Uni&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte: portal@d24am.com&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:36:27 -0200</pubDate></item><item><title>CHUVAS TAMB&amp;#201;M AFETAM EMBARQUES DE MIN&amp;#201;RIO DE FERRO DA CSN</title><description>RIO DE JANEIRO/S&amp;#195;O PAULO, 13 Jan (Reuters) - As chuvas fortes que t&amp;#234;m afetado a produ&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rio de ferro no Sudeste do Brasil reduziram os embarques da Companhia Sider&amp;#250;rgica Nacional (CSN), informou a empresa por meio da assessoria de imprensa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A segunda maior exportadora de min&amp;#233;rio do Brasil estuda declarar for&amp;#231;a maior em seus contratos como fez a concorrente Vale por causa da redu&amp;#231;&amp;#227;o da produ&amp;#231;&amp;#227;o na regi&amp;#227;o do Quadril&amp;#225;tero Ferr&amp;#237;fero em Minas Gerais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao declarar for&amp;#231;a maior, as empresas ficam autorizadas a n&amp;#227;o entregar o produto conforme determinado em contrato.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A companhia disse, por&amp;#233;m, que a tr&amp;#233;gua das chuvas nesta sexta-feira pode normalizar em breve as opera&amp;#231;&amp;#245;es da companhia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa tamb&amp;#233;m informou que o problema n&amp;#227;o dever&amp;#225; mudar a meta de produ&amp;#231;&amp;#227;o da empresa para o ano de 2012, de 33 milh&amp;#245;es de toneladas, segundo a assessoria de imprensa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Minas Gerais, o Estado mais afetado pelas chuvas, responde por dois ter&amp;#231;os da produ&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rio do Brasil. Outras mineradoras que atuam em munic&amp;#237;pios bastante afetados pelas chuvas, como a MMX, tamb&amp;#233;m est&amp;#227;o reduzindo o ritmo de produ&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
CSN e MMX informaram que s&amp;#243; informar&amp;#227;o o volume que deixaram de produzir no balan&amp;#231;o financeiro do trimestre.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Vale informou que acumulou at&amp;#233; quarta-feira uma perda de 2 milh&amp;#245;es de toneladas nos embarques de min&amp;#233;rio de ferro. A maior produtora de min&amp;#233;rio de ferro do mundo declarou for&amp;#231;a maior em uma s&amp;#233;rie de contratos em decorr&amp;#234;ncia do clima.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A redu&amp;#231;&amp;#227;o na oferta de min&amp;#233;rio de ferro deve contribuir para uma alta de pre&amp;#231;os da commodity no mercado internacional, avaliam analistas de mercado e bancos de investimentos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Meteorologistas afirmam que as chuvas devem deixar a regi&amp;#227;o de Minas Gerais, onde est&amp;#227;o as minas, deslocando-se para S&amp;#227;o Paulo. A expectativa &amp;#233; de melhora do clima na regi&amp;#227;o a partir na segunda quinzena de janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por volta das 12h30, as a&amp;#231;&amp;#245;es da companhia operavam em baixa de mais de 2 por cento, enquanto o Ibovespa ca&amp;#237;a 1,4 por cento. A a&amp;#231;&amp;#227;o da Vale ca&amp;#237;a 1,1 por cento.&lt;br&gt;
Fonte: Reuters/Guilhermo Parra-Bernal e Sabrina Lorenzi&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:36:13 -0200</pubDate></item><item><title>NAVIO PARTRULHA DA MARINHA &amp;#201; ATRA&amp;#199;&amp;#195;O EM MACEI&amp;#211;</title><description>Centenas de pessoas visitaram ontem, domingo (15) o navio patrulha Gra&amp;#250;na da Marinha do Brasil, atracado no porto de Macei&amp;#243;. Ele est&amp;#225; em miss&amp;#227;o de fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s embarca&amp;#231;&amp;#245;es a motor que trafegam entre o litoral de Fortaleza &amp;#224; capital alagoana, per&amp;#237;metro pertencente ao 3&amp;#170; Distrito Naval com base em Natal-RN.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao entrar no navio, as pessoas que esperavam pacientemente numa grande fila, eram recepcionadas pelo supervisor de servi&amp;#231;o, 2&amp;#186; sargento Leandro Santos da Silva. Fam&amp;#237;lias inteiras foram matar a curiosidade de entrar pela primeira vez numa embarca&amp;#231;&amp;#227;o da Marinha. Foi o caso do ambulante Rosivaldo da Silva que levou a mulher, os filhos, cunhados e primos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Sempre sonhei em ser marinheiro, mas n&amp;#227;o tive oportunidade. Hoje trouxe a fam&amp;#237;lia para essa sensa&amp;#231;&amp;#227;o de entrar num navio de verdade&quot;, declarou, ap&amp;#243;s ter tirado uma foto para posteridade com o marinheiro Vitor Sim&amp;#245;es que entrou na vida militar h&amp;#225; tr&amp;#234;s anos ap&amp;#243;s prestar concurso p&amp;#250;blico.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Gra&amp;#250;na possui 46,6 metros de comprimento, 2,6 de calado, 7,5 de largura e 36 tripulantes. Tem 2 metralhadoras de 20 mil&amp;#237;metros e 1 canh&amp;#227;o de 40 mil&amp;#237;metros. Dois botes para 6 e 10 pessoas, camarotes onde dormem a tripula&amp;#231;&amp;#227;o, c&amp;#226;mara frigor&amp;#237;fica para depositar os alimentos, banheiros, casa de m&amp;#225;quina, entre outros compartimentos. Foi constru&amp;#237;do em 1993 e lan&amp;#231;ado ao mar um ano depois.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Durante a fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o no litoral do Nordeste, o navio patrulha aborda embarca&amp;#231;&amp;#245;es pesqueiras, lanchas e at&amp;#233; Jet skis. &quot;Temos a miss&amp;#227;o de verificar todos os ve&amp;#237;culos n&amp;#225;uticos a motor que trafegam no espa&amp;#231;o do mar&amp;#237;timo do 3&amp;#186; Distrito Naval. Nosso papel &amp;#233; parecido com o Detran em terra&quot;, explicou Leandro Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na abordagem, o Gra&amp;#250;na encosta h&amp;#225; cerca de 300 metros da embarca&amp;#231;&amp;#227;o e os marinheiros v&amp;#227;o de bote. No local, eles observam a documenta&amp;#231;&amp;#227;o e os equipamentos de seguran&amp;#231;a como salva-vidas, coletes, r&amp;#225;dio-transmissor, extintor de inc&amp;#234;ndio e outros. Se encontrado alguma irregularidade, o infrator retorna &amp;#224; origem e &amp;#233; preenchido um formul&amp;#225;rio, onde &amp;#233; encaminhado &amp;#224; Capitania dos Portos. L&amp;#225; o dono da embarca&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; ouvido e dependendo do problema &amp;#233; pass&amp;#237;vel de multa e at&amp;#233; apreens&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio patrulha fiscaliza em m&amp;#233;dia 6 a 8 embarca&amp;#231;&amp;#245;es por dia. Ele fica em Macei&amp;#243; at&amp;#233; o pr&amp;#243;ximo fim de semana, dias 22 e 23 quando ir&amp;#225; retornar &amp;#224; base em Natal. &lt;br&gt;
Fonte: Gazetaweb.com&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:35:59 -0200</pubDate></item><item><title>SOBREVIVENTES DO NAVIO QUE NAUFRAGOU NA IT&amp;#193;LIA J&amp;#193; EST&amp;#195;O DE VOLTA AO BRASIL</title><description>Um grupo de turistas brasileiros que sobreviveu ao naufr&amp;#225;gio de um navio na It&amp;#225;lia chegou ao Pa&amp;#237;s ontem. Os sobreviventes, que moram em Porto Alegre, desembarcaram pela manh&amp;#227; no Aeroporto Internacional Salgado Filho, onde foram recebidos com muita festa pelos familiares. Ao todo, havia 11 ga&amp;#250;chos a bordo do cruzeiro Costa Concordia, que naufragou na sexta-feira &amp;#224; noite.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Itamaraty informou que o n&amp;#250;mero de brasileiros que estavam a bordo somava 47 passageiros e seis tripulantes. Segundo o consulado-geral do Pa&amp;#237;s na It&amp;#225;lia, todos foram resgatados. Pelo menos cinco pessoas morreram no desastre e 15 est&amp;#227;o desaparecidas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tr&amp;#234;s passageiros foram resgatados. Ontem, os bombeiros retiraram do navio um membro da tripula&amp;#231;&amp;#227;o que estava com a perna fraturada. O porta-voz Luca Cari informou que se tratava de um italiano que trabalhava no servi&amp;#231;o de cabine. No s&amp;#225;bado, um casal sul-coreano que estava em lua de mel tamb&amp;#233;m foi resgatado, ap&amp;#243;s os bombeiros terem escutado seus gritos na parte emersa da embarca&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As opera&amp;#231;&amp;#245;es continuam no interior do Costa Concordia, que encalhou no litoral da Toscana. At&amp;#233; a manh&amp;#227; de ontem, havia a confirma&amp;#231;&amp;#227;o de tr&amp;#234;s mortes, mas a Guarda Costeira informou mais tarde que mergulhadores encontraram os corpos de dois idosos em um restaurante submerso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Costa Concordia bateu em uma rocha nas proximidades da ilha de Giglio. Em seguida, a embarca&amp;#231;&amp;#227;o encalhou, o que provocou o seu tombamento. Mais de 4,2 mil pessoas viajavam no navio, que levava 3.209 passageiros de 62 pa&amp;#237;ses.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Jorge I&amp;#241;iguez e Olga Velarde, os dois &amp;#250;nicos mexicanos a bordo, afirmaram que &quot;nunca se soube nem se viu o comandante&quot; Francesco Schettino, que &quot;n&amp;#227;o falou com os passageiros&quot;. Schettino foi detido para interrogat&amp;#243;rio no s&amp;#225;bado e depois encaminhado para a pris&amp;#227;o de Grosseto, onde aguarda audi&amp;#234;ncia. Ele &amp;#233; acusado de homic&amp;#237;dio culposo, naufr&amp;#225;gio e abandono da embarca&amp;#231;&amp;#227;o. Os mexicanos afirmaram que esperaram pelo menos duas horas em uma fila de 150 pessoas para subir em um bote salva-vidas. &quot;Havia um cozinheiro filipino que n&amp;#227;o deixava ningu&amp;#233;m subir e amea&amp;#231;ava bater nos passageiros que tentavam&quot;, disseram.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o jornal italiano La Republica, a Guarda Costeira pediu diversas vezes que Schettino retornasse ao navio para coordenar os procedimentos de evacua&amp;#231;&amp;#227;o. Ainda segundo o jornal, o comandante teria prometido subir a bordo, mas n&amp;#227;o retornou ao navio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ministro italiano da Defesa, Giampaolo Di Paola, declarou que o naufr&amp;#225;gio foi &quot;um enorme erro humano que teve consequ&amp;#234;ncias dram&amp;#225;ticas&quot;. &quot;Navios daquela dimens&amp;#227;o n&amp;#227;o podem passar perto de uma costa que se sabe ser rasa&quot;, afirmou, acrescentando que espera que o n&amp;#250;mero de mortes n&amp;#227;o aumente. &quot;Est&amp;#227;o em curso inspe&amp;#231;&amp;#245;es na parte emersa, pode haver outros passageiros presos.&quot;&lt;br&gt;
Fonte: Jornal do Commercio (RS)&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:35:46 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO DE SANTOS TER&amp;#193; POLO TUR&amp;#205;STICO</title><description>Sem uso h&amp;#225; mais de 20 anos, os primeiros oito armaz&amp;#233;ns do Porto de Santos dar&amp;#227;o lugar a um complexo de turismo e neg&amp;#243;cios que promete transformar o Valongo na &amp;#225;rea mais valorizada da cidade do litoral sul. A constru&amp;#231;&amp;#227;o de terminal de cruzeiros no local, com &amp;#225;rea anexa para restaurantes, lojas, hot&amp;#233;is e marina, &amp;#233; a aposta municipal para atrair investimentos privados e mudar a cara da regi&amp;#227;o para a Copa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na ter&amp;#231;a-feira, o projeto de revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o come&amp;#231;a a sair do papel, com abertura das propostas para elabora&amp;#231;&amp;#227;o do projeto executivo do &quot;mergulh&amp;#227;o&quot; - passagem subterr&amp;#226;nea que vai tirar caminh&amp;#245;es da Rua Xavier da Silveira e abrir espa&amp;#231;o &amp;#224; revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;rea. A obra, avaliada em R$ 370 milh&amp;#245;es, ser&amp;#225; custeada pelo governo federal, por meio da 2.&amp;#170; fase do Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A viabilidade do projeto, segundo o secret&amp;#225;rio de Assuntos Portu&amp;#225;rios e Mar&amp;#237;timos de Santos, S&amp;#233;rgio Aquino, depende diretamente da reforma vi&amp;#225;ria. &quot;Costumo dizer que sem mergulh&amp;#227;o n&amp;#227;o h&amp;#225; revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o. Isso porque n&amp;#227;o temos como fazer a liga&amp;#231;&amp;#227;o entre o centro hist&amp;#243;rico e o Valongo sem tirar os caminh&amp;#245;es de l&amp;#225;&quot;, afirma.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pela proposta de interven&amp;#231;&amp;#227;o, em fase final de estudo, o desvio do tr&amp;#225;fego pesado far&amp;#225; com que o trecho de 1,5 km da Rua Xavier da Silveira, entre a Rua S&amp;#227;o Bento e a Avenida Conselheiro N&amp;#233;bias, seja transformado em uma esp&amp;#233;cie de esplanada s&amp;#243; para a pedestres. Ve&amp;#237;culos leves permanecer&amp;#227;o em uma marginal paralela.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O principal acesso a esse complexo de equipamentos ser&amp;#225; oferecido pela Pra&amp;#231;a Bar&amp;#227;o de Rio Branco. Por ela, o turista ter&amp;#225; passagem para o bols&amp;#227;o de estacionamento do novo terminal de cruzeiros, que tamb&amp;#233;m servir&amp;#225; &amp;#224; futura marina e &amp;#224; rede de servi&amp;#231;os a ser instalada nos armaz&amp;#233;ns que ser&amp;#227;o restaurados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a arquiteta da prefeitura Yedda Cristina Moreira Sadocco, os armaz&amp;#233;ns 1, 2 e 3 devem receber restaurantes, bares, lojas e ateli&amp;#234;s de arte. &quot;Eles ser&amp;#227;o reformados internamente, mas a casca deve permanecer a mesma, pelo valor hist&amp;#243;rico&quot;, diz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#201; poss&amp;#237;vel ainda que seja instalado um Museu de Arte Contempor&amp;#226;nea na &amp;#225;rea, para a forma&amp;#231;&amp;#227;o de um corredor cultural no bairro. O Valongo receber&amp;#225; tamb&amp;#233;m o Museu do Pel&amp;#233;, j&amp;#225; em obras.&lt;br&gt;
Fonte: O Estado de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:35:34 -0200</pubDate></item><item><title>MARIC&amp;#193; TER&amp;#193; MEGAPORTO DE R$5 BILH&amp;#213;ES AT&amp;#201; 2015</title><description>Terminal ter&amp;#225; capacidade para receber 850 mil barris de petr&amp;#243;leo por dia e ser&amp;#225; &amp;#226;ncora do Comperj, em Itabora&amp;#237;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Regi&amp;#227;o dos Lagos dever&amp;#225; ganhar um dos maiores portos do pa&amp;#237;s: o Terminais Ponta Negra (TPN), na Praia de Jacon&amp;#233;, em Maric&amp;#225;. A DTA Engenharia, respons&amp;#225;vel pelo projeto - chamado de Porto do Pr&amp;#233;-Sal e avaliado em R$5,4 bilh&amp;#245;es -, espera que a iniciativa se torne a &amp;#226;ncora do Complexo Petroqu&amp;#237;mico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj, em Itabora&amp;#237;). O porto ter&amp;#225; capacidade para receber 850 mil barris de petr&amp;#243;leo por dia, o equivalente a 40% da atual produ&amp;#231;&amp;#227;o do pa&amp;#237;s. A iniciativa, por&amp;#233;m, preocupa ambientalistas, que temem impactos na regi&amp;#227;o. Para evitar cr&amp;#237;ticas, os empreendedores prometem revolucionar com uma nova tecnologia contra vazamento de &amp;#243;leo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O projeto tem o apoio do governo do estado, que prometeu criar acessos ao novo porto a partir do Arco Rodovi&amp;#225;rio Metropolitano do Rio e conceder parte da Estrada de Ferro Leopoldina ao empreendimento. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que a obra seja conclu&amp;#237;da at&amp;#233; 2015, a fim de coincidir com a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o do Comperj. O porto deve destinar apenas 30% de sua capacidade &amp;#224; Petrobras. O restante ser&amp;#225; voltado para as companhias estrangeiras que atuar&amp;#227;o no pr&amp;#233;-sal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Este ser&amp;#225; o porto do pr&amp;#233;-sal. J&amp;#225; temos mais procura que espa&amp;#231;o, teremos overbooking de empresas - afirmou Jo&amp;#227;o Ac&amp;#225;cio Gomes de Oliveira Neto, presidente da DTA, empresa que planejou mais de 30 portos no Brasil e no exterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele lembrou que o terminal contar&amp;#225; com atividade de apoio offshore e prev&amp;#234; um grande estaleiro para reparos, algo in&amp;#233;dito no pa&amp;#237;s. Oliveira Neto diz que o terminal ter&amp;#225; capacidade para receber, armazenar e classificar o &amp;#243;leo extra&amp;#237;do por plataformas. O financiamento vir&amp;#225; das empresas interessadas em participar do projeto. Ele diz que j&amp;#225; foi comprado o terreno do porto e contratada a Vinci Partners para fazer a estrutura financeira da iniciativa:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- S&amp;#227;o empresas triple A, o mundo est&amp;#225; sedento de iniciativas assim. O BNDES est&amp;#225; me procurando; quer colocar sua placa neste projeto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Oliveira Neto disse que o TPN possui uma profundidade natural de 30 metros, que reduzir&amp;#225; custos com dragagem. Ele disse ainda que o porto ser&amp;#225; erguido em um local onde antes funcionava um campo de golfe, e onde n&amp;#227;o h&amp;#225; vegeta&amp;#231;&amp;#227;o prim&amp;#225;ria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- A n&amp;#227;o ser que descubram que l&amp;#225; &amp;#233; o local de procria&amp;#231;&amp;#227;o da baleia branca de papo amarelo, n&amp;#227;o vemos maiores impactos ambientais - brincou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico, Energia, Ind&amp;#250;stria e Servi&amp;#231;os do Estado do Rio, J&amp;#250;lio Bueno, confirma que a iniciativa tem o apoio do governo estadual e que um estudo preliminar n&amp;#227;o detectou maiores problemas ambientais:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O porto pode ser o in&amp;#237;cio da redu&amp;#231;&amp;#227;o de uso do Tebig (o terminal mais usado pela Petrobras no estado, em Angra dos Reis), ou seja, &amp;#233; a chance de retirar a atividade de petr&amp;#243;leo de um para&amp;#237;so - disse Bueno.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio afirmou que o porto n&amp;#227;o vai &quot;lotar&quot; a costa fluminense e canibalizar outros portos existentes ou em planejamento, como os novos terminais da Petrobras para Itagua&amp;#237; ou a expans&amp;#227;o das atividades da estatal na Ba&amp;#237;a de Guanabara.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; Oliveira Neto destaca a tecnologia in&amp;#233;dita que o TPN ter&amp;#225; para reduzir riscos de acidentes ambientais:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Criamos uma tecnologia, que vamos patentear, que reduz o impacto de um eventual vazamento de &amp;#243;leo. Ser&amp;#225; uma cortina que liga os moles (estruturas de pedra que cercam o porto, reduzindo as ondas no terminal). No caso de derramamento, ela subir&amp;#225; e deixar&amp;#225; o &amp;#243;leo restrito &amp;#224; &amp;#225;rea do porto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Greenpeace, projeto deve ser repensado&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Petrobras n&amp;#227;o comentou a iniciativa. J&amp;#225; o prefeito de Maric&amp;#225;, Washington Quaqu&amp;#225;, disse que a maior parte da popula&amp;#231;&amp;#227;o apoia a obra.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Sempre vai ter gente contr&amp;#225;ria, mas o projeto &amp;#233; bom. Vai gerar empregos e continuaremos com o turismo - disse ele. - O empreendimento compensar&amp;#225; o impacto, transformando Ponta Negra em complexo tur&amp;#237;stico.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Secretaria estadual de Meio Ambiente confirma que foi procurada informalmente pelos respons&amp;#225;veis pelo empreendimento e que o subsecret&amp;#225;rio, Luiz Firmino, afirmou que n&amp;#227;o via, em princ&amp;#237;pio, &quot;nada problem&amp;#225;tico&quot; no projeto, embora ainda n&amp;#227;o tenha recebido os estudos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Leandra Gon&amp;#231;alves, coordenadora de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, afirma que o projeto precisa ser repensado e que a regi&amp;#227;o &amp;#233; importante para quatro esp&amp;#233;cies diferentes de baleias: jubarte, orca, franca e bryde, da qual se conhece pouco.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O Greenpeace n&amp;#227;o &amp;#233; contra portos, mas n&amp;#227;o &amp;#233; melhor fazer um planejamento e aproveitar melhor as estruturas j&amp;#225; existentes? - indaga.&lt;br&gt;
Fonte :O Globo&lt;br&gt;
Data : 14/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:35:20 -0200</pubDate></item><item><title>&amp;#193;REAS DO P&amp;#211;S-SAL SER&amp;#195;O LEILOADAS NESTE ANO</title><description>A rodada vai marcar a reabertura dos leil&amp;#245;es de explora&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo no Brasil ap&amp;#243;s mais de tr&amp;#234;s anos &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A presidente Dilma Rousseff vai autorizar a realiza&amp;#231;&amp;#227;o da 11.&amp;#170; rodada de concess&amp;#245;es de &amp;#225;reas de explora&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo em &quot;algumas semanas&quot;, disse ontem o ministro de Minas e Energia, Edison Lob&amp;#227;o. A rodada, voltada para os campos do p&amp;#243;s-sal e que chegou a ser anunciada para setembro do ano passado, vai marcar a reabertura dos leil&amp;#245;es de explora&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo no Brasil ap&amp;#243;s mais de tr&amp;#234;s anos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo espera vender os direitos de explora&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s natural em 174 blocos (87 em terra e 87 no mar) espalhados por nove estados brasileiros. O governo pode arrecadar, pelo menos, R$ 200 milh&amp;#245;es com a rodada. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em visita a Abu Dhabi, nos Emirados &amp;#193;rabes, Lob&amp;#227;o disse que o primeiro leil&amp;#227;o pelo regime de partilha de produ&amp;#231;&amp;#227;o na &amp;#225;rea do pr&amp;#233;-sal pode ser lan&amp;#231;ado no segundo semestre do ano. O ministro estima que o marco regulat&amp;#243;rio do pr&amp;#233;-sal, necess&amp;#225;rio para o leil&amp;#227;o, deve ser aprovado no Congresso neste primeiro semestre.  &lt;br&gt;
Fonte : Gazeta do Povo - PR&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:35:09 -0200</pubDate></item><item><title>CONSTRUTORA LAN&amp;#199;A PROJETO DE NOVO PORTO NO RIO</title><description>O empreendimento deve consumir investimentos de at&amp;#233; R$ 5,4 bilh&amp;#245;es -dos quais R$ 1 bilh&amp;#227;o ser&amp;#225; destinado &amp;#224; infraestrutura portu&amp;#225;ria &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A DTA Engenharia estruturou um projeto para construir um porto na regi&amp;#227;o dos Lagos, no litoral fluminense, com objetivo de atender ao Comperj (Complexo de refinaria e petroqu&amp;#237;mica da Petrobras). O empreendimento deve consumir investimentos de at&amp;#233; R$ 5,4 bilh&amp;#245;es -dos quais R$ 1 bilh&amp;#227;o ser&amp;#225; destinado &amp;#224; infraestrutura portu&amp;#225;ria. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O grupo j&amp;#225; comprou um terreno em Ponta Negro, distrito de Maric&amp;#225;, e a previs&amp;#227;o &amp;#233; concluir as obras at&amp;#233; 2015, quando o Comperj come&amp;#231;ar&amp;#225; a produzir combust&amp;#237;veis e produtos petroqu&amp;#237;micos. O novo porto, se vingar, ter&amp;#225; capacidade para receber at&amp;#233; 40% da extra&amp;#231;&amp;#227;o atual no pa&amp;#237;s. Para deslanchar, o grupo precisa atrair investidores e convencer a Petrobras a fechar contrato. Hoje, todos os terminais de carga e descarga usados pela estatal s&amp;#227;o pr&amp;#243;prios.&lt;br&gt;
Fonte : Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:34:56 -0200</pubDate></item><item><title>IND&amp;#218;STRIA DE M&amp;#201;DIA-ALTA TECNOLOGIA PUXA D&amp;#201;FICIT</title><description>Historicamente deficit&amp;#225;rios na balan&amp;#231;a comercial, os segmentos que dependem mais da importa&amp;#231;&amp;#227;o de tecnologia desenvolvida no exterior passaram a contribuir menos para a deteriora&amp;#231;&amp;#227;o do saldo total de exporta&amp;#231;&amp;#245;es e importa&amp;#231;&amp;#245;es da ind&amp;#250;stria brasileira de transforma&amp;#231;&amp;#227;o. Com saldo negativo de US$ 29,98 bilh&amp;#245;es em 2011, os setores de alta tecnologia registraram alta de 14,6% no d&amp;#233;ficit comercial, na compara&amp;#231;&amp;#227;o com o ano anterior. Quem mais contribuiu para o saldo negativo foi o segmento de m&amp;#233;dia-alta tecnologia, cujo d&amp;#233;ficit cresceu 33,4% no mesmo per&amp;#237;odo, atingindo US$ 52,36 bilh&amp;#245;es em 2011. O d&amp;#233;ficit total da ind&amp;#250;stria de transforma&amp;#231;&amp;#227;o em 2011 foi de US$ 48,74 bilh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os c&amp;#225;lculos da balan&amp;#231;a industrial de acordo com a intensidade tecnol&amp;#243;gica s&amp;#227;o do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Para Julio Gomes de Almeida, economista do Iedi, os dados revelam que a origem do crescimento do d&amp;#233;ficit comercial da ind&amp;#250;stria n&amp;#227;o est&amp;#225; mais concentrada na produ&amp;#231;&amp;#227;o de alta tecnologia, na qual se destacam os segmentos de aeron&amp;#225;utica, inform&amp;#225;tica, TV, comunica&amp;#231;&amp;#227;o e os farmac&amp;#234;uticos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A maior deteriora&amp;#231;&amp;#227;o da balan&amp;#231;a da ind&amp;#250;stria em 2011 foi provocada principalmente por setores de m&amp;#233;dia-alta tecnologia - autom&amp;#243;veis, produtos qu&amp;#237;micos, bens de capital mec&amp;#226;nicos e el&amp;#233;tricos -, al&amp;#233;m de segmentos tradicionais de baixa tecnologia, como t&amp;#234;xtil, vestu&amp;#225;rio e cal&amp;#231;ados. &quot;O jogo &amp;#233; o mesmo, mas mudou a escala&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, resume Almeida. O d&amp;#233;ficit comercial mant&amp;#233;m a tend&amp;#234;ncia de aumento, mas est&amp;#225; sendo alimentado por setores com menor depend&amp;#234;ncia tecnol&amp;#243;gica, explica. &quot;Isso significa que est&amp;#227;o pesando mais a falta de competitividade e os custos dos fatores de produ&amp;#231;&amp;#227;o.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O economista lembra que nos segmentos de alta tecnologia o fraco desempenho da exporta&amp;#231;&amp;#227;o foi o fator que pesou mais para o saldo negativo. A ind&amp;#250;stria aeron&amp;#225;utica exportou no ano passado 0,5% a menos do que em 2010 e a ind&amp;#250;stria brasileira de &amp;#225;udio, v&amp;#237;deo e telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es amargou queda de 15,1% nos embarques. O total do segmento de alta tecnologia ficou com aumento de apenas 2,6% de exporta&amp;#231;&amp;#227;o. As importa&amp;#231;&amp;#245;es de alta tecnologia aumentaram 11,4%, bem abaixo da alta de 23,5% verificada no total da ind&amp;#250;stria de transforma&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No setor de m&amp;#233;dia-alta tecnologia, por&amp;#233;m, houve uma din&amp;#226;mica diferente. As importa&amp;#231;&amp;#245;es cresceram em ritmo acima da m&amp;#233;dia, com alta de 25,9%. Nos segmentos de autom&amp;#243;veis e produtos qu&amp;#237;micos (exceto farmac&amp;#234;uticos), por exemplo, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es tamb&amp;#233;m tiveram alta, mas em grande descompasso com o ritmo mais acelerado das importa&amp;#231;&amp;#245;es. A ind&amp;#250;stria de autom&amp;#243;veis exportou no ano passado 15,7% a mais do que em 2010, mas as importa&amp;#231;&amp;#245;es cresceram 29,1% no mesmo per&amp;#237;odo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em m&amp;#233;dia-alta tecnologia est&amp;#227;o segmentos que foram muito din&amp;#226;micos no per&amp;#237;odo recente da economia brasileira, diz Almeida. O descompasso entre embarques e desembarques &amp;#233; um sinal do avan&amp;#231;o das importa&amp;#231;&amp;#245;es na economia do pa&amp;#237;s, acredita. Apesar do dinamismo no mercado interno, lembra, s&amp;#227;o setores que aproveitaram parcialmente o crescimento econ&amp;#244;mico porque houve maior concorr&amp;#234;ncia com os importados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Silvio Campos Neto, economista da Tend&amp;#234;ncias, acredita que a eleva&amp;#231;&amp;#227;o de importados nesses segmentos n&amp;#227;o est&amp;#225; restrita a bens finais, mas tamb&amp;#233;m &amp;#224; troca de insumos nacionais pelos adquiridos de fornecedores externos. O c&amp;#226;mbio ainda foi favor&amp;#225;vel &amp;#224;s importa&amp;#231;&amp;#245;es e permitiu &amp;#224; ind&amp;#250;stria nacional melhorar sua competitividade com a compra de mat&amp;#233;ria-prima a pre&amp;#231;os mais baixos. &quot;A maior concorr&amp;#234;ncia com os importados ficou evidente no setor de ve&amp;#237;culos, o que resultou no aumento de imposto para os importados&quot;, diz, referindo-se ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), cuja al&amp;#237;quota aumentou em 30 pontos percentuais para carros comprados do exterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A expans&amp;#227;o dos importados foi permitida pela expans&amp;#227;o da classe m&amp;#233;dia, que aumentou a demanda dom&amp;#233;stica, diz Welber Barral, s&amp;#243;cio da M Jorge Consultores. &quot;A ind&amp;#250;stria nacional, por&amp;#233;m, n&amp;#227;o conseguiu aproveitar esse crescimento para ganhar mercado.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No segmento de m&amp;#225;quinas e bens de capital, diz Barral, h&amp;#225; tamb&amp;#233;m um problema de falta de oferta nacional. &quot;M&amp;#225;quinas e equipamentos para a ind&amp;#250;stria de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s, por exemplo, s&amp;#227;o importados simplesmente porque o Brasil n&amp;#227;o produz&quot;, explica. Em outros segmentos, h&amp;#225;, por&amp;#233;m, a quest&amp;#227;o de competitividade. &quot;A ind&amp;#250;stria do setor sofreu com o aumento de custos de produ&amp;#231;&amp;#227;o local. Insumos como a&amp;#231;o e eletricidade ficaram bem mais caros. Al&amp;#233;m disso, a ind&amp;#250;stria brasileira muitas vezes n&amp;#227;o &amp;#233; capaz de concorrer com a importa&amp;#231;&amp;#227;o sustentada por mecanismos de financiamento externo, com juros muito baixos&quot;, acrescenta.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O que mais chama a aten&amp;#231;&amp;#227;o, diz Barral, s&amp;#227;o os segmentos que at&amp;#233; pouco tempo contribu&amp;#237;ram com super&amp;#225;vit, viraram o sinal e agora v&amp;#234;m aprofundando o d&amp;#233;ficit. Al&amp;#233;m de autom&amp;#243;veis, s&amp;#227;o exemplos os segmentos de t&amp;#234;xteis, couros e cal&amp;#231;ados. De acordo com o levantamento do Iedi, essas tr&amp;#234;s atividades tiveram d&amp;#233;ficit de US$ 1,5 bilh&amp;#227;o em 2011. No ano passado, o saldo devedor foi de US$ 215 milh&amp;#245;es, mas em 2009 esses segmentos ainda geravam super&amp;#225;vit, de US$ 354 milh&amp;#245;es. Nesses setores de m&amp;#227;o de obra intensiva, pesou o custo com sal&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Por Marta Watanabe | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:34:41 -0200</pubDate></item><item><title>CONSELHO DE POL&amp;#205;TICA MINERAL DEFINIR&amp;#193; &amp;#193;REAS A SEREM LICITADAS PELO GOVERNO</title><description>O governo decidiu criar por decreto presidencial, na reforma do marco regulat&amp;#243;rio da minera&amp;#231;&amp;#227;o, o Conselho Nacional de Pol&amp;#237;tica Mineral (CNPM). Ele ser&amp;#225; formado por minist&amp;#233;rios com alguma rela&amp;#231;&amp;#227;o com o setor - Minas e Energia, Meio Ambiente, Casa Civil, Desenvolvimento - e ter&amp;#225; representa&amp;#231;&amp;#227;o de Estados produtores e da iniciativa privada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O novo &amp;#243;rg&amp;#227;o funcionar&amp;#225; nos mesmos moldes de outro conselho, o de pol&amp;#237;tica energ&amp;#233;tica, conhecido como CNPE. Na &amp;#225;rea de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s, &amp;#233; o CNPE quem recomenda &amp;#224; Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica os blocos que ser&amp;#227;o oferecidos nos leil&amp;#245;es da Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo (ANP). Com o conselho mineral, ocorrer&amp;#225; a mesma coisa, a partir de uma reorganiza&amp;#231;&amp;#227;o dos procedimentos definidos na legisla&amp;#231;&amp;#227;o do setor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao contr&amp;#225;rio do sistema atual, a presidente Dilma Rousseff determinou que haja licita&amp;#231;&amp;#227;o para a escolha da empresa que far&amp;#225; a pesquisa de &amp;#225;reas com aproveitamento potencial. Hoje, a empresa consegue fazer a explora&amp;#231;&amp;#227;o dessas &amp;#225;reas mediante um simples pedido ao governo, sem a obriga&amp;#231;&amp;#227;o de investimentos m&amp;#237;nimos. Se for identificada uma reserva mineral, ela pede - e normalmente obt&amp;#233;m - a lavra, que &amp;#233; concedida por tempo indeterminado, enquanto a jazida render.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No novo c&amp;#243;digo de minera&amp;#231;&amp;#227;o, haver&amp;#225; licita&amp;#231;&amp;#227;o de todas as &amp;#225;reas de minerais estrat&amp;#233;gicos, como ferro, ouro e n&amp;#237;quel. O crit&amp;#233;rio de escolha ser&amp;#225; o pagamento de maior outorga, como os b&amp;#244;nus pagos no setor de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s. Apenas minerais n&amp;#227;o met&amp;#225;licos e de menor valor - como areia, brita e calc&amp;#225;rio - continuar&amp;#227;o sendo explorados sem licita&amp;#231;&amp;#227;o. A concess&amp;#227;o das lavras ser&amp;#225; por um prazo m&amp;#225;ximo de 40 anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com a reforma da legisla&amp;#231;&amp;#227;o, a &amp;#225;rea funcionar&amp;#225; da seguinte forma: a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) delimita as &amp;#225;reas com potencial de explora&amp;#231;&amp;#227;o. O conselho mineral, que se reunir&amp;#225; pelo menos uma vez por ano, definir&amp;#225; quais &amp;#225;reas dever&amp;#227;o ser licitadas. A recomenda&amp;#231;&amp;#227;o segue para a Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica, que autoriza ou n&amp;#227;o o leil&amp;#227;o dessas &amp;#225;reas. A licita&amp;#231;&amp;#227;o, ent&amp;#227;o, &amp;#233; feita pela Ag&amp;#234;ncia Nacional de Minera&amp;#231;&amp;#227;o, a ser criada no novo c&amp;#243;digo para substituir o Departamento Nacional de Produ&amp;#231;&amp;#227;o Mineral (DNPM).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Havia discuss&amp;#245;es, no Pal&amp;#225;cio do Planalto, sobre a viabilidade de aplicar o sistema de licita&amp;#231;&amp;#227;o a todas as &amp;#225;reas de minera&amp;#231;&amp;#227;o. No fim, optou-se por retirar do sistema os minerais n&amp;#227;o met&amp;#225;licos, mas fazer a licita&amp;#231;&amp;#227;o para todas as &amp;#225;reas - com potencial grande ou pequeno - dos minerais mais nobres. Tamb&amp;#233;m foi superada outra indefini&amp;#231;&amp;#227;o: a cobran&amp;#231;a de participa&amp;#231;&amp;#245;es especiais sobre jazidas com alta produtividade, como as localizadas em Caraj&amp;#225;s (PA) ou no Quadril&amp;#225;tero Ferr&amp;#237;fero (MG).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A previs&amp;#227;o do governo &amp;#233; que cerca de 80 jazidas, das 3 mil em produ&amp;#231;&amp;#227;o hoje, passem a pagar participa&amp;#231;&amp;#245;es especiais. Dilma j&amp;#225; deu seu aval &amp;#224; cobran&amp;#231;a, que enfurece as mineradoras. Os royalties do setor tamb&amp;#233;m aumentar&amp;#227;o. Da faixa atual (entre 0,2% e 3%), as al&amp;#237;quotas dobrar&amp;#227;o (para 0,5% a 6%). Para o min&amp;#233;rio de ferro, principal produto explorado no Brasil, os royalties subir&amp;#227;o de 2% para 4%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m disso, a cobran&amp;#231;a ser&amp;#225; feita sobre o faturamento bruto das empresas, e n&amp;#227;o mais sobre o l&amp;#237;quido. S&amp;#243; isso, segundo c&amp;#225;lculos do governo, permitir&amp;#225; duplicar a arrecada&amp;#231;&amp;#227;o com a Compensa&amp;#231;&amp;#227;o Financeira pela Explora&amp;#231;&amp;#227;o de Recursos Minerais (CFEM). A Uni&amp;#227;o fica s&amp;#243; com 12% das receitas. A maior parte vai para os munic&amp;#237;pios (65%) e Estados produtores (23%).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os &amp;#250;ltimos n&amp;#243;s do novo c&amp;#243;digo de minera&amp;#231;&amp;#227;o, que substituir&amp;#225; a legisla&amp;#231;&amp;#227;o vigente desde 1967, foram desatados em reuni&amp;#245;es t&amp;#233;cnicas no in&amp;#237;cio do ano. Ao chefe de gabinete de Dilma, Giles Azevedo, coube a tarefa de fazer um pente-fino nas &amp;#250;ltimas vers&amp;#245;es dos textos. Giles tem absoluta confian&amp;#231;a da presidente, que o conhece desde o Rio Grande do Sul e o levou para Bras&amp;#237;lia, como secret&amp;#225;rio de geologia e minera&amp;#231;&amp;#227;o do Minist&amp;#233;rio de Minas e Energia, quando ela passou a ocupar a pasta, em 2003.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ministro de Minas e Energia, Edison Lob&amp;#227;o, considera que todos os n&amp;#243;s foram desatados e que &amp;#233; poss&amp;#237;vel enviar ao Congresso os tr&amp;#234;s projetos de lei do novo c&amp;#243;digo de minera&amp;#231;&amp;#227;o em fevereiro. Havia um receio no governo de mandar esses projetos enquanto no Congresso n&amp;#227;o terminam as discuss&amp;#245;es sobre a redistribui&amp;#231;&amp;#227;o de royalties do petr&amp;#243;leo. A inten&amp;#231;&amp;#227;o era n&amp;#227;o criar, ao mesmo tempo, dois focos de pol&amp;#234;mica com as bancadas estaduais. Mas, ao contr&amp;#225;rio do que ocorreu no Senado, as negocia&amp;#231;&amp;#245;es na C&amp;#226;mara dos Deputados podem se arrastar ao longo do ano e h&amp;#225; uma percep&amp;#231;&amp;#227;o do Pal&amp;#225;cio do Planalto de que o assunto vai parar no Supremo Tribunal Federal (STF).&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Daniel Rittner | De Bras&amp;#237;lia&lt;br&gt;
Data : 16/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:34:25 -0200</pubDate></item><item><title>ARCELORMITTAL PREV&amp;#202; AMPLIAR A PRODU&amp;#199;&amp;#195;O EM 65% NO BRASIL</title><description>A ArcelorMittal Minera&amp;#231;&amp;#227;o do Brasil n&amp;#227;o planeja no curto prazo aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de novos ativos de min&amp;#233;rio de ferro no Brasil, mas isso n&amp;#227;o significa desinteresse pelo pa&amp;#237;s. A estrat&amp;#233;gia est&amp;#225; na expans&amp;#227;o de minas pr&amp;#243;prias, aproveitando uma conjuntura de crise do mercado de a&amp;#231;o na Europa. Pioneira da verticaliza&amp;#231;&amp;#227;o da cadeia do a&amp;#231;o, a maior sider&amp;#250;rgica do mundo tem projetos de expandir em 65% a produ&amp;#231;&amp;#227;o da mat&amp;#233;ria-prima em suas duas unidades em Minas Gerais: Andrade, pr&amp;#243;xima de Monlevade, e Serra Azul, pr&amp;#243;xima de Belo Horizonte, disse ao Valor Sebasti&amp;#227;o Costa Filho, presidente da companhia de minera&amp;#231;&amp;#227;o. O volume vai passar de 4,3 milh&amp;#245;es este ano para 7,1 milh&amp;#245;es de toneladas em 2013.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outro foco da subsidi&amp;#225;ria, afirmou o executivo, &amp;#233; trabalhar para garantir uma log&amp;#237;stica de escoamento do min&amp;#233;rio pelo litoral do Rio de Janeiro. A ideia &amp;#233; ter porto pr&amp;#243;prio ou usar porto p&amp;#250;blico. Hoje, a empresa embarca o min&amp;#233;rio que exporta pelo porto da Vale, em Itagua&amp;#237;, tendo que participar de leil&amp;#245;es para garantir embarques. Este ano, por exemplo, planeja exportar 800 mil toneladas, garantidas em cinco leil&amp;#245;es. Por isso, vende a maior parcela da produ&amp;#231;&amp;#227;o da commodity ao mercado interno.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No momento, a ArcelorMittal se prepara para participar [com outras mineradoras mineiras de Serra Azul] do leil&amp;#227;o do Porto do Meio, um futuro porto p&amp;#250;blico situado em Itagua&amp;#237; (RJ), em terreno que fica entre os portos da Vale e da CSN. Esse porto ser&amp;#225; licitado em fevereiro pela Cia. Docas do Rio, informou Costa. &quot;Estamos apostando em nova log&amp;#237;stica&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No cargo deste agosto de 2010, quando substituiu Jos&amp;#233; Francisco Viveiros, o engenheiro mec&amp;#226;nico de 53 anos, formado pela PUC-MG, toca o projeto de duplica&amp;#231;&amp;#227;o da mina do Andrade, um investimento de US$ 75 milh&amp;#245;es, com in&amp;#237;cio de opera&amp;#231;&amp;#227;o para setembro. A nova mina vai garantir produ&amp;#231;&amp;#227;o de 3,5 milh&amp;#245;es de toneladas de min&amp;#233;rio de ferro anuais em 2013.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, essa mina, que ficou arrendada &amp;#224; Vale at&amp;#233; novembro de 2009, produz 1,5 milh&amp;#227;o de toneladas/ano. Sua previs&amp;#227;o &amp;#233; que j&amp;#225; far&amp;#225; 2,3 milh&amp;#245;es neste ano. A frente de lavra antiga ser&amp;#225; desativada. A produ&amp;#231;&amp;#227;o total deste ano das duas minas - 4,3 milh&amp;#245;es de toneladas - ser&amp;#225; inferior &amp;#224;s 5,2 milh&amp;#245;es de 2011 em raz&amp;#227;o das maior das obras em execu&amp;#231;&amp;#227;o nas minas do que das chuvas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na mina de Serra Azul, cuja capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; de 3,6 milh&amp;#245;es de toneladas anuais, a produ&amp;#231;&amp;#227;o vai encolher para 2 milh&amp;#245;es de toneladas por causa do fim do estoque de finos e in&amp;#237;cio do projeto da fase 2 que entra em opera&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#243; em dezembro. &quot;Esse projeto n&amp;#227;o vai representar acr&amp;#233;scimo de produ&amp;#231;&amp;#227;o, mas um melhor aproveitamento do min&amp;#233;rio bruto, j&amp;#225; que as pilhas de finos armazenadas ao longo dos anos de exist&amp;#234;ncia da mina chegaram ao fim&quot;, explicou o executivo..&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com o t&amp;#233;rmino das obras em 2013, a ArcelorMittal vai dar um salto de 65% no volume produzido, alcan&amp;#231;ando o volume de 7,1 milh&amp;#245;es de toneladas a partir do ano seguinte. O executivo disse que esta performance est&amp;#225; de acordo com a estrat&amp;#233;gia global da ArcelorMittal, que possui minas em quase 10 pa&amp;#237;ses no mundo. &quot;A companhia acredita no neg&amp;#243;cio da minera&amp;#231;&amp;#227;o e tem necessidade de ter cada vez mais mat&amp;#233;ria-prima para cumprir a meta de chegar a 75% de produ&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rio pr&amp;#243;prio em 2015 para suprir suas sider&amp;#250;rgicas no mundo&quot;.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Por Vera Saavedra Dur&amp;#227;o | Do Rio&lt;br&gt;
Data : 16/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:34:12 -0200</pubDate></item><item><title>RIO AMPLIA EXPORTA&amp;#199;&amp;#195;O, QUE ENCOLHE EM SP E SC</title><description>Os valores s&amp;#227;o modestos - as exporta&amp;#231;&amp;#245;es fluminenses somaram US$ 22 milh&amp;#245;es em 2011 e US$ 20 milh&amp;#245;es em 2010 &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos &amp;#250;ltimos dez anos, o Rio de Janeiro aumentou as exporta&amp;#231;&amp;#245;es de moda em 134%, enquanto S&amp;#227;o Paulo e Santa Catarina, Estados que lideram as vendas brasileiras de roupa ao exterior, registraram queda de 25% e 53%, respectivamente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os valores s&amp;#227;o modestos - as exporta&amp;#231;&amp;#245;es fluminenses somaram US$ 22 milh&amp;#245;es em 2011 e US$ 20 milh&amp;#245;es em 2010. Em 2001, eram de US$ 9,4 milh&amp;#245;es. Mas dois movimentos chamam a aten&amp;#231;&amp;#227;o de especialistas: as confec&amp;#231;&amp;#245;es do Rio conseguiram aumentar o pre&amp;#231;o m&amp;#233;dio do produto e os maiores compradores est&amp;#227;o agora nos Estados Unidos, Fran&amp;#231;a e Portugal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2001, os principais pa&amp;#237;ses compradores eram EUA (39%), Argentina (21%) e Chile (8%). Em 2011, foram EUA (31%), Fran&amp;#231;a (16%) e Portugal (7%). &quot;Detectamos um aumento de vendas tamb&amp;#233;m para a It&amp;#225;lia, que junto com a Fran&amp;#231;a, representa destinos onde o design &amp;#233; muito valorizado&quot;, diz Cristiane Alves, gerente do Senai Moda e Design. &quot;Em 2001, a Fran&amp;#231;a respondia pelo consumo de 0,05% da moda do Rio&quot;, destaca Cl&amp;#225;udia Teixeira, analista de com&amp;#233;rcio exterior da Federa&amp;#231;&amp;#227;o das Ind&amp;#250;strias do Rio de Janeiro (Firjan). &quot;Atualmente, os pa&amp;#237;ses desenvolvidos dominam a pauta como principais destinos do vestu&amp;#225;rio feito no Estado, respondendo por 71,7%.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A moda praia do Rio era vendida por US$ 61, o quilo, em 2001. Ano passado, o quilo de artigos de banho foi vendido por US$ 135. &quot;As empresas exportadoras conseguiram aprimorar a qualidade e o design&quot;, diz Cristiane. A favor da moda do Rio, diz Cristiane, est&amp;#225; a cultura e o estilo de vida que s&amp;#227;o &quot;vendidos&quot; junto com os artigos de vestu&amp;#225;rio. &quot;&amp;#201; poss&amp;#237;vel copiar um modelo. Mas a alma de um lugar ningu&amp;#233;m copia.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com o resultado da &amp;#250;ltima d&amp;#233;cada, o Rio de Janeiro teve a sua participa&amp;#231;&amp;#227;o nas vendas externas brasileiras de moda expandida de 3,6% para 13,5%. O Rio ocupa a terceira posi&amp;#231;&amp;#227;o entre os maiores Estados exportadores de moda do pa&amp;#237;s, atr&amp;#225;s de S&amp;#227;o Paulo e Santa Catarina. No entanto, seu crescimento foi mais expressivo. Entre 2001 e 2011, Santa Catarina teve queda de 53% em suas exporta&amp;#231;&amp;#245;es. Em S&amp;#227;o Paulo, as vendas externas de moda baixaram 25%. Entre 2007 e 2011, a exporta&amp;#231;&amp;#227;o da moda do Rio cresceu 1,2%. No Brasil, no mesmo per&amp;#237;odo, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es de moda ca&amp;#237;ram 37%.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 16/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:33:59 -0200</pubDate></item><item><title>DRAGAGEM N&amp;#195;O ALIVIA PORTO DO RIO</title><description>O Rio continua sem poder receber navios maiores, o que depende de uma ordem de servi&amp;#231;o a ser emitida pela autoridade portu&amp;#225;ria &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A dragagem do porto do Rio, obra do Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC), transformou-se em pol&amp;#234;mica entre empresas de navega&amp;#231;&amp;#227;o, terminais portu&amp;#225;rios e o governo federal. O projeto de aprofundamento do canal de acesso ao porto foi conclu&amp;#237;do no segundo semestre de 2011 ao custo de quase R$ 160 milh&amp;#245;es. Mas at&amp;#233; agora, por&amp;#233;m, nada mudou. O Rio continua sem poder receber navios maiores, o que depende de uma ordem de servi&amp;#231;o a ser emitida pela autoridade portu&amp;#225;ria, a Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ordem de servi&amp;#231;o vai definir as condi&amp;#231;&amp;#245;es de tr&amp;#225;fego dos navios no canal de acesso ao porto, cujo calado aumentou menos de um metro, de 12,6 metros (com mar&amp;#233; m&amp;#237;nima) para 13,5 metros. Mas tanto a CDRJ quanto a Secretaria Especial de Portos (SEP), a quem Docas &amp;#233; subordinada, dizem que a ordem de servi&amp;#231;o s&amp;#243; pode ser emitida ap&amp;#243;s aprova&amp;#231;&amp;#227;o pela Marinha do Brasil. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente da CDRJ, Jorge Luiz Mello, disse que a SEP enviou &amp;#224; Marinha o projeto de dragagem e a CDRJ encaminhou informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre o balizamento, a nova posi&amp;#231;&amp;#227;o das b&amp;#243;ias de sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o. A Marinha precisa dar sinal verde para que Docas possa emitir a ordem de servi&amp;#231;o dizendo como ser&amp;#225; o tr&amp;#225;fego de navios no canal aprofundado. Mello afirmou que nas pr&amp;#243;ximas dragagens a Marinha poder&amp;#225; participar da elabora&amp;#231;&amp;#227;o dos projetos desde o in&amp;#237;cio, o que tende a tornar mais &amp;#225;gil o processo de aprova&amp;#231;&amp;#227;o quando a obra for conclu&amp;#237;da. &quot;&amp;#201; algo que est&amp;#225; em estudo&quot;, disse. Ele trabalha com a estimativa de que uma nova licita&amp;#231;&amp;#227;o para dragar o porto, que vai complementar a primeira fase de obras, possa ser lan&amp;#231;ada at&amp;#233; o fim do primeiro semestre de 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Procurada, a Marinha informou, via Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, que n&amp;#227;o autorizou o novo projeto de balizamento do porto, ap&amp;#243;s a conclus&amp;#227;o da dragagem, porque existem pend&amp;#234;ncias documentais no processo entregue pela CDRJ. &quot;A avalia&amp;#231;&amp;#227;o geral do projeto s&amp;#243; poder&amp;#225; ser feita ap&amp;#243;s as pend&amp;#234;ncias serem sanadas pela CDRJ&quot;, disse a Capitania em nota. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A demora no tr&amp;#226;mite burocr&amp;#225;tico tem sido questionada por empresas de navega&amp;#231;&amp;#227;o que indagam quais s&amp;#227;o os ganhos pr&amp;#225;ticos para o porto do Rio com a dragagem ap&amp;#243;s investimentos de R$ 159,2 milh&amp;#245;es com recursos do PAC. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Executivos do setor concordam que o dinamismo da ind&amp;#250;stria de navega&amp;#231;&amp;#227;o, cujas embarca&amp;#231;&amp;#245;es, sobretudo nos cont&amp;#234;ineres, n&amp;#227;o param de crescer, torna as obras de dragagem um desafio nos portos brasileiros. O Rio &amp;#233; um exemplo dessa realidade. O projeto de dragagem foi elaborado em 2008, as obras, a cargo da empresa holandesa Van Oord, come&amp;#231;aram em 2010 e foram conclu&amp;#237;das em agosto do ano passado. A SEP disse que a conclus&amp;#227;o foi em outubro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fonte que participou da elabora&amp;#231;&amp;#227;o do projeto afirmou que a diferen&amp;#231;a de datas sobre o t&amp;#233;rmino da obra pode ser explicada pelo fato de a SEP s&amp;#243; ter aceito a conclus&amp;#227;o do servi&amp;#231;o ap&amp;#243;s a batimetria (sondagem). O projeto de aprofundamento considerou um porta-cont&amp;#234;ineres com 300 metros de comprimento, calado de 13,5 metros e capacidade de transportar 7.090 TEUs (cont&amp;#234;iner equivalente a 20 p&amp;#233;s), disse a SEP. A profundidade do porto foi levada para 15 metros. Precisa-se de uma diferen&amp;#231;a entre o calado do navio (ponto mais baixo da quilha da embarca&amp;#231;&amp;#227;o) e a profundidade do porto para dar seguran&amp;#231;a &amp;#224; navegabilidade e &amp;#224; opera&amp;#231;&amp;#227;o, disse a SEP. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O problema &amp;#233; que j&amp;#225; h&amp;#225; disponibilidade de navios de cont&amp;#234;ineres maiores do que 300 metros de comprimento na costa brasileira. &quot;Mas a dragagem feita no Rio n&amp;#227;o vai permitir receber nenhum servi&amp;#231;o adicional&quot;, disse executivo da navega&amp;#231;&amp;#227;o. O argumento &amp;#233; que hoje o porto pode receber navios de at&amp;#233; 295 metros de comprimento. Emitida a ordem de servi&amp;#231;o, o porto poder&amp;#225; operar navios de 300 metros, apenas 5 metros a mais, um ganho de 1,6%, ironizou a fonte. O executivo disse que a dragagem aumentou a largura, a profundidade e a bacia de evolu&amp;#231;&amp;#227;o, mas n&amp;#227;o se dragou uma curva no canal de acesso, o que limita a entrada de navios maiores. A SEP disse que a curva n&amp;#227;o atrapalha a operacionalidade do porto e que haver&amp;#225; corre&amp;#231;&amp;#227;o no local na pr&amp;#243;xima campanha de dragagem. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As empresas de navega&amp;#231;&amp;#227;o levantam outros problemas. Um est&amp;#225; no fato de, nos terminais de cont&amp;#234;ineres, o canal estar muito pr&amp;#243;ximo ao ber&amp;#231;o de atracac&amp;#227;o, o que exige paralisar a opera&amp;#231;&amp;#227;o (levantar o bra&amp;#231;o dos guindastes) cada vez que um navio de grande porte passar. Um executivo disse que essa seria a posi&amp;#231;&amp;#227;o defendida pela praticagem, profissionais que pilotam os navios no porto. &quot;Os pr&amp;#225;ticos querem restringir o acesso junto aos terminais de cont&amp;#234;ineres dependendo da largura dos navios&quot;, disse executivo ligado &amp;#224; opera&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria em terra. Ot&amp;#225;vio Fragoso, presidente do Sindicato dos Pr&amp;#225;ticos do Rio, disse que hoje j&amp;#225; &amp;#233; preciso levantar o guindaste quando o navio passa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A SEP afirmou que, consideradas as simula&amp;#231;&amp;#245;es feitas e a largura do canal, esse tipo de opera&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o ser&amp;#225; necess&amp;#225;ria depois da aprova&amp;#231;&amp;#227;o do novo calado pela Marinha. A Secretaria disse que a dragagem contribuiu para o aumento da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres em 2011 no porto do Rio. Fragoso afirmou que a praticagem atua como assessora de Docas e n&amp;#227;o tem poder de decis&amp;#227;o. Ele mostrou preocupa&amp;#231;&amp;#227;o, por&amp;#233;m, com um aspecto que tamb&amp;#233;m tira o sono dos armadores. Os pr&amp;#225;ticos t&amp;#234;m opini&amp;#227;o segundo a qual &amp;#233; arriscado fazer navios com mais de 300 metros de comprimento manobrarem em uma curva de noventa graus para atracar nos terminais de cont&amp;#234;ineres porque, pr&amp;#243;ximo ao local, existe um quadro de b&amp;#243;ias da refinaria de Manguinhos que serve para atraca&amp;#231;&amp;#227;o de petroleiros que descarregam petr&amp;#243;leo. Jorge Luiz Mello, de Docas, diz que este quadro de b&amp;#243;ias deve ser reposicionado como resultado de obras para atraca&amp;#231;&amp;#227;o de cruzeiros mar&amp;#237;timos no porto.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 16/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:33:34 -0200</pubDate></item><item><title>SEP, CADA VEZ MAIS DISTANTE DOS PORTOS E SEUS PROBLEMAS</title><description>A Secretaria de Portos (SEP) entra 2012 realmente distanciada dos portos nacionais, sejam eles p&amp;#250;blicos ou privados. A &quot;vida&quot; n&amp;#227;o para nos terminais portu&amp;#225;rios. Batem-se recordes de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o. Aumentam-se os conflitos entre o p&amp;#250;blico e o privado no setor. E o que &amp;#233; pior: &quot;grita&quot; a inseguran&amp;#231;a nos portos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No entanto, a SEP parece que dorme em &quot;ber&amp;#231;o espl&amp;#234;ndido&quot;, com o seu titular apenas recebendo visitas em seu gabinete, em Bras&amp;#237;lia. Se muito. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Enquanto isso, o Brasil, pelo menos essas s&amp;#227;o as proje&amp;#231;&amp;#245;es internas e externas, se prepara para assumir um papel cada vez mais protagonista na economia mundial. E os portos brasileiros ainda figuram no papel de um simples figurante.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Aqui destacamos um fato que mexeu com o setor portu&amp;#225;rio nacional, na &amp;#250;ltima semana. O acidente que matou dois trabalhadores portu&amp;#225;rios num ber&amp;#231;o arrendado para o Terminal Portu&amp;#225;rio de Santa Catarina (Tesc) pelo Porto de S&amp;#227;o Francisco do Sul. Que n&amp;#227;o &amp;#233; um fato isolado, mas um cap&amp;#237;tulo de uma novela que ainda pode trazer muitos problemas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas parece que a SEP n&amp;#227;o v&amp;#234; dessa forma nem de outras. E o sil&amp;#234;ncio reina absoluto na pasta. Por isso, ningu&amp;#233;m se surpreende que a SEP n&amp;#227;o tenha publicado nota oficial sobre o assunto, n&amp;#227;o apenas para lamentar a morte de dois trabalhadores, mas, principalmente, para cobrar uma reuni&amp;#227;o emergencial com o mundo portu&amp;#225;rio nacional para tratar da falta de seguran&amp;#231;a nas fainas portu&amp;#225;rias. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Quem precisa de uma Secretaria de Portos se cada um faz o que quer e como quer?&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 16/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:33:22 -0200</pubDate></item><item><title>INVESTIMENTO DO PAC 2 NAS FERROVIAS &amp;#201; INSUFICIENTE, AVALIAM ESPECIALISTAS</title><description>A not&amp;#237;cia de que o Governo Federal est&amp;#225; investindo, por meio do PAC 2, R$ 46 bilh&amp;#245;es em 4,6 mil quil&amp;#244;metros de ferrovias at&amp;#233; 2014, foi repercutida pelo Portogente com dois especialistas na &amp;#225;rea, o engenheiro Paulo Ferraz e a ex-diretora do Departamento de Transporte Rodovi&amp;#225;rio do Rio de Janeiro e do Minist&amp;#233;rio dos Transportes, Ceci Juru&amp;#225;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ferraz avalia que o valor anunciado pelo governo daria para construir 15 mil quil&amp;#244;metros de ferrovias ao custo m&amp;#233;dio anunciado pelo Governo nas obras ferrovi&amp;#225;rias do PAC. &quot;Mas esse n&amp;#250;mero aparentemente grande daria s&amp;#243; para recompor a malha em opera&amp;#231;&amp;#227;o na d&amp;#233;cada anterior &amp;#224; privatiza&amp;#231;&amp;#227;o, ou seja, substituir o que foi desativado pelas concession&amp;#225;rias a partir de 1996&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ceci Juru&amp;#225; tamb&amp;#233;m diz que o montante de R$ 46 bilh&amp;#245;es parece insuficiente para as necessidades de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do transporte ferrovi&amp;#225;rio, tanto de cargas como de passageiros, no Brasil. &quot;Precisamos de uma malha ferrovi&amp;#225;ria de pelo menos 100 mil quil&amp;#244;metros cobrindo a maior parte do territ&amp;#243;rio nacional e integrando as capitais dos principais estados, bem como facilitando a integra&amp;#231;&amp;#227;o de nossa economia com os outros pa&amp;#237;ses da Am&amp;#233;rica do Sul&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Paulo Ferraz &amp;#233; cr&amp;#237;tico severo da privatiza&amp;#231;&amp;#227;o do setor, que reduziu a participa&amp;#231;&amp;#227;o do modal ferrovi&amp;#225;rio na matriz de transportes. &quot;Engatamos a &quot;marcha r&amp;#233;&quot; nos trens motivo de vermos cada vez mais caminh&amp;#245;es nas estradas. E caminh&amp;#245;es cada vez maiores pra atender a demanda. J&amp;#225; tem treminh&amp;#227;o de nove eixos que mais parecem um trem sobre rodas&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Paulo Ferraz critica abandono de ferrovias e aumento dos caminh&amp;#245;es nas estradas, at&amp;#233; com o chamado &quot;treminh&amp;#227;o&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Juru&amp;#225; tamb&amp;#233;m critica as concess&amp;#245;es ferrovi&amp;#225;rias, para quem o investimento privado deve ser direcionado &amp;#224; ind&amp;#250;stria de material ferrovi&amp;#225;rio, inclusive vag&amp;#245;es e locomotivas, e a atividades correlatas tais como armazenagem e sistemas de alimenta&amp;#231;&amp;#227;o das ferrovias. &quot;A implanta&amp;#231;&amp;#227;o da malha e a opera&amp;#231;&amp;#227;o do sistema ferrovi&amp;#225;rio devem ficar sob a responsabilidade do Estado e sob ampla fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o dos grupos de usu&amp;#225;rios, a fim de preservar o controle p&amp;#250;blico sobre o espa&amp;#231;o econ&amp;#244;mico e evitar sua monopoliza&amp;#231;&amp;#227;o pelos trustes e conglomerados internacionais&quot;.    &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos dois s&amp;#233;culos de capitalismo industrial, ensina Ceci Juru&amp;#225;, a iniciativa privada faz sempre o mesmo, busca lucros, gordos lucros, a qualquer pre&amp;#231;o. &quot;Quando se trata de empresa estrangeira, n&amp;#227;o raro o objetivo &amp;#233; a pilhagem de nossos recursos naturais, bons exemplos s&amp;#227;o o ouro, as madeiras e os min&amp;#233;rios. Ela n&amp;#227;o tem, e n&amp;#227;o pode ter por ser estrangeira, preocupa&amp;#231;&amp;#245;es sociais nem objetivos ligados &amp;#224; emancipa&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#244;mica e cultural da na&amp;#231;&amp;#227;o brasileira&quot;.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 16/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:33:05 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO DE SANTOS TER&amp;#193; POLO TUR&amp;#205;STICO EM ARMAZ&amp;#201;NS SEM USO NO VALONGO</title><description>Sem uso h&amp;#225; mais de 20 anos, os primeiros oito armaz&amp;#233;ns do Porto de Santos dar&amp;#227;o lugar a um complexo de turismo e neg&amp;#243;cios que promete transformar o Valongo na &amp;#225;rea mais valorizada da cidade do litoral sul. A constru&amp;#231;&amp;#227;o de terminal de cruzeiros no local, com &amp;#225;rea anexa para restaurantes, lojas, hot&amp;#233;is e marina, &amp;#233; a aposta municipal para atrair investimentos privados e mudar a cara da regi&amp;#227;o para a Copa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na ter&amp;#231;a-feira, o projeto de revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o come&amp;#231;a a sair do papel, com abertura das propostas para elabora&amp;#231;&amp;#227;o do projeto executivo do &quot;mergulh&amp;#227;o&quot; - passagem subterr&amp;#226;nea que vai tirar caminh&amp;#245;es da Rua Xavier da Silveira e abrir espa&amp;#231;o &amp;#224; revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;rea. A obra, avaliada em R$ 370 milh&amp;#245;es, ser&amp;#225; custeada pelo governo federal, por meio da 2.&amp;#170; fase do Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A viabilidade do projeto, segundo o secret&amp;#225;rio de Assuntos Portu&amp;#225;rios e Mar&amp;#237;timos de Santos, S&amp;#233;rgio Aquino, depende diretamente da reforma vi&amp;#225;ria. &quot;Costumo dizer que sem mergulh&amp;#227;o n&amp;#227;o h&amp;#225; revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o. Isso porque n&amp;#227;o temos como fazer a liga&amp;#231;&amp;#227;o entre o centro hist&amp;#243;rico e o Valongo sem tirar os caminh&amp;#245;es de l&amp;#225;&quot;, afirma.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pela proposta de interven&amp;#231;&amp;#227;o, em fase final de estudo, o desvio do tr&amp;#225;fego pesado far&amp;#225; com que o trecho de 1,5 km da Rua Xavier da Silveira, entre a Rua S&amp;#227;o Bento e a Avenida Conselheiro N&amp;#233;bias, seja transformado em uma esp&amp;#233;cie de esplanada s&amp;#243; para a pedestres. Ve&amp;#237;culos leves permanecer&amp;#227;o em uma marginal paralela.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O principal acesso a esse complexo de equipamentos ser&amp;#225; oferecido pela Pra&amp;#231;a Bar&amp;#227;o de Rio Branco. Por ela, o turista ter&amp;#225; passagem para o bols&amp;#227;o de estacionamento do novo terminal de cruzeiros, que tamb&amp;#233;m servir&amp;#225; &amp;#224; futura marina e &amp;#224; rede de servi&amp;#231;os a ser instalada nos armaz&amp;#233;ns que ser&amp;#227;o restaurados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a arquiteta da prefeitura Yedda Cristina Moreira Sadocco os armaz&amp;#233;ns 1, 2 e 3 devem receber restaurantes, bares, lojas e ateli&amp;#234;s de arte. &quot;Eles ser&amp;#227;o reformados internamente, mas a casca deve permanecer a mesma, pelo valor hist&amp;#243;rico&quot;, diz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#201; poss&amp;#237;vel ainda que seja instalado um Museu de Arte Contempor&amp;#226;nea na &amp;#225;rea, para a forma&amp;#231;&amp;#227;o de um corredor cultural no bairro. O Valongo receber&amp;#225; tamb&amp;#233;m o Museu do Pel&amp;#233;, j&amp;#225; em obras. &lt;br&gt;
Fonte : Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 15/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:32:52 -0200</pubDate></item><item><title>NAVIOS PARTEM DO RS COM ARROZ PARA AJUDA HUMANIT&amp;#193;RIA NA &amp;#193;FRICA</title><description>Navios carregados com arros partem do Porto de Rio Grande&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Partem do Porto de Rio Grande (RS) nesta segunda-feira (16) duas embarca&amp;#231;&amp;#245;es carregadas de arroz para ajuda humanit&amp;#225;ria a pa&amp;#237;ses africanos. Os gr&amp;#227;os foram doados pelo Governo Federal. Os dois navios foram carregadas no domingo (15) no terminal da Tergrasa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio Baltic Carrier, com bandeira de Gibraltar, recebeu 10,5 mil toneladas de arroz para serem distribu&amp;#237;das na Eti&amp;#243;pia. J&amp;#225; o Genius Star, de bandeira panamenha, vai levar cerca de 7 mil toneladas do cereal para o Qu&amp;#234;nia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O arroz integra os estoques p&amp;#250;blicos de alimentos para assist&amp;#234;ncia humanit&amp;#225;ria. O repasse foi autorizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Minist&amp;#233;rio das Rela&amp;#231;&amp;#245;es Exteriores. Pa&amp;#237;ses como Cuba, Haiti e Honduras j&amp;#225; foram beneficiados pela doa&amp;#231;&amp;#227;o brasileira. &lt;br&gt;
Fonte : G1 - Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:32:39 -0200</pubDate></item><item><title>AIS GIORGIS: A TRAG&amp;#201;DIA QUE AT&amp;#201; HOJE ASSOMBRA O PORTO DE SANTOS</title><description>As equipes contratadas pela Codesp continuam os trabalhos de retirada do motor&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O tempo passa, mas n&amp;#227;o apaga as lembran&amp;#231;as daquela que &amp;#233; considerada a pior trag&amp;#233;dia na hist&amp;#243;ria do Porto de Santos: o inc&amp;#234;ndio do navio Ais Giorgis. As chamas come&amp;#231;aram &amp;#224;s 21h34 de 8 janeiro de 1974. E duraram tr&amp;#234;s dias e tr&amp;#234;s noites. Ap&amp;#243;s exatos 38 anos e uma semana, aqueles que presenciaram a cena ainda guardam na mem&amp;#243;ria os momentos marcantes do acidente, que culminou em uma morte e o naufr&amp;#225;gio do cargueiro grego no canal do estu&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As marcas desse passado ainda integram a rotina do maior complexo portu&amp;#225;rio da Am&amp;#233;rica Latina. O assunto volta &amp;#224; tona frequentemente, j&amp;#225; que os destro&amp;#231;os do navio s&amp;#227;o um entrave para o profundamento e o alargamento do canal de navega&amp;#231;&amp;#227;o - medidas estrat&amp;#233;gicas para o aumento da capacidade operacional do Porto e o futuro do com&amp;#233;rcio exterior na regi&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os restos do Ais Giorgis est&amp;#227;o no fundo do canal, a 11 metros de profundidade e cerca de 80 metros da Margem Esquerda (Guaruj&amp;#225;), na dire&amp;#231;&amp;#227;o dos armaz&amp;#233;ns 15 e 16. Sua retirada &amp;#233; discutida h&amp;#225; anos, mas se tornou realidade apenas no ano passado, em outubro. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que seja conclu&amp;#237;da em abril.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, os trabalhos se concentram na remo&amp;#231;&amp;#227;o do motor, a parte mais complicada de todo o servi&amp;#231;o, que come&amp;#231;ou com o recolhimento de sedimentos que se depositaram sobre a embarca&amp;#231;&amp;#227;o no fundo do canal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A extra&amp;#231;&amp;#227;o dos restos do navio marca o fim de uma hist&amp;#243;ria iniciada h&amp;#225; quase quatro d&amp;#233;cadas, em meio a explos&amp;#245;es e labaredas que atingiram 50 metros de altura, entre os armaz&amp;#233;ns 30 e 31, onde a embarca&amp;#231;&amp;#227;o estava atracada naquela fat&amp;#237;dica noite de ter&amp;#231;a-feira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre as testemunhas da trag&amp;#233;dia, estavam funcion&amp;#225;rios da Companhia Docas de Santos (CDS, companhia que administrou o Porto at&amp;#233; 1980, quando foi substitu&amp;#237;da pela Codesp) e moradores da Cidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A bordo, havia poucos mar&amp;#237;timos. Cerca de 20 pessoas de sua tripula&amp;#231;&amp;#227;o - formada por gregos e eg&amp;#237;pcios - tinham deixado o navio para um passeio. Avisados, eles retornaram ao cais. Diante do Ais Giorgis, enquanto o cargueiro se transformava em um monte de ferro retorcido, eles choravam, conforme publicado na edi&amp;#231;&amp;#227;o do dia 9 de janeiro de A Tribuna.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O desastre permanece entre os fatos mais tristes j&amp;#225; vistos por empregados da CDS, hoje aposentados. Um deles &amp;#233; Carlos Augusto Martins, que atuou por 40 anos na companhia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente com 67 anos, ele tinha apenas 28 anos quando viu de perto o fogo tomar conta do Ais Giorgis. Martins atuava como controlador no cargueiro Mormac Argo, atracado no cais do Armaz&amp;#233;m 32, ao lado do navio grego.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Primeiro, percebemos a fuma&amp;#231;a no vag&amp;#227;o e, depois, ela se espalhando pelo navio. No come&amp;#231;o, nos escondemos, pois explodia tudo. Mas depois, corremos para ajudar a tirar as cargas do p&amp;#225;tio do (Armaz&amp;#233;m) 31,transferindo para o 33 com empilhadeiras. Quer&amp;#237;amos evitar que o galp&amp;#227;o tamb&amp;#233;m entrasse em combust&amp;#227;o&quot;, relembra Martins.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Diante dos riscos de as chamas se espalharem pelo Porto, o navio foi levado para o meio do canal, na dire&amp;#231;&amp;#227;o do Armaz&amp;#233;m 25, onde naufragou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Vag&amp;#245;es&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Alguns relatos de 1974 reiteram que o fogo come&amp;#231;ou em uma galera (vag&amp;#227;o ferrovi&amp;#225;rio) da CDS carregada com fardos de algod&amp;#227;o, que estava ao lado do navio. As chamas aqueceram o casco na regi&amp;#227;o do por&amp;#227;o n&amp;#250;mero 4, onde era armazenado nitrito de s&amp;#243;dio, produto altamente inflam&amp;#225;vel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo um representante da ag&amp;#234;ncia do Ais Giorgis, entrevistado por A Tribuna &amp;#224; epoca, o aquecimento do casco foi suficiente para fazer o produto &quot;come&amp;#231;ar a arder&quot; e entrar em combust&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Carlos Augusto Martins tamb&amp;#233;m atribui ao nitrito de s&amp;#243;dio a responsabilidade pelo acidente. Ao todo, havia 4.200 toneladas do material no por&amp;#227;o da embarca&amp;#231;&amp;#227;o. O navio ainda carregava 2.400 sacos de fertilizantes, 200 de resina sint&amp;#233;tica, 1.400 de nitrato puro e tambores com mangan&amp;#234;s met&amp;#225;lico, entre outras cargas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Foi ele que ocasionou tudo. Ficou mais de um dia queimando&quot;, disse Martins. Um t&amp;#233;cnico da Docas garantiu, na ocasi&amp;#227;o, que, em contato com mat&amp;#233;rias org&amp;#226;nicas, os produtos qu&amp;#237;micos depositados no por&amp;#227;o do navio pegariam fogo de imediato.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Uma vers&amp;#227;o diferente &amp;#233; apresentada por outra testemunha da trag&amp;#233;dia, o ex-chefe do departamento de Opera&amp;#231;&amp;#245;es da CDS Carlos Alberto Piffer. &quot;N&amp;#227;o faz sentido o fogo ter come&amp;#231;ado na galera. O navio estava em opera&amp;#231;&amp;#227;o de descarga para os vag&amp;#245;es. J&amp;#225; havia acontecido um princ&amp;#237;pio de inc&amp;#234;ndio na escala anterior do navio, no Rio de Janeiro&quot;, ressaltou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hoje com mais de 80 anos, Piffer se recorda de dois momentos da trag&amp;#233;dia. Um deles &amp;#233; quando o fogo atinge a casa de comando e come&amp;#231;am a explodir os foguetes de sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o. &quot;Pareciam fogos de artif&amp;#237;cio do R&amp;#233;veillon&quot;. O outro &amp;#233; quando as chamas queimam todo o por&amp;#227;o.&quot;O costado voltado para n&amp;#243;s ficou vermelho, em brasa. E o fogo reverberava na face. Foi um espet&amp;#225;culo triste&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
