IBAMA INTERDITA PORTOS POR FALTA DE LICENÇA AMBIENTAL
Publicado em 07/09/2010 as
12:32 PM
Ação incluiu terminais de Santos e Paranaguá, os principais do país. No Paraná, atividades de carga e descarga foram paralisadas
Catarina Alencastro, Mônica Tavares
e Ana Paula de Carvalho*
BRASÍLIA, CURITIBA e SÃO PAULO.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) decidiu apertar o cerco aos portos que não estão se adequando às exigências da legislação ambiental, editada no fim da década de 90. A ação atingiu em cheio os dois principais terminais do país: Santos e Paranaguá, que não têm licença ambiental. Antonina também foi alvo do Ibama.
O Porto de Santos foi embargado na quarta-feira por cerca de três horas, porque não foram apresentados estudos para regularização de dragagem. As atividades do maior terminal da América Latina, no entanto, não foram paralisadas. Já no Paraná, todas as atividades de carga e descarga foram paralisadas em Paranaguá e Antonina. Os agentes do Ibama lacraram as esteiras de carregamento e o terminal de combustível, e aplicaram multa de R$ 4,8 milhões.
Assim que foi autuada, a Codesp (administradora do porto) entrou em contato com o Ibama em Brasília, que determinou a suspensão do embargo. Segundo a Codesp, a empresa que fará um estudo ambiental para subsidiar o Ibama no processo de licenciamento ambiental do porto assinou contrato no último dia 30 e tem dez meses para concluí-lo.
Já as administrações dos terminais de Paranaguá — o segundo maior do país — e Antonina, ambos no Paraná, descumpriram o Termo de Compromisso que haviam assinado no fim de 2009 para regularização do licenciamento ambiental. A entrega dos planos de emergências ambientais e outros documentos não teria ocorrido nos prazos estipulados.
Em nota, o governo do Paraná disse que recorrerá à Justiça.
Ontem, havia 13 navios atracados em Paranaguá, 45 navios estavam ao largo e 26 navios são esperados. Os portos devem ter prejuízo diário de R$ 600 mil.
O diretor de proteção ambiental do Ibama no Paraná, Luciano Evaristo, disse que foram dadas todas as oportunidades para que a administração de Paranaguá regularizasse a situação: — O porto tem histórico de acidentes graves e não tem plano de emergência e capacidade de resposta para um acidente ambiental e de ameaça às pessoas. Não dá para o segundo maior porto do Brasil trabalhar nessas condições.
O processo de regularização dos dois portos paranaenses começou em 2002. Dois anos depois, os primeiros estudos foram apresentados ao Ibama, que exigiu complementações. Mas elas só foram entregues no início de 2009. Em maio deste ano, o Ibama já havia advertido que tais documentos deveriam ser protocolados em 30 dias. Segundo a diretoria de Licenciamento, já houve oito autuações, desde 2005, por falta de documentos e estudos pactuados no Termo de Compromisso
Fonte : O Globo
Data : 09/07/2010
SONEGAÇÃO NO PETRÓLEO: RECEITA ESTRANHA DEMORA DE EMPRESAS
Publicado em 07/09/2010 as
12:31 PM
Superintendente adjunto diz que é legal rejeição de 40% dos pedidos do Repetro
Chico Otavio
Auditores da Receita Federal disseram ontem estranhar que muitas das empresas que pedem os benefícios do Repetro — regime que suspende tributos para bens usados no setor petrolífero — estariam protelando o cumprimento das exigências. Eles afirmaram que as companhias estariam, por exemplo, demorando a apresentar os documentos exigidos pelo Fisco, para depois desistir do pedido sem esperar pela decisão. Já entidades do setor reclamam da ampliação do tempo usado pela Receita para analisar os benefícios do Repetro, o que travaria o desenvolvimento das atividades.
Uma decisão da CoordenaçãoGeral de Administração Aduaneira (Coana) na Receita, para um caso específico, teria entendido que, enquanto os pedidos tramitam no órgão, as empresas requerentes do Repetro teriam direito à alíquota zero. Essa espécie de “janela” na tributação ajudaria a explicar a tentativa feita por empresas de ampliar o máximo possível o tempo de análise e desistir antes do final.
O superintendente adjunto da Receita no Rio de Janeiro e Espírito Santo, Marcos Vidal, disse que a superintendência, em parecer encaminhado à Coana, foi contra um pleito das empresas, representadas pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (Abespetro) e pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), que reivindicam a concessão de habilitação precária aos que pedem Repetro, enquanto aguardam a análise.
— A lei é clara: só podemos conceder renúncia fiscal a quem tem o direito comprovado — garantiu.
Marcos Vidal disse também que a rejeição de quase 40% dos pedidos de habilitação no Repetro é amparada por lei. Segundo ele, não há posição contrária à concessão do benefício, mas só os que comprovam o direito têm o pedido deferido: — O Repetro é um regime que atende à política econômica, mas isso não dispensa uma análise criteriosa dos pedidos.
Reportagem do GLOBO publicada ontem mostrou que manobras contábeis de empresas que operam nos campos de exploração do Rio e Espírito Santo ajudaram o Repetro a se tornar a maior renúncia fiscal de comércio exterior do Brasil, superando a Zona Franca de Manaus. Desde que a Receita começou a apertar o cerco ao setor, há um ano, foram vetados pedidos que representam cerca de R$ 1,6 bilhão em impostos não recolhidos.
As habilitações rejeitadas, diz Vidal, não atendiam às exigências legais. Para fugir da tributação, as empresas criaram, entre outros artifícios, uma operação triangulada em que contratam uma companhia nacional para operar um navio estrangeiro, ao mesmo tempo em que alugam este mesmo navio de uma empresa estrangeira, como se tudo fosse uma única relação jurídica, destinando geralmente todo o faturamento envolvido para contas abertas em paraísos fiscais, livres de imposto.
Se os contratos não estivessem vinculados, a relação entre a concessionária e a prestadora de serviços nacional sofreria tributação.
A Receita também identificou e barrou artifícios para obter o Repetro, como pedidos vinculados a serviços contratados fora da abrangência do regime (o benefício só inclui equipamentos importados e empregados temporariamente na exploração ou lavra de petróleo), a peças de embarcações que já não operam no país e a empresas não licenciadas pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para operar.
Instituto reclama de espera de mais de um ano Em entrevista anteontem, a coordenadora do comitê tributário do IBP, Elizabeth Pessoa, disse que há contratos aguardando uma posição da Receita há mais de um ano. Segundo ela, seriam elevados os prejuízos causados a uma sonda marítima parada por tanto tempo.
— Desconhecemos qualquer processo parado na Receita há um ano. Todos os processos de 2009 já foram analisados e, se houve demora, isso ocorreu porque as próprias empresas protelaram — disse Vidal.
Segundo ele, ao contrário do que o setor diz, os prazos do processo de habilitação ao Repetro são obrigações das empresas, e não da Receita. Para novos contratos, os pedidos devem ser feitos com antecedência de 60 dias. Para prorrogação, o prazo é de 30 dias. Criado há 11 anos, o Repetro suspende tributos para navios, plataformas, robôs e equipamentos como perfuratrizes e bombas.
Fonte : O Globo
Data : 09/07/2010
IBAMA LANÇA OFENSIVA AMBIENTAL AOS PRINCIPAIS PORTOS DE CARGA DO PAÍS
Publicado em 07/09/2010 as
12:31 PM
Um dia após quatro agentes do escritório do Ibama em São Paulo embargarem e multarem o porto de Santos, o maior do país, o presidente da agência ambiental federal determinou o fechamento dos portos de Paranaguá e Antonina -complexo também importante ao país. A decisão foi tomada devido à falta de compromisso da administração em buscar o licenciamento ambiental do complexo portuário.
Em relação ao primeiro, o Ibama nacional suspendeu a multa de R$ 10 milhões e a determinação de paralisação das operações no cais santista apenas três horas após a notificação ter sido entregue à Codesp.
Nesse caso, o Ibama de Brasília determinou uma sindicância para saber quais as motivações que levaram os agentes a ignorar o processo de licenciamento pelo qual passa o porto de Santos e aplicar a punição.
A situação é mais grave no porto de Paranaguá. O próprio presidente do Ibama, Abelardo Azevedo, determinou o fechamento do porto.
A decisão foi tomada devido à falta de compromisso da administração em buscar o licenciamento ambiental do complexo portuário.
Diferentemente do porto de Santos, administrado por uma empresa vinculada à Secretaria Especial de Portos, o porto paranaense é administrado pela Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), ligada ao governo do Estado do Paraná.
Ontem, alguns terminais (como o de contêineres, o da Petrobras e outros) recorreram à Justiça e obtiveram liminares para manter a operação.
Segundo a administração do porto, a operação de 13 navios foi afetada em decorrência do embargo determinado pelo Ibama. ( Com informações Folha de S. Paulo)
Juiz suspende embargo aos portos do Paraná
O juiz federal de Paranaguá, Marcos Josegrei da Silva, concedeu na madrugada desta sexta-feira (09) uma liminar a favor da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) suspendendo o embargo feito pelo Ibama às atividades dos portos paranaenses.
O juiz determinou que o Ibama retire imediatamente os lacres dos navios e dos equipamentos. Caso isso não ocorra, a própria Appa está autorizada a retirar os lacres e restabelecer a atividade portuária.
Ao conceder a liminar, o juiz pede que a Appa apresente em 30 dias um cronograma ajustado com o Ibama para regularização das questões levantadas.
Para falar sobre o assunto e responder dúvidas da imprensa, o superintendente Mário Lobo Filho vai conceder uma entrevista coletiva nesta sexta-feira (09), às 11h, no auditório da sede da Appa, em Paranaguá.
Fonte : NetMarinha
Data : 09/07/2010
LOCALFRIO RECEBE PRÊMIO DE MELHOR SERVIÇO DE TRANSPORTE E ARMAZENAGEM REFRIGERADO
Publicado em 07/09/2010 as
12:31 PM
O Grupo Localfrio foi contemplado com o troféu Melhores Marcas dos Fornecedores da Alimentação, na categoria Componente Para Transporte Refrigerado (inclui armazenagem), referente ao seu desempenho em 2009.
Para a escolha dos vencedores das 79 categorias (48 de produtos e 31 de serviços), foram ouvidos 3.261 profissionais do mercado da alimentação de todo o país, como executivos das áreas de compras das indústrias e da cadeia de food service (padarias, restaurantes, hotéis, cozinhas industriais e varejo). A indicação dos nomes das empresas foi espontânea e seguiu critérios próprios de cada votante.
O prêmio, em sua terceira edição, é promovido anualmente pela revista Melhores Marcas da Alimentação e pelo Portal Alimentação Fora do Lar e tem por objetivo qualificar os produtos, serviços e equipamentos que atendem às rigorosas exigências do setor.
“A premiação demonstra que nossos profissionais estão gabaritados a oferecer serviços tão diferenciados quanto qualificados. Estamos no caminho certo, enfatizando a excelência”, comemora Marcelo Orpinelli, CEO do Grupo Localfrio.
Localfrio é expositora no ITS 2010
A Localfrio também marca presença na terceira edição da Itajaí Trade Summit - ITS 2010,alt evento destinado a profissionais de grandes, médias e pequenas empresas exportadoras, importadoras, prestadoras de serviços e equipamentos, o ITS é o mais qualificado encontro da área de Logística, Transporte e Comércio Internacional das regiões Sul e Sudeste do Brasil e dos países do Mercosul. Realizado pela NetMarinha, empresa que administra o maior portal de comércio internacional e logística do Brasil. Em 2009, a feira atraiu mais de sete mil visitantes e 60 expositores à cidade portuária de Itajaí (SC).
Paralelamente à feira, acontece o Fórum NetMarinha 2010. Através dele, serão realizados seminários, workshops e debates para trazer ao público as discussões atuais do comércio internacional e logística. Com a participação de representantes da indústria, especialistas e entidades relacionadas à área, serão debatidas questões de interesse do setor no Brasil.
Neste ano, a Itajaí Trade Summit – ITS 2010 acontece entre os dias 15 e 17 de setembro, na cidade portuária de Itajaí (SC). Mais informações estão disponíveis em http://itajai.tradesummit.com.br/alt
Fonte : NetMarinha
Data : 09/07/2010
PORTO DE SANTOS ENTREGA NOVO TRECHO DA AVENIDA PERIMETRAL
Publicado em 07/09/2010 as
12:30 PM
A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) que administra o Porto de Santos, entregou ao tráfego ontem (08/07), as 23h, mais um trecho da Avenida Perimetral da margem direita – a pista de saída do contorno de Outeirinhos. Com toda a sinalização horizontal, vertical e semáforos instalados, resta, apenas, concluir a ciclovia e o plantio de novas mudas de árvores. O novo trecho receberá o fluxo de trânsito hoje concentrado na Avenida Eduardo Guinle, agilizando o tráfego portuário e urbano provenientes dos bairros do Estuário e Ponta da Praia.
Simultaneamente, se desenvolvem os serviços de construção do novo viaduto na região da Praça da Santa. As fundações já têm 85% do total executados, pilares e blocos com 70% concluídos e já se prepara o escoramento para o viaduto. A expectativa é entregar toda a obra, inclusive o trecho Santa/Canal 4, até 30 de novembro próximo, antecipando a conclusão do empreendimento em 7 meses, de forma a propiciar a melhor temporada de cruzeiros marítimos da história do Porto de Santos.
A Obra
A Avenida Perimetral da margem direita é um complexo viário totalmente remodelado para a reordenação viária. Possui uma estrutura capaz de suportar a tonelagem de carretas que chegam a até 70 toneladas, o que demandou, inclusive, a troca de solo ao longo da nova via para garantir um leito que não sofra impacto com esse tráfego. Ainda o redimensionamento das vias, com maior número de pistas, proporciona maior agilidade ao fluxo. O traçado também privilegiou o incremento de linhas ferroviárias, aumentando, significativamente, a participação desse modal como meio de transporte de cargas no Porto.
O projeto contempla a implantação de pistas de entrada e saída, cada uma com 10,5 metros de largura, com 3 faixas de rolamento, separadas por canteiro central de 1,5 metro, dois viadutos e acessos aos terminais. São, no total, 6 quilômetros de vias, desde a Praça Barão do Rio Branco, no Centro, até o canal 4, no Macuco.
A pista de entrada do contorno de Outeirinhos foi entregue ao trânsito no dia 07 de abril último. Esse trecho contempla a utilização da segunda alça do viaduto em forma de “Y”, na confluência com a Rua João Pessoa, permitindo o tráfego de acesso ao Porto a partir do Paquetá até a Praça da Santa. Com essa configuração, o viaduto agiliza e separa o fluxo, eliminando conflitos rodo ferroviários, facilitando acesso a terminais, separando e direcionando o trânsito das cargas de maior demanda como açúcar, grãos e contêineres e segregando o tráfego urbano do portuário. Este viaduto possibilitou um número maior de vagões em cada composição, facilitando o equilíbrio da matriz de transporte e contribuindo para a redução da emissão de CO2.
Em 14 de junho deste ano, a CODESP iniciou o desvio do tráfego rodoviário de cargas em área urbana para intensificar os trabalhos de implantação do novo trecho da Avenida Perimetral da margem direita, entre a Praça da Santa e o Canal 4.
A rota alternativa foi estabelecida juntamente com técnicos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que definiram, ainda, uma série de intervenções no trajeto, como a melhoria da pavimentação e a instalação de sistema semafórico e de sinalização.
Porto de Santos será expostor no ITS 2010
O Porto de Santos estará presente na terceira edição da Feira Itajaí Trade Summit. Destinado a profissionais de grandes, médias e pequenas empresas exportadoras, importadoras, prestadoras de serviços e equipamentos, a Itajaí Trade Summit – ITS é o mais qualificado encontro da área de Logística, Transporte e Comércio Internacional das regiões Sul e Sudeste do Brasil e dos países do Mercosul. Realizado pela NetMarinha, empresa que administra o maior portal de comércio internacional e logística do Brasil, o evento está em sua terceira edição. Em 2009, a feira atraiu mais de sete mil visitantes e 60 expositores à cidade portuária de Itajaí (SC).
Paralelamente à feira, acontece o Fórum NetMarinha 2010. Através dele, serão realizados seminários, workshops e debates para trazer ao público as discussões atuais do comércio internacional e logística. Com a participação de representantes da indústria, especialistas e entidades relacionadas à área, serão debatidas questões de interesse do setor no Brasil.
Neste ano, a Itajaí Trade Summit – ITS 2010 acontece entre os dias 15 e 17 de setembro, na cidade portuária de Itajaí (SC). Mais informações estão disponíveis em http://itajai.tradesummit.com.br/
Fonte : NetMarinha
Data : 09/07/2010
MAERSK ELEVA ESTIMATIVAS DE DESEMPENHO NO ANO
Publicado em 07/09/2010 as
12:30 PM
O grupo dinamarquês de transporte de contêineres Moller-Maersk (maior do mundo) melhorou sua estimativa de desempenho para o ano, afirmando nesta quinta-feira que seus negócios estão se recuperando de maneira mais rápida que o previsto.
"A atualização deve-se à combinação de tarifas [de frete] e reduções de custos", disse o presidente-executivo da companhia, Nils Smedegaard Andersen. "Eliminamos US$ 3 bilhões da base de custos em termos anuais e isso nos torna mais competitivos."
Após mergulhar em seu primeiro prejuízo em 2009, o grupo, que possui a maior companhia do mundo de transporte de contêineres, a Maersk Line, esperava ter um "lucro modesto" em 2010 quando divulgou a previsão no início de março.
"A melhora dos negócios de contêineres tem sido maior que o esperada e a companhia prevê agora que o lucro de 2010 exceda o de 2008 [que foi de US$ 3,5 bilhões de dólares correspondente a 17,6 bilhões de coroas dinamarquesas na época]. A previsão é baseada em um cenário estável de preços de frete, petróleo e câmbio."
Apesar disso, o cenário para 2010 ainda é sujeito a considerável incerteza, por conta da situação da economia global, afirma a empresa.
No início desta semana, a alemã TUI também melhorou suas expectativas para sua empresa de transporte de contêineres Hapag-Lloyd, uma rival da Maersk, afirmando que os volumes transportados e os níveis de fretes têm continuamente melhorado.
Maersk é expositora no ITS 2010
Além de reforçar sua retomada na economia da região do Rio Itajaí-Açu, a Maersk participa da terceira edição da segunda maior feira de Logística, Transporte e Comércio Internacional do Brasil, a Itajaí Trade Summit 2010, feira que acontece no mês de setembro na cidade de Itajaí-SC.
O evento destinado a profissionais de grandes, médias e pequenas empresas exportadoras, importadoras, prestadoras de serviços e equipamentos, o ITS é o mais qualificado encontro da área de Logística, Transporte e Comércio Internacional das regiões Sul e Sudeste do Brasil e dos países do Mercosul. Realizado pela NetMarinha, empresa que administra o maior portal de comércio internacional e logística do Brasil, o evento está em sua terceira edição. Em 2009, a feira atraiu mais de sete mil visitantes e 60 expositores à cidade portuária de Itajaí (SC).
Paralelamente à feira, acontece o Fórum NetMarinha 2010. Através dele, serão realizados seminários, workshops e debates para trazer ao público as discussões atuais do comércio internacional e logística. Com a participação de representantes da indústria, especialistas e entidades relacionadas à área, serão debatidas questões de interesse do setor no Brasil.
Neste ano, a Itajaí Trade Summit – ITS 2010 acontece entre os dias 15 e 17 de setembro, na cidade portuária de Itajaí (SC). Mais informações estão disponíveis em http://itajai.tradesummit.com.br
Fonte : NetMarinha
Data : 09/07/2010
CÂMARA MUNICIPAL DEFENDE PASSAGEM DO PÍER AO MUNICÍPIO
Publicado em 07/09/2010 as
12:29 PM
A passagem do píer de São José do Norte ao domínio do Município vem sendo defendida pelos vereadores nortenses como possibilidade para que a Prefeitura Municipal explore aquele atracadouro, construído pela União.
O vereador Claiton Irevi Coelho (PP), atual presidente do Legislativo, manteve reunião, recentemente, com o superintendente do Porto do Rio Grande, engenheiro Jaime Ramis, para discutir esse tema, considerando que o píer está sendo depredado por embarcações que, ali, atracam e que nada pagam, assim como por vândalos. Irevi entende que o píer apresenta-se com possibilidade de exploração pelo próprio Município, que pode, através de um plano bem elaborado, oferecer serviços às firmas de barcaças e barcos pesqueiros, como fornecimento de água potável e, inclusive, pontos de telefonia, através da cobrança dos serviços de atracamento.
Também recentemente, os vereadores Luiz Carlos Costa (PP) e Alexandre Carinha Novo (PSDB) agendaram reunião com o engenheiro Ramis, quando visitaram a sede da Superintendência para discutir a dragagem do canal Miguel da Cunha, que será realizado sob responsabilidade da administração do porto rio-grandino.
Durante o encontro, o superintendente Jaime Ramis, além de um completo relato sobre o trabalho que o porto vem realizando, no sentido de agilização para a contratação de draga para o procedimento da operação de dragagem do canal, também se manifestou com referência ao píer, que disse estar fora do perímetro do chamado "porto organizado" e que, portanto, não deveria estar sob responsabilidade do Estado. Ramis salientou que existe possibilidade e que a administração do porto vê com bons olhos a passagem do domínio daquele píer para o Município e que, para tanto, está aberto ao entendimento para que a superintendência portuária encontre uma solução no sentido de promover as reformas necessárias para a revitalização do local.
O vereador Luiz Carlos Costa lembrou que o píer, além de estar sendo depredado, mostra-se um local propício ao desenvolvimento da prostituição juvenil, fato que já foi, inclusive, discutido quando de encontro no Foro, com a presença de autoridades, considerando o fácil acesso ao local, pela inexistência de segurança e pelo grande número de embarcações, tanto de carga geral quanto pesqueira, que ali atracam.
"Entendo que, com a realização de obras de recuperação do píer, como muradas de proteção, recuperação dos postes de iluminação e construção de portão e guarita, para o impedimento da entrada de estranhos ao local, o píer poderá ser explorado pela Prefeitura, com ganhos ao Município e, paralelamente, com redução de um ponto de facilitação para a prostituição juvenil", salientou o vereador.
Fonte: Jornal Agora/Rio Grande,RS
Data : 09/07/2010
FURG SEDIA HOJE A REDE DE INOVAÇÃO DA INDÚSTRIA NAVAL
Publicado em 07/09/2010 as
12:29 PM
Nesta sexta-feira, 9, o Cidec-sul, Campus Carreiros da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) será sede de uma reunião da Rede de Inovação para a Competitividade da Indústria Naval e Offshore - Recino. A reunião, que começa às 13h30min, servirá para a formação do Comitê Gestor do Núcleo Regional RS da Rede, indicação do coordenador do núcleo e traçar o Plano de Ações Estratégicas.
A Recino foi criada em setembro de 2009, com a participação da Furg e da Prefeitura do Rio Grande. Tem como articuladores a Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena), o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), o Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima (Syndarma) e o Centro de Excelência em Engenharia Naval e Oceânica (Ceeno). Foram lançados cinco núcleos da Recino, sendo dois em São Paulo, um em Pernambuco, um no Rio de Janeiro e um no Rio Grande do Sul, com sede na Furg.
Segundo o vice-reitor da Furg, professor Ernesto Luiz Casares Pinto, integrante da Recino, a iniciativa visa a estabelecer uma forma de ação comum para o desenvolvimento de ações visando aos níveis internacionais de competitividade à indústria naval e offshore brasileira. As primeiras ações são a construção e criação de uma agenda tecnológica e carteira de projetos que envolvam diretamente demandas advindas da indústria, a serem encaminhadas a fundos de ciência e tecnologia.
Além do vice-reitor, a Furg ainda mantém no Comitê Gestor provisório da Recino a professora e doutora Silvia Silva da Costa Botelho, do Centro de Ciências Computacionais. Ela é uma das representantes do Ceeno.
Parceiros
Entre os parceiros do Núcleo Regional da Recino estão desde empresas isoladas ou em associações (Wilson, Sons, Quip, Petrobras, Engevix, Fiergs e ABDI); instituições como Furg, UFRGS, UFPel, os Institutos Federais do Rio Grande do Sul e Sul-rio-grandense, Superintendência do Porto do Rio Grande, Prefeituras de Pelotas e Rio Grande, Sebrae/RS, Secretaria de Ciência e Tecnologia do RS e BNDES e ainda entidades como o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs).
Fonte: Jornal Agora/Rio Grande,RS
Data : 09/07/2010
PARALISAÇÃO DO PORTO DE PARANAGUÁ AFETOU 84 NAVIOS
Publicado em 07/09/2010 as
12:28 PM
Ibama determinou o embargo após o descumprimento de acordo assinado com o porto
A interdição do Porto de Paranaguá, feita hoje pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), afetou a operação de 84 navios. Paranaguá é o segundo maior porto do país e concentra a exportação de grãos brasileiros. A informação é da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), que vai recorrer do embargo na Justiça para reabrir o terminal.
De acordo com a administração do porto, 13 navios estavam atracados no momento da paralisação das operações na faixa portuária, há 45 navios próximos e 26 previstos para atracar em Paranaguá nos próximos dias.
O Ibama determinou o embargo após o descumprimento de acordo assinado com o porto para regularização ambiental das operações do terminal.
Em nota, a Appa argumenta que o novo superintendente do órgão, Mário Lobo Filho, que assumiu em maio, criou uma comissão para negociar com o Ibama a regularização ambiental dos portos. Lobo e outros diretores da administração de Paranaguá estavam em Brasília e teriam sido surpreendidos com a notícia do embargo.
Fonte : Agência Brasil
Data : 09/07/2010
IBAMA INTERDITA PORTO DE PARANAGUÁ
Publicado em 07/09/2010 as
12:28 PM
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) interditou hoje (8) o Porto de Paranaguá, no Paraná, maior exportador de grãos e segundo maior porto do país. O embargo foi determinado pelo presidente do Ibama, Abelardo Bayma, segundo ele, por descumprimento de acordo assinado com o porto para regularização ambiental da operação do terminal.
A autuação foi feita às 14h e até o fim da tarde o porto tem que ser desocupado e paralisar todas as atividades. O porto de Antonina, que está sob a mesma administração do terminal de Paranaguá, também foi autuado.
O processo de regularização ambiental do porto começou em 2002 e o termo de compromisso foi assinado em 2009. Segundo Bayma, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina descumpriu por mais de uma vez os prazos de entrega dos documentos para elaboração dos estudos ambientais para regularização e os planos de emergência individuais.
Em maio, o Ibama deu mais 30 dias para entrega dos documentos e a administração enviou versões incompletas já devolvidas pelo órgão ambiental para complementação. “Depois de todos os prazos vencidos não tenho saída a não ser o embargo e a cobrança da multas”, disse Bayma à Agência Brasil.
O termo de compromisso descumprido pelos portos prevê multa diária de R$ 50 mil. Segundo Bayma, também será cobrada a multa do embargo, que será calculada pelo Ibama.
A reabertura dos portos só pode ser definida pela Justiça. “Não há possibilidade de um novo termo de compromisso, o assunto agora está com a Justiça”, disse Bayma.
Ontem (7), fiscais do Ibama em São Paulo tentaram embargar o Porto de Santos, o maior do país. No entanto, segundo Bayma, a ação não foi autorizada ou sequer comunicada ao comando do órgão em Brasília. “Foi uma ação individualizada. Estamos tomando medidas administrativas para esclarecer o que aconteceu. O porto de Santos está cumprindo os prazos da regularização ambiental”.
Fonte : Agência Brasil
Data : 08/07/2010
TRANSPORTADORA MOLLER-MAERSK ELEVA ESTIMATIVAS DE DESEMPENHO NO ANO
Publicado em 07/09/2010 as
12:28 PM
REUTERS - O grupo dinamarquês de transporte de contêineres Moller-Maersk (maior do mundo) melhorou sua estimativa de desempenho para o ano, afirmando nesta quinta-feira que seus negócios estão se recuperando de maneira mais rápida que o previsto.
"A atualização deve-se à combinação de tarifas [de frete] e reduções de custos", disse o presidente-executivo da companhia, Nils Smedegaard Andersen. "Eliminamos US$ 3 bilhões da base de custos em termos anuais e isso nos torna mais competitivos."
Após mergulhar em seu primeiro prejuízo em 2009, o grupo, que possui a maior companhia do mundo de transporte de contêineres, a Maersk Line, esperava ter um "lucro modesto" em 2010 quando divulgou a previsão no início de março.
"A melhora dos negócios de contêineres tem sido maior que o esperada e a companhia prevê agora que o lucro de 2010 exceda o de 2008 [que foi de US$ 3,5 bilhões de dólares correspondente a 17,6 bilhões de coroas dinamarquesas na época]. A previsão é baseada em um cenário estável de preços de frete, petróleo e câmbio."
Apesar disso, o cenário para 2010 ainda é sujeito a considerável incerteza, por conta da situação da economia global, afirma a empresa.
No início desta semana, a alemã TUI também melhorou suas expectativas para sua empresa de transporte de contêineres Hapag-Lloyd, uma rival da Maersk, afirmando que os volumes transportados e os níveis de fretes têm continuamente melhorado.
Fonte : Folha Online
Data : 08/07/2010
PORTOS DE PARANAGUÁ E ANTONINA TENTARÃO REVERTER EMBARGO NA JUSTIÇA
Publicado em 07/09/2010 as
12:27 PM
A administração dos portos de Paranaguá e Antonina, no Paraná, informou que está preparando um processo judicial para restabelecer as operações embargadas na tarde de hoje pelo Ibama, em razão da violação da legislação e compromissos ambientais.
O embargo paralisou as operações de uma faixa portuária que tem 13 navios atracados. Em nota, a administração também informa que outros 26 navios estão previstos para atracar em Paranaguá, que movimenta 30 milhões de toneladas por ano.
A administração diz ainda que foi surpreendida com a notícia do embargo em Paranaguá. A ordem foi recebida pelo superintendente da administração dos portos, Mário Lobo Filho, ao chegar a uma reunião com o Ibama, em Brasília.
Segundo a nota, Lobo Filho tem buscado a regularização de questões ambientais portuárias, criando uma comissão para discutir com o Ibama um termo de ajustamento de conduta (TAC).
Fonte : Valor Online
Data : 08/07/2010
VALEC TERÁ DUPLA FUNÇÃO COM NOVO MARCO DE FERROVIAS, DIZ MINISTRO
Publicado em 07/09/2010 as
12:27 PM
A estatal Engenharia, Construção e Ferrovias S/A (Valec) assumirá dupla atribuição a partir da instituição do marco regulatório que implementará o novo modelo de concessão do setor de ferrovias. A informação é o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, que declarou ainda que o decreto com as novas regras está "quase pronto".
No modelo atual, a Valec se encarrega de executar as obras de ferrovias para o governo poder conceder os trechos a empresas da iniciativa privada. O novo modelo é baseado no sistema de concessão espanhol. Neste caso, a Valec também acumulará a função de controle da ferrovia com a responsabilidade de vender o direito de uso da malha às companhias privadas.
O governo acredita que o novo modelo dará mais competitividade ao setor, ao não conceder o direito de uso exclusivo da ferrovia para um determinado concessionário.
O novo papel da Valec se estenderá à venda de capacidade de transporte demandada pelas empresas e gerenciamento do cumprimento dos contratos firmados.
"A Valec continuará desempenhando a sua atribuição atual, ao executar as novas obras de ferrovia, mas ela terá um papel ainda mais ressaltado. Por exemplo, na hora que em eu implementar um novo modelo, quem vai falar em nome do governo, gerenciando os contratos de arrendamento dos slots de capacidade das ferrovias? Será a Valec", disse o ministro.
Mais forte
Nos últimos anos, o governo já vinha adotando medidas para que a Valec fosse fortalecida. No período de três anos, o capital social quase que triplicou, ao saltar de R$ 920,1 milhões em 2006 para R$ 2,6 bilhões em 2009.
Há duas semanas foi autorizado o aumento de capital de R$ 1,037 bilhão por decreto assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O capital da companhia, que é 100% nacional, saltará para R$ 3,680 bilhões, por meio do incremento de créditos da União decorrentes de dotações orçamentárias.
Ainda este ano, a Valec deve aprovar um plano de reestruturação que permitirá ganhos de eficiência para a empresa. Já foi contratada por licitação a consultoria que apresentará a solução a ser adotada. Enquanto, não inicia a reestruturação, o Ministério do Planejamento autorizou a contratação 140 técnicos para cargos comissionados temporários.
Passos afirmou que estas medidas tem o objetivo de preparar a empresa para assumir o papel da estatal a partir do novo modelo de concessões e, pelo menos este ano, não deve haver nova injeção de recursos na companhia.
O ministro demonstrou confiança de que as novas regras devem vigorar ainda este ano. O otimismo do ministro se deve ao fato de que a assinatura do decreto dispensa a aprovação do regulamento pelo Congresso Nacional.
Fonte : Valor Online
Data : 08/07/2010
REGASEIFICAÇÃO BATE RECORDE NO PECÉM
Publicado em 07/09/2010 as
12:26 PM
Em junho deste ano, o terminal de regaseificação da Petrobras, no Porto do Pecém, registrou média diária de 2,93 milhões de metros cúbicos de gás natural liquefeito (GNL) processados. Este é o maior índice desde o início de sua operação no Ceará, em janeiro do ano passado. Já no primeiro semestre do ano, a média de regaseificação foi de 1,17 milhão de metros cúbicos/dia, um crescimento de aproximadamente 117%, na comparação com a média do ano passado, que foi de 0,54 milhão de metros cúbicos diários.
O processo é realizado a bordo do navio Golar Spirit, adaptado para, além de transportar, armazenar e regaseificar o gás na forma líquida, e que tem capacidade de armazenar 77 milhões de metros cúbicos de gás natural. O terminal do Pecém pode regaseificar até sete milhões de metros cúbicos diários de gás natural liquefeito.
Assim como no terminal cearense, no mês de junho, a Petrobras também atingiu recorde de regaseificação de GNL no terminal instalado na Baía de Guanabara no Rio de Janeiro, onde foram processados, em média 2,4 milhões de metros cúbicos/dia. Lá, o processamento acontece no navio Golar Winter. Juntos, a média de regaseificação dos dois terminais foi de 5,3 milhões de metros cúbicos diários. O gás processado nos terminais da Petrobras, segundo informou a estatal, atende, prioritariamente, a demanda das usinas termelétricas no País.
Projeto destaque - O projeto de regaseificação de GNL da Petrobras foi eleito recentemente pela consultoria KPMG, em conjunto com o Infrastructure Journal, serviço inglês sobre infraestrutura global e financiamento de projetos, como um dos e principais projetos de infraestrutura no mundo. Além deste, outros cinco estão no Brasil, onde também se destacam a Cidade Administrativa de Minas Gerais, o complexo hidrelétrico de Madeira, a prisão de Pernambuco, o Rodoanel Oeste de São Paulo e o Trem de Alta Velocidade (TAV Brazil).
Fonte : Diário do Nordeste – CE
Data : 09/07/2010
MESMO COM ESTALEIRO EM PERNAMBUCO, SECRETÁRIO COMEMORA GARANTIA DE LULA
Publicado em 07/09/2010 as
12:26 PM
Depois de tudo que envolveu a polêmica instalação do estaleiro da Promar Ceará em Fortaleza e sua posterior mudança para o Complexo Portuário e Industrial de Suape, em Pernambuco, o alto escalão da Prefeitura de Fortaleza não lamenta o desfecho da novela. Tanto que o veto da prefeita Luizianne Lins (PT) ao empreendimento na Praia do Titanzinho [foto] foi anunciado após um encontro dela com o presidente Lula, em Brasília.
Segundo o secretário de Infraestrutura de Fortaleza, Luciano Feijão, o próprio Lula garantiu que o próximo estaleiro brasileiro ficará em solo cearense. “Não é uma garantia só de Lula, mas também da presidência da Transpetro. Estamos mais tranquilos do que nunca sobre isso e afasta qualquer possibilidade de dizerem que fomos contra os interesses do estado. Afinal, quem foi lá falar com o Lula foi nossa prefeita. A gente queria, vale sempre repetir, apenas uma posição da empresa com estudos de viabilidade. Nada disso surgiu e tomamos uma atitude que não era obrigação nossa. Fizemos o estudo e ele não deixou dúvidas”.
Para Luciano, tanto os empresários envolvidos na história quanto o Poder Público perderam tempo desde o ano passado em uma discussão vazia sobre o local ideal para a construção de um estaleiro. E informa que a Praia do Titanzinho deverá ser incluída nas obras do PAC 2, com dinheiro federal para revitalização de avenidas, ruas e construção de moradias.
“Saber que a Transpetro pede estudos técnicos para construção do estaleiro é muito bom. Uma posição correta para que não tenhamos, como em Fortaleza, um projeto virtual, bonito na parte teórica, mas sem elementos que comprovassem os benefícios. Chegou ao fim o período de discussões vazias. Fortaleza tem vocação turística, não podemos ir na contramão. Não se esqueçam que o estaleiro de Pernambuco está no Porto de Suape. Por que não fizeram o mesmo em Pecém?”.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 09/08/2010
MUNICÍPIOS TERÃO VERBA PARA ENTRAR NO PAC 2
Publicado em 07/09/2010 as
12:26 PM
Prefeituras de municípios pequenos irão receber recursos para elaborar projetos de obras para a segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). A informação foi repassada a dezenas de prefeitos pernambucanos pelo chefe de gabinete do Ministério das Relações Institucionais, Mozart Sales, em uma reunião técnica promovida ontem na sede da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). Segundo Sales, o governo federal vai disponibilizar R$ 600 milhões para repasses diretos e financiamentos a fundo perdido.
“Sabemos que para alguns municípios o custo de um projeto é grande. Uma obra que custa R$ 1 milhão, por exemplo, exige entre R$ 20 mil e R$ 30 mil para elaboração do projeto. Isso sempre foi uma queixa”, explicou o chefe de gabinete. No primeiro momento, estão previstos para municípios com menos de 50 mil habitantes no País R$ 3,9 bilhões em investimentos no PAC 2. Desse montante, R$ 3 bilhões serão destinados a obras de urbanização, R$ 600 milhões serão empregados em pavimentação de estradas e R$ 300 milhões para aquisição de máquinas e equipamentos.
“Esse é o grande avanço do PAC 2, ele abraça os pequenos municípios. O PAC 1 estava muito concentrado nas grandes cidades. Nosso objetivo em promover essas reuniões técnicas é dar agilidade às obras e ao acesso aos recursos, para que em 2011 as propostas estejam avaliadas e com orçamento definido. E não esperar montagem de equipe do novo governo, o que pode empurrar muitas para 2012”, explicou Sales.
O chefe de gabinete frisou ainda que municípios que apresentarem projetos já encaminhados, “prontos, redondos”, serão os primeiros contemplados com recursos do PAC 2. “É um critério de desempate”, define.
Todo o PAC 2 está orçado em R$ 1,3 trilhão, dinheiro que será liberado ao longo dos próximos anos, inclusive após de 2014. Nesse primeiro momento, serão investidos R$ 955 bilhões em energia, logística e social e urbano.
O prazo para as prefeituras enviarem cartas-consulta aos Ministérios das Cidades e do Desenvolvimento Agrário vai até 31 de julho. Depois de recebidas, as propostas serão alvo de uma pré-seleção. O resultado dos projetos contemplados será divulgado em novembro.
“A sugestão é encaminhar projetos focados em determinada área do município e que visem a revitalização urbana desse local, inclusive dos equipamentos sociais, como escolas, postos de saúde e creches. É bem diferente do PAC 1, que foi focado na infraestrutura”, ressaltou Sales.
Fonte: Jornal do Commercio – PE
Data : 09/07/2010
PORTO DE PARANAGUÁ INTERDITADO
Publicado em 07/09/2010 as
12:25 PM
INFRAESTRUTURA - Administração local se diz surpresa com medida, enquanto Ibama afirma que há ‘flagrante descumprimento’ da legislação ambiental no segundo maior porto do País. Interdição e multa em Santos é revista
LEONARDO GOY - E ANDRÉA RODRIGUES - DA AGÊNCIA ESTADO
OInstituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) interditou na quinta-feira o Porto de Paranaguá, no Paraná, o segundo maior do País. A determinação partiu do presidente do órgão, Abelardo Bayma. De acordo com o Ibama, o porto, que está em processo de licenciamento, deixou de cumprir compromissos firmados com o órgão. A decisão implica na suspensão das atividades de Paranaguá.
A interdição ocorre um dia depois de fiscais do Ibama terem interditado e multado em R$ 10 milhões o porto de Santos, em São Paulo. Só que no caso de Santos, a direção nacional do Instituto afirmou ter sido um medida isolada de um grupo de fiscais lotados em São Paulo, tanto que anulou a interdição e a multa e abriu procedimento para apurar a responsabilidade dos servidores envolvidos no episódio.
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) confirmou a interdição. O porto afirma que já está elaborando um processo judicial para restabelecer as operações, enquanto aguarda a definição de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC).
O embargo paralisou as operações da faixa portuária, que tinha na quinta-feira 13 navios atracados. Há, ainda, 45 navios ao largo e 26 navios previstos para a atracação em Paranaguá.
“Desde que assumiu a autarquia, em maio deste ano, o superintendente da Appa, Mário Lobo Filho, trabalha para a regularização das questões ambientais portuárias, criando uma comissão que tem à frente o Capitãode-Mar-e-Guerra Marcos Antônio Nóbrega Rios”, diz a nota.
“Este grupo já esteve várias vezes reunido com o Ibama, em Curitiba e em Brasília, para a elaboração do TAC. Nesta manhã (quinta-feira), o superintendente e demais diretores da Appa foram a Brasília para uma reunião marcada na semana passada e, ao chegarem ao Ibama, foram surpreendidos com a notícia do embargo em Paranaguá”, completa a nota.
FLAGRANTE DESCUMPRIMENTO.
Em nota divulgada quinta-feira, o Ibama afirmou que autuou e decretou a interdição dos portos de Paranaguá e Antonina, no Paraná, devido a “flagrante descumprimento” da legislação ambiental e de compromissos assumidos pela administração dos dois portos no final do ano passado para regularizar o licenciamento ambiental.
Na nota, divulgada na página do Ibama na internet (www.ibama.
gov.br), o órgão ambiental informa que seu presidente, Abelardo Bayma, informou pessoalmente ao superintendente da APPA sobre o que poderia acontecer caso não se cumprissem os prazos para entrega de documentos como os Planos de Emergências Ambientais e estudos para permitir a regularização do licenciamento.
Segundo o Ibama, o processo de regularização da situação ambiental dos dois portos começou em 2002. Os primeiros documentos foram entregues ao órgão ambiental em 2004.
Complementações, então, foram exigidas pelo Ibama que só as recebeu no início do ano passado.
Depois disso, no fim de 2009, a APPA e o Ibama fecharam um termo de compromisso para regularizar a situação. O Ibama informa que a APPA já foi autuada oito vezes nos últimos cinco anos pela não apresentação de documentos e estudos.
MILHO. A interdição do porto surpreendeu o mercado. O corretor Léon D’Ávalos, da Granos Corretora, com sede em Campo Grande (MS), disse que lotes de milho que seriam embarcados no porto paranaense ficarão retidos em Maringá, a cerca de 500 quilômetros de Paranaguá, até a liberação do terminal. O contratempo é mais um a ser enfrentado pelos corretores sul-matogrossenses.
Segundo D’Ávalos, faltam caminhões para transportar a safra de milho, o que elevou o preço do frete no estado e tem dificultado o escoamento da safra.
De acordo com o analista, o transporte terrestre até o porto de Paranaguá custa, atualmente, R$ 120,00 a tonelada e deve chegar a R$ 140,00 a tonelada até o final do mês. Esse valor, em épocas de colheita da safra, costuma girar em torno de R$ 100,00/t no estado. Ele afirma que os motoristas têm dado prioridade à safra de Mato Grosso, já que as carretas levam o grão até o porto de Santos (SP) e depois retornam com os insumos para o próximo plantio.
As exportações de açúcar do Brasil devem continuar atrasadas até agosto por causa de um congestionamento sem precedentes no porto de Santos, disse o presidente da empresa de logística da Cosan Indústria & Comércio, maior processadora de cana-de-açúcar do mundo.
Fonte : Jornal do Commércio – Rio de Janeiro
Data : 09/07/2010
NAVIO CARGUEIRO DINAMARQUÊS EXPLODE NA MALÁSIA
Publicado em 07/09/2010 as
12:25 PM
Um navio cargueiro dinamarquês pegou fogo após sofrer uma explosão quando passava pelo Estreito de Malacca, nas proximidades no Porto de Klang, na Malásia, informa nesta quinta-feira a agência AFP. Segundo as autoridades do país, o fogo foi controlado, mas não há informações sobre feridos.
O Estreito de Malacca é uma das rotas marítimas mais utilizadas do mundo. Mais de 30% de todo o comércio marítimo mundial e metade dos carregamentos de óleo do mundo passam pelo local.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 08/07/2010
PLANO DA BACIA TOCANTINS-ARAGUAIA PREVÊ AÇÕES PARA NAVEGAÇÃO E GERAÇÃO DE ENERGIA NA REGIÃO
Publicado em 07/09/2010 as
12:25 PM
Minimizar e antecipar conflitos futuros, estabelecendo diretrizes para compatibilizar o uso da água com as políticas setoriais. Esta é a intenção do “Plano Estratégico da Bacia do Tocantins-Araguaia”, abordado na palestra proferida pelo especialista de Recursos Hídricos da Agência Nacional das Águas (ANA), José Luiz Zoby, na manhã da última quarta-feira.
Estiveram presentes no evento, diretores e servidores da Antaq, em especial os técnicos da Superintendência de Navegação Interior. O encontro reforça a parceira da Antaq com a Agência Nacional das Águas em benefício do uso múltiplo das águas e, principalmente, do crescimento do país de forma sustentável.
A palestra faz parte do conjunto de iniciativas estabelecidas pela direção da Antaq voltada à capacitação dos servidores. Durante a palestra, José Luiz Zoby falou sobre a criação do plano, a formação de um grupo gestor para acompanhar os projetos elaborados e as parcerias realizadas.
O colegiado é presidido pelo diretor-presidente da ANA e é integrado por representantes da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, do Conselho Nacional de Recursos Hídricos e das secretarias estaduais de planejamento e meio ambiente dos estados que integram a bacia.
Zoby comentou que a região hidrográfica do Tocantins-Araguaia é palco de um dinâmico processo de desenvolvimento sócioeconômico que deverá se intensificar nas próximas décadas, em função das demandas nacional e internacional por commodities. Atualmente, o modelo de desenvolvimento praticado na região tem se baseado no desmatamento, no uso inadequado do solo, no crescimento das cidades sem investimentos em saneamento entre outros aspectos.
Para combater o desenvolvimento de forma desordenada na região, o plano estabelece diversas ações prioritárias como: priorizar a construção dos empreendimentos hidroenergéticos no rio Tocantins; proteger a bacia do rio do Sono; proteger o médio curso do rio Araguaia (Ilha do Bananal); concluir as eclusas já iniciadas (Tucuruí e Lajeado) e a de Estreito, simultaneamente com as obras da usina, tornando realidade a hidrovia do Tocantins, e implantar um sistema integrado de gestão dos reservatórios do rio Tocantins, visando o uso múltiplo e o controle da qualidade das águas.
Características da Bacia
A Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia apresenta grande potencialidade para a agricultura irrigada, especialmente para o cultivo de grãos, como milho e soja.
Possui uma área de 967.059 km² (11% do território nacional) e abrange os estados de Goiás (26,8%), Tocantins (34,2%), Pará (20,8%), Maranhão (3,8%), Mato Grosso (14,3%) e o Distrito Federal (0,1%).
Cerca de 7,9 milhões de pessoas vivem na região hidrográfica (4,7% da população nacional), sendo 72% em áreas urbanas.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 08/07/2010
COMPANHIA PETROLÍFERA QUER INVESTIR NO PORTO DE ANTONINA
Publicado em 07/09/2010 as
12:24 PM
Instalar no Paraná uma fábrica de plataformas de petróleo, que atendam a Petrobrás na exploração do petróleo em alto mar, além da criação de um porto naval para reparo de navios e rebocadores. Este foi o motivo para empresários argentinos da companhia petrolífera Repsol, uma das dez maiores empresas energéticas do mundo e a maior companhia privada do setor na América Latina, visitarem, na última quarta-feira, os portos de Paranaguá e Antonina.
A localização geográfica e a infraestrutura do terminal portuário de Antonina foram destacadas pelo grupo como “extremamente favoráveis para o desenvolvimento dos projetos”. Segundo o gerente de fábrica da Repsol, Ariel Pozzi, uma avaliação detalhada das características gerais do porto paranaense será realizada nos próximos meses e as considerações iniciais já são bastante positivas.
Estimativas da companhia apontam que, somente na fábrica de plataformas petrolíferas, sejam gerados mais de 700 empregos diretos.
Segundo o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Mario Lobo Filho, a fábrica deve criar uma série de benefícios para a comunidade local. “Calcula-se que para cada emprego direto são criados, em média, até três empregos indiretos. Além disso, é necessário que a mão de obra contratada seja especializada, o que significa melhores rendimentos e mais recursos dos setores público e privado para qualificação profissional”, ressalta.
Para o diretor empresarial da Appa, João Batista dos Santos, que iniciou as conversas com a companhia sul-americana, os impactos na economia serão positivos para todo o Estado.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 08/07/2010
ONU CONDENARÁ AFUNDAMENTO DE NAVIO DE GUERRA SUL-COREANO
Publicado em 07/09/2010 as
12:24 PM
O Conselho de Segurança das Nações Unidas prepara-se para adotar uma resolução condenando o ataque que resultou no afundamento de um navio de guerra sul-coreano, segundo um rascunho do texto divulgado esta quinta-feira.
A declaração, que deverá ser adotada na sexta-feira, condena o ataque que causou o afundamento do Cheonan, no Mar Amarelo, perto de uma disputada fronteira, diz o texto.
No entanto, o documento não culpa diretamente a Coreia do Norte pelo ataque de 26 de março, em que 46 marinheiros morreram, apesar das descobertas de uma investigação multinacional, que atribuiu o afundamento a um torpedo norte-coreano.
Ao contrário, estabelece que em vista das descobertas da investigação, "que concluiu que a Coreia do Norte era responsável por afundar o Cheonan, o Conselho de Segurança expressa sua profunda preocupação".
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 08/07/2010
IBAMA ALEGA QUE PORTO DE PARANAGUÁ NÃO CUMPRE A LEI
Publicado em 07/09/2010 as
12:24 PM
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) afirmou, em nota divulgada no final da tarde, que autuou e decretou a interdição dos portos de Paranaguá e Antonina, no Paraná, devido a "flagrante descumprimento" da legislação ambiental e de compromissos assumidos pela administração dos dois portos no final do ano passado para regularizar o licenciamento ambiental.
Na nota, divulgada na página do Ibama na internet, o órgão ambiental informa que seu presidente, Abelardo Bayma, informou pessoalmente ao superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Mario Marcondes Lobo Filho, sobre o que poderia acontecer caso não se cumprissem os prazos para entrega de documentos como os "Planos de Emergências Ambientais" e estudos para permitir a regularização do licenciamento.
Segundo o Ibama, o processo de regularização da situação ambiental dos dois portos começou em 2002. Os primeiros documentos foram entregues ao órgão ambiental em 2004. Complementações, então, foram exigidas pelo Ibama que só as recebeu no início do ano passado. Depois disso, no fim de 2009, a Appa e a o Ibama fecharam um termo de compromisso para regularizar a situação. O Ibama informa que a Appa já foi autuada oito vezes nos últimos cinco anos pela não apresentação de documentos e estudos.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 08/07/2010
NORTE E NORDESTE GANHAM MAIS PRAZO DE ISENÇÃO DO ADICIONAL DE FRETE DA MARINHA MERCANTE
Publicado em 07/08/2010 as
12:17 PM
Em decisão terminativa, a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) aprovou, na manhã de ontem (7), projeto prorrogando até 8 de janeiro de 2017 o prazo para a não incidência do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) sobre as mercadorias cuja origem ou destino final seja porto localizado nas regiões Norte e Nordeste.
O projeto (PLS 238/06), de autoria do senador César Borges (DEM-BA), foi aprovado nos termos de substitutivo do senador José Agripino (DEM-RN). Anteriormente votada pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Infraestrutura (CI), a matéria segue agora para a Câmara dos Deputados.
A iniciativa muda a lei 11.482/07, que já havia prorrogado até 2012 o prazo previsto na lei 9432/97, que reordenou o transporte aquaviário.
O governo federal havia concedido essa isenção amparado no entendimento de que as regiões Norte e Nordeste apresentam índices mais baixos de desenvolvimento econômico em comparação com o resto do país.
O fim dessa isenção, alegou o autor do projeto, comprometeria a competitividade de setores industriais das duas regiões, que já trabalham com produtos de baixo valor agregado, sobre os quais é significativo o impacto do adicional de frete. Na justificativa do projeto, César Borges definiu esse adicional como um mecanismo concentrador de riqueza.
O relator José Agripino reconheceu a importância do tratamento diferenciado como forma de promover a redução de desigualdades regionais. Em sua opinião, a isenção do pagamento desse adicional de frete tem sido significativo fator de atração de importações para os portos do Nordeste, o que pode ser importante para a consolidação de novo ponto de distribuição de cargas e de desconcentração dos portos do Sul e do Sudeste.
"Nesse sentido, concordamos com o aumento do prazo de isenção do pagamento do AFRMM concedido às cargas cuja origem ou destino final seja porto localizado na Região Norte ou Nordeste do país", disse José Agripino em seu substitutivo.
Fonte: Agência Senado/Teresa Cardoso
Data : 08/07/2010
PRÉ-SAL TRARÁ R$ 200 MILHÕES A ANGRA
Publicado em 07/08/2010 as
12:17 PM
Exploração de petróleo na camada do pré-sal terá investimentos de 200 bilhões de reais nos próximos cinco anos
Angra dos Reis - A empresa Technip - responsável pelo Terminal Portuário de Angra dos Reis (TPAR) -, em parceria com a prefeitura anunciou hoje, em uma coletiva, os investimentos que serão realizados para adequar a estrutura que ela tem na cidade à extração de petróleo na camada do pré-sal. A ideia é que até 2012 sejam investidos 600 milhões de reais para a execução da primeira fase de revitalização do porto de Angra dos Reis, quando o número de empregos no porto deve saltar de 100 para 255. O objetivo dos investimentos é transformar o porto da cidade em um instrumento de desenvolvimento do Pré-sal.
- 2015 parece muito tempo, mas não é nada em termos de petróleo. Hoje Angra tem a vantagem de sair na frente de todas as outras cidades da costa do Estado, pois o pré-sal está bem na porta da nossa cidade. E por isso estamos buscando todas as formas para alavancar a nossa economia, e a história vai provar que esse investimento vai dar certo - ressaltou o prefeito Tuca Jordão (PMDB).
A Petrobrás - uma das maiores clientes da Technip - será responsável por investir cerca de 200 bilhões de reais nos próximos cinco anos, para montar a logística da exploração do petróleo. Além da modernização da infra-estrutura do porto, a Technip pretende utilizar a rua Lopes Trovão ( que fica próximo ao Terminal Portuário); reintegrar a área do Cais da Lapa; criar programas sócio-ambientais e implantar um centro de capacitação e treinamento para qualificar a mão-de-obra dos trabalhadores. A empresa acredita que até 2014 gerará cerca de 4 milhões de reais em ISS (Imposto Sobre Serviços) e cerca de dois mil empregos.
- Hoje temos 100 funcionários fixos, e a previsão é de que somente na primeira fase já sejam 265 funcionários. A nossa intenção é melhorar cada vez mais a economia do município, e dar oportunidade ao trabalhador angrense - destacou o diretor Robson. Segundo as informações da Technip, o projeto de revitalização do porto só terá inicio após serem liberados os prazos de licenciamento ambiental e de algumas autorizações, como a da prefeitura, da Marinha e da Secretaria do Patrimônio da União (SPU). Após serem concedidas, a empresa pretende também, em parceria com a prefeitura, melhorar os acessos rodoviários e ferroviários da cidade.
- A cidade está de portas abertas para receber esse projeto incrível. Esperamos que a iniciativa da Technip alavanque todos os setores da nossa cidade. Já discutimos as contra-propostas com a empresa, e tenho certeza de que o município de Angra dos Reis só tem a ganhar com a exploração do Pré-sal - reforçou o prefeito Tuca.Segundo os dados da empresa, o pré-sal possui um potencial de 100 bilhões de barris de petróleo. A previsão é de que em cinco anos a estrutura de apoio à exploração no Terminal Portuário esteja pronta.
- Angra tem uma posição muito privilegiada para a exportação de petróleo. Em termos do Pré-sal então, é como a "menina dos olhos". E por isso, vamos dar início à formação da estrutura do porto que será responsável pela exploração.
Fonte: Diário do Vale
Data : 08/07/2010
CMA CGM ANUNCIA AUMENTO PARA TODOS OS TRADES
Publicado em 07/08/2010 as
12:16 PM
Sobretaxas também serão aplicadas nas rotas sul-americanas.
A CMA CGM anunciou ontem, dia 7, incrementos nas taxas de frete para a rede global da companhia. O armador francês afirmou que os aumentos, que variam de US$ 250 a US$ 500 por Teu (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), fazem parte de um programa de recuperação de receitas, em resposta à retomada da demanda e à falta de oferta de capacidade nas rotas principais.
Na rota do norte da Europa para o Caribe (excluindo as Antilhas e Guiana francesas), América Central e costa oeste da América do Sul, os embarques terão aumentos de US$ 190 dólares por Teu.
A partir do dia 20, as taxas da Ásia para o Caribe - com exceção das Antilhas e Guiana francesas - aumentarão em US$ 500 por Teu e US$ 775 dólares por contêiner de 40 pés.
Os preços de embarques da Índia e Paquistão para Europa e Mediterrâneo vão sofrer incrementos de US$ 250 por equipamento de 20 pés e US$ 400 por unidade de 40 pés, a partir do dia 14.
O armador cobrará adicional de US$ 250 para o transporte de todos os tipos de equipamento de 20 pés da Ásia para a África Ocidental a partir de 1° de agosto. Em 15 de julho, a CMA CGM passará a impor sobretaxa de temporada de pico de US$ 200 por Teu e US$ 400 por Feu da Índia para a Europa Oriental e Mediterrâneo.
A transportadora também confirmou a aplicação de taxa sobre a alta temporada de US$ 200 por Teu nos embarques entre Ásia e norte da Europa, incluindo o Mar Báltico, Rússia e Reino Unido, a partir de 1° de agosto. (Com informações Guia Marítimo)
CMA CGM participa do ITS 2010
O armador francês também marca presença na Itajaí Trade Summit 2010 , evento destinado a profissionais de grandes, médias e pequenas empresas exportadoras, importadoras, prestadoras de serviços e equipamentos, o ITS 2010 é o mais qualificado encontro da área de Logística, Transporte e Comércio Internacional das regiões Sul e Sudeste do Brasil e dos países do Mercosul. Realizado pela NetMarinha, empresa que administra o maior portal de comércio internacional e logística do Brasil, o evento está em sua terceira edição. Em 2009, a feira atraiu mais de sete mil visitantes e 60 expositores à cidade portuária de Itajaí (SC).
Paralelamente à feira, acontece o Fórum NetMarinha 2010. Através dele, serão realizados seminários, workshops e debates para trazer ao público as discussões atuais do comércio internacional e logística. Com a participação de representantes da indústria, especialistas e entidades relacionadas à área, serão debatidas questões de interesse do setor no Brasil.
Neste ano, a Itajaí Trade Summit – ITS 2010 acontece entre os dias 15 e 17 de setembro, na cidade portuária de Itajaí (SC). Mais informações estão disponíveis em http://itajai.tradesummit.com.br/
Fonte : NetMarinha
Data : 08/07/2010
URUGUAI DESTOA NO MERCOSUL
Publicado em 07/08/2010 as
12:16 PM
Fonte empresarial revela que as relações marítimas no Mercosul andam agastadas. É que Brasil e Argentina defendem um mercado fechado para a navegação - similar ao aplicado pela Europa. Sem acesso direto ao mar, o Paraguai tem posição modesta na questão, mas o Uruguai apresenta visão divergente.
Os uruguaios defendem a internacionalização de seu porto de Carrasco, o que permitiria a entrada de grandes grupos internacionais na área do Mercosul. Como têm enorme potencial e frotas gigantescas, os grupos estrangeiros poderiam minar o Mercosul, hoje mercado fechado, considerado uma extensão da cabotagem para brasileiros e argentinos - principalmente para os brasileiros, que exploram melhor o negócio.
O novo presidente uruguaio, José Mujica, não descartou a antiga idéia, patrocinada por seu antecessor Tabaré Vázquez, mas parece disposto a dialogar com brasileiros e argentinos. De sua parte, o Uruguai tem suas razões. Com mercado interno diminuto e pouca expressão financeira, o país oriental tende a crescer como centro de intermediação e não pela força do mercado próprio.
Fonte : NetMarinha
Data : 08/07/2010
SEP INICIA PLANO NACIONAL DE DRAGAGEM EM SÃO FRANCISCO DO SUL
Publicado em 07/08/2010 as
12:14 PM
Nesta sexta-feira (09/07), a Secretaria de Portos (SEP) dará início a mais uma obra de dragagem de aprofundamento, prevista no Programa Nacional de Dragagem (PND), com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A ordem de serviço será assinada pelo Diretor de Planejamento Portuário, Jorge Luiz Zuma e Maia, que representará o Ministro Pedro Brito durante uma cerimônia na Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), em Joinville, às 10h30.
O Porto de São Francisco do Sul, situado na Baía da Babitonga, é um dos principais pontos de entrada e saída de mercadorias do Sul do Brasil. Diante disso, os investimentos por parte da SEP irão beneficiar a infraestrutura do porto, resultando diretamente na situação econômica da região.
O consórcio Van Oord-Boskalis, venceu a licitação pelo valor de R$ 97,9 Milhões. De acordo com o projeto, o porto passará pelo processo de dragagem (retirada de sedimentos) e derrocagem (retirada de pedras). Serão dragados 4,3 milhões de metros cúbicos, que deixarão o porto com a profundidade de 14 metros. Atualmente o porto opera com 12 metros.
Dois grandes equipamentos estão sendo deslocados para a execução dos trabalhos: a draga Sea Way, vinda de Buenos Aires, com 13.255 metros cúbicos de cisterna, que fará a dragagem do canal externo e interno em 6 meses; e a draga Hippopotes, de 1600 KW, que irá retirar o material que será perfurado e detonado, na segunda fase.
O Governador do Estado, Leonel Pavan confirmou presença no evento.
Pedro Brito ressalta a importância dos serviços de dragagem, que estão acontecendo em 18 portos do país, contratados pela SEP, e são primordiais para o desenvolvimento da economia brasileira.
Fonte : NetMarinha
Data : 08/07/2010
MOVIMENTAÇÃO SOBE 68% NO PECÉM
Publicado em 07/08/2010 as
12:13 PM
No primeiro semestre deste ano, a movimentação de mercadorias no Porto do Pecém cresceu 68% na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e junho de 2010, foram embarcadas e desembarcadas 1.173.333 toneladas, contra 698.656 toneladas nos mesmos meses de 2009. Com isso, o Pecém permaneceu liderando a movimentação de frutas e calçados em relação aos demais portos brasileiros, ficando em segundo lugar no transporte de algodão e em terceiro na movimentação de ferro fundido, ferro e aço, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
No longo curso, a movimentação de mercadorias nos seis primeiros meses do ano aumentou 69%, com 862 mil toneladas, ante 509 mil no ano passado, enquanto a cabotagem - movimentação entre os portos do País - registrou incremento de 65%, com o transporte de 311 mil toneladas, em 2010, face as 188 mil toneladas contabilizadas em 2009.
No longo curso as maiores variações positivas foram registradas na exportação de alumínio, com 16.009 toneladas, seguida de calçados, com 12.141 toneladas. Já na importação, o destaque ficou com a movimentação de produtos siderúrgicos, correspondendo a 384.761 toneladas, o que equivale a um aumento de 133%.
Com relação à exportação de cabotagem, o sal, com 41.601 toneladas, teve incremento de 59% e os derivados da indústria moageira de trigo, com 21.899 toneladas, elevou a movimentação em 56%.
Por sua vez, a importação de cabotagem também registrou números positivos. Os destaques ficaram com o arroz - movimentação de 53.779 toneladas e acréscimo de 12% - e com aparas de aço e papel industrial, que totalizaram, respectivamente, 17.044 toneladas e 17.782 toneladas.
Frutas e calçados
De janeiro a junho deste ano, foram movimentadas 77.630 toneladas de frutas, representando 26% de toda a movimentação nacional.
Já com relação a calçados, foram transportadas pelo Pecém 11 mil toneladas, equivalendo 41% da movimentação de todos os portos brasileiros.
O transporte de algodão, por sua vez, totalizou 11 mil toneladas, acumulando 16% do total movimentado no País.
Fonte : Diário do Nordeste/CE
Data : 08/07/2010
ESTATAL DO PRÉ-SAL É APROVADA NO SENADO
Publicado em 07/08/2010 as
12:12 PM
O Senado aprovou ontem a criação da Pré-Sal Petróleo S.A. (PP-SA). A nova estatal vai gerir a exploração do petróleo na área do pré-sal. A intenção do governo era que o nome da nova estatal fosse Petro-Sal, mas já existe uma empresa com esse nome no Rio Grande do Norte.
De acordo com o governo, a estatal será pequena, com poucos funcionários (no máximo 130). Seus conselheiros terão mandato fixo e os diretores terão que passar por período de quarentena ao deixar a empresa.
Assim que começar a ter receita própria com a exploração do pré-sal, os funcionários da nova estatal vão receber salários regulados pelo mercado do petróleo. Isso já acontece na Petrobras, que paga cerca de R$ 60 mil mensais a cada um dos diretores.
Na votação de ontem, houve acordo entre os partidos. A oposição (DEM e PSDB) votou simbolicamente contra.
A nova estatal terá a responsabilidade de administrar os contratos de partilha de produção negociados pelo Ministério de Minas e Energia, além da gestão dos contratos para comercialização de petróleo e gás da União.
Terá sede em Brasília e escritório no Rio de Janeiro e representará a União nos consórcios e nos comitês que deverão ser criados para gerir os diferentes contratos de partilha do petróleo explorado na região do pré-sal. A empresa não participará da venda do petróleo.
No regime de partilha, que será o usado para a exploração da camada pré-sal, a União fica com parte do petróleo e do gás extraído, pela empresa ou consórcio, depois de abatidos os custos de produção. O governo fará licitação para escolher uma empresa para vender o petróleo que caberá à União.
Quatro projetos - A criação da estatal foi o segundo projeto dos quatro do pré-sal aprovados pelo Senado. O primeiro foi o da capitalização da Petrobras, que já foi sancionado pelo governo. O Senado já aprovou o projeto que cria o Fundo Social do pré-sal, mas, como houve modificações no texto, ele voltou para a Câmara.
Entre as modificações feitas pelo Senado, está a mudança na distribuição de royalties, com prejuízo para os Estados produtores de petróleo, que terão perda de recursos se os deputados mantiverem a modificação.
O governo tentou deixar a discussão sobre royalties para depois das eleições, mas emenda do senador Pedro Simon (PMDB-RS) restabelece mudança aprovada pela Câmara em outro projeto sobre o pré-sal e que ainda não foi discutido pelos senadores.
Fonte : Folha de São Paulo
Data : 08/07/2010
PERSPECTIVAS PARA SUAPE SÃO DISCUTIDAS NO RECIFE
Publicado em 07/08/2010 as
12:12 PM
Discutir as perspectivas para o Complexo Portuário Industrial de Suape nos próximos anos. Este é o objetivo da Amcham-Recife, que promove, hoje, das 8h às 14h30, no Arcádia Boa Viagem, a 4ª edição do Suape Business Meeting. A chefe de reportagem da TV Jornal, Mônica Carvalho, e o âncora do TV Jornal notícias, Antônio Martins, representam a emissora no evento e apresentam suas experiências com a série de reportagens Suape: na rota dos Tigres Asiáticos, que foi exibida em março deste ano.
O evento, realizado desde 2007, é voltado para executivos, investidores profissionais e empresários interessados em discutir os impactos do novo momento econômico de Suape no que diz respeito ao desenvolvimento sustentável de Pernambuco. Na programação estão palestras que discutirão aspectos como qualificação de mão de obra, novos investimentos privados em Suape, as oportunidades de negócios para o empresariado local no Complexo Portuário, além das ações governamentais previstas para a região.
Segundo a diretora de jornalismo da TV Jornal, Beatriz Ivo, todos os eventos que a série Suape: na rota dos Tigres Asiáticos participa, orgulha a emissora por mostrar o propósito do projeto, que é não ser apenas uma série de reportagens e sim, uma motivação para debater a economia pernambucana. “Queríamos que o pernambucano percebesse a importância de um assunto que pode mudar a economia ou o perfil social do Estado. Com esses novos empreendimentos na área de petróleo e gás, indústria naval e logística, a série virou uma criatura viva para que os debates possam contribuir com o desenvolvimento econômico do Estado.”
O primeiro painel de palestras terá a participação do secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado e presidente do Complexo Portuário Industrial de Suape, Fernando Bezerra Coelho, que fará a abertura oficial do evento, analisando os novos investimentos previstos para Suape, do ex-reitor e professor da Universidade de São Paulo, Jacques Marcovitch, que abordará a temática sobre a qualificação de mão-de-obra como fator vital de competitividade, e da sócia-diretora da Consultoria Econômica e Planejamento (Ceplan), Tânia Bacelar, que discutirá os desafios da qualificação empresarial em Suape.
O segundo e último painel do encontro reunirá o sócio da Siqueira Castro Advogados, Carlos Roberto Siqueira Castro, explicando os aspectos jurídicos e regulatórios no Complexo Portuário, o diretor corporativo da Refinaria Abreu e Lima, João Batista Aquino, que abordará sobre os aspectos atuais relacionados ao empreendimento em construção de Suape, além do apresentador do TV Jornal notícias, Antônio Martins, e da chefe de reportagem da TV Jornal, Mônica Carvalho, que, juntos, apresentarão a série de reportagens Suape: na Rota dos Tigres Asiáticos.
As dez reportagens especiais, que foram produzidas pela equipe da TV Jornal, mostram como os países do continente asiático (Coreia do Sul e Cingapura) se transformaram em potências mundiais na indústria naval e no refino de petróleo. A série aborda também a chegada dos novos investimentos no Porto de Suape e de que maneira a população pernambucana pode usufruir do desenvolvimento proporcionado pelas novas indústrias do Complexo Portuário Industrial de Suape. “Já imaginávamos que as reportagens seriam utilizadas por faculdades, órgãos da classe econômica e instituições que estudam economia no Estado. Participações em eventos como este, nada mais é que a concretização do projeto”, pontua o apresentador, Antonio Martins.
Para Beatriz Ivo, a experiência que a série proporcionou a Antonio Martins e Mônica Carvalho, dá a emissora a possibilidade de contribuir com eventos como o Suape Business Meeting. “É justamente para que possamos estar acompanhando esse assunto na sua evolução jornalística e na sua contribuição econômica, e ajudar o Estado a fazer melhor e diferente nesse novo nicho econômico. Além de ser uma oportunidade única que o Estado tem, é o nosso dever como uma empresa pernambucana, discutir conteúdos pernambucanos e participar desses debates ativamente.”
Fonte: Jornal do Commercio – PE
Data : 08/07/2010
EMPRESAS APRESENTAM RECURSO NA LICITAÇÃO DE TERMINAL DE LÍQUIDOS
Publicado em 07/08/2010 as
12:10 PM
A Deicmar e a Vopak entraram com dois recursos cada no processo licitatório para arrendamento de área na Ilha Barnabé, no Porto de Santos, certame no qual a última empresa apresentou a melhor oferta (R$ 52.758.037,59) pela oportunidade de negócio. A companhia operava um terminal de líquidos no local até o vencimento do prazo contratual.
As contestações se referem à formalidade da apresentação das propostas. Após a conclusão dessa fase (Oportunidade de Negócios), a comissão marcará a abertura da proposta técnica.
O prazo para contestações e contra-argumentações dessa etapa expirou na última terça-feira, dia 6. De acordo com a Codesp, a comissão de julgamento se reunirá para analisar as manifestações, encaminhando a decisão para a Superintendência Jurídica, que, por sua vez, se posicionará. Uma vez definida, a manifestação segue para deliberação do presidente.
A oferta da empresa Deicmar Armazéns Alfandegados de Guarulhos S/A foi de R$ 16.170.053,00. Em terceiro lugar ficou a proposta do Consórcio Terminais Ultra, com R$ 3.700.000,00.
Fonte : Guia Marítimo
Data : 08/07/2010
LENTIDÃO DAS ADUANAS REDUZ A COMPETITIVIDADE BRASILEIRA
Publicado em 07/08/2010 as
12:10 PM
Para o Brasil assumir uma posição de destaque no cenário mundial do comércio internacional é preciso melhorar muito as operações de liberação de cargas nos portos aéreos, marítimos e rodoviários. O País está crescendo, mas o processo operacional nas aduanas anda no sentido inverso. Esta situação não se restringe ao Rio Grande do Sul - acontece em todo o Brasil. “Os governos querem vender, querem avançar, mas na hora de exportar as mercadorias, falta agilidade, gerando prejuízos enormes. Perdemos em competitividade”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI), José Carlos Becker.
O tempo médio de permanência dos caminhões parados nas fronteiras até que sejam concluídos os trâmites de liberação da carga é de 72 horas - o que representa um forte entrave para a agilidade no comércio internacional. Esta situação acontece por uma série de deficiências: falta de estrutura, de material, de recursos humanos e de clareza nos procedimentos e critérios seguidos pelos órgãos intervenientes. “O País quer crescer, mas ao mesmo tempo não tem infraestrutura alfandegária para isso”, destaca Becker. De cada 30 dias de trabalho, o caminhão permanece parado nas aduanas, em média, por 12 dias. O custo-Brasil decorrente deste desperdício de tempo é de 12% sobre o valor do produto. E quem paga esta conta é o consumidor final, pois o transportador acaba repassando a diferença para o valor do frete. “Hoje nas aduanas das fronteiras do Rio Grande do Sul cruzam em média 80 mil caminhões por mês”, revela Becker.
Para ele, o processo de liberação não evolui por falta de vontade política. “É preciso que sejam tomadas medidas pontuais e enérgicas para que o Brasil avance”, afirma, defendendo que o exemplo a ser seguido é o da Europa. Mas enquanto este momento não chega, ele quer que o tempo máximo que um caminhão fique parado no Brasil seja de 4 a 5 horas. “Esse é nosso objetivo”, pondera Becker. “Nossa intenção é levar para o governo federal uma proposta completa, com um alerta de que essa situação pode gerar um colapso no comércio exterior e no transporte internacional”, afirma.
Na opinião do vice-presidente da ABTI e diretor do Setcergs, Francisco Cardoso, além de existir muitos órgãos intervenientes no processo de liberação de cargas - Receita Federal, Ministério da Agricultura, Anvisa -, cada um tem estrutura e forma de operar diferenciadas. O ideal é que os processos fossem integrados. “Todos estes órgãos têm seus problemas, suas queixas de infraestrutura, de falta de pessoal. Mas, o que o governo, que é chefe de tudo isso, está fazendo para que esta questão seja tratada com uma visão macro? Não adianta termos boas estradas se em paralelo não houver agilidade na liberação das cargas”, alerta Cardoso. Ele afirma que as operações teriam mais transparência se fossem adotados indicadores de desempenho para o tempo de cada processo que envolve a liberação das cargas. “Como o governo vai saber se tem falta de pessoal se ele não determina em quanto tempo precisa ser liberado um processo?”, questiona Cardoso.
Para o presidente da CTIL Logística, Frank Woodhead, o maior problema nos portos secos e marítimos é a falta de gestão da integração e de bom senso. “No porto do Rio Grande nós temos 38 autoridades e órgãos intervenientes. Basta acontecer um problema em algum deles para parar tudo. Em média, para fazer um despacho a carga passa por 12 órgãos”, conta Woodhead.
ABTI e Sdaergs reclamam da burocracia e da falta de unidade dos procedimentos
A falta de sintonia, encadeamento e uniformidade entre os órgãos são as principais reclamações do presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado do Rio Grande do Sul (Sdaergs), Lauri Kotz. Ele reclama dos funcionamentos em horários diferentes e do isolamento entre eles. “Eu sou partidário de um protocolo único para todos os órgãos e que eles se comuniquem entre si. E não que o despachante tenha que passar em cada órgão para fazer o requerimento de despacho”, diz Kotz.
A falta de uniformidade da fiscalização entre as fronteiras é outro inconveniente, destaca Kotz. “Quando o legislador faz a lei, faz pensando no todo. Mas algumas autoridades aplicam esta lei de acordo com seu entendimento”, explica. “Grande parte da regulação do processo de despacho vem de 1966, e baliza praticamente todo o comércio exterior brasileiro. O tempo foi avançando e temos que ficar acompanhando qual lei mudou, qual normativa avançou”, afirma. Kotz já se preocupa com a nova regulamentação do Operador Econômico Autorizado (OEA). “Gostaríamos que a Receita Federal fizesse palestras antes da implantação para que os despachantes conhecessem as exigências antes da entrada delas em vigor”, diz.
Apesar de o tratado que deu origem ao Mercosul estar completando 19 anos, a burocracia entre os países membros - Brasil, Paraguai, Uruguai, Argentina, Chile e Venezuela - continua emperrada. “Os integrantes do Mercosul deveriam ter um tratamento preferencial”, defende o ex-presidente e consultor da ABTI, Luiz Alberto Mincarone. “Não basta apenas retirar o imposto de importação para viabilizar a comercialização dos produtos. Tem também que facilitar operacionalmente.”
Na Europa, com a União Européia, as fronteiras entre os 27 países foram abertas. “Com a união econômica e monetária, os países membros convivem como fossem um único país. Os transportadores estão liberados de controle aduaneiro e não pagam taxas alfandegárias. É tudo mais simplificado, muito diferente do que acontece na América do Sul”, diz o diretor geral da empresa TAS Portugal, António Mousinho. Mas, para o Brasil chegar ao modelo ideal, explica Mincarone, primeiro seria preciso eliminar os papéis. “Não adianta esperar uma fatura de um exportador chinês que diz que o produto oriundo da China custou tantos dólares por quilo. Papel não é comprovante de autenticidade. Estas informações devem ser enviadas eletronicamente e assim valerá o que está sendo declarado”, afirma.
A antecipação dos dados por meio eletrônico também é fundamental para a agilidade. Desta forma, quando a mercadoria chegasse à aduana a análise documental já estaria pronta e o despacho seria mais ágil. Com isso, 30 minutos seriam suficientes para liberação de 90% dos produtos. “O tempo maior seria dispensado apenas com as mercadorias que caem no canal vermelho e que exigem inspeção física”, explica Mincarone. Para ele, os problemas ainda persistem nas aduanas por falta de vontade política e entendimento da situação. Alguns importadores e exportadores também não enxergam que parte do preço pago pelo frete é resultado da falta de agilidade nas aduanas. “Se eles conseguissem enxergar que os gastos com frete equivalem a apenas 70% e que o restante é gasto com a morosidade nas fronteiras, iriam exigir mais dos governos”, ressalta.
Receita Federal revisa normas e investe em melhoria de sistemas
O sofrimento com os problemas do dia a dia das aduanas não atinge apenas os importadores e exportadores. Os representantes dos órgãos intervenientes também enfrentam dificuldades que precisam ser solucionadas o mais breve possível, sob pena de o sistema continuar moroso. Na aduana de Uruguaiana, na fronteira com a Argentina, tanto a Receita Federal quanto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) convivem com a falta de pessoal. Segundo o auditor fiscal da Receita e delegado-adjunto e supervisor do porto de Uruguaiana, Carlos Frederico S. de Miranda, já é histórico o fato de o órgão trabalhar com menos servidores do que efetivamente precisaria. “Em Uruguaiana, o déficit é de 50%. A lotação é de 58 auditores e nós estamos operando com 26”, revela Miranda. Somado à falta de recursos humanos, há ainda um problema de infraestrutura que afeta o andamento das operações. “Estamos aguardando a conclusão da obra equivalente ao nosso Porto Seco, no lado argentino, para que se efetive a integração. Pelo acordo, toda a exportação teria que ir para o lado argentino, mas ela não vai por falta de estrutura. Isso gera um volume muito maior de trabalho e uma extrapolação da capacidade do porto”, afirma Miranda.
A falta de integração efetiva e de uniformização da legislação são entraves para a agilidade operacional na liberação de cargas. “A aduana de Uruguaiana é um área de controle integrado. Os órgãos brasileiros e argentinos trabalham no mesmo local físico. No entanto, a legislação nunca foi unificada e, na prática, se tem duas aduanas trabalhando uma ao lado da outra. Os sistemas são completamente diferentes, a legislação é totalmente diferente”, conta Miranda. A diferença nas leis não se restringe à Receita Federal. Acontece também com as regras que normatizam os transportes. “Até hoje os dois países não chegaram a uma definição quanto a uma altura padrão dos caminhões. Não houve integração no que diz respeito à legislação”, revela Miranda. “Além disso, a documentação exigida nas operações de comércio exterior é a mesma de décadas atrás”, completa.
Nos aspectos em que tem ingerência operacional, a Receita Federal vem investindo em melhorias. A partir do plano de modernização da aduana brasileira o órgão identificou algumas necessidades. Entre elas, a revisão das normas, tanto do próprio regulamento aduaneiro, quanto das instruções normativas da Receita para adequação à realidade atual. Outra alteração indicada pelo plano é a necessidade de mudança na forma de habilitação da profissão de despachante aduaneiro. A ideia da Receita é uma cobrança maior na habilitação dos despachantes - fundamentais no fluxo do comércio internacional - para que sejam mais bem preparados.
O plano de modernização também indicou a importância da implantação do Operador Econômico Autorizado (OEA) - programa sugerido pela Organização Mundial das Aduanas. Poderá ser habilitado como OEA qualquer interveniente do comércio exterior cadastrado e que atenda aos critérios estabelecidos, principalmente de segurança. Sendo um OEA, o interveniente, que pode ser um empresário, importador, exportador, despachante aduaneiro ou transportador, terá um tratamento especial no trâmite aduaneiro, com prioridade perante os outros operadores. A previsão da Receita é de que a implantação do OEA aconteça ainda neste semestre.
Na área de sistemas, a Receita Federal desenvolveu para a área de portos marítimos o Siscomex carga. Miranda explica que já foram implantados alguns módulos do software, mas ele continua em desenvolvimento. Para controlar o trânsito aduaneiro internacional no modal rodoviário, está em desenvolvimento o Síntia. A ideia é que, assim que este programa for implantado, a Receita consiga receber informações da carga antes de ela chegar ao ponto de controle. “A intenção é de que no início de 2011 alguns módulos já estejam implantados. Neste ano, a orientação da Receita é de priorizar a modernização do Siscomex importação e exportação”, revela Miranda.
Fonte: Jornal do Comércio – RS
Data : 08/07/2010
SAI EDITAL PARA ESCOLHA DA EMPRESA PARA OBRA DO CAIS MAUÁ
Publicado em 07/08/2010 as
12:09 PM
A governadora Yeda Crusius recebeu ontem o edital, com 200 páginas, da licitação para a contratação da empresa responsável pelas obras de revitalização do Cais Mauá, em Porto Alegre. "Hoje (ontem) é um dia de comemoração. O governo realiza um sonho de mais de mais 30 anos", disse o secretário do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, Josué Barbosa.
Amanhã será publicado resumo do edital no Diário Oficial do Estado. A partir disso, as empresas terão 90 dias para apresentar propostas. As obras devem começar em 2011 com investimentos de R$ 500 milhões e expectativa da geração de dez mil empregos.
Conforme Barbosa, antes da apresentação do edital, oito empresas apresentaram propostas de como fazer o cais. Elas poderão participar da concorrência. O edital na íntegra estará disponibilizado hoje na internet, nos sites www.estado.rs.gov.br e www.sedai.rs.gov.br.
Sobre as exigências, Barbosa destaca a obrigatoriedade de investimentos em acessibilidade. A altura máxima de construção é de 14 metros na área próxima ao Gasômetro e pode chegar a 100 metros ao redor das docas. É proibida a construção de empreendimentos habitacionais. O prazo da concessão à vencedora é de 25 anos.
Na apresentação do edital, Barbosa lembrou que as três grandes linhas da revitalização do Cais Mauá são a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente e ao patrimônio histórico.
Fonte: Jornal do Comércio – RS
Data : 08/07/2010
BRASKEM INICIA RECEBIMENTO DE ETANOL POR VIA FERROVIÁRIA
Publicado em 07/08/2010 as
12:09 PM
A Braskem recebeu em Triunfo, nesta semana, a primeira carga de etanol por via ferroviária. Foram descarregados 120 mil litros do produto vindos de São Paulo e Paraná. Na sexta-feira, chegam mais 840 mil litros. É a primeira vez que a empresa opera nesse modal para o transporte do etanol, que será usado na planta de eteno verde.
Cerca de 40% do álcool utilizado pela Braskem será trazido por trens da ALL. Até então, o produto era transportado apenas por hidrovia e rodovia. A Braskem tem capacidade de consumir 230 milhões de litros de álcool para produção de ETBE e comprará o dobro disso para a planta de eteno verde.
A gerente de negócios de álcool da Braskem, Denise Zappas, afirma que o transporte ferroviário tem se mostrado uma boa opção logística. "É uma alternativa importante à cabotagem, que muitas vezes apresenta problemas relacionados a atrasos em portos de carga", explica. A hidrovia responderá por 50% da logística do álcool e a rodovia, por 10%.
Fonte: Jornal do Comércio – RS
Data : 08/07/2010
GERDAU VAI ESTREAR EM 2012 NA PRODUÇÃO DE AÇOS PLANOS NO PAÍS
Publicado em 07/08/2010 as
12:09 PM
A Gerdau anunciou ontem a implantação do primeiro laminador de bobinas a quente do grupo no país, na usina siderúrgica de Ouro Branco (Açominas), com capacidade instalada de 820 mil toneladas por ano. O novo equipamento entrará em operação em 2012, junto com um laminador de chapas grossas que já havia sido anunciado em outubro do ano passado e, agora, teve o projeto ampliado de 1 milhão para 1,1 milhão de toneladas por ano.
Os dois laminadores permitirão a estreia da empresa na produção de aços planos no Brasil. Até agora, as operações no segmento limitam-se à usina Gallatin, no Estado americano do Kentucky. Em comunicado, a Gerdau informou que, "no futuro", a capacidade combinada dos equipamentos poderá ser expandida para 3 milhões de toneladas por ano, ante volume inicial de 1,9 milhão de toneladas.
O investimento nos novos laminadores será de R$ 2,4 bilhões e está incluído no programa global do grupo de R$ 9,5 bilhões para o período 2010-2014, sendo 80% no Brasil. Conforme a Gerdau, o projeto para a Açominas conta com apoio do governo de Minas Gerais e 70% do montante será gasto com fornecedores nacionais. No ano passado, quando anunciou a implantação da linha de chapas grossas, a empresa disse que os aportes chegariam a R$ 1,75 bilhão.
"Estamos investindo para atender o mercado brasileiro e global, frente à expectativa de crescimento da demanda por aço nos próximos anos", afirmou, em comunicado, o diretor-presidente da Gerdau, André Gerdau Johannpeter. As chapas grossas e as bobinas a quente são usadas pelas indústrias petrolífera, naval, da construção civil (no segmento de construção metálica) e de máquinas e implementos. A instalação dos novos equipamentos exigirá a contratação de 700 pessoas.
A empresa também reiterou ontem que a expansão do laminador de perfis estruturais em Ouro Branco, de 540 mil para 700 mil toneladas por ano, entrará em operação em 2011, com investimentos de R$ 100 milhões. Outros R$ 352 milhões estão sendo aplicados em Minas Gerais para ampliar a produção própria de minério de ferro, de 2,7 milhões para 6,6 milhões de toneladas até 2012.
Em maio, durante a apresentação dos resultados do primeiro trimestre, a Gerdau informou que, com a expansão programada até 2012, as minas de Várzea do Lopes e Miguel Burnier serão capazes de suprir 100% das necessidades de minério de ferro da Açominas, que responde por cerca de 85% de todo o consumo da matéria-prima do grupo. Capaz de produzir 4,5 milhões de toneladas de aço bruto (usado na fabricação de laminados) por ano, a siderúrgica representa ainda 18% de toda a capacidade instalada do conglomerado.
Fonte: Valor Econômico/Sérgio Bueno, de Porto Alegre
Data : 08/07/2010
PLENÁRIO DO SENADO APROVA CRIAÇÃO DE ESTATAL DO PRÉ-SAL
Publicado em 07/08/2010 as
12:09 PM
BRASÍLIA - O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, 7, o projeto de lei que cria a nova estatal que vai administrar os contratos de produção do pré-sal. Batizada inicialmente de Petro-Sal, a empresa teve seu nome alterado para Pré-sal Petróleo S.A. (PPSA). A mudança consta de emenda apresentada e aprovada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).
A alteração do nome foi necessária porque a marca Petro-Sal já havia sido registrada em 2006 por uma empresa do Rio Grande do Norte. Como não houve acordo com o empresário, o governo teve de alterar o nome da gestora do pré-sal.
O projeto que cria a nova empresa foi aprovado por votação simbólica. O PSDB e o DEM, porém, rejeitaram a proposta.
Fonte: O Estado de São Paulo
Data : 08/07/2010
GOVERNO E EMPRESÁRIOS ESTÃO CONFIANTES PARA A INSTALAÇÃO DE ESTALEIRO
Publicado em 07/08/2010 as
12:08 PM
A reunião entre a comitiva catarinense liderada pelo governador Leonel Pavan e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, acabou com boas expectativas de todos os lados. Na pauta estava o licenciamento ambiental do projeto do estaleiro da empresa OSX, de propriedade do empresário Eike Batista.
O projeto está parado porque o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) deu parecer contrário à instalação do estaleiro em Biguaçu, Grande Florianópolis. Ao final da reunião, ficou acordado que ICMBio e OSX trabalharão em conjunto para solucionar os problemas técnicos apontados.
A empolgação do governador de Santa Catarina, Leonel Pavan (PSDB), retratou bem o clima da reunião. “Saio convencido de que seremos vitoriosos. Como não é uma reivindicação partidária, é uma reivindicação para Santa Catarina, entendo que hoje o processo avançou muito”.
O governador ressaltou que a instalação da empresa em Santa Catarina é a salvação de Biguaçu e de toda uma área que atende a mais de um milhão de pessoas. O prefeito de Biguaçu, José Castelo (PP), também acredita que a chegada do estaleiro irá melhorar a vida da população.
“Os benefícios serão grandes para Santa Catarina, visto que nosso município tem muitos problemas sociais. Vai melhorar a arrecadação e, quando isso acontece, melhora a saúde, assistência social e infraestrutura”, afirmou o prefeito.
A OSX também saiu confiante. “Temos certeza do que estamos fazendo, não vimos nenhum impedimento, acreditamos na convivência sustentável do projeto e, inclusive, em melhorias no meio ambiente”, argumentou Paulo Monteiro, diretor de sustentabilidade do grupo EBX, que inclui a OSX.
O ICMBio divulgou hoje uma nota de esclarecimento aos catarinenses. No texto, o instituto enumera os fatores que o levaram a ser desfavorável à instalação do estaleiro em Biguaçu e reitera que não é contra o estaleiro ou contra Santa Catarina. Mas sim contra o local proposto para a sua instalação.
Fonte: Portal Porto Gente
Data : 08/07/2010
INFORMAÇÕES DA OSX PASSARÃO POR NOVA ANÁLISE, AFIRMA MINISTRA DO MEIO AMBIENTE
Publicado em 07/08/2010 as
12:08 PM
Uma comitiva catarinense liderada pelo governador Leonel Pavan (PSDB) foi recebida nesta quarta-feira (7) pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em Brasília. O intuito da audiência, que não foi aberta à imprensa, era negociar a instalação de um estaleiro da empresa OSX, do Grupo EBX de Eike Batista, em Biguaçu, na Grande Florianópolis. O resultado da reunião foi uma abertura para o diálogo entre os responsáveis pelos pareceres técnicos que não autorizaram a instalação do empreendimento e a OSX. A ministra disse que as informações adicionais da empresa passarão por nova análise.
A comitiva de cerca de 30 pessoas era composta por vereadores, deputados estaduais e federais e senadores de Santa Catarina, representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) e procuradores estaduais. Eles lotaram o auditório do Ministério do Meio Ambiente e tiveram a oportunidade de expor suas opiniões. Também estavam presentes o ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, e o prefeito de Biguaçu, José Castello.
Todos saíram otimistas da reunião que resultou em uma proximidade maior entre a OSX e o ICMBio, que já havia dado parecer contra a instalação do estaleiro em Biguaçu por avaliar que o empreendimento causará danos ambientais irreparáveis. A ministra Izabella Teixeira afirmou que as informações adicionais enviadas pela empresa que respondem aos questionamentos do ICMBio já foram encaminhados para que a instituição faça nova análise.
“O ICMBio vai avaliar a nova documentação. A nossa intenção é trabalhar de maneira articulada com os órgãos ambientais estaduais e federais para que haja diálogo sobre as alternativas que nos foram apresentadas”, esclareceu a ministra. Na próxima segunda-feira (12), haverá uma reunião entre os órgãos técnicos para discutir as soluções apresentadas.
A audiência foi prestigiada por grande público em Brasília
A ministra lembrou que o empreendimento não traz apenas impactos negativos, mas também positivos. “Trabalharemos para que o estaleiro seja viável do ponto de vista ambiental, econômico e social”, concluiu Izabella Teixeira.
Fonte: Portal Porto Gente
Data : 08/07/2010
PECÉM VAI RECEBER 71 MIL T DE INSUMOS PARA CIMENTO
Publicado em 07/08/2010 as
12:08 PM
O Porto do Pecém vai receber o primeiro carregamento de clínker e escória, dois importantes insumos para fabricação de cimento. Operação é inédita e faz parte de um projeto da Companhia de Cimento Apodi
O Porto do Pecém está prestes a receber 71 mil toneladas (t) de dois importantes insumos para a fabricação de cimento. São 50 mil t de escória e 21 mil t de clínker adquiridos da China pela Companhia de Cimento Apodi, cimenteira instalada no quilômetro 18 da rodovia CE-422, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP).
Conforme Mário Lima Júnior, diretor de Desenvolvimento Comercial da Cearaportos, a operação, que está prevista para a próxima semana, é inédita e a primeira de muitas. “Faz parte do projeto da Cimenteira Apodi, que instalou uma moageira de cimento para 30 mil toneladas por mês em um momento inicial. A moageira já está pronta, mas ainda vai iniciar as operações”, informa. Na primeira fase do empreendimento, está previsto o investimento de R$ 60 milhões.
Nos próximos anos, a companhia deve começar a produzir na Região do Apodi, em Quixeré, os minerais importados neste princípio. Além do Grupo M. Dias Branco, que detém 50% do capital da companhia, o Grupo Cedro (25%), de Goiânia, e a Cooperativa da Construção Civil do Ceará (Coopercon-CE) (25%) formam a sociedade da fábrica.
Siderúrgicos
A Cearaportos divulgou ontem o balanço comercial do primeiro semestre de 2010 do Porto do Pecém. A importação de produtos siderúrgicos cresceu 133% e foi destaque na movimentação de longo curso. Foram 384,7 mil t recebidos. Também tiveram variações positivas a exportação de alumínio (16 mil t), seguido de calçados (12 mil t), informou a assessoria de imprensa da Cearaportos.
Conforme Lima Júnior, a importação de bobinas de aço e insumos para indústria de construção civil contribuíram para o bom resultado. “São para obras de tubulações e adutoras, como a que está interligando a estação de abastecimento de água de Fortaleza - do sistema Gavião-Pacoti-Riachão - ao Porto do Pecém”, diz
Nos seis primeiro meses do ano, o terminal registrou movimentação total de 1.173.333 t, uma alta de 68%, frente ao primeiro semestre de 2009, quando foram transportadas 698,6 mil t.
A movimentação de mercadorias de longo curso foi de 69% maior, com 862 mil t neste ano e 509 mil no ano passado.
A cabotagem (navegação entre portos do país) registrou elevação de 65%. Foram transportados 311 mil toneladas em 2010, contra 188 em 2009, conforme O POVO adiantou ontem.
O sal, com 41,6 mil t, incremento de 59%, e os derivados da indústria moageira de trigo com 21,9 mil t, alta de de 56%, foi o destaque na exportação de cabotagem.
A importação por meio da cabotagem também registraram significativos números positivos, com a movimentação de arroz de 53,7 mil t, acréscimo de 12%, 17 mil t de aparas de aço e 17,8 mil t de papel industrial.
EMAIS - COMÉRCIO PORTUÁRIO – CABOTAGEM
A cabotagem é um destaque na movimentação do Porto do Mucuripe, com um total de 1.167.988 toneladas (t), entre Granel Líquido e Carga Geral Conteneirizada, sendo 1.090.623 t de importação e 77.3645 t de Cabotagem de Exportação. Na Carga Geral Conteneirizada, foram movimentados 10.105 Teus (Twenty Foot Equivalent Units – unidade de carga equivalente a um contêiner de 20 pés).
FRUTAS E AÇO
Conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o Porto do Pecém permanece liderando a movimentação de frutas e calçados em relação aos demais portos brasileiros, ficando em segundo lugar no transporte de algodão e em terceiro na movimentação de ferro fundido, ferro e aço.
ALGODÃO
O transporte de algodão também registrou dados positivos para o Pecém, que ficou em segundo lugar, com 11 mil toneladas movimentadas e participação de 16%, perdendo apenas para o porto de Itajaí, em Santa Catarina.
Fonte: O Povo (CE)/Andreh Jonathas
Data : 08/07/2010
PLANO DA BACIA TOCANTINS-ARAGUAIA PREVÊ AÇÕES PARA NAVEGAÇÃO E GERAÇÃO DE ENERGIA NA REGIÃO
Publicado em 07/08/2010 as
12:07 PM
Na manhã desta quarta-feira (7), diretores e servidores da ANTAQ, em especial os técnicos da Superintendência de Navegação Interior, participaram da palestra proferida pelo especialista de Recursos Hídricos da Agência Nacional das Águas (ANA), José Luiz Zoby, sobre o “Plano Estratégico da Bacia do Tocantins-Araguaia”.
O plano estratégico busca minimizar e antecipar conflitos futuros, estabelecendo diretrizes para compatibilizar o uso da água com as políticas setoriais. Na visão da ANA, este plano vai permitir tratar de forma integrada questões como irrigação, navegação e geração de energia na região.
Este encontro reforça a parceira da ANTAQ com a Agência Nacional das Águas em benefício do uso múltiplo das águas e, principalmente, do crescimento do país de forma sustentável. Além disso, a palestra faz parte do conjunto de iniciativas estabelecidas pela direção da ANTAQ voltada à capacitação dos servidores.
Durante a palestra, José Luiz Zoby falou sobre a criação do plano, a formação de um grupo gestor para acompanhar os projetos elaborados e as parcerias realizadas. “O plano foi criado, em 2009, juntamente com um colegiado gestor, com o objetivo de acompanhar a implementação dos programas previstos para a Bacia Tocantins-Araguaia. Para tanto, o plano estratégico contou com a participação de diversos atores dos seis estados banhados pela bacia: Pará, Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Maranhão e Distrito Federal”, explicou.
O colegiado é presidido pelo diretor-presidente da ANA e é integrado por representantes da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, do Conselho Nacional de Recursos Hídricos e das secretarias estaduais de planejamento e meio ambiente dos estados que integram a bacia.
José Zoby comentou que a região hidrográfica do Tocantins-Araguaia é palco de um dinâmico processo de desenvolvimento sócioeconômico que deverá se intensificar nas próximas décadas, em função das demandas nacional e internacional por commodities. Atualmente, o modelo de desenvolvimento praticado na região tem se baseado no desmatamento, no uso inadequado do solo, no crescimento das cidades sem investimentos em saneamento entre outros aspectos.
“Nossa expectativa com a construção do plano é minimizar os conflitos existentes e criar alternativas que garantam o aproveitamento múltiplo e integrado dos recursos hídricos, em especial da hidroenergia e navegação, de forma sustentável, na região do Tocantins-Araguaia”, afirmou.
Para combater o desenvolvimento de forma desordenada na região, o plano estabelece diversas ações prioritárias como: priorizar a construção dos empreendimentos hidroenergéticos no rio Tocantins; proteger a bacia do rio do Sono; proteger o médio curso do rio Araguaia (Ilha do Bananal); concluir as eclusas já iniciadas (Tucuruí e Lajeado) e a de Estreito, simultaneamente com as obras da usina, tornando realidade a hidrovia do Tocantins, e implantar um sistema integrado de gestão dos reservatórios do rio Tocantins, visando o uso múltiplo e o controle da qualidade das águas.
“Essas ações poderão ser revistas à medida que o plano também passar por adaptações”, destacou Zoby, observando que a proposta “foi construir um plano participativo e integrado com as metas de governo e com a capacidade de investimentos tanto do público quanto do privado”.
Características da Bacia
A Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia apresenta grande potencialidade para a agricultura irrigada, especialmente para o cultivo de grãos, como milho e soja.
Possui uma área de 967.059 km² (11% do território nacional) e abrange os estados de Goiás (26,8%), Tocantins (34,2%), Pará (20,8%), Maranhão (3,8%), Mato Grosso (14,3%) e o Distrito Federal (0,1%).
Cerca de 7,9 milhões de pessoas vivem na região hidrográfica (4,7% da população nacional), sendo 72% em áreas urbanas.
Assessoria de Comunicação Social/ANTAQ
Fone: (61) 3447-2737
FAX: (61) 3347-1040
E-mail: assc@antaq.gov.br
Data : 07/07/2010
CODESA DISPONIBILIZA TELEFONE 24 HORAS PARA SERVIÇO DE AMARRAÇÃO DE NAVIOS
Publicado em 07/08/2010 as
12:07 PM
Desde a última segunda-feira, todas as agências marítimas que utilizam os serviços de atracações de navios no Porto de Vitória estão usufruindo de um telefone 24 horas para o serviço de amarração de embarcações. A novidade, que também funciona aos finais de semana, atende pelo número (27) 9848-4258.
O setor pode ser contatado também via rádio (canal 16 VHF) ou pelo telefone fixo (27) 3132-7379. De acordo com a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), por meio de sua Coordenadoria de Programação Operacional (CODRPRO), o serviço é utilizado principalmente pelos navios supply que atracam no terminal da CPVV.
Normalmente, a solicitação via telefone para atracação e amarração é feita por embarcações que não constam da programação elaborada pela CODPRO. Segundo o coordenador, Paulo Roberto de Lima, os navios que desejam utilizar o canal do Porto de Vitória, e não estão no mapa de escala, entram em contato com a Autoridade Portuária (Codesa) solicitando o acesso. A Codesa, por meio do setor de amarração, comunica ao plantão da praticagem que, por sua vez, coordena o movimento das embarcações de acordo com o tráfego no canal.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 07/07/2010
IBAMA PAULISTA INTERDITA O PORTO E, TRÊS HORAS DEPOIS, VOLTA ATRÁS
Publicado em 07/08/2010 as
12:07 PM
Órgão ambiental exigiu licença para a operação do complexo portuário, documento que já está sendo obtido pela Codesp
SAMUEL RODRIGUES - DA REDAÇÃO
Maior complexo marítimo do País, o Porto de Santos é responsável pela movimentação de cerca de um quarto da balança comercial brasileira
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) em São Paulo embargou o Porto de Santos e multou a Codesp em R$ 10 milhões, no final da tarde de ontem. Mas voltou atrás cerca de três horas depois e retirou as duas sanções impostas. O complexo não suspendeu as operações neste intervalo de tempo porque a Docas sequer reconheceu a medida aplicada pelo órgão ambiental.
Os fiscais estiveram na Codesp na tarde de ontem e pediram a apresentação da licença de operação (LO), autorização necessária para a atividade portuária, conforme a legislação ambiental em vigor.
A Docas, atualmente, ainda busca se enquadrar à norma, que é recente. Para isso, pediu um termo de referência ao escritório de Brasília do próprio órgão ambiental e iniciou processo licitatório em novembro do ano passado, para escolha de uma empresa particular que deverá realizar estudos ambientais para a regularização do complexo.
A DTA Engenharia é a firma vencedora da licitação e assinou o contrato no último dia 30 de junho. O prazo para término dos trabalhos é de dez meses.
Sem a licença em mãos, a diretoria da Codesp recebeu, por volta de 18 horas, a multa, aplicada pelo coordenador de fiscalização do Ibama, Carlos Daniel Gomes Toni, que também ordenou o embargo do Porto.
Para A Tribuna, Toni explicou que, em caso de descumprimento da ordem, a Docas estaria incorrendo em desobediência de uma ordem legal, o que poderia resultar em novas multas e até prisão dos responsáveis pela empresa. Antes do Ibama voltar atrás na decisão, ele declarou: "Nós oficiaremos ao Ministério Público e à Polícia Federal para que eles promovam a devida apuração da responsabilização penal. Fora isso, na parte administrativa, cabe uma nova multa pelo descumprimento do termo de embargo". E explicou que "a responsabilidade penal, que é apurada por outros órgãos que não o Ibama, como Polícia Federal, Ministério Público, passando também pelo posterior crivo do Judiciário, também implica eventualmente na prisão das pessoas que atuam de forma contrária às ordens legais".
Logo depois de receber a multa e o embargo, o diretor de Infraestrutura e Execução de Obras da Codesp, Paulino Moreira da Silva Vicente, informou que a administradora do cais santista não reconheceu as sanções e recorreu da multa. "O Porto de Santos continuará operando normalmente", disse.
O motivo apontado por Vicente é justamente as medidas iniciadas para regularização ambiental do Porto, em consonância com o que foi determinado pelo escritório do Ibama em Brasília. "Estamos tomando todos os procedimentos que se fazem necessários no sentido de garantir o interesse público e as operações portuárias normais no Porto de Santos".
O executivo também disse desconhecer os critérios usados pelo órgão ambiental para estipular o valor da multa, que deveria ser paga em até 20 dias. E considerou "descabida" a sanção imposta naquele momento. "Nós mantemos todos os procedimentos em consonância com uma instância superior do Ibama, que é uma entidade federal. E temos todos os documentos comprobatórios de que a Codesp vem praticando os procedimentos necessários para a obtenção de regularização ambiental".
Questionado se haveria outros portos sem a regularização, ele respondeu afirmativamente. "Com certeza, isso é óbvio, até porque a legislação ambiental é recente". Ele confirmou também que a Docas entrou em contato com o ministro dos Portos, Pedro Brito, na noite de ontem, para informar sobre o ocorrido.
Às 20h41, a Codesp recebeu uma nova notificação, assinada pelo superintendente substituto do Ibama em São Paulo, Murilo Reple Penteado Rocha, comunicando a suspensão imediata do embargo e da multa. "Esclareço por fim que eventual infração ambiental será apurada em processo administrativo aberto especialmente para este fim, garantindo-se ao administrado todos os direitos previstos em lei", constou no documento.
Perguntado se haveria interesses políticos no embargo temporário do Porto, Vicente respondeu acreditar que ocorreu "um grande desencontro de informações" entre os escritórios do Ibama em Brasília e São Paulo. "Não me cabe julgar se há interesses políticos no ato praticado", pontuou.
Procurado pela Reportagem, o Ibama informou que se pronunciará hoje a respeito do caso.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 08/07/2010
CURTA2- SANTA CATARINA
Publicado em 07/08/2010 as
12:07 PM
A Secretaria de Portos dará início, amanhã, à dragagem de aprofundamento do Porto de São Francisco do Sul (SC). A obra, prevista no Programa Nacional de Dragagem, conta com recursos do PAC.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 08/07/2010
CURTA1 - SUSPEITA
Publicado em 07/08/2010 as
12:07 PM
"Para mim, houve um grande desencontro de informações entre o Ibama São Paulo e o Ibama Brasília"
PaulinoMoreiraVicente,diretor da Codesp
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 08/07/2010
SEP INICIA NESTA SEXTA-FEIRA A DRAGAGEM DE APROFUNDAMENTO EM SÃO FRANCISCO DO SUL
Publicado em 07/08/2010 as
12:06 PM
A Secretaria de Portos (SEP) dará início, nesta sexta-feira, a dragagem de aprofundamento no Porto de São Francisco do Sul, situado na Baía da Babitonga. A obra, prevista no Programa Nacional de Dragagem (PND), conta com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A ordem de serviço será assinada pelo Diretor de Planejamento Portuário, Jorge Luiz Zuma e Maia, que representará o Ministro Pedro Brito durante uma cerimônia na Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), em Joinville, às 10h30. O consórcio Van Oord-Boskalis, venceu a licitação pelo valor de R$ 97,9 Milhões.
O complexo é um dos principais pontos de entrada e saída de mercadorias do Sul do Brasil. De acordo com o projeto, o porto passará pelo processo de dragagem (retirada de sedimentos) e derrocagem (retirada de pedras). Serão dragados 4,3 milhões de metros cúbicos, que deixarão o porto com a profundidade de 14 metros. Atualmente o porto opera com 12 metros.
Dois grandes equipamentos estão sendo deslocados para a execução dos trabalhos: a draga Sea Way, vinda de Buenos Aires, com 13.255 metros cúbicos de cisterna, que fará a dragagem do canal externo e interno em 6 meses; e a draga Hippopotes, de 1600 KW, que irá retirar o material que será perfurado e detonado, na segunda fase.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 08/07/2010
SUPERINTENDENTE SE REÚNE PARA INTEGRAR PORTO DO RIO GRANDE AO FERROSUL
Publicado em 07/08/2010 as
12:06 PM
Discutir a criação de uma agenda estratégica para tratar da integração do Porto do Rio Grande (RS) com a Ferrosul (Ferrovia da Integração do Sul S/A). Foi com esta intenção que o superintendente do complexo rio-grandino, Jayme Ramis, recebeu, na manhã desta quarta-feira, o presidente da Ferroeste, Samuel Gomes. Na ocasião, Ramis confirmou o interesse do porto gaúcho em ser parceiro do projeto.
A Ferrosul pretende integrar por ferrovia os Estados do Codesul – Conselho de Desenvolvimento e Integração do Sul (PR, SC, RS e MS) aos portos da região Sul através de três mil quilômetros de novas ferrovias, a partir da base da Ferroeste, estatal paranaense que faz a ligação de Guarapuava a Cascavel, no Paraná.