V&amp;#237;tima&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apesar das dimens&amp;#245;es do desastre, o acidente fez apenas uma v&amp;#237;tima, um funcion&amp;#225;rio da Comiss&amp;#227;o Interna de Preven&amp;#231;&amp;#227;o de Acidentes (Cipa) da Docas de Santos. O cipeiro foi ao local para ajudar as equipes de socorro e subiu a bordo do Ais Giorgis.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Instantes depois, devido &amp;#224;s explos&amp;#245;es, precisou abandonar o navio por uma corda. Quando estava descendo,a corda se arrebentou e ele caiu no mar, desaparecendo nas &amp;#225;guas. &quot;Ele foi encontrado dias depois sem a cabe&amp;#231;a, provavelmente por ter sido sugado por um redemoinho, j&amp;#225; que havia muitos rebocadores no local&quot;, explicou Carlos Augusto Martins.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O epis&amp;#243;dio ficou fixado na mente de Carlos Augusto Martins. At&amp;#233; hoje, ele acredita que o fato contribuiu para a morte do pai, tr&amp;#234;s anos depois do inc&amp;#234;ndio, de infarto. &quot;Quando eu cheguei em casa, meu pai disse que eu n&amp;#227;o deveria ir para o Porto, mas sim continuar estudando&quot;.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 15/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:32:21 -0200</pubDate></item><item><title>TURISTA DO COSTA PAC&amp;#205;FICA N&amp;#195;O TEM PREVIS&amp;#195;O DE ALTA</title><description>A turista M&amp;#225;rcia Fernandes Silva, de 52 anos, que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) a bordo do navio Costa Pac&amp;#237;fica ainda n&amp;#227;o tem previs&amp;#227;o de alta do Hospital Benefic&amp;#234;ncia Portuguesa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio Costa Pac&amp;#237;fica esteve atracado neste s&amp;#225;bado , no Porto de Santos, no Terminal Mar&amp;#237;timo Giusfredo Santini.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A passageira, natural de Guaratinguet&amp;#225;, no Interior de S&amp;#227;o Paulo precisou ser desembarcada &amp;#224;s pressas na tarde deste s&amp;#225;bado ap&amp;#243;s o problema de sa&amp;#250;de.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O comandante do navio foi informado da situa&amp;#231;&amp;#227;o e comunicou o caso &amp;#224; Praticagem, que acionou a Capitania dos Portos solicitando in&amp;#237;cio de procedimento para a remo&amp;#231;&amp;#227;o imediata da v&amp;#237;tima.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A movimenta&amp;#231;&amp;#227;o despertou a aten&amp;#231;&amp;#227;o das pessoas que estavam na orla de Santos. Elas tiveram a impress&amp;#227;o de que a embarca&amp;#231;&amp;#227;o enfrentava problemas mec&amp;#226;nicos ou havia encalhado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o m&amp;#233;dico que atendeu a emerg&amp;#234;ncia, o cirurgi&amp;#227;o geral Alfredo Pomella, o quadro da paciente &amp;#233; regular.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na noite de s&amp;#225;bado, ela passou por exames que confirmaram o AVC. Agora, os m&amp;#233;dicos pretendem detectar a extens&amp;#227;o do problema e poss&amp;#237;veis sequelas.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 15/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:32:08 -0200</pubDate></item><item><title>SPLENDOUR OF THE SEAS E IMPERATRIZ ATRACAM NO PORTO DE SANTOS</title><description>Os navios Splendour of the Seas, da Royal Caribbean Internacional, e Imperatriz, da Pullmantur Cruzeiros, chegaram na manh&amp;#227; deste domingo ao Porto de Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Splendour segue para um cruzeiro de sete noites com paradas em Punta Del Este e Montevid&amp;#233;u, no Uruguai, e Buenos Aires, na Argentina. O navio deve deixar o Porto de Santos &amp;#224;s 17 horas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; o Imperatriz deve partir &amp;#224;s 18 horas e tamb&amp;#233;m far&amp;#225; um cruzeiro de sete noites. As escalas ser&amp;#227;o em Itaja&amp;#237; (SC), Montevid&amp;#233;u e Buenos Aires.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 15/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:31:56 -0200</pubDate></item><item><title>SEXTO CORPO &amp;#201; ENCONTRADO NO NAVIO NAUFRAGADO NA IT&amp;#193;LIA</title><description>Bombeiros encontraram o corpo de um homem no navio Costa Concordia, que naufragou na sexa-feira na costa italiana, durante a madrugada desta segunda-feira.&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
O corpo estava em uma se&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o inundada do navio. O homem era um passageiro e vestia um colete salva-vidas. A identidade n&amp;#227;o foi revelada.&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Entre os desaparecidos est&amp;#227;o quatro italianos: um pai de 36 anos e sua filha de 5 anos, al&amp;#233;m de duas mulheres sicilianas de 49 e 50 anos que estariam bem segundo os socorristas, mas cuja fam&amp;#237;lia n&amp;#227;o conseguiu entrar em contato.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A capitania de Livorno, o maior porto da Toscana, anunciou a abertura de uma investiga&amp;#231;&amp;#227;o &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dois norte-americanos tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o foram encontrados: a Embaixada dos Estados Unidos informou em sua p&amp;#225;gina do Facebook que 118 de 120 passageiros foram encontrados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tamb&amp;#233;m h&amp;#225; dois casais franceses e uma pessoa de nacionalidade n&amp;#227;o revelada entre os desaparecidos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A nacionalidade dos tripulantes desaparecidos n&amp;#227;o foi informada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A acidente, ocorrido na noite de sexta pr&amp;#243;ximo &amp;#224; ilha de Giglio, a cerca de 40 quil&amp;#244;metros da costa, tamb&amp;#233;m deixou pelo menos 40 feridos, dois deles em estado grave.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cerca de 15 pessoas continuavam desaparecidas, e as buscas prosseguiam.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dois japoneses que eram dados como desaparecidos foram localizados em Roma, onde haviam chegado, mas ainda n&amp;#227;o tinham se apresentado as autoridades.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tr&amp;#234;s sobreviventes resgatados&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mais cedo neste domingo, tr&amp;#234;s pessoas foram resgatadas com vida do interior do barco.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Marrico Giampetroni, comiss&amp;#225;rio-chefe de bordo do navio foi retirado e i&amp;#231;ado de helic&amp;#243;ptero, pois tinha uma perna quebrada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele foi levado a um hospital da cidade de Grosseto, no continente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O acesso ao tripulante foi dif&amp;#237;cil, porque os resgatistas tiveram de atravessar regi&amp;#245;es alagadas dentro do navio, que virou e est&amp;#225; parcialmente submerso no Mar Mediterr&amp;#226;neo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Equipe da tripula&amp;#231;&amp;#227;o foi vista em botes de embarque domingo de manh&amp;#227;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Lua de mel&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Horas antes, um casal sul-coreano em sua lua de mel havia sido resgatado de dentro do barco, depois que os bombeiros, que trabalhavam na parte emersa do Costa Concordia, ouviram seus gritos de socorro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tratava-se de Hye Jim Jeong e Kideok Han, de 29 anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Eles haviam embarcado no navio na cidade de Civitavecchia, poucas horas antes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Equipe da tripula&amp;#231;&amp;#227;o foi vista em botes de embarque domingo de manh&amp;#227;, com o seu equipamento de mergulho, que inclu&amp;#237;a um capacete especial com uma luz frontal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Eles ent&amp;#227;o foram vistos tocando o casco com as m&amp;#227;os perto do corte de 50 metros de comprimento onde a &amp;#225;gua inundou e causou a virada do navio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio chocou-se contra uma rocha, encalhou em um banco de areia pr&amp;#243;ximo &amp;#224; ilha de Giglio, na Toscana, regi&amp;#227;o central da It&amp;#225;lia, teve seu casco quebrado, virou e ficou parcialmente submerso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O acidente ocorreu a cerca de 40 quil&amp;#244;metros do continente, muito perto da ilha de Giglio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Havia 53 brasileiros a bordo -47 passageiros e 6 tripulantes-, mas n&amp;#227;o h&amp;#225; not&amp;#237;cias de brasileiros entre os mortos, feridos ou desaparecidos, segundo o Itamaraty.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa Costa Cruzeiros, por interm&amp;#233;dio de sua assessoria de imprensa no Brasil, deixou dispon&amp;#237;veis os seguintes n&amp;#250;meros de telefone para informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre os brasileiros, em S&amp;#227;o Paulo: 55-11-2123-3673 e 55-11-2123-3679.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No total, 12 navios e 9 helic&amp;#243;pteros foram mobilizados para verificar se h&amp;#225; algu&amp;#233;m no mar, segundo o porta-voz da capitania de Livorno, Emilio Del Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A capitania de Livorno, o maior porto da Toscana, anunciou a abertura de uma investiga&amp;#231;&amp;#227;o sobre a causa do acidente e como os passageiros foram resgatados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A &quot;caixa-preta&quot; do navio, dispositivo com o registro da sua trajet&amp;#243;ria, j&amp;#225; foi encontrada e est&amp;#225; sendo examinada. Francesco Verusio, procurador-chefe de Grosseto, disse que o exame deve estar pronto em dois dias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A &quot;caixa-preta&quot; do navio, dispositivo com o registro da sua trajet&amp;#243;ria, j&amp;#225; foi encontrada e est&amp;#225; sendo examinada&lt;br&gt;
Comunicado&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Veja, a seguir, a &amp;#237;ntegra da nota divulgada pela empresa Costa Cruzeiros neste domingo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Costa Concordia - 15 de Janeiro 2012 - 20:15h&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Genova, 15 janeiro 2012 - Costa Crociere reitera sua profunda dor pelo terr&amp;#237;vel acidente que atingiu seus entes mais caros : seus h&amp;#243;spedes, seus funcion&amp;#225;rios, seu pr&amp;#243;prio navio; e se desculpa pelo sofrimento e o desconforto que estas pessoas passaram, desejando p&amp;#234;sames &amp;#224;s fam&amp;#237;lias das v&amp;#237;timas verificadas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em todo o mundo, cerca de 1.100 pessoas da Costa Crociere est&amp;#227;o trabalhando na gest&amp;#227;o deste terr&amp;#237;vel acidente desde a noite de sexta feira. Nossa prioridade foi dar suporte &amp;#224;s opera&amp;#231;&amp;#245;es de salvamento e assist&amp;#234;ncia aos h&amp;#243;spedes e &amp;#224; tripula&amp;#231;&amp;#227;o, conduzindo-os em seguran&amp;#231;a de volta &amp;#224;s suas pr&amp;#243;prias resid&amp;#234;ncias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As opera&amp;#231;&amp;#245;es de busca e salvamento prosseguem, coordenadas pela Guarda Costeira e as autoridades italianas. Infelizmente confirmamos que ainda h&amp;#225; desaparecidos e, vista a evolu&amp;#231;&amp;#227;o da situa&amp;#231;&amp;#227;o, n&amp;#227;o nos &amp;#233; consentido fornecer mais dados a respeito.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Comandante Francesco Schettino, que ocupava o comando do Costa Concordia, ingressou na Costa Crociere em 2002 como oficial respons&amp;#225;vel pela seguran&amp;#231;a e depois de ter sido imediato, foi promovido a Comandante em 2006. Como todos os comandantes de nossa frota, participou de programas regulares de atualiza&amp;#231;&amp;#227;o e treinamento, superando positivamente todas as etapas de avalia&amp;#231;&amp;#227;o previstas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como j&amp;#225; amplamente publicado, a Magistratura, com a qual Costa Crociere est&amp;#225; colaborando, determinou a deten&amp;#231;&amp;#227;o do Comandante, contra o qual foram feitas graves acusa&amp;#231;&amp;#245;es. Pareceria que o comandante tenha cometido erros de ju&amp;#237;zo que trouxeram graves conseq&amp;#252;&amp;#234;ncias : a rota percorrida pelo navio muito pr&amp;#243;xima da costa, e aparentemente suas decis&amp;#245;es na gest&amp;#227;o da emerg&amp;#234;ncia n&amp;#227;o tenham correspondido aos procedimentos da Costa Crociere, que se alinham, e em alguns casos superam, os padr&amp;#245;es internacionais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Costa Crociere opera em pleno respeito &amp;#224;s normas de seguran&amp;#231;a e se orgulha do empenho de seus funcion&amp;#225;rios &amp;#224; gest&amp;#227;o da seguran&amp;#231;a dos h&amp;#243;spedes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Todos os membros de sua tripula&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#227;o portadores de um certificado BST (Basic Safety Training), s&amp;#227;o capacitados e formados para a gest&amp;#227;o de emerg&amp;#234;ncias e assist&amp;#234;ncia aos h&amp;#243;spedes na hip&amp;#243;tese de abandono de navio, atrav&amp;#233;s de numerosas exercita&amp;#231;&amp;#245;es. Fun&amp;#231;&amp;#245;es, responsabilidades e deveres s&amp;#227;o claramente definidos e designados para consentir a gest&amp;#227;o de situa&amp;#231;&amp;#227;o de tamanha import&amp;#226;ncia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Todos os membros da tripula&amp;#231;&amp;#227;o passam por exerc&amp;#237;cio de abandono do navio a cada duas semanas. Para todos os h&amp;#243;spedes do cruzeiro &amp;#233; promovido um exerc&amp;#237;cio de salvamento em suas primeiras 24 horas a bordo, conforme determina a lei. Costa Crociere adota um sistema computadorizado de controle, que permite certificar que todos os h&amp;#243;spedes tenham participado de tal exerc&amp;#237;cio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A capacita&amp;#231;&amp;#227;o dos membros das tripula&amp;#231;&amp;#245;es da Costa Crociere &amp;#233; periodicamente controlada pelas Guardas Costeiras e demais entidades de classifica&amp;#231;&amp;#227;o independentes alinhadas com os requisitos especificados no sistema SMS (Safety Management Systems).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A bordo do Costa Concordia e de todos os navios Costa est&amp;#227;o dispon&amp;#237;veis coletes salva vidas, lanchas e botes em numero superior ao m&amp;#225;ximo de pessoas que podem ser hospedadas pelo navio. As lanchas s&amp;#227;o dotadas de reservas de &amp;#225;gua e alimentos, pronto socorros port&amp;#225;teis com medicamentos, e instrumentos de sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o e comunica&amp;#231;&amp;#227;o que permitem aguardar em seguran&amp;#231;a a chegada de socorro. As lanchas s&amp;#227;o objeto de minuciosos controles por parte da equipe do navio e dos &amp;#243;rg&amp;#227;os de certifica&amp;#231;&amp;#227;o. Todos os navios Costa Crociere s&amp;#227;o certificados pela RINA e s&amp;#227;o constru&amp;#237;dos de acordo com os mais altos padr&amp;#245;es e tecnologia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ocorrido o acidente, Costa Crociere interveio imediatamente para impedir um potencial impacto ambiental e, desde s&amp;#225;bado passado, conta com o suporte da Smit &amp; Salvage, empresa l&amp;#237;der no mundo neste setor, com quem est&amp;#225; definindo um plano de a&amp;#231;&amp;#245;es. As mais imediatas consistem em realizar uma barreira de conten&amp;#231;&amp;#227;o ao redor do casco do navio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Magistratura determinou o arresto do navio e da VDR - a chamada &quot;caixa preta&quot;. Costa Crociere portanto doravante ter&amp;#225; acesso ao navio apenas mediante autoriza&amp;#231;&amp;#227;o das autoridades.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O acidente ocorreu a cerca de 40 quil&amp;#244;metros do continente, muito perto da ilha de Giglio&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:31:21 -0200</pubDate></item><item><title>MINISTRO INDICAR&amp;#193; NOVO PRESIDENTE DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTU&amp;#193;RIA</title><description>S&amp;#233;rgio Aquino (na mesa, o terceiro da esquerda para a direita) anunciou sua sa&amp;#237;da no m&amp;#234;s passado&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos pr&amp;#243;ximos dez dias, o ministro dos Portos, Jos&amp;#233; Le&amp;#244;nidas Cristino, escolher&amp;#225; o novo presidente do Conselho de Autoridade Portu&amp;#225;ria (CAP) de Santos. A exonera&amp;#231;&amp;#227;o do atual comandante do colegiado, S&amp;#233;rgio Aquino, e a indica&amp;#231;&amp;#227;o de seu substituto ser&amp;#227;o publicadas no Di&amp;#225;rio Oficial da Uni&amp;#227;o(DOU) nesse per&amp;#237;odo. A informa&amp;#231;&amp;#227;o foi transmitida pela assessoria de imprensa da Secretaria de Portos (SEP). Cristino analisa &quot;alguns nomes&quot; para a fun&amp;#231;&amp;#227;o, mas n&amp;#227;o quis informar quantos, nem quais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
S&amp;#233;rgio Aquino deixa o cargo ap&amp;#243;s ter sido escolhido pelo PMDB como pr&amp;#233;-candidato para a disputa da Prefeitura de Santos. Ele tem o apoio pol&amp;#237;tico do prefeito Jo&amp;#227;o Paulo Papa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O prazo informado pelo ministro coincide com a pr&amp;#243;xima reuni&amp;#227;o do conselho, no dia 23. Em entrevista a A Tribuna na ocasi&amp;#227;o do an&amp;#250;ncio de sua sa&amp;#237;da, Aquino informou que pretende despedir-se da fun&amp;#231;&amp;#227;o at&amp;#233; essa data. Na aus&amp;#234;ncia do atual presidente, assume o suplente Fernando Jos&amp;#233; de P&amp;#225;dua Costa Fonseca, da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq). Aquino afirmou que n&amp;#227;o passar&amp;#225; o cargo a um presidente provis&amp;#243;rio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O que eu solicitei a ele (ministro) foi que ele pudesse, agora em janeiro, definir (o novo nome). Tem um tempo para que ele possa emitir a portaria da minha sa&amp;#237;da e a nomea&amp;#231;&amp;#227;o do novo presidente. Eu n&amp;#227;o sairia do CAP sem a defini&amp;#231;&amp;#227;o do novo presidente porque acho que tenho um comprometimento, uma responsabilidade&quot;, declarou Aquino, na ocasi&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nos bastidores, o nome mais ventilado &amp;#233; o do economista Fabrizio Pierdomenico, ex-secret&amp;#225;rio de Planejamento e Desenvolvimento Portu&amp;#225;rio da SEP (entre junho de 2008 e mar&amp;#231;o do ano passado), segundo cargo na hierarquia da pasta, abaixo apenas do pr&amp;#243;prio ministro. Pierdomenico saiu da SEP alegando motivos familiares, contra a vontade de Cristino, que admirava seu trabalho e queria mant&amp;#234;-lo. O motivo &amp;#233; que, rec&amp;#233;m-empossado, o ministro desejava ter por perto uma equipe de transi&amp;#231;&amp;#227;o de peso. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na SEP, Pierdomenico administrou a implanta&amp;#231;&amp;#227;o do programa Porto sem Papel, hoje em vigor, e assumiu a presid&amp;#234;ncia do CAP de Fortaleza (CE), fun&amp;#231;&amp;#227;o que continuou exercendo mesmo ap&amp;#243;s deixara secretaria. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Antes da SEP, de mar&amp;#231;o de 2003 a setembro de 2007, o economista foi diretor comercial da Companhia Docas do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Codesp). Nesta passagem, em 2003, participou de uma decis&amp;#227;o pol&amp;#234;mica: a concess&amp;#227;o do Terminal de Exporta&amp;#231;&amp;#227;o de Ve&amp;#237;culos (TEV), sem licita&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#224; operadora portu&amp;#225;ria Santos Brasil. Pierdomenico e os demais diretores &amp;#224; &amp;#233;poca, al&amp;#233;m de diretores da Santos Brasil, respondem processona Justi&amp;#231;a Federal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ex-secret&amp;#225;rio foi tamb&amp;#233;m assessor parlamentar da hoje deputada estadual Telma de Souza (entre 1995 e 2001), &amp;#224; &amp;#233;poca eleita para a C&amp;#226;mara Federal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A pessoas pr&amp;#243;ximas, Pierdomenico diz que n&amp;#227;o poderia aceitar uma indica&amp;#231;&amp;#227;o ao CAP porque o cargo n&amp;#227;o &amp;#233; remunerado. O motivo &amp;#233; que, atualmente,trabalha como consultor portu&amp;#225;rio, seu ganha-p&amp;#227;o. Ele teria que deixar de atuar nesta &amp;#225;rea para evitar conflitos &amp;#233;ticos. Pela mesma raz&amp;#227;o, &amp;#233; dif&amp;#237;cil que executivos de empresas privadas assumam a presid&amp;#234;ncia do conselho, pois, para isto, teriam de deixar suas atividades profissionais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No caso de Pierdomenico, contudo, joga contra este argumento o fato de que ele seguiu na presid&amp;#234;ncia do CAP de Fortaleza, fun&amp;#231;&amp;#227;o tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o remunerada, por pelo menos seis meses ap&amp;#243;s deixar a SEP. Neste per&amp;#237;odo, atuou como consultor portu&amp;#225;rio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outros nomes &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#201; cogitado tamb&amp;#233;m o nome do arquiteto Bechara Abdala Pestana Neves, secret&amp;#225;rio municipal de Planejamento de Santos e atual representante da Prefeitura no CAP - Aquino, apesar de ser secret&amp;#225;rio municipal de Assuntos Portu&amp;#225;rios de Santos, est&amp;#225; no conselho por indica&amp;#231;&amp;#227;o do Governo Federal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por representar o Poder P&amp;#250;blico Municipal, Bechara &amp;#233; considerado por alguns o substituto natural de S&amp;#233;rgio Aquino no CAP. Tamb&amp;#233;m conta a seu favor o fato de possuir cargo p&amp;#250;blico remunerado, o que lhe daria seguran&amp;#231;a financeira para aceitar a presid&amp;#234;ncia do CAP. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Uma fonte do setor portu&amp;#225;rio ouvida pela Reportagem citou o diretor de Revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o e Moderniza&amp;#231;&amp;#227;o Portu&amp;#225;ria da SEP, Antonio Maur&amp;#237;cio Ferreira Netto, entre os cotados para a fun&amp;#231;&amp;#227;o.O motivo &amp;#233; que Ferreira tem familiaridade com a Cidade, apesar de hoje atuar mais em Bras&amp;#237;lia. Conta pontos a seu favor o fato de ser conhecido do ministro dos Portos e ter perfil articulador. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 16/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:29:26 -0200</pubDate></item><item><title>UFPE ASSINA DOIS CONV&amp;#202;NIOS COM A PETROBRAS</title><description>A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) assinou dois conv&amp;#234;nios com a Petrobras para o desenvolvimento de pesquisas na &amp;#225;rea de engenharia de po&amp;#231;os de petr&amp;#243;leo e ao desenvolvimento social da sub-regi&amp;#227;o de Suape, composta pelos munic&amp;#237;pios do Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, na Regi&amp;#227;o Metropolitana do Recife (RMR). A cerim&amp;#244;nia em que as iniciativas foram firmadas aconteceu na manh&amp;#227; desta quarta-feira (11), no audit&amp;#243;rio Reitor Jo&amp;#227;o Alfredo, no pr&amp;#233;dio da Reitoria. O valor dos conv&amp;#234;nios s&amp;#227;o de R$ 5 milh&amp;#245;es cada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A iniciativa foi firmada entre entre o Centro de Pesquisas Leopoldo Am&amp;#233;rico Miguez de Mello (Cenpes) da Petrobras, a Universidade e a Funda&amp;#231;&amp;#227;o de Apoio ao Desenvolvimento da UFPE (Fade/UFPE). O conv&amp;#234;nio dever&amp;#225; garantir a amplia&amp;#231;&amp;#227;o da infraestrutura do Centro de Estudos e Ensaios em Risco e Modelagem Ambiental (Ceerma), instalado no Campus Recife da Universidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; o projeto &quot;Di&amp;#225;logos para o Desenvolvimento Social em Suape&quot; teve o conv&amp;#234;nio entre Refinaria Abreu e Lima, UFPE e Fade formalizado hoje. A iniciativa havia sido apresentada ao p&amp;#250;blico no dia 16 de dezembro de 2011, quando foi realizada a primeira reuni&amp;#227;o de trabalho, na Refinaria Abreu e Lima.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O objetivo da a&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; de reduzir &amp;#237;ndices relativos a problemas de sa&amp;#250;de e viol&amp;#234;ncia no Cabo de Santo Agostinho e em Ipojuca. De acordo com as informa&amp;#231;&amp;#245;es da UFPE, a iniciativa dever&amp;#225; beneficiar cerca de 160 mil moradores da &amp;#225;rea.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ser&amp;#227;o desenvolvidas atividades de orienta&amp;#231;&amp;#227;o sobre sexualidade e gravidez na adolesc&amp;#234;ncia, preven&amp;#231;&amp;#227;o de Doen&amp;#231;as Sexualmente Transmiss&amp;#237;veis (DST)/Aids, enfrentamento &amp;#224; explora&amp;#231;&amp;#227;o sexual de crian&amp;#231;as e adolescentes e &amp;#224; viol&amp;#234;ncia e o combate ao uso abusivo de &amp;#225;lcool e outras drogas.&lt;br&gt;
Fonte: DIARIO DE PERNAMBUCO&lt;br&gt;
Data : 12/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:07:37 -0200</pubDate></item><item><title>JOINT VENTURE PODER&amp;#193; INVESTIR US$ 22 BI, DIZ EIKE BATISTA</title><description>A joint venture entre a MPX e a empresa alem&amp;#227; E.ON pretende atingir uma capacidade de 20 GigaWatt (GW). Com a parceria, a companhia alem&amp;#227; dever&amp;#225; participar dos gastos operacionais para alcan&amp;#231;ar essa gera&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, a MPX possui 11 GW em projetos licenciados que ser&amp;#227;o colocados no acordo, o que sup&amp;#245;e um incremento no atual pipeline.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com Eike Batista, ser&amp;#227;o necess&amp;#225;rios US$ 22 bilh&amp;#245;es em investimentos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Contudo, executivos das duas empresas afirmaram que o n&amp;#250;mero &amp;#233; apenas uma &quot;regra geral&quot;, e que o aporte necess&amp;#225;rio varia de acordo com a fonte de energia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A joint venture ainda far&amp;#225; um an&amp;#250;ncio no pr&amp;#243;ximo programa de investimentos&quot;, disse Johannes Teyssen, presidente da E.ON. &quot;No Brasil, &amp;#233; poss&amp;#237;vel financiar at&amp;#233; 75% do capital necess&amp;#225;rio, o pa&amp;#237;s tem muito boas condi&amp;#231;&amp;#245;es de investimentos&quot;, frisou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As empresas anunciaram nesta quarta-feira (11/1) uma joint venture, que dever&amp;#225; concentrar os investimentos da MPX e da E.ON no pa&amp;#237;s. A MPX pretende levantar R$ 1 bilh&amp;#227;o atrav&amp;#233;s de aumento de capital, no qual a E.ON deve investir R$ 850 milh&amp;#245;es, atingindo cerca de 10% de participa&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa alem&amp;#227; deve dar suporte financeiro aos planos de investimento da companhia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;N&amp;#243;s vamos contribuir de forma financeira, ao compartilhar as despesas de investimentos para que os projetos se tornem realidade&quot;, explicou Frank Mastiaux, presidente da E.ON International Energy. &quot;Entraremos com recursos, habilidades e financeiro&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para a opera&amp;#231;&amp;#227;o, a companhia de Eike Batista far&amp;#225; convers&amp;#227;o de deb&amp;#234;ntures em a&amp;#231;&amp;#245;es da MPX.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A E.ON opera um total de 69 GigaWatt (GW) em todo o mundo, e j&amp;#225; havia tentado entrar no mercado de energia do Brasil, por meio de uma associa&amp;#231;&amp;#227;o com a portuguesa EDP. O executivo da companhia disse que a MPX n&amp;#227;o foi uma segunda op&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A EDP, tenho muito respeito por eles, mas comparados &amp;#224; MPX s&amp;#227;o muito pequenos no Brasil&quot;, disse Teyssen. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo portugu&amp;#234;s decidiu vender, no final do ano passado 21,35% de sua participa&amp;#231;&amp;#227;o na EDP para a China Three Gorges, que pagou &amp;#128; 2,7 bilh&amp;#245;es. A companhia alem&amp;#227; participou da concorr&amp;#234;ncia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A MPX n&amp;#227;o &amp;#233; uma segunda op&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#233; a primeira op&amp;#231;&amp;#227;o. A empresa tem o maior portf&amp;#243;lio de licen&amp;#231;as&quot;, disse Teyssen. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Falamos com todas as empresas, mas no final casamos com a noiva certa&quot;, brincou Eike Batista.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ap&amp;#243;s o acordo, a empresa de Eike Batista dever&amp;#225; manter certos projetos fora da joint venture. S&amp;#227;o eles a Pec&amp;#233;m I, Pec&amp;#233;m II, Itaqui, Parna&amp;#237;ba e Amapari, que somam uma capacidade de 3 GW.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda na opera&amp;#231;&amp;#227;o, a MPX dever&amp;#225; criar uma nova companhia, denominada CCX, que ficar&amp;#225; de fora da joint venture. Trata-se da fatia da MPX que opera ativos de minera&amp;#231;&amp;#227;o de carv&amp;#227;o na Col&amp;#244;mbia. &lt;br&gt;
Fonte: Brasil Econ&amp;#244;mico/Felipe Peroni&lt;br&gt;
Data : 12/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:07:18 -0200</pubDate></item><item><title>CEAR&amp;#193; BUSCA ACORDO COM ASSOCIA&amp;#199;&amp;#195;O DE PORTOS DE PORTUGAL</title><description>Fortaleza - A Companhia Docas do Cear&amp;#225; (CDC), que administra o Porto do Mucuripe, est&amp;#225; fechando uma parceria comercial com a Associa&amp;#231;&amp;#227;o dos Portos de Portugal (APP). O objetivo &amp;#233; levar a Portugal produtos cearenses que j&amp;#225; v&amp;#227;o, por exemplo, para Holanda e B&amp;#233;lgica, indicou o presidente da CDC, Paulo Andr&amp;#233; Holanda, citado pelo jornal &quot;O Povo&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O namoro est&amp;#225; bem adiantado, quase um noivado&quot;, comentou o presidente da CDC, sobre o avan&amp;#231;o das negocia&amp;#231;&amp;#245;es. O presidente da APP visitou o Cear&amp;#225; no final de dezembro e deixou marcado novo encontro em mar&amp;#231;o deste ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto do Mucuripe recebeu nos &amp;#250;ltimos tr&amp;#234;s anos investimentos da ordem dos R$ 300 milh&amp;#245;es do Governo Federal, por meio da Secretaria Especial dos Portos (SEP), em infraestrutura e capacita&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O acordo entre a CDC e Portugal poder&amp;#225; passar pela exporta&amp;#231;&amp;#227;o de produtos cearenses como o pescado, castanha, t&amp;#234;xteis e materiais de constru&amp;#231;&amp;#227;o civil. Petr&amp;#243;leo e frutas tamb&amp;#233;m poder&amp;#227;o alimentar o fluxo de com&amp;#233;rcio entre Cear&amp;#225; e Portugal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Paulo Andr&amp;#233; Holanda, a dist&amp;#226;ncia menor entre o Cear&amp;#225; e Portugal traz vantagens log&amp;#237;sticas mais competitivas diante de outros portos do Sudeste do Brasil. &quot;Eles (os portugueses) ficaram impressionados com as obras que est&amp;#227;o acontecendo no Cear&amp;#225;. A proximidade do Cear&amp;#225; com Portugal economiza tempo e dinheiro. Uma mercadoria que sai l&amp;#225; de Santos ou do Rio, por que n&amp;#227;o sai daqui?&quot;, questionou, citado pelo di&amp;#225;rio &quot;O Povo&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A CDC acaba, entretanto, de firmar um acordo com Cabo Verde. O porto de Mucuripe vai se ligar ao Porto da Praia e ao Porto Grande, em linha direta. Agora, s&amp;#243; depende de parcerias com empresas mar&amp;#237;timas. Para o presidente da C&amp;#226;mara de Com&amp;#233;rcio Brasil Angola e diretor da Cear&amp;#225; Trade Brasil, Roberto Marinho, outros pa&amp;#237;ses africanos estreitar&amp;#227;o la&amp;#231;os com o Cear&amp;#225;.&lt;br&gt;
Fonte: Portugal Digital&lt;br&gt;
Data : 12/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:06:49 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO DE PEC&amp;#201;M RECEBE NOVOS SCANNERS</title><description>J&amp;#225; chegaram ao Porto do Pec&amp;#233;m tr&amp;#234;s novos scanners que ser&amp;#227;o utilizados no postos fiscais de fronteira do Cear&amp;#225;. Os equipamentos est&amp;#227;o sendo desembara&amp;#231;ados, processo que dever&amp;#225; ser conclu&amp;#237;do at&amp;#233; o fim do m&amp;#234;s, e ficar&amp;#227;o localizados nos postos de Penaforte, Crato e Aracati.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Eles devem, entretanto, entrar em opera&amp;#231;&amp;#227;o entre mar&amp;#231;o e abril, informou o secret&amp;#225;rio Mauro Filho. Os postos fiscais em que ser&amp;#227;o instalados ainda se encontram em fase final de constru&amp;#231;&amp;#227;o, e devem estar prontos em fevereiro. &quot;A&amp;#237;, depois, os chineses (fabricantes) v&amp;#234;m e demoram uns 20 dias para afinar, montar e afinar os equipamentos&quot;, informa Filho.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, dois scanners j&amp;#225; est&amp;#227;o em funcionamento: um no posto fiscal de Tiangu&amp;#225; e um outro m&amp;#243;vel, que se encontra no Porto do Pec&amp;#233;m, em opera&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O objetivo das m&amp;#225;quinas &amp;#233; fazer uma vistoria r&amp;#225;pida e mais minuciosa das cargas que entram no estado, realizando uma esp&amp;#233;cie de raio-x nos caminh&amp;#245;es e cont&amp;#234;ineres.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como &amp;#233; de conhecimento p&amp;#250;blico a exist&amp;#234;ncia do scanner nestes postos, e como ainda h&amp;#225; entradas sem o novo equipamento, o secret&amp;#225;rio da Fazenda do Estado informa que ainda n&amp;#227;o s&amp;#227;o observadas irregularidades atrav&amp;#233;s do novo monitoramento das fronteiras. &quot;Quando voc&amp;#234; implanta um regime de controle maior, as pessoas primeiro se adaptam e depois tentam sobrepass&amp;#225;-lo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ningu&amp;#233;m, por enquanto, tem procurado colocar mercadorias diferentes daquelas que est&amp;#227;o estabelecidas na nota&quot;, conclui Mauro Filho.&lt;br&gt;
Fonte: Di&amp;#225;rio do Nordeste (CE)//S&amp;#201;RGIO DE SOUSA&lt;br&gt;
Data : 12/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:06:31 -0200</pubDate></item><item><title>OBRAS ESTRUTURANTES NO INTERIOR SOMAM R$ 2 BILH&amp;#213;ES</title><description>Limoeiro do Norte. Com algumas constru&amp;#231;&amp;#245;es em dia, mas a maioria em atraso, o Cear&amp;#225; tem ao menos 18 grandes obras estruturantes em andamento. Per&amp;#237;metros irrigados, amplia&amp;#231;&amp;#227;o do terminal do Pec&amp;#233;m, barragens e ferrovia est&amp;#227;o entre as principais. Cada regi&amp;#227;o do Estado tem ao menos uma grande obra. Somadas as que est&amp;#227;o em andamento, tem-se cerca de R$ 2 bilh&amp;#245;es - excluindo-se a transposi&amp;#231;&amp;#227;o do S&amp;#227;o Francisco e a Transnordestina, que recebem investimentos para tr&amp;#234;s Estados. A segunda fase de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do Pec&amp;#233;m ser&amp;#225; a maior obra deste semestre, com cerca de R$ 570 milh&amp;#245;es. As obras geram emprego e movimentam a economia. O desafio &amp;#233; respeitar a legisla&amp;#231;&amp;#227;o ambiental, as desapropria&amp;#231;&amp;#245;es fundi&amp;#225;rias e combater subcontrata&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#224; revelia das leis trabalhistas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Seria exagero dizer que o Estado &amp;#233; um canteiro de obras, porque, em alguns casos, o canteiro passa semanas, ou at&amp;#233; meses, sendo apenas um canteiro de material de constru&amp;#231;&amp;#227;o. Mas o Cear&amp;#225; entra o ano com grandes obras p&amp;#250;blicas em mais de 20 Munic&amp;#237;pios, tendo um valor pulverizador para muitos outros - da m&amp;#227;o-de-obra contratada ao benef&amp;#237;cio ap&amp;#243;s a conclus&amp;#227;o. Aeroportos nos litorais leste e oeste movimentar&amp;#227;o polos os tur&amp;#237;sticos das praias de Jericoacoara e Canoa Quebrada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Exporta&amp;#231;&amp;#245;es&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A amplia&amp;#231;&amp;#227;o do Terminal Portu&amp;#225;rio do Pec&amp;#233;m vai beneficiar as exporta&amp;#231;&amp;#245;es de todo o Estado, como as frutas produzidas nos per&amp;#237;metros irrigados. O Distrito Irrigado Tabuleiros de Russas abrange Limoeiro, Russas e Morada Nova. A segunda etapa, inclu&amp;#237;da no Plano de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC), or&amp;#231;ada em R$ 140 milh&amp;#245;es, est&amp;#225; em fase de execu&amp;#231;&amp;#227;o. N&amp;#227;o sem antes apontamento de falhas na desapropria&amp;#231;&amp;#227;o de fam&amp;#237;lias em &amp;#225;reas ocupadas pelo per&amp;#237;metro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Barragem do Figueiredo, em Alto Santo, outra obra do PAC, est&amp;#225; parada at&amp;#233; que Dnocs e Governo do Estado concluam as pend&amp;#234;ncias fundi&amp;#225;rias com as fam&amp;#237;lias desapropriadas. H&amp;#225; mais de dois anos, dezenas de fam&amp;#237;lias de &amp;#225;reas que ser&amp;#227;o alagadas pelo a&amp;#231;ude em Iracema e Potiretama aguardam o lugar para onde ser&amp;#227;o transferidas. Foi por reivindica&amp;#231;&amp;#227;o delas que a Justi&amp;#231;a Federal determinou a suspens&amp;#227;o das obras. Quando conclu&amp;#237;do, o a&amp;#231;ude ter&amp;#225; capacidade de acumular meio bilh&amp;#227;o de metros c&amp;#250;bicos de &amp;#225;gua.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Depois de conclu&amp;#237;da a primeira fase, o Terminal de M&amp;#250;ltiplas Utilidades (Tmut) no Pec&amp;#233;m ter&amp;#225; a sua segunda etapa iniciada neste semestre. Ap&amp;#243;s a defini&amp;#231;&amp;#227;o do cons&amp;#243;rcio vencedor, faltar&amp;#225; apenas a assinatura da ordem de servi&amp;#231;o pelo governador Cid Gomes. Ser&amp;#227;o R$ 570 milh&amp;#245;es investidos na expans&amp;#227;o, que inclui uma nova ponte de acesso ao quebra-mar existente com 1.520 metros de extens&amp;#227;o, pavimenta&amp;#231;&amp;#227;o sobre o quebra-mar e sua amplia&amp;#231;&amp;#227;o; o alargamento da ponte; a constru&amp;#231;&amp;#227;o de 600 metros de cais com ber&amp;#231;os de atraca&amp;#231;&amp;#227;o de navios cargueiros ou porta-cont&amp;#234;ineres. Estes &amp;#250;ltimos equipamentos ser&amp;#227;o voltados para opera&amp;#231;&amp;#227;o com carga geral e produtos da Companhia Sider&amp;#250;rgica do Pec&amp;#233;m (CSP), da refinaria Premium II, da Petrobras, e da Transnordestina.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre os destaques de obras de vias de transporte, est&amp;#227;o o metr&amp;#244; de sobral e a constru&amp;#231;&amp;#227;o do Anel Vi&amp;#225;rio da Regi&amp;#227;o Metropolitana de Fortaleza. Quando conclu&amp;#237;do, o metr&amp;#244; de sobral movimentar&amp;#225; at&amp;#233; cinco mil pessoas por dia. A obra custa R$ 71 milh&amp;#245;es. J&amp;#225; o Anel Vi&amp;#225;rio, de 32km, circunda a Capital. A obra permitir&amp;#225; a melhoria de tr&amp;#225;fego na Regi&amp;#227;o Metropolitana de Fortaleza. A duplica&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; parte do Plano de Log&amp;#237;stica de Transporte do Porto do Pec&amp;#233;m. A nova pista ser&amp;#225; de pavimento de concreto, mais resistente ao fluxo pesado.&lt;br&gt;
Fonte: Di&amp;#225;rio do Nordeste (CE)/MELQU&amp;#205;ADES J&amp;#218;NIOR&lt;br&gt;
Data : 12/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:06:08 -0200</pubDate></item><item><title>RA&amp;#205;ZEN SE FORTALECE NA REGI&amp;#195;O NORTE</title><description>A Ra&amp;#237;zen, joint venture entre Cosan e Shell, vai investir cerca de R$ 600 milh&amp;#245;es entre este ano e abril de 2013 para melhorar sua infraestrutura log&amp;#237;stica no transporte de combust&amp;#237;vel no pa&amp;#237;s e exterior. &quot;Temos planos agressivos, que incluem investimentos em novos terminais, tancagem e explora&amp;#231;&amp;#227;o de melhor escoamento de l&amp;#237;quidos por ferrovias e hidrovia&quot;, disse ao Valor Leonardo Gadotti Filho, vice-presidente de log&amp;#237;stica, distribui&amp;#231;&amp;#227;o e trading do grupo. De olho no mercado americano, a empresa quer ter um terminal dedicado a etanol na regi&amp;#227;o Nordeste.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O foco da companhia &amp;#233; melhorar a efici&amp;#234;ncia nas regi&amp;#245;es Norte e Nordeste, sobretudo na Bacia Amaz&amp;#244;nica, com a substitui&amp;#231;&amp;#227;o de caminh&amp;#245;es por trilhos e cabotagem e, no futuro, ter uma integra&amp;#231;&amp;#227;o maior com hidrovia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os projetos do grupo focam a regi&amp;#227;o do Mapito (Maranh&amp;#227;o, Piau&amp;#237; e Tocantins), onde a fronteira agr&amp;#237;cola para cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car come&amp;#231;ou a ser explorada e se consolida como importante atividade de neg&amp;#243;cios. &quot;Temos uma base em Itaqui [no Maranh&amp;#227;o], mas vamos avan&amp;#231;ar os investimentos, com um terminal de derivados, etanol e tancagem. Hoje, chegamos com o produto por navio, via cabotagem, e recebemos etanol por caminh&amp;#227;o. No futuro, queremos receber esse etanol por vag&amp;#227;o, num modal mais eficiente, via Norte-Sul e suprir Palmas [TO], que hoje &amp;#233; caminh&amp;#227;o, por vag&amp;#227;o. Em um segundo momento, vamos exportar por Itaqui, que &amp;#233; uma grande porta de sa&amp;#237;da, n&amp;#227;o s&amp;#243; para etanol. Atrav&amp;#233;s da ferrovia, conseguiremos transportar etanol para Itaqui e dali poderemos embarcar para os Estados Unidos, s&amp;#243; com dois ter&amp;#231;os do frete que voc&amp;#234; pagaria [por Santos].&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Gadotti, a Ra&amp;#237;zen tamb&amp;#233;m est&amp;#225; olhando oportunidades de expans&amp;#227;o de transporte de combust&amp;#237;veis em locais onde a Petrobras est&amp;#225; planejando novas refinarias. &quot;Estamos olhando com lupa os portos de Suape (PE), Pec&amp;#233;m (CE)&quot; e Macabeira (MA)&quot;, afirmou. &quot;Em Maranh&amp;#227;o, por exemplo, podemos trazer diesel por vag&amp;#227;o e retornar com etanol, seja para exporta&amp;#231;&amp;#227;o, ou cabotagem, para abastecer a regi&amp;#227;o do Amazonas. Fazemos isso hoje por caminh&amp;#227;o at&amp;#233; Porto Velho.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A fotografia atual da infraestrutura para o escoamento de combust&amp;#237;veis no pa&amp;#237;s &amp;#233; ineficiente. &quot;Hoje, o etanol sai de caminh&amp;#227;o do interior de Goi&amp;#225;s [onde a Ra&amp;#237;zen tem usinas] e vai at&amp;#233; Santos. S&amp;#227;o mais de 1.000 caminh&amp;#245;es que chegam a carregar um navio, por exemplo&quot;, disse Gadotti. Segundo ele, a Ra&amp;#237;zen quer mudar esse cen&amp;#225;rio. &quot;Itaqui &amp;#233; uma alternativa para o m&amp;#233;dio prazo para exportar. E quando tivermos um mercado mais aberto para hidrocarbonetos, vamos passar a importar tamb&amp;#233;m.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em Tocantins, o grupo vai investir em um terminal e um centro coletor de etanol, que n&amp;#227;o ser&amp;#225; necessariamente produzido s&amp;#243; pela Ra&amp;#237;zen. O grupo vai funcionar como originador e levar produtos terceiros. Atualmente, a Bunge, que &amp;#233; produtora de etanol no Estado, utiliza a malha da Norte-Sul, com contrato de longo prazo com a Vale. &quot;Vamos ter as duas pontas, levando o produto para o interior e retornando com etanol e biodiesel, a chamada log&amp;#237;stica reversa.&quot; Os aportes nos dois Estados devem ficar em cerca de R$ 150 milh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os planos futuros da companhia tamb&amp;#233;m incluem explorar o transporte fluvial. &quot;Estamos analisando. Atualmente, contratamos esse servi&amp;#231;o na bacia do Amazonas, para suprir Santar&amp;#233;m, Porto Velho e Manaus. Sa&amp;#237;mos de Bel&amp;#233;m para Manaus por barcas. A meta &amp;#233; n&amp;#227;o terceirizar mais e sim ter nossa pr&amp;#243;pria infraestrutura.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Ra&amp;#237;zen movimenta entre 21 bilh&amp;#245;es a 22 bilh&amp;#245;es de litros de combust&amp;#237;veis por ano, dos quais o etanol responde por 9%, gasolina 33%, diesel 44% e outros, que inclui querosene de avia&amp;#231;&amp;#227;o, 15%. Nas regi&amp;#245;es Norte e Nordeste do pa&amp;#237;s, disputa mercado de distribui&amp;#231;&amp;#227;o com o Ultra, controladora da Ipiranga.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No ano passado, o grupo deu in&amp;#237;cio a um programa de moderniza&amp;#231;&amp;#227;o e amplia&amp;#231;&amp;#227;o de seus 53 terminais. A Ra&amp;#237;zen reativou quatro pontos de distribui&amp;#231;&amp;#227;o na regi&amp;#227;o Centro-Oeste, apostando na maior demanda nas regi&amp;#245;es de Cuiab&amp;#225;, Alto Taquari e Rondon&amp;#243;polis, no Mato Grosso, e Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa tem pressa para criar novos modais, substituindo os caminh&amp;#245;es por vag&amp;#245;es e balsas. Hoje uma pequena parte do combust&amp;#237;vel da Ra&amp;#237;zen sobe para o Norte para atender a Bacia Amaz&amp;#244;nica via barca&amp;#231;as. &quot;Inauguramos a rota de cabotagem entre Santos e Bel&amp;#233;m. O mercado n&amp;#227;o fazia isso. Era tudo caminh&amp;#227;o.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em Paul&amp;#237;nia (SP), o maior centro de distribui&amp;#231;&amp;#227;o em volume do pa&amp;#237;s, a Ra&amp;#237;zen tamb&amp;#233;m est&amp;#225; investindo em tancagem e j&amp;#225; est&amp;#225; em conversa&amp;#231;&amp;#245;es para aumentar capacidade de descarregamento de vag&amp;#245;es. S&amp;#243;cia de um terminal exportador em Santos - o Terminal Exportador de &amp;#193;lcool de Santos (Teas) -, a empresa tamb&amp;#233;m busca elevar sua efici&amp;#234;ncia nas regi&amp;#245;es Sul e Sudeste do pa&amp;#237;s. &quot;A regi&amp;#227;o Sul est&amp;#225; mais consolidada na parte de ferrovia, mas ainda tem como melhorar.&quot;&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na regi&amp;#227;o de Ourinhos (SP), onde a Ra&amp;#237;zen tem um grande polo produtor de etanol, com uma oferta de 500 milh&amp;#245;es de litros, a empresa possui um centro coletor de combust&amp;#237;vel e poder&amp;#225; levar combust&amp;#237;vel para os portos de Paranagu&amp;#225; (PR), como alternativa para exporta&amp;#231;&amp;#227;o, ou para o de Santos.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/M&amp;#244;nica Scaramuzzo | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 12/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:05:51 -0200</pubDate></item><item><title>ESTATISMOS, &amp;#193;LCOOL E GASOLINA</title><description>Sem plano de longo prazo, governo interv&amp;#233;m cada vez mais para conter pre&amp;#231;os; BNDES vai subsidiar can &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O BNDES AVISOU ontem que vai subsidiar canaviais. O banco estatal de desenvolvimento oferece R$ 4 bilh&amp;#245;es at&amp;#233; o final do ano para a renova&amp;#231;&amp;#227;o de canaviais e para o aumento da &amp;#225;rea plantada. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Trata-se de mais um trejeito da s&amp;#233;rie de malabarismos que o governo federal tem feito para regular o mercado de combust&amp;#237;veis, garantir o abastecimento e evitar que altas de pre&amp;#231;os de etanol e gasolina cheguem ao consumidor e, assim, &amp;#224; infla&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O problema do malabarismo &amp;#233; saber se o governo vai conseguir manter no ar a d&amp;#250;zia de bolinhas intervencionistas e, ao mesmo tempo, criar condi&amp;#231;&amp;#245;es para que o setor de combust&amp;#237;veis um dia ande sozinho. Explique-se. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Falta &amp;#225;lcool. Por excesso de endividamento, m&amp;#225; gest&amp;#227;o, fus&amp;#245;es e aquisi&amp;#231;&amp;#245;es ambiciosas demais, alta de custos de produ&amp;#231;&amp;#227;o (terra, sal&amp;#225;rios, mecaniza&amp;#231;&amp;#227;o for&amp;#231;ada) ou sabe-se l&amp;#225; o motivo, a produ&amp;#231;&amp;#227;o e a produtividade dos canaviais ca&amp;#237;ram. Planta-se menos, planta-se menos cana boa, os canaviais envelheceram. H&amp;#225; usina de sobra (30% de ociosidade), falta cana para moer. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os produtores reclamam de impostos, muito pesados, e do pre&amp;#231;o do &amp;#225;lcool, que n&amp;#227;o seria alto o bastante para remunerar o custo marginal do neg&amp;#243;cio (renova&amp;#231;&amp;#227;o e amplia&amp;#231;&amp;#227;o de canaviais). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo de fato procura baixar o pre&amp;#231;o do &amp;#225;lcool, hidratado (que vai direto ao tanque do carro) ou anidro (misturado &amp;#224; gasolina). Baixou a quantidade de &amp;#225;lcool misturado &amp;#224; gasolina. Mant&amp;#233;m baixo o pre&amp;#231;o da gasolina, o que faz o consumidor optar pelo derivado do petr&amp;#243;leo em detrimento do &amp;#225;lcool, diminuindo a demanda do biocombust&amp;#237;vel e, pois, contendo seu pre&amp;#231;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo manipula o pre&amp;#231;o da gasolina: 1) impede que a Petrobras eleve os pre&amp;#231;os; 2) faz a estatal petrol&amp;#237;fera importar gasolina e vend&amp;#234;-la no mercado interno com preju&amp;#237;zo de bilh&amp;#245;es por ano; 3) baixa a al&amp;#237;quota de um tributo, a Cide, quando deixa a Petrobras elevar pre&amp;#231;os, como no final do ano passado, de modo a manter constante o custo na bomba, para o consumidor final. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
N&amp;#227;o se sabe o quanto h&amp;#225; de verdade na queixa do produtor de cana a respeito de pre&amp;#231;os (quanto houve de in&amp;#233;pcia na gest&amp;#227;o de empresas? N&amp;#227;o sabemos). Alguma verdade h&amp;#225;. Por&amp;#233;m, n&amp;#227;o importa o teor de verdade, pois a produ&amp;#231;&amp;#227;o caiu de fato. A fim de remediar o problema, o governo interv&amp;#233;m cada vez mais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No final do ano passado, decretou que haver&amp;#225; subs&amp;#237;dio de R$ 500 milh&amp;#245;es por ano (por cinco anos) para o financiamento da estocagem de &amp;#225;lcool. A Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo pode ter em breve mais poderes de regula&amp;#231;&amp;#227;o do mercado de &amp;#225;lcool. Agora, o BNDES vai financiar canaviais com dinheiro subsidiado, um remendo para o fato de que, em tese, os pre&amp;#231;os do &amp;#225;lcool n&amp;#227;o remuneram o produtor de modo a incentiv&amp;#225;-lo a produzir mais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
N&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel liberar de pronto (e nunca liberar totalmente) esse mercado -a confus&amp;#227;o seria certa. Mas o governo se enrola cada vez mais com os remendos, sem planos de longo prazo.&lt;br&gt;
Fonte : Folha de S&amp;#226;o Paulo &lt;br&gt;
Data : 12/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:05:31 -0200</pubDate></item><item><title>VALE VAI CONSTRUIR FERROVIA DE US$ 1 BI EM PA&amp;#205;S AFRICANO</title><description>A empresa tamb&amp;#233;m vai reabilitar 98,6 quil&amp;#244;metros da ferrovia entre Nkaya e Nayuchi &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo do Mal&amp;#225;ui (pa&amp;#237;s africano entre Z&amp;#226;mbia e Mo&amp;#231;ambique) assinou acordo de US$ 1 bilh&amp;#227;o com a Vale para constru&amp;#231;&amp;#227;o e restaura&amp;#231;&amp;#227;o de uma ferrovia que vai transportar 18 milh&amp;#245;es de toneladas de carv&amp;#227;o do Mo&amp;#231;ambique. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Vale Log&amp;#237;stica construir&amp;#225; uma nova linha f&amp;#233;rrea de 138,5 quil&amp;#244;metros a partir de Chikhwawa (sul) para fazer liga&amp;#231;&amp;#227;o com a que j&amp;#225; existe em Balaka. A empresa tamb&amp;#233;m vai reabilitar 98,6 quil&amp;#244;metros da ferrovia entre Nkaya e Nayuchi. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A dist&amp;#226;ncia do transporte de carv&amp;#227;o de Mo&amp;#231;ambique pode ser cortada por meio do vizinho Mal&amp;#225;ui. Mo&amp;#231;ambique tem atualmente uma das maiores reservas n&amp;#227;o desenvolvidas de carv&amp;#227;o do mundo.&lt;br&gt;
Fonte : Folha de S&amp;#226;o Paulo &lt;br&gt;
Data : 12/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:05:18 -0200</pubDate></item><item><title>CHUVAS: VALE PERDE 2 MILH&amp;#213;ES DE TONELADAS</title><description>As fortes chuvas que atingem Minas Gerais desde dezembro est&amp;#227;o impedindo a Vale de honrar contratos com clientes. A companhia informou ontem que um volume de dois milh&amp;#245;es de toneladas de min&amp;#233;rio de ferro j&amp;#225; deixaram de ser embarcados, o que est&amp;#225; levando a mineradora a declarar &quot;for&amp;#231;a maior&quot; para justificar a n&amp;#227;o entrega da carga.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A forte chuva desde meados de dezembro de 2011 nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Esp&amp;#237;rito Santo criou dificuldades para nossas opera&amp;#231;&amp;#245;es nos Sistemas Sul e Sudeste. Diversas &amp;#225;reas destes estados est&amp;#227;o inundadas e os governos locais declararam estado de emerg&amp;#234;ncia em v&amp;#225;rios munic&amp;#237;pios. At&amp;#233; o momento, estimamos uma perda de dois milh&amp;#245;es de toneladas m&amp;#233;tricas nos embarques de min&amp;#233;rio de ferro&quot;, disse a Vale. A mineradora produz cerca de 300 milh&amp;#245;es de toneladas de min&amp;#233;rio de ferro por ano, carro-chefe dos neg&amp;#243;cios da empresa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
H&amp;#225; dois dias, a companhia j&amp;#225; havia informado que as fortes chuvas estavam provocando paradas ocasionais na produ&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rio em Minas Gerais por quest&amp;#227;o de seguran&amp;#231;a.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A MMX, do grupo EBX, controlado pelo empres&amp;#225;rio Eike Batista, tamb&amp;#233;m est&amp;#225; enfrentando problemas. A empresa tem minas em Brumadinho (MG), cidade que est&amp;#225; em estado de emerg&amp;#234;ncia. No entanto, a empresa informou que, at&amp;#233; o momento, n&amp;#227;o pretende revisar sua programa&amp;#231;&amp;#227;o de produ&amp;#231;&amp;#227;o. A mineradora produz mais de oito milh&amp;#245;es de toneladas por ano de min&amp;#233;rio de ferro. (Danielle Nogueira)&lt;br&gt;
Fonte : O Globo &lt;br&gt;
Data : 12/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:05:00 -0200</pubDate></item><item><title>CASA CIVIL TAMB&amp;#201;M SE CALA SOBRE ACORDO DA LIBRA</title><description>Primeiro foi a Companhia Docas do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Codesp). Depois foi a Libra Terminais. Mais adiante a Secretaria de Portos (SEP). E, agora, a pr&amp;#243;pria Casa Civil da Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica. Todos fazem o &quot;concerto&quot; (ou desconcerto) do sil&amp;#234;ncio.  Ningu&amp;#233;m quer falar sobre a negocia&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#224;s escondidas, entre a Libra e o Porto de Santos. Teme-se que esteja no forno uma grande pizza para ser servida a qualquer momento.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ordem em Bras&amp;#237;lia &amp;#233; fazer &quot;cara de paisagem&quot; quando se questionar sobre quantos milh&amp;#245;es de reais o Porto de Santos abrir&amp;#225; m&amp;#227;o para que a operadora portu&amp;#225;ria salde d&amp;#237;vida com a Codesp. Absurdo que essa ordem tenha chegado at&amp;#233; &amp;#224; ministra Gleisi Hoffmann, cuja assessoria n&amp;#227;o deu qualquer retorno &amp;#224;s duas solicita&amp;#231;&amp;#245;es de informa&amp;#231;&amp;#227;o sobre o caso pela reportagem do Portogente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A pizza pode at&amp;#233; ser servida, mas a mancha de gordura permanecer&amp;#225; para sempre nos homens que hoje ocupam cargos em empresa p&amp;#250;blica e que tinham a obriga&amp;#231;&amp;#227;o de zelar pelos recursos p&amp;#250;blicos. Parece que as vibra&amp;#231;&amp;#245;es privadas soam como canto de sereia para esses homens.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Justi&amp;#231;a seja feita: quem aceitou e falou sobre a quest&amp;#227;o foi apenas a Advocacia-Geral da Uni&amp;#227;o (AGU).&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 12/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:04:48 -0200</pubDate></item><item><title>REPRESENTANTES DA ANTAQ VISITAM NAVIO NACIONAL CELSO FURTADO</title><description>O navio Celso Furtado recebeu, na &amp;#250;ltima ter&amp;#231;a-feira, visita t&amp;#233;cnica de representantes da Ger&amp;#234;ncia de Desenvolvimento de Regula&amp;#231;&amp;#227;o da Navega&amp;#231;&amp;#227;o Mar&amp;#237;tima e de Apoio da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq). A proposta do encontro foi apresentar como funcionam as opera&amp;#231;&amp;#245;es da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, que se prepara para carregamento de diesel para termel&amp;#233;tricas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A visita aconteceu enquanto o navio estava atracado no terminal aquavi&amp;#225;rio da Ba&amp;#237;a de Guanabara, no Rio de Janeiro. Os representantes da Antaq foram acompanhados pelo gerente da Inspetoria Mar&amp;#237;tima da Transpetro, Hilton Santos, e pelo comandante do Celso Furtado, Claudio Lisboa. O grupo teve a oportunidade de conhecer o centro de m&amp;#225;quinas e o passadi&amp;#231;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Sa&amp;#237;mos muito satisfeitos do Celso Furtado. Merece destaque a alta tecnologia dos equipamentos e o grau de preparo de sua tripula&amp;#231;&amp;#227;o para conduzi-lo. Isso demonstra que suas opera&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o extremamente seguras&quot;, destacou o gerente de Desenvolvimento e Regula&amp;#231;&amp;#227;o da Navega&amp;#231;&amp;#227;o Mar&amp;#237;tima e de Apoio da Antaq, Wagner de Souza.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Celso Furtado&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A embarca&amp;#231;&amp;#227;o foi fabricada no estaleiro Mau&amp;#225;, de Niter&amp;#243;i (RJ), para se integrar &amp;#224; frota da Transpetro (empresa da Petrobras que cuida da log&amp;#237;stica de sua produ&amp;#231;&amp;#227;o). O Porto de Santos foi escolhido para sua opera&amp;#231;&amp;#227;o inaugural, realizada em novembro do ano passado. A constru&amp;#231;&amp;#227;o do Celso Furtado &amp;#233; considerada um marco na retomada da constru&amp;#231;&amp;#227;o naval brasileira e foi realizada por meio do Programa de Moderniza&amp;#231;&amp;#227;o e Expans&amp;#227;o da Frota (Promef), financiado pelo Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Embarca&amp;#231;&amp;#227;o foi fabricada no estaleiro Mau&amp;#225;, de Niter&amp;#243;i (RJ), e teve opera&amp;#231;&amp;#227;o inaugural em Santos&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 11/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:04:32 -0200</pubDate></item><item><title>PORTOS DE PARANAGU&amp;#193; E ANTONINA BATEM RECORDE EM 2011</title><description>Considerando apenas a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Antonina, o crescimento foi de 400%, com 1,54 milh&amp;#227;o de toneladas &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os portos de Paranagu&amp;#225; e Antonina tiveram movimento recorde de 41 milh&amp;#245;es de toneladas em 2011, aumento de 8% sobre o volume do ano anterior. A movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de soja, ve&amp;#237;culos e fertilizantes puxou o resultado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Considerando apenas a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Antonina, o crescimento foi de 400%, com 1,54 milh&amp;#227;o de toneladas. O salto ocorreu principalmente pelo uso do porto como alternativa ao desembarque de fertilizantes. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outro destaque na movimenta&amp;#231;&amp;#227;o foi a exporta&amp;#231;&amp;#227;o de soja. Em 2011 foram 7 milh&amp;#245;es de toneladas exportadas, volume 30% ao superior ao registrado em 2010. Considerando toda a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o do Corredor de Exporta&amp;#231;&amp;#227;o, foram 14 milh&amp;#245;es de toneladas de soja, milho, farelo de soja, a&amp;#231;&amp;#250;car e trigo exportados. A marca &amp;#233; a maior registrada pelo Corredor desde 2001. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O ano de 2011 foi muito bom para os portos paranaenses. Batemos diversos recordes, recuperamos muitas cargas e a expectativa para 2012 &amp;#233; aumentar ainda mais essas marcas. S&amp;#243; na exporta&amp;#231;&amp;#227;o de gran&amp;#233;is, devemos ter um aumento significativo&quot;, afirmou por meio de nota o superintendente da Administra&amp;#231;&amp;#227;o dos Portos de Paranagu&amp;#225; e Antonina, Airton Vidal Maron. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A exporta&amp;#231;&amp;#227;o de a&amp;#231;&amp;#250;car fechou o ano em alta de 13%, totalizando 4 milh&amp;#245;es de toneladas movimentadas. Os fertilizantes registraram alta de 25% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010, fechando o ano com 9 milh&amp;#245;es de toneladas importadas do produto. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de ve&amp;#237;culos tamb&amp;#233;m registrou alta. Foram pouco mais de 230 mil unidades, volume 27% superior ao registrado no ano anterior. A movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres registrou leve alta, fechando 2011 com 680 mil TEUs movimentados.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 12/01/2011&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:04:18 -0200</pubDate></item><item><title>CODESP INICIA REMO&amp;#199;&amp;#195;O DO MOTOR DO AIS GIORGIS</title><description>Segundo a Codesp, foram necess&amp;#225;rias algumas a&amp;#231;&amp;#245;es antes da extra&amp;#231;&amp;#227;o efetiva do motor, que tem aproximadamente nove metros de comprimento e sete de largura e est&amp;#225; na casa de m&amp;#225;quinas do Ais Giorgis. Nos &amp;#250;ltimos 30 dias, mergulhadores retiraram as pe&amp;#231;as que compunhama casa de m&amp;#225;quinas. Elas precisaram ser desmontadas para facilitar a remo&amp;#231;&amp;#227;o do motor. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nessa fase dos trabalhos, foram cortados 150 parafusos com 30 cent&amp;#237;metros de comprimento, duas polegadas de di&amp;#226;metros e cercade quatro quilos cada. Eles eram usados para fixar o motor. O corte foi feito com um ma&amp;#231;arico. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apenas seis parafusos tinham permanecido no local. Alguns foram recolhidos na tarde de ontem. Durante essa etapa, foi finalizada a passagem dos cabos para o i&amp;#231;amento do equipamento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O trabalho deve ser conclu&amp;#237;do nesta manh&amp;#227;, com a retirada dos &amp;#250;ltimos parafusos e o i&amp;#231;amento da pe&amp;#231;a. O procedimento de remo&amp;#231;&amp;#227;o do motor teve in&amp;#237;cio por volta das 13h30, envolvendo uma equipe formada por 30 pessoas, sendo oito mergulhadores, al&amp;#233;m de representantes da Codesp e da firma respons&amp;#225;vel pela obra. O i&amp;#231;amento est&amp;#225; sob a responsabilidade da c&amp;#225;brea Par&amp;#225;, um guindaste flutuante com capacidade para 250 toneladas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Do trabalho, tamb&amp;#233;m participam barcos que buscam garantir a integridade do meio ambiente. Conforme a Codesp, n&amp;#227;o foi necess&amp;#225;rio bloquear o tr&amp;#225;fego de navios no canal, j&amp;#225; que o ponto exato da realiza&amp;#231;&amp;#227;o do procedimento fica distante dos limites da &amp;#225;rea de navega&amp;#231;&amp;#227;o e est&amp;#225; delimitado por boias de sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
In&amp;#237;cio&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A retirada do Ais Giorgis come&amp;#231;ou em outubro passado. O servi&amp;#231;o foi iniciado com a remo&amp;#231;&amp;#227;o de sedimentos acumulados nos destro&amp;#231;os do navio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Primeiramente, foi retirado um volume de sedimentos contaminados, transportado por tubula&amp;#231;&amp;#227;o at&amp;#233; um canteirode obras especialmente preparado na Margem Esquerda do Porto. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A outra etapa foi a extra&amp;#231;&amp;#227;o da lama compoucos poluentes (com uma concentra&amp;#231;&amp;#227;o de compostos qu&amp;#237;micos em conformidade com os padr&amp;#245;es estabelecidos para o descarte dentro do pol&amp;#237;gono oce&amp;#226;nico). Essa segunda retirada de res&amp;#237;duos foi necess&amp;#225;ria para viabilizar os trabalhos de corte e i&amp;#231;amento das partes do Ais Giorgis. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O recolhimento da embarca&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; feito pela Dratec Engenharia Ltda., empresa vencedora da licita&amp;#231;&amp;#227;o promovida pela Codesp. O custo total da obra &amp;#233; de R$ 17,9 milh&amp;#245;es, quantia a ser paga com recursos do Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O servi&amp;#231;o &amp;#233; considerado essencial para melhorar as condi&amp;#231;&amp;#245;esde seguran&amp;#231;a &amp;#224; navega&amp;#231;&amp;#227;o e, sobretudo, viabilizar a dragagem de aprofundamento para 15 metros e o alargamento para 220 metros da via naveg&amp;#225;vel do canal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Inc&amp;#234;ndio &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio Ais Giorgis sofreu um inc&amp;#234;ndio a bordo em 8 de janeiro de 1974, que culminou com seu naufr&amp;#225;gio, o maior da hist&amp;#243;ria do Porto de Santos.O navio estava atracado no cais dos armaz&amp;#233;ns 30 e 31 quando pegou fogo. As chamas atingiram 50 metros de altura, com explos&amp;#245;es que assustaram toda a popula&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O cargueiro foi puxado para o meio do estu&amp;#225;rio, encalhando na altura do Armaz&amp;#233;m 25 (hoje, o Terminal de Passageiros). Cinco anos depois, a empresa Jommag fez o navio reflutuar e o rebocou para suas instala&amp;#231;&amp;#245;es em Vicente de Carvalho (em Guaruj&amp;#225;, na Margem Esquerda), para ser desmontado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na madrugada de 8 de julhode1979, um vendaval arrebentou as amarras da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, arrastando-a para o meio do estu&amp;#225;rio. Em 1999, a Codesp chegou retirar a maior parte da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, restando uma parte do casco submersa no estu&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 12/01/2011&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:04:02 -0200</pubDate></item><item><title>ESTUDO ANALISA A VIABILIDADE DE NOVOS TERMINAIS NA BAHIA</title><description>Portos baianos poder&amp;#227;o ganhar novos terminais&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A realiza&amp;#231;&amp;#227;o de um estudo para a cria&amp;#231;&amp;#227;o de um segundo terminal de cont&amp;#234;ineres nos portos baianos e para a cria&amp;#231;&amp;#227;o de um terminal graneleiro no Porto de Salvador ser&amp;#225; decisivo para a implanta&amp;#231;&amp;#227;o dos espa&amp;#231;os. Um contrato assinado entre a Companhia de Docas da Bahia (Codeba) e a Funda&amp;#231;&amp;#227;o Get&amp;#250;lio Vargas (FGV) permitir&amp;#225; a empresa obter um resultado quanto a necessidade da cria&amp;#231;&amp;#227;o dos novos terminais para atraca&amp;#231;&amp;#227;o de navios. O estudo dever&amp;#225; ficar pronto dentro de um ano.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Se aprovados, os projetos de cria&amp;#231;&amp;#227;o do novo terminal para a opera&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres e o terminal graneleiro dever&amp;#227;o render investimentos privados de R$30 milh&amp;#245;es, respectivamente. Sem contar &amp;#224;s melhorias que precisam ser feitas pelo poder p&amp;#250;blico, os investidores precisar&amp;#227;o construir ber&amp;#231;os (&amp;#225;reas para a atraca&amp;#231;&amp;#227;o dos navios), aterro e adquirir os equipamentos necess&amp;#225;rios &amp;#224; opera&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) dos portos baianos, que tamb&amp;#233;m ser&amp;#225; atualizado pela FGV, prev&amp;#234;, atualmente, em Savador, um novo terminal de cont&amp;#234;ineres com um ber&amp;#231;o similar ao do Tecon. O &lt;br&gt;
equipamento seria instalado em uma &amp;#225;rea vizinha, que viria a ser aterrada. Por sua vez, o terminal graneleiro, para a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o dos insumos utilizados pelos moinhos J. Macedo e Canelas, est&amp;#225; previsto para uma &amp;#225;rea anexa &amp;#224; sede da Codeba. O plano atual &amp;#233; construir silos apropriados ao armazenamento dos gr&amp;#227;os. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;&amp;#201; um estudo de viabilidade. Vai definir se existe mesmo a necessidade e onde &amp;#233; que existe essa necessidade. Mas pode ser que aponte a inviabilidade&quot;, ressalta o presidente da Codeba, Jos&amp;#233; Rebou&amp;#231;as. Apesar da ressalva, ele diz acreditar na necessidade de se ampliar a quantidade de ber&amp;#231;os dispon&amp;#237;veis no Estado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pesam a favor da decis&amp;#227;o, a moderniza&amp;#231;&amp;#227;o da opera&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria no mundo, e a amplia&amp;#231;&amp;#227;o do Canal do Panam&amp;#225;, que levar&amp;#225; a aumentos no fluxo e no tamanho dos navios que utilizam &amp;#224; costa brasileira. &quot;Al&amp;#233;m disso, a Bahia vive uma verdadeira cruzada na atra&amp;#231;&amp;#227;o de investimentos e se os portos n&amp;#227;o acompanharem, ser&amp;#227;o gargalos&quot;, diz. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Porto de Aratu &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os dois grupos interessados no arrendamento do terminal de gran&amp;#233;is s&amp;#243;lidos do Porto de Aratu j&amp;#225; encaminharam os estudos necess&amp;#225;rios para a licita&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios  (Antaq). De acordo com o presidente da Codeba, os projetos dos cons&amp;#243;rcios formados pela Wilson Sons e Intermar&amp;#237;tima e o formado pela Paranapanema e a Rocha Top apresentam propostas entre R$ 150 milh&amp;#245;es e R$ 180 milh&amp;#245;es pelo arrendamento da &amp;#225;rea por 25 anos. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 12/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:03:45 -0200</pubDate></item><item><title>PROJETO RESTABELECE ADICIONAL PARA INDENIZAR TRABALHADORES PORTU&amp;#193;RIOS</title><description>Projeto em tramita&amp;#231;&amp;#227;o na C&amp;#226;mara restabelece a cobran&amp;#231;a do Adicional de Indeniza&amp;#231;&amp;#227;o do Trabalhador Portu&amp;#225;rio Avulso (AITP) e o suprimento do Fundo de Indeniza&amp;#231;&amp;#227;o do Trabalhador Portu&amp;#225;rio Avulso (FITP), previstos na Lei 8.630/93, que disp&amp;#245;e sobre o regime jur&amp;#237;dico da explora&amp;#231;&amp;#227;o dos portos organizados e das instala&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o Projeto de Lei 2009/11, do deputado Francisco Esc&amp;#243;rcio (PMDB-MA), o AITP ser&amp;#225; restabelecido por per&amp;#237;odo de quatro anos, contado do in&amp;#237;cio do exerc&amp;#237;cio financeiro seguinte ao da publica&amp;#231;&amp;#227;o da lei. Esse adicional ser&amp;#225; prorrog&amp;#225;vel automaticamente, enquanto houver indeniza&amp;#231;&amp;#245;es a serem pagas a trabalhadores avulsos que tiverem requerido o cancelamento do registro profissional ou sido beneficiados por decis&amp;#227;o judicial no mesmo sentido.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Essas indeniza&amp;#231;&amp;#245;es foram institu&amp;#237;das quando foi criado o &amp;#211;rg&amp;#227;o Gestor de M&amp;#227;o de Obra do Trabalho Portu&amp;#225;rio Avulso (OGMO), como entidade empregadora. Antes de sua exist&amp;#234;ncia, suas atribui&amp;#231;&amp;#245;es eram dos sindicatos das respectivas categorias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como incentivo ao desligamento dos trabalhadores portu&amp;#225;rios avulsos, ent&amp;#227;o matriculados nos &amp;#243;rg&amp;#227;os competentes, a lei instituiu a indeniza&amp;#231;&amp;#227;o a ser coberta pelo FITP com os recursos arrecadados com o adicional de indeniza&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O adicional foi mantido durante os exerc&amp;#237;cios de 1994 a 1997 e, ao longo desse per&amp;#237;odo, gerou receita de R$ 237,3 milh&amp;#245;es, montante suficiente para o pagamento de 12,3 mil trabalhadores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Levantamento realizado pelo Grupo Executivo para Moderniza&amp;#231;&amp;#227;o dos Portos Organizados (GEMPO) indicou um efetivo de 52,3 mil trabalhadores, o que significa que 40 mil trabalhadores portu&amp;#225;rios avulsos ficaram sem receber as indeniza&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Francisco Esc&amp;#243;rcio destaca que os trabalhadores portu&amp;#225;rios avulsos que n&amp;#227;o receberam a indeniza&amp;#231;&amp;#227;o prevista pela lei se encontram ainda sem seus registros profissionais e impossibilitados de trabalhar no setor, porque solicitaram o cancelamento a fim de receber o benef&amp;#237;cio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Recursos insuficientes&lt;br&gt;
O deputado ressalta que relat&amp;#243;rio do Banco do Brasil, gestor dos recursos para pagamento das indeniza&amp;#231;&amp;#245;es, aponta que a institui&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; &quot;impossibilitada de prosseguir o pagamento aos trabalhadores devido &amp;#224; falta de recursos dispon&amp;#237;veis&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda segundo o BB, o fundo &quot;continua, por&amp;#233;m, respondendo a diversas consultas oriundas do Poder Judici&amp;#225;rio de v&amp;#225;rias localidades que solicitam informa&amp;#231;&amp;#245;es a respeito da efetiva&amp;#231;&amp;#227;o, ou n&amp;#227;o, de dep&amp;#243;sitos judiciais ou pagamentos em favor de portu&amp;#225;rios que ingressaram na Justi&amp;#231;a para reivindicar seus direitos&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esc&amp;#243;rcio afirma que a medida n&amp;#227;o onerar&amp;#225; os cofres da Uni&amp;#227;o, uma vez que os recursos advir&amp;#227;o de adicional incidente sobre as opera&amp;#231;&amp;#245;es de embarque e desembarque de mercadorias importadas ou exportadas por navega&amp;#231;&amp;#227;o de longo curso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cursos profissionalizantes&lt;br&gt;
A proposi&amp;#231;&amp;#227;o tem como objetivo tamb&amp;#233;m estabelecer condi&amp;#231;&amp;#245;es para a cria&amp;#231;&amp;#227;o de cursos profissionalizantes para a categoria. Nesse sentido, o projeto autoriza o Poder Executivo a destinar &amp;#224;s escolas t&amp;#233;cnicas federais os recursos do FITP que restarem ap&amp;#243;s os pagamentos das indeniza&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tramita&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
A proposta, que tem car&amp;#225;ter conclusivo, ser&amp;#225; analisada pelas comiss&amp;#245;es de Trabalho, de Administra&amp;#231;&amp;#227;o e Servi&amp;#231;o P&amp;#250;blico; de Finan&amp;#231;as e Tributa&amp;#231;&amp;#227;o; e de Constitui&amp;#231;&amp;#227;o e Justi&amp;#231;a e de Cidadania.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Projetos de teor semelhante (PLs 3605/97, do ex-deputado Maur&amp;#237;cio Requi&amp;#227;o, e 862/99, do ex-deputado Alb&amp;#233;rico Cordeiro) j&amp;#225; tramitaram na C&amp;#226;mara e foram arquivados. Segundo Francisco Esc&amp;#243;rcio, sua proposta aproveita subs&amp;#237;dios das duas anteriores.&lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia C&amp;#226;mara&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:03:09 -0200</pubDate></item><item><title>MERCOSUL LINE FAR&amp;#193; ESCALA EM SEPETIBA</title><description>S&amp;#227;o Paulo - A Mercosul Line (armador local que faz transporte aquavi&amp;#225;rio de cont&amp;#234;ineres, pertencente ao grupo dinamarqu&amp;#234;s A. P. Moller Maersk), prev&amp;#234; para 2012 um crescimento de 20% de suas opera&amp;#231;&amp;#245;es, segundo informa&amp;#231;&amp;#245;es obtidas com exclusividade pelo DCI. A partir de 22 de janeiro o leque de servi&amp;#231;os da companhia se expandir&amp;#225;: a Mercosul Line come&amp;#231;ar&amp;#225; nesta data a fazer escala no Porto de Sepetiba (RJ), utilizando o Terminal Tecon Sepetiba. Com isso o atendimento aos clientes da companhia ser&amp;#225; aprimorado, devido &amp;#224; localiza&amp;#231;&amp;#227;o estrat&amp;#233;gica deste complexo. Com esta altera&amp;#231;&amp;#227;o, a Mercosul Line manter&amp;#225; o Porto de Pec&amp;#233;m (CE) exclusivamente para descarga no corredor Santos (SP) - Pec&amp;#233;m. A transportadora passar&amp;#225; a ter, ent&amp;#227;o, mais op&amp;#231;&amp;#245;es de atendimento, atingindo os principais portos do Pa&amp;#237;s: Santos (SP), Paranagu&amp;#225; (PR), Itaja&amp;#237; (SC), Sepetiba, Vit&amp;#243;ria (ES), Suape (PE), Pec&amp;#233;m (CE) e Manaus, com possibilidade de novas escalas serem incorporadas ao servi&amp;#231;o. H&amp;#225; poucos meses a empresa j&amp;#225; abrira outro ponto de atraca&amp;#231;&amp;#227;o: ela incluiu, no final de agosto, Vit&amp;#243;ria em sua rota de descida. As escalas que passaram a ser usadas foram as semanais, com chegadas aos domingos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
TEUs&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2011 a empresa movimentou aproximadamente 100 mil TEUs (1 TEU equivale &amp;#224; capacidade de um cont&amp;#234;iner de 20 p&amp;#233;s) - 16% a mais do que em 2010, ano em que registrou o transporte de 73 mil TEUs de carga. Roberto Rodrigues, presidente da Mercosul Line, explica que esse volume &amp;#233; reflexo do crescente interesse das empresas pelo modal aquavi&amp;#225;rio, sobretudo dos setores de eletr&amp;#244;nicos, embalagens de PET, duas rodas e refrigerados. Outro fator que incrementou os neg&amp;#243;cios da companhia no ano passado foi a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas feeder (que s&amp;#227;o as de importa&amp;#231;&amp;#227;o ou exporta&amp;#231;&amp;#227;o transportadas ao largo da costa brasileira - a chamada navega&amp;#231;&amp;#227;o de cabotagem).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Para 2012, nossa previs&amp;#227;o &amp;#233; que cresceremos principalmente na chamada rota de descida [das Regi&amp;#245;es Norte e Nordeste para a Regi&amp;#227;o Sul do Brasil], com produtos dos segmentos t&amp;#234;xtil, cal&amp;#231;adista, de eletr&amp;#244;nicos, automobil&amp;#237;stico e de autope&amp;#231;as&quot;, revela Rodrigues. E ele comemora: &quot;O aquecimento do mercado interno nacional se refletiu positivamente no setor de cabotagem. Eletrodom&amp;#233;sticos da linha branca e eletr&amp;#244;nicos t&amp;#234;m sido segmentos com grande participa&amp;#231;&amp;#227;o em nossa carteira de clientes, al&amp;#233;m da carga de resina pl&amp;#225;stica [PET] e materiais de constru&amp;#231;&amp;#227;o - estes, nas cargas de subida para abastecimento do mercado do norte e do nordeste&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ranking&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A vinda de novos clientes anima a companhia: &quot;Grandes empresas v&amp;#234;m migrando para movimentar sua carga por via mar&amp;#237;tima, e isto gera muitas oportunidades para a cabotagem da Mercosul Line&quot;, enfatiza o executivo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Neste ano os portos brasileiros devem movimentar, pela primeira vez em sua hist&amp;#243;ria, o volume de um bilh&amp;#227;o de toneladas de carga. Isto corresponder&amp;#225; a um aumento de 12,3% em cima de 2011, de acordo com estimativas da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq). Na esteira deste n&amp;#250;mero recorde, v&amp;#225;rias mudan&amp;#231;as devem se dar: o Rio de Janeiro, por exemplo, muito provavelmente se al&amp;#231;ar&amp;#225; &amp;#224; lideran&amp;#231;a do ranking dos estados com maior movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de carga mar&amp;#237;tima do Pa&amp;#237;s, desbancando o Esp&amp;#237;rito Santo. Hoje o Rio est&amp;#225; na segunda coloca&amp;#231;&amp;#227;o deste mesmo ranking, logo &amp;#224; frente do Estado de S&amp;#227;o Paulo. Parte deste crescimento se deve aos investimentos que v&amp;#234;m afluindo em massa para a constru&amp;#231;&amp;#227;o de mais instala&amp;#231;&amp;#245;es desse tipo. Diversas empresas anunciaram novos terminais, como os Portos Sudeste, em Itagua&amp;#237;, e A&amp;#231;u, no norte fluminense - ambos do grupo do empres&amp;#225;rio Eike Batista -, al&amp;#233;m de projetos da Petrobras, da Gerdau e da CSN. Ainda assim, distor&amp;#231;&amp;#245;es permanecem: 61% da carga nacional s&amp;#227;o atualmente transportados pelo modal rodovi&amp;#225;rio, 21%, pelo modal ferrovi&amp;#225;rio, e apenas 14% pelo aquavi&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cabotagem&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Vale frisar que a navega&amp;#231;&amp;#227;o de cabotagem vem crescendo nos &amp;#250;ltimos anos e &amp;#233; uma alternativa mais barata do que a navega&amp;#231;&amp;#227;o de carga por alto-mar. &quot;A cabotagem &amp;#233; uma excelente op&amp;#231;&amp;#227;o, que oferece um custo mais eficiente al&amp;#233;m da redu&amp;#231;&amp;#227;o de emiss&amp;#227;o de CO2 no planeta&quot;, diz Rodrigues.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A demanda pela redu&amp;#231;&amp;#227;o de custos est&amp;#225; levando os empres&amp;#225;rios a procurar novas op&amp;#231;&amp;#245;es de transporte para seus produtos, menos caras que as atuais mas sem comprometer a qualidade e a seguran&amp;#231;a dos produtos. E notamos que muitas companhias est&amp;#227;o direcionando suas cargas para o transporte mar&amp;#237;timo da cabotagem.&quot; A empresa lembra que se preocupa com a sustentabilidade de suas opera&amp;#231;&amp;#245;es: o combust&amp;#237;vel e os lubrificantes que usa t&amp;#234;m baixo teor de enxofre, a tinta que emprega para reparos n&amp;#227;o leva chumbo e os tanques de combust&amp;#237;vel dos navios s&amp;#227;o protegidos internamente com o objetivo de reduzir ao m&amp;#225;ximo a chance de vazamento de &amp;#243;leo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O executivo finaliza: &quot;Nosso principal foco para o ano de 2012 &amp;#233; o cliente. Estamos investindo em tecnologias para continuarmos empenhados em prover a todos os nossos clientes o melhor produto do mercado de cabotagem no Brasil, bem como o mercado do River Plate. E vamos investir cada vez mais para contribuir com o crescimento da cabotagem em nosso pa&amp;#237;s.&quot;&lt;br&gt;
Fonte:DCI/Alex Ricciardi&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:02:50 -0200</pubDate></item><item><title>MERCOSUL LINE PROJETA EXPANS&amp;#195;O DE 20% NA &amp;#193;REA DE CABOTAGEM</title><description>S&amp;#227;o Paulo - Armador que faz transporte aquavi&amp;#225;rio de cabotagem de cont&amp;#234;ineres, a Mercosul Line - do grupo dinamarqu&amp;#234;s A. P. Moller Maersk - prev&amp;#234; para 2012 um crescimento de 20% de suas opera&amp;#231;&amp;#245;es. Sem abrir n&amp;#250;meros de neg&amp;#243;cios, a expectativa otimista deve-se ao seu leque de servi&amp;#231;os, que crescer&amp;#225; a partir do pr&amp;#243;ximo dia 22, quando a Mercosul Line come&amp;#231;ar&amp;#225; a fazer escala no Porto de Sepetiba (RJ), ao utilizar o Terminal Tecon Sepetiba. A ideia &amp;#233; atender a zona industrial da regi&amp;#227;o e fortalecer a rota de descida: do norte e nordeste ao sul do Pa&amp;#237;s, at&amp;#233; a Argentina.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No ano passado, a empresa movimentou aproximadamente 100 mil TEUs (1 TEU &amp;#233; a capacidade de um cont&amp;#234;iner de 20 p&amp;#233;s), 16% a mais do que em 2010, quando registrou o transporte de 73 mil TEUs de carga. Roberto Rodrigues, presidente da Mercosul Line, explica que esse volume &amp;#233; reflexo do crescente interesse das empresas pelo modal aquavi&amp;#225;rio, &quot;sobretudo dos setores de eletr&amp;#244;nicos, embalagens de PET, duas rodas e refrigerados&quot;, disse ele.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Afora a Mercosul Line, outras empresas est&amp;#227;o de olho no mercado e anunciaram novos terminais, como os Portos Sudeste, em Itagua&amp;#237;, e A&amp;#231;u, no norte fluminense - ambos do grupo do empres&amp;#225;rio Eike Batista -, al&amp;#233;m de projetos da Petrobras, da Gerdau e da CSN.  Fonte: DCI/Alex Ricciardi&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:02:22 -0200</pubDate></item><item><title>MACEI&amp;#211; RECEBE VISITA DO NAVIO PATRULHA GRA&amp;#218;NA</title><description>Macei&amp;#243; recebe, de 13 a 23 de janeiro, a visita do navio-patrulha Gra&amp;#250;na. Comandando pelo capit&amp;#227;o-tenente Thiago Montilla Tavares de Almeida, a embarca&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a essa ave negra de nossa fauna.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com a Capitania dos Portos em Macei&amp;#243;, o navio estar&amp;#225; aberto &amp;#224; visita&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica gratuita nos dias 14,15, 21 e 22 de janeiro, no per&amp;#237;odo das 14 &amp;#224;s 17 horas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hist&amp;#243;rico&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Foi constru&amp;#237;do seguindo o projeto do estaleiro Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Teve sua quilha batida em 9 de dezembro de 1988, foi batizado e lan&amp;#231;ado ao mar em 10 de novembro de 1993, tendo como Madrinha de Batismo a Sra. Maria de Lourdes Bebianno Leite Soares, esposa do Almirante Jos&amp;#233; Leite Soares J&amp;#250;nior, primeiro Comandante do antigo Ca&amp;#231;a-Submarinos Gra&amp;#250;na - G 8, em cerim&amp;#244;nia realizada no Estaleiro Mau&amp;#225; e presidida pelo Diretor Geral de Material da Marinha, Almirante de Esquadra Domingos Alfredo Silva. Foi incorporado em 15 de agosto de 1994. Naquela ocasi&amp;#227;o, assumiu o comando o capit&amp;#227;o-tenente Carlos Alberto de Souza Filho.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Caracter&amp;#237;sticas&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Deslocamento: 197 ton (padr&amp;#227;o), 217 ton (carregado).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dimens&amp;#245;es: 46.5 m de comprimento, 7.5 m de boca e 2.3 m de calado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Propuls&amp;#227;o: 2 motores diesel MTU 16V 396 TB94 de 2.740 bhp cada, acoplados a 2 eixos com h&amp;#233;lices de tr&amp;#234;s p&amp;#225;s e passo fixo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Combust&amp;#237;vel: 23 tons.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Eletricidade: 3 geradores no total de 300 Kw.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Velocidade: m&amp;#225;xima de 26.5 n&amp;#243;s, m&amp;#225;xima mantida de 22 n&amp;#243;s e velocidade de cruzeiro de 12 n&amp;#243;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Raio de a&amp;#231;&amp;#227;o: 2.200 milhas n&amp;#225;uticas &amp;#224; 12 n&amp;#243;s (10 dias).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Armamento: 1 canh&amp;#227;o Bofors L/70 de 40 mm; 2 metralhadoras Oerlikon Mk-10 de 20mm em dois reparos singelos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sensores: 1 radar de navega&amp;#231;&amp;#227;o Decca 1290A, banda I. Equipado com GMDSS - Global Marine Distress and Safety e equipamento de vis&amp;#227;o noturna.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Equipamentos: 1 lancha de casco semi-rigido (RHIB), com capacidade para 10 homens e 1 bote infl&amp;#225;vel para seis homens, usados para salvamentos e abordagens. Um guindaste eletro-hidraulico com capacidade para 620kg.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tripula&amp;#231;&amp;#227;o: 36 Militares&lt;br&gt;
Fonte: Capitania dos Portos de Alagoas&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:02:05 -0200</pubDate></item><item><title>L&amp;#205;DER DO PB, QUER COMPLEXO INDUSTRIAL PORTU&amp;#193;RIO NA CIDADE DE CABEDELO</title><description>O l&amp;#237;der do Partido Progressista na C&amp;#226;mara Federal,o deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), defendeu durante entrevista ontem, segunda-feira (9), um esfor&amp;#231;o conjunto por parte da classe pol&amp;#237;tica paraibana para que seja implantado na cidade de Cabedelo um Complexo Industrial Portu&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Aguinaldo justificou a propositura, afirmando que as interven&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o indispens&amp;#225;veis para o desenvolvimento econ&amp;#244;mico da Para&amp;#237;ba, pois o vizinho Estado de Pernambuco colhe os frutos de a&amp;#231;&amp;#227;o semelhante no Complexo de Suape, considerado hoje um dos maiores p&amp;#243;los de desenvolvimento do pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Acompanhei a luta de Suape, que foi desencadeada h&amp;#225; muito tempo e gerou a possibilidade de novos investimentos em Pernambuco, como a pr&amp;#243;pria ind&amp;#250;stria da Fiat, o Estaleiro Atl&amp;#226;ntico Sul e recentemente Pernambuco se tornou o primeiro estado brasileiro a contar com fabricantes de todos os tipos de equipamentos para gera&amp;#231;&amp;#227;o de energia e&amp;#243;lica&quot;, pontuou Aguinaldo&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ribeiro defendeu uma melhor utiliza&amp;#231;&amp;#227;o para o Porto de Cabedelo, onde o Complexo de Suape,&amp;#233; um exemplo a ser seguido sem que com isso venhamos a perder a nossa personalidade, capacidade de investimento e desenvolvimento de uma malha industrial genuinamente com tra&amp;#231;os paraibanos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;N&amp;#227;o podemos ficar a reboque da a&amp;#231;&amp;#227;o de outros Estados, imagine se n&amp;#243;s n&amp;#227;o estiv&amp;#233;ssemos entre Pernambuco e Rio Grande do Norte? Pois estamos recebendo alguns benef&amp;#237;cios em fun&amp;#231;&amp;#227;o da proximidade com outros estados, a&amp;#231;&amp;#245;es que s&amp;#227;o fruto da uni&amp;#227;o da sociedade e dos seus pol&amp;#237;ticos&quot;,alertou o l&amp;#237;der do PP.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Aguinaldo Ribeiro salientou que um porto como o de Cabedelo, para ter a viabilidade, necessita de um Complexo Industrial moderno, possibilitando investimentos tanto do setor p&amp;#250;blico com privado, onde, o Governo paralelamente implantaria um Porto de &amp;#193;guas Profundas, interven&amp;#231;&amp;#227;o que foi alvo de embate na &amp;#250;ltima campanha pol&amp;#237;tica.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O porto de &amp;#225;guas profundas &amp;#233; important&amp;#237;ssimo para que a Para&amp;#237;ba possa receber investimentos de envergadura&quot;, frisou, acrescentando que tal investimento ser&amp;#225; indispens&amp;#225;vel para o escoamento da produ&amp;#231;&amp;#227;o desenvolvida em solo paraibano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O l&amp;#237;der do PP destacou que o Complexo Industrial Portu&amp;#225;rio, &amp;#233; um tipo de empreendimento que atrai outros investimentos e que gera muita m&amp;#227;o de obra, tanto na fase de implanta&amp;#231;&amp;#227;o e constru&amp;#231;&amp;#227;o, como depois para a manuten&amp;#231;&amp;#227;o das atividades, o que gera um aquecimento da economia que acaba beneficiando todos os segmentos produtivos do Estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Essa &amp;#233; a bandeira que a Para&amp;#237;ba precisa levantar e essa &amp;#233; a minha defesa como deputado federal!&quot;, concluiu.&lt;br&gt;
Fonte: Assessoria/PB Agora&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:01:47 -0200</pubDate></item><item><title>CONT&amp;#202;INERES COM LIXO HOSPITALAR RETORNAR&amp;#195;O AOS EUA NO FINAL DE JANEIRO</title><description>A devolu&amp;#231;&amp;#227;o dos dois cont&amp;#234;ineres, retidos no Porto de Suape, em Recife (PE), com cerca de 46 toneladas de material hospitalar usado, para os Estados Unidos foi adiada para o dia 21 de janeiro. &amp;#201; que a empresa Hamburg S&amp;#252;d, respons&amp;#225;vel pelo transporte do material, solicitou documento da Aduana Americana ou do Departamento de Seguran&amp;#231;a Interna dos Estados Unidos confirmando que n&amp;#227;o ter&amp;#227;o qualquer problema com o retorno da carga aquele pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Alf&amp;#226;ndega do Porto de Suape j&amp;#225; solicitou a documenta&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s autoridades dos Estados Unidos. Entretanto, como a empresa Hamburg S&amp;#252;d ter&amp;#225; que enviar a confirma&amp;#231;&amp;#227;o para a matriz da companhia na Alemanha, o transporte dos containeres s&amp;#243; poder&amp;#225; ocorrer no final de janeiro, data em que um navio da Hamburg S&amp;#252;d sai do Porto de Suape direto para os Estados Unidos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Interdi&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O material com lixo hospitalar de origem norte-americana estava interditado no Porto de Suape desde outubro. A empresa &quot;Na Intimidade&quot;, respons&amp;#225;vel pela importa&amp;#231;&amp;#227;o do material dos Estados Unidos, ir&amp;#225; arcar com os custos da devolu&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fraude&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para fraudar a Alf&amp;#226;ndega Nacional, a empresa &quot;Na Intimidade&quot; declarou &amp;#224;s autoridades brasileiras que importava tecido de algod&amp;#227;o com defeito. Entretanto, ficou constatado, ap&amp;#243;s fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o da Anvisa, que a importa&amp;#231;&amp;#227;o era referente a len&amp;#231;&amp;#243;is sujos com manchas caracter&amp;#237;sticas de sangue e dejetos biol&amp;#243;gicos com logomarca de v&amp;#225;rios hospitais norte-americanos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os cont&amp;#234;ineres foram indicados para inspe&amp;#231;&amp;#227;o f&amp;#237;sica, ap&amp;#243;s constata&amp;#231;&amp;#227;o de que o valor declarado pelo importador n&amp;#227;o era compat&amp;#237;vel com o volume e o tipo de carga.&lt;br&gt;
Fonte: Anvisa - Ag&amp;#234;ncia Nacional de Vigil&amp;#226;ncia Sanit&amp;#225;ria&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:01:29 -0200</pubDate></item><item><title>NAVIO DA VALE QUE RACHOU TEM 80% DA CARGA DE &amp;#211;LEO REMOVIDA</title><description>DE S&amp;#195;O PAULO - A opera&amp;#231;&amp;#227;o de salvamento do navio Vale Beijing, que apresentou rachaduras no casco, j&amp;#225; retirou da embarca&amp;#231;&amp;#227;o cerca de 4.000 toneladas de &amp;#243;leo combust&amp;#237;vel. O volume representa 80% do total que deve ser removido.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio, de 361 m de comprimento e 65 m de largura, sofreu rachaduras no casco dos tanques de lastros, durante a opera&amp;#231;&amp;#227;o de carregamento de min&amp;#233;rio de ferro, no dia 3 de dezembro, no terminal Ponta da Madeira, em S&amp;#227;o Lu&amp;#237;s (MA).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estavam armazenadas no navio cerca de 7.000 toneladas de &amp;#243;leo. N&amp;#227;o h&amp;#225; informa&amp;#231;&amp;#245;es de vazamentos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Desde ent&amp;#227;o, o navio segue na costa maranhense, a 40 milhas n&amp;#225;uticas (cerca de 70 km) de dist&amp;#226;ncia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A retirada do &amp;#243;leo come&amp;#231;ou na quarta passada e deve ser conclu&amp;#237;da nos pr&amp;#243;ximos dias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a STX Pan Ocean, propriet&amp;#225;ria do navio, ap&amp;#243;s terminada, a retirada da carga ser&amp;#225; avaliada a necessidade de fazer um reparo emergencial no casco ainda na costa do Maranh&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Caso n&amp;#227;o seja necess&amp;#225;rio, o navio seguir&amp;#225; viagem at&amp;#233; um porto onde ser&amp;#225; feito um reparo definitivo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A retirada de parte da carga foi exigida pelo Ibama, para reduzir o impacto ambiental em caso de naufr&amp;#225;gio. &lt;br&gt;
Fonte: Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 10/01/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:01:14 -0200</pubDate></item><item><title>CHUVAS EM MG V&amp;#195;O IMPACTAR OFERTA GLOBAL DE MIN&amp;#201;RIO DE FERRO</title><description>O per&amp;#237;odo de fortes chuvas em Minas Gerais dever&amp;#225; impactar, diretamente, a oferta mundial de min&amp;#233;rio de ferro nas pr&amp;#243;ximas semanas. Com a produ&amp;#231;&amp;#227;o e a qualidade do min&amp;#233;rio comprometidas em algumas regi&amp;#245;es, a perspectiva &amp;#233; de que os pre&amp;#231;os voltem a subir neste in&amp;#237;cio de ano. O fen&amp;#244;meno clim&amp;#225;tico deve contribuir para a recupera&amp;#231;&amp;#227;o parcial dos pre&amp;#231;os, que pode chegar a 8% de alta no primeiro trimestre, segundo especialistas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
N&amp;#227;o &amp;#233; &amp;#224; toa que uma menor produ&amp;#231;&amp;#227;o em Minas pode afetar a oferta do produto. O Estado concentra quase 70% da produ&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rio de ferro no Pa&amp;#237;s, de acordo com o Instituto Brasileiro de Minera&amp;#231;&amp;#227;o (Ibram). Da produ&amp;#231;&amp;#227;o total de min&amp;#233;rio da Vale de janeiro a setembro de 2011, por exemplo, os sistemas Sul e Sudeste foram respons&amp;#225;veis por mais de 60% do total no per&amp;#237;odo. Al&amp;#233;m da Vale, toda produ&amp;#231;&amp;#227;o da Companhia Sider&amp;#250;rgica Nacional (CSN) est&amp;#225; no Estado: a mina Casa de Pedra fica no munic&amp;#237;pio de Congonhas e a Namisa no Quadril&amp;#225;tero Ferr&amp;#237;fero. A MMX, por sua vez, tamb&amp;#233;m produz em Minas no Sistema Sudeste.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m da menor oferta brasileira, as chuvas tamb&amp;#233;m afetam a produ&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rio na Austr&amp;#225;lia, um dos principais produtores, lembra a especialista do setor de minera&amp;#231;&amp;#227;o da Tend&amp;#234;ncias Consultoria, Stef&amp;#226;nia Grezzana. Dessa forma, acredita-se que a restri&amp;#231;&amp;#227;o da oferta contribua para que o min&amp;#233;rio tenha um per&amp;#237;odo de recupera&amp;#231;&amp;#227;o de pre&amp;#231;o durante o primeiro trimestre deste ano. Segundo suas proje&amp;#231;&amp;#245;es, o valor da tonelada dever&amp;#225; subir 8% entre janeiro e mar&amp;#231;o na compara&amp;#231;&amp;#227;o com dezembro do ano passado, cuja m&amp;#233;dia nos valores spot foi de US$ 136,5 a tonelada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No in&amp;#237;cio deste m&amp;#234;s o pre&amp;#231;o da tonelada do insumo apresentou pequenas altas di&amp;#225;rias, sendo cotado ontem a US$ 143, de acordo com o &amp;#237;ndice Platts, que &amp;#233; calculado tendo por base o pre&amp;#231;o do min&amp;#233;rio no mercado &amp;#224; vista (spot) da China. Se depender das previs&amp;#245;es clim&amp;#225;ticas, o pre&amp;#231;o deve continuar subindo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O volume de chuvas neste ver&amp;#227;o est&amp;#225;, de fato, maior e dever&amp;#225; prosseguir em Minas Gerais. Segundo o agrometeorologista da Somar Meteorologia, Marco Antonio dos Santos, as chuvas mais fortes este ano s&amp;#227;o explicadas pelo fen&amp;#244;meno clim&amp;#225;tico &apos;La Ni&amp;#241;a&apos;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&apos;Em ver&amp;#245;es em anos de La Ni&amp;#241;a, os efeitos recaem na regi&amp;#227;o central do Brasil. Os volumes acumulados est&amp;#227;o muito grandes, principalmente na regi&amp;#227;o metropolitana de Belo Horizonte&apos;, disse o especialista, que destacou que nos &amp;#250;ltimos dias o volume de chuvas para o per&amp;#237;odo &amp;#233; o maior nos &amp;#250;ltimos cem anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tr&amp;#233;gua. Para os pr&amp;#243;ximos dias, a previs&amp;#227;o &amp;#233; de que as chuvas diminuam em Minas. No entanto, a tr&amp;#233;gua n&amp;#227;o dever&amp;#225; durar muito. &apos;Depois deve voltar a chover na segunda quinzena de janeiro e em fevereiro continua chovendo&apos;, frisou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mesmo que as previs&amp;#245;es meteorol&amp;#243;gicas se confirmem e ajudem a elevar os pre&amp;#231;os, as sider&amp;#250;rgicas tendem a manter os contratos mais pr&amp;#243;ximos do valor no mercado &amp;#224; vista. Desde o fim do ano passado, os clientes chineses, por exemplo, migraram para o mercado &amp;#224; vista, no lugar da precifica&amp;#231;&amp;#227;o trimestral.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&apos;Essa tend&amp;#234;ncia no curto prazo n&amp;#227;o deve mudar&apos;, afirmou o analista do BB Investimentos, Victor Penna. Segundo ele, al&amp;#233;m das chuvas no Hemisf&amp;#233;rio Sul, a produ&amp;#231;&amp;#227;o na China &amp;#233; afetada pelo rigoroso inverno no pa&amp;#237;s, mais uma vari&amp;#225;vel que interfere na oferta mundial do produto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pre&amp;#231;os em alta nesse trimestre n&amp;#227;o vai significar necessariamente melhora de faturamento para as empresas que vendem o insumo. A contrapartida desse aumento &amp;#233; justamente a redu&amp;#231;&amp;#227;o da produ&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Procuradas, a Vale e a CSN n&amp;#227;o se manifestaram.&lt;br&gt;
Fonte: O Estad&amp;#227;o - Por FERNANDA GUIMAR&amp;#195;ES&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:00:54 -0200</pubDate></item><item><title>EXPORTA&amp;#199;&amp;#195;O DO CE SOMA US$ 1,4 BI</title><description>Em dezembro, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es cearenses somaram US$ 133 milh&amp;#245;es, um crescimento de 10,4% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao m&amp;#234;s anterior (US$ 120,5 milh&amp;#245;es) &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No acumulado do ano passado, de janeiro a dezembro de, o volume de exporta&amp;#231;&amp;#245;es do Cear&amp;#225; foi de US$ 1,4 bilh&amp;#227;o, um valor recorde resultado de um crescimento da ordem de 10,54% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s importa&amp;#231;&amp;#245;es, houve uma expans&amp;#227;o de 10,8% (US$ 2,4 bilh&amp;#245;es), resultado que supera o volume registrado em 2010, de US$ 2,1 bilh&amp;#245;es. Os dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa e Estrat&amp;#233;gica Econ&amp;#244;mica do Cear&amp;#225; (Ipece), &amp;#243;rg&amp;#227;o vinculado &amp;#224; Secretaria de Planejamento e Gest&amp;#227;o (Seplag) do Governo do Estado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em dezembro, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es cearenses somaram US$ 133 milh&amp;#245;es, um crescimento de 10,4% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao m&amp;#234;s anterior (US$ 120,5 milh&amp;#245;es). O desempenho &amp;#233; o segundo maior registro em 2011, inferior apenas a agosto, quando as exporta&amp;#231;&amp;#245;es totalizaram US$ 191,2 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As importa&amp;#231;&amp;#245;es, em dezembro do ano passado, chegaram a US$ 245,5 milh&amp;#245;es, ou seja, aumento de 11,2% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao resultado de novembro (US$ 220,7 milh&amp;#245;es). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o diretor Geral do Ipece, professor Fl&amp;#225;vio Ataliba, com esses movimentos (exporta&amp;#231;&amp;#245;es e importa&amp;#231;&amp;#245;es), o saldo negativo da balan&amp;#231;a comercial do Cear&amp;#225; alcan&amp;#231;ou US$ 1 bilh&amp;#227;o no ano passado, significando crescimento de 11,16% quando comparado com 2010 (US$ 899,7 milh&amp;#245;es). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A corrente de com&amp;#233;rcio exterior, que &amp;#233; a soma de todas as exporta&amp;#231;&amp;#245;es e importa&amp;#231;&amp;#245;es, totalizou um valor recorde de US$ 3,8 bilh&amp;#245;es em 2011, contra US$ 3,4 bilh&amp;#245;es em 2010, um incremento de 10,70%. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com a economista do Ipece, D&amp;#233;bora Gaspar Feitosa, o fluxo de com&amp;#233;rcio exterior cearense vem apresentando crescimento cont&amp;#237;nuo ao longo dos &amp;#250;ltimos dez anos. No per&amp;#237;odo, o destaque, segundo ela, &amp;#233; para uma varia&amp;#231;&amp;#227;o positiva de 222,34% na corrente de com&amp;#233;rcio referente ao acumulado dos respectivos anos, o que representa um incremento de US$ 2,6 bilh&amp;#245;es em valores absolutos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Servi&amp;#231;o - O Enfoque Econ&amp;#244;mico do Ipece pode ser acessado no site da secretaria na Internet. www.ipece.ce.gov.br.&lt;br&gt;
Fonte : O Povo - CE&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:00:41 -0200</pubDate></item><item><title>NORUEGUESA STATOIL FAZ OUTRA GRANDE DESCOBERTA DE PETR&amp;#211;LEO NO &amp;#193;RTICO</title><description>OSLO - A companhia norueguesa de energia Statoil informou nesta segunda-feira que, ao lado de suas parceiras Eni Norge e Petoro, realizou uma descoberta substancial de petr&amp;#243;leo no campo de Havis, no Mar de Barents, aumentando as perspectivas de reservas na remota regi&amp;#227;o do &amp;#193;rtico.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A descoberta melhora as perspectivas para a Noruega, oitava maior exportadora de petr&amp;#243;leo do mundo e segunda maior de g&amp;#225;s. O pa&amp;#237;s vem reduzindo a produ&amp;#231;&amp;#227;o do &amp;#243;leo desde 2001 e fez uma s&amp;#233;rie de descobertas mar&amp;#237;timas ao longo do &amp;#250;ltimo ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O reservat&amp;#243;rio tinha uma coluna de g&amp;#225;s de 48 metros e uma coluna de petr&amp;#243;leo de 128 metros, e os volumes estimados est&amp;#227;o entre 200 milh&amp;#245;es e 300 milh&amp;#245;es de barris de petr&amp;#243;leo recuper&amp;#225;vel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A companhia informou que o campo de Havis fica sete quil&amp;#244;metros a sudoeste da mais recente descoberta no campo de Skrugard, feita em abril do ano passado. Ainda que Havis fique sob a mesma licen&amp;#231;a de produ&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#233; uma estrutura independente. Havis e Skrugard est&amp;#227;o sob a licen&amp;#231;a PL532, obtida em 2009.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Havis &amp;#233; nossa segunda descoberta de petr&amp;#243;leo de alto impacto no Mar de Barents em nove meses&quot;, afirmou Helge Lund, executivo-chefe da Statoil.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O volume total provis&amp;#243;rio das duas descobertas na regi&amp;#227;o pode gerar entre 400 milh&amp;#245;es e 600 milh&amp;#245;es de barris de petr&amp;#243;leo recuper&amp;#225;vel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Statoil &amp;#233; a operadora da licen&amp;#231;a de produ&amp;#231;&amp;#227;o PL532, com uma parcela de 50% no neg&amp;#243;cio. Os parceiros possuem 30% (Eni Norge) e 20% (Petoro) do neg&amp;#243;cio.&lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Estado/Gabriel Bueno/Com informa&amp;#231;&amp;#245;es da Dow Jones e Reuters&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:00:29 -0200</pubDate></item><item><title>EMBARQUE POR PARANAGU&amp;#193; CONTINUAR&amp;#193; SENDO REF&amp;#201;M DA CHUVA</title><description>Coamo - &quot;Para n&amp;#243;s um dos principais entraves &amp;#233; este. Tem a ver tamb&amp;#233;m com a qualidade do produto embarcado. Mesmo quando alguma provid&amp;#234;ncia &amp;#233; tomada no in&amp;#237;cio, quando a nebulosidade chega &amp;#224; Ilha da Cotinga, a carga acaba sendo molhada. Tudo isso representa custo, principalmente para o operador respons&amp;#225;vel por entregar o carregamento no destino e em bom estado&quot;, observa Alexan&amp;#173;dro Cruzes, gerente da unidade da Coamo, maior cooperativa agroindustrial da Am&amp;#233;rica Latina, em Paranagu&amp;#225;. Ele diz que o Porto de Santos (SP) est&amp;#225; prestes a testar um modelo. &quot;Sei que &amp;#233; uma engenharia dif&amp;#237;cil, mas tem de ser pensada e discutida com os operadores graneleiros&quot;, argumenta.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estrada - Uma estrada que leve diretamente da entrada de Paranagu&amp;#225; ao Porto &amp;#233; uma das principais - e mais antigas - reivindica&amp;#231;&amp;#245;es da popula&amp;#231;&amp;#227;o e dos operadores do terminal. Para Juarez Moraes e Silva, que, al&amp;#233;m de diretor-presidente do TCP, &amp;#233; tamb&amp;#233;m presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Comercial, Industrial e Agr&amp;#237;cola de Parana&amp;#173;gu&amp;#225; (Aciap), essa responsabilidade &amp;#233; do poder p&amp;#250;blico. &quot;&amp;#201; o que diz a Lei Federal 8.630 [documento de 1993 que disp&amp;#245;e sobre o regime jur&amp;#237;dico da explora&amp;#231;&amp;#227;o dos por portos e suas instala&amp;#231;&amp;#245;es]. O problema no caso do acesso direto ao porto &amp;#233; que n&amp;#227;o h&amp;#225; uma decis&amp;#227;o ainda sobre de quem &amp;#233; a responsabilidade de fazer a obra - do governo estadual, da Appa, do munic&amp;#237;pio ou mesmo da concession&amp;#225;ria, a Ecovia&quot;, diz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gargalo - Ronaldo Sapateiro, gerente do terminal mar&amp;#237;timo da Fospar, em Paranagu&amp;#225;, tamb&amp;#233;m acredita que este &amp;#233; o principal gargalo do porto no presente e tamb&amp;#233;m em futuro pr&amp;#243;ximo, com a expans&amp;#227;o da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o - o terminal &amp;#233; o principal exportador de fertilizantes do pa&amp;#237;s. &quot;Um acesso direto, exclusivo, seria uma boa ideia&quot;, afirma. A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Log&amp;#237;stica foi procurada para comentar o assunto, mas n&amp;#227;o retornou o contato.&lt;br&gt;
Fonte: Midia News&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:00:16 -0200</pubDate></item><item><title>300 PESSOAS EMBARCAM HOJE EM FORTALEZA</title><description>No primeiro dia deste ano, o &quot;Ocean Dream&quot;, da companhia Pullmantur, j&amp;#225; era tamb&amp;#233;m primeiro navio de passageiros a atracar no Porto de Fortaleza em 2012. Nesta manh&amp;#227;, a embarca&amp;#231;&amp;#227;o de 205 metros de comprimento est&amp;#225; de volta &amp;#224; cidade para receber cerca de 300 passageiros e aquecer a economia da Capital. &quot;Geralmente, todos os passageiros descem para passear em cada porto que a embarca&amp;#231;&amp;#227;o atraca, beneficiando economicamente a cidade. &amp;#201; comum os visitantes procurarem barracas de praia, restaurantes e pontos de artesanato&quot;, diz a gerente de excurs&amp;#245;es do navio &quot;Ocean Dream&quot;, Lucila Missawa. De acordo com a Companhia Docas do Cear&amp;#225; (CDC), empresa que administra o terminal, a previs&amp;#227;o &amp;#233; que o navio chegue a Fortaleza &amp;#224;s 11 horas, atracando ao meio-dia. Para embarcar no cruzeiro, que conta com 490 cabines e tem capacidade para at&amp;#233; 1.422 pessoas, cada passageiro desembolsou, no m&amp;#237;nimo, US$ 1.020,00, que ontem correspondia a R$ 1.866,00. O destino ser&amp;#225; o arquip&amp;#233;lago Fernando de Noronha, em Pernambuco.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Destinos preferidos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apesar de estar inserida na temporada 2012/2013 de cruzeiros, que vai deste m&amp;#234;s at&amp;#233; abril, Fortaleza ainda n&amp;#227;o est&amp;#225; ente os locais mais procurados pelos turistas que viajam em grandes navios. Destinos como Salvador, Ilh&amp;#233;us e Macei&amp;#243; despontam como os favoritos dos visitantes na regi&amp;#227;o Nordeste, segundo a Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira de Cruzeiros Mar&amp;#237;timos (Abremar).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o diretor de opera&amp;#231;&amp;#245;es da CDC, Jorge Cavalcanti, a for&amp;#231;a do Porto de Fortaleza ainda est&amp;#225; nos navios de carga. &quot;Das embarca&amp;#231;&amp;#245;es que passam por aqui atualmente, apenas 2% s&amp;#227;o de passageiros. Acho que os turistas preferem mercados j&amp;#225; consolidados, como o Caribe, Europa ou at&amp;#233; o Sudeste do Brasil, que conta com uma estrutura mais preparada para receber visitantes&quot;, comenta. Atualmente, Fortaleza recebe em m&amp;#233;dia 40 atraca&amp;#231;&amp;#245;es de navios de passageiros por temporada, segundo Cavalcanti. Esse &amp;#237;ndice, por&amp;#233;m j&amp;#225; subiu bastante no &amp;#250;ltimos anos. Em 2000, por exemplo, apenas oito atraca&amp;#231;&amp;#245;es aconteceram na cidade, n&amp;#250;mero 350% maior do que o de 2010.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Novo terminal&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Buscando atrair mais visitantes, o Porto do Mucuripe receber&amp;#225; diversas melhorias nos pr&amp;#243;ximos anos. A mais significativa &amp;#233; a constru&amp;#231;&amp;#227;o do Novo Terminal Mar&amp;#237;timo de Passageiros do Porto de Fortaleza, que deve ter sua infraestrutura pronta at&amp;#233; dezembro de 2013. O equipamento ser&amp;#225; dotado de estacionamento, &amp;#225;rea de bagagens, balc&amp;#245;es para &quot;check-in&quot; e &quot;check-out&quot;, acomoda&amp;#231;&amp;#227;o para espera, restaurante, lojas e espa&amp;#231;o de contempla&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte: Di&amp;#225;rio do Nordesete (CE)&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:00:02 -0200</pubDate></item><item><title>MAIS DOIS CHEGARAM AO CEAR&amp;#193; ONTEM</title><description>O desembarque foi feito no Porto do Pec&amp;#233;m &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mais dois trens unidades el&amp;#233;tricas (TUEs) que ir&amp;#227;o circular na linha Sul do metr&amp;#244; de Fortaleza chegaram ao Cear&amp;#225; ontem. Cada trem &amp;#233; composto por tr&amp;#234;s carros de passageiros. O desembarque foi feito no Porto do Pec&amp;#233;m. Estas composi&amp;#231;&amp;#245;es, assim como outras duas que j&amp;#225; est&amp;#227;o no Cear&amp;#225;, fazem parte do pacote de 20 trens pelo Governo do Estado, por meio da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor). Os outros 16 trens devem chegar at&amp;#233; outubro deste ano.  &lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste/CE &lt;br&gt;
Data : 10/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:59:49 -0200</pubDate></item><item><title>PEC&amp;#201;M PODER&amp;#193; CONCENTRAR IMPORTA&amp;#199;&amp;#195;O DE ARROZ NO NE</title><description>Terminal Portu&amp;#225;rio do Pec&amp;#233;m est&amp;#225; se preparando para iniciar uma nova opera&amp;#231;&amp;#227;o comercial &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Terminal Portu&amp;#225;rio do Pec&amp;#233;m est&amp;#225; se preparando para iniciar uma nova opera&amp;#231;&amp;#227;o comercial: a importa&amp;#231;&amp;#227;o de arroz em grandes volumes. Em virtude da quebra da safra da regi&amp;#227;o Sul, que abastece grande parte do Brasil, a compra do cereal de outros pa&amp;#237;ses dever&amp;#225; ser a alternativa para o abastecimento interno, e o porto cearense quer se credenciar para ser o centro concentrador desta carga para todo o Nordeste, se poss&amp;#237;vel. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o presidente da Cear&amp;#225;portos - empresa administradora do terminal portu&amp;#225;rio -, Erasmo Pitombeira, o Pec&amp;#233;m j&amp;#225; est&amp;#225; se preparando para esta nova demanda, e tendo reuni&amp;#245;es com operadores para discutir a quest&amp;#227;o. A ideia &amp;#233; importar arroz do Vietn&amp;#227;, a granel e &quot;big bag&quot; (em grandes sacos). &quot;N&amp;#243;s estamos vendo que tipo de arma&amp;#231;&amp;#227;o que essa opera&amp;#231;&amp;#227;o vai ter, em termo de cont&amp;#234;iner&quot;, aponta Pitombeira. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com ele, o porto j&amp;#225; realizou opera&amp;#231;&amp;#245;es com arroz, mas em pequenas quantidades. Para receber o produto em maiores volumes, deve ser organizado todo um novo esquema de log&amp;#237;stica, como a reserva de espa&amp;#231;o na retro&amp;#225;rea do complexo portu&amp;#225;rio. &quot;O porto deve ter condi&amp;#231;&amp;#245;es de receber e entregar o produto. E temos que discutir isso com os operadores, como, por exemplo, quanto tempo que eles deixam no dep&amp;#243;sito, ou se os compradores tiram logo o produto&quot;, explica. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente afirma que, como o arroz vem com casca, sendo beneficiado aqui, a opera&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; com volumes muito altos, que v&amp;#227;o impactar significativamente a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o total do porto. &quot;O Porto do Pec&amp;#233;m tem condi&amp;#231;&amp;#245;es de brigar por carga, e vamos correr atr&amp;#225;s de carga nova&quot;, afirma. Os volumes importados seriam destinados a todo o Estado e, dependendo das negocia&amp;#231;&amp;#245;es, para o Nordeste. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Amplia&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; licitadas, as obras da segunda fase de amplia&amp;#231;&amp;#227;o do Porto do Pec&amp;#233;m, que estavam programadas pelo cons&amp;#243;rcio vencedor da licita&amp;#231;&amp;#227;o para iniciarem agora em janeiro, est&amp;#227;o ainda &amp;#224; espera da ordem de servi&amp;#231;o, a ser dada pelo governador Cid Gomes. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O servi&amp;#231;o ser&amp;#225; tocado pelas construtoras cearenses Marquise e Queiroz Galv&amp;#227;o e a paranaense Iva&amp;#237;, no custo de R$ 568 milh&amp;#245;es. O prazo para a execu&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; de 30 meses. A nova amplia&amp;#231;&amp;#227;o do porto dotar&amp;#225; o equipamento das condi&amp;#231;&amp;#245;es necess&amp;#225;rias para receber os empreendimentos estruturantes a serem instalados no Cear&amp;#225;, em especial a Companhia Sider&amp;#250;rgica do Pec&amp;#233;m (CSP). Inicialmente, ser&amp;#225; constru&amp;#237;da uma ponte de acesso ao quebra-mar existente, com 1.520 metros de extens&amp;#227;o e 33 metros de largura.&lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste/CE &lt;br&gt;
Data : 10/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:59:36 -0200</pubDate></item><item><title>ANTT REV&amp;#202; TARIFAS DAS CONCESSION&amp;#193;RIAS</title><description>Ag&amp;#234;ncia divulgou ontem a proposta de novos tetos tarif&amp;#225;rios nos onze trechos concedidos &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo federal resolveu, com mais de 15 anos de atraso, submeter as concession&amp;#225;rias de ferrovias ao seu primeiro ciclo de revis&amp;#227;o tarif&amp;#225;ria. Ontem, a Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou a proposta de novos tetos tarif&amp;#225;rios para o transporte de cargas nos onze trechos concedidos a partir do processo de desestatiza&amp;#231;&amp;#227;o, iniciado em 1996. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao longo da vig&amp;#234;ncia dos contratos, as tarifas das concession&amp;#225;rias foram reajustadas sem an&amp;#225;lises mais aprofundadas sobre o transporte de cargas no pa&amp;#237;s. A ag&amp;#234;ncia reguladora realizou apenas corre&amp;#231;&amp;#245;es de pre&amp;#231;os anuais, pelo &amp;#205;ndice Geral de Pre&amp;#231;os - Disponibilidade Interna (IGP-DI). J&amp;#225; o processo de revis&amp;#227;o tarif&amp;#225;ria est&amp;#225; previsto para ocorrer a cada cinco anos. Neste caso, a ANTT tamb&amp;#233;m considera o c&amp;#225;lculo das receitas necess&amp;#225;rias &amp;#224; cobertura dos custos tribut&amp;#225;rios, operacionais e a remunera&amp;#231;&amp;#227;o adequada das concession&amp;#225;rias pelo capital investido. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A falta de revis&amp;#227;o provocada pelas &quot;lacunas regulat&amp;#243;rias&quot;, segundo os relat&amp;#243;rios da ag&amp;#234;ncia, levou a redu&amp;#231;&amp;#245;es do teto tarif&amp;#225;rio que variam de 10,9%, para a Ferrovia Teresa Cristina, a 69,9%, para Estrada de Ferro Caraj&amp;#225;s, da Vale. A parcela fixa de transporte de min&amp;#233;rio de ferro nesta ferrovia, por exemplo, est&amp;#225; estimada em R$ 1,95 a tonelada. Os valores de cada concession&amp;#225;ria entraram em consulta p&amp;#250;blica - para receber cr&amp;#237;ticas e sugest&amp;#245;es do setor - at&amp;#233; o dia 10 de fevereiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O superintendente de Servi&amp;#231;os de Transportes de Cargas da ANTT, Noboru Ofugi, disse que haver&amp;#225; altera&amp;#231;&amp;#227;o dos n&amp;#250;meros apenas se houver uma justificativa plaus&amp;#237;vel das concession&amp;#225;rias. Ele prev&amp;#234; que, ao t&amp;#233;rmino da consulta p&amp;#250;blica, o &amp;#243;rg&amp;#227;o regulador deve levar mais um m&amp;#234;s para analisar as contribui&amp;#231;&amp;#245;es e finalmente aprovar os valores de refer&amp;#234;ncia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A primeira revis&amp;#227;o tarif&amp;#225;ria do setor est&amp;#225; inserida em um conjunto de a&amp;#231;&amp;#245;es adotadas pelo governo desde o ano passado com o objetivo de obter maiores ganhos de produtividade nas ferrovias brasileiras, associados a mecanismos de integra&amp;#231;&amp;#227;o e compartilhamento da malha. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao analisar os desafios do setor, a ANTT constatou que o transporte de cargas ferrovi&amp;#225;rio tem mais de 80% da sua produ&amp;#231;&amp;#227;o voltada para mercadorias com destino &amp;#224; exporta&amp;#231;&amp;#227;o ou a importa&amp;#231;&amp;#227;o de insumos utilizados na produ&amp;#231;&amp;#227;o agr&amp;#237;cola. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ag&amp;#234;ncia tamb&amp;#233;m identifica forte concentra&amp;#231;&amp;#227;o no setor. &quot;Quase a totalidade do controle acion&amp;#225;rio das ferrovias &amp;#233; exercido por duas companhias: a Vale exercendo o controle das ferrovias Estrada de Ferro Caraj&amp;#225;s, Estrada de Ferro Vit&amp;#243;ria a Minas, Ferrovia Centro Atl&amp;#226;ntica, Ferrovia Norte Sul e 40% de participa&amp;#231;&amp;#227;o na MRS Log&amp;#237;stica&quot;. A segundo companhia de peso no setor &amp;#233; a ALL, que det&amp;#233;m o controle das ferrovias ALL Malha SUL, ALL Malha Norte, ALL Malha Oeste e ALL Malha Paulista. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os representantes do setor ainda n&amp;#227;o se manifestaram sobre as tarifas propostas pela ANTT. A Associa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Transportadores Ferrovi&amp;#225;rios (ANTF) informou que as empresas ainda analisam as informa&amp;#231;&amp;#245;es apresentadas pela ag&amp;#234;ncia.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:59:23 -0200</pubDate></item><item><title>FMC MONTA CENTRO DE PESQUISA NO RIO</title><description>A FMC Technologies, fabricantes de equipamentos e uma das maiores fornecedores da Petrobras, inaugurou ontem no Parque Tecnol&amp;#243;gico da Cidade Universit&amp;#225;ria (na ilha do Fund&amp;#227;o, zona norte) seu terceiro centro de tecnologia - ela j&amp;#225; tem dois instalados na Noruega e Estados Unidos. Paulo Couto, vice-presidente de Tecnologia da FMC no Brasil, definiu o local como a &quot;disneyl&amp;#226;ndia da engenharia submarina&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A FMC tornou-se a terceira empresa estrangeira a se instalar no Parque Tecnol&amp;#243;gico do Fund&amp;#227;o, seguindo os passos da Schlumberger e da Baker Hughes. E como &amp;#233; costumeiro nessa ind&amp;#250;stria, atraiu seus fornecedores, como a Teledyne, cuja divis&amp;#227;o de desenho oce&amp;#226;nico presta servi&amp;#231;os para a FMC Brasil.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em cerim&amp;#244;nia concorrida, com a presen&amp;#231;a de executivos do setor e da Petrobras, John Gremp, presidente global da FMC Technologies, disse que a companhia espera exercer a op&amp;#231;&amp;#227;o de compra dos 55% de a&amp;#231;&amp;#245;es da americana Schilling Robotics at&amp;#233; 30 de mar&amp;#231;o e assumir o controle da companhia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o executivo, a sinergia entre as duas empresas j&amp;#225; deu resultados. A FMC vai utilizar pela primeira vez engenharia rob&amp;#243;tica submarina da Schilling no pa&amp;#237;s. Os equipamentos ser&amp;#227;o instalados para estimular a produ&amp;#231;&amp;#227;o de dois campos maduros da Petrobras na bacia de Campos, Congro e Corvina. O vice-presidente de Tecnologia da FMC Brasil, Paulo Couto, explicou que os equipamentos dever&amp;#227;o ser instalados nos dois campos at&amp;#233; 2013. A opera&amp;#231;&amp;#227;o teve in&amp;#237;cio em 2008, quando a FMC adquiriu 45% da Schilling por US$ 116 milh&amp;#245;es e n&amp;#227;o s&amp;#227;o conhecidos os valores da op&amp;#231;&amp;#227;o de compra.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O projeto dos campos de Congro e Corvina s&amp;#227;o os pr&amp;#243;ximos grandes projetos de separa&amp;#231;&amp;#227;o [de &amp;#225;gua e &amp;#243;leo] com a Petrobras&quot;, afirmou Couto. De acordo com ele, a previs&amp;#227;o &amp;#233; aumentar o n&amp;#250;mero de pesquisadores dos atuais 200 para 300 nos pr&amp;#243;ximos anos. A FMC investe anualmente 5% do seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento. No Brasil, dos R$ 200 milh&amp;#245;es previstos para investimentos entre 2010 e 2012, foram destinados R$ 70 milh&amp;#245;es ao centro de pesquisas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gremp frisou que os investimentos feitos no territ&amp;#243;rio brasileiro s&amp;#227;o muito similares aos empenhados em outras regi&amp;#245;es do mundo com forte potencial de explora&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#243;leo em &amp;#225;guas profundas. Al&amp;#233;m disso, o presidente destacou a parceria com a Petrobras como um dos principais motivos para continuar crescendo no pa&amp;#237;s. &quot;O Brasil est&amp;#225; crescendo, o mercado de &amp;#225;guas profundas est&amp;#225; crescendo e novas tecnologias s&amp;#227;o necess&amp;#225;rias para o desenvolvimento do mercado&quot;, disse.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Jos&amp;#233; Formigli, gerente-executivo de explora&amp;#231;&amp;#227;o e produ&amp;#231;&amp;#227;o do pr&amp;#233;-sal da Petrobras, mencionou que ao se instalar no Brasil, a FMC pode fornecer tecnologia &quot;customizada&quot;. A nova unidade da FMC ocupa 22 mil metros quadrados e foi projetada para testar prot&amp;#243;tipos em escala real dos equipamentos fabricados pela empresa. O primeiro a ser testado foi o Separador Submarino &amp;#193;gua-&amp;#211;leo (SSAO) encomendado pela Petrobras e que est&amp;#225; em fase de testes no campo de Marlim Sul.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Por Cl&amp;#225;udia Sch&amp;#252;ffner e Marta Nogueira | Do Rio&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:58:54 -0200</pubDate></item><item><title>CONTRATO DE VALE E ADM &amp;#201; AMPLIADO</title><description>Quase 2 milh&amp;#245;es de toneladas de produtos agr&amp;#237;colas originados ou processados pela ADM no Brasil ser&amp;#227;o escoadas pela malha log&amp;#237;stica da Vale em 2012. No ano passado, segundo a mineradora, os volumes movimentados para a multinacional americana somaram 615 mil toneladas. Em negocia&amp;#231;&amp;#245;es conclu&amp;#237;das recentemente, foi acordado o incremento de 215% do total.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Elton P&amp;#225;ssaro, gerente-geral comercial da Vale, as cargas que ser&amp;#227;o transportadas incluem soja, milho e farelo de soja. O contrato, esclarece a empresa, &quot;prev&amp;#234; a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o de solu&amp;#231;&amp;#245;es que interliguem linha f&amp;#233;rrea e terminais ferrovi&amp;#225;rios aos complexos portu&amp;#225;rios de Ponta da Madeira (MA), Santos (SP) e Tubar&amp;#227;o (ES). Os detalhes financeiros da transa&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o foram divulgados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Trata-se do aumento da participa&amp;#231;&amp;#227;o de um cliente considerado importante pela Vale&quot;, diz P&amp;#225;ssaro. Antes do novo acordo, a ADM usava apenas um dos corredores de escoamento da Vale - de Araguari, no Tri&amp;#226;ngulo Mineiro, at&amp;#233; o porto de Vit&amp;#243;ria (ES). Agora, a m&amp;#250;lti tamb&amp;#233;m utilizar&amp;#225; o corredor que liga Araguari ao porto de Santos e o que une Colinas (TO) at&amp;#233; Ponta da Madeira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com esse &amp;#250;ltimo trecho, destaca a Vale, a ADM volta a transportar soja no Sistema Norte, pela Ferrovia Norte-Sul. &quot;Com o terminal de gr&amp;#227;os no porto de S&amp;#227;o Lu&amp;#237;s [Tegram, em fase de elabora&amp;#231;&amp;#227;o de projeto], esse trecho norte vai crescer&quot;, diz P&amp;#225;ssaro. No trecho entre Araguari e Santos, o contrato tamb&amp;#233;m representa, para a Vale, movimento agr&amp;#237;cola novo em um ramo sem opera&amp;#231;&amp;#245;es com produtos do setor no ano passado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Procurada, a ADM n&amp;#227;o se pronunciou sobre o novo contrato com a Vale. A m&amp;#250;lti &amp;#233; uma das maiores tradings de gr&amp;#227;os do mundo. No Brasil, a soja &amp;#233; o carro-chefe dos neg&amp;#243;cios. A empresa tem quatro unidades de processamento da oleaginosa no pa&amp;#237;s, com capacidade conjunta para 4 milh&amp;#245;es de toneladas por safra. Al&amp;#233;m disso, exporta o gr&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em todas as suas &amp;#225;reas de neg&amp;#243;cios, incluindo fertilizantes e cadeias como a sucroalcooleira, transporta mais de 15 milh&amp;#245;es de toneladas por ano. Em informa&amp;#231;&amp;#245;es divulgadas recentemente ao Valor, a empresa real&amp;#231;ou que, al&amp;#233;m do transporte fluvial pelas hidrovias Tiet&amp;#234;-Paran&amp;#225; e Paraguai-Paran&amp;#225;, seu escoamento contava com o suporte de opera&amp;#231;&amp;#245;es pr&amp;#243;prias nos portos de Santos, Tubar&amp;#227;o, Paranagu&amp;#225; (PR), S&amp;#227;o Francisco do Sul (SC), Rio Grande (RS), Ponta da Madeira e Aratu (BA).&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Por Fernando Lopes | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:58:20 -0200</pubDate></item><item><title>AMERICAN DEVE QUASE US$ 1 BI AO BNDES</title><description>O banco financiou mais de 200 avi&amp;#245;es da Embraer, modelos 135, 140 e 145, &amp;#224; a&amp;#233;rea americana &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A recupera&amp;#231;&amp;#227;o judicial da American Airlines (AA), uma das maiores empresas de avia&amp;#231;&amp;#227;o comercial dos Estados Unidos, interessa diretamente a um grande credor brasileiro - o BNDES. O banco financiou mais de 200 avi&amp;#245;es da Embraer, modelos 135, 140 e 145, &amp;#224; a&amp;#233;rea americana, que recebeu as aeronaves brasileiras entre 1998 e 2002. Estimativas de mercado apontam que cerca de US$ 900 milh&amp;#245;es, ou 30% do valor inicial do financiamento do BNDES &amp;#224; American, ainda precisam ser pagos pela companhia. Os outros 70%, ou US$ 2,1 bilh&amp;#245;es dos cerca de US$ 3 bilh&amp;#245;es financiados pelo banco, segundo as proje&amp;#231;&amp;#245;es do setor, foram quitados. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#201; sobre essa parte da frota com empr&amp;#233;stimos vigentes que v&amp;#227;o se concentrar, nos pr&amp;#243;ximos meses, as negocia&amp;#231;&amp;#245;es entre American e BNDES e que tamb&amp;#233;m v&amp;#227;o envolver a Embraer. O processo est&amp;#225; no in&amp;#237;cio e ainda n&amp;#227;o h&amp;#225; registro de default, o que significa parcela vencida e n&amp;#227;o paga. At&amp;#233; entrar em recupera&amp;#231;&amp;#227;o judicial em 29 de novembro do ano passado, amparada pelo Cap&amp;#237;tulo 11 da Lei de Fal&amp;#234;ncias dos Estados Unidos, a American vinha cumprindo religiosamente os compromissos com o BNDES. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fontes do setor aeron&amp;#225;utico dizem que o Cap&amp;#237;tulo 11 d&amp;#225; seguran&amp;#231;a ao BNDES de que outros credores n&amp;#227;o ter&amp;#227;o tratamento privilegiado em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao banco na renegocia&amp;#231;&amp;#227;o das d&amp;#237;vidas. As primeiras reuni&amp;#245;es de negocia&amp;#231;&amp;#227;o ainda ser&amp;#227;o marcadas. O pagamento dos pr&amp;#243;ximos vencimentos, em 2012, depende dessas negocia&amp;#231;&amp;#245;es. Ao entrar em recupera&amp;#231;&amp;#227;o judicial, a empresa ganhou esse direito da corte junto aos seus credores e fornecedores. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nas negocia&amp;#231;&amp;#245;es, existe, por&amp;#233;m, a possibilidade de o BNDES ter que assumir, como credor, parte das aeronaves da Embraer hoje em poder da American para recolocar estes avi&amp;#245;es no mercado, seja com empresas de leasing, seja com companhias a&amp;#233;reas. At&amp;#233; hoje houve somente um caso de default que obrigou o BNDES a retomar a aeronave financiada e recoloc&amp;#225;-la no mercado. Um observador disse que esse &amp;#233; um indicador de que a carteira do banco para o setor aeron&amp;#225;utico &amp;#233; saud&amp;#225;vel, com boa gera&amp;#231;&amp;#227;o de receitas e de margens, apesar dos riscos. Nessa carteira, h&amp;#225; mais de 40 companhias, entre empresas a&amp;#233;reas e de leasing financiadas pelo banco. O BNDES informou, via assessoria de imprensa, que tomou conhecimento da recupera&amp;#231;&amp;#227;o judicial da American Airlines, foi contatado pela empresa e est&amp;#225; em negocia&amp;#231;&amp;#227;o. O banco n&amp;#227;o faz outros coment&amp;#225;rios sobre o caso, nem cita valores envolvidos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O ponto de partida da negocia&amp;#231;&amp;#227;o entre American, BNDES e Embraer ser&amp;#225; a proposta da a&amp;#233;rea aos credores nem seu plano de reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o. O banco, segundo fontes pr&amp;#243;ximas das negocia&amp;#231;&amp;#245;es, sente-se confort&amp;#225;vel por considerar que o processo de reorganiza&amp;#231;&amp;#227;o da a&amp;#233;rea vai permitir &amp;#224; empresa sentar com todos os credores e apresentar um plano de neg&amp;#243;cios para o futuro. Uma fonte disse que o BNDES tamb&amp;#233;m conta com garantias extras, al&amp;#233;m das aeronaves, no financiamento. O pedido de prote&amp;#231;&amp;#227;o, feito &amp;#224; Corte de Fal&amp;#234;ncias do distrito sul de Nova Iorque, partiu da AMR Corporation, controladora da American Airlines e da American Eagle. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em comunicado aos credores e locadores de aeronaves, em 29 de novembro de 2011, o vice-presidente de desenvolvimento corporativo e tesoureiro da companhia, Beverly Goulet, reconheceu que a empresa n&amp;#227;o podia se dar ao luxo de manter todos os avi&amp;#245;es atuais nas suas frotas nem da American Eagle nas taxas atuais. A American considerou, na ocasi&amp;#227;o, n&amp;#227;o ter alternativa a n&amp;#227;o ser negociar redu&amp;#231;&amp;#245;es substanciais no custo das aeronaves retidas. E admitiu que durante um per&amp;#237;odo garantido pela Lei de Fal&amp;#234;ncias planejava pagar o aluguel e a parte principal e juros de hipotecas somente de uma parte da frota de aeronaves. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A an&amp;#225;lise da empresa de que precisar&amp;#225; reestruturar a frota considera as encomendas de novos avi&amp;#245;es feitas &amp;#224; Boeing e Airbus. Est&amp;#225; claro que a empresa tem necessidade de acelerar a renova&amp;#231;&amp;#227;o de aeronaves. Como resultado, n&amp;#227;o dever&amp;#225; requerer todas as aeronaves atualmente em poder da companhia. Segundo sua informa&amp;#231;&amp;#227;o, a frota combinada soma 900 aeronaves. Os modelos 135, 140 e 145 da Embraer, com capacidade de 37 a 50 passageiros, s&amp;#227;o aeronaves que t&amp;#234;m nicho em rotas menores para substituir turbo-h&amp;#233;lices, disse fonte do setor. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No in&amp;#237;cio, as mais de 200 aeronaves adquiridas da Embraer tinham o financiamento atrelado &amp;#224; American Eagle. Depois o contrato financeiro e as aeronaves foram transferidos para a controladora. Da&amp;#237; que hoje o devedor do BNDES seja diretamente a companhia a&amp;#233;rea americana. &quot;Hoje as aeronaves da Embraer s&amp;#227;o de propriedade da American, n&amp;#227;o est&amp;#227;o em leasing&quot;, disse uma fonte. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O vice-presidente da Embraer para o mercado de avia&amp;#231;&amp;#227;o comercial, Paulo C&amp;#233;sar de Souza e Silva, disse que a American tomou a decis&amp;#227;o de pedir prote&amp;#231;&amp;#227;o ao Cap&amp;#237;tulo 11 da Lei de Fal&amp;#234;ncias porque tinha o maior custo entre as chamadas &quot;majors&quot; do setor e era a &amp;#250;nica, entre essas grandes companhias americanas, que ainda n&amp;#227;o havia seguido esse caminho. Em 2010, United e Continental, anunciaram acordo de fus&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Souza e Silva, quando sair da recupera&amp;#231;&amp;#227;o, a American dever&amp;#225; ter um custo bem mais baixo, em linha com as demais empresas, e poder&amp;#225; competir e investir de forma a se tornar novamente uma das principais companhias a&amp;#233;reas do mundo. &quot;Ainda n&amp;#227;o sabemos ao certo quantas aeronaves regionais permanecer&amp;#227;o na sua frota [da AA], mas acreditamos que seja a maioria. Poder&amp;#225; haver tamb&amp;#233;m novas oportunidades de neg&amp;#243;cios, com jatos maiores, como os E-Jets [da Embraer]. Teremos que aguardar para saber os planos da AA&quot;, disse o executivo em e-mail enviado ao Valor. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A American reconheceu no comunicado aos credores de 29 de novembro que a substancial desvantagem de custos da empresa em rela&amp;#231;&amp;#227;o aos principais concorrentes, os quais tamb&amp;#233;m reestruturaram d&amp;#237;vidas e custos via Cap&amp;#237;tulo 11, tornou-se cada vez mais insustent&amp;#225;vel devido o impacto acelerado da incerteza econ&amp;#244;mica global. Esse cen&amp;#225;rio, apontou, resulta em instabilidade de receita, pre&amp;#231;os de combust&amp;#237;veis vol&amp;#225;teis e crescentes e intensifica&amp;#231;&amp;#227;o dos desafios de competitividade. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fontes do setor aeron&amp;#225;utico n&amp;#227;o acreditam que a American Airlines v&amp;#225; desaparecer. Pelo contr&amp;#225;rio, apostam que a empresa poder&amp;#225; sair mais forte do processo de reorganiza&amp;#231;&amp;#227;o pelo qual dever&amp;#225; apresentar um plano de neg&amp;#243;cios que tende a incluir a devolu&amp;#231;&amp;#227;o de aeronaves alugadas e a renegocia&amp;#231;&amp;#227;o de contratos da frota pr&amp;#243;pria.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:57:53 -0200</pubDate></item><item><title>PORTU&amp;#193;RIOS DE TODO O PA&amp;#205;S V&amp;#195;O ENTRAR EM GREVE EM FEVEREIRO</title><description>Os portu&amp;#225;rios de portos p&amp;#250;blicos de todo o Pa&amp;#237;s v&amp;#227;o fazer uma greve de 24 horas no dia 8 de fevereiro. A categoria reivindica uma solu&amp;#231;&amp;#227;o para o desequil&amp;#237;brio financeiro no Portus, o fundo de previd&amp;#234;ncia complementar da categoria, que est&amp;#225; com um rombo de cerca de R$ 4 bilh&amp;#245;es, o que tem impedido o repasse aos trabalhadores. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Se o governo n&amp;#227;o negociar at&amp;#233; l&amp;#225;, a greve deve se estender por tempo indeterminado, a partir do dia 23 do mesmo m&amp;#234;s. A greve deve atingir entre 25 mil e 30 mil trabalhadores, segundo a Federa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Portu&amp;#225;rios (FNP). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O calend&amp;#225;rio foi aprovado em reuni&amp;#227;o das lideran&amp;#231;as sindicais na &amp;#250;ltima sexta-feira, dia 6 de janeiro, em Santos, litoral de S&amp;#227;o Paulo.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os diretores Marildo Capanema, Gilmar Bastos, Irineu Barros Filho e Herval Nogueira Junior, do Sindicato Unificado da Orla Portu&amp;#225;ria (Suport-ES), que representa os trabalhadores da Codesa (Companhia Docas do Esp&amp;#237;rito Santo), estiveram presentes representando os portu&amp;#225;rios capixabas.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o presidente da FNP, Eduardo Guterra, dos 30 sindicatos filiados &amp;#224; associa&amp;#231;&amp;#227;o, 11 t&amp;#234;m o Portus.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No dia 24 deste m&amp;#234;s ser&amp;#227;o feitas assembleias para comunicar aos companheiros os rumos do movimento. Lembramos que no dia 23 tamb&amp;#233;m acaba o prazo da interven&amp;#231;&amp;#227;o feita no Portus pelo governo, desde setembro do ano passado.  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Antes da mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o vamos buscar audi&amp;#234;ncias com a Secretaria de Portos (SEP), o Minist&amp;#233;rio da Previd&amp;#234;ncia Social e a Secretaria Geral da Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica&quot;, disse Guterra. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O rombo nos cofres do Portus se deve &amp;#224; falta de repasse dos valores pelas companhias docas. Ainda h&amp;#225; mais R$ 1,2 bilh&amp;#227;o referente a uma d&amp;#237;vida da j&amp;#225; extinta Portobras e nenhuma medida para resolver o problema foi apontada. O ideal, segundo o presidente da FNP, seria fazer um novo levantamento do total devido. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Acordo&lt;br&gt;
Os portu&amp;#225;rios tamb&amp;#233;m est&amp;#227;o de olho no Acordo Coletivo, que vence em maio. A luta &amp;#233; pelo reajuste de acordo com o INPC. Al&amp;#233;m do Porto de Vit&amp;#243;ria, Santos, Rio de Janeiro, Salvador, Natal e Bel&amp;#233;m do Par&amp;#225; n&amp;#227;o assinaram acordo, sendo que o governo vetou algumas cl&amp;#225;usulas que j&amp;#225; haviam sido negociadas com as companhias docas.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:57:38 -0200</pubDate></item><item><title>CABOTAGEM &amp;#201; VI&amp;#193;VEL (4)</title><description>O Brasil &amp;#233; a sexta maior economia mundial, pretendendo ser a quarta maior at&amp;#233; 2030. Ora, mesmo em tempos de Internet, grande parte do com&amp;#233;rcio implica em transporte f&amp;#237;sico, com todos os seus custos, que influenciam no pre&amp;#231;o final das mercadorias, seja na produ&amp;#231;&amp;#227;o ou na distribui&amp;#231;&amp;#227;o, e provavelmente em ambas. Quanto maior o custo, mais dif&amp;#237;cil &amp;#233; a comercializa&amp;#231;&amp;#227;o, mesmo no mercado interno - que o digam os industriais que precisam enfrentar a concorr&amp;#234;ncia estrangeira no pr&amp;#243;prio mercado dom&amp;#233;stico.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Assim, o controle sobre os custos de transporte/log&amp;#237;stica se torna de import&amp;#226;ncia vital e estrat&amp;#233;gica para uma economia em expans&amp;#227;o, principalmente dentro do pr&amp;#243;prio territ&amp;#243;rio, como no caso da cabotagem. Os principais pa&amp;#237;ses sempre cuidaram disso, com medidas protecionistas, como a reserva de mercado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Levantamento feito pelo Departamento de Transportes da Maritime Administration (Marad) dos Estados Unidos, citado em janeiro de 2009 na Avalia&amp;#231;&amp;#227;o da Pol&amp;#237;tica Mar&amp;#237;tima dos EUA para os pr&amp;#243;ximos 30 anos e lembrado pelo vice-almirante (RR) Murillo de Moraes Rego Correa Barbosa, em recente palestra feita em Santos, mostra o comportamento de um grupo de 56 pa&amp;#237;ses com frota oce&amp;#226;nica de pelo menos 50 embarca&amp;#231;&amp;#245;es superiores a 1.000 TPB e litoral aberto para &amp;#225;guas internacionais, entre outros quesitos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Desses 56 pa&amp;#237;ses, 40 possuem cabotagem restrita a navios nacionais e 17 aplicam subs&amp;#237;dios diretos em favor da frota nacional, enquanto 13 pa&amp;#237;ses aplicam subs&amp;#237;dios indiretos, 43 aplicam restri&amp;#231;&amp;#245;es sobre a composi&amp;#231;&amp;#227;o das tripula&amp;#231;&amp;#245;es e 37 pa&amp;#237;ses t&amp;#234;m restri&amp;#231;&amp;#245;es sobre a propriedade das embarca&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os argumentos s&amp;#227;o, em suma: desenvolver uma marinha mercante, dar prefer&amp;#234;ncia ao trabalho e &amp;#224; ind&amp;#250;stria nacional, gerar emprego internamente, apoiar a seguran&amp;#231;a nacional e proteger a economia dom&amp;#233;stica.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A cabotagem &amp;#233; por lei restrita a empresas de bandeira nacional em pa&amp;#237;ses como EUA, Alemanha, Jap&amp;#227;o, Gr&amp;#233;cia, Taiwan, China, Austr&amp;#225;lia, Chile, It&amp;#225;lia, Argentina, Venezuela, Ar&amp;#225;bia Saudita, Fran&amp;#231;a, Canad&amp;#225; e &amp;#205;ndia, enquanto Reino Unido, Noruega e Dinamarca, mesmo n&amp;#227;o excluindo a bandeira estrangeira, imp&amp;#245;em certas condi&amp;#231;&amp;#245;es. De todos esses pa&amp;#237;ses, apenas Noruega e Ar&amp;#225;bia Saudita n&amp;#227;o t&amp;#234;m requisitos de tripula&amp;#231;&amp;#227;o, enquanto Alemanha e It&amp;#225;lia aplicam pequenas restri&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os Estados Unidos tamb&amp;#233;m possuem leis restringindo a constru&amp;#231;&amp;#227;o naval para cabotagem a empresas desse pa&amp;#237;s. E h&amp;#225; subs&amp;#237;dios operacionais no Jap&amp;#227;o, na Alemanha, na Noruega, na Venezuela e na Fran&amp;#231;a, al&amp;#233;m de subs&amp;#237;dios indiretos no Reino Unido, China, Austr&amp;#225;lia, Chile, It&amp;#225;lia, Argentina e Dinamarca.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