Na segunda etapa será feita a conexão de Rio Grande com a cidade de Antofagasta, no Chile, com o avanço do projeto do corredor bioceânico. As obras estão previstas para iniciarem em 2011.
Na opinião de Gomes, essa será uma grande malha ferroviária que levará desenvolvimento aos estados do Sul e proporcionará competitividade com redução de até 40% no valor do frente em comparação com o modal rodoviário.
O presidente da Ferroeste disse ainda que a Ferrosul, que terá ferrovia com bitola mista - larga e métrica - está encarregada de planejar, construir e operar nos quatro estados do Codesul. Também lembrou que a nova ferrovia terá conexão com as ferrovias existentes, rodovias e hidrovias, aumentando assim a importância e protagonismo dos portos do Sul do Brasil no Conesul.
Segundo o superintendente do porto gaúcho, o complexo, com implantação e ampliação de terminais portuários, poderá passar de uma movimentação média anual de 25 milhões de toneladas para 50 milhões até 2015.
Na reunião foi tratado sobre a possibilidade, com a instalação da Ferrosul, de atrair para o Porto do Rio Grande cargas, principalmente granéis agrícolas, do Paraguai. Com a implantação da nova ferrovia, a Ferroeste vai deixar de existir e passará a integrar a Ferrosul. Os estados contemplados pela iniciativa serão integrados como sócios, compartilhando o processo administrativo.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 08/07/2010
DRAGAGEM DE APROFUNDAMENTO DO CANAL DEVE SER CONCLUÍDA NESTE MÊS
Publicado em 07/07/2010 as
02:43 PM
Em breve, o canal de acesso ao Porto do Rio Grande será um dos mais profundos do Cone Sul. A dragagem de aprofundamento do canal, em execução pela draga Juan Sebastián de Elcano, está em fase final, devendo ser concluída na terceira semana deste mês. A informação foi dada por Tom Van Slambrouck, gerente de projeto da empresa Jan de Nul, proprietária da Juan Sebastián de Elcano.
O serviço, contratado pela Secretaria Especial de Portos (SEP), teve início em 23 de agosto de 2009, prevendo a retirada de 18 milhões de metros cúbicos de sedimentos. Na parte interna do canal, do píer petroleiro até o fim dos Molhes da Barra, trecho já concluído, foram removidos 8 milhões de metros cúbicos. Desde janeiro deste ano, a draga vem trabalhando na parte externa dos molhes, de onde estava prevista a remoção de 10 milhões de metros cúbicos.
A expectativa era concluir o trabalho até 20 de junho. Devido ao mau tempo e ao depósito de mais sedimentos em trechos já trabalhados da área externa do canal, isso não foi possível. Será necessário dragar novamente alguns pontos. "Estudo (batimetria) realizado pela fiscalização do serviço mostra que, durante a dragagem que estamos fazendo, houve entrada, nesses pontos, de sedimentos provenientes do litoral e da Lagoa dos Patos", explica Tom Slambrouck. Ingressaram nesta área mais 1,3 milhão de metros cúbicos, o que aumentou o trabalho.
De acordo com ele, já foram retirados da parte externa dos molhes 9,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos. A dragagem de aprofundamento do canal de acesso ao porto rio-grandino está a cargo do consórcio formado pelas empresas Odebrecht Serviços de Engenharia S.A e Jan de Nul do Brasil Dragagem Ltda.
A obra foi contratada para deixar a parte interna do canal, do píer petroleiro até o fim dos Molhes, com profundidade de 16 metros e a externa, fora dos Molhes, com profundidade de 18 metros. Desde 17 de maio, a partir do avanço da dragagem, a Superintendência do Porto do Rio Grande (SUPRG) aumentou o calado oficial do porto de 40 para 42 pés. A medida atendeu solicitação de terminais graneleiros para se beneficiarem de um porto mais competitivo já no escoamento da safra de soja deste ano.
Após o término dessa dragagem, o porto passará a operar com 47 pés de calado, que é a meta da SUPRG, o que o colocará em posição de destaque frente aos portos da América do Sul. O aumento da profundidade reduz significativamente os custos de frete. Após a obra, o consórcio ficará responsável por executar, por um prazo de dois anos, a dragagem de manutenção do canal quando se fizer necessária.
Esse serviço faz parte do Plano Nacional de Dragagem e é realizado com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. O valor total do empreendimento é R$ 196 milhões, sendo R$ 147,5 milhões de investimento da União e 48,5 milhões de contrapartida do Estado.
Fonte: Jornal Agora/Rio Grande,RS/Carmem Ziebell
Data : 07/07/2010
PÁTIO DE CONTÊINERES TRARÁ NOVOS NEGÓCIOS AO PORTO DO PECÉM
Publicado em 07/07/2010 as
02:42 PM
As propostas da licitação para o pátio de cabotagem do Porto do Pecém devem ser abertas dia 29 de julho. A área de segregação vai acelerar a liberação de contêineres e dar oportunidades a novos negócios em função do melhoramento da logística
Mais uma engrenagem é ajustada na logística no Ceará. A abertura das propostas para a licitação do terminal de cabotagem (navegação entre portos de um país) está agendada para dia 29 de julho.
Com o valor estimado de R$ 2,3 milhões, a construção da área de segregação de 20 mil metros quadrados vai dar celeridade à liberação de cargas, além de oportunizar novos negócios que utilizam o modal aquaviário.
Será um espaço exclusivo para contêineres de cabotagem. Com isso, a carga ficará separada dos contêineres de comércio exterior, que precisam passar pela fiscalização da Receita Federal. Por isso, a importância de isolar as mercadorias, explica o presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), Francisco Zuza de Oliveira.
Com mais agilidade, aumenta o fluxo de chegada e saída de produtos. “O novo pátio é muito importante, porque o Porto do Pecém vai ser um porto central do Brasil. É a última saída para a Europa. O transporte para o Nordeste vai ficar mais barato”, analisa.
Associada à Ferrovia Transnordestina, a cabotagem promete ser um modal decisivo para o surgimento de novos negócios. “Os dois, juntos, facilitam a logística. O Porto do Pecém tem que exercitar a cabotagem, porque tanto podem chegar produtos, quanto sair”, explica.
Mário Lima Júnior, diretor de Desenvolvimento Comercial da Cearaporto, empresa que administra do Porto do Pecém, afina o discurso. Para ele, o novo terminal de cabotagem cria condições para dar maior agilidade tanto na parte operacional quanto fiscal. “Facilita o trabalho da Receita Federal e o trabalho da Fazenda Estadual, que trabalha na cabotagem. É mais eficiência nas movimentações portuárias pela melhor segregação de cargas”, reitera.
Crescimento
Os dados sobre a movimentação do Porto do Pecém de junho ainda estão em fase de consolidação, mas O POVO teve acesso aos números relativos ao transporte de cabotagem deste período. A importação de gás natural para o Terminal de Regaseificação da Petrobras e do sal foi responsáveis pelo crescimento de 65% na tonelagem movimentada porto. Em 2009, 188.733 toneladas. Em 2010, 311.220 toneladas.
Na quantidade de contêineres comercializados, o crescimento foi de 17%, com 21.230 unidades, em 2009, e 24.889, este ano. Os dados são referentes ao período de janeiro a 30 de junho dos dois anos analisados. (Andreh Jonathas)
NÚMEROS
65 POR CENTO É QUANTO CRESCEU A TONELAGEM DA CABOTAGEM NO PECÉM
2,3 MILHÕES É A ESTIMATIVA DO CUSTO DO TERMINAL DE CABOTAGEM DO PORTO
Fonte: O Povo – CE
Data : 07/07/2010
CSN DIVIDE REAJUSTE DO AÇO EM DUAS ALTAS DE 4%
Publicado em 07/07/2010 as
02:42 PM
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) decidiu dividir em duas etapas o aumento do preço do aço programado para o terceiro trimestre. Segundo o presidente da siderúrgica, Benjamin Steinbruch, o repasse médio no mês de julho será de 4%. Outros 4% de alta estão previstos para outubro. No ano, conforme o executivo, a CSN já elevou em 20%, em média, o valor da commodity, já considerando o reajuste promovido neste mês.
O executivo sinalizou que o percentual de reajuste programado para daqui a três meses poderá ser alterado, a depender das condições de mercado.
"A correção que era para ser aplicada agora foi dividida em duas, mas vamos ver como se comporta o mercado em outubro", afirmou o executivo, durante evento realizado ontem à noite em São Paulo.
No final do mês de junho, depois de recuar na proposta de aumento de preço do aço de 8% a 10,75%, a CSN comunicou aos distribuidores de aços planos que faria reajustes de 3,5% a 5%, segundo fonte do segmento de distribuição, mas ontem Steinbruch sugeriu que não voltou atrás ao dizer que "está valendo agora o preço que saiu".
CASA DE PEDRA. Questionado sobre a abertura de capital da Casa de Pedra, ativo de mineração da CSN, Steinbruch afirmou que "continuam as negociações com japoneses, coreanos e chineses da Namisa".
Assim que o acerto for concluído, ressaltou o executivo, o grupo poderá proceder ao lançamento de ações desta empresa.
Steinbruch deixou claro, no entanto, que um eventual IPO deve entrar na pauta somente em setembro. "A gente não tem condições de fazer um IPO agora, o lançamento de ações está muito difícil por causa do mercado lá fora." No início do ano, o executivo disse que esperava concluir essa operação em junho.
Apesar do cenário conturbado no mercado externo, Steinbruch reforçou que o plano de investimento da CSN continua intacto e será executado integralmente, sem adiamentos. "A gente não está em crise no Brasil, tem que aproveitar esse momento.
Vamos manter o plano e investir tudo."
Fonte : Jornal do Commercio – Rio de Janeiro
Data : 07/07/2010
MAIS IMPULSO À INDÚSTRIA NAVAL
Publicado em 07/07/2010 as
02:42 PM
INVESTIMENTOS - Transpetro e Estaleiro Atlântico Sul recebem financiamento bilionário do BNDES para construção de sete navios-tanque. Recurso do EAS, que cobrirá parte do gasto com embarcações, é oriundo do Fundo da Marinha Mercante
FÁBIO FERREIRA APetrobras Transporte (Transpetro) assegurou, ontem, financiamento de R$ 2,6 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para sete navios-tanque encomendados ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS), localizado em Ipojuca (PE). O EAS também conseguiu aprovação de crédito de R$ 1,3 bilhão, recurso a ser utilizado para pagar parte da produção das embarcações.
O dinheiro é oriundo do Fundo da Marinha Mercante, que conta com uma carteira de projetos de R$ 11,39 bilhões. Destes, ainda restam ser liberados R$ 9,2 bilhões, com destino ainda não especificado.
O presidente da Transpetro, Sergio Machado, afirmou que aprovação dos créditos é uma demonstração do apoio do governo federal à reconstrução da indústria naval no País. “Fizemos mais do que encomendar navios, garantimos a estruturação de estaleiros em bases competitivas internacionalmente, com processos fabris modernos e eficazes.” Ele defendeu também a liberação do empréstimo para o EAS. “Essas liberações asseguram o cumprimento dos cronogramas do Promef e renovam nossa confiança na parceria com o BNDES.” Os navios, três do tipo Aframax, e quatro do Suezmax, fazem parte do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef II) da Transpetro, que prevê a construção de 26 embarcações.
O Promef I, também financiado pelo BNDES, licitou 23 navios-tanque. De todas as embarcações a serem entregues até 2014 pelo EAS, apenas três ainda não foram licitadas. O valor somado dos outros 46 é de US$ 4,7 bilhões, informa a Transpetro.
Machado afirmou que o Promef é um programa sólido, firmado nos padrões do BNDES.
“Este entrosamento com o banco nos permitiu construir um programa capaz de gerar 40 mil empregos diretos e mudar o destino da indústria naval brasileira”, afirmou o presidente da Transpetro. Dentro do programa do Promef II, o próximo passo é a construção de de três navios de bunker (óleo combustível marítimo), a serem construídos pelo estaleiro Superpesa (RJ), no valor de US$ 46 milhões.
O dinheiro emprestado pelo BNDES representará 90% do investimento, sendo o restante bancado pela própria Transpetro.
De acordo com o banco, o projeto vai gerar cerca de 4 mil empregos diretos durante a fase de construção das embarcações.
“A construção dos navios-tanque permitirá ainda o aquecimento de diversos setores industriais, como o metalúrgico, o siderúrgico, o químico e o de instalações elétricas, para atender ao objetivo de nacionalização das embarcações”, informou o BNDES, em comunicado.
Os navios produzidos no EAS terão cerca de 70% de conteúdo nacional, contra os 60% usuais.
Para isso, será feita aquisição do aço no mercado interno. Os Suezmax são destinados ao transporte de óleo cru e derivados, e alcançam o tamanho limite para passar pelo Canal de Suez. Os três Aframax, de dimensão menor, podem operar em portos comerciais.
MAIS TECNOLOGIA. Para o presidente da EAS, Angelo Bellelis, a aprovacão do financiamento consolida o impulso dado ao ressurgimento da indústria naval brasileira. “Para o EAS, essa aprovação garante a continuidade de sua produção, com mais sete navios, desta vez com mais tecnologia embarcada, já que foram encomendados com sistema de posicionamento dinâmico.” O sistema de posicionamento dinâmico é um sistema de controle para embarcações, composto de diversos sensores como GPS (Global Positioning System, na sigla em inglês, ou sistema de posicionamento global) e sonares.
O backlog (pedidos firmes) do estaleiro é de 14 navios tanque tipo Suezmax e oito navios tanque tipo Aframax contratados pela Transpetro. Os pedidos se estendem até 2015. Criado em 2006, o estaleiro é uma associação entre as construtoras Camargo Côrrea e Queiroz Galvão, que detêm 80% do empreendimento.
O EAS está situado no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, perto de grandes regiões produtoras de petróleo e gás natural.
Fonte : Jornal do Commercio – Rio de Janeiro
Data : 07/07/2010
GOVERNO ADIA VOTAÇÃO DO PROJETO DO PRÉ-SAL
Publicado em 07/07/2010 as
02:42 PM
Objetivo é evitar desgaste político com veto a emenda do senador Pedro Simon
Gustavo Paul e Cristiane Jungblut
BRASÍLIA. Preocupado com o desgaste político de ter de vetar a emenda que revê a atual distribuição de royalties de petróleo, do senador Pedro Simon (PMDB-RS), o governo jogou a toalha e adiou para depois das eleições a votação do projeto que cria o marco regulatório do pré-sal. Dessa forma, não deverá ocorrer mais nenhuma rodada de licitação de novos campos de petróleo este ano sob as novas regras do setor. Caso ocorra de fato a 11° rodada da Agência Nacional do Petróleo, prevista para novembro, ela será feita em áreas fora do pré-sal, sob regime de concessão.
A decisão de transferir para novembro a discussão foi tomada na tarde de ontem, em reunião do presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP) e candidato a vice na chapa da petista Dilma Rousseff, e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
— O veto seria ruim para a (campanha da candidata) Dilma — diz um senador.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já deu sinais de que pretende vetar o dispositivo, para evitar sérios danos às economias do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Se o fizer, vai se desgastar com os demais estados e municípios do país, que esperam elevação da sua receita com a emenda. Se não vetar, o problema passa a ser com os dois estados do Sudeste, governados pelo PMDB.
Coube ao líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), comunicar a versão oficial da decisão. Segundo ele, o adiamento se deve à falta de deputados suficientes no parlamento nesta e nas próximas semanas. Como o recesso deverá começar no próximo dia 16, os líderes não teriam como atrair deputados para o Congresso antes das eleições.
— Com a oposição fazendo a oposição selvagem e bruta, precisamos ter entre 300 e 320 deputados da base (governista) no plenário. A oposição paralisou o processo na casa — disse Vaccarezza.
Segundo líderes partidários, a votação após as eleições é um risco, pois dependerá de mobilização e interesse dos parlamentares. O resultado da votação e o percentual de deputados reeleitos influirão no processo.
Fonte : O Globo
Data : 07/07/2010
ESTATAIS DERAM R$ 7 MILHÕES A CENTRAIS
Publicado em 07/07/2010 as
02:42 PM
Esse foi o montate repassado, em cinco anos, para festas do 1° de maio
Gerson Camarotti
BRASÍLIA. As cinco maiores empresas estatais doaram, juntas, R$ 7,4 milhões para as centrais sindicais realizarem as festas do 1° de Maio no estado de São Paulo entre os anos de 2006 e 2010.
As maiores beneficiadas pelo patrocínio com o dinheiro público foram a CUT e a Força Sindical, além de UGT e CGT. O maior volume de recursos, por ano, foi destinado agora em 2010. O presidente Lula e a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, foram as principais estrelas do 1° de Maio das centrais sindicais este ano — atos que motivaram ações no Tribunal Superior Eleitoral contra os dois.
Ao todo, as centrais receberam em 2010 um montante de R$ 1,87 milhão da Petrobras, da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil, da Eletrobras e do BNDES, segundo dados fornecidos pelas próprias estatais a um requerimento de informação da liderança do DEM na Câmara dos Deputados. A Petrobras é a campeã em patrocínio para as centrais, somando R$ 3,5 milhões em cinco anos.
Já a Caixa liberou recursos que totalizam R$ 2,86 milhões nesse período de cinco anos, enquanto o Banco do Brasil ajudou as centrais com R$ 572 mil; a Eletrobras, com R$ 300 mil; e o BNDES, com R$ 150 mil — neste último caso, foram destinados apenas em 2010.
O requerimento feito pelo líder do DEM, deputado Paulo Bornhausen (SC), foi encaminhado no dia 26 de maio para os ministérios de Minas e Energia, Fazenda e Desenvolvimento, aos quais as estatais questionadas estão subordinadas. Para Paulo Bornhausen, houve uso de recursos públicos para favorecer políticos.
— No ano em que mais se gastou (em 2010), o presidente Lula estava com sua candidata no palanque dos sindicatos em São Paulo. Como se gasta quase R$ 2 milhões de dinheiro das estatais num único dia em eventos que promoveram Dilma e Lula? Isso é um tapa na cara do cidadão — atacou Paulo Bornhausen.
Segundo as informações prestadas pelas estatais ao DEM, em 2009 foi repassado o menor valor para as centrais sindicais: R$ 893 mil. Já nos três anos anteriores, os valores foram semelhantes.
Em 2006, o patrocínio das estatais alcançou R$ 1,46 milhão; em 2007, foi de R$ 1,6 milhão; e, em 2008, o valor ficou em R$ 1,58 milhão.
Ontem, o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que é natural esse patrocínio de estatais para os eventos de sindicatos, e lembrou que, em 2006, as mesmas empresas patrocinaram os eventos da Força Sindical que receberam em seu palanque o então candidato presidencial tucano Geraldo Alckmin.
O presidente da CUT, Artur Henrique, defende o patrocínio às centrais sindicais e lembra que essas mesmas empresas públicas costumam patrocinar eventos de empresas privadas.
— Nós fazemos o 1° de Maio todo ano, independentemente de ser ano eleitoral. O DEM quer criminalizar os movimentos sindicais e sociais. Isso faz parte do DNA desse partido.
Fonte : O Globo
Data : 07/07/2010
VALE DECIDE TER FROTA GARANTIDA
Publicado em 07/07/2010 as
02:41 PM
Ao ser privatizada, a Vale deu pouco valor a sua frota. Vendeu todos os navios de bandeira brasileira e a maior parte dos que usavam pavilhão estrangeiro. Com o tempo, apesar dos lucros bilionários propiciados pela alta do minério, a empresa - sob controle de Bradesco, Previ e Mitsui - foi obrigada a mudar de estratégia.
Segundo um analista, na época do pai de Eike, Eliezer Batista, à frente da então Vale do Rio Doce, os grandes compradores de minério eram os japoneses. Com visão de longo prazo, não se importavam em pagar um pouco mais pelo frete, pois sabiam ser estratégico não depender dos fornecedores australianos. Agora, o comprador principal é a China, mais pragmática: quer saber o preço final do minério entregue em seus portos, não interessa de onde venham ou em que navios. A China não parece preocupada em estimular outros mercados além da Austrália. Quer o melhor preço e pronto.
Com isso, a Vale teve de trocar de estratégia. Após dar pouca importância à logística marítima, mudou radicalmente de posição. Sabe que, se depender dos donos de frota, pode ter sua exportação e sua receita sensivelmente afetados. O mesmo pode se aplicar ao Brasil. Como pode uma potência emergente contentar-se com transportar menos de 1% do comércio que gera? Até agora, só a Transpetro está fazendo encomendas e não para expandir grandemente a frota, basicamente para renová-la.
Por ser uma empresa, o caso da Vale é mais simples e a solução já está a caminho. A empresa comprou 14 navios usados e já opera 17 navios próprios; encomendou 20 unidades, sendo dez de 400 mil toneladas de capacidade de carga. Através de contratos de longo prazo, com armadores como STX, BW, Oman Shipping e NYK, a empresa terá a sua disposição - seja com navios realmente próprios ou afretados a longo prazo, o que dá quase no mesmo - alto volume de navios, muitos deles gigantescos.
Já a situação do Brasil é mais complicada. A frota nacional, contando-se até unidades de navegação fluvial, é de 3,6 milhões de toneladas de capacidade (porte bruto), conforme a Agência Nacional de Transportes Aquaviários ( Antaq). Entre navios próprios e afretados por longo prazo, a frota à disposição da Vale em breve irá superar a de todo o Brasil. A Vale em pouco tempo terá enorme frota própria ou afretada de longo prazo, enquanto no Brasil apenas a Transpetro investiu maciçamente em renovar e ampliar sua base marítima.
Fonte : NetMarinha
Data : 07/07/2010
BNDES FORNECERÁ DE R$ 2,6 BILHÕES PARA NAVIOS DA TRANSPETRO
Publicado em 07/07/2010 as
02:41 PM
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) anunciou ontem que aprovou financiamento de R$ 2,6 bilhões para a Transpetro.Os recursos serão usados para a compra de sete navios-tanque, que foram encomendados ao Estaleiro Atlântico Sul. O banco emprestará mais R$ 1,3 bilhão ao estaleiro para financiar parte da produção dos navios.
O financiamento aprovado pelo BNDES para a Transpetro corresponde a 90% do valor do investimento a partir da conclusão e da entrega dos navios.
As duas operações de empréstimo fazem parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal, e serão realizadas com recursos do Fundo da Marinha Mercante.
A carteira do BNDES com recursos do Fundo de Marinha Mercante já soma R$ 11,39 bilhões com projetos das duas etapas do Programa de Modernização e Expansão da Frota. O desembolso é feito em etapas. Neste ano, já foi liberado o montante de R$ 517 milhões.
O Estaleiro Atlântico Sul, formado pela Camargo Corrêa e pela Queiroz Galvão, é o que mais recebeu recursos.
PDVSA
A PDVSA, estatal venezuelana do setor de petróleo, reuniu-se na semana passada com representantes do BNDES. A empresa quer assumir 40% do empréstimo concedido pelo banco à Petrobras para a construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
Segundo a Folha apurou, as garantias apresentadas pela PDVSA foram consideradas insuficientes pelo banco e ela deverá apresentar uma nova proposta.
Procurada pela reportagem, a PDVSA não respondeu até o fechamento desta edição.
A Petrobras informou que continua realizando a obra sozinha. Caso a estatal venezuelana consiga se estruturar para participar do negócio, será feito um ajuste de contas posterior.
Fonte : Folha de São Paulo
Data : 07/07/2010
PACTO EXCLUI CONTROLE DE PATENTE EM PORTO
Publicado em 07/07/2010 as
02:41 PM
Os EUA, a União Europeia, o Japão e outros oito negociantes do acordo internacional antipirataria Acta afirmaram que o pacto, quando pronto, excluirá controle de patentes em fronteiras, ponto que ameaçava o comércio de genéricos do Brasil.
A decisão foi divulgada na semana passada após reunião do grupo em Lucerna (Suíça) e é creditada por especialistas à polêmica lançada por Brasil e Índia pela apreensão de genéricos dos dois países na Holanda no ano passado.
O Acta é um acordo plurilateral que vem sendo negociado a portas fechadas e sem a participação de brasileiros, chineses e outros emergentes, os maiores afetados por suas implicações.
O objetivo do tratado é fixar um padrão para o combate ao comércio de mercadorias supostamente falsificadas. Além de genéricos, terá grande impacto em distribuição de conteúdo na internet ao ser implementado -a intenção é finalizar o texto neste ano. O Brasil não reconhece sua legitimidade. A decisão não impedirá, porém, que países signatários individualmente apliquem leis sobre patentes em suas fronteiras.
O Acta também manterá patentes em outros capítulos ainda sob discussão, e fiscalizações em fronteiras por países signatários deverão manter controle sobre supostas violações de "copyright".
"Esse anúncio não significa que o comércio de genéricos do Brasil está seguro", disse Pedro Mizukami, coordenador do projeto Game Studies do CTS-FGV.
Ainda assim, foi afastado por enquanto um dos grandes temores sobre o acordo, de que a regra da UE sobre apreensões relacionadas a patentes seria copiada por outros signatários. Isso faria com que pudessem ser apreendidos produtos suspeitos de violar patentes em países de trânsito, durante a importação, mesmo que fossem legais nos locais de origem e destino.
Os genéricos retidos na Holanda em 2009, por exemplo, eram legais tanto no país comprador (Brasil) como no vendedor (Índia). O caso foi parar na OMC.
Fonte : Folha de São Paulo
Data : 07/07/2010
O DIA D PARA O ESTADO NA BRIGA PELO ESTALEIRO DA OSX
Publicado em 07/07/2010 as
02:41 PM
Com o categórico parecer negativo da regional Sul do Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio) ao processo de licenciamento do estaleiro da OSX em Biguaçu, o dia de hoje se tornou decisivo para o município catarinense continuar como plano A da empresa de Eike Batista.
Uma comissão catarinense em defesa da instalação do estaleiro em SC se reúne com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, para convencê-la de que o ICMBio nacional deve assumir o processo.
O ministro da Pesca, Altemir Gregolin, que está concentrando os esforços do governo federal pela permanência do estaleiro em SC, disse ontem que a sua expectativa é de que a ministra determine ao ICMBio nacional a revisão dos pareceres negativos dados pela regional. A reunião de hoje será às 9h30min, no Ministério do Meio Ambiente, em Brasília.
– Nós queremos que ela (ministra Izabella) coloque o ICMBio nacional no processo. Para que todos os aspectos do licenciamento, inclusive os estudos complementares feitos pela empresa, sejam reavaliados. Cabe ao ICMBio apenas a anuência – ressaltou.
A ministra convocou os técnicos e coordenadores do ICMBio nacional para o encontro de hoje pela manhã. Gregolin entende que por ser um tema complexo e de suma importância para a economia de Santa Catarina, a ministra deve se sensibilizar aos apelos da comissão.
– Pedi ao Paulo Monteiro (diretor de Sustentabilidade do Grupo EBX, holding da OSX) que ele faça uma apresentação sintética para a ministra, a exemplo da que fez na audiência da Assembleia Legislativa – afirmou Gregolin.
No Legislativo catarinense, segunda-feira, Monteiro apresentou soluções ou contrapontos para todos os argumentos do ICMBio, mas os técnicos da regional do instituto não estavam presentes.
Gregolin disse que fazem parte da comissão que se reúne hoje com a ministra o governador Leonel Pavan; a senadora Ideli Salvatti; a deputada federal Angela Amin; o deputado estadual Edison Andrino; o presidente da Fatma, (órgão licenciador do projeto), Murilo Flores; o diretor da EBX, Paulo Monteiro; José Eduardo Fiates, ligado a Fundação Certi; o prefeito de Biguaçu, José Castelo Deschamps; e um representante da Federação das Indústrias de SC (Fiesc).
Sete meses de negociações - Investimento:
R$ 2,5 bilhões
- Área total: 3,2 milhões de metros quadrados
- Área construída: 1,6 milhão de metros quadrados
- Empregos: 3,5 mil vagas na construção e geração de 4 mil empregos diretos na operação do estaleiro
OS PASSOS DADOS
- Dezembro de 2009 - A consultoria Caruso Jr. conclui o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (EIA/Rima) do estaleiro da OSX, do grupo EBX.
- Março de 2010 – A OSX promove uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Bolsa de Valores de São Paulo.
- Abril – O ICMBio, órgão responsável pelas unidades de conservação federais, apresenta parecer contrário à instalação do estaleiro em Biguaçu. Devido ao IPO, a OSX respeita um período de silêncio e não se manifesta.
- Maio – A OSX protocola na Fatma um novo relatório, com alternativas para os problemas apontados.
- Junho – O ICMBio conclui a avaliação do novo documento e mantém o parecer contrário. A Fatma ainda avalia o relatório e busca um acordo com a equipe do ICMBio. A OSX negocia também com o Rio de Janeiro.
OS PRÓXIMOS PASSOS
- Hoje, a liberação das licenças ambientais será tema de reunião em Brasília, envolvendo governo federal, ICMBio e OSX.
- Em SC, serão realizadas três audiências públicas para debater o assunto neste mês:
- 20/07 – Governador Celso Ramos – 19h – Ginásio da Escola Básica Estadual Professora Maria Amália Gardoso, Rua Gerino Belmiro dos Santos, 54, Fazenda da Armação
- 21/07 – Biguaçu – 19h – Centro de Eventos Petry, Rodovia BR 101, Km 196
- 22/07 – Florianópolis – 19h – Jurerê Sports Center (antigo Jurerê Praia Club), Avenida dos Dourados, 481, Jurerê Internacional
Fonte : Diário Catarinense
Data : 07/07/2010
CHILE CRESCE, MAS TEME O GARGALO DO GÁS ARGENTINO
Publicado em 07/07/2010 as
02:40 PM
O crescimento surpreendente da Argentina pode ter um resultado negativo para o outro lado dos Andes. Apesar de o Chile ter diminuído sua dependência em relação ao gás natural argentino nos últimos anos, analistas dizem que uma expansão acima de 7% no país platino significaria que os chilenos teriam de enfrentar algum tipo de escassez de energia, o que limitaria o seu próprio crescimento.
"O governo chileno apostou na construção de usinas de regaseificação de GNL [gás natural liquefeito], mas a dependência em relação ao gás argentino não foi desfeita. Projetos importantes como o de construção de hidrelétricas ainda estão emperrados", afirma Diego Bravo, gestor do BCI, em Santiago.
Para Bravo, se a Argentina começar a crescer acima de 7%, o Chile pode passar pelos mesmos problemas enfrentados em 2007 e 2008: falta de gás barato para energia. E, dependendo da extensão disso, a situação pode causar um prejuízo até meio ponto percentual no crescimento do PIB chileno.
Atualmente, o Chile voltou a acelerar, como resultado dos esforços de recuperação após o terremoto que atingiu o país em fevereiro. Em maio, o crescimento da economia foi de 7,1%, comparado ao mesmo mês do ano passado, segundo o Banco Central chileno. Foi o melhor resultado desde a expansão anual de 7,2% em junho de 2005. Economistas preveem um crescimento de 5,3% em 2010.
A Argentina também vem mostrando vigor. A RBS Securities elevou sua estimativa de crescimento para o país de 4,4% para 7%. A União Industrial Argentina prevê que a indústria, principal consumidora do gás natural para energia, crescerá de 6% a 8%.
A história de dependência do Chile em relação ao gás argentino teve seu ponto alto sete anos atrás, quando exatamente metade da energia elétrica consumida no país foi gerada em usinas termelétricas a gás. Em 2005, entretanto, a Argentina começou a restringir as exportações de gás natural para o vizinho, pois tinha necessidade de usá-lo no próprio país.
Em 2007, a situação ficou crítica para os chilenos: Buenos Aires diminuiu as vendas para o vizinho de 22 milhões de m³ diários de gás para apenas 8 milhões de m³ diários. O Chile teve então de usar diesel nas termelétricas, uma matriz muito mais cara.
Segundo Roberto Román, reitor da Faculdade de Ciências Físicas e Matemáticas da Universidade do Chile, "mais de 70% da demanda nominal de gás natural no Chile destinava-se à geração de energia elétrica no norte e na região central do país. Com a escassez do gás, as usinas de geração de ciclo combinado tiveram de recorrer ao diesel, que é muito mais caro em comparação com o gás natural."
A situação de dependência diminuiu a partir do ano passado. Segundo a Comissão Nacional de Energia do Chile, desde setembro do ano passado, quando duas usinas de regaseificação de GNL passaram a funcionar no país, "a situação se modificou, dando liberdade a algumas empresas de inclusive parar de comprar gás argentino".
Román afirma que a dependência em relação ao gás argentino diminuiu em um terço do que era em 2003 por causa disso.
Entretanto, segundo Sylvie D'Apote, analista da consultoria Gas Energy, o GNL é um risco por causa da variação do preço. Ela deu como exemplo a própria Argentina, que em 2008 comprou pela primeira vez GNL para fazer frente a uma queda brusca no fornecimento regional e pagou algo próximo a US$ 17 por BTU. Hoje, diz D'Apote, prevê-se que pagará entre US$ 7 a US$ 9.
Essa variação mostra que o GNL pode tanto suprir o Chile sem encarecer a geração quanto tornar a energia cara demais.
Fonte : Valor Econômico
Data : 07/07/2010
NOVAS CONCESSÕES
Publicado em 07/07/2010 as
02:40 PM
O presidente da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Haroldo Lima, disse ontem a um grupo de jornalistas que a ANP está trabalhando para que a nova rodada de leilões de concessões para exploração de petróleo e gás aconteça no mês de novembro. "Até o início de novembro está bom. Se não der, preferiria deixar para a partir de janeiro", afirmou o presidente da agência. As informações são da Bloomberg.
Fonte : Valor Econômico
Data : 07/07/2010
SÓCIOS TERÃO ESTALEIRO NA BA MESMO SEM ENCOMENDAS
Publicado em 07/07/2010 as
02:40 PM
O Estaleiro Enseada do Paraguaçu, sociedade entre Odebrecht, OAS e UTC, vai ser construído independente do resultado das licitações bilionárias lançadas pela Petrobras para construir no Brasil um conjunto de sondas de perfuração de poços de petróleo. Os sócios do projeto apresentaram propostas para construir navios-sonda para a estatal no novo estaleiro, que vai situar-se próximo à foz do rio Paraguaçu, no município de Maragogipe, região metropolitana de Salvador (BA).
Se ganhar parte das sondas, o estaleiro baiano deve investir cerca de R$ 2 bilhões, dos quais R$ 1,7 bilhão financiados pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM), para construir uma unidade com capacidade de processar 60 mil toneladas de aço por ano. A previsão é começar as obras no fim de 2010 e conclui-las em 24 meses, no fim de 2012. Seis meses antes do término do empreendimento, porém, o estaleiro começaria a processar aço. Um dos desafios do estaleiro, caso ganhe a encomenda da Petrobras, será erguer as instalações da unidade ao mesmo tempo em que constrói os navios-sonda.
A Petrobras ainda não divulgou o resultado das licitações das sondas, que tornou-se alvo de uma acirrada discussão. Os participantes questionaram pontos das propostas dos concorrentes.
Os sócios entraram com recursos contra dois concorrentes, mas a empresa não comenta o assunto. A proposta de Odebrecht, OAS e UTC para construção dos navios-sondas considera projeto da norueguesa LMG. E a proposta também conta com a Aker Stord como estaleiro consultor. As sondas encomendadas pela Petrobras destinam-se a operar em lámina d´água de três mil metros (profundidade entre a superfície e o leito do mar).
Se não for bem-sucedido na licitação, o estaleiro deve começar com um projeto menos ambicioso e desenvolver o negócio em etapas. Nesta hipótese, o foco estaria em outras concorrências da Petrobras, inclusive a montagem de "topsides" (unidades que equipam as plataformas) para cascos já licitados pela estatal.
A lógica, portanto, é de que o investimento será de acordo com o tamanho das encomendas. Em fases seguintes, o estaleiro poderia ser expandido e chegar a 140 mil toneladas de capacidade de processamento de aço - semelhante ao do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco, que tem capacidade nominal para processar 160 mil toneladas por ano. Tudo vai depender da demanda. A expectativa é que o mercado demande novas unidades de produção e perfuração nos próximos anos a partir do desenvolvimento do pré-sal. Outro cliente em potencial do estaleiro é a Odebrecht Óleo & Gás.
"O projeto das sondas é importante [para o estaleiro], mas houve decisão estratégica dos sócios de fazer a obra pois temos a área e já conseguimos a licença prévia do Ibama", diz Fernando Barbosa, diretor-superintendente do Estaleiro Enseada do Paraguaçu. Segundo ele, os sócios estão trabalhando no projeto há um ano e meio e constituíram uma sociedade, o Estaleiro Enseada do Paraguaçu S.A., com sede em Salvador. A Odebrecht tem 50% do projeto e os outros dois acionistas 25% cada um.
Os acionistas do estaleiro compraram 160 hectares em Maragogipe, às margens do rio Paraguaçu, onde será erguida a unidade. A área fica próxima ao canteiro de obras de São Roque do Paraguaçu, usado pela Petrobras para a construção de plataformas. No momento, os sócios estão negociando o empréstimo para o projeto com os agentes financeiros do FMM. As discussões envolvem Banco do Brasil, BNDES e Banco do Nordeste (BNB). "O foco maior recai sobre o Banco do Brasil, mas não tem nada definido ainda", diz Barbosa.
Fonte : Valor Econômico
Data : 07/07/2010
SINDICATO DO RIO DIZ QUE MAUÁ SOFRE COM AMEAÇA DE DEMISSÕES EM MASSA
Publicado em 07/07/2010 as
02:40 PM
O Estaleiro Mauá, de Niterói (RJ), está conduzindo um processo de demissões que deve levar a empresa a reduzir de forma drástica o número de empregados. O Mauá tem cerca de 4 mil funcionários, número que poderia cair para um patamar entre 2,5 mil e 3 mil pessoas. Os cortes seriam motivados por problemas de gestão, disse Edson Carlos Rocha da Silva, vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói. Na segunda-feira teriam sido demitidas cerca de 100 pessoas, número que se soma a outros 300 empregados dispensados na sexta-feira, disse Silva.
Segundo ele, já havia sinais de que a empresa enfrentava problemas com um número de empregados por função acima do necessário. O Mauá estaria sem depositar o FGTS dos funcionários desde outubro de 2009. Algumas pessoas foram colocadas em férias sem saber se voltarão a trabalhar. Fontes do setor disseram que o Mauá não tinha feito ajustes de pessoal até agora na expectativa de receber novas encomendas da Petrobras.
O estaleiro assinou este ano contrato de arrendamento com a Andrade Gutierrez para disputar encomendas da Petrobras e de outras empresas que operam na exploração e produção de petróleo e gás. A Andrade Gutierrez é uma das empresas que apresentaram propostas para a construção de navios-sonda para a Petrobras em licitação cujo resultado ainda não foi definido pela estatal.
O Mauá não se pronunciou. O estaleiro é ligado ao Grupo Synergy, de Germán Efromovich, que também controla o Estaleiro Ilha S.A. (Eisa). Manoel Ribeiro, que dirige o Eisa, foi indicado por Efromovich para assumir a operação do Mauá no lugar de Domingos D'Arco, transferido para a área comercial. Segundo o Valor apurou, ao assumir, Ribeiro anunciou que teria que reduzir para 2,5 mil o número de empregados. Ribeiro foi procurado, mas não foi localizado.
Também ontem o BNDES anunciou que aprovou financiamento de R$ 2,6 bilhões para que a Transpetro adquira sete navios-tanque encomendados ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS). O banco também aprovou crédito de R$ 1,3 bilhão para o estaleiro, que utilizará os recursos para financiar parte da produção das embarcações. O financiamento do BNDES à Transpetro corresponde a 90% do valor do investimento para conclusão e entrega dos navios. Os dois projetos serão realizados com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), como parte Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Fonte : Valor Econômico
Data : 07/07/2010
COMITIVA DE SANTA CATARINA REUNIDA COM MINISTRA DA CASA CIVIL
Publicado em 07/07/2010 as
02:39 PM
A audiência com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, nesta quarta-feira (7), começou às 10h10. Estão presentes o governador de Santa Catarina, Leonel Pavan, o ministro da Pesca, Altemir Gregolin e mais um grupo de políticos e empresários. O tema da reunião é a instalação do estaleiro da OSX, do grupo EBX do megainvestidor Eike Batista, na cidade de Biguaçu, que fica na Grande Florianópolis.
O grupo que está com a ministra defende a instalação do empreendimento apesar dos pareceres técnicos do Instituto Chico Mendes (ICMBio), órgão ligado ao MMA, contrários ao projeto no local apresentado pela empresa de Eike Batista.
Também nesta quarta-feira (7), às 11h30, o Eike Batista tem audiência com a ministra chefe da Casa Civil, Erenice Alves Guerra. A assessoria da Casa Civil não soube informar a pauta do encontro.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 07/07/2010
O NORDESTE NO FOCO DOS INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS
Publicado em 07/07/2010 as
02:39 PM
O investimento estrangeiro direto (IED), como qualquer outra atividade econômica, também passou por forte refluxo decorrente da crise econômico-financeira global. Receosas da magnitude de um inesperado ambiente recessivo, grandes multinacionais cortaram custos e suspenderam abruptamente as estratégias de internacionalização.
Hoje, o cenário mundial já aponta para uma retomada, e há que se tirar lições da crise. A condução de políticas macroeconômicas sérias, que reduziram a vulnerabilidade externa, com as contas fiscais em equilíbrio e a inflação sob controle, permitiu ao Brasil superar a crise e retomar o crescimento em condições excepcionais.
A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) apontou o Brasil como um dos cinco melhores destinos para investimento estrangeiro direto no período de 2009 a 2011, atrás apenas de Índia, Estados Unidos e China e à frente da Rússia.
Valorizando as oportunidades decorrentes deste momento singular da economia brasileira, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), numa parceria com a Associação Mundial das Agências de Promoção de Investimento (Waipa) e o Banco Mundial (Bird), está desenvolvendo um projeto para ampliar o volume de IED no País. O objetivo é capacitar os Estados para que estabeleçam organismos locais que, além de promover suas regiões, funcionem também como centros de apoio aos investidores.
A proposta busca adequar os interesses das empresas estrangeiras às necessidades específicas de investimento de cada região.
É crucial que cooperemos na implementação e na manutenção de um ambiente de negócios e investimentos favorável, priorizando a transparência, a segurança jurídica e a informação atualizada e confiável.
Nesse contexto, há que se considerar a relevância de desconcentrarmos tais iniciativas e direcionarmos o olhar para a Região Nordeste do Brasil. Conhecida por suas indiscutíveis belezas naturais e pela afabilidade de seu povo, a região é também um polo de empreendedorismo, de inovação tecnológica e de riqueza cultural e econômica.
Assim, o Nordeste consolida-se como um destino ímpar àqueles que desejam investir e crescer. Do agronegócio ao turismo, da confecção ao setor imobiliário, o potencial para a realização de bons negócios é imenso.
O fomento ao avanço científico e tecnológico, com o incentivo ao aprofundamento do diálogo entre empresas e centros de pesquisa, e a crescente qualificação de mão de obra são vetores fundamentais para que o Nordeste realize, de modo sustentável, todo o seu potencial para receber investimentos produtivos.
A Apex-Brasil trabalha para atrair capitais produtivos de empresas estrangeiras que possam incorporar inovações tecnológicas e adensar cadeias produtivas, com impacto na geração de empregos e na ampliação e diversificação da pauta exportadora brasileira.
A Agência garante apoio ao investidor estrangeiro durante todo o processo no Brasil. Recentemente, a Apex-Brasil teve participação ativa nos novos investimentos da General Electric (GE), da Blackberry e da IBM no País, entre outras companhias.
Um Nordeste unido no mundo de atração de investimentos se faz necessário. Precisamos desenvolver, cada vez mais, e consolidar mecanismos que incentivem as ações de atração de investimentos na região para garantir, de uma vez por todas, a inserção do Nordeste no radar global de investimentos diretos.
» Alessandro Teixeira é presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos e da Associação Mundial das Agências de Promoção de Investimentos (Waipa)
Fonte: Jornal do Commercio – PE
Data : 07/07/2010
BNDES VAI FINANCIAR NAVIOS-TANQUE DE SUBSIDIÁRIA DA PETROBRAS
Publicado em 07/07/2010 as
02:39 PM
Com recursos de R$ 2,6 bilhões, oriundos do Fundo de Marinha Mercante (FMM), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) vai financiar a aquisição de sete navios-tanque pela subsidiária da Petrobras, a Transpetro (Petrobras Transportes).
O anúncio foi feito nesta terça (6) pelo Bndes. Será financiada também uma parte da produção das embarcações pelo estaleiro Atlântico Sul, localizado em Pernambuco. O empréstimo para o estaleiro totaliza R$ 1,3 bilhão.
A operação reforça o atual estágio de reaquecimento da indústria naval brasileira, disse a chefe do Departamento de Gás e Petróleo do Bndes, Lúcia Weiver. "Desde 2004, cada vez cresce mais a indústria. Começou com demanda da Petrobras [de embarcações] de apoio offshore [apoio marítimo]. Foi crescendo com o Promef e agora com o Promef 2 e a construção de estaleiros".
Lúcia revelou que alguns pedidos de financiamento para os novos estaleiros que serão construídos no Brasil já deram entrada no banco. Essa foi uma das prioridades definidas pelo Conselho Gestor do FMM no final do ano passado, totalizando R$ 15 bilhões. Os recursos do fundo incluem a construção de barcos de apoio, navios de maior porte e estaleiros.
Ela lembrou que nem todos os recursos do FMM vêm para o Bndes, porque há outros agentes financeiros. Como existem operações que ainda não foram enquadradas, ela não sabe ainda qual a fatia de recursos do fundo que será gerida pelo banco. "As empresas estão conversando com o Bndes e o Banco do Brasil, que são os (agentes) mais ativos".
O financiamento aprovado para as sete novas embarcações é o primeiro da segunda fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef 2). O programa prevê a construção de 26 navios-tanque. O Promef 1, também financiado pelo banco com recursos do FMM no valor de R$ 4,7 bilhões, envolveu a construção de outras 23 embarcações do mesmo tipo.
Os projetos integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. A expectativa é que sejam gerados 4 mil empregos na etapa de construção dos navios, com desdobramentos positivos sobre diversos segmentos industriais e a cadeia de fornecedores nacionais.
O objetivo é a nacionalização dos navios, destacou Lúcia. A meta é atingir um nível de conteúdo nacional de 70%, superando os 60% anteriores. O número considera a aquisição de aço para as embarcações no mercado doméstico. Lúcia afirmou que o aumento do conteúdo nacional implica na redução da taxa de juros cobrada no financiamento.
A carteira ativa do Bndes com recursos do Fundo da Marinha Mercante, que engloba operações contratadas e em liberação, soma R$ 11,39 bilhões, dos quais ainda deverão ser desembolsados R$ 9,20 bilhões. Lúcia Weiver lembrou que se trata de operações de longo prazo, entre 10 e 15 anos.
Este ano, já foram liberados pelo BNDES recursos do FMM no montante de R$ 517 milhões, informou a gerente responsável pelas operações de financiamento a embarcações, Roberta Ramos. Ela estimou que até o final do ano, os desembolsos do BNDES para o setor atingirão R$ 1 bilhão.
Fonte: Jornal do Comércio – RS
Data : 07/07/2010
OGX MARANHÃO INICIA PERFURAÇÃO NA BACIA DO PARNAÍBA
Publicado em 07/07/2010 as
02:39 PM
Poço está localizado na cidade de Capinzal do Norte, a cerca de 260 quilômetros de São Luís
São Paulo - A MPX Energia informou hoje, ao mercado, que a OGX Maranhão, iniciou a perfuração de um poço na Bacia do Parnaíba, estado do Maranhão. A OGX Maranhão é uma sociedade de propósito específico, na qual a companhia detém 33,3% do capital social e a OGX Petróleo e Gás 66,7%.
A identificação do poço é 1-OGX-16MA, e ele está localizado no bloco PN-T-68. O poço terrestre está sendo perfurado pela sonda QG-1, da Queiroz Galvão, e está localizado na cidade de Capinzal do Norte, a cerca de 260 quilômetros de São Luís. A perfuração do prospecto, batizado de Califórnia, deverá ser concluída em aproximadamente 70 dias.
A OGX Maranhão detém participação de 70% em sete blocos exploratórios terrestres na Bacia do Parnaíba, que se estendem por 21.471 quilômetros. Paralelamente, a MPX conduz o processo de licenciamento ambiental para um complexo de geração termoelétrica com capacidade de até 1.863 MW, informou a empresa em comunicado.
Fonte: EXAME.com/Beatriz Olivon/FERNANDO CAVALCANTI
Data : 07/07/2010
ANTAQ PARTICIPA DE FÓRUM SOBRE PORTOS
Publicado em 07/07/2010 as
02:39 PM
A ANTAQ participou do 11º Fórum Anual Portos Brasil, que reuniu no período de 16 a 18 de junho, no Rio de Janeiro (RJ), especialistas de órgãos públicos e associações empresariais ligados ao setor, do Brasil e do Exterior. O encontro foi promovido pela International Business Communications (IBC).
A Agência esteve representada pelo superintendente de portos, Giovanni Paiva, e pelos gerentes de Regulação Portuária, Fernando Fonseca, e de Meio Ambiente, Marcos Maia Porto.
Paiva proferiu palestra sobre a atualização das regulamentações portuárias: normas 55 (ocupação de áreas e instalações portuárias); 1.590 (instalação portuária pública de pequeno porte); 1.555 (estação de transbordo de cargas); 1.695 (terminal de uso privativo); e 1.556 (terminal portuário de uso privativo de turismo).
Entre esses regulamentos, a revisão da norma aprovada pela Resolução nº 55-ANTAQ está em processo de audiência pública e traz, entre as principais novidades, a previsão de contratos não-operacionais, que possibilita o aproveitamento de áreas destinadas para atividades sócio-culturais.
O projeto de revisão da norma também inova ao prever a utilização de contrato de arrendamento, permissão de uso temporário, contrato de servidão de passagem, contrato de cessão de uso e permissão de uso como instrumentos para formalização da ocupação de áreas nos portos públicos.
O gerente de Meio Ambiente, Marcos Maia Porto, por sua vez, abordou o tema “Dragagem e o seu projeto Ambiental”, durante o seminário “Os Desafios da Dragagem no Brasil e Os Processos Técnicos de Engenharia”, que ocorreu paralelamente ao evento principal.
Durante o Fórum, foram debatidos entre outros temas o desenvolvimento dos portos brasileiros diante dos desafios da gestão operacional; o acesso portuário e projetos de infraestrutura de transportes em rodovias, ferrovias e aquavias; os benefícios das hidrovias para o meio ambiente e o desenvolvimento dos portos fluviais; o papel da regulação na sustentabilidade e competitividade do transporte aquaviário e na atividade portuária; e os entraves ao desenvolvimento do setor de cruzeiros marítimos no Brasil.
Além da ANTAQ, o encontro contou com a participação de representantes da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos, da Universidade do Vale do Itajaí, Câmara Brasileira de Contêiner e Transporte Multimodal, Cia. Docas de São Sebastião, Cia. Docas da Paraíba e Cia. Docas do Ceará, Consultoria Paulista de Estudos Ambientais, governo do Estado do Rio de Janeiro, Grande Porto Marítimo de Le Havre, Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH/ SEP), Merco Shipping Marítima, Ministério dos Transportes, Porto de Rio Grande, Suape - Complexo Industrial Portuário, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal Fluminense e Votorantim Cimentos, entre outros.
Assessoria de Comunicação Social/ANTAQ
Fone: (61) 3447-2737
FAX: (61) 3347-1040
E-mail: assc@antaq.gov.br
Data : 06/07/2010
ANTAQ PARTICIPA DO 11° PORTOS BRASIL
Publicado em 07/07/2010 as
02:38 PM
A Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq) participou no último mês do 11º Fórum Anual Portos Brasil, que reuniu no período de 16 a 18 de junho, no Rio de Janeiro, especialistas de órgãos públicos e associações empresariais ligados ao setor, do Brasil e do Exterior. O encontro foi promovido pela International Business Communications (IBC).
A Agência esteve representada pelo superintendente de portos, Giovanni Paiva, e pelos gerentes de Regulação Portuária, Fernando Fonseca, e de Meio Ambiente, Marcos Maia Porto.
Paiva proferiu palestra sobre a atualização das regulamentações portuárias. Foram abordadas as normas 1.590 (instalação portuária pública de pequeno porte), 1.555 (estação de transbordo de cargas), 1.695 (terminal de uso privativo), 1.556 (terminal portuário de uso privativo de turismo) e 55 (ocupação de áreas e instalações portuárias). A última resolução, em especial, está em processo de audiência pública e traz, entre as principais novidades, a previsão de contratos não-operacionais - o que possibilita o aproveitamento de áreas destinadas para atividades sócio-culturais.
O projeto de revisão da norma também inova ao prever a utilização de contrato de arrendamento, permissão de uso temporário, contrato de servidão de passagem, contrato de cessão de uso e permissão de uso como instrumentos para formalização da ocupação de áreas nos portos públicos.
Outros debates
O gerente de Meio Ambiente, Marcos Maia Porto, por sua vez, abordou o tema “Dragagem e o seu projeto Ambiental”, durante o seminário “Os Desafios da Dragagem no Brasil e Os Processos Técnicos de Engenharia”, que ocorreu paralelamente ao evento principal.
Durante o Fórum, foram debatidos entre outros temas o desenvolvimento dos portos brasileiros diante dos desafios da gestão operacional; o acesso portuário e projetos de infraestrutura de transportes em rodovias, ferrovias e aquavias; os benefícios das hidrovias para o meio ambiente e o desenvolvimento dos portos fluviais; o papel da regulação na sustentabilidade e competitividade do transporte aquaviário e na atividade portuária; e os entraves ao desenvolvimento do setor de cruzeiros marítimos no Brasil.
Além da Antaq, o encontro contou com a participação de representantes da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos, da Universidade do Vale do Itajaí, Câmara Brasileira de Contêiner e Transporte Multimodal, Grande Porto Marítimo de Le Havre, Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH/ SEP), Merco Shipping Marítima, Ministério dos Transportes, entre outros.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
AUTORIDADE PORTUÁRIA DE ITAJAÍ PRORROGA CONCURSO 001/2008
Publicado em 07/07/2010 as
02:38 PM
Por meio da Portaria nº 30, da última segunda-feira, o superintendente Antonio Ayres dos Santos Júnior prorroga por mais dois anos a validade do concurso público realizado conforme o edital 001/2008.
O processo seletivo foi realizado no primeiro semestre de 2008, para os cargos de advogado (1 vaga), agente de Autoridade Portuária I (25 vagas), destinado a preencher vagas no nível inicial dos referidos cargos, do quadro de pessoal da Superintendência do Porto de Itajaí.
A prorrogação atende os dispositivos do referido edital.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 07/07/2010
PORTO DE VITÓRIA TERÁ 39 ESCALAS NA TEMPORADA 2010/2011
Publicado em 07/07/2010 as
02:38 PM
O número escalas de transatlânticos no Porto de Vitória, no Espírito Santo, durante a temporada de cruzeiros 2010/2011 foi ampliado de 30 para 39. A quantidade é três vezes mais do que os 13 que vieram na última estação. O aumento deve-se à vinda de mais um navio da CVC Cruzeiros. Vão atracar no complexo o Grand Holiday, CVC Horizon, CVC Zenith, CVC Imperatriz e Blue de France.
Em duas oportunidades, o Porto receberá simultaneamente duas embarcações: em 24 de dezembro e em 4 de fevereiro de 2011.