N&amp;#227;o estamos s&amp;#243;s...&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:57:24 -0200</pubDate></item><item><title>PRINCIPAIS PORTOS DE PORTUGAL S&amp;#195;O ATINGIDOS POR GREVE DE 5 DIAS</title><description>Os trabalhadores dos principais portos portugueses come&amp;#231;aram uma greve de cinco dias nesta segunda-feira. A paralisa&amp;#231;&amp;#227;o pode afetar v&amp;#225;rios setores da economia do pa&amp;#237;s, frear as exporta&amp;#231;&amp;#245;es e provocar perdas de &quot;dezenas de milh&amp;#245;es de euros&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A medida &amp;#233; um protesto pelas demiss&amp;#245;es e pela &quot;precariza&amp;#231;&amp;#227;o dos contratos de trabalho&quot; por parte das empresas do setor. Os portos atingido pela greve s&amp;#227;o os de Viana do Castelo, Aveiro, Figueira da Foz, Lisboa, Set&amp;#250;bal e Cani&amp;#231;al, na ilha da Madeira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o diretor-executivo da Associa&amp;#231;&amp;#227;o de Agentes de Navega&amp;#231;&amp;#227;o, Belmar da Costa, a paralisa&amp;#231;&amp;#227;o pode causar o corte de provis&amp;#245;es nos setores automotivos, de combust&amp;#237;veis e da ind&amp;#250;stria e perdas de &quot;dezenas de milh&amp;#245;es de euros&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A previs&amp;#227;o &amp;#233; que a greve termine no pr&amp;#243;ximo s&amp;#225;bado, 14 de janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ONG dos tr&amp;#234;s, Forest Rescue, informou que eles queriam impedir que o barco japon&amp;#234;s perseguisse o &quot;Steve Irwin&quot;, uma embarca&amp;#231;&amp;#227;o da organiza&amp;#231;&amp;#227;o americana Sea Shepherd, que tenta impedir a pesca dos baleeiros japoneses. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:57:10 -0200</pubDate></item><item><title>JAP&amp;#195;O VAI ENTREGAR ECOLOGISTAS &amp;#192;S AUTORIDADES DA AUSTR&amp;#193;LIA</title><description>Tr&amp;#234;s ecologistas australianos que subiram clandestinamente em um navio japon&amp;#234;s que participa na campanha de pesca de baleias no Oceano Austral ser&amp;#227;o entregues &amp;#224;s autoridades australianas, anunciou o governo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um barco da alf&amp;#226;ndega australiana segue para o sul com o objetivo de receber os militantes que subiram no &quot;Shona Maru N&amp;#186;2&quot; no domingo. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:57:00 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO DE SANTOS - AMPLIA&amp;#199;&amp;#195;O DO TERMINAL DA VALE VAI REDUZIR GARGALOS LOG&amp;#205;STICOS</title><description>Os gargalos log&amp;#237;sticos do setor portu&amp;#225;rio brasileiro, principalmente os de Santos, poder&amp;#227;o ser minimizados em cerca de tr&amp;#234;s anos com a amplia&amp;#231;&amp;#227;o do Terminal Mar&amp;#237;timo da Ultraf&amp;#233;rtil (TUF), da Vale, no cais santista.A an&amp;#225;lise &amp;#233; do gerente geral da unidade, Ricardo Buteri, ao explicar a viabilidade ambiental do projeto, previsto para ser conclu&amp;#237;do no segundo semestre de 2014. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, o empreendimento encontra-se em fase de licenciamento ambiental. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que a licen&amp;#231;a pr&amp;#233;via seja emitida pela Cetesb em abril. J&amp;#225; a de instala&amp;#231;&amp;#227;o dever&amp;#225; ser liberada at&amp;#233; setembro, permitindo que o canteiro de obras estejamontado at&amp;#233; o final do ano. A &amp;#225;rea do terminal passar&amp;#225; de 185 mil para 800 mil metros quadrados. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com Buteri, um dos destaques do projeto &amp;#233; a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o das ferrovias para o transporte dos gran&amp;#233;is s&amp;#243;lidos (a&amp;#231;&amp;#250;car) e l&amp;#237;quidos (etanol) que passar&amp;#227;o a integrar amovimenta&amp;#231;&amp;#227;o do terminal. Os caminh&amp;#245;es ser&amp;#227;o usados apenas nas opera&amp;#231;&amp;#245;es de importa&amp;#231;&amp;#227;o de fertilizantes. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O transporte de cargas por ferrovia est&amp;#225; previsto para a totalidade da exporta&amp;#231;&amp;#227;o de gran&amp;#233;is agr&amp;#237;colas. O caminh&amp;#227;o continuar&amp;#225; para os fertilizantes, devido &amp;#224; pouca dist&amp;#226;ncia entre as f&amp;#225;bricas e o terminal. Ser&amp;#225; feito por caminh&amp;#227;o somente o que vamos transferir para as f&amp;#225;bricas&quot;, afirmou o gerente-geral, lembrando que o terminal est&amp;#225; a sete quil&amp;#244;metros das principais unidades do P&amp;#243;lo de Cubat&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Diante da necessidade de manter os caminh&amp;#245;es empelo menos uma das etapas, a empresa pensou em uma estrat&amp;#233;gia para evitar filas de carretas, quando aumentar a demanda por fertilizantes. Vai ser disponibilizado um estacionamento na &amp;#225;rea interna da instala&amp;#231;&amp;#227;o. &quot;A inten&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; evitar qualquer impacto na Pia&amp;#231;aguera (Rodovia Pia&amp;#231;aguera-Guaruj&amp;#225;)&quot;, destacou o executivo. Com a amplia&amp;#231;&amp;#227;o do terminal, ele espera mais que dobrar o volume de fertilizante movimentado, passando de 2,5 milh&amp;#245;es para quase 6 milh&amp;#245;es de toneladas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Confira a mat&amp;#233;ria completa na edi&amp;#231;&amp;#227;o desta ter&amp;#231;a-feira de A Tribuna&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Localizado &amp;#224;s margens do Canal de Pia&amp;#231;aguera, o TUF, atualmente, limita-se a importar fertilizantes&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 10/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:56:46 -0200</pubDate></item><item><title>NAVIO ENCALHADO NA NOVA ZEL&amp;#194;NDIA SE PARTE AO MEIO</title><description>Um navio de carga que encalhou h&amp;#225; 3 meses na costa da Nova Zel&amp;#226;ndia, perto de uma &amp;#225;rea de veraneio, se partiu ao meio devido ao mau tempo. A embarca&amp;#231;&amp;#227;o ainda est&amp;#225; presa nos recifes e elevou temores de um novo vazamento de &amp;#243;leo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Rena, navio de 47.230 toneladas, com bandeira liberiana, est&amp;#225; encalhado num recife a cerca de 22 km de Tauranga, na costa leste da ilha ao norte da Nova Zel&amp;#226;ndia, desde que encalhou no dia 5 de outubro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Autoridades mar&amp;#237;timas disseram que as duas partes do navio estavam no Astrolabe Reef, com a se&amp;#231;&amp;#227;o da popa distante cerca de 30 metros da proa, e v&amp;#234;m sendo atingidas pelas ondas devido ao mau tempo durante a noite.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Enquanto as duas partes continuam encalhadas no recife, elas agora est&amp;#227;o abertas ao mar e vulner&amp;#225;veis a maiores danos,&quot; disse o gerente da Unidade de Salvamento Mar&amp;#237;timo da Nova Zel&amp;#226;ndia, David Billington.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A proa do navio de 236 metros estava cambando cerca de 24 graus e sendo sacudida por ondas de cerca de 4,5 metros,&quot; ele disse.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A proa ainda est&amp;#225; firmemente presa no recife, mas corre o risco de ser inundada pela &amp;#225;gua do mar e deve se deteriorar ainda mais devido ao mar revolto,&quot; disse Billington.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Centenas de cont&amp;#234;ineres empilhados no conv&amp;#233;s do navio ca&amp;#237;ram no mar quando ele se partiu.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O comandante do National On Scene, Alex van Wijngaarden disse que equipes de socorro foram mobilizadas, incluindo especialistas em vazamento de &amp;#243;leo e vida selvagem.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Qualquer &amp;#243;leo que v&amp;#225; em dire&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; costa nos pr&amp;#243;ximos dias, deve chegar em uma quantidade bem menor do que a que vazou logo depois que o Rena encalhou,&quot; disse van Wijngaarden.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Equipes de salvamento j&amp;#225; bombearam mais de mil toneladas de &amp;#243;leo para fora do navio, embora uma parte tenha ficado a bordo.&lt;br&gt;
Fonte: Reuters Brasil&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:54:18 -0200</pubDate></item><item><title>NAVIO DINAMARQU&amp;#202;S ABORDA EMBARCA&amp;#199;&amp;#195;O COM PIRATAS E LIBERTA REF&amp;#201;NS</title><description>COPENHAGUE - Um navio da marinha dinamarquesa apreendeu um navio que estava sob controle de piratas perto da costa da Som&amp;#225;lia e libertou 14 ref&amp;#233;ns, informaram militares do pa&amp;#237;s neste domingo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio de guerra Absalon, servindo no combate &amp;#224; pirataria na miss&amp;#227;o Ocean Shield (Escudo Oce&amp;#226;nico), da OTAN, capturou o navio de pesca e 25 supostos piratas no s&amp;#225;bado, um porta-voz da marinha da Dinamarca afirmou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os piratas suspeitos, que se acredita serem da Som&amp;#225;lia, estavam sendo interrogados neste domingo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A opera&amp;#231;&amp;#227;o correu como planeado, sem baixas para a tripula&amp;#231;&amp;#227;o, ref&amp;#233;ns ou piratas&quot;, afirmou o comandante do Absalon,&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os ref&amp;#233;ns eram do Paquist&amp;#227;o e do Ir&amp;#227;, informou a nota.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A pirataria &amp;#233; comum ao largo do Chifre da &amp;#193;frica, interrompendo rotas mar&amp;#237;timas entre a Europa e a &amp;#193;sia, colocando marinheiros, navios e cargas em risco e custando milh&amp;#245;es a operadores mar&amp;#237;timos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio de pesca estava carregando botes pequenos com grandes motores de popa. Piratas usam frequentemente estes tipos de embarca&amp;#231;&amp;#245;es mais leves para abordar navios.&lt;br&gt;
Fonte: Reuters Brasil&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:54:08 -0200</pubDate></item><item><title>CODESP RETOMA DRAGAGEM DE APROFUNDAMENTO</title><description>A Companhia Docas do Estado de S&amp;#227;o Paulo (CODESP), recebeu autoriza&amp;#231;&amp;#227;o do Ibama para retomar a dragagem de aprofundamento do canal de navega&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Santos. Teve emitida, tamb&amp;#233;m pela autoridade ambiental, a Licen&amp;#231;a de Instala&amp;#231;&amp;#227;o para realizar mais dois trechos de dragagem de manuten&amp;#231;&amp;#227;o, empreendimentos contratados pela Secretaria de Portos (SEP), atrav&amp;#233;s de recursos do Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento - PAC, do Governo Federal, para estabelecer cota de -15 metros para navega&amp;#231;&amp;#227;o no Porto de Santos. _ Assessoria de Imprensa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Restando apenas cerca de 5 por cento de servi&amp;#231;os para conclus&amp;#227;o do aprofundamento do canal para 15 metros, o trabalho deve ser iniciado ap&amp;#243;s a chegada das  dragas. A &amp;#225;rea final &amp;#233; o trecho IV,  situado em frente ao Terminal de Gran&amp;#233;is L&amp;#237;quidos da Alemoa.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Licen&amp;#231;a de Instala&amp;#231;&amp;#227;o para dragagem de manuten&amp;#231;&amp;#227;o tem validade at&amp;#233; 23 de dezembro deste ano, abrangendo os trechos II, do entreposto de pesca &amp;#224; Torre Grande e III, da Torre Grande ao Armaz&amp;#233;m 5. O trecho I, da Barra ao Entreposto de Pesca, j&amp;#225; teve a manuten&amp;#231;&amp;#227;o executada. O trecho IV, at&amp;#233; a Alemoa, s&amp;#243; ser&amp;#225; realizado sob nova licen&amp;#231;a ap&amp;#243;s a conclus&amp;#227;o do aprofundamento para 15 metros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os servi&amp;#231;os ser&amp;#227;o realizados pelas dragas Xin Hai Feng, com capacidade para 18 mil metros c&amp;#250;bicos e chegada prevista ainda para este m&amp;#234;s e Hang Jung 5001, com capacidade para 5 mil metros c&amp;#250;bicos, prevista para chegar em fevereiro.  Os servi&amp;#231;os ocorrer&amp;#227;o em paralelo, com prazo de conclus&amp;#227;o previsto para quatro meses.&lt;br&gt;
Fonte: SEP - Secretaria Especial de Portos&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:53:56 -0200</pubDate></item><item><title>PROTOCOLO FIRMA ROTA A CABO VERDE</title><description>O documento que estabelece a inten&amp;#231;&amp;#227;o de criar-se uma rota regular entre o Porto do Mucuripe, em Fortaleza, e o Porto de Cabo Verde, na &amp;#193;frica, ser&amp;#225; assinado na pr&amp;#243;xima segunda-feira pela Companhia Docas do Cear&amp;#225; (CDC) e a Enapor SA, respectivas administradoras dos terminais mar&amp;#237;timos mencionados. A informa&amp;#231;&amp;#227;o foi anunciada ontem pela assessoria de imprensa do mediador do acordo, o Servi&amp;#231;o Brasileiro de Apoio &amp;#224;s Micro e Pequenas Empresas no Cear&amp;#225; (Sebrae-CE), e confirma informa&amp;#231;&amp;#227;o dada com exclusividade pelo Di&amp;#225;rio do Nordeste em 22 de dezembro de 2011.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o informado, &quot;a ideia &amp;#233; retomar linha mar&amp;#237;tima entre o Cear&amp;#225; e o pa&amp;#237;s africano&quot;. O protocolo de coopera&amp;#231;&amp;#227;o entre a CDC e a Enapor ser&amp;#225; assinado a partir das 9h na sala de reuni&amp;#245;es da sede da Docas do Cear&amp;#225;, Pra&amp;#231;a Amigos da Marinha, s/n, no Cais do Porto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Neg&amp;#243;cios&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Contratado pela Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira dos Sebraes Estaduais (Abase) &amp;#224; Cear&amp;#225; Trade Brasil anteriormente, um estudo de log&amp;#237;stica avaliou as possibilidades reais de neg&amp;#243;cios entre o Estado e pa&amp;#237;ses como Angola, S&amp;#227;o Tom&amp;#233; e Pr&amp;#237;ncipe, Cabo Verde, Mo&amp;#231;ambique e ainda projetou neg&amp;#243;cios para o futuro com Senegal e Guin&amp;#233; Bissau.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em nota, as entidades ainda destacam: &quot;a viabiliza&amp;#231;&amp;#227;o desta rota dever&amp;#225; ser um marco nas rela&amp;#231;&amp;#245;es comerciais e de coopera&amp;#231;&amp;#227;o do Brasil com a &amp;#193;frica e porta de entrada para o continente. Al&amp;#233;m disso, o objetivo &amp;#233; escoar n&amp;#227;o s&amp;#243; cargas cearenses, mas tamb&amp;#233;m de outros Estados&quot;.&lt;br&gt;
Fonte: Di&amp;#225;rio do Nrdeste (CE)&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:53:44 -0200</pubDate></item><item><title>FATURAMENTO DO PORTO DO PEC&amp;#201;M AVAN&amp;#199;OU 17%</title><description>O faturamento do Porto do Pec&amp;#233;m cresceu 17% em 2011 ante o ano anterior, de acordo com informa&amp;#231;&amp;#227;o divulgada ontem pela Cear&amp;#225;portos, que administra o empreendimento. O resultado &amp;#233; sustentado no aumento de 5% na movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas no terminal, contabilizada em igual comparativo. Ao todo, circularam por l&amp;#225; 3,3 milh&amp;#245;es de toneladas entre janeiro e dezembro do ano passado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na compara&amp;#231;&amp;#227;o entre dezembro de 2011 e igual m&amp;#234;s do ano anterior, houve queda de 45% na movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas, pois 175 mil toneladas entraram e sa&amp;#237;ram do terminal cearense, enquanto, em 2010, foram 321 mil toneladas em tr&amp;#226;nsito.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Materiais&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre os quatro materiais que comp&amp;#245;em o indicador, o granel l&amp;#237;quido apontou uma retra&amp;#231;&amp;#227;o de -52% e a carga solta de -29% no mesmo comparativo. No total, segundo balan&amp;#231;o divulgado ontem, 386 mil quilos do primeiro tipo de carga e 566 mil do outro passaram pelos terminais do Pec&amp;#233;m.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com varia&amp;#231;&amp;#245;es positivas e puxando os resultados gerais do terminal estiveram as movimenta&amp;#231;&amp;#245;es de cont&amp;#234;ineres e granel s&amp;#243;lidos, os quais atingiram, respectivamente, aumento de 24% (1,6 milh&amp;#245;es de toneladas) e 164% (756,8 mil toneladas).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Importa&amp;#231;&amp;#227;o e exporta&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O levantamento divulgado ainda evidencia a diminui&amp;#231;&amp;#227;o das importa&amp;#231;&amp;#245;es a partir do Pec&amp;#233;m, quando reduziram-se em 4% a entrada de produtos entre 2010 e 2011. No per&amp;#237;odo, das 3,3 milh&amp;#245;es de toneladas registradas, 2,3 milh&amp;#245;es de toneladas foram oriundas da importa&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; para as cargas que partiram do terminal de S&amp;#227;o Gon&amp;#231;alo do Amarante com destinos diversos, o apontado pelo balan&amp;#231;o foi de um incremento de 32%. Apesar da varia&amp;#231;&amp;#227;o positiva, os n&amp;#250;meros da exporta&amp;#231;&amp;#227;o foram t&amp;#237;midos, com 989,6 mil toneladas contabilizadas no per&amp;#237;odo e saindo de l&amp;#225;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cabotagem e longo curso&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As 3,3 milh&amp;#245;es de toneladas foram estratificadas em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao modo de navega&amp;#231;&amp;#227;o. Ambas com alta em sua movimenta&amp;#231;&amp;#227;o, as embarcadas para longas dist&amp;#226;ncias atingiram 2% de alta, com 2,6 milh&amp;#245;es, enquanto a cabotagem ou viagens entre portos nacionais atingiu 15% a partir de 725 mil toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ranking nacional&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A assessoria de imprensa da Cear&amp;#225;portos ainda divulgou, embasada em dados da Secretaria de Com&amp;#233;rcio Exterior do Minist&amp;#233;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;#250;stria e Com&amp;#233;rcio, a lideran&amp;#231;a nacional do Porto do Pec&amp;#233;m na exporta&amp;#231;&amp;#227;o de frutas, &quot;com participa&amp;#231;&amp;#227;o de 47%&quot;. Santos, em S&amp;#227;o Paulo, e Parnamirim, no Rio Grande do Norte, seguem o cearense com 13% e 11%, respectivamente. Outra lideran&amp;#231;a conquistada pelo terminal estadual &amp;#233; a exporta&amp;#231;&amp;#227;o de cal&amp;#231;ados, desta vez, dividida com o porto do Rio Grande do Sul, ambos com percentual de 30%. Tamb&amp;#233;m destacada pela Cear&amp;#225;portos, as importa&amp;#231;&amp;#245;es de ferro fundido, ferro e a&amp;#231;o deixaram o Pec&amp;#233;m em terceiro entre os portos brasileiros, com 17% de participa&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte:Di&amp;#225;rio do Nordeste (CE)&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:53:30 -0200</pubDate></item><item><title>GRANELEIRO AVARIADO NO MA SER&amp;#193; REPARADO NA TURQUIA</title><description>Uma comiss&amp;#227;o de deputados estaduais maranhenses visitaram o supergraneleiro avariado, Vale Beijing, que est&amp;#225; fundeado na costa do Maranh&amp;#227;o desde o inicio de dezembro, quando foram detectadas rachaduras em um de seus tanques de lastro enquanto era carregado com min&amp;#233;rio de ferro no Terminal Portu&amp;#225;rio de Ponta da Madeira (TPPM), que &amp;#233; operado pela mineradora Vale .&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Durante a visita, os t&amp;#233;cnicos da empresa  holandesa de salvatagem mar&amp;#237;tima, Smit, informaram que h&amp;#225; duas rachaduras medindo 60 cent&amp;#237;metros por 10 cent&amp;#237;metros, monitoradas em tempo real por equipamentos instalados ao longo do navio, e que os reparos na embarca&amp;#231;&amp;#227;o podem levar de tr&amp;#234;s meses a uma ano para ficar prontos. Os t&amp;#233;cnicos do armador sul-coreano que &amp;#233; dono do navio, a STX Pan Ocean, tamb&amp;#233;m disseram que a inten&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; fazer reparos de emerg&amp;#234;ncia no Vale Beijing, para que seja poss&amp;#237;vel leva-lo para a Turquia, onde ele passaria por reparos definitivos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O grupo de deputados estaduais sobrevoou, de helic&amp;#243;ptero, a regi&amp;#227;o onde o navio est&amp;#225; em companhia do capit&amp;#227;o dos Portos do Maranh&amp;#227;o, Nelson Calmon Bahia, e de um representante do armador sul-coreano dono do navio. Depois do sobrevoo, a aeronave pousou na embarca&amp;#231;&amp;#227;o e o grupo p&amp;#244;de acompanhar parte de opera&amp;#231;&amp;#227;o de retirada de parte das 5 mil toneladas de &amp;#243;leo diesel e &amp;#243;leo bunker que estavam nos tanques de combust&amp;#237;vel do supergraneleiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Bahia, cerca de 1,5 mil toneladas j&amp;#225; foram bombeadas para o navio tanque Sea Emperor, que presta servi&amp;#231;o para Petrobr&amp;#225;s, abastecendo outros navios de derivados de petr&amp;#243;leo sem a necessidade de atracar em um dos tr&amp;#234;s portos que comp&amp;#245;em o Complexo Portu&amp;#225;rio de S&amp;#227;o Lu&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O capit&amp;#227;o dos portos disse ainda que a embarca&amp;#231;&amp;#227;o correu s&amp;#233;rio risco de naufragar nos tr&amp;#234;s dias em que permaneceu atracado ao cais do Terminal Portu&amp;#225;rio de Ponta da Madeira. &quot;Devido &amp;#224;s caracter&amp;#237;sticas da costa maranhense e pelas mar&amp;#233;s de siz&amp;#237;gia (de Lua), por incr&amp;#237;vel que pare&amp;#231;a, &amp;#233; mais seguro realizar estas opera&amp;#231;&amp;#245;es onde hoje ele est&amp;#225; fundeado do que no Porto, onde a embarca&amp;#231;&amp;#227;o poderia naufragar, A&amp;#237;, sim, poderia ocorrer um desastre ecol&amp;#243;gico&quot;, comentou.&lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:53:18 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO DO RIO GRANDE RECEBER&amp;#193; NAVIOS PARA COOPERA&amp;#199;&amp;#195;O HUMANIT&amp;#193;RIA</title><description>O Porto do Rio Grande deve receber na pr&amp;#243;xima semana os navios que ir&amp;#227;o transportar as doa&amp;#231;&amp;#245;es de alimentos do governo Federal em car&amp;#225;ter de coopera&amp;#231;&amp;#227;o humanit&amp;#225;ria. O navio MV Baltic Carrier, com destino &amp;#224; Eti&amp;#243;pia, deve atracar entre 9 e 17 de janeiro. J&amp;#225; o navio MV Genius Star, com destino ao Qu&amp;#234;nia, tem chegada prevista em Rio Grande para o per&amp;#237;odo entre 12 e 15 de janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 20 de junho de 2011, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.429 que autoriza o Poder Executivo a doar estoques p&amp;#250;blicos de alimentos para assist&amp;#234;ncia humanit&amp;#225;ria internacional, por meio do Programa Mundial de Alimentos das Na&amp;#231;&amp;#245;es Unidas (PMA), a pa&amp;#237;ses em inseguran&amp;#231;a alimentar e nutricional.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para atender aos compromissos da parte brasileira, o Minist&amp;#233;rio das Rela&amp;#231;&amp;#245;es Exteriores do Brasil, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e em parceria com o Porto do Rio Grande, realizar&amp;#225; embarques de carregamentos diversos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O superintendente do Porto, Dirceu Lopes, destaca a import&amp;#226;ncia do embarque no porto ga&amp;#250;cho. &quot;O Porto do Rio Grande integra-se &amp;#224; coopera&amp;#231;&amp;#227;o humanit&amp;#225;ria realizada pela Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica, o que refor&amp;#231;a o seu compromisso n&amp;#227;o apenas com a atividade comercial, mas tamb&amp;#233;m com a ajuda ao desenvolvimento social&quot;, disse.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal Agora (RS)&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:53:06 -0200</pubDate></item><item><title>ESCLARECIMENTO DESTACA QUE A OPERA&amp;#199;&amp;#195;O DO POLO NAVAL EM RIO GRANDE &amp;#201; EXCLUSIVA DA PETROBRAS</title><description>A Petrobras divulgou nota nesta sexta-feira, destacando que a opera&amp;#231;&amp;#227;o do Polo Naval em Rio Grande &amp;#233; &quot;&amp;#250;nica e exclusiva da Petrobras&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com a nota, &quot;a Engevix (Ecovix) &amp;#233; uma de nossas contratadas, assim como a Quip e Iesa&quot;. A nota corrige informa&amp;#231;&amp;#227;o veiculada na edi&amp;#231;&amp;#227;o desta sexta-feira, onde constou o que segue: &quot;Na &apos;minicidade&apos; operada pela Engevix em parceria com a Petrobras, onde atuam tr&amp;#234;s mil trabalhadores, as equipes preparam-se para a gigantesca opera&amp;#231;&amp;#227;o de uni&amp;#227;o do casco da P-55, que deve chegar a Rio Grande no pr&amp;#243;ximo dia 15, com o conv&amp;#233;s&quot;, quando na verdade, destaca a nota, a Engevix &amp;#233; contratada pela Petrobras.&lt;br&gt;
Fonte: Jorna Agora (RS)&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:52:55 -0200</pubDate></item><item><title>P&amp;#214;YRY ELEGE MINERA&amp;#199;&amp;#195;O E NOVOS SETORES PARA CRESCER</title><description>A P&amp;#246;yry, multinacional de engenharia que tem sede na Finl&amp;#226;ndia, tra&amp;#231;ou uma estrat&amp;#233;gia agressiva para a &amp;#225;rea de minera&amp;#231;&amp;#227;o no pa&amp;#237;s e se prepara para avan&amp;#231;ar sobre novos setores, entre os quais petroqu&amp;#237;mica e energia. Nos pr&amp;#243;ximos tr&amp;#234;s anos, pretende dobrar o volume de neg&amp;#243;cios com mineradoras no pa&amp;#237;s, que hoje representam cerca de 25% do faturamento da opera&amp;#231;&amp;#227;o nacional, e dever&amp;#225; anunciar algumas compras, n&amp;#227;o apenas nessa &amp;#225;rea.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Temos um plano de diversifica&amp;#231;&amp;#227;o baseado em crescimento org&amp;#226;nico e aquisi&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, conta o diretor de Minerals Processing da P&amp;#246;yry para a Am&amp;#233;rica do Sul, Jo&amp;#227;o Ronchel, sem fornecer mais detalhes sobre potenciais alvos. &quot;N&amp;#227;o queremos comprar para crescer em termos quantitativos. Queremos empresas que tenham conhecimento&quot;, acrescenta.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hoje, a ind&amp;#250;stria de celulose e papel &amp;#233; respons&amp;#225;vel por quase 50% dos neg&amp;#243;cios da P&amp;#246;yry no Brasil - nessa &amp;#225;rea, a companhia &amp;#233; l&amp;#237;der e participa dos principais projetos em andamento ou estudo. Em tr&amp;#234;s anos, a expectativa &amp;#233; a de que os contratos com mineradoras alcancem peso id&amp;#234;ntico no faturamento, que n&amp;#227;o &amp;#233; divulgado localmente. Globalmente, a empresa obteve receitas de &amp;#128; 685 milh&amp;#245;es em 2010.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Especificamente nessa &amp;#225;rea, a P&amp;#246;yry j&amp;#225; colocou em pr&amp;#225;tica os planos de expans&amp;#227;o. A companhia acaba de inaugurar uma subsidi&amp;#225;ria em Belo Horizonte (MG) e iniciou conversas para compra de uma ou mais empresas de engenharia que atuem no segmento de minera&amp;#231;&amp;#227;o. O neg&amp;#243;cio pode sair ainda no primeiro semestre. &quot;Estamos olhando empresas em Minas Gerais, mas todo o pa&amp;#237;s est&amp;#225; no nosso radar&quot;, diz. Por enquanto, a subsidi&amp;#225;ria, que &amp;#233; comandada por Fernando Eusqu&amp;#225;rcio, abriga 22 funcion&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O executivo cita n&amp;#250;meros do Instituto Brasileiro de Minera&amp;#231;&amp;#227;o (Ibram) para justificar a aposta na &amp;#225;rea. At&amp;#233; 2015, a entidade estima que ser&amp;#227;o investidos US$ 70 bilh&amp;#245;es no setor mineral. E n&amp;#227;o foi &amp;#224; toa que Belo Horizonte recebeu a subsidi&amp;#225;ria: ali, a companhia est&amp;#225; ainda mais perto das grandes minas nacionais e clientes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Alcoa, Alumar e Companhia Sider&amp;#250;rgica Nacional (CSN) j&amp;#225; aparecem na carteira de clientes da P&amp;#246;yry, que atua desde a concep&amp;#231;&amp;#227;o da ideia do investimento at&amp;#233; o gerenciamento do empreendimento. Projetos na &amp;#225;rea de min&amp;#233;rio de ferro e ouro s&amp;#227;o os que mais chamam a aten&amp;#231;&amp;#227;o da companhia nesse momento - nos pa&amp;#237;ses n&amp;#243;rdicos, a P&amp;#246;yry atua fortemente tamb&amp;#233;m com cobre e n&amp;#237;quel.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/ Stella Fontes | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:52:42 -0200</pubDate></item><item><title>ALCOA AVALIA SE FAR&amp;#193; AJUSTES NAS OPERA&amp;#199;&amp;#213;ES DO BRASIL</title><description>Apertada entre o alto custo operacional e os baixos pre&amp;#231;os do alum&amp;#237;nio no mercado internacional, a Alcoa est&amp;#225; em fase de avalia&amp;#231;&amp;#227;o de poss&amp;#237;veis ajustes nas opera&amp;#231;&amp;#245;es brasileiras. Segundo informou em nota a produtora de alum&amp;#237;nio, o mercado dever&amp;#225; passar por mudan&amp;#231;as e a empresa enfrentar&amp;#225; desafios nos neg&amp;#243;cios em 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A afirma&amp;#231;&amp;#227;o da subsidi&amp;#225;ria na Am&amp;#233;rica Latina e Caribe &amp;#233; que avalia os cortes na produ&amp;#231;&amp;#227;o anunciados pela matriz na sexta-feira. Alegando necessidade de melhorar a competitividade, a multinacional anunciou em Nova York um corte de 12% na produ&amp;#231;&amp;#227;o mundial, o equivalente a 531 mil toneladas do metal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A americana pretende fechar definitivamente algumas linhas produtivas inicialmente nos Estados Unidos e talvez em outros pa&amp;#237;ses. Os cortes fazem parte de um plano de redu&amp;#231;&amp;#227;o de custos e devem ser conclu&amp;#237;dos no primeiro semestre de 2012. &quot;Os cortes v&amp;#227;o contribuir para a meta de diminuir a posi&amp;#231;&amp;#227;o da Alcoa na curva de custos de produ&amp;#231;&amp;#227;o global em 10 pontos percentuais&quot;, afirmou a empresa, no documento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Alcoa vai fechar permanentemente sua unidade no Tennessee, que j&amp;#225; foi reduzida em 2009, e duas das seis linhas de produ&amp;#231;&amp;#227;o de Rockdale, no Texas. Juntos, esses fechamentos resultar&amp;#227;o em redu&amp;#231;&amp;#227;o de 291 mil toneladas m&amp;#233;tricas na capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o global da Alcoa, que &amp;#233; de 4,5 milh&amp;#245;es de toneladas m&amp;#233;tricas por ano. Outras 240 mil toneladas por ano deixar&amp;#227;o de ser produzidas no &quot;futuro pr&amp;#243;ximo&quot;- a companhia n&amp;#227;o especifica quais f&amp;#225;bricas ou regi&amp;#245;es poder&amp;#227;o ser afetados pela medida.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Esses s&amp;#227;o passos dif&amp;#237;ceis, por&amp;#233;m necess&amp;#225;rios, para melhorar a competitividade da Alcoa, preservar valor ao acionista e proteger empregos no restante da opera&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, afirmou no comunicado o presidente do conselho de administra&amp;#231;&amp;#227;o da empresa, Klaus Kleinfeld.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O an&amp;#250;ncio de ajuste na oferta foi feito tr&amp;#234;s dias antes da divulga&amp;#231;&amp;#227;o dos resultados da multinacional. Hoje, a Alcoa revela seu desempenho em 2011, dados que t&amp;#234;m gerado des&amp;#226;nimo por parte do mercado. Segundo 18 analistas ouvidos pela Bloomberg, sua receita l&amp;#237;quida deve recuar 96%, para US$ 0,01 por a&amp;#231;&amp;#227;o, ante US$ 0,21 registrados em 2010. Essas estimativas s&amp;#227;o 88% menores do que as proje&amp;#231;&amp;#245;es realizadas no m&amp;#234;s passado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A not&amp;#237;cia da Alcoa atesta que pode estar havendo um excesso de oferta do alum&amp;#237;nio. H&amp;#225; questionamentos sobre a lucratividade de empresas do setor&quot;, explicam analistas do Standard Bank, em relat&amp;#243;rio. O mercado j&amp;#225; considera que os baixos pre&amp;#231;os do metal podem come&amp;#231;ar a inviabilizar algumas opera&amp;#231;&amp;#245;es. Em 2011, a cota&amp;#231;&amp;#227;o do alum&amp;#237;nio na Bolsa de Metais de Londres (LME) teve retra&amp;#231;&amp;#227;o de 19%. Na sexta-feira, os pre&amp;#231;os subiram 0,52%, para US$ 2.039 a tonelada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No Brasil - com duas f&amp;#225;bricas de produ&amp;#231;&amp;#227;o de alum&amp;#237;nio prim&amp;#225;rio e alumina, em Po&amp;#231;os de Caldas (MG) e S&amp;#227;o Lu&amp;#237;s (MA) - a empresa tem sofrido ainda com os elevados custos de energia, insumo com peso elevado no custo de produ&amp;#231;&amp;#227;o, embora j&amp;#225; conte com cerca de 70% de gera&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#243;pria desse insumo. A Alcoa, no entanto, n&amp;#227;o confirma se o an&amp;#250;ncio global afetar&amp;#225; as opera&amp;#231;&amp;#245;es na regi&amp;#227;o da Am&amp;#233;rica Latina e Caribe.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A receita bruta da Alcoa no pa&amp;#237;s somou US$ 1,6 bilh&amp;#227;o em 2010, com produ&amp;#231;&amp;#227;o de 350 mil toneladas de metal. Na f&amp;#225;brica de alumina da Alumar tem 54% de participa&amp;#231;&amp;#227;o, com 1,9 milh&amp;#227;o de toneladas de capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico/Por Vanessa Dezem | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:52:29 -0200</pubDate></item><item><title>FACES POUCO VIS&amp;#205;VEIS DAS REFORMAS PORTU&amp;#193;RIAS - I: RH</title><description>Novos e modernos equipamentos na beira do cais &amp;#233; a face mais vis&amp;#237;vel das reformas portu&amp;#225;rias, impulsionadas pela &quot;Lei dos Portos&quot; (1993). Centenas de arrendat&amp;#225;rios, bilion&amp;#225;rios investimentos, expans&amp;#227;o da capacidade instalada, forte aumento da efici&amp;#234;ncia e redu&amp;#231;&amp;#227;o de custos seus resultados mais palp&amp;#225;veis. Os CAPs e os OGMOs as novidades no campo institucional. E, normativamente, PDZ, PGO, PNLT/P e regulamentos de explora&amp;#231;&amp;#227;o e de pr&amp;#233;-qualifica&amp;#231;&amp;#227;o de Operadores. Mas elas t&amp;#234;m algumas outras faces, nem sempre vis&amp;#237;veis.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; em meados dos anos 90, chamara aten&amp;#231;&amp;#227;o as caras novas na alta administra&amp;#231;&amp;#227;o dos operadores e arrendat&amp;#225;rios que se estabeleciam. Com estes, custos, planos de neg&amp;#243;cio, viabilidade t&amp;#233;cnico-econ&amp;#244;mica, a&amp;#231;&amp;#245;es, empr&amp;#233;stimos e tantos outros instrumentos passaram a ser corriqueiros no universo portu&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
H&amp;#225; cerca de um m&amp;#234;s passei um dia visitando alguns terminais no Porto de Santos. Por mais cr&amp;#237;ticas que se tenha, &amp;#233; uma surpresa (positiva!) atr&amp;#225;s da outra. Qu&amp;#227;o diferente de 10, de 20 anos atr&amp;#225;s; antes que as reformas portu&amp;#225;rias fossem catapultadas pela Lei! Dois fatos, por exemplo, me chamaram aten&amp;#231;&amp;#227;o: os enormes contingentes de jovens e de mulheres. S&amp;#227;o vint&amp;#245;es, trint&amp;#245;es bem formados, atuando em diversas &amp;#225;reas, particularmente nas novas fun&amp;#231;&amp;#245;es t&amp;#233;cnicas que surgiram. Imagine se todo esse contingente tivesse que ser contratado (e gerido!) segundo as regras da administra&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica?&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Grandes preocupa&amp;#231;&amp;#245;es tinham os sindicatos quando a Lei foi aprovada. A principal delas era a redu&amp;#231;&amp;#227;o do contingente de trabalhadores portu&amp;#225;rios; no limite, o desemprego - fatos que n&amp;#227;o se confirmaram. O setor, no total, talvez empregue hoje mais que no final da d&amp;#233;cada de 80 (s&amp;#243; que produzindo tr&amp;#234;s vezes mais). &amp;#201; certo que boa parte desse universo est&amp;#225; fora das bases dos sindicatos tradicionais, mas esta &amp;#233; uma outra quest&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As reformas portu&amp;#225;rias lograram independizar diversas &amp;#225;reas da gest&amp;#227;o portu&amp;#225;ria da &amp;#243;rbita da &quot;administra&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica&quot;. O sucesso alcan&amp;#231;ado, a par das (crescentes) imped&amp;#226;ncias administrativas enfrentadas pelas Autoridades-Administradoras, tem levado alguns a pensar em dar uma volta a mais no parafuso: independizar, tamb&amp;#233;m, as fun&amp;#231;&amp;#245;es de Administra&amp;#231;&amp;#227;o Portu&amp;#225;ria; mantendo-lhe, apenas, as &quot;fun&amp;#231;&amp;#245;es de estado&quot;.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:52:13 -0200</pubDate></item><item><title>ENTIDADES LAN&amp;#199;AM CAMPANHA PARE A TKCSA</title><description>A TKCSA &amp;#233; uma sider&amp;#250;rgica da Vale e da ThyssenKrupp que vem causando in&amp;#250;meros impactos negativos, na sa&amp;#250;de, no meio ambiente e na renda de cerca de 8.000 fam&amp;#237;lias de pescadores artesanais e centenas fam&amp;#237;lias residentes em Santa Cruz, Rio de Janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
 A TKCSA elevar&amp;#225; em 76% as emiss&amp;#245;es de CO2 no Rio de Janeiro e a Fiocruz constatou um aumento de 1000% na concentra&amp;#231;&amp;#227;o de ferro no ar da regi&amp;#227;o. A TKCSA j&amp;#225; foi multada in&amp;#250;meras vezes pelo &amp;#243;rg&amp;#227;o ambiental do estado do Rio de Janeiro; &amp;#233; investigada pela Assembl&amp;#233;ia do Estado por irregularidades; e &amp;#233; objeto de duas a&amp;#231;&amp;#245;es penais movidas pelo Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Rio de Janeiro por crimes ambientais. Continue lendo e assine a campanha!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como se n&amp;#227;o bastasse a TKCSA n&amp;#227;o compensar ou indenizar ningu&amp;#233;m pelos seus danos, ela ainda est&amp;#225; processando por danos morais tr&amp;#234;s pesquisadores da UERJ e da FIOCRUZ que elaboraram estudos que comprovam seus impactos negativos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estamos recolhendo assinaturas em apoio a esses tr&amp;#234;s pesquisadores.             &lt;br&gt;
                                                                        &lt;br&gt;
Conclamamos os movimentos sociais, entidades e institui&amp;#231;&amp;#245;es a assinarem a mo&amp;#231;&amp;#227;o enviando apoio para os seguintes endere&amp;#231;os eletr&amp;#244;nicos (envie o nome da organiza&amp;#231;&amp;#227;o at&amp;#233; o dia 10 de janeiro):&lt;br&gt;
paretkcsa@asfoc.fiocruz.br&lt;br&gt;
asduerj@asduerj.org.br&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:51:56 -0200</pubDate></item><item><title>PORTOS ENTRAM 2012 SEM NOVOS E VELHOS PROJETOS</title><description>O setor portu&amp;#225;rio entrou 2012 sem qualquer tipo de balan&amp;#231;o ou planejamento por parte da Secretaria de Portos (SEP).  2011 foi praticamente um ano que n&amp;#227;o existiu para os portos brasileiros em termos de novos projetos e implanta&amp;#231;&amp;#227;o de &quot;velhos&quot; projetos, como o Plano Nacional de Log&amp;#237;stica Portu&amp;#225;ria (PNLP).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ali&amp;#225;s, o PNLP, segundo divulga&amp;#231;&amp;#227;o da SEP, seria anunciado at&amp;#233; o final de dezembro &amp;#250;ltimo. Algu&amp;#233;m ficou sabendo dele?&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A paralisia da SEP s&amp;#243; refor&amp;#231;a a suposta extin&amp;#231;&amp;#227;o da secretaria na reforma ministerial que a presidenta Dilma far&amp;#225; neste in&amp;#237;cio de ano.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:51:41 -0200</pubDate></item><item><title>NAVIO ENCALHADO QUEBRA EM DUAS PE&amp;#199;AS E VAZA COMBUST&amp;#205;VEL</title><description>O cargueiro Rena, que causou uma cat&amp;#225;strofe ecol&amp;#243;gica ao encalhar no dia 5 de outubro perto do litoral norte da Nova Zel&amp;#226;ndia, quebrou em duas pe&amp;#231;as ap&amp;#243;s tempestades durante a noite com ondas de at&amp;#233; seis metros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O casco do navio j&amp;#225; estava rachado e, segundo autoridades mar&amp;#237;timas, era &quot;quest&amp;#227;o de tempo&quot; que embarca&amp;#231;&amp;#227;o se partisse em dois peda&amp;#231;os. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Rena continha cerca de 1.733 toneladas de combust&amp;#237;vel quando encalhou no recife de Astrolabe, a cerca de 12 quil&amp;#244;metros da cidade portu&amp;#225;ria de Tauranga, na Ilha do Norte. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ap&amp;#243;s o acidente 350 toneladas de combust&amp;#237;vel vazaram e a mar&amp;#233; negra chegou ao litoral de Tauranga, causando a morte de pelo menos 1.946 aves. As autoridades acusaram o capit&amp;#227;o do Rena e o segundo oficial, que supostamente causaram o acidente ao realizar uma manobra brusca para encurtar a rota. &lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:51:28 -0200</pubDate></item><item><title>DESTRO&amp;#199;OS DE NAVIO QUE SE PARTIU CHEGAM &amp;#192;S PRAIAS DA NOVA ZEL&amp;#194;NDIA</title><description>Toneladas de leite em p&amp;#243; que estavam nos cont&amp;#234;ineres apareceram nas praias&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Destro&amp;#231;os do navio Rena e cont&amp;#234;ineres que estavam na embarca&amp;#231;&amp;#227;o come&amp;#231;aram a chegar &amp;#224;s praias da Nova Zel&amp;#226;ndia nesta segunda-feira (9), ap&amp;#243;s o cargueiro ter se partido em dois grandes peda&amp;#231;os no fim de semana devido a uma forte tempestade que atingiu a regi&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio encalhou h&amp;#225; um m&amp;#234;s na Ba&amp;#237;a de Plenty e causou o maior acidente ambiental da hist&amp;#243;ria do pa&amp;#237;s, devido ao vazamento de 350 toneladas de petr&amp;#243;leo no mar. O fato provocou o fen&amp;#244;meno chamado de &quot;mar&amp;#233; negra&quot;. Ao menos 2 mil aves morreram e diversas praias foram contaminadas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o jornal &quot;NZ Herald&quot;, autoridades ambientais do pa&amp;#237;s est&amp;#227;o em alerta para um novo derramamento, por&amp;#233;m em menor propor&amp;#231;&amp;#227;o. &quot;&amp;#201; poss&amp;#237;vel um novo vazamento, mas menos impactante&quot;, disse o ministro do Meio Ambiente, Nick Smith. O governo afirma que a &quot;quebra&quot; do navio j&amp;#225; era esperada e que equipes de limpeza e resgate est&amp;#227;o preparadas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Toneladas de leite em p&amp;#243; que estavam em alguns dos cont&amp;#234;ineres j&amp;#225; surgiram nas praias, cujo acesso de turistas e moradores foi restrito devido &amp;#224; opera&amp;#231;&amp;#227;o de limpeza. Bi&amp;#243;logos e equipes de resgate foram mobilizados, j&amp;#225; que a previs&amp;#227;o &amp;#233; que o &amp;#243;leo, liberado pelo navio ap&amp;#243;s a quebra, chegasse &amp;#224; costa ainda na manh&amp;#227; desta segunda-feira (hora local). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A companhia encarregada de recuperar a carga, Braemer Howells, estima que entre 200 e 300 cont&amp;#234;iners dos 830 originais foram perdidos depois que o navio se partiu, e que a maior parte deve simplesmente afundar. Os 40 a 60 restantes ser&amp;#227;o recolhidos quando as condi&amp;#231;&amp;#245;es meteorol&amp;#243;gicas na &amp;#225;rea melhorarem, afirmou a companhia.&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:51:12 -0200</pubDate></item><item><title>MOVIMENTA&amp;#199;&amp;#195;O DE CARGAS NO PORTO DE CABEDELO, PB, CRESCE 27%, DIZ DOCAS</title><description>Foram movimentadas mais de 1,7 milh&amp;#245;es de toneladas de carga em 2011.&lt;br&gt;
Outubro teve melhor desempenho, com 236 mil toneladas de mercadorias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente da Companhia Docas da Para&amp;#237;ba, Wilbur Holmes J&amp;#225;come, divulgou que a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas no Porto de Cabedelo, localizado na Grande Jo&amp;#227;o Pessoa, teve um crescimento de 27,97% em 2011 em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010. Segundo os dados, de janeiro a dezembro foram movimentadas 1.754.943 toneladas de mercadorias, enquanto que em 2010 o n&amp;#250;mero registrado foi de 1.371.418.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Nunca na hist&amp;#243;ria do porto tivemos um resultado t&amp;#227;o expressivo. Certamente, para 2012, projetamos algo ainda maior&quot; enfatizou J&amp;#225;come. O presidente destaca ainda uma movimenta&amp;#231;&amp;#227;o hist&amp;#243;rica. &quot;Os n&amp;#250;meros refletem um crescimento cont&amp;#237;nuo durante todo o ano de 2011. Foram 10 meses com registro recorde de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas, em apenas 2 meses houve pequena diminui&amp;#231;&amp;#227;o em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano anterior&quot;. O m&amp;#234;s que apresentou melhor desempenho foi outubro, quando foram movimentadas 236 mil toneladas de carga.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Maiores cargas&lt;br&gt;
As cargas mais operadas em Cabedelo foram de insumos para a ind&amp;#250;stria de cimento com destaque para o coque de petr&amp;#243;leo, tamb&amp;#233;m conhecido como coque verde (material de carbono que, queimado, produz energia usada na fabrica&amp;#231;&amp;#227;o de cimento e cal) e do clinker (cimento numa fase b&amp;#225;sica de fabrico). No acumulado at&amp;#233; dezembro, elas somaram, respectivamente 471.488 toneladas e 99.973 toneladas. Estes insumos vieram dos Estados Unidos, Singapura, Portugal, Venezuela e Aruba.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os derivados de petr&amp;#243;leo tamb&amp;#233;m estiveram entre as cargas mais movimentadas em Cabedelo no ano de 2011. O volume operado foi de 678.523 toneladas. A navega&amp;#231;&amp;#227;o das cargas via cabotagem (transporte mar&amp;#237;timo realizado entre dois portos da costa de um mesmo pa&amp;#237;s) foi respons&amp;#225;vel pela boa movimenta&amp;#231;&amp;#227;o do porto. Os derivados de petr&amp;#243;leo chegaram a Cabedelo vindos de locais como Rio de janeiro, Natal, Macei&amp;#243;, Suape, Fortaleza e Salvador.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ilmenita, min&amp;#233;rio extra&amp;#237;do em Mataraca, no Litoral Norte do estado, foi exportada para pa&amp;#237;ses como Holanda e China. Ao longo do ano passado foram movimentadas 83.083 toneladas desse min&amp;#233;rio no porto de Cabedelo. Outras 183.403 toneladas de trigo foram importadas de pa&amp;#237;ses como Argentina, Uruguai e Estados Unidos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Wilbur Holmes J&amp;#225;come disse que a meta &amp;#233; continuar crescendo. &quot;O porto de Cabedelo tem a sua import&amp;#226;ncia estrat&amp;#233;gica para a economia do estado e da regi&amp;#227;o. Toda essa movimenta&amp;#231;&amp;#227;o nos terminais tamb&amp;#233;m representou trabalho para dezenas de trabalhadores aut&amp;#244;nomos, operadores de empilhadeiras, de guindastes e ag&amp;#234;ncias mar&amp;#237;timas&quot;, concluiu.&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:50:58 -0200</pubDate></item><item><title>OLEODUTO PARA EVITAR ORMUZ FUNCIONAR&amp;#193; ANTES DE JUNHO</title><description>Um oleoduto constru&amp;#237;do pelos Emirados &amp;#193;rabes Unidos para transportar petr&amp;#243;leo sem a necessidade de tr&amp;#225;fego pelo Estreito de Ormuz entrar&amp;#225; em funcionamento at&amp;#233; junho, anunciou o ministro da Energia do emirado, Mohamed ben Dhaen al-Hamili. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O oleoduto permitir&amp;#225; transportar o petr&amp;#243;leo para os portos da costa leste do pa&amp;#237;s sem a necessidade de passar pelo Estreito de Ormuz, que o Ir&amp;#227; amea&amp;#231;a fechar, e &quot;estar&amp;#225; operacional em seis meses, em maio ou junho&quot;, declarou o ministro.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:50:46 -0200</pubDate></item><item><title>ATIVISTAS SOBEM EM BARCO QUE PROTEGE BALEEIROS JAPONESES</title><description>Tr&amp;#234;s ativistas de grupos ecologistas que lutam contra os baleeiros japoneses no Oceano Ant&amp;#225;rtico conseguiram subir a bordo de um barco de vigil&amp;#226;ncia e prote&amp;#231;&amp;#227;o japon&amp;#234;s antes de serem detidos, informaram neste domingo diversas fontes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tr&amp;#234;s australianos membros da ONG Fortes Rescue Australia se aproximaram do navio Shona Maru No 2 em um bote e subiram a bordo na madrugada deste domingo, a cerca de 16 milhas n&amp;#225;uticas (26 km) da costa oeste da Austr&amp;#225;lia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os tr&amp;#234;s homens foram &quot;detidos como prisioneiros a bordo&quot;, segundo a associa&amp;#231;&amp;#227;o ecol&amp;#243;gica americana Sea Sheperd, que persegue os baleeiros japoneses com suas pr&amp;#243;prias embarca&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Servi&amp;#231;o de Pesca Japon&amp;#234;s confirmou a presen&amp;#231;a no Shona Maru No 2 de tr&amp;#234;s australianos, que eram interrogados por funcion&amp;#225;rios japoneses. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Jap&amp;#227;o organiza campanhas de ca&amp;#231;a &amp;#224;s baleias em nome da &quot;pesquisa cient&amp;#237;fica&quot; dos cet&amp;#225;ceos, aproveitando a toler&amp;#226;ncia da Comiss&amp;#227;o Baleeira Internacional (CBI) para este tipo de pesca. A CBI proibiu este tipo de pesca com fins comerciais desde 1986. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os pa&amp;#237;ses protetores das baleias e os defensores do meio ambiente denunciam esta pr&amp;#225;tica como ca&amp;#231;a comercial disfar&amp;#231;ada. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 09/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 9 Jan 2012 13:50:25 -0200</pubDate></item><item><title>PRODU&amp;#199;&amp;#195;O DE PETR&amp;#211;LEO &amp;#201; RECORDE EM NOVEMBRO, DIZ ANP</title><description>Bras&amp;#237;lia - O Brasil bateu o recorde di&amp;#225;rio de produ&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo em novembro do ano passado, conforme divulgou ontem (3) a Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo (ANP). Foram produzidos 2,188 milh&amp;#245;es barris por dia, superando o recorde anterior de 2,180 milh&amp;#245;es de barris por dia, registrado em dezembro de 2010. A produ&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s totalizou o equivalente a 2,615 milh&amp;#245;es barris de &amp;#243;leo por dia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A produ&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s natural do per&amp;#237;odo foi oriunda de 8.980 po&amp;#231;os. O campo com o maior n&amp;#250;mero de po&amp;#231;os produtores foi Canto do Amaro, na Bacia de Potiguar, no Rio de Janeiro. Canto do Amaro re&amp;#250;ne 1.127 po&amp;#231;os.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ANP informou ainda que a produ&amp;#231;&amp;#227;o de g&amp;#225;s natural, em novembro, foi de aproximadamente 68 milh&amp;#245;es de metros c&amp;#250;bicos por dia, a segunda maior do pa&amp;#237;s. O recorde de produ&amp;#231;&amp;#227;o de g&amp;#225;s natural foi registrado em dezembro de 2010, quando a produ&amp;#231;&amp;#227;o atingiu 69,2 milh&amp;#245;es de metros c&amp;#250;bicos por dia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em novembro de 2011, houve aumento de aproximadamente 4,8% na produ&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao mesmo per&amp;#237;odo do ano anterior e de 4% na compara&amp;#231;&amp;#227;o com o m&amp;#234;s de outubro. Na produ&amp;#231;&amp;#227;o de g&amp;#225;s, o aumento foi de aproximadamente 2,5% frente o mesmo m&amp;#234;s de 2010 e de 2,4%, se comparada &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o do m&amp;#234;s anterior.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O estado de S&amp;#227;o Paulo ultrapassou a Bahia e foi o quarto maior produtor de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s natural, em barris de &amp;#243;leo equivalente, com cerca de 91,7 milh&amp;#245;es de barris de &amp;#243;leo equivalente por dia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os maiores aumentos de produ&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo foram registrados nos campos de Marlim, Jubarte e Lula. O Campo de Roncador foi o maior produtor de petr&amp;#243;leo e o Rio Urucu, o maior produtor de g&amp;#225;s natural.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao todo, 300 concess&amp;#245;es, operadas por 25 empresas, foram respons&amp;#225;veis pela produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional em novembro de 2011. Dessas, 75 s&amp;#227;o concess&amp;#245;es mar&amp;#237;timas e 225 s&amp;#227;o terrestres.&lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Brasil/Renata Giraldi&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:41:34 -0200</pubDate></item><item><title>PETROBR&amp;#193;S INFORMA &amp;#192; ANP NOVOS IND&amp;#205;CIOS DE PETR&amp;#211;LEO EM SANTOS E BAHIA</title><description>RIO - A Petrobr&amp;#225;s informou &amp;#224; Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo, G&amp;#225;s Natural e Biocombust&amp;#237;veis (ANP) a exist&amp;#234;ncia de novos ind&amp;#237;cios de petr&amp;#243;leo em dois po&amp;#231;os, 3BRSA1024SPS e 4BRSA1026DBA. A notifica&amp;#231;&amp;#227;o indica apenas a presen&amp;#231;a de ind&amp;#237;cios de &amp;#243;leo, e n&amp;#227;o sua poss&amp;#237;vel acumula&amp;#231;&amp;#227;o comercial.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O primeiro dos po&amp;#231;os fica no bloco S-M-1289, na Bacia de Santos (SP), com l&amp;#226;mina d&apos;&amp;#225;gua de 297 metros. O segundo fica em terra, no Campo de Jandaia, na por&amp;#231;&amp;#227;o nordeste da Bacia do Rec&amp;#244;ncavo (BA). O campo de Jandaia foi descoberto em 2004 e iniciou a perfura&amp;#231;&amp;#227;o em mar&amp;#231;o de 2005. &lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:41:22 -0200</pubDate></item><item><title>TRABALHADORES DE PORTOS PODEM ENTRAR EM GREVE</title><description>A Secretaria Especial dos Portos afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o grupo respons&amp;#225;vel pela negocia&amp;#231;&amp;#227;o do Portus est&amp;#225; avaliando a situa&amp;#231;&amp;#227;o e n&amp;#227;o prestou mais explica&amp;#231;&amp;#245;es&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cerca de 40 mil trabalhadores de portos administrados pela Uni&amp;#227;o em todo o Pa&amp;#237;s podem entrar em greve nos pr&amp;#243;ximos dias, informou o vice-presidente da Federa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Portu&amp;#225;rios, Everandy Cirino dos Santos. A paralisa&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; definida durante o encontro nacional da categoria, a ser realizado nesta quinta e sexta-feira, em Santos (SP). A ideia &amp;#233; fazer uma paralisa&amp;#231;&amp;#227;o nacional de advert&amp;#234;ncia, com dura&amp;#231;&amp;#227;o de 24 horas e, em seguida, iniciar uma greve por tempo indeterminado. Os detalhes ser&amp;#227;o definidos em assembleia, com comunica&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#233;via aos usu&amp;#225;rios dos portos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Santos, que tamb&amp;#233;m &amp;#233; presidente do Sindicato dos Empregados na Administra&amp;#231;&amp;#227;o Portu&amp;#225;ria de Santos (Sindaport), o maior do Pa&amp;#237;s, os trabalhadores pressionam o governo contra a interven&amp;#231;&amp;#227;o no fundo de pens&amp;#227;o Portus, em 23 agosto do ano passado. Segundo Santos, o relat&amp;#243;rio parcial, apresentado pelos interventores, recomenda a liquida&amp;#231;&amp;#227;o e o desmembramento do fundo, de forma que cada administradora banque seus pr&amp;#243;prios participantes, mas n&amp;#227;o prev&amp;#234; o pagamento dos d&amp;#233;bitos da Uni&amp;#227;o e das patrocinadoras, estimada em R$ 4 bilh&amp;#245;es, segundo Santos. De acordo com ele, somente a Uni&amp;#227;o deve R$ 1,2 bilh&amp;#227;o, d&amp;#237;vida da &amp;#233;poca da antiga Portobr&amp;#225;s. &quot;H&amp;#225; portos que n&amp;#227;o est&amp;#227;o pagando em dia e outros que recolhem contribui&amp;#231;&amp;#245;es dos participantes, mas n&amp;#227;o repassam ao fundo&quot;, disse. O relat&amp;#243;rio parcial tamb&amp;#233;m recomenda a redu&amp;#231;&amp;#227;o dos benef&amp;#237;cios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Santos, o governo n&amp;#227;o cumpriu a promessa de repassar R$ 150 milh&amp;#245;es ao fundo em 2011. Desde a interven&amp;#231;&amp;#227;o, o preju&amp;#237;zo mensal do Portus &amp;#233; de R$ 5 milh&amp;#245;es, disse o sindicalista. &quot;Tamb&amp;#233;m vamos discutir o trabalho da Secretaria Especial de Portos. O compromisso do governo era de reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o da administra&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria e cria&amp;#231;&amp;#227;o de uma diretoria de Recursos Humanos, o que n&amp;#227;o foi feito. N&amp;#227;o era para a secretaria servir apenas para colocar afilhados pol&amp;#237;ticos de partidos&quot;, afirmou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Secretaria Especial dos Portos afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o grupo respons&amp;#225;vel pela negocia&amp;#231;&amp;#227;o do Portus est&amp;#225; avaliando a situa&amp;#231;&amp;#227;o e n&amp;#227;o prestou mais explica&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os trabalhadores tamb&amp;#233;m cobram o cumprimento do acordo feito com a categoria, de n&amp;#227;o distin&amp;#231;&amp;#227;o entre funcion&amp;#225;rios novos dos antigos e de concess&amp;#227;o de benef&amp;#237;cios espec&amp;#237;ficos para cada porto. &quot;Fica dif&amp;#237;cil para os trabalhadores entenderem o que aconteceu. O ministro Jos&amp;#233; Le&amp;#244;nidas de Menezes Cristino participou das discuss&amp;#245;es, apresentou a proposta, mas n&amp;#227;o houve respaldo do Minist&amp;#233;rio do Planejamento&quot;, afirmou o sindicalista.&lt;br&gt;
Fonte: A Gazeta (Vit&amp;#243;ria) ES&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:41:10 -0200</pubDate></item><item><title>VALE SER&amp;#193; MULTADA POR VAZAMENTO EM MANGARATIBA (RJ)</title><description>DO RIO - A Vale ser&amp;#225; multada por causa de um vazamento de &amp;#243;leo ocorrido no dia 26 de dezembro em uma esta&amp;#231;&amp;#227;o de tratamento da empresa na Ilha Gua&amp;#237;ba, na entrada da ba&amp;#237;a de Sepetiba, em uma regi&amp;#227;o conhecida como Costa Verde, ao sul do Estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca de Mangaratiba pretende estabelecer a multa at&amp;#233; o fim da semana. O valor poder&amp;#225; ultrapassar os R$ 10 milh&amp;#245;es se considerada a puni&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#225;xima de 5 milh&amp;#245;es de Ufirs (1 Ufir = R$ 2,13), prevista na legisla&amp;#231;&amp;#227;o do munic&amp;#237;pio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a secretaria, o vazamento, em volume ainda n&amp;#227;o divulgado, ocorreu em um tanque de separa&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;gua e &amp;#243;leo, chegando at&amp;#233; o mar pelas vias internas e pelo sistema de drenagem do local.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em nota, a Vale afirmou que comunicou o incidente imediatamente ao Instituto Estadual de Meio Ambiente (Inea) &quot;e que tomou todas as a&amp;#231;&amp;#245;es para conter e recolher o material&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Inea informou que o vazamento n&amp;#227;o trouxe danos ao meio ambiente e, portanto, n&amp;#227;o aplicar&amp;#225; multa. &lt;br&gt;
Fonte: Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:40:58 -0200</pubDate></item><item><title>O FUTURO EM ITAPO&amp;#193;</title><description>Pensei em fazer um retrospecto do ano que passou. Afinal muitas coisas aconteceram em Itapo&amp;#225;, algumas boas, outras nem tanto. Desisti, pois pensando melhor o que fizemos, bem ou mal, est&amp;#225; feito.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Importante &amp;#233; refletir sobre o que foi feito,  aquilo que deveria ou poderia  ser feito e o que poder&amp;#225; ser feito. Coisas a ver com escolhas, porque &amp;#233; delas que surge o futuro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas, ano sai, ano entra, e um assunto n&amp;#227;o muda: o que ser&amp;#225; do litoral? E na medida em que vai correndo a curta temporada surge &amp;#224;quela velha hist&amp;#243;ria sobre sazonalidade que, trocando em mi&amp;#250;dos, nada mais &amp;#233; que ver&amp;#227;o abarrotado de gente e o resto do ano &amp;#224;s moscas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Itapo&amp;#225;, a rigor, resolveu essa quest&amp;#227;o.  Acolheu um empreendimento para movimentar a economia do munic&amp;#237;pio durante o ano todo, especialmente na baixa temporada. Um terminal portu&amp;#225;rio que come&amp;#231;ou a funcionar em 2011. Em fun&amp;#231;&amp;#227;o dele, v&amp;#225;rias empresas, especialmente as de log&amp;#237;stica e movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas est&amp;#227;o se instalando na &amp;#225;rea retroportu&amp;#225;ria. Outras, voltadas a servi&amp;#231;os complementares, gradativamente est&amp;#227;o chegando.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Itapo&amp;#225; acelerou o crescimento. O mercado imobili&amp;#225;rio agitou-se como nunca. Faltaram im&amp;#243;veis para alugar e os terrenos valorizaram rapidamente. Os restaurantes, supermercados e o com&amp;#233;rcio em geral apresentaram movimento  incomum na baixa temporada. A constru&amp;#231;&amp;#227;o civil seguiu a todo vapor.  A queixa no meio produtivo &amp;#233; a falta de m&amp;#227;o de obra em todos os segmentos e por a&amp;#237; afora. Segundo o senso, Itapo&amp;#225; foi um dos munic&amp;#237;pios que mais cresceu em Santa Catarina. H&amp;#225; at&amp;#233; quem pense em estimular ainda mais esse crescimento, criando incentivos fiscais para atrair  ind&amp;#250;strias e empresas para gerar mais  empregos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Crescer, sem d&amp;#250;vida &amp;#233; muito bom. Faz parte da natureza empreendedora do homem. Por&amp;#233;m, nem sempre &quot;crescimento&quot; proporciona &quot;desenvolvimento&quot;. Geralmente concentra os resultados econ&amp;#244;micos em poucas pessoas e transfere os custos sociais e ambientais para a maioria da popula&amp;#231;&amp;#227;o. Uma troca no m&amp;#237;nimo desigual.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ao contr&amp;#225;rio do acontecido na atividade portu&amp;#225;ria, pouco, mas muito pouco mesmo, tem sido investido no segmento do turismo. E n&amp;#227;o &amp;#233; de hoje que muito se fala para o pouco que se faz. Fato preocupante, pois, antes mesmo da alternativa portu&amp;#225;ria a demanda das pessoas se fez presente na incontest&amp;#225;vel voca&amp;#231;&amp;#227;o tur&amp;#237;stica de Itapo&amp;#225;, amparada no seu excepcional patrim&amp;#244;nio natural. Patrim&amp;#244;nio que rapidamente, est&amp;#225; sendo degradado, a exemplo da eros&amp;#227;o nas praias e da irrespons&amp;#225;vel, desmedida e incontrolada supress&amp;#227;o da cobertura vegetal do munic&amp;#237;pio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Exemplo da falta de comprometimento com o turismo &amp;#233; o insignificante resultado do projeto Costa do Encanto, bandeira empunhada em diversas campanhas eleitorais como endosso as promessas de &quot;desenvolvimento sustentado&quot;. Concebido h&amp;#225; mais de d&amp;#233;cada, por sua caracter&amp;#237;stica estruturante, teve o apoio unanime em toda a regi&amp;#227;o. Entretanto, praticamente nada foi feito e permanece adormecido nos bra&amp;#231;os dos gestores p&amp;#250;blicos, quem sabe esperando futuras elei&amp;#231;&amp;#245;es. Em que pese &amp;#224;s tantas &quot;promessas&quot;, Itapo&amp;#225; continua no fim da linha, isolada de Joinville e S&amp;#227;o Francisco do Sul.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A sazonalidade, em princ&amp;#237;pio est&amp;#225; resolvida. O porto proporcionar&amp;#225; a desejada atividade permanente. Os resultados positivos ser&amp;#227;o transformados nos impostos para serem aplicados em investimentos que proporcionem qualidade de vida para toda a popula&amp;#231;&amp;#227;o com desenvolvimento social e ambientalmente adequado. &amp;#201; a expectativa de muita gente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por&amp;#233;m n&amp;#227;o pode ser a &amp;#250;nica alternativa. N&amp;#227;o &amp;#233; prudente para Itapo&amp;#225; ficar na depend&amp;#234;ncia de uma &amp;#250;nica atividade. O turismo continua sendo a voca&amp;#231;&amp;#227;o da cidade e n&amp;#227;o pode ser relegado em segundo plano, pois tamb&amp;#233;m proporcionou desenvolvimento econ&amp;#244;mico e social. Tanto quanto a atividade portu&amp;#225;ria atualmente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O novo ano servir&amp;#225; de cen&amp;#225;rio para novas escolhas. Das elei&amp;#231;&amp;#245;es municipais para prefeitos e vereadores. Da escolha de pessoas, conhecidas pelo que fazem, fizeram e poder&amp;#227;o fazer. Ser&amp;#227;o elas, depois de escolhidas, as respons&amp;#225;veis por mudan&amp;#231;as que representem os desejos da maioria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Portanto, se for entendimento a necessidade de equil&amp;#237;brio no desenvolvimento de Itapo&amp;#225;, a pr&amp;#243;xima escolha n&amp;#227;o dever&amp;#225; basear-se nas costumeiras &quot;promessas de campanha&quot;, pontuais e desconectadas. Mas em propostas e compromissos vi&amp;#225;veis, seguidos, principalmente, de a&amp;#231;&amp;#245;es pr&amp;#225;ticas coerentes com o interesse p&amp;#250;blico. Passou o tempo em que se dava ouvidos aos discursos de ocasi&amp;#227;o deixando as coisas rolar a merc&amp;#234; de interesses manipulados por poucos.&lt;br&gt;
Fonte:Correio do Litoral&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:40:42 -0200</pubDate></item><item><title>RETIRADA DE COMBUST&amp;#205;VEL FALHA E NAVIO DA VALE &amp;#201; LEVADO PARA ALTO MAR</title><description>Um m&amp;#234;s ap&amp;#243;s apresentar rachaduras no casco, embarca&amp;#231;&amp;#227;o permanece sem estabilidade e precisa do aux&amp;#237;lio de rebocadores para reduzir risco de naufr&amp;#225;gio&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com a popa mais afundada que a proa, esfor&amp;#231;os agora est&amp;#227;o concentrados em movimentar 25 mil toneladas de min&amp;#233;rio de ferro nos por&amp;#245;es do navio para ampliar a estabilidade&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ap&amp;#243;s duas tentativas frustradas de retirar parte das sete mil toneladas de combust&amp;#237;vel de seus tanques nas &amp;#250;ltimas duas semanas, o navio Vale Beijing, que amea&amp;#231;a naufragar na costa maranhense, foi rebocado para o alto mar, a 64 quil&amp;#244;metros do porto de S&amp;#227;o Lu&amp;#237;s. Um m&amp;#234;s ap&amp;#243;s apresentar rachaduras no casco, o navio encomendado pela mineradora Vale a um estaleiro sul coreano ainda est&amp;#225; longe de ter seu destino definido. At&amp;#233; agora n&amp;#227;o foi encontrada nenhuma solu&amp;#231;&amp;#227;o para reparar as avarias surgidas na viagem inaugural da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, uma das maiores do mundo. Para se manter est&amp;#225;vel, o Vale Beijing precisa do auxilio di&amp;#225;rio de tr&amp;#234;s rebocadores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por conta das rachaduras no casco, que permitiram a entrada de &amp;#225;gua nos tanques de lastro, a popa do navio - a parte de tr&amp;#225;s da embarca&amp;#231;&amp;#227;o - est&amp;#225; mais afundada do que a proa, o que na teoria poderia causar o rompimento do Vale Beijing ao meio. Por conta disso, ontem a companhia holandesa Smit, contratada para salvar o navio, estava programada para iniciar a transfer&amp;#234;ncia de cerca de 25 mil toneladas de min&amp;#233;rio de ferros do por&amp;#227;o traseiro para por&amp;#245;es mais pr&amp;#243;ximos &amp;#224; proa do navio, afim de reduzir o risco de um acidente e dar mais estabilidade &amp;#225; embarca&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; agora, no entanto, n&amp;#227;o h&amp;#225; nenhuma previs&amp;#227;o de quando ou mesmo se ser&amp;#225; poss&amp;#237;vel reparar o gigantesco navio de mais de 360 metros de comprimento e capaz de carregar quase 400 mil toneladas de min&amp;#233;rio de ferro, o suficiente para produzir a&amp;#231;o para construir tr&amp;#234;s pontes como a Golden Gate, em S&amp;#227;o Francisco, nos Estados Unidos. Nem a STX Pan Ocean, a dona do navio, ou a Vale, que encomendou a embarca&amp;#231;&amp;#227;o ao estaleiro sul coreano STX e o arrendou por 25 anos, apresentaram qualquer plano de reparo do Vale Beijing.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As duas empresas tamb&amp;#233;m t&amp;#234;m se negado a prestar informa&amp;#231;&amp;#245;es publicamente. A Vale, que encomendou 35 navios como o Vale Beijing a estaleiros chineses e sul coreanos recusa-se a tratar do assunto e afirma que toda a responsabilidade pelo ocorrido &amp;#233; da STX Pan Ocean. A empresa coreana, por sua vez, afirma que as informa&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#243; ser&amp;#227;o repassadas &amp;#224; Capitania dos Portos de S&amp;#227;o Lu&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; a Capitania informa que ainda n&amp;#227;o recebeu um plano para reparar a embarca&amp;#231;&amp;#227;o ou mesmo retirar o combust&amp;#237;vel que est&amp;#225; no navi-  o que, em caso de acidente, poderia provocar s&amp;#233;rios danos ambientais ao ecossistema marinho da regi&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para comandante da Capitania dos Portos de S&amp;#227;o Lu&amp;#237;s, o capit&amp;#227;o de Mar e Guerra Nelson Calmon Bahia, a &amp;#250;nica maneira de retirar o combust&amp;#237;vel &amp;#233; com o aux&amp;#237;lio de um petroleiro. &quot;Com a experi&amp;#234;ncia que tenho de Marinha, consigo enxergar apenas essa possibilidade no momento&quot;, disse ele em entrevista ao jornal Estado do Maranh&amp;#227;o, referindo-se &amp;#224;s dificuldades da opera&amp;#231;&amp;#227;o por conta da situa&amp;#231;&amp;#227;o do Vale Beijing.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com o superintendente do Ibama no Maranh&amp;#227;o, Pedro Le&amp;#227;o, tanto a Smit quanto a STX Pan Ocean est&amp;#227;o tentando conseguir um navio petroleiro com a Petrobras para que a remo&amp;#231;&amp;#227;o do combust&amp;#237;vel seja realizada. &quot;Nossa avalia&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; de que n&amp;#227;o h&amp;#225; risco imediato, mas queremos retirar o combust&amp;#237;vel para evitar danos ambientais se a situa&amp;#231;&amp;#227;o evoluir de um incidente para um acidente&quot;.&lt;br&gt;
Fonte:iG S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:40:26 -0200</pubDate></item><item><title>OS PORTOS BRASILEIROS E O INVESTIMENTO EXTERNO</title><description>Um semin&amp;#225;rio realizado no final do ano - o Port Finance International Brazil - mostrou aos investidores estrangeiros quais s&amp;#227;o as perspectivas de investimentos que o Brasil oferece na &amp;#225;rea portu&amp;#225;ria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Operadores portu&amp;#225;rios, empresas de terminais privados, brasileiras e estrangeiras, representantes de institui&amp;#231;&amp;#245;es financeiras, economistas, consultores e advogados chegaram a um consenso de que o Brasil oferece excelentes oportunidades de neg&amp;#243;cios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os portos brasileiros movimentaram 800 milh&amp;#245;es de toneladas de mercadorias em 2010, sendo que 400 milh&amp;#245;es de toneladas foram de produtos para exporta&amp;#231;&amp;#227;o e 120 milh&amp;#245;es de toneladas de bens importados. A expectativa para 2012 &amp;#233; de movimentar um bilh&amp;#227;o de toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A opera&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria sempre esteve nas m&amp;#227;os do poder p&amp;#250;blico por raz&amp;#245;es econ&amp;#244;micas e estrat&amp;#233;gicas. Todavia, o crescimento do com&amp;#233;rcio internacional, com volumes de transporte de cargas aumentado a cada dia, seja pela maior capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o de bens das empresas, seja pela maior possibilidade de armazenamento de carga em navios de grande porte, fez com que houvesse uma mudan&amp;#231;a nesse cen&amp;#225;rio. Importantes economias mundiais passaram a admitir a participa&amp;#231;&amp;#227;o da iniciativa privada no setor. Com isso, o setor p&amp;#244;de se desenvolver a passos r&amp;#225;pidos para acompanhar o crescimento da demanda do transporte de carga e passageiros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No Brasil, esse movimento n&amp;#227;o foi diferente. Em 1993, houve a regulamenta&amp;#231;&amp;#227;o do setor, com a publica&amp;#231;&amp;#227;o da lei n&amp;#186; 8.630/93. A partir disso, o setor portu&amp;#225;rio passou a ter regras espec&amp;#237;ficas que antes estavam dispersas no sistema jur&amp;#237;dico brasileiro. Mas, efetivamente, no Brasil, esse setor da economia sofrer&amp;#225; um impacto ainda maior em raz&amp;#227;o das descobertas do pr&amp;#233;-sal. Estamos convencidos de que haver&amp;#225; um interesse dos investidores em diversificarem seus portf&amp;#243;lios de investimento, nele incluindo os setores portu&amp;#225;rio, mar&amp;#237;timo e fluvial, bem como o de infraestrutura. E isso ser&amp;#225; assim porque a realidade que se apresenta em nosso pa&amp;#237;s, hoje, &amp;#233;, sabidamente, deficit&amp;#225;ria em termos de opera&amp;#231;&amp;#227;o log&amp;#237;stica.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A crescente demanda por investimentos em portos e em infraestrutura log&amp;#237;stica &amp;#233; consequ&amp;#234;ncia dos seguintes fatores: insufici&amp;#234;ncia de estradas e de terminais de acesso a conex&amp;#245;es de modal log&amp;#237;stico, congestionamento nos acessos aos portos, aumento de custos relativos a atrasos de embarque e desembarque de mercadorias, de perda de &quot;slots&quot; de atraca&amp;#231;&amp;#227;o, de reagendamento de hor&amp;#225;rios em raz&amp;#227;o do congestionamento de embarca&amp;#231;&amp;#245;es, dentre outros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para sanar esses problemas, nos &amp;#250;ltimos dez anos a iniciativa privada investiu quantias expressivas. O Brasil, a China e a &amp;#205;ndia foram recordistas de investimentos. Durante os anos 2006 e 2009, &amp;#224; China foram destinados US$ 4 bilh&amp;#245;es, ao Brasil US$ 1,5 bilh&amp;#227;o e &amp;#224; &amp;#205;ndia US$ 2,5 bilh&amp;#245;es. Isso &amp;#233; reflexo do r&amp;#225;pido crescimento das rela&amp;#231;&amp;#245;es comerciais dessas economias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O investimento em infraestrutura portu&amp;#225;ria n&amp;#227;o s&amp;#243; melhora as condi&amp;#231;&amp;#245;es de competitividade de um pa&amp;#237;s no que se refere ao com&amp;#233;rcio internacional de mercadorias e o transporte de passageiros, como tamb&amp;#233;m pode trazer efeitos ben&amp;#233;ficos para o &amp;#237;ndice de crescimento de ofertas de emprego. Dados apresentados no Port Finance International d&amp;#227;o conta de que o projeto do &quot;London Gateway&quot; promover&amp;#225; o maior crescimento de empregos que um projeto pode oportunizar. Esse projeto, que ainda est&amp;#225; em constru&amp;#231;&amp;#227;o, criar&amp;#225; 12 mil novos postos de trabalho diretos e mais 20 mil indiretos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ciente das novas exig&amp;#234;ncias que o mercado imp&amp;#245;e, o poder p&amp;#250;blico, por interm&amp;#233;dio das autoridades que regulam o setor portu&amp;#225;rio, publica, com frequ&amp;#234;ncia, novas regras para o aproveitamento das &amp;#225;reas portu&amp;#225;rias. Nesse sentido, recente resolu&amp;#231;&amp;#227;o da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq) deu novos contornos &amp;#224; explora&amp;#231;&amp;#227;o dessas &amp;#225;reas. A resolu&amp;#231;&amp;#227;o de n&amp;#250;mero 2.240, que substitui a 55, traz inova&amp;#231;&amp;#245;es que d&amp;#227;o mais flexibilidade &amp;#224; gest&amp;#227;o portu&amp;#225;ria e permite a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o mais eficiente de &amp;#225;reas portu&amp;#225;rias. Essa nova regulamenta&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o se limita apenas aos arrendamentos, mas a qualquer tipo de ocupa&amp;#231;&amp;#227;o. E traz tamb&amp;#233;m algumas novidades, pois ela autoriza a celebra&amp;#231;&amp;#227;o de contratos de uso tempor&amp;#225;rio, de cess&amp;#227;o de uso onerosa e n&amp;#227;o onerosa, de passagem e de autoriza&amp;#231;&amp;#227;o de uso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os contratos de uso tempor&amp;#225;rio, que t&amp;#234;m dura&amp;#231;&amp;#227;o de at&amp;#233; 36 meses, permitem que os interessados, ainda que n&amp;#227;o sejam titulares de arrendamento no porto, movimentem cargas n&amp;#227;o consolidadas no porto ou destinadas a plataformas offshore, mediante o pagamento de tarifas. Os contratos de cess&amp;#227;o onerosa, ao seu turno, possibilitam que interessados explorem atividade econ&amp;#244;mica com vista &amp;#224; presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os &amp;#224;queles que atuam no porto, como, por exemplo, ag&amp;#234;ncias banc&amp;#225;rias e lanchonetes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os contratos de cess&amp;#227;o n&amp;#227;o onerosa s&amp;#227;o aqueles firmados com os &amp;#243;rg&amp;#227;os p&amp;#250;blicos que atuam no porto, tais como Pol&amp;#237;cia Federal, Corpo de Bombeiros e Anvisa. Outra novidade s&amp;#227;o os denominados instrumentos de passagem, que autorizam, sobre &amp;#225;reas de uso comum ou ocupadas por terceiros, a passagem dos interessados que desenvolvam atividades de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o e armazenagem de cargas destinadas ou provenientes de transporte aquavi&amp;#225;rio. J&amp;#225; a autoriza&amp;#231;&amp;#227;o de uso possibilita que a administra&amp;#231;&amp;#227;o do porto ceda &amp;#225;reas por um prazo de at&amp;#233; 90 dias para a realiza&amp;#231;&amp;#227;o de eventos de natureza recreativa, esportiva, cultural, religiosa ou educacional.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
H&amp;#225;, ainda, os arrendamentos n&amp;#227;o operacionais, que permitem o arrendamento de &amp;#225;reas para atividades econ&amp;#244;micas n&amp;#227;o diretamente ligadas &amp;#224; movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas, como shoppings, cinemas, &amp;#225;reas culturais, estacionamentos, entre outras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas n&amp;#227;o basta somente a regulamenta&amp;#231;&amp;#227;o do uso de &amp;#225;reas portu&amp;#225;rias. Um pa&amp;#237;s que deseja receber capital estrangeiro, n&amp;#227;o especulativo, tem de ter um n&amp;#250;mero elevado de tratados intencionais contra dupla tributa&amp;#231;&amp;#227;o para que os investimentos de n&amp;#227;o residentes estejam protegidos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Temos absoluta convic&amp;#231;&amp;#227;o de que medidas de prote&amp;#231;&amp;#227;o ao capital, associadas a regulamenta&amp;#231;&amp;#245;es normativas modernas e transparentes de &amp;#225;reas portu&amp;#225;rias e tamb&amp;#233;m &amp;#224; divulga&amp;#231;&amp;#227;o, em 2012, do Plano Nacional de Log&amp;#237;stica Portu&amp;#225;ria far&amp;#227;o com que o Brasil entre, definitivamente, na rota de investimentos internacionais em obras de infraestrutura portu&amp;#225;ria, bem como de grandes empresas de opera&amp;#231;&amp;#227;o portu&amp;#225;ria, as quais poder&amp;#227;o aliar-se a empresas nacionais que j&amp;#225; t&amp;#234;m experi&amp;#234;ncia nesse setor da economia.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Felipe Ferreira Silva &amp;#233; s&amp;#243;cio do Emerenciano, Baggio e Associados Advogados.&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:40:10 -0200</pubDate></item><item><title>BUSCA POR G&amp;#193;S E PETR&amp;#211;LEO ATRASA</title><description>Se os resultados encontrados forem satisfat&amp;#243;rios, &amp;#225;rea do Cear&amp;#225; pode ser levada aos pr&amp;#243;ximos leil&amp;#245;es &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Programado para o fim do ano passado, o resultado da pesquisa para identifica&amp;#231;&amp;#227;o, ou n&amp;#227;o, de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s na por&amp;#231;&amp;#227;o ocidental em mar da Bacia do Cear&amp;#225; atrasou, e os trabalhos prosseguem durante 2012. At&amp;#233; dezembro, segundo informa a Ag&amp;#234;ncia Nacional de Petr&amp;#243;leo (ANP), que contratou o servi&amp;#231;o, haviam sido adquiridos 65% dos mil testemunhos em amostras do assoalho oce&amp;#226;nico a serem adquiridos. Atualmente, o &amp;#243;rg&amp;#227;o est&amp;#225; analisando as informa&amp;#231;&amp;#245;es recebidas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Bacia do Cear&amp;#225; j&amp;#225; &amp;#233; explorada comercialmente, mas somente na &amp;#225;rea do litoral de Paracuru, atrav&amp;#233;s dos campos denominados Xar&amp;#233;u, Atum, Curim&amp;#227; e Espada. A parte ocidental da bacia ainda &amp;#233; desconhecida, e o estudo pretende aumentar o conhecimento sobre a regi&amp;#227;o das sub-bacias de Piau&amp;#237;, Acara&amp;#250; e Icara&amp;#237;, em uma &amp;#225;rea de 9,4 mil quil&amp;#244;metros quadrados. A pesquisa est&amp;#225; inclu&amp;#237;da no Plano Plurianual de Geologia e Geof&amp;#237;sica 2007-2014 realizado pela ANP. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Aporte - O projeto foi contratado em dezembro de 2010 e as pesquisas iniciadas em janeiro do ano passado, atrav&amp;#233;s do cons&amp;#243;rcio formado pelas empresas Ipex e Fugro. O relat&amp;#243;rio completo deveria ter sido entregue &amp;#224; Ag&amp;#234;ncia at&amp;#233; o &amp;#250;ltimo dia 30. O investimento total no estudo &amp;#233; de R$ 12,7 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; o fim de 2011, 651 testemunhos haviam sido retirados, por meio do testemunhador &quot;piston core&quot;, que &amp;#233; o equipamento usado para proceder este tipo de amostragem. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As amostras est&amp;#227;o sendo tiradas em l&amp;#226;minas d&amp;#180;&amp;#225;gua compreendidas entre 50 e 2.500 metros, atingindo, assim, &amp;#225;guas profundas na bacia cearense. At&amp;#233; hoje, s&amp;#243; h&amp;#225; produ&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo em &amp;#225;guas rasas, com at&amp;#233; 50 metros de profundidade. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ANP j&amp;#225; informou que, no caso de ser detectada presen&amp;#231;a de hidrocarbonetos em parte significativa das amostras coletadas, haver&amp;#225; uma importante eleva&amp;#231;&amp;#227;o da atratividade da bacia, podendo lev&amp;#225;-la a ser oferecida nos pr&amp;#243;ximos leil&amp;#245;es a serem promovidos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Explica&amp;#231;&amp;#227;o - &quot;Deve-se enfatizar que esta ferramenta explorat&amp;#243;ria, coleta de amostras e an&amp;#225;lise geoqu&amp;#237;mica subsequente n&amp;#227;o se habilita a detectar &amp;#180;acumula&amp;#231;&amp;#245;es&amp;#180; de hidrocarbonetos, mas t&amp;#227;o somente verificar a presen&amp;#231;a de ind&amp;#237;cios, ou seja, indica&amp;#231;&amp;#245;es de poss&amp;#237;veis ocorr&amp;#234;ncias, principalmente de g&amp;#225;s, porventura migrado de zonas mais profundas da bacia. Trata-se de um m&amp;#233;todo de investiga&amp;#231;&amp;#227;o muito preliminar, o qual, evidenciando anomalias positivas encorajaria a obten&amp;#231;&amp;#227;o de novos dados atrav&amp;#233;s de ferramentas mais apropriadas para a detec&amp;#231;&amp;#227;o de acumula&amp;#231;&amp;#245;es de hidrocarboneto, como a s&amp;#237;smica de reflex&amp;#227;o por exemplo&quot;, esclarecera anteriormente o &amp;#243;rg&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m da Bacia do Cear&amp;#225;, a Bacia do Araripe, na regi&amp;#227;o do Cariri tamb&amp;#233;m foi pesquisada pela ANP. Contudo, ap&amp;#243;s quase um ano de estudos, a Ag&amp;#234;ncia especializada concluiu que n&amp;#227;o existe petr&amp;#243;leo para comercializa&amp;#231;&amp;#227;o na localidade. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cifra - 12,7 milh&amp;#245;es de reais &amp;#233; o valor do investimento do projeto que pretende avaliar a possibilidade de explora&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo na parte ocidental da Bacia do Cear&amp;#225;.&lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste - CE&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:39:54 -0200</pubDate></item><item><title>DRAGAGEM S&amp;#211; NO FIM DE JANEIRO</title><description>O in&amp;#237;cio da obra estava previsto para mar&amp;#231;o do ano passado e, desde ent&amp;#227;o, tem sido adiado sucessivamente &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Previsto inicialmente para meados de mar&amp;#231;o do ano passado e adiado sucessivamente por duas ocasi&amp;#245;es, o processo que aumentar&amp;#225; a profundidade do calado do Porto do Mucuripe - chamado dragagem -, agora, tem nova data prevista: &quot;fim de janeiro de 2012&quot;, segundo informou, ontem, em nota, assessoria de imprensa da Companhia Docas do Cear&amp;#225; (CDC). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O novo adiamento deve-se por conta de uma batimetria - &quot;estudo do fundo do mar para identificar o material existente e a profundidade que ele est&amp;#225;&quot; - realizada &quot;para fiscalizar a obra da dragagem&quot; durante dezembro de 2011. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A batimetria identificou que restam ainda alguns poucos pontos a escavar. Esse trabalho precisa ser minucioso, para resguardar a seguran&amp;#231;a dos navios de grande porte que ir&amp;#227;o navegar na &amp;#225;rea do Porto&quot;, declarou a CDC ao Jornal. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Novos contratos - O texto ainda esclareceu que &quot;a Marinha do Brasil s&amp;#243; homologa o novo calado do Porto de Fortaleza com a batimetria 100% conclu&amp;#237;da&quot;. Mesmo sem a conclus&amp;#227;o das obras, a Companhia Docas do Cear&amp;#225; garantiu que &quot;j&amp;#225; est&amp;#225; em negocia&amp;#231;&amp;#227;o com armadores (Petrobras, Alian&amp;#231;a e CMA CGM) para formalizar novos contratos para a vinda de navios com at&amp;#233; 70.000 toneladas&quot; para o Porto do Mucuripe. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Caracter&amp;#237;sticas - As obras no calado do Mucuripe eram aguardadas desde 2008 e ir&amp;#227;o aumentar a profundidade dele de 10,5 metros para 14 metros. Ao todo, foram aplicados R$61 milh&amp;#245;es. Os recursos s&amp;#227;o provenientes do Programa Nacional de Dragagem da Secretaria Especial dos Portos (SEP), com recursos do Plano de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC). Tamb&amp;#233;m de olho no fim do processo, a CDC j&amp;#225; havia afirmado anteriormente que trabalha nas obras de p&amp;#243;s-dragagem. &lt;br&gt;
Fonte : Di&amp;#225;rio do Nordeste - CE&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:39:42 -0200</pubDate></item><item><title>QUE VENHAM OS TURISTAS</title><description>De olho na Copa, governo cortar&amp;#225; tarifas aeroportu&amp;#225;rias e imposto de combust&amp;#237;vel para atrair visitantes&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ogoverno est&amp;#225; prestes a lan&amp;#231;ar um pacote de medidas para atrair os turistas estrangeiros para o Brasil, visando aos grandes eventos esportivos: Copa e Olimp&amp;#237;adas. Redu&amp;#231;&amp;#227;o de tarifas aeroportu&amp;#225;rias, corte de impostos sobre combust&amp;#237;vel de avia&amp;#231;&amp;#227;o e bens para hot&amp;#233;is e parques tem&amp;#225;ticos, al&amp;#233;m de redu&amp;#231;&amp;#227;o do custo da energia para todo o setor est&amp;#227;o no card&amp;#225;pio. Ao todo, 14 medidas est&amp;#227;o sobre a mesa de negocia&amp;#231;&amp;#227;o que re&amp;#250;ne a equipe econ&amp;#244;mica, o Minist&amp;#233;rio do Turismo, a Infraero, a Embratur e os empres&amp;#225;rios neste momento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; a semana que vem, deve ser publicada no Di&amp;#225;rio Oficial autoriza&amp;#231;&amp;#227;o para que a Embratur use R$8 milh&amp;#245;es do or&amp;#231;amento para fazer propaganda no exterior de voos diretos para o Brasil. As companhias a&amp;#233;reas e empresas de turismo poder&amp;#227;o se candidatar para receber esse dinheiro. Ganhar&amp;#227;o o patroc&amp;#237;nio do Estado as empresas que oferecerem voos para as cidades que normalmente n&amp;#227;o s&amp;#227;o as mais procuradas. A ideia &amp;#233; ampliar os port&amp;#245;es de entrada dos estrangeiros - que geralmente desembarcam no Rio de Janeiro e em S&amp;#227;o Paulo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Temor de alta de pre&amp;#231;os generalizada&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A equipe econ&amp;#244;mica tamb&amp;#233;m estuda a mudan&amp;#231;a de classifica&amp;#231;&amp;#227;o de equipamentos para parques tem&amp;#225;ticos e hot&amp;#233;is. Se a press&amp;#227;o do setor der certo, TVs e aparelhos de ar-condicionado seriam rotulados como investimento e teriam corte de impostos. Isso beneficiaria diretamente os 36 hot&amp;#233;is em constru&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#243; no Rio de Janeiro. A estrutura que a cidade tem hoje n&amp;#227;o comporta o aumento do turismo. Segundo a Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira da Ind&amp;#250;stria Hoteleira (ABIH), a ocupa&amp;#231;&amp;#227;o dos hot&amp;#233;is &amp;#233; de 85% em m&amp;#233;dia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Isso significa que, no ano, h&amp;#225; picos de 100% de ocupa&amp;#231;&amp;#227;o. O Rio j&amp;#225; perde grandes eventos hoje. Na Copa, estamos falando de 600 mil turistas estrangeiros - diz o presidente da ABIH, Enrico Fermi Torquato.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Uma das preocupa&amp;#231;&amp;#245;es do governo &amp;#233; evitar que o setor aumente os pre&amp;#231;os. Esse foi considerado o &quot;pecado grego&quot; nas Olimp&amp;#237;adas de Atenas: para lucrar mais com o evento, a cidade aumentou todos os pre&amp;#231;os e o pa&amp;#237;s ficou com a imagem de ser muito caro e afastou turistas. Por isso, a equipe econ&amp;#244;mica analisa um pedido dos empres&amp;#225;rios, que conta com total respaldo do Minist&amp;#233;rio do Turismo: a redu&amp;#231;&amp;#227;o do custo da energia el&amp;#233;trica para o setor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para ter certeza de que os pre&amp;#231;os n&amp;#227;o v&amp;#227;o disparar, o governo quer criar uma c&amp;#226;mara setorial para o turismo e fechar um acordo com o setor para que n&amp;#227;o haja uma alta generalizada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O principal legado desses eventos n&amp;#227;o &amp;#233; o turismo no per&amp;#237;odo dos eventos, mas o que vai gerar depois. &amp;#201; a imagem que vamos deixar para os 20 mil jornalistas que est&amp;#227;o aqui - afirma o presidente da Embratur, deputado Fl&amp;#225;vio Dino (PCdoB).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele assumiu o cargo h&amp;#225; apenas cinco meses e ter&amp;#225; que lidar com problemas de infraestrutura e promo&amp;#231;&amp;#227;o. Em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao primeiro, Dino espera contar com o Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento (PAC), que contempla as obras necess&amp;#225;rias para Copa e Olimp&amp;#237;adas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para a publicidade do pa&amp;#237;s no exterior, foi necess&amp;#225;rio repensar os rumos do que foi feito at&amp;#233; 2011. O presidente da entidade pediu que sua equipe levantasse os casos de campanhas publicit&amp;#225;rias de sucesso do Brasil, mas n&amp;#227;o havia nenhuma para ilustrar a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o feita h&amp;#225; pouco mais de um m&amp;#234;s para os secret&amp;#225;rios estaduais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para dar uma guinada nos rumos do turismo de estrangeiros no pa&amp;#237;s, a Embratur vai concentrar o uso dos R$48 milh&amp;#245;es que tem para gastar em publicidade. Na nova estrat&amp;#233;gia, Dino resolveu reduzir os pa&amp;#237;ses onde esse dinheiro ser&amp;#225; gasto. Eram 35 e agora s&amp;#227;o 17 pa&amp;#237;ses, principalmente M&amp;#233;xico - o maior emissor de turistas para a Copa da &amp;#193;frica do Sul - e Canad&amp;#225;. O Brasil quer deixar de ser um destino cl&amp;#225;ssico apenas para argentinos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Os mexicanos s&amp;#227;o amantes do futebol como n&amp;#243;s. Se foram para a &amp;#193;frica, n&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel que, aqui do lado, n&amp;#227;o vir&amp;#227;o - alega Dino.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Brasil vai reabrir filiais no exterior&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Brasil tamb&amp;#233;m reabrir&amp;#225; as filiais da Embratur no exterior que passaram 2011 fechadas. A internet &amp;#233; outro foco, j&amp;#225; que a maioria dos turistas decide na rede o destino das f&amp;#233;rias. Foi posto no ar um v&amp;#237;deo interativo em 3D com cinco cidades que ser&amp;#227;o sede da Copa de 2014. No Rio, &amp;#233; poss&amp;#237;vel fazer uma viagem de asa-delta sobre a cidade. Em Manaus, o passeio &amp;#233; num barco virtual para conhecer as redondezas. J&amp;#225; em Curitiba, &amp;#233; numa bicicleta.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Executivo quer um acordo entre governadores para que sigam o exemplo de Rio de Janeiro, Bahia e Amazonas, unindo-se ao apresentar roteiros aos estrangeiros numa esp&amp;#233;cie de venda tr&amp;#234;s em um: em uma viagem s&amp;#243;, o turista conhece os tr&amp;#234;s estados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A principal cr&amp;#237;tica dos turistas estrangeiros ainda segue sem rem&amp;#233;dio: a presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;o. A crise pol&amp;#237;tica do primeiro ano do governo Dilma Rousseff provocou a suspens&amp;#227;o do programa de qualifica&amp;#231;&amp;#227;o por suspeita de desvio de dinheiro. Agora, o Minist&amp;#233;rio do Turismo estuda usar a estrutura do Sistema S - como Senai e Senac - para treinar m&amp;#227;o de obra.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Hoje, por que uma pessoa nos Estados Unidos iria escolher o Brasil, se o servi&amp;#231;o daqui &amp;#233; p&amp;#233;ssimo? Nos resorts all inclusive, n&amp;#227;o h&amp;#225; gar&amp;#231;om e voc&amp;#234; tem que se servir. O melhor &amp;#233; ir para o Caribe - diz fonte do setor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outro desafio do governo &amp;#233; facilitar a entrada pelas fronteiras do pa&amp;#237;s. Atualmente, os postos da Pol&amp;#237;cia Federal e da Receita Federal j&amp;#225; t&amp;#234;m fila. E cerca da metade dos turistas que o pa&amp;#237;s recebe hoje vem por terra.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A preocupa&amp;#231;&amp;#227;o com o turismo n&amp;#227;o &amp;#233; apenas por causa de Copa e Olimp&amp;#237;adas. Com o crescimento da renda do brasileiro e, consequentemente, dos gastos de turistas daqui no exterior, as despesas t&amp;#234;m pesado cada vez mais nas contas externas. Em 2012, os gastos do brasileiro em viagens internacionais n&amp;#227;o devem crescer com a mesma velocidade dos anos anteriores. Mesmo assim, o rombo nas contas externas deve continuar alto e superar o de 2011, que j&amp;#225; foi um recorde.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Banco Central (BC) estima que o d&amp;#233;ficit em viagens internacionais fique em US$14,3 bilh&amp;#245;es em 2011. E neste ano, o desempenho deve ser um pouco pior: rombo de US$14,5 bilh&amp;#245;es.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo &lt;br&gt;
Data : 04/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:39:23 -0200</pubDate></item><item><title>PACOTE PREV&amp;#202; MAIS GARANTIAS E CR&amp;#201;DITO PARA EXPORTADOR</title><description>Venda externa de manufaturados decepcionou em 2011, quando houve recorde no com&amp;#233;rcio exterior&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
BRAS&amp;#205;LIA. O novo pacote de est&amp;#237;mulo ao setor exportador de manufaturados que est&amp;#225; sendo discutido pela equipe econ&amp;#244;mica deve incluir medidas para a amplia&amp;#231;&amp;#227;o e a libera&amp;#231;&amp;#227;o mais r&amp;#225;pida de linhas de financiamento para o com&amp;#233;rcio exterior. Segundo t&amp;#233;cnicos do governo, empres&amp;#225;rios brasileiros ainda encontram dificuldades para levar suas mercadorias para outros pa&amp;#237;ses, especialmente em fun&amp;#231;&amp;#227;o de exig&amp;#234;ncias na concess&amp;#227;o do cr&amp;#233;dito. Por isso, est&amp;#225; nos planos retirar do papel a Ag&amp;#234;ncia Brasileira de Garantias (ABG), al&amp;#233;m de ajustes no Proex.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ABG, cujo projeto foi formulado no governo Lula, garante obras em &amp;#225;reas espec&amp;#237;ficas que hoje n&amp;#227;o interessam o setor privado. Na &amp;#225;rea de exporta&amp;#231;&amp;#245;es, por exemplo, a ideia &amp;#233; que ela atue em neg&amp;#243;cios de valor elevado e em contratos superiores a dois anos, onde a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o de garantias &amp;#233; mais dif&amp;#237;cil para os empres&amp;#225;rios. A fonte de financiamento para essas opera&amp;#231;&amp;#245;es viria do uso dos fundos garantidores que hoje est&amp;#227;o espalhados por diferentes institui&amp;#231;&amp;#245;es financeiras e que separadamente t&amp;#234;m pouca alavancagem.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m disso, estuda-se facilitar o acesso das empresas ao Proex, que permite aos exportadores receber o valor das vendas &amp;#224; vista e oferece aos importadores um prazo para o pagamento da transa&amp;#231;&amp;#227;o. O programa j&amp;#225; foi alterado dentro do programa Brasil Maior, mas ainda precisa de ajustes para conseguir atender melhor a micro e pequenas empresas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pacote n&amp;#227;o deve conter desonera&amp;#231;&amp;#245;es fiscais&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A elabora&amp;#231;&amp;#227;o de um novo pacote foi anunciada pelo secret&amp;#225;rio-executivo do Minist&amp;#233;rio do Desenvolvimento, Alessandro Teixeira. Embora o com&amp;#233;rcio exterior do pa&amp;#237;s tenha registrado recordes tanto de exporta&amp;#231;&amp;#227;o quanto de importa&amp;#231;&amp;#227;o, as vendas de manufaturados tiveram fraco desempenho no ano passado, especialmente por causa do c&amp;#226;mbio desfavor&amp;#225;vel e da crise nas economias europeia e americana.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Teixeira destacou que o novo pacote n&amp;#227;o tem como foco fazer desonera&amp;#231;&amp;#245;es tribut&amp;#225;rias para ajudar os exportadores. A avalia&amp;#231;&amp;#227;o do governo &amp;#233; que, al&amp;#233;m de n&amp;#227;o haver espa&amp;#231;o fiscal para que se abra m&amp;#227;o de receitas em 2012, o maior problema dos empres&amp;#225;rios est&amp;#225; na escassez de cr&amp;#233;dito que come&amp;#231;ou a surgir. Tanto que o capital do BNDES j&amp;#225; foi refor&amp;#231;ado em 2011 e ser&amp;#225; novamente este ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m das press&amp;#245;es habituais sobre gastos em ano de crise externa, o governo ainda precisa acomodar os R$30,7 bilh&amp;#245;es em desonera&amp;#231;&amp;#245;es que foram anunciadas em 2011 com impacto nas contas deste ano. A principal vem do programa Brasil Maior, que teve como alvo justamente o setor exportador e que resultar&amp;#225; numa ren&amp;#250;ncia de R$25 bilh&amp;#245;es em 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A necessidade de refor&amp;#231;ar o cr&amp;#233;dito para o setor produtivo tem sido uma preocupa&amp;#231;&amp;#227;o constante do governo Dilma Rousseff, mas o desempenho dos produtos manufaturados na balan&amp;#231;a de 2011 tornou mais urgente a ado&amp;#231;&amp;#227;o de medidas que impe&amp;#231;am uma perda ainda maior de competitividade para os itens nacionais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
D&amp;#243;lar mais valorizado este ano ajuda exportadores&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para especialistas, qualquer a&amp;#231;&amp;#227;o nessa &amp;#225;rea deve levar de seis meses a um ano para surtir efeito, tendo em vista que a produ&amp;#231;&amp;#227;o de bens manufaturados, assim como as decis&amp;#245;es de compra desses produtos, n&amp;#227;o acontece de uma hora para a outra. Mas o Executivo s&amp;#243; deve bater o martelo sobre os detalhes das medidas depois que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltar de f&amp;#233;rias, no dia 15 deste m&amp;#234;s. Al&amp;#233;m disso, os t&amp;#233;cnicos querem ter uma ideia mais clara do comportamento do c&amp;#226;mbio, que, mantido o novo patamar de R$1,80, pode dar uma m&amp;#227;o adicional aos exportadores.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo &lt;br&gt;
Data : 04/01/2012 &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:39:08 -0200</pubDate></item><item><title>PETROBRAS PODER&amp;#193; AJUDAR A TIRAR &amp;#211;LEO DE NAVIO DA VALE</title><description>Ap&amp;#237;s tentativas frustradas de retirar o combust&amp;#237;vel do navio Vale Beijing, ancorado no litoral do Maranh&amp;#227;o h&amp;#225; um m&amp;#234;s com rachaduras no casco, a Capitania dos Portos do estado e a empresa contratada para resgatar a embarca&amp;#231;&amp;#227;o, a Smith, estudam usar um petroleiro da Petrobras para remover o &amp;#243;leo, informou ontem o superintendente do Ibama no Maranh&amp;#227;o, Pedro Le&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A retirada de parte do &amp;#243;leo &amp;#233; exigida pelo Ibama para que a embarca&amp;#231;&amp;#227;o seja reparada sem risco de vazamento. Semana passada, t&amp;#233;cnicos tentaram remover o combust&amp;#237;vel do Vale Beijing para uma balsa, mas fortes ventos impediram a opera&amp;#231;&amp;#227;o. Por isso, a Smith e a Capitania avaliam um plano B:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O petroleiro &amp;#233; mais pesado e consegue estacionar ao lado do navio com mais estabilidade - disse o superintendente do Ibama no Maranh&amp;#227;o. (Danielle Nogueira)&lt;br&gt;
Fonte : O Globo &lt;br&gt;
Data : 04/01/2012 &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:38:56 -0200</pubDate></item><item><title>BOAT XPERIENCE - QUARTA EDI&amp;#199;&amp;#195;O DO SAL&amp;#195;O N&amp;#193;UTICO ACONTECE ESTE M&amp;#202;S EM GUARUJ&amp;#193;</title><description>Os apreciadores do mercado n&amp;#225;utico j&amp;#225; podem comemorar. Entre os dias 25 e 29 de janeiro, em Guaruj&amp;#225;, ser&amp;#225; realizada a quarta edi&amp;#231;&amp;#227;o do Boat Xperience, um dos maiores eventos do setor no litoral de S&amp;#227;o Paulo. Mais de 60 expositores nacionais e internacionais ir&amp;#227;o apresentar embarca&amp;#231;&amp;#245;es de luxo e acess&amp;#243;rios com tecnologia de &amp;#250;ltima gera&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Inspirado em feiras internacionais, o Boat Xperience tamb&amp;#233;m ser&amp;#225; uma oportunidade de fazer neg&amp;#243;cios junto a consumidores e empres&amp;#225;rios do ramo. O evento acontece no Porto Marina Ast&amp;#250;rias, que fica na Rua Francesca Sapocheti Castrucci, 805.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2011, foram realizadas duas edi&amp;#231;&amp;#245;es do Boat Xperience, nos meses de janeiro e julho. Assim como no &amp;#250;ltimo ano, os visitantes habilitados poder&amp;#227;o realizar test-drive em modelos de marcas renomadas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O objetivo do Boat Xperience, ao apresentar as melhores marcas do segmento, &amp;#233; proporcionar bons neg&amp;#243;cios e contribuir cada vez mais para crescimento do mercado n&amp;#225;utico brasileiro&quot;, diz o organizador do evento, Caio Ambrosio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O sal&amp;#227;o n&amp;#225;utico acontecer&amp;#225; das 12h &amp;#224;s 21h. O ingresso para o evento custa R$ 20,00. A entrada &amp;#233; gratuita para crian&amp;#231;as com menos de 9 anos.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:38:36 -0200</pubDate></item><item><title>NAVIOS PARAGUAIOS SER&amp;#195;O LEILOADOS NO RIO GRANDE DO SUL</title><description>Retidos pela Marinha do Brasil no porto de Porto Alegre desde 1997, os navios paraguaios Mariscal Jos&amp;#233; F&amp;#233;lix Estigarribia e Bernardino Cabello ser&amp;#227;o leiloados. O edital do leil&amp;#227;o ser&amp;#225; publicado at&amp;#233; o final deste m&amp;#234;s. As embarca&amp;#231;&amp;#245;es, que na ocasi&amp;#227;o transportavam trigo para o Rio Grande do Sul, foram retidas por n&amp;#227;o apresentarem condi&amp;#231;&amp;#245;es seguras para navega&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O an&amp;#250;ncio do leil&amp;#227;o foi feito ap&amp;#243;s reuni&amp;#227;o realizada entre a superitend&amp;#234;ncia de Portos e Hidrovias do Rio Grande do Sul e representantes do governo e da procuradoria do estado. Um dos crit&amp;#233;rios para a publica&amp;#231;&amp;#227;o do edital &amp;#233; que o leiloeiro tenha experi&amp;#234;ncia na venda desse tipo de embarca&amp;#231;&amp;#227;o - o que possibilita a amplia&amp;#231;&amp;#227;o dos interessados na compra. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outra preocupa&amp;#231;&amp;#227;o se refere &amp;#224; possibilidade de reaproveitamento de partes dos navios para a constru&amp;#231;&amp;#227;o de novas embarca&amp;#231;&amp;#245;es, como j&amp;#225; aconteceu em leil&amp;#245;es anteriores. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:38:24 -0200</pubDate></item><item><title>BALAN&amp;#199;O - PORTO DO RIO GRANDE BATE RECORDE EM MOVIMENTA&amp;#199;&amp;#195;O DE CARGAS</title><description>Entre os meses de janeiro e novembro de 2011, o Porto do Rio Grande registrou um novo recorde de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas. O volume total foi de 28 milh&amp;#245;es de toneladas, &amp;#237;ndice que supera em 9,46% o mesmo per&amp;#237;odo no ano anterior (25.939.770 toneladas). Do total movimentado, a exporta&amp;#231;&amp;#227;o de mercadorias representou 57,53%, o equivalente a 16.335.309 toneladas e um aumento de 23,65% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na movimenta&amp;#231;&amp;#227;o por segmento de carga, o maior percentual &amp;#233; o de granel s&amp;#243;lido com 18.411.360 toneladas. Em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; carga geral e ao segmento granel l&amp;#237;quido foram movimentadas 6.557.388 toneladas e 3.425.734 toneladas, respectivamente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A soja em gr&amp;#227;o foi a mercadoria com o maior n&amp;#250;mero movimentado (5.787.725 toneladas), com varia&amp;#231;&amp;#227;o de 24,85% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao mesmo per&amp;#237;odo no ano de 2010. Os principais commodities exportados no per&amp;#237;odo, al&amp;#233;m da soja em gr&amp;#227;o, foram o trigo, o arroz e o cavaco de madeira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por&amp;#233;m, a mercadoria que apresentou o maior percentual de crescimento foi o arroz, com varia&amp;#231;&amp;#227;o de 275,79% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano anterior. Entre os principais destinos das exporta&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o China, Espanha, Holanda, Jap&amp;#227;o e Alg&amp;#233;ria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Volume total foi de 28 milh&amp;#245;es de toneladas no porto ga&amp;#250;cho&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Com a performance positiva da economia ga&amp;#250;cha e brasileira, o Porto do Rio Grande espera fechar o balan&amp;#231;o do ano de 2011 com uma movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de 30,5 milh&amp;#245;es de toneladas&quot;, avaliou o superintendente do porto, Dirceu Lopes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Importa&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Somando 5.904.853 de toneladas, a importa&amp;#231;&amp;#227;o representou 20,80% da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o do porto ga&amp;#250;cho no per&amp;#237;odo de janeiro a novembro de 2011. Entre as principais mercadorias importadas est&amp;#227;o a ureia, o cloreto de pot&amp;#225;ssio granulado, o fosfato c&amp;#225;lcio natural, o &amp;#225;cido sulf&amp;#250;rico e o fosfato monoam&amp;#244;nico granulado. Os principais pa&amp;#237;ses de origem das importa&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o Marrocos, Argentina, Litu&amp;#226;nia, China e Estados Unidos. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:38:09 -0200</pubDate></item><item><title>OBRAS - DRAGAGEM DO PORTO DE SANTOS DEVER&amp;#193; SER RETOMADA ESTE M&amp;#202;S</title><description>Dever&amp;#225; ser retomada este m&amp;#234;s a dragagem de aprofundamento do Porto de Santos. A obra ser&amp;#225; realizada no Trecho 4, que vai do Paquet&amp;#225; at&amp;#233; a Alemoa, e &amp;#233; o &amp;#250;nico pendente. Nos demais tr&amp;#234;s trechos do canal de navega&amp;#231;&amp;#227;o, da Barra at&amp;#233; o Armaz&amp;#233;m 6, o servi&amp;#231;o foi conclu&amp;#237;do h&amp;#225; cerca de seis meses. A previs&amp;#227;o da Codesp &amp;#233; que o trabalho seja finalizado em quatro meses. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O rein&amp;#237;cio das obras est&amp;#225; condicionado &amp;#224; chegada, ao cais santista, das duas dragas que realizar&amp;#227;o o servi&amp;#231;o. A primeira a chegar, at&amp;#233; o fim do m&amp;#234;s, ser&amp;#225; a Xin Hai Feng, com capacidade para carregar 18 mil metros c&amp;#250;bicos de sedimentos. A outra, que dever&amp;#225; atracar no complexo em fevereiro, ser&amp;#225; a Hang Jung 5001, de 5 mil metros c&amp;#250;bicos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A retomada da dragagem dependia apenas de uma autoriza&amp;#231;&amp;#227;o do Ibama. O aval do &amp;#243;rg&amp;#227;o ambiental foi necess&amp;#225;rio devido a um aumento verificado na concentra&amp;#231;&amp;#227;o de poluentes nas amostras de sedimentos coletadas no Trecho 4. A quantidade de material foi considerada superior ao que &amp;#233; estipulado pelo Conselho Nacional do Meio Ambiental (Conama). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o Conama, o resultado das an&amp;#225;lises qu&amp;#237;micas n&amp;#227;o pode passar do n&amp;#237;vel 1. No entanto, foram encontradas modifica&amp;#231;&amp;#245;es em dois pontos do Trecho 4. Em um deles, o problema j&amp;#225; havia sido solucionado h&amp;#225; alguns meses. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A expectativa inicial era de que a dragagem de aprofundamento fosse encerrada em setembro &amp;#250;ltimo, conforme chegou a anunciar o ministro dos Portos, Le&amp;#244;nidas Cristino. Em outra ocasi&amp;#227;o, o titular da Secretaria de Portos (SEP) adiou a data de t&amp;#233;rmino para novembro. Agora, com o novo cronograma, a perspectiva &amp;#233; que o servi&amp;#231;o, que vai elevar a profundidade da via de navega&amp;#231;&amp;#227;o de 13 para 15 metros, seja efetivamente conclu&amp;#237;do at&amp;#233; maio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A dragagem de aprofundamento recome&amp;#231;ar&amp;#225; no canal de navega&amp;#231;&amp;#227;o do Porto com os retornos das dragas chinesas Xin Hai Feng e Hamg Jung 5001, previstos para o fim do m&amp;#234;s e fevereiro, respectivamente&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apesar dos adiamentos, o novo prazo ainda atende o edital de licita&amp;#231;&amp;#227;o. De acordo com o documento, a obra deve ser finalizada em tr&amp;#234;s anos a partir da assinatura da ordem de servi&amp;#231;o, que ocorreu em 24 de novembro de 2009. Assim, caso os trabalhos sejam finalizados nos pr&amp;#243;ximos quatro meses, ainda estar&amp;#227;o adiantados. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O cons&amp;#243;rcio Draga Brasil, liderado pela empresa DTA Engenharia, &amp;#233; respons&amp;#225;vel pelo servi&amp;#231;o. Al&amp;#233;m de aprofundar o canal, a obra vai alargar sua calha de navega&amp;#231;&amp;#227;o (leito naveg&amp;#225;vel) de 150 para 220 metros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Manuten&amp;#231;&amp;#227;o &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em paralelo &amp;#224; dragagem de aprofundamento, acontecer&amp;#225; a dragagem de manuten&amp;#231;&amp;#227;o dos trechos 2 e 3 do complexo, que v&amp;#227;o do Entreposto de Pesca at&amp;#233; o Armaz&amp;#233;m 6. O in&amp;#237;cio dos trabalhos ser&amp;#225; poss&amp;#237;vel devido &amp;#224; emiss&amp;#227;o da Licen&amp;#231;a de Instala&amp;#231;&amp;#227;o (LI) pelo Ibama. O servi&amp;#231;o tamb&amp;#233;m ser&amp;#225; feito pelas dragas Xin Hai Feng e Hang Jung 5001. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; ent&amp;#227;o, havia sido executada somente a manuten&amp;#231;&amp;#227;o do trecho1, da Barra ao Entreposto de Pesca. No trecho 4, o servi&amp;#231;o depender&amp;#225; de uma nova licen&amp;#231;a, a ser expedida depois da conclus&amp;#227;o do aprofundamento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a Codesp, o cronograma &amp;#233; elaborado em fun&amp;#231;&amp;#227;o do plano de dragagem desenvolvido para atender o aspecto ambiental. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 04/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 12:37:34 -0200</pubDate></item><item><title>RIO GRANDE CANDIDATA-SE A BASE OFFSHORE PARA PERFURA&amp;#199;&amp;#213;ES NA BACIA DE PELOTAS</title><description>O Executivo Municipal apresentou &amp;#224; Petrobras projeto que credencia Rio Grande a servir de base offshore da companhia quando forem iniciadas as prospec&amp;#231;&amp;#245;es de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s na Bacia de Pelotas. A proposta foi entregue pelo prefeito F&amp;#225;bio Branco ao diretor de explora&amp;#231;&amp;#227;o e produ&amp;#231;&amp;#227;o da estatal, Guilherme Estrella, em reuni&amp;#227;o ocorrida no final da semana passada, no Rio de Janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A inten&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; que a cidade possa servir de base para os helic&amp;#243;pteros e embarca&amp;#231;&amp;#245;es que ir&amp;#227;o atuar no trabalho. O trabalho de prospec&amp;#231;&amp;#227;o dever&amp;#225; custar entre 60 e 80 milh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares, o que representa 80% do valor j&amp;#225; investido pela empresa em pesquisa na Bacia Pelotas desde 2004, ano que tamb&amp;#233;m foram arrematadas as &amp;#225;reas em que a empresa pretende prospectar.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Antes do in&amp;#237;cio da perfura&amp;#231;&amp;#227;o de po&amp;#231;os, ser&amp;#227;o realizados estudos geol&amp;#243;gicos complementares para determinar os melhores locais. Em 2001 foram feitas 16 perfura&amp;#231;&amp;#245;es na costa ga&amp;#250;cha, sem resultados. Atuar na explora&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;reas &amp;#233; uma das condi&amp;#231;&amp;#245;es para manter a concess&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O prefeito destacou que se o Munic&amp;#237;pio for confirmado como base da Petrobras, novas oportunidades de emprego, renda e tecnologia, ser&amp;#227;o oferecidas &amp;#224; comunidade. &quot;&amp;#201; mais uma alternativa de desenvolvimento econ&amp;#244;mico para a cidade, que j&amp;#225; vive um momento &amp;#237;mpar com a consolida&amp;#231;&amp;#227;o do Polo Naval&quot;, salientou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cascos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda durante a viagem ao Rio, foi feito convite ao gerente de Implementa&amp;#231;&amp;#227;o de Empreendimentos de Plataformas para o Pr&amp;#233;-sal, M&amp;#225;rcio Ferreira Alencar (respons&amp;#225;vel pela produ&amp;#231;&amp;#227;o dos cascos da estatal no Munic&amp;#237;pio), para participar de uma reuni&amp;#227;o na sede do Executivo Municipal. &quot;Queremos estreitar os la&amp;#231;os e sermos facilitadores. A Prefeitura quer colaborar com a Petrobras durante esse processo [de consolida&amp;#231;&amp;#227;o do Polo Naval]&quot;, salientou.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal Agora (RS)&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 15:00:49 -0200</pubDate></item><item><title>LEIL&amp;#195;O DOS NAVIOS PARAGUAIOS DEVE TER EDITAL EM JANEIRO</title><description>A publica&amp;#231;&amp;#227;o do edital de leil&amp;#227;o dos navios paraguaios Mariscal Jos&amp;#233; F&amp;#233;lix Estigarribia e Bernardino Caballero, ancorados no porto da capital ga&amp;#250;cha, dever&amp;#225; ocorrer at&amp;#233; o final deste m&amp;#234;s. A informa&amp;#231;&amp;#227;o foi divulgada na segunda-feira, ap&amp;#243;s reuni&amp;#227;o entre o superintendente de Portos e Hidrovias, Vanderlan Vasconselos, o representante da PGE, procurador do Estado Paulo Jardim, e os integrantes da Secretaria de Administra&amp;#231;&amp;#227;o e Recursos Humanos do Estado (Sarh), Alexandre Medeiros, Eveline Willas e Alexandre Corr&amp;#234;a, da Central de Compras do Estado (Cecom).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Vanderlan explicou que a pauta da reuni&amp;#227;o foi a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o de proposta de trabalho no intuito de agilizar o processo de venda das embarca&amp;#231;&amp;#245;es por meio de leil&amp;#227;o. &quot;Tiramos algumas d&amp;#250;vidas sobre o processo, e a previs&amp;#227;o &amp;#233; de que, at&amp;#233; o final do m&amp;#234;s de janeiro, o edital esteja pronto para ser publicado&quot;, afirmou. O superintendente frisou que entre os crit&amp;#233;rios que definem a atividade est&amp;#225; o de que o leiloeiro a ser escolhido possua experi&amp;#234;ncia neste tipo de venda. &quot;Desta forma acreditamos que seja poss&amp;#237;vel ampliar ao m&amp;#225;ximo o leque dos interessados na compra&quot;, avaliou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
H&amp;#225; ainda uma preocupa&amp;#231;&amp;#227;o no que se refere ao reaproveitamento dos navios. &quot;Seria interessante se eles pudessem ser recuperados para retomar sua miss&amp;#227;o fim. Temos como exemplo o antigo navio Mari&amp;#226;ngela Matarazzo, que foi vendido como sucata e teve parte de seu casco convertido em uma barca&amp;#231;a. O resultado &amp;#233; o reaproveitamento de um ve&amp;#237;culo que hoje contribui com o transporte de mercadorias em nossas hidrovias. Temos de ser otimistas e n&amp;#227;o podemos descartar esta possibilidade com os navios paraguaios&quot;, destacou Vanderlan.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os navios paraguaios foram retidos em 1997 pela Marinha do Brasil, no Porto de Porto Alegre, por n&amp;#227;o estarem em condi&amp;#231;&amp;#245;es seguras para navega&amp;#231;&amp;#227;o. Eles traziam trigo para o Rio Grande do Sul.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal Agora (RS)&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 15:00:35 -0200</pubDate></item><item><title>IBAMA AUTORIZA OGX A OPERAR UNIDADE FPSO OSX-1</title><description>A companhia informou que com os equipamentos submarinos instalados e mediante as devidas autoriza&amp;#231;&amp;#245;es, o FPSO OSX-1 se prepara para o translado &amp;#224; loca&amp;#231;&amp;#227;o e para a conex&amp;#227;o ao sistema de in&amp;#237;cio, sendo o TLD previsto para iniciar em 23 de janeiro deste ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A OGX Petr&amp;#243;leo e G&amp;#225;s Participa&amp;#231;&amp;#245;es foi autorizada a realizar a opera&amp;#231;&amp;#227;o da unidade FPSO OSX-1 e as respectivas estruturas submarinas referentes ao Teste de Longa Dura&amp;#231;&amp;#227;o (TLD) e Desenvolvimento da Produ&amp;#231;&amp;#227;o de Waimea, no bloco BM-C-41, na bacia de Campos.  &lt;br&gt;
A autoriza&amp;#231;&amp;#227;o foi concedida pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renov&amp;#225;veis (Ibama).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A companhia informou que com os equipamentos submarinos instalados e mediante as devidas autoriza&amp;#231;&amp;#245;es, o FPSO OSX-1 se prepara para o translado &amp;#224; loca&amp;#231;&amp;#227;o e para a conex&amp;#227;o ao sistema de in&amp;#237;cio, sendo o TLD previsto para iniciar em 23 de janeiro deste ano.&lt;br&gt;
Fonte: Ultimo instante&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 15:00:24 -0200</pubDate></item><item><title>SAMARCO: EXECUTIVO DAR&amp;#193; CONTINUIDADE A PLANO DE INVESTIMENTOS DE R$ 5,4 BI</title><description>Ap&amp;#243;s tr&amp;#234;s meses de transi&amp;#231;&amp;#227;o, Ricardo Vescovi de Arag&amp;#227;o assumiu ontem o cargo de diretor-presidente da Samarco Minera&amp;#231;&amp;#227;o, sucedendo o executivo Jos&amp;#233; Tadeu de Moraes. Vescovi foi nomeado para a fun&amp;#231;&amp;#227;o no final de setembro de 2010 pelo Conselho de Administra&amp;#231;&amp;#227;o da empresa, formado pelos representantes das acionistas BHP Billiton e Vale.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Graduado em Engenharia Metal&amp;#250;rgica pela Universidade Federal de Ouro Preto (MG) e p&amp;#243;s-graduado em Engenharia de Produ&amp;#231;&amp;#227;o pela Universidade Federal do Esp&amp;#237;rito Santo, com Especializa&amp;#231;&amp;#245;es internacionais pela Funda&amp;#231;&amp;#227;o Dom Cabral na Kellogg (EUA), no Insead (Fran&amp;#231;a) e no IMD (Su&amp;#237;&amp;#231;a), Vescovi, 41 anos, ingressou em janeiro de 1993 na Samarco, onde exerceu diversos cargos nas &amp;#225;reas de Pelotiza&amp;#231;&amp;#227;o e Marketing. Antes de assumir a Presid&amp;#234;ncia, ocupava a posi&amp;#231;&amp;#227;o de diretor de Opera&amp;#231;&amp;#245;es e Sustentabilidade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O novo presidente da Samarco dar&amp;#225; continuidade aos compromissos assumidos com acionistas, mercado e sociedade e ao Projeto Quarta Pelotiza&amp;#231;&amp;#227;o, que prev&amp;#234; investimentos de R$ 5,4 bilh&amp;#245;es em novas unidades de beneficiamento, transporte de min&amp;#233;rio de ferro e pelotiza&amp;#231;&amp;#227;o, visando aumentar a capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o de pelotas da companhia em 37% at&amp;#233; 2014. &lt;br&gt;
Fonte:Monitor Mercantil&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 15:00:12 -0200</pubDate></item><item><title>SANTOS TEM NOVA MOVIMENTA&amp;#199;&amp;#195;O RECORDE DE CARGAS</title><description>S&amp;#227;o Paulo - O Porto de Santos (SP) acusou mais um recorde de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o entre janeiro e novembro de 2011: pouco menos de 89 milh&amp;#245;es de toneladas - aumento de 0,02% sobre o mesmo per&amp;#237;odo de 2010. Os itens mais operados e principais mercadorias exportadas foram a&amp;#231;&amp;#250;car, soja e milho. At&amp;#233; novembro elas somaram, respectivamente, 15,96 milh&amp;#245;es de toneladas, 11,16 milh&amp;#245;es de toneladas e 4,32 milh&amp;#245;es de toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As exporta&amp;#231;&amp;#245;es corresponderam a 64,8% do total movimentado no per&amp;#237;odo, acumulando 57,63 milh&amp;#245;es de toneladas. Merecem cita&amp;#231;&amp;#227;o neste caso o &amp;#243;leo combust&amp;#237;vel (cuja opera&amp;#231;&amp;#227;o cresceu 11,9% entre janeiro e novembro) e os &amp;#243;leos diesel e gas&amp;#243;leo, cujo escoamento aumentou 28,5%. J&amp;#225; as importa&amp;#231;&amp;#245;es responderam por 31,2 milh&amp;#245;es de toneladas, ou 35,1% das movimenta&amp;#231;&amp;#245;es, at&amp;#233; novembro de 2011. A recep&amp;#231;&amp;#227;o de adubo chegou a 3,4 milh&amp;#245;es de toneladas - alta de 73,1% sobre o intervalo correspondente de 2010, quando foi registrado 1,96 milh&amp;#227;o de toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ve&amp;#237;culos e carga conteinerizada tamb&amp;#233;m firmaram recordes no per&amp;#237;odo citado. No 1&amp;#186; item o &amp;#237;ndice foi 21,4% maior que no ano anterior: de 390.609 para 321.533 unidades. Para os cont&amp;#234;ineres foram registrados 2,697 milh&amp;#245;es de TEUs (medida de capacidade), 8,5% acima do mesmo per&amp;#237;odo de 2010. Em termos monet&amp;#225;rios, a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o entre janeiro e novembro de 2011 traduziu-se em US$ 108,5 bilh&amp;#245;es que passaram por ali em mercadorias, se somadas importa&amp;#231;&amp;#245;es (US$ 50,9 bilh&amp;#245;es) e exporta&amp;#231;&amp;#245;es (US$ 57,6 bilh&amp;#245;es).&lt;br&gt;
Fonte: DCI/Alex Ricciardi&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 15:00:01 -0200</pubDate></item><item><title>USINAS TESTAM &amp;#193;LCOOL PRODUZIDO COM SORGO</title><description>Lavoura, que ser&amp;#225; colhida entre mar&amp;#231;o e abril, pode complementar a oferta de etanol durante a entressafra &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para alguns analistas, por&amp;#233;m, o sorgo ainda &amp;#233; uma promessa; Ra&amp;#237;zen, ETH, Bunge e S&amp;#227;o Martinho fazem testes &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Grandes grupos produtores de &amp;#225;lcool, como Ra&amp;#237;zen, ETH, Bunge e S&amp;#227;o Martinho, est&amp;#227;o plantando sorgo sacarino na tentativa de complementar a oferta durante a entressafra de cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O sorgo &amp;#233; uma gram&amp;#237;nea, assim como a cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car e o milho. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A produ&amp;#231;&amp;#227;o, por enquanto, tem car&amp;#225;ter experimental, mas as usinas acreditam que o sorgo sacarino, que tem propriedades diferentes do sorgo forrageiro (usado na produ&amp;#231;&amp;#227;o de ra&amp;#231;&amp;#227;o), pode refor&amp;#231;ar a oferta de etanol no per&amp;#237;odo mais cr&amp;#237;tico do ano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O plantio come&amp;#231;ou em dezembro para colheita entre mar&amp;#231;o e abril deste ano, quando se encerra a entressafra de cana. A ideia &amp;#233; aproveitar essa janela na produ&amp;#231;&amp;#227;o das usinas, que param de operar nesse intervalo por falta de mat&amp;#233;ria-prima. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O sorgo tamb&amp;#233;m despertou o interesse dos usineiros porque, para processar o colmo do sorgo, onde est&amp;#225; o a&amp;#231;&amp;#250;car, s&amp;#227;o necess&amp;#225;rios poucos ajustes no campo e nenhuma adapta&amp;#231;&amp;#227;o na &amp;#225;rea industrial. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O custo de produ&amp;#231;&amp;#227;o tamb&amp;#233;m &amp;#233; mais baixo, pois o sorgo exige menos manejo cultural do que a cana. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O sorgo nos pareceu uma boa alternativa para acelerar o crescimento de nossa produ&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, diz Luis Felli, diretor da ETH Bioenergia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dos 120 mil hectares que ser&amp;#227;o cultivados pela empresa na pr&amp;#243;xima safra, 1,5 mil hectares ser&amp;#227;o de sorgo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Ra&amp;#237;zen, joint venture entre Cosan e Shell, tamb&amp;#233;m ampliou a sua &amp;#225;rea com sorgo em 2011, para mil hectares. &quot;Estamos estudando como o sorgo pode entrar no nosso sistema&quot;, diz Rodolfo Geraldi, diretor agr&amp;#237;cola da empresa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ano decisivo - Os quatro fabricantes de sementes de sorgo sacarino no Brasil -Embrapa, Monsanto, Ceres e Advanta- s&amp;#227;o menos cautelosos e investem no melhoramento gen&amp;#233;tico para elevar a produtividade. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Em dez anos, o sorgo deve atingir a produtividade da cana&quot;, diz William Burnquist, gerente da Ceres no Brasil. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No entanto, os fabricantes admitem que este ser&amp;#225; o ano &quot;decisivo&quot; para o futuro do sorgo no mercado de etanol. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Com &amp;#225;reas maiores, ser&amp;#225; poss&amp;#237;vel constatar a viabilidade da tecnologia&quot;, diz Jos&amp;#233; Carlos Carramate, l&amp;#237;der do neg&amp;#243;cio de cana da Monsanto. A multinacional vai fornecer sementes para o plantio em 20 mil hectares, ante 4 mil hectares no ano passado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Andr&amp;#233; May, pesquisador da Embrapa, h&amp;#225; potencial para o plantio de at&amp;#233; 1,5 milh&amp;#227;o de hectares de sorgo na entressafra, para produzir 3,7 bilh&amp;#245;es de litros de etanol, cerca de 13% da produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional. &quot;Mas a proje&amp;#231;&amp;#227;o mais realista &amp;#233; de plantio de 300 mil hectares nos pr&amp;#243;ximos anos&quot;, diz. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o CTC (Centro de Tecnologia Canavieira), o sorgo ainda &amp;#233; uma promessa. &quot;O &amp;#237;ndice de produtividade e a quantidade de a&amp;#231;&amp;#250;car ainda &amp;#233; muito inferior &amp;#224; da cana&quot;, diz Luis Antonio Dias Paes, diretor do CTC. &quot;Mas tem a possibilidade de se tornar um nicho interessante no in&amp;#237;cio e final da safra de cana.&quot;&lt;br&gt;
Fonte: Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:59:48 -0200</pubDate></item><item><title>KASSAB LIBERA CIRCULA&amp;#199;&amp;#195;O DE TRENS E DIZ QUE N&amp;#195;O H&amp;#193; RISCO</title><description>Prefeitura reafirmou que implos&amp;#227;o de pr&amp;#233;dio no centro ocorreu dentro do esperado &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Decis&amp;#227;o contraria a opini&amp;#227;o de engenheiros ouvidos pela Folha, que dizem que implos&amp;#227;o parcial aumenta perigo &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Prefeitura de S&amp;#227;o Paulo decidiu liberar, a partir das 6h de hoje, a circula&amp;#231;&amp;#227;o de trens ao lado do pr&amp;#233;dio parcialmente implodido anteontem, na regi&amp;#227;o central da capital paulista. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A decis&amp;#227;o, anunciada ontem pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD) ap&amp;#243;s nova vistoria, contraria a opini&amp;#227;o de engenheiros ouvidos pela Folha, segundo os quais a implos&amp;#227;o parcial do pr&amp;#233;dio aumentou os riscos de desabamento no local. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O edif&amp;#237;cio foi danificado por um inc&amp;#234;ndio na favela Moinho no &amp;#250;ltimo dia 22. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tr&amp;#234;s especialistas ouvidos pela Folha, que optaram pelo anonimato, afirmam que a edifica&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; mais vulner&amp;#225;vel agora do que antes da implos&amp;#227;o, pois seus pilares e lajes foram danificados pelas detona&amp;#231;&amp;#245;es do domingo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Eles t&amp;#234;m que voltar para os bancos escolares&quot;, afirmou Kassab ontem &amp;#224; noite ao anunciar a libera&amp;#231;&amp;#227;o da circula&amp;#231;&amp;#227;o de trens. &quot;N&amp;#227;o h&amp;#225; risco nenhum&quot;, disse o prefeito, assumindo totalmente a libera&amp;#231;&amp;#227;o das vias f&amp;#233;rreas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo engenheiros, h&amp;#225; risco real de desabamento parcial das estrutura do edif&amp;#237;cio. Duas linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) cortam o local. A estimativa &amp;#233; que passem por ali 50 mil pessoas por dia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Jos&amp;#233; Luiz Lavorente, diretor de opera&amp;#231;&amp;#245;es da CPTM, tamb&amp;#233;m participou da vistoria, mas se recusou a falar com os jornalistas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O discurso oficial montado ap&amp;#243;s a implos&amp;#227;o do edif&amp;#237;cio danificado pelo fogo voltou a ser repetido ontem. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A prefeitura reafirmou que tudo ocorreu dentro do esperado e que, desde o come&amp;#231;o, n&amp;#227;o estava prevista a queda total do pr&amp;#233;dio, inclusive por motivos de seguran&amp;#231;a para as casas vizinhas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em nenhum momento, at&amp;#233; a detona&amp;#231;&amp;#227;o dos explosivos domingo &amp;#224; tarde, t&amp;#233;cnicos da prefeitura explicaram que a implos&amp;#227;o seria apenas parcial. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nem a prefeitura nem a empresa Fremix, contratada para a demoli&amp;#231;&amp;#227;o do edif&amp;#237;cio -a Desmontec, que fez o trabalho de instala&amp;#231;&amp;#227;o dos explosivos, &amp;#233; terceirizada-, informaram quantos quilos de explosivos foram realmente usados no projeto. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No s&amp;#225;bado, chegou a ser divulgado que seriam 800 quilos, n&amp;#250;mero considerado um exagero por especialistas, que afirmam que com 75 quilos daria para colocar toda a edifica&amp;#231;&amp;#227;o no ch&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sobre o valor &quot;refer&amp;#234;ncia&quot;, segundo Kassab, de R$ 3,5 milh&amp;#245;es, a prefeitura disse que isso inclui a limpeza do local, e at&amp;#233; a reciclagem do entulho. A implos&amp;#227;o custou menos de R$ 1,5 milh&amp;#227;o, diz o prefeito. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nelson Pereira, s&amp;#243;cio-diretor da Fremix, afirma que uma implos&amp;#227;o parcial, seguida de demoli&amp;#231;&amp;#227;o convencional, sai mais barato.&lt;br&gt;
Fonte: Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:59:35 -0200</pubDate></item><item><title>PORTU&amp;#193;RIOS PREPARAM GREVE POR IMPASSE EM FUNDO DE PENS&amp;#195;O</title><description>Mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; da federa&amp;#231;&amp;#227;o que re&amp;#250;ne 40 mil trabalhadores e pode atingir Santos &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A FNP (Federa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Portu&amp;#225;rios), organiza&amp;#231;&amp;#227;o que representa 40 mil trabalhadores dos portos controlados pela Uni&amp;#227;o em v&amp;#225;rias regi&amp;#245;es do pa&amp;#237;s (tr&amp;#234;s mil na ativa), prepara um calend&amp;#225;rio de mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o nacional que pode paralisar as atividades de alguns portos brasileiros em 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A possibilidade de greve inclui o Porto de Santos, por onde passa 25% do com&amp;#233;rcio exterior brasileiro. O calend&amp;#225;rio deve sair de uma reuni&amp;#227;o que ocorre, em Santos, no pr&amp;#243;ximo dia 6. A informa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; do presidente da Federa&amp;#231;&amp;#227;o, Eduardo Guterra. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O problema que pode levar a uma greve &amp;#233; o impasse em rela&amp;#231;&amp;#227;o a solu&amp;#231;&amp;#227;o do fundo de pens&amp;#227;o da categoria, o Portus - Instituto de Seguridade Social. Sob interven&amp;#231;&amp;#227;o desde setembro, o fundo tem um desequil&amp;#237;brio financeiro sem solu&amp;#231;&amp;#227;o at&amp;#233; agora. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A categoria afirma que o problema tem rela&amp;#231;&amp;#227;o com o n&amp;#227;o recolhimento das patrocinadoras e de uma d&amp;#237;vida antiga deixada pela Portobr&amp;#225;s, quando foi liquidada. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No total, a categoria alega que esses problemas, gerados pela falta de fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o do governo e pelo descumprimento das patrocinadoras (entre elas a Codesp), produziu um rombo de R$ 4 bilh&amp;#245;es ao patrim&amp;#244;nio do Portus. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Folha tentou ouvir da SEP (Secretaria Especial de Portos) sobre o assunto, mas n&amp;#227;o obteve retorno at&amp;#233; o fechamento desta edi&amp;#231;&amp;#227;o. Para tentar apurar a situa&amp;#231;&amp;#227;o real do fundo, o governo determinou uma interven&amp;#231;&amp;#227;o em setembro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Federa&amp;#231;&amp;#227;o alega que o afastamento da diretoria do Fundo foi ilegal e que a nova avalia&amp;#231;&amp;#227;o do interventor concluiu o que o governo j&amp;#225; sabia: o problema do Portus tem origem na Uni&amp;#227;o e nas companhias docas que n&amp;#227;o repassam os recursos exigidos para a conclus&amp;#227;o do plano de recupera&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Essa interven&amp;#231;&amp;#227;o foi ilegal e in&amp;#250;til. O governo quis saber o que j&amp;#225; sabia. N&amp;#227;o vamos mais tolerar&quot;, diz Guterra.&lt;br&gt;
Fonte: Folha de S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:59:21 -0200</pubDate></item><item><title>TR&amp;#194;NSITO DE PRODUTOS PERIGOSOS NOS PORTOS</title><description>A norma &amp;#233; importante para a constru&amp;#231;&amp;#227;o de um sistema portu&amp;#225;rio sustent&amp;#225;vel &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq) publicou norma que regula e organiza os procedimentos para tr&amp;#226;nsito seguro de produtos perigoso nos portos brasileiros, por meio da Resolu&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#186; 2.239, de 2011, em franca e positiva atua&amp;#231;&amp;#227;o para cumprir suas compet&amp;#234;ncias e o princ&amp;#237;pio da compatibiliza&amp;#231;&amp;#227;o entre transportes e meio ambiente disciplinados pela Lei n&amp;#186; 10.233, de 2001. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A norma &amp;#233; um oportuno ato de natureza regulat&amp;#243;ria complementar e essencial ao sistema portu&amp;#225;rio nacional e fixa como valores a serem protegidos o meio ambiente, as instala&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias e a seguran&amp;#231;a e sa&amp;#250;de dos trabalhadores. Alcan&amp;#231;a o porto organizado como um todo, enquanto um sistema, e, mais especificamente, as instala&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias de uso p&amp;#250;blico, terminais de uso privativo (TUP), esta&amp;#231;&amp;#245;es de transbordo de carga (ETC) e em instala&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias p&amp;#250;blicas de pequeno porte (IP4), sempre e desde que esteja presente o elemento produto perigoso. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Fundamental &amp;#224; concep&amp;#231;&amp;#227;o e, agora, para a efetiva aplica&amp;#231;&amp;#227;o da norma, &amp;#233; a defini&amp;#231;&amp;#227;o objetiva de produto perigoso, assim considerados aqueles descritos e classificados no C&amp;#243;digo Internacional de Produtos Perigosos (IMDG Code), editado pela Organiza&amp;#231;&amp;#227;o Mar&amp;#237;tima Internacional (IMO), que, aliado, ao C&amp;#243;digo Internacional para a Prote&amp;#231;&amp;#227;o de Navios e Instala&amp;#231;&amp;#245;es Portu&amp;#225;rias (ISPS Code) e regras nacionais relativas ao trabalho portu&amp;#225;rio, armazenagem e transporte, constituem o arcabou&amp;#231;o legal aplic&amp;#225;vel &amp;#224; opera&amp;#231;&amp;#227;o em quest&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Destaca-se da norma a concep&amp;#231;&amp;#227;o de uma rede de prote&amp;#231;&amp;#227;o aos valores nela estabelecidos, por meio de atua&amp;#231;&amp;#227;o individualizada e claramente definida de cada um dos intervenientes na atividade portu&amp;#225;ria, respons&amp;#225;veis por a&amp;#231;&amp;#245;es pr&amp;#243;prias no sentido de garantir adequado manuseio dos produtos perigosos nos portos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nesse contexto, autoridade portu&amp;#225;ria, operadores portu&amp;#225;rios, terminais, armadores, donos de cargas, assim como os prepostos destes dois &amp;#250;ltimos, e &amp;#211;rg&amp;#227;o Gestor de M&amp;#227;o de Obra, passam a ter regras definidas quanto ao tratamento, manuseio e armazenagem de produtos perigosos. Em ess&amp;#234;ncia, da norma se extraem tr&amp;#234;s pilares b&amp;#225;sicos para a prote&amp;#231;&amp;#227;o que se busca: a dissemina&amp;#231;&amp;#227;o das informa&amp;#231;&amp;#245;es relativas &amp;#224; carga de maneira adequada e em tempo suficiente para o in&amp;#237;cio da opera&amp;#231;&amp;#227;o, o manuseio apropriado e contingenciado da carga enquanto estiver no sistema portu&amp;#225;rio nacional e a correta qualifica&amp;#231;&amp;#227;o das pessoas direta ou indiretamente envolvidas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m das atribui&amp;#231;&amp;#245;es de cada um dos intervenientes na atividade portu&amp;#225;ria, a norma especifica condi&amp;#231;&amp;#245;es b&amp;#225;sicas operacionais para o transporte e armazenagem dos produtos perigosos, com &amp;#234;nfase para a maior celeridade poss&amp;#237;vel no tr&amp;#226;nsito portu&amp;#225;rio e a cria&amp;#231;&amp;#227;o da melhor estrutura para a armazenagem - inclusive por meio da disposi&amp;#231;&amp;#227;o ordenada e l&amp;#243;gica dos espa&amp;#231;os portu&amp;#225;rios no &amp;#226;mbito do Plano de Zoneamento e Desenvolvimento (PDZ) do Porto Organizado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Indo al&amp;#233;m da fixa&amp;#231;&amp;#227;o de responsabilidades e par&amp;#226;metros operacionais, a norma estabeleceu a obrigatoriedade de cria&amp;#231;&amp;#227;o de um Programa de Gerenciamento de Risco, de forma individualizada para aqueles que atuam na atividade portu&amp;#225;ria e que, quando couber, deve ser conjugado com as an&amp;#225;lises da autoridade portu&amp;#225;ria nos porto organizados, sendo um fator incondicional sua constante atualiza&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De outro lado, a norma atribui aos entes envolvidos na atividade portu&amp;#225;ria um poder-dever de cautela, pois autoriza, a seu pr&amp;#243;prio ju&amp;#237;zo e mediante justificativa, frente a risco extraordin&amp;#225;rio dos valores protegidos, que recusem a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de produtos perigosos em suas instala&amp;#231;&amp;#245;es, assim como permite que delas os retirem, se assim for necess&amp;#225;rio para a manuten&amp;#231;&amp;#227;o da seguran&amp;#231;a de instala&amp;#231;&amp;#245;es, pessoas e meio ambiente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A aplicabilidade da norma est&amp;#225; circunscrita ao sistema portu&amp;#225;rio, mas ela pr&amp;#243;pria, por boa t&amp;#233;cnica, ressalta a complementariedade de outras fontes que regulam o manuseio de produtos perigosos, a exemplo das regras aplic&amp;#225;veis ao transporte terrestre e de prote&amp;#231;&amp;#227;o ao meio ambiente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#201; extrema a relev&amp;#226;ncia das regras para o tr&amp;#226;nsito seguro de produtos perigosos nos portos, eis que, aproximadamente, noventa por cento do volume das mercadorias comercializadas internacionalmente pelo Brasil &amp;#233; transportada por navios, constituindo-se a atividade portu&amp;#225;ria, assim, o meio de acesso do pa&amp;#237;s ao mundo, quer na gera&amp;#231;&amp;#227;o de riquezas quando est&amp;#225; vendendo sua produ&amp;#231;&amp;#227;o ao exterior, quer na obten&amp;#231;&amp;#227;o de produtos essenciais &amp;#224; vida de seu povo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A norma em discuss&amp;#227;o representa mais um importante elemento na constru&amp;#231;&amp;#227;o paulatina de um sistema portu&amp;#225;rio sustent&amp;#225;vel e eficiente, que passa a ter fun&amp;#231;&amp;#227;o cada vez mais importante com o crescimento da economia nacional, sobretudo face &amp;#224;s m&amp;#250;ltiplas exig&amp;#234;ncias internacionais inerentes ao transporte mar&amp;#237;timo, constituindo-se a atua&amp;#231;&amp;#227;o da Antaq, no grau natural de sua evolu&amp;#231;&amp;#227;o e atua&amp;#231;&amp;#227;o no &amp;#226;mbito da administra&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica, uma imprescind&amp;#237;vel e valorosa contribui&amp;#231;&amp;#227;o ordenadora e t&amp;#233;cnica para o pa&amp;#237;s, cujo futuro depende das boas pr&amp;#225;ticas do presente. Leandro Martins Guerra, s&amp;#243;cio do Martins Neto e Guerra Advogados&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 03/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:58:40 -0200</pubDate></item><item><title>CRISE REDUZ RITMO DA EXPORTA&amp;#199;&amp;#195;O E GOVERNO PREPARA MEDIDAS</title><description>Os incentivos ser&amp;#227;o concentrados na redu&amp;#231;&amp;#227;o do custo de cr&amp;#233;dito para financiamento da exporta&amp;#231;&amp;#227;o dos fabricantes de bens manufaturados &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As exporta&amp;#231;&amp;#245;es brasileiras sentiram os efeitos do recrudescimento da crise internacional e, para tentar reverter ou minimizar perdas em 2012, o governo planeja novas medidas de est&amp;#237;mulo &amp;#224;s exporta&amp;#231;&amp;#245;es de manufaturados. Elas devem ser anunciadas neste primeiro trimestre. Os incentivos ser&amp;#227;o concentrados na redu&amp;#231;&amp;#227;o do custo de cr&amp;#233;dito para financiamento da exporta&amp;#231;&amp;#227;o dos fabricantes de bens manufaturados, numa a&amp;#231;&amp;#227;o que deve envolver o BNDES e a Finep, e na abertura de novos mercados, por meio de organiza&amp;#231;&amp;#227;o de viagens de comitivas de empres&amp;#225;rios em promo&amp;#231;&amp;#227;o comercial. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O aprofundamento da crise econ&amp;#244;mica mundial j&amp;#225; reduziu a m&amp;#233;dia de embarques brasileiros ao exterior, derrubou o pre&amp;#231;o de commodities importantes (como min&amp;#233;rio de ferro, soja e celulose), e diminuiu a oferta de cr&amp;#233;dito externo para a ind&amp;#250;stria exportadora. Devido &amp;#224; incerteza quanto &amp;#224; continuidade desses fatores, o Minist&amp;#233;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;#250;stria e Com&amp;#233;rcio (Mdic) vai aguardar o an&amp;#250;ncio do barateamento dos custos aos exportadores para divulgar a meta de exporta&amp;#231;&amp;#245;es para o pa&amp;#237;s neste ano. &quot;A escassez de cr&amp;#233;dito internacional e o enxugamento da liquidez podem colocar as exporta&amp;#231;&amp;#245;es brasileiras em situa&amp;#231;&amp;#227;o dif&amp;#237;cil&quot;, advertiu o secret&amp;#225;rio-executivo do Mdic, Alessandro Teixeira. &quot;E h&amp;#225;, tamb&amp;#233;m, o acirramento da concorr&amp;#234;ncia internacional. &amp;#201; preciso redobrar a import&amp;#226;ncia de pol&amp;#237;ticas que tenham o foco em competitividade e ganho de custos&quot;, disse. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os resultados muito negativos da ind&amp;#250;stria ao longo de 2011, expostos no resultado final da balan&amp;#231;a comercial do ano, divulgados ontem, acenderam o sinal amarelo para a equipe econ&amp;#244;mica. O saldo comercial do Brasil somou US$ 29,8 bilh&amp;#245;es no ano passado, um aumento de 47% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao super&amp;#225;vit de 2010, mas em dezembro ele j&amp;#225; foi 25% inferior ao de igual m&amp;#234;s daquele ano. No m&amp;#234;s, as importa&amp;#231;&amp;#245;es mantiveram ritmo forte (alta de 22,9%), mas as exporta&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#243; subiram 10% (bem abaixo da m&amp;#233;dia de 26,8% do ano todo) &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Tivemos um ano recorde, hist&amp;#243;rico mesmo&quot;, afirmou Teixeira na entrevista em que os dados da balan&amp;#231;a comercial brasileira foram divulgados. Mas o ano hist&amp;#243;rico a que se referia Teixeira, com exporta&amp;#231;&amp;#245;es (US$ 256 bilh&amp;#245;es) e importa&amp;#231;&amp;#245;es (US$ 226,2 bilh&amp;#245;es) recordes, n&amp;#227;o deu tranquilidade para o governo tra&amp;#231;ar estimativas para 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O agravamento da crise na Uni&amp;#227;o Europeia ao longo do passado ficou claro na trajet&amp;#243;ria das exporta&amp;#231;&amp;#245;es brasileiras para a zona do euro - no ano, os embarques foram 22% superiores ao registrado em 2010, mas em dezembro a eleva&amp;#231;&amp;#227;o de foi de apenas 1,1% na compara&amp;#231;&amp;#227;o com o mesmo m&amp;#234;s do ano anterior. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Da mesma forma, a perda de f&amp;#244;lego das commodities ligou o sinal amarelo do governo, uma vez que os produtos b&amp;#225;sicos s&amp;#227;o o principal sustent&amp;#225;culo do saldo comercial - o saldo industrial &amp;#233; fortemente deficit&amp;#225;rio. No m&amp;#234;s passado, o pre&amp;#231;o do min&amp;#233;rio de ferro (o principal produto exportado pelo Brasil) ficou 1,8% menor que em dezembro de 2010, da mesma forma que a celulose embarcada em dezembro foi 9,5% mais barata que no mesmo m&amp;#234;s de 2010. Al&amp;#233;m deles, a soja em gr&amp;#227;o tamb&amp;#233;m viu seu pre&amp;#231;o recuar 5% na mesma compara&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A redu&amp;#231;&amp;#227;o das vendas de min&amp;#233;rio, em rela&amp;#231;&amp;#227;o a novembro, j&amp;#225; era esperada devido &amp;#224;s negocia&amp;#231;&amp;#245;es de mudan&amp;#231;a de pre&amp;#231;o e de m&amp;#233;todo de c&amp;#225;lculo entre a Vale, exportadora e seu principal cliente, a China. &quot;Al&amp;#233;m, disso, h&amp;#225; a desacelera&amp;#231;&amp;#227;o da economia em todo o mundo desenvolvido&quot;, observou o economista Rodrigo Branco, da Funda&amp;#231;&amp;#227;o de Estudos de Com&amp;#233;rcio Exterior (Funcex). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Do total de US$ 226,2 bilh&amp;#245;es das importa&amp;#231;&amp;#245;es recordes de 2011, US$ 40 bilh&amp;#245;es representaram a compra de bens de consumo, alta de 27,5% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010. As aquisi&amp;#231;&amp;#245;es de bens de capital somaram US$ 47,8 bilh&amp;#245;es, aumento de 16,8%, enquanto mat&amp;#233;rias primas e bens intermedi&amp;#225;rios totalizaram US$ 102,10 bilh&amp;#245;es, 21,6% mais que no ano anterior. No subgrupo dos combust&amp;#237;veis e lubrificantes, as importa&amp;#231;&amp;#245;es atingiram US$ 36,1 bilh&amp;#245;es, 42,7% superior frente a 2010. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A China foi o principal destino dos produtos brasileiros em 2011. O pa&amp;#237;s comprou US$ 44,31 bilh&amp;#245;es do Brasil, representando uma alta de 44% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2010. Os principais produtos foram soja e min&amp;#233;rio de ferro. O segundo maior mercado foram os Estados Unidos, com compras de US$ 25,9, 33% maiores que as do ano anterior.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 03/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:58:09 -0200</pubDate></item><item><title>BUSSCAR PROTOCOLA PLANO DE RECUPERA&amp;#199;&amp;#195;O JUDICIAL</title><description>O plano prev&amp;#234; o desconto de 15% no pagamento das d&amp;#237;vidas com trabalhadores, que somam mais de R$ 110 milh&amp;#245;es &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A fabricante de carrocerias de &amp;#244;nibus Busscar, com sede em Joinville (SC), protocolou em 30 de dezembro o plano de recupera&amp;#231;&amp;#227;o financeira para retomar a produ&amp;#231;&amp;#227;o que est&amp;#225; praticamente paralisada h&amp;#225; dois anos. Segundo Euclides Ribeiro, advogado da ERS Consultoria e Advocacia - que representa a empresa no processo -, os pr&amp;#243;ximos 30 dias ser&amp;#227;o de prazo para aprovar e negociar o projeto com credores. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O plano prev&amp;#234; o desconto de 15% no pagamento das d&amp;#237;vidas com trabalhadores, que somam mais de R$ 110 milh&amp;#245;es segundo os c&amp;#225;lculos de Ribeiro. O maior abatimento previsto pelo plano de recupera&amp;#231;&amp;#227;o financeira &amp;#233; para os bancos e credores financeiros, com redu&amp;#231;&amp;#227;o de 60%. Somadas, as d&amp;#237;vidas ultrapassam cerca de R$ 630 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um estudo feito pela empresa de consultoria Deloitte projeta faturamento de R$ 860 milh&amp;#245;es em 2014, ano em que a Busscar sairia do preju&amp;#237;zo e conquistaria lucro se come&amp;#231;asse a produzir ainda neste m&amp;#234;s. Pelo plano de recupera&amp;#231;&amp;#227;o financeira, a empresa teria condi&amp;#231;&amp;#245;es de vender 1.818 unidades j&amp;#225; neste ano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o plano entregue &amp;#224; Justi&amp;#231;a, a Busscar necessitaria um capital de giro de R$ 100 milh&amp;#245;es para retomar as atividades. Segundo Ribeiro, a empresa busca no mercado investidores e outras formas de financiamento para retomar a produ&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O plano n&amp;#227;o descarta a venda da Tecnofibras, que tem um parque fabril de 28 mil metros quadrados de &amp;#225;rea coberta e capacidade de transformar 360 toneladas mensais em pl&amp;#225;stico refor&amp;#231;ado com fibra de vidro usado em &amp;#244;nibus e outros ve&amp;#237;culos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um programa de exporta&amp;#231;&amp;#227;o de 3 mil &amp;#244;nibus para a Guatemala financiado pelo BNDES tamb&amp;#233;m &amp;#233; relacionado como alternativa de receita para a empresa. O contrato &amp;#233; de cerca de R$ 400 milh&amp;#245;es, dos quais R$ 130 milh&amp;#245;es seriam destinados &amp;#224; Busscar. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o texto do plano de recupera&amp;#231;&amp;#227;o judicial, o financiamento ainda n&amp;#227;o foi totalmente desembolsado em virtude de quest&amp;#245;es que n&amp;#227;o envolvem a empresa, j&amp;#225; que se trata de um financiamento ao importador. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; 2008, a Busscar tinha cerca de 15% de participa&amp;#231;&amp;#227;o no mercado de &amp;#244;nibus no Brasil, segundo dados apresentados no plano de recupera&amp;#231;&amp;#227;o judicial. Com base em dados de dezembro de 2011, a empresa emprega 2,2 mil pessoas - sendo metade na opera&amp;#231;&amp;#227;o da Tecnofibras e o restante nas opera&amp;#231;&amp;#245;es da Busscar e Climabuss, tendo, no passado, atingido sua capacidade total aproximado de 6,2 mil funcion&amp;#225;rios diretos.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 03/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:57:53 -0200</pubDate></item><item><title>O PROBLEMA QUE A IND&amp;#218;STRIA LEVA PARA 2012</title><description>2011 terminou deixando movimentos que ainda ser&amp;#227;o muito estudados pelos economistas, como o real efeito das medidas macroprudenciais na expressiva desacelera&amp;#231;&amp;#227;o da economia brasileira ao longo do ano, a resist&amp;#234;ncia do emprego &amp;#224; mesma desacelera&amp;#231;&amp;#227;o e a profunda retra&amp;#231;&amp;#227;o na produ&amp;#231;&amp;#227;o industrial. Entre outros, esses t&amp;#243;picos comporiam uma lista das 10 maiores surpresas econ&amp;#244;micas do ano, com certeza.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dos tr&amp;#234;s, o total descolamento entre a produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional e o Produto Interno Bruto (PIB) &amp;#233; o que deixa uma interroga&amp;#231;&amp;#227;o com cara de problema para 2012, 2013, 2014.... A ind&amp;#250;stria terminou 2010 com uma produ&amp;#231;&amp;#227;o 10% superior &amp;#224; de 2009, enquanto o PIB cresceu 7,5% na mesma compara&amp;#231;&amp;#227;o. Em 2011, o setor vai, na melhor das hip&amp;#243;teses, crescer 0,5%, para um PIB pr&amp;#243;ximo a 3%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m do crescimento p&amp;#237;fio, o resultado dos &amp;#250;ltimos tr&amp;#234;s meses mostra que a ind&amp;#250;stria brasileira nunca se recuperou efetivamente da crise externa - a produ&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; hoje 3% inferior &amp;#224; do auge pr&amp;#233;-quebra do Lehman Brothers em setembro de 2008. O n&amp;#250;mero parece pequeno, mas 3% significam cerca de 75 mil autom&amp;#243;veis a menos por ano, ou 65 barris de petr&amp;#243;leo por dia ou 57 mil demiss&amp;#245;es no ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O que mais intriga &amp;#233; que, na mesma compara&amp;#231;&amp;#227;o, o consumo dom&amp;#233;stico est&amp;#225; hoje 24% maior. Em tr&amp;#234;s anos, a produ&amp;#231;&amp;#227;o industrial encolheu 3% e as vendas do varejo (um bom indicador do comportamento do consumo das fam&amp;#237;lias) cresceram quase um quarto!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A conclus&amp;#227;o quase &amp;#243;bvia na an&amp;#225;lise desses dados &amp;#233; que a importa&amp;#231;&amp;#227;o tem ocupado um espa&amp;#231;o cada vez maior no abastecimento da demanda interna - no lugar de um cal&amp;#231;ado nacional, um sapato coreano; no lugar de uma m&amp;#225;quina &quot;made in Brazil&quot;, uma alem&amp;#227;; no lugar de feij&amp;#227;o brasileiro, feij&amp;#227;o chin&amp;#234;s!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