A previsão é que com a venda de cabines em Vitória, seja gerada uma receita de US$ 79,9 milhões, considerando o gasto médio do turista de U$ 100 por dia. A expectativa é que 39 mil pessoas embarquem em Vitória. A movimentação econômica estimada de US$ 19,5 milhões inclui os gastos dos visitantes na cidade.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 07/07/2010
MOVIMENTO DE CAMINHÕES SEGUE TRANQUILO NAS VIAS INTERNAS DO PORTO
Publicado em 07/07/2010 as
02:37 PM
O movimento de caminhões segue tranquilo nas vias internas do Porto de Santos nesta quarta-feira. Segundo a Guarda Portuária, não há registro de acidentes ou congestionamentos.
Nos demais trechos da região, o tráfego também flui normalmente, informou a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
No Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), administrado pela concessionária Ecovias, o trânsito segue normal em ambos os sentidos, tanto litoral, como capital.
O SAI é formado pelas rodovias Anchieta, dos Imigrantes, Padre Manoel da Nóbrega, dos KMs 270 ao 292 (Praia Grande), e Cônego Domênico Rangoni (ex Piaçaguera-Guarujá).
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 07/07/2010
CURTAS
Publicado em 07/07/2010 as
02:37 PM
"Desde 2004, cada vez cresce mais a indústria (naval). Começou com demanda da Petrobras (por embarcações) de apoio offshore. Foi crescendo com o Promef e agora com o Promef 2 e a construção de estaleiros"
Lúcia Weiver, CHEFE DO DEPARTAMENTO DE GÁS E PETRÓLEO DO BNDES
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 07/07/2010
RECURSOS DISPONÍVEIS
Publicado em 07/07/2010 as
02:37 PM
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) conta, atualmente, com uma carteira de R$ 11,39 bilhões de financiamentos com recursos vindos do Fundo de Marinha Mercante (FMM). Desse total, ainda restam ser liberados R$ 9,2 bilhões, a partir de projetos já qualificados.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 07/07/2010
INDÚSTRIA NAVAL TERÁ R$ 3,9 BILHÕES
Publicado em 07/07/2010 as
02:37 PM
O BNDES aprovou financia- mento de R$ 3,9 bilhões para a indústria naval brasileira. Do total, serão destinados R$ 2,6 bilhões para a Transpetro e R$ 1,3 bilhão para o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), de Pernambuco.
Os recursos da Transpetro serão utilizados para a aquisição de sete navios-tanque, encomendados ao EAS. Paralelamente, o banco aprovou crédito de R$ 1,3 bilhão ao estaleiro, que utilizará o capital para financiar parte da produção destas embarcações. O empréstimo aprovado à Transpetro corresponderá a 90% do valor do investimento a partir da conclusão e da entrega dos navios.
Os dois projetos serão realizados com recursos do Fundo de Marinha Mercante (FMM) e fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal.
O financiamento prevê a construção de quatro embarcações do tipo Suezmax e três do tipo Aframax e é o primeiro da segunda etapa do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef II) da Transpetro, que prevê a construção de 26 navios petroleiros.
O BNDES também financiou a expansão da frota da Transpetro no âmbito do Promef I, que licitou 23 navios-tanque.
Segundo projeções do BNDES, o projeto deverá gerar cerca de 4 mil empregos durante a fase de construção das embarcações. Além dos impactos sociais de geração de emprego, o projeto visa ainda desenvolver e capacitar o parque nacional de estaleiros, com a construção de navios de alta tecnologia, permitindo o aquecimento de diversos setores industriais, como o metalúrgico, o siderúrgico, o químico e o de instalações elétricas, para atender ao objetivo de nacionalização das embarcações.
Os navios tipo Suezmax são destinados ao transporte de óleo cru e derivados e, devido a suas dimensões, alcançam o tamanho limite para passar pelo Canal de Suez. Os quatro Suezmax a serem financiados pelo BNDES, com porte bruto de 153 mil toneladas cada um, serão equipados com um motor de combustão principal, desenvolvendo potência máxima de 22.920 BHP.
Já os navios tipo Aframax, também destinados ao transporte de óleo cru e derivados, têm dimensões que permitem sua operação em portos comerciais. Os três Aframax financiados, com porte bruto de 107,5 mil toneladas, serão equipados com um motor de combustão principal, desenvolvendo potência máxima de 18.420 BHP.
ESTALEIRO
O financiamento de R$ 1,3 bilhão para o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) corresponde à parcela do estaleiro durante a construção dos sete navios-tanque encomendados pela Transpetro. Localizado em Ipojuca (PE), a empresa foi constituída em 2006, resultado da associação da Camargo Corrêa com a Construtora Queiroz Galvão, principais sócias com 80% de participação.
OEAS está situado no Complexo Industrial Portuário de Suape e conectado às principais rotas mundiais de navegação, além de ter posição privilegiada em relação às grandes regiões produtoras de petróleo e gás natural.
A carteira atual do estaleiro é composta de 14 navios-tanque tipo Suemax e oito navios tanque tipo Aframax, contratados pela Transpetro, em função de seu programa de modernização e expansão da frota. As encomendas garantem a ocupação do estaleiro até 2015. (Agência Estado)
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 07/07/2010
MOVIMENTO DE AÇÚCAR DEVE CRESCER 5%
Publicado em 07/07/2010 as
02:36 PM
Projeção para o primeiro semestre, com base em dados da Codesp, aponta que ano deve fechar com um aumento de 10%
DIOGO CAIXOTE - DA REDAÇÃO
De janeiro a maio, terminais marítimos do Porto de Santos exportaram 5,87 milhões de toneladas de açúcar, segundo a Companhia Docas
O Porto de Santos deve confir- mar um crescimento de 5,2% na movimentação de açúcar no primeiro semestre do ano. A alta do produto no período promete fechar o ano com um avanço de pelo menos 10% sobre o exercício anterior.
Dados da Codesp apontam que, nos seis primeiros meses do ano, foram operados 7,3 milhões de toneladas do produto. Foram 5,87 milhões de janeiro a maio, mais uma previsão de 1,5 milhão de toneladas referente ao último mês, ainda não contabilizado.
No primeiro semestre do ano passado, o Porto operou 7 milhões de toneladas. Em todo o ano, foram 13,9 milhões. Para 2010, a previsão da Codesp é que o volume ultrapasse 15 milhões de toneladas, uma variação positiva de 10%.
Esse crescimento, conforme a previsão da Docas no início deste ano, é baseado na quebra da produção nos principais países produtores da carga, como a Índia, o que tornou o mundo mais dependente do açúcar brasileiro.
Além disso, a oferta de superestrutura (terminais marítimos) do Porto para essa carga reforça o escoamento pelo cais. Os principais ganhos serão obtidos com o novo terminal 12-A, no Paquetá, do consórcio formado pela multinacional Noble e a santista Itamaraty. Operante há cerca de dois meses, a instalação deverá movimentar 1,6 milhão de toneladas até dezembro.
O terminal Copersucar vislumbra um ano bem positivo. Segundo dados da empresa, a expectativa é de um aumento de 40% nas operações no ano-safra, partindo de 3,7 milhões de toneladas no ano passado, para 5,2 milhões de toneladas.
No Terminal 33, do Grupo Libra, foram operados 89.600 toneladas no primeiro semestre. E, somente com este mês, deve haver um crescimento de 15% no volume. A empresa não apontou sua previsão anual.
INDEFINIÇÃO
O presidente da Rumo, Júlio Fontana, afirmou que o registro de um recorde na operação de açúcar ainda é indefinido no Porto de Santos. Para ele, o movimento inédito só será alcançado se não houver uma quebra da safra.
"A gente acredita que vá ter um crescimento, sim, mas precisar quanto é muito difícil, até porque a safra é muito vulnerável por vários fatores. Se olharmos o que temos hoje, diria que sim (a safra será recorde).
Mas se olharmos o ano passado, a chuva atrapalhou a plantação e a operação no Porto". "A minha visão é que, se não houver uma quebra de safra, será recorde". Mesmo com a indefinição da safra e, consequentemente, das exportações de açúcar, Fontana salientou que muito se deverá pela mudança da matriz de transporte. Gradativamente, o produto tem migrado dos caminhões para a ferrovia, no caminho entre a produção e os terminais portuários.
"Este ano já está mudando radicalmente a nossa matriz. O projeto da Rumo vem trazendo um número grande de vagões. No nosso caso, tira bastante pressão do modal rodoviário, pelo qual normalmente se faz (o transporte de) o açúcar. No ano passado, fizemos 1 milhão de toneladas em vagão. Esse ano, caminhamos para 5 milhões", disse Júlio Fontana.
Atualmente, a matriz da Rumo é 70% ferroviária e 30% rodoviária, segundo o presidente da companhia originária da fusão entre as empresas Cosan e Teaçu.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 07/07/2010
DILMA ADMITE MÁ QUALIDADE DO SUS
Publicado em 07/06/2010 as
12:13 PM
Petista diz que atendimento precisa melhorar; e afirma que 'o bicho pega' a partir de hoje, com campanha oficial
Leila Suwwan
SÃO PAULO. A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, voltou a dizer ontem que a oposição quer acabar com o Bolsa Família e atacou a política educacional dos governos tucanos em São Paulo, durante encontro com representantes de movimentos sociais no ABC paulista. Após ser chamada de “Dilminha” por Marta Suplicy, candidata a senadora pelo PT, Dilma errou o nome de Marta e a chamou de Márcia. Para a plateia, fez um apelo: — Está em jogo tudo o que fizemos.
Amanhã (hoje) o bicho pega — disse, referindo-se ao começo oficial da campanha.
Mais cedo, com empresários em São Paulo, admitiu que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece serviço de baixa qualidade.
Em sabatina feita por convidados do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), foi questionada por seu próprio médico, Raul Cutait, do Hospital Sírio-Libanês de São Paulo, sobre a possibilidade de melhorar o atendimento na rede pública de saúde.
— Temos que olhar o sistema que ainda não está completo — disse Dilma, após listar os programas federais e defender a implantação de uma etapa intermediária de atendimento entre os postos de saúde e os hospitais, como clínicas de multiespecialidades e ambulatórios de urgências.
Mas reconheceu que o atendimento precisa melhorar: — A cobertura é ampla, mas a qualidade é baixa.
Dilma foi questionada sobre os gargalos na infraestrutura de portos, rodovias, estradas e aeroportos.
Disse não concordar com a avaliação de que não foram feitos investimentos adequados, e argumentou que a falta de planejamento e projetos impediu mais celeridade. Porém, no que tange à ampliação dos aeroportos, foi lacônica: — Acho que vamos ter de fazer um grande esforço de aceleração dos aeroportos. Aí, concordo — disse ela, que foi elogiada por admitir essa falha.
— Tem que ter humildade para reconhecer onde está o erro — respondeu.
Fonte : O Globo
Data : 06/07/2010
O DEBATE SOBRE O ESTALEIRO OSX VAI PARA BRASÍLIA
Publicado em 07/06/2010 as
12:13 PM
Após audiência em Florianópolis, comissão em defesa do empreendimento participa amanhã de reunião com governo federal
A ausência mais sentida, ontem, em audiência sobre o Estaleiro OSX, na Assembleia Legislativa, foi do Instituto Chico Mendes (ICMBio), justamente o órgão contrário à instalação do projeto em Biguaçu. A justificativa de Ricardo Castelli, coordenador regional do instituto ambiental, é de que o processo vai ser encaminhado hoje para a sede, em Brasília.
Na reunião na assembleia, foi formada uma comissão em defesa do estaleiro no Estado. Presidida pelo deputado Edison Andrino, a comissão tem audiência marcada com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, amanhã, em Brasília. Também devem participar do encontro os coordenadores nacionais do ICMBio. Os técnicos regionais do do instituto foram orientados a não se pronunciarem mais.
Ontem, todas as manifestações foram favoráveis ao empreendimento. O prefeito de Biguaçu, José Castelo Deschamps, lembrou que o empenho político chegou em boa hora, apesar de o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, ter se antecipado. A OSX negocia com o RJ a transferência do investimento de R$ 2,5 bilhões previsto para Santa Catarina.
– Nós não podemos deixar de ser o plano A, este empreendimento vai gerar arrecadação para o Estado e movimento econômico para toda a região – afirmou Deschamps.
O governador Leonel Pavan defendeu que não se trata de um Estado contra o outro. Ele chegou a procurar o comando do Ibama em Brasília para acompanhar o processo.
– É mais uma questão de birra do que de política. Eu converso com todo mundo e de 10 pessoas, nove querem o estaleiro aqui. Agora, se as coisas estão tumultuadas por aqui, vamos levá-las para Brasília. Se temos apoio do próprio Ibama, falta apenas um empurrãozinho – avaliou Pavan.
Paulo Monteiro, diretor de Sustentabilidade do Grupo EBX, holding do Estaleiro OSX, manteve sua posição de confirmar Santa Catarina como plano A, mas destacou que existem prazos a serem cumpridos.
José Eduardo Fiates, da Fundação Certi, explicou que a entidade fez um levantamento na área do meio ambiente e está se envolvendo com várias universidades e entidades internacionais no planejamento do Instituto de Tecnologia Naval (ITN), vinculado ao projeto da OSX.
simone.kafruni@diario.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Fonte: Diário Catarinense/SIMONE KAFRUNI
Data : 06/07/2010
INDÚSTRIA NAVAL DEVE CONTRATAR GENTE SUFICIENTE PARA LOTAR TRÊS MARACANÃS
Publicado em 07/06/2010 as
12:13 PM
A verdadeira revolução vivida pelo Brasil na indústria naval está multiplicando empregos em terra firme. O país, que já foi o terceiro maior construtor de navios na década de 1970, viu o setor praticamente falir nas duas décadas seguintes. Hoje, os estaleiros comemoram a retomada do crescimento.
O sucesso é puxado principalmente pelo setor petrolífero, impulsionado pelas descobertas no pré-sal, e também pela decisão do governo de impulsionar o transporte marítimo e fluvial, que há muito estava esquecido, substituído pelo transporte rodoviário.
Nos últimos dez anos, os empregos diretos gerados na área pularam de 1,9 mil em 2000 para 46,5 mil em 2009. Em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, os postos de trabalho diretos devem chegar a 60 mil e os indiretos, a 240 mil, gente suficiente para lotar três estádio como o Maracanã. Os dados são do relatório Cenário 2010 – 1º Trimestre, do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval). O relatório completo pode ser acessado na internet.
A continuidade deste crescimento deverá recolocar o Brasil entre os países líderes na construção naval mundial, graças à decisão do governo de privilegiar os investimentos em estaleiros nacionais, segundo informou o ministro dos Portos, Pedro Britto. Ele previu que, em pouco tempo, o Brasil deverá disputar mercados com potências asiáticas que hoje dominam a construção naval, tanto de navios quanto de plataformas.
"Nós temos que estar preparados para competir com os gigantes da área naval que hoje dominam o mercado, como a Coreia do Sul, a China e o Japão. Para isso, é preciso desenvolver nossas competências para disputarmos em igualdade de produtividade, com mão de obra qualificada", frisou.
Além da força impulsionada pelas descobertas de petróleo na plataforma continental brasileira, o ministro ressaltou a decisão de se investir em outra matriz de transporte, retomando a vocação natural do país para utilizar os mais de 8 mil quilômetros de costa e a extensa rede de rios.
"O Brasil tem mais de 40 mil quilômetros de vias interiores navegáveis. Nós precisamos investir em cabotagem [navegação costeira]. Atualmente, só 13% do transporte brasileiro são feitos por hidrovias. Nos próximos 15 anos, precisamos mudar isso para 29%, o que vai reduzir o custo de transporte e os impactos no meio ambiente", avaliou.
Para evitar gargalos justamente na área que administra, Pedro Britto lembrou da necessidade de mais investimentos nos portos, que precisam ser modernizados, e, principalmente nas vias de acesso.
"Os investimentos que estão sendo feitos na dragagem dos 20 maiores portos brasileiros e no reequipamento dos portos menores vão reforçar a posição brasileira de transferir grande parte do transporte rodoviário - que hoje detém 58% da movimentação de cargas no país - para hidrovias e navegação de cabotagem. Com isso, a cadeia logística se tornará muito mais competitiva e o país vai poder exportar com menor custo", disse o ministro.
Um exemplo desse tipo de iniciativa é a decisão da Transpetro de investir em transporte hidroviário.A estatal recebeu propostas de empresas interessadas em participar da licitação para a construção de 20 navios empurradores e 80 barcaças.
Os comboios, que serão construídos por um estaleiro da região, vão atuar na no transporte de gasolina e álcool combustível na Hidrovia Tietê-Paraná, com potencial para substituir 40 mil viagens de caminhões por ano. O início das operações está previsto para 2012. A construção das embarcações deve gerar 3 mil empregos.
Fontre : Agência Brasil
Data : 06/07/2010
AÇÃO DA MMX ENTRA PARA O IBOVESPA
Publicado em 07/06/2010 as
12:13 PM
Começou a vigorar hoje a nova carteira do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Como anunciado nas prévias, o papel ON da MMX Mineração entrou para o índice, que conta com 65 ativos de 59 companhias diferentes. A próxima revisão acontece em janeiro de 2010.
A carteira é nova, mas não foi registrada alteração nos cinco ativos de maior peso no mercado acionário brasileiro. Petrobras PN lidera, mas com peso menor que na carteira anterior. O ativo da estatal faz 15,012% do Ibovespa. Em segundo lugar, vem Vale PNA, com 12,076%, seguida por Itaú Unibanco PN, com 5,555%, BM & FBovespa ON, com 4,448%, e Bradesco PN, que perfaz 3,864%.
Para efeito de comparação, os ativos com maior peso na carteira que vigorou até 31 de agosto: Petrobras PN, com 16,605%, Vale PNA, com 12,155%, Itaú Unibanco PN, com 5,909%, BM & F Bovespa ON, com 4,242%, e Bradesco PN, com 3,845%.
Também foi divulgada a composição dos outros índices da Bovespa. Na carteira do IBrX-Brasil, fica confirmada a entrada das ações ON da Abyara, LLX Logística, Plascar, KlabinSegall e JHSF. E a saída dos ativos ON da Eternit, Klepler Weber, LogIn Logística e SLC Agrícola e os PNB da Unipar. Na carteira do IBrX-50, entraram apenas os papéis PN da Ultrapar no lugar dos ON da OGX Petróleo.
Fonte : Valor Online
Data : 06/07/2010
PORTO DO RECIFE QUER CARTA NÁUTICA
Publicado em 07/06/2010 as
12:12 PM
Desde o segundo semestre de 2009 a dragagem do Porto do Recife foi concluída. A operação fez com que áreas que tinham calado (profundidade) de sete metros passassem a nove metros e aquelas com nove metros chegaram a 11,5 metros, por exemplo. O problema é que essa ação ainda não foi oficialmente comunicada a todos os operadores e empresas que já têm contratos firmados com o ancoradouro ou que podem vir a se tornar clientes. Para isso, é preciso viabilizar a publicação da carta náutica, documento que oficializará as atuais dimensões da zona portuária.
“O material foi analisado por técnicos no Rio de Janeiro e haverá uma reunião nesta semana (para analisar os últimos detalhes)”, disse o presidente do Porto do Recife, Sileno Guedes. Logo, a expectativa é de que a carta seja divulgada nos próximos dias. No terminal marítimo recifense, desde 1984 não era realizada uma dragagem. Apenas em 2002 foi feito um serviço de limpeza de dejetos, mas somente para manutenção, sem haver mudanças significativas.
O procedimento abre alternativas para aumentar a carga do trigo, da cevada, do coque de petróleo, do milho. O açúcar, o destaque na exportação do Estado, tem mais potencial para movimentação com o atual calado.
A revitalização do terminal marítimo é outra questão fundamental. Espera-se que a licitação para todo o projeto deve ser publicada dentro de dez dias. A ideia é recuperar todos os equipamentos operacionais, reformar os cais visando inclusive a Copa do Mundo de 2014. Já o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do Porto deverá estar com sua licitação concluída nos próximos dias. O objetivo é criar uma imagem mais moderna para o terminal, haja vista as novas ações que estão sendo implementadas.
Fonte : Folha de Pernambuco
Data : 06/07/2010
SANTA CATARINA AINDA É PLANO A PARA A CONSTRUÇÃO DO ESTALEIRO
Publicado em 07/06/2010 as
12:12 PM
Biguaçu continua sendo o local preferido para a empresa de Eike Batista. A frente parlamentar de apoio à implantação do estaleiro OSX no município promoveu uma audiência pública de quase três horas nesta segunda-feira, na Assembleia Legislativa. Representantes do Grupo EBX, que defenderam a sustentabilidade do projeto, deixaram claro que continuam apostando no Estado.
Confira também: SC luta contra o tempo para abrigar estaleiro da OSX
O Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio) — órgão ambiental que apresentou parecer técnico contrário à instalação do estaleiro em Biguaçu — não enviou representantes à audiência.
O governador Leonel Pavan acredita que tudo será resolvido e o estaleiro ficará aqui. “Se temos apoio do próprio Ibama, falta apenas um empurrãozinho”, diz. Pavan afirma ser necesária uma vontade política nacional. “Precisamos levar essa discussão a Brasília. Não faltará apoio do governo de Santa Catarina”, afirma.
Na quarta-feira, Pavan integra uma comissão liderada pelo ministro da Pesca, Altemir Gregolin, que vai se reunir com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Segundo Gregolin, a audiência com a ministra deve mostrar a importância do estaleiro para o Estado e pedir agilidade nos trâmites.
O ministro destacou a necessidade de sensibilizar o Ibama para que dê o apoio necessário à Fatma e ao ICMBio e envolver também o Ministério Público, para elucidar as questões ambientais. O catarinense Gregolin se colocou à disposição para liderar o apoio ao empreendimento em nível nacional. “Não podemos permitir que ele (o estaleiro) fuja daqui”, enfatizou.
Audiências públicas serão realizadas daqui a duas semanas
O presidente da Fundação do Meio Ambiente (Fatma), Murilo Flores, informou que o órgão está analisando as propostas protocoladas pela EBX em maio e que deve concluir os estudos em breve. A população será ouvida quando a entidade tiver concluído a análise, em três audiências públicas, nos dias 20, 21 e 22 de julho, em Biguaçu, Govervador Celso Ramos e Florianópolis. “Exigimos que as audiências tenham pelo menos mil lugares com telões do lado de fora, para que todos possam participar”, comenta Flores.
O ICMBio tem a competência legal de anuir, ou não, o empreendimento, devido à proximidade da Estação de Carijós e principalmente da Reserva do Arvoredo. “Se existir anuência com condicionantes, é preciso se respeitar esses condicionantes, mas a licença ambiental quem tem competência para dar é a Fatma. Licenciamento ambiental não é negar ou aprovar, mas negociar em busca de um caminho comum”, afirma.
EBX se defende frente aos pontos apresentados pelo ICMBio
O diretor de sustentabilidade do Grupo EBX, Paulo Monteiro, afirma que o grupo segue em Biguaçu. “São outras condições. Mas se a negativa continuar como está sendo, sem diálogo, temos que ter o plano B”. Sobre a diferença entre Rio de Janeiro e Santa Catarina, o diretor expõe o contra do Rio, onde foi iniciada uma macrodragagem: “Fomos provocados pelo governador (Sérgio) Cabral, uma vez que, se o estaleiro fosse pra lá, ele não precisaria terminar a macrodragagem, que seria feita por nós”, conta.
O ICMBio de Santa Catarina havia apresentado relatório contrário ao projeto do estaleiro, pontuando os impactos ambientais na Baía Norte. A OSX procurou a Fundação Certi, a Caruso Jr e outra empresa para complementar os estudos, que o ICMBio colocou em xeque. “Foi negativa de 18 itens sem nenhum parecer, apenas negando ponto por ponto. Isso foi um desrespeito aos profissionais que trabalharam no projeto. Também trabalhamos com doutores e mestres”, declara Monteiro.
O diretor do grupo defendeu os estudos encomendados pela EBX, pedindo ajuda aos técnicos presentes na plateia para que, esporadicamente, esclarecessem detalhes das informações apresentadas.
Veja as principais afirmações do diretor, em resposta ao ICMBio:
1) O primeiro problema foi confundir a construção de porto com estaleiro.
2) O processo de dragagem será concentrado nos meses mais frios – entre junho e setembro –, quando os golfinhos migram da Baía Norte (a família de 60 botos cinzas).
3) Não haverá dragagem com aumento de turbidez na água.
4) A dragagem do canal não provocará alterações nas correntes marítimas.
5) Uma área de 0,001% da Reserva do Arvoredo será atingida durante 7 dias, no período de dragagem.
6) Não há risco de erosão no Pontal da Daniela, segundo as simulações feitas no estudo.
7) A concentração de arsênio não será prejudicial, pois não ultrapassa o nível máximo de 70 mg/kg indicado em resolução do Conama. Já existe arsênio depositado no fundo do mar na costa do Estado.
Fonte : NetMarinha
Data : 06/07/2010
CMA CGM ENTREGA DOIS NOVOS NAVIOS E REGISTRA CRESCIMENTO DE 21% NA MOVIMENTAÇÃO
Publicado em 07/06/2010 as
12:12 PM
O armador francês anunciou, em nota oficial, a entrega do CMA CGM Lamartine e CMA CGM Callisto, dois navios com capacidade para 6500 e 11400 TEUS, respectivamente, na Coreia do Sul. Os volumes transportados pelo grupo cresceram 21% neste ano e a receita registrou um crescimento de 29%. O grupo que permanece investindo no setor deve fechar contratos com investidores externos ainda neste mês.
Construído pela Hanjin, Lamartine foi implantado no mercado asiático-mediterrâneo no serviço MEX (Mediterrâneo Express) e iniciou sua rota no segundo dia do mês.Sua rotação será Yokohama, Kobe, Pusan, Kwanyang, Shanghai, Ningbo, Xiamen, Chiwan, Hong Kong, Port Kelang, Beirut, Malta, Valencia, Barcelona, Fos, Genoa, Naples, Malta, Damietta, Khorfakkan, Port Kelang, Chiwan, Yokohama.
Terceiro de uma série de 12 navios com a mesma capacidade, Callisto foi contruído pela Hyundai. Ele será entregue entre 2010 e 2011. Suas dimensões são incríveis e seus equipamentos são ecológicamente corretos. Ele foi implantado no último sábado, 3 de julho, na FAL 5 (French Asia Line) serviço operado entre Ásia e o norte da Europa. Sua rotação deve iniciar em Ningbo, antes de ligar a Shanghai, Yantian, Tanjung Pelepas, Port Kelang, Le Havre, Hamburg, Rotterdam, Zeebrugge, Port Kelang e Singapore.
Grupo pretende assinar com investidores no final de julho
A atividade operacional da CMA CGM melhorou notavelmente desde o início do ano. No primeiro trimestre, os volumes transportados cresceram 21% em comparação com o mesmo período do ano passado. A receita também teve uma alta considerável: 29%.
As expectativas são de que os números do segundo trimestre sejam ainda melhores. Em algumas semanas, o grupo deve fechar contratos com investidores externos, mas há ainda alguns detalhes técnicos a ser tratados, como a apresentação de alguns documentos complexos.
CMA CGM participa do ITS 2010
O armador francês também marca presença na Itajaí Trade Summit 2010 , evento destinado a profissionais de grandes, médias e pequenas empresas exportadoras, importadoras, prestadoras de serviços e equipamentos, o ITS 2010 é o mais qualificado encontro da área de Logística, Transporte e Comércio Internacional das regiões Sul e Sudeste do Brasil e dos países do Mercosul. Realizado pela NetMarinha, empresa que administra o maior portal de comércio internacional e logística do Brasil, o evento está em sua terceira edição. Em 2009, a feira atraiu mais de sete mil visitantes e 60 expositores à cidade portuária de Itajaí (SC).
Paralelamente à feira, acontece o Fórum NetMarinha 2010. Através dele, serão realizados seminários, workshops e debates para trazer ao público as discussões atuais do comércio internacional e logística. Com a participação de representantes da indústria, especialistas e entidades relacionadas à área, serão debatidas questões de interesse do setor no Brasil.
Neste ano, a Itajaí Trade Summit – ITS 2010 acontece entre os dias 15 e 17 de setembro, na cidade portuária de Itajaí (SC). Mais informações estão disponíveis em http://itajai.tradesummit.com.br/
Fonte : NetMarinha
Data : 06/07/2010
INFRAESTRUTURA RUIM ATRAPALHA PROJETO DA CABOTAGEM
Publicado em 07/06/2010 as
12:11 PM
A implantação de uma linha de cabotagem no porto de Natal, que estava prevista para o segundo semestre deste ano, deverá atrasar e ser iniciada no primeiro trimestre de 2011. De acordo com a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), para que o transporte de mercadorias entre dois portos da costa brasileira se torne uma realidade na capital do estado, há a necessidade de acertar detalhes relativos principalmente à falta de estrutura logística. Entre elas estão o aumento do calado do rio Potengi e a remoção completa da comunidade do Maruim, que permitirão a entrada de navios de maior porte do que ocorre atualmente, bem como o aumento na capacidade de carga que o porto pode receber.
A previsão do diretor-presidente da Codern, Emerson Fernandes, é de que será possível operar uma linha de cabotagem que inclua o porto de Natal entre o final deste ano e os primeiros três meses de 2011. Fernandes diz que estão sendo feitos estudos junto a órgãos e entidades que representam importantes setores da economia, para que sejam descobertos os pontos de maior interesse daqueles que deverão utilizar a cabotagem para escoar e receber produtos. “Estamos discutindo alguns detalhes junto à Secretaria Especial de Portos (SEP) e o processo está mais lento do que esperávamos, mas não houve nenhum retrocesso. Então, vai demorar mais um pouco, mas a cabotagem será uma realidade no porto de Natal em breve”.
Fernandes aponta como pontos essenciais para viabilizar a operação, o avanço do processo de dragagem do Potengi, que aumentará sua profundidade dos atuais 10 metros para 12,5 metros, e a remoção completa da comunidade do Maruim, permitindo a acomodação dos contêineres com mercadorias. “É preciso definir ainda a quantidade de carga que poderá sair e chegar aqui, além de garantir que as embarcações farão a linha completa”, avalia.
Empresários querem garantias de que o projeto vai funcionar
Representantes dos setores salineiro e fruticultor, dois dos que mais poderão se beneficiar com a cabotagem, afirmam que o transporte marítimo pode beneficiar muito essas atividades. A principal mudança deverá ser percebida com a redução no preço cobrado pelo frete, que hoje é feito por caminhões.
De acordo com o vice-presidente do Sindicato da Indústria e Extração do Sal (Siersal), Airton Torres, como parte do que é vendido para outras unidades da federação passará a ser transportado em navios, isso deverá baratear o frete e fazer com que o produto fique mais acessível aos compradores, incentivando essas transações. “Acredito que serão fortemente beneficiados aqueles que produzem sal refinado na região de Natal, pois para eles não é vantajoso levar parte do produto para ser embarcada em Pecém, no Ceará”, exemplifica Torres.
Boas expectativas com uma linha de cabotagem a partir de Natal são demonstradas também pelo diretor da Cooperativa dos Fruticultores da Bacia Potiguar (Coopyfrutas), Francisco Vieira da Costa. Entretanto, ele ressalta que só serão provocadas mudanças positivas para os fruticultores potiguares, caso o transporte marítimo seja acompanhado de um bom planejamento logístico, uma vez que os produtos são perecíveis e o tempo de entrega é um fator decisivo para garantir a qualidade dos produtos. “Um caminhão leva de quatro a cinco dias para chegar em São Paulo e é necessário cumprir prazos rígidos, porque o nosso produto se estraga com facilidade. Para utilizarmos a via marítima, precisamos de garantia que o tempo de transporte será o mesmo ou inferior ao que é visto hoje, com os caminhões”, afirma Vieira.
Fonte : Tribuna do Norte
Data : 06/07/2010
PORTO DO RECIFE QUER AMPLIAR CARGAS
Publicado em 07/06/2010 as
12:11 PM
Sancionada ontem pelo governador Eduardo Campos, a lei que diminui o volume de impostos cobrados de mercadorias importadas pelo Porto do Recife deverá aumentar a movimentação de cargas no local em 2010. As estimativas da diretoria do ancoradouro são de que o incremento fique acima de 13% este ano, na comparação com 2009. Para tanto, serão desenvolvidas ações de divulgação do novo benefício fiscal, em eventos de comércio exterior, às empresas importadoras que atuam em Pernambuco e aos agentes marítimos. A Lei nº 1.634/2010 reduz em 20% o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos produtos vindos do exterior e desembaraçados no Porto do Recife.
A lei altera o Programa de Estímulo à Atividade Portuária (criado pela Lei de nº 13.942, de 2009), que já previa um desconto a importações feitas pelo Porto do Recife – produtos que pagavam 17% do seu valor de ICMS passaram a contribuir com 5% e os que eram tributados acima de 17%, com 10%. Agora, aqueles que eram tributados em 10% do seu valor total passarão a sofrer uma mordida de 8%. E os que repassavam 5% em tributos, arcarão com 4%. “Crescer 13% em 2010 era nossa meta em abril, quando não contávamos com esse novo benefício. Esperamos um aumento acima desse percentual com o conjunto de estímulos dados à economia do Porto, que tiveram início com a finalização da dragagem no ano passado”, explicou o presidente do ancoradouro, Sileno Guedes.
“Temos que aprender a fazer o novo (o Complexo Industrial Portuário de Suape) e cuidar do velho (Porto do Recife). Queremos trazer de volta a clientela perdida ao longo do tempo. O interesse do governo é ver o porto funcionando, de reestruturar esse grande equipamento”, disse, em discurso, o governador do Estado, Eduardo Campos. O chefe do executivo sinalizou ainda para realização de novos aportes para o ancoradouro, se necessário.
Este ano, o governo liberou, através de crédito suplementar, R$ 9 milhões ao Porto do Recife para realização de diversas melhorias estruturais (obras nas rodovias internas, na rede de abastecimento de água, construção de uma unidade de tratamento de resíduos sólidos e reformas nos armazéns 3, 5 e 6, além da reativação dos pátios para contêineres, que juntos possuem 70 mil metros quadrados).
O volume de recursos foi maior que a soma dos investimentos diretos do governo estadual entre 2007 e 2009, quando foram liberados apenas R$ 6,8 milhões. Ainda assim, o pedido do Porto no início deste ano foi de R$ 16 milhões.
“A atividade portuária exige grandes investimentos. Com o benefício fiscal concedido, os agente marítimos poderão utilizar o porto gastando menos, o que deve trazer impactos positivos para os preços finais dos produtos”, afirmou o vice-presidente do Sindicato das Agências Marítimas de Pernambuco (Sindanpe), Manoel Ferreira.
Novas obras - Nos próximos dias, duas novas e importantes concorrências públicas serão lançadas pela diretoria do Porto do Recife. A primeira é para contratar a empresa de engenharia que vai transformar o armazém 7 em um Terminal de Passageiros para recepcionar os turistas que chegam em navios transatlânticos. Com R$ 18 milhões assegurados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a obra visa a Copa de 2014, pois algumas embarcações poderão funcionar como hotéis durante a competição e o terminal seria um ponto de serviços para os visitantes estrangeiros. A segunda licitação é de requalificação urbana de quatro armazéns (7, mais uma vez, 8, 9 e 10), orçada em R$ 25 milhões. Segundo Eduardo Campos, as obras poderão ter início em meados de agosto.
Fonte : Jornal do Commercio – PE
Data : 06/07/2010
PETROBRAS DEVE LIDERAR EM INVESTIMENTOS
Publicado em 07/06/2010 as
12:11 PM
O projeto de exploração do pré-sal e a construção de três refinarias levarão a Petrobras, pelo terceiro ano consecutivo, à liderança em investimentos entre as maiores petroleiras do mundo -isso se a capitalização for adiante e a estatal não perder o grau de investimento, hoje sob risco.
Com US$ 44 bilhões em investimentos previstos para este ano, a estatal supera em 57% o que a Exxon e a Shell, duas das maiores empresas de petróleo em valor de mercado do mundo, preveem -US$ 28 bilhões cada. O levantamento foi feito pelo CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), a pedido da Folha.
A Petrobras já havia superado a Exxon em investimentos em 2008 e 2009. A norte-americana aplicou US$ 26 bilhões e US$ 27 bilhões, respectivamente, ante US$ 29,1 bilhões e US$ 34,7 bilhões da brasileira.
A Petrobras é a 15ª maior empresa do mundo em termos de produção, reservas e resultados financeiros, segundo a edição 2010 do ranking da consultoria Petroleum Intelligence Weekly. Em primeiro e segundo lugares estão a saudita Saudi Aramco e a Exxon.
As estrangeiras têm desacelerado e até reduzido investimentos devido à crise. A descoberta de novas reservas e a construção de refinarias no Maranhão, Ceará e Rio de Janeiro levaram a empresa brasileira à mão oposta.
"É esperado que a Petrobras tenha um plano de investimentos maior porque tem mais desafios. Mas é possível que não se mantenha esse volume nos próximos anos. O número de projetos vai superar a capacidade da empresa de geri-los, o que é um risco", diz Adriano Pires, presidente do CBIE.
A empresa depende da capitalização para sustentar seus projetos, já que a maior parte dos recursos ficará no caixa da empresa -outra parte será usada para pagar a União pela cessão onerosa de 5 bilhões de barris. Estima-se que a operação levante US$ 50 bilhões.
Para Victor de Figueiredo, da corretora Planner, "agora não é o melhor momento para a Petrobras ir a mercado", sob o risco de ter de reduzir o tamanho da operação e o preço de venda das ações.
O cenário de incerteza já fez cair o preço dos títulos de dívida da Petrobras no mercado, segundo Max Bueno, da Spinelli.
É imperativo para a Petrobras fechar até setembro a capitalização para não perder o grau de investimento, já que sua alavancagem (dívida sobre patrimônio) vai superar o teto de 35% estabelecido por agências de risco.
Mônica Araújo, da corretora Ativa, diz que a petrolífera pode reduzir investimentos, dependendo do resultado da capitalização. "O mau humor do mercado pode comprometer a operação; e o ritmo dos investimentos e a manutenção do grau de investimento dependem dela."
A capitalização já recebeu sanção presidencial e depende, agora, da avaliação do preço dos barris a ser pago pela Petrobras.
Fonte : Folha de São Paulo
Data : 06/07/2010
ESTATAL DEVERÁ ENFRENTAR SÉRIE DE RISCOS PELA FRENTE
Publicado em 07/06/2010 as
12:11 PM
Motivado pelas descobertas de recursos petrolíferos na camada pré-sal da bacia de Santos e Campos, o governo federal submeteu em agosto de 2009 ao Congresso brasileiro um conjunto de propostas de leis que alteram significativamente o modelo para a área do pré-sal e aquelas que venham a ser consideradas estratégicas.
Dentre as mudanças, inclui-se a atribuição de uma reserva de mercado à Petrobras nessas áreas, que se daria de duas formas: cessão onerosa de 5 bilhões de barris na área do pré-sal e reserva de ao menos 30% de participação em todos os blocos que venham a ser licitados nessas áreas, nos quais ela seria a operadora única das atividades de exploração e produção (E&P).
Há ainda a alteração das regras de transferência de recursos da produção petrolífera das empresas para o Estado brasileiro -com a introdução do contrato de partilha- e a criação da uma estatal com poderes sobre as decisões operacionais do consórcio.
Essa proposta, motivada pela percepção do governo de que o risco geológico caiu, se dá num cenário internacional adverso, dado que o risco percebido das atividades econômicas em geral, e em particular para a indústria de petróleo com o grande acidente ambiental da British Petroleum no golfo do México, está sendo reestimado para cima.
Logo, se o risco geológico caiu, o mesmo não ocorre com os riscos comercial e ambiental da atividade. Ademais temos o aumento do risco político, com a Petrobras sofrendo com a queda do valor de mercado de suas ações, reflexo do atraso e da pouca clareza na discussão de aspectos do novo modelo, como o processo de cessão onerosa.
Não é possível saber como esses riscos combinados afetarão os ganhos da Petrobras, que, mesmo sendo a empresa de referência internacional em águas profundas, vislumbra desafios importantes do ponto de vista tecnológico e de atendimento crescente de demandas sociais, estas derivadas do aumento do controle do governo sobre suas atividades.
A reserva de mercado no pré-sal é certamente um grande bônus à empresa, mas, dentre outros fatores, a geração de lucros dependerá intimamente das regras de transferência que serão estabelecidas na minuta do contrato de partilha de produção e no nível de intervenção estatal nas operações. Adriana Hernandez Perez, doutora em economia e coordenadora do Centro de Economia e Petróleo - IBRE/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).
Fonte : Folha de São Paulo
Data : 06/07/2010
MPX INICIA PERFURAÇÃO DE POÇO NA BACIA DO PARNAÍBA
Publicado em 07/06/2010 as
12:11 PM
SÃO PAULO - A MPX Energia informou que a OGX Maranhão - sociedade de propósito específico com participação de 33,3% da MPX e de 66,7% da OGX - iniciou a perfuração de um poço terrestre na Bacia do Parnaíba, na cidade de Capinzal do Norte, no Maranhão.
O poço 1-OGX-16MA, localizado no bloco PN-T-68, está sendo perfurado pela sonda QG-1, da Queiroz Galvão. A perfuração do prospecto, batizado de Califórnia, deverá ser concluída em 70 dias.
A OGX Maranhão detém participação de 70% em sete blocos exploratórios terrestres na Bacia do Parnaíba, que se estendem por 21.471 quilômetros quadrados.
Fonte:Valor Econômico/Téo Takar
Data : 06/07/2010
SC LUTA CONTRA O TEMPO PARA ABRIGAR ESTALEIRO DA OSX
Publicado em 07/06/2010 as
12:10 PM
Governo e lideranças catarinenses pretendem alcançar um entendimento com Instituto Chico Mendes para a Preservação da Biodiversidade (ICMBio), que por duas vezes negou a instalação do estaleiro de US$ 1,5 bilhão da OSX em Biguaçu, na Grande Florianópolis. Amanhã, o governador Leonel Pavan (PSDB), acompanhado de parlamentares e com o apoio do ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, terá uma audiência com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em Brasília.
A questão foi discutida em audiência na Assembleia Legislativa do Estado ontem. Convocada pelo deputado Edison Andrino (PMDB/SC), a reunião tornou-se um palco de defesa do empreendimento e de ataques ao ICMBio, que não mandou representante. A anuência do ICMBio é um condição para o licenciamento ambiental do empreendimento - que está sendo conduzido pela Fundação Estadual de Meio Ambiente (Fatma). O instituto alega que o empreendimento trará prejuízos irrecuperáveis ao ambiente.
"Cada região busca valorizar os seus espaços. Tenho 90% de garantias que o estaleiro fica aqui em Santa Catarina. O Rio está lutando por outros 10%", disse Pavan.
Na quarta-feira passada, a OSX tornou público que iniciou o processo de licenciamento ambiental para a construção do estaleiro no Rio de Janeiro. De acordo com Paulo Monteiro, diretor de sustentabilidade da EBX, a empresa já começou os estudos ambientais para a área na Baixada Campista, no Rio.
De acordo com ele, a concepção do projeto para a instalação do estaleiro na área carioca é completamente diferente do planejado para o espaço catarinense. Em Biguaçu, o estaleiro seria offshore - com o uso do espaço marítimo. No Porto do Açu, a instalação seria toda em terra. Monteiro disse que há uma questão indígena a ser discutida na área carioca, que leva vantagem porque um processo de macrodrenagem foi iniciado pelo governo, em março. Contudo, a empresa não definiu o destino do investimento. "Não estamos fazendo leilão de área", disse. Na disputa entre os Estados, o tempo deve ser um juiz determinante. "Nós temos prazo para cumprir. Precisamos da licença de instalação até o final do primeiro trimestre de 2011."
Fonte : Valor Econômico
Data : 06/07/2010
NOVA DIVISÃO DOS ROYALTIES DO PRÉ-SAL PODE SER VOTADA ESTA SEMANA
Publicado em 07/06/2010 as
12:10 PM
Entra semana, sai semana e a divisão dos royalties do petróleo brasileiro segue gerando polêmica nos corredores do poder em Brasília. Esta semana promete ser decisiva, pois os deputados federais podem votar até quinta-feira (8) a fórmula a ser aplicada sobre o repasse deste importante dinheiro. De um lado, vários estados torcem pela aprovação da nova divisão. De outro, Rio de Janeiro e Espírito Santo lutam pela preservação do cenário atual.
A economista e professora das faculdades Batista de Vila Velha (Fabavi) e Integradas Espírito-santense (Faesa), Martha Ferreira, falou sobre essa polêmica ao PortoGente. “Não sou favorável à distribuição igualitária dos royalties porque já está provado que os municípios produtores são mais impactados pelas atividades deste setor”.
No entanto, diferentemente de muitos defensores das economias do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, Martha Ferreira, que mora e trabalha em terras capixabas, também faz críticas ao modelo atual. Ela lembra que o debate sobre a divisão dos royalties do petróleo e gás deve ser acompanhado de propostas para a sua aplicação eficaz e “severa punição daqueles que estiverem desviando esses recursos para fins escusos”.
“É inaceitável o altíssimo percentual destinado a algumas poucas cidades e estados, em detrimento dos outros. Presidente Kennedy, por exemplo, uma cidadela com 10.786 habitantes, recebe 22% de todos os royalties destinados ao Espírito Santo e o estado do Rio de Janeiro recebe 80% de todos os royalties do Brasil. Apesar disso, não há indícios de que eles solucionaram os seus problemas, principalmente os de cunho social. O maior desafio é achar um ponto de equilíbrio e bom senso”.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 06/07/2010
SUPERINTENDENTE DA CODESA APONTA AVANÇOS DA LEI 8.630, COMO O APRIMORAMENTO DA RELAÇÃO CAPITAL-TRABALHO
Publicado em 07/06/2010 as
12:10 PM
O superintendente geral da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), José Luiz Canejo, oriundo da iniciativa privada, foi diretor de Logística da Vale de 1997 a 2007, aceitou o convite para participar do debate portuário do PortoGente. Para ele, a Lei 8.630 abriu várias possibilidades e alternativas, antes inviáveis.
PortoGente – Uma das razões da Lei de Modernização dos Portos era a diminuição dos custos portuários. Pode-se dizer, então, que os custos portuários de fato diminuíram, linearmente, para todos os produtos movimentados nos portos brasileiros?
José Luiz Canejo – Devemos entender como custos portuários não apenas os custos diretos, mas também outros requisitos de nível de serviço que tem igual ou até maior importância e influência para o usuário de serviços portuários. Parâmetros como produtividade, rapidez e confiabilidade de atendimento, menor nível de avarias, eliminação de restrições operacionais, não podem deixar de fazer parte dessa discussão. Sendo assim, a lei dos portos reduziu custos portuários das seguintes maneiras, dentre outras:
- Aprimorou a relação Capital-Trabalho, visto que introduziu a via negocial nesta relação, antes disciplinada por entes externos. Como consequência notou-se grande avanço nas questões laborais nos portos brasileiros, com redução de ternos de trabalho, adicionais e um grande elenco de regras de escalação. Além disso, reduziram-se sensivelmente a ocorrência de greves.
- Aumentou a concorrência quando possibilitou a construção de terminais privativos de uso misto e quando regionalizou, por meio dos Conselhos de Autoridades Portuárias (CAPs), a definição de tarifas e um grande elenco de decisões no porto público, antes centralizada.
- Aumentou a produtividade e nível de serviços portuários, seja por meio das privatizações dos serviços portuários, seja pelos investimentos próprios pelos operadores portuários pré-qualificados nos portos públicos.
- Aumentou ganhos de escala dos usuários, pelo aprofundamento e modernização da infraestrutura de acesso marítimo em portos públicos e privados, que passaram a receber navios maiores e com maior economia de escala.
- Aprimorou-se, por meio dos Órgãos Gestores de Mão de Obra (Ogmos), a administração da mão de obra, principalmente nas questões de saúde e segurança de trabalho, assim como nas questões disciplinares, dando as operações portuárias maior nível de sustentabilidade com impactos positivos na redução de acidentes e avarias de cargas.
- Ao retirar as Companhias Docas das operações portuárias (Capatazia), a Lei 8.630 reduziu também os custos de infraestrutura em portos públicos, que ficaram mais de 10 anos congelados.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 06/07/2010
SEP INICIA DRAGAGEM DE APROFUNDAMENTO NO PORTO DE CABEDELO
Publicado em 07/06/2010 as
12:10 PM
Está em curso, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Portos (SEP), mais uma obra do Programa Nacional de Dragagem (PND), que vem mudando o cenário portuário nacional. Aprofundando os 18 principais portos brasileiros, a região da Paraíba também será beneficiada por esta obra primordial para o desenvolvimento econômico da região.
O Porto de Cabedelo, situado na margem direita no estuário do Rio Paraíba do Norte, na parte noroeste da cidade, é responsável pela importação de graneis líquidos (gasolina, álcool e óleo diesel), além do subproduto do petróleo (coque de petróleo) um combustível sólido importado da Venezuela e dos Estados Unidos e utilizado em caldeiras industriais. Além disso, o porto também recebe trigo da Argentina e do Rio Grande do Sul que precisa ser escoado para os estados do Rio Grande do Norte e Pernambuco.
A obra orçada em R$ 39,6 milhões aumentará a profundidade do porto dos atuais 9 metros para 11 metros, o que atende a necessidade local. Além disso, como nos demais contratos, a bacia de evolução será alargada em 55 metros. A empresa Enterpa Engenharia irá realizar os trabalhos que deverão ser finalizados em dezembro deste ano.
Dragagem busca ampliar a capacidade operacional
do importante terminal portuário paraibano
“Essa obra deixará no passado a restrição estrutural que impedia o aumento da receita com o desembarque de mercadorias. Agora o porto terá uma estrutura física adequada para receber navios de calados maiores, praticamente dobrando a sua capacidade de operação”, ressaltou o presidente da Companhia Docas da Paraíba, Wagner Breckenfeld, que aguarda juntamente com a comunidade portuária, ansioso pelo início da obra.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 06/07/2010
PROFISSIONALIZAÇÃO DOS PORTOS
Publicado em 07/06/2010 as
12:10 PM
O noticiário portuário da semana passada deu duas informações que convergem para aperfeiçoar a administração dos nossos portos. A Autoridade Portuária de Santos, Codesp, paradigma dessa reforma, está chamando os 104 aprovados no concurso que realizou e, para abrir vaga para esses admitidos, lançou um plano de desligamento voluntário (PDV).
Entretanto, um buraco negro administrativo poderá prejudicar esse projeto por causa da perspectiva de não ocorrer adesão significativa ao PDV dos seus antigos funcionários. Esta possibilidade é porque não está sendo também oferecida a complementação da aposentadoria, que é paga para os empregados admitidos até 1968.
Essa complementação é custeada por um histórico percentual das tarifas portuárias e se extingue quando falece o beneficiário. Por não conhecer bastante a questão portuária para fazer as contas dessa equação, o Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais (DEST) não aprovou a complementação salarial que, com o PDV, efetuaria a necessária e urgente renovação dos quadros dos portos.
Sem rejuvenescer e treinar os quadros portuários será impossível recapacitar nossos portos para viabilizar, principalmente, atividades econômicas potenciais e fundamentais para o desenvolvimento do comércio marítimo brasileiro. A conjuntura dos recursos humanos das Autoridades Portuárias, devido à vida média alta dos funcionários, não estimula investimentos para aprimorar essa mão de obra para o atual cenário dessas empresas.
Para que nossos portos tenham sucesso e se transformem em agentes de mudança é preciso enxertar neles inovações. O primeiro passo é montar um quadro de profissionais modernos e competentes.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 06/07/2010
CAMINHO DE RECUPERAÇÃO DA INDÚSTRIA NAVAL ESTÁ APENAS COMEÇANDO
Publicado em 07/06/2010 as
12:09 PM
Em entrevista exclusiva ao PortoGente, o professor e chefe da área de Transporte Aquaviário do Programa de Engenharia Oceânica da Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Floriano Carlos Martins Pires Junior, colocou o pé no freio e destacou que o caminho de recuperação da indústria naval brasileira está apenas começando.
A preocupação do especialista recai sobre as manifestações que têm sido veiculadas na imprensa. Empresários e integrantes do próprio Governo Federal são enfáticos em afirmar que a indústria naval brasileira já alcançou, ou está prestes a alcançar, os principais competidores internacionais.
“A situação é preocupante sim. Tomar decisões de política setorial sem levar em conta a relevância dessa questão econômica seria repetir os erros do passado. Falta uma política tecnológica à indústria naval. E embora tenha havido uma expansão importante nos recursos destinados, a indústria não tem participação nas decisões, e tem participação incipiente nos projetos. Hoje, não há uma articulação com metas tecnológicas para a indústria”.
Floriano também se preocupa com a qualificação da mão de obra brasileira para o futuro do setor naval. Ele se diz apreensivo com o que classifica como “tendência de proliferação” de cursos de engenharia autointitulada naval, nem sempre com o embasamento requerido.
“A formação de recursos humanos estratégicos e o desenvolvimento tecnológico e gerencial são elementos críticos de uma política nacional para a indústria marítima. A dispersão dos investimentos e a falta de metas estratégicas que orientem as ações governamentais são ameaças concretas ao desenvolvimento do setor, competitivo e sustentável”.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 06/07/2010
AMBIENTALISTA DIZ QUE NÃO HÁ MAIS ESPAÇO PARA EMPRESAS COM CURRÍCULO RICO EM DESTRUIÇÃO AMBIENTAL
Publicado em 07/06/2010 as
12:09 PM
O mundo mudou. O meio ambiente entrou na pauta dos países e das empresas, forçosamente muitas vezes. O caso do estaleiro da OSX, de Eike Batista, é exemplo emblemático dos novos tempos. Santa Catarina está no meio de uma polêmica: instalar ou não o estaleiro de mais de R$ 2 bilhões em área próxima a reservas ambientais federais. Para o coordenador regional da ONG Sea Shepherd Brasil, Hugo Malagoli, não há mais espaço para empresas com o currículo rico em destruição sócio-ambiental no mundo de hoje. “Quem ainda se presta a acreditar nas promessas de um grupo com mais de 29 milhões de reais em multas ambientais nas costas?”, questiona, referindo-se ao grupo de Eike Batista.
Malagoli não entende como podem estar tão aflitos para construir um empreendimento dessa natureza naquele local, considerado o mais vulnerável ambientalmente, se podem ser estudadas alternativas no estado. “O Instituto Sea Shepherd Brasil não apoia esse estaleiro em qualquer local em que se possa haver perturbação aos cetáceos ou que provoquem dano ambiental considerável ao resto de biodiversidade que ainda temos”.
A ONG concorda com os dois pareceres contrários do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ele destaca a seriedade e competência dos técnicos do ICMBio. “Um exemplo que demonstra claramente o comprometimento do Instituto com a clareza e verdade dos fatos é o caso da estrela do mar Astropecten marginatus (em extinção) reconhecida pelos técnicos do ICMBio, mas qualificada como “não identificada” pela empresa contratada pelo empreendimento”.
Sobre a divulgação, pela OSX, de que pode levar o estaleiro para São João da Barra, no Rio de Janeiro, Malagoli avalia que pode ser um blefe para pressionar os políticos catarinenses. “Muito estranho dizer que quer levar para o Rio de Janeiro, se há alternativas em Santa Catarina, como Imbituba e Itajaí que inclusive já tem porto, estrutura e mão de obra especializada”.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 06/07/2010
IDELI SALVATTI PODE CRIAR SECRETARIA DE PORTOS EM SANTA CATARINA
Publicado em 07/06/2010 as
12:09 PM
PortoGente entrevista, nesta edição, outra candidata ao governo de Santa Catarina: a senadora Ideli Salvatti, pelo PT, que pretende, a exemplo do que fez o presidente Lula, criar uma estrutura específica para os assuntos portuários do Estado.
PortoGente - Quais os principais gargalos de infraestrutura no Estado?
Ideli Salvatti – Os gargalos de infraestrutura são os mais diversos e estão em todas as áreas, mas o Governo Federal está trabalhando para saná-los principalmente com investimentos do PAC 1 e 2. O Estado terá um papel indutor e facilitador para a concretização das obras previstas, através de parcerias na efetivação de convênios, na elaboração de projetos, na apresentação de demandas e na articulação política. Nosso plano de logística e transporte retomará o conceito de planejamento de médio e longo prazo para o setor. Desde já algumas premissas básicas serão consideradas: integração com o planejamento territorial, respeito ao meio ambiente, redução de desigualdades regionais, indução ao desenvolvimento e participação equilibrada dos modais de transporte: rodoviário, ferroviário, aéreo e aquaviário.
PortoGente - Como a senhora pretende tratar a questão portuária?
Ideli - Propomos melhorar as condições de acessibilidade aos portos (parceria com o Governo Federal), tanto do ponto de vista do acesso marítimo, mediante um vigoroso programa de dragagem de aprofundamento e de manutenção dos canais de acesso, bacias de evolução, bacias de fundeio e áreas de atracação, como do ponto de vista do acesso terrestre, por intermédio de um programa de otimização das ligações rodoviárias e ferroviárias, com a eliminação de “gargalos” existentes nas proximidades da área portuária e com o estabelecimento de novos pátios reguladores de carga fora da área portuária. Também vamos incentivar a construção de terminais intermodais, já que o transporte multimodal no Brasil ressente-se da dificuldade de transferir cargas de uma modalidade para outra, pela pequena quantidade de terminais voltados para este fim.
PortoGente - Como a senhora vê o papel da Secretaria de Portos (SEP)?
Ideli - A Secretaria de Portos foi uma das iniciativas importantes do presidente Lula. Quando desvinculou esta função do Ministério dos Transportes, deu ao setor portuário um papel de destaque, com orçamento e política próprios e regulamentação específica. Concedeu importância aos portos, que é por onde entram e saem as mercadorias no País. Tenho convicção de que em Santa Catarina, que possui capacidade multiplicada de importar e exportar e imenso potencial da indústria naval, devemos dar destaque semelhante. Se não for por meio de secretaria específica, vamos criar uma diretoria ou departamento para dar atenção especial a esta área.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 06/07/2010
POR UMA NOVA LEI DOS PORTOS
Publicado em 07/06/2010 as
12:09 PM
Em 2011, a chamada “Lei de Modernização dos Portos”, a famosa 8.630, fará 18 anos de idade. Se ela fosse um jovem brasileiro, era tempo de prestar o serviço militar. Sejamos sinceros: que a lei mudou a cara do setor portuário brasileiro, mudou. Mas está bom assim? Não.
Os conflitos entre operadores portuários, sindicatos e seus trabalhadores portuários foram amortecidos por algumas compensações, que acabaram esvaziando a Autoridade Portuária. Não esqueçamos que recém tínhamos saído do regime militar e os novos tempos recomendavam compartilhar o poder entre todos. “Autoridade” era uma palavra fora de moda.
Assim, para contentar “gregos e baianos” pouco sobrou para a verdadeira Autoridade Portuária, que são as administrações portuárias.
Passados mais de uma década, a lei atual precisa de um up grade. A 8.630 esqueceu dos armadores e seus agentes marítimos, esqueceu dos práticos que ainda são o último cartório imperial vigente no País, esqueceu que a representação atual nos CAPs precisa ser redesenhada, pois é um absurdo que pessoas fora da comunidade portuária, e muitas vezes representam interesses concorrentes em outros portos, tenham assento, voto e voz.
Um lobista de terminais do porto “A” que concorrem contra outros no porto “B” não pode pegar um avião uma vez por mês para ir à reunião do CAP do outro, só porque a entidade tal indicou à SEP como representante do “segmento”. Exemplos, temos vários pelo País.
Ora, o membro do Conselho de Autoridade Portuária representa os interesses da comunidade daquele porto ou do “segmento” como todo mundo enche a boca para discursar?
Já assisti participações destes tipos das mais esquisitas, sofríveis e claramente perturbadoras ao porto, pois termina a reunião eles pegam o avião e vão polemizar em outros lugares. Os “micos” ficam pro coitado do gestor do porto que é o único que responde judicialmente a tudo, os conselheiros “lavam as mãos”.
Incorporemos na nova lei novos atores como os práticos e os armadores ou seus representantes nos portos, restabeleçam-se o poder da autoridade portuária em especial na questão ambiental, segurança e poder para abrir licitações para arrendamentos sem burocratizar via Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), nova lei que tenha foco e cobre a produtividade e a qualidade do trabalho avulso e da operação empresarial e que os conselhos de autoridade portuária tenham poder decisivo na gestão do porto e co-responsabilidade, o que não ocorre hoje.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 06/07/2010
CABO DE GUERRA EM SANTA CATARINA POR CAUSA DE ESTALEIRO
Publicado em 07/06/2010 as
12:09 PM
Neste momento um verdadeiro “cabo de guerra” está em curso em Santa Catarina. No último sábado (3), o Conselho Comunitário Pontal do Jurerê (CCPontal) realizou consulta popular na Praia da Daniela sobre a instalação do estaleiro da OSX em Biguaçu: 84,45% dos consultados votaram contra e 14,55% a favor. O local fica dentro nas imediações da Estação Ecológica de Carijós, umas das Unidades de Conservação Federais que, segundo o Instituto Chico Mendes (ICMBIo), sofrerá os impactos do empreendimento.
Já a Assembleia Legislativa de Santa Catarina instalou nesta segunda-feira (5) uma frente parlamentar pró-estaleiro, com a presença de deputados estaduais, federais, senadores, do governador de Santa Catarina, Leonel Pavan, além do ministro da Pesca, Altemir Gregolin.
A Fundação Estadual do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) realiza até o final deste mês três audiências públicas sobre o mesmo assunto.
Já organizações não-governamentais (ONGs) preparam representações que vão encaminhar para autoridades do estado para impedir que o projeto de Eike Batista seja implantado passando por cima de estudos sérios realizados pelo ICMBio, que mostram a nocividade do empreendimento ao meio ambiente.
E o que o megainvestidor Eike Batista tem a dizer sobre tudo isso?
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 06/07/2010
ANTAQ PARTICIPA DA CAMPANHA DE FISCALIZAÇÃO "PARINTINS 2010" COORDENADA PELA MARINHA
Publicado em 07/06/2010 as
12:08 PM
A ANTAQ participou no período de 22 a 25 de junho de ação conjunta de fiscalização e orientação de transportadores e passageiros nos rios do Estado do Amazonas, que foi organizada pela Marinha do Brasil, através da Capitania dos Portos.
A campanha, denominada “Parintins 2010” por ocorrer durante o período da conhecida festa folclórica, teve a participação de diversos órgãos públicos e destinou-se a verificar as condições de prestação do serviço pelas embarcações na região, especialmente aquelas com destino à cidade de Parintins.
Para garantir a logística das operações, foram instalados três postos de fiscalização nas cidades de Manaus, Itaquatiara e Parintins, com funcionamento 24 horas por dia.
Ao passarem pelo local, todas as embarcações de transporte de passageiros e misto dirigiam-se aos postos para serem inspecionadas pelos agentes de fiscalização.
O posto flutuante “Encontro das Águas”, em Manaus, localizava-se a cerca de 400 metros da margem e tinha o apoio de duas balsas, um barco-oficina, duas lanchas de apoio e três lanchas-patrulha da Marinha.
A equipe da ANTAQ concentrou sua atuação no posto Encontro das Águas, que contou com a participação de servidores da sua unidade regional em Manaus e da Superintendência da Navegação Interior, sediada em Brasília.
Nos quatro dias da campanha, os técnicos da Agência fiscalizaram 51 embarcações, das quais sete foram autuadas por infringir regras da Resolução nº 912/2007 da ANTAQ, que estabeleceu a norma para outorga de autorização para prestação de serviços de transporte de passageiros e misto na navegação interior de percurso longitudinal, interestadual e internacional.
Segundo o coordenador das operações pela ANTAQ, o especialista em regulação Diogo Vitor de Jesus, os fiscais da Agência também distribuíram amplo material educativo para orientação aos prestadores de serviços e passageiros sobre o transporte em ambarcações. Esta foi a terceira participação da Agência na campanha.
Além da ANTAQ, também participaram das operações os seguintes órgãos: corpo de fuzileiros navais, ANVISA, ANATEL, IBAMA, polícias militar e civil do Amazonas e secretarias Estadual e Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos.
A Marinha ainda não divulgou os números definitivos da campanha. Contudo, a expectativa é de que ao longo dos quatro dias das operações cerca de 130 embarcações tenham sido alvo dos órgãos de fiscalização.
Assessoria de Comunicação Social/ANTAQ
Fone: (61) 3447-2737
FAX: (61) 3347-1040
E-mail: assc@antaq.gov.br
Data : 05/07/2010
MSC CRUZEIROS APRESENTA ROTEIROS PELO CARIBE
Publicado em 07/06/2010 as
12:08 PM
A MSC Cruzeiros apresenta os seus roteiros para o Caribe a bordo do MSC Poesia, a partir de 1º de novembro. O navio terá saídas de Fort Lauderdale (Flórida-USA), com passagem por diversas praias, incluindoa ilha de Samaná (Cayo Levantado). Os itinerários passam por várias regiões do México, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Jamaica, Bahamas, Ilhas Cayman, Ilhas Virgens e Antilhas Holandesas.
As tarifas, em preços promocionais, custam a partir de US$ 548 por hóspede em cabine dupla (três noites), com pagamento em até seis vezes no cartão de crédito ou cheque (15% de entrada + cinco parcelas sem juros).
Há opções de cruzeiros de três, sete ou dez noites, com saídas nos feriados de Ação de Graças, Natal e Ano Novo. O MSC Poesia possui 1.275 cabines, quatro restaurantes, 12 bares, duas piscinas, quatro hidromassagens, centro esportivo, bar para degustação de vinhos e diversas opções de lazer.
A companhia também possui rotas imperdíveis pela América do Sul, de outubro a abril, e durante todo o ano pelo Norte da Europa, Mediterrâneo, África, América do Norte, Canadá, Oceano Atlântico e Oceano Índico.
Fonte : Mercados e Eventos
Data : 06/07/2010
NORWEGIAN EPIC É BATIZADO NOS ESTADOS UNIDOS
Publicado em 07/06/2010 as
12:08 PM
O Norwegian Epic, maior navio da NCL, foi batizado na semana passada nos Estados Unidos. O batismo foi feito pela cantora norte-americana Reba McEntire seguido do champagne estourando no casco. A cerimônia foi realizada no Epic Theater e pôde ser visto por todos os passageiros em telões espalhados pelo navio. A cerimônia também teve transmissão ao vivo pelo canal NBC.
Entre os brasileiros a bordo estão Estela Farina, diretora da Firstar e representante da NCL no Brasil, além de operadores. O novo navio da armadora tem capacidade para 4.200 passageiros e inaugura a geração F3 - Freestyle cruising.
Em sua temporada inaugural o Norwegian Epic fará cruzeiros de sete noites, alternando Caribe Leste (Miami, St Maarten, St Thomas, Nassau, Miami) e Caribe Oeste (Miami , Costa Maia(México), Raotan (Honduras), Cozumel (México), Miami). A partir de 22 maio de 2011 estará na Europa para cruzeiros de sete noites, sempre partindo de Barcelona, rumo oeste, aportando em Florença/Pisa (Livorno); Roma (Civitavecchia); Nápoles, na Itália e Palma de Mallorca, na Espanha.
Fonte : Mercados e Eventos
Data : 06/07/2010
PROGRAMA AGILIZARÁ DESPACHO NAVAL
Publicado em 07/06/2010 as
12:08 PM
Elaborado pela Fenamar, sistema está em testes no complexo portuário santista
LYNE SANTOS - DA REDAÇÃO
Um dos subsistemas que vai integrar o projeto Porto Sem Papel promete agilizar o despacho de navios pela Marinha em todos os portos brasileiros. Desenvolvido pela Federação Nacional das Agências de Navegação (Fenamar), em parceria com a Diretoria de Portos e Costas (DPC), o chamado Sistema de Despacho de Embarcações (Sisdesp-web) já foi entregue para a Autoridade Marítima e está em fase de testes no Porto de Santos.
"O programa vai substituir o trabalho que é feito pela capitania e pelo agenciamento por papel, em documentos físicos. O novo sistema vai controlar eletronicamente o fluxo de navios nos portos do País. Ele vai agilizar todo o trabalho que é feito atualmente", afirmou o presidente da Fenamar, Glen Findlay. "É um sistema que pode ser implantado independente do Porto Sem Papel, mas ele foi concebido e estruturado para integrar esse projeto".
De acordo com Findlay, o desenvolvimento do programa começou após a assinatura, há cerca de dois anos, de um protocolo de intenções entre a Fenamar e a DPC. "A Capitania estava querendo automatizar e, em uma conversa com a Federação, surgiu a oportunidade de fazermos esse protocolo, onde a Fenamar desenvolveu o sistema, sob o controle e a orientação da capitania. Eles nos passaram a parte técnica e as informações que precisavam manter sob controle", explicou Findlay.
Entregueà DPC em abril último, o sistema precisou passar apenas por alguns ajustes, como integrações aos bancos de dados já informatizados das autoridades portuárias, disse o representante dos agentes.
Com a finalização desse processo, a Diretoria de Portos e Costas informou que o sistema encontra-se em fase de testes no Porto de Santos, para posteriormente ser implantado em todo o Brasil.
"O sistema vai reduzir tempo e burocracia. Poderemos aproveitar os dados daqueles navios que já escalam com frequência no porto. Apenas com a digitação do número de controle, todos os dados da embarcação já vão aparecer na tela", ressaltou o presidente da Fenamar, que enfatizou ainda a segurança do novo programa.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
PELO MUNDO - NIGÉRIA - PIRATAS LIBERTAM MARINHEIROS
Publicado em 07/06/2010 as
12:08 PM
Doze marinheiros estran- geiros que haviam sido sequestrados por piratas no Delta nigeriano foram libertados em segurança no último domingo, segundo um porta-voz da Marinha da Nigéria. O comandante David Nabaida disse que todos os homens estavam em boas condições, após os piratas tê-los deixado em um barco de pesca perto da costa do Delta do Níger. O capitão da embarcação, então, informou as autoridades navais sobre a soltura dos reféns. A União dos Marinheiros da Rússia informou que a tripulação do navio sequestrado era composta por sete russos, dois alemães, um letão, um lituano e um ucraniano. De acordo com Nabaida, os homens serão interrogados, mas todos pareciam bem. Ele disse não saber se um resgate havia sido pago para a libertação dos marinheiros.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
PELO MUNDO - ANGOLA - LUANDA PRECISARÁ DE US$ 350 MILHÕES
Publicado em 07/06/2010 as
12:07 PM
O Porto de Luanda, principal complexo de Angola (na África), estuda uma possível reabilitação. Segundo o presidente do Conselho de Administração do Porto de Luanda, Francisco Venâncio, a reestruturação da instituição envolve um investimento superior a US$ 350 milhões. O anúncio foi feito na última semana, quando o porto foi visitado por uma delegação americana. O grupo dos Estados Unidos pode perceber os esforços que estão sendo feitos para a reabilitação do porto, para melhorar seus indicadores de eficiência e rentabilidade. Na ocasião, a representante comercial americana Florie Liser comentou que a visita foi positiva, pois foi possível constatar o progresso do Porto de Luanda. Segundo Florie, há necessidade de mais eficiência e investimentos.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
PELO MUNDO - ESTADOS UNIDOS - PORTOS AUMENTAM MOVIMENTAÇÃO EM 25%
Publicado em 07/06/2010 as
12:07 PM
A movimentação de contêine- res nos portos da Geórgia, nos Estados Unidos, sobretudo no complexo de Savannah, registrou crescimento de 25,3% no último mês de maio, em comparação ao mesmo período de 2009. Segundo a Autoridade Portuária, foram transportados 130.310 TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés). Já em maio do ano passado, foram 103.957 TEUs. No entanto, apesar do incremento, o volume é menor do que o verificado em abril, quando passaram pelo complexo 134.734 TEUs. "Maio foi o mês que registrou o maior crescimento e deu continuidade ao aumento de dois dígitos verificado desde dezembro passado", afirmou o diretor executivo do porto, Curtis Foltz. A movimentação geral de cargas também registrou aumento de 12% em maio último. Com o incremento, verificou-se um crescimento de 6,5% no volume no acumulado dos últimos 12 meses (julho de 2009 a maio de 2010), em comparação com o período anterior. No Porto de Brunswick, também na Georgia, a circulação de veículos e máquinas também teve aumento. Foram 35.873 unidades no mês, 82,4% a mais do que o registrado em maio de 2009.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
CODESP RECUPERA CALADO DO PORTO DE SANTOS
Publicado em 07/06/2010 as
12:07 PM
Desde ontem, entrada do canal de navegação apresenta 13,3 metros de profundidade
DA REDAÇÃO
A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) conseguiu recuperar a profundidade oficial de 13.3 metros do canal de navegação do Porto de Santos. Após intensificar as operações de dragagem durante o final de semana, o novo calado foi confirmado ontem por uma batimetria no local.
O resultado do exame batimétrico (sondagem realizada com sonares para aferir a profundidade de uma região) foi homologado pela Capitania dos Portos de São Paulo no final da tarde de ontem. Os dados do teste foram apresentados ao capitão dos portos de São Paulo, capitão-demar-e-guerra Antonio Sérgio Caiado de Alencar, pelo diretor de Infraestrutura e Execução de Obras da Docas, Paulino Moreira Vicente.
Desde a última quinta-feira, a navegação na entrada do complexo santista havia sido limitadapela Companhia Docas. Desse dia até sexta, somente podiam entrar navios com um calado de até 12,7 metros (ou seja, navegando com, no máximo, 12,7 metros de seu casco submerso). De sexta até ontem, o limite eram 13 metros.
A redução ocorreu devido ao assoreamento da região na entrada do canal de navegação, causado por ressacas ocorridas no mês passado.
No local, a cerca de quatro quilômetros da costa de Santos, também foi descoberto um "corpo metálico". Segundo a Codesp, o objeto se encontra no leito da calha de navegação. Ainda assim, a Companhia Docas garante que o objeto não atrapalhará a navegação no complexo santista, desde que o calado apresente profundidade de até 13.3 metros.
O "corpo metálico" será mantido no leito da calha de navegação até que o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), já contratado pela Autoridade Portuária, identifique o material e apresente um plano para sua remoção do local.
Até lá, a Codesp vai orientar o consórcio Draga Brasil responsável pela dragagem de aprofundamento do Porto de Santos para até 15 metros para executar o serviço nas demais seções da via navegável.
PRAZO
Os trabalhos de dragagem no canal de navegação do Porto de Santos deveriam ter sido concluídos no final de maio. Como o prazo estabelecido não foi cumprido, a nova expectativa era de que a profundidade de 15 metros fosse atingida ainda no começo deste mês.
A previsão do Governo Federal é de que todo o Canal do Estuário fique com 15 metros de profundidade até o final deste ano.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
PELO BRASIL - PORTO DE VITÓRIA - LEILÃO DA ALFÂNDEGA ARRECADA R$ 10 MI
Publicado em 07/06/2010 as
12:07 PM
O leilão de mercadorias apreendidas no Porto de Vitória arrecadou R$ 10 milhões. A sessão foi realizada na semana passada e o ágio chegou a 35% nos 86 lotes vendidos. Segundo a Alfândega, os carros importados foram os mais procurados. Um Bentley Continental GT foi vendido por R$ 650 mil. O lance mínimo era de R$ 400 mil.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
PELO BRASIL - PARANÁ - PORTO JÁ PODE RECEBER NAVIOS PÓS-PANAMAX
Publicado em 07/06/2010 as
12:07 PM
O Porto de Paranaguá, no Para- ná, já pode receber navios com até 301 metros de comprimento e 40 metros de largura. O complexo respondia à norma de navegação vigente que só permitia a entrada de navios com no máximo 285 metros de comprimento. As embarcações chamadas de Pós-Panamax, devido a seu tamanho ultrapassar o limite das comportas do Canal do Panamá, são consideradas de grande porte e permitem diminuir custos de frete e aumentar a quantidade de carga transportada.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
PELO BRASIL - PERNAMBUCO - ESTADO REDUZ ICMS PARA IMPORTAÇÕES
Publicado em 07/06/2010 as
12:06 PM
O Governo de Pernambu- co concede, desde a última quinta-feira, uma redução de 20% na alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os produtos importados descarregados em seus portos. Anteriormente, o incentivo para as mercadorias que chegam ao Estado era a diminuição de 5% na alíquota, quando o original era de 17%, ou de 10%, quando estava acima dos 17%.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
PELO BRASIL - RIO DE JANEIRO - LLX ASSINA CONTRATOS PARA OBRAS
Publicado em 07/06/2010 as
12:06 PM
A LLX Sudeste Operações Por- tuárias assinou os contratos para a execução de obras civis e compra de equipamentos do Porto Sudeste. A informação foi divulgada pela própria LLX, empresa de logística do grupo do empresário Eike Batista. As obras, que incluem a construção do pátio de estocagem de minério de ferro, túnel de ligação e estrutura, serão realizadas pelo consórcio ARG-Civilport. Tudo será desenvolvido simultaneamente, com previsão para conclusão até o final do ano que vem.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
CURTA
Publicado em 07/06/2010 as
12:06 PM
Ônibus
Com a liberação da pista de saída do Contorno de Outeirinhos, os ônibus poderão ser deslocados da Avenida Eduardo Guinle. Mas isso ainda depende de estudos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de Santos, segundo o diretor de Infraestrutura e Execução de Obras da Codesp, Paulino Moreira da Silva Vicente.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
CODESP ENTREGARÁ PISTA NO DIA 9
Publicado em 07/06/2010 as
12:06 PM
Contorno de Outeirinhos reduzirá ¬ e até o final do ano eliminará ¬ o impacto do cruzamento rodoferroviário na região da Santa
DIOGO CAIXOTE - DA REDAÇÃO
Três dias. Este é o prazo da Codesp para liberar a pista de saída do Contorno de Outeirinhos, no Porto de Santos. A obra vai reduzir ¬ e até o final do ano eliminar definitivamente ¬ o impacto do cruzamento rodoferroviário na região da Santa,um dos mais problemáticos de todo o complexo.
A entrega, nesta sexta-feira, de cerca de três quilômetros praticamente conclui o projeto do contorno, parte da Avenida Perimetral do Porto. Depois, neste trecho, faltará apenas a conclusão da ciclovia às margens da pista, já iniciada.
No sentido de entrada do cais, o contorno está operacional desde o dia 7 de abril último. O corredor expresso liga a região do Valongo aos terminais doMacucoeda Pontada Praia.
De acordo com o diretor de Infraestrutura e Execução de Obras da Codesp, Paulino Moreira da Silva Vicente, "com a ajuda do tempo até lá, a pista de saída do Contorno de Outeirinhos será colocada em operação no dia 9". A data programada é um feriado, da Revolução Constitucionalista de 1932, ideal para fazer mudanças no trânsito, por tradicionalmente ter um volume de tráfego de veículos de carga reduzido.
"Entregando essa parte da obra, damos um passo muito importante para acabar com os problemas do cruzamento rodoviário com a linha férrea. Só com isso, o trânsito no Porto já vai ter uma melhora significativa", afirmou Vicente.
PERCURSO
Para acessar a pista de saída do Contorno de Outeirinhos, o motorista continuará usando as vias urbanas do Município. Quem seguir da Avenida Mario Covas (ex-dos Portuários) para deixar o Porto, deve passar pela Avenida Siqueira Campos (Canal 4) no trecho da Bacia do Macuco, e virar na primeira esquina à direita, na Avenida Esmeraldo Tarquínio, a curva de ligação à Avenida Conselheiro Rodrigues Alves.
Da Rodrigues Alves, o caminho vai a até a Rua Conselheiro João Alfredo, entrando à direita, ao lado do Museu do Porto. No final da via, há uma abertura no muro que divide o complexo da Cidade. Ao adentrar na área portuária, irá virar a esquerda e seguir até a direção da Avenida Senador Dantas, quando cairá diretamente na pista de saída do contorno, tudo sem cruzar com a linha férrea.
A utilização das vias municipais é necessária enquanto são executadas as obras da Avenida Perimetral entre a Praça da Santa e a saída do Porto para o Canal 4. Este trecho deve ficar pronto até em cinco meses.
CRUZAMENTOS
A manutenção do cruzamento rodoferroviário na região da Santa só vai existir para quem vai do Macuco e da Ponta da Praia aos terminais instalados na Avenida Eduardo Guinle. No sentido de ida às instalações da via, o cruzamento vai ser entre o Terminal de Passageiros Giusfredo Santini e a Santa. No fluxo oposto, na direção da Senador Dantas.
Haverá um outro cruzamento no fim da Eduardo Guinle, em frente à Rua João Pessoa, mas será válido apenas para os veículos que operaram nos terminais da via e precisam entrar na pista de saída do contorno para deixar o Porto.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
SEP RECEBE LICENÇA DE INSTALAÇÃO PARA OBRAS DO PORTO DE SÃO FRANCISCO
Publicado em 07/06/2010 as
12:06 PM
A Secretaria Especial de Portos (SEP) da Presidência da República recebeu do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a Licenda de Instalação (LI) para as obras de Instalação do Berço 401 A e para a dragagem de aprofundamento do Canal de Acesso ao Porto de São Francisco do Sul, em Santa Catarina. O documento tem validade até até junho de 2014.
As infiormações foram divulgadas no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
ANTAQ PARTICIPA DA CAMPANHA DE FISCALIZAÇÃO 'PARINTINS 2010'
Publicado em 07/06/2010 as
12:05 PM
Marinha
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) participou no final de junho de ação conjunta de fiscalização e orientação de transportadores e passageiros nos rios do Estado do Amazonas. A iniciativa foi organizada pela Marinha do Brasil, através da Capitania dos Portos.
A campanha, denominada “Parintins 2010” por ocorrer durante o período da conhecida festa folclórica, teve a participação de diversos órgãos públicos e destinou-se a verificar as condições de prestação do serviço pelas embarcações na região, especialmente aquelas com destino à cidade de Parintins.
Para garantir a logística das operações, foram instalados três postos de fiscalização nas cidades de Manaus, Itaquatiara e Parintins, com funcionamento 24 horas por dia.
Ao passarem pelo local, todas as embarcações de transporte de passageiros e misto dirigiam-se aos postos para serem inspecionadas pelos agentes.
O posto flutuante “Encontro das Águas”, em Manaus, localizava-se a cerca de 400 metros da margem e tinha o apoio de duas balsas, um barco-oficina, duas lanchas de apoio e três lanchas-patrulha da Marinha.
A equipe da Antaq concentrou sua atuação no posto Encontro das Águas, que contou com a participação de servidores da sua unidade regional em Manaus e da Superintendência da Navegação Interior, sediada em Brasília.
Nos quatro dias da campanha, os técnicos da Agência fiscalizaram 51 embarcações, das quais sete foram autuadas por infringir regras da Resolução nº 912/2007 da ANTAQ, que estabeleceu a norma para outorga de autorização para prestação de serviços de transporte de passageiros e misto na navegação interior de percurso longitudinal, interestadual e internacional.
Segundo o coordenador das operações pela Agência, o especialista em regulação Diogo Vitor de Jesus, os fiscais da Agência também distribuíram amplo material educativo para orientação aos prestadores de serviços e passageiros sobre o transporte em ambarcações. Esta foi a terceira participação da Agência na campanha.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
GOVERNO REDUZ ICMS PARA IMPORTAÇÕES
Publicado em 07/06/2010 as
12:05 PM
Porto do Recife
A partir deste mês de julho, o percentual de recolhimento do ICMS incidente na importação de mercadorias provenientes do exterior para o Porto do Recife será reduzido em 20%. O benefício fiscal é resultado da Lei Ordinária nº 1634/2010, sancionada nesta segunda-feira pelo Governador do Estado, Eduardo Campos, modificando a Lei nº 13.942 que instituiu o Programa de Estímulo à Atividade Portuária, em 4 de dezembro de 2009.
O objetivo das modificações é estimular as importações de mercadorias através do Porto do Recife, permitindo a expansão dos negócios. A modificação proposta à Lei n° 13.942/2009, não implica perda de arrecadação do ICMS. A ampliação das importações por Pernambuco pode, ao contrário, contribuir para o aumento da arrecadação do imposto, uma vez que permite a expansão dos negócios, com impacto bastante positivo para a economia pernambucana.
A mensagem que resultou na Lei Ordinária nº 1634/2010 é de autoria do Governador do Estado de Pernambuco Eduardo Campos, e foi aprovada pelo Poder Legislativo no dia 29 de junho de 2010.
As modificações no Programa de Estímulo à Atividade Portuária “permite impacto bastante positivo para a economia pernambucana”, de acordo com mensagem nº 072/2010, publicada no último dia 11 de junho no Diário Oficial do Estado.
Programa de Estímulo à Atividade Portuária
Entrou em vigor no final de 2009, concedendo benefícios fiscais referentes ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviço de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
COMEÇAM OBRAS DE REVITALIZAÇÃO NO SETOR OESTE DO PORTO VELHO
Publicado em 07/06/2010 as
12:05 PM
Começaram nesta semana as obras da primeira etapa da revitalização do Rincão da Cebola, o setor oeste do Porto Velho de Rio Grande (RS). A empresa ATM Construções Ltda, responsável pela obra, deu início a urbanização da área compreendida entre rua General Canabarro e a rua 24 de Maio. Na semana que vem deverão chegar os contêineres para montagem das instalações provisórias da empresa no local.
Conforme o projeto, as obras a serem realizadas nesta área de aproximadamente 200 metros paralelos ao cais, se constituem na pavimentação de todo o espaço, implantação de estacionamento, floreiras, lixeiras, sinalização, ciclovia, iluminação, bancos e passeio público. A construção de uma guarita, de uma rampa de acesso ao estuário da Lagoa dos Patos para equipamentos náuticos e um ancoradouro, também está prevista no projeto. Para um segundo momento, está planejada para este espaço a construção de um restaurante panorâmico em frente ao Centro de Convívio dos Meninos do Mar (CCMar).
Após o término da primeira etapa, será aberta concorrência pública para continuidade e conclusão do projeto de revitalização do local, que abrange, ao todo, uma área de 28 mil metros quadrados.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 05/07/2010
BRASÍLIA - PARLAMENTAR É AUTUADO PELA MARINHA
Publicado em 07/06/2010 as
12:05 PM
O deputado federal do PSC e ex-diretor da Polícia Civil do Distrito Federal, Laerte Bessa, foi autuado pela Marinha no último domingo, no Lago Paranoá, em Brasília. O parlamento foi surpreendido pela equipe de fiscalização da Marinha, enquanto passeava de barco com a família. Bessa transportava oito passageiros, dois a mais do que o permitido para a embarcação.
Segundo o departamento de relações públicas da Marinha, Bessa foi autuado por excesso de passageiros. A multa para casos como esse varia de R$ 40 a R$ 3,2 mil. Como ele não resistiu à abordagem e providenciou a remoção dos passageiros, o deputado e a lancha foram foram liberados.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
BAHIA - PORTO DA FORD ATINGE MARCA DE 500 MIL VEÍCULOS MOVIMENTADOS
Publicado em 07/06/2010 as
12:04 PM
Prestes a completar cinco anos de operação, o Terminal Privativo Miguel de Oliveira, localizado em Camaçari, na Bahia, acaba de atingir a marca de 500 mil veículos movimentados. Cerca de 59% dos veículos movimentados foram destinados ao mercado externo, enquanto 41% foram importados. Inaugurado em 31 de outubro de 2005, o primeiro embarque, com 1.750 veículos, teve como destino o México.
Único porto privativo da Ford no mundo, o terminal tem um papel importante na logística da Ford Brasil. "Para manter o sucesso do nosso negócio criamos um tripé de gestão estratégica baseado no conhecimento, relacionamento e tecnologia", afirma Edson Molina, diretor de Logística da Ford para a América do Sul. Para Molina, é a união desses elementos que garante a excelência das operações globais da empresa.
O Terminal Portuário Privativo Miguel de Oliveira está localizado no Canal de Cotegipe, ligação entre a Baía de Todos os Santos e a Baía de Aratu, no município de Candeias, Bahia. Hoje, o carro chefe das exportações é o Ecosport (55%), seguido pelo Fiesta Sedã (32%) e Fiesta Hatch (13%).
Para que as operações aconteçam sem falhas, a Ford conta com um moderno sistema rádio-frequência, que permite a localização de qualquer veículo de forma precisa em segundos. Além de encurtar a distância e o tempo de transporte entre a fábrica e o embarque, o novo porto melhorou os processos logísticos e eliminou o trânsito de caminhões-cegonha em áreas urbanas de Salvador.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
MOVIMENTO DE CAMINHÕES SEGUE TRANQUILO NAS VIAS INTERNAS DO PORTO
Publicado em 07/06/2010 as
12:04 PM
O movimento de caminhões segue tranquilo nas vias internas do Porto de Santos nesta terça-feira. Segundo a Guarda Portuária, não há registro de acidentes ou congestionamentos.
Nos demais trechos da região, o tráfego também flui normalmente, informou a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
No Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), administrado pela concessionária Ecovias, o trânsito é normal em ambos os sentidos, tanto capital, como litoral.
O SAI é formado pelas rodovias Anchieta, dos Imigrantes, Padre Manoel da Nóbrega, dos KMs 270 ao 292 (Praia Grande), e Cônego Domênico Rangoni (ex Piaçaguera-Guarujá).
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 06/07/2010
PORTO DO RECIFE ESTÁ LUTANDO PARA RECUPERAR SEU PAPEL NA ECONOMIA PERNAMBUCANA
Publicado em 07/05/2010 as
12:02 PM
Nesta segunda-feira, o governador Eduardo Campos sanciona a lei ordinária 1.634/2010, que reduz em 20% a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrada de todos os produtos importados a partir do Porto. É a segunda medida de renúncia fiscal tomada em menos de um ano pelo governo com o propósito de beneficiar o órgão, que luta para retomar uma posição importante para as atividades econômicas regionais.
Porto do Recife pretende recuperar papel na economia pernambucana tomando medidas de renúncia fiscal Foto: Jaqueline Maia/DP/D.A Press - 9/3/04
A mais recente iniciativa de renúncia fiscal voltada para atrair mais negócios para o Porto do Recife havia sido tomada em janeiro. Através dela, os produtos cuja alíquota de ICMS era inferior a 17% passaram a pagar apenas 5%. Já aqueles taxados em mais de 17% tiveram seu custo reduzido para 10%. A partir da entrada em vigor da nova lei, esta semana, serão cobrados 4% e 8% sobre as mercadorias do exterior que aportarem no Porto do Recife.
As medidas foram traçadas por iniciativa do pessoal do Porto doRecife, relata seu presidente, Sileno Guedes. E se juntam às ações que visam a revitalizar o comércio no local. "No fim do ano passado, foi concluída uma dragagem que permitiu a volta das embarcações de grande porte", explica Guedes. "Além disso, temos um plano de zoneamento sendo elaborado", destaca.
O Porto movimenta, anualmente, 2,2 milhões de toneladas, de acordo com Guedes. A meta era incrementar em 13% o volume de carga transportada em 2010. Mas essa previsão foi feita antes que a nova lei, aprovada a partir de um estudo feito pela Secretaria Estadual da Fazenda e examinada na Assembleia Legislativa, fosse encaminhada. Agora, ele espera que esse crescimento, quando se concretizar, mostre-se ainda mais acentuado.
"A medida vai fazer com que o Porto do Recife ganhe atratividade em relação a portos dentro da região. Passaremos a ter uma condição extremamente favorável. É uma renúncia fiscal para o estado, mas que vai abrir caminho para que possamos ganhar mais no aumento de volume, direcionando para Pernambuco cargas que atualmente não vêm para cá", afirma Guedes.
Em 2009, as principais mercadorias importadas através do Porto do Recife foram trigo, fertilizante, cevada (para uso na fabricação de cerveja), barrilha (insumo para a indústria de material de limpeza) e coque de petróleo, para a indústria de construção. Apenas através de navegação de longo curso, foram importadas 513 mil toneladas. Ao todo, as importações realizadas durante o ano passado pelo Porto do Recife somaram aproximadamente 960 mil toneladas.
Fonte : Diário de Pernambuco
Data : 05/07/2010
ITAJAÍ VOLTA A SER SEDE
Publicado em 07/05/2010 as
12:02 PM
Além de gerar empregos e qualificação, unidade será ampliada e deve atrair investidores
Santa Catarina voltará a sediar uma unidade de negócios da Petrobras. Nesta sexta-feira, diretores da estatal estiveram em Itajaí para anunciar a instalação da Unidade de Operações de Exploração e Produção do Sul (UO-SUL). A estrutura será montada, inicialmente, no atual escritório da Petrobras em Itajaí, no Centro da cidade, mas deve ser ampliada em poucos meses.
Embora a direção não dê números nem prazos, há previsão de novos investimentos da Petrobras no município, geração de empregos e incentivo à qualificação da mão de obra. Além disso, conforme a presidente da Associação Empresarial de Itajaí, Maria Izabel Sandri, a presença de uma unidade de negócios da estatal em solo itajaiense pode atrair empresas, indústrias e investidores.
– Itajaí ganha demais com isso, porque a unidade da Petrobrás não vem sozinha. É uma estrutura. Ganha a cidade, a indústria e o comércio. Novos investidores podem aproveitar a vinda para também se instalar por aqui – explica Sandri.
Para o prefeito Jandir Bellini (PP), a vinda da unidade para o município revela o potencial geográfico e logístico de Itajaí.
– Temos a maior universidade do Estado aqui, que deve formar técnicos e preparar a mão de obra necessária para as operações futuras. Formamos geólogos, oceanógrafos e engenheiros ambientais, mecânicos e navais. Esses profissionais têm o campo ampliado – explica Bellini.
O geólogo Nilson Rodrigues Cunha foi escolhido pela Petrobras para gerenciar a Unidade de Operações em Itajaí. Conforme afirma, o foco da gestão será fortalecer as relações com empresas e universidades itajaienses, do Estado e da Região Sul do país.
A unidade de Itajaí vai gerenciar operações de campos recém descobertos, como os de Tiro e Sídon, além dos campos das bacias de Paraná e de Pelotas.
Royalties de Tiro e Sídon permanecem com São Paulo
Em março, quando foi apresentado o primeiro óleo extraído das áreas de Tiro e Sídon, o presidente da Petrobrás, José Sergio Gabrielli, comentou a possibilidade de reativar a unidade itajaiense, fechada em 2002, aumentando as possibilidades de expansão econômica para Itajaí e Santa Catarina.
– A reativação da unidade da Petrobras em Itajaí dependerá do volume de exploração na região. Se a atividade exploratória continuar crescendo, teremos a unidade de negócios aqui. Os testes em Tiro e Sídon serão definitivos – explicou, Gabrielli na ocasião.
Os testes de longa duração de Tiro e Sídon ocorrem em duas etapas de um ano cada. Na previsão inicial, a Petrobras esperava produzir 10 mil barris de petróleo por dia.
– Mas já estamos produzindo 17 mil barris por dia. Por esse motivo, para distribuir melhor a gestão das operações da UO da Bacia de Santos, a unidade do Sul será instalada – afirma o gerente geral da Bacia de Santos, José Luiz Marcusso.
Apesar de gerenciar as operações de exploração e produção, Santa Catarina não receberá os royalties pela exploração das jazidas de Tiro e Sídon, na Bacia de Santos. Pela atual demarcação, as áreas pertencem ao estado de São Paulo e formam um triângulo de 210 quilômetros cada lado com Itajaí e Ilha Comprida, no Litoral Sul paulista (mapa).
Fonte : Diário Catarinense
Data : 05/07/2010
PETROBRÁS ANALISA 40 RECURSOS SOBRE LICITAÇÃO DE SONDAS
Publicado em 07/05/2010 as
12:01 PM
Os sete concorrentes qualificados iniciaram uma guerra na qual trocam acusações entre si em documentos enviados à estatal
Elevados riscos financeiros e uma guerra já declarada entre concorrentes podem inviabilizar a megalicitação que a Petrobrás lançou no ano passado para contratação de até 28 sondas a serem construídas no Brasil. A abertura dos envelopes com os valores propostos está prevista para quinta-feira, e cada um dos quatro pacotes em que a licitação está dividida deve girar em torno de US$ 5,5 bilhões.
Entre os grupos que disputam a encomenda, há consórcios preparando antecipadamente recurso judicial. Da parte dos bancos que avalizam o processo, o temor é de que o pacote seja entregue a empresas técnica e financeiramente incapacitadas de cumprir uma encomenda de grande porte.
Pelo risco elevado, os juros sobre o financiamento também deverão ser maiores e, na opinião de construtores, essas taxas podem tornar a obra inviável.
São sete os concorrentes qualificados, que iniciaram uma guerra na qual trocam acusações entre si em documentos enviados à Petrobrás, aos quais a Agência Estado teve acesso. A maioria dos 40 recursos apresentados pelas empresas trata principalmente da qualificação de três grupos (Andrade Gutierrez, Eisa e o consórcio Alusa/Galvão) para a segunda fase da disputa.
Os três utilizam o design de plataforma feito pela empresa Gusto, braço do grupo holandês SBM, com impropriedades para um projeto de grande porte, segundo avaliações técnicas de auditorias contratadas pelas demais concorrentes.
O recurso apresentado pela Odebrecht - que está na disputa em consórcio com a OAS e UTC, visando a construção de um estaleiro na Bahia - possui 120 páginas e se baseou em laudo preparado pela DNV, empresa alemã de auditoria comumente contratada pela Petrobrás para avaliar a estrutura técnica de projetos.
O consórcio liderado pela Odebrecht, o estaleiro Jurong, de Cingapura, e o Estaleiro Atlântico Sul, sediado em Pernambuco, utilizam projetos da empresa LMG, em alternativa ao da Gusto. Já o estaleiro Keppel, também de Cingapura, utiliza o da Gusto, mas fez alterações que foram aprovadas nas auditorias.
Resposta. Em resposta aos ataques sofridos, os três estaleiros apresentam laudo de outra auditoria contratado pela Gusto que, na avaliação das fontes consultadas pela Agência Estado, acaba expondo ainda mais impropriedades contidas no design. Na resposta apresentada pelo estaleiro Eisa, por exemplo, consta laudo em que a Gusto especifica a necessidade de retirada de todos os trabalhadores da plataforma no caso de tormentas, sob o risco de adernamento da unidade.
Considerando que as plataformas vão atuar em áreas do pré-sal, a 300 quilômetros da costa e conectadas a poços a três mil metros de profundidade, técnicos do setor acreditam que este não seria o modelo mais adequado.
As discordâncias entre os candidatos foram confirmadas pela Agência Estado com cinco representantes de diferentes empresas e entidades envolvidas no processo. Nenhum, no entanto, concordou em se identificar, para não ter prejudicada a sua participação na disputa. O principal alvo dos ataques é o consórcio Alusa/Galvão, que também foi procurado pela reportagem, mas não retornou as ligações.
Além do problema do design, o consórcio contrariaria exigência da Petrobrás no processo licitatório, ao contratar suporte técnico da Cosco. A estatal exige que o suporte técnico tenha construído pelo menos uma sonda de perfuração para mais de três mil metros e, além disso, que a mesma esteja operando.
A única unidade nestas especificações feita pela chinesa Cosco foi destinada à própria Petrobrás e ainda não iniciou operações. Há no setor, no entanto, rumores de que o forte ataque ao consórcio Alusa/Galvão se deve principalmente à suspeita de que a empresa virá com um preço muito mais baixo na apresentação da proposta comercial.
Corte. Fontes consultadas estimam que o orçamento de corte da Petrobrás estaria na casa dos US$ 800 milhões por plataforma, e que o consórcio deverá apresentar proposta de US$ 690 milhões, enquanto os demais ficarão entre US$ 700 milhões e US$ 750 milhões.
Durante o projeto, um pool de bancos financia a obra. À medida que cada embarcação é entregue, o financiamento é assumido pela Petrobrás, com juros retroativos ao período da construção. O temor dos bancos é fundamentado em experiência malsucedida anterior da Petrobrás na contratação de pacotes de obras de equipamentos de grande porte com um único construtor.
Na década de 90, ganhou notoriedade o projeto Ametista, que previa a construção de seis plataformas pelo grupo Marítima, do empresário German Efromovich. O prazo e o preço do contrato foram estourados com larga margem e a Petrobrás, além de se ver obrigada a assinar termos aditivos com aumentos de custos, acabou recebendo apenas quatro das seis unidades.
Para lembrar
Em outubro do ano passado, a Petrobrás lançou licitação para a encomenda de 28 sondas de perfuração em águas ultraprofundas, que pela primeira vez serão construídas no Brasil. A encomenda faz parte de um pacote maior, de 40 equipamentos para perfurar principalmente a região mais promissora na exploração de petróleo no País: o pré-sal.
As 12 primeiras já foram contratadas no mercado internacional, já que a indústria brasileira não teria condições de cumprir os prazos de operação da primeira unidade, para o ano que vem. As estimativas são de que o negócio movimente mais de US$ 20 bilhões e crie cerca de 30 mil empregos. Todas as unidades serão entregues entre 2013 e 2017, para serem instaladas em áreas do pré-sal. Na época do anúncio da concorrência, o diretor da Área de Serviços da estatal, Renato Duque, explicou que a ideia dos pacotes com sete plataformas de uma vez teve como objetivo dar escala e "possibilitar a instalação de um novo estaleiro no País".
As sete primeiras sondas serão de propriedade da estatal e as demais, alugadas. A Petrobrás decidiu, também, exigir conteúdo nacional de equipamentos, em escalonamento: as duas primeiras sondas terão 25% de conteúdo nacional; as três seguintes, 40% e, depois disso, pelo menos 50%.
Navio-sonda é um navio projetado para perfuração de poços submarinos. Os primeiros sete navios terão capacidade de perfurar lâmina d"água de três mil metros.
Fonte : O Estado de São Paulo
Data : 05/07/2010
GARGALOS ATINGEM O SETOR DE CARGA AÉREA BRASILEIRO
Publicado em 07/05/2010 as
12:01 PM
Depois do estrangulamento do setor portuário, agora é a vez de os aeroportos sentirem os efeitos da falta de infraestrutura para o transporte de cargas. Os problemas são iguais aos dos portos: faltam áreas de armazenagem, instalações (câmaras refrigeradas) para produtos especiais e mão de obra suficiente para liberar as mercadorias dentro de padrões internacionais.
O resultado tem sido a ampliação do tempo de desembaraço dos produtos importados. Há casos em que a mercadoria demora mais para ser liberada em território nacional do que para sair do país de origem, como a China, e chegar ao Brasil. "Esse problema prejudica não só o transporte aéreo, mas também a indústria, que perde velocidade na produção", afirma Allemander Pereira, consultor do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea).
Representantes do setor industrial temem que o problema se agrave ainda mais neste semestre, quando é esperado um aumento nas importações para atender ao Dia da Criança e ao Natal. A luz amarela já acendeu em aeroportos como os de Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, Confins, em Belo Horizonte, Salvador e Manaus.
Os primeiros sinais de estrangulamento surgiram em 2008, antes da crise mundial. Na época, alguns terminais já estavam operando acima da capacidade, conforme estudo feito pela McKinsey&Company, a pedido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O trabalho mostrou que, na área de importação, Viracopos trabalhava com 140% da capacidade. Em exportação, Confins atingiu 130% e Salvador, 113%. Guarulhos estava em nível bastante elevado, de 84% (importação) e 78% (exportação).
Com o arrefecimento da economia, os aeroportos passaram bem pelo ano de 2009. Mas o alívio durou pouco. Desde o início do ano, o volume de importações, que cresceu 41,5% até maio, tornou visível a fragilidade do transporte aéreo.
Em Manaus, onde está localizado um dos maiores polos industriais do País, o problema chegou ao limite, diz o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus, Wilson Périco. Sem área suficiente para atender ao volume crescente, as mercadorias ficaram armazenadas no pátio, cobertas apenas por lonas. Para piorar, o número de pessoas para registrar e liberar os produtos não foi suficiente. "As cargas demoraram até 18 dias para serem liberadas", afirma Périco. Segundo ele, a estimativa é que as empresas tiveram prejuízo de US$ 650 milhões entre fevereiro e maio.
Périco afirma que o problema foi agravado pela Copa do Mundo, que ampliou a produção de TVs. "Mas teremos problemas a partir de setembro, se a Infraero (que administra os aeroportos) não fizer investimento em um terminal de cargas." A Infraero não respondeu ao pedido de entrevista da reportagem.
Faltam áreas para construir terminais
Um dos grandes problemas dos principais aeroportos do País é a restrição de áreas para construir novos terminais de carga. É o que ocorre em Guarulhos e em Brasília, afirma o vice-presidente Comercial e de Planejamento da TAM, Paulo Castello Branco. Ele explica que a empresa tenta há algum tempo construir um grande terminal em Guarulhos ? local que ele considera já estar estrangulado ?, mas está impedido por falta de espaço.
"Preciso de duas áreas e só consegui uma. Estamos dispostos a investir na infraestrutura, mas precisamos ter condições", lamenta o executivo. Ele comenta que a mesma situação ocorre no aeroporto de Brasília, hub (principal centro de operação) da TAM no País. É a partir dali que a empresa faz toda a distribuição da carga. "Faltam áreas cobertas para abrigar as mercadorias. Falta espaço para operacionalizar a carga. Tudo isso reduz a nossa agilidade para escoar a carga", explica.
Em Guarulhos, aeroporto que concentra 54% de toda carga aérea movimentada no País, a situação é muito parecida, afirma o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo, Valdir Santos. Além de áreas de armazenagem, faltam câmaras refrigeradas para acomodar produtos perecíveis, vacinas e medicamentos. Embora o aeroporto conte com duas "geladeiras", elas não têm dado conta da demanda, conta Santos. "Algumas empresas estão perdendo mercadorias porque ficam fora da geladeira."
Outro problema é o fato de existir, dentro dessa câmara refrigerada, muita carga estragada, que não pode ser incinerada no local por causa da legislação ambiental. "Tem de tirar dali e levar para outro lugar. É uma burocracia grande. Enquanto isso, não há espaço para colocarmos mercadoria nova", lamenta Santos.
Roubo. O presidente da Associação das Empresas Comissárias e Agentes de Carga de Minas Gerais (Codaca), Roger Rohlfs, conta que tem evitado fazer qualquer operação por Guarulhos por causa do risco de roubo da carga. "Prefiro gastar mais tempo e dinheiro e trazer algumas mercadorias por Confins. O gargalo já está instalado em Guarulhos", diz ele.
Santos também alerta para os problemas que podem surgir no segundo semestre. Em maio, por exemplo, Viracopos, em Campinas (SP), segundo maior em cargas, já bateu recorde de movimentação. "O que era para ocorrer no segundo semestre ocorreu no primeiro. Será um caos nos próximos meses." Só no ano passado, o aeroporto movimentou cerca de 189,7 mil toneladas de produtos. Com importações, o uso da capacidade desse terminal chegou a 140% ao longo de 2009.
A falta de infraestrutura também virou incômodo para a indústria de Goiás. Na capital, Goiânia, o Aeroporto Santa Genoveva costuma armazenar os produtos no pátio, em barracas de lonas, diz o presidente do Sindicato da Indústria da Construção de Goiás, Roberto Elias.
Para ele, o setor é um dos grandes gargalos do Estado e atrapalha bastante o polo farmoquímico da região, o terceiro maior do País. "Chega a ser pior do que a nossa logística rodoviária", analisa Elias.
Fonte : O Estado de São Paulo
Data : 05/07/2010
ECLUSAS E HIDROVIAS FORNECERÃO MAIOR EFICIÊNCIA AO TRANSPORTE NO NORTE
Publicado em 07/05/2010 as
12:01 PM
Em setembro, o presidente Lula vai inaugurar as eclusas do Rio Tocantins, que irão acabar com desnível e tornarão essa via navegável por 500 km. A produção do Centro-Oeste poderá ser escoada pelo porto paraense de Belém , ensejando uma nova onda de progresso na região, com ênfase no meio de transporte mais barato e ecologicamente correto, a hidrovia.
Em seminário promovido pelo grupo IBC no Rio de Janeiro, Hito Braga de Moraes deu detalhes da nova hidrovia. Hito é coordenador de Engenharia Naval da Universidade Federal do Pará e coordenador do projeto da Hidrovia do Tocantins.
Segundo o professor Hito, as eclusas acabarão com um enorme obstáculo, ao permitir que os comboios superem os 69 metros de altura entre as duas partes do Rio. Isso permitirá a geração de uma enorme riqueza, ao ensejar que a soja do Centro-Oeste, hoje escoada por Paranaguá (PR) ou Santos (SP) use a hidrovia e, de Belém, alcance o exterior. Essas obras foram iniciadas no início da década de 80 e paralisadas em 89, sendo reativadas em 98. " O transporte por ferrovia na região é prejudicado, porque a Vale, como dona da ferrovia e de cargas, não permite um uso democrático desse meio de transporte", afirmou o professor Hito, no seminário realizado no Hotel Plaza Copacabana. Revelou que o porto de Vila do Conde já se encontra congestionado com o movimento de Albrás e Alunorte, com fila de navios. A Companhia Docas do Pará e a Secretaria Especial de Portos (SEP) projetam expansão de Vila do conde.
As duas eclusas compõem um canal de 6 km, ao qual podem ter acesso comboios de até 200 metros de comprimento. A ligação hidroviária poderá, no futuro, acessar o Sudeste e atingir um sonho dos hidroviaristas, que é a ligação com o Mercosul.
Segundo o professor Hito, a hidrovia do Rio Madeira já é explorada e movimenta 3 milhões de toneladas de soja; a do Tocantins agora ganhará enorme impulso; e a do Tapajós se coloca para um futuro distante.
Hito disse que o sistema de se levar carretas sobre balsas, chamado de "ro-ro caboclo" só existe no Brasil e na região Norte. A entrada do caminhão reduz o espaço útil e o ideal seria o transporte apenas de containeres, com as carretas esperando nos terminais. No entanto, devido à precariedade dos terminais, a carreta viabiliza desembarque rápido em qualquer local. Hito sugere a criação de um terminal rodofluvial em Vila do Conde, onde o embarque de carretas seria substituído por containeres. Citou Hito que o empresário Luiz Rebelo, do grupo Reicon - que presidia a Fenavega quando veio a falecer por acidente aéreo em janeiro último - entendeu o problema e iniciou a construção de uma balsa com pórtico, de modo que, em vez de carretas, pudessem ser transportados containeres por via fluvial, de forma pioneira.
Os estaleiros da região já vivem uma fase de boas encomendas, que deverá ser acentuada com um plano do governo, destinado a suprir 300 embarcações escolares - similares aos ônibus escolares do resto do país. "Há casos de crianças que levam oito horas para chegar a uma escola, o que chamou a atenção do Governo federal", disse Hito. O curso de engenharia naval formou 9 profissionais no último ano, dos quais cinco foram trabalhar em outras partes do país.