E o buraco parece bem profundo, como &amp;#233; poss&amp;#237;vel ver no detalhamento da pauta brasileira de importa&amp;#231;&amp;#245;es, que traz informa&amp;#231;&amp;#245;es surpreendentes, como o fato de que o maior aumento na compra externa de bens industrializados n&amp;#227;o ocorreu em produtos manufaturados, mas em semimanufaturados, onde importamos 35% mais que em 2010. Por exemplo: o 16&amp;#186; item semimanufaturado mais importado foi &amp;#243;leo de dend&amp;#234;, produto no qual o pa&amp;#237;s gastou US$ 46 milh&amp;#245;es entre janeiro e novembro (413% mais que em 2010). No mesmo per&amp;#237;odo, importamos US$ 415 milh&amp;#245;es em alum&amp;#237;nio bruto e US$ 328 milh&amp;#245;es em celulose - todas commodities com larga tradi&amp;#231;&amp;#227;o de produ&amp;#231;&amp;#227;o no pa&amp;#237;s. Ou seja, a concorr&amp;#234;ncia &quot;made in mundo&quot; chegou aos bens tipicamente &quot;made in Brazil&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O cruzamento das informa&amp;#231;&amp;#245;es de volume importado com produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional permite sustentar, com argumentos fortes, essa hip&amp;#243;tese. A importa&amp;#231;&amp;#227;o de bens produzidos pela ind&amp;#250;stria de transforma&amp;#231;&amp;#227;o passou de uma presen&amp;#231;a de 17,3% para 20,4% entre 2008 e 2011. No mesmo per&amp;#237;odo, a exporta&amp;#231;&amp;#227;o perdeu import&amp;#226;ncia para o mesmo setor e sua participa&amp;#231;&amp;#227;o encolheu tr&amp;#234;s pontos percentuais. H&amp;#225; alguns casos emblem&amp;#225;ticos, como o da celulose importada, que j&amp;#225; representa 30% do consumo nacional, segundo estudo da Confedera&amp;#231;&amp;#227;o Nacional da Ind&amp;#250;stria (CNI) e da Funda&amp;#231;&amp;#227;o Centro de Estudos de Com&amp;#233;rcio Exterior (Funcex).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas se a ind&amp;#250;stria est&amp;#225; t&amp;#227;o acossada pela concorr&amp;#234;ncia importada e produz um volume 3% menor, porque n&amp;#227;o vemos demiss&amp;#245;es no setor? Por que as campanhas salariais continuaram negociando aumentos reais para os trabalhadores da ind&amp;#250;stria ao longo de 2011 se o custo salarial em d&amp;#243;lar est&amp;#225; 10% maior que em 2008, como informou a rep&amp;#243;rter Ar&amp;#237;cia Martins, em recente reportagem no Valor? Por que a arrecada&amp;#231;&amp;#227;o incidente sobre o lucro das pessoas jur&amp;#237;dicas n&amp;#227;o financeiras ainda cresce acima da infla&amp;#231;&amp;#227;o?&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As respostas n&amp;#227;o est&amp;#227;o nos indicadores, mas existem pistas. A pr&amp;#243;pria Confedera&amp;#231;&amp;#227;o Nacional da Ind&amp;#250;stria (CNI) indicou, em estudo feito neste ano, que o pr&amp;#243;prio setor que est&amp;#225; aumentando suas importa&amp;#231;&amp;#245;es, seja de mat&amp;#233;ria prima e pe&amp;#231;as, seja de produto acabado. Com isso, seu faturamento evolui, enquanto a produ&amp;#231;&amp;#227;o encolhe.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Enquanto mecanismo de sobreviv&amp;#234;ncia, a estrat&amp;#233;gia da ind&amp;#250;stria est&amp;#225; correta e evita &quot;mortes&quot; ao longo do caminho. Mas e o futuro?&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Enfrentar de forma mais decisiva os elementos que corr&amp;#243;em a competitividade nacional &amp;#233; tarefa para qual o governo deveria realmente dedicar energia. Por enquanto, o que se viu foi mais do mesmo em uma trajet&amp;#243;ria que repete equ&amp;#237;vocos protecionistas, como os recentes an&amp;#250;ncios que envolvem IPI maior para carros importados ou a mudan&amp;#231;a no c&amp;#225;lculo da tarifa de importa&amp;#231;&amp;#227;o sobe t&amp;#234;xteis. &amp;#201; a ind&amp;#250;stria toda - e n&amp;#227;o um peda&amp;#231;o dela - que se ressente de impostos elevados, c&amp;#226;mbio fora do lugar, infraestrutura prec&amp;#225;ria e cr&amp;#233;dito ainda caro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por sua vez, a ind&amp;#250;stria precisa investir mais em inova&amp;#231;&amp;#227;o, copiar menos produtos, agregar mais valor, investir mais na forma&amp;#231;&amp;#227;o da sua m&amp;#227;o de obra, pensar no longo prazo e n&amp;#227;o em lucros imediatos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
N&amp;#227;o h&amp;#225; nenhuma novidade no diagn&amp;#243;stico desse arcabou&amp;#231;o das tarefas que cabem ao Estado e &amp;#224;s empresas, mas o tempo est&amp;#225; passando. &amp;#201; cedo para que a economia brasileira seja liderada pelo setor de servi&amp;#231;os porque a renda e a composi&amp;#231;&amp;#227;o da popula&amp;#231;&amp;#227;o brasileira ainda n&amp;#227;o s&amp;#227;o de primeiro mundo. Embora, &amp;#224;s vezes, esque&amp;#231;amos disso diante dos relatos da f&amp;#250;ria consumista brasileira em Miami.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Denise Neumann &lt;br&gt;
Data : 03/01/2012  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:57:36 -0200</pubDate></item><item><title>VALE BUSCA MAIS AGILIDADE NAS MINAS E PORTOS</title><description>No mercado de log&amp;#237;stica de cargas, os simuladores tamb&amp;#233;m ganham espa&amp;#231;o como forma de melhorar a performance dos operadores &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na F&amp;#243;rmula 1, principal categoria do automobilismo mundial, os pilotos costumam utilizar simuladores para conhecer os circuitos antes de cada grande pr&amp;#234;mio. O simulador faz o piloto sentir-se dentro do carro e na pista, a mais de 300 km por hora. No mercado de log&amp;#237;stica de cargas, os simuladores tamb&amp;#233;m ganham espa&amp;#231;o como forma de melhorar a performance dos operadores. Na minera&amp;#231;&amp;#227;o, a Vale tem simuladores para trens, caminh&amp;#245;es fora de estrada e agora implanta uma ferramenta que reproduz, em ambiente 3D, a opera&amp;#231;&amp;#227;o de um equipamento portu&amp;#225;rio, a recuperadora de roda de ca&amp;#231;ambas. S&amp;#227;o rodas dentadas de 39 metros de altura que recolhem o min&amp;#233;rio de ferro depositado nos p&amp;#225;tios das minas e nos terminais portu&amp;#225;rios de onde o produto segue para o embarque nos navios. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O novo simulador foi desenvolvido pela Vale em parceria com a americana GlobalSim, empresa com experi&amp;#234;ncia na &amp;#225;rea de realidade virtual. Surgiu uma solu&amp;#231;&amp;#227;o customizada, no Porto de Tubar&amp;#227;o, no Esp&amp;#237;rito Santo, para treinar os operadores das recuperadoras de roda de ca&amp;#231;ambas. &amp;#201; o primeiro simulador de um equipamento portu&amp;#225;rio dentro da companhia. O simulador recebeu investimentos de R$ 3 milh&amp;#245;es e permite reproduzir, em ambiente virtual, o processo de recupera&amp;#231;&amp;#227;o de gran&amp;#233;is s&amp;#243;lidos (v&amp;#225;rios tipos de min&amp;#233;rio de ferro, pelotas e carv&amp;#227;o). O treinamento a ser feito neste simulador busca qualificar os operadores, o que tende a levar a uma melhoria de produtividade. A ideia &amp;#233; que quanto mais regular seja a opera&amp;#231;&amp;#227;o da recuperadora mais pr&amp;#243;ximo do limite de capacidade poder&amp;#225; operar todo o sistema de carregamento do min&amp;#233;rio nos portos da empresa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esse sistema &amp;#233; formado pelas recuperadoras, por esteiras e carregadores que depositam o min&amp;#233;rio nos por&amp;#245;es dos navios. Com um sistema azeitado, &amp;#233; poss&amp;#237;vel carregar as embarca&amp;#231;&amp;#245;es mais r&amp;#225;pido, evitando pagamentos extras aos armadores (demurrages) e liberando mais cedo os ber&amp;#231;os de atraca&amp;#231;&amp;#227;o para outros navios. A Vale estima que ao treinar novos operadores no simulador vai evitar acidentes e perdas nas taxas de embarque (tonelada de min&amp;#233;rio embarcado por hora). Os operadores experientes poder&amp;#227;o passar por reciclagem para melhorar performance e seguran&amp;#231;a, avalia a empresa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Este m&amp;#234;s a Vale come&amp;#231;a a treinar os operadores das recuperadoras no simulador instalado no centro de engenharia da Vale no Porto de Tubar&amp;#227;o, pertencente &amp;#224; empresa. Neste pr&amp;#233;dio, j&amp;#225; existe outro simulador em opera&amp;#231;&amp;#227;o voltado para treinamento de maquinistas de trem. A Vale tamb&amp;#233;m desenvolveu simulador para caminh&amp;#227;o fora de estrada, que transitam nas minas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No caso do simulador da recuperadora de roda de ca&amp;#231;amba, o desenvolvimento do simulador exigiu filmar todo o p&amp;#225;tio do Porto de Tubar&amp;#227;o e digitalizar as imagens. O trabalho com o simulador come&amp;#231;a pelo Esp&amp;#237;rito Santo, mas o plano &amp;#233; instalar em 2012 equipamentos de realidade virtual semelhantes nos demais terminais portu&amp;#225;rios da empresa no Rio e em S&amp;#227;o Lu&amp;#237;s, no Maranh&amp;#227;o. No total, a Vale tem 217 operadores de recuperadoras nos terminais de Tubar&amp;#227;o, da Companhia Portu&amp;#225;ria Ba&amp;#237;a de Sepetiba (CPBS) e do Terminal da Ilha Gua&amp;#237;ba (TIG), ambos no Rio, al&amp;#233;m do Terminal Portu&amp;#225;rio da Ponta da Madeira, em S&amp;#227;o Lu&amp;#237;s. A meta &amp;#233; treinar 100% dos operadores. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Gustavo Mucci, gerente geral de inova&amp;#231;&amp;#227;o e desenvolvimento portu&amp;#225;rio da Vale, disse que o simulador vai permitir aos operadores simular a opera&amp;#231;&amp;#227;o nas mais variadas situa&amp;#231;&amp;#245;es. &quot;A ideia &amp;#233; que o operador se sinta imerso no ambiente virtual. Poder&amp;#225; fazer a simula&amp;#231;&amp;#227;o como se estivesse operando &amp;#224; noite, durante o dia, com diferentes tipos de min&amp;#233;rio, com vento ou chuva&quot;, afirmou Mucci. Cada operador vai receber 16 horas de aulas te&amp;#243;ricas e 8 horas de aulas pr&amp;#225;ticas e haver&amp;#225; m&amp;#243;dulos b&amp;#225;sicos e avan&amp;#231;ados. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mucci disse que o simulador permitir&amp;#225; obter ganhos porque, treinado na pr&amp;#225;tica, o operador muitas vezes leva anos para adquirir maior habilidade e exigir menos da m&amp;#225;quina. O simulador pode contribuir tamb&amp;#233;m para manter a vida &amp;#250;til do equipamento, afirmou o executivo. Segundo ele, o trabalho com simulador nas opera&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias come&amp;#231;a com a recuperadora de roda, mas ser&amp;#225; estendida a outros equipamentos portu&amp;#225;rios. &quot;Temos novos projetos para 2012 sendo um deles o desenvolvimento de simulador para descarregador de navio&quot;, disse Mucci.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 03/01/2012  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:57:22 -0200</pubDate></item><item><title>PARA ABREMAR, MUDAR AS ESCALAS PREJUDICAR&amp;#193; SANTOS</title><description>Presidente de entidade afirma que alterar cruzeiros pode levar operadores a trocar de porto &lt;br&gt;
FRANCE PRESSE - LYNE SANTOS - DA REDA&amp;#199;&amp;#195;O &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Porto de Santos pode receber, no m&amp;#225;ximo, seis navios de cruzeiros por dia &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Santos corre o risco de perder navios de cruzeiros, para outros complexos do Pa&amp;#237;s e do Mundo, caso as operadoras n&amp;#227;o possam disponibilizar viagens que atendam a demanda e os anseios de seus h&amp;#243;spedes. Essa foi a an&amp;#225;lise feita pelo presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira de Cruzeiros Mar&amp;#237;timos (Abremar), Ricardo Amaral. O executivo n&amp;#227;o acredita que reorganizar as escalas das embarca&amp;#231;&amp;#245;es seja a melhor solu&amp;#231;&amp;#227;o para evitar os transtornos sofridos pelos turistas em Santos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A observa&amp;#231;&amp;#227;o veio em resposta ao coment&amp;#225;rio do diretor da Concais, empresa que administra o Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, Flavio Brancato, que apontou a adequa&amp;#231;&amp;#227;o da programa&amp;#231;&amp;#227;o de paradasdos navios como a principal medida para agilizar os procedimentos na instala&amp;#231;&amp;#227;o de cruzeiros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Brancato prop&amp;#244;s uma melhor distribui&amp;#231;&amp;#227;o das escalas, de forma a evitar datas com seis embarca&amp;#231;&amp;#245;es e outras com nenhuma. Seu coment&amp;#225;rio foi apresentado em reportagem publicada no &amp;#250;ltimo dia 24, sobre a vinda de seis navios de cruzeiros ao cais santista no dia anterior. Foi a data de maior movimenta&amp;#231;&amp;#227;o da temporada. Na ocasi&amp;#227;o, os turistas reclamaram, sobretudo, da falta de espa&amp;#231;o no terminal e na demora para embarcar. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Como o navio faz para ir para Buenos Aires (Argentina) ou para o Nordeste e voltar em menos de sete dias? Se eu saio na sexta-feira, terei que voltar na outra sexta, independentemente de quantos navios ter&amp;#227;o no Porto. Se n&amp;#227;o tiver oferta desse tipo de produto, a companhia vai fazer cruzeiro em outro porto&quot;, afirmou Amaral, ao justificar a dificuldade em organizar as escalas para que n&amp;#227;o coincida com outras embarca&amp;#231;&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A presen&amp;#231;a de 23 navios de cruzeiros no Porto de Santos, nesta temporada, tamb&amp;#233;m facilita o encontro deles, sobretudo em dias especiais, como os que antecedem o Natal eo Carnaval &amp;#173; quando as embarca&amp;#231;&amp;#245;es precisam sair em datas espec&amp;#237;ficas para atender a expectativa do p&amp;#250;blico. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Ricardo Amaral, a solu&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; aumentar a capacidade de atendimento a turistas do Porto, seja com melhorias na infraestrutura do atual terminal ou com a constru&amp;#231;&amp;#227;o de uma nova instala&amp;#231;&amp;#227;o, o que est&amp;#225; previsto para a regi&amp;#227;o do Valongo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O mercado de cruzeiros cresceu demais e n&amp;#227;o houve crescimento da infraestrutura para acompanhar. Esta temporada teve o menor aumento (no n&amp;#250;mero de passageiros) dos &amp;#250;ltimos 20 anos e a previs&amp;#227;o &amp;#233; que a pr&amp;#243;xima tenha uma queda ainda mais significativa&quot;, afirmou Amaral, justificando essa redu&amp;#231;&amp;#227;o com a falta de infraestrutura dos portos e os altos custos operacionais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
PARADOXO &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente da Abremar v&amp;#234; o posicionamento do Concais como um paradoxo, j&amp;#225; que o projeto de alinhamento do Cais de Outeirinhos, obra da Uni&amp;#227;o, est&amp;#225; sendo feito para permitir a atraca&amp;#231;&amp;#227;o de seis navios na frente do terminal. Ele ainda lembra que a empresa garante ter capacidade para receber 42 mil pessoas por dia. &quot;Eles podem receber essa quantidade, mas com que n&amp;#237;vel de servi&amp;#231;o, se j&amp;#225; h&amp;#225; transtornos com apenas quatro navios e 20 mil pessoas?&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Procurada, a Codesp esclareceu que o n&amp;#250;mero de seis navios foi definido ap&amp;#243;s ampla discuss&amp;#227;o. A estatal informou que &quot;a distribui&amp;#231;&amp;#227;o dos navios segue os procedimentos de atraca&amp;#231;&amp;#227;o no Porto de Santos para embarca&amp;#231;&amp;#227;o de passageiros e que n&amp;#227;o est&amp;#225; em discuss&amp;#227;o a revis&amp;#227;o dos crit&amp;#233;rios para a pr&amp;#243;xima temporada&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Questionada sobre uma poss&amp;#237;vel redistribui&amp;#231;&amp;#227;o das escalas de seus navios, a Costa Cruzeiros respondeu que a Abremar fala pelo setor. A Royal Caribbean n&amp;#227;o retornou at&amp;#233; o fechamento da edi&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:57:06 -0200</pubDate></item><item><title>PELO MUNDO - OM&amp;#195; - PETROLEIRO ITALIANO &amp;#201; SEQUESTRADO</title><description>Um petroleiro italiano foi se- questrado por piratas na costa de Om&amp;#227;, anunciou na &amp;#250;ltima ter&amp;#231;a-feira o armador napolitano do navio em um comunicado. &quot;Nosso navio Enrico Ievolifoi capturado. No momento, n&amp;#227;o temos condi&amp;#231;&amp;#245;es de revelar mais informa&amp;#231;&amp;#245;es&quot;, afirmou a empresa em um comunicado. O minist&amp;#233;rio italiano das Rela&amp;#231;&amp;#245;es Exteriores confirmou o fato. &quot;Estamos em contato com o armador e a Marinha, com uma unidade de crise&quot;, afirmou um portavoz do &amp;#243;rg&amp;#227;o federal. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:56:54 -0200</pubDate></item><item><title>PELO MUNDO - VIETN&amp;#195; - CARGUEIRO NAUFRAGA E DEIXA 22 DESAPARECIDOS</title><description>Um cargueiro vietnamita que transportava 54,4 mil toneladas de n&amp;#237;quel naufragou no &amp;#250;ltimo Natal, segundo informa&amp;#231;&amp;#245;es das autoridades mar&amp;#237;timas do Vietn&amp;#227;. Uma pessoa foi resgatada com vida e outras 22 est&amp;#227;o desaparecidas. A embarca&amp;#231;&amp;#227;o Vinalines Queen viajava da Indon&amp;#233;sia &amp;#224; China e perdeu contato com o Centro de Coordena&amp;#231;&amp;#227;o de Salvamento Marinho do Vietn&amp;#227; nesse dia. Segundo o n&amp;#225;ufrago resgatado, o navio afundou rapidamente e ele s&amp;#243; teve tempo de lan&amp;#231;ar na &amp;#225;gua uma lancha salva-vidas e subir nela. O Vinalines foi constru&amp;#237;do no Jap&amp;#227;o em 2005 e era um dos navios mais modernos da marinha vietnamita. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:56:43 -0200</pubDate></item><item><title>PELO MUNDO - JAP&amp;#195;O - CAEM EXPORTA&amp;#199;&amp;#213;ES DE CARGA CONT&amp;#202;INERIZADA</title><description>As exporta&amp;#231;&amp;#245;es de carga cont&amp;#234;inerizada devem diminuir 2,3% no ano fiscal de 2011, que termina em 31 de mar&amp;#231;o pr&amp;#243;ximo. De acordo com relat&amp;#243;rio divulgado recentemente por uma empresa de pesquisa com sede em T&amp;#243;quio, os principais fatores que ocasionaram a queda s&amp;#227;o a desacelera&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#244;mica global, a valoriza&amp;#231;&amp;#227;o do iene e o impacto dos desastres naturais da &amp;#193;sia. O Instituto de Pesquisa e Consultoria Nittsu projeta um decr&amp;#233;scimo de 5,19 milh&amp;#245;es TEUs (unidade relativa a um cont&amp;#234;iner de 20 p&amp;#233;s) nas exporta&amp;#231;&amp;#245;es do pa&amp;#237;s, ap&amp;#243;s 9,2% de crescimento no ano fiscal de 2010. Apesar disso, a expectativa para o ano de 2012 &amp;#233; de um aumento de at&amp;#233; 3,8%. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:56:32 -0200</pubDate></item><item><title>PELO MUNDO - AUSTR&amp;#193;LIA - F&amp;#218;RIA DO MAR CASTIGA AMBIENTALISTAS</title><description>A f&amp;#250;ria do mar castigou a organiza&amp;#231;&amp;#227;o ambientalista Sea Shepherd Conservation Societyao deixar fora de combate uma de suas embarca&amp;#231;&amp;#245;es, logo ap&amp;#243;s o in&amp;#237;cio de uma nova campanha contra navios baleeiros japoneses que trabalham na Ant&amp;#225;rtida. Na &amp;#250;ltima quinta-feira, uma grande onda, de cerca de seis metros, abriu uma rachadura no casco e danificou um dos pontilh&amp;#245;es do Brigitte Bardot (na foto, no dia de sua inaugura&amp;#231;&amp;#227;o, em La Ciotat, Sudoeste da Fran&amp;#231;a) um dos barcos da entidade. A embarca&amp;#231;&amp;#227;o, equipada com potentes motores e adquirida em maio do ano passado, realizava um protesto contra navios pesqueiros a 2,400 quil&amp;#244;metros a sudoeste da Austr&amp;#225;lia quando foi atingida. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:56:18 -0200</pubDate></item><item><title>NAVIOS ENCERRAM VIAGENS DE R&amp;#201;VEILLON</title><description>Ap&amp;#243;s levarem 3.565 turistas para assistir a queima de fogos em Copacabana, no Rio de Janeiro, os navios Zenith e Soberano, da Pullmantur, retornaram ontem ao Porto de Santos. Eles chegaram por volta das 8h30 para a primeira escala no complexo santista neste ano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Durante a tarde, eles embarcaram 3.619 h&amp;#243;spedes para cruzeiros  em dire&amp;#231;&amp;#227;o ao litoral fluminense. O Zenith partiu com 1.755 pessoas para uma viagem de tr&amp;#234;s noites com paradas na praia privativa de Jaguanum, em Mangaratiba (RJ), e em B&amp;#250;zios (RJ). O Soberano levou 1.864 passageiros para o Rio de Janeiro e B&amp;#250;zios. O passeio ser&amp;#225; de cinco noites. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Hoje, n&amp;#227;o haver&amp;#225; escalas de navios de passageiros na Cidade. J&amp;#225; amanh&amp;#227;, ser&amp;#225; a vez de o MSC Armonia, do Costa Fortuna e do Grand Mistral voltarem a Santos com os turistas que escolheram passar o R&amp;#233;veillon em alto-mar. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; o final do m&amp;#234;s, o Porto de Santos ter&amp;#225; mais 48 escalas de navios de cruzeiro. O destaque ficar&amp;#225; para os cinco cruzeiros tem&amp;#225;ticos marcados para o final do m&amp;#234;s. S&amp;#227;o eles o Tango &amp; Milonga, entre os dias 22 e 31, no Costa Fortuna;o Universidade Mar&amp;#237;tima, de 25 a 28, no Zenith: o Royal Life, de 27 a 3 de fevereiro, no Vision ofthe Seas; o Bem Estar, de 28 a 4 de fevereiro, no Costa Pacifica; e o Artmar, de 31 a 8 de fevereiro, no Armonia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No m&amp;#234;s passado, houve tr&amp;#234;s tem&amp;#225;ticos. At&amp;#233; o final da temporada, em 18 de maio, est&amp;#227;o programadas mais 23 viagens com temas espec&amp;#237;ficos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A pr&amp;#243;xima data com maior movimenta&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; 18 de fevereiro, quando acontecer&amp;#227;o os embarques dos cruzeiros de Carnaval. Seis navios v&amp;#227;o atracar simultaneamente no cais santista nessa data, levando mais de 25 mil turistas ao Terminal de Passageiros Giusfredo Santini. O &amp;#250;ltimo dia 23 foi a primeira data com esse n&amp;#250;mero de embarca&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:56:00 -0200</pubDate></item><item><title>OBRAS V&amp;#195;O REDUZIR CONGESTIONAMENTOS, DESTACA AQUINO</title><description>Projeto envolve planos da Codesp, da Prefeitura e do Estado &lt;br&gt;
LYNE SANTOS - DA REDA&amp;#199;&amp;#195;O &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A&amp;#231;&amp;#245;es para facilitar o acesso &amp;#224; Margem Direita do Porto de Santos e &amp;#224; Cidade foram apresentadas por S&amp;#233;rgio Aquino na sede do Sindisan &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os frequentes congestionamentos de caminh&amp;#245;es na entrada e nos acessos ao Porto de Santos poder&amp;#227;o ser minimizados, em aproximadamente dois anos, com a execu&amp;#231;&amp;#227;o de obras planejadas pela Codesp em parceria com a Prefeitura. Mas as interven&amp;#231;&amp;#245;es n&amp;#227;o s&amp;#227;o as &amp;#250;nicas solu&amp;#231;&amp;#245;es para os problemas de tr&amp;#225;fego no complexo santista. Processos log&amp;#237;sticos tamb&amp;#233;m s&amp;#227;o atores importantes nesse cen&amp;#225;rio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A reorganiza&amp;#231;&amp;#227;o do sistema vi&amp;#225;rio e a necessidade do cumprimento de regras foram destacadas pelo presidente do Conselho de Autoridade Portu&amp;#225;ria (CAP), S&amp;#233;rgio Aquino, em recente reuni&amp;#227;o na sede do Sindicato das Empresas deTransporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindisan). O encontro foi promovido para discutir as quest&amp;#245;es com empres&amp;#225;rios e caminhoneiros da regi&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para solucionar os congestionamentos,  Aquino, que tamb&amp;#233;m est&amp;#225; &amp;#224; frente da Secretaria Municipal de Assuntos Portu&amp;#225;rios e Mar&amp;#237;timos, destacou as obras previstas para o trecho inicial da Avenida Perimetral da Margem Direita, na &amp;#225;rea de entrada do Porto e da Cidade. &quot;Da Via Anchieta at&amp;#233; o Centro, j&amp;#225; temos definidas e aprovadas duas obras. Uma &amp;#233; o mergulh&amp;#227;o (passagem subterr&amp;#226;nea naregi&amp;#227;o doValongo), quetem as al&amp;#231;as de acesso na Rua Cristiane Otoni. E a outra &amp;#233; o Viaduto da Alemoa (que chegar&amp;#225;), at&amp;#233; o final do Ret&amp;#227;o da Alemoa (Avenida Augusto Barata)&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O projeto para o trecho da Perimetral que vai do Ret&amp;#227;o at&amp;#233; o mergulh&amp;#227;o, segundo ele, prev&amp;#234; mudan&amp;#231;as nas linhas ferrovi&amp;#225;rias e um alargamento da via, o que permitir&amp;#225; a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o do antigo terreno da Rede Ferrovi&amp;#225;ria Federal (RFFSA). Nessa &amp;#225;rea, ser&amp;#227;o implantados p&amp;#225;tios ferrovi&amp;#225;rios e rodovi&amp;#225;rios, al&amp;#233;m de uma pra&amp;#231;a de scanners, um posto de atendimento de carreteiros e unidades da Portofer (empresa respons&amp;#225;vel pelo servi&amp;#231;o ferrovi&amp;#225;rio no cais), que hoje est&amp;#227;o espalhadas pelo Porto. &quot;A oficina de locomotivas que est&amp;#225; no fundo da sede da Codesp vai para aquela regi&amp;#227;o, assim como a unidade da Portofer que fica nas proximidades do Posto n&amp;#186; 2 do Ogmo, para que seja feita uma reorganiza&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;rea onde fica a Santa (pra&amp;#231;a onde est&amp;#225; a imagem da Nossa Senhora de F&amp;#225;tima, ao lado do Terminal de Passageiros)&quot;, explicou Aquino. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#193;REA EXTERNA  &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tamb&amp;#233;m s&amp;#227;o a guardadas altera&amp;#231;&amp;#245;es para a &amp;#225;rea externa ao complexo santista. Essas, no entanto, dependem do Governo de S&amp;#227;o Paulo, que h&amp;#225; dois anos recebeu um estudo sobre a regi&amp;#227;o desenvolvido pela CET. &quot;Eles ficaram de elaborar estudos com a Ecovias e estamos aguardando solu&amp;#231;&amp;#245;es, porque isso gerar&amp;#225; algumas a&amp;#231;&amp;#245;es na regi&amp;#227;o urbana&quot;, comentouAquino. Um sistema bin&amp;#225;rio e novos viadutos no final da Alemoa, depois do Rio Casqueiro, s&amp;#227;o alguns dos itens pedidos pelo Munic&amp;#237;pio. A inten&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; criar um novo acesso ao Porto, que hoje conta apenas com uma entrada, o Viaduto da Alemoa. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 03/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:45:42 -0200</pubDate></item><item><title>PELO BRASIL - PERNAMBUCO - PORTO SECO SER&amp;#193; LICITADO PARA DESAFOGAR SUAPE</title><description>A Superintend&amp;#234;ncia Regional da Receita Federal em Pernambuco vai licitar a permiss&amp;#227;o para explora&amp;#231;&amp;#227;o de um porto seco no entorno de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul do Estado. Porto seco &amp;#233; um recinto alfandegado de uso p&amp;#250;blico, no qual s&amp;#227;o executadas opera&amp;#231;&amp;#245;es de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o, armazenagem e despacho de mercadorias, sob controle aduaneiro, podendo operar com cargas de importa&amp;#231;&amp;#227;o e exporta&amp;#231;&amp;#227;o. Estima-se um investimento total m&amp;#237;nimo de R$25milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:45:28 -0200</pubDate></item><item><title>PELO BRASIL - RIO DE JANEIRO - MAIS DE 25 MIL TURISTAS DESCEM NO P&amp;#205;ER MAU&amp;#193;</title><description>O Estado do Rio de Janeiro de- vereceber,durante o ver&amp;#227;o,cerca de 3 milh&amp;#245;es de turistas vindos de todas as partes do Brasil e do mundo. Muitos dosvisitantes chegar&amp;#227;o em transatl&amp;#226;nticos. Segundo o governo estadual, somente na sexta-feira e nos&amp;#225;bado passados, mais de 25 mil pessoas desembarcaram no Terminal Internacional de Cruzeiros do P&amp;#237;er Mau&amp;#225; para passar o R&amp;#233;veillon na cidade, o que representou um refor&amp;#231;o de US$ 7,5 milh&amp;#245;es na economia. Cada turista mar&amp;#237;timo gasta, em m&amp;#233;dia, US$300 por dia. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:45:16 -0200</pubDate></item><item><title>PELO BRASIL - BAHIA - CRUZEIRISTA MORRE AFOGADO EM PRAIA</title><description>Um turista de S&amp;#227;o Paulo morreu afogado na Praia do Sul, localizada na cidade de Ilh&amp;#233;us, no Sul da Bahia, na &amp;#250;ltima quinta-feira. De acordo com informa&amp;#231;&amp;#245;es da Delegacia do Turista de Ilh&amp;#233;us (Deltur), a v&amp;#237;tima tinha 26 anos e estava no local acompanhada de familiares. O homem chegou a Ilh&amp;#233;us em um navio tur&amp;#237;stico que deveria ter seguido viagem na quinta-feira, mas permaneceu no porto da cidade at&amp;#233; sexta-feira. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:45:06 -0200</pubDate></item><item><title>PELO BRASIL - RIO GRANDE DO SUL PASSAGEIROS S&amp;#195;O RECEBIDOS COM FESTA</title><description>O navio de cruzeiros Deutschland fez uma escala no Porto de Rio Grande na &amp;#250;ltima ter&amp;#231;a-feira. Aproximadamente 300 viajantes passearam pelo centro hist&amp;#243;rico da cidade. Ao desembarcar, o grupo foi recebido por dan&amp;#231;arinos t&amp;#237;picos ga&amp;#250;chos. Essa foi a quarta embarca&amp;#231;&amp;#227;o de cruzeiros a atracar no porto ga&amp;#250;cho desde novembro. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:44:54 -0200</pubDate></item><item><title>NOVOS TERMINAIS AJUDAR&amp;#195;O CABOTAGEM EM SANTOS</title><description>&lt;br&gt;
O Porto de Santos &amp;#233; deficiente para a opera&amp;#231;&amp;#227;o de navios de cabotagem, segundo o presidente da Log-in, Vital Jorge Lopes. Mas, para ele, pode melhorar no pr&amp;#243;ximo ano, quando v&amp;#227;o come&amp;#231;ar a operar as instala&amp;#231;&amp;#245;es da Brasil Terminal Portu&amp;#225;rio (BTP) e da Embraport (atualmente em constru&amp;#231;&amp;#227;o). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Hoje, os servi&amp;#231;os no Porto de Santos s&amp;#227;o deficientes. N&amp;#227;o s&amp;#243; pelo sistema portu&amp;#225;rio, mas tamb&amp;#233;m pelo retroportu&amp;#225;rio&quot;, comentou. Para Lopes, a falta de espa&amp;#231;o em &amp;#225;reas retroportu&amp;#225;rias (fora do porto) para armazenagem de cont&amp;#234;ineres prejudica a opera&amp;#231;&amp;#227;o na zona prim&amp;#225;ria (cais). &quot;N&amp;#243;s precisar&amp;#237;amos ter uma estrutura retroportu&amp;#225;ria que alimentasse isso (a zona prim&amp;#225;ria) com maior velocidade&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O grande problema, afirma, &amp;#233; que a navega&amp;#231;&amp;#227;o de cabotagem, diferentemente da de longo curso, opera por janelas&amp;#173;per&amp;#237;odos previamente contratados para opera&amp;#231;&amp;#227;o em um determinado trecho de cais. A Log-in, por exemplo, mant&amp;#233;m escalas semanais em Santos de apenas algumas horas, para receber e deixar cont&amp;#234;ineres. Para isso funcionar, todo o sistema portu&amp;#225;rio tem que operar bem, como um rel&amp;#243;gio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Se o tr&amp;#226;nsito forte (de caminh&amp;#245;es, nas estradas que d&amp;#227;o acesso ao porto) n&amp;#227;o me habilita a ter velocidade para carregar o navio, o que acontece &amp;#233; que eu acabo deixando cargas no ch&amp;#227;o. Quem viaja acompanhando um navio pode ver a quantidade de cont&amp;#234;ineres que acaba ficando no porto. N&amp;#227;o &amp;#233; s&amp;#243; um problema de frota (de navios). O navio estava l&amp;#225;. S&amp;#243; que o terminal n&amp;#227;o teve a velocidade ou a produtividade necess&amp;#225;ria para embarcar os cont&amp;#234;ineres&quot;, declarou Vital Lopes. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:44:38 -0200</pubDate></item><item><title>LEITURA R&amp;#193;PIDA</title><description>Frota em expans&amp;#227;o &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Log-In conta hoje com 11 navios. S&amp;#227;o oito porta-cont&amp;#234;ineres e tr&amp;#234;s graneleiros. Est&amp;#227;o em constru&amp;#231;&amp;#227;o quatro porta-cont&amp;#234;ineres, com capacidade de 2.800 TEUs cada, e dois graneleiros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sa&amp;#237;da &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O atual presidente do CAP de Santos, S&amp;#233;rgio Aquino, deve deixar o cargo no final do m&amp;#234;s, a fim de disputar a Prefeitura de Santos nas elei&amp;#231;&amp;#245;es deste ano. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:44:23 -0200</pubDate></item><item><title>ARMADORA PROJETA CRESCIMENTO DE 10%</title><description>Respons&amp;#225;vel por 25% do mercado de cabotagem no Brasil, a Log-In prev&amp;#234; um cen&amp;#225;rio positivo para o setor neste e nos pr&amp;#243;ximos anos &lt;br&gt;
SAMUEL RODRIGUES - DA REDA&amp;#199;&amp;#195;O &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Criada h&amp;#225; cinco anos, a Log-In opera uma frota de oito navios conteineiros. O mais recente deles, o Log-In Jatob&amp;#225;, foi lan&amp;#231;ado no m&amp;#234;s passado, no Terminal 35, uma das instala&amp;#231;&amp;#245;es do Grupo Libra no Porto de Santos &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Crescimento da produ&amp;#231;&amp;#227;o industrial brasileira, investimentos em novos navios e em infraestrutura portu&amp;#225;ria, custos mais competitivos. S&amp;#227;o estes os alicerces da confian&amp;#231;a dos players da cabotagem quando projetam incrementos nos volumes movimentados nos pr&amp;#243;ximos anos. A armadora Log-In (Log&amp;#237;stica Intermodal) &amp;#233; um deles. Detentora de25%do market share (participa&amp;#231;&amp;#227;o no mercado) no segmento, a empresa confia em &quot;dois d&amp;#237;gitos&quot; de ascens&amp;#227;o anual para este e os pr&amp;#243;ximos quatro anos. Sinal disso &amp;#233; que, no &amp;#250;ltimo m&amp;#234;s, iniciou a opera&amp;#231;&amp;#227;o do seu mais novo navio, o Log-In Jatob&amp;#225;, tendo o Porto de Santos como primeira escala comercial. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Constitu&amp;#237;da h&amp;#225; cinco anos, a Log-In se beneficiou de uma demanda reprimida para aumentar, em m&amp;#233;dia, 27% ao ano sua movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres. Neste per&amp;#237;odo, cargas naturais de cabotagem (denomina&amp;#231;&amp;#227;o dada ao transporte mar&amp;#237;timo de mercadorias pela costa de um pa&amp;#237;s), que antes eram transportadas em caminh&amp;#245;es, passaram para bordo dos navios afretados pela companhia. Grandes clientes foram conquistados, tais como as fabricantes de eletr&amp;#244;nicos LG e de eletrodom&amp;#233;sticos Whirlpool, a petroqu&amp;#237;mica Braskem e a sider&amp;#250;rgica Usiminas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para crescer, a Log-In convenceu seus clientes de que &amp;#233; melhor transportar pelo mar do que por rodovia. E &quot;melhor&quot;, para um empres&amp;#225;rio, tem que ser sin&amp;#244;nimo de &quot;mais barato&quot;. Sob esta &amp;#243;tica, dois argumentos contam a favor da cabotagem. O primeiro &amp;#233; o item seguran&amp;#231;a. Dependendo da carga, o transporte por caminh&amp;#227;o requer contrata&amp;#231;&amp;#227;o de um custoso servi&amp;#231;o de escolta, o que n&amp;#227;o &amp;#233; necess&amp;#225;rio quando seutiliza navios. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O segundo aspecto &amp;#233; a integridade do produto,  etemmuitoa ver com as p&amp;#233;ssimas condi&amp;#231;&amp;#245;es das estradas brasileiras. &quot;Vindo conosco, a carga vai chacoalhar menos, mesmo com o mar revolto&quot;, definiu o presidente da Log-In, Vital Jorge Lopes. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o executivo, atualmente as empresas de cabotagem conseguem oferecer ofrete mar&amp;#237;timo a um pre&amp;#231;o equivalente a 70% do rodovi&amp;#225;rio. A economia tem atra&amp;#237;do a aten&amp;#231;&amp;#227;o de grandes investidores, mas ainda h&amp;#225; muitos a convencer. &quot;Para cada cont&amp;#234;iner que transportamos, h&amp;#225; outros tr&amp;#234;s que deixamos de transportar&quot;, explicou Lopes, referindo-se &amp;#224;s cargas naturais da cabotagem (aquelas que ter&amp;#227;o de percorrer um longo curso e demandam seguran&amp;#231;a e integridade no transporte) ainda n&amp;#227;o atendidas pelas companhias de navega&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apesar de o mercado ter espa&amp;#231;o para crescer, isto n&amp;#227;o ocorre t&amp;#227;o naturalmente quanto se espera. Os motivos s&amp;#227;o v&amp;#225;rios: desde a deficit&amp;#225;ria infraestrutura portu&amp;#225;ria at&amp;#233; a falta de navios. Na vis&amp;#227;o do presidente da Log-In, quando esses dois obst&amp;#225;culos forem eliminados, a situa&amp;#231;&amp;#227;o mudar&amp;#225; drasticamente. &quot;Acreditamos que, em um espa&amp;#231;o de tempo bastante curto, tenhamos o sistema portu&amp;#225;rio e a frota ajustados para, de fato, mudar a estrutura da log&amp;#237;stica, passando para um modal mais econ&amp;#244;mico e dando competitividade a nossa ind&amp;#250;stria. &amp;#201; importante isso para que a gente possa viver n&amp;#227;o s&amp;#243; de produto chin&amp;#234;s&quot;. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Tue, 3 Jan 2012 14:44:06 -0200</pubDate></item><item><title>PORTOS DESLANCHAM COM INVESTIMENTOS</title><description>RIO - Em 2012, os portos brasileiros devem movimentar, pela primeira vez, um bilh&amp;#227;o de toneladas em cargas, 12,3% mais que no ano passado, segundo estimativa da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq). Na esteira deste n&amp;#250;mero recorde, muitas mudan&amp;#231;as devem ocorrer: o Rio, por exemplo, tende a alcan&amp;#231;ar a lideran&amp;#231;a no ranking dos estados com maior movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de carga mar&amp;#237;tima, desbancando o Esp&amp;#237;rito Santo. Hoje, ele ocupa o segundo lugar, seguido por S&amp;#227;o Paulo. Parte deste crescimento se deve aos investimentos que voltaram ao setor. Diversas empresas anunciaram novos terminais, como os portos Sudeste, em Itagua&amp;#237;, e A&amp;#231;u, no Norte Fluminense - ambos do grupo de Eike Batista -, al&amp;#233;m de projetos da Petrobras, da Gerdau e da CSN.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- H&amp;#225; um bom momento para o setor, que ganhou investimentos privados depois que o governo realizou uma grande frente de dragagem. Vemos avan&amp;#231;os em todas as &amp;#225;reas, mas o crescimento maior &amp;#233; na movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres, que levam produtos com maior valor agregado. Se o bilh&amp;#227;o de toneladas n&amp;#227;o for atingido em 2012 ser&amp;#225; por pouco. Tamb&amp;#233;m acredito que para o Rio assumir a lideran&amp;#231;a nacional &amp;#233; uma quest&amp;#227;o de tempo, devido a diversos projetos industriais e, principalmente, &amp;#224; explora&amp;#231;&amp;#227;o do pr&amp;#233;-sal - afirma Fernando Fialho, presidente da Antaq.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Le&amp;#244;nidas Cristino, ministro especial dos Portos, confirma esse bom momento. Para ele, o cen&amp;#225;rio mudou a partir de 2005, quando o governo retomou os investimentos no setor. Passada a fase de dragagem, Cristino afirma que o momento &amp;#233; de investir em gest&amp;#227;o para &quot;ampliar a capacidade dos portos sem a necessidade de novas obras&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Estamos investindo mais de R$ 553 milh&amp;#245;es em projetos de intelig&amp;#234;ncia, como o Porto Sem Papel, o Carga Inteligente, que permite um acompanhamento de navios e caminh&amp;#245;es, para que as cargas cheguem no momento certo aos terminais reduzindo os congestionamentos, monitoramento de navios e controle de res&amp;#237;duos dos portos - diz o ministro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Acesso a terminais &amp;#233; entrave &amp;#224; expans&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cristino reconhece, contudo, que ainda h&amp;#225; muita coisa a ser feita:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Hoje, 61% da carga nacional s&amp;#227;o transportadas pelo modal rodovi&amp;#225;rio, 21% pelo ferrovi&amp;#225;rio e 14% pelo aquavi&amp;#225;rio. Nosso objetivo &amp;#233; ter, em 2025, uma distribui&amp;#231;&amp;#227;o mais igualit&amp;#225;ria entre estes modais, entre 25% e 30%, deixando o restante para o dutovi&amp;#225;rio e aerovi&amp;#225;rio. Temos que avan&amp;#231;ar muito.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um dos pontos que merecem destaque &amp;#233; a cabotagem, ou seja, a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o mar&amp;#237;tima de mercadorias entre portos brasileiros. Cristino afirma que o governo pode criar incentivos para isso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- N&amp;#227;o faz sentido o Brasil ter duas rodovias translitor&amp;#226;neas, as BRs 101 e 116. Estamos estudando formas de se incentivar a cabotagem, inclusive com a cria&amp;#231;&amp;#227;o de p&amp;#237;eres dedicados a navios que circulem pelo Brasil - diz, lembrando que, al&amp;#233;m de retirar caminh&amp;#245;es da estrada, a cabotagem ajuda a reduzir a emiss&amp;#227;o de gases poluentes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Paulo Fleury, diretor do Instituto de Log&amp;#237;stica e Supply Chain (Ilos), afirma que o avan&amp;#231;o a um bilh&amp;#227;o de toneladas de carga movimentada nos portos brasileiros, por si s&amp;#243;, n&amp;#227;o deve ser comemorado:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Nosso volume &amp;#233;, grande parte, de min&amp;#233;rio de ferro. Todo o pa&amp;#237;s movimenta cerca de cinco milh&amp;#245;es de cont&amp;#234;ineres, que s&amp;#227;o os produtos com maior valor agregado. Alguns portos chineses, sozinhos, movimentam mais de dez milh&amp;#245;es de unidades.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele lembra que, embora alguns projetos comecem a ganhar forma e os portos p&amp;#250;blicos tenham ganhado investimentos nos &amp;#250;ltimos anos, o crescimento tamb&amp;#233;m gera uma outra preocupa&amp;#231;&amp;#227;o: portos mais movimentados e navios maiores exp&amp;#245;em car&amp;#234;ncias no armazenamento de produtos e, principalmente, nos acessos terrestres aos portos, que podem ter sua expans&amp;#227;o estrangulada por estas defici&amp;#234;ncias. Ainda assim, Fleury afirma que ocorreram avan&amp;#231;os nos &amp;#250;ltimos anos:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Excluindo a frota da Petrobras, que usa seus terminais para transportar combust&amp;#237;veis entre os estados, dobrou a frota de navios que fazem cabotagem em cinco anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Alerta para danos ao meio ambiente&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Rui Botter, professor de especializa&amp;#231;&amp;#227;o de log&amp;#237;stica da Funda&amp;#231;&amp;#227;o Vanzolini, afirma que parte destes novos portos e terminais s&amp;#227;o consequ&amp;#234;ncia do crescimento da exporta&amp;#231;&amp;#227;o de commodities. Ressalta, por&amp;#233;m, que h&amp;#225; muitos problemas, como a demanda reprimida, e que deveria haver mais discuss&amp;#227;o para tornar os atuais terminais mais eficientes e capacitados:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Criar um novo porto ou terminal pode ter um impacto ambiental elevado. Ent&amp;#227;o, talvez seja melhor recapacitar e modernizar os atuais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O recente vazamento de &amp;#243;leo em praias de Angra dos Reis mostra que o setor precisa, ao alavancar os investimentos, ampliar a preocupa&amp;#231;&amp;#227;o ecol&amp;#243;gica.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- As licen&amp;#231;as ambientais obtidas atualmente s&amp;#227;o protocolares. N&amp;#227;o h&amp;#225; uma preocupa&amp;#231;&amp;#227;o muito forte com a seguran&amp;#231;a - afirma Leandra Gon&amp;#231;alves, coordenadora de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ela diz que novos portos, como o Porto Sul, na Bahia, e o Porto do A&amp;#231;u, de Eike Batista, est&amp;#227;o sendo constru&amp;#237;dos em locais ambientalmente sens&amp;#237;veis e com corais amea&amp;#231;ados de extin&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O que me preocupa &amp;#233; que grande parte destes superportos foram aprovados sem grande discuss&amp;#227;o - diz a ambientalista.&lt;br&gt;
Fonte: Portal Portos e Navios - Informa&amp;#231;&amp;#227;o do Yahoo&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 13:01:49 -0200</pubDate></item><item><title>OBRAS DA ZPE PARNA&amp;#205;BA COME&amp;#199;AM EM JANEIRO</title><description>O governador do Estado em exerc&amp;#237;cio, Z&amp;#233; Filho, assinou na manh&amp;#227; desta quarta-feira, 28, a ordem de servi&amp;#231;o para a constru&amp;#231;&amp;#227;o da primeira etapa da Zona de Processamento de Exporta&amp;#231;&amp;#227;o (ZPE), na cidade de Parna&amp;#237;ba. Os servi&amp;#231;os passar&amp;#227;o a ser administrados pela Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Essa &amp;#233; a realiza&amp;#231;&amp;#227;o de um grande sonho, que come&amp;#231;ou com meu pai Antonio Morais. Desde ent&amp;#227;o foram feitos estudos e prepara&amp;#231;&amp;#227;o para que hoje fosse assinada essa ordem de servi&amp;#231;o. Isso era algo que poucos acreditavam, mas que hoje &amp;#233; uma realidade e com o povo de Parna&amp;#237;ba mais feliz&quot;, disse o governador.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As obras de servi&amp;#231;o e infraestrutura dessa primeira etapa da ZPE custar&amp;#227;o pouco mais de R$ 1 milh&amp;#227;o de reais e devem come&amp;#231;ar j&amp;#225; na primeira semana de janeiro. &quot;Em janeiro j&amp;#225; deveremos ter o canteiro de obras funcionando e at&amp;#233; o fim do ano de 2012 queremos ter essa primeira etapa conclu&amp;#237;da&quot;, afirmou o coordenador da ZPE e do PAC no Piau&amp;#237;, Mir&amp;#243;cles Veras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo ainda o coordenador, a ZPE dever&amp;#225; criar 58 empregos diretos e mais tr&amp;#234;s mil empregos indiretos quando estiver funcionando. &quot;No momento j&amp;#225; temos tr&amp;#234;s empresas com inten&amp;#231;&amp;#227;o de se instalarem na ZPE de Parna&amp;#237;ba, o que representa a real possibilidade de gera&amp;#231;&amp;#227;o de um significativo n&amp;#250;mero de empregos diretos e indiretos&quot;, pontuou Mir&amp;#243;cles.&lt;br&gt;
Fonte: Portal Portos e Navios - Informa&amp;#231;&amp;#227;o do Governo do Estado do Piau&amp;#237;&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 13:01:37 -0200</pubDate></item><item><title>SINALIZA&amp;#199;&amp;#195;O DAS HIDROVIAS DA SUPERINTEND&amp;#202;NCIA DE PORTOS E HIDROVIAS SER&amp;#193; TERCEIRIZADA</title><description>A diretoria executiva da Superintend&amp;#234;ncia de Portos e Hidrovias (SPH), decidiu terceirizar os servi&amp;#231;os de sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o e balizamento nos canais de acesso entre os portos de Porto Alegre e Rio Grande. A decis&amp;#227;o foi tomada em raz&amp;#227;o da precariedade em que se encontra a atual estrutura que presta o servi&amp;#231;o. O equipamento existente j&amp;#225; n&amp;#227;o consegue manter o m&amp;#237;nimo exigido pela Marinha do Brasil. A embarca&amp;#231;&amp;#227;o utilizada hoje para a instala&amp;#231;&amp;#227;o de boias e sinalizadores tem cerca de 100 anos e n&amp;#227;o teria mais estrutura para atender a demanda exigida.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Superintendente de Portos e Hidrovias, Vanderlan Vasconselos, explicou que o navio Balizador Benjamin Constant n&amp;#227;o tem mais condi&amp;#231;&amp;#245;es para suprir as necessidades que a sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o das hidrovias precisa. A capacidade da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, segundo ele est&amp;#225; superada. &quot;O navio n&amp;#227;o d&amp;#225; mais conta do trabalho de manuten&amp;#231;&amp;#227;o das novas sinaliza&amp;#231;&amp;#245;es. Al&amp;#233;m disso, o servi&amp;#231;o precisa ser realizado com uma agilidade que nossa estrutura n&amp;#227;o disp&amp;#245;e&quot;, afirma.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com a terceiriza&amp;#231;&amp;#227;o, a SPH ir&amp;#225; colocar em dia a sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o das hidrovias, em especial a que liga Porto Alegre a Rio Grande. &quot;Vamos deixar o equipamento que temos para atender situa&amp;#231;&amp;#245;es espec&amp;#237;ficas, pontuais e emergenciais, assim ficaremos assistidos de uma forma mais eficiente&quot;, disse.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Readequa&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A SPH j&amp;#225; estabeleceu a meta para os tr&amp;#234;s primeiros meses do ano de 2012. O Superintendente Vanderlan Vasconselos informou que ir&amp;#225; encaminhar contrata&amp;#231;&amp;#227;o de estudo para projeto de readequa&amp;#231;&amp;#227;o dos canais, das bacias, dos fundeio, da sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#225;utica da bacia de evolu&amp;#231;&amp;#227;o e dos canais de acesso ao porto organizado de Porto Alegre, conforme as normas t&amp;#233;cnicas em vigor, em especial a Norma 13246/1995 da ABNT. Esta norma estabelece os requisitos b&amp;#225;sicos de projeto de canais de acesso, viabilidade portu&amp;#225;ria e de navegabilidade para an&amp;#225;lise preliminar em simuladores. &quot;Queremos que as hidrovias ga&amp;#250;chas tenham este planejamento atualizado. N&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel que o RS, Estado com um dos maiores potenciais hidrovi&amp;#225;rios do Brasil, e precisa estar em dia com as normas exigidas pela Marinha do Brasil. O Polo Naval e a ind&amp;#250;stria oce&amp;#226;nica que sonhamos precisa desta garantia de seguran&amp;#231;a&quot;, disse.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal Agora (RS)&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 13:01:25 -0200</pubDate></item><item><title>NOVO BER&amp;#199;O DO PORTO AMPLIAR&amp;#193; A CAPACIDADE DO ITAQUI EM 40%</title><description>O edital de licita&amp;#231;&amp;#227;o da constru&amp;#231;&amp;#227;o do ber&amp;#231;o 108 foi publicado nesta quarta-feira, 28, pela Comiss&amp;#227;o Central Permanente de Licita&amp;#231;&amp;#227;o (CCL) do Governo do Maranh&amp;#227;o. A licita&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; marcada para ocorrer em 3 de fevereiro de 2012. A empresa vencedora dever&amp;#225; iniciar a obra, que tem 14 meses para ser conclu&amp;#237;da, ainda no primeiro semestre do pr&amp;#243;ximo ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Termo de Compromisso que garante o repasse de R$ 70 milh&amp;#245;es do Governo Federal para constru&amp;#231;&amp;#227;o de um novo ber&amp;#231;o no Porto do Itaqui j&amp;#225; foi assinado. O p&amp;#237;er 108, como &amp;#233; chamado, ser&amp;#225; totalmente dedicado &amp;#224; movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de gran&amp;#233;is l&amp;#237;quidos. O empreendimento aumentar&amp;#225; em 40% a capacidade do porto maranhense em operar com derivados de petr&amp;#243;leo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto do Itaqui j&amp;#225; &amp;#233; um dos maiores entrepostos de derivados de petr&amp;#243;leo do Norte e Nordeste do pa&amp;#237;s. De janeiro a novembro deste ano, j&amp;#225; foram movimentadas 6,5 milh&amp;#245;es de toneladas de gran&amp;#233;is l&amp;#237;quidos. Isso representa cerca de 50% de toda a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o no Itaqui. Al&amp;#233;m de abastecer o mercado interno, os derivados seguem para outros estados via cabotagem, a navega&amp;#231;&amp;#227;o entre portos mar&amp;#237;timos nacionais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Com a constru&amp;#231;&amp;#227;o de um novo ber&amp;#231;o, teremos um incremento em torno de 40% na nossa movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de derivados de petr&amp;#243;leo, o equivalente a 2,5 milh&amp;#245;es de toneladas&quot;, informou o presidente da Empresa Maranhense de Administra&amp;#231;&amp;#227;o Portu&amp;#225;ria, Luiz Carlos Fossati. Ele acrescentou que o conv&amp;#234;nio com a Secretaria de Portos &amp;#233; uma demonstra&amp;#231;&amp;#227;o da confian&amp;#231;a na capacidade da Empresa Maranhense de Administra&amp;#231;&amp;#227;o Portu&amp;#225;ria (Emap) em conduzir grandes projetos com impacto na economia do estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre outros benef&amp;#237;cios para o Maranh&amp;#227;o, a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de derivados de petr&amp;#243;leo como gasolina, querosene de avia&amp;#231;&amp;#227;o e &amp;#243;leo diesel, representa uma das maiores arrecada&amp;#231;&amp;#245;es para o estado do Imposto Sobre Circula&amp;#231;&amp;#227;o de Mercadorias e Servi&amp;#231;os (ICMS).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A entrada em opera&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; prevista para o segundo semestre de 2013. Antes disso, em maio de 2012, o ber&amp;#231;o 100, que ser&amp;#225; utilizado posteriormente em uma segunda fase do Terminal de Gr&amp;#227;os do Maranh&amp;#227;o (Tegram), entrar&amp;#225; em opera&amp;#231;&amp;#227;o. As duas obras integram um conjunto de a&amp;#231;&amp;#245;es e projetos que visam expandir e adequar &amp;#224;s instala&amp;#231;&amp;#245;es portu&amp;#225;rias do Itaqui.&lt;br&gt;
Fonte: Governo do Estado do Maranh&amp;#227;o&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 13:01:12 -0200</pubDate></item><item><title>ESTALEIRO RECEBE US$ 5 BILH&amp;#213;ES</title><description>A diretoria da Petrobras deve aprovar um investimento no estaleiro do Paragua&amp;#231;u de US$ 5 bilh&amp;#245;es, segundo informa&amp;#231;&amp;#245;es de uma fonte do primeiro escal&amp;#227;o do governo do estado ao jornalista Jos&amp;#233; Lopes, do site Gente&amp;Mercado.  Iniciativa do Cons&amp;#243;rcio Rio Paragua&amp;#231;&amp;#250; - composto pela Odebrecht, OAS e UTC Engenharia -, o estaleiro ocupa uma &amp;#225;rea de 160 hectares nas margens da Ba&amp;#237;a do Iguape, no munic&amp;#237;pio de Maragojipe. O empreendimento tem como principal objetivo permitir &amp;#224;s empresas parceiras participarem de licita&amp;#231;&amp;#245;es lan&amp;#231;adas pela Petrobras para a constru&amp;#231;&amp;#227;o de um conjunto de sondas de perfura&amp;#231;&amp;#227;o de po&amp;#231;os de petr&amp;#243;leo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No final de outubro de 2010, o Ibama liberou a licen&amp;#231;a de implanta&amp;#231;&amp;#227;o do novo estaleiro, que custar&amp;#225; R$ 2 bilh&amp;#245;es, dos quais R$ 1,7 bilh&amp;#227;o ser&amp;#227;o financiados pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM). A estimativa &amp;#233; de que com a implanta&amp;#231;&amp;#227;o do estaleiro sejam gerados mais de sete mil empregos  diretos na regi&amp;#227;o. A Odebrecht tem 50% do projeto e os outros dois acionistas 25% cada um. A unidade ter&amp;#225; capacidade de processar 70 mil toneladas de a&amp;#231;o por ano e a previs&amp;#227;o &amp;#233; de que as obras sejam executadas em 24 meses. A Petrobras n&amp;#227;o confirma nem nega o investimento e diz que s&amp;#243; se manifestar&amp;#225; ap&amp;#243;s o fim do processo de licita&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
Fonte:Tribuna da Bahia&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 13:01:01 -0200</pubDate></item><item><title>EMPRESAS DE CABOTAGEM REAJUSTAM TARIFAS EM 30% A PARTIR DE 1/1/12</title><description>S&amp;#227;o Paulo - As empresas brasileiras de cabotagem ir&amp;#227;o elevar suas tarifas em 30%, de acordo com informa&amp;#231;&amp;#227;o da empresa mar&amp;#237;tima Williams Brazil. Segundo comunicado da empresa, as novas tarifas estar&amp;#227;o em vigor a partir de 1&amp;#186; de janeiro de 2012.&lt;br&gt;
Fonte: O Estdo do Paran&amp;#225;&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 13:00:49 -0200</pubDate></item><item><title>THYSSEN QUER INDENIZA&amp;#199;&amp;#195;O PARA CSA</title><description>Eram largos os sorrisos em novembro de 2006 quando, numa cerim&amp;#244;nia grandiosa realizada no Grande Sal&amp;#227;o do Povo, em Pequim, representantes do novo projeto da usina sider&amp;#250;rgica brasileira da ThyssenKrupp e o Citic Group chin&amp;#234;s assinaram um contrato de &amp;#128; 270 milh&amp;#245;es para a constru&amp;#231;&amp;#227;o de uma unidade de carv&amp;#227;o sider&amp;#250;rgico em uma localidade pr&amp;#243;xima ao Rio de Janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para a ThyssenKrupp, a constru&amp;#231;&amp;#227;o de uma nova usina de a&amp;#231;o pr&amp;#243;xima das ricas jazidas brasileiras de min&amp;#233;rio de ferro era um investimento determinante, de tudo ou nada, pelo qual esperava manter a competitividade num momento de consolida&amp;#231;&amp;#227;o da siderurgia, que lan&amp;#231;ava poderosos novos concorrentes como a ArcelorMittal e a Tata Steel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para a Citic, o maior conglomerado industrial e financeiro chin&amp;#234;s, a oportunidade de ter uma participa&amp;#231;&amp;#227;o num projeto colossal como aquele era uma enorme cartada. Tratava-se, de longe, do maior contrato envolvendo uma unidade de carv&amp;#227;o sider&amp;#250;rgico de todos os tempos conquistado por uma empresa chinesa. Para garantir o contrato, a Citic ofereceu um pre&amp;#231;o mais vantajoso que o da Uhde, construtora de usinas da pr&amp;#243;pria Thyssen, e a diferen&amp;#231;a estava na casa de meados de dois d&amp;#237;gitos de milh&amp;#245;es de euros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cinco anos mais tarde, os sorrisos de Pequim representam uma distante reminisc&amp;#234;ncia. A ThyssenKrupp est&amp;#225; pleiteando indeniza&amp;#231;&amp;#227;o da Citic por atraso e supostamente, falhas na obra de constru&amp;#231;&amp;#227;o da usina brasileira. Segundo o conglomerado alem&amp;#227;o, esses problemas o teriam onerado com &amp;#128; 500 milh&amp;#245;es em custos adicionais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Passadas apenas algumas semanas depois do 200&amp;#186; anivers&amp;#225;rio da Krupp, a empresa alem&amp;#227; foi obrigada, em dezembro, a dar baixa cont&amp;#225;bil de &amp;#128; 2,1 bilh&amp;#245;es em sua divis&amp;#227;o de a&amp;#231;o nas Americas, em grande medida devido aos problemas decorrentes da usina brasileira [Cia. Sider&amp;#250;rgica do Atl&amp;#226;ntico- CSA ]. O grupo preferiu n&amp;#227;o fazer novos coment&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os altos dirigentes da ThyssenKrupp ignoraram advert&amp;#234;ncias, na &amp;#233;poca, de alguns membros do conselho supervisor sobre a delega&amp;#231;&amp;#227;o de uma obra cr&amp;#237;tica de constru&amp;#231;&amp;#227;o a uma institui&amp;#231;&amp;#227;o comparativamente pouco conhecida, disse pessoa familiarizada com as discuss&amp;#245;es do conselho. &quot;Se examinarem os preju&amp;#237;zos causados desde ent&amp;#227;o pelo que [a Citic] construiu, se ver&amp;#225; que ele &amp;#233; muitas vezes superior ao desconto oferecido pela Citic&quot;, afirmou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
V&amp;#225;rios diretores da ThyssenKrupp deixaram a empresa depois de n&amp;#227;o ter conseguido assumir o controle dos problemas ocorridos no Brasil. Esse processo culminou, no in&amp;#237;cio de dezembro, na decis&amp;#227;o de Ekkehard Schulz, o ex-principal executivo de longo mandato que comandou a expans&amp;#227;o brasileira, de se afastar do conselho supervisor da empresa no fim de 2011.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O conselho supervisor do grupo informou que, &amp;#224; luz da perda de &amp;#128; 2,1 bilh&amp;#245;es, tinha solicitado aos advogados que analisassem se a empresa deveria mover pedidos de indeniza&amp;#231;&amp;#227;o contra os membros do conselho de dire&amp;#231;&amp;#227;o, entre os quais Schulz.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A usina de a&amp;#231;o da ThyssenKrupp no Brasil, o maior investimento industrial privado dos &amp;#250;ltimos dez anos no pa&amp;#237;s, foi acossada desde o in&amp;#237;cio por atrasos e estouros de or&amp;#231;amento que fizeram com que o investimento total subisse de &amp;#128; 3 bilh&amp;#245;es para &amp;#128; 5,2 bilh&amp;#245;es. Embora tenha sido oficialmente inaugurada pelo ex-presidente do pa&amp;#237;s Luiz In&amp;#225;cio Lula da Silva, em junho de 2010, ainda n&amp;#227;o est&amp;#225; operando de forma eficiente ou &amp;#224; plena capacidade devido, em grande medida, aos problemas verificados na coqueria (de carv&amp;#227;o), que devia ter sido conclu&amp;#237;da em 2009 mas ser&amp;#225; inaugurada apenas em 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O carv&amp;#227;o sider&amp;#250;rgico &amp;#233; parte crucial do processo sider&amp;#250;rgico, e os problemas da ThyssenKrupp foram magnificados porque a coqueria &amp;#233; parte essencial do suprimento de energia da usina. Segundo pessoas pr&amp;#243;ximas &amp;#224; ThyssenKrupp, os atrasos e os problemas de qualidade vieram &amp;#224; tona durante a constru&amp;#231;&amp;#227;o e, em dezembro de 2009, a Uhde assumiu a responsabilidade por acabar o projeto e a Citic reduziu sua remunera&amp;#231;&amp;#227;o em cerca de &amp;#128; 100 milh&amp;#245;es. No entanto, quando a ThyssenKrupp come&amp;#231;ou a operar a unidade, em setembro de 2010, identificou novos problemas graves.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A divis&amp;#227;o sul-americana da ThyssenKrupp assumiu desde ent&amp;#227;o mais de &amp;#128; 500 milh&amp;#245;es em custos adicionais para a resolu&amp;#231;&amp;#227;o dos problemas observados na coqueria, segundo estimativa interna. Mas considera-se que Heinrich Hiesinger, que tomou posse como principal executivo da empresa em janeiro de 2011, tenha dito aos diretores que o total dos custos decorrentes dos problemas com a unidade pode somar &amp;#128; 1,5 bilh&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A ThyssenKrupp prev&amp;#234; que sua divis&amp;#227;o Steel Americas informar&amp;#225; mais um preju&amp;#237;zo para o ano como um todo no ano fiscal 2011-12.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O caso brasileiro &amp;#233; um fator de dispers&amp;#227;o indesejado para Hiesinger, que, no in&amp;#237;cio de 2011, lan&amp;#231;ou reformula&amp;#231;&amp;#227;o radical na ThyssenKrupp destinada a alienar divis&amp;#245;es para baixar o endividamento e financiar o crescimento futuro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A divis&amp;#227;o sul-americana e a Citic realizaram conversa&amp;#231;&amp;#245;es sobre indeniza&amp;#231;&amp;#227;o em que a Citic deu ind&amp;#237;cios de que est&amp;#225;, em princ&amp;#237;pio, preparada para arcar com parte dos custos adicionais, segundo pessoa familiarizada com os assuntos da ThyssenKrupp. A Citic n&amp;#227;o respondeu &amp;#224;s solicita&amp;#231;&amp;#245;es por seus coment&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Por Chris Bryant | Financial Times/Colaborou Jamil Anderlini, de Pequim&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 13:00:35 -0200</pubDate></item><item><title>RIO TER&amp;#193; FERROVIA PARA CONECTAR TERMINAIS</title><description>Projeto de R$1,6 bi ser&amp;#225; apoiado por Vale e EBX&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Novos projetos de minera&amp;#231;&amp;#227;o, petr&amp;#243;leo e carga geral devem levar o Rio a atingir a lideran&amp;#231;a no ranking dos portos mais movimentados do Brasil. Mas, para que estes terminais n&amp;#227;o fiquem sem acesso terrestre, o governo do estado, em parceria com a Uni&amp;#227;o e diversas empresas, vai construir uma nova ferrovia ligando os principais terminais do estado, a primeira a ser constru&amp;#237;da no Rio em d&amp;#233;cadas. O an&amp;#250;ncio oficial, de R$1,650 bilh&amp;#227;o, ser&amp;#225; feito no in&amp;#237;cio deste ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O Rio caminha para se consolidar como o maior complexo portu&amp;#225;rio do Brasil. Vamos, para facilitar este modal, criar um novo ramal de trens, que, junto com a recupera&amp;#231;&amp;#227;o de algumas linhas, vai unir os portos do A&amp;#231;u e Barra do Furado, no Norte do estado, o Comperj, Porto do Rio e terminais de Itagua&amp;#237; - afirmou J&amp;#250;lio Lopes, secret&amp;#225;rio estadual de Transportes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele afirmou que toda a modelagem est&amp;#225; sendo tocada pela Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A respons&amp;#225;vel pela obra ser&amp;#225; a estatal federal Valec e o financiamento ter&amp;#225; apoio de empresas como Petrobras, EBX, Vale, FCA e MRS.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O Comperj ser&amp;#225; uma realidade e a Petrobras viu que a melhor maneira de ligar o complexo a outras empresas e ao principal consumidor do Brasil, S&amp;#227;o Paulo, &amp;#233; por trem - disse o secret&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estrada de ferro ter&amp;#225; 350 km e ser&amp;#225; operada por v&amp;#225;rias empresas&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A estrada se chamar&amp;#225; EF-354, ter&amp;#225; 350 quil&amp;#244;metros de extens&amp;#227;o e vai permitir trens de bitolas larga e estreita. Ser&amp;#225; tamb&amp;#233;m a primeira experi&amp;#234;ncia brasileira de estrada de ferro com diversos operadores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Temos um estudo que aponta que, quando o Comperj ficar pronto, ser&amp;#227;o mais 300 caminh&amp;#245;es pesados por dia em nossas estradas. N&amp;#227;o temos capacidade de suportar isso, at&amp;#233; porque &amp;#233; uma m&amp;#233;dia, pode ter um dia com mais de 700 caminh&amp;#245;es. Temos que buscar solu&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Rio ter&amp;#225; segunda maior base &quot;offshore&quot; da Petrobras&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m da nova ferrovia, o estado prioriza a amplia&amp;#231;&amp;#227;o do Porto do Rio. Um dos principais projetos &amp;#233; o Porto S&amp;#233;culo 21, que vai ordenar o tr&amp;#226;nsito local, recuperar socialmente a &amp;#225;rea do entorno e ampliar a capacidade de armazenamento. Em parceria com as secretarias de Transporte e Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico do estado, ao lado da prefeitura, Companhia Docas, Petrobras, Libra e Multiterminais, dever&amp;#225; ser criado ainda um centro de caminh&amp;#245;es, no Caju.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#250;lio Bueno, secret&amp;#225;rio de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico, Energia, Ind&amp;#250;stria e Servi&amp;#231;os do Rio, destacou que est&amp;#227;o sendo investidos mais de R$1 bilh&amp;#227;o no Porto do Rio. Segundo ele, os recursos s&amp;#227;o fundamentais para receber embarca&amp;#231;&amp;#245;es maiores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O Porto do Rio ser&amp;#225; a segunda maior base offshore da Petrobras. Hoje, o porto opera com metade da sua capacidade - diz o secret&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Embora n&amp;#227;o esteja entre os mais movimentados do pa&amp;#237;s, o Porto do Rio &amp;#233; onde a carga tem maior valor agregado (US$1.580 a tonelada, bem acima da m&amp;#233;dia nacional de US$483/tonelada), segundo o governo do estado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na &amp;#225;rea de commodities tamb&amp;#233;m haver&amp;#225; aumento de capacidade de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o, com os portos do grupo EBX, de Eike Batista. O Porto do A&amp;#231;u, no Norte Fluminense, ter&amp;#225; em seu auge capacidade de 350 milh&amp;#245;es de toneladas por ano, ou 41% da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o brasileira de 2010. E h&amp;#225; o Porto Sudeste, especializado em min&amp;#233;rio de ferro, que ter&amp;#225; capacidade para 50 milh&amp;#245;es de toneladas por ano e j&amp;#225; conta com projeto para dobrar sua movimenta&amp;#231;&amp;#227;o. (Henrique Gomes Batista e Bruno Rosa)&lt;br&gt;
Fonte : O Globo&lt;br&gt;
Data : 01/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 13:00:24 -0200</pubDate></item><item><title>PORTOS DO PA&amp;#205;S MOVIMENTAR&amp;#195;O CARGA RECORDE</title><description>PORTOS DESLANCHAM COM INVESTIMENTOS &lt;br&gt;
Autor(es): Henrique Gomes Batista&lt;br&gt;
 &lt;br&gt;