Apesar das boas perspectivas hidroviárias e da breve inauguração das eclusas de Tucuruí, o professor Hito afirmou que há um outro grave problema. Trata-se de um trecho chamado Pedral do Lourenço, entre Marabá e Tucuruí, onde há necessidade de derrocamento, com explosão de 600 metros cúbicos de pedras e retirada não só das pedras, mas de areia. No local, a profundidade varia de 60m a 75 m e já está sendo pedida licença ambiental para a obra. O Tocantins tem largura que varia de 70m a 150m. O Pedral do Lourenço se estende por 40 km.
Fonte : NetMarinha.
Data : 05/07/2010
GÁVEA E TPG TORNAM-SE SÓCIOS DA RUMO PARA TRANSPORTAR AÇÚCAR
Publicado em 07/05/2010 as
12:01 PM
Os fundos de investimento Gávea e Texas Pacific Group (TPG) tornaram-se sócios da Rumo Logística, empresa de transporte ferroviário controlada pela Cosan. Os dois investidores fizeram, juntos, aporte de R$ 400 milhões e vão ficar, cada um, com 12,5% do negócio (25% no total), calculado em R$ 1,6 bilhão. A Cosan manterá os 75% restantes.
A entrada de sócios estratégicos nesse negócio já fazia parte dos planos do grupo desde que a Rumo foi constituída, há quase dois anos. A empresa, voltada para o transporte ferroviário de açúcar entre o interior de São Paulo e o porto de Santos (SP), começou suas operações, de fato, no início deste ano.
A meta da empresa de logística é movimentar de 9 milhões a 10 milhões de toneladas de açúcar por safra - o que representa um terço da produção total do Centro-Sul do país - até 2012. Neste primeiro ano de operação, a expectativa da Rumo é atingir 5 milhões de toneladas de açúcar a granel. Para 2011, as projeções já são de 6,5 milhões a 6,8 milhões de toneladas.
Marcos Lutz, principal executivo da Cosan, afirmou que os fundos Gávea e TPG terão a opção, nos próximos três anos, de trocar de posição, ou seja, sair da Rumo para obter participação na Cosan, caso a empresa de logística não apresente liquidez. Os acionistas, contudo, não acreditam que essa seja uma possibilidade real, uma vez que o escoamento ferroviário tem forte potencial de crescimento. A Rumo também deverá ir à bolsa, quando as condições macroeconômicas ficarem favoráveis, segundo o executivo.
O transporte de açúcar pelos trilhos começou a ganhar corpo nos últimos anos - tradicionalmente o escoamento é feito por caminhões. Atualmente, cerca de 15% da produção de açúcar do país é escoada por trens. Os caminhões respondem por 85% do transporte da commodity até os portos. No futuro, essa equação poderá se inverter, acreditam os especialistas do setor.
Para viabilizar seu projeto, a Cosan, quando ainda era 100% controladora do negócio, encomendou 739 vagões e 50 locomotivas, que somam cerca de R$ 440 milhões. Do total, 439 vagões já estão rodando, afirmou Júlio Fontana Neto, presidente da Rumo. Quatro das 50 locomotivas também já foram entregues e todas estarão operando a pleno vapor até o início de 2011. A fábrica da GE em Contagem (MG) será responsável pelas locomotivas. As empresas Maxion e Randon estão entregando os vagões, na proporção dois terços e um terço cada, respectivamente.
"Vamos receber 28 locomotivas até o fim do ano e outras 18 até o fim do primeiro semestre de 2011", afirmou o executivo. Fontana, que por 12 anos presidiu a empresa MRS Logística, está à frente desse projeto há quase um ano.
A compra dos ativos ferroviários (vagões e locomotivas) da Cosan foi financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio da linha Finame, com juros de 4,5% ao ano, por 10 anos, com dois de carência. A ALL (América Latina Logística) é a responsável pela gestão desses ativos.
Há investimentos em curso também na melhoria e duplicação da via férrea, incluindo duplicações de trechos, que devem avançar nos próximos meses, que somam cerca de R$ 535 milhoes. A Rumo já fez os pedidos de licenças ambientais para duplicação de trechos da ferrovia que interliga a cidade paulista de Itirapina a Santos, que soma 330 quilômetros, e para a construção de um grande terminal de captação de cargas em Itirapina. A empresa ainda dispõe de centros de captação em Sumaré (Airosa Galvão) e Pradópolis. O de Sumaré teve seu trecho de 180 quilômetros duplicado.
No início do ano, a Rumo fechou contrato para escoamento de parte da produção de açúcar do grupo São Martinho, um dos maiores produtores sucroalcooleiros do país. Segundo Fontana, outros contratos poderão ser alinhavados nos próximos meses.
Nesses últimos meses, a Rumo participou de "road shows" (apresentações) para atrair investidores ao negócio. Vários grupos e fundos se interessaram pela empresa de logística da Cosan - a maior companhia produtora de açúcar e álcool do mundo e uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país. A operação da Rumo não estava, contudo, condicionada à entrada desses sócios, segundo Lutz.
Fonte : Valor Econômico
Data : 05/07/2010
PORTOS TÊM LIMITES PARA NAVIOS GRANDES
Publicado em 07/05/2010 as
12:00 PM
Os navios porta-contêineres que trafegam nas rotas marítimas entre o Brasil e o exterior estão cada vez maiores. Até o início da década de 2000 essas embarcações tinham capacidade para transportar 2,5 mil TEUs (contêiner equivalente a 20 pés). Depois, chegaram a 3,8 mil TEUs e atingiram 5,5 mil para dar um novo salto até 5,9 mil TEUs. No fim de 2010, a Hamburg Süd deve colocar em operação nas linhas que servem o Brasil o primeiro de uma série de navios de 7,1 mil TEUs. Para 2013-2014, já se pensa em embarcações de 9 mil TEUs, o que depende do crescimento dos mercados e da capacidade dos portos brasileiros de receber barcos desse porte.
Embarcações maiores permitem aumentar a produtividade, uma vez que os terminais de contêineres podem operar de forma mais eficiente ao colocar mais guindastes para trabalhar ao mesmo tempo em um mesmo navio. No Brasil essa é uma realidade que segue uma tendência mundial. Nas linhas Leste-Oeste, entre China-Europa e Estados Unidos, há navios de contêineres que navegam com capacidade para transportar entre 12 mil e 15 mil TEUs. Mas no mercado brasileiro existem problemas nos portos que limitam os ganhos de escala representados pelo crescimento acelerado dos navios de contêineres.
"Estamos revivendo uma situação de congestionamento nos portos", diz Julian Thomas, diretor-superintendente da Hamburg Süd e da Aliança Navegação e Logística. A Hamburg Süd, empresa alemã controlada pelo grupo Oetker, é uma das grandes empresas internacionais de navegação e opera nos chamados tráfegos Norte-Sul, os quais ligam a América do Sul aos Estados Unidos, Europa e Ásia. A controlada Aliança atua na cabotagem, na costa do Brasil e do Mercosul.
Em 2001, a Hamburg Süd colocou navios de 3,8 mil TEUs para operar no Brasil fazendo o serviço entre as costas Leste da América do Sul e da América do Norte. Anos depois a empresa entrou no mercado com navios de 5,5 mil TEUs sem guindastes de bordo e com desenho especial para trabalhar com as limitações de calado dos portos brasileiros. "Éramos praticamente os únicos com esses navios. Hoje os concorrentes também utilizam embarcações desse porte", diz Thomas. A empresa pretende trazer até o fim do ano o primeiro de uma série de dez navios com capacidade nominal de 7,1 mil TEUs, os maiores navios da frota da companhia.
O problema, na visão de Thomas, é que ainda não é possível ter uma operação satisfatória nos portos brasileiros de maneira a que os navios façam os itinerários de forma planejada. E isso ocorre por dificuldades relacionadas à falta de infraestrutura adequada em alguns portos, diz Thomas. "Estamos com a capacidade de estocagem nos portos esgotada e sofremos atrasos crônicos em alguns locais, como Paranaguá (PR)." E acrescenta: "Temos problemas em Santos de capacidade de estocagem, o que impacta a produtividade." O crescimento dos volumes de importação este ano explica parte do problema citado por Thomas (ver reportagem ao lado).
Segundo o executivo, o congestionamento nos portos também se relaciona com o mau tempo no inverno. Mas na Europa, compara, os portos operam sob más condições climáticas na maior parte do ano. E mesmo assim há portos na Holanda, Bélgica, França e Alemanha que são referência de mercado. No Brasil, o porto fecha por questões de clima, mas como em alguns casos a produtividade dos terminais não é boa, a fila de navios leva tempo para ser desfeita. O resultado é que os navios têm de ficar mais tempo no porto para fazer a movimentação. A espera tem impactos nos navios seguintes e esse processo leva até ao cancelamentos de escalas para manter os itinerários.
Thomas reconhece que a expansão feita pela Santos Brasil, principal terminal de contêineres do país, em Santos, foi importante, mas não é suficiente. Diz que o grupo Libra, também em Santos, faz um trabalho "fantástico" com a infraestrutura que tem, mas não é o ideal. A solução para o problema, segundo ele, passa por mais investimentos nos portos e nas vias de acesso.
"Se perdeu muito tempo discutindo o marco regulatório [dos portos], quando o foco devia ter sido como fazer investimentos para atender a fase de crescimento que viria depois da crise. A crise era um bom momento para investir, mas não foi aproveitada adequadamente", afirma. A Aliança Navegação e Logística, controlada pela Hamburg Süd, é acionista do Tecon Santa Catarina, um terminal de contêineres privativo que deve ficar pronto no fim do ano e que tem como outro acionista a Portinvest Participações, sociedade do grupo Battistella e da Logística Brasil - fundo de investimento gerido pela BRZ Investimentos.
Situado em Itapoá (SC), o terminal vai passar a ser um porto concentrador de cargas para a Hamburg Süd e Aliança na região Sul do país, mas Thomas diz que a ideia é que o terminal também atenda outros armadores. Por ser um terminal privativo, mas que vai movimentar carga para terceiros, o Tecon Santa Catarina é um dos projetos cuja operação é questionada do ponto de vista regulatório pelos terminais privatizados na década de 90, que operam como privativos de uso público.
"Entendo, mas não aceito a posição desses terminais porque restringir investimentos, com o custo que isso gera, não é bom para o Brasil", diz Thomas. Segundo ele, com o tempo ficará insustentável o argumento de que há capacidade suficiente nos portos para atender a demanda. "E isso talvez leve a uma solução entre todos os agentes do setor", prevê.
Fonte : Valor Econômico
Data : 05/07/2010
MOVIMENTO DE CONTÊINER VOLTA A SUBIR
Publicado em 07/05/2010 as
12:00 PM
O volume de importação de mercadorias em contêineres deve superar este ano, no mercado brasileiro, os níveis de 2008, projeta Julian Thomas, diretor-superintendente da Hamburg Süd e da Aliança Navegação e Logística. Dados da empresa mostram que o país importou, em 2008, 1,68 milhão de TEUs (contêiner equivalente a 20 pés), acima dos 1,34 milhão de TEUs de 2009, quando o mercado ainda se ressentia dos efeitos da crise global. Na exportação, foram movimentados 1,92 milhão de TEUs pelo mercado brasileiro em 2009, quase 9% abaixo dos 2,1 milhões do ano anterior.
Thomas disse que no primeiro trimestre do ano o mercado quase atingiu os níveis do mesmo período de 2008. "Faltou pouco." Ele diz que a exportação também está crescendo, mas sobre a base de 2009, mais baixa. "A economia brasileira cresce tão forte que a indústria está no limite de produção e, nesse cenário, é mais favorável vender no mercado interno do que exportar com um real forte", diz.
No pós-crise, o esforço se concentra, segundo ele, em recuperar volumes de carga e preços dos fretes marítimos. Os fretes já subiram entre US$ 300 e US$ 500 por contêiner este ano e no segundo semestre terão de subir novamente, em valores semelhantes, para recuperar a perda do ano passado, diz Thomas.
Em 2009, a crise provocou a parada de cerca de 11% da frota mundial de navios porta-contêineres (cerca de 500 embarcações), que voltaram a operar puxadas pelo crescimento do tráfego entre China-Europa e Estados Unidos, diz o executivo. Em 2009, o faturamento mundial da Hamburg Süd ficou em € 3,2 bilhões, 28% abaixo se comparado aos € 4,4 bilhões de 2008.
Segundo Thomas, a importação é mais onerosa em termos de infraestrutura do que a exportação. Isso porque o tempo médio que um contêiner fica no porto é de oito dias, o que exige espaço para armazenagem pelo terminal. O contêiner da importação termina concorrendo por espaço no porto com a carga da exportação e da cabotagem.
Fonte : Valor Econômico
Data : 05/07/2010
PRÉ-SAL ATRAIU INTERESSE DAS COMPANHIAS
Publicado em 07/05/2010 as
12:00 PM
O Parque Tecnológico da UFRJ ocupa uma área de 800 mil metros quadrados (m2) da Ilha do Fundão (4 milhões de m2), onde fica o campus principal da UFRJ, e foi criado em uma área inaproveitada onde, na década de 1970, foi instalado o canteiro da obras da empresa Ecex, que construiu a Ponte Rio-Niterói. Maurício Guedes, diretor do Parque, disse que hoje já trabalham nas empresas ali instaladas cerca de mil pessoas. "Daqui a três ou quatro anos serão 5 mil", prevê.
O Parque Tecnológico está intimamente associado à incubadora de empresas que funciona no mesmo espaço há 16 anos. Segundo Guedes, aproximadamente 40 empresas já saíram da incubadora e atualmente existem 19 incubadas, de uma capacidade total para 25. Guedes está buscando recursos para ampliar a capacidade da incubadora para até 50 empresas.
O pré-sal fez o Parque Tecnológico sair do "ponto morto", explica Guedes. Ele avalia que nos próximos três anos serão investidos cerca de R$ 500 milhões na instalação de centros de pesquisas no local que conjuga a capacitação técnica da UFRJ com a vizinhança do Cenpes.
Mas o Parque Tecnológico não vive só de petróleo, abrigando também empresas de novas tecnologias em outras áreas. Uma delas é a Pam Membranas. Nascida na incubadora da UFRJ em 2009, ela é a única empresa do Brasil que fabrica membranas - espécies de microtubos - para microfiltragem.
Ronaldo Nóbrega, diretor da empresa, explica que além de servirem para a filtragem com muito mais eficiência do que os métodos comuns, as membranas são usadas, por exemplo, para extrair aroma de sucos que é reposto no produto após ele passar por processo de concentração, fazendo com que o sabor fique muito mais próximo do original. Com subvenção da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a empresa está trabalhando em um projeto para produzir módulos para hemodiálise. Hoje no Brasil os módulos de hemodiálise são importados.
Fonte : Valor Econômico
Data : 05/07/2010
NOVO INVESTIMENTO
Publicado em 07/05/2010 as
12:00 PM
A indústria de autopeças indiana SMR Automotive, do grupo Samvardhana Motherson, que anunciou no mês passado a construção de uma indústria de autopeças em Jaguariúna, na Região Metropolitana de Campinas (RMC), espera chegar a um faturamento de US$ 45 milhões por ano com a unidade em construção e prevista para ser inaugurada daqui a um ano. O empreendimento vai receber investimento de US$ 17 milhões (R$ 30 milhões).
Segundo o diretor da empresa no Brasil, Sergio Roveri, a empresa deverá gerar 250 empregos diretos assim que entrar em funcionamento. O empreendimento será focado exclusivamente na produção de espelhos retrovisores externos. Cerca de 90% da produção será voltada para o mercado nacional e o restante deverá ser destinado para montadoras argentinas. “São dois mercados automobilísticos bastante representativos e que chamaram a atenção da SMR Automotive”, disse.
A escolha de Jaguariúna foi fruto de uma análise bastante detalhada feita pela SMR Automotive. Além da localização geográfica, a companhia também levou em consideração a representatividade da economia da região e os incentivos fiscais concedidos pela Prefeitura de Jaguariúna. “Foi um processo de escolha bastante abalizado e que levou em consideração vários fatores. É muito importante estarmos situados num ponto que vai nos dar facilidade de acesso e para a distribuição de produtos. Pretendemos ter clientes no Brasil inteiro e também na Argentina”, observa.
A fábrica vai ficar localizada num terreno de 23 mil metros quadrados localizado numa área de expansão urbana próxima ao Distrito Industrial de Jaguariúna. O prédio deverá ter 7 mil metros quadrados, já com projeto de expandir em quase 50% nos anos seguintes.
A análise da multinacional indiana prevê que a empresa vai disputar mercado com quatro grandes concorrentes já situadas no mercado nacional, de olho num mercado automobilístico que este ano prevê a produção de 2,8 milhões de veículos. “A maior parte das montadoras situadas no Brasil tem preferência de utilizar componentes como esse produzidos internamente.”
Inicialmente, a companhia deve abocanhar o fornecimento de espelhos retrovisores para a General Motors, tradicional parceira da companhia indiana. “É nosso maior cliente no mundo e eles já manifestaram interesse com a criação da fábrica brasileira”, ressalta.
A empresa - Com 4,4 mil empregados no mundo, a SMR Automotive possui 16 unidades em 12 países e é uma das maiores fabricantes mundiais de espelhos retrovisores externos, com uma fatia de 30% do mercado mundial. Fundada em 1975, possui faturamento de 660 milhões de euros e registro anual de 20 patentes. É fornecedora de 35 das maiores fabricantes de veículos do planeta.
O grupo Samvardhana Motherson surgiu a partir da fusão da SMR com fabricantes como a Visiocorp e Engelmann Automotive. No portfólio de produtos estão sistemas elétricos de distribuição, processamento de polímeros, cabos, chicotes, tetos solar, entre outros.
O número - 80 é o número de instalações do grupo Samvardhana Motherson em 21 países do mundo.
Fonte : Diário do Povo – SP
Data : 05/07/2010
GOVERNO PODE TIRAR LICENÇA DE INSTALAÇÃO DE NOVAS ZPES
Publicado em 07/05/2010 as
11:59 AM
SÃO PAULO - Nove Zonas de Processamento de Exportações (ZPE) podem perder autorização do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) para serem instaladas. Terminou, na última sexta-feira, o prazo para as ZPEs, que foram constituídas até 1994, cumprirem exigências do governo. O ministério vai analisar a documentação e depois publicar no Diário Oficial da União as zonas que poderão ser instaladas.
ZPE é um distrito industrial, onde as empresas nele localizadas operam com isenção de impostos e liberdade cambial (não são obrigadas a converter em reais as divisas obtidas nas exportações), com a condição de destinarem a maior parte de sua produção ao mercado externo.
O governo publicou, também, na sexta-feira passada, no Diário Oficial decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a criação de seis ZPEs. Foram contemplados os municípios de Boa Vista (RR), Parnaíba (PI), Bataguassu (MS), Fernandópolis (SP), Senador Guiomard (AC) e Aracruz (ES). A criação dessas ZPEs já tinha sido aprovada, em maio, pelo Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportações (CZPE). Mas era preciso a publicação de decreto presidencial para que a criação das ZPEs fosse concretizada.
Segundo o Mdic, com a publicação dos decretos presidenciais, passa a contar o prazo de 90 dias para que sejam constituídas as empresas que irão administrar as ZPEs. Somente depois deste prazo, está previsto o início das obras de infraestrutura.
Nenhuma ZPE está ainda em funcionamento no Brasil. Depois da instalação da administradora e do término das obras de infraestrutura, há a necessidade de alfandegamento, feito pela Receita Federal, e a apresentação de projetos industriais.
A suspensão de tributos para as ZPEs é concedida na compra de bens e serviços do mercado interno - Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Cofins e PIS/ Pasep - e na importação. Nesse caso, a suspensão será aplicada sobre o Imposto de Importação, IPI, Cofins, PIS/Pasep e Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM).
Entre os incentivos administrativos está a dispensa de licença ou de autorização de órgãos federais - com exceção dos controles de ordem sanitária, de interesse da segurança nacional e de proteção do meio ambiente -, além de agilidade nas operações aduaneiras. O prazo de vigência dos incentivos previstos para uma empresa em ZPE é de até 20 anos, prorrogável por igual período.
Fonte: DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços
Data : 05/07/2010
DONOS DOS PORTOS
Publicado em 07/05/2010 as
11:59 AM
Que o governo fique atento ao novo mapa que vem se desenhando no setor portuário nacional. Daqui a pouco não teremos os “gargalos” velhos conhecidos de todos no País, mas os gargalos serão de monopólios e formação de cartéis.
Todo apoio ao desenvolvimento e aos investimentos nos portos já existentes, nas expansões e nas criações de terminais, mas que tudo seja feito com a atenção de que os portos não sirvam apenas aos interesses dos seus proprietários privados.
Os portos, vale aqui o clichê, são as portas do País, que não podem ficar trancadas ou semi-abertas conforme interesse de um grupo ou outro, elas precisam estar sempre abertas para garantir o desenvolvimento da economia.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 05/07/2010
84% VOTAM CONTRA ESTALEIRO DE EIKE EM BIGUAÇU
Publicado em 07/05/2010 as
11:59 AM
PortoGente recebeu comentário no final deste domingo (4) do pessoal do site www.quiajurere.com/ccpontal, informando que o plebiscito realizado no sábado (3), conforme noticiado pelo PortoGente, foi um sucesso, com grande participação da comunidade. Segundo essas informações, 84% dos votantes foram contra a instalação do Estaleiro OSX em Biguaçu SC, pois afetaria diretamente a Praia da Daniela e outras, como a Praia do Forte e a Praia de Jurerê, em Florianópolis.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 05/07/2010
AÇÃO DA PETROBRAS EXIGE PACIÊNCIA
Publicado em 07/05/2010 as
11:59 AM
SÃO PAULO – Investir em ações da Petrobras é mais interessante para quem puder aplicar a longo prazo. Esse é o único consenso entre analistas sobre a capitalização da empresa, que deve ocorrer em setembro e pretende arrecadar R$ 100 bilhões em uma das maiores ofertas já realizadas no País. O ambicioso plano de capitalização da Petrobras ainda está cercado de incertezas, como o valor do barril que a companhia receberá em reservas da União e a data exata do processo.
Para analistas, os investidores devem aguardar a definição dos detalhes da capitalização antes de tomarem decisões sobre investimentos na companhia – que poderão ser feitos no lançamento da operação ou até antes. “Enquanto a capitalização não sair, a tendência é que os papéis fiquem muito voláteis e há o risco de ficarem mais fracos”, avalia Eduardo Camargo Oliveira, operador da Um Investimentos.
Somente neste ano (até quinta-feira da semana passada), as ações ordinárias da estatal caíram 26,56%. No mês passado, em meio à notícia de que a capitalização seria adiada para setembro, a queda foi de 9,28%.
A mudança na data foi justificada pela necessidade de esperar a avaliação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre o preço que a empresa pagará pelos 5 bilhões de barris em reservas que receberá da União, na chamada cessão onerosa. Ainda assim, existe o risco de que, mesmo com o adiamento da operação financeira para setembro, a data não esteja totalmente garantida.
“Por isso, investir na Petrobras é um negócio arriscado a curto prazo. A capitalização ainda está muito conturbada. O formato, que não foi inteiramente definido, deixa o investidor inseguro”, afirma Mônica Araújo, estrategista da Ativa Corretora. “Porém, há a expectativa de que no médio e longo prazos a empresa estará mais bem posicionada e com perspectivas de continuação do crescimento da demanda por petróleo”, completa.
“Em dez anos, os papéis preferenciais da empresa valorizaram 617%. A uma taxa anualizada, o rendimento foi de 21,78%, considerando que houve anos em que os ganhos foram maiores e outros em que foram menores”, diz Oliveira. No período, investimentos atrelados à Selic valorizaram 318%.
RISCOS
Além das incertezas em relação aos detalhes da capitalização, há ainda o temor de que a crise europeia dificulte os planos da empresa, pois poderá reduzir a disponibilidade de crédito externo para a economia brasileira. Os analistas também avaliam o risco de a União elevar sua participação na empresa, que hoje é de 32,1%.
“Com o governo tendo mais poder sobre a Petrobras, a liquidez do papel poderá ser reduzida”, afirma Clodoir Gabriel Vieira, analista da Souza Barros.
Fonte: Jornal do Commercio – PE
Data : 05/07/2010
SELEÇÃO PARA NAVIO NO RECIFE
Publicado em 07/05/2010 as
11:58 AM
A operadora de cruzeiros marítimos Royal Caribbean faz seleção no Recife para 1.000 vagas de empregos em navios. As entrevistas acontecerão entre os dias 26 a 30 de julho. Para participar, o interessado deve ter os seguintes pré-requisitos: ser maior de 21 anos, ter inglês fluente e conhecimento na área desejada e mínimo de 2º grau completo. Alguns dos cargos disponíveis são auxiliar de serviços gerais, auxiliar de camareiro, assistente de cozinheiro, garçom, bar tender, atendente de restaurante, camareiro com experiência a bordo, recreador adulto, recreador ou educador infantil (nível superior), técnico de espetáculo, mergulhadores com PADI, entre outras. O currículo deve ser enviado em inglês para vagasrcclnordeste@gmail.com. Mais informações no www.carreiraabordo.com.
Fonte: Jornal do Commercio – PE
Data : 05/07/2010
IMPORTAÇÃO ACENTUA O GARGALO DE CARGA AÉREA
Publicado em 07/05/2010 as
11:58 AM
Depois do estrangulamento do setor portuário, agora é a vez de os aeroportos sentirem os efeitos da falta de infraestrutura para o transporte de cargas. Os problemas são iguais aos dos portos: faltam áreas de armazenagem, instalações (câmaras refrigeradas) para produtos especiais e mão de obra suficiente para liberar as mercadorias dentro de padrões internacionais.
O resultado tem sido a ampliação do tempo de desembaraço dos produtos importados. Há casos em que a mercadoria demora mais para ser liberada em território nacional do que para sair do país de origem e chegar ao Brasil. “Esse problema prejudica não só o transporte aéreo, mas também a indústria, que perde velocidade na produção”, afirma o consultor do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), Allemander Pereira. Representantes do setor industrial temem que o problema se agrave ainda mais neste semestre, quando é esperado um aumento nas importações para atender ao Dia da Criança e ao Natal. A luz amarela já acendeu em aeroportos, como os de Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, Confins, em Belo Horizonte, Salvador e Manaus.
Os primeiros sinais de estrangulamento surgiram em 2008, antes da crise mundial. Na época, alguns terminais já estavam operando acima da capacidade, conforme estudo feito da McKinsey&Company, a pedido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). O trabalho mostrou que, na área de importação, Viracopos trabalhava com 140% da capacidade. Em exportação, Confins atingiu 130% e Salvador, 113%. Guarulhos estava em nível bastante elevado, de 84% (importação) e 78% (exportação). Com o arrefecimento da economia, os aeroportos passaram bem pelo ano de 2009. Mas o alívio durou pouco. Desde o início do ano, o volume de importações, que cresceu 41,5% até maio, tornou visível a fragilidade do transporte aéreo.
Em Manaus, onde está localizado um dos maiores polos industriais do País, o problema chegou ao limite, diz o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus, Wilson Périco. Sem área suficiente para atender ao volume crescente, as mercadorias ficaram armazenadas no pátio, cobertas apenas por lonas. Para piorar, o número de pessoas para registrar e liberar os produtos não foi suficiente. “As cargas demoraram até 18 dias para serem liberadas”, afirma Périco. Segundo ele, a estimativa é que as empresas tiveram prejuízo de US$ 650 milhões entre fevereiro e maio.
O executivo afirma que o problema foi agravado pela Copa do Mundo, que ampliou a produção de TVs. “Mas teremos problemas a partir de setembro, se a Infraero (que administra os aeroportos) não fizer investimento em um terminal de cargas.”
Faltam áreas para construir novos terminais
Um dos grandes problemas dos principais aeroportos do País é a restrição de áreas para construir novos terminais de carga. É o que ocorre em Guarulhos e em Brasília, afirma o vice-presidente comercial e de planejamento da TAM, Paulo Castello Branco. Ele explica que a empresa tenta construir um grande terminal em Guarulhos, mas há falta de espaço.
Em Guarulhos, aeroporto que concentra 54% de toda carga aérea movimentada no País, faltam também câmaras refrigeradas. A pespectiva é de que a situação piore no segundo semestre. Em maio, Viracopos, em Campinas (SP), segundo maior aeroporto de cargas do País, já bateu seu recorde de movimentação.
Salgado Filho terá ampliação
No Rio Grande do Sul, está em andamento a primeira parte da modernização do aeroporto Salgado Filho, que inclui o alargamento da pista de pouso e decolagem. A segunda etapa prevê a ampliação da pista de 2,2 mil para 3,2 mil metros. Pela programação da Infraero, a licitação deve ser concluída em outubro. O aeroporto também vai ganhar um novo terminal de carga (Teca), que terá 20 mil m2 e capacidade para processamento de 100 mil toneladas por ano.
Fonte: Jornal do Comércio – RS
Data : 05/07/2010
LULA QUER QUE PETROBRAS FAÇA PROSPECÇÃO EM CABO VERDE
Publicado em 07/05/2010 as
11:58 AM
A Petrobras poderá fazer prospecção de petróleo em Cabo Verde. Em visita ao país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que pedirá à direção da estatal que inicie as conversas com o governo cabo-verdiano. "Queremos expandir a Petrobras para que ela possa fazer estudos em outros lugares, sobretudo em águas profundas. Conversei com o primeiro-ministro e Cabo Verde tem interesse em fazer estudos em suas águas", disse Lula em pronunciamento conjunto com o primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves.
O presidente brasileiro afirmou que assim que regressar ao País, após sua viagem por seis nações da África, conversará com a direção da estatal. "Eu assumi compromisso de, regressando ao Brasil, conversar com a direção da Petrobras para que venha gente aqui fazer uma primeira conversa com autoridades de Cabo Verde para ver as possibilidades."
Segundo Lula, a atuação da Petrobras em Cabo Verde deverá ser feita com transferência de tecnologia em exploração em águas ultra profundas, área em que a Petrobras tem excelência no mercado mundial. "Nós não vamos abdicar da política de solidariedade. Vamos partilhar o conhecimento que nós temos com os outros países", afirmou o presidente brasileiro. "O Brasil está vivendo um momento muito especial, com perspectiva de exploração em águas ultra profundas, na chamada camada pré-sal. Há o compromisso de investir US$ 224 bilhões até 2014 na construção de sondas, navios, pesquisa e expedições", acrescentou.
José Maria Neves, por sua vez, demonstrou entusiasmo com a possibilidade de a estatal de petróleo brasileira atuar em Cabo Verde. "Há indicações de que pode haver petróleo em Cabo Verde em águas ultra profundas, e gás também", disse o primeiro-ministro. Neves afirmou que é estratégico para Cabo Verde ter o domínio do mar e das riquezas provenientes do mar do arquipélago. "Nós queremos cooperar com o Brasil para realizar os estudos técnicos necessários para saber se há recursos petrolíferos ou gás aqui em Cabo Verde. Essa é uma área fundamental de cooperação", disse o primeiro-ministro.
Fonte: Jornal do Comércio – RS
Data : 05/07/2010
TERRENO NO PECÉM É ÚLTIMO ENTRAVE PARA INÍCIO DAS OBRAS DA REFINARIA
Publicado em 07/05/2010 as
11:58 AM
Representantes do governo do Estado, capitaneados pelo governador Cid Gomes, da Funai e dos índios Anacé têm hoje nova oportunidade para fecharem um acordo e definirem a área para instalação da refinaria de petróleo Premuim II, pondo fim a impasse que já dura vários meses. Às 15 horas, o governador, e o líder dos Anacé, Jonas Alves Gomes, o "cacique Jonas", se reúnem no gabinete do Prefeito de Caucaia, Washington Góes, para mais uma rodada de negociações, que até pode ser a última, dependendo da boa vontade dos anacés, diante da proposta apresentada pelo governador, na última reunião, dia 17.
O encontro desta tarde, que seria na sexta-feira passada e que foi adiado por conta do jogo do Brasil contra a Holanda, foi confirmado pela assessoria de imprensa do governador, para quem "um entendimento está próximo". Ponto de vista semelhante tem o cacique Jonas.
Segundo ele, a maioria dos índios avaliou como interessante a última proposta do chefe do Executivo estadual, de trocar as terras que conflitam com a área da refinaria, por outra, ainda maior, que também vem sendo reclamada pelos índios.
Conforme explicou o cacique Jonas, os índios liberariam um terreno de cerca de mil hectares na região, em troca de melhorias e benefícios nas áreas de saneamento básico, habitação, saúde e educação à comunidade indígena. "Vamos cobrar alguns benefícios também", antecipou o líder dos Anacé.
No "meio" das negociações está o Ministério Público Federal(MPF), que está exigindo mais detalhes sobre as propostas do Estado e dos índios, para avaliar o processo que envolve cerca de três mil hectares no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP). Para o MPF as terras são da Un ião.
Pedra no caminho
A celebração de um acordo na tarde de hoje vai por fim a um impasse que já dura meses, ao mesmo tempo em que retira a "pedra", apontada pela Petrobras, que seria o maior entrave à construção da refinaria Premium II, no Ceará. Entretanto, apesar da boa vontade das partes, a refinaria só deve sair em 2017, e não mais em 2016.
Fonte : Diário do Nordeste-CE
Data : 05/07/2010
REINALDO SIMIÃO APRESENTA PALESTRA NA ANTAQ SOBRE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES
Publicado em 07/05/2010 as
11:58 AM
O coordenador-geral de Gestão da Segurança da Informação e Comunicações Reinaldo Simião apresentou hoje (01/07) palestra sobre o tema, na sede da ANTAQ, em Brasília. Subordinada ao Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC), do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a Coordenação-Geral tem realizado diversas palestras sobre o tema em órgãos da Administração Pública Federal.
Simião destacou quatro conceitos-chave em segurança da informação, que são agrupados na sigla DICA: disponibilidade, integridade, confidencialidade e autenticidade.
Disponibilidade refere-se à condição de que a informação esteja acessível para uso quando necessário; integridade, à condição de que não seja modificada ou destruída de maneira acidental ou não autorizada; confidencialidade; à de que a informação não esteja disponível ou seja revelada para pessoa, sistema, órgão ou entidade não autorizado e credenciado; por fim, autenticidade requer que seja possível identificar o responsável pela produção, expedição, modificação ou destruição de determinada informação.
O coordenador-geral alertou ainda para erros muito comuns em segurança da informação que não são notados na rotina de trabalho: não desligar/bloquear o computador ao sair do local de trabalho; deixar documentos importantes sobre a mesa; utilizar senhas frágeis (nomes de pessoas da família, placa do carro etc.) ou fornecê-las a estranhos; receber pessoas não ligadas à instituição no local de trabalho etc.
Simião lembrou que é dever funcional de todos os servidores zelar pela segurança da informação e que o servidor pode ser eventualmente responsabilizado e punido pela quebra de segurança, tanto administrativa, quanto civil e penalmente.
Mais informações sobre segurança da informação podem ser encontradas no site do DSIC: http://dsic.planalto.gov.br.
Assessoria de Comunicação Social/ANTAQ
Fone: (61) 3447-2737
FAX: (61) 3347-1040
E-mail: assc@antaq.gov.br
Data : 01/07/2010
ESTALEIRO PROMAR CONSTRUIRÁ OITO NAVIOS GASEIROS EM SUAPE
Publicado em 07/05/2010 as
11:57 AM
Pernambuco subiu novo degrau para a consolidação da indústria naval no Complexo Industrial e Portuário de Suape. O Estaleiro Promar, vencedor da licitação para a construção de oito navios gaseiros do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), será instalado no complexo pernambucano, em Ipojuca. A construção das embarcações terão custo de US$ 536 milhões (R$ 959,44 milhões).
Apenas na construção do estaleiro serão investidos R$ 300 milhões. A previsão é de geração de 2.700 empregos diretos e outros 7.300, indiretos, totalizando 10 mil postos. Com as encomendas já contratadas, haverá trabalho até 2014 para o novo estaleiro pernambucano.
São quatro navios de 7 mil metros cúbicos, dois de 12 mil m³ e dois de 4 mil m³, que foram reunidos em um único lote. Além dos gaseiros da Transpetro, a STX demonstrou interesse de participar das licitações de outras 146 embarcações offshore doprojeto de expansão da frota da Petrobras.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 02/07/2010
CODESP CONSEGUE RECUPERAR PARTE DA PROFUNDIDADE DO PORTO
Publicado em 07/05/2010 as
11:57 AM
Trecho que vai da Barra de Santos até o Ferry Boat possui profundidade oficial de 13 metros
Vinte e quatro horas após anunciar a redução do calado oficial na entrada do Porto de Santos, motivada pela descoberta de um corpo metálico nessa área, a Codesp conseguiu reaver parte dessa profundidade. Isso foi possível graças a um trabalho de dragagem em um trecho de 500 metros de extensão que estava assoreado.
Assim, se anteontem os navios que entravam no complexo podiam ter um calado de até 12,7 metros (ou seja, navegando com, no máximo, 12,7 metros de seu casco submerso), desde ontem a medida limite é 13 metros.
O assoreamento até 12,7 metros foi motivado por recentes ressacas que ocorreram naquela região.
A nova condição foi atestada por batimetria realizada ontem e homologada pela Capitania dos Portos de São Paulo, da Marinha do Brasil. A Docas informou que seguirá retirando lama do trecho citado de forma controlada – ou seja, mantendo o tubo de sucção da draga na faixa dos 13,3 metros de profundidade.
A expectativa é que esta medida seja atingida na segunda-feira, quando novo exame batimétrico será feito.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 03/07/2010
MMX FAZ PRIMEIRO EMBARQUE DE MINÉRIO DE FERRO PARA A CHINA
Publicado em 07/05/2010 as
11:57 AM
A MMX, empresa mineira do grupo EBX, do empresário Eike Batista, realizou a operação do primeiro embarque de minério de ferro para a China. Segundo comunicado da empresa, 150 mil toneladas foram destinadas ao grupo chinês Wuhan Iron and Steel Group (Wisco).
A chinesa está envolvida numa parceria com o grupo EBX para a construção de uma siderurgia no porto de Açu, em São João da Barra, no norte do Estado do Rio de Janeiro. O embarque foi feito a partir do terminal de cargas da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), no porto fluminense de Itaguaí.
Em 2012, após o início do funacionamento do recém lançado porto Sudeste, também em Itaguaí, os embarques migrarão para o novo porto carioca.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 04/07/2010
NAVIO GIGANTE REINICIA A OPERAÇÃO DE LIMPEZA NO GOLFO DO MÉXICO
Publicado em 07/05/2010 as
11:57 AM
A limpeza do petróleo derramado pela britânica BP foi retomada neste domingo em algumas parte do Golfo do México, apesar de alguns barcos não terem condições de navegar por causa das fortes ondas, o que dificulta os esforços para conter a pior maré negra da história americana.
Mas um gigantesco navio taiuanês, que chegou no sábado ao local onde continua vazando petróleo da plataforma destruída por uma explosão há mais de dois meses, retomou pouco a pouco as operações de limpeza, depois de vários dias de fortes perturbações causadas pela tempestade tropical Alex.
A embarcação do tipo cisterna "A Whale", propriedade da companhia taiuanesa TMT Group, tem 275 metros de extensão e pode recuperar até 500.000 barris por dia (80 milhões de litros), contra os 2,5 milhões de barris recuperados nas últimas dez semanas por todos os pequenos barcos posicionados no golfo para participar nessas operações.
"Absorve o petróleo e a água 'empetrolada' e depois filtra o petróleo e expele a água", disse o porta-voz da BP Toby Odone. Outro navio, o "Hélix Producer", começará as tarefas de contenção na quarta-feira. Funcionários afirmaram que graças a este navio terão uma melhor estimativa do fluxo atual de petróleo, "apenas pelo aspecto do petróleo que sai pelo tampão", disse o almirante Thad Allen, presidente da BP, a petroleira britânica responsável pelo acidente.
As fortes marés e ventos provocados pela passagem da tempestade Alex atrasaram os esforços de limpeza, empurrando mais petróleo para o interior e espalhando óleo da Louisiana para a Flórida.
"A tarefa de limpeza será longa e árdua durante os próximos dias", explicou na véspera o contra-almirante Paul Zukunft. "Estou especialmente preocupado com a fauna local." Apesar dos esforços de contenção, "não estamos a salvo ainda", advertiu.
A limpeza do Golfo e de seu litoral durante a tempestade Alex, que chegou a ser furacão antes de se dissipar, deixou claro o quão vulnerável é a resposta de emergência à catástrofe diante da força da natureza.
"Normalmente, o petróleo leva cerca de duas semanas para alcançar a costa a partir do local do vazamento", indicou Anne Marie Gorden, especialista em Assuntos Públicos da Guarda Costeira.
"Nosso temor, com certeza, é que uma tempestade chegue ainda mais perto do que esta e empurre o petróleo para além das margens, para os manguezais", acrescentou, empurrando as barreiras de areia colocadas na praia para conter o petróleo.
A situação atrapalhou algumas celebrações pelo Dia da Independência neste domingo. Embora em Grand Isle, Louisiana, algumas bandeiras americanas ondeassem, as famílias não passaram o dia na praia como geralmente fazem neste dia festivo. As pessoas optaram por encher piscinas infláveis e instalá-las a poucos metros dos restaurantes de mariscos que estavam fechados.
"Não pisei na praia nas últimas semanas", disse Amy Lafourt, um garçom de Artie, um bar localizado na praia. O poço continua vazando entre 30.000 e 60.000 barris por dia desde que a plataforma operada pela British Petroleum (BP) afundou no último dia 22 de abril.
Um sistema de contenção conseguiu recolher em torno de 557.000 barris de petróleo, mas as fortes marés atrasaram a instalação de um terceiro dispositivo, o Hélix, para aumentar a capacidade de limpeza de 25.000 a 53.000 barris por dia. Estima-se que entre 1,6 a 3,6 milhões de barris de petróleo vazaram no Golfo do México desde o acidente.
De acordo com estas cifras, este desastre é de maior magnitude que o derramamento de Ixtoc de 1979 que derramou em torno de 3,3 milhões de barris no Golfo do México.
O único antecedente mais grave é o vazamento intencional de petróleo pelas tropas iraquianas no Kuwait durante a Guerra do Golfo em 1991 que derramou de seis a oito milhões de barris de petróleo.
Posteriormente, terão de decidir se o sistema existente de limpeza deve permanecer ou se deverão substituí-lo por outro sistema capaz de recolher 80.000 barris de petróleo por dia.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 05/07/2010
MOVIMENTO DE CAMINHÕES SEGUE TRANQUILO NAS VIAS INTERNAS DO PORTO
Publicado em 07/05/2010 as
11:56 AM
O movimento de caminhões segue tranquilo nas vias internas do Porto de Santos nesta segunda-feira. Segundo a Guarda Portuária, não há registro de acidentes ou congestionamentos.
Nos demais trechos da região, o tráfego também flui normalmente, informou a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
No Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), administrado pela concessionária Ecovias, o trânsito é normal, em ambos os sentidos, tanto litotal, como capital.
O SAI é formado pelas rodovias Anchieta, dos Imigrantes, Padre Manoel da Nóbrega, dos KMs 270 ao 292 (Praia Grande), e Cônego Domênico Rangoni (ex Piaçaguera-Guarujá).
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 05/07/2010
ESTALEIRO PROMAR VAI GERAR 10 MIL NOVOS EMPREGOS EM SUAPE
Publicado em 07/02/2010 as
11:55 AM
Apenas na construção, que vai durar 12 meses, serão investidos R$ 300 milhões. Os oito navios gaseiros dentro do Promef vão custar quase R$ 1 bilhão. Primeira embarcação será lançada em 2012
Pernambuco deu mais um passo ontem na consolidação da indústria naval no Complexo Industrial e Portuário de Suape, com o anúncio da instalação do estaleiro Promar. Sociedade da STX Brasil Offshore S.A. - subsidiária da empresa coreana referência no setor - com a PMRJ, a fábrica de navios venceu concorrência da Transpetro para a construção de oito navios gaseiros, ao custo de US$ 536 milhões (R$ 959,44 milhões), do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).
O navio gaseiro é destinado ao transporte de gases liquefeitos e conta com tanques de formato arredondado. Foto: Geraldo Falcão/Agência Petrobras
Apenas na construção do estaleiro serão investidos R$ 300 milhões. A previsão é de geração de 2.700 empregos diretos e outros 7.300, indiretos, totalizando 10 mil postos. Com as encomendas já contratadas, haverá trabalho até 2014 para o novo estaleiro pernambucano. São quatro navios de 7 mil m3; dois de 12 mil m3; e dois de 4 mil m3, que foram reunidos num único lote. Além dos gaseiros da Transpetro, a STX demonstrou interesse de participar das licitações de outras 146 embarcações offshore doprojeto de expansão da frota da Petrobras.
O Promar, cuja proposta previa instalação no Ceará, acabou caindo no colo pernambucano depois de um impasse quanto à área de implantação no estado vizinho. Diante da impossibilidade de construção no Ceará, os empreendedores saíram em busca de outro local para implantar o estaleiro e em apenas duas semanas conseguiram viabilizar a documentação exigida (licença ambiental prévia e posse do terreno).
"Este anúncio consolida a posição de Pernambuco como maior polo da indústria naval brasileira. Num prazo recorde, o estado conseguiu nos atender e achar soluções para que pudéssemos anunciar este investimento. Em breve, teremos aqui muita geração de empregos", destacou o presidente da STX Brasil Offshore S.A., Miro Arantes.
A agilidade do governo foi ressaltada várias vezes durante o anúncio da Transpetro, que recebeu a documentação do consórcio responsável pelo Promar apenas na noite da última terça-feira (29), quase no limite legal para a manutenção da licitação e também para garantir os preços acordados entre o Promar e os fornecedores de materiais, cujas propostas de preços têm prazo até o dia 10 de julho para contratação.
"O estaleiro tem que ser virtual, mas tem que ser real também. É preciso ter o terreno e as licenças ambientais. Pernambuco respondeu com agilidade, o nosso jurídico analisou com profundidade toda a documentação e em 12 meses estará concluída a construção, para que em 2012 possamos lançar o primeiro gaseiro", explicou o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, deixando claro que a empresa está em busca de um terreno para, enfim, viabilizar um estaleiro no Ceará.
Sem querer alimentar a disputa entre os estados, o governador Eduardo Campos destacou a importância de o projeto ter permanecido no Nordeste. "Mais estaleiros estão chegando. Outros estaleiros vão para Suape, para a Bahia, para o Ceará. O importante é termos conseguido atender esta demanda, que nos ajuda a atrair mais investimentos".
Frases:
"Quando eu visitava os estaleiros, era recebido praticamente pelo porteiro. Ninguém acreditava. Hoje somos recebidos pelos donos, com tapete vermelho, como grandes que somos na indústria naval. Já temos a quarta carteira de petroleiros do mundo, passamos a Turquia e a previsão é dobrar a nossa produção de petróleo até 2020. É o tamanho do Brasil hoje no mundo"
Sérgio Machado presidente da Transpetro
"Estamos no caminho de consolidar Suape como grande sítio de petróleo, gás e offshore. Um setor com vida longa, ligada ao crescimento econômico e com capacidade de mudar a economia"
Eduardo Campos - governador de Pernambuco
"O trabalho realizado pelo estado para receber o estaleiro Promar vai se refletir na economia e em breve vamos ter muitas gerações de empregos aqui. O cluster da construção naval vai mudar de região e vai ser aqui em Pernambuco"
Miro Arantes presidente da STX Brasil Offshore S.A.
"A indústria naval vai ajudar a transformar o perfil da economia pernambucana. Ogoverno está vencendo o desafio de qualificar a mão de obra para ocupar os melhores empregos e salários que estão sendo gerados"
Fernando Bezerra Coelho secretário de Desenvolvimento Econômico
Fonte: Diário de Pernambuco/Juliana Cavalcanti
Data : 02/07/2010
RIO TERÁ INJEÇÃO DE R$ 34,8 BI
Publicado em 07/02/2010 as
11:55 AM
Eike Batista investirá em terminais, siderúrgica e exploração de petróleo. Obras de Porto em Itaguaí começaram
Rio - O empresário Eike Batista, considerado pela revista ‘Forbes’ um dos 10 homens mais ricos do mundo, afirmou ontem que investimentos a serem feitos por seu grupo no Estado do Rio nos próximos dois anos já somam R$ 34,8 bilhões. A cifra foi divulgada na inauguração das obras do Porto do Sudeste, em Itaguaí, que custará R$ 1,8 bilhão e terá capacidade de escoar até 50 milhões de toneladas por ano, a partir do início de 2012.
Além do Porto do Sudeste, em Itaguaí, Eike também está construindo o do Açu, em São João da Barra, litoral norte do estado. No local, é planejada uma série de investimentos, como instalação de nova usina siderúrgica — projeto em parceira com a gigante chinesa Wisco, orçado em R$ 9 bilhões.
GERAÇÃO DE ENERGIA
Grande parte dos investimentos de Eike no Rio será na geração de energia, por meio da construção de usinas térmicas também no entorno do Porto do Açu. Elas receberão R$ 15 bilhões e vão ajudar a pôr em funcionamento as indústrias que se instalarão no lugar.
Outra frente de investimentos é a exploração de petróleo. Para extrair o recurso mineral do fundo do mar, principalmente na Bacia de Campos, o empresário pretende investir R$ 4,2 bilhões. Com isso, em 2015, a produção sob responsabilidade da OGX deverá chegar a 730 mil barris diários.
Por meio do porto em Itaguaí, Eike vai exportar a produção de minério de ferro de Minas Gerais. O empresário também já confirmou que deu entrada em processo de licenciamento de estaleiro no Rio de Janeiro, com promessa de geração de 10 mil empregos. Ele seria construído em Santa Catarina, mas foi rejeitado por órgão ambiental do estado.
Estrangeiros querem o óleo da OGX
O empresário Eike Batista confirmou que negocia com grandes petrolíferas participação nos seus negócios de exploração. Essas gigantes poderiam ficar com até 20% de reservas da OGX — empresa de petróleo e gás do grupo —, que podem chegar a 5,5 bilhões de barris só na Bacia de Campos.
“Todas os ‘big boys’ (grandes garotos), menos o ‘big problem’ (grande problema)”, disse Eike em referência à BP, responsável por desastre ambiental no Golfo do México. A OGX deverá começar a extrair petróleo na Bacia de Campos no ano que vem.
Fonte: O Dia Online
Fonte : 02/07/2010
ARMADORES AUMENTAM CAPACIDADE NAS ROTAS COM AMÉRICA DO SUL
Publicado em 07/02/2010 as
11:55 AM
A "K" Line, a MOL e a NYK anunciaram aumento de capacidade nos serviços da Ásia para México e costa oeste da América do Sul, para atender a crescente demanda da rota.
A capacidade atual do serviço operado em conjunto pelos três armadores é de nove embarcações com 2 mil Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) nominais. O joint venture passará a contar com 19 porta-contêineres, sendo 10 navios com 3.200 Teus cada, mais nove navios com capacidade nominal para 2.100 Teus.
O loop WL1 será um serviço semanal com duração total de 70 dias, e contará com navios de 3.200 Teus, escalando Yokohama (Japão), Keelung, Hong Kong, Da Chan Bay, Xiamen e Xangai (China), Busan (Coreia), Manzanillo (México), Callao (Peru), Iquique, Valparaiso e Lirquen (Chile), depois novamente Callao e Manzanillo para, por fim, retornar a Yokohama. O serviço começa no dia 22, saindo de Keelung.
O loop WL2 também será um serviço semanal, mas com transit time de 63 dias, utilizando embarcações de 2 mil Teus e 2.100 Teus. A rotação será a seguinte: Tóquio (Japão), Busan, Xangai , Ningbo (China), Nagoya (Japão), Yokohama, Manzanillo, Buenaventura (Colômbia) e Guaiaquil (Equador), retornando via Manzanillo para Tóquio. O serviço começa no dia 29, com viagem iniciando em Busan.
África
Além da participação nojointpara México e América do Sul, a "K" Line também anunciou um novo serviço direto da Ásia para a África Ocidental, a partir do dia 21.
A companhia anunciou um novo serviço feeder da África do Sul para a África Ocidental, com transbordo do Extremo Oriente ao continente sul-africano com menor tempo de trânsito.
Operado em conjunto com China Shipping e Hapag Lloyd, a rota empregará oito embarcações de 2.500 Teus cada. O aramador japonês fornecerá três navios, a China Shipping quatro, e a Hapag-Lloyd empregará um.
O serviço terá escalas Xangai, Ningbo, Xiamen, Shekou (China), Port Kelang (Malásia), Durban (África do Sul), Tema (Gana), Lomé (Togo), Cotonou (Benin) e Ilha Tincan (Nigéria), antes de retornar para Durban, Port Kelang e Xangai. A viagem inteira levará cerca de 70 dias e terá início em Xangai.
Fonte : Guia Maritimo
Data : 02/07/2010
TRANSPORTE MARÍTIMO EM DIREÇÃO À CONSOLIDAÇÃO
Publicado em 07/02/2010 as
11:54 AM
A indústria de transporte marítimo conteinerizado está caminhando para a consolidação entre armadores de grande porte, de acordo com o presidente do Rickmers Group, Bertram Rickmers.
O executivo prevê que a recuperação do setor conteinerizado continuará durante os próximos 3 a 4 anos e que a consolidação é inevitável. "O grande número de companhias é suscetível à redução para um grupo de 12 empresas, e o número de proprietários de navios pode ser radicalmente diminuído, graças às barreiras para financiamentos, que impedem que um número significativo de armadores invista, mesmo depois da melhora do mercado", alega o executivo.
"Teremos uma consolidação massiva natural entre os armadores", disse Rickmers. "Não é saudável para o mercado ter 18 linhas de contêineres e centenas de grandes armadores. Acho que um período de consolidação natural será bom para as linhas, para a qualidade do serviço e para o meio ambiente", alega.
De acordo com Rickmers, embora os financiamentos sejam acessíveis agora, após a crise, eles continuam restritos, com muitos armadores fora das linhas de crédito e impossibilitados de investir em nova frota de embarcações e, portanto, podendo ficar para trás no mercado.
"Muitas das grandes empresas marítimas são na verdade companhias logísticas, e devem investir mais em sistemas do que em navios. É por isso que os armadores tradicionais têm boa chance de se tornarem parceiros de longo prazo das linhas maiores", opinou.
Fonte : Guia Maritimo
Data : 02/07/2010
NOVE ZONAS DE PROCESSAMENTOS ZPES PODEM PERDER AUTORIZAÇÃO DO GOVERNO
Publicado em 07/02/2010 as
11:54 AM
Nove Zonas de Processamento de Exportações (ZPE) podem perder autorização do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para serem instaladas. Terminou hoje o prazo para as ZPEs, que foram constituídas até 1994, cumprirem as exigências do governo. O ministério vai agora analisar a documentação e depois publicar no Diário Oficial da União quais ZPEs poderão ser instaladas.
ZPE é um distrito industrial, onde as empresas nele localizadas operam com isenção de impostos e liberdade cambial (não são obrigadas a converter em reais as divisas obtidas nas exportações), com a condição de destinarem a maior parte de sua produção ao mercado externo.
O governo publicou hoje no Diário Oficial decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a criação de seis ZPEs. Foram contemplados os municípios de Boa Vista (RR), Parnaíba (PI), Bataguassu (MS), Fernandópolis (SP), Senador Guiomard (AC) e Aracruz (ES). A criação dessas ZPEs já tinha sido aprovada, em maio, pelo Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportações (CZPE). Mas era preciso a publicação de decreto presidencial para que a criação das ZPEs fosse concretizada.