Os portos brasileiros v&amp;#227;o movimentar, pela primeira vez, um bilh&amp;#227;o de toneladas em cargas este ano, um aumento de 12% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2011. O Estado do Rio de Janeiro, que investir&amp;#225; R$1,6 bilh&amp;#227;o numa ferrovia para interligar os terminais fluminenses, deve se tornar o l&amp;#237;der no ranking de maior movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de carga mar&amp;#237;tima do pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Carga movimentada no pa&amp;#237;s bater&amp;#225; recorde de 1 bi de toneladas em 2012. Rio deve liderar ranking&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2012 os portos brasileiros devem movimentar, pela primeira vez, um bilh&amp;#227;o de toneladas em cargas, 12,3% mais que no ano passado, segundo estimativa da Ag&amp;#234;ncia Nacional de Transportes Aquavi&amp;#225;rios (Antaq). Na esteira deste n&amp;#250;mero recorde, muitas mudan&amp;#231;as devem ocorrer: o Rio, por exemplo, tende a alcan&amp;#231;ar a lideran&amp;#231;a no ranking dos estados com maior movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de carga mar&amp;#237;tima, desbancando o Esp&amp;#237;rito Santo. Hoje, ele ocupa o segundo lugar, seguido por S&amp;#227;o Paulo. Parte deste crescimento se deve aos investimentos que voltaram ao setor. Diversas empresas anunciaram novos terminais, como os portos Sudeste, em Itagua&amp;#237;, e A&amp;#231;u, no Norte Fluminense - ambos do grupo de Eike Batista -, al&amp;#233;m de projetos da Petrobras, da Gerdau e da CSN.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- H&amp;#225; um bom momento para o setor, que ganhou investimentos privados depois que o governo realizou uma grande frente de dragagem. Vemos avan&amp;#231;os em todas as &amp;#225;reas, mas o crescimento maior &amp;#233; na movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres, que levam produtos com maior valor agregado. Se o bilh&amp;#227;o de toneladas n&amp;#227;o for atingido em 2012 ser&amp;#225; por pouco. Tamb&amp;#233;m acredito que para o Rio assumir a lideran&amp;#231;a nacional &amp;#233; uma quest&amp;#227;o de tempo, devido a diversos projetos industriais e, principalmente, &amp;#224; explora&amp;#231;&amp;#227;o do pr&amp;#233;-sal - afirma Fernando Fialho, presidente da Antaq.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Le&amp;#244;nidas Cristino, ministro especial dos Portos, confirma esse bom momento. Para ele, o cen&amp;#225;rio mudou a partir de 2005, quando o governo retomou os investimentos no setor. Passada a fase de dragagem, Cristino afirma que o momento &amp;#233; de investir em gest&amp;#227;o para &quot;ampliar a capacidade dos portos sem a necessidade de novas obras&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Estamos investindo mais de R$553 milh&amp;#245;es em projetos de intelig&amp;#234;ncia, como o Porto Sem Papel, o Carga Inteligente, que permite um acompanhamento de navios e caminh&amp;#245;es, para que as cargas cheguem no momento certo aos terminais reduzindo os congestionamentos, monitoramento de navios e controle de res&amp;#237;duos dos portos - diz o ministro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Acesso a terminais &amp;#233; entrave &amp;#224; expans&amp;#227;o&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cristino reconhece, contudo, que ainda h&amp;#225; muita coisa a ser feita:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Hoje, 61% da carga nacional s&amp;#227;o transportadas pelo modal rodovi&amp;#225;rio, 21% pelo ferrovi&amp;#225;rio e 14% pelo aquavi&amp;#225;rio. Nosso objetivo &amp;#233; ter, em 2025, uma distribui&amp;#231;&amp;#227;o mais igualit&amp;#225;ria entre estes modais, entre 25% e 30%, deixando o restante para o dutovi&amp;#225;rio e aerovi&amp;#225;rio. Temos que avan&amp;#231;ar muito.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Um dos pontos que merecem destaque &amp;#233; a cabotagem, ou seja, a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o mar&amp;#237;tima de mercadorias entre portos brasileiros. Cristino afirma que o governo pode criar incentivos para isso.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- N&amp;#227;o faz sentido o Brasil ter duas rodovias translitor&amp;#226;neas, as BRs 101 e 116. Estamos estudando formas de se incentivar a cabotagem, inclusive com a cria&amp;#231;&amp;#227;o de p&amp;#237;eres dedicados a navios que circulem pelo Brasil - diz, lembrando que, al&amp;#233;m de retirar caminh&amp;#245;es da estrada, a cabotagem ajuda a reduzir a emiss&amp;#227;o de gases poluentes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Paulo Fleury, diretor do Instituto de Log&amp;#237;stica e Supply Chain (Ilos), afirma que o avan&amp;#231;o a um bilh&amp;#227;o de toneladas de carga movimentada nos portos brasileiros, por si s&amp;#243;, n&amp;#227;o deve ser comemorado:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Nosso volume &amp;#233;, grande parte, de min&amp;#233;rio de ferro. Todo o pa&amp;#237;s movimenta cerca de cinco milh&amp;#245;es de cont&amp;#234;ineres, que s&amp;#227;o os produtos com maior valor agregado. Alguns portos chineses, sozinhos, movimentam mais de dez milh&amp;#245;es de unidades.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele lembra que, embora alguns projetos comecem a ganhar forma e os portos p&amp;#250;blicos tenham ganhado investimentos nos &amp;#250;ltimos anos, o crescimento tamb&amp;#233;m gera uma outra preocupa&amp;#231;&amp;#227;o: portos mais movimentados e navios maiores exp&amp;#245;em car&amp;#234;ncias no armazenamento de produtos e, principalmente, nos acessos terrestres aos portos, que podem ter sua expans&amp;#227;o estrangulada por estas defici&amp;#234;ncias. Ainda assim, Fleury afirma que ocorreram avan&amp;#231;os nos &amp;#250;ltimos anos:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Excluindo a frota da Petrobras, que usa seus terminais para transportar combust&amp;#237;veis entre os estados, dobrou a frota de navios que fazem cabotagem em cinco anos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Alerta para danos ao meio ambiente&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Rui Botter, professor de especializa&amp;#231;&amp;#227;o de log&amp;#237;stica da Funda&amp;#231;&amp;#227;o Vanzolini, afirma que parte destes novos portos e terminais s&amp;#227;o consequ&amp;#234;ncia do crescimento da exporta&amp;#231;&amp;#227;o de commodities. Ressalta, por&amp;#233;m, que h&amp;#225; muitos problemas, como a demanda reprimida, e que deveria haver mais discuss&amp;#227;o para tornar os atuais terminais mais eficientes e capacitados:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Criar um novo porto ou terminal pode ter um impacto ambiental elevado. Ent&amp;#227;o, talvez seja melhor recapacitar e modernizar os atuais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O recente vazamento de &amp;#243;leo em praias de Angra dos Reis mostra que o setor precisa, ao alavancar os investimentos, ampliar a preocupa&amp;#231;&amp;#227;o ecol&amp;#243;gica.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- As licen&amp;#231;as ambientais obtidas atualmente s&amp;#227;o protocolares. N&amp;#227;o h&amp;#225; uma preocupa&amp;#231;&amp;#227;o muito forte com a seguran&amp;#231;a - afirma Leandra Gon&amp;#231;alves, coordenadora de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ela diz que novos portos, como o Porto Sul, na Bahia, e o Porto do A&amp;#231;u, de Eike Batista, est&amp;#227;o sendo constru&amp;#237;dos em locais ambientalmente sens&amp;#237;veis e com corais amea&amp;#231;ados de extin&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- O que me preocupa &amp;#233; que grande parte destes superportos foram aprovados sem grande discuss&amp;#227;o - diz a ambientalista.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo&lt;br&gt;
Data : 01/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 13:00:10 -0200</pubDate></item><item><title>MOVIMENTA&amp;#199;&amp;#195;O DE CARGAS CAI QUASE 9% NO PORTO DE SANTOS NO M&amp;#202;S PASSADO</title><description>A movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas no Porto de Santos caiu 8,7% no m&amp;#234;s passado, em rela&amp;#231;&amp;#227;o a novembro de 2010. Em balan&amp;#231;o divulgado nesta quinta, a Companhia Docas do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Codesp) informou que o m&amp;#234;s fechou com 6.882.149 toneladas, entre embarques e desembarques.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#201; o segundo m&amp;#234;s seguido em que a Docas fecha o balan&amp;#231;o com queda no movimento de mercadorias. Em setembro, a alta mensal foi de 0,1% na compara&amp;#231;&amp;#227;o com 2010. No acumulado do ano, de janeiro a novembro, houve estagna&amp;#231;&amp;#227;o: 88.844.100 toneladas, com crescimento de 0,02% ante o ano passado. Na &amp;#250;ltima semana, quando divulgou seu balan&amp;#231;o anual, a administradora do Porto projetou fechar o ano em 96,9 milh&amp;#245;es de toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em novembro, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es somaram 4.334.500 toneladas, uma queda de 9% frente ao mesmo m&amp;#234;s de 2010. O a&amp;#231;&amp;#250;car subiu 6,8%, com 1,16 milh&amp;#227;o de toneladas. Tamb&amp;#233;m se destacaram as exporta&amp;#231;&amp;#245;es de soja, que subiram 230%, com 604 mil toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outros produtos tradicionais no sentido exporta&amp;#231;&amp;#227;o sofreram quedas significativas, como o milho (-65,7%, com 323 mil toneladas) e a gasolina (-77,7%, com 22 mil toneladas no mesmo m&amp;#234;s).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na corrente inversa, de importa&amp;#231;&amp;#227;o, novembro foi marcado pelas altas do adubo (32,8%, com 391 mil toneladas), do carv&amp;#227;o (10,9%, com 247 mil toneladas) e do trigo (632%, com 73 mil toneladas). Mas tamb&amp;#233;m houve cargas em forte baixa, como o min&amp;#233;rio de ferro (quase 100%, com movimento residual de 58 toneladas), o GLP (35,5%, com 39 mil toneladas) e o sal (17,9%, com 95 mil toneladas).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
At&amp;#233; o segmento cont&amp;#234;iner, que viveu um crescimento sustentado ao longo do ano, teve resultado adverso em novembro. Foram 6,1% a menos no m&amp;#234;s, com movimento de 227.730 TEUs (unidade equivalente a um cont&amp;#234;iner de 20 p&amp;#233;s).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Acumulado&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As exporta&amp;#231;&amp;#245;es somaram 57,63 milh&amp;#245;es de toneladas no acumulado de janeiro a novembro, segundo a Docas, o que representou 64,8% do volume de mercadorias movimentado pelo Porto de Santos. Foram importadas, no mesmo per&amp;#237;odo, 31,2 milh&amp;#245;es de toneladas, ou 35,1% do total.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nesses embarques, o a&amp;#231;&amp;#250;car, principal produto do Porto em quantidade, sofreu queda de 13,7% no per&amp;#237;odo, com 15.961.612 toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Docas justificou o decr&amp;#233;scimo com a quebra da safra brasileira e o fortalecimento de grandes produtores internacionais, como a &amp;#205;ndia e a R&amp;#250;ssia. Em 2010, ambos os pa&amp;#237;ses tiveram problemas com a colheita da cana e foram obrigados a comprar a&amp;#231;&amp;#250;car do Brasil para honrar seus contratos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tamb&amp;#233;m caiu o volume de milho exportado: -6,5%, com 4.321.857 toneladas. Por outro lado, a soja, a segunda carga mais movimentada, somou 11.165.976 toneladas - 6% a mais do que no ano passado. O motivo &amp;#233; um apetite maior dos chineses pelo produto e seus derivados.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tamb&amp;#233;m houve incremento nas exporta&amp;#231;&amp;#245;es de caf&amp;#233;, outra mercadoria tradicional de Santos. Foram 1.244.614 toneladas, um aumento de 17% frente a 2010. O Brasil &amp;#233; o maior produtor mundial do gr&amp;#227;o e respons&amp;#225;vel por 30% do mercado. Em muitos casos, a mercadoria leva, no exterior, a marca do seu principal porto de sa&amp;#237;da. Santos &amp;#233; respons&amp;#225;vel por 76% dos embarques do produto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nas importa&amp;#231;&amp;#245;es, os principais resultados positivos foram registrados na movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de adubo, que atingiu 3.402.969 toneladas e cresceu 73,1%, e pelo min&amp;#233;rio de ferro, cuja movimenta&amp;#231;&amp;#227;o foi de 841.227 toneladas, com crescimento de 14,2%. Mas houve produtos com retra&amp;#231;&amp;#227;o tamb&amp;#233;m: o trigo, por exemplo, somou 1.151.828 toneladas, uma queda de 18,9%. A nafta (derivado do petr&amp;#243;leo, mat&amp;#233;ria-prima para produ&amp;#231;&amp;#227;o de pl&amp;#225;stico), por sua vez, somou 350.532 toneladas desembarcadas, uma queda de 57,8%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cont&amp;#234;ineres e Ve&amp;#237;culos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cont&amp;#234;ineres de janeiro a novembro foi de 2.697.936 TEUs. &amp;#201; 8,5% a mais do que no mesmo per&amp;#237;odo do ano passado. A Docas n&amp;#227;o fez, em seu balan&amp;#231;o, distin&amp;#231;&amp;#227;o entre importa&amp;#231;&amp;#227;o e exporta&amp;#231;&amp;#227;o. Analistas ouvidos por A Tribuna acreditam que, no ano que vem, dever&amp;#225; haver um novo incremento, por&amp;#233;m mais modesto, pr&amp;#243;ximo da porcentagem esperada de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro para 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os embarques e desembarques de ve&amp;#237;culos no Porto tamb&amp;#233;m deram um salto e atingiram 390.609 unidades movimentadas, uma alta de 21,4%. O resultado foi obtido em um cen&amp;#225;rio complicado, de desaven&amp;#231;as com a Argentina e aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aplicado para pa&amp;#237;ses de fora do Mercosul(exceto o M&amp;#233;xico).&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 01/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 12:59:54 -0200</pubDate></item><item><title>PRIMEIRO NAVIO DE CRUZEIRO A ATRACAR NO PORTO DE SANTOS EM 2012 &amp;#201; O IMPERATRIZ</title><description>&lt;br&gt;
O Imperatriz, da Pullmantur, ser&amp;#225; o primeiro navio de cruzeiros a atracar no Porto de Santos em 2012. A atraca&amp;#231;&amp;#227;o deve acontecer &amp;#224;s 15 horas deste domingo no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini. Ao todo, 924 passageiros ir&amp;#227;o desembarcar ap&amp;#243;s comemorarem o Ano-Novo na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Imperatriz chega a Santos &amp;#224;s 15 horas deste domingo ap&amp;#243;s Ano-Novo em Copacabana&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O navio segue para uma viagem de sete noites com escalas em Itaja&amp;#237;, litoral de Santa Catarina, em Montevideo (Uruguai) e em Buenos Aires (Argentina). O Imperatriz leva os 942 passageiros que j&amp;#225; estavam a bordo e outros 893 que embarcam neste domingo. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que o navio deixe o terminal &amp;#224;s 20 horas. &lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 31/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 12:59:41 -0200</pubDate></item><item><title>IMPERATRIZ &amp;#201; O PRIMEIRO NAVIO A CHEGAR AO PORTO EM 2012</title><description>N&amp;#227;o foi apenas o p&amp;#250;blico que estava nas lajes e nas areias que curtiu a queima de fogos da Praia de Copacabana, no Rio. A turma que escolheu passar o R&amp;#233;veillon em transatl&amp;#226;nticos ficou encantada com a vista privilegiada do espet&amp;#225;culos de cores.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Por muito tempo, a lembran&amp;#231;a dos 16 minutos de queima de fogos na praia carioca mais famosa n&amp;#227;o deve sair da cabe&amp;#231;a de quase 1 mil passageiros do Imperatriz, da Pullmantour, o primeiro navio de cruzeiros a chegar ao Porto de Santos, em 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sensacional, maravilhosa, encantadora e linda foram algumas palavras para descrever a festa no c&amp;#233;u do Rio. Segundo alguns passageiros, a emo&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; come&amp;#231;ou com a contagem regressiva e se estendeu com a sincronia dos fogos vermelhos em formato de cora&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Nem a chuva atrapalhou ou desanimou quem estava embarcado no navio. &quot;Foi algo m&amp;#225;gico, coisa de outro mundo. Apesar da  chuva, foi poss&amp;#237;vel ver um belo espet&amp;#225;culo de cores. Foi minha primeira vez e realmente a impress&amp;#227;o foi a melhor que tivemos&quot;, relatou o empres&amp;#225;rio Alfredo Novais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Embora estivessem a mais de um quil&amp;#244;metro da faixa de areia, o empres&amp;#225;rio M&amp;#225;rcio Luiz Clebe disse que o &amp;#226;ngulo privilegiado &amp;#233; principal diferencia, al&amp;#233;m da comodidade que tamb&amp;#233;m pesou na hora de optar pela viagem. &quot;&amp;#201; como se assistir o espet&amp;#225;culo numa cobertura de pr&amp;#233;dio sem o tumulto que tem no ch&amp;#227;o&quot;, comparou o passageiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Cynthia Bresciani j&amp;#225; passou um r&amp;#233;veillon em alto-mar em Punta Del Este, mas n&amp;#227;o se compara ao que viu na Praia de Copacabana. Acompanha de fila e sua m&amp;#227;e, ela disse que a lembran&amp;#231;a ficar&amp;#225; guardada por muitos anos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A emo&amp;#231;&amp;#227;o foi tanta que a fam&amp;#237;lia nem se preocupou em pegar a m&amp;#225;quina digital para registrar a queima de fogos. Para Cynthia, era prefer&amp;#237;vel se contagiar pela magia do momento do que se preocupar em fazer imagens com luzes de fundo.&lt;br&gt;
&quot;Tinha muita vontade em ver a queima de fogos de Copacabana. Realizei um sonho que tinha ao lado da fam&amp;#237;lia. Desfrutamos um visual que ficar&amp;#225; por muito na lembran&amp;#231;a de todas n&amp;#243;s&quot;, comentou a mulher, que mora em Bauru, interior de S&amp;#227;o Paulo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Este foi o primeiro navio de cruzeiros a chegar ao Porto de Santos, em 2012.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 01/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 12:59:24 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO DE PARANAGU&amp;#193; BATE RECORDE NA EXPORTA&amp;#199;&amp;#195;O DE GR&amp;#195;OS EM 2011</title><description>As exporta&amp;#231;&amp;#245;es de soja e derivados garantiram a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o do Porto de Paranagu&amp;#225;, no Paran&amp;#225;. Em 2011, foi registrado o maior volume de embarque da hist&amp;#243;ria. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
H&amp;#225; muito tempo n&amp;#227;o se via filas de caminh&amp;#245;es esperando pra descarregar a produ&amp;#231;&amp;#227;o agr&amp;#237;cola, principalmente soja, nem navios ao largo esperando para atracar. De janeiro a novembro passaram pelo porto nada menos do que 2.341 navios, com aumento de 36 em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao  mesmo per&amp;#237;odo de 2010. O destino dos produtos agr&amp;#237;colas brasileiros foi China, Holanda e Taiwan. Um dos navios ir&amp;#225; transportar 63 mil toneladas de soja para o porto de Nantong, em Shangai, na China. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#201; raro carregar soja nesta &amp;#233;poca no porto de Paranagu&amp;#225;. Tamanha movimenta&amp;#231;&amp;#227;o explica o quanto as exporta&amp;#231;&amp;#245;es cresceram em 2011 e o registro hist&amp;#243;rico de uma movimenta&amp;#231;&amp;#227;o financeira de US$ 16, 2 bilh&amp;#245;es em novembro. S&amp;#243; em 2008, nesse mesmo m&amp;#234;s, o porto registrou uma movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de US$ 14 bilh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O porto de Paranagu&amp;#225; movimentou 41 milh&amp;#245;es de toneladas entre carga geral e cereais. O recorde foi alcan&amp;#231;ado gra&amp;#231;as ao grande volume de produtos embarcados principalmente no corredor de exporta&amp;#231;&amp;#227;o, como soja, farelo, trigo, milho e a&amp;#231;&amp;#250;car. Desse total, 11,6 milh&amp;#245;es de toneladas s&amp;#227;o de soja em gr&amp;#227;os, farelo e &amp;#243;leo de soja, que formam o carro chefe das exporta&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o superintendente do porto, a recupera&amp;#231;&amp;#227;o se deve &amp;#224;s melhorias adotadas na infraestrutura portu&amp;#225;ria. &quot;Atrav&amp;#233;s de mudan&amp;#231;as estruturais conseguimos bater recordes em quase todas as movimenta&amp;#231;&amp;#245;es no porto&quot;, diz Airton Maron.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 02/01/2012&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Mon, 2 Jan 2012 12:59:10 -0200</pubDate></item><item><title>COWAN FAZ APOSTA EM &amp;#211;LEO E G&amp;#193;S NO PR&amp;#201;-SAL DA NAM&amp;#205;BIA</title><description>Criada em 2006, a Cowan Petr&amp;#243;leo e G&amp;#225;s S.A. bra&amp;#231;o do grupo mineiro Cowan, adquiriu em novembro deste ano dois blocos na bacia de L&amp;#252;deritz, no pr&amp;#233;-sal da Nam&amp;#237;bia. Tem 85% dos blocos em associa&amp;#231;&amp;#227;o com a Namcor, estatal do pa&amp;#237;s africano onde outra brasileira, a HRT, tamb&amp;#233;m tem ativos explorat&amp;#243;rios. Com 26 subsidi&amp;#225;rias, 53 anos de idade e faturamento de R$ 500 milh&amp;#245;es, o Grupo Cowan, controlado pela fam&amp;#237;lia Wanderley, quer se firmar no setor. J&amp;#225; investiu R$ 40 milh&amp;#245;es no bi&amp;#234;nio 2010 e 2011 e n&amp;#227;o tem ainda fechado o or&amp;#231;amento de 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A empresa estreou na 8&amp;#170; Rodada de Licita&amp;#231;&amp;#245;es da Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo (ANP), realizada em 2006, quando fez ofertas vencedoras por quatro blocos, em associa&amp;#231;&amp;#227;o com a Petrobras e Queiroz Galv&amp;#227;o. Ganhou mas n&amp;#227;o levou. As &amp;#225;reas nunca foram concedidas, j&amp;#225; que a rodada foi suspensa e n&amp;#227;o h&amp;#225; not&amp;#237;cias sobre retomada.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Cowan fez nova investida no setor em 2007, na 9&amp;#170; Rodada, quando adquiriu dois blocos em terra. Posteriormente, associou-se &amp;#224; L&amp;#225;brea, da HRT, que tinha outros dois blocos na mesma rodada e que acabou s&amp;#243;cia minorit&amp;#225;ria, com 10%. Depois do cons&amp;#243;rcio devolver uma das &amp;#225;reas para a ag&amp;#234;ncia reguladora, a Cowan, que &amp;#233; a operadora, passou a explorar tr&amp;#234;s blocos em terra nas bacias do Rec&amp;#244;ncavo (BA), Esp&amp;#237;rito Santo (ES) e Rio do Peixe (PB).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No ano passado fez tr&amp;#234;s notifica&amp;#231;&amp;#245;es de descoberta de petr&amp;#243;leo ap&amp;#243;s perfurar tr&amp;#234;s po&amp;#231;os no bloco ES-T-400. O resultado levou a Cowan a fazer novas pesquisas e s&amp;#243; aguarda autoriza&amp;#231;&amp;#245;es dos &amp;#243;rg&amp;#227;os de licenciamento ambiental para contratar servi&amp;#231;os de s&amp;#237;smica em terceira dimens&amp;#227;o (3D) em outra parte do bloco.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Guilherme Santana, diretor da Cowan Petr&amp;#243;leo e G&amp;#225;s, est&amp;#225; animado com os resultados, apesar de preferir n&amp;#227;o revelar volumes potenciais. O executivo explica que o grupo tomou a decis&amp;#227;o estrat&amp;#233;gica de entrar no setor de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s e para isso a companhia come&amp;#231;ou a analisar ativos no exterior e n&amp;#227;o apenas no Brasil, que tamb&amp;#233;m se tornou um pa&amp;#237;s caro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A Cowan est&amp;#225; disposta a crescer no setor, e como o setor n&amp;#227;o tem fronteiras, estamos analisando outras coisas na Am&amp;#233;rica do Sul e Am&amp;#233;rica do Norte. E quando fomos apresentados a esses blocos na Nam&amp;#237;bia olhamos, gostamos do que vimos e fechamos&quot;, diz Santana, citando o Chile, Argentina e Col&amp;#244;mbia como pa&amp;#237;ses onde a companhia tem interesse.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Cowan agora procura parcerias, tanto no Brasil como no exterior. Santana explica que a empresa j&amp;#225; tem or&amp;#231;amento para contratar s&amp;#237;smica 2D e 3D nos dois blocos africanos - que ficam distantes 112 quil&amp;#244;metros (Km) da costa da Nam&amp;#237;bia em profundidades de 2 mil metros - explicando que a empresa agora procura parcerias. E j&amp;#225; conversa com outras companhias, cujos nomes o diretor prefere n&amp;#227;o revelar.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Estamos no setor para ficar, para crescer. Buscamos oportunidades. Queremos crescer em &amp;#243;leo e g&amp;#225;s n&amp;#227;o s&amp;#243; no Brasil e por isso estamos buscando oportunidades fora do pa&amp;#237;s&quot;, diz Santana.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A companhia de &amp;#243;leo e g&amp;#225;s tem atualmente 155 funcion&amp;#225;rios - de um total de 3 mil funcion&amp;#225;rios do grupo - e o quadro vai aumentar. Com o apetite da Cowan pelo setor, o n&amp;#250;mero de contrata&amp;#231;&amp;#245;es vai aumentar em 2012 e a empresa j&amp;#225; procura funcion&amp;#225;rios, provavelmente estrangeiros, para trabalharem na Nam&amp;#237;bia.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Portos e Navios&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:24:50 -0200</pubDate></item><item><title>SINALIZA&amp;#199;&amp;#195;O DAS HIDROVIAS SER&amp;#193; TERCEIRIZADA</title><description>A diretoria executiva da Superintend&amp;#234;ncia de Portos e Hidrovias (SPH), decidiu terceirizar os servi&amp;#231;os de sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o e balizamento nos canais de acesso entre os portos de Porto Alegre e Rio Grande. A decis&amp;#227;o foi tomada em raz&amp;#227;o da precariedade em que se encontra a atual estrutura que presta o servi&amp;#231;o. O equipamento existente j&amp;#225; n&amp;#227;o consegue manter o m&amp;#237;nimo exigido pela Marinha do Brasil. A embarca&amp;#231;&amp;#227;o utilizada hoje para a instala&amp;#231;&amp;#227;o de boias e sinalizadores tem cerca de 100 anos e n&amp;#227;o teria mais estrutura para atender a demanda exigida.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Superintendente de Portos e Hidrovias, Vanderlan Vasconselos, explicou que o navio Balizador Benjamin Constant n&amp;#227;o tem mais condi&amp;#231;&amp;#245;es para suprir as necessidades que a sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o das hidrovias precisa. A capacidade da embarca&amp;#231;&amp;#227;o, segundo ele est&amp;#225; superada. &quot;O navio n&amp;#227;o d&amp;#225; mais conta do trabalho de manuten&amp;#231;&amp;#227;o das novas sinaliza&amp;#231;&amp;#245;es. Al&amp;#233;m disso, o servi&amp;#231;o precisa ser realizado com uma agilidade que nossa estrutura n&amp;#227;o disp&amp;#245;e&quot;, afirma.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com a terceiriza&amp;#231;&amp;#227;o, a SPH ir&amp;#225; colocar em dia a sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o das hidrovias, em especial a que liga Porto Alegre a Rio Grande. &quot;Vamos deixar o equipamento que temos para atender situa&amp;#231;&amp;#245;es espec&amp;#237;ficas, pontuais e emergenciais, assim ficaremos assistidos de uma forma mais eficiente&quot;, disse.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
READEQUA&amp;#199;&amp;#195;O&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A SPH j&amp;#225; estabeleceu a meta para os tr&amp;#234;s primeiros meses do ano de 2012. O Superintendente Vanderlan Vasconselos informou que ir&amp;#225; encaminhar contrata&amp;#231;&amp;#227;o de estudo para projeto de readequa&amp;#231;&amp;#227;o dos canais, das bacias, dos fundeio, da sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#225;utica da bacia de evolu&amp;#231;&amp;#227;o e dos canais de acesso ao porto organizado de Porto Alegre, conforme as normas t&amp;#233;cnicas em vigor, em especial a Norma 13246/1995 da ABNT. Esta norma estabelece os requisitos b&amp;#225;sicos de projeto de canais de acesso, viabilidade portu&amp;#225;ria e de navegabilidade para an&amp;#225;lise preliminar em simuladores. &quot;Queremos que as hidrovias ga&amp;#250;chas tenham este planejamento atualizado. N&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel que o RS, Estado com um dos maiores potenciais hidrovi&amp;#225;rios do Brasil, e precisa estar em dia com as normas exigidas pela Marinha do Brasil. O Polo Naval e a ind&amp;#250;stria oce&amp;#226;nica que sonhamos precisa desta garantia de seguran&amp;#231;a&quot;, disse.&lt;br&gt;
Fonte: Jornal Agora(RS)&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:24:38 -0200</pubDate></item><item><title>GOVERNO DO RIO CONTESTA DESAPROPIA&amp;#199;&amp;#213;ES INDEVIDAS NA &amp;#193;REA DO PORTO DO A&amp;#199;U</title><description>Rio de Janeiro - O secret&amp;#225;rio estadual de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico, Energia, Ind&amp;#250;stria e Servi&amp;#231;os, Julio Bueno, contestou hoje (29) den&amp;#250;ncias de desapropria&amp;#231;&amp;#227;o for&amp;#231;ada contra agricultores e propriet&amp;#225;rios rurais no munic&amp;#237;pio de S&amp;#227;o Jo&amp;#227;o da Barra, na &amp;#225;rea onde &amp;#233; constru&amp;#237;do o Porto do A&amp;#231;u. Para instala&amp;#231;&amp;#227;o do empreendimento do Grupo EBX em 70 milh&amp;#245;es de metros quadrados est&amp;#225; prevista a remo&amp;#231;&amp;#227;o de cerca de 400 propriedades rurais pertencentes a 96 fam&amp;#237;lias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na &amp;#250;ltima segunda-feira (26), a Justi&amp;#231;a Estadual concedeu uma liminar para proteger moradores idosos, afetados pelas desapropria&amp;#231;&amp;#245;es, obrigando a prefeitura do munic&amp;#237;pio a fazer um levantamento sobre a situa&amp;#231;&amp;#227;o deles. Anteriormente, o Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico Federal tinha decidido investigar a forma&amp;#231;&amp;#227;o de mil&amp;#237;cias e viola&amp;#231;&amp;#227;o de direitos humanos nos despejos de pessoas que viviam na &amp;#225;rea do empreendimento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;N&amp;#227;o estamos batendo em velhinhos, tampouco criando mil&amp;#237;cias&quot;, disse o secret&amp;#225;rio sobre a decis&amp;#227;o da Justi&amp;#231;a e a investiga&amp;#231;&amp;#227;o do MPF. &quot;Quem tem problema na Justi&amp;#231;a [para receber a indeniza&amp;#231;&amp;#227;o] est&amp;#225; sendo procurado pelos empreendedores para vender [o terreno]. Na nossa opini&amp;#227;o n&amp;#227;o tem nenhum motivo que justifique a&amp;#231;&amp;#227;o do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico [Federal]&quot;, completou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a secretaria, na primeira fase ser&amp;#227;o feitas 151 desapropria&amp;#231;&amp;#245;es. Por enquanto, apenas 16 fam&amp;#237;lias foram reassentadas em uma localidade batizada de Vila da Terra.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Embora a obra do Porto do A&amp;#231;u seja conduzida por um gripo privado, parte do terreno era do governo estadual, que prometeu as desapropria&amp;#231;&amp;#245;es com o objetivo de manter o empreendimento e mais de oito mil emprego no Rio. Ficou com a responsabilidade de retirar as fam&amp;#237;lias do local pagando R$ 44 milh&amp;#245;es para uma &amp;#225;rea de 23 quil&amp;#244;metros quadrados (km&amp;#178;) e est&amp;#225; no centro das investiga&amp;#231;&amp;#245;es do MPF.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Recebemos um vasto material, com narrativas contundentes, fotos do local com carros particulares junto com os da Pol&amp;#237;cia Militar, agentes portando armas ostensivamente e homens &amp;#224; cavalo&quot;, relatou o procurador da Rep&amp;#250;blica respons&amp;#225;vel pelo caso, Eduardo Santos de Oliveira. Ele disse que diante dos ind&amp;#237;cios, a investiga&amp;#231;&amp;#227;o ouvir&amp;#225; representantes da empresa e de governos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Refor&amp;#231;ando as den&amp;#250;ncias est&amp;#225; a Comiss&amp;#227;o Pastoral da Terra, ligada &amp;#224; Igreja Cat&amp;#243;lica, que no in&amp;#237;cio do m&amp;#234;s divulgou nota denunciando desapropria&amp;#231;&amp;#245;es for&amp;#231;ados. Disse que cerca de 1,5 mil fam&amp;#237;lias em dez distritos s&amp;#227;o pressionadas a deixar suas casas.&lt;br&gt;
Fonte: Ag&amp;#234;ncia Brasil/Isabela Vieira&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:24:25 -0200</pubDate></item><item><title>TOTAL DE NAVIOS QUE ESPERA PARA EMBARCAR A&amp;#199;&amp;#218;CAR SOBE PARA 33</title><description>O n&amp;#250;mero de navios que esperam para embarcar a&amp;#231;&amp;#250;car nos portos brasileiros subiu de 24 para 33 na semana encerrada nesta quarta-feira, de acordo com relat&amp;#243;rio da ag&amp;#234;ncia mar&amp;#237;tima Williams Brazil. O relat&amp;#243;rio considera embarca&amp;#231;&amp;#245;es j&amp;#225; ancoradas, aquelas que est&amp;#227;o ao largo esperando atraca&amp;#231;&amp;#227;o e tamb&amp;#233;m as embarca&amp;#231;&amp;#245;es com previs&amp;#227;o de chegada at&amp;#233; dia 19 de janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Foi agendado o carregamento de 840,23 milh&amp;#245;es de toneladas de a&amp;#231;&amp;#250;car. A maior quantidade ser&amp;#225; embarcada no porto de Santos, de onde sair&amp;#227;o 391,25 mil toneladas, ou 47% do total. Macei&amp;#243; responder&amp;#225; por 25% do embarque, ou 213,7 mil toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No Porto de Santos, o terminal da Cosan deve embarcar 236,4 mil toneladas no per&amp;#237;odo analisado. No terminal da Copersucar, os embarques devem somar 84,6 mil toneladas. A expectativa &amp;#233; de que 30 mil toneladas sejam embarcadas no terminal de Noble. A Cargill deve embarcar 40,25 mil toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A maior parte do volume a ser exportado &amp;#233; da variedade VHP - a&amp;#231;&amp;#250;car bruto de alta polariza&amp;#231;&amp;#227;o -, com 787 mil toneladas. O a&amp;#231;&amp;#250;car VHP &amp;#233; embarcado &amp;#224; granel. Do total de VHP a ser exportado, 48% ser&amp;#225; pelo porto de Santos e 27% por Paranagu&amp;#225;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os registros do tipo cristal B-150 devem somar 39,3 mil toneladas. O a&amp;#231;&amp;#250;car refinado A45 totaliza 13,9 mil toneladas. O a&amp;#231;&amp;#250;car cristal e o A45 s&amp;#227;o embarcados ensacados. Do total de a&amp;#231;&amp;#250;car ensacado a ser embarcado, 41% sair&amp;#225; pelo Porto de Paranagu&amp;#225;, e 25% por Santos.&lt;br&gt;
Fonte:Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:24:13 -0200</pubDate></item><item><title>PETROBR&amp;#193;S APRESENTA DECLARA&amp;#199;&amp;#195;O DE COMERCIALIDADE DE GUAR&amp;#193;</title><description>S&amp;#195;O PAULO - A Petrobr&amp;#225;s, apresentou hoje, &amp;#224; Ag&amp;#234;ncia Nacional de Petr&amp;#243;leo, G&amp;#225;s Natural e Biocombust&amp;#237;veis (ANP), a Declara&amp;#231;&amp;#227;o de Comercialidade da acumula&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s na &amp;#225;rea de Guar&amp;#225;, no pr&amp;#233;-sal da Bacia de Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na proposta encaminhada ao &amp;#243;rg&amp;#227;o regulador, o cons&amp;#243;rcio sugeriu que o novo campo, formado por reservat&amp;#243;rios com &amp;#243;leo de boa qualidade (30&amp;#186; API), seja denominado Sapinho&amp;#225; (nome, em tupi-guarani, do molusco marinho Anomalocardia brasiliana). Com volume recuper&amp;#225;vel total estimado em 2,1 bilh&amp;#245;es de barris de &amp;#243;leo equivalente (boe), Sapinho&amp;#225; &amp;#233; mais um campo gigante descoberto em rochas do pr&amp;#233;-sal brasileiro e um dos maiores do Pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Junto com a Declara&amp;#231;&amp;#227;o de Comercialidade o cons&amp;#243;rcio apresentou &amp;#224; ANP o Relat&amp;#243;rio Final do Plano de Avalia&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;rea. O relat&amp;#243;rio do Plano de Desenvolvimento (PD) do campo ser&amp;#225; submetido &amp;#224; ANP em fevereiro de 2012. A Declara&amp;#231;&amp;#227;o de Comercialidade ocorre ap&amp;#243;s a execu&amp;#231;&amp;#227;o do Programa de Avalia&amp;#231;&amp;#227;o Explorat&amp;#243;ria na &amp;#225;rea, realizado a partir do primeiro po&amp;#231;o perfurado em 2008.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Foram perfurados, na &amp;#225;rea, quatro po&amp;#231;os, incluindo um de Aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de Dados de Reservat&amp;#243;rios. Al&amp;#233;m disso, em tr&amp;#234;s desses po&amp;#231;os, foram conclu&amp;#237;dos quatro testes de forma&amp;#231;&amp;#227;o (TFRs) e um Teste de Longa Dura&amp;#231;&amp;#227;o (TLD) de cinco meses no po&amp;#231;o descobridor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O TLD confirmou a excelente produtividade do po&amp;#231;o descobridor, com manuten&amp;#231;&amp;#227;o da vaz&amp;#227;o durante todo o per&amp;#237;odo de teste. Revelou, tamb&amp;#233;m, informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre as propriedades dos reservat&amp;#243;rios carbon&amp;#225;ticos, imprescind&amp;#237;veis para a otimiza&amp;#231;&amp;#227;o do plano de Desenvolvimento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Declara&amp;#231;&amp;#227;o de Comercialidade do campo foi antecipada em um ano, considerando que o prazo final do Plano de Avalia&amp;#231;&amp;#227;o aprovado pela ANP era 31 de dezembro de 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a Petrobr&amp;#225;s, o sucesso explorat&amp;#243;rio obtido na &amp;#225;rea reafirma o elevado potencial do pr&amp;#233;-sal e indica boas perspectivas de crescimento do volume de produ&amp;#231;&amp;#227;o e das reservas de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s da Companhia. O Bloco BM-S-9 &amp;#233; operado pela Petrobras (45%), em parceria com as empresas BG Group (30%) e Repsol Sinopec Brasil (25%). &lt;br&gt;
Fonte:Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:24:02 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO DE SANTOS ATINGE RECORDE DE MOVIMENTA&amp;#199;&amp;#195;O</title><description>S&amp;#195;O PAULO - A movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas no Porto de Santos atingiu novo recorde entre janeiro e novembro. Com leve alta de 0,02% sobre o mesmo per&amp;#237;odo do ano passado, o volume transacionado a partir do porto paulista atingiu cerca de 89 milh&amp;#245;es de toneladas nos 11 primeiros meses deste ano. Segundo dados da Companhia Docas do Estado S&amp;#227;o Paulo (Codesp), respons&amp;#225;vel pela administra&amp;#231;&amp;#227;o do local, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es corresponderam a 64,8% do total movimentado no per&amp;#237;odo (57,63 milh&amp;#245;es de toneladas).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os principais destaques ficaram por conta do a&amp;#231;&amp;#250;car, da soja e do milho. No acumulado at&amp;#233; novembro, os tr&amp;#234;s produtos movimentaram 15,96 milh&amp;#245;es de toneladas, 11,16 milh&amp;#245;es de toneladas e 4,32 milh&amp;#245;es de toneladas, respectivamente. &quot;A soja sobressaiu-se pelo crescimento de 6% na compara&amp;#231;&amp;#227;o com o mesmo per&amp;#237;odo de 2010&quot;, destacou a Codesp.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As importa&amp;#231;&amp;#245;es responderam por 31,20 milh&amp;#245;es de toneladas, ou aproximadamente 35,1% da movimenta&amp;#231;&amp;#227;o, com uma alta de 7,2% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao mesmo per&amp;#237;odo do ano passado. &quot;O adubo manteve o expressivo crescimento observado nos &amp;#250;ltimos onze meses, chegando a 3,40 milh&amp;#245;es de toneladas&quot;, citou a Codesp em comunicado. O volume representa um incremento de 73,1% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao mesmo intervalo do ano passado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Santos movimentou US$ 108,5 bilh&amp;#245;es em mercadorias no per&amp;#237;odo, sendo US$ 57,6 bilh&amp;#245;es em exporta&amp;#231;&amp;#245;es e US$ 50,9 bilh&amp;#245;es em importa&amp;#231;&amp;#245;es. Nas exporta&amp;#231;&amp;#245;es, os destaques foram os Estados Unidos e a China, com US$ 6,02 bilh&amp;#245;es (10,5% do total exportado) e US$ 6,01 bilh&amp;#245;es (10,4%), respectivamente. Nas importa&amp;#231;&amp;#245;es, os dois pa&amp;#237;ses voltaram a se destacar, com US$ 8,85 bilh&amp;#245;es (17,4% do total importado) e US$ 8,76 bilh&amp;#245;es (17,2%), respectivamente.&lt;br&gt;
Fonte:Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:23:49 -0200</pubDate></item><item><title>DESAPROPRIA&amp;#199;&amp;#195;O CONTINUA, APESAR DE DEN&amp;#218;NCIAS, DIZ GOVERNO DO RIO</title><description>DO RIO - O governo do Rio negou ontem o uso de mil&amp;#237;cia e contestou dados do inqu&amp;#233;rito do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico Federal, que apura uso de viol&amp;#234;ncia na desapropria&amp;#231;&amp;#227;o de terrenos do Distrito Industrial de S&amp;#227;o Jo&amp;#227;o da Barra (norte do Estado), onde est&amp;#227;o em constru&amp;#231;&amp;#227;o o porto e o estaleiro do A&amp;#231;u, do empres&amp;#225;rio Eike Batista.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio de Desenvolvimento, Julio Bueno, reconheceu, no entanto, problemas causados por falta de registro formal dos lotes da regi&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele disse haver 96 fam&amp;#237;lias residentes -e n&amp;#227;o as &quot;cerca de 800&quot; citadas na investiga&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Dessas, afirmou, apenas 16 foram removidas na primeira fase das desapropria&amp;#231;&amp;#245;es. A segunda fase come&amp;#231;ar&amp;#225; em janeiro. O procurador federal Eduardo Oliveira, disse que &quot;se &amp;#233; como ele (secret&amp;#225;rio) diz, isso ser&amp;#225; comprovado ao final&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Oliveira disse, ainda, ter imagens da a&amp;#231;&amp;#227;o violenta da pol&amp;#237;cia e da presen&amp;#231;a de seguran&amp;#231;as privados, que divulgar&amp;#225; em janeiro.&lt;br&gt;
Fonte: Folha de S&amp;#227;o Paulo (SP)/CLAUDIA ANTUNES&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:23:38 -0200</pubDate></item><item><title>MULTITERMINAIS AMPLIA AS OPERA&amp;#199;&amp;#213;ES DE CONT&amp;#202;INERES</title><description>A Multiterminais, com opera&amp;#231;&amp;#245;es de cont&amp;#234;ineres e carros no porto do Rio, come&amp;#231;ou a receber novos equipamentos importados da China dentro do projeto de expans&amp;#227;o que prev&amp;#234; investimentos de mais de R$ 400 milh&amp;#245;es para dobrar a capacidade de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas at&amp;#233; 2014. Dois port&amp;#234;ineres, usados para manuseio dos cont&amp;#234;ineres nos navios, produzidos pela chinesa ZPMC, j&amp;#225; chegaram &amp;#224; MultiRio, a empresa de carga geral do grupo, e v&amp;#227;o permitir aumentar a produtividade do terminal em 25% a partir de 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com os novos equipamentos, o movimento da MultiRio vai passar dos atuais 43 cont&amp;#234;ineres/hora para 54 unidades/hora em 2012. Em dezembro de 2014, a produtividade deve atingir 80 unidades/hora. Os novos port&amp;#234;ineres t&amp;#234;m maior alcance, podendo pegar at&amp;#233; 19 fileiras de cont&amp;#234;ineres ao largo do navio e custaram US$ 15 milh&amp;#245;es. A MultiRio vai fechar o ano com movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de 256 mil TEUs (cont&amp;#234;iner equivalente a 20 p&amp;#233;s), com crescimento de 16% sobre 2010. Para 2012, prev&amp;#234; crescer 8%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Luiz Henrique Carneiro, presidente da MultiRio e da MultiCar, especializada na log&amp;#237;stica portu&amp;#225;ria de carros, disse que no projeto de expans&amp;#227;o est&amp;#227;o previstos seis port&amp;#234;ineres, dos quais tr&amp;#234;s j&amp;#225; est&amp;#227;o no terminal (o terceiro alcan&amp;#231;a 17 fileiras de cont&amp;#234;ineres).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O plano tamb&amp;#233;m considera a compra de 30 RTGs, p&amp;#244;rticos rolantes para empilhar cont&amp;#234;ineres nos p&amp;#225;tios. Hoje, &amp;#233; esperado no terminal um navio que vai desembarcar 6 RTGs tamb&amp;#233;m produzidos pela ZPMC, que custaram US$ 8 milh&amp;#245;es. Os RTGs v&amp;#227;o permitir aumentar a capacidade instalada do terminal em 40%, dos atuais 420 mil TEUs para 585 mil TEUs em 2012. Em 2014, a capacidade da MultiRio ser&amp;#225; de 1 milh&amp;#227;o de TEUs.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Carneiro disse que os investimentos em equipamentos somam R$ 175 milh&amp;#245;es, cerca de 40% do desembolso previsto na expans&amp;#227;o do grupo, que &amp;#233; de R$ 444 milh&amp;#245;es. O valor engloba a compra de equipamentos e obras civis no terminal. O valor a ser investido era maior, de R$ 492 milh&amp;#245;es, mais caiu 10% como resultado da prorroga&amp;#231;&amp;#227;o at&amp;#233; 31 de dezembro de 2015 do Reporto, regime tribut&amp;#225;rio especial que isenta ou suspende tributos federais na compra de equipamentos portu&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Carneiro acrescentou que est&amp;#225; em curso o licenciamento ambiental das obras de expans&amp;#227;o dos terminais, no Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que recebeu os relat&amp;#243;rios em outubro. Os dois terminais (MultiRio e MultiCar) t&amp;#234;m juntos 712 metros de cais, comprimento que vai ser ampliado para 1.160 metros. A expans&amp;#227;o do ber&amp;#231;o, aliada a uma dragagem j&amp;#225; realizada, permitir&amp;#225; &amp;#224; MultiRio n&amp;#227;o s&amp;#243; receber navios de maior capacidade como tamb&amp;#233;m atender grandes embarca&amp;#231;&amp;#245;es, simultaneamente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Carneiro afirmou que em 2012 a empresa deve lan&amp;#231;ar licita&amp;#231;&amp;#227;o para contratar um pacote de obras com empreiteiras para expans&amp;#227;o dos cais e a constru&amp;#231;&amp;#227;o do edif&amp;#237;cio-garagem da MultiCar.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico/Por Francisco G&amp;#243;es | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:23:24 -0200</pubDate></item><item><title>MMX ACERTA TRANSPORTE FERROVI&amp;#193;RIO</title><description>A MMX - bra&amp;#231;o de minera&amp;#231;&amp;#227;o do grupo EBX, do empres&amp;#225;rio Eike Batista - fechou contrato com a empresa ferrovi&amp;#225;ria MRS Log&amp;#237;stica para o transporte do min&amp;#233;rio de ferro produzido por suas minas na regi&amp;#227;o do quadril&amp;#225;tero ferr&amp;#237;fero de Minas Gerais at&amp;#233; o porto Sudeste, no Rio de Janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O contrato prev&amp;#234; o escoamento de at&amp;#233; 36 milh&amp;#245;es de toneladas de min&amp;#233;rio por ano at&amp;#233; 2026, com tarifa de R$ 26,46 por tonelada &amp;#250;mida, l&amp;#237;quida de impostos. Essa tarifa ter&amp;#225; reajustes anuais com base nas varia&amp;#231;&amp;#245;es da infla&amp;#231;&amp;#227;o medida pelo IGP-DI e do pre&amp;#231;o do &amp;#243;leo diesel.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A MMX diz que o contrato n&amp;#227;o prev&amp;#234; investimentos seus na estrutura ferrovi&amp;#225;ria da MRS, mas as partes poder&amp;#227;o discutir ajustes na tarifa no caso de eventuais mudan&amp;#231;as tecnol&amp;#243;gicas ou da necessidade de investimentos adicionais em infraestrutura para garantir o atendimento aos volumes da mineradora.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em comunicado, Guilherme Escalh&amp;#227;o, presidente da MMX, afirmou que a assinatura do contrato completa o conjunto de a&amp;#231;&amp;#245;es necess&amp;#225;rias para o desenvolvimento da companhia, al&amp;#233;m de garantir a integra&amp;#231;&amp;#227;o log&amp;#237;stica do Sistema Sudeste.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Com as reservas de Serra Azul (onde est&amp;#225; parte das minas da empresa) certificadas, o transporte ferrovi&amp;#225;rio contratado e o porto pr&amp;#243;prio em avan&amp;#231;ado est&amp;#225;gio de constru&amp;#231;&amp;#227;o, a MMX consolida seu projeto de expans&amp;#227;o&quot;, afirmou o executivo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a mineradora, o contrato prev&amp;#234; ainda uma flexibilidade de at&amp;#233; 10% para mais ou 15% para menos nos volumes anuais contratados, que tamb&amp;#233;m est&amp;#227;o sujeitos &amp;#224; cl&amp;#225;usula de obriga&amp;#231;&amp;#227;o de compra (take or pay) em 80% da tonelagem total definida.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico/Por Eduardo Laguna | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:23:11 -0200</pubDate></item><item><title>BRASIL &amp;#201; L&amp;#205;DER MUNDIAL NO SETOR DE AGROENERGIA</title><description>Bras&amp;#237;lia, 29 de dezembro de 2011 - A agroenergia &amp;#233; respons&amp;#225;vel por cerca de 32% da energia ofertada no Brasil, o que coloca o pa&amp;#237;s na lideran&amp;#231;a mundial do setor. Quase 48% do total de energia ofertada &amp;#233; obtida de fontes renov&amp;#225;veis, como a biomassa, a energia hidroel&amp;#233;trica e os biocombust&amp;#237;veis. A situa&amp;#231;&amp;#227;o brasileira destaca-se no cen&amp;#225;rio internacional, pois 85% da energia consumida no mundo vem de fontes n&amp;#227;o-renov&amp;#225;veis, que se encontram na natureza em quantidades limitadas e se extinguem com a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o. Uma vez esgotadas, as reservas n&amp;#227;o podem ser regeneradas. Exemplos disso s&amp;#227;o o petr&amp;#243;leo, o g&amp;#225;s-natural e o carv&amp;#227;o mineral.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Brasil conta com caracter&amp;#237;sticas que favorecem a lideran&amp;#231;a no setor, como a grande extens&amp;#227;o territorial e os recursos naturais que possibilitam ampliar a produ&amp;#231;&amp;#227;o de insumos energ&amp;#233;ticos provenientes da biomassa. Os avan&amp;#231;os na substitui&amp;#231;&amp;#227;o de combust&amp;#237;veis f&amp;#243;sseis por biocombust&amp;#237;veis, como o etanol e o biodiesel, servem de modelo para outras na&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os biocombust&amp;#237;veis s&amp;#227;o derivados de biomassa renov&amp;#225;vel que podem substituir, parcial ou totalmente, combust&amp;#237;veis derivados de petr&amp;#243;leo e g&amp;#225;s natural em motores a combust&amp;#227;o ou em outro tipo de gera&amp;#231;&amp;#227;o de energia. Os dois principais biocombust&amp;#237;veis l&amp;#237;quidos usados no Brasil s&amp;#227;o o etanol, extra&amp;#237;do de cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car, e o biodiesel, produzido a partir de &amp;#243;leos vegetais ou de gorduras animais e adicionado ao diesel de petr&amp;#243;leo em propor&amp;#231;&amp;#245;es vari&amp;#225;veis. Os dois emitem menos compostos qu&amp;#237;micos poluidores do que os combust&amp;#237;veis f&amp;#243;sseis no processo de combust&amp;#227;o dos motores. Al&amp;#233;m disso, o processo de produ&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; mais limpo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Vantagens&lt;br&gt;
A ado&amp;#231;&amp;#227;o do etanol &amp;#233; considerada um dos principais mecanismos de combate ao aquecimento global, pois reduz as emiss&amp;#245;es de g&amp;#225;s carb&amp;#244;nico (CO2). Parte do CO2 emitido pelos ve&amp;#237;culos movidos a etanol &amp;#233; reabsorvido pelas planta&amp;#231;&amp;#245;es de cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car. Isso faz com que as emiss&amp;#245;es do CO2 sejam parcialmente compensadas. O etanol pode ser produzido a partir de diversas fontes vegetais, mas a cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car &amp;#233; a que oferece mais vantagens energ&amp;#233;ticas e econ&amp;#244;micas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os autom&amp;#243;veis que circulam no pa&amp;#237;s usam dois tipos de etanol combust&amp;#237;vel: o hidratado, consumido em motores desenvolvidos para este fim, e o anidro, que &amp;#233; misturado &amp;#224; gasolina, sem preju&amp;#237;zo para os motores, em propor&amp;#231;&amp;#245;es que podem variar de 18% a 25%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na compara&amp;#231;&amp;#227;o com o diesel de petr&amp;#243;leo, o biodiesel tamb&amp;#233;m tem significativas vantagens ambientais. Estudos do National Biodiesel Board (associa&amp;#231;&amp;#227;o que representa a ind&amp;#250;stria de biodiesel nos Estados Unidos) demonstraram que a queima de biodiesel pode emitir em m&amp;#233;dia 48% menos mon&amp;#243;xido de carbono; 47% menos material particulado (que penetra nos pulm&amp;#245;es); e 67% menos hidrocarbonetos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O biodiesel &amp;#233; um combust&amp;#237;vel produzido a partir de &amp;#243;leos vegetais ou de gorduras animais. Dezenas de esp&amp;#233;cies vegetais presentes no Brasil podem ser usadas na produ&amp;#231;&amp;#227;o do biodiesel, entre elas soja, dend&amp;#234;, girassol, baba&amp;#231;u, amendoim, mamona e pinh&amp;#227;o-manso. Desde 1&amp;#186; de janeiro de 2010, o &amp;#243;leo diesel comercializado em todo o Brasil cont&amp;#233;m 5% de biodiesel. O Brasil est&amp;#225; entre os maiores produtores e consumidores de biodiesel do mundo, com uma produ&amp;#231;&amp;#227;o anual, em 2010, de 2,4 bilh&amp;#245;es de litros e uma capacidade instalada, de 5,8 bilh&amp;#245;es de litros.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:22:38 -0200</pubDate></item><item><title>ENTRE JANEIRO E NOVEMBRO, PORTO DE SANTOS MOVIMENTA 89 MILH&amp;#213;ES DE TONELADAS</title><description>Entre os meses de janeiro e novembro deste ano, o Porto de Santos movimentou um total de 89 milh&amp;#245;es de toneladas. O n&amp;#250;mero representa um crescimento de 0,02% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao mesmo per&amp;#237;odo de 2010, quando foram movimentadas 88,82 milh&amp;#245;es de toneladas. O crescimento n&amp;#227;o foi maior devido a queda na tonelagem de a&amp;#231;&amp;#250;car operada pelo complexo, 13,7% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao mesmo per&amp;#237;odo do ano anterior. No entanto, a alta da soja exportada para a China  no &amp;#250;ltimo trimestre e o crescimento das importa&amp;#231;&amp;#245;es fizeram com que a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de Porto batesse recorde novamente.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mesmo com a queda na opera&amp;#231;&amp;#227;o, a carga mais movimentada no complexo santista ainda &amp;#233; o a&amp;#231;&amp;#250;car, somando 15,96 milh&amp;#245;es de toneladas. A commodity, ao qual s&amp;#227;o destinadas aproximadamente 18% das opera&amp;#231;&amp;#245;es do complexo,  decresceu por conta da quebra de safra brasileira e do fortalecimento de grandes produtores internacionais (como &amp;#205;ndia e R&amp;#250;ssia), que em 2010 compraram parte da produ&amp;#231;&amp;#227;o brasileira para honrar compromissos comerciais ap&amp;#243;s dificuldades com suas safras.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de a&amp;#231;&amp;#250;car corresponde a 18% das opera&amp;#231;&amp;#245;es do complexo&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A soja ficou em segundo lugar, com 11.16 milh&amp;#245;es de toneladas e se sobressaiu devido ao crescimento de 6% em rela&amp;#231;&amp;#227;o as opera&amp;#231;&amp;#245;es no ano anterior. Em terceiro lugar, 4,32 milh&amp;#245;es de toneladas de milho passaram pelo cais santista.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Do total de opera&amp;#231;&amp;#245;es realizadas em Santos,  64,8% foram destinadas a exporta&amp;#231;&amp;#245;es, acumulando 57,63 milh&amp;#245;es de toneladas. J&amp;#225; as importa&amp;#231;&amp;#245;es, correspondem a 35,1% das movimenta&amp;#231;&amp;#245;es, ou 31,20 milh&amp;#245;es de toneladas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Opera&amp;#231;&amp;#245;es relevantes para  balan&amp;#231;a comercial do pa&amp;#237;s, como a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de ve&amp;#237;culos e  de carga conteinerizada, estabeleceram novos recordes no per&amp;#237;odo citado. Nos ve&amp;#237;culos, o &amp;#237;ndice foi 21,4% maior que no ano anterior. Para os cont&amp;#234;ineres, foram registrados 2,697 milh&amp;#245;es TEUs (unidade equivalente a um cont&amp;#234;iner de 20 p&amp;#233;s), n&amp;#250;mero 8,5% superior ao do mesmo per&amp;#237;odo de 2010.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entre exporta&amp;#231;&amp;#227;o e importa&amp;#231;&amp;#227;o, foram movimentados US$ 108,5 bilh&amp;#245;es em mercadorias. O valor total representa 24,6% da balan&amp;#231;a comercial brasileira, US$ 441,9 bilh&amp;#245;es, sendo  US$ 50,9 bilh&amp;#245;es referente as importa&amp;#231;&amp;#245;es e os outros US$ 57,6 bilh&amp;#245;es foram arrecadados pelas exporta&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:22:14 -0200</pubDate></item><item><title>PASSAGEIROS EMBARCAM PARA COMEMORAR CHEGADA DO ANO-NOVO EM ALTO MAR</title><description>O mar de Copacabana, no Rio de Janeiro, ficar&amp;#225; lotado neste s&amp;#225;bado com a chegada de mais tr&amp;#234;s navios de cruzeiro, que levar&amp;#227;o turistas para assistir a mais famosa queima de fogos do Pa&amp;#237;s. O MSC Orchestra, Costa Pacifica e Costa Fortuna partir&amp;#227;o nesta sexta-feira do Porto de Santos em dire&amp;#231;&amp;#227;o ao litoral fluminense. Al&amp;#233;m deles, o Splendour of the Seas tamb&amp;#233;m sair&amp;#225; para o R&amp;#233;veillon, mas com escalas na Argentina e no Uruguai.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
MSC Orchestra parte nesta sexta-feira com 2.843 passageiros a bordo&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pela manh&amp;#227;, eles v&amp;#227;o desembarcar os 8.488 h&amp;#243;spedes que escolheram fazer a ceia de Natal em alto mar, com uma programa&amp;#231;&amp;#227;o toda especial. Depois do encontro com o Papai Noel, os navios v&amp;#227;o embarcar os turistas para brindarem a entrada de 2012 a bordo. O Orchestra e o Pacifica far&amp;#227;o uma viagem de oito noites quase com o mesmo destino. Salvador e Ilh&amp;#233;us, na Bahia, est&amp;#227;o no roteiro das duas embarca&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O passeio do Orchestra incluir&amp;#225; ainda paradas em Ubatuba (SP) e B&amp;#250;zios (RJ). Ele receber&amp;#225; 2.603 passageiros, que viajam junto aos outros 240 em tr&amp;#226;nsito. J&amp;#225; o Pacifica, que embarcar&amp;#225; 2.946 pessoas, ter&amp;#225; escala tamb&amp;#233;m em Angra dos Reis (RJ). A virada do Ano ser&amp;#225; no mesmo lugar, na Praia de Copacabana. Seguem em tr&amp;#226;nsito 708 passageiros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Costa Pacifica levar&amp;#225; seus passageiros para assistir ao R&amp;#233;veillon de Copacabana&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outro que vai se despedir de 2011 no Rio de Janeiro ser&amp;#225; o Costa Victoria. No entanto, os primeiros dias de 2012 ser&amp;#227;o no Sul da Am&amp;#233;rica do Sul, em Buenos Aires (Argentina) e Montevideo (Uruguai). No retorno ao Brasil, o navio vai fazer uma parada em Porto Belo, em Santa Catarina. O cruzeiro foi escolhido por 842 turistas que embarcam em Santos e outros 1.444 que j&amp;#225; estar&amp;#227;o a bordo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; o Splendour vai esperar o in&amp;#237;cio de 2012 navegando. Os pr&amp;#243;ximos dias do cruzeiro, de nove noites, ser&amp;#227;o em Punta del Este (Uruguai), Buenos Aires, Montevideo e Porto Belo, com 1.805 h&amp;#243;spedes.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para evitar transtornos no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, a Concais, empresa que administra a instala&amp;#231;&amp;#227;o, orienta que os turistas que v&amp;#227;o embarcar em um dos navios cheguem ao complexo apenas a partir das 11h30. A medida j&amp;#225; foi adotada anteriormente e dever&amp;#225; ser mantida durante a temporada. O objetivo &amp;#233; impedir o encontro dos h&amp;#243;spedes que est&amp;#227;o entrando e saindo dos navios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m da a&amp;#231;&amp;#227;o da empresa, a Codesp tamb&amp;#233;m implantou na semana passada procedimentos, que visam facilitar a log&amp;#237;stica dos turistas no Porto. Entre elas est&amp;#227;o o aumento do efetivo da Guarda Portu&amp;#225;ria (Gport), entre 6 e meio dia, para coordenar o tr&amp;#226;nsito e a paralisa&amp;#231;&amp;#227;o total da linha f&amp;#233;rrea, que fica entre a instala&amp;#231;&amp;#227;o de cruzeiros e o Cais da Marinha (sede da Capitania dos Portos de S&amp;#227;o Paulo), das 9 &amp;#224;s 11h30. As determina&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o v&amp;#225;lidas para as datas em que h&amp;#225; quatro ou mais navios parados no Porto.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Quinta-feira&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ainda nesta quinta-feira, os navios Vision of the Seas e Insignia deixam o cais santista tamb&amp;#233;m levando passageiros para comemorar a chegada de 2012. O Vision segue viagem, ap&amp;#243;s receber 1.900 passageiros, que se juntam aos demais 350, em tr&amp;#226;nsito, para uma viagem de oites noites com destaque para a queima de fogos em Copacabana. O navio tamb&amp;#233;m far&amp;#225; paradas em outras cidades do litoral fluminense omo Ilha Grande, Cabo Frio e B&amp;#250;zios. Na volta a Santos o navio passar&amp;#225; por Ilhabela, em S&amp;#227;o Paulo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; o Insignia n&amp;#227;o realizou embarque e desembarque de passageiros. O navio segue viagem com apenas 655 passageiros que j&amp;#225; estavam a bordo.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 30/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:20:28 -0200</pubDate></item><item><title>SUPERNAVIO DA VALE FINALMENTE ATRACA EM PORTO NA CHINA</title><description>XANGAI/CINGAPURA - A China recebeu o primeiro supernavio da Vale carregado de min&amp;#233;rio de ferro nesta quarta-feira, segundo fontes do setor, um avan&amp;#231;o importante ap&amp;#243;s meses de incertezas quanto ao acesso ao pa&amp;#237;s asi&amp;#225;tico dos super cargueiros da nova frota da mineradora.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A maior exportadora de min&amp;#233;rio de ferro do mundo est&amp;#225; investindo bilh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares na constru&amp;#231;&amp;#227;o dos supernavios, buscando reduzir custos de envio da commodity &amp;#224; China mas, at&amp;#233; agora, n&amp;#227;o tinha obtido aprova&amp;#231;&amp;#227;o de Pequim para que os navios atracassem nos portos chineses.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O super cargueiro Berge Everest, com capacidade para 388 mil toneladas, come&amp;#231;ou a descarregar min&amp;#233;rio de ferro no porto de Dalian, na China, nesta quarta-feira, e deve partir no s&amp;#225;bado, conforme fontes dos portos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O navio est&amp;#225; descarregando o min&amp;#233;rio de ferro ap&amp;#243;s chegar nesta manh&amp;#227;. Eles ir&amp;#227;o precisar de dois dias e meio para liberar a carga&quot;, disse um agente do porto. &quot;N&amp;#227;o est&amp;#225; claro ainda quem comprar&amp;#225; o min&amp;#233;rio&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Reuters Freightviews, servi&amp;#231;o de acompanhamento de fretes mar&amp;#237;timos da Thomson Reuters, e dados independentes de portos confirmaram que o navio est&amp;#225; ancorado no local. Fontes da ind&amp;#250;stria afirmaram que a carga &amp;#233; de cerca de 350 mil toneladas de min&amp;#233;rio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Representantes da Vale na China e no Brasil n&amp;#227;o quiseram comentar o assunto. Um porta-voz da Berge Bulk, dona do navio, sediada em Cingapura, e representantes do porto n&amp;#227;o estavam imediatamente dispon&amp;#237;veis para coment&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A frota da Vale tem enfrentado forte oposi&amp;#231;&amp;#227;o de armadores e sider&amp;#250;rgicas na China, que temem que os navios sejam um &quot;cavalo de Troia&quot; que a mineradora utilizar&amp;#225; para monopolizar tanto o transporte quanto o mercado de min&amp;#233;rio de ferro chin&amp;#234;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O primeiro supernavio da companhia, o Vale Brasil, foi obrigado a retornar no Oceano &amp;#205;ndico em sua viagem inaugural em junho, ap&amp;#243;s o governo chin&amp;#234;s n&amp;#227;o fornecer permiss&amp;#227;o para o navio ancorar em Dalian. O navio seguiu para a It&amp;#225;lia, na ocasi&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Vale estava negociando com autoridades chinesas para obter autoriza&amp;#231;&amp;#227;o para atracar as embarca&amp;#231;&amp;#245;es no pa&amp;#237;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
ARMADORES&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A chegada do Berge Everest vem em um momento ruim dos armadores chineses, que j&amp;#225; est&amp;#227;o sofrendo com uma severa queda nos valores do frete mar&amp;#237;timo, em meio ao excesso de embarca&amp;#231;&amp;#245;es no mercado, al&amp;#233;m de aumentos de custos como os de combust&amp;#237;veis.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A situa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; t&amp;#227;o grave que o principal conglomerado chin&amp;#234;s COSCO Group e o Grand China Logistics foram for&amp;#231;ados a suspender temporariamente os pagamentos aos donos de navios estrangeiros mais cedo este ano para renegociar os termos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Os navios da Vale n&amp;#227;o v&amp;#227;o quebrar nenhuma companhia, mas v&amp;#227;o provocar estragos&quot;, disse um corretor mar&amp;#237;timo de Cingapura nesta quarta-feira.&lt;br&gt;
Fonte: Reuters/Por Ruby Lian e Randy Fabi&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:12:00 -0200</pubDate></item><item><title>&amp;#180;CE N&amp;#195;O TER&amp;#193; CRISE NAS EXPORTA&amp;#199;&amp;#213;ES&amp;#180;</title><description>As exporta&amp;#231;&amp;#245;es do Brasil, incluindo o Cear&amp;#225;, devem driblar a crise econ&amp;#244;mica internacional em 2012. Enquanto os Estados Unidos se recuperam e a zona do euro enfrenta uma poss&amp;#237;vel recess&amp;#227;o, a ind&amp;#250;stria exportadora do Estado deve registrar crescimento no pr&amp;#243;ximo ano em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 2011. A an&amp;#225;lise &amp;#233; do superintendente do Centro Internacional de Neg&amp;#243;cios (CIN), Eduardo Bezerra.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para ele, este desempenho deve ocorrer por conta da diversifica&amp;#231;&amp;#227;o de mercados compradores e do perfil da ind&amp;#250;stria cearense. &quot;A Coreia, por exemplo, n&amp;#227;o est&amp;#225; em crise&quot;, afirma. &quot;Uma parte da economia mundial efetivamente ir&amp;#225; sofrer em 2012 porque a crise que come&amp;#231;ou em 2008, e que j&amp;#225; deveria ter terminado, n&amp;#227;o acabou. Dizia-se, naquela &amp;#233;poca, que em dois anos tudo estaria superado, mas entramos no terceiro ano e vamos entrar no quarto ano sem superar a crise. Ent&amp;#227;o, a l&amp;#243;gica diz que as exporta&amp;#231;&amp;#245;es e importa&amp;#231;&amp;#245;es ser&amp;#227;o menores nessas duas &amp;#225;reas que ainda se encontram em crise, mas as &amp;#225;reas fora da crise continuar&amp;#227;o a realizar seus neg&amp;#243;cios como anteriores&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com ele, o Cear&amp;#225; n&amp;#227;o vai sofrer com a crise porque, tamb&amp;#233;m, sua ind&amp;#250;stria produz, principalmente, alimentos, vestu&amp;#225;rio e cal&amp;#231;ados, &quot;produtos que nunca deixar&amp;#227;o de ser consumidos&quot;. Em 2011, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es do Estado avan&amp;#231;aram em dez novos pa&amp;#237;ses. &quot;E em 2012, vamos procurar outros mercados na &amp;#193;sia, &amp;#193;frica, Am&amp;#233;rica Latina e Am&amp;#233;rica Central e no Leste Europeu&quot;, afirma Eduardo Bezerra. &quot;Avan&amp;#231;ar na dire&amp;#231;&amp;#227;o da R&amp;#250;ssia, Rep&amp;#250;blica Tcheca. Caribe &amp;#233; um excelente mercado para a ind&amp;#250;stria do Cear&amp;#225;. Teremos nomes novos entre os clientes do Cear&amp;#225; em 2012&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Momento incerto&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O estudo do Ipece, divulgado ontem, confirma que a corrente de com&amp;#233;rcio internacional do Cear&amp;#225;, que corresponde &amp;#224; soma das exporta&amp;#231;&amp;#245;es e importa&amp;#231;&amp;#245;es, dever&amp;#225; continuar crescendo em 2012. &quot;No entanto, o cen&amp;#225;rio internacional encontra-se em um momento incerto, com possibilidade de recess&amp;#227;o na Europa e a lenta recupera&amp;#231;&amp;#227;o da economia americana, e poder&amp;#225; influenciar os resultados esperados, para o pr&amp;#243;ximo ano&quot;, pondera o estudo. &quot;Nos &amp;#250;ltimos anos, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es cearenses, sobretudo dos grupos de cal&amp;#231;ados, produtos t&amp;#234;xteis e vestu&amp;#225;rios, v&amp;#234;m enfrentando problemas com a concorr&amp;#234;ncia internacional. Neste sentido, para 2012, o Governo Federal j&amp;#225; est&amp;#225; adotando medidas que oferecem condi&amp;#231;&amp;#245;es favor&amp;#225;veis para melhorar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O relat&amp;#243;rio do estudo do Ipece diz que &quot;de qualquer maneira, em 2012, &amp;#233; prov&amp;#225;vel que as exporta&amp;#231;&amp;#245;es cearenses enfrentem problemas de mercado, visto que os principais pa&amp;#237;ses compradores, como Estados Unidos, Argentina, Holanda, Reino Unido e It&amp;#225;lia, os quais respondem por mais de 55% de todas as exporta&amp;#231;&amp;#245;es cearenses, encontram-se com suas economias fragilizadas, sem perspectivas de altera&amp;#231;&amp;#245;es no curto prazo. Al&amp;#233;m disso, h&amp;#225; o c&amp;#226;mbio, que ainda est&amp;#225; desfavor&amp;#225;vel &amp;#224;s exporta&amp;#231;&amp;#245;es brasileiras, tornando os pre&amp;#231;os dos produtos nacionais mais elevados ante o mercado internacional&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Forte queda&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O com&amp;#233;rcio mundial est&amp;#225; sofrendo uma contra&amp;#231;&amp;#227;o, num sinal claro do freio na economia internacional e indicando que 2012 pode registrar um dos piores resultados para as exporta&amp;#231;&amp;#245;es em muitas d&amp;#233;cadas. Os dados s&amp;#227;o do Escrit&amp;#243;rio Holand&amp;#234;s de Avalia&amp;#231;&amp;#227;o Econ&amp;#244;mica. Em setembro, a primeira queda foi registrada, com contra&amp;#231;&amp;#227;o de 1,1% no com&amp;#233;rcio mundial. No m&amp;#234;s seguinte, mais uma redu&amp;#231;&amp;#227;o de 1,1%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A queda &amp;#233; a primeira registrada desde 2009, quando o com&amp;#233;rcio mundial desabou 12,6%, no pior resultado desde os anos 1930. Se a tend&amp;#234;ncia for mantida, 2012 poder&amp;#225; entrar para a hist&amp;#243;ria como um dos piores anos para as exporta&amp;#231;&amp;#245;es desde a Grande Depress&amp;#227;o. &lt;br&gt;
Parte importante da queda ocorreu por conta da redu&amp;#231;&amp;#227;o do consumo e de investimentos p&amp;#250;blicos nos pa&amp;#237;ses ricos, que sofrem para lutar contra o endividamento. Em outubro, a redu&amp;#231;&amp;#227;o de importa&amp;#231;&amp;#245;es nesses pa&amp;#237;ses foi de 1,5%, depois de cair 0,6% em setembro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Europa, engolida pela crise da d&amp;#237;vida, foi quem mais recuou em compras. A queda foi de 2,8% outubro e outro 1,6% em setembro. Nos EUA, o primeiro m&amp;#234;s de redu&amp;#231;&amp;#227;o foi outubro, com baixa&lt;br&gt;
Fonte: Di&amp;#225;rio do Nordeste (CE)&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:11:46 -0200</pubDate></item><item><title>IND&amp;#218;STRIA: ESTOQUE ALTO E SINAL DE CONFIAN&amp;#199;A</title><description>Segundo FGV, indicador registra primeira alta de 2011, apesar de 10% das empresas terem estoque excessivo&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
S&amp;#195;O PAULO e RIO. A desacelera&amp;#231;&amp;#227;o das vendas do varejo no Natal vai fazer a ind&amp;#250;stria virar o ano com estoque acima do esperado, embora a confian&amp;#231;a do empresariado tenha registrado a primeira alta deste ano. Segundo estudo da Funda&amp;#231;&amp;#227;o Getulio Vargas (FGV), 10,2% das empresas classificaram como excessivo o atual n&amp;#237;vel de estoque, o dobro do registrado em dezembro de 2010 (5,2%) e acima da m&amp;#233;dia hist&amp;#243;rica (9,7%). Em novembro, antes de o governo anunciar medidas de incentivo ao consumo, 8,4% das ind&amp;#250;strias j&amp;#225; consideravam o estoque exagerado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Nem todos os setores foram beneficiados com a redu&amp;#231;&amp;#227;o do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), como a linha branca. Por isso, as vendas n&amp;#227;o foram t&amp;#227;o boas e o estoque aumentou - disse Jorge Braga, coordenador t&amp;#233;cnico da FGV.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Braga minimizou a varia&amp;#231;&amp;#227;o do &amp;#237;ndice de confian&amp;#231;a da ind&amp;#250;stria, que subiu 1,1% ante novembro (101,8 pontos). Para ele, esse foi &quot;um efeito de curto prazo, j&amp;#225; que ainda h&amp;#225; muitas incertezas sobre a economia no ano que vem&quot;. Foram ouvidos 1.244 empres&amp;#225;rios de 1&amp;#186; a 26 de dezembro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Firjan: retomada da atividade ser&amp;#225; suave&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Pelo levantamento, 3,5% das fabricantes de material el&amp;#233;trico consideravam o estoque excessivo em dezembro de 2010. Esse percentual passou para 7% em novembro e agora cai para 4,6% - ainda &amp;#233; alto, de acordo com o economista. Em dezembro de 2010, os fabricantes de m&amp;#243;veis n&amp;#227;o consideravam o estoque excessivo. Neste m&amp;#234;s 26,5% das empresas do setor disseram que est&amp;#227;o com estoque exagerado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- A previs&amp;#227;o de produ&amp;#231;&amp;#227;o para os pr&amp;#243;ximos meses at&amp;#233; aumentou, ap&amp;#243;s o an&amp;#250;ncio das medidas de incentivo ao consumo, mas n&amp;#227;o d&amp;#225; para esperar, nem mesmo alta no emprego, com as d&amp;#250;vidas sobre o cen&amp;#225;rio internacional e a retra&amp;#231;&amp;#227;o dos investimentos - disse Braga.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A melhora no &amp;#237;ndice de confian&amp;#231;a foi influenciada pela avalia&amp;#231;&amp;#227;o mais favor&amp;#225;vel sobre as condi&amp;#231;&amp;#245;es atuais. O &amp;#205;ndice da Situa&amp;#231;&amp;#227;o Atual (ISA) avan&amp;#231;ou 1,9% (102,4 pontos). J&amp;#225; o &amp;#205;ndice de Expectativas (IE) registrou o terceiro m&amp;#234;s consecutivo de alta, avan&amp;#231;ando 0,2% (101,1).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo Armando Castelar, professor da FGV, os estoques elevados refletem que a economia desacelerou mais rapidamente do que o esperado:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Com a atividade mais fraca, a demanda recuou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Gabriel Pinto, especialista de Desenvolvimento Econ&amp;#244;mico da Firjan, ainda que o consumo das fam&amp;#237;lias sustente o crescimento em 2012, a retomada da atividade ser&amp;#225; suave e deve levar a produ&amp;#231;&amp;#227;o industrial a crescer 3% no ano que vem - abaixo dos 10,5% de 2010, mas pr&amp;#243;ximo da m&amp;#233;dia hist&amp;#243;rica dos &amp;#250;ltimos dez anos.&lt;br&gt;
Fonte : O Globo &lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:11:34 -0200</pubDate></item><item><title>PRESIDENTE DA INFRAERO VISITA OBRAS DO TERMINAL 4 DE GUARULHOS</title><description>O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, esteve nesta quarta-feira (28/12) no Aeroporto Internacional de Guarulhos/Governador Andr&amp;#233; Franco Montoro (SP) para conferir o andamento das obras do terminal de passageiros 4, que est&amp;#225; em fase final de execu&amp;#231;&amp;#227;o e tem conclus&amp;#227;o prevista para janeiro de 2012.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esse novo terminal ter&amp;#225; &amp;#225;rea de 12,2 mil m&amp;#178; e toda infraestrutura para receber as opera&amp;#231;&amp;#245;es de embarque e desembarque dom&amp;#233;stico; al&amp;#233;m de dois novos estacionamentos para ve&amp;#237;culos com cerca de 790 vagas e um novo sistema vi&amp;#225;rio para acesso ao terminal de log&amp;#237;stica e ao terminal 4. Os investimentos s&amp;#227;o da ordem de R$ 85,7 milh&amp;#245;es e ampliar&amp;#227;o a capacidade do Aeroporto de Guarulhos em mais 5,5 milh&amp;#245;es de passageiros por ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Os compromissos assumidos ser&amp;#227;o cumpridos e o novo terminal ser&amp;#225; entregue no prazo estabelecido&quot;, disse o presidente da Infraero.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A visita foi acompanhada pelo presidente da Delta Engenharia, empresa respons&amp;#225;vel pela execu&amp;#231;&amp;#227;o da obra, Fernando Cavendish, pelo diretor de Engenharia da Infraero, Jaime Henrique Parreira, e pelos superintendentes da Regional S&amp;#227;o Paulo, Willer Furtado, e de Guarulhos, Antonio Montano.&lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:11:11 -0200</pubDate></item><item><title>PORTO DE ANGRA DOS REIS RECEBE NAVIO CLIPPER</title><description>Felipe Nogueira postou coment&amp;#225;rio feliz no grupo Porto de Angra dos Reis, do Portogente, no Facebook. Ele avisa que chega, nesta quinta-feira (29), o navio Clipper para carregar oito mil toneladas para a Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. O carregamento ser&amp;#225; na sexta-feira (30).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Nogueira, a not&amp;#237;cia pode significar outras boas not&amp;#237;cias para o porto em 2012. Assim esperamos tamb&amp;#233;m. &lt;br&gt;
Fonte : Portal Porto Gente&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:10:57 -0200</pubDate></item><item><title>DEMORA EM LIBERA&amp;#199;&amp;#195;O DE NAVIO-PLATAFORMA FRUSTRA EIKE</title><description>O &quot;primeiro &amp;#243;leo&quot; deveria ser extra&amp;#237;do na &amp;#250;ltima semana do ano, no anivers&amp;#225;rio de dois anos da descoberta de Waimea, o campo que entrar&amp;#225; em produ&amp;#231;&amp;#227;o na Bacia de Campos &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com 15 dias de atraso e sem que a empresa OSX firmasse o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) exigido pelo Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho, zarpou do porto do Rio, no dia de Natal, o navio-plataforma OSX-1, do grupo EBX. A demora frustrou o empres&amp;#225;rio Eike Batista, dono do EBX. J&amp;#225; estava montada campanha de marketing para divulgar a extra&amp;#231;&amp;#227;o, ainda em 2011, de sua primeira carga de petr&amp;#243;leo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O &quot;primeiro &amp;#243;leo&quot; deveria ser extra&amp;#237;do na &amp;#250;ltima semana do ano, no anivers&amp;#225;rio de dois anos da descoberta de Waimea, o campo que entrar&amp;#225; em produ&amp;#231;&amp;#227;o na Bacia de Campos, litoral do Estado do Rio. O tempo recorde entre a descoberta e o &quot;primeiro &amp;#243;leo&quot; seria saudado como marca do empreendedorismo e da agilidade de Eike. Waimea &amp;#233; explorado pela petroleira OGX, tamb&amp;#233;m do empres&amp;#225;rio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O prazo foi perdido. Quando o navio chegou de Cingapura, em outubro, o Minist&amp;#233;rio do Trabalho e o Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho, em vistoria conjunta, proibiram a sa&amp;#237;da at&amp;#233; a corre&amp;#231;&amp;#227;o de cerca de 40 irregularidades a bordo, principalmente na &amp;#225;rea de seguran&amp;#231;a, constatadas por auditores. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A OSX informou ter feito os consertos devidos, mas a partida at&amp;#233; Waimea, prevista para 10 de dezembro, n&amp;#227;o ocorreu. Apenas no dia 14 a OSX e a OGX admitiram que a meta do &quot;primeiro &amp;#243;leo&quot; em 2011 n&amp;#227;o poderia ser mais alcan&amp;#231;ada, ao divulgar novo calend&amp;#225;rio para a opera&amp;#231;&amp;#227;o do navio-plataforma. Agora, a data para a extra&amp;#231;&amp;#227;o pioneira &amp;#233; 23 de janeiro de 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O comunicado das empresas do EBX n&amp;#227;o cita a raz&amp;#227;o do atraso. Limita-se a explicar que, &quot;ao longo desse semestre, a OGX focou na execu&amp;#231;&amp;#227;o do processo de prepara&amp;#231;&amp;#227;o para o primeiro &amp;#243;leo, desde a obten&amp;#231;&amp;#227;o de licen&amp;#231;as ambientais at&amp;#233; as instala&amp;#231;&amp;#245;es dos equipamentos que v&amp;#227;o conectar o po&amp;#231;o OGX-26HP ao FPSO OSX-1&quot;. A quest&amp;#227;o do TAC n&amp;#227;o &amp;#233; abordada pela OSX no comunicado com o novo calend&amp;#225;rio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na &amp;#250;ltima semana de novembro, em reuni&amp;#227;o com a procuradora Fl&amp;#225;via Bauler, do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho, representantes da empresa n&amp;#227;o assinaram o Termo de Ajustamento de Conduta proposto. No documento apresentado pela procuradora, a companhia teria que se comprometer a s&amp;#243; iniciar a opera&amp;#231;&amp;#227;o do OSX-1 em Waimea ap&amp;#243;s o atendimento a todos os questionamentos do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho. Se o TAC n&amp;#227;o fosse assinado, a procuradora avaliaria a possibilidade de abrir um inqu&amp;#233;rito civil p&amp;#250;blico contra a OSX, pedindo &amp;#224; Justi&amp;#231;a o embargo do navio-plataforma. Ela tomar&amp;#225; a decis&amp;#227;o em janeiro, ao final do recesso de fim de ano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A OSX divulgou nota em que diz que como &quot;todos os itens exigidos pelo Minist&amp;#233;rio do Trabalho foram regularmente cumpridos pela OSX&quot; o &quot;termo proposta pelo MPT (Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho)&quot; perdeu &quot;o objeto&quot;. &quot;O Minist&amp;#233;rio do Trabalho e Emprego emitiu o correspondente termo de desinterdi&amp;#231;&amp;#227;o total do FPSO OSX-1, formalizando a libera&amp;#231;&amp;#227;o do OSX-1 para as suas atividades produtivas. Sendo assim, todas as condutas apontadas pelo MTE e pelo MPT para esta fase pr&amp;#233;-operacional j&amp;#225; est&amp;#227;o plenamente ajustadas&quot;, diz a empresa.&lt;br&gt;
Fonte : O Tempo - MG&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:10:43 -0200</pubDate></item><item><title>MRS VAI TRANSPORTAR O MIN&amp;#201;RIO DE EIKE BATISTA</title><description>O contrato prev&amp;#234; transporte de at&amp;#233; 36 milh&amp;#245;es de toneladas de min&amp;#233;rio de ferro por ano at&amp;#233; 2026 &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A mineradora MMX, do empres&amp;#225;rio Eike Batista, e a MRS Log&amp;#237;stica firmaram ontem acordo de presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;o ferrovi&amp;#225;rio. Pelo contrato, que ter&amp;#225; dura&amp;#231;&amp;#227;o de 15 anos, a MRS ser&amp;#225; a respons&amp;#225;vel pelo escoamento do min&amp;#233;rio de ferro produzido no Quadril&amp;#225;tero Ferr&amp;#237;fero at&amp;#233; o Superporto Sudeste, em Itagua&amp;#237;, no Rio de Janeiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O contrato prev&amp;#234; transporte de at&amp;#233; 36 milh&amp;#245;es de toneladas de min&amp;#233;rio de ferro por ano at&amp;#233; 2026. Atualmente a produ&amp;#231;&amp;#227;o da empresa na regi&amp;#227;o de Serra Azul &amp;#233; de 8,7 milh&amp;#245;es de toneladas por ano. Pelo plano de expans&amp;#227;o divulgado pela empresa, a proje&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; alcan&amp;#231;ar 24 milh&amp;#245;es de toneladas at&amp;#233; o primeiro trimestre de 2014. O investimento total na expans&amp;#227;o em Minas Gerais &amp;#233; de R$ 4 bilh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo nota divulgada pela empresa, n&amp;#227;o h&amp;#225; novos investimentos da empresa na opera&amp;#231;&amp;#227;o e o custo acertado pelo servi&amp;#231;o ser&amp;#225; de R$ 26,46 por tonelada transportada. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
- Expans&amp;#227;o. Projeto da MMX prev&amp;#234; passar de 8 para 24 milh&amp;#245;es de toneladas de min&amp;#233;rio.&lt;br&gt;
Fonte : O Tempo - MG&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:10:19 -0200</pubDate></item><item><title>MOVIMENTA&amp;#199;&amp;#195;O NO PORTO DE VIT&amp;#211;RIA CRESCE 51% EM 2011</title><description>Nos &amp;#250;ltimos 5 anos, valor agregado da tonelada de carga passou de US$ 104 para US$ 213 &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mesmo sem a obra da dragagem de aprofundamento, que resolveria o principal gargalo do com&amp;#233;rcio exterior, o desempenho do complexo portu&amp;#225;rio do Estado foi positivo neste ano, com crescimento de 51% no volume de carga movimentada. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Porto de Vit&amp;#243;ria, que responde por 28% das exporta&amp;#231;&amp;#245;es do pa&amp;#237;s, teve crescimento de 36% na sua receita. Em 2011, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es cresceram 32% e as importa&amp;#231;&amp;#245;es, 36%. Nos &amp;#250;ltimos cinco anos o valor agregado da tonelada de carga movimentada passou de US$ 104,00 para US$ 213,00. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As informa&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o do presidente da Companhia Docas do Esp&amp;#237;rito Santo (Codesa), Cl&amp;#243;vis Lascosque, que divulgou ontem o balan&amp;#231;o das atividades portu&amp;#225;rias do Estado, no ano de 2011. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O faturamento bruto dos 14 ber&amp;#231;os do Porto de Vit&amp;#243;ria &amp;#233; de cerca de R$ 9 milh&amp;#245;es por ano e o volume de cargas movimentadas fica na casa dos 7 milh&amp;#245;es de toneladas por ano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Lascosque disse que a meta de sua administra&amp;#231;&amp;#227;o para 2012 &amp;#233; dar continuidade &amp;#224;s obras iniciadas e programadas, como a sinaliza&amp;#231;&amp;#227;o do canal de acesso, a amplia&amp;#231;&amp;#227;o dos ber&amp;#231;os 102 e 103 do Cais de Vit&amp;#243;ria e a dragagem de aprofundamento do porto e canal de acesso. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Outra obra prevista &amp;#233; a transforma&amp;#231;&amp;#227;o do dolfing de Atalaia em um novo ber&amp;#231;o. At&amp;#233; o final deste ano, dever&amp;#225; estar conclu&amp;#237;do o estudo que indicar&amp;#225; o melhor local para a instala&amp;#231;&amp;#227;o do porto de &amp;#225;guas profundas. O processo licitat&amp;#243;rio est&amp;#225; em curso. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No setor administrativo, o presidente disse que pretende fazer uma revis&amp;#227;o do plano de cargos e sal&amp;#225;rios e promover concurso p&amp;#250;blico para preencher as 70 vagas que foram abertas com a aposentadoria de profissionais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Obras de infraestrutura: a pedra no sapato do Estado - Os deputados Audifax Barcelos e Marcelo Santos cobraram do governo federal a execu&amp;#231;&amp;#227;o das obras prometidas para o setor portu&amp;#225;rio. &quot;A atividade portu&amp;#225;ria responde por mais de 60% da economia do Esp&amp;#237;rito Santo&quot;, disse Santos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Audifax lembrou que o Esp&amp;#237;rito Santo ocupa a segunda posi&amp;#231;&amp;#227;o em volume de arrecada&amp;#231;&amp;#227;o alfandeg&amp;#225;ria. Perde apenas para o Porto de Santos, que teve arrecada&amp;#231;&amp;#227;o de 15 bilh&amp;#245;es neste ano. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Os empres&amp;#225;rios est&amp;#227;o na expectativa de que os investimentos aconte&amp;#231;am de fato&quot;, disse Santos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para Audifax, os tr&amp;#234;s sonhos dos capixabas na &amp;#225;rea de infraestrutura: a BR 101, o aeroporto e o Porto de Vit&amp;#243;ria, projetos que devem sair do papel em 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os dois parlamentares representaram as bancadas federal e estadual na presta&amp;#231;&amp;#227;o de contas da Codesa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio extraordin&amp;#225;rio de Projetos Especiais e Articula&amp;#231;&amp;#227;o Metropolitana, Jos&amp;#233; Eduardo de Azevedo, que representou o governador Renato Casagrande, disse que a atividade portu&amp;#225;ria dar&amp;#225; um grande salto, quando todos os gargalos forem superados. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio, referindo-se &amp;#224;s perdas que o Estado ter&amp;#225; com a mudan&amp;#231;a da partilha dos royalties e a reforma tribut&amp;#225;ria, destacou que o Esp&amp;#237;rito Santo n&amp;#227;o busca privil&amp;#233;gios, &quot;quer apenas um tratamento justo&quot;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Impostos - R$ 6,25 bilh&amp;#245;es - &amp;#201; a arrecada&amp;#231;&amp;#227;o do Estado em impostos federais at&amp;#233; novembro &amp;#250;ltimo.&lt;br&gt;
Fonte : A Gazeta - ES&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:08:46 -0200</pubDate></item><item><title>DIESEL BRASILEIRO SER&amp;#193; MENOS POLUENTE A PARTIR DE JANEIRO</title><description>Os efeitos no ambiente n&amp;#227;o ser&amp;#227;o sentidos de imediato, porque o S-50 s&amp;#243; reduz drasticamente as emiss&amp;#245;es de enxofre se usado em ve&amp;#237;culos com motor do tipo Euro 5 &lt;br&gt;
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O pr&amp;#243;ximo dia 1 de janeiro ser&amp;#225; um marco para a melhoria da qualidade do ar que se respira no Brasil. No primeiro dia de 2012, a Petrobras passa a oferecer um &amp;#243;leo diesel menos poluente, com 50 part&amp;#237;culas de enxofre por milh&amp;#227;o (ppm), o S-50. Com isso, o Brasil se junta aos EUA e diversos pa&amp;#237;ses da Europa, al&amp;#233;m de Chile e Col&amp;#244;mbia, que j&amp;#225; utilizam o combust&amp;#237;vel mais puro. E, a partir de 2013, a redu&amp;#231;&amp;#227;o das emiss&amp;#245;es vai aumentar ainda mais, j&amp;#225; que a estatal passar&amp;#225; a oferecer o diesel 10, que substituir&amp;#225; o S-50. Em 2014, o mercado ter&amp;#225; apenas dois tipos de diesel: o S-500 no interior (para motores mais antigos) e o S-10 nas regi&amp;#245;es metropolitanas. &lt;br&gt;
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Os efeitos no ambiente n&amp;#227;o ser&amp;#227;o sentidos de imediato, porque o S-50 s&amp;#243; reduz drasticamente as emiss&amp;#245;es de enxofre se usado em ve&amp;#237;culos com motor do tipo Euro 5, que passar&amp;#227;o a ser fabricados no Pa&amp;#237;s tamb&amp;#233;m a partir de janeiro. O novo combust&amp;#237;vel pode ser usado em ve&amp;#237;culos com motores Euro 3, como os j&amp;#225; em circula&amp;#231;&amp;#227;o, mas a redu&amp;#231;&amp;#227;o de emiss&amp;#245;es nesse caso &amp;#233; de apenas 10% a 15%. &quot;O diesel 50 pode ser utilizado em qualquer ve&amp;#237;culo, mesmo os fabricados antes de 2012. Obviamente, n&amp;#227;o ter&amp;#225; o mesmo benef&amp;#237;cio ambiental&quot;, destaca o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. &lt;br&gt;
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O S-50 reduz as emiss&amp;#245;es de material particulado (enxofre) em 80% e os &amp;#243;xidos nitrosos (NOX) em 98%. Segundo Costa, al&amp;#233;m do motor Euro 5, o S-50 s&amp;#243; dar&amp;#225; os resultados esperados de redu&amp;#231;&amp;#227;o das emiss&amp;#245;es se tamb&amp;#233;m for utilizado, em ve&amp;#237;culos pesados como caminh&amp;#245;es e &amp;#244;nibus, junto com um agente espec&amp;#237;fico, em um tanque pr&amp;#243;prio, no catalisador. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O S-50 j&amp;#225; est&amp;#225; sendo vendido em nove regi&amp;#245;es metropolitanas o Pa&amp;#237;s para abastecer as frotas de &amp;#244;nibus do transporte p&amp;#250;blico. A Petrobras come&amp;#231;ou a oferec&amp;#234;-lo em 2009 para as frotas de coletivos do Rio e de S&amp;#227;o Paulo. Depois, de forma gradativa, chegou &amp;#224;s regi&amp;#245;es metropolitanas de Recife, Fortaleza, Bel&amp;#233;m, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre. Este ano, chegou &amp;#224; Baixada Santista, Campinas e S&amp;#227;o Jos&amp;#233; dos Campos. Nas demais regi&amp;#245;es metropolitanas, &amp;#233; vendido o diesel S-500. No interior, o S-1.800. &lt;br&gt;
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A subsecret&amp;#225;ria de Economia Verde do Rio de Janeiro, Suzana Kahn, ressalta que &amp;#233; muito importante o Brasil se igualar aos pa&amp;#237;ses desenvolvidos em termos de melhoria da qualidade do ar. &quot;O mais importante &amp;#233; que com isso a gente come&amp;#231;a a se aproximar das tecnologias mais modernas, convergindo para a &amp;#250;ltima palavra em tecnologia de motores.&quot; O professor Jos&amp;#233; Marcus Godoy, do Departamento de Qu&amp;#237;mica do Centro T&amp;#233;cnico-Cient&amp;#237;fico da PUC-Rio, confirma que o uso do S-50 nos motores atualmente em circula&amp;#231;&amp;#227;o (Euro 3) j&amp;#225; gera benef&amp;#237;cios ao ambiente, embora a redu&amp;#231;&amp;#227;o das emiss&amp;#245;es seja menor. O professor trabalha desde agosto em um projeto - em parceria com Petrobras, USP e Comiss&amp;#227;o Nacional de Energia Nuclear - para avaliar os impactos positivos da redu&amp;#231;&amp;#227;o de enxofre nos combust&amp;#237;veis. &lt;br&gt;
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Segundo as an&amp;#225;lises realizadas, o S-50 nos motores atuais pode reduzir em at&amp;#233; 50% as emiss&amp;#245;es. Mas ele n&amp;#227;o cr&amp;#234; que o consumidor v&amp;#225; optar por seu uso nos motores Euro 3, por custar R$ 0,06 a mais que o outro tipo de diesel, que, no Rio, custa em m&amp;#233;dia a R$ 1,995. &quot;Os estudos ainda n&amp;#227;o terminaram, mas, com certeza, j&amp;#225; houve uma melhoria na qualidade do ar&quot;, diz Godoy. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Petrobras estima que a frota atual de ve&amp;#237;culos pesados, principalmente caminh&amp;#245;es a diesel, &amp;#233; de 2,3 milh&amp;#245;es e que, em 2012, devem entrar no mercado cerca de 170 mil ve&amp;#237;culos fabricados com o Euro 5. Por isso, a estimativa inicial da estatal &amp;#233; que em 2012 a demanda do S-50 seja de 5 bilh&amp;#245;es de litros. J&amp;#225; o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combust&amp;#237;veis, Al&amp;#237;sio Vaz, estima que a demanda no primeiro ano ser&amp;#225; de 2 bilh&amp;#245;es a 3 bilh&amp;#245;es de litros, contra uma demanda total de diesel de 50 bilh&amp;#245;es de litros. &lt;br&gt;
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A Ag&amp;#234;ncia Nacional do Petr&amp;#243;leo (ANP) fixou na resolu&amp;#231;&amp;#227;o 62, de 1 de dezembro, que, a partir de janeiro, pelo menos tr&amp;#234;s mil postos revendedores em todo o Pa&amp;#237;s, situados nas principais rodovias, ofere&amp;#231;am o S-50. Inicialmente, todo posto que tiver ao menos duas bombas de diesel, com tanques separados, ser&amp;#225; obrigado a oferecer o novo produto. Vaz reconhece que o prazo dado - de apenas um m&amp;#234;s - &amp;#233; muito pequeno para a adequa&amp;#231;&amp;#227;o. Mas garantiu que pelo menos mil postos j&amp;#225; ter&amp;#227;o o produto dispon&amp;#237;vel nos primeiros dias de 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O presidente da Petrobras Distribuidora, Jos&amp;#233; de Lima Neto, garantiu que, no m&amp;#237;nimo, 900 postos com a bandeira da empresa oferecer&amp;#227;o o S-50 a partir de janeiro. A ideia &amp;#233; que os motoristas n&amp;#227;o precisem rodar mais de 400 quil&amp;#244;metros para encontrar o combust&amp;#237;vel. Para oferecer o S-50, a BR est&amp;#225; investindo R$ 500 milh&amp;#245;es. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Estaleiro atrasa obras da P-55 e dificulta a produ&amp;#231;&amp;#227;o da Petrobras - A Petrobras ter&amp;#225; sua produ&amp;#231;&amp;#227;o prejudicada em 2012 devido ao atraso nas obras da plataforma P-55, cujo casco foi entregue h&amp;#225; duas semanas. A encomenda chegar&amp;#225; com 15 meses de atraso, pelo estaleiro Atl&amp;#226;ntico Sul (PE). A plataforma deveria ter entrado em opera&amp;#231;&amp;#227;o no segundo semestre deste ano, mas s&amp;#243; vai come&amp;#231;ar a produzir em 2013. A P-55 ser&amp;#225; finalizada no Estado, no estaleiro Rio Grande. &lt;br&gt;
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A estimativa da estatal &amp;#233; que ela deixar&amp;#225; de faturar pelo menos US$ 15 milh&amp;#245;es por dia com o atraso. A conta considera uma produ&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#233;dia de 180 mil barris de petr&amp;#243;leo a uma cota&amp;#231;&amp;#227;o de US$ 100. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para se ter ideia do problema, um projeto semelhante ao da P-55 come&amp;#231;ou a ser constru&amp;#237;do um ano depois e j&amp;#225; est&amp;#225; em opera&amp;#231;&amp;#227;o. A plataforma P-56 foi constru&amp;#237;da pelo estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis, e est&amp;#225; produzindo desde agosto no campo de Marlim Sul, na bacia de Campos. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mas a P-55 n&amp;#227;o &amp;#233; o &amp;#250;nico problema da Petrobras no Atl&amp;#226;ntico Sul, estaleiro que tem as empresas Camargo Corr&amp;#234;a e a Queiroz Galv&amp;#227;o como s&amp;#243;cias. O navio Jo&amp;#227;o C&amp;#226;ndido, encomendado pela Transpetro, virou motivo de chacota do mercado naval, segundo palavras de um executivo ligado ao setor. O navio deveria ter sido entregue h&amp;#225; quase dois anos, mas a constru&amp;#231;&amp;#227;o da embarca&amp;#231;&amp;#227;o se arrasta at&amp;#233; hoje e ainda n&amp;#227;o foi conclu&amp;#237;da. Os coment&amp;#225;rios no mercado naval s&amp;#227;o de que houve problemas estruturais na concep&amp;#231;&amp;#227;o do projeto, e o navio estaria torto, necessitando ser reparado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Atl&amp;#226;ntico Sul nega o rumor e afirma que a certificadora internacional ABS (American Bureau of Shipping) atestou que o navio Jo&amp;#227;o C&amp;#226;ndido est&amp;#225; em ordem. O mais recente balan&amp;#231;o do PAC (Programa de Acelera&amp;#231;&amp;#227;o do Crescimento), no entanto, coloca a obra em estado de aten&amp;#231;&amp;#227;o e tamb&amp;#233;m atesta o aumento de US$ 500 milh&amp;#245;es em seu custo, na compara&amp;#231;&amp;#227;o com a estimativa inicial, de US$ 1,2 bilh&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O navio est&amp;#225; em fase final de acabamento, vistorias de constru&amp;#231;&amp;#227;o e comissionamento para ser entregue ao cliente. Jamais foi discutida com a Petrobras a necessidade de transfer&amp;#234;ncia da embarca&amp;#231;&amp;#227;o para outro estaleiro no Brasil ou fora do Pa&amp;#237;s&quot;, garantiu o estaleiro, por meio da assessoria de imprensa. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Jo&amp;#227;o C&amp;#226;ndido foi lan&amp;#231;ado ao mar com pompa no ano passado, em cerim&amp;#244;nia na qual compareceram o ex-presidente Lula e Dilma Rousseff, ent&amp;#227;o pr&amp;#233;-candidata &amp;#224; presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica. Era a vedete do decantado Promef (Programa de Moderniza&amp;#231;&amp;#227;o da Frota da Transpetro) e seria o primeiro navio constru&amp;#237;do no Brasil depois de 14 anos de inatividade dos estaleiros nacionais. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com o atraso, acabou perdendo esse posto para o navio Celso Furtado, que foi entregue no m&amp;#234;s passado pelo estaleiro Mau&amp;#225;. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo o Atl&amp;#226;ntico Sul, o atraso se deve principalmente ao fato de o navio ter sido a primeira obra do estaleiro, que foi impactada pela demora no processo de aprendizagem dos funcion&amp;#225;rios. Afirma ainda que uma greve dos oper&amp;#225;rios atrapalhou o andamento das obras. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A vit&amp;#243;ria do Atl&amp;#226;ntico Sul na licita&amp;#231;&amp;#227;o para construir o Jo&amp;#227;o C&amp;#226;ndido foi criticada na &amp;#233;poca por alguns setores do mercado naval. Como o estaleiro ainda n&amp;#227;o tinha sido constru&amp;#237;do, foi apelidado de &quot;virtual&quot; pelo ent&amp;#227;o secret&amp;#225;rio da Ind&amp;#250;stria Naval do Rio de Janeiro, Wagner Victer. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sem barreiras nos EUA o consumo de etanol vai aumentar - Depois de mais de 30 anos, a pol&amp;#237;tica de subs&amp;#237;dios ao etanol dos Estados Unidos acaba no dia 31 deste m&amp;#234;s. Com o recesso do Congresso norte-americano, n&amp;#227;o h&amp;#225; mais possibilidade da renova&amp;#231;&amp;#227;o da lei que impunha a tarifa de importa&amp;#231;&amp;#227;o de US$ 0,54 por gal&amp;#227;o (equivalente a 3,78 litros) ao etanol brasileiro e que tamb&amp;#233;m estipulava um cr&amp;#233;dito tribut&amp;#225;rio de US$ 0,45 por gal&amp;#227;o ao etanol misturado &amp;#224; gasolina nos EUA, a um custo atual de cerca de US$ 6 bilh&amp;#245;es por ano para o Tesouro americano. A Uni&amp;#227;o da Ind&amp;#250;stria de Cana-de-A&amp;#231;&amp;#250;car (Unica), que re&amp;#250;ne produtores de etanol no Brasil, comemorou o fim dos subs&amp;#237;dios e das medidas protecionistas nos EUA. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Especialistas alertam que isso tende a pressionar os pre&amp;#231;os no Brasil - os produtores ser&amp;#227;o incentivados a exportar em um momento em que a produ&amp;#231;&amp;#227;o brasileira diminui. Poder&amp;#225; haver impacto tamb&amp;#233;m nos pre&amp;#231;os da gasolina, j&amp;#225; que o combust&amp;#237;vel tem 20% de etanol na sua mistura. &quot;Pela primeira vez, em mais de tr&amp;#234;s d&amp;#233;cadas, os EUA abrem o mercado para o etanol importado. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Brasil e EUA s&amp;#227;o respons&amp;#225;veis por 80% do etanol do mundo, e agora n&amp;#227;o h&amp;#225; mais tarifa para esse combust&amp;#237;vel. &amp;#201; um passo importante para a consolida&amp;#231;&amp;#227;o do etanol como uma commodity internacional&quot;, diz Let&amp;#237;cia Phillips, representante da Unica na Am&amp;#233;rica do Norte. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Para o presidente da Unica, Marcos Jank, o fim da tarifa de importa&amp;#231;&amp;#227;o vai elevar as vendas do combust&amp;#237;vel para o mercado norte-americano em dez vezes na pr&amp;#243;xima d&amp;#233;cada, podendo chegar a um volume de 15 bilh&amp;#245;es de litros at&amp;#233; 2022. Hoje, o Brasil exporta 1,5 bilh&amp;#227;o de litros (60% para os EUA) de uma produ&amp;#231;&amp;#227;o de 25 bilh&amp;#245;es de litros por ano. Ou seja, vende l&amp;#225; fora s&amp;#243; 6% do que produz. &quot;Foi uma vit&amp;#243;ria extraordin&amp;#225;ria que abre a chance de o Brasil consolidar o etanol como um combust&amp;#237;vel global&quot;, comemora o executivo, lembrando que as exporta&amp;#231;&amp;#245;es poder&amp;#227;o agora atingir o mesmo n&amp;#237;vel do a&amp;#231;&amp;#250;car, que equivale a 70% da produ&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Jank acredita ainda que os investimentos na produ&amp;#231;&amp;#227;o destinada &amp;#224; exporta&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#227;o incentivados. Mas adverte que o tempo para colocar uma nova usina em opera&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; de tr&amp;#234;s a quatro anos. &quot;Hoje, ainda estamos pagando pela crise de 2008, que colocou um ter&amp;#231;o do setor em dificuldades. Mas temos condi&amp;#231;&amp;#245;es de fechar contratos l&amp;#225; fora que garantam a constru&amp;#231;&amp;#227;o de usinas que atendam a essa nova demanda.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
De acordo com Jank, mais de 90% da produ&amp;#231;&amp;#227;o brasileira de etanol &amp;#233; destinada ao mercado brasileiro, e o aumento das exporta&amp;#231;&amp;#245;es para os EUA n&amp;#227;o deve prejudicar o abastecimento interno. Desde o ano passado, as usinas est&amp;#227;o tendo dificuldades para atender &amp;#224; crescente expans&amp;#227;o de consumo do combust&amp;#237;vel no Pa&amp;#237;s. &quot;O mercado interno ainda &amp;#233; nossa prioridade. Vamos aumentar as exporta&amp;#231;&amp;#245;es devagar, de 7% para 10%, por exemplo. At&amp;#233; porque vamos ter dificuldade para exportar nas pr&amp;#243;ximas duas safras&quot;, afirmou. Com a abertura do mercado americano, Jank acredita que o etanol brasileiro dever&amp;#225; ganhar o reconhecimento de outros mercados. &quot;Tenho certeza de que, depois dos EUA, vamos ter o reconhecimento dos pa&amp;#237;ses da Europa e do Jap&amp;#227;o.&quot; &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), lembra que a abertura ocorre em um momento em que a produ&amp;#231;&amp;#227;o brasileira n&amp;#227;o consegue atender &amp;#224; demanda, levando o Pa&amp;#237;s a importar etanol. &quot;Al&amp;#233;m de criar uma nova press&amp;#227;o nos pre&amp;#231;os, isso mostra que estamos na dire&amp;#231;&amp;#227;o errada. Enquanto importamos etanol e aumentamos nosso consumo de gasolina, um combust&amp;#237;vel sujo, os EUA v&amp;#227;o na dire&amp;#231;&amp;#227;o contr&amp;#225;ria, incentivando o combust&amp;#237;vel limpo&quot;, afirmou. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Mesmo com a alta nos pre&amp;#231;os este ano, que levaram a gasolina a se tornar mais vantajosa para os carros flex, as estimativas do mercado s&amp;#227;o de que o Brasil importou em 2011 mais de 1 bilh&amp;#227;o de litros de etanol. Este ano, tamb&amp;#233;m houve aumento na importa&amp;#231;&amp;#227;o de gasolina: foram 45 mil barris di&amp;#225;rios, contra 9 mil comprados no exterior durante o ano passado.&lt;br&gt;
Fonte : Jornal do Com&amp;#233;rcio - RS &lt;br&gt;
Data : 29/12/2011  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:06:32 -0200</pubDate></item><item><title>MULTITERMINAIS AMPLIA AS OPERA&amp;#199;&amp;#213;ES DE CONT&amp;#202;INERES</title><description>Dois port&amp;#234;ineres, usados para manuseio dos cont&amp;#234;ineres nos navios, produzidos pela chinesa ZPMC, j&amp;#225; chegaram &amp;#224; MultiRio, a empresa de carga geral do grupo &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Multiterminais, com opera&amp;#231;&amp;#245;es de cont&amp;#234;ineres e carros no porto do Rio, come&amp;#231;ou a receber novos equipamentos importados da China dentro do projeto de expans&amp;#227;o que prev&amp;#234; investimentos de mais de R$ 400 milh&amp;#245;es para dobrar a capacidade de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas at&amp;#233; 2014. Dois port&amp;#234;ineres, usados para manuseio dos cont&amp;#234;ineres nos navios, produzidos pela chinesa ZPMC, j&amp;#225; chegaram &amp;#224; MultiRio, a empresa de carga geral do grupo, e v&amp;#227;o permitir aumentar a produtividade do terminal em 25% a partir de 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com os novos equipamentos, o movimento da MultiRio vai passar dos atuais 43 cont&amp;#234;ineres/hora para 54 unidades/hora em 2012. Em dezembro de 2014, a produtividade deve atingir 80 unidades/hora. Os novos port&amp;#234;ineres t&amp;#234;m maior alcance, podendo pegar at&amp;#233; 19 fileiras de cont&amp;#234;ineres ao largo do navio e custaram US$ 15 milh&amp;#245;es. A MultiRio vai fechar o ano com movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de 256 mil TEUs (cont&amp;#234;iner equivalente a 20 p&amp;#233;s), com crescimento de 16% sobre 2010. Para 2012, prev&amp;#234; crescer 8%. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Luiz Henrique Carneiro, presidente da MultiRio e da MultiCar, especializada na log&amp;#237;stica portu&amp;#225;ria de carros, disse que no projeto de expans&amp;#227;o est&amp;#227;o previstos seis port&amp;#234;ineres, dos quais tr&amp;#234;s j&amp;#225; est&amp;#227;o no terminal (o terceiro alcan&amp;#231;a 17 fileiras de cont&amp;#234;ineres). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O plano tamb&amp;#233;m considera a compra de 30 RTGs, p&amp;#244;rticos rolantes para empilhar cont&amp;#234;ineres nos p&amp;#225;tios. Hoje, &amp;#233; esperado no terminal um navio que vai desembarcar 6 RTGs tamb&amp;#233;m produzidos pela ZPMC, que custaram US$ 8 milh&amp;#245;es. Os RTGs v&amp;#227;o permitir aumentar a capacidade instalada do terminal em 40%, dos atuais 420 mil TEUs para 585 mil TEUs em 2012. Em 2014, a capacidade da MultiRio ser&amp;#225; de 1 milh&amp;#227;o de TEUs. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Carneiro disse que os investimentos em equipamentos somam R$ 175 milh&amp;#245;es, cerca de 40% do desembolso previsto na expans&amp;#227;o do grupo, que &amp;#233; de R$ 444 milh&amp;#245;es. O valor engloba a compra de equipamentos e obras civis no terminal. O valor a ser investido era maior, de R$ 492 milh&amp;#245;es, mais caiu 10% como resultado da prorroga&amp;#231;&amp;#227;o at&amp;#233; 31 de dezembro de 2015 do Reporto, regime tribut&amp;#225;rio especial que isenta ou suspende tributos federais na compra de equipamentos portu&amp;#225;rios. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Carneiro acrescentou que est&amp;#225; em curso o licenciamento ambiental das obras de expans&amp;#227;o dos terminais, no Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que recebeu os relat&amp;#243;rios em outubro. Os dois terminais (MultiRio e MultiCar) t&amp;#234;m juntos 712 metros de cais, comprimento que vai ser ampliado para 1.160 metros. A expans&amp;#227;o do ber&amp;#231;o, aliada a uma dragagem j&amp;#225; realizada, permitir&amp;#225; &amp;#224; MultiRio n&amp;#227;o s&amp;#243; receber navios de maior capacidade como tamb&amp;#233;m atender grandes embarca&amp;#231;&amp;#245;es, simultaneamente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Carneiro afirmou que em 2012 a empresa deve lan&amp;#231;ar licita&amp;#231;&amp;#227;o para contratar um pacote de obras com empreiteiras para expans&amp;#227;o dos cais e a constru&amp;#231;&amp;#227;o do edif&amp;#237;cio-garagem da MultiCar.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 29/12/2011  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:06:10 -0200</pubDate></item><item><title>MMX ACERTA TRANSPORTE FERROVI&amp;#193;RIO</title><description>O contrato prev&amp;#234; o escoamento de at&amp;#233; 36 milh&amp;#245;es de toneladas de min&amp;#233;rio por ano at&amp;#233; 2026, com tarifa de R$ 26,46 por tonelada &amp;#250;mida, l&amp;#237;quida de impostos &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A MMX - bra&amp;#231;o de minera&amp;#231;&amp;#227;o do grupo EBX, do empres&amp;#225;rio Eike Batista - fechou contrato com a empresa ferrovi&amp;#225;ria MRS Log&amp;#237;stica para o transporte do min&amp;#233;rio de ferro produzido por suas minas na regi&amp;#227;o do quadril&amp;#225;tero ferr&amp;#237;fero de Minas Gerais at&amp;#233; o porto Sudeste, no Rio de Janeiro. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O contrato prev&amp;#234; o escoamento de at&amp;#233; 36 milh&amp;#245;es de toneladas de min&amp;#233;rio por ano at&amp;#233; 2026, com tarifa de R$ 26,46 por tonelada &amp;#250;mida, l&amp;#237;quida de impostos. Essa tarifa ter&amp;#225; reajustes anuais com base nas varia&amp;#231;&amp;#245;es da infla&amp;#231;&amp;#227;o medida pelo IGP-DI e do pre&amp;#231;o do &amp;#243;leo diesel. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A MMX diz que o contrato n&amp;#227;o prev&amp;#234; investimentos seus na estrutura ferrovi&amp;#225;ria da MRS, mas as partes poder&amp;#227;o discutir ajustes na tarifa no caso de eventuais mudan&amp;#231;as tecnol&amp;#243;gicas ou da necessidade de investimentos adicionais em infraestrutura para garantir o atendimento aos volumes da mineradora. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em comunicado, Guilherme Escalh&amp;#227;o, presidente da MMX, afirmou que a assinatura do contrato completa o conjunto de a&amp;#231;&amp;#245;es necess&amp;#225;rias para o desenvolvimento da companhia, al&amp;#233;m de garantir a integra&amp;#231;&amp;#227;o log&amp;#237;stica do Sistema Sudeste. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Com as reservas de Serra Azul (onde est&amp;#225; parte das minas da empresa) certificadas, o transporte ferrovi&amp;#225;rio contratado e o porto pr&amp;#243;prio em avan&amp;#231;ado est&amp;#225;gio de constru&amp;#231;&amp;#227;o, a MMX consolida seu projeto de expans&amp;#227;o&quot;, afirmou o executivo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo a mineradora, o contrato prev&amp;#234; ainda uma flexibilidade de at&amp;#233; 10% para mais ou 15% para menos nos volumes anuais contratados, que tamb&amp;#233;m est&amp;#227;o sujeitos &amp;#224; cl&amp;#225;usula de obriga&amp;#231;&amp;#227;o de compra (take or pay) em 80% da tonelagem total definida.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 29/12/2011  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:05:58 -0200</pubDate></item><item><title>CARGA DA MRS EST&amp;#193; IMPEDIDA DE PASSAR POR S&amp;#195;O PAULO</title><description>A ferrovia utilizada pela companhia est&amp;#225; interditada devido ao risco de desabamento de um edif&amp;#237;cio pr&amp;#243;ximo &amp;#224; linha &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Composi&amp;#231;&amp;#245;es da MRS Log&amp;#237;stica est&amp;#227;o impedidas desde domingo (25) de passar pelo munic&amp;#237;pio de S&amp;#227;o Paulo. A ferrovia utilizada pela companhia est&amp;#225; interditada devido ao risco de desabamento de um edif&amp;#237;cio pr&amp;#243;ximo &amp;#224; linha. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo informa&amp;#231;&amp;#245;es, a MRS est&amp;#225; impedida de transportar diversas cargas pelo trecho. O caso mais cr&amp;#237;tico &amp;#233; de min&amp;#233;rio de bauxita para a f&amp;#225;brica de alum&amp;#237;nio da Votorantim Metais - CBA, que fica pr&amp;#243;ximo de Sorocaba (SP). S&amp;#227;o dois embarques por dia, totalizando 5 mil toneladas da mat&amp;#233;ria-prima. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A assessoria da Votorantim Metais informou desconhecer o fato e declarou que a &quot;f&amp;#225;brica da empresa [no munic&amp;#237;pio de Alum&amp;#237;nio] opera normalmente&quot;. A antiga CBA tem capacidade de produzir 480 mil toneladas ao ano do metal, o que exige mais de 5 mil toneladas por dia de bauxita para suprir as linhas de produ&amp;#231;&amp;#227;o de alumina. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Procurada, a MRS informou que realmente est&amp;#225; impedida de transitar e que &quot;aguarda uma solu&amp;#231;&amp;#227;o da CPTM, dona da linha, junto &amp;#224;s autoridades, como Defesa Civil&quot; para retomar a normalidade do transporte nesse trecho. O Valor apurou que outras cargas, como a&amp;#231;o da Cia. Sider&amp;#250;rgica Nacional (CSN) oriundo de Volta Redonda (RJ) com destino a Campinas (SP) e ao sul do pa&amp;#237;s, tamb&amp;#233;m est&amp;#227;o afetadas, al&amp;#233;m de areia e enxofre. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os trilhos usados pela MRS pertencem &amp;#224; Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - a CPTM, empresa do Estado respons&amp;#225;vel pelo transporte de passageiros por ferrovias de superf&amp;#237;cie. Al&amp;#233;m das cargas da MRS, trens da pr&amp;#243;pria CPTM est&amp;#227;o com restri&amp;#231;&amp;#245;es de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o. Duas linhas (7-Rubi e 8-Diamante), que transportam em m&amp;#233;dia 873 mil usu&amp;#225;rios diariamente, foram afetadas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Embora a CPTM tenha restringido a opera&amp;#231;&amp;#227;o no trecho desde quinta-feira, a interdi&amp;#231;&amp;#227;o foi feita oficialmente pela prefeitura na segunda-feira (26) devido ao mau estado de conserva&amp;#231;&amp;#227;o de um edif&amp;#237;cio que fica ao lado da ferrovia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O pr&amp;#233;dio foi danificado por um inc&amp;#234;ndio que atingiu h&amp;#225; uma semana (dia 22) a Favela do Moinho, na regi&amp;#227;o de Campos El&amp;#237;seos - no centro de S&amp;#227;o Paulo. A circula&amp;#231;&amp;#227;o de trens, diz a prefeitura, pode agravar a situa&amp;#231;&amp;#227;o - provocando, inclusive, seu desabamento. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em nota, a assessoria da CPTM informou que o pr&amp;#233;dio amea&amp;#231;ado &amp;#233; da antiga Rede Ferrovi&amp;#225;ria Federal e, por isso, est&amp;#225; solicitando &quot;provid&amp;#234;ncias urgentes&quot; &amp;#224; Secretaria do Patrim&amp;#244;nio da Uni&amp;#227;o para restabelecer a opera&amp;#231;&amp;#227;o da linha. Entretanto, a secretaria informou ao Valor que o im&amp;#243;vel n&amp;#227;o pertence &amp;#224; Uni&amp;#227;o. O edif&amp;#237;cio de seis andares teria ido a leil&amp;#227;o pelo munic&amp;#237;pio em 1999 e hoje seria de propriedade privada. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Informada sobre o posicionamento da secretaria, a assessoria de imprensa da prefeitura informou que est&amp;#225; apurando o fato. No Auto de Interdi&amp;#231;&amp;#227;o, a prefeitura exigiu do propriet&amp;#225;rio a consolida&amp;#231;&amp;#227;o (reforma) ou a demoli&amp;#231;&amp;#227;o do edif&amp;#237;cio. No documento, n&amp;#227;o foi estipulado um prazo para as provid&amp;#234;ncias. A secretaria ainda informou que a Advocacia Geral da Uni&amp;#227;o (AGU) entrou com a&amp;#231;&amp;#227;o na Justi&amp;#231;a contestando o leil&amp;#227;o realizado. Procurada, a AGU n&amp;#227;o tinha um porta-voz dispon&amp;#237;vel para comentar o assunto imediatamente. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os problemas que a MRS enfrenta por compartilhar a linha com a CPTM s&amp;#227;o amplamente debatidos no setor. Em setembro, o Valor noticiou que os governos federal e estadual chegaram a um consenso para construir o chamado Ferroanel, trecho de 66 km entre Campo Limpo Paulista (por onde passam trens vindos de Campinas) e Engenheiro Manoel Feio (a caminho do porto de Santos) que a MRS usaria para contornar a capital. Hoje, as composi&amp;#231;&amp;#245;es de carga s&amp;#243; podem atravessar a Grande S&amp;#227;o Paulo durante as janelas de ociosidade nas opera&amp;#231;&amp;#245;es da CPTM. A pr&amp;#243;pria MRS admitiu, na &amp;#233;poca, financiar parcialmente a obra, or&amp;#231;ada em mais de R$ 1 bilh&amp;#227;o.&lt;br&gt;
Fonte : Valor Econ&amp;#244;mico &lt;br&gt;
Data : 29/12/2011  &lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:05:43 -0200</pubDate></item><item><title>REGIME ESPECIAL DE TRIBUTA&amp;#199;&amp;#195;O PARA INVESTIMENTO EM PORTOS &amp;#201; PRORROGADO</title><description>RIO - O governo prorrogou a suspens&amp;#227;o e a isen&amp;#231;&amp;#227;o de impostos federais para investimentos nos portos at&amp;#233; o fim de 2015. &amp;#192;s v&amp;#233;speras do Natal, os terminais portu&amp;#225;rios ganharam um presente que lhes garante desonera&amp;#231;&amp;#245;es tribut&amp;#225;rias de at&amp;#233; 30% nas compras de m&amp;#225;quinas, equipamentos e outros bens utilizados na movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas nos portos. A medida foi assegurada pela Medida Provis&amp;#243;ria 556, de 23 de dezembro de 2011, que prorrogou o Regime Tribut&amp;#225;rio para Incentivo &amp;#224; Moderniza&amp;#231;&amp;#227;o e &amp;#224; Amplia&amp;#231;&amp;#227;o da Estrutura Portu&amp;#225;ria (Reporto) por mais quatro anos, at&amp;#233; 31 de dezembro de 2015.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Reporto, um regime tribut&amp;#225;rio especial para investimento nos portos, venceria no dia 31 de dezembro deste ano. &quot;O governo se mostrou sens&amp;#237;vel em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; necessidade de renovar o Reporto&quot;, disse S&amp;#233;rgio Salom&amp;#227;o, presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira dos Terminais de Cont&amp;#234;ineres de Uso P&amp;#250;blico (Abratec).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Abratec foi uma das entidades envolvidas nas discuss&amp;#245;es com o governo para renovar o Reporto, regime que suspende e isenta tributos federais como imposto de importa&amp;#231;&amp;#227;o, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e as contribui&amp;#231;&amp;#245;es PIS/Pasep e Cofins. Salom&amp;#227;o disse que por delibera&amp;#231;&amp;#227;o do Conselho Nacional de Pol&amp;#237;tica Fazend&amp;#225;ria (Confaz) tamb&amp;#233;m existe desonera&amp;#231;&amp;#227;o de ICMS em Estados portu&amp;#225;rios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No total, seis entidades ligadas aos setores de log&amp;#237;stica portu&amp;#225;ria e ao com&amp;#233;rcio exterior formaram uma esp&amp;#233;cie de movimento empresarial pela renova&amp;#231;&amp;#227;o do Reporto. Salom&amp;#227;o afirmou que a prorroga&amp;#231;&amp;#227;o foi aprovada por unanimidade pelo conselho de ministros da C&amp;#226;mara de Com&amp;#233;rcio Exterior (Camex), inst&amp;#226;ncia respons&amp;#225;vel pela an&amp;#225;lise do tema. Aprovado na Camex, o assunto seguiu para a Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica, que o incluiu na MP 556, disse Salom&amp;#227;o. Tamb&amp;#233;m podem se beneficiar do regime empresas de dragagem, recintos alfandegados de zona secund&amp;#225;ria e centros de treinamento profissional inclu&amp;#237;dos na Lei dos Portos (8.630, de 1993). &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Essa foi a terceira renova&amp;#231;&amp;#227;o do Reporto, institu&amp;#237;do pela primeira vez em 2004 e que, em 2007, foi prorrogado para valer at&amp;#233; 2011. Salom&amp;#227;o disse que, desde agosto de 2004 at&amp;#233; dezembro de 2011, as empresas ligadas &amp;#224; Abratec investiram US$ 484 milh&amp;#245;es na compra de m&amp;#225;quinas e de equipamentos para uso nos terminais valendo-se deste regime tribut&amp;#225;rio. &quot;Se n&amp;#227;o houvesse o Reporto, o custo do investimento seria 30% maior&quot;, disse Salom&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na compra de um portainer, equipamento utilizado para carregar e descarregar cont&amp;#234;ineres nos navios, com valor de US$ 10 milh&amp;#245;es, o Reporto pode representar para o terminal uma economia de US$ 3 milh&amp;#245;es, nos c&amp;#225;lculos da Abratec. Segundo a entidade, somente &amp;#233; enquadrada no Reporto a importa&amp;#231;&amp;#227;o de bem sem similar nacional que garanta condi&amp;#231;&amp;#245;es de pre&amp;#231;o, qualidade e prazo de entrega.&lt;br&gt;
Fonte: Valor Econ&amp;#244;mico/Francisco Goes&lt;br&gt;
Data : 29/11/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:05:31 -0200</pubDate></item><item><title>MPX, DE EIKE, PREV&amp;#202; CHEGAR A R$ 1 BI</title><description>A MPX Energia, do empres&amp;#225;rio Eike Batista, prev&amp;#234; chegar a seu primeiro bilh&amp;#227;o de faturamento no pr&amp;#243;ximo ano. A empresa finalmente vai sair de sua fase pr&amp;#233;-operacional e dar um salto em seu faturamento que neste ano ser&amp;#225; de R$ 150 milh&amp;#245;es. Cerca de 1.100 MW de duas usinas termel&amp;#233;tricas (Itaqui e Pec&amp;#233;m I, em sociedade com a EDP) v&amp;#227;o entrar em opera&amp;#231;&amp;#227;o em 2012. Apesar de um atraso de cerca de dois meses nas obras, em fun&amp;#231;&amp;#227;o de greve dos funcion&amp;#225;rios, o faturamento n&amp;#227;o deve ficar comprometido. Ainda no pr&amp;#243;ximo ano tamb&amp;#233;m devem entrar em fase de testes as primeiras turbinas das t&amp;#233;rmicas adquiridas do Bertin e que v&amp;#227;o usar o g&amp;#225;s descoberto pelas empresas do grupo no Maranh&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O plano de neg&amp;#243;cios da companhia prev&amp;#234; a instala&amp;#231;&amp;#227;o de um parque gerador de 11 mil MW, sendo 10 mil MW em t&amp;#233;rmicas movidas a carv&amp;#227;o e g&amp;#225;s natural no Brasil, Col&amp;#244;mbia e Chile. Na Col&amp;#244;mbia, a ideia &amp;#233; fazer em breve uma planta de autogera&amp;#231;&amp;#227;o para ser usada na explora&amp;#231;&amp;#227;o de carv&amp;#227;o pela pr&amp;#243;pria empresa. A atividade exige cerca de 200 MW. No Chile, os projetos s&amp;#227;o de 2.100 MW. No Brasil, a empresa vai aproveitar sua vantagem competitiva de possuir os direitos de explora&amp;#231;&amp;#227;o de g&amp;#225;s no Maranh&amp;#227;o para colocar os projetos em opera&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As empresas OGX e MPX, ambas do grupo de Eike Batista, querem ampliar a explora&amp;#231;&amp;#227;o no Estado e j&amp;#225; pediram a aprova&amp;#231;&amp;#227;o do Minist&amp;#233;rio de Minas e Energia para volumes adicionais de explora&amp;#231;&amp;#227;o, que v&amp;#227;o permitir participar de novos leil&amp;#245;es e tamb&amp;#233;m fazer novas aquisi&amp;#231;&amp;#245;es. Na semana passada, os campos de Gavi&amp;#227;o Azul e Gavi&amp;#227;o Real tiveram licen&amp;#231;as ambientais emitidas para explora&amp;#231;&amp;#227;o de seis milh&amp;#245;es de metros c&amp;#250;bicos. Todo esse g&amp;#225;s est&amp;#225; comprometido para a gera&amp;#231;&amp;#227;o de energia dos 660 MW das usinas adquiridas do grupo Bertin e tamb&amp;#233;m para a t&amp;#233;rmica Maranh&amp;#227;o III, de 500 MW, que teve energia comercializada no leil&amp;#227;o de curto prazo desse ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;S&amp;#243; n&amp;#227;o tivemos t&amp;#233;rmica no leil&amp;#227;o da semana passada (de longo prazo) porque n&amp;#227;o havia licen&amp;#231;a para o g&amp;#225;s, mas isso muda para o pr&amp;#243;ximo leil&amp;#227;o (o de curto prazo)&quot;, diz o presidente da MPX, Eduardo Karrer. A empresa foi a &amp;#250;nica capaz de competir com a Petrobras no leil&amp;#227;o para vender energia. Os pre&amp;#231;os ca&amp;#237;ram fortemente e ficaram em torno de R$ 100 o MWh, justamente pelo fato de as duas empresas serem donas do g&amp;#225;s.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Al&amp;#233;m de t&amp;#233;rmicas, a MPX j&amp;#225; planeja expandir sua base de gera&amp;#231;&amp;#227;o para outras fontes, como hidrel&amp;#233;tricas, e&amp;#243;licas e solar. Em hidrel&amp;#233;tricas chegou a analisar o projeto S&amp;#227;o Roque, vendido na semana passada, mas desistiu do processo. J&amp;#225; em solar, o segundo megawatt da MPX dever&amp;#225; entrar em opera&amp;#231;&amp;#227;o neste ano e apesar de ser apenas uma planta piloto est&amp;#225; sendo usado como teste para que a companhia ganhe competitividade quando os primeiros leil&amp;#245;es dessa fonte sejam realizados pelo governo federal.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em e&amp;#243;licas, Karrer diz que a empresa est&amp;#225; em atraso em rela&amp;#231;&amp;#227;o aos seus concorrentes, mas ele acredita que os pre&amp;#231;os da energia e&amp;#243;lica est&amp;#227;o hoje em patamares irracionais. A energia dos ventos foi negociada no &amp;#250;ltimo leil&amp;#227;o a R$ 102 o MWh e chegou a ser vendida por menos de R$ 100 no leil&amp;#227;o de curto prazo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2012, os investimentos do grupo v&amp;#227;o somar R$ 1,6 bilh&amp;#227;o para os projetos que j&amp;#225; tiveram energia comercializada. Se fechar novas aquisi&amp;#231;&amp;#245;es, poder&amp;#225; fazer novas opera&amp;#231;&amp;#245;es como a emiss&amp;#227;o de deb&amp;#234;ntures convers&amp;#237;veis neste ano adquiridas por G&amp;#225;vea e BNDESPar.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico/Por Josette Goulart | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 17:18:57 -0200</pubDate></item><item><title>CLIMA NA AM&amp;#201;RICA DO SUL VOLTA A IMPULSIONAR GR&amp;#195;OS</title><description>O clima seco em importantes regi&amp;#245;es produtoras da Am&amp;#233;rica do Sul, sobretudo na Argentina e no Brasil, continua a oferecer sustenta&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s cota&amp;#231;&amp;#245;es internacionais dos principais gr&amp;#227;os neste fim de ano. Ontem, na bolsa de Chicago, os contratos futuros de milho, trigo e soja registraram fortes altas e alcan&amp;#231;aram seus maiores valores em seis semanas por conta dos reflexos do fen&amp;#244;meno La Ni&amp;#241;a, e o fator seguir&amp;#225; como protagonista entre os fundamentos de oferta e demanda pelo menos at&amp;#233; fevereiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No mercado de soja, os contratos com vencimento em mar&amp;#231;o, que atualmente ocupam a segunda posi&amp;#231;&amp;#227;o de entrega (normalmente a de maior liquidez), fecharam a US$ 12,0950 por bushel (medida equivalente a 27,2 quilos), com valoriza&amp;#231;&amp;#227;o di&amp;#225;ria de 3,16%. Segundo c&amp;#225;lculos do Valor Data, com isso a queda acumulada do gr&amp;#227;o em 2011 diminuiu para 13,79%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No caso do milho, a segunda posi&amp;#231;&amp;#227;o (maio) encerrou a sess&amp;#227;o a US$ 6,4125 por bushel (25,2 quilos). A alta foi de 2,11%, e neste ano h&amp;#225; valoriza&amp;#231;&amp;#227;o de 0,75%. No trigo, a segunda posi&amp;#231;&amp;#227;o (maio) subiu 3,52%, o que reduziu a baixa acumulada em 2011 para 19,34%.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No momento os holofotes do &quot;weather market&quot; sul-americano est&amp;#227;o mais concentrados na Argentina. A principal regi&amp;#227;o agr&amp;#237;cola do pa&amp;#237;s, a chamada &quot;Pampa &amp;#218;mida&quot;, n&amp;#227;o recebe chuvas j&amp;#225; h&amp;#225; alguns dias e, provavelmente, assim continuar&amp;#225; at&amp;#233; domingo, conforme a consultoria Clima Campo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No pa&amp;#237;s, &amp;#233; o milho que nesta fase do desenvolvimento das lavouras precisa de mais &amp;#225;gua. A soja &amp;#233; mais resistente e pode resistir um pouco mais. At&amp;#233; choveu na &amp;#250;ltima sexta-feira em polos importantes, mas no norte de Buenos Aires e no sul das Prov&amp;#237;ncias de Santa Fe, C&amp;#243;rdoba e Entre R&amp;#237;os os d&amp;#233;ficits h&amp;#237;dricos continuam preocupantes. Vale lembrar que o trigo n&amp;#227;o sofre mais riscos no vizinho, mas seus pre&amp;#231;os guardam rela&amp;#231;&amp;#227;o principalmente com os do milho, j&amp;#225; que ambos t&amp;#234;m mercados consumidores em comum.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Conforme a consultoria Somar, no Rio Grande do Sul tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o dever&amp;#225; chover at&amp;#233; o fim do ano, o que n&amp;#227;o &amp;#233; bom para a soja. Mas por aqui os temores s&amp;#227;o bem menores, uma vez que na regi&amp;#227;o Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso, as chuvas tendem a ser abundantes at&amp;#233; o in&amp;#237;cio de janeiro.&lt;br&gt;
Fonte:Valor Econ&amp;#244;mico/Fernando Lopes | De S&amp;#227;o Paulo&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 17:18:34 -0200</pubDate></item><item><title>ESTADO DEVE RECEBER 3 MILH&amp;#213;ES DE TURISTAS NESTA TEMPORADA</title><description>O estado do Rio de Janeiro deve receber durante o ver&amp;#227;o cerca de 3 milh&amp;#245;es de turistas vindos de toda a parte do Brasil e do mundo, de acordo com estimativa do governo estadual. Desse total que visitar&amp;#227;o ao Rio, no per&amp;#237;odo de dezembro de 2011 a mar&amp;#231;o de 2012, 2,2 milh&amp;#245;es de visitantes s&amp;#227;o brasileiros e 754 mil s&amp;#227;o estrangeiros. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O governo estadual informou ainda que os turistas devem injetar US$ 2,2 bilh&amp;#245;es na economia do estado, n&amp;#250;mero que supera o valor arrecadado em 2010, quando 2,6 milh&amp;#245;es de pessoas visitaram a capital, gerando US$ 1,9 bilh&amp;#227;o de movimenta&amp;#231;&amp;#227;o financeira. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Muitos dos visitantes chegam em transatl&amp;#226;nticos. Segundo o governo do estado, somente nos dias 30 e 31 de dezembro, mais de 25 mil pessoas v&amp;#227;o desembarcar no Terminal Internacional de Cruzeiros do P&amp;#237;er Mau&amp;#225; para passar o R&amp;#233;veillon na cidade, o que representa um refor&amp;#231;o de US$ 7,5 milh&amp;#245;es na economia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Segundo c&amp;#225;lculo da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira dos Operadores de Turismo Receptivo Internacional (BITO), cada turista mar&amp;#237;timo gasta, em m&amp;#233;dia, US$ 300 por dia. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na sexta-feira, quatro navios v&amp;#227;o atracar no porto e, no s&amp;#225;bado, cinco. Na semana passada, 23 navios atracaram no porto e 70 mil turistas mar&amp;#237;timos passaram pelo terminal, gastando cerca de US$ 20 milh&amp;#245;es na capital. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que, at&amp;#233; abril de 2012, 700 mil turistas mar&amp;#237;timos cheguem ao Rio.&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 17:18:21 -0200</pubDate></item><item><title>MARINHA AUMENTA FISCALIZA&amp;#199;&amp;#195;O PARA EVITAR SUPERLOTA&amp;#199;&amp;#195;O EM BARCOS</title><description>A superlota&amp;#231;&amp;#227;o nos barcos de passeio &amp;#233; um dos principais cuidados que a a Marinha tem para garantir a seguran&amp;#231;a de turistas e cariocas, principalmente no ver&amp;#227;o, quando cresce o turismo n&amp;#225;utico, disse na manh&amp;#227; desta quinta-feira o capit&amp;#227;o dos Portos, Walter Eduardo Bombardia.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Ele explica que, de dezembro at&amp;#233; mar&amp;#231;o, a Marinha intensifica a fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o em Angra dos Reis, no Sul Fluminense, e em Cabo Frio, Arraial do Cabo e B&amp;#250;zios, na Regi&amp;#227;o dos Lagos, para coibir abusos. Segundo o capit&amp;#227;o, inspetores navais s&amp;#227;o deslocados para os pontos de embarque dos turistas para garantir que n&amp;#227;o ocorra superlota&amp;#231;&amp;#227;o nas embarca&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O controle &amp;#233; eficiente porque o turismo n&amp;#225;utico &amp;#233; concentrado em pontos fixos de embarque e desembarque&quot;, disse ele.&lt;br&gt;
O capit&amp;#227;o explicou que a dist&amp;#226;ncia m&amp;#237;nima que um barco a motor tem de manter da praia &amp;#233; de 200 metros. Mas a lei permite que o barco se aproxime da praia se n&amp;#227;o houver banhistas e em velocidade muito reduzida.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em 2010, segundo o capit&amp;#227;o, foram 20 acidentes com barcos, com duas mortes. Este ano, 15 acidentes deixaram dois mortos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sobre as balsas que ser&amp;#227;o usadas no r&amp;#233;veillon para a queima de fogos, ele disse que, do total de 17, 11 j&amp;#225; foram periciadas. As demais devem passar por per&amp;#237;cia ainda nesta quinta. A dist&amp;#226;ncia entre elas deve ser de 300 a 330 metros e as balsas devem ficar a 450 metros da areia.&lt;br&gt;
Fonte : G1 - O Portal de Not&amp;#237;cias da Globo&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;
&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 17:17:07 -0200</pubDate></item><item><title>CODESP ESPERA QUE EMENDA CONSIGA GARANTIR VTMIS</title><description>A Codesp ainda espera uma modifica&amp;#231;&amp;#227;o na Medida Provis&amp;#243;ria (MP) 556, que prorrogou a vig&amp;#234;ncia do programa Reporto, para a inclus&amp;#227;o de uma emenda de seu interesse. A estatal quer isen&amp;#231;&amp;#227;o de impostos para a implanta&amp;#231;&amp;#227;o do sistema de monitoramento e informa&amp;#231;&amp;#245;es de tr&amp;#225;fego de navios (VTMIS) no Porto de Santos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;A MP 556 prorrogou o prazo do Reporto e a expectativa da Codesp &amp;#233; que inclus&amp;#245;es ocorram posteriormente, contemplando os equipamentos necess&amp;#225;rios &amp;#224; implanta&amp;#231;&amp;#227;o do VTMIS&quot;, informou a Companhia Docas do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Codesp), em nota enviada em resposta a questionamentos encaminhados por A Tribuna nesta segunda-feira.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Reporto (Regime Tribut&amp;#225;rio para Incentivo &amp;#224; Moderniza&amp;#231;&amp;#227;o e &amp;#224; Amplia&amp;#231;&amp;#227;o da Estrutura Portu&amp;#225;ria) entrou em vigor em 2004, com o objetivo de reduzir o custo de importa&amp;#231;&amp;#227;o de equipamentos para movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas nos portos brasileiros.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O regime prev&amp;#234; a redu&amp;#231;&amp;#227;o da carga tribut&amp;#225;ria, tornando estes aparelhos at&amp;#233; 50% mais baratos. Pode ser aplicado em caso de compra de equipamentos sem similares nacionais.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A n&amp;#227;o inclus&amp;#227;o dos aparelhos do VTMIS na MP &amp;#233; uma derrota pol&amp;#237;tica do ministro dos Portos, Jos&amp;#233; Le&amp;#244;nidas Cristino. Ele pediu pessoal mente ao colega da pasta de Desenvolvimento, Fernando Pimentel, uma reda&amp;#231;&amp;#227;o favor&amp;#225;vel a estas m&amp;#225;quinas. A Secretaria de Portos (SEP), chefiada por Cristino, planeja implantar o sistema nos principais complexos brasileiros, incluindo Santos. No entanto, a pasta pode ser extinta em uma reforma ministerial planejada pela presidente da Rep&amp;#250;blica, Dilma Rousseff, para o in&amp;#237;cio do ano que vem.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A MP foi publicada na &amp;#250;ltima segunda-feira, no Di&amp;#225;rio Oficial da Uni&amp;#227;o (DOU), com apenas uma modifica&amp;#231;&amp;#227;o em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao texto que vigorava anteriormente: o prazo. O Reporto venceria no &amp;#250;ltimo dia deste ano. Ap&amp;#243;s a MP, ficar&amp;#225; em vigor at&amp;#233; 31 dezembro de 2015.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&amp;#201; a quarta renova&amp;#231;&amp;#227;o do regime. As anteriores ocorreram em 2007, 2008 e 2010. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Esperan&amp;#231;a&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como toda MP, a 556 entrou em vigor no ato de sua publica&amp;#231;&amp;#227;o. No entanto, ainda tramitar&amp;#225; na C&amp;#226;mara Federal e no Senado nos 45 dias seguintes a sua ado&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Este per&amp;#237;odo ser&amp;#225; marcado por negocia&amp;#231;&amp;#245;es para modificar o texto proposto pelo Planalto. Mudan&amp;#231;as podem ser feitas por meio de emendas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Neste &amp;#237;nterim, outros assuntos sem afinidade com a quest&amp;#227;o da isen&amp;#231;&amp;#227;o de tributos dever&amp;#227;o ser inclu&amp;#237;dos na MP. O motivo &amp;#233; que uma medida provis&amp;#243;ria pode conter v&amp;#225;rias decis&amp;#245;es, desde que sobre temas correlatos. A reda&amp;#231;&amp;#227;o de uma MP sobre porto d&amp;#225; margem para inclus&amp;#227;o de outros t&amp;#243;picos ligados ao setor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A MP 556 ter&amp;#225; 45 dias para passar pelas duas casas legislativas, prazo que pode ser ampliado por igual per&amp;#237;odo. Depois disso, se ainda n&amp;#227;o houver defini&amp;#231;&amp;#227;o, a pauta ordin&amp;#225;ria ser&amp;#225; trancada para aprecia&amp;#231;&amp;#227;o da mat&amp;#233;ria.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Entendimento&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O secret&amp;#225;rio estadual de Turismo de S&amp;#227;o Paulo, M&amp;#225;rcio Fran&amp;#231;a, foi o relator da pen&amp;#250;ltima medida provis&amp;#243;ria que estendeu o Reporto, quando era deputado federal (PSB-SP). Ele entende que o texto atual da lei j&amp;#225; beneficia as companhias docas no tocante aos aparelhos para controle de tr&amp;#225;fego de navios.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;Se conseguirem provar que o VTMIS melhora a capacidade para movimenta&amp;#231;&amp;#227;o de cargas (nos portos), &amp;#233; poss&amp;#237;vel conseguir a isen&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, afirmou o secret&amp;#225;rio.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
No caso dos recintos especiais para despacho aduaneiro de exporta&amp;#231;&amp;#227;o (redex), nem depende de interpreta&amp;#231;&amp;#227;o: est&amp;#225; expl&amp;#237;cito. &quot;No texto, est&amp;#225; prevista a compra de equipamentos para terminais retroportu&amp;#225;rios alfandegados&quot;, declarou.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Secretaria de Portos foi novamente procurada para comentar o assunto, mas ningu&amp;#233;m foi encontrado. Um funcion&amp;#225;rio informou nesta ter&amp;#231;a &amp;#224; Reportagem, por telefone, que todos os assessores, al&amp;#233;m do secret&amp;#225;rio-executivo da pasta, M&amp;#225;rio Lima J&amp;#250;nior, est&amp;#227;o em recesso pelas festas de fim de ano.&lt;br&gt;
Fonte: A Tribuna/Samuel Rodrigues&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 17:16:43 -0200</pubDate></item><item><title>OGMO EXIGIR&amp;#193; INTERVALO DE 11 HORAS A PARTIR DO PR&amp;#211;XIMO DIA 17</title><description>Os 7 mil trabalhadores portu&amp;#225;rios avulsos (TPAs, como estivadores, vigias e conferentes) de Santos ter&amp;#227;o de respeitar um intervalo de 11 horas entre duas jornadas de trabalho consecutivas a partir da escala das 13 horas do pr&amp;#243;ximo dia 17. A data para a entrada em vigor da medida foi anunciada na tarde desta quarta pelo &amp;#211;rg&amp;#227;o Gestor de M&amp;#227;o de Obra (Ogmo) de Santos, respons&amp;#225;vel pela escala&amp;#231;&amp;#227;o dos TPAs.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Ogmo havia anunciado, em 21 de novembro &amp;#250;ltimo, que passaria a exigir o intervalo. Mas s&amp;#243; agora definiu a data para a ado&amp;#231;&amp;#227;o da regra.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A mudan&amp;#231;a, pol&amp;#234;mica entre trabalhadores e a comunidade sindical, ser&amp;#225; implantada por exig&amp;#234;ncia do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho, que tamb&amp;#233;m determinou outras a&amp;#231;&amp;#245;es para o Ogmo. Essas outras medidas tamb&amp;#233;m entrar&amp;#227;o em vigor no dia 17, a partir das 13 horas.&lt;br&gt;
Cr&amp;#233;ditos: Carlos Nogueira&lt;br&gt;
Avulsos ter&amp;#227;o de esperar 11 horas, no m&amp;#237;nimo, entre uma e outra jornada de trabalho no Porto de Santos&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em nota divulgada nesta quarta, o &amp;#211;rg&amp;#227;o Gestor explicou que essas modifica&amp;#231;&amp;#245;es na forma de escala&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#227;o necess&amp;#225;rias para a aplica&amp;#231;&amp;#227;o integral da legisla&amp;#231;&amp;#227;o trabalhista portu&amp;#225;ria e atendem &amp;#224; implanta&amp;#231;&amp;#227;o da Conven&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#186; 137 da Organiza&amp;#231;&amp;#227;o Internacional doTrabalho (OIT) e do ISPS Code, a norma antiterrorismo portu&amp;#225;ria e mar&amp;#237;tima. O objetivo principal &amp;#233; garantir o meio ambiente de trabalho adequado, al&amp;#233;m de promover a igualdade de oportunidades de trabalho entre os TPAs.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Atualmente, &amp;#233; comum um avulso ser escalado para um per&amp;#237;odo (das 7 &amp;#224;s 13 horas, por exemplo) e, depois, voltar a se apresentar e ser engajado no seguinte (das 13 &amp;#224;s 19 horas), &quot;dobrando&quot; em seu trabalho.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com o intervalo, o portu&amp;#225;rio ter&amp;#225; de aguardar pelo menos dois per&amp;#237;odos de trabalho para voltar a se apresentar. Assim, a partir do dia 17, se ele for escalado para o per&amp;#237;odo das 13 &amp;#224;s 19 horas, poder&amp;#225; ser engajado apenas no per&amp;#237;odo das 6 &amp;#224;s 13 horas do dia seguinte.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 17:16:15 -0200</pubDate></item><item><title>VISION E INSIGNIA RETORNAM AO PORTO DE SANTOS NESTA QUINTA</title><description>O Terminal Mar&amp;#237;timo de Passageiros Giusfredo Santini - Concais recebe nesta quinta-feira o transatl&amp;#226;ntico Vision of the Seas, da Royal Caribbean, que embarca turistas para passar a virada do ano em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Insignia, da Oceania Cruises, tamb&amp;#233;m chega ao Porto de Santos, mas apenas com passageiros em tr&amp;#226;nsito. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O Vision of the Seas chegou de Ilhabela (SP) por volta das 7 horas e atracou no Cais 25. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que o transatl&amp;#226;ntico deixe o terminal &amp;#224;s 17 horas. Os 1.900 passageiros embarcam para celebrar a chegada de 2012 no Rio de Janeiro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
J&amp;#225; o Insignia atracou no Cais 32 por volta das 7h30.  A embarca&amp;#231;&amp;#227;o deve seguir viagem por volta das 18 horas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O cais santista receber&amp;#225;, nesta sexta-feira, os navios MSC Orchestra, Costa Pac&amp;#237;fica, Costa Victoria e o Splendour of the Seas.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 17:15:30 -0200</pubDate></item><item><title>DEMORA EM LIBERA&amp;#199;&amp;#195;O DE NAVIO-PLATAFORMA FRUSTRA EIKE</title><description>Com 15 dias de atraso e sem que a empresa OSX firmasse o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) exigido pelo Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho, zarpou do porto do Rio, no dia de Natal, o navio-plataforma OSX-1, do grupo EBX. A demora frustrou o empres&amp;#225;rio Eike Batista, dono do EBX. J&amp;#225; estava montada campanha de marketing para divulgar a extra&amp;#231;&amp;#227;o, ainda em 2011, de sua primeira carga de petr&amp;#243;leo. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O &quot;primeiro &amp;#243;leo&quot; deveria ser extra&amp;#237;do na &amp;#250;ltima semana do ano, no anivers&amp;#225;rio de dois anos da descoberta de Waimea, o campo que entrar&amp;#225; em produ&amp;#231;&amp;#227;o na Bacia de Campos, litoral do Estado do Rio. O tempo recorde entre a descoberta e o &quot;primeiro &amp;#243;leo&quot; seria saudado como marca do empreendedorismo e da agilidade de Eike. Waimea &amp;#233; explorado pela petroleira OGX, tamb&amp;#233;m do empres&amp;#225;rio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O prazo foi perdido. Quando o navio chegou de Cingapura, em outubro, o Minist&amp;#233;rio do Trabalho e o Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho, em vistoria conjunta, proibiram a sa&amp;#237;da at&amp;#233; a corre&amp;#231;&amp;#227;o de cerca de 40 irregularidades a bordo, principalmente na &amp;#225;rea de seguran&amp;#231;a, constatadas por auditores. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A OSX informou ter feito os consertos devidos, mas a partida at&amp;#233; Waimea, prevista para 10 de dezembro, n&amp;#227;o ocorreu. Apenas no dia 14 a OSX e a OGX admitiram que a meta do &quot;primeiro &amp;#243;leo&quot; em 2011 n&amp;#227;o poderia ser mais alcan&amp;#231;ada, ao divulgar novo calend&amp;#225;rio para a opera&amp;#231;&amp;#227;o do navio-plataforma. Agora, a data para a extra&amp;#231;&amp;#227;o pioneira &amp;#233; 23 de janeiro de 2012. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O comunicado das empresas do EBX n&amp;#227;o cita a raz&amp;#227;o do atraso. Limita-se a explicar que, &quot;ao longo desse semestre, a OGX focou na execu&amp;#231;&amp;#227;o do processo de prepara&amp;#231;&amp;#227;o para o primeiro &amp;#243;leo, desde a obten&amp;#231;&amp;#227;o de licen&amp;#231;as ambientais at&amp;#233; as instala&amp;#231;&amp;#245;es dos equipamentos que v&amp;#227;o conectar o po&amp;#231;o OGX-26HP ao FPSO OSX-1&quot;. A quest&amp;#227;o do TAC n&amp;#227;o &amp;#233; abordada pela OSX no comunicado com o novo calend&amp;#225;rio. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na &amp;#250;ltima semana de novembro, em reuni&amp;#227;o com a procuradora Fl&amp;#225;via Bauler, do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho, representantes da empresa n&amp;#227;o assinaram o Termo de Ajustamento de Conduta proposto. No documento apresentado pela procuradora, a companhia teria que se comprometer a s&amp;#243; iniciar a opera&amp;#231;&amp;#227;o do OSX-1 em Waimea ap&amp;#243;s o atendimento a todos os questionamentos do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho. Se o TAC n&amp;#227;o fosse assinado, a procuradora avaliaria a possibilidade de abrir um inqu&amp;#233;rito civil p&amp;#250;blico contra a OSX, pedindo &amp;#224; Justi&amp;#231;a o embargo do navio-plataforma. Ela tomar&amp;#225; a decis&amp;#227;o em janeiro, ao final do recesso de fim de ano.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A OSX divulgou nota em que diz que como &quot;todos os itens exigidos pelo Minist&amp;#233;rio do Trabalho foram regularmente cumpridos pela OSX&quot; o &quot;termo proposta pelo MPT (Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho)&quot; perdeu &quot;o objeto&quot;. &quot;O Minist&amp;#233;rio do Trabalho e Emprego emitiu o correspondente termo de desinterdi&amp;#231;&amp;#227;o total do FPSO OSX-1, formalizando a libera&amp;#231;&amp;#227;o do OSX-1 para as suas atividades produtivas. Sendo assim, todas as condutas apontadas pelo MTE e pelo MPT para esta fase pr&amp;#233;-operacional j&amp;#225; est&amp;#227;o plenamente ajustadas&quot;, diz a empresa.&lt;br&gt;
Fonte : A Tribuna Digital&lt;br&gt;
Data : 29/12/2011&lt;br&gt;</description><link></link><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 17:13:24 -0200</pubDate></item></channel></rss>