Segundo o MDIC, com a publicação dos decretos presidenciais, passa a contar o prazo de 90 dias para que sejam constituídas as empresas que irão administrar as ZPEs. Somente depois deste prazo, está previsto o início das obras de infraestrutura.
Nenhuma ZPE está ainda em funcionamento no Brasil. Depois da instalação da administradora e do término das obras de infraestrutura, há a necessidade de alfandegamento, feito pela Receita Federal, e a apresentação de projetos industriais. As ZPEs foram criadas para atrair investimentos estrangeiros voltados para as exportações.
A suspensão de tributos para as ZPEs é concedida na compra de bens e serviços do mercado interno - Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Cofins e PIS/ PASEP - e na importação. Nesse caso, a suspensão fiscal será aplicada sobre o Imposto de Importação, IPI, Cofins, PIS/PASEP e Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM).
Entre os incentivos administrativos está a dispensa de licença ou de autorização de órgãos federais - com exceção dos controles de ordem sanitária, de interesse da segurança nacional e de proteção do meio ambiente -, além de mais agilidade nas operações aduaneiras. O prazo de vigência dos incentivos previstos para uma empresa em ZPE é de até 20 anos, prorrogável por igual período.
Fonte : Agência Estado
Data : 02/07/2010
BNDES "É O MELHOR BANCO DO MUNDO", DIZ EIKE BATISTA
Publicado em 07/02/2010 as
11:54 AM
Declaração foi dada no lançamento de obra em Itaguaí, que recebeu R$ 1,2 bi do banco
O empresário Eike Batista disse ontem, durante lançamento das obras do superporto Sudeste, em Itaguaí (RJ), que o BNDES é "o melhor banco de fomento do mundo". O banco emprestou R$ 1,2 bilhão para o projeto, orçado em R$ 1,8 bilhão.
No ano passado, chegou a aportar R$ 150 milhões na compra de ações da LLX, empresa de Eike responsável pelo porto. Parte dessas ações foi vendida meses depois ao próprio empresário, que pagou menos do que os papéis estavam valendo na Bolsa, com ganho de quase R$ 70 milhões. O BNDES ainda é sócio da LLX, com participação de cerca de 3%.
"Eu vejo que algumas vezes dizem que o governo está favorecendo grupo aqui, grupo acolá. Isso é um empréstimo, tem que ser pago de volta, e a qualificação é muito rígida. Só bons projetos ficam de pé", disse Eike.
A expectativa do grupo é escoar por meio do terminal em Itaguaí, a partir do início de 2012, a produção da mineradora do grupo, a MMX, e de outras instaladas no quadrilátero ferrífero, em Minas.
Outro projeto da LLX, o superporto do Açu, está sendo construído em São João da Barra (norte do Rio) e também tem início de operações previsto para 2012. O investimento é de R$ 3,4 bilhões -R$ 1,3 bilhão do BNDES.
Segundo Eike, seus negócios levarão para o Rio de Janeiro, em 2012, investimentos de R$ 34,8 bilhões -considerando os projetos de suas empresas nos setores de petróleo, energia elétrica, logística e mineração, além da siderúrgica que o grupo chinês Wisco, sócio de Eike na mineradora MMX, construirá no porto do Açu.
Empréstimos do banco crescem 41% no ano e somam R$ 46 bi
Os empréstimos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) cresceram 41% de janeiro a maio deste ano e somaram R$ 46 bilhões.
O resultado foi impulsionado pelo PSI (Programa de Sustentação do Investimento), lançado em julho do ano passado para estimular o investimento.
O programa adota taxas de juros inferiores à TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo, atualmente em 6% ao ano). O PSI representou 40% do total de recursos liberados pelo BNDES nos primeiros cinco meses do ano.
A carteira do programa, que inclui empréstimos em análise, aprovados e já liberados, é da ordem de R$ 66 bilhões. Até agora, foram realizadas 165 mil operações de empréstimo.
O programa foi prorrogado até o fim deste ano, mas, a partir deste mês, as taxas para aquisição de máquinas, equipamentos, ônibus e caminhões terão aumento de um ponto percentual.
Claudio Leal, superintendente da área de Planejamento, diz que não há sinal de queda da demanda. "A taxa fica em 5,5%, próxima da TJLP. Mesmo assim, o programa traz previsibilidade para o tomador de crédito porque usa taxa fixa."
Nos últimos 12 meses, os empréstimos do BNDES já somam R$ 150,7 bilhões. Segundo Leal, o resultado foi afetado pela operação de empréstimo para a Petrobras aprovada no ano passado, no valor de R$ 25 bilhões.
O BNDES tem insistido na necessidade de incentivar o setor privado a aumentar sua participação no financiamento de longo prazo e mantém como previsão encerrar o ano com recursos da ordem de R$ 126 bilhões.
"Grande problema"
Ao comentar a negociação que tem conduzido com "as grandes empresas" de petróleo para venda de 20% dos blocos que sua petroleira, a OGX, detém na bacia de Campos, Eike fez uma brincadeira com a BP, referindo-se à britânica como "big problem" (grande problema).
"[Estamos negociando com] Todas as grandes companhias. Todas as "big boys", exceto a "Big Problem"... BP."
As fatias nos blocos foram postas à venda em abril. O objetivo é buscar um parceiro para financiar a campanha exploratória, que prevê levar à produção em 2011.
Eike diz que a OGX produzirá 1,4 milhão de barris em 2019. Isso equivale a 70% da produção atual da Petrobras em seus campos brasileiros.
Fonte : Folha de São Paulo
Data : 02/07/2010
GOVERNO APOSTA EM ACORDOS DE LIVRE COMÉRCIO COM ÁFRICA
Publicado em 07/02/2010 as
11:54 AM
Para consolidar relações econômicas com a África, o governo Lula aposta no tratado de livre comércio negociado entre Mercosul e Egito e tenta ampliar o acordo de preferências com a Sacu (União Aduaneira da África Austral), pendente de ratificação pelo Congresso. Barral destaca a diversidade das vendas industriais ao continente, que vão de caminhões a alimentos processados, como medida de sua importância comercial.
Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, essa ampliação será discutida pelo ministro Miguel Jorge com o colega sul-africano, Rob Davies, durante a viagem de Lula, que incluirá outros seis países.
Confira também: Brasil é tímido em negócios na África
Barral destaca a diversidade das vendas industriais ao continente, que vão de caminhões a alimentos processados, como medida de sua importância comercial.
Segundo ele, a criação do Eximbank brasileiro, anunciada em março e ainda a ser regulamentada, deverá ampliar o financiamento às exportações de serviços, tornando as empresas brasileiras mais competitivas também na África.
Impacto
Tanto Barral como Piragibe Tarragô, subsecretário-geral do Itamaraty responsável pela região, sustentam que a ofensiva diplomática teve impacto na promoção comercial -as viagens do presidente em geral incluem encontros empresariais.
"É difícil mensurar a relação de causa e efeito, mas é inegável que o melhor relacionamento político facilita as coisas", disse Tarragô.
Barral cita o aumento recente das compras de países nos quais o governo Lula abriu embaixadas, como Togo e Mauritânia.
Para o secretário de Comércio Exterior, é importante fincar a bandeira em locais que passam por consolidação institucional. "Quem estiver lá estará na frente no futuro."
O embaixador Rubens Ricupero não se opõe à criação das embaixadas -"os países todos estão muito presentes"-, mas diz que o problema é torná-las funcionais: "Ninguém quer ir para a África". Em muitas das novas missões há apenas um diplomata. (CA)
Fonte : Folha de São Paulo
Data : 02/07/2010
SERVIÇO IMPULSIONA SEGUNDA LIGAÇÃO ENTRE A ÁSIA E A COSTA LESTE DA AMÉRICA DO SUL
Publicado em 07/02/2010 as
11:54 AM
O armador Safmarine divulgou que pretende adicionar mais espaço no serviço da Costa Leste da América do Sul para seus clientes. Em nota oficial, foi divulgado que este serviço será atualizado para atender a demanda da alta temporada e deve, a partir de julho, ser operado por duas ligações programadas para fazer uma das ligações mais completas da região.
"Não só este novo acordo nos permite oferecer um produto novo, direto de (e para) Da Chan Ningbo Bay e no Extremo Oriente e Itajaí, na Costa Leste da América do Sul, mas também esperamos algumas melhorias na confiabilidade e na programação e os horários de trânsito", diz o executivo da Safmarine Line, Jan Scheck.
A segunda ligação vai implantar 10 novos navios com capacidade efetiva para 2100 TEUs. A cobertura da África do Sul será transferida da ligação Ásia e América do Sul (ASAS) para a segunda ligação durante o período de pico, com carregador de chamadas em Durban e Porto Elizabeth.
A versão atualizada do serviço ASAS vai operar até o final da estação de pico (44ª semana) e depois disso, retornará a sua configuração original de uma única ligação.
Ligação 1
Nagoya– Yokohama– Pusan– Shanghai– Hong Kong – Tanjung Pelepas – Singapore–Sepetiba – Santos– Buenos Aires– Rio Grande– Navegantes – Paranagua – Santos– Singapore– Hong Kong – Nagoy
Ligação 2
Shanghai– Ningbo– Da Chan Bay– Hong Kong – Singapore– Tanjung Pelepas – Durban– Santos– Itajai – Port Elizabeth– Durban– Shanghai.
Fonte : NetMarinha
Data : 02/07/2010
SUAPE GANHA ESTALEIRO PARA MONTAR NAVIOS DA PETROBRAS
Publicado em 07/02/2010 as
11:53 AM
A Transpetro, subsidiária da Petrobras, anunciou ontem, 1º, no Rio de Janeiro que o Estaleiro Promar será instalado no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Ipojuca, Pernambuco. O Promar já nasce grande, com encomenda de oito navios gaseiros (para transporte de gás), no valor total de US$ 536 milhões.
A estimativa é de que essa encomenda gere mais de 10 mil empregos em Pernambuco, dos quais 2,7 mil criados de forma direta: 1,2 mil nas obras civis do estaleiro e 1,5 mil na construção dos navios. O Promar é o segundo estaleiro criado a partir das encomendas da Transpetro. O primeiro foi o Estaleiro Atlântico Sul, hoje o maior do país, com contratos para montar 22 navios para a estatal.
O Promar foi o vencedor da licitação para a construção dos oito navios gaseiros do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro. Mas enfrentou problemas no Ceará, primeira opção para instalação do empreendimento, como inviabilidade de prazo e terreno inadequado ao projeto.
Segundo nota da Promar, os investidores do estaleiro indicaram à Transpetro, no dia 29, uma nova área de 80 hectares, próxima ao Estaleiro Atlântico Sul, na Ilha de Tatuoca. A documentação necessária - licença ambiental prévia e posse do terreno - foi devidamente apresentada e aprovada pela estatal. A Transpetro convocará agora o estaleiro para assinar o contrato de construção dos oito navios gaseiros, "em tempo hábil, honrando os preços e os prazos acordados, sem prejuízo à continuidade do Promef".
O Promar cumpriu o prazo estipulado pela Transpetro (30 de junho) para a apresentação de uma alternativa viável ao projeto, levando em conta o cronograma de construção e entrega dos navios e também a validade da proposta comercial do estaleiro, que expiraria em 10 de julho.
O estaleiro já havia comunicado ao governo que, devido à elevação de custos dos insumos da cadeia naval, não conseguiria manter os preços acordados com seus fornecedores após o dia 10 de julho. A Transpetro reuniu em um único lote todos os gaseiros que compõem o Promef, sendo quatro de 7 mil metros cúbicos, dois de 12 mil metros cúbicos e dois de 4 mil metros cúbicos. Conforme estabelecem as regras do programa, a construção dos navios deve ser feita com um índice mínimo de nacionalização de 70% em equipamentos e serviços.
Fonte : Agência Brasil
Data : 02/07/2010
R$ 34,8 BILHÕES PARA O RIO
Publicado em 07/02/2010 as
11:53 AM
GLAUBER GONÇALVES DA AGÊNCIA ESTADO Ocontrolador do grupo EBX, Eike Batista, lançou, nesta quinta-feira, as obras do porto Sudeste, em Itaguaí, anunciando investimentos de R$ 34,8 bilhões para o Estado do Rio até 2012. Desse total, R$ 6,1 bilhões são relativos aos portos de Açu e Sudeste, R$ 9 bilhões em siderurgia, em parceria com a chinesa Wisco, R$ 4,2 bilhões em exploração de petróleo, R$ 15 bilhões em projetos de geração de energia e R$ 500 milhões em outras instalações.
No evento, o governador do Rio, Sérgio Cabral, creditou ao governo federal a melhora no ambiente de negócios no País.
"(O presidente) Lula soube colocar o Brasil nos trilhos do crescimento sem desrespeitar os fundamentos macroeconômicos", elogiou. Eike Batista também tratou de elogiar o governo federal. Chegou a classificar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como o "melhor banco do mundo". A instituição, lembrou, está financiando o porto do Sudeste, batizado de Superporto pela EBX, com R$ 1,2 bilhão. "Vejo a imprensa dizendo que o governo está favorecendo um ou outro grupo.
Não é favorecimento. São empréstimos rigorosos, que têm de ser pagos. Só bons projetos ficam de pé", defendeu.
O projeto está sendo tocado pela LLX, empresa de logística do grupo. O porto, localizado na Baía de Sepetiba, segue o conceito de terminal portuário privativo de uso misto. O empreendimento, de R$ 1,8 bilhão, escoará a produção do Sistema Sudeste da MMX, empresa de mineração do grupo EBX, e de outros produtos de minério de ferro do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, que atualmente não exportam por falta de opção logística. O porto tem início de operação previsto para 2012 e ocupa área de 52 hectares. O berço de atracação terá profundidade de 21 metros e estrutura offshore inicial com dois berços para atracação de navios.
A previsão é de que o porto movimente 50 milhões de toneladas por ano, capacidade que pode ser dobrada. Como a movimentação de minério de ferro será feita por ferrovia, serão construídos, a partir da linha principal da MRS, um ramal de 2,3 quilômetros e estrutura para descarregamento dos vagões e manobra dos trens em formato de pera (a chamada pera ferroviária).
REMESSA AO EXTERIOR. Durante o lançamento, Eike revelou que a MMX, mineradora do grupo, já enviou a primeira remessa de minério de ferro para a China através do terminal da CSN, também em Itaguaí. São 150 mil toneladas que fazem parte de contrato firmado com a Wisco. Segundo a EBX, a remessa enviada corresponde ao total acordado para este ano. "A demanda por minério de ferro continua enorme. A China não parou. A Índia, que era exportadora de minério para a China, está virando quase importadora", disse Eike. Ele acrescentou que, em razão da demanda, a MMX continua procurando ativos para crescer.
Com a implantação do porto Sudeste, a MMX passará a escoar por ele a sua produção. O contrato da MMX com o porto Sudeste é de 33 milhões de toneladas, produção que a empresa espera alcançar até 2014.
"Hoje, produzimos 7 milhões de toneladas e temos dificuldade de escoar", disse Eike. O restante da capacidade do porto, que é de 50 milhões de toneladas por ano, deve ser utilizada com a produção de terceiros.
"Estamos em contato com todas as empresas do Quadrilátero Ferrífero de Minas todos os dias", afirmou Eike. "Quem tem a mina vai ter que buscar comprador e fechar um contrato take or pay conosco, para usar uma parte da capacidade do porto", explicou. Ele afirmou que além de Minas, o porto pode atender outros estados. "Isso porque vai entrar carvão eventualmente", explicou.
A LLX já anunciou a contratação das obras civis e equipamentos para a construção do porto. As obras serão conduzidas pelo consórcio ARG-Civilport e incluem a construção do pátio de estocagem de minério de ferro, um túnel que ligará o pátio de estocagem e os píeres para atracação dos navios e estrutura offshore (ponte e píeres).
Fonte : Jornal do Commercio – Rio de Janeiro
Data : 02/07/2010
PORTOS SEGUEM À ESPERA DE LICENÇA PARA CRESCER
Publicado em 07/02/2010 as
11:53 AM
FÁBIO FERREIRA Arecente decisão da OSX de construir seu estaleiro no Rio de Janeiro, em detrimento de Santa Catarina, e a escolha de Pernambuco para o estaleiro do Promar, os dois anunciados nesta semana, ocorreram pelo mesmo motivo: problemas ambientais. O presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários, Wilen Manteli, afirma ser esta a situação geral do setor. Segundo ele, a lentidão e os entraves causados para a obtenção de licenças fazem com que a construção de um terminal, desde o projeto até o início de operações, leve até 10 anos.
“Em qualquer país desenvolvido, e na China, há o entendimento de que os portos ajudam a economia do país e todo o processo de obtenção de licenças é muito mais célere”, afirma Manteli. O executivo aponta que o País perde investimentos devido à lentidão do processo, afastando investidores estrangeiros.
No caso da empresa OSX, os planos para instalação do terminal começaram em Biguaçu, Santa Catarina. A construção foi negada pelo Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio), por considerar o empreendimento muito próximo de três áreas de proteção ambiental – a Área de Proteção Ambiental do Anhatomirim, a Estação Ecológica de Carijós e a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo. De acordo com a empresa, no Rio, a licença deve sair até abril de 2011, permitindo o início das obras no Porto do Açu.
O estaleiro do Promar passou por problemas similares, sendo obrigado a desistir da instalação no Ceará após resistência de autoridades locais, devido aos possíveis danos às praias na região. Para não perder a encomenda de oito navios cargueiros da Transpetro, o Promar será construído no Porto do Suape, em Pernambuco.
Para Manteli, a resistência de órgãos ambientais é uma “irracional”.
De acordo com ele, existe hoje tecnologia para diminuir o impacto dos empreendimentos sobre o meio ambiente.
“Também há a possibilidade de contrapartidas ambientais”, acrescenta o executivo.
O Plano Nacional de Dragagem, idealizado pela Secretaria Especial de Portos (SEP), é outro que sofre com licenças ambientais. “O plano é muito bom, se ele não está sendo aplicado na velocidade devida, não é por culpa do SEP”, afirma Manteli.
DRAGAGEM. O projeto prevê R$ 1,2 bilhão para dragagem de 17 portos, entre eles o do Rio, de Itaguaí (RJ), de Angra dos Reis (RJ) e de Santos (SP), para permitir aumento da carga nos navios que entram no País. O SEP já considera o projeto um sucesso, e anunciou recentemente uma segunda fase, com verba de R$ 1 bilhão.
Segundo Manteli, a vantagem competitiva gerada pela dragagem é vital. Ele aponta o caso do Porto de Rio Grande (RS) que antes da dragagem não conseguia receber cargueiros com mais de 60 mil toneladas em produtos, embora, devido a questões tarifárias, pagasse o frete correspondente a este peso. Isso.diminuía sua competitividade. “Com dois pés a mais de profundidade, os navios podem colocar mais 7 mil toneladas quando atracam no Rio Grande”. Um pé (aproximadamente 30 centímetros) de profundidade representa algo entre 150 a 200 contêineres a mais dentro de um cargueiro, explica Manteli.
Fonte : Jornal do Commercio – Rio de Janeiro
Data : 02/07/2010
PROMEF HIDROVIA RECEBE PROPOSTAS TÉCNICAS
Publicado em 07/02/2010 as
11:53 AM
Seis propostas técnicas e comerciais para a construção de comboios de empurradores e barcaças para o Promef Hidrovia foram encaminhadas dia 30 à Transpetro. As propostas partiram de 13 empresas, divididas em seis grupos. O primeiro consórcio engloba a Intecnial S.A e a NM Engenharia Guarita; o segundo é formado pelo Egesa S.A., Estaleiro Heronalo e Navegação Guarita, o terceiro pelo estaleiro de Construção naval Arealva, MPG Shipyard, CMI Const. Metal ICEC Ltda, outro pelo Concordia Shipyard BV e Mendes Junior; pelo SPI Astileiros e Superpesa Industrial (Estaleiros Unidos do Rio Tietê) e o Estaleiro Rio Maguari S.A, que concorre sozinho.
Integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o projeto da Hidrovia Tietê-Paraná prevê que, a partir de 2013, a Transpetro faça o transporte fluvial de etanol, o que irá demandar a construção de 20 empurradores e 80 barcaças, com capacidade de 7,2 milhões de litros. O total transportado deverá chegar a 4 bilhões de litros, em um ano.
A hidrovia levará etanol produzido nas regiões Centro-Oeste e Sudeste para a Refinaria de Paulínia (Replan), e de lá, através de dutos, atingirá diversos terminais, incluindo os de São Sebastião (SP) e de Ilha D'Água (RJ).
Mais de 30 estaleiros nacionais e internacionais foram convidados a participar desta etapa da licitação. A Comissão de Licitação analisará as propostas técnicas, que contemplam itens de performance como velocidade, consumo de combustível, capacidade de carga e de manobra, além do controle de emissões. A análise técnica levará de 30 a 60 dias, sendo seguida da abertura e análise das propostas comerciais.
Fonte : Da Redação – Portos e Navios
Data : 02/07/2010
EIKE ANUNCIA INVESTIMENTOS DE R$ 34,8 BI NO RIO E ELOGIA BNDES
Publicado em 07/02/2010 as
11:53 AM
Para empresário, banco de fomento é o melhor do mundo e BP é 'big problem'
Danielle Nogueira
ITAGUAÍ (RJ). O empresário Eike Batista anunciou ontem investimentos de R$ 34,8 bilhões no Estado do Rio de Janeiro até 2012 — desde a construção de dois novos Portos até a exploração de petróleo e gás no litoral — e fez uma defesa pública do BNDES, afirmando que a instituição é “o melhor banco do mundo”. As afirmações foram feitas em evento que marcou o início das obras do Superporto Sudeste, em Itaguaí, um dos empreendimentos na carteira do grupo EBX e que teve quase 70% de seu custo, de R$ 1,8 bilhão, financiado pelo banco público de fomento.
— Eu vejo que o BNDES é criticado, dizem que ele favorece um grupo aqui outro acolá. Mas vocês sabem que isso é um empréstimo, tem que ser pago de volta. O BNDES é o melhor banco do mundo — afirmou Eike, cujo empreendimento recebeu R$ 1,2 bilhão da instituição pública.
Além de financiar empreendimentos da LLX, braço de logística da EBX e que vai operar o Superporto do Sudeste, o BNDES detém uma pequena fatia da empresa, resultado de uma emissão de ações feita pela companhia em 2009. Cerca de cinco meses depois da oferta, Eike recomprou parte dos papéis por um valor abaixo do mercado. Segundo a LLX, ele apenas exerceu seu direito de preferência, como previsto no contrato. Após a operação, o BNDES ficou com 3% dos papéis da empresa.
Dos R$ 34,8 bilhões que serão investidos no estado, R$ 15 bilhões vão para usinas térmicas da MPX, braço de energia do grupo, no complexo industrial do Porto do Açu, em São João da Barra, totalizando 540 MW.
A energia será consumida pelas empresas que vão se instalar no porto, entre elas uma siderúrgica — um projeto de R$ 9 bilhões — fruto da parceria entre a chinesa Wisco e a MMX, braço de mineração da EBX. A mineradora embarcou seu primeiro lote de minério de ferro para a China há três dias. Foram 150 mil toneladas exportadas para a Wisco.
O embarque foi feito a partir do terminal de cargas da CSN, no Porto de Itaguaí. Os dois Portos da LLX — Sudeste e Açu — só entrarão em operação em 2012 e vão consumir R$ 6,1 bilhões.
Há ainda R$ 4,2 bilhões que serão investidos em exploração pela OGX, do segmento de petróleo e gás. Segundo Eike, o início da produção dos campos, a maioria na Bacia de Campos, está previsto para 2011, com 20 mil barris por dia, alcançando 1,38 milhão por dia em 2019.
Empresário diz que BP não está interessada na OGX Eike confirmou que grandes petrolíferas negociam a compra de 20% dos campos da OGX. E ressaltou que a BP, britânica responsável pelo maior vazamento de petróleo da história dos EUA, não está entre elas. Ele brincou, chamando-a de “big problem” (grande problema).
Os R$ 500 milhões restantes serão investidos na cidade do Rio, como no Hotel Glória.
Caso o estaleiro da OSX, outra empresa da EBX, fique no Estado do Rio, os investimentos serão ainda maior. O empreendimento, disputado por outros estados, como Santa Catarina, demandará quase US$ 2 bilhões.
Fonte : O Globo
Data : 02/07/2010
MOBILIZAÇÃO PRÓ-ESTALEIRO
Publicado em 07/02/2010 as
11:52 AM
Os representantes do Conselho das Federações Empresariais (Cofem) de SC assinaram, ontem, um documento pedindo atenção especial e apoio para mobilização na defesa da instalação do Estaleiro OSX em Biguaçu. O ofício foi encaminhando ao governador Leonel Pavan, aos deputados estaduais, federais e senadores catarinenses.
O documento ressalta que trata-se de um investimento bilionário que irá gerar 4 mil empregos diretos e significativo incremento na arrecadação fiscal do Estado.
Fonte : Diário Catarinense
Data : 02/07/2010
A CONSOLIDAÇÃO DO POLO NAVAL
Publicado em 07/02/2010 as
11:52 AM
O anúncio da implantação do estaleiro Promar, que ocorreu ontem pela manhã, no Palácio do Campo das Princesas, consolida o Estado como um polo da indústria naval. Com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) prestes a entregar o primeiro navio, o Promar é o segundo empreendimento do tipo a se instalar em Pernambuco. E traz novos desafios: vai precisar de 1.500 trabalhadores para fazer a sua construção e 1.500 pessoas, quando entrar em operação, o que deve acontecer em um ano. O empreendimento vai gerar um investimento de R$ 300 milhões. “As obras vão começar imediatamente. Na próxima segunda-feira teremos uma reunião técnica com o Porto de Suape”, disse o presidente da STX Europe, Waldemiro Arantes Filho.
O Promar ganhou a licitação para fabricar oito navios gaseiros que foram comprados pela Transpetro, subsidiária da Petrobras que cuida da parte de logística, por US$ 536 milhões (cerca de R$ 964,8 milhões). O primeiro navio deverá ser entregue em 2012 e o último em 2014. Serão produzidas quatro embarcações para transportar 7 mil metros cúbicos de gás, duas para transportar 12 mil metros cúbicos e duas para 4 mil metros cúbicos.
O empreendimento iria para o Ceará, mas dificuldades na obtenção do terreno fizeram o empreendimento ficar em Pernambuco. A prefeitura de Fortaleza entendeu que o empreendimento ia acabar com a orla da cidade.“Foi o prazo que impediu que o Promar continuasse no Ceará. Vamos licitar mais navios e o Nordeste terá mais oportunidades de construir estaleiros”, disse o presidente da Transpetro, Sérgio Machado.
Para cumprir o prazo estabelecido na concorrência, o Promar tinha que apresentar, à Transpetro, um cronograma de implantação até o dia 30 de junho e isso incluía a localização do terreno onde o empreendimento iria se instalar.
A decisão de construir o empreendimento em Pernambuco foi tomada anteontem à noite. “Conseguimos fazer a negociação em prazo recorde. A disponibilização do terreno e a primeira licença ambiental ocorreram em menos de duas semanas”, comentou Arantes Filho.
As negociações para o estaleiro se instalar em Pernambuco foram iniciadas há cerca de 10 dias, depois que as autoridades cearenses informaram que não ficariam com o empreendimento. “Não alimento esse tipo de disputa. Temos que trabalhar para unir o Nordeste. Vão vir outros estaleiros para Suape, para o Ceará e para a Bahia”, comentou o governador Eduardo Campos (PSB).
O governo do Estado se comprometeu a fazer a dragagem para o estaleiro. Ele vai se implantar numa área de 80 hectares, próxima ao EAS, que está fazendo o acabamento do seu primeiro navio em Suape. “O EAS está num nicho de mercado, o Promar em outro”, explicou Arantes, acrescentando que o primeiro vai construir grandes petroleiros e o segundo vai fabricar navios para transportar gás.
Sócio da JPMR, Paulo Haddad afirmou que a vinda de outro estaleiro vai dividir custos e usar um pouco da estrutura que já existe, como por exemplo, o centro de treinamento de mão de obra para fazer a capacitação dos trabalhadores. O local foi usado para capacitar os trabalhadores do EAS. A JPMR possui 49,5% de participação no Promar e os outros 50,5% são da empresa coreana STX Europe, que atua na construção de navios e de equipamentos para a indústria do petróleo. A JPMR também possui 10% do capital do EAS.
Fonte : Jornal do Commercio/PE
Data : 02/07/2010
CINCO ESTALEIROS FORAM ANUNCIADOS PARA SUAPE
Publicado em 07/02/2010 as
11:52 AM
Outros cinco estaleiros já foram anunciados para o Porto de Suape. Três deles estão em fase de elaboração do projeto executivo, espécie de grande detalhamento sobre as obras de construção e operações das empresas. Outro, o STX Europe, que assinou protocolo de intenções em março deste ano, depende do resultado da licitação da Petrobras para compra de 28 sondas de exploração para implantar seu projeto. E o último, formado pelo consórcio Galvão-Alusa, após ter sinalizado um investimento de US$ 495 milhões para Pernambuco, informou que iria se instalar no Rio de Janeiro, ao formalizar sua candidatura à concorrência das sondas, sendo substituído pelo Promar no polo naval pernambucano.
O diretor do projeto Suape Global, Sílvio Leimig, explica que os estaleiros que estão em fase de elaboração do projeto executivo são o Construcap-Orteng, anunciado no final do ano passado, o português MPG Shipyard, que informou os aportes em março deste ano, e o Schahin-Tomé, anunciado com pompa no mês de fevereiro. Juntos, eles somam mais de R$ 1,6 bilhão em investimentos e, quando estiverem funcionando, vão empregar 9.200 trabalhadores.
Após a elaboração do projeto executivo vêm uma série de outras etapas para implantação dos empreendimentos, tais como o projeto de engenharia e os licenciamentos ambientais. Como a área de 600 hectares reservada em Suape para abrigar o polo naval se encontra em uma região de mangue e com presença de Mata Atlântica, esse último quesito é importante para o desenvolvimento sustentável da atividade no Estado. Quanto ao STX Europe – cujo controlador coreano possui participação acionária no Promar –, Leimig justifica a demora para batida no martelo em função da espera pelo resultado da licitação da Petrobras.
Fonte : Jornal do Commercio/PE
Data : 02/07/2010
CALADO DO PORTO DE SANTOS É REDUZIDO PROVISORIAMENTE
Publicado em 07/02/2010 as
11:52 AM
O calado do canal de acesso ao Porto de Santos foi reduzido para 12,7 metros da Barra (entrada do canal) até a Torre Grande (as torres de transmissão de energia da Usina de Itatinga, instaladas ao lado do Terminal de Passageiros). Até então, o complexo operava com 13,3 metros, conquista obtida no ano passado com a dragagem de manutenção, que demandou investimentos de R$ 10 milhões.
Calado é a distância, em uma embarcação entre a linha da água e o fundo do casco.
Segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a alteração foi necessária devido ao aparecimento de um corpo metálico sob seu leito, no trecho compreendido entre as boias de sinalização 1A e 2A, numa extensão de 1 quilômetro.
De acordo com a estatal, já estão sendo tomadas providências para o restabelecimento de, no mínimo, o calado anterior. Para isso, está sendo feita uma dragagem controlada que deve ser finalizada na próxima segunda-feira.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 01/07/2010
TREZE TONELADAS DE SAL CONTAMINADO EM NAVIO SÃO APREENDIDAS
Publicado em 07/02/2010 as
11:52 AM
A polícia apreendeu nesta quarta-feira 13 toneladas de sal com suspeita de contaminação por enxofre em uma distribuidora de Quatro Barras, no Paraná.
Segundo o delegado Voltaire Garcia, o produto teria sido contaminado com enxofre em um navio que seguia para o Porto de Paranaguá (PR). A mercadoria, que apresenta coloração amarelada, deveria ser descartada, mas foi desviada e embalada para comercialização, conforme as informações da Agência Estadual de Notícias do Paraná.
Amostras do produto foram encaminhadas para análise. A polícia vai investigar se a distribuidora foi conivente com o crime.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 01/07/2010
EIKE BATISTA LANÇA OBRAS DO SUPERPORTO SUDESTE
Publicado em 07/02/2010 as
11:51 AM
O controlador do grupo EBX, Eike Batista, lançou nesta quinta-feira as obras do porto Sudeste, em Itaguaí, anunciando investimentos de R$ 34,8 bilhões para o Estado do Rio até 2012. Desse total, R$ 6,1 bilhões são relativos aos portos de Açu e Sudeste; R$ 9 bilhões em siderurgia, em parceria com a chinesa Wisco; R$ 4,2 bilhões em exploração de petróleo; R$ 15 bilhões em projetos de geração de energia, e R$ 500 milhões em outras instalações.
No evento, o governador do Rio, Sérgio Cabral, creditou ao governo federal a melhora no ambiente de negócios no País. "(O presidente) Lula soube colocar o Brasil nos trilhos do crescimento sem desrespeitar os fundamentos macroeconômicos", elogiou.
Eike Batista também tratou de elogiar o governo federal. Chegou a classificar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como o "melhor banco do mundo". A instituição, lembrou, está financiado o porto do Sudeste, batizado de "Superporto" pela EBX, com R$ 1,2 bilhão.
"Vejo a imprensa dizendo que o governo está favorecendo um ou outro grupo. Não é favorecimento. São empréstimos rigorosos, que têm de ser pagos. Só bons projetos ficam de pé", defendeu. O projeto está sendo tocado pela LLX, empresa de logística do grupo. O porto, localizado na Baía de Sepetiba, segue o conceito de terminal portuário privativo de uso misto.
O empreendimento, de R$ 1,8 bilhão, escoará a produção do Sistema Sudeste da MMX, empresa de mineração do grupo EBX, e de outros produtos de minério de ferro do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, que atualmente não exportam por falta de opção logística.
O porto tem início de operação previsto para 2012 e ocupa uma área de 52 hectares. O berço de atracação terá profundidade de 21 metros e estrutura offshore inicial com dois berços para atracação de navios. A previsão é de que o porto movimente 50 milhões de toneladas por ano, capacidade que pode ser dobrada.
Como a movimentação de minério de ferro será feita por ferrovia, serão construídos, a partir da linha principal da MRS, um ramal de 2,3 quilômetros e estrutura para descarregamento dos vagões e manobra dos trens em formato de pera (a chamada pera ferroviária).
Durante o lançamento, Eike revelou que a MMX, mineradora do grupo, já enviou a primeira remessa de minério de ferro para a China através do terminal da CSN, também em Itaguaí. São 150 mil toneladas que fazem parte de contrato firmado com a Wisco. Segundo a EBX, a remessa enviada corresponde ao total acordado para este ano.
"A demanda por minério de ferro continua enorme. A China não parou. E a Índia que era exportadora de minério para a China está virando quase importadora", disse Eike e acrescentou que, em razão da demanda, a MMX continua procurando ativos para crescer.
Com a implantação do porto Sudeste, a MMX passará a escoar por ele a sua produção. O contrato da MMX com o porto Sudeste é de 33 milhões de toneladas, produção que a empresa espera alcançar até 2014.
"Hoje, produzimos 7 milhões de toneladas e temos dificuldade de escoar", disse Eike. O restante da capacidade do porto, que é de 50 milhões de toneladas por ano, deve ser utilizada com a produção de terceiros. "Estamos em contato com todas as empresas do Quadrilátero Ferrífero de Minas todos os dias", afirmou Eike. "Quem tem a mina vai ter que buscar comprador e fechar um contrato take or pay conosco, para usar uma parte da capacidade do porto", explicou. Ele afirmou que além de Minas, o porto pode atender outros Estados. "Isso porque vai entrar carvão eventualmente", explicou.
A LLX já anunciou a contratação das obras civis e equipamentos para a construção do porto. As obras serão conduzidas pelo consórcio ARG-Civilport e incluem a construção do pátio de estocagem de minério de ferro, um túnel que ligará o pátio de estocagem e os píeres para atracação dos navios e estrutura offshore (ponte e píeres).
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 01/07/2010
NOVE ZPES PODEM PERDER AUTORIZAÇÃO DO GOVERNO
Publicado em 07/02/2010 as
11:51 AM
Nove Zonas de Processamento de Exportações (ZPE) podem perder autorização do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para serem instaladas. Terminou hoje o prazo para as ZPEs, que foram constituídas até 1994, cumprirem as exigências do governo. O ministério vai agora analisar a documentação e depois publicar no Diário Oficial da União quais ZPEs poderão ser instaladas.
ZPE é um distrito industrial, onde as empresas nele localizadas operam com isenção de impostos e liberdade cambial (não são obrigadas a converter em reais as divisas obtidas nas exportações), com a condição de destinarem a maior parte de sua produção ao mercado externo.
O governo publicou hoje no Diário Oficial decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a criação de seis ZPEs. Foram contemplados os municípios de Boa Vista (RR), Parnaíba (PI), Bataguassu (MS), Fernandópolis (SP), Senador Guiomard (AC) e Aracruz (ES). A criação dessas ZPEs já tinha sido aprovada, em maio, pelo Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportações (CZPE). Mas era preciso a publicação de decreto presidencial para que a criação das ZPEs fosse concretizada.
Segundo o MDIC, com a publicação dos decretos presidenciais, passa a contar o prazo de 90 dias para que sejam constituídas as empresas que irão administrar as ZPEs. Somente depois deste prazo, está previsto o início das obras de infraestrutura.
Nenhuma ZPE está ainda em funcionamento no Brasil. Depois da instalação da administradora e do término das obras de infraestrutura, há a necessidade de alfandegamento, feito pela Receita Federal, e a apresentação de projetos industriais. As ZPEs foram criadas para atrair investimentos estrangeiros voltados para as exportações.
A suspensão de tributos para as ZPEs é concedida na compra de bens e serviços do mercado interno - Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Cofins e PIS/ PASEP - e na importação. Nesse caso, a suspensão fiscal será aplicada sobre o Imposto de Importação, IPI, Cofins, PIS/PASEP e Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM).
Entre os incentivos administrativos está a dispensa de licença ou de autorização de órgãos federais - com exceção dos controles de ordem sanitária, de interesse da segurança nacional e de proteção do meio ambiente -, além de mais agilidade nas operações aduaneiras. O prazo de vigência dos incentivos previstos para uma empresa em ZPE é de até 20 anos, prorrogável por igual período.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 02/07/2010
SECRETÁRIO ASSINA ORDEM DE SERVIÇO PARA ESTUDOS AMBIENTAIS DO PORTO DE MARABÁ
Publicado em 07/02/2010 as
11:51 AM
O secretário de Estado de Integração Regional, André Farias, assinou, nesta terça-feira, a ordem de serviço para dar início à elaboração dos estudos e do relatório de impacto ambiental (EIA-Rima) e do projeto básico do porto de Marabá, uma plataforma logística intermodal de transporte, a ser construído na margem esquerda do Rio Tocantins, na Rodovia BR-230 (Transamazônica). A empresa vencedora da licitação pública é a Laghi Engenharia Consultoria e Projetos.
De acordo com a ordem de serviço, o valor do contrato é de R$ 5.579.472,57, com prazo de execução de 180 dias. O contrato tem vigência até 29 de dezembro de 2010.
O porto público interligará o futuro polo da verticalização mineral do Pará ao Porto de Vila do Conde, no município de Barcarena, estabelecendo uma importante alternativa de escoamento da produção e de recebimento de insumos pela Hidrovia Araguaia-Tocantins.
A plataforma será construída em área de 370 mil metros quadrados, à altura do KM-14 da Transamazônica, próximo ao Distrito Industrial de Marabá e da área que abrigará a siderúrgica Aços Laminados do Pará (Alpa).
A estrutura integrará a hidrovia à Transamazônica e à Estrada de Ferro Carajás, proporcionando um novo sistema de transporte que potencializará o setor industrial no Pará e nos Estados da Região Centro-Oeste.
A obra está orçada em R$ 100 milhões, e será executada pelo governo do Estado, via Seir, em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT). O porto terá dois terminais de carga de granéis sólidos, sendo um para produtos agrícolas e outro para minérios; um terminal de cargas de granéis líquidos, no caso, combustíveis, e outro terminal de cargas gerais.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 02/07/2010
ABORÍGENES AUSTRALIANOS GANHAM BATALHA POR DIREITOS SOBRE ZONA MARÍTIMA
Publicado em 07/02/2010 as
11:51 AM
A população autóctone australiana ganhou nesta sexta-feira uma batalha legal de nove anos para reconhecer os direitos de propriedade dos indígenas sobre uma grande zona marítima perto da costa norte do país, considerada a maior reivindicação marítima da nação.
Esta decisão histórica da Corte Federal concede aos nativos do Estreito de Torres direitos sobre mais de 40.000 km2 entre o extremo norte do estado de Queensland e Papua Nueva Guiné, informou Robert Blowes, advogado a Autoridade Regional do Estreito de Torres.
Blowes afirmou ainda que este veredicto reflete a relação dos nativos com o mar através de sua particular cultura marinha, mas que dificilmente conduzirá ao utras reivindicações similares.
"Os direitos de pesca comercial são fundamentais para os povos indígenas da Austrália", afirmou o Comissário da Justiça Social dos Aborígenes e os nativos do Estreito de Torres, Mick Gooda.
"Não se trata apenas de seus direitos tradicionais, como também é parte integrante do desenvolvimento econômico das comunidades indígenas", acrescentou.
Este veredicto acontece 18 anos depois da histórica decisão da Alta Corte Mabo, que ditou que o título de propriedade nativa existia na Austrália.
Os nativos chegaram ao tribunal de Queensland para ouvir o magistrado Paul Finn pronunciar sua sentença e depois começaram a cantar de alegria.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 02/07/2010
CODESP INDEFERE RECURSOS INTERPOSTOS POR EMPRESAS EM 1ª FASE DA LICITAÇÃO
Publicado em 07/02/2010 as
11:50 AM
A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) indeferiu os recursos administrativos apresentados pelos consórcios Integração Cidade Porto e Ebeimwh-Teknikes durante a primeira fase (habilitação) da Concorrência 03/2010. A licitação refere-se à contratação de empresa para prestação de serviços para a consolidação do Projeto Básico e elaboração do Projeto Executivo das obras de passagem subterrânea (mergulhão) do cais do Valongo, na margem direita do Porto de Santos, pelo prazo de 13 meses.
Os consórcios haviam sido desabilitados na primeira etapa do processo. Diante da decisão da estatal, permanecem como habilitadas, assim como públicado no Diário Oficial da União (DOU) do último dia 21 de maio, a Setepla Tecnometal Eng.ª Ltda., o Consórcio Projeto-Valongo (formado pelas empresas: Vetec Eng.ª Ltda. e Themag Eng.ª e Gerenciamento Ltda.), e o Consórcio Projetista-Valongo (formado pelas empresas: Lenc Laboratório de Eng.ª e Consultoria Ltda. e Planserv Eng.ª Ltda.).
A abertura das propostas técnicas está marcada para a próxima quarta-feira, às 15 horas.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 02/07/2010
ENCONTRO DEBATERÁ AS PERSPECTIVAS DO MERCADO NAVAL E OFFSHORE
Publicado em 07/01/2010 as
01:00 PM
Com a finalidade de debater os caminhos que os futuros e os atuais profissionais do mercado naval e offshore irão percorrer na disputa por uma posição dentro das empresas e nas ofertas de serviços, será realizado no dia 24 de julho, pela primeira vez em Rio Grande , o encontro sobre as perspectivas do mercado naval e offshore. O evento será direcionado à estudantes de níveis médio e superior de todas as carreiras afins e profissionais relacionados ao setor de petróleo e gás.
Conforme a organização do evento, com a descoberta de novas jazidas de petróleo na camada do pré-sal, o Brasil se tornará o 6º país detentor das maiores reservas mundiais. As empresas de construções, reparos, manutenções, incluindo todas as outras de serviços e apoio, como de engenharia, fornecimento de mão de obra, fabricação de equipamentos, peças e componentes, estão se redimensionando para participar desse upgrade da construção naval e offshore.
Na oportunidade serão discutidas as necessidades das empresas, a estratégia de planejamento dos projetos, como se dará a execução dos contratos, onde existe as oportunidades e o que cada um, olhando para o seu perfil, suas capacidades e suas limitações, podem participar e obter os melhores resultados tanto para as empresas quanto para si próprio.
O encontro será coordenado por Carlos Roberto Ribeiro, um especialista, com 32 anos de experiência em Planejamento de Construção Naval e Offshore, que mostrará a evolução do tema combinando a aplicação da teoria com a realidade da situação operacional prática, além de esclarecer dúvidas dos participantes relacionadas aos temas apresentados.
O evento será realizado na Sociedade de Educação Alternativo, na rua Vice Almirante Abreu, 225, no dia 24 de julho, das 9h às 17h. O material didático inclui apostila texto e “slides” da apresentação, além de pasta, bloco e caneta, para o acompanhamento do curso. Ao final da atividade, os participantes receberão certificados. Mais informações pelo telefone (53) 3235-1079 ou pelo e-mail jeanmatheus@hotmail.com.
Fronte : Jornal Agora-RS
Data : 01/07/2010
PORTO DO RECIFE REDUZIRÁ ALÍQUOTA
Publicado em 07/01/2010 as
12:59 PM
O Porto do Recife, em Pernambuco, concederá, a partir desta quinta-feira, uma maior redução de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em relação ao Estado para produtos importados do exterior. A medida integra o projeto de lei enviado pelo governador Eduardo Campos à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
Atualmente, o incentivo para as mercadorias que chegam ao Estado é de queda de ICMS para 5% quando a alíquota inicial é de 17%, ou de 10% quando o valor está acima dos 17%. O ancoradouro recifense terá uma isenção maior, chegando a 4% quando o índice for de 17%, ou a 8% quando estiver acima dos 17%.
A iniciativa faz parte do Programa de Estímulo à Atividade Portuária. A justificativa que consta no projeto diz: “A modificação proposta à Lei nº 13.942, de 2009, não implica perda de arrecadação do ICMS. A ampliação das importações por Pernambuco pode, ao contrário, contribuir para o aumento da arrecadação do imposto, uma vez que permite a expansão dos negócios, com impacto bastante positivo para a economia pernambucana”. Com informações da Folha de Pernambuco
Fonte : Folha de Pernambuco - PE
Data : 01/07/2010
EMPRESÁRIOS CATARINENSES QUEREM AÇÃO DOS DEPUTADOS PARA ESTALEIRO OSX
Publicado em 07/01/2010 as
12:59 PM
Lideranças catarinenses cobram mobilização em Brasília para segurar investimento em Biguaçu
Depois que a OSX, empresa do bilionário Eike Batista, anunciou que o plano B para a implantação do estaleiro é no Rio de Janeiro, a mobilização pela permanência do projeto em Santa Catarina se intensificou.
Enquanto a empresa se organiza para ter duas opções locacionais para o estaleiro e garantir o investimento de R$ 2,5 bilhões onde o licenciamento ambiental sair antes, os defensores do projeto em SC não ficam parados. Em Brasília, o deputado federal Paulo Bornhausen (DEM) pediu uma audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara para debater o impacto do projeto.
– Os critérios usados pelo ICMBio (que deu parecer contrário a obra em Biguaçu) para negar as autorizações me parecem pouco transparentes e sem nenhuma consulta à sociedade.
Ontem, a OSX fez uma teleconferência para acionistas, na qual apresentou, pela primeira vez, detalhes do projeto no Porto de Açu, no RJ.
Hoje, os representantes das sete entidades que compõem o Conselho das Federações Empresariais (Cofem) de SC se reúnem para assinar um documento em prol da permanência do estaleiro em SC. Segundo o diretor da Federação das Indústrias de SC (Fiesc) Henry Quaresma, os empresários defendem o projeto do ponto de vista econômico.
– Precisamos de mais pressão política. O documento do Cofem vai acionar as bancadas catarinenses.
Para o presidente da Federação das Associações Comerciais (Facisc), Alaor Tissot, o controle ambiental está sendo mais rigoroso em Santa Catarina do que no Rio de Janeiro.
– A OSX tem princípios de sustentabilidade e representará um ganho tecnológico incalculável para o Estado. Essa briga com o meio ambiente está nos custando muito caro há muito tempo. Todo mundo tem medo de investir em SC – ressalta.
O presidente da Federação das Transportadoras de Cargas (Fetrancesc), Pedro Lopes, argumenta que o RJ está agilizando seus processos e estimulando a ida do estaleiro, enquanto, em SC, ocorre o inverso. O presidente da Fecomércio, Bruno Breithaupt, defende regras para conservação ecológica, mas também considera as exigências excessivas no caso do estaleiro.
– Temos que ter maior flexibilização e agilidade nos órgãos ambientais para tornar o Estado mais forte economicamente – destaca.
O presidente da federação dos lojistas (FCDL), Sérgio Medeiros, diz que a alternativa encontrada para a mobilização foi intensificar o pedido de apoio dos parlamentares.
– Vamos assinar o documento e discutir de que forma podemos fazer uma mobilização mais efetiva, agora que o estaleiro acena com a possibilidade de deixar o Estado. Precisamos de uma atenção especial do governo federal para que não se perca mais este investimento – defende.
“Precisamos de pressão política. O documento do Cofem vai acionar as bancadas catarinenses.”
HENRY QUARESMA, Diretor da Fiesc
“Os critérios para negar as autorizações me parecem pouco transparentes.”
PAULO BORNHAUSEN, Deputado federal
Fonte: Diário Catarinense/SIMONE KAFRUNI
Data : 01/07/2010
RIO GRANDE E VITÓRIA SE UNEM PARA GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA
Publicado em 07/01/2010 as
12:59 PM
A bióloga do Porto de Vitória, Mariangela Lopes Machado, está nesta quarta-feira (30), realizando visita ao Porto do Rio Grande, com o objetivo de realizar intercâmbio de informações na área de gestão ambiental. No porto rio-grandino, a bióloga foi recebida pelo chefe da Divisão de Meio Ambiente, Saúde e Segurança, Celso Elias Corradi.
Na parte da manhã, Mariangela realizou palestra para o Conselho de Gestão Ambiental do Porto do Rio Grande, onde falou do trabalho realizado pelo Porto de Vitória na área ambiental. Ainda pela manhã, a bióloga esteve reunida com o superintendente do Porto do Rio Grande, Jayme Ramis, e também conheceu o funcionamento do Projeto Escola no Porto, que atende 10 mil alunos/ano, abordando, entre outros, as questões ambientais. A intenção é implantar projeto similar no Porto de Vitória. O Projeto Escola no Porto faz parte do Programa de Educação Ambiental do Porto do Rio Grande (ProEA-PRG) que é pioneiro no país.
Pela tarde, a representante do Porto de Vitória realizou visita ao Superporto do Rio Grande, onde conheceu as ações desenvolvidas na área ambiental pelos terminais portuários. O Porto do Rio Grande é reconhecido nacionalmente pelo pioneirismo e pelos investimentos na área ambiental, servindo de referência para os demais portos brasileiros.
Porto de Rio Grande é expositor do ITS 2010
O Porto de Rio Grande terá um estande de 50 metros quadrados na terceira edição do Itajaí Trade Summit. O evento destinado a profissionais de grandes, médias e pequenas empresas exportadoras, importadoras, prestadoras de serviços e equipamentos, o ITS 2010 é o mais qualificado encontro da área de Logística, Transporte e Comércio Internacional das regiões Sul e Sudeste do Brasil e dos países do Mercosul. Realizado pela NetMarinha, empresa que administra o maior portal de comércio internacional e logística do Brasil, o evento está em sua terceira edição. Em 2009, a feira atraiu mais de sete mil visitantes e 60 expositores à cidade portuária de Itajaí (SC).
Paralelamente à feira, acontece o Fórum NetMarinha 2010. Através dele, serão realizados seminários, workshops e debates para trazer ao público as discussões atuais do comércio internacional e logística. Com a participação de representantes da indústria, especialistas e entidades relacionadas à área, serão debatidas questões de interesse do setor no Brasil.
Neste ano, a Itajaí Trade Summit – ITS 2010 acontece entre os dias 15 e 17 de setembro, na cidade portuária de Itajaí (SC). Mais informações estão disponíveis em http://itajai.tradesummit.com.br/
Fonte : NetMarinha
Data : 01/07/2010
EMPRESAS E GOVERNO INVESTEM CERCA DE R$ 40 BILHÕES EM PORTOS
Publicado em 07/01/2010 as
12:58 PM
Em entrevista ao iG, ministro descarta apagão portuário. Especialistas avaliam que setor precisará de cerca de R$ 54 bilhões
A construção do Porto do Sudeste, que começa hoje em Itaguaí (RJ), ajuda, mas o País precisa de muitos outros projetos para acompanhar o crescimento econômico. Projeções da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP) e outros especialistas apontam uma necessidade de US$ 30 bilhões, cerca de R$ 54 bilhões, em investimentos em portos e terminais nos próximos cinco anos. O governo, por sua vez, estima uma carteira de projetos da iniciativa privada de US$ 18 bilhões para o setor. Outros US$ 4 bilhões (com dólar cotado a R$ 1,80) devem partir do governo via Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Com base nos investimentos previstos, o governo descarta a iminência de um apagão portuário. Em entrevista ao iG, o ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, antecipa alguns projetos públicos que ampliarão a capacidade nos portos nos próximos anos. Um dos mais importantes é a triplicação da movimentação de cargas no Porto de Santos, o maior da América Latina. Segundo Brito, a capacidade de transporte atual de 83 milhões de toneladas passará para 232 milhões de toneladas em 2024. O total de contêineres, neste período, aumentará de 3 milhões para 10 milhões. Em 2015, o porto deve ter capacidade para movimentar 6 milhões de contêineres a partir dos investimentos de R$ 1,5 bilhão previstos para os próximos 4 anos.
O Porto de Santos é um dos gargalos temidos pela ABTP. “Os maiores gargalos estão no Norte e no Nordeste. Em Santos, mesmo com investimentos, pode faltar espaço para o transporte de cargas”, afirma Wilen Manteli, presidente da entidade. O porto responde por cerca de 12% de toda a carga exportada pelo País, perdendo apenas para os portos de Tubarão (ES) e de Ponta da Madeira (AM).
Para CNA, Norte e Nordeste já enfrentam apagão logístico
Para representantes do agronegócio, o apagão portuário já começou no Norte e no Nordeste. A Confederação da Agricultura e da Pecuária no Brasil (CNA) estima demanda de transporte nas duas regiões de 15 a 18 milhões de toneladas de grãos para a próxima safra, neste ano. O limite dos portos, segundo a entidade, seria de 8 milhões de toneladas para este tipo de carga.
O déficit no transporte tem encarecido produtos, pois o escoamento da produção é realizado pelos portos do Sul e Sudeste, segundo Luiz Antonio Fayet, consultor logístico e de infraestrutura da confederação. Estudo apresentado pelo especialista a parlamentares mostra que produtores de soja no Mato Grosso gastam em média US$ 100 para levar uma tonelada do produto ao porto de Rotterdam, na Holanda, enquanto produtores argentinos teriam um custo de US$ 55.
“Sul e Sudeste são deficitários no balanço entre produção e consumo de soja e milho e somente são exportadores pela falta de alternativas racionais”, dispara Fayet. “O Arco Norte, que envolve os portos daquela região, está a 4 dias a menos de navegação dos nossos principais mercados”, acrescenta.
Para ampliar a capacidade de transporte na região, o governo está investindo nos portos de Itaqui, no Maranhão, e em Vila do Conde, no Pará. Neste último, estão sendo erguidos cais e pontes rolantes que levarão graõs aos navios, enquanto a iniciativa privada responderá por investimentos na retroárea do porto, no pátio onde se localiza a carga. Em Itaqui, segundo o ministro, o governo está licitando novos armazéns para aumentar a capacidade de transporte dos atuais 4 milhões para 10 milhões de graõs em 2012.
A CNA aponta necessidade de investimentos nos portos do corredor de Porto Velho, para aumentar o potencial de transporte nos rios Madeira e Amazonas. O corredor de Santarém também enfrenta limitações de capacidade porque, segundo o relatório, o governo não tem condições de acompanhar a expansão da produção, o mesmo problema é atribuído a limitações de no sistema de Belém, onde não há ainda estrutura para o escoamento de grãos.
Queda-de-braço
Os números que mostram déficit no transporte no Norte foram apresentados nesta terça-feira em audiência pública no Senado sobre a regulamentação dos portos. O setor privado reclama do novo marco regulatório do setor, especialmente da Resolução nº 1.401/09, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), pela qual o investidor é obrigado a apresentar um volume de carga própria superior ao de terceiros para operar terminais de uso misto. Esta regra, segundo Fayet e Manteli, está inibindo o apetite de empresas por novos projetos, pois antes não havia nenhuma restrição quanto à operação de portos.
O ministro rebate as informações de que as empresas estejam desinteressadas em investir no setor por causa das questões regulatórias. Prova disso, segundo ele, são projetos diversos de empresas como Vale, Usiminas, CSN, Fibra, entre outros. "Temos investimentos privados consistentes, que refletem segurança com o marco regulatório e também são estimulados pelas ações do governo em dragagem e pela aposta na economia brasileira. São investimentos em todo o País, desde o Porto de Rio Grande, no Sul, até Vila do Conde, no Pará", diz o ministro.
O Programa Nacional de Dragagem (PND) do governo federal conta com treze obras em andamento, entre as quais nos portos de Santos, Rio Grande, Maceió, Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Suape e Natal. Doze contratos já foram assinados e quinze editais de licitação foram publicados.
A primeira fase da dragagem de aprofundamento da estrutura do Porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro, já foi concluída, abrindo caminho para investimentos de empresas como o a LLX.
LLX tem 60 interessados no Açu
O Porto do Sudeste é um Terminal Portuário Privativo de Uso Misto, na Ilha da Madeira, em Itaguaí (RJ), que vai movimentar por ano 50 milhões de toneladas de minério de ferro. As obras começam nesta quinta-feira e a operação está prevista para o final de 2011. O Porto Sudeste representa menor distância entre os produtores de Minas Gerais e o oceano.
Com investimento previsto de R$ 1,8 bilhão, o porto nasce como opção de transporte de minério para pequenos produtores de minério de Minas Gerais, “que atualmente não exportam por falta de opção logística”, segundo a LLX.
A empresa de logística de Eike Batista está desenvolvendo também o projeto do Porto do Açu, em São João da Barra, Norte do estado do Rio. Com área de 9 mil hectares e investimentos de R$ 4,3 bilhões, o projeto prevê a movimentação de produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, granito, minério de ferro, granéis líquidos e carga geral. “A LLX já possui cerca de 60 memorandos de entendimento em negociação com empresas que querem se instalar ou movimentar cargas no Superporto do Açu”, diz a empresa em nota.
“O Porto do Sudeste e o do Açu resolvem o problema da carga própria, assim como outros projetos de ampliação de terminais de empresas como Vale, Petrobras e CSN”, afirma Manteli, da ABTP.
A Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, também tem projeto de ampliação de terminal de Itaguaí, assim como Petrobras e CSN. A mineradora prevê investimentos de US$ 2,6 bilhões em logística neste ano, o que inclui ferrovias e portos.
A Petrobras prevê investimentos de modernização para seus 47 terminais. O maior deles, e também o maior da terminal aquaviário da América Latina, está recebendo investimentos para a troca de braços de carregamento em dois píers. Na troca e instalação dos novos equipamentos em um deles, a empresa investiu R$ 60 milhões, segundo informa a Transpetro, empresa de Transporte da Petrobras. Localizado em São Sebastião, o Terminal Almirante Barroso (Tebar) tem capacidade operacional de 1.823 m³ e movimenta quase metade do volume de petróleo e derivado consumido no País. Com informações Portal IG
Fonte : NetMarinha
Data : 01/07/2010
CMA CGM ATUALIZA O SERVIÇO PONTE DA VITÓRIA
Publicado em 07/01/2010 as
12:58 PM
O grupo CMA CGM anunciou ontem, em nota oficial, que aumentará o seu serviço Ponte da Vitória, que liga o norte da Europa ao Atlântico Sul dos Estados Unidos, México e Golfo do México.
Operando em parceria com a CSAV, este novo serviço vai substituir o serviço anterior, que atuava juntamente com a MSC, e deve implantar cinco novos navios com capacidade de três mil TEUs. Dos cinco navios, três pertencem à CMA CGM e os outros dois, à CSAV.
A rota deve ser Le Havre - Antwerp - Rotterdam - Bremerhaven - Charleston - Miami - Vera Cruz - Altamira - Houston - Miami - Le Havre
Os portos de Savannah e Felixstowe, pontos importantes de antigas rotas, vão continuar a ser atendidas através das rotas Ponte da Liberdade e Ao Redor do Mundo, da CMA CGM.
CMA CGM participa do ITS 2010
O armador francês também marca presença na Itajaí Trade Summit 2010, evento destinado a profissionais de grandes, médias e pequenas empresas exportadoras, importadoras, prestadoras de serviços e equipamentos, o ITS 2010 é o mais qualificado encontro da área de Logística, Transporte e Comércio Internacional das regiões Sul e Sudeste do Brasil e dos países do Mercosul. Realizado pela NetMarinha, empresa que administra o maior portal de comércio internacional e logística do Brasil, o evento está em sua terceira edição. Em 2009, a feira atraiu mais de sete mil visitantes e 60 expositores à cidade portuária de Itajaí (SC).
Paralelamente à feira, acontece o Fórum NetMarinha 2010. Através dele, serão realizados seminários, workshops e debates para trazer ao público as discussões atuais do comércio internacional e logística. Com a participação de representantes da indústria, especialistas e entidades relacionadas à área, serão debatidas questões de interesse do setor no Brasil.
Neste ano, a Itajaí Trade Summit – ITS 2010 acontece entre os dias 15 e 17 de setembro, na cidade portuária de Itajaí (SC). Mais informações estão disponíveis em http://itajai.tradesummit.com.br/
Fonte : NetMarinha
Data : 30/06/2010
TRANSPETRO RECEBE SEIS PROPOSTAS PARA PROMEF HIDROVIA
Publicado em 07/01/2010 as
12:58 PM
A Transpetro recebeu hoje, 30/6, seis propostas técnicas e comerciais para a construção de comboios de empurradores e barcaças, para o Promef Hidrovia. As propostas partiram de 13 empresas, divididas em seis grupos (Estaleiro Rio Maguari S.A, Intecnial S.A/NM Engenharia e Construções Ltda, Egesa Engenharia S.A/Estaleiro Heromaio/Navegação Guarita, Estaleiro de Construção Naval Arealva Ltda/MPG Shipyard/CMI Constr.Metál. ICEC Ltda, Concordia Shipyards BV/Mendes Junior e SPI Astilleros/Superpesa Industrial Ltda (Estaleiros Unidos do Rio Tietê).
O projeto da Hidrovia Tietê-Paraná, integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), prevê que, a partir de 2013, a Transpetro faça o transporte fluvial de etanol. A operação demandará a construção de 20 empurradores e de 80 barcaças, com geração de pelo menos 400 empregos diretos e 1.600 indiretos. Cada comboio será formado de quatro barcaças e de um empurrador, com capacidade para transportar 7,2 milhões de litros. Em um ano, o total transportado deverá chegar a 4 bilhões de litros.
Mais de 30 estaleiros nacionais e internacionais foram convidados a participar desta etapa da licitação. A Comissão de Licitação analisará as propostas técnicas, que contemplam itens de performance como velocidade, consumo de combustível, capacidade de carga e de manobra, além do controle de emissões. A análise técnica levará de 30 a 60 dias, sendo seguida da abertura e análise das propostas comerciais.
A construção da nova frota hidroviária da Transpetro seguirá as premissas fundamentais do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota): fabricação no Brasil, conteúdo nacional de 70% e competitividade internacional dos estaleiros após a curva de aprendizado. A concorrência foi aberta a estaleiros já instalados e também a unidades a serem instaladas para a execução da obra, os chamados ‘estaleiros virtuais’. A nova frota de 20 comboios começará a ser entregue a partir de 2011.
Com a entrada em operação dos 20 comboios da Transpetro, a utilização da Hidrovia Tietê-Paraná passará dos atuais 20% para 35% de sua capacidade. Assim, mesmo quase dobrando o volume de carga que trafega na hidrovia, não se chegará nem à metade da sua capacidade de utilização, o que indica o elevado potencial do trecho.
Além disso, o governo federal vem demonstrando um grande interesse no desenvolvimento dos modais logísticos aquaviários, que inclui a cabotagem (navegação costeira). No PNLT (Plano Nacional de Logística e Transportes), a meta é elevar a participação do modal aquaviário do País dos atuais 13% para 29% nos próximos 15 anos.
A hidrovia levará o etanol produzido nas regiões Centro-Oeste e Sudeste para a Refinaria de Paulínia (Replan) e, de lá, por dutos, atingirá diversos terminais, incluindo os de São Sebastião (SP) e de Ilha D’Água (RJ), de onde será possível exportar o produto. A redução de custo e de logística permitida pelo modal hidroviário possibilitará ao etanol brasileiro disputar mercados internacionais de forma mais competitiva.
O transporte do etanol pela hidrovia substituirá o equivalente a 40 mil viagens de caminhão, com ganhos ambientais, econômicos e de segurança. O transporte hidroviário emite um quarto do CO2 e consome um quinto do combustível utilizado pelo rodoviário. Este é justamente o objetivo do Governo Federal, que quer estimular a utilização das hidrovias, em substituição ao modal rodoviário, mais caro e mais poluente. É uma mudança de paradigma na matriz de transporte. Finalmente, o custo do modal hidroviário pode chegar a um terço do custo do rodoviário, o que melhorará a competitividade dos produtos nacionais no exterior e reduzirá os custos no mercado interno.
Fonte : NetMarinha
Data : 01/07/2010
INDÚSTRIA NAVAL SE PREPARA PARA COMPETIR COM A ÁSIA
Publicado em 07/01/2010 as
12:58 PM
Em cinco anos, a renascida indústria naval brasileira deve se tornar uma das mais competitivas do mundo, garantiu na semana passada o ministro da Secretaria Especial dos Portos da Presidência da República, Pedro Brito. Ele fez a previsão durante o lançamento do navio de transporte de petróleo Celso Furtado, que integra o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da Transpetro, subsidiária da Petrobras para logística.
Com 182 metros de comprimento, a embarcação lançada em junho destina-se ao transporte de derivados claros de petróleo (gasolina, querosene de aviação e óleo diesel, entre outros) e terá capacidade para transportar 48,3 mil toneladas de porte bruto (unidade que caracteriza a capacidade total de transporte de carga de um navio, incluindo o combustível da embarcação).
O nome do navio é uma homenagem ao economista Celso Furtado, que criou a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e lançou “os fundamentos do moderno desenvolvimento do País”, de acordo com a Transpetro.
O Celso Furtado foi lançado ao mar 13 anos após a última entrega de uma embarcação no estado do Rio de Janeiro. O último havia sido o Livramento, concluído em 1997 pelo Estaleiro Eisa.
Segundo Brito, os 49 navios que estão sendo construídos ou licitados para o Promef fazem com o que o Brasil tenha hoje a quarta maior encomenda de embarcações petroleiras do mundo, ficando atrás apenas dos três países asiáticos: Coreia (com uma encomenda de 650 navios), China (com 460 navios) e Japão (com 240 navios). “Nos próximos cinco anos, o Brasil estará tão competitivo quanto os primeiros do mundo, que são a Coreia do Sul, China e Japão. É claro que a escala de produção que eles têm ainda está muito distante (da brasileira). Mas se o Brasil continuar fazendo os investimentos que faz hoje, com a demanda interna que temos atualmente, não tenho dúvidas de que vamos assumir as primeiras posições”, afirmou Brito, durante a cerimônia no Estaleiro Mauá, em Niterói.
De acordo com o ministro, a indústria naval brasileira precisa se preparar não apenas para atender às encomendas da Transpetro e da Petrobras, mas também a de clientes de outros países. A construção dos 49 navios previstos no programa vai gerar cerca de 200 mil empregos diretos e indiretos em todo o País. Desse total, já foram licitadas 46 embarcações, das quais 38 estão contratadas. Os outros três navios estão em fase final de licitação.
Somente no estado do Rio de Janeiro, o maior e mais tradicional polo naval do País, 16 navios já foram encomendados no âmbito do Promef, com investimentos estimados em R$ 2,2 bilhões. O programa vai criar pelo menos 50 mil empregos no estado, sendo 10 mil diretos e 40 mil indiretos. Passados cinco anos do lançamento do Promef, o Brasil tem atualmente a quarta maior carteira mundial de encomendas de petroleiros. Dos 49 navios do Promef, dois já foram lançados ao mar, o Celso Furtado e o João Cândido. Este último foi lançado em 7 de maio, em Pernambuco.
Fonte : Jornal do Comércio/RS
Data : 01/07/2010
SUMITOMO COMPRA 30% DA DIVISÃO DE MINÉRIO E LOGÍSTICA DA USIMINAS
Publicado em 07/01/2010 as
12:57 PM
A Usiminas anunciou ontem a criação da Mineração Usiminas, que englobará os ativos minerais e de logística da siderúrgica e contará com 30% de participação da trading japonesa Sumitomo. A Sumitomo pagou US$ 1,979 bilhão para entrar na nova companhia. Mas o aporte integral dos japoneses depende da solução de condicionantes envolvidas no negócio.
O presidente da Usiminas, Wilson Brumer, confirmou que do valor total negociado entre as partes US$ 1,350 bilhão deverão entrar no caixa da nova empresa até 30 de agosto, mas outros US$ 579 milhões dependerão da solução de um imbróglio ambiental e de negociações com donos de direitos minerários na região de Serra Azul, em Minas Gerais, onde a Usiminas possui quatro minas adquiridas da família J.Mendes.
A questão ambiental passa pela limpeza de uma região portuária em Itaguaí, no Rio. O local era de propriedade da Companhia Mercantil e Industrial Ingá, que faliu e deixou rejeitos de metais pesados em um depósito a céu aberto na beira da Baía de Sepetiba. A Usiminas adquiriu a área e se comprometeu a limpá-la, tornando-a apta para a construção de um terminal portuário para dar suporte às suas operações minerais. Brumer estima que no início de 2011 já será possível iniciar a limpeza ambiental e, a partir daí, serão mais 15 a 18 meses para que a área esteja pronta para a construção do porto.
A questão em Minas envolve vizinhos das áreas cujos direitos minerários serão transferidos para a Mineração Usiminas. Brumer explica que há necessidade de acordo com esses vizinhos para o desenvolvimento de "interesses comuns" de lavra. As conversas já começaram. "A partir do momento que entregarmos esses acordos com vizinhos, estará cumprida essa condicionante", disse Brumer.
A Mineração Usiminas será dona de ativos que incluem as quatro minas compradas pela Usiminas à J.Mendes, mais 83,3% da participação na MRS e será proprietária da região portuária em Itaguaí. A companhia nasce com produção estimada de 7 milhões de toneladas de minério de ferro para 2010 e previsão de atingir 29 milhões de toneladas em 2015, o que demandará investimentos de R$ 4,1 bilhões no período. Brumer também não descartou a possibilidade de abertura de capital da subsidiária, de forma a manter o controle nas mãos da Usiminas e permitir ao menos 25% de ações negociadas na bolsa. "Entendemos a época adequada (para ir a bolsa) é o momento em que mercado estiver respondendo", ponderou Brumer. "Nós não queremos nos precipitar."
O mercado respondeu bem ao anúncio. Pedro Galdi, analista da corretora SLW, frisou que já era esperado este desfecho. Segundo ele, a associação à Sumitomo injeta recursos na nova companhia e tira da Usiminas a obrigação de bancar todos os investimentos necessários para a área de mineração. "Para a Usiminas o que vale mais é que já entra com sócio estratégico para montar o negócio, e que vai ser um futuro cliente."
Brumer também afirmou que o crescimento esperado da produção da Mineração Usiminas poderá levar à construção de uma pelotizadora. O executivo ressaltou que uma unidade, para ser competitiva, deve ter capacidade de processar ao menos 7 milhões de toneladas/ano, o que significaria, a preços de hoje, um custo entre US$ 800 milhões e US$ 900 milhões.
Brumer deixou claro que a produção da Mineração Usiminas será destinada, sobretudo, para a siderúrgica, o que abarca principalmente a usina de Cubatão, uma vez que em Ipatinga o fornecimento está praticamente integrado à logística da Vale. Hoje o grupo siderúrgico consome 14 milhões de toneladas de minério de ferro/ano.
Fonte : Valor Econômico
Data : 01/07/2010
NOVO ESTALEIRO
Publicado em 07/01/2010 as
12:57 PM
Os investidores do Promar, empresa que venceu a licitação para construir oito navios gaseiros para a Transpetro, apresentaram uma nova área para a instalação do estaleiro, após o veto ao plano de levar o projeto ao Ceará. Em nota, o braço de logística da Petrobras diz que está analisando a documentação. O novo local onde será construído o estaleiro será anunciado hoje.
Fonte : Valor Econômico
Data : 01/07/2010
LLX NEGOCIA COM BANCO CHINÊS RECURSOS PARA PORTO
Publicado em 07/01/2010 as
12:57 PM
A LLX, empresa de logística do grupo EBX, está em negociações com o China Development Bank para que os chineses financiem parte dos equipamentos do Superporto Sudeste, em Itaguaí (RJ), projeto de R$ 1,8 bilhão cuja pedra fundamental será lançada hoje. O evento marca o início de diversas frentes de obras. Os entendimentos com o banco de desenvolvimento da China devem permitir financiar a compra de dois carregadores de navios para minério de ferro fabricados pela ZPMC, empresa chinesa líder no segmento de equipamentos portuários.
Ontem, a LLX informou que acertou a compra dos principais equipamentos do terminal, incluindo o contrato com a ZPMC e outro, com a ThyssenKrupp, para aquisição de dois viradores duplos de vagões. As obras civis serão realizadas pelo consórcio ARG-Civilport. Na parte de equipamentos, é possível que os chineses venham a financiar outros bens para o Porto Sudeste, idealizado para exportar, em uma primeira fase, 50 milhões de toneladas por ano de minério de ferro produzido em Minas Gerais.
A LLX está em negociações para contratar outros equipamentos para o porto, entre os quais se destacam recuperadores de caçamba e o sistema de correias transportadoras. Empresas fornecedoras da China e da Europa apresentaram propostas.
Otávio Lazcano, presidente da LLX, disse que é possível que a parte do projeto a ser financiada supere os 75% em relação ao investimento total de R$ 1,8 bilhão. A parcela financiada do projeto poderia chegar a 80%. O percentual considera financiamentos contratados junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e também a participação de agências de crédito à exportação dos países fornecedores dos equipamentos.
Se o número se confirmar, o capital próprio da LLX no empreendimento seria de 20%. "A LLX tem R$ 500 milhões em caixa disponível", disse Lazcano. Na semana passada, a LLX informou que havia assinado contrato de financiamento de R$ 1,2 bilhão com o BNDES para implementação do Porto Sudeste. O crédito do banco é para compra de bens e serviços no mercado brasileiro.
Lazcano disse que entre as obras que começam agora no Porto Sudeste estão a escavação de um túnel de 1,8 mil metros de extensão (com 20 metros de largura e 12 de altura) e a construção de pátios para estocagem de minério de ferro. Também será erguida uma ponte offshore que dará acesso ao píer e aos berços para atracação dos navios. O executivo disse que, pelos contratos feitos com os fornecedores, o porto terá de estar pronto no fim de 2011 para fazer o primeiro embarque de minério no início de 2012.
Pelo cronograma, no primeiro ano o porto deverá movimentar cerca de 20 milhões de toneladas, volume que sobe para 40 a 50 milhões já em 2013. A partir de 2014, o terminal estará a ritmo pleno. Lazcano disse que estudos para novas áreas de estocagem estão sendo feitos para duplicar a capacidade do porto. A empresa tem autorização da Marinha para elevar o volume de exportação do Porto Sudeste para 100 milhões de toneladas por ano, afirmou. Segundo ele, o terminal surge para ser um porto no Rio para as mineradoras de Minas Gerais.
Fonte : Valor Econômico
Data : 01/07/2010
ESPANHOLA LA UNION PLANEJA FÁBRICA NO BRASIL
Publicado em 07/01/2010 as
12:56 PM
A fabricante espanhola de cimentos La Union vai investir R$ 80 milhões na construção de sua primeira fábrica no Brasil. A unidade, com capacidade inicial de 500 mil toneladas de cimento por ano, será erguida na área industrial do Porto de Suape, no município de Ipojuca, a 60 quilômetros do Recife (PE).
Batizada no Brasil de PG&A Empreendimentos, a empresa chega ao país de olho no aquecido mercado da construção civil do Nordeste. De acordo com o sócio-diretor da companhia, Luiz Carlos Guizzi, outros Estados da região estão sendo observados para a abertura de novas fábricas no médio prazo.
Por enquanto, a empresa quer demarcar espaço no mercado pernambucano, onde a produção de cimento é pequena. Segundo Guizzi, as 500 mil toneladas que serão produzidas pela PG&A representam pouco mais de 25% do que o Estado consome anualmente.
A estratégia traçada pela matriz espanhola para os negócios no Brasil prevê chegar a 2020 com uma fatia de pelo menos 5% do mercado nacional, que hoje fabrica em torno de 60 milhões de toneladas anuais de cimento.
O executivo afirmou que o interesse pelo Estado é antigo. As negociações efetivas para a construção da fábrica, no entanto, começaram somente em dezembro do ano passado e foram mantidas sob total sigilo até o fechamento do negócio.
O crescimento da economia e da construção civil em Pernambuco, superior à média nacional nos últimos anos, foi um dos principais atrativos para o grupo espanhol. Porém a localização do Porto de Suape é que foi definitiva para a escolha do local do empreendimento, já que a empresa pretende importar da China, por via marítima, alguns dos insumos necessários à sua operação.
De acordo com Guizzi, a marca do cimento ainda não foi escolhida. No Chile, onde o grupo tinha a sua única fábrica na América do Sul até então, o produto leva o nome de Cimento San Juan. Além da Espanha e Chile, o grupo La Union tem unidades no Egito, na República Dominicana e na Tailândia.
Em ebulição, a indústria da construção civil cresce a taxas chinesas no Nordeste, resultado da combinação entre crédito farto, déficit habitacional elevado e crescentes investimentos em infraestrutura. Um dos principais termômetros desse mercado, o consumo de cimento na região cresceu 9,3% ao ano entre 2006 e 2009, contra uma média nacional de 5,9%.
No Nordeste, Pernambuco só perde para Bahia em consumo de cimento. A demanda somou 1,717 milhão de toneladas em 2009.
Fonte : Valor Econômico
Data : 01/07/2010
CONGRESSO NACIONAL DOS PORTUÁRIOS DISCUTE PORTOS EM BRASÍLIA
Publicado em 07/01/2010 as
12:56 PM
No próximo mês de agosto, portuários de todo o País terão encontro marcado em Brasília para discutir os temas de maior relevância para essa categoria profissional que passa por profundas transformações nos últimos anos. Com o tema “Portos Públicos com Desenvolvimento Econômico e Justiça Social”, o X Congresso Nacional dos Portuários será realizado de 19 a 22 de agosto na Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), em Brasília.
A organização do evento é de responsabilidade da Federação Nacional dos Portuários (FNP). O Congresso não se limitará a debater apenas a questão laboral. O presidente da FNP, Eduardo Lírio Guterra, mostra preocupação em exigir a manutenção da Secretaria de Portos (SEP) após as eleições presidenciais deste ano e a reestruturação das Companhias Docas.
Outra importante discussão prevista para o Congresso é a dos portos delegados a estados e municípios e concedidos à iniciativa privada, alvo de preocupação dos trabalhadores, especialmente dos avulsos que estão sendo rapidamente substituídos por funcionários vinculados.
Fonte : Portal Porto Gente
Data : 01/07/2010
ESTALEIRO DA OSX PODE GERAR 10 MIL VAGAS NO RIO
Publicado em 07/01/2010 as
12:56 PM
Rio - O projeto de construção do estaleiro da OSX — do grupo de Eike Batista — vai gerar no Rio de Janeiro 10 mil empregos diretos, quando entrar em fase de operação. A empresa pediu licenciamento para erguer as instalações em seu complexo siderúrgico na Região Norte, mas ainda não há confirmação sobre o investimento.
A demora na concessão de licença no local previsto inicialmente — Santa Catarina — e convite do governador Sérgio Cabral podem ter influenciado a vinda para o estado. A expectativa é de 3.500 oportunidades de trabalho na obra.
Segundo o Sindicato da Indústria Naval (Sinaval), estaleiros no Estado do Rio criaram 21 mil vagas em 2009 — 3 mil na capital. Ariovaldo Rocha, presidente da entidade, explica que cada fase da operação exige formação específica, desde engenheiros navais até recepcionistas, com ênfase em qualificação técnica, como soldador e eletricista.
Fonte: O Dia Online
Data a: 01/07/2010
ESPANHÓIS INVESTEM R$ 80 MI EM SUAPE
Publicado em 07/01/2010 as
12:56 PM
O grupo espanhol PG&A Empreendimentos vai investir R$ 80 milhões para implantar uma fábrica de cimento no Complexo Industrial Portuário de Suape. Primeira indústria da companhia no Brasil, a unidade vai atender exclusivamente ao mercado de Pernambuco, que figura hoje como o maior consumidor do produto no Nordeste. Ontem, representantes da empresa e da diretoria de Suape assinaram promessa de compra e venda de um terreno de 10,1 hectares, na área do porto que fica dentro do município do Cabo de Santo Agostinho.
O representante da PG&A no Brasil, Luiz Carlos Ghizzi, destaca que a escolha de Pernambuco foi motivada pelo crescimento econômico do Estado, pelo acelerado aumento no consumo de cimento e pela falta de outras indústrias que atendam à demanda. Apesar de ter tradicionais grupos cimenteiros, a exemplo do João Santos - dono da marca Nassau - muitas fábricas estão instaladas fora do Estado. Um exemplo é a Votorantim, que conta com indústria na Paraíba.
“A produção pernambucana só atende 10% da demanda. O restante é suprido por outros Estados, principalmente a Paraíba. O consumo local é de 320 a 340 quilos por habitante ano, o que significa algo entre 2,5 milhões e 3 milhões de toneladas por ano”, calcula Ghizzi. Além do crescimento do setor imobiliário, Pernambuco também registra expansão na construção industrial e nas obras públicas. Segundo Ghizzi, o consumo de cimento do Estado no primeiro semestre foi 9% superior a igual período do ano passado.
“As obras se multiplicam no Estado. Se o PIB do Brasil crescer entre 6% e 7% como os analistas estão projetando, o de Pernambuco deverá crescer entre 9% e 12%”, aposta o secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, justificando o interesse do grupo de marcar presença por aqui.
A fábrica da PG&A em Suape terá capacidade para produzir 500 mil toneladas de cimento por ano e já tem um projeto de expansão para dobrar a capacidade num prazo de cinco anos se a demanda continuar superaquecida. A unidade vai gerar 150 empregos diretos e outros 450 indiretos. A previsão é iniciar a terraplenagem num prazo de seis meses e concluir a obra em 18 meses. “Depois da liberação do terrenos, vamos aguardar o licenciamento para começar”, diz.
Ghizzi explica que o clínquer e a escória - principais matérias-primas para a fabricação de cimento - serão importados da China, e provavelmente, do Egito, onde o grupo já conta com uma unidade. “Além da unidade, também vamos contribuir com uma movimentação importante para o Porto de Suape”, frisa, explicando que mesmo importando os insumos o empreendimento é competitivo. Na Espanha, o grupo usa a marca de cimento La Unión, mas deve desenvolver uma marca regional para o Brasil, onde hoje não está presente sequer com vendas. Além do Egito, a PG&A conta com fábricas na Espanha, República Dominicana e Chile.
Fonte: Jornal do Commercio – PE
Data : 01/07/2010
SUAPE - OBRAS, NOMEAÇÕES E CONVÊNIOS NO PORTO
Publicado em 07/01/2010 as
12:56 PM
A diretoria do Complexo de Suape realizou, ontem, uma solenidade para inaugurar obras, assinar convênios e nomear os novos funcionários concursados. A expectativa era que as inaugurações fossem feitas com a presença do governador Eduardo Campos, mas a tragédia das chuvas no Estado tem tomado a agenda de Eduardo Campos.
O evento serviu para inaugurar, numa só tacada, a reforma do Centro Administrativo, a duplicação da via interna (TDR-SUL) e da iluminação do porto. A lista também incluiu o anúncio de dois novos empreendimentos: a fábrica cimenteira do grupo argentino PG&A e a ampliação da PetroquímicaSuape, que somam investimentos da ordem de R$ 240 milhões.
Durante a solenidade, o presidente do Porto de Suape, Fernando Bezerra Coelho, anunciou a nomeação de 50 do total de 112 novos funcionários concursados para o complexo. Esses 50 deverão ser contratados até dezembro e o restante integrará o quadro num prazo de 12 meses. A nomeação simbólica foi feita em nome dos novos funcionários Cândida Efigênia de Freitas e Fernando Tiago Nascimento, que acertaram 100% das provas para as vagas de arquiteta e auxiliar administrativo.
MARINHA
Junto com representantes da Marinha do Brasil, a diretoria de Suape assinou convênio para a implantação de uma agência da Capitania dos Portos no complexo. A unidade será instalada em função do crescimento do número de navios que utiliza o porto e da demanda gerada pelas empresas ligadas ao setor naval. “O crescimento do Brasil passa por Pernambuco e por Suape. Por isso, não poderíamos deixar de marcar presença aqui”, disse o comandante do 3º Distrito Naval, o vice-almirante Airton Teixeira Pinho Filho. Suape cedeu uma área de um hectare para abrigar a agência.
O comandante também entregou ao presidente de Suape a atualização da carta náutica do porto. O documento traz informações sobre as coordenadas de navegação na área do porto interno. A última carta foi elaborada há cinco anos, antes da inauguração de novos cais e de grandes obras de dragagem para atender aos novos empreendimentos, a exemplo do Estaleiro Atlântico Sul.
Fonte: Jornal do Commercio – PE
Data : 01/07/2010
PERNAMBUCO FICA COM ESTALEIRO QUE SERIA NO CEARÁ
Publicado em 07/01/2010 as
12:55 PM
O presidente da Transpetro, Sérgio Machado, estará hoje, às 10h, no gabinete do governador Eduardo Campos para anunciar Pernambuco como o Estado-sede do estaleiro Promar Ceará. O secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Ferrando Bezerra Coelho, disse ontem à noite ao JC que recebeu uma ligação de Machado por volta das 18h30, comunicando a boa notícia e agendando o anúncio para hoje.
Com a decisão, Pernambuco vence Bahia, Maranhão e Alagoas na disputa e ganha um estaleiro com investimento estimado em R$ 300 milhões e geração de 1,5 mil empregos diretos. Vencedor da licitação da Transpetro para a construção de oito navios gaseiros, no valor de US$ 534 milhões, o estaleiro Promar correu o risco de perder a encomenda caso não apresentasse uma proposta alternativa ao Ceará até ontem. Procurado pela reportagem do JC, o presidente do grupo PJMR (que comanda o empreendimento), Paulo Haddad, preferiu não fazer comentários sobre a nova localização, antes do anúncio oficial pela Transpetro. Ontem, a estatal encaminhou comunicado à imprensa informando que só se pronunciaria hoje.
Na avaliação de Bezerra Coelho, a escolha de Pernambuco reforça a consolidação do cluster naval de Suape, que também está tentando atrair outros estaleiros como o sul-coreano STX Europe e o consórcio Galvão-Alusa. Todos esses assinaram protocolo de intenção com o Estado e aguardam o resultado da licitação de uma encomenda de 28 sondas de perfuração para exploração do pré-sal pela Petrobras para bater o martelo sobre a instalação. Além desses, Suape também tem área definida para os estaleiros do consórcio Schahin-Thomé, Construcap e o português MPG Shipyard.
“A confirmação do Promar vai diversificar o nosso polo naval, que terá players importantes como o Atlântico Sul na construção de grandes navios, a Schahin para plataformas, o MPG para barcos de apoio e o Promar com os gaseiros”, comemora Bezerra Coelho.
Dentre as vantagens apresentadas por Suape para abrigar o Promar está o pré-licenciamento ambiental. Esse, que foi o principal gargalo encontrado pelos investidores da PJMR no Ceará. No Nordeste, os Estados têm feito um verdadeiro leilão de incentivos fiscais e vantagens para garantir a atração das plantas navais. Na lista dos que já abocanharam seus projetos estão Alagoas, com um investimento de R$ 1 bilhão do grupo Sinergy, com o Eisa Alagoas, e a Bahia com um empreendimento de R$ 2 bilhões do consórcio Odebrecht, OAS e UTC.
A localização do Promar em Pernambuco corrobora o que tem defendido especialistas do setor sobre a necessidade de consolidar polos navais para garantir competitividade e sustentabilidade a esse processo de retomada da indústria naval no Brasil. A centralização facilita o treinamento de mão de obra e a implantação de indústrias fornecedoras.
Fonte: Jornal do Commercio – PE
Data : 01/07/2010
TRANSPETRO JÁ TEM PROPOSTAS PARA BARCAÇAS
Publicado em 07/01/2010 as
12:55 PM
A Transpetro recebeu ontem seis propostas para construção de barcaças, que serão usadas no transporte hidroviário do etanol produzido nas Regiões Centro-Oeste e Sudeste para a Refinaria de Paulínia (Replan).
As propostas, que partiram de 13 empresas, serão avaliadas entre 30 e 60 dias e as primeiras unidades deverão ser entregues no fim de 2011.
Com a entrada em operação dos 20 comboios da Transpetro, a utilização da Hidrovia Tietê-Paraná passará dos atuais 20% para 35% de sua capacidade.
Fonte: O Estado de São Paulo/Kelly Lima
Data : 01/07/2010
INVESTIMENTO DE EMPRESAS BATE RECORDE
Publicado em 07/01/2010 as
12:55 PM
SÃO PAULO - Puxado pelo setor de infraestrutura, o investimento das empresas brasileiras não só superou o ritmo do período anterior à crise como bateu o recorde de dez anos, quando se leva em conta o primeiro trimestre do ano.
Levantamento da empresa de dados financeiros Serasa Experian mostra que, no primeiro trimestre de 2010, o investimento representou 8,3% do faturamento líquido de um grupo de 500 empresas cujas demonstrações contábeis foram analisadas. Nos três primeiros meses de 2008, o número era menor, de 7,7%.
O aumento do investimento reflete o bom desempenho da economia, com crescimento de 9% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2009, e a confiança dos empresários na expansão do consumo.
"O que chamou nossa atenção foi que o indicador de 8,3% é quase o mesmo do ano passado como um todo (8,6%), e num período em que historicamente o investimento não é forte", diz o gerente de análise de Crédito da Serasa Experian, Marcio Torres. "A gente nunca teve um primeiro trimestre tão forte."
Pelo vigor dos números do trimestre, Torres já estima que o indicador de investimento de 2010 deve bater o recorde de 2008, na série histórica do estudo, iniciada em 2000. Apesar do agravamento da crise financeira mundial no último trimestre, o indicador atingiu 10,2% em 2008. O executivo pondera, no entanto, que o ciclo de alta dos juros iniciado pelo Banco Central pode reduzir um pouco as taxas de crescimento nos próximos meses.
No primeiro trimestre do ano, o destaque foi o setor de serviços, que inclui infraestrutura, e cujo indicador de investimento chegou a 12,6% do faturamento líquido. Em igual período de 2008, o indicador era de 10,8% e subira para 11,7% no ano passado. "A gente está falando de investimentos para resolver os grandes gargalos do País, que estão na infraestrutura, como saneamento, transportes e concessão de rodovias", cita o gerente da Serasa.
Queda na indústria
As empresas do comércio apresentaram recuperação nos níveis de investimento, de 1,9% em 2009 para 2,5% do faturamento agora. Somente a indústria mostrou ligeira queda, 6,3% para 6,2%. O setor foi o mais afetado pela crise financeira, que freou a demanda mundial e derrubou as exportações. No primeiro trimestre de 2008, o indicador de investimento da indústria era de 7,6%.
Os dados da Serasa são reforçados pelos números de desembolsos do BNDES. De janeiro a abril, o banco desembolsou R$ 35,606 bilhões para financiar investimentos, valor 39,4% superior ao de igual período de 2009.
As empresas de infraestrutura levaram R$ 14,1 bilhões, um aumento de 41,3% em relação ao primeiro trimestre de 2009. Na indústria, houve queda de 2,1%, para R$ 10,5 bilhões, enquanto o comercio e outros serviços cresceu 144%, para R$ 7,5 bilhões.
Entre as empresas de infraestrutura, o crescimento do desembolso foi maior para transporte rodoviário (115%), construção (53% ) e serviços de utilidade pública (160%).
Fonte: O Estado de São Paulo
Data : 01/07/2010
PROMEF HIDROVIA RECEBE PROPOSTAS
Publicado em 07/01/2010 as
12:55 PM
DA REDAÇÂO A Transpetro recebeu ontem seis propostas técnicas e comerciais para a construção de comboios de empurradores e barcaças, para o Promef Hidrovia.
As propostas partiram de 13 empresas, divididas em seis grupos (Estaleiro Rio Maguari, Intecnial/NM Engenharia e Construções, Egesa Engenharia/ Estaleiro Heromaio/ Navegação Guarita, Estaleiro de Construção Naval Arealva/MPG Shipyard/CMI Constr.Metál. ICEC, Concordia Shipyards BV/Mendes Junior e SPI Astilleros/Superpesa Industrial).
O projeto da Hidrovia TietêParaná, integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), prevê que, a partir de 2013, a Transpetro faça o transporte fluvial de etanol. A operação demandará a construção de 20 empurradores e de 80 barcaças, com geração de pelo menos 400 empregos diretos e 1.600 indiretos. Cada comboio será formado de quatro barcaças e um empurrador, com capacidade para transportar 7,2 milhões de litros.
Em um ano, o total transportado deverá chegar a 4 bilhões de litros.
Mais de 30 estaleiros nacionais e internacionais foram convidados a participar desta etapa da licitação. A Comissão de Licitação analisará as propostas técnicas, que contemplam itens de performance como velocidade, consumo de combustível, capacidade de carga e de manobra, além do controle de emissões.
A análise técnica levará de 30 a 60 dias, sendo seguida da abertura e análise das propostas comerciais.
ESTALEIRO. Depois de ter rejeitada sua licença de instalação no Estado do Ceará, o estaleiro Promar anunciará hoje a transferência dos investimentos de US$ 150 milhões para o Porto de Suape (PE), confirmando a tendência de se instalar no local um novo polo de construção naval. Além do Promar, já foram anunciados este ano outros cinco projetos de estaleiros, além do Atlântico Sul, que está operando há dois anos e planeja ampliações.
Vencedor da licitação da Transpetro para a construção de oito navios gaseiros, no valor de US$ 534 milhões, o estaleiro Promar correu o risco de perder a encomenda caso não apresentasse uma proposta alternativa ao Ceará até o dia 30 de junho. Ontem, a Transpetro anunciou que assinará hoje o contrato e informou em nota que o estaleiro se mudará para outro local. Fontes dos setor confirmaram que Pernambuco será o destino. (Com agências)
Fonte : Jornal do Commercio – Rio de Janeiro
Data : 01/07/2010
SIDERÚRGICAS DEVEM ELEVAR PREÇO DO AÇO EM ATÉ 10%
Publicado em 07/01/2010 as
12:54 PM
DA AGÊNCIA REUTERS As siderúrgicas no Brasil estão negociando com distribuidores altas de até 10% nos preços de aço para implementação a partir deste mês, afirmou ontem o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro. Após um aumento de preços no segundo trimestre de cerca de 10%, as siderúrgicas locais estão conversando com distribuidores para uma nova rodada de reajustes.
As usinas buscam equilibrar seus custos devido à duplicação do valor do minério de ferro no início do ano.
“As usinas estão falando, discutindo, mas não implementaram ainda. Se fala de 3% a 10%, dependendo de produto, da usina”, disse Loureiro. O setor vive uma queda de braço em relação aos preços diante do avanço expressivo das importações nos últimos meses. Segundo Loureiro, o reajuste de 10% pretendido pelas usinas seria voltado a produtos zincados e laminados a frio, enquanto os 3% para chapas grossas.
Números do governo indicam que as importações de aço pelo Brasil dispararam duas vezes e meia de janeiro a maio em relação a igual período do ano passado. A indústria e distribuidores nacionais importaram cerca de 2,3 milhões de toneladas em meio a um movimento interno de recomposição de estoques e retomada de produção no exterior, após a crise financeira global.
Segundo Loureiro, cuja entidade representa distribuidores de aços planos responsáveis por cerca 35% das vendas das usinas brasileiras, os estoques na rede de distribuição subiram de um volume equivalente a 2,1 meses de vendas em março para 3,3 meses em maio. A relação considerada ideal pelo setor é de 2,5 meses de vendas, com média histórica de 2,7 meses.
“Tem muito material barato importado segurando o movimento (de reajuste de preços) das usinas”, disse Loureiro. “No momento em que esses aumentos acontecerem, existe razoável chance de crescer importação”, acrescentou.
Em 2008, o volume de aço importado representou 6,7% do consumo aparente brasileiro, avançando para 12,8% em 2009 e a 21,5% nos primeiros cinco meses deste ano, conforme dados do Inda.
TARIFAS. Para conter um eventual reajuste de preços de aço no Brasil, o governo tem ameaçado reduzir tarifas sobre aço importado, atualmente em cerca de 12%. A inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) acelerou fortemente na leitura inicial de junho, pressionada pela alta do preço do minério de ferro.
Para Loureiro, contudo, uma redução nas tarifas de importação desestimularia investimentos das usinas do País. “A longo prazo, a queda de imposto é ruim para a siderurgia local. Depender de importação não é muito bom, pois o preço lá fora é muito mais volátil”, alertou.
“O mercado já foi encontrar na importação o balanceamento, não precisa tirar o imposto, não tem lógica econômica para a política industrial brasileira deixar a siderurgia completamente desprotegida enquanto se protege outros setores”, acrescentou, citando incentivos fiscais dados recentemente às montadoras de veículos.
Segundo ele, os preços de aço laminado no mercado interno estão cerca de 15% mais caros que no exterior ante um quadro de equilíbrio no final de abril. O Inda prevê aumento nas vendas de aço no segundo semestre por seus associados em relação aos primeiros seis meses dste ano e à segunda metade de 2009. Para o ano como um todo, a previsão do Inda é de aumento de 20% no caso de laminados, para 4,9 milhões de toneladas.
Fonte : Jornal do Commercio – Rio de Janeiro
Data : 01/07/2010
NASCE A MINERAÇÃO USIMINAS
Publicado em 07/01/2010 as
12:54 PM
DANIEL CÚRIO Asiderúrgica Usiminas anunciou ontem a criação da Mineração Usiminas, empresa que já surge com valor estimado de US$ 6,4 bilhões. O grupo japonês Sumitomo, por US$ 1,9 bilhão, ficou com 30% das ações da nova companhia, em operação que deve ser concluída até o final de agosto, de acordo com o presidente da Usiminas, Wilson Brumer.
"Há um grande movimento de boa parte da siderurgia mundial no sentido de atuar mais em mineração", disse o executivo.
Com esta estruturação, a siderúrgica mineira deu um passo à frente da CSN, que há algum tempo planeja separar seus ativos da área de mineração, com posterior abertura do capital da mina Casa de Pedra, mas ainda não conseguiu concluir a operação. No caso da Usiminas, Brumer disse que uma abertura de capital da nova empresa deverá ficar para um "segundo momento".
A produção esperada este ano para a Mineração Usiminas é de 7 milhões de toneladas, volume que deverá saltar para 29 milhões de toneladas anuais em 2015, o que exigirá R$ 4,1 bilhões em investimentos.
Quando os ativos foram adquiridos pela siderúrgica, a produção era de 3 milhões de toneladas por ano. No ano passado, as minas atingiram a marca de 5,5 milhões de toneladas de minério. As reservas totais estão estimadas em 2,6 bilhões de toneladas.
Segundo Brumer, a prioridade da Mineração Usiminas é abastecer todas as necessidades de minério de ferro da siderúrgica, que consome de 12 milhões a 14 milhões de toneladas anuais. "O que exceder as necessidades da Usiminas, o Sumitomo terá preferência de colocação no exterior a preços de mercado", afirmou.
Com o crescimento na produção, a companhia já pensa em construir uma pelotizadora, aumentando, assim, o valor agregado do minério de ferro produzido pela Mineração Usiminas. Brumer, contudo, não deu prazo para a construção.
Segundo ele, uma unidade como esta sairia por até US$ 900 milhões. A pelotizadora só seria financeiramente viável se a produção de pelo menos 7 milhões de toneladas por ano for confirmada.
"É natural considerar que é uma questão de tempo avaliar uma planta de pelotização para utilizar o minério. A preços de hoje, estamos falando de investimento que pode chegar a US$ 800 milhões ou US$ 900 milhões", afirmou, sem especificar quando a empresa poderia tomar uma decisão. Esse valor não está incluído nos investimentos previstos inicialmente.
No caso de haver sinal verde para a construção da pelotizadora, a Usiminas daria preferência a uma área próxima às suas unidades de Ipatinga (MG) ou Cubatão (SP). Por questões logísticas, esta seria uma opção melhor do que construir próximo a uma região portuária.
Para a Mineração Usiminas, serão transferidos ativos minerários e participações societárias em terminais de embarque de minério na Região de Serra Azul (MG), ações representativas de 49,9% do capital votante e 83,3% do capital total da Usiminas Participações e Logística (UPL) e terreno localizado em Itaguaí (RJ), após finalização do processo de remediação, já autorizado.
A Usiminas iniciou sua atuação na área de mineração em fevereiro de 2008, quando comprou, por R$ 1,6 bilhão, quatro minas no Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais, que pertenciam ao grupo J. Mendes.
Segundo Brumer, estas aquisições tiveram o objetivo de “proteger a Usiminas de eventuais flutuações do mercado, que continuam existindo”.
OFERTA DE AÇÕES. Por enquanto, a companhia não pensa em fazer uma Oferta Pública de Ações (IPO, na sigla em inglês). Esta decisão ficaria para um segundo momento, segundo o executivo.
"Alguns IPOs que tentaram ser colocados este ano tiveram desconto muito grande.
Não queremos nos precipitar.
O IPO é o momento dois, primeiro era preciso atrair um sócio estratégico", disse.
No caso de uma oferta de ações, a companhia pretende manter o controle acionário.
Pelos cálculos da Usiminas, a siderúrgica manteria pelo menos 50% dos papéis, mesmo com a emissão de novas ações da Mineração Usiminas.
"Os 30% da Sumitomo podem ser reduzidos se decidirmos fazer um IPO." Brumer disse ainda que vê uma tendência de estabilidade na demanda de minério de ferro a partir do terceiro trimestre.
O executivo lembrou que a Vale aposta em aumento dos preços para o período, mas disse acreditar que a partir deste ponto o mercado deve seguir sem grandes crescimentos.
Cerca de 1.150 empregados da Usiminas que atuam na área de mineração serão transferidos para a nova empresa e há expectativa de que, futuramente, sejam gerados mais mil empregos.
Fonte : Jornal do Commercio – Rio de Janeiro
Data : 01/07/2010
OGX ENCONTRA HIDROCARBONETOS NA BACIA DE CAMPOS
Publicado em 07/01/2010 as
12:54 PM
A companhia OGX anunciou nesta segunda-feira (28) ter encontrado de hidrocarbonetos no poço OGX-14, na Bacia de Campos. Segundo a empresa, o poço está situado em águas rasas, no bloco BM-C-40, onde a petrolífera detém 100% de participação.
"Esta descoberta representa mais um passo de grande importância para a OGX por revelar a presença de hidrocarbonetos também na área mais ao norte de nossas recentes descobertas em Campos, até então não perfurada.", falou o diretor-geral da OGX, Paulo Mendonça.
O poço OGX-14 está localizado a 96 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro, onde a lâmina d'água é de aproximadamente 104 metros. A coluna de hidrocarbonetos tem 60 metros e net pay em torno de 22 metros em reservatórios carbonáticos da seção albiana.
Conforme a OGX, a perfuração do poço continuará até que seja alcançada a profundidade de 3.400 mil metros.
Fonte : Jornal do Commercio – Rio de Janeiro
Data : 01/07/2010
USIMINAS SEPARA ATIVOS DE MINERAÇÃO EM MEGAEMPRESA
Publicado em 07/01/2010 as
12:54 PM
SUMITOMO PAGARÁ US$ 1,9 BILHÃO PARA TER 30% DA NOVA COMPANHIA
A siderúrgica Usiminas anunciou ontem a criação da Mineração Usiminas, empresa que já surge com valor estimado de US$ 6,4 bilhões. O grupo japonês Sumitomo, por US$ 1,9 bilhão, ficará com 30% da nova companhia, em operação que deve ser concluída até o final de agosto, de acordo com o presidente da Usiminas, Wilson Brumer (foto). "Há um grande movimento de boa parte da siderurgia mundial no sentido de atuar mais em mineração", disse o executivo. Com esta estruturação, a siderúrgica mineira deu um passo à frente da CSN, que há algum tempo planeja separar seus ativos da área de mineração, com posterior abertura do capital da mina Casa de Pedra, mas ainda não conseguiu concluir a operação.
No caso da Usiminas, Brumer disse que uma abertura de capital da nova empresa deverá ficar para um “segundo momento”. A produção esperada este ano para a Mineração Usiminas é de 7 milhões de toneladas, volume que deverá saltar para 29 milhões de toneladas anuais em 2015, o que exigirá R$ 4,1 bilhões em investimentos.
A prioridade da companhia criada é abastecer a siderúrgica com minério de ferro. O que sobrar será vendido pelo Sumitomo no exterior, a preço de mercado.
Fonte : Jornal do Commercio – Rio de Janeiro
Data : 01/07/2010
INAUGURAÇÃO DE OBRAS E ASSINATURA DE CONVÊNIOS MARCA EVENTO EM SUAPE
Publicado em 07/01/2010 as
12:54 PM
A diretoria do Porto de Suape, em Pernambuco realizou, nesta quarta-feira, uma solenidade para inaugurar obras, assinar convênios e nomear os novos funcionários concursados.
Entre as inaugurações estiveram a reforma do Centro Administrativo, a duplicação da via interna (TDR-SUL) e a iluminação do complexo. A lista também incluiu o anúncio de dois novos empreendimentos: a fábrica cimenteira do grupo argentino PG&A e a ampliação da PetroquímicaSuape, que somam investimentos da ordem de R$ 240 milhões.
Durante a cerimônia, o presidente do Porto, Fernando Bezerra Coelho, anunciou a nomeação de 50 do total de 112 novos funcionários concursados. Os trabalhadores deverão ser contratados até dezembro e o restante integrará o quadro num prazo de 12 meses.
Marinha
Junto com representantes da Marinha do Brasil, a diretoria de Suape assinou convênio para a implantação de uma agência da Capitania dos Portos no complexo.
A unidade será instalada em função do crescimento do número de navios que utiliza o Porto e da demanda gerada pelas empresas ligadas ao setor naval.
Na ocasião, o comandante do 3º Distrito Naval, o vice-almirante Airton Teixeira Pinho Filho, entregou ao presidente de Suape a atualização da carta náutica do porto. O documento traz informações sobre as coordenadas de navegação na área do porto interno. A última carta foi elaborada há cinco anos, antes da inauguração de novos cais e de grandes obras de dragagem para atender aos novos empreendimentos, a exemplo do Estaleiro Atlântico Sul. Com informações do Jornal do Commercio (PE)
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 01/07/2010
MAIOR NAVIO DO MUNDO VAI TENTAR RETIRAR ÓLEO DO GOLFO DO MÉXICO
Publicado em 07/01/2010 as
12:53 PM
O maior navio do mundo está a caminho do Golfo do México para uma supermissão: retirar o óleo que está sendo derramado no oceano. É como enxugar gelo, mas vale o esforço.
Batizado de Baleia, o navio de Taiwan tem o comprimento de quatro campos de futebol e capacidade de absorver 25 mil barris de óleo por dia.
Para a economia do estado da Flórida, pode ser tarde demais.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 01/07/2010
CEARÁ VETA ESTALEIRO, QUE SE MUDA PARA PERNAMBUCO
Publicado em 07/01/2010 as
12:53 PM
Depois de ter rejeitada sua licença de instalação no Estado do Ceará, o estaleiro Promar anunciará nesta quinta-feira a transferência dos investimentos de US$ 150 milhões para o Porto de Suape (PE), confirmando a tendência de se instalar no local um novo polo de construção naval. Além do Promar, já foram anunciados este ano outros cinco projetos de estaleiros, além do Atlântico Sul, que está operando há dois anos e planeja ampliações.
Vencedor da licitação da Transpetro para a construção de oito navios gaseiros, no valor de US$ 534 milhões, o estaleiro Promar correu o risco de perder a encomenda caso não apresentasse uma proposta alternativa ao Ceará até o dia 30 de junho. Ontem, a Transpetro anunciou que assinará hoje o contrato e informou em nota que o estaleiro se mudará para outro local. Fontes dos setor confirmaram que Pernambuco será o destino.
Além de Pernambuco, estavam na disputa pelos investimentos do Promar os Estados do Maranhão e Alagoas. Mas Suape teve maior peso nesta concorrência por causa da infraestrutura local, ao calado, considerado excelente por receber navios de maior porte, e à enorme área no entorno do local. O governo estadual tem um projeto de implementação de um polo naval, no entorno do porto de Suape, e já aprovou lei permitindo o corte de 692 hectares de mata nativa.
O complexo de Suape já tem hoje o maior estaleiro da América Latina, o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), também viabilizado por contratos com a Transpetro. Há ainda outros quatro projetos de estaleiros na área, todos com investimentos na casa dos US$ 150 milhões.
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 01/07/2010
MOVIMENTO DE CAMINHÕES SEGUE TRANQUILO NAS VIAS INTERNAS DO PORTO
Publicado em 07/01/2010 as
12:53 PM
O movimento de caminhões segue tranquilo nas vias internas do Porto de Santos nesta sexta-feira. Segundo a Guarda Portuária, não há registro de acidentes ou congestionamentos.
Nos demais trechos da região, o tráfego também flui normalmente, informou a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
No Sistema Anchieta-imigrantes, administrado pela concessionária Ecovias, o trânsito é lento na chegada a São Paulo pelas pistas marginal e expressa da via Anchieta, entre o KM 13 e o KM 10, por excesso de veículos.
O SAI é formado pelas rodovias Anchieta, dos Imigrantes, Padre Manoel da Nóbrega, dos KMs 270 ao 292 (Praia Grande), e Cônego Domênico Rangoni (ex Piaçaguera-Guarujá).
Fonte : A Tribuna Digital
Data : 01/07/2010
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